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Terça-feira, 31 DE Maio DE 2016

A Maior Carnificina da Nossa História Moderna

“Foi apenas há duas gerações. Mas pelos vistos alguém da Terceira Geração (num sinal sempre perigoso de potencial regressão), quer recordá-la de novo para lembrar Velhos Tempos. Repetindo a experiência e ressuscitando os mortos.”

 

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Momento da explosão da bomba atómica LITTLE BOY

(lançada sobre a cidade de HIROSHIMA pelo bombardeiro B-29 ENOLA GAY)

 

Em Agosto de 1945 os EUA puseram em causa a eficiência dos fornos crematórios nazis: em três dias bateram um Record matando instantaneamente muitos milhares de pessoas. E ao longo das semanas que se seguiram matando 1/3 da população das duas cidades atingidas (200.000 mortos em 600.000 pessoas).

 

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Sombra de uma pessoa projetada sobre uma vedação

(aquando da violenta onda de choque térmica e radioativa provocada pela explosão atómica)

 

Hoje podemos reafirmar que a Supremacia Militar dos Estados Unidos da América é mesmo real, como o comprova o Catastrófico Evento de Consequências Globais ocorrido no Japão no ano de 1945: em HIROSHIMA e três dias depois (apenas para que não restassem dúvidas) em NAGASAKI. Com as duas bombas provenientes do Projeto Manhattan (inspirado e consequência do projeto de energia nuclear da Alemanha Nazi) a serem lançadas poucos dias depois do último ensaio, a primeira a 6 de Agosto em HIROSHIMA (LITTLE BOY talvez por ter apenas uma potência de 15Kt) e a segunda a 9 de Agosto em NAGASAKI (FAT MAN talvez por ter uma potência maior de 21Kt).

 

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Zona central de maior impacto e destruição como resultado da explosão da bomba atómica

(reduzindo tudo a escombros e com corpos vivos e mortos espalhados por todo o lado)

 

Num genocídio desnecessário muito próximo das 200.000 vítimas imediatas (registadas nas primeiras semanas após as explosões e podendo ascender a mais de 250 mil – e ainda não incluindo as outras vítimas mortais provocadas ao longo dos anos seguintes pelos efeitos das radiações) e que ainda hoje tem os seus justificadores históricos e oficiais (logicamente norte-americanos ou pro) defensores e avalizadores dos dois maiores massacres da História Moderna (por instantâneo, desproporcionado, injustificado, criminoso e hediondo). Vindo mais uma vez com a desculpa de que utilizando esta última arma resolutiva (a BOMBA ATÓMICA) iriam apressar o fim da II Guerra Mundial – com a Alemanha já derrotada e destruída e com o Japão (com a derrota total das suas forças no PACÍFICO) também a caminho (e tal como a Alemanha já sujeito a bombardeamentos contínuos e arrasadores). Quando tudo não passava de mais uma Mensagem (talvez o início da Guerra Fria) tendo como destinatário a URSS e o seu líder ESTALINE (num momento o TIO JOE/durante a guerra – familiar do TIO SAM – no outro transformando-se na personificação do DIABO/depois da guerra).

 

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Tendo como principais e únicas vítimas deste verdadeiro holocausto canibal as crianças

(marcando mais uma geração inocente vítima do crime e da imoralidade dos seus representantes e protetores)

 

E assim ainda hoje passados quase 71 anos sobre este Evento Apocalíptico, os norte-americanos não pedem desculpa nem sequer se autocriticam (dirigindo-se ao povo japonês não aos políticos da altura), aproveitando para integrar a BOMBA como resposta à barbárie japonesa – nesta Guerra Mundial (convém recordar a intervenção do Japão impulsionada pelos seus líderes no continente asiático e durante a II GM, não fazendo prisioneiros, torturando-os selvaticamente e matando-os como animais): como se tentar matar mais do que os nossos inimigos mataram (como resposta exclusiva), fosse a única solução para se demonstrar ter razão.

 

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Para quem ainda tem dúvidas sobre as virtudes da PAZ

(bastando apenas olhar para as consequências da Guerra – imoralidade, violência e morte)

 

Para muitos a SOLUÇÃO face à sua IDEOLOGIA: “Olho por Olho, Dente por Dente”. Proclamado por um ESTADO declarando-se EXCECIONAL (OBAMA) e ainda por cima em contacto com uma entidade suprema – como DEUS (BUSH). E lutando contra os Vermelhos (Rússia e China) e todos os outros Loucos pertencentes ao EIXO do MAL (Coreia do Norte e Irão). Não sendo pois de admirar que face a todos os ensinamentos que nos têm transmitido durante o nosso crescimento e consolidação de conhecimentos (verdadeiros ou falsos tanto faz, apenas interessando a sua eficiência), ao ser perguntado a um qualquer cidadão por exemplo norte-americano (mas também podendo ser Europeu) quem teria sido o primeiro Estado a usar a Bomba Atómica (para fins militares), a resposta fosse igual, com a mesma ideologia, mas nunca (mesmo nunca) mencionando os seus criadores e primeiros aplicadores – os EUA (1º teste em 1945): Rússia (1ºteste em 1949), China (1º teste em 1964) e (vejam lá) até a Coreia do Norte (1º teste em 2006). Quando muitos outros estados perigosos e sendo alguns deles verdadeiros berços do terrorismo (de Estado ou Privado mas ambos de cariz mercenário) também possuem a Bomba Resolutiva: como o poderá ser o PAQUISTÃO berço da ainda viva AL-QAEDA (agora substituída no seu protagonismo global pelos terroristas moderados do Estado Islâmico financiados pela Arábia Saudita – a tal ligada ao ataque às torres gémeas do WTC/3.000 mortos – na sua luta contra o IRÃO).

 

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Numa reminiscência dos campos de concentração e dos seus fornos crematórios

(agora num processo muito mais rápido e concentrado e bem mais diluído no tempo)

 

Restando-nos apenas uma réstia de esperança face à brutal disparidade de opiniões e ao crescente nível de coação (profunda e intrusiva), que sarcasticamente banalizam a morte (o Sujeito), face ao poder absoluto do dinheiro (o Objeto) – coação construída metodicamente, antecipando-se o medo ao acontecimento, mesmo que nunca tendo ocorrido, nem sequer tendo sido previsto, quando mais concretizado. Esperança que hoje em dia nem sabemos o que significa.

 

(imagens: Hiroshima, the pictures they didn't want us to see/05 feverero 2007/fogonasos.es)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:24
Segunda-feira, 30 DE Maio DE 2016

A Muralha

“A Muralha de TRUMP só teria alguma utilidade se fosse aplicada no esmagamento de todo o tráfico (droga, armas, mulheres) e da elite dos traficantes (instalada no poder). Teria muita gente a erguê-la e depois a derrubá-la.”

 

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Enquanto no MÉXICO os diferentes cartéis de droga continuam em alta na produção e distribuição de drogas (duras e ilícitas como a HEROÍNA) no mercado norte-americano (tentando mesmo arrumar outros cartéis ligados à comercialização do mesmo produto oriundos da ÁSIA), os EUA vêm-se agora a mãos com o poder reforçado dos cada vez mais fortes e influentes cartéis de droga mexicanos – logicamente servindo-se de apoios internos e externos: no MÉXICO alicerçando-se na teia de violência, de crime e de corrupção (sem castigo nem mesmo moral) que atravessa toda a liderança política mexicana (incapaz de combater e recusar os milhões vindos do tráfico) e nos EUA usufruindo da colaboração dos recetadores (desde pequenos traficantes a grandes comissionistas) e de todos os mecanismos de mercado (como se sabe sempre recetíveis a produtores de mais-valia, sejam mais ou menos legais).

 

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Num mercado que perdura há já várias dezenas de anos e num negócio cada vez mais lucrativo – e desejado (como o comprova o início da comercialização em vários estados norte-americanos de drogas leves como a cannabis e o crescimento espetacular das receitas com a mesma transação) – onde terão que existir sempre duas partes até o produto chegar ao seu destino (o passivo consumidor): o que vende e o que compra. Ah! E pelo meio os BANCOS. Com o Objeto sempre à tona (DROGA) e o Sujeito como um subproduto (TOXICODEPENDENTE). Não sendo pois de espantar que neste mundo de terror e (no entanto) de boémia para alguns, os prevaricadores tenham respostas capazes de enternecer: do tipo “apenas fiz isto para ter uma vida melhor”. Apesar de pertencerem ao cartel SINALOA que controla neste momento o mercado de heroína nos EUA.

 

(imagens: theimmigrants2010.wordpress.com e washingtonpost.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:16
Segunda-feira, 30 DE Maio DE 2016

Leito Oceânico

Num passado já muito distante da História do planeta Marte (biliões de anos) uma parte da sua superfície terá estado coberta por um grande oceano (menor que os que cobrem a Terra) – sendo incrível como ainda hoje conseguimos encontrar vestígios que confirmem tal teoria. Com sondas como a Opportunity a movimentarem-se muito provavelmente em terrenos que já foram leitos oceânicos – que tantas imagens oriundas do planeta apenas confirmam, postos frente-a-frente com tantos indícios (nossos conhecidos).

 

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MARTE – OPPORTUNITY ROVER – SOL 4389

 

Se estivesse numa praia da minha terra durante o período da maré-baixa, uma das imagens que certamente me chamaria a atenção até pela sua familiaridade e recordação de momentos marcantes da minha infância – como aqueles dias fantásticos das férias de Verão passeando no areal imenso da praia, mergulhando os pés na água líquida, ondulante e salgada do mar e procurando os seus habitantes entre as rochas ainda húmidas sobressaindo da água e até elas carregadas de vida – seria uma muito parecida com a editada anteriormente. E mesmo num cenário bem seco, sem água (visível) mas com pedrinhas (areias e rochas), isto poderia ser cá como por acaso não é. Sendo registada em Marte como uma imagem da Terra (a mesma Realidade mas projetada noutro Espaço).

 

(imagem: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:13
Segunda-feira, 30 DE Maio DE 2016

Em Marte, tal como na Terra

Desertos de Areia & Mistérios

 

Há pouco menos de 5 biliões de anos num determinado ponto de um dos Multiversos disponíveis,

 

Confundidos no emaranhado de tempo que nos asfixia (claustrofobia paramétrica abstrata) e constantemente ameaçados pelos limites que nós próprios inventamos e delineamos à nossa imagem (para nos separarmos do vazio do nada, por nós definido como o período compreendido entre o nosso nascimento e a nossa morte), ao olharmos para qualquer objeto que se entreponha entre nós o resto do mundo já nem conseguimos compreender se estaremos a ver o passado, o presente ou o futuro: como é o caso do nosso vizinho planeta Marte, podendo representar este uma imagem do nosso futuro, numa história já muito antiga e com muitos traços em comum.

 

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Orla da cratera Gale vista a partir do planalto de Naukluft – PIA20333

(Rover CURIOSITY)

 

Foi (aí) utilizado num dos inúmeros momentos criativos das muitas etapas da nossa evolução e transformação coletiva,

 

Imagem (parcial) registada no início da manhã à superfície do planeta Marte, tendo como cenário de fundo a cratera GALE – num registo ainda limpo (sem poluição ambiental provocado pela conjugação de ventos e poeiras), com o Sol a nascer à direita e referindo-se a uma região localizada a noroeste da mesma (publicada a 27.04.2016).

 

Um outro canal de comunicação entre diversos níveis energéticos associados a um mesmo conjunto,

 

Importante para a compreensão dos processos de evolução geológica ocorridos no passado no planeta Marte – utilizando a morfologia do terreno e as formas encontradas no presente na superfície marciana (como ravinas, canais e sedimentos) – que levaram à formação de crateras como a de GALE e elevações como a do vizinho monte SHARP.

 

Possibilitando de um dos lados da matéria já existente mas ainda por preencher, a criação do seu contrário e de todos os seus complementos (da matéria e da antimatéria e incluindo nelas tudo e o vazio):

 

Proporcionando-nos ainda o usufruto visual de um dos três picos da muralha rodeando a cratera GALE, neste caso (na imagem aqui apresentada como um registo parcial) situado no pico mais à esquerda/noroeste do registo original/total. Com uma altitude aproximada de 1.900m medida a partir da base da cratera.

 

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Dunas congeladas de Marte – PIA 15881

(Sonda orbital MRO)

 

Aproveitando uma das escapatórias entre planos paralelos e sobrepostos de um mesmo conjunto,

 

Imagem registada no fim da estação de Inverno no Hemisfério Norte do planeta Marte (publicada a 18.05.2016).

 

Para fazer RESET (no processo de movimento e transformação da estrutura) e reiniciar o mecanismo de transferência (noutro ponto do Espaço privado de dimensões e ainda sem referências).

 

Com os raios provenientes do Sol a iniciarem o processo de descongelamento na superfície marciana e com a sua cobertura de dióxido de carbono ao derreter, a dar origem ao aparecimento de várias manchas – por onde esse gás pressurizado se escapa para o exterior.

 

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Rede de vales nas antigas Terras Altas de Marte – PIA 15880

(Sonda orbital MRO)

 

Uma reposição (RESET) responsável entre outros eventos marcantes da nossa História pelo nosso Ciclo de Vida e pela sobrevivência da nossa espécie (humana/individual) e pela criação de Outros Mundos com novas ideias e perspetivas (universo/coletivo):

 

Imagem da intrincada rede de pequenos vales espalhados numa determinada zona da superfície de Marte (publicada a 18.05.2016).

 

Com o espermatozoide (fertilizador) a avançar sobre o óvulo, o cometa (fornecedor) sobre o Sol ou a matéria (energia/movimento) sobre o buraco negro.

 

Muito provavelmente tendo origem na existência de fenómenos de erosão atuando sobre a superfície marciana (e sua geologia) há biliões de anos atrás, neste caso particular provocados pela circulação de água à sua superfície. Apresentando visual e superficialmente uma grande diversidade de cores, como resultado da grande variedade de minerais aí depositados (sobre o antes húmido e agora seco leito de rocha exposto).

 

(imagens e dados: photojournal.jpl.nasa.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:51
Sexta-feira, 27 DE Maio DE 2016

A França à espera de TINTIN

“Battles on the streets and petrol pumps running dry: France plunged into chaos by protests over labour laws just weeks before the Euros.”

(dailymail.co.uk)

 

Com as crianças a atingirem fisicamente a idade adulta utilizando apenas certos moldes e os seus respetivos e certificados manuais de instrução – ignorando por completo o seu desenvolvimento psíquico para além dos limites do manual já que perder tempo a pensar é perigoso – não é de admirar que amanhã ou mesmo hoje (e ainda sem o sabermos) vivamos no mundo de TINTIN.

 

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A França nas mãos de dois dos seus grandes heróis da banda desenhada:

Os Dupond & Dupont

(François Hollande e Manuel Valls)

 

Esta é uma das mais fortes imagens que ainda nos chegam dessa França socialista (com o país em completa polvorosa a única solução para manter o poder político incólume é cortar nas notícias negativas), que no seu conjunto e utilizando-se de seres aparentemente alienados (da realidade) presentes nesse cenário, nos apresenta dois dos responsáveis máximos pelo estado social e económico desastroso (e caótico) em que o país se encontra, cada vez mais próximo do seu descalabro total – num efeito esmagadoramente provocado pela estratégia adotada por ambos de obediência cega às estruturas associadas à supremacia global, no caso aos EUA (poder das armas) e ao FMI (poder do dinheiro). Numa estratégia impensável e como tal essencialmente provocadora (pelo menos segundo a ideologia e pratica socialista) tendo como molde os inopinados heróis da banda desenhada TINTIN Dupond & Dupont – que quando muito só poderiam funcionar num mundo de crianças, mas que pelos vistos se tornou num exclusivo da elite intelectual adulta da superior política francesa.

 

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Uma estratégia colocando em guerra aberta/em causa sectores agora considerados secundários para a sustentação da nossa sociedade

Como são o Trabalho e a Segurança

 

Infelizmente e porventura levados pela psicologia de massas que como espécie lutando pela sua sobrevivência coletiva naturalmente ainda nos domina, somos agora obrigados (e levados artificialmente) a lutar não pela nossa própria sobrevivência mas pela nossa não extinção declarada e seletiva (mas nunca assumida): “Tarde de mais os franceses chegaram à conclusão que lá por estar a arder outra casa que não a sua (por exemplo Portugal), mais cedo ou mais tarde os incendiários e os seus incêndios chegarão a um dos lotes mais próximos (por exemplo França) ”. Numa trajetória política previsível e irreversível (pelos vistos nestes casos a História repete-se incessantemente e sem que ninguém desconfie) que mais uma vez atirará a EUROPA para as mãos daqueles que sem um mínimo de vergonha (e sem crime e castigo) a têm vindo a destruir – seja a direita ou a esquerda do espectro partidário (oficial e reconhecido). Como se tem visto na Grã-Bretanha (Sim ou não à Europa), na Espanha (realização de novas Eleições) e na França (Aplicação da nova Lei do Trabalho), os estados mais perto de nós (Portugal).

 

(imagens: economico.sapo.pt e voanews.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:48
Quinta-feira, 26 DE Maio DE 2016

IPhone

“Apple CEO Tim Cook saw an iPhone in a nearly 350-year-old painting.”

(cnbc.com)

 

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"Man hands a letter to a woman in a hall" by Pieter de Hooch

 

Como toda a gente já entendeu e adquiriu a importância fulcral da utilização de tal artefacto – acabando por o aceitar e interiorizar – hoje em dia a esmagadora maioria das comunicações interpessoais nunca se poderiam concretizar sem a interposição e intervenção dum TELEFONE INTELIGENTE (ou SMARTPHONE):

 

- Não só porque TEMPO É DINHEIRO e como tal teriam de aproveitar até ao limite de todos os nossos parâmetros vitais cada segundo da nossa vida (nada se desperdiça em qualquer tipo de transformação);

 

- Mas também pelas diversas propostas que tal artefacto nos propõe, não se limitando apenas à função atribuída ao TELEFONE PRIMITIVO, dirigido mas unidirecional.

 

Na altura um artefacto considerado excecional pelos seus utilizadores, não só por permitir comunicações agora livres dos limites impostos pela passagem do tempo, como por poder ser distribuído sem grandes restrições por todo o espaço à nossa volta:

 

- Ficando-nos ainda na lembrança a imagem das nossas mães e avós passando tempos infinitos agarrados ao seu telefone, como se fosse um amigo comunicando com o Mundo e ligando-as a ele por um misterioso e quase divino (MÁGICO) cordão umbilical.

 

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Apparently the iPhone was invented nearly 350 years ago

 

Agora promovido a um nível superior de integração pré-biológica (transformando-se num espetacular periférico externo), adaptado prioritariamente às nossas necessidades fundamentais de sobrevivência e de integração social e aqui executado no sentido da concretização dum objetivo agora muito mais vasto e coletivo e com outras implicações ligadas à construção e adaptação (à nova realidade projetada) da nossa sociedade:

 

- Aparentemente melhorando significativamente os canais de comunicação já existentes entre todas as raças conhecidas entre a espécie (humana) dominante, dando-lhe não só acesso a um número infinito de contactos confirmadores da sua existência, como também à possibilidade nunca antes sonhada de se poder aceder instantaneamente a locais a grandes distâncias, como se pudéssemos viajar à velocidade da luz – sentindo-se agora em direto (e no presente) o que indiretamente (sem a nossa presença) nos contavam (do passado).

 

Um artefacto evoluído (e desenvolvido no Espaço), adaptado ao ser humano (e à sua extrema necessidade de comunicação), com dotes de integração (nem que seja numa ilusão) e num futuro muito próximo metamorfoseando-nos num novo ser cibernético (sendo capaz de se diluir num destino coletivo). Mas pelos vistos e como tudo (o complemento de nada) com problemas de registo (o que é bom – mais problemas, mais soluções e com isso mais dinâmica): cronológicos e com uma amplitude absurda. Dependendo do que se entende por tempo!

 

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According to Apple boss Tim Cook's interpretation of a painting

 

The painting Cook was referring to was not in fact by the Dutch painter Rembrandt. It was painted by Pieter de Hooch in 1670 and is entitled "Man Hands a Letter to a Woman in a Hall." The letter in the picture sort of looks like an iPhone. "I always thought I knew when the iPhone was invented, but now I'm not so sure anymore," Cook said. Just to be clear though, the first iPhone was released in 2007 when Steve Jobs was still in charge of Apple. (cnbc.com)

 

(texto/legenda/itálico: Arjun Kharpal/25.05.16/cnbc.com – imagem: wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:12
Quarta-feira, 25 DE Maio DE 2016

US 2016 – Trump Sim, Hillary ainda não

E o Mundo? Logo se verá!

 

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Com as primárias norte-americanas a caminho do seu fim anunciado (Republicanos a 7 de Junho/Democratas a 14 de Junho), enquanto do lado REP o único candidato sobrevivente está a poucos delegados da Maioria na sua Convenção (DONALD TRUMP – a pouco menos de 30 delegados da maioria quando ainda faltam mais de 300 por atribuir), do lado DEM a candidata previamente declarada como vencedora (proteção) e simultaneamente escolhida (segurança) pela maioria dos delegados VIP (os famosos SUPERDELEGADOS), ainda luta pela sua reconfirmação perante o socialista BERNIE SANDERS (HILLARY CLINTON – a pouco menos de 80 delegados da maioria quando ainda faltam pouco mais de 900 por atribuir).

 

Até ao fim destas primárias destacando-se a SUPER TERÇA-FEIRA de 7 de junho:

 

Onde os REP disputarão os seus últimos 303 delegados (esmagadoramente para DT dado ser o único concorrente) e os DEM mais 806 delegados (onde se espera seguindo os resultados das últimas primárias e as sondagens entretanto realizadas novas vitórias de BS). Tendo como resultado mais que provável o esmagamento por parte de DONALD TRUMP do número Mágico de acesso à sua nomeação como candidato presidencial Republicano às eleições de Novembro deste ano (1237) – uma verdadeira surpresa/estalada para os dirigentes REP, que o aceitaram na corrida não como um candidato mas talvez como um bem provido ENTERTAINER;

 

E do outro lado e apesar da maioria de delegados conquistados, com HILLARY CLINTON a ter que ceder a muitas pretensões de BS para ter o seu apoio e assim ser nomeada – tudo isto porque até poderia acontecer HC e BS empatarem no número de delegados eleitos e tudo se poder decidir com a intervenção dos SD (e toda a gente sabe que “o que hoje é verdade amanhã poderá ser mentira”).

 

REP Delegados DEM Delegados
Donald Trump 1209 Hillary Clinton 2305
(Desistentes) 911 Bernie Sanders 1539

 

Desde já com os ataques REP/DEM a aumentarem de volume e de violência eleitoral (e ainda nem sequer se concluíram as primárias), desde as palavras frias e provocadoras proferidas por DONALD TRUMP às campanhas de provocação direta incentivas por HILLARY CLINTON (descaradamente copiadas das campanhas de alguns dos ex-adversários REP de DT). Podendo o Mundo concluir que seja qual for o candidato vencedor nas eleições Norte-Americanas o Mundo continuará irremediavelmente e como sempre na mesma (estático e como tal à espera resignada e inevitável da morte).

 

Apesar de existirem outros candidatos às eleições presidenciais norte-americanas de Novembro de 2016 (e até com a realização de primárias como os DEM e os REP), no entanto e infelizmente incapazes de ultrapassar o MURO que os separa dos Cidadãos – Muro que não é o de DONALD TRUMP (para já inexistente) mas o criado pelos meios de comunicação social, organizados com o único objetivo de nos separar da realidade (alienar) e assim escolhermos docilmente o eleito preferido e pré-designado. Num caso muitíssimo mais grave e claramente criminoso por deliberadamente manipulador, em que a nossa LIBERDADE é desprezada e esquecida para proteção e SEGURANÇA de uma minoria sem ética e apenas concentrada em si: antes os dirigentes políticos (ainda se podiam confrontar individualmente) agora as Corporações (impossíveis de identificar como um individuo logo impossíveis de criminalizar).

 

Como é o caso do terceiro maior partido em número de eleitores dos EUA (colocado logo a seguir aos partidos tradicionais Republicano/Democrata), nunca tendo sido convidado para nenhum dos debates presidenciais até agora realizados (e com impacto nos media): o partido LIBERTÁRIO.

 

(imagem parcial retirada de: fridaymash.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:48
Quarta-feira, 25 DE Maio DE 2016

Matar para ser Herói

“O que nos faz pensar não são as Ações dos adeptos da Guerra, da Violência e da Morte.

Mas as Não Reações daqueles que se dizem adeptos da Paz, da Solidariedade e da Vida!”

 

Mais uma grande vitória Ética e Moral da nossa exemplar Civilização Ocidental (na realidade uma provocação a todos os jornalistas até agora assassinados um pouco por todo o mundo), agora que mais um assassino de jornalistas foi finalmente libertado, para ser posteriormente condecorado e transformado num herói.

 

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Nadezhda Savchenko

(Heroína na Ucrânia)

 

Num novo episódio da Guerra Civil na Ucrânia (a decorrer deste 2014) a estação russa por satélite RT tem vindo a divulgar durante a manhã desta quarta-feira-25 a realização de uma troca de prisioneiros entre a Ucrânia e a Rússia.

 

Um membro do exército ucraniano detido e condenado na Rússia, seria trocado por dois cidadãos russos não combatentes condenados na Ucrânia: o primeiro por consciente e deliberadamente ter redirigido as suas baterias contra dois jornalistas russos presentes na altura nesse cenário de guerra e apresentando-se claramente identificados como jornalistas da RT e os segundos por se terem recusado a servir de espiões russos ao serviço da Ucrânia sendo de imediato acusados de espionagem, condenados e presos.

 

Tendo como duas curiosidades bem indicativas daquilo que cada um deles representa para cada um dos países intervenientes nesta troca de prisioneiros, que no primeiro caso estamos a falar de NADEZHDA SAVCHENKO a primeira mulher-piloto de helicópteros do exército ucraniano (tendo já combatido no Iraque, fortemente pró-Governo e tendo participado ativamente no conflito agora parcialmente interrompido no leste da Ucrânia), enquanto do outro lado temos dois cidadãos russos praticamente desconhecidos – Evgeny Erofeev e Aleksandr Aleksandrov – inicialmente representados (pelo menos um deles) por um advogado ucraniano que primeiro aceitou defende-lo(s), depois reconheceu o seu erro abandonando-o(s), para finalmente ser encontrado morto a 100Km da capital da Ucrânia.

 

Mas o que é mais triste para qualquer cidadão tendo nascido no interior da nossa Civilização Ocidental é que tudo isto se passa nas costas de todos os cidadãos e no segredo daqueles que porventura verdadeiramente deviam ser chamados ao banco dos réus. Não entendo como esta campanha para a libertação do piloto ucraniano tenha também sido assumida pelos Europeus e pelos Norte-Americanos, quando no fundo neste caso o piloto atuou como um verdadeiro mercenário, assassino e criminoso ao deliberadamente matar jornalistas – que certamente e ainda por cima sendo mulher será entronizada como heroína Ucraniana, ao serviço do poder agora instalado em Kiev. Por outro lado também não compreendendo (de todo) a atuação da Rússia neste caso, ao permitir que alguém excedendo os seus poderes profissionais (mesmo que militares) e que assassinou a sangue-frio e sem qualquer tipo de justificação (além de na sua identificação aparecer RT) dois jornalistas no exercício da sua profissão, possa ser libertada. E na Ucrânia condecorada.

 

Num Mundo Muito Triste e cada vez com Menos Esperança, onde todos aqueles que nos dizem representar e defender não param na verdade e sem interrupção de nos tentar prostituir – como verdadeiros proxenetas que são.

 

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Aeroporto Internacional de Donetsk

(Destruição na Ucrânia)

 

Será que as pessoas ainda se recordam do Europeu de 2012 organizado em conjunto entre a Polónia e a Ucrânia – onde por sinal Portugal esteve presente atuando entre outros estádios no Dombass Arena em Donetsk Ucrânia nas meias-finais contra a Espanha (e no qual Portugal foi eliminado nos penaltis)? E do aeroporto por onde muitos ocidentais passaram?

 

Existindo sempre a Esperança de que ucranianos e russos não se aproveitem desta troca de prisioneiros, para apenas se justificarem e continuarem esta Guerra em vez de se entenderem e assumirem a Paz. E desejando que EUA e EUROPA não se intrometam mais uma vez – caso contrário mais cedo ou mais tarde a Guerra estender-se-á a todo o Continente. E aí já nada adiantará identificar todos os seus verdadeiros autores (os criminosos escondidos).

 

(imagens: thestar.com e conflictreport.info)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:17
Quarta-feira, 25 DE Maio DE 2016

Questões de Parentesco entre uma Bala e um Míssil

Ao entrarmos num artefacto estranho com parâmetros muito diferentes dos nossos, arriscamo-nos a ser esmagados pela brutalidade da sua amplitude – falando de uma conjugação de energia e movimento. De Burro ou de Ferrari?

 

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Voo GE235 da TransAsia Airways

Segundos antes de cair numa das margens do rio Tamsui na capital de Taiwan Taipé

(ao desligarem inadvertidamente o único motor do avião ainda em funcionamento)

 

Por aquilo que eu tenho ouvido dizer há muito tempo, a contribuição do número de vítimas de acidentes de aviação comercial civil transportando passageiros, é muito menor do que a contribuição oriunda dos acidentes de viação. Uma conclusão que qualquer pessoa com um mínimo de bom senso e capacidade de cálculo mental facilmente aceitaria, respondendo de imediato e afirmativamente.

 

Só que para mim existe algo de muito diferente nestes dois meios de transporte, que acaba por distorcer (por incompactidade de comparação) as conclusões então obtidas: tendo como princípio de análise básica desta hipótese comparativa, que os carros só têm rodas (apenas para andar) e os aviões rodas e asas (para andar e voar) – não sendo portanto possível de estudo e comparação, não só pela dimensão como pela área de intervenção.

 

Quase como se comparássemos um míssil (avião) com a bala de um revolver (carro), ignorando os dados (proporção) e o objetivo a atingir: não fosse o tráfego tão díspar (muito mais intenso em terra), com intervenções diferenciadas (considerando terra e ar), com muito maior densidade (e mais mortos por m2/aviação), até mesmo complementares mas no fundo incompatíveis.

 

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A321 da companhia russa Metrojet

Explosão interna e entrada em queda imediata

(pretensamente abatido sobre o Egipto por um míssil do Exército Islâmico)

 

Não me interessa particularmente saber qual será a probabilidade de morrer ao entrar num carro ou num avião. Até acho a questão um pouco ridícula, já que por mim e a acreditar em tudo aquilo que os especialistas sempre disseram, naturalmente que escolheria o meio mais seguro o qual seria um foguetão. O que qualquer um de nós pretende saber é apenas o que fazer no caso dum incidente de aviação e qual a hipótese de num caso desses nos podermos salvar…e não morrer.

 

E o que acontece com cada um de nós confrontados com situações tão graves e mortais como estas (seja com carros ou com aviões), é que no momento preciso do acidente e estando ainda conscientes, pior não poderemos ficar (no carro) ou então só nos resta rezar (no avião): num caso até que podendo já estar há muito morto, no outro passando o restante e curtíssimo tempo da vida, à espera duma morte demorada e verdadeiramente irrevogável.

 

Um medo talvez indevido e irracional, mas que no entanto nos é proporcionado e potenciado por tudo o que nos rodeia e oferecem, com o que vemos e ouvimos, no fundo com o se passa no mundo. Agora ainda mais incrementado pelos atentados terroristas dos últimos tempos (em que os aviões voltam a ser alvos privilegiados), tendo o terrorismo no ar uma vitória garantida – e contando ainda o apoio/instrumentalização de certos condutores (pilotos/copilotos) servindo-se dos aviões como um cinto explosivo.

 

[Enquanto no primeiro caso (TransAsia Airways) um dos dois motores do avião deixou de funcionar – instalando repentinamente medo e receio na sua cabine e levando os seus pilotos por erro humano a desligarem o outro motor – no segundo caso (Metrojet) e ao contrário das notícias entretanto divulgadas (pelo Exército Islâmico e pelos seus aliados Ocidentais) não foi uma míssil que o atingiu mas mais uma bomba que rebentou no seu interior – tal como provavelmente terá agora acontecido com o voo Paris-Cairo da Egyptair]

 

(imagens: WEB)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:06
Segunda-feira, 23 DE Maio DE 2016

Terra e Marte – Simples Vizinhos ou Familiares?

Pode-se sempre sugerir que em Marte terá existido Vida (e porque não contando já com a presença da nossa espécie) numa das etapas de desenvolvimento e transformação do Sistema Solar. E como o Movimento é um dos sinónimos de Vida é natural que a um (planeta) se suceda um outro – bastando para tal ser compatível, em matéria e energia (muito provável entre vizinhos ou familiares).

 

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Marte – Opportunity Rover – SOL 4382

 

Quando olhamos para Outros Mundos ainda-por-cima localizados tão perto de nós, a primeira coisa que fazemos mal nos interessamos por ele, é o de aí procurar algo que interior e profundamente nos toque e reflita e que simultaneamente nos indique que nesse Mundo poderá ter existido algo de comum, até mesmo semelhante e porque não em tudo muito idêntico.

 

E olhando para os corpos celestes com o mesmo estatuto da TERRA e situados mais perto de nós, aquele que mais se parece despertando-nos maior atenção, será indubitavelmente o nosso vizinho o planeta MARTE: localizado a uma distância média de 230.000.000Km do Sol (a Terra fica a aproximadamente 150 milhões) e viajando numa nave espacial deslocando-se à velocidade da luz demorando-se cerca de 4,5 minutos a lá chegar.

 

Um Outro Mundo onde há cerca de 3,5 biliões de anos terá existido um grande oceano cobrindo uma parte significativa da sua superfície (numa área menor que a da Terra), certamente acompanhada e rodeada por uma camada atmosférica e muito possivelmente onde terá existido vida mesmo que sob forma primitiva (não se tendo até agora descoberto qualquer tipo de vestígios que confirmem este facto, apesar de tantos indícios geológicos observados a apontarem para tal).

 

Onde segundo os cientistas e tal como na Terra terá existido um oceano, com ondas e marés recortadas pelas linhas de costa e até possível de surfar. Mais tarde atingido por cataclismos, mergulhando em erupções e tsunamis, modificando toda a sua geologia, perdendo a sua atmosfera e mergulhando num abismo desértico, seco e sem vida. Num Outro Mundo que até poderia ser o Nosso Mundo, se pensássemos que Marte nos poderia estar a mostrar aquilo que a Terra será (no futuro), mostrando-nos nós a Marte aquilo que ele já foi (no passado).

 

Como se fizéssemos parte de uma projeção no espaço mas decomposta no tempo – em etapas planetárias. Dando-nos a entender que o Futuro (do HOMEM) estará sempre para além do Sistema (SOLAR) e que tal como os navegadores terão todos que partir, procurar e descobrir – ou então não teremos mais História e morreremos todos aqui. Como se nunca tivéssemos existido. Algo em que não acredito pois Marte continua a acenar.

 

Como quando olhamos para as milhares de imagens que nos chegam por diversas vias do planeta Marte e consecutivamente reparamos em paisagens secas, desérticas e sem vida, que no entanto nos recordam os nossos tempos de infância e as zonas costeiras banhadas pelo mar – onde muitas vezes passávamos entretidos uma tarde de Verão, brincando na areia, mergulhando no mar, mexendo em tudo e apreendendo o mundo que nos rodeava: em Marte com areia e pedrinhas e mesmo sem água num cenário tão sentido e familiar.

 

(imagem: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:09

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