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Segunda-feira, 23 DE Outubro DE 2017

A Segunda lua da Terra

Segundo a NASA com o objeto (asteroide) orbitando a Terra há cerca de um século e muito provavelmente mantendo-se nas redondezas por mais uns quantos séculos ‒ daí e ao contrário de outros podendo ser considerado a Lua 2.

 

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A terra e a sua lua temporária 2016 HO3

(ilustração)

 

Avistado pela 1ª vez em 27 de Abril de 2016 pelo telescópio PAN-STARRS 1 instalado no HAWAII (um dos 50 estados norte-americanos e numa iniciativa da NASA), o asteroide 2016 HO3 de dimensões entre 40/199 metros e tendo um período orbital de 365,9 dias (tempo gasto no seu movimento de translação em volta do Sol e acompanhando nesse trajeto o nosso planeta) ‒ tempo ligeiramente superior ao da Terra de 365,2 dias ‒ é hoje já considerado como o segundo objeto natural orbitando a Terra (no seu próprio movimento de translação em volta do Sol), fazendo-o a uma distância entre 14/40 milhões de quilómetros (mínima/máxima) e podendo ser designado como uma 2ª Lua (mais distante e mais pequena): tal como a Lua movimentando-se em torno do Sol e nessa sua deslocação (em torno da mesma estrela de referência) circulando simultaneamente em torno da Terra (no caso desta 2º lua girando em torno do seu eixo 2 vezes/hora e refletindo a luz do Sol tal como se fosse um asteroide).

 

Com outro potencial satélite (natural) orbitando o planeta Terra a ser o também asteroide 2003 YN 107, durante uma década orbitando o planeta mas acabando por abandonar as proximidades e desaparecer.

 

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Órbita do asteroide 2016 HO3

(a 2ª Lua da Terra)

 

Uma Segunda Lua muito mais distante (no seu ponto de maior aproximação estando cerca de 30 X mais distante que a Lua) e muito mais pequena (d Lua ≈ 35.000 d Asteroide) do que até agora única e original (daí a dificuldade na sua observação) ‒ a nossa LUA ‒ entre muitos dos outros candidatos (uma meia-dúzia) a potenciais satélites (naturais e da Terra) e com alguns deles já tendo mesmo partido (deixando a região envolvendo a Terra e deslocando-se para outras paragens), sendo a única resistente (por ser mais facilmente observada e reconfirmada) a manter-se como tal: e depois da Lua gigante sendo esta a Lua anã. Podendo tratar-se apenas de mais um pequeno fragmento capturado (temporariamente) pela Terra e tal como muitos outros mais tarde ou mais cedo a serem novamente perturbados (por ação de outras forças exteriores na altura sobrepondo-se às até aí existentes), deixando a nossa zona e partindo para de onde vieram, para outro lado qualquer ou apenas aniquilando-se (contra o Sol ou outro objeto qualquer ou até mesmo desintegrando-se): mas para a nossa felicidade (existe outra Lua para além da Lua, Outro Mundo para Além do Mundo) e aumento no catálogo (quantos mais territórios disponíveis melhor, mesmo que não sirvam para nada), agora com mais um (elemento) e aumentando a Família (não estando assim tão sozinhos e abandonados no Cosmos, rodeados como estamos por tantos artefactos tão próximos e semelhantes para o nosso conforto), nem que apenas de forma (decorativa) e limitando-se a (meros) objetos.

 

(imagens: inverse.com/physics-astronomy.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:37
Quinta-feira, 21 DE Setembro DE 2017

Asteroide 2017 SR2

Um asteroide descoberto ontem e com a sua trajetória também definida ontem, passou também ontem a pouco mais de 90.000Km de nós (também ontem sendo o segundo).

 

Asteroid 2017 SR2 to flyby Earth at 0.24 LD on September 20, second of the day

(watchers.news)

 

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Reportando-nos aos viajantes alienígenas (logicamente não sendo humanos) que por mais vezes nos visitam, temos que reconhecer que localizados num dos imensos braços que constituem a nossa galáxia (Via Láctea), dificilmente alguma entidade por vontade própria ou acidentalmente nos tomará como alvo (Homem) e se dirigirá para cá: habitando uma galáxia pequena, em rota de colisão com outra (Andrómeda), num sistema microscópico (Sistema Solar) e num planeta completamente invisível (Terra).

 

A newly discovered asteroid designated 2017 SR2 will flyby Earth at a very close distance of 0.24 LD (~92 160 km / 57 265 miles) at 20:29 UTC on September 20, 2017. This is the second known near-Earth asteroid to flyby Earth at a distance of 1 LD today, the third within the past 7 days and the 31st since the start of the year.

(watchers.news)

 

E se nesse campo as perspetivas de visitas futuras por parte de entidades alienígenas parecem ser cada vez mais remotas (afastando-se de nós pelo menos temporariamente a possibilidade de contacto direto com vida orgânica), por outro lado a possibilidade de outro tipo de contactos não intervindo diretamente com interligações biológicas mas podendo suscitá-las assim como introduzi-las (um corpo pode ser o corpo de outro), pode revelar outros mundos de base sólida e mineral assim como berço de vida.

 

The closest one (2017 GM) flew past Earth at just 0.04 LD (~15 360 / 9 544 miles) on April 4. Its estimated diameter is between 2.8 and 6.3 m (9 and 20 feet). The largest so far was 2017 QP1 with an estimated diameter of 37 to 83 m (121 to 272 feet). It flew past Earth at 0.16 LD (~61 440 km / 38 177 miles) on August 14.

(watchers.news)

 

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Com alguns desses viajantes cumprindo o seu trajeto periódico e justificativo (cumprindo a sua missão específica no interior do Sistema e desse modo efetuando a sua manutenção) e atravessando (e movimentando-se por) todo o Sistema Solar, espalhando por todo esse conjunto (e estrutura) uma mensagem codificada de Vida preservada e transportada (em pequenos módulos no seu interior) e posteriormente e talvez de uma forma aleatória disseminada (talvez por acaso talvez por necessidade) num centro nevrálgico do Sistema Solar (pelo menos no que nos diz respeito e à nossa preservação como espécie inteligente e organizada ou seja dominante, evolutiva e sendo capaz de se estender no Espaço (pelo menos teoricamente) aproveitando um parâmetro para nós um pouco misterioso e abstrato (apesar de decisivo por limitar a nossa existência) a passagem do Tempo.

 

Nesses objetos integrando-se os cometas e de uma forma mais consistente (e interventiva na concretização do desígnio) outros corpos celestes, uns maiores e outros menores, com diferentes formas e texturas, constituição, massa e velocidade, órbita e período solar e podendo ser originários de locais mais ou menos distantes (mas existindo no interior do Sistema) sendo cientificamente conhecidos como meteoros (e meteoritos) e asteroides: com os asteroides a ser particularmente os mais interessantes (até na perspetiva prioritária de preservação da nossa segurança) dada a sua passagem, problemas dessa proximidade e até de um possível impacto.

 

Any asteroid falling from the sky would have a tremendous amount of energy. In 2028, the asteroid 1997XF11 will come extremely close to Earth but will miss the planet. If something were to change and it did hit Earth, what you would have is a mile-wide asteroid striking the planet's surface at about 30,000 mph. An asteroid that big traveling at that speed has the energy roughly equal to a 1 million megaton bomb. It's very likely that an asteroid like this would wipe out most of the life on the planet.

(Marshall Brain/ howstuffworks.com)

 

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Preocupando-nos neste último caso quando nem sequer há aviso (prévio) da sua eminente chegada, com estes objetos circulando a grande velocidade na nossa direção e só sendo detetados aquando ou mesmo depois da sua passagem (nas proximidades da Terra) fazendo-lhe uma tangente ou mesmo uma secante: sendo neste último caso exemplos o Evento de Tunguska (1908) e (mais recentemente e com menores consequências) o Evento de Cheliavinsk (2013).

 

Num só dia com dois asteroides a passarem a uma distância da Terra menor que a distância ao corpo celeste localizado mais perto de nós e por sinal (apesar de todas as nossas limitações) já visitado pelo Homem (a Lua situada a pouco mais de 384.000Km), um deles 2017 SM2 passando a 0.8LD (mais de 300.000Km) o seguinte 2017 SR2 a 0.2LD (mais de 75.000Km): dois pequenos objetos (12 e 7 metros respetivamente) deslocando-se a uma velocidade de 8.5 e 10Km/s e descobertos e com as órbitas definidas no dia da sua própria passagem (20 de Setembro) ‒ pouco antes, durante ou mesmo depois dessa mesma passagem.

 

Sendo o asteroide 2017 SR2 o 2º a passar ontem (num dia e depois do 1º o asteroide 2017 SM2), o 3º numa semana e o 31º desde o início de 2017 ‒ a passar a menos de 1LD de distância da Terra (uma ninharia de distância dada a dimensão do Sistema Solar, para já não falar da Galáxia/Via Láctea ou então do Universo): com 31 asteroides registados desde o início de 2017 a uma média bem próxima de 1 asteroide/semana (mais rigorosamente 0.825), sugerindo-se que num ano e nas suas 52 semanas (365/6 dias) cada vez são maiores as hipóteses de um dia (destes) um deles embater ‒ e depois logo se vê (mas esperando ser pequeno). Talvez em cada semana com uma percentagem de 2% de existir um impacto (como assim faltando percorrer 28% do ano).

 

(imagens: Andrzej Wojcicki/Getty Images/Science Photo Library RF e science.howstuffworks.com/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:41
Sábado, 09 DE Setembro DE 2017

Florence e as suas Acompanhantes de Luxo

O monstruoso asteroide que no passado dia 1 de Setembro passou a apenas 7 milhões de quilómetros da Terra ‒ 3122 FLORENCE ‒ afinal de contas não viajava sozinho, mas acompanhado pelas suas duas luas.

 

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 O monstro acompanhado pelas suas duas luas

 

Um asteroide com quase 5Km de diâmetro, observado pela primeira vez há mais de 38 anos (por 2591 vezes), rodando em torno do seu eixo em menos de 2,4 horas e com um período orbital de cerca de 38,5 anos.

 

Na observação realizada aquando do seu ponto de maior aproximação à Terra descobrindo-se as suas duas pequenas luas (acompanhando-o), num caso raro de registo astronómico (sendo apenas o 4ª caso em mais de 16400) de um asteroide triplo (o asteroide mais as duas luas).

 

Duas luas de pequenas dimensões (100/300 metros) orbitando o asteroide e acompanhando no seu movimento, a mais próxima circundando-o em cerca de 8 horas a mais afastada sensivelmente no triplo do tempo.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:19
Domingo, 13 DE Agosto DE 2017

Asteroide 2012 TC4

A caminho do planeta Terra

(e prometendo passar no interior da órbita da Lua)

 

Com a NASA a manter os seus 45.000Km (outros nem 7.000Km) como ponto de maior aproximação à Terra ‒ mas chocando com a mesma podendo provocar um Evento muito semelhante ao ocorrido em Chelyabinsk (cerca de 1500 feridos e de 7000 casas danificadas).

 

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Asteroide 2012 TC4

(assinalado a azul ao centro)

 

O asteroide 2012 TC4 previsto para passar nas proximidades do planeta Terra no próximo dia 12 de Outubro pelas 05:41 UT, foi de novo detetado por um grupo de três astrónomos (Hainaut, Koschny e Micheli) tendo como primeiro objetivo a sua definição orbital (utilizando um telescópio ótico VLT):

 

Descoberto a 4 de Outubro de 2012 aquando da sua anterior passagem (mas com definições e características recolhidas insuficientes) o asteroide voltou de novo a ser detetado a 27 de Julho (deste ano) sendo confirmado com mais dois registos um a 31 de Julho e outro a 5 de Agosto.

 

Ficando com a sua órbita definitivamente definida a 8 de Agosto e com o asteroide a apresentar uma dimensão próxima dos 15 metros e um período orbital de 1766 dias (4,84 anos)

 

‒ Segundo os cálculos desses astrónomos (da Universidade de Maryland) no dia 12 de Outubro com o mesmo a passar nas proximidades do nosso planeta a uma distância de 50.000Km (quando já se falara em 45.000Km e até em menos de 7.000Km) no interior da órbita da Lua.

 

No dia 1 de Setembro de 2017 com um monstro de mais de 5 Km (5376 metros)

‒ O asteroide 1981 ET3 ‒

A passar a pouco mais de 9 milhões de Km da Terra.

 

[Com o maior objeto previsto para passar nas proximidades do planeta Terra a continuar a ser o asteroide 2004 MN4 (também conhecido como Apophis), possuindo um período orbital de quase 10 anos e uma dimensão de 350/450 metros: no dia 13 de Abril de 2029 passando no seu ponto de maior aproximação a menos de 40.000Km de distância. Não impedindo no entanto que o mesmo e desde a sua descoberta não tenha nos cálculos da NASA possibilitado um impacto com a Terra (chegando no início a ser de 1 para 37) e que lá para 2069/70 o asteroide Apophis não faça aí e então uma grandessíssima tangente ‒ no mínimo “barba e cabelo” (passando a uns míseros 120Km) se não for mesmo um grande estouro (tantos são os imprevistos a tão curta distância).]

 

(imagem: umd.edu)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:25
Terça-feira, 08 DE Agosto DE 2017

Outubro ‒ O mês do Duplo Impacto

Probabilidade de Impacto ≠ 0

 

Nem 15 dias passados sobre as Eleições Autárquicas deste ano em Portugal (1 de Outubro) existe o perigo de um asteroide2012 TC4atingir o planeta Terra (sendo Portugal uma das hipóteses).

 

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Asteroide 2012 TC4

Numa tangente à Terra?

 

Segundo cientistas da agência espacial norte-americana NASA estudando a movimentação no Espaço de objetos circulando nas proximidades do nosso planeta, um asteroide de dimensões provavelmente muito semelhantes às do meteoro de CHELIABINSK (17 metros) passará no próximo dia 12 de Outubro a cerca de 45.000Km da Terra: tendo passado pela última vez nas suas proximidades no ano de 2012 (período orbital de quase 5 anos) a cerca de 280.000Km de distância (outros afirmam apenas 1/3 dessa distância ou seja 95.000Km) e estimando-se com um tamanho compreendido entre 10 e 40 metros.

 

Movimentando-nos num Conjunto cada vez mais fechado e tendencialmente concentrado num único ponto (e no seu/nosso destino) ‒ e simultaneamente condicionados pelos parâmetros até agora disponíveis por propostos ‒ numa determinada referência Explodiremos (sendo expulsos e expandindo-nos num Universo Coincidente) ou então Implodiremos (sendo sugados e expandindo-nos num Universo Paralelo).

 

Dentro de menos de 2 meses fazendo uma nova aproximação ao planeta Terra (e atingindo o seu periélio por meados de Novembro) passando a uma distância de nós talvez menor que 35.000Km (1/3 do estimado) ou até mesmo fazendo uma tangente ou até mesmo uma secante ao planeta ‒ neste último caso sendo o exemplo o Evento recentemente ocorrido na Rússia (há quatro anos e meio) com um corpo celeste a explodir na atmosfera e a desintegrar-se, provocando uma violenta onda de choque (grandes danos materiais e cerca de 1500 feridos) com alguns dos seus fragmentos a embaterem no solo (fazendo-nos recordar o Evento de Tunguska ocorrido há 90 anos e em tudo semelhante).

 

Seja qual for a direção e a profundidade relacionando matéria e energia (deslocada), com esse intercâmbio tendo como base fenómenos eletromagnéticos intrínsecos a qualquer tipo de conjunto (vivo e dinâmico), a ser o resultado logico da evolução sucessivamente replicada (e adaptada) de qualquer Conjunto (mesmo que vazio) evoluindo ciclicamente entre o Caos e a Ordem.

 

Estimando-se segundo vários cálculos efetuados por esses mesmos cientistas (da NASA e outros) não haver hipótese de impacto entre a Terra e esse asteroide, mas tal podendo ocorrer não ultrapassando sequer 0,00055% das hipóteses ‒ e mesmo assim incomodando por ser ≠ de Zero.

 

(imagem: Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:59
Segunda-feira, 03 DE Julho DE 2017

Impacto em menos de 24 Horas

3 Junho 2017

ALERTA de COLISÃO EMINENTE!

(de um asteroide com a Terra)

 

Os telescópios do CSS (Catalina Sky Survey) instalados nas proximidades da cidade de Tucson (localizada no estado norte-americano do Arizona) acabam de descobrir na sua procura de corpos celestes circulando nas proximidades da Terra um pequeno asteroide em trajetória de aproximação ao nosso planeta que segundo os especialistas da NASA (da Universidade do Arizona) irá impactar com a Terra: descoberto num dia e com o impacto a estar previsto para dentro de menos de 24 horas.

 

PIA21712.jpg

À esquerda o asteroide 2014 AA

(a caminho da Terra)

 

Com este asteroide de código 9 (valor máximo = órbita extremamente incerta) a ter um diâmetro estimado de 2 a 3 metros, segundo os cientistas dirigindo-se na nossa direção e indo inevitavelmente impactar o nosso planeta (dentro de 20 horas) entrando por essa altura na nossa atmosfera e acabando por se desintegrar e posteriormente colidir (os seus fragmentos) com a Terra muito provavelmente sobre o oceano Atlântico (mas nunca se sabendo com precisão o local de impacto dada a sua órbita incerta).

 

[Um asteroide descoberto na realidade a 1 de Janeiro de 2014, entrando na atmosfera terrestre sobre o oceano Atlântico (sem consequências relevantes conhecidas) 20 horas depois ‒ de qualquer forma sem capacidade de reação/defesa (tratando-se de um caso mais grave) por parte da Terra/de nós.]

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:01
Domingo, 14 DE Maio DE 2017

Asteroides

No meio da Mesa de Bilhar a Terra não passa de mais uma Bola

‒ Faltando saber qual a cor para o cálculo de Probabilidades.

 

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Desde o início deste ano de 2017 37 asteroides passaram a uma distância do nosso planeta igual ou menor a 1.000.000Km (aproximadamente 2,5 X a distância Terra/Lua). Desses asteroides 23 (64%) passaram a menos de 1DL (384.401Km).

 

Com o asteroide 2017 GM (3 a 6 metros) a ser o que passou mais perto da Terra (a 4 de Abril) a pouco mais de 15.000Km e com o asteroide 2017 DS109 (passando a mais de 350.000Km) a ser o de maior dimensão com cerca de 17/38 metros (visitando-nos a 5 Março).

 

N

Asteroide

(designação)

Data

MA

Distância

MA (DL)

V

(Km/s)

Diâmetro (m)

Descoberto

(em 2017)

Órbita

(definida)

Código

(0-9)

1

2017 GM

Apr-04

0.04

18.50

2.8 - 6.3

3 Abr

5 Abr

7

2

2017 EA

Mar-02

0.05

18.42

1.8 - 4.1

2 Mar

6 Abr

6

3

2017 BH30

Jan-30

0.13

15.46

4.6 - 10

29 Jan

6 Abr

6

4

2017 FN1

Mar-20

0.16

18.26

2.0 - 4.5

20 Mar

6 Abr

7

5

2017 JA

May-02

0.26

16.03

4.4 - 10

1 Mai

1 Mai

6

(Asteroides por MA à Terra)

 

E com o asteroide deslocando-se a uma maior velocidade a ser 2017 FS com um valor de 20Km/s e o mais lento sendo 2017 DG16 deslocando-se a 7Km/s ‒ com outros 3 asteroides a apresentarem inicialmente uma grande incerteza na definição da sua órbita (código 8): 2017 FW158, 2017 FS e 2017 HG49.

 

Com a curiosidade um pouco preocupante de entre os 23 asteroides passando a menos de 1 DL da Terra (384.401Km) 9 deles (39%) só terem sido detetados aquando da sua passagem ou até mesmo depois da mesma se ter dado (2 deles de código 8 ‒ 2017 FW158 e 2017 HG49).

 

N

Asteroide

(designação)

Data

MA

Distância

MA (DL)

V

(Km/s)

Diâmetro (m)

Descoberto

(em 2017)

Órbita

(definida)

Código

(0-9)

1

2017 DS109

Mar-05

0.92

11.38

17 - 38

14 Fev

6 Abr

6

2

2017 AG13

Jan-09

0.54

15.70

16 - 36

7 Jan

6 Abr

6

3

2017 BS32

Feb-02

0.42

11.57

9.2 - 21

30 Jan

6 Abr

5

4

2017 HJ

Apr-16

0.35

15.04

8.7 - 19

17 Abr

25 Abr

6

5

2017 HG49

Apr-21

0.93

13.78

7.9 - 18

27 Abr

1 Mai

8

(Asteroides a menos de 1 DL por maior diâmetro)

 

No que diz respeito aos 14 asteroides estendendo-se no intervalo para lá de 1DL até perto dos 1.000.000Km (2.6DL), voltando de novo a ocorrer o já sucedido anteriormente, com 3 desses 14 asteroides (21%) a só serem descobertos após a sua respetiva passagem ‒ num intervalo de duas semanas.

 

E se aqui a percentagem dos asteroides não previamente detetados passou dos iniciais 39% (< 1DL) para uns mais baixos 21% (1/2 DL) ‒ obviamente uma diminuição de quase 50%  ‒ não se podendo no entanto esquecer da maior dimensão destes últimos e da sua maior perigosidade (em caso de impacto).

 

N

Asteroide

Data

DL

V (Km/s)

D (m)

1ªobservação

Solução

Código

1

2017

JA2

May-12

2.57

9.62

30 - 66

4 Mai

13 Mai

6

2

2017

HY3

Apr-26

2.55

17.08

22 - 49

24 Abr

28 Abr

7

3

2017

JV1

May-08

2.34

11.27

15 - 35

3 Mai

8 Mai

7

4

2017 FQ127

Apr-03

2.05

14.27

15 - 33

29 Mar

5 Abr

7

5

2017

FX90

Apr-01

2.37

12.19

14 - 32

25 Mar

10 Abr

6

(Asteroides entre 1/2 DL por maior diâmetro)

 

Destes últimos asteroides passando entre 1/2.6 DL da Terra, devendo-se destacar os 3 só vistos depois de passarem ‒ com o maior a poder ter um diâmetro entre 20 e 45 metros (maior que o de Chelyavinsk): 2017 FA3 (17 Março), 2017 FL101 (25 de Março o maior) e 2017 GW4 (outro de código 8).

 

Constatando-se que face a estas bolas de bilhar circulando livremente pelo nosso Sistema e impulsionadas de algures (na nossa direção), a Terra correrá sempre o perigo de ser um dia atingida por uma delas (como acontece periodicamente mas com objetos mais pequenos).

 

Asteroide

(designação)

Data MA

Distância MA

(Km)

Velocidade

(Km/s)

Diâmetro

(m)

153814 (2001 WN5)

2028-Jun-26

249860

10.24

580 - 1300

99942 Apophis (2004 MN4)

2029-Apr-13

38440

7.42

310 - 680

(maiores aproximações previstas nos próximos 12 anos)

 

Dependendo aí o nosso Futuro (Terra/Homem), do seu cartão-de-visita (asteroide): velocidade, dimensão, constituição, entre outros pontos de identificação.

 

E da nossa Prevenção ‒ deixando de descobrir apenas 1 em cada 3 (dos 37 asteroides 12 passaram sem se ver ou seja 32%) e antecipando o mais possível a saída necessária da nossa zona de conforto (se quiser sobreviver e evoluir o Homem terá que sair da Terra e descobrir Outros Mundos).

 

(dados e imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:11
Quarta-feira, 19 DE Abril DE 2017

Asteroide JO25

Condition Code: 0

(escala de 0 a 9)

 

Hoje dia 19 de Abril de 2017, um asteroide com mais de 850 metros de diâmetro ‒ 2014 JO25 ‒ passará nas proximidades do planeta Terra a cerca de 1.770.000Km de distância: uma distância relativamente curta (4,6 LD) se a compararmos com a distância entre o Sol e a Terra (67 X mais distante).

 

PIA21594.jpg

Asteroide 2014 JO25

(Sistema de radares de Goldstone na Califórnia)

 

Um asteroide detetado pela 1ª vez em 16 de Maio de 2011 e observado pela última vez ontem (e com a sua órbita já definida) viajando a uma velocidade de 33,6Km/s (mais de 120.000Km/h) ‒ e tendo ultrapassado o seu periélio na primeira quinzena de Março (pelos dias 10/11) quando se encontrava a pouco mais de 35.000.000Km do Sol.

 

Um asteroide oriundo do lado do Sol com uma capacidade refletiva cerca de 2X a da Lua e como tal sendo visível nestes próximos dias à noite (a partir do dia 19) utilizando um simples telescópio.

 

asteroid20170406.jpg

Passagem do asteroide 2014 JO25

(nas proximidades da Terra)

 

Devendo-se o seu destaque à sua já apreciável dimensão neste tipo de situações (aproximação de um asteroide à Terra no cumprimento da sua trajetória em torno do Sol), segundo a NASA o maior desde Toutatis (um monstro de 2,3Km x 4,6Km) ‒ e com o próximo e mais ameaçador a ser o asteroide 1999 AN10 (800 metros) segundo previsões passando dentro de 10 anos (2027) a menos de 1 LD da Terra (cerca de 380.000Km).

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:41
Quarta-feira, 05 DE Abril DE 2017

2017 GM – Outro Calhau que passou perto de Nós

Mas este vindo do Espaço Exterior

 

2017gm_04apr2017.jpg

2017 GM (ao centro)

A caminho do seu ponto de maior aproximação à Terra

(ocorrido cerca de três horas depois)

 

Cometas: “bola de neve suja” que orbita o Sol; detrito maioritariamente composto por gelo e poeira, que se encontra mais longe do Sol que o planeta Plutão, e que ao passar perto do Sol (e vê-se nos céus a partir da Terra) ganha uma cauda brilhante devido à sublimação do gelo do cometa.

Asteroides: rocha que orbita o Sol, que (já) não tem gelo, e que se costuma encontrar numa órbita entre Marte e Júpiter, apesar de existirem por todo o Sistema Solar.

Meteoroides: pequena rocha, mais pequena que o asteroide.

Meteoros: quando o meteoroide entra na atmosfera de um planeta, e podemos ver a bola de fogo a rasgar os céus. O fenómeno luminoso que popularmente chamamos de estrela cadente.

Meteoritos: quando fragmentos dos meteoros atingem a superfície do planeta.

(astropt.org)

 

ImpishOldAnophelesmosquito.jpg

2017 GM (órbita)

No início de Agosto já a mais de 155.000.000Km da Terra

(hoje a cerca de 11.500Km)

 

Preocupados com o aumento eventual de registos de passagem de pequenos objetos na proximidade do nosso planeta, este ano os interessados neste tipo de objetos e segundo a sua contabilidade iniciada a 1 de Janeiro (contabilizada até ao dia de hoje 4 de Abril) detetaram até ao momento 15 asteroides passando a menos do que 1LD da Terra – ou seja passando a uma distância menor que 384.400Km (= 1LD). Com o 15º objeto a passar hoje por volta das 10:30 UTC a pouco mais de 11.500Km da Terra a uma v = 18.5Km/s e tendo uma dimensão entre 3/6 metros – o asteroide 2017 GM. Como a grande maioria destes 15 objetos (senão mesmo todos) a serem detetados no melhor dos casos no dia anterior, outros no próprio dia e ainda outros já depois de terem passado: só para se ficar a saber como estamos preparados para os receber. E alertando qualquer um de nós face a tal procedimento (já que poderemos ser nós já no solo a detetar a sua chegada) bastando-nos para tal lembrar do meteoro de Cheliabinsk: um objeto com menos de 20 metros de comprimento que ao entrar na atmosfera terrestre a uma velocidade de 30Km/s a cerca de 00Km de altitude explodiu e desintegrou-se, provocando mais de 1.200 feridos e danos materiais – tudo devido à onda de choque provocada pela explosão do objeto num evento que terá durado pouco mais de 30 segundos.

 

nea_vs_time_chart.jpeg

Número de asteroides descobertos (1980/2017)

Num crescimento nos últimos 10 anos de mais de 250%

(c/ a melhoria dos instrumentos de observação aumentando os registos de menor dimensão)

 

No caso do objeto 2017 GM com o mesmo a ser observado pela 1ªvez ontem (dia 3), a ser observado novamente hoje (dia 4) e hoje mesmo tendo a sua trajetória definida – horas antes da sua passagem numa tangente ao planeta. Mas com a questão a residir no problema de para objetos circulando nas nossas proximidades e de pouca dimensão, muitos deles só acabarem por ser descobertos no momento ou mesmo depois da passagem (deixando-nos sem hipóteses de reação); e se para estes já é assim, não sendo grande o conforto face à possibilidade de por qualquer motivo não detetarmos um outro objeto um pouco maior dirigindo-se para a Terra ou mesmo que detetando-o e face à sua dimensão, não podermos fazer nada senão ver e esperar. É que se de tangente passarmos a secante então a geologia da Terra responderá imediatamente, podendo alterar o ecossistema terrestre e as condições necessárias para a nossa existência (e sobrevivência de todas as espécies). Como sempre nestes casos e devido ainda a uma certa incerteza na sua trajetória orbital, sendo-lhe atribuído o código 7 numa escala de 0-9. Desde o início do ano com 15 pequenos objetos de pequenas dimensões passando perto da Terra (a menos de 1LD = 384.000Km), os mais afastados entre 300.000/350.000Km de distância e os mais próximos entre 11.000/19.000Km de distância (90% a 150% do diâmetro da Terra). E com 60% deles (9) a menos de metade da distância Terra/Lua – sendo o mês de Março o que teve mais registos com 7 de um total de 15 (em Abril já com dois sendo um deles o mais próximo).

 

(texto/itálico: astropt.org – imagens: virtualtelescope.eu/gfycat.com/cneos.jpl.nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:20
Segunda-feira, 13 DE Fevereiro DE 2017

A Atlântida e os Estados do Golfo

“Nos contos de Platão a Atlântida era uma potência naval localizada para lá das Colunas de Hércules e que conquistou muitas partes da Europa Ocidental e da África nove mil anos antes da era de Sólon (ou seja aproximadamente 9600 AC). Após uma tentativa fracassada de invadir Atenas a Atlântida afundou-se no oceano num único dia e noite de infortúnio.” (wikipedia.org)

 

Depois de tantas hipóteses sobre a localização do antigo Continente Perdido da Atlântida – por exemplo submergido pelas águas do oceano Atlântico e do qual os Açores fariam parte (Lenda das Sete Cidades, Terra de Atlantes) – eis que um arqueólogo digital de nome Stan Deyo (standeyo.com/bio.Stan.html) vem agora sugerir que o tal Continente Perdido (ou Ilha) se situaria na região onde hoje encontramos os países do Golfo Pérsico. Afirmando como justificação para a concretização da sua teoria (uma das consequências teria sido o Dilúvio) e a partir daí a indicação da localização da Atlântida, um Evento Apocalíptico (de âmbito regional) registado no passado e tendo como protagonista um asteroide: com esse corpo celeste a ter uma dimensão superior a 24Km, a ter um ângulo de entrada na atmosfera terrestre de cerca de 35⁰ e provocando aquando do impacto com a superfície terrestre uma cratera de mais de 400Km de diâmetro.

 

the flood atlantis asteroid giants alien gods (2).

 

Um asteroide que aquando do seu impacto com a Terra terá libertado uma energia 15X superior à do impacto de um outro (asteroide), que terá colidido no passado no México (na Península do Iucatã há mais de 66 milhões de anos atrás) e provocado uma cratera de mais de 180Km – com este último libertando uma energia de 96 teratoneladas de TNT (96.000 milhões de toneladas). Na controvérsia sobre a existência ou não do grande Evento da Extinção dos Dinossauros no final do período Cretáceo da era Mesozoica (há mais de 60 milhões de anos), com este asteroide a poder ter sido o responsável por tal extinção maciça (e total) da espécie que à altura dominava o planeta Terra – atualmente com essa espécie dominante a ter sido substituída pelo Homem, correndo este ainda hoje os mesmos riscos e perigos vindos do exterior (provocados por cometas, asteroides e meteoros) e que há milhões de anos atrás motivaram o desaparecimento destes enormes animais (que alguns apontam para 300 milhões de anos no passado). Num evento que poderá ter tido repercussões muito mais gravosas do que as registadas no Golfo Pérsico (que aponta para 60 milhões de anos no passado) e sendo mais associado a um Dilúvio e que na Península do Iucatã (que poderá ao contrário do que se pensa apontar não para 60 milhões no passado mas para 300 milhões) terá sido um Evento eventualmente Global e associado a uma Extinção. Apesar de Stan Deyo atribuir a este último uma potência 15X menor (contradições ou talvez não) – um podendo ter impactado ter impactado na água (líquido), outro no solo (sólido).

 

No caso do asteroide que terá atingido o nosso planeta há mais de 60 milhões de anos e que terá levado ao fim da Civilização da Atlântida, com o mesmo nos instantes derradeiros da sua trajetória e ao impactar com a Terra (criando a tal cratera de 400Km de diâmetro) a atingir o ocidente do que é hoje a Índia (de que a cratera de Cuddapah será um testemunho), provocando um enorme Tsunami que terá varrido toda essa região do sul da Ásia e do Golfo Pérsico, submergindo tudo à sua passagem e provocando o afundamento de toda essa zona até mais de 100 metros de profundidade: fazendo desaparecer a Atlântida debaixo de um grande Dilúvio, associado ao impacto de um grande asteroide, a grandes sismos e erupções, a condições climáticas extremas e ainda a um Tsunami. Numa região do Globo Terrestre onde no passado e através do mar Mediterrâneo o oceano Atlântico encontraria o oceano Pacífico, atravessando regiões então submersas agora mais elevadas e onde hoje se localizam países como o Iraque e a Síria.

 

E para quem quer ainda ser o protagonista da descoberta do local onde se situaria a Atlântida (não concordando por exemplo com o Golfo Pérsico) ou então do local da cratera provocada pelo corpo celeste responsável pela extinção dos Dinossauros (não concordando por exemplo com a Península de Iucatã), nada melhor do que procurar as maiores crateras de impacto na Terra e o ano mais previsível para a sua criação: com a cratera de Vredefort na África do Sul a ter 300Km de diâmetro e mais de 2000 milhões de anos (sendo a mais antiga descoberta em toda a Terra), seguida da cratera de Sudbury no Canadá com 250Km de diâmetro e datando de há 1850 milhões de anos e finalmente com a cratera de Chicxulub (a tal do Iucatã) com cerca de 180Km de diâmetro e pouco mais de 60 milhões de anos. Sem dúvida das mais significativas, mais antigas, maiores e mais poderosas crateras, sendo essa a de Vredefort (até pela sua semelhança à cratera imaginada pelo impacto do asteroide de Stan Deyo).

 

101208151609_1_900x600.jpg

 

Civilizações Pré-Históricas que como esta poderão (num passado bastante remoto) ter preenchido alguns territórios dos continentes (ou ilhas) dessa época (da História da Vida na Terra) e que como a da eventual Civilização Atlante terá um dia desaparecido talvez na região do golfo Pérsico (onde se localizam atualmente os Estados Árabes do Golfo). E que segundo Jeffrey Rose (arqueólogo e explorador norte-americano especialista na história da Península Arábica, dos primeiros humanos aí presentes, das suas potenciais civilizações e das suas posteriores migrações) poderá ter sido mesmo uma realidade:

 

“The emerging picture of prehistoric Arabia suggests that early modern humans were able to survive periodic hyperarid oscillations by contracting into environmental refugia around the coastal margins of the peninsula. This paper reviews new paleoenvironmental, archaeological, and genetic evidence from the Arabian Peninsula and southern Iran to explore the possibility of a demographic Refugium dubbed the “Gulf Oasis,” which is posited to have been a vitally significant zone for populations residing in southwest Asia during the Late Pleistocene and Early Holocene. These data are used to assess the role of this large oasis, which, before being submerged beneath the waters of the Indian Ocean, was well watered by the Tigris, Euphrates, Karun, and Wadi Batin rivers as well as subterranean aquifers flowing beneath the Arabian subcontinent. Inverse to the amount of annual precipitation falling across the interior, reduced sea levels periodically exposed large portions of the Arabo-Persian Gulf, equal at times to the size of Great Britain. Therefore, when the hinterlands were desiccated, populations could have contracted into the Gulf Oasis to exploit its freshwater springs and rivers. This dynamic relationship between environmental amelioration/desiccation and marine transgression/regression is thought to have driven demographic exchange into and out of this zone over the course of the Late Pleistocene and Early Holocene, as well as having played an important role in shaping the cultural evolution of local human populations during that interval.” (New Light on Human Prehistory in the Arabo-Persian Gulf Oasis – Jeffrey Rose)

 

(texto e 1ªimagem/2ªimagem: a partir de informação retirada de ufosightingshotspot.blogspot.pt/ iStockphoto-Chad McDermott-sciencedaily.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:57

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