Sujeito e Objeto

[Projetor/Projetado e Projetado/Projetor partilhando um mesmo Cenário]

 

“Se acreditamos em DEUS é mais que logico que acreditamos no HOMEM – com este último a ser o único e verdadeiro CRIADOR. E é apenas o medo – ao longo de milhares de gerações persistentemente em nós inculcado – que mesmo à nossa frente e como que se usássemos umas palas ainda nos impede de ver, de sentir e ter prazer (as tais palas categorizadas/aplicadas como de segurança e de proteção).”

 

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Pretensa imagem fornecida pela NASA e posteriormente apagada dos arquivos

(com uma depressão bem visível no Polo Norte terrestre)

 

Enquanto na Terra nada se passa de extraordinário o mundo lá vai rodando muito tranquilamente em torno do seu eixo imaginário: intersectando os seus polos mas sendo na realidade coordenado pelos Estados Unidos da América: os tais que foram à Lua (alimentando o nosso imaginário) para nunca mais lá voltarem (impondo-nos uma realidade com o fim do Programa Apollo).

 

Como se houvesse outro mundo mas que não fosse para nós – e deixando-nos em mãos de potenciais especuladores: desde os aventureiros revivendo Jules Verne (com a sua Viagem ao Centro da Terra) até aos conspiradores com as extintas missões Apollo (não se tendo regressado à Lua por imposição alienígena). No entanto colocando questões (prementes por objetivas e factuais) como os dos grandes buracos existentes nos polos.

 

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Tal e qual como numa ilustração das previsões de Nostradamus

(com os cientistas da NASA a afirmarem a descoberta de vida alienígena até o ano de 2025)

 

Na realidade com o nosso mundo interior em permanente convulsão e com o mundo exterior (mais virtual que real) ainda distante de nós: na Terra com a morte à porta sem sequer a querermos ver (doenças/guerras), lá fora com a vida à espera sem que saibamos que existe (quantas vezes olhamos para o Céu?). Optando por não usar os órgãos que nos proporcionam os sentidos e acabando por distorcer a nossa perceção do mundo.

 

Colocando obviamente os Humanos entre duas alternativas possíveis (e inconciliáveis por incompatíveis – sendo uma sedentária/estática e a outra nómada/dinâmica): ou nos dirigimos para nós próprios e conseguimos interiorizar este mundo limitado e fisicamente regressivo (sujeitando-nos para sempre às suas regras localmente impostas) ou partimos como novos conquistadores atravessando o Espaço à procura de novos mundos e de Outras Terras.

 

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Com 7 biliões vivendo sobre a superfície da Terra a balancearem-se entre deixarem-se morrer ou partirem à aventura

 (num Mundo Original a todos prometido e entregue para seu pleno usufruto e prazer, mas por interesse de alguns nunca cumprido)

 

Esperando no entanto que algo de inesperado e maravilhoso aconteça (um Evento talvez Divino) de modo a podermos impor (ao Tempo) a única verdade aceitável – e há muito declarada por Antoine Lavoisier: “Na Natureza nada se perde nada se cria tudo se transforma”. Descartando-nos do nascimento e da morte (limitativos e opressores como os ponteiros de um relógio, medindo algo de abstrato), aceitando a nossa evolução (já que tudo se move, matéria e energia incluídas) e como objeto ou sujeito, cumprindo a próxima transformação (e porque não para um outro nível psíquico ou não teremos nós Alma?).

 

Para já sem mais notícias e nada de novo no horizonte. Dividindo o nosso Mundo (consciente, subconsciente e inconsciente) em três subconjuntos distintos, mas completamente integrados, diluídos e para a esmagadora maioria dos aplicados, totalmente impercetível: associados ao nosso quotidiano de vida presente (à superfície da Terra), a outros níveis de existência (vida aérea/superficial/subterrânea para nós desconhecida/esquecida e passada/presente) e mesmo a outros planos exteriores aos do Nosso Mundo (talvez deliberadamente) Fechado – e cronologicamente (estrategicamente) colocado no Futuro. Como um Osso inalcançável (Miragem) colocado à frente de um cão esfomeado (de modo ao mesmo sem o entender persistir no caminho da falsa Esperança).

 

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Um Mundo onde o ser Humano questiona a sua própria existência

Tantos são os factos contraditórios com que se depara no seu monótono quotidiano (com as suas consequências funestas pondo em causa a sua sobrevivência) – levando-nos até a um mundo de simples projeções holográficas, controlando um vasto rebanho

 

E se algum ser vivo e inteligente tivesse um dia qualquer no decurso de uma das suas incursões no interior do Espaço, por casualidade ou talvez não, atingido o nosso Sistema (Solar) e vislumbrado por instinto ou curiosidade o nosso planeta (Terra), já pensaram no que o mesmo pensaria (e certamente refletindo mais profundamente do que nós por ser um observador exterior) ao deparar-se com o que se passava no seu interior (meio ambiente) e sobretudo entre a espécie indígena e dominante (civilização)? Certamente que ficaria perturbado fosse apenas um turista (1ª visita) ou anterior residente (visitante habitual): sentindo-se desde logo de outro nível (superior), absolutamente desprezando o que via e sentindo-se tentado a ignorar. Apesar de mesmo entre nós alguns gostarem de domesticar, descarregando curiosamente nos outros (racionais e irracionais) a nossa selvajaria doméstica. O que se pensarem bem nos poderá diferenciar, colocando-nos no lugar de presas de predadores privilegiados.

 

Uma espécie que parece ter abandonado o seu principal princípio vital importantíssimo para a sua sobrevivência – o desenvolvimento do conhecimento e a nossa integração progressiva na sua transformação e aplicação (tendo todo o Homem como usufrutuário coletivo) – substituindo-o pelo princípio do objeto e do lucro (mais-valia dele extraída) e da recompensa imediata (apesar de temporária e como num toxicodependente) – que nos içará aos Céus até ao colapso final. Destruindo o seu Lar (a Terra) e sem uma única alternativa (conhecida no Espaço). Cumprindo mais uma profecia credível (face aos indícios que em torno de nós já se vêm e amontoam) proferida pelo conceituado físico Stephen Hawking, elegendo os três maiores perigos para a sobrevivência do Homem e da sua Civilização: o desenvolvimento incontrolado da Inteligência Artificial, a constante Agressão observada entre Humanos e a grande probabilidade da existência de vida extraterrestre (perigosa por ser certamente imensamente superior à nossa).

 

(imagens: Secure Team – NASA – front-lines.com – sadistic.pl)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:04