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Sexta-feira, 26 DE Maio DE 2017

No Mundo da Mosca

[Objetos encontrados em Manchester na cena do crime]

 

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Restos de roupa do bombista-suicida

 

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Interruptor e bateria de 12 volts da bomba

(imagens: nytimes.com)

 

Enquanto os ingleses choram as vítimas inocentes do atentado da cidade de Manchester (levado a cabo por terroristas), enquanto os EUA reabastecem com mais 100 mil milhões de dólares de material militar a Arábia Saudita (apoiante desses mesmos terroristas) e enquanto o que aconteceu em Manchester se replica até ao limite mais extremo em vários países do Médio-Oriente (como mais recentemente aconteceu no Iémen em que a sua população além de ser apanhada na ação rebelde contra o regime ainda levou com a poderosa Arábia Saudita em cima apoiada pela Al-Qaeda e pelo ISIS), certos da continuação do apoio (financiamento e cobertura) por parte dos sauditas ‒ no tal contrato assinado (pela Casa Branca) aquando da visita aos Monarcas ‒ eis que os mesmos (terroristas) celebram e nem sequer o escondem:

 

ISIS Supporters Celebrate Ariana Grande Concert Explosion in Manchester”.

(newsweek.com)

 

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No claim regarding blast in #Manchester, but #ISIS accounts celebrating the attack, disseminating media & threats

(Rita Katz - twitter.com)

 

Entre outros aspetos o atentado terrorista ocorrido em Manchester serviu para nos mostrar que nos EUA existem certas Entidades que ao contrário do que se pensava têm acesso ilegal (e como tal constituindo um crime) a conteúdos confidenciais (e como tal estratégicos e fundamentais para a defesa dos EUA podendo ser considerado traição), servindo-se desses conteúdos no se próprio interesse e se possível manipulando-o nem que seja pela oportunidade: da mesma forma e recorrendo aleatoriamente a fontes verdadeiras ou falsas (conforme o interesse), num caso publicando quase sem querer notícias sem crédito mas certamente picantes apenas porque lhes chegaram às mãos (como por exemplo tentando ligar Trump a Putin), outras antecipando-se à razoabilidade e à decência e parecendo não perceber qual o mal como se inocentemente nada tivessem a ver com o assunto (mas afinal como é que lhe chegaram estas informações ainda sigilosas) dizendo logo tudo sem se preocupar com as consequências desde que não sejam para quem os financia. Só mesmo o NYT.

 

No Mundo da Política tal como em todas as outras partes do Mundo (todos eles Paralelos e tendo como modelo o Homem) mais cedo ou mais tarde e por mais que as aparências iludam (com a Ilusão hoje já fora de moda face à dureza atual da Manipulação e do Condicionamento e com estes parâmetros nem sequer necessitando de estratégias subliminares de intrusão e de consolidação) a Realidade que nos rodeia e encaminha (para a satisfação das necessidades de manutenção do Sistema) acaba sempre por triunfar no final: acabando por nos expor toda a hipocrisia e violência integrando cada decisão coletiva assumida sempre em nosso nome (e na defesa do nosso Grupo), sob a orientação de alguma Entidade da nossa Espécie mas de um nível Superior (por seleção e certificação), mesmo com a base não a vendo mas religiosamente acreditando Nela: num Passado ainda muito recente (numa História do Homem curtíssima num cenário geológico de biliões de anos) com o topo da Pirâmide a entregar armas a quem lhes obedecesse, respeitasse e replicasse (numa Estrutura Militarizada baseada no poder das Armas) e na parte da cronologia Presente de alguma Humanização e Paixão (Caridade) por parte de alguns descendentes do topo dessa Hierarquia (na verdade ao verificarem que as armas se poderiam virar contra eles), mantendo a ideologia (no fundo a falta dela unicamente baseada nas trocas), a própria arquitetura (dos edifícios militares/escolares), reencaminhando os exércitos (formando-os por formatação), tornando-os mais civis e humanos (especializando-os na sua Ignorância) e como comprovativo, entregando-lhes um Manual de Instruções (Diploma) antes de lhes colocar esta (papel) e outras armas na mão (pistola) ‒ sabendo todos nós como o papel também corta, fere e faz sangrar.

 

“U.S. Army Lost Track of $1 Billion Worth of Weapons and Equipment … In arms manufactured in the U.S. and other countries winding up in the hands of armed groups known to be committing war crimes and other atrocities, such as the Islamic State militant group (ISIS).”

(newsweek.com)

 

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Approximately 100% of ISIS’ arms originally belonged to the US government. The official explanation is “lol we have no idea what the fuck we are even doing lol sorry.”

(Andrew Anglin - Daily Stormer)

 

Com o nosso planeta pelo menos na sua parte Ocidental a continuar a acreditar num único Monstro Todo-Poderoso e apesar de novo já tornado Admirável e Mítico ‒ por critérios de Excecionalidade e controlo de Qualidade (não sendo certamente Deus mas Algo à semelhança do Homem) ‒ deixando-o fazer o que quer (por obediência e covardia conjunta, deste e nossa), deixando-nos cair na apatia (arrastando outros connosco) e aceitando o nosso destino com a morte como prémio (com o Céu à nossa espera e de todos os pobres de espírito).

 

Pelo que os episódios diários que se passam um pouco por todo o planeta envolvendo cenas mais ou menos chocantes ou até mesmo brutais (com muitas delas a poderem ser evitadas se houvesse um simples instrumento de comunicação e de diálogo), uns noticiados (uma minoria e por estratégia) outros não (a esmagadora maioria e para poderem manter silenciosa a evolução do processo), se por um lado pela repetição continua dos mesmos nos levam à indiferença e à aceitação de novos padrões de normalidade (continuando escondidos debaixo do tapete mas devido ao relevo formado sendo o ponto onde a maioria dos interpretes oficiais tropeçam), por outro lado dão origem a Eventos de tal forma evidentes e dramáticos que mesmo não os querendo ver ou tentando-os integrar (culpando outros) nas forças incontroláveis da Natureza (de que o Homem faz parte), ao aflorarem à superfície no meio de tantos cadáveres nos proporcionam espetáculos inacreditáveis e para alguns incompreensíveis (para que servem os nossos ditos representantes?); como o da obliteração da sociedade iraquiana (Rica em Petróleo) da base até ao topo e da sua matéria-prima aos seus recursos humanos (roubando, destruindo e matando); do desaparecimento de um país soberano como a Líbia (Rico em Petróleo) hoje entregue a mercenários e terroristas, sem verdadeiro Governo e pouco se sabendo da sua população; do ataque e invasão da Síria (fazendo fronteira com o Iraque e não apoiando o conflito) por verdadeiros exércitos de terroristas rodeando os cadáveres como abutres e terraplanando pessoas e infraestruturas; e ainda por extremamente doloroso e decorrer no silêncio mais absoluto e intolerante (onde está o jornalismo?) o genocídio no presente em curso no Iémen levada a cabo pela Arábia Saudita graças aos biliões de armas vendidas pelos norte-americanos e ingleses (estes como poderiam ser outros). Na Europa com a Guerra já tendo chegado sob a forma de Migrações (de algumas das vítimas) acompanhadas de Atentados (de terroristas infiltrados legal ou ilegalmente): sempre com as mesmas vítimas (os cidadãos) e com aqueles que nos deveriam defender (os políticos) a dizerem-nos para nos habituarmos aos tempos que já aí estão. Senão será pior.

 

(imagens/legendas: newsweek.com e dailystormer.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:18
Quarta-feira, 17 DE Maio DE 2017

Arábia Saudita ‒ Direitos Adquiridos e Administrados

Uma decisão já com mais de um mês mas que não cala toda a gente

(como em Espanha):

 

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“El pasado 19 de abril, el Consejo Económico y Social de la ONU otorgó a Arabia Saudita, dictadura con datos terribles sobre Derechos Humanos y en especial en leyes que maltratan a las mujeres y restringen su libertad, la condición de miembro de la Comisión de la Condición Jurídica y Social de la Mujer. Durante cuatro, desde 2018, Arabia Saudita, donde se lapida a mujeres, se crucifica a ciudadanos y tiene claros lazos con la financiación y entrenamiento de terroristas del Isis que golpean Europa y todo el mundo, ocupará este lugar de importancia en la ONU. Arabia Saudita, a pesar de este terrible historial, es un aliado muy importante para EEUU, Gran Bretaña, y otros países de la OTAN, además de Israel y Qatar.” (digitalsevilla.com)

 

No decorrer de um quadriénio (2018/2022) em que a comissão CSW (Commission of the Status of Women) em colaboração com a organização UN (United Nations) têm como temas prioritários a igualdade de género e a atribuição de mais poder às mulheres (acedendo da mesma forma que os homens aos Media e às Novas Tecnologias) ‒ assim como a criação das infraestruturas e condições para que tal se concretize o mais rapidamente possível ‒ eis que a organização com maior responsabilidade, representando a Comunidade Global e agora dirigida pelo nosso conhecido e último Alto-Comissário da UN para os Refugiados (o português António Guterres) vem agora eleger a Arábia Saudita para a Comissão de Direitos da Mulher da UN. Naturalmente não deixando todos indiferentes ‒ apesar de todas as pressões exercidas pelos EUA para os Sauditas integrarem a Comissão, estranhamente obtida mesmo sabendo-se da posição russa e chinesa) ‒ como o demonstrou a indignação do diretor da UN Watch Hillel Neuer.

 

No Joke:

U.N. Elects Saudi Arabia to Women’s Rights Commission, For 2018-2022 Term

(unwatch.org)

 

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The Geneva-based human rights group UN Watch condemned the U.N.’s election of Saudi Arabia, “the world’s most misogynistic regime,” to a 2018-2022 term on its Commission on the Status of Women, the U.N. agency “exclusively dedicated to the promotion of gender equality and the empowerment of women.” (unwatch.org)

 

Hillel Neuer

(Executive Director of UN Watch)

 

“Electing Saudi Arabia to protect women’s rights is like making an arsonist into the town fire chief.”

 

“It’s absurd — and morally reprehensible.”

 

“This is a black day for women’s rights, and for all human rights.”

 

“Saudi discrimination against women is gross and systematic in law and in practice. Every Saudi woman, must have a male guardian who makes all critical decisions on her behalf, controlling a woman’s life from her birth until death. Saudi Arabia bans women from driving cars. Why did the U.N. choose the world’s leading oppressor of women to promote gender equality and the empowerment of women?”

 

“Today the UN sent a message that women’s rights can be sold out for petro-dollars and politics, and it let down millions of female victims worldwide who look to the world body for protection.”

 

Já com António Guterres como secretário-geral das Nações Unidas, aproveitando o vazio político provocado pelas presidenciais norte-americanas para com o apoio da Rússia e da China se tornar num potencial candidato (graças à neutralidade/ativa dos EUA esperando pelo novo Presidente) e mais tarde, depois de muitas negociações (com alguns perdendo mas exigindo algo em troca) e de sucessivas votações, se transformar inevitavelmente no candidato eleito: tendo tomado posse e surgindo como primeiros sinais, depois de já ter pactuado com a Guerra no Iémen liderada militarmente pela Arábia Saudita e levando à destruição de uma nação soberana e ao genocídio da sua população, desta vez aceitando para integrar uma Comissão para a Defesa e Equidade de Género (obviamente da Mulher) um representante desse país mundialmente conhecido por inferiorizar, marginalizar, castigar e até mesmo matar mulheres ‒ apenas porque não são homens e não o sendo jamais tendo os mesmos direitos. Como se já não bastasse com a mesma Arábia Saudita a ter sido recentemente reeleita para o Conselho da UN para a Defesa dos Direitos Humanos (com toda a influência que esse cargo transporta) sempre com a conivência de alguém mesmo na EU).

 

(texto/inglês: unwatch.org/22Abr2017 ‒ imagens: unwatch.org e web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:18
Domingo, 08 DE Maio DE 2016

WTC – Faz 15 Anos a 11/9

No dia 11 de Setembro de 2001 mais de 3.000 pessoas foram mortas no cumprimento de um objetivo que pelas suas consequências (2001 a 2016) só pode ter tido a intervenção direta e conjunta dos dois únicos intervenientes (e aliados) então e ainda agora de mãos dadas no terreno: EUA e Arábia Saudita. Claramente que um deles ou os dois serão os culpados! Qual é então a dúvida?

 

Por vezes parece Espanto outras vezes Indiferença

 

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Momento em que em plena aula a ser ministrada numa escola primária do estado da Flórida, o recentemente eleito presidente dos EUA G. W. Bush é informado pela 1ªvez do ataque terrorista em curso contra o seu próprio país

(na altura em que um segundo avião colidia com a outra torre gémea)

 

Neste ano de 2016 faz 15 anos que as duas Torres do WTC localizadas em Manhattan/Nova Iorque foram completamente destruídas e arrasadas: num elaborado e complexo ataque terrorista (tendo claramente como objetivo os EUA e o seu Sistema Financeiro), com um plano de ataque simultâneo (dirigido a um número múltiplo de alvos) e dispondo da garantia de cobertura de retaguarda (que se saiba nenhuma das células terroristas foi antecipadamente detetada pelas agências de segurança do governo), um grupo de indivíduos esmagadoramente naturais da Arábia Saudita fez explodir dois aviões contra as duas torres gémeas, como que implodindo os edifícios e reduzindo-os literalmente a cinzas (um trabalho perfeito entre outros dos múltiplos ataques registados nesse dia, com os mais referenciados a serem o da queda de um outro avião de passageiros e o da colisão de um outro contra uma das fachadas do Pentágono). Num total aproximado de 3.000 mortos e de 6.000 feridos. Ocorrido a 11 de Setembro de 2001 durante a primeira presidência de G. W. Bush – eleito como 43º Presidente dos EUA numas eleições aparentemente fraudulentas, nas quais os 500.000 votos de avanço que o candidato Democrata e seu adversário Al Gore tinham de vantagem, por artes mágicas e divinas do seu querido e mais experiente irmão Jeb Bush, se transformaram numa magra mas saborosa vitória do anterior derrotado. Jeb Bush um potencial candidato a Presidente dos EUA que por acaso já foi despachado logo no início das primárias Norte-Americanas – apesar dos Militares e do seu forte apoio, esmagado por um ingénuo e inexperiente Milionário.

 

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Um Presidente dos EUA que após tomar conhecimento que o seu país estava nesse preciso momento sob ataque direto de forças estrangeiras – já com as duas Torres do WTC atingidas pelo impacto e explosão dos dois aviões e a caminho do seu colapso total – decidiu manter-se indiferente e como nada se passasse

(bom para as crianças, um tanto estranho para os adultos)

 

Hoje (dia 8 de Maio) a pouco mais de 4 meses de distância da passagem dos 15 anos sobre a data desse Momento-Chave que mudou toda a intervenção política por parte da (na altura) maior potencia mundial – em 2001 e sem qualquer tipo de dúvida económica e militarmente (o que interessa) os EUA – ainda ficamos a pensar como um estado tão poderoso como os EUA (ainda por cima com o estatuto de Polícia do Mundo) permitiu que no interior do seu próprio território, fazendo milhares de vítimas entre a sua própria população e atuando como se estivessem protegidos na sua atuação por forças de proteção estrategicamente colocadas na sua retaguarda (como se certos serviços de segurança tivessem construído uma Firewall adicional de segurança protegendo assim a ação dos terroristas), um grupo de indivíduos armados (terroristas), ligados maioritariamente a um mesmo país (Arábia Saudita), associados à mesma organização terrorista (Al-Qaeda), com ligações políticas privilegiadas ao poder desse país financiador (é bem conhecida a estreita ligação de amizade e negócios entre os BUSH e a família LADEN) e do próprio EUA, ex-aliado em muitos combates no estrangeiro (como no Afeganistão contra a ocupação russa) e movimentando-se livremente no território norte-americano certamente com o conhecimento prévio das várias agências governamentais (pelo menos de algumas, já que as mesmas se digladiam no terreno tentando sobrepor-se à outra e assim ser protagonista) fizessem aquilo que fizeram. Ainda-por-cima sabendo agora tudo aquilo que se seguiu aos acontecimentos do 11/9 e quem na realidade lucrou com a criação (que eu considero artificial por planeada) deste verdadeiro Golpe de Estado, iniciado no interior dos EUA (com um ataque fulminante ao seu centro financeiro encobrindo desde logo os autores do golpe e que logicamente iriam lucrar com o mesmo) e tendo como objetivo um plano estratégico de supremacia Global, impondo ao Mundo a sua força e indicando-lhe mais uma vez quais as zonas já com dono (os EUA – por direitos adquiridos e desde sempre conferidos por uma entidade divina, o Dólar).

 

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Um golpe para ter verdadeiramente sucesso e replicar-se indefinidamente entre o seu povo, precisa sempre e sem exceção da presença de um Bobo (neste caso G. W. Bush à esquerda) – só assim os seus verdadeiros autores se poderão esconder atrás dele e desse modo limpar o seu nome da lista de criminosos causadores do genocídio (neste caso os outros dois, Dick Cheney ao centro e Donald Rumsfeid à direita)

 

Para quem ainda tiver dúvidas de qual é o vencedor: a Verdade ou a Hipocrisia

 

Quando recuamos no tempo e verificarmos como o mundo esteve (está e provavelmente ainda estará) entregue mas mãos de verdadeiros psicopatas – que apenas pensam na mais-valia que podem obter a partir de qualquer tipo de objeto, considerando também o Homem como tal e não o diferenciando deste como sujeito que é, logo com o direito de usufruir desse mesmo objeto e não o de ser usufruído por outros Sujeitos como se fossem coisas de desgaste rápido e naturalmente descartáveis – ainda nos perguntamos como tal ainda é possível?

 

E assim voltamos às expressões (de verdadeiro desprezo) com que nos presentearam estes políticos.

 

“A psicopatia é um estado no qual existe excesso de razão e ausência de emoção. Muitas vezes o indivíduo que tem a psicopatia simula emoções que não sente verdadeiramente com algum objetivo próprio. Um psicopata sabe que é diferente, pois se sente superior aos outros. Pessoas que têm esse transtorno de personalidade, convivem com um grande vazio interior. Por serem incapazes de sentir emoções, buscam prazer no sofrimento do outro.” (Júlia Bárány/bolsademulher.com)

 

No caso do nosso protagonista o ex-Presidente G. W. Bush, com o indivíduo e paciente aqui em questão (e análise) alternando entre uma expressão facial e inicial de alguém desligado da realidade e inopinadamente sendo surpreendido pela mesma – num cenário para o mesmo considerado idílico por infantil e de enquadramento completamente inapropriado para tais acontecimentos do mundo exclusivo dos adultos – e uma outra mais alienada do que reflexiva e muito característica de alguém temporariamente sofrendo de lobotomia autoinfligida, retratada numa expressão vazia, perdida e no final receosa mas totalmente indiferente. Para já não falar em Donald Rumsfeld e no assustador Dick Chenney – essas aves de mau agoiro que enquanto no poder do Mundo, tantas vítimas provocaram promovendo (até) o terrorismo: com os terroristas a subirem de nível sendo agora Jubilados e passando de simples Al-Qaeda (algo pequeno) ao poderoso Exército Islâmico (muito mais forte).

 

(imagens: Paul J Richards/AFP/Getty Images e salon.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:36
Terça-feira, 05 DE Janeiro DE 2016

Arábia Saudita

Na linha direta da ideologia e da prática de movimentos terroristas como a Al-Qaeda e o Estado Islâmico

 

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Execução do clérigo xiita Al-Nimr
(às mãos dos sunitas da Arábia Saudita)

 

This is the Saudis saying:
"There is no limit to how far we will go."
(Abdulkhaleq Abdullah, professor de ciência política da Universidade dos Emirados)

 

Mais uma vez a ARÁBIA SAUDITA mostrou a todo o mundo que quer continuar a ser a potência dominante na região do Médio Oriente.

 

Contando com o apoio tácito dos EUA (o seu grande aliado moral e fornecedor de armamento), os sauditas lançaram-se no passado dia 2 para a maior execução em massa (de condenados à morte) desde há 35 anos: incluindo 46 terroristas e tendo como extra o clérigo xiita SHEIK NIMR AL-NIMR.

 

Uma execução que para além de ser cínica e irreversível também o foi provocatória e dirigida: apontando o dedo claramente para a outra potência da região o seu inimigo xiita IRÃO.

 

Atitude imediatamente apoiada pelo Bahrein, Sudão e Emirados Árabes Unidos, a partir do momento em que os seus inimigos xiitas (comandados pelo Irão) se manifestaram violentamente contra a atitude dos sauditas (ou não fossem todos sunitas). Numa região rica em petróleo, com duas potências inimigas, Israel lá pelo meio e os norte-americanos por trás.

 

E com os escombros do Iraque, da Líbia e da Síria a comporem o ramalhete sangrento. E com a AL-AQAEDA e o ESTADO ISLÂMICO sempre e sempre presentes.

 

No dia 11 de Setembro de 2001 dois aviões comerciais colidiram com as Torres Gémeas do WTC em Nova Iorque matando mais de 3.000 pessoas: os pilotos que tomaram os aviões e os despenharam contra as torres (que posteriormente ruíram) eram esmagadoramente sauditas.

 

A conclusão disto tudo?

 

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A resposta do líder supremo do Irão (à execução pelos sunitas do clérigo xiita) fazendo o paralelismo (através de um cartoon) entre as execuções na Arábia Saudita (WHITE ISIS os terroristas bons) e as execuções no Estado Islâmico (BLACK ISIS os terroristas maus)

 

“Obama administration officials expressed deep concern Sunday that the abrupt escalation of tensions between Saudi Arabia and Iran could have repercussions extending to the fight against the Islamic State in Syria and Iraq, the diplomatic efforts to end Syria’s civil war, and wider efforts to bring stability to the Middle East.” (The Washington Post)

 

O que significa (seguindo o pensamento da administração do presidente norte-americano Barack Obama) que este último episódio mediático e global protagonizado pela etnia sunita (no poder na Arábia Saudita) irá inevitavelmente e mais uma vez reforçar a luta dos terroristas e levar o que resta de muitos dos estados em guerra (na região e à volta) ao seu descalabro final (Iraque, Síria, Iémen, Líbia). Provocando milhares de mortos e milhões de desalojados – que fugirão para onde?

 

(imagens: WEB)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:32
Segunda-feira, 18 DE Maio DE 2015

O Bem e o Mal

Como se já não bastasse o genocídio no Iraque, os estrategas norte-americanos resolveram estende-lo a uma nova região, a Síria. E não é que agora o seu Kim Jong-un privado (Salman Saud, o novo rei da Arábia Saudita) resolveu imitá-los e começou também a matar? Com as armas trocadas por petróleo tem vindo a destruir (sistematicamente) o Iémen.

 

Juntos e ao Vivo no Iraque

 

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Iraque

 

No Iraque o Eixo do Bem e o Eixo do Mal unem-se, formando uma nova (e extraordinária) coligação. Não sei o que dirão os representantes dos Bons e os dos Maus (como fiéis partidários dos dois eixos), mas o que surgir desta união (de facto) só poderá originar um mutante. Uma nova raça que por mais que se esforcem, nunca se identificará com as origens – que nunca conheceram. E o resultado será mais uma tragédia: como todos nós sabemos e como gerações consecutivas nos ensinaram, na Terra não existe lugar para os Bons e ao mesmo tempo lugar para os Maus. Quanto mais para híbridos.

 

Um contingente de cerca três mil homens desloca-se neste momento a caminho da cidade iraquiana de Ramadi. Tomada há poucos dias pelas milícias armadas do Estado Islâmico, esta cidade situada a pouco mais de uma centena de quilómetros da capital do país (Bagdade), foi abandonada pelo exército iraquiano (em fuga) e tomada pelas forças rebeldes do ISIS/ISIL. Tendo-se registado até agora mais de 500 mortos (e com toda a sua população em fuga), a cidade aguarda agora a chegada de uma nova vaga de violência – que quando muito acabará por terra planar a cidade dada a ausência de mais bichinhos (vivos).

 

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Ramadi

 

O grupo de combatentes fortemente armados é constituído por elementos de uma milícia pertencente a uma facção do hezbollah pró-iraniano (estacionado noutra localidade iraquiana) e agora requisitado pelo governo legal do Iraque para combater os terroristas islâmicos com ligações à guerra civil na Síria (e a actuarem violentamente na região). Simultaneamente os EUA colaborarão nessa missão bombardeando as milícias do Estado Islâmico (o ISIS/ISIL por coincidência uma criação conjunta EUA/Arábia Saudita) apoiando o avanço sobre a cidade iraquiana de Ramadi das milícias shiitas: a única força presente a poder opor-se aos terroristas.

 

Uma confusão total. O Caos. O Eixo do Bem (EUA) une-se ao Eixo do Mal (Irão) para combater uma outra forma tenebrosa (ou não) resultante da união entre dois corpos em princípio incompatíveis (EUA E Arábia Saudita). Com dois regimes distintos mas ambos ditatoriais (Arábia Saudita e Israel) a invectivarem os EUA (a Democracia) a deixarem o Eixo do Mal e desse modo a apoiarem os mutantes (deles). A evolução poderá ser temporariamente lenta (veja-se o intervalo no filme da guerra da Ucrânia), mas no dia em que for declarado o nome do novo Presidente dos EUA, tudo recomeçará: o nosso trajecto (por ser o deles) parece já inevitável.

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:15
Sexta-feira, 24 DE Abril DE 2015

Democracia Saudita à Força de Bala

(Bala maioritariamente norte-americana)

 

Qual será o país árabe que com a cumplicidade dos EUA subsidia o grupo terrorista ISIS na destruição de mesquitas shiitas no Iraque?

 

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Explosão de uma mesquita na cidade de Mosul no norte do Iraque

 

E que colaborando com este movimento terrorista da mesma forma como o tem feito com a AL-QAEDA (outra criação conjunta Arábia Saudita/EUA), só tem contribuído para o massacre iraquiano.

 

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Execução de pretensos membros das forças de segurança iraquianas

 

E que intervindo indirectamente no conflito e genocídio em curso na Síria, seja através do movimento terrorista ISIS ou da própria AL-QAEDA (fortemente subsidiados em termos financeiros), tem ajudado à instalação do caos e da morte no Médio Oriente.

 

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Militantes do Estado Islâmico claramente bem tratados e fortemente equipados

 

Depois do Afeganistão, do Iraque, da Líbia e mais recentemente do Iémen (só mencionando os casos mais falados), toda esta região do globo tem entrado nos últimos anos e como que sequencialmente em violentíssima convulsão (até parece a concretização de um plano), excepção feita para aqueles países que atravessaram o tempo e o espaço das famosas Primaveras Árabes.

 

Ao mesmo tempo que os EUA concentram a grande maioria das suas forças económicas, financeiras e militares no novo Eixo do Mundo, não se deixam no entanto distrair sobre a evolução do cenário global, continuando extremamente interessados e ocupados com a concretização dos seus planos, em zonas de momento consideradas de interesse menor: como é o caso da Europa (Ucrânia/Rússia) e o do Médio Oriente (Israel/Petróleo/Irão). Que o diga o Iémen.

 

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Tanque circulando no porto iemenita de Aden localizado na periferia da cidade

 

Agora temos mais um país da região a adicionar aos já tão poucos territórios sem Estado, Governo, Leis ou regras mínimas de sobrevivência: estados não existentes instalados em territórios existentes (com pessoas) e agora deixados completamente ao abandono e à sua sorte danada. Com o azar de ter a Arábia Saudita como vizinho, com esta a reabastecer facilmente as suas organizações militares paralelas já instaladas no terreno como a AL-QAEDA e o ISIS. Dividido o país em três regiões de influência (Governamental/Rebelde/AL-QAEDA+ISIS), bombardeadas as suas infra-estruturas básicas (estradas, pontes, casas) e autorizados a descartar-se mesmo de cidadãos norte-americanos, eis que sob a bandeira de um Estado Islâmico (o oficial) surge uma nova Líbia. Mas qual será mesmo esse Estado Islâmico Modelo que “continua a ser um dos poucos países do mundo que não aceitam a Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU” (wikipedia.org)?

 

(imagens – AP/Getty Images/Reuters)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:43

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