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Terça-feira, 31 DE Janeiro DE 2017

Ameaças Externas à Terra

O Sol abre-se à Terra

(com uns “calhaus” por aí)

 

Sendo o Sol a estrutura que suporta a existência de Vida na Terra (que a fez surgir), também poderá ser aquele que através de uma grande transformação interferiu na nossa Evolução (e nos fez desaparecer). Sendo conveniente estar atento e até preparado para um dia partir. Mas temendo sempre os “calhaus”.

 

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O Sol a 30 de Janeiro de 2017

Buraco na superfície do Sol por onde se escapa o vento solar

(NASA/SDO)

 

Enquanto pequenos fragmentos rochosos continuam (para já) a passar tranquilamente ao lado do nosso planeta – ainda hoje com um desses calhaus (2017BH 30) de cerca de 8 metros de comprimento a passar a pouco mais de 38.000Km da Terra –

 

O Sol aponta mais uma vez na nossa direção um grande buraco formado na sua superfície (quase metade da face do Sol), emitindo na direção da Terra um fluxo intenso de vento solar viajando a uma velocidade de 750Km/s. Um buraco onde o campo magnético da nossa estrela se abre e permite que o vento solar se escape – neste momento tendo a Terra bem à sua frente.

 

Numa altura em que para muitos cientistas nos encontramos a caminho de uma mudança na polaridade magnética terrestre (com o norte a trocar com o sul), convém recordar que nessa etapa de transição e inversão de polaridades, a proteção que o campo magnético nos proporcionará (à Terra e à Vida) poderá decrescer drasticamente até perto dos 10%.

 

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Pilares de Luz

Falsas auroras criadas à base de gelo/cristais e luz/poluição luminosa

(Dave Bell – Pinedale/Wyoming)

 

No caso dos pequenos fragmentos rochosos (que poderão ser menores ou maiores – como meteoritos, meteoros, asteroides, cometas) com vários (de pequenas dimensões) a passarem perto da Terra e com muitos deles só sendo detetados pouco antes ou mesmo depois da sua passagem: já amanhã com um outro (2017 BJ30) com 21 metros a passar a 1LD (384.000K) da Terra.

 

Já quanto ao buraco que o Sol agora apresenta e estando a nós dirigido (à Terra), com as previsões a apontarem a sua chegada para a próxima quarta-feira espalhando grandes auroras pelo Ártico.

 

(dados e imagens: spaceweather.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:06
Terça-feira, 31 DE Janeiro DE 2017

Substantial evidence of Holographic Universe

“Time is an illusion, therefore so is everything else. The universe is a consciousness hologram. Reality is projected illusion within the hologram. It is a virtual experiment created in linear time to study emotions. Our hologram is composed of grids created by a source consciousness brought into awareness by electromagnetic energy at the physical level. The hologram is created and linked through a web, or grid matrixes based on the patterns of Sacred Geometry. The hologram had a beginning and it has an end, as consciousness evolves in the alchemy of time. As the grids collapse, everything within the hologram will end as it fades to Black.” (crystalinks.com)

 

A UK, Canadian and Italian study has provided what researchers believe is the first observational evidence that our universe could be a vast and complex hologram.

 

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A sketch of the timeline of the holographic Universe

Time runs from left to right. The far left denotes the holographic phase and the image is blurry because space and time are not yet well defined. At the end of this phase (denoted by the black fluctuating ellipse) the Universe enters a geometric phase, which can now be described by Einstein's equations. The cosmic microwave background was emitted about 375,000 years later. Patterns imprinted in it carry information about the very early Universe and seed the development of structures of stars and galaxies in the late time Universe (far right).

Credit: Paul McFadden

 

Theoretical physicists and astrophysicists, investigating irregularities in the cosmic microwave background (the 'afterglow' of the Big Bang), have found there is substantial evidence supporting a holographic explanation of the universe – in fact, as much as there is for the traditional explanation of these irregularities using the theory of cosmic inflation.

 

The researchers, from the University of Southampton (UK), University of Waterloo (Canada), Perimeter Institute (Canada), INFN, Lecce (Italy) and the University of Salento (Italy) have published findings in the journal Physical Review Letters.

 

A holographic universe, an idea first suggested in the 1990s, is one where all the information, which makes up our 3D 'reality' (plus time) is contained in 2D surface on its boundaries.

 

Professor Kostas Skenderis of Mathematical Sciences at the University of Southampton explains:

 

"Imagine that everything you see, feel and hear in three dimensions (and your perception of time) in fact emanates from a flat two-dimensional field. The idea is similar to that of ordinary holograms where a three-dimensional image is encoded in a two-dimensional surface, such as in the hologram on a credit card. However, this time, the entire universe is encoded!"

 

Although not an example with holographic properties, it could be thought of as rather like watching a 3D film in a cinema. We see the pictures as having height, width and crucially, depth -- when in fact it all originates from a flat 2D screen. The difference, in our 3D universe, is that we can touch objects and the 'projection' is 'real' from our perspective. In recent decades, advances in telescopes and sensing equipment have allowed scientists to detect a vast amount of data hidden in the 'white noise' or microwaves (partly responsible for the random black and white dots you see on an un-tuned TV) left over from the moment the universe was created. Using this information, the team was able to make complex comparisons between networks of features in the data and quantum field theory. They found that some of the simplest quantum field theories could explain nearly all cosmological observations of the early universe.

 

Professor Skenderis comments:

 

"Holography is a huge leap forward in the way we think about the structure and creation of the universe. Einstein's theory of general relativity explains almost everything large scale in the universe very well, but starts to unravel when examining its origins and mechanisms at quantum level. Scientists have been working for decades to combine Einstein's theory of gravity and quantum theory. Some believe the concept of a holographic universe has the potential to reconcile the two. I hope our research takes us another step towards this."

 

The scientists now hope their study will open the door to further our understanding of the early universe and explain how space and time emerged.

 

(texto e imagem: sciencedaily.com – fonte: Universidade de Southampton)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:01
Segunda-feira, 30 DE Janeiro DE 2017

Avalanche

Depois da avalanche em Itália uma outra em Caxemira

(nestas zonas certamente o normal no Inverno, mas por má prevenção com vítimas)

Num território desde logo associado ao terrorismo global

(e a muitos dos mais violentos atentados praticados)

 

Ocorrida na parte indiana do território de Caxemira (com outra parte incluída no Paquistão e uma terceira anexada pela China) localizada em torno da região onde se situa o vale de Caxemira: entalado entre o conjunto montanhoso de Pir Panjal (a sul) e os Himalaias (a norte) e atravessado (nos seus mais de 130Km de extensão e 30Km de largura) pelo rio Jhelum.

 

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Região de Caxemira

 

Numa região encravada entre a Índia e o Paquistão e localizada no extremo ocidental da cadeia dos HIMALAIAS (a maior do mundo estendendo-se do Butão ao Paquistão e incluindo a maior montanha da Terra – o EVEREST com 8848 metros de altitude) encontramos o vale de CAXEMIRA.

 

Mundialmente conhecido pela qualidade dos seus têxteis (as lãs de caxemira) como pelo interminável conflito existente entre indianos e paquistaneses (nos últimos 70 anos com três guerras declaradas e milhares de vítimas mortais – 1947, 1965 e 1999).

 

Sendo um dos motivos para esse conflito e dada a importância extrema como recurso natural e vital o controlo da água, nascida nas montanhas rochosas da cordilheira dos Himalaias (ocidental) e descendo pelas suas encostas até atingir as terras secas do território de Caxemira: recolhendo nos seus vales este precioso conteúdo líquido (significado de vida) e tornando-os apetitosos, férteis e produtivos (e alimentando muita gente com frutas e com legumes).

 

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Inverno em Caxemira

 

Além da questão mais falada pretensamente de origem étnico-religiosa e estando na base do estalar do conflito, agravada aquando das suas Independências (da índia e do Paquistão) na partilha de Caxemira: com a Índia de maioria Hindu a ficar com uma parte desse território de maioria Muçulmana.

 

Num território que segundo censos de 2001 (wikipedia.org) 67% da sua população era muçulmana, 30% era hindu e os restantes 3% siques e budistas.

 

Um território sendo agora notícia não por qualquer tipo de ação violenta (terrorismo) levada a cabo pelo Homem e provocando vítimas inocentes (por não terem nada a ver com conflitos entre outros), mas pela ocorrência de mais um fenómeno da Natureza afetando a vida das populações locais.

 

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Mesquita de Srinagar

 

Tal como o ocorrido há mais de uma semana numa estância de esqui italiana (dia 18 de Janeiro em Farindola, junto à cadeia dos Apeninos, registando mais de uma dezena de mortes), agora com uma série de avalanches a afetar a região de Caxemira no território administrado pela Índia (e a provocar mais de duas dezenas de mortes).

 

Provocando já este ano entre civis e militares várias vítimas mortais em várias localidades (como por exemplo uma família em Badugam e um grupo de militares de Kupwara ambos soterrados no interior das suas casas/postos) como resultado de um dos piores Invernos registado em várias décadas com forte queda de neve e com a temperatura a baixar até aos 7⁰C negativos.

 

Levando a que as autoridades locais lançassem um alerta para possíveis avalanches (um processo preventivo que dentro de outros parâmetros e considerações parece ter sido descurado no caso italiano), aconselhando as populações a limparem os telhados, as estradas e naturalmente a estarem atentos atentos aos sinais (de perigo).

 

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Jardins de Nishat Bagh

 

Com uma das últimas grandes avalanches a registar-se em 2012 no lado controlado pelo Paquistão e causando 140 mortos (como habitualmente com os militares a serem as principais vítimas – mais de 90% – até pelo seu trabalho de constante vigilância em locais extremamente perigosos de fronteira (até pelas condições extremas de tempo).

 

Tanto no caso da avalanche em Itália como nas agora ocorridas no território indiano de Caxemira, com estas manifestações naturais a ocorrerem no Hemisfério Norte terrestre durante a estação de Inverno, com ambas a terrem um denominador comum provavelmente justificativo deste tipo de incidentes (provocando vítimas mortais): a sua proximidade a duas importantes falhas tectónicas, numa zona constantemente assolada por sismos e podendo também originar avalanches (ou até desabamentos e deslizamento de terras).

 

Num Mundo hoje pretendendo-se cada vez mais uniforme por descaracterizado (quando tudo é igual, nada se distingue), atualmente com a nossa sociedade ocidental dividida (num trilho cada vez mais estreito) entre o Azul e o Vermelho (as cores dos dois partidos norte-americanos com acesso ao poder), com uma delas acreditando no Aquecimento Global e com a outra considerando-o uma fraude (mas com as duas contando explorar ao máximo e se necessário para além do permitido todos os recursos terrestres existentes) e ao mesmo tempo como se nada de particularmente grave se estivesse a passar nada fazendo (de prático, de ativo e de eficaz) mantendo o para ambos precioso (para a prossecução dos seus negócios) Status quo Ambiental.

 

Com Hillary ou com Trump (já para não falarmos da Rússia e sobretudo da China) e tal como o Mundo tem existido (e cada vez mais reconhecido), com a corda bem à volta do nosso querido pescoço (umas vezes mais, outras vezes menos apertada, pelo menos até se morrer de vez e asfixiado).

 

(imagens: wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:25
Domingo, 29 DE Janeiro DE 2017

Passado, Presente e Futuro de uma Projeção

Utilizando para esse fim o vizinho planeta Marte

(e imagens suas recolhidas a 24 de Janeiro de 2017 por um artefacto alienígena)

 

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Marte – CURIOSITY Rover – SOL 1591

(26.01.2017)

 

Se no passado de MARTE (há mais de 4 biliões de anos atrás) e tal como todos os indícios apontam o planeta esteve parcialmente coberto por um vasto OCEANO (menor que o cobrindo a Terra), é natural que este planeta nosso vizinho localizado a 228 milhões de Km do Sol (a Terra está a 150 milhões de Km do Sol) e com cerca de metade do diâmetro do nosso planeta, um dia na sua História possa ter sido também sujeito a movimentos geológicos relevantes (placas tectónicas, sismos, erupções), usufruído de uma atmosfera (contendo até oxigénio), disposto de água líquida (constituindo os oceanos) e até como todas as circunstâncias rodeando a estrutura construída em torno de Marte sugerem (e na qual todos nós queremos acreditar até por fazer parte da evolução lógica de todos os conjuntos) de algum tipo mesmo que primitivo ou rudimentar de VIDA.

 

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Suportado pela teoria de alguns cientistas interessados no conhecimento da evolução do planeta MARTE – podendo ter tido no seu passado bastante remoto atividade geológica interior – originando como consequência e tal como na Terra o aparecimento de um campo magnético próprio (e como para o nosso ecossistema terrestre, fator relevante e protetor da possível existência de vida em Marte) e desse modo levando-nos a IMAGINAR com alguma fundamentação (e realismo) um Mundo que terá existido noutros tempos, com um continente banhado por um oceano, dispondo de uma onda própria para SURFISTAS e que até poderia compartilhar o seu espaço (como todos temporário) com algum tipo de organismo referido como VIVO, de preferência biológico, inteligente e organizado.

 

O que significaria que o HOMEM poderia estar relacionado com o desaparecimento de uma outra espécie provavelmente originária de um mesmo MOLDE (associado ao desenvolvimento do nosso sistema planetário e sendo sucessivamente replicada), que pelos mais diversos motivos teria sido obrigada a abandonar o seu planeta e talvez a emigrar para um outro mais próximo e o mais parecido possível.

 

Podendo-se teorizar que dada a distribuição CONCÊNTRICA (impressa por algum motivo na nossa cabeça) de todo o nosso Sistema relativamente a um único corpo celeste o SOL (e isto apesar de ainda nem sequer conhecermos os limites do nosso Sistema Solar e no entanto já lhe fazendo o seu RETRATO), se tal for um indicativo e uma forma da progressão justificativa da transformação e Evolução nesta parte do Universo (no fundo e por etapas conjugando caos e ordem), então o Homem poderá ser mesmo uma REFERÊNCIA e a sua História (intemporal) ser feita por SALTOS (civilizacionais em que o elemento preponderante poderá estar presente ou então adormecido): nunca se extinguindo (a morte), tornando-se infinito (a vida) e colocando o parâmetro TEMPO no seu devido lugar (inicialmente como uma variável mas nunca como uma constante).

 

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Vendo todo o ESPAÇO à nossa volta estendendo-se até ao Infinito e em todas as direções (como em toda a sua profundidade), compreendendo inúmeros conjuntos interagindo e justapostos (concorrentes ou paralelos), escondendo nas profundezas desconhecidas da sua escuridão (entrecortada por incontáveis FARÓIS estelares) todos os Segredos deste Universo (edificado à nossa imagem) e aceitando de mente aberta (espalhando a função do CÉREBRO a compartimentos seus nunca aceites nem explorados) tudo aquilo que por formação e formatação não compreendemos nem interiorizamos (pura deformação com que intenção?),

 

Podendo-se facilmente comportar entre os limites estreitos e unidirecionais a todos nós autoimpostos, a hipótese mesmo que infantil (ingénua e irresponsável) de que poderemos já lá ter estado apenas não nos lembrando disso: um facto talvez real até pela estranheza e dificuldade com que muitos de nós se enquadraram na época de grande desenvolvimento científico e tecnológico registado na última centenas de anos da História da Humanidade (usando-a, não a conhecendo e logo a dispensando por outro extraordinário artefacto) – no fundo não entendendo como uma espécie não revelando em média grandes capacidades intelectuais é capaz de feitos verdadeiramente EXTRAORDINÁRIOS

 

E que só poderá ser explicado imaginando-nos como uma mera RÉPLICA não necessitada de formação, mas de simples prospeção, EXTRAÇÃO e exposição. Uma teoria já comprovada há muitos anos atrás pelos trabalhos práticos levados a cabo por um prémio Nobel da Medicina (ainda por cima português), ao verificar que ao cortar uma parte do cérebro eventualmente danificada e incapaz de desenvolver na sua plenitude e eficácia a execução da sua função, não só o efeito poderia dar resultados (positivos – o sintoma desapareceria) como poderia simultaneamente colocar todo o Sistema em colapso (levando-o ao descontrolo e morte).

 

A nós ainda não nos tendo feito – acho eu – a lobotomia total (física) mas já nos tendo identificado e demarcado as áreas a obliterar (atualmente em intervenção com uma LOBOTOMIA parcial – subliminar e MENTAL).

 

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Há mais de 4 biliões de anos com os habitantes de Marte (nosso vizinho e planeta irmão) vivendo disseminados por um grande continente, banhando as suas margens com um vasto e calmo oceano possuindo as suas ondas (talvez uma única onda, suave e periódica e originada pelo movimento e geomagnetismo marciano) e no seu interior preenchido por suaves vales e montanhas entrecortadas por depressões e cursos de água supostamente líquida – senão mesmo geladas (como o caso dos glaciares das suas calotes polares).

 

Um Mundo que dadas as circunstâncias de ter sido criado e ocupado provavelmente logo no início da formação do nosso sistema planetário (o Sistema Solar) – as suas primeiras etapas no primeiro bilião de anos – poderia ter usufruído de outras condições (de vida, de habitabilidade, de sobrevivência) talvez muito semelhantes às nossas, mas que hoje 4,5 biliões de anos após a sua formação e sujeito à passagem do tempo (e muito certamente sujeito a um Evento apocalíptico súbito ou progressivo, mas de qualquer forma definitivo e ao nível da extinção) se apresenta como um Outro Mundo (ou o seu oposto no mesmo espaço) completamente desprovido de atmosfera, de água ou de qualquer forma de vida. Desértico, seco, por vezes parecendo-nos mesmo calcinado.

 

Talvez no seu interior guardando ainda alguns vestígios desse seu passado Glorioso (água, algum oxigénio, vida) mas de momento não o querendo demonstrar pelo menos à primeira vista: por um lado podendo existir algo mais (ainda não visto ou considerado) e pelo outro podendo-se supor, que se antes já aconteceu, amanhã tal se poderá vir a repetir. Ou seja se Marte já foi em tempos (no passado) a nossa base, no futuro poderá voltar a sê-lo novamente (nem que seja um entreposto como propõe Elon Musk com a colonização de Marte).

 

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Marte – CURIOSITY Rover – SOL 1591

(26.01.2017)

 

Em Janeiro do ano de 2017 do calendário terrestre com o planeta Marte a comportar-se como uma esponja bem seca, calcinada e em completa desagregação (não usufruindo do elemento agregador líquido como o é a água), apresentando como seu continente um amontoado disperso de material rochoso de maior ou menor dimensão mas sempre juncado de inúmeros e incontáveis fragmentos (como se estivéssemos perante uma paisagem completamente caótica e em ruínas), por sua vez banhado por um extenso, infindável e tranquilo lençol de areia, tal e qual como um oceano ondulando muito lentamente sobre os efeitos do vento, avançando e chocando contra as arribas.

 

Numa Terra Estranha onde quem reina é o Mundo Mineral e na qual até os dias de hoje e apesar de todos os esforços desenvolvidos pelo Homem (aqui aparentemente um ser estranho numa terra estranha), ainda não foi identificado nenhum tipo de organismo idêntico ou pelo menos semelhante ao nosso tronco evolutivo: mesmo que primitivo ou numa fase rudimentar. Até hoje com o único Mundo a ser o Biológico (vivo, organizado, inteligente, com objetivo) e desprezando a sua base de constituição e de formação de tudo o que existe, o Mundo Mineral. Não o compreendendo, diminuindo-o e indiretamente comprometendo a nossa espécie (maioritariamente composta por água mas também rica em minerais).

 

(imagens: MARTE – NASA/CURIOSITY ROVER – SOL 1589/MASTCAM/MSSS-MALIN)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:15
Domingo, 29 DE Janeiro DE 2017

Vizinhos do Sol

Somos Nós e muitos Outros

 

Num registo do passado dia 25 de Janeiro de 2017 dispondo das câmaras dos dois satélites STEREO acompanhando o movimento da Terra numa órbita em torno do Sol (colocados em pontos estratégicos de observação das ações e comportamentos da nossa estrela e utilizando aqui os telescópios Ahead HI1 e o COR2), pode-se verificar na confrontação de uma sequência de imagens gravadas entre as 10:29 e as 12:09 UT, duas perturbações nos registos STEREO Ahead HI1 (às 11:29 UT) e STEREO COR2 (11:54 UT). Com a imagem inicial e final dos dois registos a serem muito semelhantes, o mesmo sucedendo na restante gravação de cada uma delas (o normal de se ver): estando no meio, bem visível e em ambos os registos a dita perturbação.

 

Vivendo confortavelmente no interior da nossa célula, autossuficientes e sem necessidades de auxílio exterior, protegidos por uma membrana defendendo-nos de unidades externas e persistindo na nossa teoria geocêntrica apenas substituindo a Terra pelo Homem (Homocêntrica), é-nos obviamente difícil senão mesmo impossível de encarar, a realidade de que poderemos não estar sós neste Universo Infinito. Com todas as suas espécies (terrestres e extraterrestres) lutando por um mesmo objetivo.

 

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STEREO Ahead HI1

(10:29 – 10:49 – 12.09)

 

Algo habitual de acontecer na maioria esmagadora das imagens disponibilizadas para o público em geral (nestes nichos eventualmente de divulgação científica credível e oficial, mas por vezes nada educativos e pedagógicos) e que infelizmente em nada contribuiu para o nosso conhecimento e fortalecimento não só físico como intelectual, nem para o crescente número de questões que entretanto vamos colocando e que ninguém nos vai respondendo. Mas que podendo envolver cenários nunca pensados ainda mais nos seduzem e encantam: talvez um Evento de origem natural ou então um outro estranho por artificial.

 

Pelo que certos fenómenos com que nos deparamos diariamente no nosso quotidiano terrestre – e que se repetem indefinidamente como se estivéssemos rodeados por espelhos repercutindo-se (condicionando-nos) sobre a nossa visão exterior – poderão ter outra explicação que não seja a nossa versão oficialmente interiorizada: podendo ser apenas questões de eletromagnetismo e das suas manifestações (ação/reação) ou então olhando de lado e ultrapassando as barreiras, evidências exteriores de espécies inteligentes, organizadas e superiores e visitando o centro (de um mundo mineral/base suportando um ser biológico/extraordinário).

 

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STEREO COR2

(11:39 – 11:54 – 12.09)

 

Na prossecução do nosso quotidiano interior, estático e basicamente vazio (como resultado da interseção de conjuntos sem nenhum ponto comum), unicamente focado na nossa preservação como espécie habitando num conjunto fechado e sem qualquer tipo de contacto com o exterior, é possível que em determinados contextos apresentando condições pessoais e ambientais extremas e sem mais nenhuma opção viável de recuo ou de salvação, certos grupos minoritários ainda capazes de olhar para o Céu e perder-se entre a nossa sempre presente Lua e as incontáveis estrelas-faróis cintilantes (um dos espetáculos mais maravilhosos jamais observado pelo Homem, projetando diante dos nossos olhos e simultaneamente o nosso passado, o nosso presente e o nosso futuro – a verdadeira Máquina do Tempo ou Relógio), possam repentinamente contra tudo e contra todos (se necessário ou mesmo por acaso) ter ideias diferentes (outros trilhos), inverter completamente os parâmetros (no fundo complementando anteriores) e abrir a nossa mente a outras perspetivas igualmente reais mesmo que imaginadas: ou não fossem os sonhos uma projeção da realidade.

 

Podendo ser tudo, podendo ser nada. Mas sendo sempre uma Presença não muito habitual (sejam traços, sejam manchas ou outra qualquer projeção).

 

(imagens: stereo-ssc.nascom.nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:03
Sábado, 28 DE Janeiro DE 2017

Sequência de um Colapso

Num acontecimento reportado à passada quarta-feira e ocorrido na cidade de LICAY (Peru), pode-se ver uma sequência de seis imagens registadas aquando do colapso de um dos seus hotéis, implantado no cimo de uma falésia numa das margens do rio SICRA.

 

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1-2

 

Como consequência das fortes chuvadas que se abateram nestes últimos dias nesta região ocidental da América do Sul, levando a que um hotel ainda construído durante a era colonial (Peru independente de Espanha desde 1821), caísse no rio por abatimento de terras.

 

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3-4

 

Sem vítimas pessoais a lamentar (tendo-se já evacuado os hóspedes) já que dada a persistência da intensa precipitação e o aumento progressivo do caudal do rio, a situação a ocorrer já era mais que previsível até pela destruição das bases de sustentação do hotel – colocados na arriba em total desagregação devido à ação erosiva das fortes correntes.

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5-6

 

Muma zona do Globo Terrestre pertencendo ao Hemisfério Sul e atualmente atravessando a estação de Inverno, nesta época do ano habitualmente assolada por violentas tempestades com elevados níveis de precipitação e que devido à constituição e topografia do seu terreno originam fenómenos deste tipo: inundações e derrocadas (além de estar colocada ao lado de uma região sismologicamente ativa muito perto de uma falha tectónica).

 

(imagens e fonte: Global News/watchers.news)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:21
Sexta-feira, 27 DE Janeiro DE 2017

Dafne – uma das luas de Saturno

Nas imagens aparecendo num cenário de escuridão profunda e total, entalada entre um espaço um pouco mais claro preenchido pelos anéis de Saturno.

 

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A lua de Saturno DAFNE entre os anéis de Saturno

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(05.07.2010 – sonda Cassini – nasa.gov)

 

Uma das mais de sessenta luas do distante planeta Saturno (localizado a quase 10 UA do Sol) é DAFNE, um pequeno corpo celeste de 8Km de diâmetro situado no interior de um dos anéis (anel A/Keeler Gap) deste Gigante Gasoso (o outro e maior é o planeta Júpiter) – e descoberto há quase doze anos (06.05.05) escondido entre os anéis de Saturno pela sonda automática Cassini.

 

Sendo tal a proximidade ao seu planeta de referência (um pouco mais de 130.00Km) que se torna mais que evidente a constante interação não só entre os dois corpos celestes (uns milhões de vezes maior do que o outro e situados muito próximos) como a existente entre a lua e os anéis (interior e exterior).

 

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A lua de Saturno DAFNE entre os anéis de Saturno

PIA 21056

(16.01.2017 – sonda Cassini – nasa.gov)

 

Devido à sua diminuta dimensão relativamente ao monstro que orbita (um planeta com 10X diâmetro da Terra) e muitas vezes passando impercetível entre as nuvens de poeiras e outros materiais constituindo os diversos anéis rodeando Saturno (encobrindo essa lua das muitas conhecidas orbitando Saturno),

 

A lua Dafne continua a ser até pela sua extrema proximidade a Saturno, um daqueles objetos misteriosos cuja origem desconhecemos mas cujo fim já projetamos: certamente sujeita a fenómenos de grande “erosão” pela zona turbulenta que ocupa, além de estar sujeita às brutais forças exercidas pelo campo magnético do planeta.

 

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Dafne

(ampliação de PIA 21056)

 

Uma lua de Saturno que à primeira vista nos faz lembrar um sepulcro (forma aparente que o contraste entre a luz e a sombra lhe dão), completando a sua órbita num espaço temporal de apenas 14 horas (a nossa Lua demora 24 horas) e com a sua movimentação constante nas proximidades do planeta que orbita (no interior da falha de Keeler), perturbando as partículas constituindo os anéis rodeando o planeta Saturno (particularmente as do Anel A).

 

Segundo os cientistas da NASA a afirmarem serem os próprios anéis a impulsionarem a lua na sua movimentação (já que a velocidade de deslocação dos anéis é maior do que a da lua).

 

Talvez sendo os responsáveis (os anéis) pela manutenção de Dafne em órbita, impedindo a sua queda, impacto e destruição.

 

Descoberta por acaso aquando da observação de certas irregularidades em determinados anéis de Saturno (zonas fronteira) – aí aparecendo escondida a pequenina lua Dafne na falha entre anéis denominada Keeler.

 

E também conhecida como S/2005 S1.

 

(imagens – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:29
Quinta-feira, 26 DE Janeiro DE 2017

Agências Federais também contra Trump

NPS, EPA e agora a NASA

 

Com os políticos ainda em campanha (eleitoral apesar de concluída)

E com funcionários sempre a apoiar (no emprego para não o perderem)

 

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(anterior e novo logotipo de @RogueNASA)

 

Numa campanha aparentemente imparável (pois o visado já tomou posse) e necessariamente bem financiada (é sempre necessário muito dinheiro para uma processo de natureza global) por determinados e poderosos sectores privados da sociedade económica e financeira norte-americana, são agora as suas agências federais (os funcionários públicos norte-americanos) a tomarem a iniciativa do protesto contra o seu Presidente, ao manifestarem-se contra as limitações impostas às informações prestadas pelas mesmas, sobre o tema das Alterações Climáticas (algo de muito incómodo para Donald Trump em função das suas ideias sobre o Aquecimento Global) – mesmo fazendo-o por twitter como o faz o Presidente.

 

De início com o Serviço Nacional de Parques (nps.gov) e com a Agência de Proteção Ambiental (epa.gov) dos EUA a tomarem o comando do processo sendo agora acompanhadas pela sua Agência Espacial a NASA (nasa.gov): todos protestando contra as limitações impostas pelo Governo (agora de Donald Trump) de seja por que meio ou forma de comunicação for impedir a divulgação de informações sobre Alterações Climáticas sem autorização superior. Curiosamente e no que toca à NASA algo praticado anteriormente por todas as outras administrações norte-americanas (Democratas ou Republicanas) e que deixaram a sua Agência Espacial num estado de definhamento, como nunca estivera estado antes: nos anos 70 pondo um Homem na Lua agora enviando sondas automáticas.

 

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(logotipo do NPS e logotipo da EPA)

 

Neste caso concreto compreendendo-se a atitude tomada pelos funcionários destas três (das muitas) agências federais norte-americanas, apesar de num contexto mais vasto e colidindo com outros interesses escondidos e muito mais importantes da estratégia de dominação dos diversos partidos do poder nos EUA (DEM e REP), aqueles que defendem a teoria do Aquecimento Global na prática nada fazerem (passando o tema a informar, a debater e no final a lamentar) – os Democratas – e os que se opõe apenas o quererem esquecer (colocando-o de lado e logo se vê) – os Republicanos. Reconhecendo-se no entanto que algo de novo se passa no nosso ecossistema terrestre que tem provocado algumas alterações climáticas significativas um pouco por todo o Globo: confirmado o aumento constante da temperatura média registada em todo o planeta e o degelo progressivo e dramático das duas calotes polares.

 

Com um grupo de eventuais funcionários da NASA (ou seus apoiantes) – denominando-se como Resistência não oficial da mesma agência espacial (na web no endereço @RogueNASA) e afirmando perentoriamente não ser a mesma gerida por funcionários governamentais – a transmitirem ao público interessado neste tema tão importante para a nossa sobrevivência climática e global (e de todas as outras espécies incluindo o próprio planeta), que nunca deixarão de lutar pela concretização dos seus objetivos (e da sua agência espacial) mesmo que censurados ou então (e de qualquer forma) perseguidos. Retaliações para já burocráticas mas desde logo incisivas (da censura abrindo-se as portas para o processo-crime) e que levaram para já (e que se saiba) o Governo a censurar pelo menos um tweet do Serviço Nacional de Parques (nps.gov). E que apenas transmitia a informação (seguinte) que toda a gente informada há muito conhece como real:

 

“Today, the amount of carbon dioxide in the atmosphere is higher than at any time in the last 650,000 years.” (universetoday.com)

 

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(logotipo da NASA)

 

Mensagem entretanto apagada no respetivo endereço. E que poderá acarretar consequências negativas (lá está, um possível processo-crime) dado o uso não autorizado do conhecido (e oficial) logotipo da NASA. De momento com os Resistentes da NASA contando entre as três organizações federais com o apoio de mais de um milhão de seguidores. E retirado já o logotipo para evitar outras consequências, deixando aqui algumas verdades entretanto aí mencionadas (twimage.net/@RogueNASA):

 

NASA data is helping water managers ensure that more than 33 million people have a more secure water supply.

 

Science deniers are dangerous. The impact of climate change is real. There are consequences for infrastructure and human life.

 

Every one of the past 40 years has been warmer than the 20th century average. 2014 was the hottest year on record…until 2015...then 2016.

 

Trump officials suspend plan to delete EPA climate web pages.

 

We cannot allow Mr. Trump to silence the scientific community. We need peer-reviewed, evidence-based research MORE THAN EVER now.

 

Ninety-seven percent of climate scientists agree that climate change is caused by human activities.

 

(imagens: Google.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:18
Quinta-feira, 26 DE Janeiro DE 2017

Suicídio em massa nos EUA

Milhares de Aves cometeram SUICÍDIO no passado dia 20 de Janeiro na cidade texana de Houston – por coincidência no dia da tomada de posse de DONALD TRUMP e num estado surpreendentemente perdido por Hillary. Um Sinal?

 

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Milhares de aves voando de uma forma aparentemente descontrolada

 

Talvez provocado por algum tipo de fenómeno meteorológico ocasional (mas inesperado por desconhecido) ou então por um outro tipo qualquer de fator correlacionado (por exemplo alguma alteração no geomagnetismo terrestre mesmo que podendo ser local), parte da população da cidade de HOUSTON situada no estado norte-americano do TEXAS foi surpreendida no passado dia 20 deste mês (passada sexta-feira) por uma verdadeira invasão de diversos bandos de aves aparentemente desorientadas (ou então desnorteadas), acabando muitas dessas aves por embater em prédios e automóveis (circulando numa das estradas interestaduais que atravessam a cidade) e por morrer.

 

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E chocando no seu trajeto aéreo com edifícios e automóveis

 

Deixando os residentes que testemunharam o fenómeno nesta área da cidade completamente estupefatos com este estranho evento, não só pela enorme quantidade de aves presentes no local do incidente, voando como se estivessem sem comando e totalmente desorientadas, caindo do céu em todos os sentidos e direções, embatendo em edifícios e até mesmo em carros (em movimento e danificando-os) e acabando no fim por morrer devido ao forte impacto provocado: enchendo as ruas dessa zona da cidade (onde ocorreu o Evento) com milhares de aves caídas e mortas. Certamente de origem natural e sem qualquer tipo ou forma de colaboração externa (tornando-o artificial).

 

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Com algumas vítimas do impacto e com outras incólumes passeando-se sobre o solo

 

Num fenómeno talvez explicado pelos tornados que tem vindo recentemente a afetar esta região dos EUA e que poderá como consequência indireta ter afetado os trajetos de migração de muitas aves ocorrendo nesta altura do ano e que devido às condições atmosféricas para elas não favoráveis (e no caso da presença de ventos fortes para as mesmas podendo ser extremas) forçando-as a mudar de rumo, perdendo-se no seu plano de voo e desorientando-se por momentos. Algo não muito comum de ocorrer (ou de ser noticiado) mas com episódios muito semelhantes passadas em muitos locais um pouco por todo o Mundo – seja no ar, em terra, como no ar (por acaso e tal como noutras alturas no passado, também ocorridos em Houston).

 

(imagens: youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:09
Quinta-feira, 26 DE Janeiro DE 2017

O Tempo em Albufeira

Frio e chuva – É o que se espera nos próximos dias.

 

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Imagem de satélite (infravermelho): 26.01.2017 às 10:00

 

Com a maior parte do país (14 distritos em 18 – 78%) sob alerta meteorológico amarelo (p/determinadas situações envolvendo algum risco devido às condições do tempo), espera-se para o dia de hoje (quinta-feira) e seguintes um ligeiro aumento das temperaturas acompanhadas pelo regresso da precipitação.

 

Com as temperaturas a manterem-se abaixo da média semanal até domingo dia 29, subindo para valores acima da média e assim se mantendo durante os quinze dias seguintes (para todo o país e até ao dia 12 de Fevereiro); e com a precipitação a registar valores acima do normal também até ao dia 12 de Fevereiro afetando todo o país (e apenas para os distritos do norte continuando até 19 de Fevereiro).

 

No que diz respeito a Albufeira com as temperaturas mínimas e máximas previstas para hoje a andarem pelos 9C⁰/15⁰C, com vento sul e precipitação. Até sábado dia 4 de Fevereiro com as temperaturas mínimas a registarem valores entre 5⁰C/9⁰C e as máximas valores entre 16⁰C/18⁰C, quase sempre acompanhadas por registos de precipitação e vento fraco.

 

Por volta das 10:30 com a temperatura do ar a registar 15⁰C (Porto = 11⁰C e Viseu = 4⁰C), com céu muito nublado e pouca precipitação. Como vento a poder soprar de sul a 25Km/h. E com a pressão atmosférica a atingir os valores mais altos (em Portugal continental) atingindo os 1015.3 hPa.

 

(fonte e imagem: IPMA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:56

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