mais sobre mim

subscrever feeds

Terça-feira, 29 DE Abril DE 2014

From Ape to God (1)

Ficheiros Secretos – Albufeira XXI

[O Terrorismo Artificial Induzido (entre as vítimas) e a criação Natural do Super-Homem (entre os Escolhidos)]

 

“A nossa capacidade de compreendermos e aceitarmos o que nos é proposto para a recriação e fundação dum Novo Mundo, depende de como o interiorizamos, de como cumprimos as regras, do seu resultado imediato e da aceitação final e sem qualquer tipo de dúvidas de tudo o que dizem de nós – sujeitando-nos ao Superior infinito e assim incorporando-nos em Deus”.

 

Hoje levantei-me da minha cama cedinho e lá fui cumprir o dever no Zoológico de Lisboa. Ainda tive tempo para comer uns quantos pastéis de Belém e comprar um cacho de bananas, para assim cumprir com êxito o objecto da minha missão. No resto do trajecto cumprimentei educadamente todos os que vi, à chegada à bilheteira dei os bons dias ao funcionário e educadamente pedi uma entrada para criança: o tipo olhou para mim, riu-se na minha cara e perguntou-me no gozo se não queria antes um para a terceira-idade. Paguei a quantia por ele pedida, recolhi o meu bilhete e sem piedade nem remorso dei-lhe logo um tiro nos cornos. Limpei a arma cuidadosamente, coloquei-a nas mãos ainda a tremer do funcionário e antes que este caísse definitivamente no chão no meio do seu estertor e lançando o último suspiro, cuspi-lhe na cara e fiz-lhe um grande manguito: “An Ape Will Be God, But Not You”! Transposta finalmente a porta entreguei-me à bicharada e fui em busca de Deus.

 

Human Evolution or Human Transformation: Not the Same?

(As Sete Maravilhas do Mundo)

 

Fui directamente para a área de diversões e desde logo vi os golfinhos, comprei um gelado no fim e ainda fui dar uma volta de comboio e outra de teleférico. A parte mais gira na volta de teleférico foi registada aquando da passagem sobre a zona dos leões, na altura meio adormecidos e a apanhar os raios quentes do Sol: como não via mais ninguém à minha volta a não ser o meu colega de viagem – acompanhava um velhote com algumas dificuldades de locomoção – resolvi melhorar o cenário demasiado pacífico para mim, transformando-o num instante num thriller, arrepiante e sanguinário. Balancei com uma grande amplitude o habitáculo onde nos encontrávamos, abri ao mesmo tempo a sua porta e com um pontapé violento atirei-o lá para baixo: caiu em cheio em cima do macho mais velho que surpreendido ainda o olhou por segundos, soltando então um rugido medonho e degolando-o de seguida com uma única dentada. Os membros ainda estrebucharam um pouco, o que chamou ali os restantes leões.

 

Uma parte das pessoas que àquela hora se encontravam no interior do zoológico, pareciam dirigir-se apressadas em direcção à avenida das barracas de refrigerantes e farturas que ia desembocar na entrada: inclinando-me um pouco para a direita e espreitando entre dois ramos verticais dum denso arbusto visivelmente ainda por podar, podia facilmente vislumbrar uma multidão constituída predominantemente por jovens e mulheres, rodeando numa algazarra tremenda um grupo de educadores, de funcionários e de polícias, enquanto as luzes e as sirenes das viaturas de socorro não paravam de funcionar, confundindo-os e finalmente enlouquecendo-os. Ainda não me doíam as costas devido à inclinação corporal entretanto assumida e já a batalha campal se instalava no meu campo de visão, com as educadoras aos gritos tentando impor a ordem entre os seus alunos, os funcionários em gestos ameaçadores e munidos de cordas atrás destas e dos mais pequenos e como sempre acontecia nestas situações mais problemáticas, calhando aos polícias a responsabilidade da manutenção da ordem pública custasse o que custasse: à entrada e desembainhados os respectivos cassetetes, a polícia de choque só aguardava ordens superiores para entrar em acção. Protegido pela sombra duma árvore já morta e de raízes ressequidas, saquei da arma e dei um tiro para o ar: o suficiente para assistir aos primeiros segundos da carga policial e aos gritos das crianças enquanto fugiam aterrorizadas da violência dos X-Man.

 

Dirigi-me então para o local onde habitualmente o elefante tocava o sino. Sentei-me num banco situado nas proximidades e certifiquei-me de que ninguém estava a olhar para mim: com a confusão que se instalara do outro lado do parque eram poucas as pessoas que assistiam ao espectáculo, vislumbrando-se apenas três adultos e quatro crianças interessadas no que os dois tratadores e o elefante iam fazendo. Mais afastado um outro elefante parecendo mais velho, parecia observar a cena sem a compreender muito bem – aquele barulho que vinha lá do fundo incomodava-o cada vez mais e só lhe recordava o barulho maldito produzido pelo badalo. Peguei então no meu eficiente canudo portátil e com a colaboração da minha pressão de ar ejectei o meu projéctil. Assustado com o inesperado impacto sobre o seu corpo o elefante saltou em frente esmagando com as suas patas dianteiras o primeiro tratador, colocando-se em fuga e fazendo tocar o sino por contacto e colisão à sua passagem desorientada; no segundo seguinte o elefante mais velho – que parecia adormecido – como que acordou repentinamente de um pesadelo, nomeando logo ali o segundo tratador como seu alvo preferido e destino de todos os seus traumas acumulados durante anos sucessivos de cativeiro. No entretanto a reduzida assistência observava os acontecimentos completamente paralisada e de boca totalmente aberta, só despertando e pondo-se numa fuga louca e sem direcção determinada, quando os elefantes acabaram de desfazer de vez os seus carrascos e insatisfeitos se viraram para eles – com as suas enormes orelhas a abanar e a tromba em riste para os apanhar – assinalando-os em tom ameaçador. Acontecimento de que resultaram mais três mortos entre os presentes: os pais e o filho de quatro anos que transportavam num carrinho, dilacerados pelas presas dos elefantes que no meio de toda esta violência despropositada mas sempre possível, os confundiram com o carrinho dos seus ex-tratadores.

 

Por essa altura já tinha dado sequência a quatro acontecimentos. Como previamente combinado dirigi-me então ao gabinete do responsável pelo zoológico, onde o fui encontrar tranquilamente sentado na sua cadeira giratória a olhar para além do vidro da janela, que o separava do seu mundo exterior. Acompanhando visualmente todos os pontos abrangidos pelo seu campo de visão, podia-se ver que no exterior do edifício o ambiente acalmara na zona de entrada do parque, verificando-se a tentativa por parte dos elementos de socorro e de segurança aí presentes em estabilizar o cenário e dar-se início à sua limpeza, redefinição e normal reabertura: estavam apenas condicionados pela próxima chegada da brigada anti-terrorista e pelo que a sua mais que previsível intervenção pudesse provocar no normal desenvolvimento desta situação, solução pela qual todos ansiavam e pela qual trabalhavam esforçadamente, sem colocarem questões e em conjunto. O director parecia indiferente ao que se ia passando no exterior, continuando estático na sua cadeira, sem emitir um único som e quase como se ignorasse a minha presença junto de si. Foi então que como se controlado por um comando remoto e sem demonstrar qualquer tipo de emoção ou outro tipo qualquer de percepção ou sensação, se virou na minha direcção e com o seu indicador esquerdo me apontou um documentos que se encontravam sob a sua secretária: como um sonâmbulo levantou-se, olhou-me com uma expressão desestruturada por vazia, entregou-me com as suas mãos secas e rígidas o documento que se encontrava sobre a mesa e entrou na sala contígua, pedindo-me para aguardar um pouco e fechando com estrondo a porta atrás de si. O documento referia-se à estabilização do número de animais habitando aquele espaço restrito e cada vez mais reduzido, provocado pela pressão exercida pela urbe exponencialmente crescente que o rodeava e pelos interesses impossíveis de controlar vindos da parte das forças vivas da terra, apenas interessadas na sua valorização pessoal e no preço dos terrenos por metro quadrado: o que era mais interessante numa primeira e superficial análise do documento – que ele já conhecia nas suas bases pois contribuirá para a sua elaboração – não era o processo de eliminação adoptado para o número agora considerado excessivo de animais em exposição (justificado com o problema da consanguinidade crescente entre as diversas espécies e com todos os perigos que daí poderiam advir por reprodução e hereditariedade) mas o seu alargamento ao ramo racional que aí também permanecia, mesmo que nalguns casos temporariamente. O tempo e o espaço eram apenas referências mas o número excessivo e problemático residia nos seres vivos racionais ou não: um novo método de controlo populacional mesmo que não aceite por moralmente violento e desrespeitador, seria sempre bem-vindo num mundo perto do caos apocalíptico e sem outra alternativa de salvamento e protecção, contra a sua própria e inexorável extinção. Os nacionais-socialistas na Alemanha tinham sido um dos seus mais conhecidos e importantes precursores e os EUA na calha destes (e aproveitamento os seus ensinamentos e os seus próprios cientistas, reconvertendo-os) os seus maiores e poderosos discípulos e profetas – até na sua ideologia de imposição, intolerância e desrespeito. E quando ouvi o tiro vindo da sala contígua já sabia o que se tinha passado: com o crânio completamente desfeito o corpo do director apresentava-se caído no centro da sala, enquanto no registo do pessoal associado ao zoológico a contabilidade electrónica indicava agora menos um. Cada animal tinha o seu respectivo chip e desde o início do dia a descida tinha sido anormalmente abrupta, pulverizando todos os anteriores recordes – de racionais (R) de não racionais (NR). Por essa altura estava eu a abandonar o edifício central quando reparei no avanço pelo interior do parque das forças especiais de intervenção: finalmente todo o cenário se compunha e me aproximava do final desde há muito projectado para este evento. Faltava apenas mais um acontecimento (o anterior fora o quinto) para eu chegar às portas do Paraíso, no interior do qual mil virgens intocadas desde sempre me esperavam: à entrada do portão celestial realizaria o teste definitivo e final, o acto de contrição, de fé e de consagração. Deus esperava-me para compartilhar! É claro que não me esqueci do Envelope enviado em anexo ao referido documento, chegado mesmo em cima do acontecimento e em correio expresso registado e oriundo dum remetente desconhecido provavelmente localizado num país do Médio Oriente.

 

The Butterfly Effect

(A Teoria do Caos e o Efeito Borboleta)

 

“In chaos theory, the butterfly effect is the sensitive dependency on initial conditions in which a small change at one place in a deterministic nonlinear system can result in large differences in a later state” (Wikipedia).

Um helicóptero da Unidade Estratégica da PSP sobrevoava agora o complexo do Zoológico de Lisboa, tendo como missão a coordenação das subunidades de vigilância aérea em acção directa no terreno, aqui e no momento levada a cabo por uma nova geração de drones recentemente adquiridas a empresas de armamento norte-americanas, por coincidência também subsidiárias de outras empresas instaladas no mercado e associadas a projectos de construção e de implantação local. Daí a minha opção lógica e facilmente compreensível pelo desenvolvimento e conclusão o mais rapidamente que me fosse possível de todo este procedimento associado à intervenção, isto se quisesse que o efeito provocado fosse evidente e efectivo e se reproduzisse indefinidamente e sem limites, em cascata e por todo o lado: eu sabia que mesmo que estivesse morto a minha acção e influência se repercutiria até ao infinito, reproduzindo sucessivas reacções e interacções entre mundos paralelos ou concorrenciais por simples e mesmo que desprezível interacção. “Na verdade o Universo não era um, mas um conjunto de muitos uns”.

 

Afastei-me rapidamente do local onde me encontrava e dirigi-me até uma zona mais afastada do zoológico, situada muito perto das Palancas. Era um ponto situado perto da periferia do parque, numa referência um pouco mais elevada e dispondo de razoável visibilidade, mas sobretudo oferecendo tranquilidade e uma certa reserva e protecção pelo menos temporária, para o muito que ainda tinha que desenvolver – além de ser o sitio ideal para a propagação programada. Libertei então o meu duplo. Do lugar onde me encontrava pude vê-lo a dirigir-se para o parque de merendas onde acabou por se sentar mesmo ao lado da zona de restauração: rodeando o espaço reservado aos mais novos, um grupo de dois agentes verificava cuidadosamente o interior das suas instalações, enquanto outros dois perscrutavam intensamente toda a zona envolvente, dirigindo-se um terceiro grupo mais para oeste precisamente na sua direcção. Do lado das Girafas também se notava alguma movimentação, destacando-se mesmo a presença de alguns homens armados e acompanhados por cães, que avançavam muito lentamente e a intervalos de tempo certos, investigando cada canto ou buraco que encontravam e estando extremamente atentos aos menores movimentos que lhes parecessem suspeitos. Mas o que mais despertou a atenção do meu duplo foi a utilização que os agentes já estavam a dar ao teleférico existente no zoológico – tentando a partir daí descortinar melhor o que se passava e descobrir onde poderia estar o principal causador ou causadores deste problema – e o movimento do próprio comboio do zoo que com o seu habitual motorista e percorrendo o circuito de todos os dias, ia distribuindo outros agentes enquanto percorria o trajecto: o ser humano era na realidade muito imitativo e repetitivo nas suas aventuras aparentemente experimentais, parecendo nas suas escolhas uma criança ingénua e irresponsável – e extremamente previsível nas suas atitudes e opções – como tal e em consequência facílimo de controlar e limitar. Agora era só recuperar a localização dos pontos, activá-los sequencialmente de acordo com a evolução prevista para o guião e divertir-se um pouco mais com a confrangedora fragilidade humana.

 

No entanto era necessário manter um nível mínimo de segurança na utilização temporária do duplo, já que certos raios luminosos sujeitos a determinadas condições atmosféricas poderiam revelar ao incidirem directamente sobre ele, a sua movimentação e posição: a maior dificuldade para manter a sua invisibilidade estava basicamente associada aos dias sujeitos a maior actividade electromagnética atmosférica, muitas dessas vezes intensificada por fortes e sucessivas tempestades solares. Ao libertar-se o nosso duplo para um mundo que já ocupamos, é lógico que este teria que ter a sua própria componente física e psíquica independente e um espaço material onde se pudesse colocar e daí actuar. Se no caso da componente psíquica o processo era de fácil execução por simples bipartição do nosso Eu – com a nossa Alma abstracta, sempre intacta e não parametrizada, espalhada por todas as nossas células, centralizada no cérebro e comunicando pelos neurónios – quando se tratava da parte física o processo de libertação do duplo apesar de ter um nível de acessibilidade muito idêntico ao anterior, era mais cuidadoso e pormenorizado por essencialmente técnico e multi-opções. Numa sequência programada e projectada para um já referenciado (apesar de indeterminado) número de Universos, coexistentes e paralelos, era definido o ponto de concentração a partir  do qual se faria a extracção do volume solicitado, neste caso um objectivo vivo equivalente à sua imagem e a ser utilizado temporariamente e em substituição condicionada: os modelos gerais mais solicitados distribuíam-se maioritariamente por sonâmbulos, indivíduos em estados de semi-consciência – como nos sonhos – e até em estado de coma. Ao libertar-se do seu abrigo o duplo usufruía do duplo do corpo por ele agora utilizado e partilhado, transportando consigo e por motivos de segurança o duplo desse Eu subdividido, apenas para estar presente para qualquer necessidade de regressão imediata mas sempre num estado completamente inconsciente, submisso e comatoso.

 

Fim da 1.ª parte de 2

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:06
Terça-feira, 29 DE Abril DE 2014

Todos Diferentes Todos Iguais

“Peço desculpa se não me entendem, mas eu agora faço parte dos pobres”

(no Estado Novo, os Cobiçosos dos Ricos)

 

A Traçada e o Enviesado – e no meio está a coisa

 

Originária de um dos países mais ricos da Europa (Angola) Isabel dos Santos resolveu investir num dos países mais pobres de África – Portugal. Não estava no entanto à espera que a corrupção neste país africano nada ficasse a dever ao seu: surpreendida com a traição destes pretos branqueados a fúria desta alta dignitária e investidora europeia virou-se agora contra uma das Mentes Iluminadas destes africanos de Portugal (Zeinal Bava) que sem aviso nem justificação e julgando-se um brilhante e importante CEO (pelo menos assim considerado pelos outros pretos de Portugal) a trocou sem hesitar pela concorrente máfia brasileira, vendendo-se à falida Oi de Lula Filho e Associados: mais um processo judicial à vista para este Portugal Terceiro-Mundista (de que alguns pretos branqueados tirarão dividendos) e mais algo para justificar e entreter os tempos de esforço dos Escravos – reforçando indubitavelmente neles a alegria no trabalho.

 

(imagem – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:30
Segunda-feira, 28 DE Abril DE 2014

DINHEIRO & Equilíbrio

“Tal como o tempo, o DINHEIRO é uma abstracção e um meio de manipulação”

 

Terminado o cenário cientifico e premonitório envolvendo a palavra Sexo – o estudo estendeu-se por onze sessões e o resultado foi o esperado – e face à necessidade urgente do aumento de audiências do blogue face à rápida descida da taxa de visualizações – desde que a palavra Sexo desapareceu – resolvemos agora desenvolver um novo estudo pormenorizado de prospecção, envolvendo uma outra palavra da tríade Sexo, DINHEIRO e Poder: precisamente DINHEIRO. O período de utilização deste expediente publicitário será idêntico ao anterior (utilizando como engodo evidente a palavra Sexo). Como condimentos deste novo repasto – depois de Sexo o DINHEIRO como prato principal – e caso se verifique ser necessário a sua utilização para incentivar o leitor à visualização, poderemos adicionar como apêndice suplementar mas poderoso, a palavra Mulher (p/homens) e a palavra Homem (p/mulheres).

 

Numa mala de trabalho tudo cabe: desde preservativos até DINHEIRO

 

Pelo povo sacrifiquei-me a vida inteira – sempre ao serviço da causa pública – pondo de lado as minhas obrigações familiares e fixando-me num T0 em desconstrução, sem serventia e sem mulher. Mais tarde comprei um Mercedes com 300.000km (em cem prestações), aluguei uma moradia durante um mês (com o pouco DINHEIRO que me restava), frequentei a Câmara da terra (onde encontrei outros como eu) e o baile da aldeia (onde encontrei mulheres sem dono e sem sexo como eu), candidatando-me de seguida à Junta de Freguesia. A minha campanha foi exclusivamente dirigida às mulheres, vencendo as eleições com 80% dos votos, incluindo netas (de maior idade) e avós. E então a minha vida mudou e no movimento o DINHEIRO circulou. Já não precisava mais de amigos IEFP ou CAP para me certificarem e me arranjarem o emprego que me era devido e assim poder finalmente ensinar a cozinhar, sem nada mais ter feito neste sector senão comer. Como cidadão modelo fui comemorar o meu evento, levando comigo poder e DINHEIRO e recebendo em troca e no meio de muito álcool, mulheres e o devido sexo: o passo seguinte seria ser Presidente da Câmara e para só pedia “que me deixassem trabalhar”. Na terra a minha primeira amante era algarvia, tinha um grande espaço para receber e chamava-se Ema: de que me recorde dei-lhe multiusos.

 

(imagem – Web)

tags:
publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:21
Segunda-feira, 28 DE Abril DE 2014

Canalhice Primária

Para a esmagadora maioria do português Pobre que acha que a Memória e a Cultura de nada valem – só a Canalhice e o Oportunismo Descarado – apenas porque foi isso que a esmagadora minoria Rica sempre lhes disse:

 

“Maioria das medidas do PEC IV já foi adoptada”

 

Deus e o Diabo ou As duas Faces da Mesma Moeda

(O Carrossel Financeiro)

 

O Programa de Estabilidade e Crescimento IV (PEC IV), assinado em Março de 2011, incluía dezenas de medidas até 2013. Apesar de o documento ter sido chumbado no parlamento, conduzindo à demissão do Governo socialista, as principais reformas foram implementadas.

 

No tempo da Outra Senhora ainda éramos nós que por vezes com muitos sacrifícios procurávamos o Mundo e a Liberdade – como o foi o caso da heróica emigração dos esquecidos e ignorados portugueses, tão mesquinhamente insultados pelos seus modos e gostos pela elite de então, ela que sempre os tentou manter estrategicamente apáticos e analfabetos.

 

Agora que os filhos revolucionários desta elite – infelizmente os sobreviventes do pior que o Estado Novo produziu – se converteram à realidade e ás mordomias do dinheiro, não se esqueçam os seus vassalos rastejantes de assumirem totalmente a sua lobotomia (bem paga), continuando em prol da Pátria (ou do Protectorado) a oferecer “o cuzinho”.

 

(texto em negrito e imagem – Jornal Sol)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:27
Domingo, 27 DE Abril DE 2014

Psicopatas Como Nós (mas com Poder e ligações ao Sagrado)

Para muitos este texto será a realidade, para outros uma ficção e para a esmagadora maioria nada significará: o que não deixará de ser verdade, neste mundo aviltantemente conspurcado e corrompido. Mas a revolta que assola os nossos corpos já é também incontrolável, chegando a ser implosiva.

 

“A Rússia está em todo o lado – pode atingir os USA em 5 minutos!”

 

Vladimir Diabo Putin

 

Face às constantes e cada vez mais intrusivas e demoníacas acções dessa besta negra e sanguinária a que damos o nome de Diabo, o Mundo Ocidental une-se cada vez com maior fervor, querer e intensidade em torno do seu protector e “Membro Dourado” Tio Sam – o máximo representante de Deus e dos Alienígenas no planeta Terra.

 

Ideologicamente colados ao Diabo e extremamente possuídos pelos seus desejos pecaminosos e libidinosos, os Russos até pela cor simbólica da sua bandeira, representam o que de pior existe neste mundo e no submundo terrestre: sempre prontos a hostilizar o nosso Protector Global na sua luta pela preservação do destino consagrado e pela manutenção do nosso equilíbrio emocional, são constantes os seus pensamentos contraditórios e essencialmente destrutivos – bem expostos nas suas provocações medievais tão próprias da brutal Inquisição – apenas interessados e sem opção alternativa na transformação da nossa vida num autêntico Inferno.

 

E assim enquanto os USA lutam na Ucrânia pela preservação da sua autoridade sagrada no mundo de Deus e de Kerry – contra a invasão da legião de Anjos Negros e de todo o seu contingente pagão – a Rússia sem que ninguém repare e como um vírus mortal, tenta aproveitar a ocasião para atacar o Reino de Deus na sua própria plataforma de Evangelização, ou seja o território sagrado norte-americano.

 

O Mundo tem que se convencer que poderá estar neste momento a caminhar para uma nova guerra mundial muito mais devastadora e sanguinária do que as anteriores e nesse sentido muito semelhante ao anunciado Dia do Juízo Final – se não for por acaso esse mesmo dia: a luta dos Grandes Líderes, Heróis e Lutadores por uma Nova Ordem Mundial estende-se agora às fronteiras do domínio do Diabo, sendo as consequências infelizmente imprevisíveis. Mas com a ajuda de Deus, dos Alienígenas e dos Norte-Americanos a salvação ainda poderá ser possível.

 

Os dados já estão lançados e o Diabo nunca espera – nem sequer à porta do Purgatório. Provas? Ao contrário dos nossos Anjos Celestiais que combatem ao lado da Ucrânia sem nenhum tipo de intenções secundárias ou escondidas senão o de defender os princípios e ideias da civilização ocidental por eles criada e globalizada – só assim podendo estar em contacto continuo com Deus controlando o Diabo e as suas forças da perdição e do pecado – os russos como entidades subterrâneas, infernais e extremamente oportunistas preparam-se agora para atacar, matando o Enviado instalado no Paraíso de Deus ou no Puro Sonho Americano.

 

Viktor Hell Leonov

 

Eis só duas:

 

1 - Os submarinos russos (utilizando segundo Kerry tecnologia ultrapassada) com as suas supersónicas bombas de hidrogénio transportadas por poderosos mísseis de cruzeiro – não é por acaso que os seus foguetões são utilizados nas missões conjuntas USA/Rússia para o reabastecimento da ISS – aguardam apenas pelo desenvolvimento da situação explosiva e provocatória criada pela defesa exclusiva dos interesses hegemónicos norte-americanos ao longo da sua extensa fronteira com a Ucrânia (com o apoio que não se estranha por parte da Alemanha, mas que desde a 2.ª WW cada vez mais se entranha e duma forma repetitiva e suicida se aceita), para atacarem o coração dos Direitos e da Liberdade, não os terroristas apoiantes do falso profeta Maomé e do seu falso deus Alá, mas os defensores de Jesus Cristo e do único Deus disponível e autorizado (apesar de nos escritos serem os mesmos – mas não nas campanhas descaradas ou subliminares dos seus interessados e influentes fanáticos). Não se esqueçam que quando a provocação atinge o limite é só carregar no botão;

 

2 - Como se tudo isto já não bastasse a ilha comunista de Cubo está logo ali ao lado, protegida pelas águas internacionais e por navios de guerra dos seus aliados russos: como é o caso do navio Viktor Leonov – segundo o Pentágono um navio espião da armada russa equipado com tecnologia electrónica de ponta – estacionado actualmente no porto cubano de Havana e pronto a entrar em actividade em missões de espionagem em torno de bases navais norte-americanas (base submarina de mísseis nucleares). Tudo isto coincidindo com a crise na Ucrânia e com a anexação “autorizada” da Crimeia pela Rússia, enquanto que e como seria lógico nestes esquemas de Jogos de Guerra (de patente norte-americana e registada em Hollywood), a potência ameaçada e actuando na defesa da integridade do seu território e soberania, concentra as suas tropas na fronteira ameaçando o Ocidente e a sua civilização exemplar, com a Invasão da Escuridão e os Tempos do Apocalipse.

 

E o que é triste no meio disto tudo é que mais uma vez a Igreja – e como sempre – logo numa altura em que tenta transformar em Santos dois Papas já mortos com o apoio de dois Papas ainda vivos (um reformado o outro no activo mas ambos representantes de Deus) olhe para o lado, pactue e acolha no seu seio uma das partes protagonistas destes actos sucessivos de tortura, sangue e de violência, oferecendo-lhes ingenuamente uma caneta para assinarem um acordo de Paz! Nem lembra ao Diabo.

 

(texto: inspirado em psicopatas reais – imagens: tiradas de derivados da Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:56
Domingo, 27 DE Abril DE 2014

Do Atlântico ao Pacífico

“Amar-se a si mesmo é o começo de uma aventura que dura a vida inteira”

(Oscar Wilde)

 

A Travessia do Continente Norte-Americano

(a nadar como se fosse um peixe)

 

Fiquei hoje a saber que se por acaso for um peixe de preferência na flor da idade, ainda tenho uma hipótese de no decorrer da minha vida, fazer a Grande Travessia do Continente Norte-Americano – ligando o meu conhecido e vizinho Oceano Atlântico (no interior do Golfo do México) ao desconhecido e longínquo Oceano Pacífico (a sul do Golfo do Alasca).

 

Sendo na realidade um peixe – e sem ter vontade de recorrer à única ligação conhecida e localizada mais a sul no canal do Panamá – surge-me assim e como que caída do nada esta alternativa de trajecto e de missão, direccionada para um continente e para a concretização duma aventura: e como nenhum espaço pode ser ignorado a sua travessia só pode ser um prémio.

 

O Coração deste Sistema fica em Two Ocean Pass

(estado norte-americano do Wyoming)

 

Na Passagem dos Dois Oceanos podemos encontrar o centro desta magnífica história envolvendo peixes, local onde as águas dos ribeiros duma nascente conjunta se separam em duas, uma dirigindo-se para leste – em direcção ao rio Snake e ao Pacífico – e a outra para oeste – em direcção ao rio Yellowstone e ao Atlântico. Com o auxílio das chuvas e do declive do terreno é bem possível imaginar-se a ligação.

 

Vindo da Europa e tendo atravessado todo o oceano Atlântico – e após uma curta estadia para reflectir e descansar, passada na paradisíaca costa de Cuba – apanhei finalmente a minha entrada no interior do continente americano: na foz dum rio do Golfo do México a porta abriu-se e mexendo as membranas parti à aventura. A falha separava verdadeiramente o continente em dois e seguia pelos rios Mississippi, Missouri, Yellowstone, Teton, Snake até atingir finalmente o rio Columbia.

 

(dados e imagem – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:53
Sábado, 26 DE Abril DE 2014

O Outro Servo de Deus

Com todos os seus pensamentos concentrados na Ucrânia John Kerry terá solicitado junto dos círculos mais ligados ao Segredo de Fátima e aos Três Pastorinhos, informações sobre se não seria aquela a guerra com a Rússia de que tanto falavam as aparições e se não seria ele o seu verdadeiro protagonista.

 

 

John Kerry (Democrata) – O Outro Servo de Deus

 

Mais um político norte-americano em contacto directo com Deus. Depois do anterior presidente republicano George Bush ter informado o mundo das suas extraordinárias capacidades mentais e Sobrenaturais, eis que agora o novo Secretário de Estado e democrata John Kerry parece querer transmitir-nos exactamente a mesma mensagem: se com George Bush a questão colocada a Deus era simplesmente uma proposta colocada por um deficiente – “Iraque – Sim ou Não?” – no caso de John Kerry a questão é muito mais ambiciosa – “Rússia Sim ou Não?”

 

Só que neste caso a Rússia não é o Iraque e além disso fica na Europa – com a Alemanha de um lado do continente (Europeu) e a China do outro lado do continente (Asiático). E mesmo que Deus tenha dado a John Kerry a bênção e a absolvição para todas as suas acções à superfície da Terra, só o terá feito por saber que estava em presença dum perigoso psicopata brincando irresponsavelmente às guerras mundiais e sobretudo por na realidade não ser verdadeiramente Deus, mas uma das suas imitações reflectidas pelo homem num ultrapassado espelho de ilusões.

 

(imagem – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:15
Sábado, 26 DE Abril DE 2014

Anel de Fogo

 

Eclipse Solar de Maio de 2013

 

O Eclipse Solar a ocorrer no dia 29 de Abril deste ano – tal como poderá ser visível em certas zonas da Antárctida.

 

(imagem – space.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:14
Sábado, 26 DE Abril DE 2014

Amanhecer na Lua

Nesta imagem obtida a partir da sonda LADEE na altura numa trajectória em órbita do nosso satélite a Lua (em 12.04.2014), pode-se ver no horizonte da superfície lunar o nascimento da nossa estrela o Sol.

 

Lua – Luz Zodiacal

 

Esta visão fantástica obtida a partir das vizinhanças da Lua é ainda mais extraordinária já que ao contrário do que acontece na Terra ao amanhecer, não existe atmosfera para potenciar o efeito da luminosidade solar.

 

A sonda da NASA acabou por se despenhar propositadamente – cinco dias depois (a 17.04.2014) – sobre a superfície do “lado escuro da Lua”: talvez com a intenção de se aprofundar o conhecimento sobre a geologia lunar, através do registo e da análise das ondas sísmicas aí provocadas.

 

(imagem – NASA)

tags: , ,
publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:10
Sexta-feira, 25 DE Abril DE 2014

N.º 40 – 25 de Abril de 2014

“O Coiso recusou hoje a política  de vistas curtas ditada pelo tacticismo”

 

Antes ainda caíam (os cravos) vergados pela desonra

 

Servindo-se das Comemorações do 25 de Abril de 1974 para “reaplicar o seu tacticismo” e utilizando-nos mais uma vez como Coisas ignorantes e facilmente manipuláveis: sem dúvida uma imagem despudorada do puro descaramento – ainda por cima sendo um dos padrinhos da criação do Monstro e do “Banco da Vergonha”!

 

“O Lagomorfo diz que a democracia e a liberdade têm de ser regadas todos os dias”

 

Coelho (enterrado) num jardim à beira-mar plantado

 

No meio desta imensa desordem de banda desenhada onde nós todos estamos mergulhados desde o dia em que o filho bastardo do Pinóquio matou sem sentimentos de culpa ou de remorsos o seu pai adoptivo – herdando no entanto todo o seu poder e sabedoria – só nos faltava mesmo sermos convidados a irmos apanhar uma bebedeira como se esta já não bastasse.

 

“Milhares de pessoas no Carmo para celebrar revolução com os militares”

 

Vasco Lourenço – Presidente da Associação 25 de Abril

 

Vasco Lourenço é um militar português que tendo pertencido ao Movimento dos Capitães – combateu entre os anos de 1969 e 1971 na Guiné no período da Guerra Colonial – teve um papel preponderante na Revolução dos Cravos chegando a pertencer ao Conselho da Revolução. Ao tomar posse como conselheiro viria a apanhar pela frente as consequências do golpe do 11 de Março com o início do Processo Revolucionário em Curso (PREC), o Verão Quente de 1975 e finalmente o contra-golpe do 25 de Novembro – com Jaime Neves e Ramalho Eanes como principais cabeças de cartaz. E com Melo Antunes – com o seu Grupo dos Nove – a tentar manter o equilíbrio entre a esquerda derrotada (com desejos de futuro) e a direita vitoriosa (com saudades do passado). Por essa altura já o militar da linha moderada do Conselho da Revolução Vasco Lourenço tinha substituído Otelo Saraiva de Carvalho na chefia da Região Militar de Lisboa – o qual seria posteriormente demitido da chefia do COCCON, preso (pela sua participação no 25 de Novembro) e libertado de novo.

 

E que conclusão tirou o militar do Movimento das Forças Armadas Vasco Lourenço, das suas opções assumidas e da sua trajectória delineada na vida sociopolítica portuguesa? Respeitaram-no, respeitando toda a cultura e memória do povo português? Agora tenho a certeza de que não: a falta de valores e a falta de vergonha atingiram actualmente um pico de tal forma intenso e aparentemente sem retorno (por inevitável) – veja-se o caso da promoção da guerra entre jovens e velhos – que esmagados os cidadãos e obliterado o Estado Social, só falta mesmo declarar o Estado de Sítio e instalar a Lei da Selva.

 

Viva la Muerte!

 

(imagens – SIC)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:27

pesquisar

 

Abril 2014

D
S
T
Q
Q
S
S
1
2
3
4
5
6
7
8
9
30

comentários recentes

Posts mais comentados

blogs SAPO


Universidade de Aveiro