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Quarta-feira, 25 DE Maio DE 2016

Questões de Parentesco entre uma Bala e um Míssil

Ao entrarmos num artefacto estranho com parâmetros muito diferentes dos nossos, arriscamo-nos a ser esmagados pela brutalidade da sua amplitude – falando de uma conjugação de energia e movimento. De Burro ou de Ferrari?

 

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Voo GE235 da TransAsia Airways

Segundos antes de cair numa das margens do rio Tamsui na capital de Taiwan Taipé

(ao desligarem inadvertidamente o único motor do avião ainda em funcionamento)

 

Por aquilo que eu tenho ouvido dizer há muito tempo, a contribuição do número de vítimas de acidentes de aviação comercial civil transportando passageiros, é muito menor do que a contribuição oriunda dos acidentes de viação. Uma conclusão que qualquer pessoa com um mínimo de bom senso e capacidade de cálculo mental facilmente aceitaria, respondendo de imediato e afirmativamente.

 

Só que para mim existe algo de muito diferente nestes dois meios de transporte, que acaba por distorcer (por incompactidade de comparação) as conclusões então obtidas: tendo como princípio de análise básica desta hipótese comparativa, que os carros só têm rodas (apenas para andar) e os aviões rodas e asas (para andar e voar) – não sendo portanto possível de estudo e comparação, não só pela dimensão como pela área de intervenção.

 

Quase como se comparássemos um míssil (avião) com a bala de um revolver (carro), ignorando os dados (proporção) e o objetivo a atingir: não fosse o tráfego tão díspar (muito mais intenso em terra), com intervenções diferenciadas (considerando terra e ar), com muito maior densidade (e mais mortos por m2/aviação), até mesmo complementares mas no fundo incompatíveis.

 

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A321 da companhia russa Metrojet

Explosão interna e entrada em queda imediata

(pretensamente abatido sobre o Egipto por um míssil do Exército Islâmico)

 

Não me interessa particularmente saber qual será a probabilidade de morrer ao entrar num carro ou num avião. Até acho a questão um pouco ridícula, já que por mim e a acreditar em tudo aquilo que os especialistas sempre disseram, naturalmente que escolheria o meio mais seguro o qual seria um foguetão. O que qualquer um de nós pretende saber é apenas o que fazer no caso dum incidente de aviação e qual a hipótese de num caso desses nos podermos salvar…e não morrer.

 

E o que acontece com cada um de nós confrontados com situações tão graves e mortais como estas (seja com carros ou com aviões), é que no momento preciso do acidente e estando ainda conscientes, pior não poderemos ficar (no carro) ou então só nos resta rezar (no avião): num caso até que podendo já estar há muito morto, no outro passando o restante e curtíssimo tempo da vida, à espera duma morte demorada e verdadeiramente irrevogável.

 

Um medo talvez indevido e irracional, mas que no entanto nos é proporcionado e potenciado por tudo o que nos rodeia e oferecem, com o que vemos e ouvimos, no fundo com o se passa no mundo. Agora ainda mais incrementado pelos atentados terroristas dos últimos tempos (em que os aviões voltam a ser alvos privilegiados), tendo o terrorismo no ar uma vitória garantida – e contando ainda o apoio/instrumentalização de certos condutores (pilotos/copilotos) servindo-se dos aviões como um cinto explosivo.

 

[Enquanto no primeiro caso (TransAsia Airways) um dos dois motores do avião deixou de funcionar – instalando repentinamente medo e receio na sua cabine e levando os seus pilotos por erro humano a desligarem o outro motor – no segundo caso (Metrojet) e ao contrário das notícias entretanto divulgadas (pelo Exército Islâmico e pelos seus aliados Ocidentais) não foi uma míssil que o atingiu mas mais uma bomba que rebentou no seu interior – tal como provavelmente terá agora acontecido com o voo Paris-Cairo da Egyptair]

 

(imagens: WEB)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:06
Segunda-feira, 23 DE Maio DE 2016

O Avião da Egyptair e a Falha de Ramapo

“Apesar de a Esperança ser a última coisa a Morrer,

Há muito tempo que os Mortos já a tinham perdido.”

 

Para qualquer cidadão do Mundo consciente da situação social e civilizacional que a nossa Sociedade atravessa, casos como o da queda do avião da EGYPTAIR sobre o mar Mediterrânico ou da crescente e preocupante atividade em torno da falha de RAMAPO, ainda nos alarmam mais deixando-nos de sobreaviso:

 

O Avião da Egyptair

 

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Derradeiras manobras do voo MS804 da Egyptair antes da queda no mar Mediterrâneo

(ocorrido a cerca de 300Km da costa egípcia)

 

- No caso do EGIPTO porque aparentemente poderá ter sido mais um ato premeditado por parte de um dos tripulantes do avião, como as mais recentes informações sobre este incidente aéreo parecem querer sugerir (um acontecimento que já seria uma repetição de um outro ocorrido em 1999, quando o copiloto da Egyptair também de nacionalidade egípcia e num ato deliberado, despenhou o seu avião sobre o oceano Atlântico a cerca de 100Km da costa norte-americana provocando a morte de 217 pessoas) – agora envolvendo o próprio comandante noutro ato suicida e provocando neste caso mais 66 mortos:

 

“The Captain Mohammed Shakeer the pilot of that fateful flight”

Had organized a “last supper” knowing he is “about to die”

(Osama Abdel Basset – responsável da Egyptian Air)

 

Neste incidente aéreo justificando-se o acontecimento não como mais um ato terrorista e suicida (tal como muitos terroristas com os seus cintos explosivos), mas como mais um imprevisto ato psicótico e suicida servindo-se de um avião como explosivo (provocado pelo estado psicótico do piloto egípcio sofrendo de cancro e com pouco tempo de vida) – e fazendo-nos recordar outra tragédia aérea com o copiloto da GERMANWINGS (com uma depressão grave) a despenhar-se contra uma montanha em Março do ano passado (provocando 150 mortos);

 

A Falha de Ramapo

 

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A extensa falha de Ramapo acompanhada pelas de Nova Madrid e da Costa Este

(localizadas na costa este dos EUA)

 

- No caso do preocupante aumento de atividade (sísmica/vulcânica) em torno da falha de RAMAPO (localizada na parte este dos EUA), o aumento visível nessa região da emissão de gases como o óxido/dióxido de carbono, é para já superior em 20% (níveis de CO2) às medições consideradas normais – o que para já só poderá ter origem no mar em zonas próximas da costa (CO2 remetido do leito rochoso localizado sob o oceano Atlântico) ou então saído de terra na própria zona e em torno da falha de Ramapo (CO emitido a partir do subsolo situado nesta grande falha). O que poderá significar que a pressão interior na Terra afetando a crosta terrestre poderá estar a crescer nesta área específica dos EUA, o que na generalidade destes casos alguns dias ou semanas depois origina um tremor de terra (ou então e para o nosso bem desaparecendo):

 

“The emissions match quite clearly to the location of the Ramapo Fault, running from eastern Pennsylvania, northeast through New Jersey into New York State.

The CO gas also clearly follows the Hopewell fault, the Flemington-Furlong Fault and the Chalfont Fault, all three of which run from eastern PA into NJ.”

(superstation95.com)

 

Num país onde para além desta enorme falha localizada a este do extenso território norte-americano (estendendo-se por cerca de 300Km entre Nova Iorque, Nova Jérsia e a Pensilvânia) – juntamente com a de Nova Madrid e a da Costa Este – ainda surge mais para o meio a região onde está instalado o SUPERVULCÃO de YELLOWSTONE (adormecido mas sempre ativo sismológica e vulcanicamente), num território em muitas zonas geologicamente instável e completando-se a oeste com a falha de SAN ANDREAS (atravessando de cima a baixo todo o estado da Califórnia numa extensão superior a um milhar de quilómetros) – e com o tempo de espera pelo BIG ONE. E tendo como companhia e vizinho (a oeste) o ANEL de FOGO do Pacífico.

 

(imagens: Daily Mail e Pinterest)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:39
Terça-feira, 22 DE Março DE 2016

O Avião do Dubai

O Boeing 737-800 do Voo FZ 981 das Linhas Aéreas do Dubai (FLYDUBAY) desintegrou-se ontem ao despenhar violentamente contra o solo numa queda quase a pique ocorrida no aeroporto russo de ROSTOV-ON-DON (sudoeste da Rússia). Mais de 60 mortos.

 

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- O que leva um avião transportando a bordo cerca de 240 passageiros e tripulantes (num voo de aproximadamente seis horas entre a capital da Malásia e Pequim), a desaparecer repentina e misteriosamente de todos os radares quando sobrevoava o Golfo da Tailândia (menos de uma hora depois da sua partida)?

 

- O que leva um avião transportando a bordo quase 300 passageiros e tripulantes (num voo de quase doze horas entre Amesterdão e a capital asiática de Kuala Lumpur), a atravessar o espaço aéreo de um estado em guerra civil (e com interventores externos poderosíssimos) acabando por ser atingido e despenhando-seno solo?

 

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- O que leva um avião transportando a bordo mais de 220 passageiros e tripulantes (num voo turístico de regresso de férias a realizar entre o Egito e a Rússia), a sem motivo aparente partir-se em pleno voo esmagando-se depois no deserto (mesmo estando avisados da ameaça terrorista e duas semanas antes do atentado de Paris)?

 

E já agora o que leva um avião transportando a bordo exatamente 62 passageiros e tripulantes (num voo entre o Dubai e a Rússia) sob o comando de pilotos experimentados e com milhares de horas de voo, à chegada ao seu aeroporto de destino e apesar das difíceis condições climatéricas que se faziam sentir no local (dois voos anteriores tinham cancelado a respetiva aterragem, derivando-a para outro aeroporto), persistir na sua atitude contrariando a dos restantes e decidindo-se pela aterragem: terminando tudo num grande desastre e numa enorme explosão.

 

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O que se pode afirmar é que nestes quatro acidentes envolvendo o mesmo tipo de transporte (por sinal considerado o mais seguro do mundo), morreram mais de 800 pessoas – todas elas como resultado de incidentes improváveis por claramente sinalizados, previsíveis e como tal impossíveis de ocorrer: a todos eles podendo (no entanto) apontar e reportar antecedentes políticos, económicos, militares e geoestratégicos (entre muitos outros fatores até os mais insuspeitos), que puderam por repetição (normalização de atitudes) e através de uma conjugação inesperada de determinadas circunstâncias (deliberadas por conscientes e talvez mesmo planeadas) originar estes quatro eventos violentos e 100% mortais (inevitáveis de acontecer em processos semelhantes).

 

O que nos conduz a uma reflexão mais aprofundada sobre a problemática da utilização do avião, considerando-o como mais uma das vítimas objetivas (e como objetos dirigidos) de todo este esquema premeditado/viciado. E não como um casuístico (e nos últimos tempos aleatoriamente sobrecarregado), temporário e simples predador situacionista – ou seja transformando-se (neste caso o Avião) na personificação do Diabo (materialista) para os não crentes na Estrutura (não querendo idealizar e personificar interiormente o papel fulcral e intrusivo do Objeto, na concretização da nossa sobrevivência e bem-estar – por algum motivo ou razão criado pelo Homem). Sendo o Homem ao mesmo tempo a vítima e o seu único predador – e com os primeiros a matarem-se para a sobrevivência dos segundos.

 

E com o Diabo lá em cima (Criatura Excecional) já em contacto com Deus (executando as suas ordens à medida e imagem do Homem).

 

(imagens: rt.com/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:56
Terça-feira, 02 DE Fevereiro DE 2016

Mais um Meteorito

Reentrada de um meteorito na atmosfera terrestre ocorrida depois das 18:00 deste último sábado (hora local) nas proximidades do aeroporto de New Jersey. A imagem foi registada no passado dia 30 por uma câmara instalada num avião tripulado pelo piloto Mike Grossman sobrevoando o rio Hudson a cerca de 500m de altitude. Um evento que foi presenciado por muitas testemunhas (mais de 700) não só nos EUA como também fora dele (Canadá).

 

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Reentrada do meteorito registado em pleno voo

(visível à direita do avião)

 

Como se pode ver na imagem e quando o avião já iniciava as suas manobras de aterragem e de aproximação à pista do aeroporto de New Jersey (sobrevoando nessa altura e já em descida o rio Hudson) à sua direita e repentinamente surge um ponto brilhante que crescendo de intensidade ilumina os céus (que a grande velocidade vai atravessando na sua trajetória final) até atingir o seu clímax (em brilho) diminuir e desaparecer na escuridão.

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Imagem do meteorito registada na cidade de Falls Church

(visível na parte superior/central da imagem)

 

“More than 715 witnesses have reported a large fireball over Pennsylvania on January 30th around 6:16pm ET (23:16 UT). The fireball was seen from primarily New Jersey and Pennsylvania, but witnesses from Virginia, Washington DC, Maryland, North Carolina, New York, Delaware, Ohio, West Virginia, Kentucky and even Ontario also reported seeing the fireball.” (amsmeteors.org)

 

(imagens: Mike Grossman e Alexander Salvador)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:18
Sábado, 16 DE Janeiro DE 2016

Mais Uma Razão Para Não Andar De Avião

Como se já não bastasse podermos morrer ao viajarmos de avião (se avariarem no ar não existem paraquedas), só faltava mesmo podermos chocar em pleno voo com uma pessoa ou com uma cidade: nunca eu imaginei podermos morrer assim!

 

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Figura Humana

 

Segundo um dos passageiros de um dos voos da companhia EASY-JET realizado recentemente entre a Áustria e a Republica da Irlanda (Nick O'Donoghue por coincidência um profissional na área da informática/software), quando o seu avião já se encontrava a percorrer o sector do trajeto entre Londres e Cork e olhando casualmente pela janela, ele foi surpreendido por um cenário no mínimo extraordinário: caminhando sobre as nuvens e a cerca de 10.000m de altitude ele afirma ter visto e registado na sua câmara o que parecia ser uma figura com forma humana. Uma informação que entrando rapidamente (e também por mera coincidência) na também extraordinária e incontrolável autoestrada da Web (qualquer operador competente pode-a transformar no veículo de transporte de tudo aquilo que quiser) logo foi readaptada e sucessivamente replicada. E assim a partir de imagens de uma simples sombra deslocando-se sobre o topo das nuvens e tiradas no regresso dumas férias fantásticas compartilhadas com os seus colegas praticando ski nas montanhas austríacas, se conseguiu atingir o máximo que se poderia desejar para a concretização profissional e integral de uma verdadeira viagem turística (mesmo sendo pretensamente um momento de lazer, cobrada): de uma sombra passando-se a uma figura, talvez um robot de forma humana e parente do Homem-de-Aço ou do Homem-Michelin – e desse modo eternizando-se (no tempo só deles) e talvez ficando famosos (no espaço só dos outros). Mas se fosse eu a ver talvez também acreditasse: como assim não é todos os dias que se tem a notícia de que um passageiro de um avião viajando a 10km de altitude viu passar um tipo à frente da sua janela, passeando-se tranquilamente a pé sobre as nuvens como se o fizesse lá em baixo (em terra).

 

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Cidade Flutuante

 

Prefiro no entanto a história oriunda da China onde em dois grandes centros urbanos milhares de pessoas espantadas por tal extraordinária visão afirmam ter avistado surgindo entre as nuvens do céu uma Cidade Flutuante: talvez a confirmação da existência de Mundos Paralelos (e das suas inevitáveis manifestações noutros mundos). Provavelmente tanto num caso como no outro (Figura Humana e Cidade Flutuante) tratando-se apenas de ilusões de ótica – imagens provocadas pela deslocação de diversas camadas atmosféricas aí presentes e devido a diferentes pressões e temperaturas (versão científica e erudita). Mas sabe-se lá talvez não (versão não científica e leiga).

 

Pessoalmente já estive perante fenómenos que considero semelhantes. E até hoje não encontrei em nenhum desses fenómenos (temporários) nada de anormal ou de extraordinário (apenas fenómenos de reflexão e de refração).

 

(dados e imagens: tirados como não poderia deixar do britânico Daily Mail)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:19
Domingo, 08 DE Novembro DE 2015

Dois Lados da Mesma Moeda

E se fosse um avião norte-americano (situação imaginária) a ser derrubado nos céus do Egito por uma bomba pretensamente nele colocado por forças pró-governamentais sírias (tendo os Russos do seu lado)? Recordando o sucedido na Ucrânia e a resposta imediata de toda a imprensa ocidental, seria certamente algo muito pior que isto:

 

PUTIN’s MISSILE
PUTIN’s VICTIMS

 

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Anti-Russia western media hype-propaganda wars
(drivebyplanet.com)

 

PUTIN’s KILLED MY SON
US says if PUTIN’s involved THERE ‘LL BE HELL TO PAY

 

Utilizando a mesma estratégia de comunicação (partilhada e credibilizada por toda a imprensa ocidental) no caso do avião russo (situação real) derrubado nos céus do Egito por uma bomba pretensamente nele colocado por forças antigovernamentais sírias (tendo os norte-americanos do seu lado), os títulos a que teríamos acesso teriam de ser obrigatoriamente como estes:

 

OBAMA’s BOMB
OBAMA’s VICTIMS

 

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Debris from the wreckage in Egypt's Sinai Peninsula
(Magdy Saaman/The Telegraph)

 

OBAMA’s KILLED MY SON
RUSSIA says OBAMA’s involved THERE’LL BE HELL TO PAY

 

Enquanto isso e agora com os dois pés bem colocados para trás (o primeiro com a tragédia aérea na Ucrânia o segundo com a registada no Egito), assistimos preocupados senão mesmo alarmados à morte de centenas de pessoas e à não criminalização dos (verdadeiros) culpados. A Vida não vale nada e o único objetivo é o lucro.

 

E ainda me querem meter num avião!
(já de carro é o que se vê)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:43
Terça-feira, 18 DE Agosto DE 2015

Os Mortos Também se Abatem (com indeminizações)

Novas Revelações sobre o voo MH370?
(ou arquivamento definitivo)

 

Quem Manda ainda tem a Ilusão que compra tudo com Dinheiro: até os Mortos!
Ou não fosse o destroço encontrado (das Vítimas) um alívio moral pela culpa (dos Responsáveis).

 

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As vítimas colaterais de mais uma grande tragédia (ou vil ato criminoso) que nenhuma indeminização alguma vez pagará (nem apagará), mesmo tratando-se de uma operação cirúrgica (e de quem opera à força de bala)

 

Era uma vez um avião de passageiros que numa viagem habitual entre dois aeroportos internacionais, levantou voo, comunicou e simplesmente desapareceu. A sua origem era Kuala Lumpur (capital da Malásia) e o seu destino Pequim (capital da China).

 

O voo deste avião de passageiros (realizado a 8 de Março de 2014 com 239 pessoas a bordo) e de acordo com a sua trajetória oficial deslocar-se-ia em direção a nordeste: no entanto a rota foi completamente invertida, optando este e no momento por se dirigir para sudoeste.

 

Na altura e de acordo com muitas das notícias que entretanto foram fluindo para a opinião pública através dos mais diferenciados órgãos de comunicação social mundial, muitas foram as hipóteses lançadas para o ar: umas naturais, outras artificiais.

 

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Como imagens comprovando um facto (que o avião efetivamente se despenhou) podem (se as autoridades assim o desejarem) indicar o local do incidente fatal (que levou ao desenvolvimento final e ao aparecimento destes destroços)

 

O avião de passageiros ter-se-ia despenhado no mar ou mesmo já em terra, devido a problemas técnicos (insolúveis) mas mantendo a sua rota (programada); o avião de passageiros teria sido capturado num ato de pirataria aérea (certamente por razões políticas), sendo desviado para parte incerta e em condições desconhecidas; o avião de passageiros teria sido abatido (por engano ou deliberadamente) por um avião militar presente por essa altura nas proximidades da sua rota (na altura desenrolavam-se nessa zona do oceano exercícios militares conjuntos envolvendo forças norte-americanas), despenhando-se seguidamente no mar (curiosamente no voo MH370 viajava um grupo de especialistas informáticos prontos a promoverem/venderem importantes informações sobre uma sua recente e valiosa patente, há dias registada nessa área).

 

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A base norte-americana de Diego Garcia fica curiosamente a meio da viagem entre a Malásia (1) e a Ilha de Reunião (4) em pleno Oceano Índico

 

Mas como com o decorrer do tempo nenhum destes cenários colou, decidiram então apontar o avião para um outro lado do quadro e de uma forma descarada e prepotente, mudaram todo o guião (do filme): incluindo agora no elenco um piloto provavelmente instável e paranoico, que para ficar famoso e para a posteridade, resolveu desaparecer (sem avisar) e abandonar-nos (sem deixar vestígios). Logicamente o mais óbvio para quem pretendia protagonismo. E então terão surgido (ou ressurgido) novas (e já na altura intrigantes) interpretações deste misterioso incidente (como estas duas, uma das primeiras e uma das últimas): o avião de passageiros terá invertido o sentido da sua rota original, dirigindo-se inopinadamente para sul em direção ao oceano Índico, tendo numa versão mais soft esta opção sido a escolhida entre outras, mais uma vez devido ao aparecimento de anomalias técnicas que teriam obrigado o avião a retroceder, procurando uma pista alternativa para a realização de uma aterragem de emergência (nunca confirmado); o avião de passageiros terá optado por uma versão mais hardcore (nunca esqueçamos os 239 indivíduos mortos e todas as comunidades afetadas a eles associados), com a sequência mais provável de acontecimentos a ter apresentado a seguinte evolução e narrativa.

 

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Boeing 777 das Linhas Aéreas da Malásia utilizado no voo MH370 entre Kuala Lumpur e Pequim, desaparecido dos radares no dia 8 de Março de 2014 após uma hora de voo e transportando 239 pessoas (esmagadoramente chineses/64% e malaios/21%)

 

A bordo do voo das Linhas Aéreas da Malásia algo de extraordinário se passou (no seu interior e até mesmo podendo ter contado com colaboração exterior) ao fim de aproximadamente uma hora de voo: já sobre o oceano o avião inverteu o seu sentido de deslocação, desligou os seus indicadores de posição e perdeu-se definitivamente na escuridão da noite. A partir daí terá direcionado o seu voo para sudoeste (inexplicavelmente, já que o mar seria o seu único cenário, sem objetivos nem pistas de aterragem próximas, pelo menos civis), atravessado o território da Malásia (origem do voo) e finalmente entrado em pleno Oceano Índico e desaparecido aí de vez (a partir do momento em que os poucos sinais ainda emitidos pelo avião, desaparecerem definitivamente e sem retorno). Nesse momento foi estabelecido pela primeira vez que o avião se teria despenhado no meio do oceano, morrendo todos os seus 239 tripulantes e passageiros. E as buscas iniciaram-se mas nada foi encontrado. Mas convém recordar que desde o início do desaparecimento do avião do voo MH370 uma outra teoria surgiu, apontando para uma possível trajetória para sudoeste no oceano Índico: partindo do princípio que o avião tenha sido vítima de um ato de pirataria aérea previsivelmente levado a cabo desde que o mesmo desligou os seus indicadores básicos de posição, a teoria estabelecia que poderíamos estar perante a forte possibilidade da prática de um novo atentado, mais uma vez levado a cabo por um avião civil cheio de passageiros e contra um alvo predeterminado. O alvo seria a mais importante base militar norte-americana instalada no oceano Índico, vital para a estratégia de manutenção da supremacia dos EUA no continente asiático: Diego Garcia. Nunca nenhuma entidade oficial lhe deu alguma espécie de credibilidade, passando quase que despercebida e sendo finalmente esquecida. Mas o facto é que agora os destroços do voo MH370 começam a aparecer como cogumelos mais a sul de Diego Garcia (na Ilha de Reunião) já tão perto de Moçambique e do extremo sul do continente africano: até parece que o avião partiu da Malásia e ao chegar às proximidades de Diego Garcia foi abatido (para evitar qualquer tipo de grave incidente) caindo no mar, acabando os seus destroços por começar a aparecer mais de um ano depois (provavelmente levados pelas correntes) a milhares de quilómetros de distância. E para finalizar só mais isto: as buscas nunca incidiram sobre a área envolvendo Diego Garcia (optando-se pela área oceânica adjacente à Austrália) e ninguém acredita que as autoridades com competência sobre este assunto (não as outras), não tenham conhecimento desde há muito de tudo o que se passou. Por mim acho que estes novos factos só aumentam ainda mais as suspeitas sobre o que realmente aconteceu. Levando-nos de novo a pensar!

 

Mas o que realmente interessa é que o vestígio encontrado é mesmo do voo MH370, que todos estão mortos, que as indeminizações já podem ser pagas e que o caso pode ser finalmente arquivado. Paz as suas almas que a vida continua. Ámen.

 

(imagens: globo.com – indiatimes.com – wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:50
Segunda-feira, 17 DE Novembro DE 2014

Abatido e Desprezado. Aculturado. E Sem memória.

“Se continuarmos INDIFERENTES (A ELA) seremos liquidados por ELA (A INDIFERENÇA)”

 

Aqui vão as provas fotográficas divulgadas pelas autoridades militares russas encarregue da investigação do sucedido com o avião das linhas aéreas da Malásia abatido no passado mês de Julho sobre o leste da Ucrânia.

 

Os russos acusam as forças ucranianas de terem abatido o avião de passageiros da Malásia ao contrário do que fora afirmado inicialmente: de que o mesmo avião teria sido abatido por um míssil BUK (de origem russa).

 

01 Mig-29 Shooting Down MH17.jpg

 

As imagens terão sido obtidas através da utilização de satélites na altura sobre a área – falando-se de satélites russos, ingleses e norte-americanos – e que terão registado o incidente.

 

Na imagem anterior pode-se ver o avião de transporte de passageiros a atravessar o espaço aéreo do leste da Ucrânia, aparentemente sendo atacado por um jacto da força aérea ucraniana (ampliado na imagem seguinte).

 

02 Mig-29 Shooting Down MH17.jpg

 

As autoridades militares russas afirmam assim que estas imagens agora divulgadas só vêm provar que o Boeing das Linhas Aéreas da Malásia terá sido abatido por um MIG-29 da força aérea ucraniana.

 

Recordemos que a Ucrânia (numa versão apoiada pelos Estados Unidos da América e pelos seus aliados na Europa) repetiu incessantemente ao mundo que teriam sido forças rebeldes pró Rússia que teriam abatido com um míssil o avião civil malaio.

 

Os russos insistiram desde o início que um avião não identificado se encontrava nas vizinhanças do local onde se deu o incidente – facto esse que também era do conhecimento norte-americano mas que fora ignorado.

 

(imagem – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:47
Quinta-feira, 17 DE Julho DE 2014

Avião da Malásia despenha-se na Ucrânia

“Se os outros desapareceram (voo Kuala Lumpur/Pequim) estes desintegraram-se (voo Amesterdão/Kuala Lumpur): o que falta conhecer (a parte mais interessante) é o que originou estes violentos e mortais acontecimentos: neste último caso – e dado as forças em presença e os amigos e os inimigos – o mais fácil é culpar o Diabo ou seja o tenebroso ditador Putin e a maldita canalha russa”.

 

Destroços do avião completamente pulverizado

 

Mais um avião das Linhas Aéreas da Malásia que tem um grave acidente: neste caso deslocando-se da capital da Holanda (Amesterdão) em direcção à capital da Malásia (Kuala Lumpur). O avião acabou por se despenhar sobre território da Ucrânia provocando entre passageiros e tripulação perto de 200 mortos, não se registando qualquer sobrevivente.

 

Sistema de mísseis BUK

 

As primeiras notícias referindo-se a mais esta carnificina aérea apontam para que o avião malaio possa ter sido atingido em pleno voo por um míssil do tipo BUK (de fabrico russo). Refira-se que tanto a Rússia como a Ucrânia possuem este tipo de míssil Terra-Ar – o avião deslocar-se-ia a uma altitude de mais de 10.000 metros, muito inferior ao máximo atingido por estes mísseis BUK – pelo que ambos podem ser considerados altamente suspeitos como protagonistas desta tragédia aérea. Não podemos ignorar neste caso a guerra que se trava na Ucrânia e todos os interesses ali envolvidos, que não se limitam ao próprio país e à Rússia mas que também se estendem a muitas outras partes do mundo: como muito bem sabem os Estados Unidos da América e os seus obedientes parceiros europeus.

 

E se por acaso a queda do avião tiver outras origens?

Pelo aspecto geral da zona de impacto – com o que resta do avião completamente pulverizado numa zona não muito extensa – tudo aponta para a sua destruição total aquando do seu impacto brutal com o solo. No entanto as últimas informações vindas de território ucraniano (sob controlo das autoridades rebeldes de leste) – o avião terá caído a menos de 20 Kms da fronteira russa – poderão mesmo apontar para uma explosão em pleno voo, seja provocada pelo impacto exterior de um míssil ou por uma explosão no interior do próprio avião. Entretanto fala-se de que a caixa negra já foi capturada pelos rebeldes ucranianos pró-russos: “E do céu caíam cinzas, destroços e cadáveres – alguns ainda presos às suas cadeiras e com crianças à mistura”.

 

E agora de que é que está à espera a Europa?

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:19
Quarta-feira, 21 DE Maio DE 2014

Hollow Dumbo 370

Nunca vi um avião a esvaziar-se e a desaparecer em pleno voo. Nem mesmo com o divertido Dumbo que quando se enchia e se esvaziava ainda lhe sobrava a cobertura. Mas na realidade o avião simplesmente evaporou-se no ar desmentindo a afirmação de que “tudo o que se eleva acaba sempre por descer”.

 

 

Official Accuses Obama and the CIA of Being Involved in the Cover-up

 

The CIA and President Barack Obama are covering up what really happened to missing flight MH370, a top former official said, as families suffered even more after they've been told the plane had been shot down by the United States-led military training exercise participants in the area.

 

(texto em inglês: Humans Are Free – imagem: Street Democracy)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:37

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