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Sábado, 19 DE Agosto DE 2017

Invasão e Atentados

Última Hora:

(Algarve)

 

Ainda por confirmar a chegada à costa do Sotavento Algarvio, a meio da tarde e com a praia cheia de turistas (incrédulos), de uma pequena valsa não identificada, carregada de uma centena de migrantes (em fuga) e oriundos de parte incerta − posteriormente e segundo informações fidedignas atravessando a praia, fugindo pelo areal e desaparecendo no interior do território algarvio rumo à Europa – deixando os veraneantes aí presentes a interrogarem-se, não só pelo episódio insólito observado como pela aparência familiar desses fugitivos.

 

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Com todos os territórios adjacentes ao mar Mediterrânico em sobreaviso ou em pé de guerra dada a ameaça dos terroristas – Espanha, França, Turquia e Grécia (a norte) e Marrocos, Tunísia, Argélia, Líbia e Egito (a sul) – são cada vez mais frequentes e dispersos (atingindo outros países como a Grã-Bretanha, a Bélgica e a Alemanha) os atos de violência e de morte de um lado e do outro do mar: isto para já não falarmos do genocídio em curso no próprio mar (com milhares de pessoas fugindo da guerra e da morte e acabando afogadas no mar).

 

Sucedendo-se a violência brutal a sul (com destaque para a Líbia) e a brutal violência a norte (com a proliferação de atentados) com a segunda a preocupar-nos (portugueses) pela evolução e aproximação: com os atentados a serem selváticos, primitivos e mortais e em pura extensão cada vez mais próximos e consentidos (originando preocupação, medo e interrogação questionando-nos o que faz o Estado para nossa segurança e prevenção). Hoje com um novo atentado a acrescentar à já larga lista (de mortos e de feridos) e com mais 2 portugueses a acrescentar ao número mortal (uma avó de 74/confirmada e uma neta de 20/por confirmar passeando pelas Ramblas na turística Barcelona capital da Catalunha).

 

Confirmando-se assim que nem os portugueses estão livres de serem vítimas diretas da violência dos terroristas, para já além-fronteiras mas com o perigo a aproximar-se: ontem (há poucos dias) e como primeiro aviso (sinal ou alerta) com os primeiros migrantes a atingirem a Península Ibérica (Cádis) já bem perto de Portugal (Vila Real de Santo António na região do Algarve), amanhã com outra valsa desviando-se mais para ocidente no estreito Gibraltar e com a mesma origem anterior (cidade marroquina de Tanger) chegando a uma praia algarvia pejada de veraneantes surpreendidos com o fato e vendo-os desaparecer pela areia (fugindo e desaparecendo).

 

Num país que para já parece considerado neutral (imune) – talvez por certos investimentos oriundos de várias paragens originando um Status quo local e entre adversários (um centro de negociações e de alguma espionagem) – mas que dum momento para o outro poderá repentinamente mudar chegando cá uma valsa ou levando com um atentado: com muita praia para escolher em toda a costa algarvia e com muitos turistas por lá como por cá (por Lisboa e pelo Porto).

 

(imagem: fanpage.gr)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:30
Sexta-feira, 11 DE Agosto DE 2017

Migrantes a Chegarem por Mar

“Na Praia dos Alemães assistimos ao contraste

Sem poder virar as costas e mais uma vez ignorar.”

 

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Praia de Zahara de los Atunes

(Cádis ‒ Espanha)

 

Mais cedo do que o previsto e sendo ainda difícil de acreditar, a costa do sul de Espanha para lá do Estreito de Gibraltar e quando o Mediterrânico encontra o Atlântico, começa agora a aparecer com destaque informativo e envolvendo migrantes: maioritariamente escolhendo o outro lado (do estreito) para o seu trajeto de fuga (com chegada à Europa), mas dada a saturação dessas rotas e crescente perigosidade (como o itinerário Líbia/Itália), optando agora por Marrocos (Ceuta/Tanger) deslocando-se para ocidente (Andaluzia espanhola) e desta vez para Cádis. De África menos de 30Km até Espanha (Costa da Luz), uns 100Km até Cádis (Andaluzia) e pouco mais de 200Km para Portugal (Algarve).

 

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Costa da Luz

(estendendo-se do Mediterrâneo à fronteira do Guadiana)

 

Pelo que se não neste ano de 2017 pelo menos já no próximo de 2018 (e continuando ativo este fluxo obrigatório de turismo entre os territórios das presas/África e Oriente e dos predadores/América e Europa) uma valsa carregada de migrantes e originária de terras mais a sul para lá do Mediterrânea (Melilha, Ceuta ou Tanger) chegará à costa do Algarve (muito mais rápido de que as plataformas petrolíferas) misturando-se com os veraneantes e dando outro aspeto e colorido às praias e empreendimentos turísticos do sul de Portugal: saltando de Tanger para cádis e depois podendo dar outro salto dessa vez até Albufeira. Tendo à sua espera como não poderia deixar de ser os inúteis da Proteção Civil (os iluminados da prevenção, da proteção e da segurança que tudo deixam arder e morrer) e os GIP dos jipes mas apetrechados de mangueira (chamando a GNR e assim dispensando os bombeiros). Num território sem Exército mas cheio de chefes e de formadores.

 

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De África até à Europa

(numa curta travessia de cerca de 30Km que pode significar a vida)

 

Ontem dia 10 de Agosto com outro barco carregado de cerca de 50 migrantes fugitivos do continente africano a chegar à costa espanhola (atingindo terra na província de Cádis) e com os fugitivos saindo apressados do barco perante o espanto geral dos banhistas (em paz e vendo a guerra a chegar até eles), perdendo-se de seguida e de vista (mais à frente) noutros trilhos à procura de um novo destino (talvez a Inglaterra com as suas ruas forradas a Ouro e com uma mulher ainda sendo Rainha). Com os migrantes oriundos de um continente com fome, com doenças, com guerras e cada vez com mais bases militares estrangeiras domiciliadas neste território (norte-americanas e até chinesas e até com turcos pelo meio) a fugirem sobretudo da morte (permitida por legal e institucional) e de todos os seus agentes e outros formadores ou assassinos (incluindo os terroristas muitas das vezes em conluio com as autoridades).

 

(imagens: metro.us/masspanje.nl/saylordotorg.github.io)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:54
Domingo, 26 DE Fevereiro DE 2017

Na Quinta-Feira em Albufeira os Carros estavam todos Castanhos

Explicando o motivo pelo qual quinta-feira de manhã pelas 08:00 horas locais e ao sair de casa encontramos todos os carros cobertos por uma fina camada de poeira (castanha) meio-colada ao mesmo (pela percentagem de humidade ainda presente no ar), ficamos agora a saber que tal acontecimento registado um pouco por todo o sul de Portugal (especialmente no Algarve e neste caso em Albufeira) se deveu ao deslocamento de um significativo conjunto de nuvens constituídas por gases e muita poeira, deslocando-se do norte de África para o sudoeste da Europa – e afetando quase toda a área integrando a Península Ibérica (exceto o litoral a norte).

 

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Nuvens de Poeira

(por volta das 3 da manhã de quinta-feira)

Viajando do Sahara, atravessando o Mediterrâneo e atingindo o sul da Europa

(22 a 25 de fevereiro de 2017)

 

Na prossecução da sua deslocação iniciada no norte de África (por volta de terça-feira, 21) e tendo como uma das suas origens o Reino de Marrocos, a espessa camada de nuvens carregada de poeiras atingiu fortemente Portugal (e Espanha), dirigindo-se de seguida para leste e atingindo países do sul do continente desde a França até à Turquia. Um fenómeno atmosférico que para muitos nada mais significará do que um monte de sujidade depositado numa determinada superfície, mas que na realidade poderá representar (caso um dia tal aconteça com mais intensidade e frequência) um problema ambiental a encarar e a prevenir: com estas poeiras na sua constituição a serem dos principais componentes dos aerossóis presentes na atmosfera terrestre (poluindo e contribuindo para o aquecimento global.

 

(alguns dados e imagem: TW/watchers.news)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:07
Sexta-feira, 17 DE Outubro DE 2014

EBOLA e Técnicos de Saúde

If you do something once that has a very low probability of a very negative consequence, your risks of harm are low. But if you repeat that activity many times, the laws of probability—or more specifically, a formula called the "binomial distribution"—will eventually catch up with you. (John Villasenor – 17 de Outubro – medicalxpress.com)

 

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OMS declara (hoje) o fim do surto EBOLA no Senegal

 

Com mais de 4.000 mortos registados até hoje vítimas da infecção provocada pelo vírus EBOLA (com a maioria esmagadora dessas vítimas relacionadas com três países da África Ocidental – Serra Leoa, Guiné e Libéria), a propagação do vírus mantém-se sem dar sinais de querer abrandar.

 

Esta doença infecciosa e mortal que tem assolado a África Ocidental – com um número invulgar de vítimas neste novo surto registadas especialmente desde Abril deste ano – tem no entanto atacado simultânea e violentamente os técnicos de saúde instalados no terreno os quais, apesar de todos os protocolos de segurança, têm também sucumbido à sua rápida (e silenciosa) propagação.

 

Como se pode constatar na tabela seguinte com mais de 5% das vítimas (segundo a Organização Mundial de Saúde) a serem profissionais da saúde.

 

Doença

Total de Indivíduos Mortos

(TIM)

Técnicos de Saúde Mortos

(TSM)

(TSM/TIM) x 100 Conclusão
EBOLA > 4.500 236 > 5% Em cada 20 Indivíduos que morrem com o EBOLA 1 é Técnico de Saúde

 

(dados – Organização Mundial de Saúde)

 

A mesma WHO/OMS apresenta entretanto previsões para a evolução desta doença/epidemia, projectando para este fim-de-semana a ultrapassagem dos 9.000 contaminados (entre eles mais de 400 profissionais de saúde a actuarem no terreno).

 

Relembra ainda que estes números poderão ser ainda mais elevados, dado o número de casos (por diversos motivos) não reportados.

 

Em África apenas 14 países se preparam convenientemente (com prevenção e acção imediata no terreno) para este novo surto de EBOLA.

 

Apesar de todo o alarmismo provocado na população mundial – seja por aqueles que desvalorizam a epidemia, seja por aqueles que já vêm o Apocalipse Final – ela ainda pode ser travada.

 

Ou não esteja a epidemia restrita a uma zona limitada de África e exclusivamente com casos pontuais assinalados noutros pontos do globo: todos justificados pelo transporte do doente ou pela infecção provocada noutro indivíduo pelo mesmo doente já infectado.

 

O que é na realidade necessário e fundamental é um maior investimento em África no sector da saúde: veja-se o caso de dois países africanos de referência na luta contra este novo surto do vírus EBOLA, que hoje já estão a ser recompensados pela sua estratégia de intervenção – a Nigéria e o Senegal.

 

E com o Senegal e a OMS a poderem anunciar hoje ao mundo, o fim do surto nesse território (muito provavelmente acompanhados pela Nigéria).

 

(imagem – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:10
Sábado, 11 DE Outubro DE 2014

Vírus – O EBOLA & Os OUTROS

O combate contra o EBOLA devia ter sido (desde o início deste novo surto) assumido pela comunidade internacional (com a OMS à cabeça), tendo como único objectivo a imediata e eficaz protecção das populações locais mais afectadas pelo vírus. Mas como era em África e se tratava de um problema crónico e regional tal não sucedeu. E chegados a Julho o novo EBOLA cresceu perigosamente (a intervenção deveria ter sido levado a cabo três meses antes) e então o vírus caiu-nos subitamente nas mãos: um caso na América do Norte (mortal) e outro na Europa (internado).

 

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Evolução do número de mortos provocados por este novo surto do vírus EBOLA
(em quatro dos países africanos mais afectados; não inclui outros países próximos – com indicação de casos de infectados, como o Senegal e a R. D. Congo)

 

Quando observamos na TV as imagens vindas de África tendo como referência a rápida (e mortal) disseminação do vírus EBOLA, ficamos espantados com a reacção e forte presença da população africana em torno de qualquer caso detectado pelas autoridades sanitárias locais, demonstrando com a sua forte presença e envolvimento estarem muito interessados (e nada preocupados) em observar tudo o que se passa em cada incidente ocorrido: tal e qual como acontece em Portugal quando ocorre um acidente automóvel, em que uma multidão de mirones cerca por completo (por vezes prejudicando o trabalho das equipas de socorro) o acontecimento. Só que se em Portugal a presença do mirone no local do incidente não comporta nenhuns riscos, no caso de África a sua presença pode ter consequências mortais.

 

Então qual será a razão desta despreocupação para nós considerada irresponsável, por parte da população local – especialmente quando as reportagens focam os três países mais violentamente atingidos e que são a Serra Leoa, a Libéria e a Guiné? A resposta sobressai de imediato após rápida visualização da tabela seguinte:

 

Principais causas de morte em África

 

Ordem Doença Mortes
01 HIV/AIDS 1.088.000
02 Infecções Respiratórias 1.039.000
03 Diarreia 603.000
04 Malária 554.000
11 Tuberculose 218.000
... EBOLA 3.000

(fonte: WHO2012/EBOLA 2014

 

Comparando os números da tabela é fácil de constatar a diferença registada entre o número de mortos (registados em 2012), num caso causados por infecção HIV/AIDS e no outro pelo vírus EBOLA (em 2014): com o HIV/AIDS a ter uma taxa de mortalidade superior a 350x ao EBOLA. E mesmo em infecções como a tuberculose com cerca de 70x mais casos registados relativamente ao EBOLA. Convêm no entanto registar que o ano de 2014 ainda não acabou (a OMS prevê – se este ritmo se mantiver – 20.000 mortos provocados pelo vírus até ao fim deste ano) e que a população dos três países africanos (mais) atingidos, representa apenas 2% da população do continente (África representa 1/7 da população mundial).

 

Para memória futura este novo surto do vírus EBOLA iniciou-se no fim do ano passado (Dezembro de 2013), sendo apenas “tomado a sério” e assinalado três meses depois (Março de 2014). É o surto recordista em número de infectados (até ao momento mais de 8.000) e de mortos (até ao momento mais de 4.000).

 

(imagem – Web)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:47
Domingo, 20 DE Março DE 2011

Guerra na Líbia

Muammar Kadhafi ameaçou hoje a coligação internacional de represálias, avisando que o Mediterrâneo e o Norte de África converteram-se numa "zona de guerra".

(Jornal Expresso)

 

Força internacional bombardeia Líbia por ar e mar

 

Os Estados Unidos atacaram hoje baterias antiaéreas da Líbia com mísseis de cruzeiro Tomahawk a fim de facilitar a aplicação da zona de exclusão aérea pelas forças da coligação, disse uma fonte militar dos EUA.

(Jornal i)

 

Porta-aviões

 

Um locutor na rádio dos rebeldes líbios diz que os aviões no céu pertencem a "países amigos". Um líder religioso que a BBC não conseguiu identificar diz aos ouvintes que Khadafi "não é um verdadeiro muçulmano, ele não se guia pelas regras do Corão".

(Jornal Público)

 

Jacto líbio abatido

 

Os EUA e a França fizeram este sábado ataques contra a Líbia, atingindo sobretudo as instalações anti-aéreas do regime de Muammar Kadhafi. Cerca de 100 mísseis de cruzeiro foram lançados de navios norte-americanos estacionados no Mediterrâneo e bombardeiros franceses atacaram alvos militares para prevenir ataques às zonas que estão nas mãos dos rebeldes.

(Jornal Correio da Manhã)

 

Celebração

 

Operation Odyssey Dawn: U.S. Launches Military Strikes In Libya.

 

(Jornal Huffington Post)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:21

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