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Segunda-feira, 11 DE Dezembro DE 2017

Tempestades Meteorológicas ‒ Depois de Ana à espera de Bruno

Os responsáveis pela atual denominação meteorológica atribuída a Tempestades que possam afetar mais intensamente os seus países ‒ França, Espanha e Portugal ‒ já tinham anunciado anteriormente que as próximas tempestades serão a Tempestade Bruno e a Tempestade Carmen ‒ só não sendo capazes de antecipar as datas.

 

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Tempestade Ana ‒ Destruição em Lisboa

 

E depois da AEMET, da METEOFRANCE e do IPMA (organismos meteorológicos espanhóis, franceses e portugueses) terem decidido juntar-se para conjuntamente trabalharem sobre as previsões do tempo como é o caso do aparecimento de tempestades (podendo afetar os três países, seus territórios e populações) ‒ um sistema conjunto que trabalhando com eficácia pode manter a população mais atenta para fenómenos (mais ou menos) extremos meteorológicos ‒ eis que logo no 1º dia de Dezembro de 2017 (ainda antes do fim-do-ano) o novo Catalogo de Tempestades Regionais se estreia, com o aparecimento e batismo da 1ªTempestade: seguindo a ordem alfabética e sendo a pioneira (no novo catálogo de tempestades disponíveis, para a França e para a Península Ibérica) sendo denominada de ANA.

 

Uma tempestade deslocando-se para território francês transportando consigo uma onda de ar frio ‒ acompanhada de intensa precipitação e de ventos fortes ‒ cobrindo todo o seu território (da França) e na sua deslocação indo também atingir Espanha e Portugal: atingindo a França (com 1/3 dos seus departamentos em alerta), o Reino Unido (com queda de neve, estradas cortadas e habitações sem eletricidade), a Espanha (na Galiza com elevada precipitação, ventos fortes e deslocamentos de terra) e ainda Portugal. No nosso país com a tempestade ANA e os efeitos da sua passagem a verificarem-se mais intensamente no dia 10 de Dezembro (domingo) e na passagem para o dia 11 (madrugada de domingo para segunda-feira), tendo como algumas dessas consequências (entre muitas outras) entretanto noticiadas: desde o registo de uma vítima mortal no distrito do Porto (Marco de Canaveses), passando pela queda de neve na Serra da Estrela (e na Serra de Montemuro), às habituais inundações e quedas de árvore na região de Lisboa (causadas pela chuva intensa e fortes rajadas de vento), ao forte (duplo) impacto da precipitação/vento sobretudo a Norte (como na região do Porto) e terminando mais para sul e já na Região do Algarve, com a forte agitação marítima a invadir a Ilha de Faro atingindo quintais e algumas habitações (atacadas por água e areia).

 

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Tempestade Ana ‒ Mar invadindo a Ilha de Faro

 

Na cidade de Albufeira com a passagem da Tempestade ANA a ser sentida mais intensamente ao início da noite e prolongando-se até para lá do meio da madrugada (do dia 10 para o dia 11), com alguma precipitação e sobretudo com ventos fortes: pelas 14 horas desta segunda-feira com a temperatura a andar pelos 15⁰C, com vento pelos 10Km/h e registando-se até ao momento (15:00) fraca precipitação (apesar do manto escuro/ameaçador de nuvens deslocando-se para cá vindo de norte). E com as previsões para esta semana a manterem-se já a partir do fim do dia de hoje, com a chuva a parar (se cair só mesmo lá para 6ªfeira, dia 15) e com as temperaturas (mínimas e máximas) a descerem na ordem de uns 5/6⁰C. Com o IPMA ainda esta segunda-feira a confirmar a descida anteriormente anunciada das temperaturas (já negativas de manhã na Serra da Estrela) prevendo já para o final da tarde (e para a generalidade de Portugal Continental) céu pouco nublado a limpo. E lá se indo a chuva, que tanta falta nos faz (pelo menos até ao anúncio da próxima Tempestade).

 

(imagens: Ricardo Lopes/publico.pt e sicnoticias.sapo.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:06
Domingo, 03 DE Dezembro DE 2017

Meteorologia em Portugal e em Albufeira

ALBUFEIRA

18:30

(tempo frio e seco/sem chuva)

Temperatura: 11⁰C

Vento fraco nordeste

Humidade: 38%

Precipitação: 0%

 

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1

Albufeira

Com o fim da Feira França a 3 mas com o regreso da Feira Quinzenal a 5

(século XXI)

 

Segundo dados do IPMA hoje (domingo 03.12.2017) em todo o território nacional (ilhas incluídas) o céu apresenta-se limpo e sem nuvens, e sem previsões de precipitação: exceção feita ao arquipélago dos Açores onde o céu estará nublado ou pouco nublado. Quanto às temperaturas do ar com a temperatura na região do Algarve a andar pelas duas da tarde pelos 15⁰C (em Albufeira com mínima nos 5⁰C e máxima nos 16⁰C), com vento predominante de este (V=14Km/h), humidade pelos 30% e previsão de chuva nula (0mm). Comparativamente com o resto do país (território continental) sendo a região algarvia aquela a proporcionar melhores condições meteorológicas para todos os seus residentes (nacionais e estrangeiros), apresentando nesta época do ano (pré-Natalícia) um clima parecido ao do Verão de São Martinho (que se tem estendido desde Novembro prolongando o período de seca), convidando todos os felizardos ‒ com tempo disponível e residindo em Albufeira ‒ a um passeio pela praia ou uma ida até à Feira Franca (hoje no seu último dia): como o demonstram as temperaturas para o norte de Portugal (continental) com o IPMA a colocar cinco distritos em Alerta Amarelo (de 1/4 sendo um aviso de nível 2 devido essencialmente à onda de frio) ‒ sendo estes Aveiro, Braga, Bragança, Guarda e Vila Real (sobretudo na passagem de domingo para segunda).

 

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03.12.2017 ‒ 18:00

Imagem de satélite/Infravermelho

(EUMETSAT/IPMA)

 

Hoje (domingo) com as previsões de temperaturas mais baixas (e negativas) a dirigirem-se sem dúvida para os distritos de Bragança e da Guarda, com as temperaturas a atingirem máximas de 8⁰C/5⁰C e mínimas de -3⁰C/-2⁰C (respetivamente) ‒ Vila Real 9⁰C/0⁰C ‒ e certamente mantendo-se cenário idêntico (de frio intenso) para os próximos dias (pelo menos até 4ª feira): e com a mínima a andar (nestes distritos e nestes dias) entre os 0⁰C e os -4⁰C. Segundo o resumo climático publicado pelo IPMA e relativo ao mês de Novembro (deste ano) com esse mês a ser muito seco (precipitação abaixo dos 50% do normal) e quente (tendo-se registado mesmo uma onda de calor com a duração de uma semana e afetando sobretudo o interior Norte/Centro e algumas partes do Alentejo) mantendo-se o período de seca que o país atravessa (3%/seca moderada, 46%/seca severa e 51%/seca extrema).

 

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03.12.2017 ‒ 18:00

Intensidade de precipitação

(IPMA)

 

No que se refere ao Algarve e à cidade de Albufeira (concelho e freguesias: Albufeira & Olhos de Água, Ferreiras, Guia e Paderne) com as previsões para os próximos 9 dias (4 Dezembro a 12 Dezembro) a apontarem para céu limpo ou pouco nublado (com algumas probabilidades de chuva para o próximo fim-de-semana ‒ 22%/37%), vento fraco a moderado e temperaturas a variarem entre 4⁰C/7⁰C (mínima) e 16⁰C/18⁰C (máxima): tudo indicando a manutenção do tempo que se tem verificado nos últimos dias ‒ seco, frio e sem chuva ‒ pelo que durante a próxima semana o ambiente será convidativo (para quem pode) para se levantar de manhã cedo, tomar um reconfortante pequeno-almoço, dar um belo passeio pela praia, descansar um pouco ao Sol (aproveitando o calor dos raios solares ao toque da sirene dos bombeiros/ao meio-dia), degustar um bom almoço e no final usufruir de uma sesta tranquila (ou de um bom período de leitura). E numa região algarvia (exclusiva e infelizmente até para a sua evolução) virada para o Turismo (e sobretudo para a Hotelaria/Restauração) restando aos Trabalhadores/Residentes (trabalhando todos para o mesmo) colaborar no negócio e com os trocos recebidos tentarem proporcionar algo mais: a si assim como aos seus neste mês da comemoração do Natal (dentro de apenas 3 semanas).

E como curiosidade e a nível sismológico com a Região do Algarve (ou regiões marítimas próximas) a registar desde o início de Dezembro os seguintes sismos:

 

Ordem

Data

Local

Magnitude

Profundidade

1

2017-12-01

SW Cabo S. Vicente

2.2

31

2

2017-12-02

E

Monchique

1.1

6

3

2017-12-02

SW Monchique

0.9

-

4

2017-12-02

SW Cabo S. Vicente

1.6

33

5

2017-12-02

SW

Lagos

1.1

29

6

2017-12-02

SW Cabo S. Vicente

1.7

40

7

2017-12-03

S

Monchique

1.2

18

8

2017-12-03

SW Cabo S. Vicente

2.9

34

9

2017-12-03

SW S. Brás de Alportel

2.4

28

(sismos registados na região do Algarve ‒ terra e mar ‒ desde o início de Dezembro)

 

Como se pode verificar com a zona mais ativa a estar referenciada ao Cabo de S. Vicente (4 pequenos sismos desde o início de Dezembro) e com o mais intenso registado em terra a ocorrer em São Brás de Alportel com M2.4 (mesmo assim pouco significativo). A nível global com um sismo de intensidade M6.0 (profundidade de 24Km) a registar-se hoje pelas 11:19 (UT) perto da costa do Equador.

 

(imagem 1: PA ‒ dados e imagens 2,3: ipma.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:36
Quinta-feira, 30 DE Novembro DE 2017

Hoje o Sol Brilhou no Algarve

[Albufeira/Silves 29 Novembro 2017]

 

Tal como ler, viajar é fazer uma visita simultaneamente ao passado, ao presente e ao futuro ‒ e desse modo ativando a nossa cultura e (sobretudo) a nossa memória, de uma forma bem saudável e suficiente para nos manter bem vivos (física e mentalmente): é que só os mortos não se mexem.

 

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Silves

 

Hoje de manhã na minha viagem até Silves (partindo de Albufeira) podendo-se confirmar a manutenção de céu limpo, sem chuva e com uma ligeira descida das temperaturas (com o período de seca extrema/severa a continuar em Portugal Continental): um dia bem agradável para um passeio ao interior do Algarve ou em alternativa para um longo passeio na praia (por exemplo em Albufeira).

 

Ao entrar em Silves vindo de Alcantarilha e tendo passado pelo Amendoeira Golf Resort (ainda me lembro da antiga estrada rodeada por uma Multidão de Laranjeiras e de outros citrinos) no início da descida para Silves (pela estrada da Colina dos Mouros) agora rodeada por terrenos cultivados, batendo de frente com um belo postal (de Silves) apresentando-nos em baixo a ponte (Romana) e o rio (Arade), logo a seguir toda a cidade (acompanhando o curso do rio e subindo pelo monte acima) e lá bem em cima a Sé Catedral com o Castelo de Silves logo ao lado ‒ como “uma Cereja no topo do Bolo”.

 

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Laranjeiras de Silves

 

Num dia lindo, com o céu azul e o Sol presente ‒ com o ar claro e limpo e com os raios solares a temperarem o nosso corpo num dia típico deste Algarve Mediterrânico ‒ saindo vazio (de mãos a abanar) do Tribunal de Silves (presente o ofendido não comparecendo os autores do crime) sem saber bem o que fazer, mas já preparado para tal (desenlace) usufruindo ao máximo da viagem (de regresso) observando tudo em volta (sobretudo o campo e o Algoz) e nesse intervalo de tempo recordando o tempo passado (de há uns trinta anos para cá) e comparando-o com o espaço d’agora deslocando-se mesmo ao meu lado (do presente).

 

E pelas catorze horas finalmente prestes a ir almoçar, olhando pela janela o Sol lá fora a brilhar (com uma pequena corrente de ar): com a temperatura do ar a andar pelos 16⁰C apresentando-se o céu limpo com vento norte/moderado (temperatura água do mar = 20⁰C com ondulação de 0,5/1 metros), não se prevendo chuva (0%) e com as temperaturas a variarem entre os 7⁰C (mínima) /16⁰C (máxima).

 

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Albufeira

 

Sismologicamente falando e já depois do pequeno sismo (impercetível) de M0.8 a Sul de Albufeira (dia 29) ‒ nesse mesmo dia umas horas antes tendo-se registado outro sismo a SW de Monchique de M0.7 ‒ tendo ocorrido mais outros quatro sismos mas sempre de baixa intensidade: M1.1 NE de Loulé (dia 29), M1.1 S Lagoa (dia 30), M1.5 SW Faro (dia 30) e M0.9 NE Monchique (dia 30). Como se vê nada de significativo para a normal atividade sísmica registada nesta região do sul de Portugal (no entanto situando-se numa região próxima de importantes falhas tectónicas, sendo suscetível à ocorrência periódica de sismos mais intensos ‒ como por exemplo o de 1755) ‒ e no entanto sendo conveniente estar sempre bem atento (dado o nosso passado geológico).

 

Com as previsões meteorológicas para a cidade de Albufeira a apontarem para os próximos 7 dias (1 a 7 de Dezembro) a continuação do céu limpo (por vezes um pouquinho encoberto), sem chuva (previsão de 0%) e com vento fraco a moderado sobretudo de N; com as temperaturas a manterem-se estáveis prevendo-se mínimas dos 4⁰C/7⁰C e máximas dos 14⁰C/17⁰C. E prevendo-se que quando muito possa chover a 8/9 (14% a 21%) ‒ e sabendo-se que a Norte o cenário ainda é pior ‒ com a seca a continuar (a acelerar) e a passar de EXTREMA a SEGURA (cobrindo quase todo o continente): um caso que dá para pensar depois dos fogos deste ano (com mais de uma centena de mortos) e do contínuo avanço do deserto a caminho da Península Ibérica (saltando sobre o Mediterrâneo).

 

(imagens: jf-silves.pt/cm-silves.pt/algarv-e-ventos.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:09
Quinta-feira, 30 DE Novembro DE 2017

FF em Albufeira

E se para Comunicar não fosse necessário usar um Código?

(limitado a letras e números)

 

De 29 de Novembro a 3 de Dezembro no Recinto do Mercado (mesmo ao lado do Terminal Rodoviário) desenrola-se a Feira Franca (de Albufeira) com carrosséis e farturas e muito mais a descobrir (e também se podendo sonhar). Este ano com o bom tempo a acompanhar o evento (popular e de natal) convidando a umas castanhas e a uma bebida amiga (quentinha, fresquinha ou então ao natural). Relaxando-se aí um pouco a caminho do Natal.

 

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As Luzes da Feira Franca muito próximas do Imortal

 

Ou não tivesse tudo origem no vazio sendo tudo uma consequência desse nada.

(nessa junção estando a compreensão de Infinito)

 

Ao anoitecer deste Novembro frio, seco e sem chuva, tendo a seu lado os jovens (futebolistas) do Imortal (em período noturno de treino e antecedendo um feriado), desligados do evento (eventualmente por espaços e por momentos) mas sendo invadidos pelo mesmo: com O Som & As Luzes a invadirem o recinto e sem mesmo se aperceberem a registá-los no tempo ‒ ali e num Salto à Feira. Ou não fosse a Vida um Circo (aproveitado sendo Bom).

 

(imagens: PA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:54
Quarta-feira, 29 DE Novembro DE 2017

Choveu e veio o Sol em Albufeira

Apesar deste curto período de chuva, com tudo a apontar para que a Feira Franca de Albufeira (a decorrer entre esta quarta-feira e domingo), decorra com temperaturas aceitáveis e sobretudo sem chuva.

 

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Feira Franca de Albufeira

(29 Novembro a 3 Dezembro)

 

Na cidade de Albufeira os três dias mais intensos de chuva (previstos para os dias 27/28/29) tiveram o seu clímax a partir da hora do lanche de terça-feira (dia 27), momento a partir do qual assistimos a uma precipitação intensa (durante cerca de um quarto-de-hora), seguida de outros períodos curtos de pluviosidade e terminando já de noite com relâmpagos, trovões e mais um pouco de precipitação.

 

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Mercado Municipal e Jardim Público

 

Hoje dia 29 de Novembro (quarta-feira) com o Sol a ver-se (entre algumas nuvens cinzentas) circulando e brilhando (e confortando-nos também um pouco) nos céus de Albufeira (tal como em todo o país), com a temperatura pelos 18⁰C (pelo meio-dia) e apesar de todas as previsões de chuva (99%) com o tempo parecendo querer-se manter com Sol e sem Chuva. E com as previsões a apontarem para (pelo menos) mais uma semana sem chuva.

 

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Albufeira uma cidade sobre o mar

 

Indicando a Meteorologia para hoje (dia 29) e em Albufeira temperaturas entre 9⁰C (mínima) e 19⁰C (máxima), com períodos de aguaceiros fortes (para já e a partir do nascer do dia ausentes) entrando a partir de amanhã (o concelho e talvez o país) num novo período de “seca” (e talvez acompanhado de frio); e como curiosidade a ser registado um pequeno sismo esta quarta-feira a SE de Albufeira pelas 08:46 e com M0.8 (impercetível).

 

(imagens: viralagenda.com e PA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:54
Quinta-feira, 23 DE Novembro DE 2017

À Espera Que Chova

“Entre o Douro e Trás-os-Montes, a seca reflete-se nos abastecimentos de água à população, nas explorações de gado que já estão a gastar as reservas do inverno e nas quebras de produção na agricultura.”

(noticiasaominuto.com)

 

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Com previsão de chuva um pouco por todo o país prevista para esta quinta-feira (com períodos de chuva ou céu pouco nublado e vento moderado) ‒ na cidade de Albufeira com 50% de hipóteses de chuva (sobretudo a partir do início da noite):

 

O IPMA prevê para amanhã (sexta-feira) a continuação do estado do tempo, seguida de uma ligeira melhoria (durante o fim-de-semana) e a partir de segunda-feira o regresso de novo da chuva:

 

Em Albufeira com as previsões a apontarem o período máximo de pluviosidade para o início da próxima semana (segunda, terça e quarta-feira) ‒ com 62% a 67% de probabilidade de chuva ‒ para a partir de quinta-feira (1 de Dezembro) voltarem os aguaceiros fracos e o céu pouco nublado.

 

“Zonas lagunares, como as de Aveiro a da Ria Formosa, ou ainda de Óbidos e Albufeira, e zonas estuarinas, como as do Tejo e Sado, tenderão a desaparecer ou a estreitar-se muito, com perdas de terrenos agrícolas bem como inundações de zonas baixas vizinhas.”

(esquerda.net)

 

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Ou seja e a confirmarem-se as previsões com a chuva (necessária e fundamental) a continuar ausente de Portugal Continental, prolongado o período de seca (nalgumas partes do território já Severa):

 

Contribuindo para a diminuição de humidade dos terrenos (já bastante baixa) e mantendo-se este cenário (meteorológico) correndo-se sempre o risco de novos incêndios (em Dezembro);

 

Da subida do preço da água e da eletricidade (e de muitos outros produtos direta ou indiretamente associados);

 

E ainda da perda de culturas e de muitos animais de criação (sem água para beberem, sem pasto para se alimentarem e sem condições para se reproduzirem e sobreviverem).

 

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"Haverá com certeza subida de preços imediatos em alguns produtos e vai haver falta de rendimento para quem os produz."

(Eduardo Sousa/Presidente da CAP/iol.pt)

 

E nas previsões a longo prazo para Portugal Continental (20 Novembro/17 Dezembro) mantendo-se os valores baixos de precipitação (abaixo do normal) e a continuação das temperaturas acima das normalmente registadas para esta época:

 

Com os efeitos (meteorológicos) a fazerem-se sentir especialmente no centro e a sul do país, parecendo querer prolongar este Verão de S. Martinho (comemorado a 11 de Novembro) ao mês de Dezembro e talvez à Passagem de Ano.

 

O que seria um desastre (Económico e Social) para Portugal (Continental):

 

Aí atingindo um período de Seca Severa (em quase todo o território português);

 

E por efeito de ação/reação (deste extremo climatológico) fazendo disparar todos os preços ao consumo não só da água e da eletricidade como o de muitos dos bens imprescindíveis além de muitos dos nossos alimentos básicos (por serem para muitos de subsistência e de sobrevivência).

 

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“Uma das preocupações são os peixes autóctones da bacia do Guadiana, onde há espécies únicas, que só existem ali, como é o caso de um pequeno peixe chamado saramugo, classificado como "Criticamente em perigo" a nível nacional. Outra situação que está a ser agravada pela seca é a morte de sobreiros e azinheiras no montado alentejano."

(dn.pt)

 

Até na região do Algarve e devido às condições climatéricas que se tem vindo a sentir este ano (temperaturas acima da média e sem chuva) com a Laranja a estar atrasada e com a sua apanha a ser adiada para Dezembro ‒ logo, ainda sem a Laranja do Ano (Nova) nesta região de excelência para a produção de citrinos (dos melhores de Portugal tal como as Sardinhas do Algarve).

 

De momento com a chuva a (parecer) querer chegar (como prometido) a Portugal ‒ tendo chovido um pouquinho pelo meio-dia (em Albufeira):

 

Com regiões do país a serem já abastecidas com autotanques (distrito de Viseu);

 

E com os espanhóis (em Espanha e unilateralmente) a reterem as águas dos seus principais rios em albufeiras (especialmente Douro e Tejo, nascendo em Espanha e desaguando em Portugal);

 

Acentuando ainda mais a falta de água e os efeitos da seca (prolongada e extrema/severa ‒ onde estão os Convénios da Água?) e suscitando desde logo a possibilidade de subidas (no seu preço) da Água e da Eletricidade. Mas pelos vistos (nem tudo sendo mau) ainda resistindo alguns oásis (neste caso a norte):

 

“Luso. Um oásis onde não falta água, apesar da preocupação.”

(dn.pt)

 

(imagens: ipma.pt/shifter.pt/iol.pt/expresso.sapo.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:45
Sábado, 11 DE Novembro DE 2017

4ª Feira de Albufeira para Quarteira

Na passada quarta-feira aproveitando a conjugação do Verão Algarvio (convidando-nos até à praia) com a chegada do São Martinho (e a comer castanhas),

 

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Venda de Peixe “popular” em Quarteira

 

Fui com o meu amigo José (da cidade de Albufeira) até à cidade de Quarteira à procura de peixe (essa preciosidade gastronómica do nosso mar algarvio), não só sendo fresquinho como se possível da costa e de preferência baratinho (e num trajeto português): por volta das 9 horas da manhã chegando à cidade, estacionando o carro perto dos Mercados (Municipais) e de seguida deslocando-me a pé até ao local onde o povo se aglomerava (nesse dia sobretudo idosos, talvez reformados, mas sem a presença habitual de estrangeiros) à volta de caixas e de sacos cheios de peixe (sobretudo carapaus e cavalas passando no mar algarvio ‒ mas para desgosto do Zé e salvo 1 sem mais Polvos à vista). Algo ainda possível de se ver em Albufeira quando o Mercado do Peixe (legal) se localizava em frente à Praia dos Pescadores e quando em torno do mesmo (mercado) alguns pescadores (para superarem muitas das suas enormes dificuldades financeiras) chegavam com o seu peixe tentando com o mesmo (e a sua venda) mais alguns trocos (com o agradecimento de muitos idosos, reformados e pobres, apesar de dito ilegal) para sobreviverem.

 

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Gatos junto ao Mercado (Municipal) de Peixe

 

E com dois sacos (cheios) de carapaus e cavalas e de uns quantos outros bichinhos (um polvo e uns choquinhos), deslocando-nos até à Tasca do Jorge para mais um pequeno-almoço (um café e uma sandwich) e um pouco de Sol e conversa: com pouca gente nas ruas (vendo-se poucos estrangeiros), num dia calmo de Outono (quando o turismo estaciona esperando pelo Ano Novo), com alguns passeando pela praia (ao longo da marginal), mas com o grande contingente muitos deles (vindos) do interior, localizados na Feira Semanal de Quarteira (todas as quartas-feiras). Mas tendo estado o José na Feira de Albufeira (no dia anterior e numa feira quinzenal) ficando-se hoje pelo peixe e mais um tempo na Tasca, bebendo uma fresquinha Imperial e aproveitando o quentinho do Sol (num prazer popular, junto temperaturas contrárias e num estilo Frio/Quente). Junto ao Mercado do Peixe notando-se pouco movimento (praticamente vazio, não de bancas mas de clientes) mas com duas presenças (dois gatos) acompanhando a ação (as entradas e saídas) e daí algo esperando: e ao contrário dos cães acompanhando os seus donos (Figura 1) ‒ um com um comprador outro com um vendedor, mas ambos como companheiros acompanhando o amigo ‒ já no caso dos gatos (Figura 2) paredes meias com os peixes (no interior do mercado), tentando provavelmente recolher alimento suplementar, como clientes frequentes e tendo amigos por lá.

 

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A Lua a 8 de Novembro tal como vista de Quarteira

 

Ainda nuns últimos instantes (do José na esplanada) usufruindo do Sol do Algarve e do resto da Imperial, com a Lua vista do parque (de estacionamento), entre os ramos de uma árvore (já nem sei bem qual), projetada no azul (do Céu) ‒ comigo dentro do carro, bem quentinho como numa estufa e esperando quem não vinha (agarrado à cadeira, levando com o Sol na tola e bebendo uma fresquinha) ‒ registando a sua presença (da Lua na minha Canon) distando de milhares de Km (uns 384 mil) e desde há muitos milhões de anos, estando onde hoje estou: observando a partir do Espaço toda a Evolução registada nesta região (Terra/Algarve) desde tempos longínquos (e pensando no Tempo do Homem), sofrendo grandes alterações (ambientais como geológicas) e envolvendo migrações (de todo o tipo de seres vivos incluindo o Homem) num Planeta maioritariamente Azul e com toques de Castanho/Verde. Confirmando-se como a Vida é uma Dádiva a usufruir (vindo de Deus e/ou da Natureza) e de como sem outros entraves (impostos pela monotonia de miséria do nosso quotidiano) só temos mesmo que a apanhar e saber Aproveitar. Mas a cerveja acabou e eram umas 11 horas quando o José chegou (teria que estar pelo meio-dia de regresso a Albufeira, entregue em sua casa ou então no Caravela): arrancamos então para Albufeira e depois da Ponte Barão ainda procuramos laranjas (só vimos talvez tangerinas), mas vê-las na realidade só as vimos, mesmo ao lado da estrada, ainda penduradas nas árvores (com a época da apanha da laranja a iniciar-se este ano com algum atraso ‒ devido às condições climatéricas não se iniciando já/Novembro, mas lá mais para meados de Dezembro).

 

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Albufeira ‒ Yorkshire Tabern ‒ Arcadas S. João

 

E percorridos os cerca de 19 Km entre Quarteira e Albufeira entrando na Avenida dos Descobrimentos (pelo lado da Tourada), fazendo uma pequena paragem nas Arcadas (Edifício das Arcadas de S. João) para beber um copo na Yorkshire Tavern: com o José a visitar o amigo (de infância) no seu local de trabalho (num encontro curto mas necessário, dado os longos períodos de ausência), trocando algumas novidades e combinando novo encontro ‒ mas aí com mais tempo e talvez (outras) recordações. Por volta do meio-dia, sentado à porta do bar e com um casal (estrangeiro) lá fora bem estendido e todo debaixo do Sol (como se fossem duas osgas), recordando a Albufeira Antiga (digamos que há uns 33 anos) e tudo aquilo que a diferenciava: de alguém aqui chegado ainda com Mário Soares como 1º Ministro e lutando pela integração de Portugal na CEE (o que alcançou), mas de que Cavaco Silva pôs e dispôs (dos volumosos fundos investidos na altura em Portugal) quando eleito 1º Ministro em finais de 1985.

 

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Entrada no que será (talvez em altura) a habitação do Futuro

 

Com esse verdadeiro Evento (com o país a ser inundado por dinheiro vindo de fora, mas sendo distribuído sem nenhum critério ou objetivo) a ter um impacto brutal no tradicional desenho arquitetónico e social de Albufeira, de tal forma evidente (esse choque) que rapidamente o mesmo foi sendo espelhado na marginalidade crescente dos poucos naturais desta região algarvia ainda sobreviventes (e sobretudo resistentes) ‒ tal como Espinho (onde vivi) inicialmente uma pequena localidade de pescadores (agora transformado em mais um Espaço Hoteleiro) ‒ e no arranque decisivo e imparável da construção (de habitações e outras estruturas de suporte) terminando no Click final com o aparecimento da Marina. E desaparecendo os Indígenas (os outros), chegando novos ocupantes, desejos e desígnios (nós) ‒ impondo esmagadoramente mas sem dor (poucos indígenas resistiram) o que a Memória e a Cultura desses Antepassados certamente jamais adotariam: e como Homenagem ao Pescador e já que se fez a Marina, arranjando-lhes finalmente um Cantinho ali no Porto de Abrigo (em Espinho nem isso).

 

Mas tendo o Zoomarine, o frango da Guia e o Shopping ‒ e o Castelo de Paderne.

 

(imagens: PA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:10
Sexta-feira, 27 DE Outubro DE 2017

Vem Aí Tempo Frio

[E muda a Hora]

 

De 29 para 30 de Outubro (ou seja de Sábado para Domingo) a Hora de Verão passa para a Hora do Inverno: pelo que pelas 2 horas da madrugada de Domingo o relógio terá que ser atrasado de 60 minutos passando a ser 1 hora da madrugada (oferecendo-nos nesse dia mais um tempinho para dormir).

 

Dia 29 às 02:00 atrase o relógio e passe para a 01:00

 

“First significant cold blast expected in Europe late this weekend.”

(watchers.news)

 

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No que diz respeito à Península Ibérica (e a Portugal) ‒ e segundo as previsões ‒ com o mau tempo a fazer-se sentir com mais intensidade a 30 de Outubro (segunda-feira)

 

Com a Europa a atravessar em finais deste mês de Outubro (já na estação do Outono) um período de tempo quente, seco e sem grande pluviosidade (mais característico de Setembro e da anterior estação do Verão) ‒ bem sentido em Portugal e na Região do Algarve (registando temperaturas do ar acima da média, sem precipitação e baixa % humidade) apesar de algumas exceções seja no espaço (norte/leste da Europa) como no tempo (como por exemplo em Albufeira com a semana anterior a ter alguma/apesar de ligeira precipitação) ‒ os meteorologistas vêm-nos agora informar de que na Europa e a partir deste próximo fim-de-semana (começando já amanhã) o tempo irá finalmente mudar, com a chegada da 1ª e verdadeira onda de frio desta época de Outono 2017/18 (iniciada em 22 de Setembro e terminando em 20 de Dezembro).

 

“A sharp patter change is expected to affect Europe starting late this weekend with much colder temperatures than average.”

(watchers.news)

 

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Com a passagem desta massa de ar (bastante fria) vindo do norte (do Atlântico e da Europa)

chegando finalmente o mau tempo (também a Portugal) e mais um pouco de chuva

 

Neste fim-de-semana (28/29 Outubro) com as temperaturas a baixarem significativamente atingindo aí temperaturas mais baixas do que é normal (para a época), devido à passagem de uma massa de ar bastante frio oriunda do Atlântico Norte/Norte da Europa, deslocando-se para este e atingindo os Alpes e a península balcânica ‒ segundo as previsões e numa 1ª vaga atingindo estas regiões já este sábado (28) mas numa 2ª vaga (num prazo de 1/2 dias) podendo mesmo atingir o norte de África. E de hoje até segunda-feira (27 a 30) em Portugal Continental além da chegada da chuva, com a chegada do frio e a descida acentuada das temperaturas: de norte para sul do país com uma descida média de 6⁰C/7⁰C (a Sul de 25⁰C para 19⁰C) e sentindo-se mais frio no norte de Portugal (descida de 17⁰C para 11⁰C) ‒ mesmo com a massa de ar frio só nos atingindo nas franjas (da mesma).

 

“Apesar do alerta da chegada de uma vaga de frio à Europa, na região sul de Portugal ainda sob a ação do Mediterrânico e do calor do norte de África, o tempo continuará ameno convidando ao seu pleno usufruto.”

 

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Imagem de satélite (infravermelho) utilizando o satélite meteorológico EUMESAT ‒ como se pode ver às 17:00 de sexta-feira/27 com toda a Península Ibérica sem grandes nuvens visíveis

 

No caso específico da Região do Algarve e mais rigorosamente de Albufeira (concelho/cidade) com as previsões do IPMA a apontarem para os próximos dias (até ao fim da próxima semana) e para esta cidade (onde hoje ainda se parece estar no Verão) uma descida das temperaturas (mínimas e máximas) particularmente as máximas ‒ com as mínimas a andarem entre os 17⁰C/14⁰C (descida de 3⁰C) e com as máximas a andarem entre os 31⁰C/24⁰C (descida de 7⁰C); e quanto à precipitação com a chuva a ter mais hipóteses de aparecer lá para 2/3 Novembro (20/21%). De resto, para já e durante toda a próxima semana, com o tempo a apresentar-se limpo ou então um pouco encoberto, mas em princípio com poucos pingos (caindo do céu).

 

(imagens: gfycat.com/watchers.news ‒ EUMETSAT/ipma.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:43
Sexta-feira, 20 DE Outubro DE 2017

Faro a 16 de Outubro

[E há mais de 100 horas atrás]

 

Hoje sexta-feira (20) e prestes a entrarmos em mais um fim-de-semana, com o tempo ‒ em Albufeira ‒ a continuar a prometer chuva (às 15 horas com 24⁰C de temperatura e céu parcialmente nebulado) mas com as previsões a apontarem para os próximos 7 dias (segundo o IPMA) temperaturas entre 12⁰C/16⁰C (mínimas) e 25⁰C/27⁰C (máximas) com céu pouco nublado e provavelmente sem precipitação (0 A 2%).

 

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O Céu sobre Faro

Prometendo chuva para esta semana

 

Neste início de semana de um mês de Outubro sem chuva de tempo ameno e seco ‒ e deslocando-me de Albufeira (de carro) em direção ao centro de Faro ‒ pude facilmente constatar o trânsito moderado na estrada (EN 125 por volta das 15 horas) e o céu um pouco encoberto (com nuvens cinzentas tapando o Sol), no meu trajeto a cumprir até chegar ao destino (de ida) e então aí aguardar: durante cerca de meia hora (ou mais) ficando a olhar para o céu (a mexer-se), a contar passarinhos (não vi nenhum), a ver se entretanto chovia (e o tempo mudava) e no meio (sem saber como) enrolando papeis (e metendo-os numa garrafa): então o telemóvel tocou, estabeleci logo ligação e aí uma voz disse (vinda do outro lado) “OK já podes arrancar”. Dei a volta ao Hospital (de Faro), recolhi o utente (feminino) e arranquei para o exterior: por volta das 16:00 já circulava na estrada a caminho do Patacão. O céu lá continuava cinzento, não deixando ver o Sol (por vezes ele espreitava), em terra com estufas à direita (não se percebendo de quê) e à esquerda aves metálicas (em redor do aeroporto para lá de Montenegro).

 

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A Cidade de Faro

Prometendo um refúgio limitado

 

Durante a meia hora de permanência em Faro no interior do automóvel e aguardando pela chamada, observando os prenúncios da chegada (em breve) da chuva, a cor cada vez mais cinzenta do dia (devido à cobertura crescente de nuvens) e a tristeza de um sistema cada vez mais despido de vegetação (urbano e entendido basicamente como um dormitório) ‒ anteriormente solo agrícola e fértil agora asfixiado sob toneladas de asfalto e de betão, o fruto dourado/proibido ‒ e com cogumelos artificiais erguendo-se por todo o lado e sempre em direção ao Céu: à volta deles vivendo as pessoas (com mais sorte e ligadas aos Serviços) sem liberdade mas talvez protegidas (rezando aos céus mas protegidas dos fogos/pelo menos exteriores) e mesmo que estáticas ou pelo contrário dinâmicas, cumprindo todos os dias o pré-estabelecido. Basicamente com toda a população da Região Algarvia ‒ menos de 500.000 residentes (e servindo de isco ou de chamariz para todos aqueles que foram empurrados para a Hotelaria/Restauração transformando este país num enorme RESORT ‒  como se não existisse futuro noutras áreas como as das ciências e das tecnologia seja no sector intelectual como manual ‒ e assim condicionando as opções dos mais jovens) ‒ a ter como única perspetiva Futura (de vida e de profissão para si e seus descendentes) ser um TURISTA ou então (à falta de outra opção) trabalhar apenas para eles. Nada que nos espante já que uma das permissas para a entrada de Portugal na CEE (no ano de 1986) ‒ pelo qual o PS lutou (Mário Soares), o CDS esteve contra e o PSD disse sim logo seguido de “Venha a Nós o Dinheirinho” (com o Homem do Leme a ser Cavaco Silva) ‒ seria o de se transformar numa grande Pousada (turística e também para idosos/reformados), carregadinha de árvores (para a produção da pasta de papel) e tendo ainda a opção da criação de cabeças de gado (e de outros animais como os de aviário ou de viveiro) ‒ tudo sendo dirigido para na concretização efetiva do nosso Grande Desígnio (Português e Europeu), trabalharmos para um TRUMP mas aqui sendo Europeu. E no caso do Algarve sendo mais preocupante (uma possível mudança de Desígnio), face ao perigo vindo do Mar e das suas Plataformas (de petróleo e de gás natural).

 

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Albufeira

No centro da Região do Algarve

 

De regresso à cidade de Albufeira e aí chegado pelas 17 horas, o resto do dia decorreu normalmente (de acordo com um quotidiano repetitivo e sem grandes percalços), com a execução das tarefas habituais (e mais comuns) para esse período (final) do dia ‒ e seguindo-se a noite e o seu precioso (e delicado) silêncio: onde isolados do ruído do dia e sendo capazes de nos abstrair de todas as interferências subliminares oriundas do exterior (como as saídas, por vezes ininterruptamente, da nossa TV) ‒ um ruído de menor frequência no entanto mais intrusivo e ensurdecedor dada a sua intensidade/característica manipuladora ‒ nos possamos libertar de todos os limites (entrando sem pressões indevidas, no nosso Imaginário), tentando descobrir quais as nossas verdadeiras fronteiras tanto físicas como mentais. Nesta sexta-feira (já dia 20 sexta-feira e com a noite a caminho) por aqui como por perto, com uma reunião do Governo português (extraordinária) a estar marcada para sábado e tendo como pano de fundo um cortejo (trágico) de mais de 100 mortos ‒ com uns estando contra, outos a favor, outros nem se pronunciando e no entanto sendo todos culpados (incluindo nós e tendo no topo a hipocrisia todos os nossos políticos, tendo já tido responsabilidades governamentais e no entanto nada tendo feito) ‒ esperando-se que daí saia uma resposta IMEDIATA e um pagamento de Indeminizações como a concretizada em Espanha devido aos incêndios na Galiza (também com vítimas mortais e grandes danos materiais), comparando estas vítimas às vítimas do terrorismo; e na Península Ibérica com o agravamento da crise entre o Governo de Espanha e a Região Autónoma da Catalunha ‒ arriscando-se esta à perda do seu Estatuto (pelo menos temporariamente), a algumas prisões inevitáveis (de independentistas incluindo membros do Governo Regional) e a convocação de novas eleições ‒ prevendo-se a ocorrência de mais incidentes entre as várias fações em luta, tanto na Catalunha como em todo o resto de Espanha (e em todas as suas regiões autónomas conforme a sua posição e interesse). Certamente mau para Espanha e no caso de Barcelona podendo beneficiar (turisticamente) indiretamente o Algarve (e a sua taxa de ocupação) ‒ já que “O Mal para Uns pode ser o Bem para Outros”.

 

(imagens: PA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:52
Sexta-feira, 06 DE Outubro DE 2017

Albufeira

Sexta-feira dia 6 de Outubro em Albufeira com o tempo continuando a manter as condições climatéricas usufruídas no Verão (apesar de já termos entrado na Estação do Outono), com relevante afluência às praias aproveitando os raios quentes do Sol e a temperatura agradável (por aceitável por esta altura do ano) das águas do mar: com os caminhos em direção às Delícias do Algarve (neste caso o Sol e a Praia) a estarem bem frequentados (da Falésia até à Galé), caminhando-se sobre as falésias ou nas marginais frente ao mar.

 

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E no 5º dia após as Eleições Autárquicas com o Presidente a tomar uma bica (bem à vista no café Caravela para satisfação dos presentes), arrancando de seguida de indumentária própria para a época com a sua pasta para a Câmara.

 

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Num dia em que na cidade de Albufeira se regista a temperatura de 27⁰C pelas 14:00 (locais) com uma máxima prevista de 28⁰C e uma mínima de 18⁰C ‒ de dia convidando todos (os que possam) a uma ida para a praia e a um banho no mar (e logo a partir das 08:00 da manhã), intermediada por um bom almoço ou por um jantar (provando a gastronomia da região) e finalmente dadas as temperaturas registadas ao longo de toda a noite (arrastando-se pela madrugada) convidando a um passeio muitas vezes sob o luar (e vendo as calmas águas do mar paradas e como um espelho sob a luz a cintilar) deixando-nos arrastar como se não mais quiséssemos terminar.

 

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Com este cenário de regresso do Verão ao Algarve e à cidade de Albufeira a prometer manter-se pelo menos durante mais uma semana (de 7 a 14 de Outubro), com as temperaturas máximas a andarem pelos 28⁰C/30⁰C e as mínimas pelos 16⁰C/19⁰C, apresentando-se o Céu limpo (exceto a caminho do próximo fim-de-semana com algumas nuvens) e sem precipitação.

 

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Num período em que muitos Europeus ainda circulam pelo Algarve (mesmo em autocaravanas e ficando em parques como o do Imortal em Albufeira) ou não fosse o caso de nos seus países já se estar (efetivamente) no Outono e se poder tremer de frio (como no norte/centro da Europa incluindo ‒ por exemplo ‒ a Alemanha).

 

(imagens: PA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:34

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