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Sexta-feira, 31 DE Outubro DE 2014

A Grande Ameaça Russa (sobre Portugal)

ÚLTIMA HORA:

 

Espiões Russos no Tejo – Preparação da Invasão?

 

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 Mini submarino avistado no rio Tejo
(nas proximidades da Torre de Belém)

 

Submarinos NRP Arpão e Tridente irão patrulhar o rio Tejo

 

Foi avistado nesta sexta-feira (início do fim-de-semana para muitos trabalhadores) por algumas pessoas colocadas na margem norte do rio Tejo e nas proximidades da Torre de Belém, um misterioso artefacto de forma arredondada a subir o curso do dito rio (tendo-se introduzido no estuário a partir da foz) e que de inicio foi confundido com uma bóia de sinalização.

 

Avisada a capitania do porto de Lisboa e a chefia das forças armadas (ligadas à Marinha Portuguesa) e numa operação conjunta entre entidades responsáveis pelas actividades marítimas e os direitos dos cidadãos, foi então enviado para o local de avistamento do referido artefacto um destacamento da Polícia Marítima: no entanto durante esse longo intervalo de tempo o artefacto submergiu e desapareceu.

 

Apesar de tudo ainda foi possível obter algumas imagens do acontecimento, a partir de uma recolha efectuada por um profissional freelancer e ex-funcionário do SIS (actualmente desempregado): numa dessas imagens é bem visível a presença de um mini submarino flutuando sobre o rio Tejo, com um tripulante a comandar as suas movimentações.

 

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Uma visão inacreditável e alarmante
(VP a bordo do mini submarino)

 

Rússia não confirma presença de submarino nem de VP
(e tipifica o fenómeno como próprio da época do Halloween nos EUA)

 

No entanto o alarme acabou mesmo por disparar pouco tempo depois, quando ao fazer-se uma ampliação da imagem do artefacto obtida pelo fotógrafo profissional, se reconheceu de imediato quem estava aos comandos do aparelho intruso: nem mais nem menos que o presidente (e Ditador) da Rússia Vladimir Putin.

 

Segundo fontes ligadas ao Governo este acontecimento poderá estar ligado à actual campanha de forte pressão política e militar exercida pela Rússia sobre os países democráticos europeus (como o comprovam os últimos acontecimentos registados no espaço aéreo europeu, contando com a participação da força aérea portuguesa), apenas por estes se porem ao lado dos Estados Unidos da América – seus Aliados, Patrocinadores e actuando de acordo com as directivas de Deus.

 

Aguardam-se novas actualizações sobre este acontecimento: é que não nos podemos esquecer que VP pode estar apenas a executar (por sua iniciativa e prazer) a função de um batedor, servindo a sua presença como prenúncio efectivo e definitivo de uma próxima e violenta invasão. E tal como o movimento terrorista ISIS/ISIL/EIIL activo no Oriente o ditador da Rússia quer Conquistar a Europa e estender o seu Califado até à Península Ibérica.

 

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Bombardeiro russo TU-95 em fuga
(sob perseguição de caça português F-16)

 

ABÓBORA MACHETE não o permitirá!

 

(imagens – sott.net e emfa.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:58
Quinta-feira, 30 DE Outubro DE 2014

Da Terra à Lua

“Já que os norte-americanos parecem aparentemente ter desistido de Conquistar a Lua, deixem lá agora serem os chineses a experimentarem a Aventura: com os seus pequeninos passos sobre a superfície lunar (ao contrário dos passos norte-americanos considerados como “grandes passos da humanidade”), pode ser que deste modo (de locomoção limitada) o Mundo ainda aprenda um pouco (mais) com eles!”

 

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Júlio Verne – Da Terra à Lua

 

0 Projéctil prosseguia indiferente a sua rota mas lá em baixo aquele caos não se modificava. Sucediam-se incessantemente círculos crateras e montanhas esburacadas. Nem uma planície, nem um mar. Era uma Suíça uma Noruega Intermináveis. Finalmente no centro daquela região gretada precisamente no ponto culminante apareceu o deslumbrante Ticho a mais esplêndida montanha do disco lunar à qual a posteridade ligará sempre o nome do ilustre astrónomo dinamarquês. (Júlio Verne – Da Terra à Lua)

 

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A Lua (vendo-se a sua face oculta) e a Terra (o planeta azul ao fundo)

 

Entre os Cinco Continentes do nosso planeta, é no continente asiático que encontramos o país apresentando o maior índice populacional: a China, com mais de 1,2 biliões de pessoas (com outro país asiático – a Índia – a ficar perto dos 1,2 biliões). Sendo simultaneamente um dos maiores países do mundo (o terceiro depois do Canadá e da Rússia e dispondo de uma área de 9,6 milhões de km²) e estando perto de se tornar a maior potencia económica mundial (prevendo-se que tal suceda até ao fim deste ano de 2014), a China assume cada vez mais o seu paradigma e o seu caminho irreversível de se tornar a breve prazo a maior potencia global. E com a sua nova geração de cientistas e de investigadores em acelerado crescimento quantitativo e qualitativo, tudo se torna mais fácil e naturalmente possível: como é o caso do seu Programa Espacial, com o lançamento de inúmeros satélites, com o envio de outras sondas em direcção à Lua e a Marte e até com a construção de uma grande estação espacial em órbita da Terra, rivalizando com a actual estação internacional ISS.

 

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Trajectória da Chang'e 5 (na sua viagem de ida e volta à Lua)

 

Numa iniciativa conjunta estabelecida entre a China e o sector privado (neste caso a empresa europeia LuxSpace), foi lançado no passado dia 23 a partir do Centro de Lançamento de Satélites em Xichang o satélite Chang'e 5-T1, tendo como primeiro objectivo alcançar a Lua, orbitá-la e regressar de novo à Terra. A concretização com pleno êxito deste objectivo abrirá as portas para futuros lançamentos de outras naves em direcção à Lua, mas agora orbitando-a, alunando, recolhendo amostras, abandonando de novo a superfície lunar e regressando são e salvo à Terra (o segundo objectivo) – já que a ideia é colocar um homem sobre a superfície da Lua. E daí nasce o terceiro objectivo: a construção de uma base lunar e o início da exploração do único satélite da Terra.

 

A sonda Chang'e 5-T1 regressará ao nosso planeta no fim do mês (31Out/1Nov). Apesar de ainda não estar completamente confirmado, a sonda tentará ensaiar a sua reentrada na atmosfera terrestre de modo a assim poder aterrar em pleno território chinês: sendo capaz de fazer algumas manobras de correcção na sua trajectória e escolher um ponto de entrada correcto e em linha com a posição da Terra nesse preciso momento, tudo aponta para que tal possa vir a suceder (em princípio um dos módulos da Chang'e 5-T1 fará a sua reentrada na atmosfera terrestre – caso contrário tentará manter-se em órbita).

 

(imagens – AAA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:28
Quinta-feira, 30 DE Outubro DE 2014

Artefacto Terrestre Aterra em Cometa

No próximo mês de Novembro uma nave de origem terrestre lançada pela Agência Espacial Europeia, irá pela primeira vez na História aterrar sobre a superfície de um cometa.

 

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Cometa 67P/C-G

(26.10.2014)

 

Tendo atingido o cometa 67P/C-G no dia 6 de Agosto deste ano, a sonda Rosetta prepara-se para enviar agora o módulo de aterragem Philae, em direcção à superfície do cometa.

 

Depois de realizadas algumas manobras de aproximação – que levaram a sonda até uma órbita distanciando cerca de 10Km de 67P/C-G – a sonda iniciará amanhã (dia 31) os seus preparativos para a aterragem do seu módulo Philae, inicialmente previsto para o dia 12 de Novembro.

 

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Cometa 67P/C-G

(10.09.2014)

 

A sonda Rosetta irá acompanhar o cometa durante a sua trajectória de aproximação ao Sol (o cometa 67P/C-G atinge o seu periélio em Agosto do próximo ano), contando-se que no decorrer de 2016 ainda possa estar activa, continuando a enviar para a Terra mais dados e imagens. Isto apesar do fim da missão ter sido estabelecido para 31 de Dezembro de 2015.

 

À medida que o cometa se for aproximando do Sol a actividade à superfície de 67P/C-G irá crescendo e os fenómenos provocados pela mesma (actividade) serão cada vez mais extensos e visíveis.

 

A acção do Sol torna-se implacável para estes corpos celestes viajando a grande velocidade na sua direcção (muitos deles vindos das profundezas do nosso Sistema Solar), com alguns deles desintegrarem-se completamente ou até mesmo a colidirem com o Sol – o que não será o caso deste.

 

(imagens – ESA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:18
Quarta-feira, 29 DE Outubro DE 2014

O Rápido Ocaso do Cometa Siding Spring

Há cerca de quinze dias atrás toda a comunidade astronómica (e não só), falava constantemente e com algum entusiasmo de um cometa que passaria muito próximo de MARTE, fazendo-lhe uma verdadeira tangente: muita gente se fixou neste acontecimento científico (e social), enquanto que cumprindo a sua função de vender notícias, os órgãos de comunicação iam afirmando estarmos em presença de um Evento Extraordinário e Único numa Vida.

 

As consequências da passagem do cometa poderiam ser nefastas tanto para o planeta como para as sondas terrestres que lá se encontravam (até pela exposição de MARTE à cauda de SIDING SPRING), havendo sempre a possibilidade de existir algum tipo de impacto.

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Passagem de Siding Spring a 140.000km de Marte
(imagem obtida por sobreposição)

 

Mas entretanto nada de extraordinário aconteceu e mesmo o importante factor de um cometa passar tão perto de um planeta (cerca de 1/3 da distância entre a TERRA e a LUA) despertou interesse entre as pessoas: isto apesar de se tentar associar esta passagem do cometa a um outro cenário em que MARTE seria substituído pela TERRA – de forma a cativar o público através desta informação e da sua imaginação – colocando-o o indivíduo num quadro virtual aqui na posição de um marciano.

 

E não houve impacto, a cauda do cometa não engoliu o planeta, as sondas terrestres seguiram incólumes – e não havendo notícia o cometa então esfumou-se.

 

Após a sua passagem no passado dia 19 nas proximidades do planeta MARTE, o cometa SIDING SPRING continuou a sua caminhada em direcção ao SOL: atingiu o seu periélio seis dias depois (a 25 de Outubro) virando-se então em direcção ao seu local de origem e iniciando a sua viagem de regresso às NUVENS DE OORT.

 

(imagem – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:40
Quarta-feira, 29 DE Outubro DE 2014

As Órbitas dos Satélites

“Cada vez que olhamos para o Céu lembramo-nos que até lá há Lixeiras (e a Céu Aberto). Mas que também será a partir dele (o Céu) que Conquistaremos Novos Mundos (como os Grandes Descobridores Portugueses).”

 

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ISS – Estação Espacial Internacional

 

Os satélites artificiais podem ter três tipos diferentes de órbitas: Elevada (satélites meteorológicos e de comunicação distando mais de 35.780km), Média (satélites de navegação e monitorização distando de 2.000 a 35.780km) e Baixa (satélites científicos distando de 180 a 2.000km).

 

orbits_schematic.png

Os três tipos de órbitas

 

A distância a que esses satélites se encontram da Terra tem influência directa no seu comportamento e desempenho. Como é o caso da velocidade a que cada um desses diferentes satélites se deslocam, sendo que quanto mais perto eles estiverem do nosso planeta, maior será a força da gravidade exercida sobre eles e maior a sua velocidade.

 

 

Órbita do Satélite Artificial Distância S/T
(km)
Velocidade S
(km/h)
Tempo Orbital S
(h)
Elevada > 35.789 11.199 1.436
Média 2.000 – 35.780 13.900 -
Baixa 180 – 2.000 27.500 1,65
Órbita do Satélite Natural Distância L/T
(km)
Velocidade L
(km/h)
Tempo Orbital L
(h)
LUA 384.000 3.679 40.320

 (S – Satélite Artificial; T – Terra; L – Lua)

 

 

Poderíamos ainda considerar um número indeterminado mas certamente elevado de pequeníssimos satélites rodando numa órbita muito próxima da Terra, de cuja presença todos nós já temos conhecimento e que vulgarmente denominamos como lixo espacial: potencialmente perigosos pela possibilidade de ocorrerem impactos imprevistos e fatais.

 

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Lixo espacial – 95% dos objectos em órbita

 

Como o caso ocorrido entre um satélite norte-americano em pleno funcionamento e um outro satélite russo que já não funcionava, que ao colidiram em órbita da Terra se desintegraram criando imediatamente um verdadeiro campo de minas contendo 2.500 artefactos (detritos).

 

(dados e imagens – earthobservatory.nasa.gov)

 

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:17
Quarta-feira, 29 DE Outubro DE 2014

Imaginação & Realidade

A Lua Misteriosa e a Cratera Manlius

 

Recordando um mistério (entre tantas anomalias entretanto registadas) com quase 50 anos. Isto porque o esquecimento não é solução e não leva a lado nenhum.

 

3073_med b.jpg

Lua – Lunar Orbiter3 – Frame 3073
(tirada a mais de 60km de altitude)

 

Ao olharmos com um pouco mais de atenção para algumas das fotografias obtidas utilizando as sondas enviadas da Terra para o Espaço (e que durante todos estes anos foram visitando Outros Mundos, como o nosso satélite a Lua), acabamos por vezes por encontrar inadvertidamente certos pormenores nessas mesmas imagens que nos tocam profundamente – essencialmente por se desenquadrarem do cenário expectável (previsível e aceitável). Esse é caso da imagem registada pela sonda norte-americana Lunar Orbiter3, lançada de Cabo Canaveral em Fevereiro de 1967 (já lá vão quase cinquenta anos). Inicialmente a frame 3073 parecia em tudo normal e conforme o esperado, apresentando-nos uma região da superfície do nosso satélite com uma cratera de maiores dimensões (na parte superior dessa imagem).

 

3073_med c.jpg

Em primeiro plano: Uma Estrada na Lua?
(surpreendentemente rectilínea e com uma extensão superior a 100km)

 

No entanto (e logo a seguir à segunda olhadela ao cenário apresentado) algo se destacou de imediato na imagem: ela era atravessada horizontalmente por uma recta quase perfeita e com uma extensão de várias dezenas de quilómetros (mais de 100). Se estivéssemos colocados em órbita da Terra (em vez de em órbita da Lua) e nos confrontássemos com imagens semelhantes a esta, a nossa reacção (e resposta natural) seria bastante clara: estávamos perante uma estrada (uma extensa recta) que atravessava de uma ponta à outra (da imagem) esta região do nosso planeta. Mas também sabemos como os nossos órgãos dos sentidos podem ser “traiçoeiros”, especialmente quando nos deixamos levar pelas nossas emoções (adaptadas às nossas percepções localizadas e não a um mundo que desconhecemos). Mais uma ilusão de óptica?

 

3073_med.jpg

Ilusão de óptica (provocada pela depressão na cratera) ou nave espacial (com pelo menos 10km de comprimento)?

 

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Se a imaginação se impuser à realidade um objecto verdadeiramente inacreditável

 

Só que no caso da frame 3073 existe mais uma potencial ilusão de óptica, apenas perceptível através da ampliação da imagem fornecida pela Lunar Orbiter3. A ampliação dessa imagem é agora dirigida à cratera Manlius e ao que aparece no seu interior. E o que parece lá estar (na depressão iluminada da cratera) é nada mais e nada menos do que uma nave espacial! Mais uma vez a depressão no terreno conjugada com as zonas iluminadas pelo Sol e as situadas na zona de sombra, poderão explicar aquilo que estamos a ver, atirando-nos de novo e irremediavelmente para uma ilusão e para mais uma projecção dos nossos desejos. Mas todos temos que concordar que se pretendêssemos obter propositadamente um trabalho deste tipo (e qualidade), este seria de certeza (e no mínimo) um dos seleccionados: muito parecido com um Vaivém da NASA mas aqui com cerca de dez quilómetros de comprimento (imagem colorida retirado de QG-UFO).

 

"A imaginação muitas vezes conduz-nos a mundos a que nunca fomos, mas sem ela não iremos a nenhum lugar." (Carl Sagan)

 

(imagens: lpi.usra.edu excepto última/colorida tirada de qgufo.blogspot.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:58
Terça-feira, 28 DE Outubro DE 2014

Retrato Perfeito

HENRICARTOON
(Henrique Monteiro – 19.09.2014)

 

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Henrique Monteiro nasceu em 1956, em Lisboa, oriundo de famílias da Beira Alta. Estudou no Colégio Moderno e no Curso de História da Faculdade de Letras de Lisboa.
É jornalista de profissão há mais de 30 anos, e trabalha há mais de 20 na redacção do Expresso, no qual fez reportagens em diversos locais do mundo e foi, sucessivamente, editor da revista, da sociedade, subdirector e director, cargo que ocupa desde Janeiro de 2006. (texto: visão.sapo.pt)

 

(imagem: henricartoon.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:48
Segunda-feira, 27 DE Outubro DE 2014

Vladimir Putin

A Rússia de Vladimir Putin (segundo Paul Craig Rodgers)
O Encontro Internacional de Vladimir Putin (Valdai Discussion Club)

 

Vladimir Putin Is The Leader Of the Moral World
(Paul Craig Roberts – economist, commentator and former Assistant Secretary of the U. S. Treasure in Ronald Reagan Administration)

 

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Paul Craig Roberts

 

Vladimir Putin’s remarks at the 11th meeting of the Valdai International Discussion Club are worth more than a link in my latest column. These are the remarks of a humanitarian political leader, the like of which the world has not seen in my lifetime. Compare Putin to the corrupt war criminal in the White House or to his puppets in office in Germany, UK, France, Japan, Canada, Australia, and you will see the difference between a criminal clique and a leader striving for a humane and livable world in which the interests of all peoples are respected.

 

In a sane Western society, Putin’s statements would have been reproduced in full and discussions organized with remarks from experts such as Stephen F. Cohen. Choruses of approval would have been heard on television and read in the print media. But, of course, nothing like this is possible in a country whose rulers claim that it is the “exceptional” and “indispensable” country with an extra-legal right to hegemony over the world. As far as Washington and its prostitute media, named “presstitutes” by the trends specialist Gerald Celente, are concerned, no country counts except Washington. “You are with us or against us,” which means “you are our vassals or our enemies.”
This means that Washington has declared Russia, China, India, Brazil and other parts of South America, Iran, and South Africa to be enemies.

 

This is a big chunk of the world for a bankrupt country, hated by its vassal populations and many of its own subjects, that has not won a war since it defeated tiny Japan in 1945 by using nuclear weapons, the only use of such terrible weapons in world history.

 

As an American, try to image any known American politician, or for that matter any professor at Harvard, Princeton, Yale, or Stanford capable of giving an address to an educated discussion group of the quality of Putin’s remarks. Try to find any American politician capable of responding precisely and directly to questions instead of employing evasion.

 

No one can read Putin’s remarks without concluding that Putin is the leader of the world.

 

In my opinion, Putin is such a towering figure that Washington has him marked for assassination. The CIA will use one of the Muslim terrorists that the CIA supports inside Russia. Unlike an American president, who dares not move among the people openly, Putin is not kept remote from the people. Putin is at ease with the Russian people and mingles among them. This makes him an easy target for the CIA to use a Chechnya terrorist, a Jihadist suicide bomber, or the traditional “lone nut” to assassinate Putin.

 

The immoral, wicked, and declining West is incapable of producing leadership of Putin’s quality. Having defamed Putin, assassinating him will cause little comment in the Western media. (fonte – paulcraigroberts.org/25.10.2014)

 

Meeting of the Valdai International Discussion Club
(Russia)

 

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Vladimir Putin

 

Algumas das ideias transmitidas pelo actual presidente russo Vladimir Putin, durante o seu discurso proferido no Valdai Internacional Discussion Club:

 

If the Security Council refuses to produce decisions – arms are used wherever and however, without any UN Security Council sanctions – then it is immediately declared to be an outdated and ineffective instrument.

 

Many states do not see any other ways of ensuring their sovereignty but to obtain their own bombs.

 

The use of a so-called first global pre-emptive strike may become tempting.

 

The next obvious threat is the further escalation of ethnic, religious, and social conflicts (creating places that are comfortable for terrorists and criminals, where piracy, human trafficking, and drug trafficking flourish).

 

Incidentally, at the time, our colleagues tried to somehow manage these processes, use regional conflicts and design ‘colour revolutions’ to suit their interests, but the genie escaped the bottle.

 

The same people are called fighters for democracy, and then Islamists; first they write about revolutions and then call them riots and upheavals. The result is obvious: the further expansion of global chaos.

 

The more we all face common problems, the more we find ourselves in the same boat, so to speak. Granted, some of our partners, for some reason, remember this only when it suits their interests.

 

Let me remind you about solving the problem of chemical weapons in Syria, and the substantive dialogue on the Iranian nuclear programme, as well as our work on North Korean issues, which also has some positive results. Why can’t we use this experience in the future to solve local and global challenges?

 

What could be the legal, political, and economic basis for a new world order that would allow for stability and security, while encouraging healthy competition, not allowing the formation of new monopolies that hinder development?

 

We must resolve the dilemma between the actions by international community to ensure security and human rights and the principle of national sovereignty and non-interference in the internal affairs of any state. The issue of maintaining sovereignty becomes almost paramount in maintaining and strengthening global stability.

 

I must say that even now, in trying to resolve the crisis in southeast Ukraine, the OSCE is playing a very positive role.

 

We had discussions on all topics related to Ukraine’s association with the EU, persistent discussions. They simply told us: this is none of your business, point, end of discussion. Instead of a comprehensive but – I stress – civilised dialogue, it all came down to a government overthrow; they plunged the country into chaos, into economic and social collapse, into a civil war with enormous casualties.

 

The Eurasian Economic Union’s formation process is a good example of such transparency. The states that are parties to this project informed their partners of their plans in advance, specifying the parameters of our association, the principles of its work, which fully correspond with the World Trade Organisation rules.

 

Colleagues, Russia made its choice. Our priorities are further improving our democratic and open economy institutions, accelerated internal development, taking into account all the positive modern trends in the world, and consolidating society based on traditional values and patriotism.

 

We have an integration-oriented, positive, peaceful agenda; we are working actively with our colleagues in the Eurasian Economic Union, the Shanghai Cooperation Organisation, BRICS and other partners.

 

The allegations and statements that Russia is trying to establish some sort of empire, encroaching on the sovereignty of its neighbours, are groundless. Russia does not need any kind of special, exclusive place in the world – I want to emphasise this. While respecting the interests of others, we simply want for our own interests to be taken into account and for our position to be respected. (fonte: President of Russia/kremlin.ru/24.10.2014)

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:50
Segunda-feira, 27 DE Outubro DE 2014

Até à Eternidade (Portugal)

TROIKA não mais nos deixará em Paz até à chegada do Asteróide!
(e se não for à primeira, será à segunda, à terceira ou com qualquer outro asteróide – a Troika ainda conta cá estar, nós é que para já não sabemos)

 

Hoje dia 27 de Outubro de 2014 (segunda-feira) e após leitura duma notícia veiculada pela RR – “Troika regressa esta terça-feira para ficar até 2035” (RR) – fiquei definitivamente convencido (pelo menos para os portugueses) de que o Fim do Mundo (próximo) não era uma probabilidade mas claramente uma certeza. Astronomicamente essa probabilidade já vinha a ser mencionada desde há anos por cientistas dedicados à observação de corpos celestes movimentando-se nas proximidades da Terra (cometas, asteróides, meteoritos). Mas agora eram os Políticos a confirmarem esses Primeiros Sinais de que o Tempo do Apocalipse poderia estar cada vez mais próximo, não deixando dúvidas em muitas cabeças e em muitas das regiões do mundo (pelas intervenções directas ou subliminares desses elementos e da sua propaganda), de que não valeria a pena contestar as suas verdades pois eles estariam sempre presentes mesmo até à Eternidade.

 

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Até à Eternidade

 

De uma forma ou de outra – e é essa a Mensagem (conclusão) – em 2035 já cá não estaremos (todos os mais de 7 biliões de habitantes que viverão neste planeta). Nunca nos devemos esquecer que esta intervenção dos Políticos Globais (executada por simples políticos/funcionários de topo, nem sempre competentes, mas muito bem remunerados – FMI, Troika, BCE), tem vindo a destruir progressiva e sistematicamente muitas das economias regionais que constroem e mantêm o mundo ainda a rodar, lançando com as suas intervenções irresponsáveis e prepotentes o planeta num caos económico e social, mergulhando-o em violentos e infindáveis conflitos inter-geracionais, religiosos e ideológicos e com esta estratégia (deliberada?) aproximando-o irreversivelmente do seu fim. Pelo menos como hoje conhecemos o mundo, a espécie dominante que o habita e a sua civilização. E assim PUM! – Surge A Segunda Bala e atinge-nos de novo a cabeça.

 

A Primeira Bala já nós a conhecíamos: residia inicialmente na forte possibilidade de um Asteróide viajando pela nosso Sistema Solar numa trajectória em torno do Sol, poder entrar futuramente (ao passar muito perto de nós) numa rota de colisão com a Terra. As consequências daí resultantes poderiam ser devastadoras para a vida no planeta, dependendo essencialmente das dimensões e composição do asteróide. E então essa forte possibilidade passou a uma previsão (quase correcta) e deveras preocupante: um asteróide chamado APOPHIS poderia estar mesmo em rota de colisão com a Terra. A primeira data a ser indicada para tal Evento apontava para 2029 mas refeitos os cálculos foi definitivamente eliminada (não colidiria com a Terra, nem sequer com a Lua). Passou no entanto para 13 de Abril de 2036, já que a trajectória de 2029 do asteróide já tão próximo do nosso planeta poderia provocar uma ligeira alteração nas suas coordenadas orbitais, aproximando-o ainda mais de nós e aumentando exponencialmente a possibilidade de impacto. No entanto muitos outros candidatos se perfilham no horizonte, uns entretanto já detectados outros ainda completamente desconhecidos: como aquele objecto (meteorito) que em 15 de Fevereiro de 2013 atravessou os céus da Rússia, sobrevoando a região onde se encontrava a cidade de Cheliabinsk e acabando por explodir (acabando por originar uma forte onda de choque, destruição de infra-estruturas e ainda alguns feridos). Uma amostra(zinha) tipo demo daquilo de que eles são capazes.

 

(imagem – Raul Santos/RR)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:27
Domingo, 26 DE Outubro DE 2014

AR 2912

Mais uma erupção no interior da região da coroa solar assinalada pela mancha AR2192 (a quinta erupção significativa registada nos últimos dias): classificada na classe X2,0 e produzindo perturbações nas transmissões rádio de alta-frequência (tempestade de nível R3/forte). Com este evento a ocorrer ontem (sábado) e com o Sol a apresentar ainda seis manchas visíveis (2192 a 2197).

 

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Comunicações rádio – Zonas mais afectadas

 

Esta erupção solar não foi no entanto acompanhada por CME de assinalar (e que tivessem sido detectadas), apesar das perturbações que provocou nas telecomunicações terrestres. Enquanto isso o Sol vai continuando a rodar tranquilamente e a mancha solar AR2192 vai-se movimentando diante de nós, entrando brevemente do outro lado do Sol. O que não significa que não ocorram (ainda) outras erupções/CME.

 

(imagem – NOAA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:11

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