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Quinta-feira, 30 DE Abril DE 2015

Mémé era o nome da Ovelha

MÉMÉ era a irmã marciana da célebre ovelha CHONÉ. Aparece por vezes em Marte tal como a ovelha da Terra: de vez em quando, quando menos se espera, em forma imaginária, mas representando sempre uma realidade. Por isso ela nos toca e alguns de entre ainda a vê (talvez um pouco desfocada). Os outros justificam-se e acusam a sua vista.

 

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Os malandros andam por aí por causa da nossa fruta
(desesperados à procura do Compal clássico ameixa)

 

Superfície de Marte. Dia 23 de Abril de 2015 por volta das 18:24:48. O veículo motorizado enviado pelos terrestres continua a sua já longa visita de estudo, investigando o solo e a atmosfera do misterioso planeta vermelho. E então repara num pequeno objecto voador não identificado e como que suspenso no céu que ali colocado parece observá-lo.

 

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O objecto não identificado é visível no céu à direita da imagem

 

Com os operadores das câmaras (instaladas a bordo do veículo motorizado) inicialmente surpreendidos com esta inesperada visão, refeitos da mesma logo procuram confirmar ou desmentir o acontecimento: real ou mais um erro de visão. E eis que passado menos que minuto e meio as câmaras deparam-se então com outro objecto desconhecido parecendo pairar à distância muito perto do solo.

 

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O objecto como que parece pairar ou espreitar sobre um amontoado rochoso

(à direita)

 

A partir da Terra os cientistas operando nos seus terminais ligando-os ao veículo de superfície da sua sonda interplanetária, tentam acompanhar estas estranhas movimentações deste objecto não identificado e comprovadamente extraterrestre. Provavelmente de origem alienígena tanto para nós como para o próprio planeta Marte: que se saiba o planeta vermelho não tem atmosfera, água ou vestígios de vida.

 

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O objecto deslocando-se e observando ao longo da paisagem marciana

(ao centro)

 

Tinham passado cerca de 2,5 minutos desde a primeira imagem aqui apresentada. E aí os operadores voltaram de novo a ver o referido objecto, agora pairando como que “sentado confortavelmente num sofá e fazendo de mirone” e usufruindo deste cenário (para eles talvez ainda mais estranho) a partir do céu marciano. O objecto parecia ter uma forma esférica e (para os leigos) considerado um frequentador habitual.

 

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Um frequentador habitual nas imagens e provavelmente não passando de sujidade nas ópticas

 

E passados sensivelmente três minutos e meio o espectáculo fornecido pelas câmaras do veículo da sonda CURIOSITY acabou, com o desaparecimento definitivo deste fenómeno visual. Certamente nem sequer comentado, tantas as manchas e as edições bem tratadas que nos são constantemente oferecidas e aperfeiçoadas pela NASA. O que até poderá representar a verdade tantas vezes actualizada. Um OVNI? Não! Sujidade!

 

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Quando alguém nos observa é natural que queiramos saber qual será o objectivo da nossa participação nesse cenário conjunto
(até por um questão de segurança)

 

Naquele dia encontrei-me com um dos poucos algarvios ainda vivos, afirmando-se como um dos poucos resistente residente na agora cidade de Albufeira. Mostrei-lhe este conjunto de imagens (de Marte) e humildemente pedi-lhe a sua opinião (de um leigo mais velho e mais sábio, para outro leigo um pouco mais novo e curioso). “Nunca vi nada igual. Parece tudo muito seco e não se vê nada (coisas) nem ninguém (que se mexa). Um grande deserto. No Algarve também já se começam a ver dessas terras, mas é tudo ainda muito pequenino. Será gente esquisita? Ultimamente só tenho notícias de alguma coisa que passou há tempos na TV, em que mostravam um alentejano a defender as suas ameixas de uns tipos que vinham do céu. Por mim os únicos problemas vêm da terra, com os malandros a chegarem a pé. Na verdade eles andam por aí, mas nunca se sabe quem são.”

 

(primeira imagem: youtube.com – restantes imagens/ampliadas: SOL 964/MARS CURIOSITY ROVER/NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:57
Quarta-feira, 29 DE Abril DE 2015

Um Touro em Marte

Na sua busca incansável de Vida em Marte e à falta de outros instrumentos disponíveis (ali colocados por acaso e à mão de semear), os terrestres afadigam-se agora e à falta de melhor, em torno das fotografias patenteadas e oferecidas pela NASA. Como a sonda Spirit já era e pouco nos ofereceu e como a sonda Curiosity não se decidiu ainda a abandonar o seu guião cinzento e repetitivo, eis que estes seres se voltaram agora para a outra sonda sobrevivente (a Opportunity) e atentamente se puseram (de novo) a olhar.

 

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Talvez mais um painel publicitário do Touro de Osborne
(neste caso em Marte e promovendo o brandy de Jerez)

 

E por acaso viram um touro. Aquilo que eu acho que mesmo que o fosse, para quem viu esta imagem mais lhe parecia um urso (no fundo um quadrúpede – UFO Sightings Hotspot). Numa atmosfera quase que inexistente, sob a acção da violenta radiação solar, suportando temperaturas extremas, sem água nem vegetação claramente visível e sem algo de inteligente para o orientar (e confirmar). É pena mas o que se vê (na ampliação) é apenas uma pedra diferenciada do cenário aí visível, sobressaindo por ser mais escura num fundo mais claro e tendo colocado na sua base umas quantas pedras pequenas, dando a aparência de pés. Mais um erro induzido por nós (e não só de visão) causado pelo desejo incessante de descoberta.

 

(imagem/ampliada: Opportunity Rover – Sol 3954 – NASA)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:54
Quarta-feira, 29 DE Abril DE 2015

Prioridade à Direita

Passamos a vida a abanar o rabo e muitas das vezes somos recompensados por isso. Esta é apenas mais uma versão. E nada mais.

 

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A Dança das Abelhas
(com o rabo a abanar)

 

Depois das autoridades municipais russas da cidade de Orenburg terem ordenado a uma escola de dança local para parar de imediato as suas actividades por visíveis “sinais de indecência” (envolvendo as cores patrióticas russas, o urso Winnie the Pooh, um frasco de mel e abelhinhas com todas elas a abanar o rabo), eis que surge agora outro caso semelhante passado com um pequeno grupo de bailarinas entretanto julgadas e condenadas no distrito russo de Novorossiysk, apenas por estas se terem colocado a dançar ao ar livre junto a um monumento comemorativo da II Guerra Mundial e também aí com o rabo a abanar. Enquanto que no primeiro caso a actuação das alunas da escola provocou tantos aplausos como críticas (4 milhões de visualizações no You Tube) deixando as autoridades sempre extremamente conservadoras perto de um ataque de nervos, no segundo caso o tribunal foi mais radical, comparou esta dança (o Twerking) a um fenómeno do hooliganismo e condenou as prevaricadoras.

 

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Condenadas por abanarem o rabo
(junto a um monumento nacional russo)

 

Mas qual será o interesse de um leitor por uma notícia (que lhe é proposta) como esta? Todos conhecemos as teorias conservadoras e situacionistas que atravessam desde sempre a organização das nossas sociedades. Isto porque todos aqueles que visionaram e idealizaram a Pirâmide Social sabiam de antemão da impossibilidade da sua inversão. Conhecendo ainda o problema da ainda existente intercomunicabilidade entre níveis (hierárquicos). Mas com a automatização do Homem (reciclando-o por especialização ou seja clonando-o) cada vez mais próxima. Logo o que interessa é ter um povo obediente (à autoridade) e ao mesmo tempo com medo (aos do contra). Desde os EUA, passando pela Rússia e terminando na China, todos estes regimes são absolutistas, dispensando o povo dos seus direitos (agora considerados subsídios) e colocando em crescimento exponencial os seus deveres (agora equivalentes a patriotismo). Com a contínua perseguição ao crescente número de pobres e cidadãos de raça negra (EUA), com a perseguição a elementos da oposição e defensores dos direitos humanos (China) e até com a sobreposição do poder de um partido ao poder do Estado (o que aliás os EUA têm vindo a imitar, mas no seu caso substituindo os seus dois partidos mortos por fortes corporações), todo o mundo tem sentido na pele os efeitos negativos e brutais das opções destes Iluminados: esmagadoramente guerra, doenças e mortes.

 

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Abanando o rabo em Nova Iorque
(ou seja fazendo twerking)

 

Quanto ao Twerking (dançar abanando o rabo) alguém poderia afirmar com toda a certeza que a mesma cena (russa) não poderia acontecer em Portugal? É que os políticos são os mesmos!

 

(imagem – Vitamen72/YouTube e huffingtonpost.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:14
Quarta-feira, 29 DE Abril DE 2015

Negros

A violência racial na cidade norte-americana de Baltimore

 

Tudo começou pelas 8:39 da manhã. Como sempre acontece um negro vê-se de caras com um polícia e a sua primeira reacção é fugir. Um minuto depois desiste da fuga, não oferece qualquer tipo de resistência e é imediatamente preso. É então levado (ou arrastado) pela polícia, segundo testemunhas já em gritos de sofrimento (arrastava as pernas). Três minutos depois surge o primeiro pedido de auxílio (médico) aparentemente sem gravidade. E sete minutos depois uma informação vinda do transporte policial refere que o negro agiria agora como se estivesse bastante “irado” (ou já estaria descontrolado e como se tivesse a coluna afectada?). Às 8:59 o seu estado era desconhecido e apenas 25 minutos depois uma comunicação afirmava que o preso já estava em situação crítica e sem resposta aos estímulos exteriores. Entretanto morreu, foi ressuscitado ficou cerca de uma semana em coma e voltou a morrer (agora definitivamente). Causas? Pelos gritos da vítima mortal “You're hurting my neck” pescoço partido.

 

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Baltimore

 

Aparentemente parece começar a concretizar-se o cenário há já algumas décadas desejado por alguns sectores da extrema-direita norte-americana: transportar para o interior do seu país as tácticas e estratégias de guerra desde há muito implantadas no exterior das suas fronteiras. Com a crise económica e financeira mundial a começar a queimar definitivamente a credibilidade do dólar (e do poder das suas impressoras), com a falta de dinheiro a aumentar exponencialmente a frustração de muitos dos empresários (mesmo aqueles ligados ao sector militar) e com a estagnação incompreensível verificada no mundo científico e tecnológico (nos seus sectores básicos para a generalidade da população), o inimigo a combater torna-se agora mais próximo podendo estar mesmo já entre nós. Motivo pelo qual terá ocorrido o 11 de Setembro e a matança de mais de 5.000 pessoas.

 

Agora que se aproximam as eleições presidenciais nos EUA e se começa a desenhar o cenário do novo combate entre Democratas e Republicanos, todos os aspectos da actual política norte-americana terão impacto. Especialmente a nível interno. E até para dar um exemplo ao mundo. E neste estado de crise e de indefinição até que os Republicanos ainda poderão pensar em vencer: com o sector militar todo a trás de si, com o caos instalado um pouco por todo o mundo e com a desordem e a violência a tomarem conta do seu próprio país, de um momento para o outro poderá aparecer o iconoclasta Diabo com os Republicanos já armados e prevenidos para combater o Mal. Mas qual será esse inimigo interno? Vindo de um dos seus maiores aliados e paranóicos não será (Arábia Saudita), vindo de um dos seus maiores inimigos e paranóicos não será (Coreia do Norte), vindo de um país voluntariamente colonizado e paranóico (Ucrânia) muito menos.

 

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Baltimore

 

O problema terá portanto que ser interno e oriundo de acções terroristas praticadas por franjas marginais de cidadãos (norte-americanos). Se olharmos para os mais recentes incidentes ocorridos nos EUA talvez seja fácil (mesmo para um verdadeiro analfabeto, mas por outro lado julgando-se muito bem informado), constatar quase que de imediato qual o mais importante factor de instabilidade: os cerca de 12% de Negros Americanos. Numa população de mais de 300 milhões nem sendo sequer 40 milhões. E assim a população negra passa para a ribalta da comunicação social norte-americana e global, esquecendo-se por momentos o Iraque, a Líbia, a Síria, o Iémen e até a tragédia do Nepal. A guerra está agora instalada em Baltimore com a autoridade a tentar recuperar o controlo da situação. Não estamos no Iraque mas já é um início. O estado de sítio é declarado. Poucos segundos antes do reaparecimento de Dick Cheney.

 

E lá voltamos sempre às recordações do anunciado mas nunca concretizado (muito menos exportado) Sonho Americano. Com Democratas e Republicanos deste calibre bem que os EUA podem começar a encomendar a sua alma (dólar) ao criador: nunca será com uma metralhadora carregada de balas e a tentar-nos vender notas falsas ou impressoras por eles certificadas, que alguém conquistará alguém arriscando-se a ficar sem ninguém. Nos EUA o problema racial tem-se vindo a agravar nos últimos anos mesmo tendo em consideração que o seu Presidente é de raça negra. Democrata. Mas para o verdadeiro poder instalado nos EUA isso pouco importa. Quem lá manda são as grandes Corporações, protegidas pelas mais variadas agências de segurança e defendidas até ao limite pelos militares (que até podem ser oriundos do sector privado).

 

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Baltimore

 

E até que a representação proporcional dos negros e a sua importância para o desenvolvimento da sociedade norte-americana pode ser posta em causa, face à invasão crescente de outras comunidades e à sua mais fácil e dócil integração na sociedade (os hispânicos já ultrapassam os negros prevendo-se que futuramente possam ser quase o triplo destes). Sendo mais recentes e tendo ainda muito pouco tempo de estadia no país para se aperceberem do seu real funcionamento (e das suas verdadeiras perspectivas futuras), estas comunidades facilmente se renovam na sua cronologia de simples emigrante, aceitando constantes adiamentos e com isso a concretização dos seus sonhos. Ainda por cima não sendo nacionais e como tal não terem os mesmos direitos – nem os defeitos dos nascidos do país, especialmente índios e agora negros.
Mas no entanto tudo é ainda possível.

 

A woman seen berating and hitting a black-clad teenager, later confirmed to be her son, has been hailed as "mum of the year" after her intervention on the Baltimore streets was caught on video. As violence flared up across the US city on Monday, the woman, who was identified as Toya Graham on Tuesday afternoon, was filmed telling her child to "take that fucking mask off." (smh.com.au)

 

(imagens – huffingtonpost.com/cnn.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:05
Terça-feira, 28 DE Abril DE 2015

Vulcão Calbuco

“Mesmo que nos proíbam de ler e de pensar poderemos sempre viajar: percepcionando e imaginando. Como nos sonhos. Para que confirmem a realidade.”

 

A Natureza comporta uma variedade tão grande de texturas e de cores, que em determinadas situações e originadas no ventre de sua mãe (a Terra), a mesma nos pode proporcionar momentos de estupefacção, de medo e de puro prazer.

 

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Erupção no vulcão Calbuco
(Chile – 22.04.2015)

 

Na imagem anterior temos um desses exemplo (em que se impõe o usufruto), com o quotidiano monótono mas habitual de um determinado número de pessoas vivendo tranquilamente o seu dia a dia, a ser inopinadamente perturbado e interrompido por um fenómeno fora do normal, gerador de medos e incertezas mas motivador e multiplicador de desejos. Ou não fossem os órgãos dos sentidos a fonte da bossa emoção.

 

(imagem – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:06
Terça-feira, 28 DE Abril DE 2015

Nepal – No Tecto do Mundo

Um violentíssimo terramoto de magnitude de 7.8
Registando-se para já a ultrapassagem dos 4.000 mortos
(e com a contagem sempre a subir)

 

O Nepal é um país pertencente ao continente asiático, localizado na conhecida região montanhosa dos Himalaias (tendo no Monte Everest o ponto mais alto da Terra). Encontra-se entalado entre dois dos mais populosos países do mundo, a China a norte e a Índia a sul. A sua população andará por volta dos 25/30 milhões estando a sua capital instalada em Katmandu.

 

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O problema deste país encontra-se na sua geologia. A confluência nessa região da Ásia de duas placas tectónicas em constante movimento, originam fenómenos por vezes extremamente violentos e de consequências devastadoras provocados pelo encontro das mesmas e pela sobreposição de uma (que se eleva) sobre a outra (que se afunda). Tremores de guerra de grande amplitude têm nesta região episódios periódicos.

 

O epicentro do último terramoto registado na região e que já terá provocado mais de 4.000 mortos, foi assinalado a cerca de 15km da superfície e dado a confluência das placas e as características montanhosas do solo (pouco flexível) as consequências foram brutais, com a amplitude do sismo a ficar muito perto da magnitude 8. Terrenos deslocaram-se, outros afundaram-se e ainda outros se ergueram.

 

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Naturalmente que as coordenadas da região se terão modificado um pouco. Se por um lado a cadeia montanhosa dos Himalaias não terá tido globalmente modificações de parâmetros de assinalar (latitude, longitude, altitude), o mesmo não se poderá dizer para outras zonas onde poderão ter ocorrido deslocações na ordem dos três metros e até mesmo na capital que poderá ter-se elevado de meio metro.

 

“Three days after the terrible earthquake shook Nepal — killing more than 4,200 people, toppling centuries-old monuments and engulfing Mount Everest’s base camp in an avalanche — the scope of the devastation was becoming clearer.”
(washingtonpost.com)

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:19
Terça-feira, 28 DE Abril DE 2015

A Murro, à Espanhola & Sorrindo

Antes de tudo e do que demais ainda possam dizer, no último Domingo uma equipa portuguesa defrontou a Armada Espanhola: na realidade com esta última incluindo três espanhóis, o timoneiro e mais dois combatentes (mas não fui eu que os denominei de Armada, foram os especialistas da nossa Inteligência Artificial).

 

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“Se voltas a trocar o meu nome dou-te um murro”
(Lopetegui para Jesus)

 

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Jesus e Lopetegui
(correcto? por favor não me dêem um murro!)

 

No dia 26 de Abril de 2015 em pleno Estádio da Luz esteve prestes a iniciar-se a Batalha de Aljubarrota séc. XXI. De um lado estava a Armada Portuguesa e do outro lado a Armada Espanhola. Os vermelhos eram os portugueses (5 portugueses e 14 estrangeiros) e os azuis eram os espanhóis (2 portugueses e 17 estrangeiros). Entre eles repartiam-se os brasileiros (8 e 6 respectivamente num total de 14), encontrando-se ainda combatentes de outras nacionalidades (num total de 15 europeus, 20 americanos e 1 africano).

 

Quando a batalha parecia conduzir-se para um impasse (mas com boas perspectivas futuras para os vermelhos/portugueses) eis que o líder dos azuis/espanhóis tenta cobardemente agredir o seu rival (falando-lhe em português quando o rival mal percebia o português): avisando-o de que “se voltasse a trocar o seu nome lhe daria um murro nas trombas”. Felizmente que o espírito da Padeira de Aljubarrota ainda chegou a tempo, com a sua forte presença a iluminar Jesus, a abrir-lhe finalmente a mente e a fazê-lo ripostar matando tudo de uma só vez (certamente com um potente palavrão).

 

Apesar de tudo lembrem-se sempre das últimas palavras de Jesus: “Pai perdoa-lhes, pois não sabem o que fazem”.

 

(imagem – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:13
Domingo, 26 DE Abril DE 2015

Fair Is Fair, But Not Everywhere

Wray Herbert
Author of
'On Second Thought: Outsmarting Your Mind's Hard-Wired Habits'
(The Huffington Post)

 

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Imagine this scenario: Two commercial fishermen head out to sea at the break of dawn, and spend the next ten hours hauling in the day's catch. When they wearily return to dock and count their take, one has three times as many fish in his hold. How should the two fishermen be compensated for the long day's work?

 

Many people consider this a no-brainer. Three times the fish, three times the pay -- simple. Reward is based on merit -- in this case, successful fishing. In academic jargon, it's called "merit-based distributive justice."

 

The alternative -- one alternative -- is to divide the spoils equally. After all, both fishermen spent ten hours under the hot sun working, and brought back fish that will feed the community. And both need the money, so perhaps this is fairer, more equitable?

 

The weight of evidence supports merit pay as the fairer approach. Humans are markedly averse to giving workers more than they deserve, and indeed many will settle for less in order to compensate work equitably. What's more, this attitude appears very early in childhood: Children as young as three believe that hard work merits more reward. By the time they enter school, children are like little adults in their commitment to distributive justice.

 

But is this impulse universal? Perhaps not, says psychological scientist Marie Schäfer of the Max Planck Institute for Evolutionary Anthropology in Germany. According to Schäfer, nobody has ever looked at how young children from different cultures think about merit when sharing rewards. There is reason to suspect that meritocracy may be more of a Western concept and value, so she and several colleagues decided to put this to the test, studying the behavior of children, four to 11 years old, in three different cultures.

 

Some of the children were German, of suburban working parents. Another group was from a remote rural area of Namibia, an egalitarian foraging tribe called the Haillom, who gather bush food and occasionally work for wages. The third group was the Samburu, from a remote rural region of Kenya, who live on livestock, gardening and occasional wage work. The children were all studied in their own communities.

 

The scientists asked the children to, well, go fishing. They fished two at a time, in two adjacent tanks. In this case, the "fish" were metallic objects in the tanks, which the children tried to "catch" with magnetized fishing rods. Only the game was rigged by the scientists in advance: In some cases, the two children would catch exactly the same number of fish, while in other cases, one child would catch three times as many fish. In another condition, the children didn't fish at all, but were simply given unequal catches.

 

The idea was to test how much the children valued merit. So each child was given a number of sweets equal to the total number of fish in the catch, and was told to distribute the sweets any way he or she wanted -- without adults in the room to influence them. If they valued merit, children should distribute the sweets according to shares of the catch. That is, if they had landed the same number of fish, they would choose to reward each one equally, but if one fared much better at fishing, rewards would also be disproportionate. In the case where they were simply given the fish, rewards should be unrelated to catch size -- since no effort was involved.

 

Culture matters. That's the main finding among many from the study, as described in a forthcoming issue of the journal Psychological Science. The German children distributed the spoils of the day precisely in proportion to productivity, even when this meant a very unbalanced distribution of rewards. By contrast, children from the two rural African societies barely took merit into consideration at all. These findings suggest that the basic notion of merit and distributive justice is far from universal in our species, and that fairness is culturally defined.

 

But why? The scientists offer some thoughts on this. It could be that in large-scale societies like Germany, a meritocracy is important for regulating transactions between people who don't know each other and may not interact again. The focus is on equitable interactions, because things won't be "evened out" in the future. In small scale societies, by contrast, most exchanges take place between people who are familiar with one another. It may be more important in such societies to build long-term relationships based on equity -- rather than to insist on equity in a single transaction. In egalitarian forager societies, such as the Haillom, sharing is an important leveling mechanism, balancing asymmetries in wealth and increasing harmony. Children may internalize these social values early on, and apply them even when the fishing trip is imaginary.

 

(follow Wray Herbert's reporting on psychological science in The Huffington Post and on Twitter at @wrayherbert)

 

(imagem – The Huffington Post/Pinterest/HPK)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:20
Sábado, 25 DE Abril DE 2015

Arqueologia Marciana

Arqueologia: ciência que estuda monumentos e vestígios de civilizações antigas.
(dicio.com.br)

 

As Auto-Estradas de Marte

(porque não?)

 

A grande maioria das imagens oriundas do distante planeta Marte ou são quadros gerais sem grande definição ou imagens localizadas num ponto específico da sua superfície, mas de difícil observação e compreensão na globalidade do cenário. Deixando-nos sempre na dúvida: real ou imaginário, sonho ou pesadelo?

 

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Se eu estivesse num local árido e desértico do nosso planeta e me deparasse com paisagens deste tipo, a primeira ideia que me viria logo à cabeça e me poria desde logo a pensar, é de que poderia estar em presença de algum tipo qualquer de vestígios da história desse território mas de origem artificial.

 

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Até que poderia aceitar que o Tempo e a Matéria têm diversas formas de se transformar, que tudo evolui atingindo etapas por vezes verdadeiramente impensáveis e que até ambas em conjunto (com o Movimento), teriam sempre Energia para se metamorfosearem (até ao Infinito). O que significaria que o cenário seria natural.

 

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Mas neste caso este grande aglomerado de pedras parece ter sido para ali atirado e colocado num cenário do qual aparentemente não seriam originais, sendo ali estrategicamente dispostos como estruturas intrusivas mas seguindo um determinado padrão: o que invoca a participação de elementos estranhos e de origem desconhecida.

 

Este aglomerado encontra-se disposto e todo orientado numa determinada direcção. Assemelhando-se curiosamente e sem fazermos grandes esforços mentais (daí talvez o nosso erro) a um tapete ou a uma outra qualquer infra-estrutura semelhante a uma nossa auto-estrada. Talvez completamente obliterada (tal como a paisagem nos parece sugerir) por um cataclismo global.

 

Será assim tão difícil de acreditar que mesmo que sejamos únicos não tenhamos já emigrado? De Portugal para a França, como de Marte para a Terra! Ou só acreditaremos quando um dia finalmente imigremos?

 

(imagens – NASA/CURIOSITY ROVER/SOL 574)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:06
Sábado, 25 DE Abril DE 2015

Alucinação de Abril

“40 Anos de Eleições Livres”
(Visão)

 

E seria esta a compensação pela qual ansiávamos após 50 anos de fascismo?

 

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Nem com o Espírito Santo sentado na cadeira se deixa de ver os (outros) Predadores

 

Quando vemos (diante de nós) a classe não declarada mas verdadeiramente vencedora de Abril (uma espécie de Cocktail 24/25 MIX) a levar ao cimo do seu Altar a sagrada Urna de Voto, olhamos para nós no nosso velho espelho e rapidamente constatamos que a tal urna (a nós destinada), não passa de mais uma de muitas mas do tipo funerária. Aqui sendo colectiva.

 

O 25 de Abril foi um Golpe de Estado que tirou os patrões do poder e lá colocou em sua substituição os seus piores capatazes: enganaram o patrão a 24, enganaram o trabalhador a 25 e de seguida como auto recompensa pela sua esperteza saloia mas eficaz, dominaram progressivamente a nossa cultura e até a nossa memória. E aí ficaram até hoje.

 

Esquecendo, ignorando e manipulando: ou seja demolindo-nos por implosão. O único acréscimo deste Governo a esta tragédia foi ter morto a CONSCIÊNCIA e tê-lo feito sem um pingo de VERGONHA. Mas pelos vistos nem isso nos incomoda, estando já prontos para outra (e de rabo a abanar) pois a Esperança (não consegui identificar a pessoa) será sempre a última a morrer.

 

No dia 25 de Abril de 1974 o povo saiu à rua. Durante uma semana comemorou a liberdade (há tanto tempo perdida), culminando esse acontecimento único (astronomicamente como a extraordinária passagem de um cometa) com a grande manifestação de 1 de Maio de 1974. A 2 de Maio tudo começou a mudar.

 

A deriva revolucionária foi controlada (fenómeno típico de infantilidade ou de senilidade), os dois eixos da carruagem voltaram a aproximar-se ao centro (sinal de equilíbrio), foram-se eliminando apeadeiros (gastos desnecessários), reforçaram-se as estações liderantes (sinal de progresso) e até se chegou ao topo de gama com o Alfa Pendular.

 

Viva o 25 de Abril de 1974!

 

(imagem – sadmoment.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:35

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