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Segunda-feira, 30 DE Abril DE 2012

Cuidado: PPC pode pensar!

O Primeiro Cérebro

 

Observação dependente e calculista de PPC pode-o levar a optar por estratégia chinesa

 

“Em vez de uma greve em que o suspeito do costume volta sempre ao local do seu crime, no caso do suicídio por protesto do trabalhador, resolve-se aí o mal pela raiz. E sem defesa possível, sempre em nome dos valores da nossa sociedade e face a uma atitude tão reprovável e desestabilizadora como esta – mortos sem retorno e moralmente sem recurso possível!”

 

A Melhor Opção – O Suicídio Coletivo?

 

TELEGRAMA:

Fábrica parceira da Apple

Situada na China

Trabalhadores ameaçam suicídio, se não houver aumento

A ação não foi uma greve

O protesto terminou após negociação

 

Falta de Visão apesar da Atenção

 

Em Portugal e após estudo minucioso de todas as contrapartidas financeiras favoráveis ao estado, os sectores da Saúde e da Justiça deviam desde já estudar penalizações complementares para estes possíveis suicidas, mesmo antes dos mesmos perpetuarem por entendimento ou convicção, este ato marginal e inadmissível (mesmo que compreensível, mas previsível e como tal devendo ser plasmado imediatamente em lei, para nosso benefício direto face às dificuldades financeiras que se avizinham).

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:10
Sábado, 28 DE Abril DE 2012

Woodstock

         

Festival realizado entre 15 e 18 de Agosto de 1969, na fazenda de Max Yasgur

 

Entre outros Jimi Hendrix, Janis Joplin, Alvin Lee, Carlos Santana, Joe Cocker, Richie Havens, Canned Heat, The Who, Jefferson Airplane, Grateful Dead, um mundo que surgia numa explosão de esperança de uma nova geração, querendo cortar de vez com as suas ligações à moral e ética de um passado decadente, ultrapassado a grande velocidade e sem retrovisores, por jovens e inocentes contestatários, uns perdidos no futuro outros presentes desde esse presente.

 

O Nu podia ser o Futuro do Mundo

 

No início foram as notícias sobre a Guerra do Vietname (que começou por volta de 59), acontecimento que originou um brutal genocídio de vietnamitas, cambojanos e laocianos, além de milhares e milhares de soldados norte-americanos, enviados discretamente para os EUA de avião, enfiados em caixões pré-fabricados e cobertos com a bandeira americana. E que terminou numa cerimónia fúnebre oficial e de hipocrisia total, com a atribuição do prémio Nobel da paz ao secretário de estado norte-americano, Henry Kissinger.

 

O Impossível é Insustentável

 

Em França – acontecimentos do Maio de 68 – rebentam diversas greves estudantis acompanhadas posteriormente pelo apoio da generalidade dos trabalhadores franceses a este movimento de forte contestação social, que irão levar de imediato à convocação de uma Greve Geral, que quase leva o país ao colapso económico.

 

E em 1969, dizem que o mundo mudou com Woodstock

 

Tal como em 2001, com o 9.11 em Manhattan

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:47
Sábado, 28 DE Abril DE 2012

Festa

Com este Tempo Maravilhoso, Ocupemos o Mundo!

 

A Festa chega à Sexta-Feira

 

A nossa vida depende daquilo que nos pode oferecer o espaço onde estamos inseridos. A sua alteração depende apenas da nossa influência sobre esse mesmo espaço e das atividades que nele exercemos e que logicamente se irão refletir diretamente em nós, positiva ou negativamente. O tempo é apenas uma desculpa para a degradação que provocamos à nossa volta, com a aplicação forçada de uma linha ilusória temporal, limitada pelo nascimento e pela morte, num mundo infinito e intemporal, por inexistência da absurda e inopinada dimensão tempo.

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:37
Sexta-feira, 27 DE Abril DE 2012

Terrorista

Se criticamos os outros por utilizarem as crianças em proveito próprio (como armas) não podemos fazer exatamente o mesmo!

 

Nem todos têm capacidade para exercer determinados cargos, para os quais alguém que nunca iremos conhecer nem poderemos responsabilizar, os nomeou – mesmo que o seu padrinho CV o confirme.

 

Dina a potencial terrorista – rodeada pelos seus discípulos

 

Os serviços de segurança ligados ao controle de passageiros nos aeroportos norte-americanos (TSA) – que até criaram uma secção especializada em passageiros que apresentem algum tipo de deficiência que os possa limitar na sua capacidade de adaptação e locomoção neste meio ambiente (TSA Cares) – resolveram implicar com uma criança com paralisia cerebral e problemas de locomoção. Utilizando muletas e outros materiais ortopédicos necessários para se poder deslocar, Dina deparou-se – mais uma vez – com o problema da sua passagem na máquina de deteção de metais aí instalada.

Agora adivinhem o que esta miúda deve ter passado, posta perante toda esta situação – já com todos os seus problemas físicos e mentais – deparando-se suplementarmente com comportamentos bastante agressivos de agentes que a deviam proteger e auxiliar e que pelo contrário a trataram sem a mínima consideração, insultando e ameaçando o seu pai, como se a sua filha, de uma terrorista se tratasse.

E esta já não é a primeira vez que estes serviços de segurança detetam possíveis crianças-terroristas vagueando misteriosamente pelos aeroportos norte-americanos!

 

(a partir de notícia boingboing.net)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:39
Sexta-feira, 27 DE Abril DE 2012

Investimentos Criativos

Os Esqueletos no Armário

 

Ex-ministros vão ter de prestar contas sobre parcerias público-privadas

 

 O Friso do Nosso Descontentamento

(visão parcial)

 

Objetivo Final:

A comissão parlamentar de inquérito às Parcerias Público-Privadas (PPP) está a ser preparada em clima de guerra total.

 

1.ª Conclusão:

Estão todos bem na vida e recomendam-se a quem quer ser como eles – inimputáveis e especialmente protegidos pelos seus amigos no poder e pela justiça feita para os próprios, em leis escritas por eles.

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:28
Sexta-feira, 27 DE Abril DE 2012

O Nosso Problema Com Os Espelhos

Espelho (dito) Natural

 

Só pode ser um problema de visão, porque não compreendo o problema que estes objetos nos podem provocar no nosso quotidiano normalizado.

Usamos espelhos em dezenas de situações, até para nos aperaltarmos em alturas solenes.

É que toda a gente sabe que as aparências iludem e se não formos nós a construir a nossa imagem, não será o espelho que nos salvará!

Ele é um instrumento capaz de nos proporcionar uma boa ferramenta à construção da máscara que queremos optar para nós como símbolo de beleza, entrando no entanto em fase de desgaste rápido e esquecimento, a partir da altura que o refletido repara que por mais que tente, deixou de haver solução para uma restauração capaz da imagem original.

O Espelho Meu é uma boa coisa e ao mesmo tempo uma boa treta, tal como o constatou a Bruxa Má, na sua luta inglória contra o monopólio da sua rival Branca de Neve e dos seus Sete Maridos Anões – não esquecendo aqui o Príncipe da história, que ficou associado à parte da fruta e fugiu a cavalo com a mulher, dos queridos e agora desprezados sete maridões.

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:19
Quinta-feira, 26 DE Abril DE 2012

Marco Polo

Um animal morto não se mexe, é sedentário – os vivos fogem dele, são nómadas ou ciganos

 

As Viagens de Marco Polo

 

Em vez de nos pormos a discutir se Marco Polo esteve mesmo na China, perto dela ou nem isso, sugiro que todos nós nos lancemos numa viagem semelhante a sua, utilizando plenamente a nossa curiosidade e imaginação, na companhia deste jovem e misterioso aventureiro. Que todos nós gostaríamos de ter sido, como contrapartida à nossa obrigação de vida, morta e sedentária.

 

(imagem – discovery.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:50
Quinta-feira, 26 DE Abril DE 2012

Garcia dos Santos

O 25 de Abril de 1974

 

Para quem acreditou nesta democracia representativa:

 

- Uns inúteis enriquecem e os outros úteis passam despercebidos!

 

Garcia dos Santos

 

“Ainda convivemos com a pesada herança do passado”

 

Sobre o atual

Presidente da Republica

Aníbal Cavaco Silva:

 

- Não me fale desse gajo! Não me fale nesse gajo!

 

- Mas quem é que acredita nesse senhor?

 

- As falhas! As falhas!

Ele acabou com as pescas, acabou com o mar, acabou com a agricultura! E agora é o defensor dessas coisas todas. Veja a contradição da pessoa! É licenciado em economia, foi ministro, foi primeiro-ministro. E o que é que ele fez? Destruiu tudo isto! Toda a situação em que estamos hoje nasce com ele. E ele nesta altura em que devia ter uma atitude firme, dar dois murros na mesa, dizer “o país está primeiro que tudo o resto, acabaram as querelas partidárias, vamos pôr o país a funcionar”. Que é que ele faz? Zero! Julgo que ninguém tem argumentos para contrapor a isto que eu estou a dizer. O Presidente da República é o primeiro responsável por isto tudo e não faz nada para que isto se corrija.

 

(excerto de entrevista – jornal I)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:40
Quarta-feira, 25 DE Abril DE 2012

Deus

Deus é mesmo estúpido, rouba-nos cedo os úteis

 

“Gostaria de chegar ao fim da vida, olhar para trás e dizer que fiz algumas asneiras, mas que valeu a pena porque ajudei os outros”

 

Miguel Portas

 

(Blogue – Denúncia Coimbrã)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:01
Quarta-feira, 25 DE Abril DE 2012

Histórias de Portugal

Lá longe, no 25 de Abril

 

Homenagem a GC-L e a todos os nossos Antepassados (para que não sejam esmagados pelo tempo e esquecidos pelos espaços partilhados)

 

“Não é esmagando a memória de um povo e violando sistematicamente a sua cultura que se respeitam os nossos antepassados, aqueles que com tanto carinho e amor nos criaram, apesar de todas as dores e sacrifícios por que passaram, com um único objetivo de oferecerem aos seus filhos, um mundo melhor e diferente do que aquele em que sempre viveram”

 

Fotografias de um grande artista português sobre o seu país – Portugal – englobando os últimos cinquenta anos de História.

 

Quando eu era jovem só associava o seu nome às projeções de filmes nas grandes salas de cinema, um dos poucos ou único oásis de cultura e prazer existentes no Portugal anterior ao 25 de Abril de 1974 e tão utilizado na minha juventude por todas as camadas etárias, desde a minha avó – com os seus filmes com romanos – aos mais novos – com os famosos filmes de cowboys ou de ação e de aventuras. Vi muitos filmes que me ajudaram a formar a minha personalidade – a aprender e a ser educado – mas com essa opção, com a leitura e com a fotografia, prejudiquei os meus estudos, não conseguindo chegar a chefe para toda a vida e sem respeito por ninguém – a quem Alberto Pimenta chamaria e com toda a razão, um verdadeiro filho-da-puta.

 

Por Gérard Castello-Lopes

 

 

A espera persistente e paciente por novidades que invertessem o destino empobrecido deste povo, foi desde sempre uma das principais marcas do anterior regime, sujeitando um povo perseguido e abandonado à sua sorte, às mãos de uma esperança de concretização utópica, face às armadilhas do regime então instalado, que via o trabalhador como mais uma ferramenta irracional, sem direitos e descartável, mas com deveres de prestação de serviços a quem os mantinha vivos e embrutecidos – chegando a ser obrigados a oferecerem os seus filhos, para a carnificina colonial. Mas este hábito de ficar à espera coçando as costas às esquinas disponíveis, ainda é um hábito e desporto nacional!

 

      

 

A pobreza de um povo pode ser analisada sob as mais variadas perspetivas e pelas mais variadas classes sociais, mais leigas ou mais eruditas, mais pobres ou mais privilegiadas. No entanto só o próprio ser humano que passa por essa experiência pode falar por conhecimento próprio, contando os seus relatos vividos e presenciados, como aqui o faz GC-L através da fotografia e para lá de todas as suas crenças ou opções políticas. Nestas duas fotografias se retrata a alegria e a força de um povo pobre mas solidário, mesmo quando abandonado pela elite do seu país – o que parece querer repetir-se neste século XXI, talvez a ser futuramente considerado, o século perdido.

 

 

A Igreja foi no passado século XX apenas mais uma das fachadas do regime, em que muitos colaboraram para o embrutecimento do povo – especialmente a hierarquia superior que queria manter “tudo como estava” com o regime, para poder continuar a manter a sua forte presença na sociedade – mas em que muitos outros padres e devotos se sacrificaram por esta, passando incógnitos para a história do nosso país, sob as canetas guilhotina dos escrivas do regime. Em cada grupo existe sempre uma imensidade de oportunistas que só procuram a sua felicidade desprezando os sentimentos dos outros; no entanto existem muitas e muitas outras imensidades sem limites, que apenas desejam viver com os outros e com a natureza, uma vida normal, sem a treta do tempo (morte) e a companhia forçada do bem e do mal (a ética e a moral, dos indivíduos sem caracter).

 

      

 

A espera e solidão são duas das principais características que definem bem o Portugal de ontem, de hoje (infelizmente) e provavelmente de amanhã (com esta sociedade, existe algum futuro para nós?). A nossa pobreza escondida dos outros também e como nós pobres, ainda é uma forma de sobrevivermos com fome, com frio e com dores, de modo a não perturbarmos os poderosos, que ainda nos poderão fazer pior, para nosso bem e para calar todos os invejosos. Podiam muito bem estes “retratos” representar hoje a destruição das células sociais, por abandono consciente das populações e zonas empobrecidas e pela criação de falsos entrepostos sociais, que pretensamente nos poderão arranjar emprego, desde que não pretendamos receber.

 

 

Vivi muitos anos em Espinho – aproximadamente 14 anos da minha juventude – e ainda me lembro de ver os belos mas frágeis barcos dos pescadores, no regresso da sua faina sobre o mar alteroso e perigoso de Espinho, que muitas aflições e tristezas (mas também alegrias) trouxeram às nobres e lutadoras famílias dos pescadores (não esquecendo as vareiras e as suas típicas canastras, expondo para venda ao seu povo, o peixe fresco apanhado na costa). Era ver as juntas de bois no seu trabalho de ajuda para deslocar os barcos e as redes entre a praia e o mar – vendo o sulco do suor do trabalho árduo de todos, nas areias brancas arrastadas pela praia – com a presença constante de todas as famílias e de muitos outros curiosos e com a presença sempre atenta das gaivotas, à procura daquilo que para elas sobraria e as alimentaria. Apesar da pobreza e de todas as limitações, todos procuravam remar para o mesmo lado, porque sabiam ao contrário do que se pensa hoje em dia, que se tal não fizessem, seria o seu fim (não mais adiado) e o de todos os restantes. Pode-se matar um país, usando apenas a indiferença!

 

 

O polícia nunca atingiu o estatuto atribuído às Forças Armadas ou à Guarda Nacional Republicana: como um grupo de apátridas analfabetos, ficou ali entalada entre as forças militarizadas e os novos licenciados do regime. Apesar de uma maior ligação aos problemas com que o povo se deparava – porque de lá eram maioritariamente originários – sempre foram desprezados pelo sistema que os criara, apenas porque o seu papel era o de impor ao seu povo o respeito sem dúvidas pelos seus dirigentes, protegidos por uma farda, por um cassetete e provavelmente por uma pistola com balas. Eram simples seguranças instalados nas ruas das nossas terras, por vezes sem grandes estudos ou sem grandes ambições – neste país sem horizontes, então subdesenvolvido, solitário e campeão da emigração – mas que pelo menos, também se misturavam, viviam e se confundiam connosco.

 

 

O Sud-Express foi um dos símbolos da emigração portuguesa, que levou milhões de indivíduos desesperados a recorrerem à fuga para o estrangeiro, para assim poderem fugir à sua morte lenta no seu próprio país, sua pátria original e a procurarem a sua salvação por outras terras distantes e desconhecidas, mais acolhedoras e respeitadores dos direitos do homem. A saudade era imensa, o amor pela terra nunca os deixava descansados, alguns ainda regressavam a casa indo morrer para as colónias, mas mesmo assim, nunca o país lhes abriu completamente as portas como o fez com os seus depósitos bancários. Ainda me lembro já após o 25 de Abril de assistir no regresso de França a Portugal, viajando no Sud-Express, às manifestações incontroladas de um marido que já não via a sua mulher há muitos meses ou anos e que constantemente, primeiro sorrateiramente e depois sorridente e às claras, a apalpava para deleite de ambos – o que para nós era uma delícia de ver pela felicidade que constatávamos e partilhávamos, apesar de apinhados como animais, nos compartimentos e corredores deste tão instrutivo comboio.

 

E Portugal Hoje?

 

 

“Portugal aproxima-se de uma época em que, se as coisas continuarem a evoluir como atualmente acontece, estalará mais um conflito violento entre aqueles que nada tem e aqueles que tudo querem, que poderá levar desta vez definitivamente, à nossa extinção como estado e como povo independente – como fazem os traidores deixaremos de existir e entregaremos nas mãos dos outros a nossa salvação mas já sem memória, sem cultura, completamente acéfalos. E aí só me restará agradecer antes de morrer, a quem me ensinou antigamente a saber ler e escrever”

 

(fotos de GC-L – exceto a primeira e a última)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:30

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