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Sábado, 24 DE Fevereiro DE 2018

Carlos Silva e Sousa (1957/2018)

Tendo estado ainda na passada quinta-feira (dia 22) numa reunião realizada na cidade de Loulé juntando vários sectores da sociedade civil algarvia (câmaras, empresas, ambientalistas e outras figuras públicas) lutando contra a exploração de hidrocarbonetos em Portugal particularmente na Costa Vicentina e ao largo da Vila de Aljezur.

 

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Carlos Silva e Sousa

Numa reunião em Loulé contra a exploração de hidrocarbonetos

22.02.2018

(no retrato à esquerda)

 

‒ E onde foi um dos intervenientes e um dos signatários (como Presidente da Câmara Municipal de Albufeira) da declaração conjunta contra essa iniciativa (não desejada pela maioria da população vivendo no Algarve)

 

Pode-se afirmar neste momento (após o acontecimento e ainda mal acreditando nele) até como homenagem a um homem novo e que o povo dizia ser boa pessoa (algo que pude constatar),

 

Que o Presidente Carlos Silva e Sousa que inesperadamente nos deixou ao fim desse mesmo dia, talvez tenha concretizado o que sempre sonhara (sendo jovem/60 anos certamente não tudo o que sempre desejara) deixando-nos como um seu retrato e certamente como uma sua imagem de marca: mais um dia de trabalho sinónimo de Vida”.

 

«Qualquer decisão no sentido de manter os contratos vai contra o interesse público», algo que, avisa, terá consequências «políticas e jurídicas». «A única forma é o Governo provar que a exploração de petróleo vai dar mais dinheiro que o turismo. E isso não conseguem de forma nenhuma», defendeu o autarca.

(Carlos Silva e Sousa na sua intervenção de 22.02.2018 em Loulé contra a exploração de hidrocarbonetos/sulinformação.pt)

 

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Carlos Silva e Sousa

Presidente da Câmara de Albufeira

(de 2013 a 2018)

 

Deixando certamente incrédulos aqueles que por várias vezes o viam passar de mala debaixo do braço e a caminho da Câmara parando para tomar um café ‒ sentando-se um poucochinho para falar com os senhores e com as senhoras que vendo-o até por (boa) educação (apresentando-se/cumprimentando-se) logo metiam conversa ‒ desaparecendo subitamente e (literalmente) sem aviso prévio.

 

Amanhã pela pessoa que era (conheci a mulher e um dos filhos ambas boas pessoas sempre um bom indicativo), pelo seu passado algarvio e pela cidade de Albufeira, certamente com muitas pessoas a acompanhá-lo (assim se inculcando na nossa memória a nossa cultura, tornando eternos e assim relembrando os que por cá já passaram) no seu último passeio pela cidade.

 

[Com o cortejo fúnebre a realizar-se este sábado a partir das 14:30 da Igreja Matriz de Albufeira em direção ao cemitério de Vale Pedras.]

 

(imagens: sulinformação.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:39
Sexta-feira, 12 DE Janeiro DE 2018

Meteorologia ‒ Para já sem notícias de David

Mas tal como com ELEANOR (felizmente não nos afetando) com uma outra Tempestade a caminho (das Ilhas e do Continente) podendo ou não cá chegar.

 

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Tempestade Eleanor (atravessando a Europa)

Estação de sky de Tignes (queda 40cm/de neve, estradas cortadas e risco/avalanches)

 

Com mais uma tempestade originada no Circulo Polar Ártico agora a caminho do Reino Unido (e da Republica da Irlanda) os ingleses preparam-se agora para ser atingidos este fim-de-semana (13/14 Janeiro) por uma frente fria acompanhada de ventos fortes e gelados: esperando-se uma descida acentuada nas temperaturas acompanhada por queda de neve.

 

Com a tempestade (o Vortex Polar) a ser criada na região do Polo Norte, quando grandes massas de ar sujeitas a Baixas Pressões começam a movimentar-se (rodando no sentido contrário sãos dos ponteiros dos relógios), neste caso deslocando-se para sudeste e atingindo fortemente (na sua passagem) o Reino Unido.

 

E dada a grande massa de ar frio a caminho, atingindo dentro de horas as ilhas (em princípio deslocando-se para sul e podendo atingir a Península Ibérica), temendo-se o regresso da chuva (mais intensa com granizo), do frio (descida das temperaturas) e da queda de neve ‒ podendo mais uma vez afetar os transportes, a distribuição de eletricidade e o quotidiano de muitos milhares de pessoas (isolando-as ainda mais).

 

E já tendo passado CARMEN ficando-se a aguardar por David.

(em princípio ainda este mês)

 

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Evolução do tempo na Península Ibérica de 12 para 13 de Janeiro

(relativo à precipitação ‒ possibilitando a queda de neve a altitudes elevadas)

 

Com um fluxo de jato (Jet Stream) colocado logo abaixo (da base) do Vortex Polar/VP ‒ localizado a uns 50Km de altitude ‒ e constituído por uma enorme e densa massa de ar frio, (vindo do Ártico) a poder devido à ação desse mesmo fenómeno meteorológico (VP) alterar as suas características, força e direção, neste caso afetando as Ilhas e (posteriormente) o Continente mais a sul (França, Espanha e Portugal).

 

Pelo que a partir do próximo fim-de-semana e mantendo-se a Tempestade nos próximos dias (no seu trajeto para SE), em Portugal Continental deverá manter-se chuva e frio (e possibilidade de neve pelo menos na Serra da Estrela) talvez mais forte/a chuva e intenso/a neve. Segundo o IPMA (no Algarve pelas 14 horas com a temperatura nos 13⁰C) prevendo-se para este fim-de-semana uma ligeira descida das temperaturas (2⁰C/3⁰C), chuva em todo o país (sobretudo no sábado), vento moderado (mas frio) e ondulação entre 1,5/2,5 metros (a sul 0,5/1 metro).

 

E relativamente ao Algarve e à cidade de Albufeira (e a este fim-de-semana) prevendo-se temperaturas entre os 6⁰C/16⁰C (mínima/máxima), alguma precipitação (aguaceiros sobretudo no sábado, menos no domingo) e com céu apresentando-se (mais ou menos) nublado. Seguindo-se uma semana sem chuva (do dia 15 ao dia 19) e com temperaturas entre os 4⁰C/17⁰C (no fundo muito semelhante à anterior).

 

(imagens: mountainwatch.com e meteoblue.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:14
Sexta-feira, 05 DE Janeiro DE 2018

Carmen de Visita a Albufeira

Com a consulta da palavra Tempestade a aparentemente fazer frente (na Web) à palavra Sexo (sendo que CARMEN é até agora e apenas a 3ª ereção meteorológica), o melhor estratagema para fazermos frente a ambos (Tempestade & Sexo) será sempre o de dar de comer a quem pensa que tem fome (assim aumentando o número de fans) deixando-os pensar (nós incluídos) estarem satisfeitos.

 

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Tempestade CARMEN

Prevendo-se chuva, vento e queda acentuada nas temperaturas

 

Com a temperatura em Albufeira pelas 19:00 a registar 12,7⁰C (como anteriormente previsto) os efeitos da passagem da Tempestade CARMEN por Portugal (continental) começaram-se a sentir hoje (sexta-feira, 5 de Janeiro) com aguaceiros (ou períodos de chuva a sul), vento fraco a moderado (forte nalgumas regiões do interior-centro) e agitação marítima (com ondas de 3,5/4,5 metros a ocidente e de 1,0/1,5 metros a sul).

 

No que diz respeito à região do ALGARVE com a temperatura do ar a andar entre os 10⁰C/18⁰C (as do mar pelos 16⁰C/17⁰C), a oeste com aguaceiros (menor precipitação) e a este com períodos de chuva (maior precipitação).

 

Na previsão meteorológica para este fim-de-semana (sábado e domingo) e mantendo-se sensivelmente os mesmos parâmetros de vento/precipitação (em princípio tendendo a diminuir ligeiramente de intensidade) sendo de realçar até pela altura do ano (estação de inverno e época das gripes em certos casos sugerindo a vacinação ‒ este ano e para já sendo o vírus prevalecente um dos mais fracos) a descida generalizada das temperaturas (segundo os meteorologistas nalguns casos extremos e num espaço de poucos dias podendo atingir uma descida de 15⁰C):

 

No Porto com as temperaturas a descerem de 6⁰C/14⁰C para 3⁰C/12⁰C (descida máxima de 3⁰C), em Lisboa de 8⁰C/15⁰C para 3⁰C/12⁰C (descida máxima de 5⁰C) e em Faro de 10⁰C/18⁰C para 4⁰C/12⁰C (descida máxima de 6⁰C) ‒ e como se constata com a maior descida registada a sul (em Faro).

 

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Tempestade CARMEN

Afetando toda a Península Ibérica incluindo o Algarve

 

Sendo ainda de realçar Trás-os-Montes e as Beiras, onde as temperaturas registarão valores Negativos:

 

Com os distritos de Bragança, Vila Real, Viseu e da Guarda a serem os mais atingidos (por esta nova Vaga de Frio) ‒ entre eles com as mínimas a atingirem os -2⁰C/0⁰C e as máximas 3⁰C/9⁰C (nevando na Serra da Estrela) e no caso do Algarve e do seu ponto mais elevado (Serra de Monchique) fazendo frio (em Monchique com as temperaturas pelos 2⁰C/9⁰C) mas obviamente sem neve (no Alto da FÓIA).

 

Finalmente e cingindo-nos exclusivamente a Albufeira prevendo-se para este fim-de-semana tempo muito idêntico ao registado hoje (sexta-feira) mas devido ao frio (e à descida acentuada de temperaturas) com o concelho colocado em Alerta Laranja.

 

(dados: ipma.pt ‒ imagens: sabado.pt/GETTY e tiempo.com/ECMWF)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:39
Domingo, 31 DE Dezembro DE 2017

À Meia-Noite Obrigatório ‒ Tudo na Rua

Um dia em que se torna obrigatório optar entre uma noite bem-passada na rua a ouvir música, a ver fogo-de-artifício e apanhar montes de frio (uma maioria) ou em alternativa em alugar um quarto de um hotel, usufruir de todos os festejos e iguarias de uma noite (mal passada) como esta, bem quentinho e recostado e com uma bela caminha à espera (uma minoria).Com a esmagadora maioria e como é hábito em casa e a dormir.

 

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Passagem de Ano 2017/18

Auckland

Nova Zelândia

 

Com a Passagem do Ano de 2017 para 2018 a ter-se iniciado (em Portugal ainda em 2017) no oceano Pacífico na pequena ilha de TONGA (pelas 10:00 de Portugal), a mesma passará por Portugal pelas 00:00 locais ‒ e em Albufeira contando com a presença dos Xutos & Pontapés ‒ terminando a sua aventura nos EUA (nas suas duas pequenas ilhas Baker e Howland) no Dia de Ano Novo (em Portugal já 01.01.2018). E como curiosidade surgindo a Coreia do Sul antes da Coreia do Norte (uma meia-hora).

 

Relativamente às condições meteorológicas envolvendo a Passagem de Ano (e Portugal Continental) com a Passagem a norte (Porto) a poder ser molhada, no meio (Lisboa) talvez um pouco menos e a sul (Albufeira) talvez mais para o seco: com o mar um pouco agitado (ondas de 4/6 metros) não convidando aos tradicionais banhos de Ano Novo (com a exceção feita a sul com ondas de 1 metro) e com o frio a acompanhar como é normal nesta quadra (de Natal e Ano Novo).

 

E assim num Momento em que o Tempo Parou para se dar origem ao aparecimento de um novo tempo inserido num novo espaço (parecendo serem os mesmos mas não o sendo na realidade) ‒ empurrando todos para um período de pausa, comida e pouca ou nenhuma reflexão e preparando-nos para o cíclico evento de transição (neste caso de 2017 para 2018 e sempre com um espetacular fogo-de-artifício no Céu) ‒ não havendo notícias sobre casos de relevo ou de mínimo interesse (não se ultrapassando aqui a hérnia do Presidente) deixando-nos aqui ficar a ver (pela TV) e a aguardar (pelas passas).

 

(imagem: thesun.co.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:47
Quinta-feira, 28 DE Dezembro DE 2017

Mau Tempo Mais a Norte

Por esta mesma razão a minha tia e sempre que a ocasião se proporcionava (naturalmente mais para a reforma), em Junho vinha até Portugal (onde nascera) e em Dezembro voltava para o Brasil (onde vivia).

 

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1

Mundo

 

Olhando para estas duas cartas meteorológicas (1 e 2/intellicast.com) referentes ao dia de hoje (quinta-feira, 28) e mostrando-nos o Mundo e a Europa (pelas 16/17 horas GMT), percebe-se como uma vastíssima faixa da Terra localizada no Hemisfério Norte e sendo das mais densamente povoadas (e das mais desenvolvidas tecnologicamente) ‒ apanhando toda a América do Norte e a Europa também (além de todo o continente Asiático) ‒ se encontra atualmente sob uma forte vaga de mau tempo (em terra como no mar) com chuva e vento forte, descida acentuada das temperaturas (nalgumas localidades mais a norte chegando aos 40⁰C Negativos) e queda de neve intensa (atingindo nalgumas localidades um metro e meio).

 

Com uma mancha acinzentada cobrindo parcialmente (mas numa grande extensão) toda a faixa superior da carta (1) demonstrando porque neste hemisfério estamos na estação do Inverno (ainda no início) apesar de alguns afirmarem “algo frio demais”. E com todo o Hemisfério Sul (América do Sul, África e Oceânia) com o Céu pouco nublado a limpo comprovando aí a passagem da estação do Verão (iniciada há dias atrás): por essa razão hoje (Dezembro) se viajar mais para o Brasil e daqui a seis meses no sentido inverso.

 

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2

Europa

 

No caso particular do tempo que se verifica nos EUA (atualmente) e com uma massa de ar frio intenso originária no Ártico a cobrir quase por completo grandes áreas do Canadá e do território norte-americano (sobretudo a norte mas estendendo-se em todas as direções), esperando-se a continuação desta situação meteorológica extrema mesmo ultrapassando (na sua duração) a Passagem de Ano: e com os cortantes ventos polares (frios e quebrando-nos os ossos), com a intensa queda de neve (podendo cobrir uma pessoa) e com as temperaturas negativas extremas (muito mas mesmo muito, abaixo de zero) ‒ para além do corte nos transportes e muitas vezes na eletricidade ‒ prevendo-se um cenário de combate (para muitos cidadãos) contra o frio e o isolamento (e logo pela sobrevivência, sobretudo para os mais pobres e para os sem-abrigo). Um problema na América onde toda a ajuda se paga.

 

Já no caso da Europa e por associação Portugal (carta 2) ‒ e ultrapassadas as Tempestades Ana e Bruno (numa criação recente de meteorologistas franceses, espanhóis e portugueses) ‒ com o cenário a manter-se sem grandes variações (chuva, vento e muito frio): e com a aproximação do fim do ano verificando-se uma ligeira subida das temperaturas, mas logo no início do ano tendo-se o regresso (em força) do frio.

 

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3

Albufeira

 

E já agora em Albufeira (com a Península Ibérica sendo visível apesar da extensão de cinzento) com a previsão proposta pelos (nossos) meteorologistas (IPMA) para os dias que aí vêm (29, 30, 31, 1 e 2) a apontarem para o seguinte (período desta sexta a terça-feira): com o céu inicialmente pouco nublado a evoluir para aguaceiros fracos (dia 31) terminando com céu limpo, sem previsão de grande precipitação (exceção feita domingo, 31 com a previsão nos 38%), com vento fraco a moderado e finalmente com as temperaturas a descerem (significativamente) no que toca às mínimas: descendo uns 5⁰C/6⁰C (e com as máximas a manterem-se pelos 18⁰C/20⁰C).

 

(imagens: intellicast.com e PA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:33
Terça-feira, 26 DE Dezembro DE 2017

Albufeira Dezembro, 26

“Numa cidade entrando num curto período de repouso antes da Passagem do Ano”

 

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1

Rua dos Bares

(na Av. Descobrimentos virando à direita para a Av. Sá Carneiro)

 

Ultrapassado o dia 24 e 25 de Dezembro e já com todos tendo descoberto o que o seu Pai Natal lhes deixou no sapatinho (mas ainda com muitos com a sola do sapato de boca aberta ou então com o seu único par de meias cheio de buracos ‒ e assim nunca atingindo o efeito desejado nesta quadra natalícia sendo mais um familiar ou amigo para quem não os tem) no dia 26 já no início da tarde e ainda com a esmagadora maioria dos negócios fechados (ligados como é evidente à Hotelaria/Restauração ou associados a essa área) resolvi dar uma pequenina volta pela cidade de Albufeira e no local verificar ao vivo o que se passava nas ruas da cidade (e nas zonas próximas envolventes como será o caso das praias e do mar). E percorrida a Avenida dos Descobrimentos desde a Rotunda dos Relógios (entrando pela Avenida da Bela Vista) virando à direita e entrando na Rua dos Bares passando pelo Figueirinha (1): com pouca gente na rua parecendo mais um deserto.

 

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2

Praia da Oura

(Restaurante/Bar Borda D’Água)

 

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3

Praia da Oura

(mesmo no fim/junto à praia da Rua Ramalho Ortigão)

 

Descendo então toda a Avenida Sá Carneiro, passando à direita do Liberto’s Bar (esquerda do posto dos CTT) e chegados ao Wild & Co, contornando de seguida a rotunda e descendo a rua Ramalho de Ortigão, atingindo-se finalmente a praia da Oura (3) ‒ usufruindo-se não só do colorido artificial das lojas e dos bares (como sempre à beira-mar plantados) como das cores da Natureza (sempre belas e absorventes e fazendo-nos pensar/recordar) nesta época do ano (de Inverno e de Natal). Com o Borda-D’água (2) aberto mas com pouco pessoal (tempo frio e de chuva) e sem ninguém na praia passeando pela areia e aproveitando o momento: no fundo e ultrapassada a terrível semana de compras (sobretudo de comida e prendas) desta quadra de Natal (terminada a 24 de Dezembro por volta das 19:00), entrando-se num período de nojo (de uns 5 dias) terminando a 31 com a Passagem do Ano ‒ e de 31 para 1 com os Xutos & Pontapés (mas já sem o Zé Pedro) iniciando-se aí (na Praia dos Pescadores) o ano de 2018.

 

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4

A caminho do INATEL

(vindo da Oura e descendo a Avenida Infante D. Henrique)

 

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5

Praia do INATEL

(parecendo uma escavação aspeto tradicional da praia durante o Inverno)

 

Saído do Borda D’Água e dirigindo-me (4) para o INATEL (pela Avenida Infante D. Henrique) aproveitando a ocasião (dada a pouquíssima gente presente e ausência de confusão) para espreitar a praia (5) reconfirmando a sua evolução (muito peculiar nesta altura do ano): mais uma vez com o esgoto a céu aberto que há dezenas de anos acompanha esta praia (de referência para quem vem a Albufeira frequentando o INATEL) ‒ umas vezes mais escondido/outras menos, umas vezes mais feio e sujo/outras menos ‒ a dizer Presente, confesso que agora parecendo mais uma escavação (arqueológica) de algum caminho antigo e perdido no passado e agora indo dar (sabe-se lá porquê) ao mar. Talvez fazendo parte de um antigo muito caminho (ele está lá bem visível) levando para um Outro Mundo mas não se sabendo bem qual (e em nome do Progresso/de Albufeira, hoje sendo apenas um emissário/submarino/ou nem tanto, dedicando-se exclusivamente ao transporte de produtos de grande toxicidade).

 

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Praia do INATEL

(olhando o mar durante a tarde a partir do seu areal)

 

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7

Albufeira

(passando pela Praia dos Pescadores, pela Praia do Túnel e chegando à Praia do Peneco)

 

Mas como tudo no Mundo tem a sua própria beleza (mesmo que escondida entre toneladas de construções supérfluas e artificiais) seja ao olhar para o mar seja ao olhar para terra, conseguimos ainda interpretar este único cenário (necessitando de apenas e para tal ter um pouco de cultura e para ajudar de memória ‒ as Referências) desde que recuemos um pouco (nas coordenadas do tempo e do espaço) colocando-nos como se frente a um Espelho no respetivo Lugar (utilizando de preferência todos os órgãos dos sentidos): sendo sempre maravilhoso (estonteante) um cenário (6) à beira-mar (sendo 100% natural) ou a descoberta extraordinária (7) entre os escombros (edifícios novos soterrando edificações antigas e esmagando pessoas ainda vivas) do passado já lendário de Albufeira (na sua cronologia passada e por espírito de sobrevivência indígena seguramente na presente). Só sendo necessário parar, por uns breves instantes pensar e como as vagas das ondas, deixar-se ir e penetrar ‒ e mesmo entre o cimento altaneiro sobre o mar, descobrir algo de outrora e assim recordar/respeitar (todos os antepassados que ‒ como eu ‒ um dia por cá passaram). Com esta bela baía de águas em geral tranquilas, de um lado tendo as casas e do outro o vasto mar.

 

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À esquerda e ao fundo ficando/encoberta a Rotunda dos Descobrimentos

(com a estrada oriunda da EN125 e chegando a Albufeira, para um lado tendo a marina, para o outro tendo a Câmara e descendo a zona antiga)

 

E terminando esta voltinha na Rua da Encosta lá para os lados do ALDI (8) ‒ de início procurando o presépio (visível de certos lados para quem se dirige à rotunda) mas não o encontrando, desistindo ‒ dirigindo-me então para casa mas já lá não encontrando (quase) ninguém: tal como eu tendo saído (com o cão) para darem uma voltinha. Depois de uma semana infernal antecedendo 25 (praticamente de 15 a 24 ou sejam 10 dias) com todos a competirem para uma ida às compras sobretudo em grandes áreas e com milhares de pessoas (formando uma multidão por vezes parecendo ululante), caindo-se repentinamente num estado de letargia, sem grande presença humana e ausência de movimentos (entre extremos, dos 80 aos menos de 8) como se fosse a Bonança antecipando a Tempestade (de 31 para 1): tudo fechado, tudo parado e nada havendo (de novo para além de comer) para fazer. Esperando-se pelo jantar (sendo quase nove da noite e não havendo nada a cheirar) e talvez restos do Natal (do bacalhau/roupa velha e do peru/talvez com massa).

 

(imagens: PA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:46
Sexta-feira, 15 DE Dezembro DE 2017

Sexta-Feira (de manhã) em Albufeira

Com céu parcialmente nublado, períodos de chuva (pouca), vento fraco (de noroeste) e a temperatura a rondar os 18⁰C (previstos 10⁰C de mínima e 20⁰C de máxima), esta sexta-feira (dia 15) véspera de fim-de-semana o tempo apresenta-se húmido (humidade=77%), com alguns períodos de Sol (quando as nuvens o permitem) e no geral agradável: convidando a um passeio ou a uma ida ao mercado (para quem não tiver de ir trabalhar) ou então para os não residentes (particularmente os turistas) a um passeio pela praia usufruindo do Sol e do Mar (na cidade de Albufeira). Na imagem seguinte com os vidros molhados (do carro) confirmando a chuva.

 

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Albufeira 15 Dezembro 2017

(parte da manhã)

 

Prevendo-se para os próximos 4 dias (até 3ªfeira e segundo o IPMA) céu limpo a nublado, sem chuva e com as temperaturas a andarem pelos 5⁰C/19⁰C (mínima/máxima) ‒ continuando-se no fundo a sentir (no corpo) o tempo que se tem verificado nestes últimos dias (frio e sem precipitação): significando que meteorologicamente e na semana antecedendo o Natal (a próxima) o tempo poderá ser como o de hoje (sexta-feira, 15) ‒ talvez com um pouco mais de frio e neve a grandes altitudes (Serra da Estrela sim, Serra de Monchique provavelmente não) ‒ convidando a ir às compras escolher as Prendas de Natal (isso se tiver dinheiro).

 

(imagem: PA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:32
Segunda-feira, 11 DE Dezembro DE 2017

Tempestades Meteorológicas ‒ Depois de Ana à espera de Bruno

Os responsáveis pela atual denominação meteorológica atribuída a Tempestades que possam afetar mais intensamente os seus países ‒ França, Espanha e Portugal ‒ já tinham anunciado anteriormente que as próximas tempestades serão a Tempestade Bruno e a Tempestade Carmen ‒ só não sendo capazes de antecipar as datas.

 

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Tempestade Ana ‒ Destruição em Lisboa

 

E depois da AEMET, da METEOFRANCE e do IPMA (organismos meteorológicos espanhóis, franceses e portugueses) terem decidido juntar-se para conjuntamente trabalharem sobre as previsões do tempo como é o caso do aparecimento de tempestades (podendo afetar os três países, seus territórios e populações) ‒ um sistema conjunto que trabalhando com eficácia pode manter a população mais atenta para fenómenos (mais ou menos) extremos meteorológicos ‒ eis que logo no 1º dia de Dezembro de 2017 (ainda antes do fim-do-ano) o novo Catalogo de Tempestades Regionais se estreia, com o aparecimento e batismo da 1ªTempestade: seguindo a ordem alfabética e sendo a pioneira (no novo catálogo de tempestades disponíveis, para a França e para a Península Ibérica) sendo denominada de ANA.

 

Uma tempestade deslocando-se para território francês transportando consigo uma onda de ar frio ‒ acompanhada de intensa precipitação e de ventos fortes ‒ cobrindo todo o seu território (da França) e na sua deslocação indo também atingir Espanha e Portugal: atingindo a França (com 1/3 dos seus departamentos em alerta), o Reino Unido (com queda de neve, estradas cortadas e habitações sem eletricidade), a Espanha (na Galiza com elevada precipitação, ventos fortes e deslocamentos de terra) e ainda Portugal. No nosso país com a tempestade ANA e os efeitos da sua passagem a verificarem-se mais intensamente no dia 10 de Dezembro (domingo) e na passagem para o dia 11 (madrugada de domingo para segunda-feira), tendo como algumas dessas consequências (entre muitas outras) entretanto noticiadas: desde o registo de uma vítima mortal no distrito do Porto (Marco de Canaveses), passando pela queda de neve na Serra da Estrela (e na Serra de Montemuro), às habituais inundações e quedas de árvore na região de Lisboa (causadas pela chuva intensa e fortes rajadas de vento), ao forte (duplo) impacto da precipitação/vento sobretudo a Norte (como na região do Porto) e terminando mais para sul e já na Região do Algarve, com a forte agitação marítima a invadir a Ilha de Faro atingindo quintais e algumas habitações (atacadas por água e areia).

 

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Tempestade Ana ‒ Mar invadindo a Ilha de Faro

 

Na cidade de Albufeira com a passagem da Tempestade ANA a ser sentida mais intensamente ao início da noite e prolongando-se até para lá do meio da madrugada (do dia 10 para o dia 11), com alguma precipitação e sobretudo com ventos fortes: pelas 14 horas desta segunda-feira com a temperatura a andar pelos 15⁰C, com vento pelos 10Km/h e registando-se até ao momento (15:00) fraca precipitação (apesar do manto escuro/ameaçador de nuvens deslocando-se para cá vindo de norte). E com as previsões para esta semana a manterem-se já a partir do fim do dia de hoje, com a chuva a parar (se cair só mesmo lá para 6ªfeira, dia 15) e com as temperaturas (mínimas e máximas) a descerem na ordem de uns 5/6⁰C. Com o IPMA ainda esta segunda-feira a confirmar a descida anteriormente anunciada das temperaturas (já negativas de manhã na Serra da Estrela) prevendo já para o final da tarde (e para a generalidade de Portugal Continental) céu pouco nublado a limpo. E lá se indo a chuva, que tanta falta nos faz (pelo menos até ao anúncio da próxima Tempestade).

 

(imagens: Ricardo Lopes/publico.pt e sicnoticias.sapo.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:06
Domingo, 03 DE Dezembro DE 2017

Meteorologia em Portugal e em Albufeira

ALBUFEIRA

18:30

(tempo frio e seco/sem chuva)

Temperatura: 11⁰C

Vento fraco nordeste

Humidade: 38%

Precipitação: 0%

 

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Albufeira

Com o fim da Feira França a 3 mas com o regreso da Feira Quinzenal a 5

(século XXI)

 

Segundo dados do IPMA hoje (domingo 03.12.2017) em todo o território nacional (ilhas incluídas) o céu apresenta-se limpo e sem nuvens, e sem previsões de precipitação: exceção feita ao arquipélago dos Açores onde o céu estará nublado ou pouco nublado. Quanto às temperaturas do ar com a temperatura na região do Algarve a andar pelas duas da tarde pelos 15⁰C (em Albufeira com mínima nos 5⁰C e máxima nos 16⁰C), com vento predominante de este (V=14Km/h), humidade pelos 30% e previsão de chuva nula (0mm). Comparativamente com o resto do país (território continental) sendo a região algarvia aquela a proporcionar melhores condições meteorológicas para todos os seus residentes (nacionais e estrangeiros), apresentando nesta época do ano (pré-Natalícia) um clima parecido ao do Verão de São Martinho (que se tem estendido desde Novembro prolongando o período de seca), convidando todos os felizardos ‒ com tempo disponível e residindo em Albufeira ‒ a um passeio pela praia ou uma ida até à Feira Franca (hoje no seu último dia): como o demonstram as temperaturas para o norte de Portugal (continental) com o IPMA a colocar cinco distritos em Alerta Amarelo (de 1/4 sendo um aviso de nível 2 devido essencialmente à onda de frio) ‒ sendo estes Aveiro, Braga, Bragança, Guarda e Vila Real (sobretudo na passagem de domingo para segunda).

 

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2

03.12.2017 ‒ 18:00

Imagem de satélite/Infravermelho

(EUMETSAT/IPMA)

 

Hoje (domingo) com as previsões de temperaturas mais baixas (e negativas) a dirigirem-se sem dúvida para os distritos de Bragança e da Guarda, com as temperaturas a atingirem máximas de 8⁰C/5⁰C e mínimas de -3⁰C/-2⁰C (respetivamente) ‒ Vila Real 9⁰C/0⁰C ‒ e certamente mantendo-se cenário idêntico (de frio intenso) para os próximos dias (pelo menos até 4ª feira): e com a mínima a andar (nestes distritos e nestes dias) entre os 0⁰C e os -4⁰C. Segundo o resumo climático publicado pelo IPMA e relativo ao mês de Novembro (deste ano) com esse mês a ser muito seco (precipitação abaixo dos 50% do normal) e quente (tendo-se registado mesmo uma onda de calor com a duração de uma semana e afetando sobretudo o interior Norte/Centro e algumas partes do Alentejo) mantendo-se o período de seca que o país atravessa (3%/seca moderada, 46%/seca severa e 51%/seca extrema).

 

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3

03.12.2017 ‒ 18:00

Intensidade de precipitação

(IPMA)

 

No que se refere ao Algarve e à cidade de Albufeira (concelho e freguesias: Albufeira & Olhos de Água, Ferreiras, Guia e Paderne) com as previsões para os próximos 9 dias (4 Dezembro a 12 Dezembro) a apontarem para céu limpo ou pouco nublado (com algumas probabilidades de chuva para o próximo fim-de-semana ‒ 22%/37%), vento fraco a moderado e temperaturas a variarem entre 4⁰C/7⁰C (mínima) e 16⁰C/18⁰C (máxima): tudo indicando a manutenção do tempo que se tem verificado nos últimos dias ‒ seco, frio e sem chuva ‒ pelo que durante a próxima semana o ambiente será convidativo (para quem pode) para se levantar de manhã cedo, tomar um reconfortante pequeno-almoço, dar um belo passeio pela praia, descansar um pouco ao Sol (aproveitando o calor dos raios solares ao toque da sirene dos bombeiros/ao meio-dia), degustar um bom almoço e no final usufruir de uma sesta tranquila (ou de um bom período de leitura). E numa região algarvia (exclusiva e infelizmente até para a sua evolução) virada para o Turismo (e sobretudo para a Hotelaria/Restauração) restando aos Trabalhadores/Residentes (trabalhando todos para o mesmo) colaborar no negócio e com os trocos recebidos tentarem proporcionar algo mais: a si assim como aos seus neste mês da comemoração do Natal (dentro de apenas 3 semanas).

E como curiosidade e a nível sismológico com a Região do Algarve (ou regiões marítimas próximas) a registar desde o início de Dezembro os seguintes sismos:

 

Ordem

Data

Local

Magnitude

Profundidade

1

2017-12-01

SW Cabo S. Vicente

2.2

31

2

2017-12-02

E

Monchique

1.1

6

3

2017-12-02

SW Monchique

0.9

-

4

2017-12-02

SW Cabo S. Vicente

1.6

33

5

2017-12-02

SW

Lagos

1.1

29

6

2017-12-02

SW Cabo S. Vicente

1.7

40

7

2017-12-03

S

Monchique

1.2

18

8

2017-12-03

SW Cabo S. Vicente

2.9

34

9

2017-12-03

SW S. Brás de Alportel

2.4

28

(sismos registados na região do Algarve ‒ terra e mar ‒ desde o início de Dezembro)

 

Como se pode verificar com a zona mais ativa a estar referenciada ao Cabo de S. Vicente (4 pequenos sismos desde o início de Dezembro) e com o mais intenso registado em terra a ocorrer em São Brás de Alportel com M2.4 (mesmo assim pouco significativo). A nível global com um sismo de intensidade M6.0 (profundidade de 24Km) a registar-se hoje pelas 11:19 (UT) perto da costa do Equador.

 

(imagem 1: PA ‒ dados e imagens 2,3: ipma.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:36
Quinta-feira, 30 DE Novembro DE 2017

Hoje o Sol Brilhou no Algarve

[Albufeira/Silves 29 Novembro 2017]

 

Tal como ler, viajar é fazer uma visita simultaneamente ao passado, ao presente e ao futuro ‒ e desse modo ativando a nossa cultura e (sobretudo) a nossa memória, de uma forma bem saudável e suficiente para nos manter bem vivos (física e mentalmente): é que só os mortos não se mexem.

 

Digitalizar0003.jpg

Silves

 

Hoje de manhã na minha viagem até Silves (partindo de Albufeira) podendo-se confirmar a manutenção de céu limpo, sem chuva e com uma ligeira descida das temperaturas (com o período de seca extrema/severa a continuar em Portugal Continental): um dia bem agradável para um passeio ao interior do Algarve ou em alternativa para um longo passeio na praia (por exemplo em Albufeira).

 

Ao entrar em Silves vindo de Alcantarilha e tendo passado pelo Amendoeira Golf Resort (ainda me lembro da antiga estrada rodeada por uma Multidão de Laranjeiras e de outros citrinos) no início da descida para Silves (pela estrada da Colina dos Mouros) agora rodeada por terrenos cultivados, batendo de frente com um belo postal (de Silves) apresentando-nos em baixo a ponte (Romana) e o rio (Arade), logo a seguir toda a cidade (acompanhando o curso do rio e subindo pelo monte acima) e lá bem em cima a Sé Catedral com o Castelo de Silves logo ao lado ‒ como “uma Cereja no topo do Bolo”.

 

laranja.jpg

Laranjeiras de Silves

 

Num dia lindo, com o céu azul e o Sol presente ‒ com o ar claro e limpo e com os raios solares a temperarem o nosso corpo num dia típico deste Algarve Mediterrânico ‒ saindo vazio (de mãos a abanar) do Tribunal de Silves (presente o ofendido não comparecendo os autores do crime) sem saber bem o que fazer, mas já preparado para tal (desenlace) usufruindo ao máximo da viagem (de regresso) observando tudo em volta (sobretudo o campo e o Algoz) e nesse intervalo de tempo recordando o tempo passado (de há uns trinta anos para cá) e comparando-o com o espaço d’agora deslocando-se mesmo ao meu lado (do presente).

 

E pelas catorze horas finalmente prestes a ir almoçar, olhando pela janela o Sol lá fora a brilhar (com uma pequena corrente de ar): com a temperatura do ar a andar pelos 16⁰C apresentando-se o céu limpo com vento norte/moderado (temperatura água do mar = 20⁰C com ondulação de 0,5/1 metros), não se prevendo chuva (0%) e com as temperaturas a variarem entre os 7⁰C (mínima) /16⁰C (máxima).

 

7473.jpg

Albufeira

 

Sismologicamente falando e já depois do pequeno sismo (impercetível) de M0.8 a Sul de Albufeira (dia 29) ‒ nesse mesmo dia umas horas antes tendo-se registado outro sismo a SW de Monchique de M0.7 ‒ tendo ocorrido mais outros quatro sismos mas sempre de baixa intensidade: M1.1 NE de Loulé (dia 29), M1.1 S Lagoa (dia 30), M1.5 SW Faro (dia 30) e M0.9 NE Monchique (dia 30). Como se vê nada de significativo para a normal atividade sísmica registada nesta região do sul de Portugal (no entanto situando-se numa região próxima de importantes falhas tectónicas, sendo suscetível à ocorrência periódica de sismos mais intensos ‒ como por exemplo o de 1755) ‒ e no entanto sendo conveniente estar sempre bem atento (dado o nosso passado geológico).

 

Com as previsões meteorológicas para a cidade de Albufeira a apontarem para os próximos 7 dias (1 a 7 de Dezembro) a continuação do céu limpo (por vezes um pouquinho encoberto), sem chuva (previsão de 0%) e com vento fraco a moderado sobretudo de N; com as temperaturas a manterem-se estáveis prevendo-se mínimas dos 4⁰C/7⁰C e máximas dos 14⁰C/17⁰C. E prevendo-se que quando muito possa chover a 8/9 (14% a 21%) ‒ e sabendo-se que a Norte o cenário ainda é pior ‒ com a seca a continuar (a acelerar) e a passar de EXTREMA a SEGURA (cobrindo quase todo o continente): um caso que dá para pensar depois dos fogos deste ano (com mais de uma centena de mortos) e do contínuo avanço do deserto a caminho da Península Ibérica (saltando sobre o Mediterrâneo).

 

(imagens: jf-silves.pt/cm-silves.pt/algarv-e-ventos.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:09

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