mais sobre mim

subscrever feeds

Quinta-feira, 28 DE Julho DE 2016

Um Caso entre duas Anãs – da mesma raça mas de cores bem diferentes

Uma estrela Anã-Branca atacando brutalmente uma outra Anã-Vermelha

(precisamente o que poderia dizer uma criança, ao presenciar os pais num mero ato sexual)

 

“Um grupo de astrónomos amadores (alemães, belgas e ingleses), especialistas na procura e descoberta de novas e distantes estrelas (localizadas nos confins do Espaço Exterior), descobriram (no ano passado) num Sistema localizado a cerca de 380 anos-luz de distância da Terra (AR Scorpii), um estranho e extraordinário fenómeno de interação entre duas estrelas vizinhas: com uma das estrelas (uma anã-branca) a atingir a outra estrela (uma anã-vermelha) com um bombardeamento dirigido de ondas de rádio e ultravioletas.”

 

Todos os esquemas reprodutivos fazem parte da Evolução

(em interações replicadas como a dum sistema binário – tipo óvulo/espermatozoide)

 

canvas2.jpgcanvas1.jpg

Uma interação de proporções cósmicas entre duas estrelas constituindo um sistema binário (uma anã-vermelha e uma anã-branca)

Na qual a anã-branca acelera os seus eletrões para velocidades de tal forma elevadas como extremamente energéticas

(superando a velocidade da luz de 300.000Km/s)

De tal forma que a mesma estrela acaba por libertar e por dirigir essas partículas de alta energia para a estrela mais próxima

A anã-vermelha sua vizinha

 

No mundo completamente caótico em que atualmente se vive, em que a espécie inteligente e dominante deixou degradar ininterruptamente a sua IMAGEM, subalternizando-a de uma forma irreversível face ao puro valor de mercado do OBJETO, começa a tornar-se banal que face à perda de valores que física e psiquicamente constituem o SUJEITO, todo e qualquer tipo de fenómeno (por mais infinitamente grande ou pequeno que seja) que agora testemunhemos, será sempre desprezado (por não ser de consumo imediato), arquivado e esquecido (até porque na produção de mais-valia já são carga excedentária).

 

O que significa que vivemos hoje em dia numa etapa evolutiva da nossa Civilização em que o valor do HOMEM é cada vez menor (tendendo matematicamente para Zero), tendo como consequência trágica (talvez mesmo ao nível de Extinção) a desvalorização e a descredibilização de imediato de todas as estruturas em que a sua organização sempre assentou e que lhe permitiu desde o seu aparecimento adaptar-se e sobreviver – sempre em grupo e em Sociedade. Um Mundo presente (no tempo e no espaço) que já hoje nos sugere (se ainda existirmos) projetando-se no futuro (provavelmente com a nossa presença mas como subespécie), a sobreposição objetiva do caos sobre a subjetividade da ordem.

 

Como se o CAOS e a ORDEM não constituíssem um todo de MATÉRIA e de ENERGIA, onde ainda cabe a VIDA traduzida em MOVIMENTO. Com os nossos órgãos dos sentidos a serem os únicos a poderem afirmar o que é e o que não é (objeto ou sujeito) e a poderem-se surpreender (a surpresa é memorizável/memorável) com todas as perceções e com a compreensão do MUNDO: integrados num veículo único biológico e inteligente (e sem outro conhecido mas talvez noutro local projetado), capaz de se organizar (proteger/sobreviver), experimentar (copiar/repetir) e finalmente fazer (ou seja replicar, no ato aprender e mais tarde evoluir).

 

“Da mesma forma que a permanente interação entre Humanos se transforma na única razão válida pelo qual ainda evoluímos e nos mantemos vivos (desde que simultaneamente preservemos o meio ambiente fechado que nos rodeia e sustenta – a Terra e a Natureza), tudo o resto que nos rodeia e constitui o nosso Mundo, se transforma no fim e na sua simples essência, numa réplica do (mesmo) Evento mas em escalas diferentes. Num Universo Infinito coexistindo com outros.”

 

Neste fenómeno extraordinário incluindo dois colossos (duas estrelas constituindo um sistema binário) com a BRANCA a bombardear por impulsos e a espaços a VERMELHA com um jato brutal de radiações. Um caso registado pelos telescópios do observatório ESO (num estudo da responsabilidade da Universidade de Warwick/Inglaterra), mostrando como uma estrela rodando a grande velocidade e aproximadamente com o tamanho da Terra, é capaz de bombardear duma forma direta e como que dirigida (com raios extremamente intensos e radioativos) uma outra estrela localizada nas proximidades da sua órbita.

 

De tudo isto se concluindo que o que verdadeiramente alimenta o conjunto (o Universo) não é propriamente a criação Humana da Lei de Sobrevivência do Mais Forte (como pretensa salvaguarda da espécie para sempre dominante), mas a da constatação evidente (do mais pequeno ao maior) de que aquele que persiste é o mesmo que se adapta, é o mesmo que controla e até é o mesmo (e único) que fica.

 

(dados e imagens: RT)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:27
Sábado, 19 DE Setembro DE 2015

Domingo votam os Gregos

“Uma coisa é certa: se não nos mexermos é porque já estamos mortos!”

 

Greece_polls_2015.png

Evolução das sondagens de Janeiro a Setembro
(Vermelho/SYRISA – Azul/NOVA DEMOCRACIA)

 

No próximo domingo dia 20 de Setembro os gregos vão de novo (infeliz e inevitavelmente) às urnas. Depois de no início do ano terem elegido maioritariamente para a sua assembleia parlamentar representantes do SYRISA – sendo posteriormente ludibriados pelo líder carismático do mesmo partido, que face ao NÃO dos seus eleitores respondeu SIM à EU – a Grécia vê-se agora num novo momento de consulta popular, que mais uma vez e talvez definitivamente a irá lançar no caos mas agora muito mais profundo: um Governo minoritário do SYRISA ou da NOVA DEMOCRACIA, alicerçado no apoio do derrotado ou no de um dos outros partidos menores. De qualquer forma e como o SYRISA já o demonstrou (mesmo sendo um partido intitulando-se da extrema-esquerda) sempre obediente à tutela alemã. E com estes resultados a registarem-se na Grécia, com milhares de migrantes em fuga por toda a Europa e com o conflito da Ucrânia em banho-maria, talvez estes últimos dias ainda nos façam pensar e nos levem a decidir, qual a nossa melhor opção: continuar ou mudar.

 

(imagem – WEB)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:49
Sexta-feira, 27 DE Fevereiro DE 2015

A Teoria do Caos

Mais uma prova inequívoca da implementação da nova teoria geoestratégica norte-americana para o Médio Oriente, anteriormente conhecida como teoria da Terra Queimada (os britânicos aparecem aqui no cumprimento do seu papel de pau-mandado):

 

jpg.jpg

Camarão Apanhado

 

“O Exército do Iraque abateu dois aviões de nacionalidade Britânica, que transportavam armas para zonas ocupadas pela organização terrorista ISIS, na província iraquiana de Al-Anbar.”

 

Esta política tem sido levada a cabo nestes últimos anos pelos dirigentes militares norte-americanos em colaboração com as suas agências de defesa (incluindo evidentemente a iniciativa privada), contando sempre para a sua eficácia e prossecução com o beneplácito (por inacção consciente) da actual administração Democrata.

 

A esperança destes teóricos do Caos é que entretanto os Republicanos vençam as próximas presidenciais. E no meio do caos generalizado que então se instalará (interno e externo) a Nova Ordem Mundial surgirá.

 

Com o caos instalado no preço do petróleo, com todas as economias assentes na mesma matéria-prima a estremecerem, com a guerra instalada em torno dos poços donde o mesmo jorra e com o dólar a ser a moeda global infinita e que tudo controla, ao mundo só resta esperar e preparar-se para o que aí vem.

 

No entanto ainda não sabemos até que ponto a China suportará mais a intrusão dos norte-americanos no Novo Eixo de Poder Global. O qual ditará efectivamente o futuro próximo do Mundo: e do seu motor, o imenso e populoso continente asiático (já agora a Europa que não se esqueça de continuar a empurrar a Rússia para as mãos dos nossos queridos amigos chineses).

 

(imagem – Web)

tags:
publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:15
Quinta-feira, 06 DE Novembro DE 2014

Portugal Expulsa Inimigos Russos da ZEE

Prenúncios da Invasão Russa

 

As notícias que nos chegam todos os dias tendo como tema a Rússia e os seus objectivos de se afirmar como uma grande potência – em claro desafio à única grande potência universalmente reconhecida os EUA (pelo menos desde a queda da URSS) – só podem ser mais um sinal (subliminar) dado pelos nossos líderes políticos e militares europeus, de que “os russos nos pretendem invadir e anexar” (como o fizeram com a Crimeia). E pelo que temos estado a presenciar (aviões a sobrevoar o espaço aéreo e navios a entrarem na ZEE), Portugal poderá ser uma excelente plataforma (para o início da concretização do paradigma imperialista russo).

 

 

DSC00046_770x433_acf_cropped.OBSERVADOR.jpg

Corveta portuguesa

 

Navio da Marinha Portuguesa Expulsa Navio Russo da Nossa ZEE

 

A Marinha Portuguesa detectou (durante a noite de terça para quarta) no interior da nossa Zona Económica Exclusiva (em águas internacionais e a menos de 370 quilómetros da costa), um navio da Frota Russa oriundo do Mar Mediterrânico: monitorizada a sua rota desde o passado Domingo e sabendo-se que o mesmo iria continuar o seu trajecto nas proximidades da nossa costa, foi enviada ao seu encontro uma corveta da Armada.

 

Verificando que o navio da Frota Russa se encontrava (ilegalmente) dentro da ZEE (sob responsabilidade portuguesa) não apresentando justificação para a sua posição nestas coordenadas, a corveta portuguesa (e após identificação do dito navio) informou os russos que teriam de abandonar imediatamente o local, escoltando-os e expulsando-os do nosso território.

 

Hydrographic ship of the Black Sea Fleet “Donuzl

Navio hidrográfico russo

 

Tratava-se efectivamente de um navio hidrográfico originário da Rússia, viajando desde o Mediterrâneo e tendo como destino provável o norte da Europa (Mar Báltico). Como “não disse para o que vinha”, nem mencionou tratar-se de um navio de investigação científica (o que teria como consequência um pedido de autorização prévia e o pretexto para dar uma “espreitadela no seu interior”), o navio recebeu de imediato ordem de expulsão.

 

Recorde-se que a Rússia têm-se mostrado extremamente activa sobre os céus de toda a Europa (o que tem preocupado bastante a NATO, dando-lhe por outro lado mais um pretexto para incentivar a ressuscitada Guerra Fria) – nos últimos dias com um grande número de aviões em sucessivos exercícios aéreos – sendo agora e pelos vistos, acompanhada e logicamente apoiada pelas suas forças marítimas.

 

Mas Será Tudo Verdade ou Estarão a Exagerar?

 

1411609russia_bear.jpg

O Urso Russo

 

Então sejamos claros deixando-nos de hipocrisias: para os EUA uma guerra é mais dinheiro em caixa! E sejam quais forem as consequências, eles serão sempre os vencedores – “Os Novos Fanáticos da Implementação (Revolucionária) da Teoria do Caos”.

 

US war plan for Europe and Russia:
- “The US is prepared to plunge Europe into a war with Russia in order for Washington to preserve its hegemony over the transatlantic axis.” (Finian Cunningham/a-w-i-p.com)

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:12
Quinta-feira, 26 DE Junho DE 2014

Quem manda no Iraque?

Aviões sírios atacam no Iraque matando 57 civis

(CNN)

 

Cada vez com mais países envolvidos – além dos USA e da Arábia Saudita como patrocinadores habituais dos principais movimentos terroristas internacionais – a guerra no Iraque entra definitivamente numa nova fase, contando agora com ataques aéreos efectuados pela aviação síria contra os seus inimigos militantes do ISIS/ISIL/EIIL, também combatendo na Síria contra o regime de Assad.

 

Guerra Civil na Síria – Ataque de caça a grupo rebelde anti-governamental

 

Com a inocência de quem proporcionou (conscientemente) o brutal genocídio na Síria – apoiando o ISIS/ISIL/EIIL pró-xiita contra o governo sunita de Bashar al-Assad – eis que por uma extraordinária coincidência o conflito nesta região do Médio-Oriente se alastra agora além-fronteiras, atingindo o vizinho e caótico Iraque: o mesmo exército pretensamente pró-xiita – mas agora em terreno iraquiano – apoia aqui os rebeldes sunitas contra o poder xiita instalado em Bagdade.

 

Mas afinal de contas quem são eles – o ISIS/ISIL/EIIL?

Mais uma criação dos estrategas norte-americanos em assuntos do Médio-Oriente (a mais importante depois da Al-Qaeda) utilizada insistentemente (desde o início da dinastia Bush) nas regiões do globo terrestre ricas em matéria-prima (energética) existente no seu subsolo e que consiste na aplicação directa da Teoria do Caos, como a forma mais barata, rica e desburocratizada de obter a desejada mercadoria e de controlar o mercado legal (e ilegal – afinal qual é a diferença?).

 

E do Caos surgirá a Nova Ordem Mundial!

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:10
Quarta-feira, 25 DE Junho DE 2014

Caos no Reino do Petróleo

 

Tanque de guerra do exército rebelde

(com o seu símbolo identificador)

 

No Iraque reina o caos total, com diversas forças militares presentes no cenário de guerra fazendo intercâmbio com outro palco de conflito vizinho, como é o caso da Guerra Civil na Síria. Sunitas, curdos e xiitas estão agora envolvidos num duelo de morte, com os dois primeiros grupos a unirem-se ao EIIL e a apoderarem-se do norte do Iraque, num combate brutal e sem prisioneiros contra os seus inimigos de Bagdade: um governo iraquiano não representativo, controlado pelos líderes religiosos xiitas.

 

Com os militantes do ISIS/ISIL equipados de material de guerra (novo) proveniente dos Estados Unidos da América via Guerra na Síria – onde os USA pretensamente apoiam os rebeldes xiitas – e utilizando-o posteriormente no Iraque para apoiar os sunitas. Contando ainda toda esta sopa de petróleo com o fornecimento de armas ao governo do Iraque por parte da Rússia (num claro desafio às pretensões hegemónicas dos USA na região) e com os pagamentos realizados aos mercenários vindos de todas as partes do mundo (para combaterem na região) pela sempre sinistra e presente Arábia Saudita.

 

Por cá o nosso governo lá vai aproveitando o pretexto da degradação da situação política e económica nesta região do médio oriente (o futuro do Iraque poderá passar pela sua divisão em três zonas distintas, com os curdos a norte, os xiitas a sul e os sunitas pelo meio) para subir mais uma vez o preço dos combustíveis (ou seja dos impostos) e ir à carteira dos indefesos portugueses.

 

(imagem – sott.net)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 09:37
Terça-feira, 29 DE Abril DE 2014

From Ape to God (1)

Ficheiros Secretos – Albufeira XXI

[O Terrorismo Artificial Induzido (entre as vítimas) e a criação Natural do Super-Homem (entre os Escolhidos)]

 

“A nossa capacidade de compreendermos e aceitarmos o que nos é proposto para a recriação e fundação dum Novo Mundo, depende de como o interiorizamos, de como cumprimos as regras, do seu resultado imediato e da aceitação final e sem qualquer tipo de dúvidas de tudo o que dizem de nós – sujeitando-nos ao Superior infinito e assim incorporando-nos em Deus”.

 

Hoje levantei-me da minha cama cedinho e lá fui cumprir o dever no Zoológico de Lisboa. Ainda tive tempo para comer uns quantos pastéis de Belém e comprar um cacho de bananas, para assim cumprir com êxito o objecto da minha missão. No resto do trajecto cumprimentei educadamente todos os que vi, à chegada à bilheteira dei os bons dias ao funcionário e educadamente pedi uma entrada para criança: o tipo olhou para mim, riu-se na minha cara e perguntou-me no gozo se não queria antes um para a terceira-idade. Paguei a quantia por ele pedida, recolhi o meu bilhete e sem piedade nem remorso dei-lhe logo um tiro nos cornos. Limpei a arma cuidadosamente, coloquei-a nas mãos ainda a tremer do funcionário e antes que este caísse definitivamente no chão no meio do seu estertor e lançando o último suspiro, cuspi-lhe na cara e fiz-lhe um grande manguito: “An Ape Will Be God, But Not You”! Transposta finalmente a porta entreguei-me à bicharada e fui em busca de Deus.

 

Human Evolution or Human Transformation: Not the Same?

(As Sete Maravilhas do Mundo)

 

Fui directamente para a área de diversões e desde logo vi os golfinhos, comprei um gelado no fim e ainda fui dar uma volta de comboio e outra de teleférico. A parte mais gira na volta de teleférico foi registada aquando da passagem sobre a zona dos leões, na altura meio adormecidos e a apanhar os raios quentes do Sol: como não via mais ninguém à minha volta a não ser o meu colega de viagem – acompanhava um velhote com algumas dificuldades de locomoção – resolvi melhorar o cenário demasiado pacífico para mim, transformando-o num instante num thriller, arrepiante e sanguinário. Balancei com uma grande amplitude o habitáculo onde nos encontrávamos, abri ao mesmo tempo a sua porta e com um pontapé violento atirei-o lá para baixo: caiu em cheio em cima do macho mais velho que surpreendido ainda o olhou por segundos, soltando então um rugido medonho e degolando-o de seguida com uma única dentada. Os membros ainda estrebucharam um pouco, o que chamou ali os restantes leões.

 

Uma parte das pessoas que àquela hora se encontravam no interior do zoológico, pareciam dirigir-se apressadas em direcção à avenida das barracas de refrigerantes e farturas que ia desembocar na entrada: inclinando-me um pouco para a direita e espreitando entre dois ramos verticais dum denso arbusto visivelmente ainda por podar, podia facilmente vislumbrar uma multidão constituída predominantemente por jovens e mulheres, rodeando numa algazarra tremenda um grupo de educadores, de funcionários e de polícias, enquanto as luzes e as sirenes das viaturas de socorro não paravam de funcionar, confundindo-os e finalmente enlouquecendo-os. Ainda não me doíam as costas devido à inclinação corporal entretanto assumida e já a batalha campal se instalava no meu campo de visão, com as educadoras aos gritos tentando impor a ordem entre os seus alunos, os funcionários em gestos ameaçadores e munidos de cordas atrás destas e dos mais pequenos e como sempre acontecia nestas situações mais problemáticas, calhando aos polícias a responsabilidade da manutenção da ordem pública custasse o que custasse: à entrada e desembainhados os respectivos cassetetes, a polícia de choque só aguardava ordens superiores para entrar em acção. Protegido pela sombra duma árvore já morta e de raízes ressequidas, saquei da arma e dei um tiro para o ar: o suficiente para assistir aos primeiros segundos da carga policial e aos gritos das crianças enquanto fugiam aterrorizadas da violência dos X-Man.

 

Dirigi-me então para o local onde habitualmente o elefante tocava o sino. Sentei-me num banco situado nas proximidades e certifiquei-me de que ninguém estava a olhar para mim: com a confusão que se instalara do outro lado do parque eram poucas as pessoas que assistiam ao espectáculo, vislumbrando-se apenas três adultos e quatro crianças interessadas no que os dois tratadores e o elefante iam fazendo. Mais afastado um outro elefante parecendo mais velho, parecia observar a cena sem a compreender muito bem – aquele barulho que vinha lá do fundo incomodava-o cada vez mais e só lhe recordava o barulho maldito produzido pelo badalo. Peguei então no meu eficiente canudo portátil e com a colaboração da minha pressão de ar ejectei o meu projéctil. Assustado com o inesperado impacto sobre o seu corpo o elefante saltou em frente esmagando com as suas patas dianteiras o primeiro tratador, colocando-se em fuga e fazendo tocar o sino por contacto e colisão à sua passagem desorientada; no segundo seguinte o elefante mais velho – que parecia adormecido – como que acordou repentinamente de um pesadelo, nomeando logo ali o segundo tratador como seu alvo preferido e destino de todos os seus traumas acumulados durante anos sucessivos de cativeiro. No entretanto a reduzida assistência observava os acontecimentos completamente paralisada e de boca totalmente aberta, só despertando e pondo-se numa fuga louca e sem direcção determinada, quando os elefantes acabaram de desfazer de vez os seus carrascos e insatisfeitos se viraram para eles – com as suas enormes orelhas a abanar e a tromba em riste para os apanhar – assinalando-os em tom ameaçador. Acontecimento de que resultaram mais três mortos entre os presentes: os pais e o filho de quatro anos que transportavam num carrinho, dilacerados pelas presas dos elefantes que no meio de toda esta violência despropositada mas sempre possível, os confundiram com o carrinho dos seus ex-tratadores.

 

Por essa altura já tinha dado sequência a quatro acontecimentos. Como previamente combinado dirigi-me então ao gabinete do responsável pelo zoológico, onde o fui encontrar tranquilamente sentado na sua cadeira giratória a olhar para além do vidro da janela, que o separava do seu mundo exterior. Acompanhando visualmente todos os pontos abrangidos pelo seu campo de visão, podia-se ver que no exterior do edifício o ambiente acalmara na zona de entrada do parque, verificando-se a tentativa por parte dos elementos de socorro e de segurança aí presentes em estabilizar o cenário e dar-se início à sua limpeza, redefinição e normal reabertura: estavam apenas condicionados pela próxima chegada da brigada anti-terrorista e pelo que a sua mais que previsível intervenção pudesse provocar no normal desenvolvimento desta situação, solução pela qual todos ansiavam e pela qual trabalhavam esforçadamente, sem colocarem questões e em conjunto. O director parecia indiferente ao que se ia passando no exterior, continuando estático na sua cadeira, sem emitir um único som e quase como se ignorasse a minha presença junto de si. Foi então que como se controlado por um comando remoto e sem demonstrar qualquer tipo de emoção ou outro tipo qualquer de percepção ou sensação, se virou na minha direcção e com o seu indicador esquerdo me apontou um documentos que se encontravam sob a sua secretária: como um sonâmbulo levantou-se, olhou-me com uma expressão desestruturada por vazia, entregou-me com as suas mãos secas e rígidas o documento que se encontrava sobre a mesa e entrou na sala contígua, pedindo-me para aguardar um pouco e fechando com estrondo a porta atrás de si. O documento referia-se à estabilização do número de animais habitando aquele espaço restrito e cada vez mais reduzido, provocado pela pressão exercida pela urbe exponencialmente crescente que o rodeava e pelos interesses impossíveis de controlar vindos da parte das forças vivas da terra, apenas interessadas na sua valorização pessoal e no preço dos terrenos por metro quadrado: o que era mais interessante numa primeira e superficial análise do documento – que ele já conhecia nas suas bases pois contribuirá para a sua elaboração – não era o processo de eliminação adoptado para o número agora considerado excessivo de animais em exposição (justificado com o problema da consanguinidade crescente entre as diversas espécies e com todos os perigos que daí poderiam advir por reprodução e hereditariedade) mas o seu alargamento ao ramo racional que aí também permanecia, mesmo que nalguns casos temporariamente. O tempo e o espaço eram apenas referências mas o número excessivo e problemático residia nos seres vivos racionais ou não: um novo método de controlo populacional mesmo que não aceite por moralmente violento e desrespeitador, seria sempre bem-vindo num mundo perto do caos apocalíptico e sem outra alternativa de salvamento e protecção, contra a sua própria e inexorável extinção. Os nacionais-socialistas na Alemanha tinham sido um dos seus mais conhecidos e importantes precursores e os EUA na calha destes (e aproveitamento os seus ensinamentos e os seus próprios cientistas, reconvertendo-os) os seus maiores e poderosos discípulos e profetas – até na sua ideologia de imposição, intolerância e desrespeito. E quando ouvi o tiro vindo da sala contígua já sabia o que se tinha passado: com o crânio completamente desfeito o corpo do director apresentava-se caído no centro da sala, enquanto no registo do pessoal associado ao zoológico a contabilidade electrónica indicava agora menos um. Cada animal tinha o seu respectivo chip e desde o início do dia a descida tinha sido anormalmente abrupta, pulverizando todos os anteriores recordes – de racionais (R) de não racionais (NR). Por essa altura estava eu a abandonar o edifício central quando reparei no avanço pelo interior do parque das forças especiais de intervenção: finalmente todo o cenário se compunha e me aproximava do final desde há muito projectado para este evento. Faltava apenas mais um acontecimento (o anterior fora o quinto) para eu chegar às portas do Paraíso, no interior do qual mil virgens intocadas desde sempre me esperavam: à entrada do portão celestial realizaria o teste definitivo e final, o acto de contrição, de fé e de consagração. Deus esperava-me para compartilhar! É claro que não me esqueci do Envelope enviado em anexo ao referido documento, chegado mesmo em cima do acontecimento e em correio expresso registado e oriundo dum remetente desconhecido provavelmente localizado num país do Médio Oriente.

 

The Butterfly Effect

(A Teoria do Caos e o Efeito Borboleta)

 

“In chaos theory, the butterfly effect is the sensitive dependency on initial conditions in which a small change at one place in a deterministic nonlinear system can result in large differences in a later state” (Wikipedia).

Um helicóptero da Unidade Estratégica da PSP sobrevoava agora o complexo do Zoológico de Lisboa, tendo como missão a coordenação das subunidades de vigilância aérea em acção directa no terreno, aqui e no momento levada a cabo por uma nova geração de drones recentemente adquiridas a empresas de armamento norte-americanas, por coincidência também subsidiárias de outras empresas instaladas no mercado e associadas a projectos de construção e de implantação local. Daí a minha opção lógica e facilmente compreensível pelo desenvolvimento e conclusão o mais rapidamente que me fosse possível de todo este procedimento associado à intervenção, isto se quisesse que o efeito provocado fosse evidente e efectivo e se reproduzisse indefinidamente e sem limites, em cascata e por todo o lado: eu sabia que mesmo que estivesse morto a minha acção e influência se repercutiria até ao infinito, reproduzindo sucessivas reacções e interacções entre mundos paralelos ou concorrenciais por simples e mesmo que desprezível interacção. “Na verdade o Universo não era um, mas um conjunto de muitos uns”.

 

Afastei-me rapidamente do local onde me encontrava e dirigi-me até uma zona mais afastada do zoológico, situada muito perto das Palancas. Era um ponto situado perto da periferia do parque, numa referência um pouco mais elevada e dispondo de razoável visibilidade, mas sobretudo oferecendo tranquilidade e uma certa reserva e protecção pelo menos temporária, para o muito que ainda tinha que desenvolver – além de ser o sitio ideal para a propagação programada. Libertei então o meu duplo. Do lugar onde me encontrava pude vê-lo a dirigir-se para o parque de merendas onde acabou por se sentar mesmo ao lado da zona de restauração: rodeando o espaço reservado aos mais novos, um grupo de dois agentes verificava cuidadosamente o interior das suas instalações, enquanto outros dois perscrutavam intensamente toda a zona envolvente, dirigindo-se um terceiro grupo mais para oeste precisamente na sua direcção. Do lado das Girafas também se notava alguma movimentação, destacando-se mesmo a presença de alguns homens armados e acompanhados por cães, que avançavam muito lentamente e a intervalos de tempo certos, investigando cada canto ou buraco que encontravam e estando extremamente atentos aos menores movimentos que lhes parecessem suspeitos. Mas o que mais despertou a atenção do meu duplo foi a utilização que os agentes já estavam a dar ao teleférico existente no zoológico – tentando a partir daí descortinar melhor o que se passava e descobrir onde poderia estar o principal causador ou causadores deste problema – e o movimento do próprio comboio do zoo que com o seu habitual motorista e percorrendo o circuito de todos os dias, ia distribuindo outros agentes enquanto percorria o trajecto: o ser humano era na realidade muito imitativo e repetitivo nas suas aventuras aparentemente experimentais, parecendo nas suas escolhas uma criança ingénua e irresponsável – e extremamente previsível nas suas atitudes e opções – como tal e em consequência facílimo de controlar e limitar. Agora era só recuperar a localização dos pontos, activá-los sequencialmente de acordo com a evolução prevista para o guião e divertir-se um pouco mais com a confrangedora fragilidade humana.

 

No entanto era necessário manter um nível mínimo de segurança na utilização temporária do duplo, já que certos raios luminosos sujeitos a determinadas condições atmosféricas poderiam revelar ao incidirem directamente sobre ele, a sua movimentação e posição: a maior dificuldade para manter a sua invisibilidade estava basicamente associada aos dias sujeitos a maior actividade electromagnética atmosférica, muitas dessas vezes intensificada por fortes e sucessivas tempestades solares. Ao libertar-se o nosso duplo para um mundo que já ocupamos, é lógico que este teria que ter a sua própria componente física e psíquica independente e um espaço material onde se pudesse colocar e daí actuar. Se no caso da componente psíquica o processo era de fácil execução por simples bipartição do nosso Eu – com a nossa Alma abstracta, sempre intacta e não parametrizada, espalhada por todas as nossas células, centralizada no cérebro e comunicando pelos neurónios – quando se tratava da parte física o processo de libertação do duplo apesar de ter um nível de acessibilidade muito idêntico ao anterior, era mais cuidadoso e pormenorizado por essencialmente técnico e multi-opções. Numa sequência programada e projectada para um já referenciado (apesar de indeterminado) número de Universos, coexistentes e paralelos, era definido o ponto de concentração a partir  do qual se faria a extracção do volume solicitado, neste caso um objectivo vivo equivalente à sua imagem e a ser utilizado temporariamente e em substituição condicionada: os modelos gerais mais solicitados distribuíam-se maioritariamente por sonâmbulos, indivíduos em estados de semi-consciência – como nos sonhos – e até em estado de coma. Ao libertar-se do seu abrigo o duplo usufruía do duplo do corpo por ele agora utilizado e partilhado, transportando consigo e por motivos de segurança o duplo desse Eu subdividido, apenas para estar presente para qualquer necessidade de regressão imediata mas sempre num estado completamente inconsciente, submisso e comatoso.

 

Fim da 1.ª parte de 2

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:06
Quarta-feira, 02 DE Abril DE 2014

Zero em Pensamento

Ficheiros Abertos – Da Vida Vem o Universo

(A Alma e O Pensamento)

 

“Creativity and non-conformity now listed as a mental illness by psychiatrists”

(American Psychiatric Association)

 

A paródia da certificação e da autentificação do Homem – por outros Homens Exclusivos – transformou o Mundo num Circo sem verdadeiros artistas e experimentalistas e por falsificação de cenários numa brutal e irreversível tragédia para a raça humana: antes matava-se com uma bala (associada a uma pistola), agora com um certificado (associado a um diploma) e amanhã com o esquecimento (associado ao excedentário desqualificado). Eles vendem tudo e nós só temos que consumir”.

 

Em Busca do Mundo Perdido

                                                                

Talvez no nosso Mundo existam aqueles que por usurpação coerciva do conhecimento dos outros se achem superiores a Deuses (transformando-se em ícones invisíveis mas por esse motivo posteriormente adulados) usufruindo duma forma prepotente dessa circunstância alheia e de formação experimental colectiva, para dum modo claramente improdutivo e finitamente egoísta (consequência da sua visão conservadora e geocentrista agora convertida e aplicada ao indivíduo) – e apoiada no servilismo de alguns ignorantes previamente certificados – se tornarem temporariamente em Entidades Divinas e Inimputáveis, mesmo sabendo e apesar de tudo que depois serão apenas iguais (em vida superiores, mas na morte iguais): ninguém gosta de sofrer sem necessidade ou vantagem, mas existem aqueles que para além disso gostam de fazer aos outros aquilo que nunca aceitariam que lhes fizessem a eles. Utilizando uma máxima da Revolução Cultural Chinesa – talvez mais focada do que desfocada e mais próxima da verdade – e que no fundo significaria a insignificância deste mundo de passagem face ao mundo de permanência: foi a Vida que criou o Universo e não o contrário. E sabendo disto Homens resolveram tornar-se Deuses actuando a seu belo prazer sobre o Casulo e dele dispondo como se os outros nada fossem – o que não deixa de ser verdade, mas não ratificando necessariamente o exercício grátis da violência. Mas o que é um facto é que nesta fase de pré-borboleta mentalmente deixamos muito a desejar, ansiando por lobotomia e que – como um morto-vivo – alguém trate de nós.

 

Porque será que em vez de termos uma visão global de tudo o que se passa à nossa volta – para compreendermos melhor o mundo onde vivemos – preferimos levar a nossa pobre vidinha organizada e certinha de acordo com todos os manuais de instrução oficiais, que nos são fornecidos ao longo de toda a nossa vida de formação e certificação contínua, englobando propositadamente uma catadupa de factores por vezes sem nenhuma ligação – senão mesmo inexistentes – mas susceptíveis de criar confusão, dúvidas e manipulação? É certo que na nossa sociedade se generalizou a noção da necessidade da especialização para assim se obter sucesso imediato num sector específico e particular – apesar desta estratégia limitar a nossa capacidade de raciocínio, integração e acção – mas neste caso nem disso se trata. O que no fundo nos é proposto – ou imposto voluntariamente – é uma visão do mundo extremamente limitada e perversa face à realidade com que nos deparamos já há centenas de anos – dum Universo Infinito – privilegiando a segurança e secundarizando a liberdade, dando protagonismo à organização – muitas vezes ilusória por artificial – e esquecendo o ponto de partida de qualquer sistema ou conjunto inicial (original): o caos. Posteriormente organizado por acaso e necessidade de todos os sistemas e conjuntos – mesmo que aparentemente vazios – interagindo entre si e em constante transformação – os Multiversos. A energia terá dado origem à matéria por acção do movimento – com o tempo e o espaço utilizados apenas como parâmetros adicionais de expansão ou de contracção.

 

O espaço e o tempo só poderão ser considerados como estruturas monolíticas e limitadas – introduzindo limites como o nascimento (criação) e a morte (perda) – por alguém que deseje encobrir e esconder para seu único benefício qual é o nosso verdadeiro papel e função neste mundo onde agora vivemos. Já pensaram no incomensurável poder e estatuto de Divino que possuiríamos se por exemplo:

- Soubéssemos que este percurso de criação de Vida que terá dado origem ao Universo – e não ao contrário como nos é ensinado – fosse apenas um pequeno primeiro passo necessário ao desenvolvimento dum processo mais vasto e nesta primeira fase meramente biológico e muito semelhante ao ocorrido no ventre da nossa mãe, terminando no nosso lançamento num outro mundo sem nenhum ponto de comum com aquele onde vivemos: estaríamos perante um acontecimento profundo que alteraria definitivamente as visões propostas para este mundo preparatório e virtual – de que os sonhos como “tubos de escape e consciencialização” são exemplos evidentes – aniquilando a morte e o seu estatuto e destruindo de vez aqueles que dela se servem. O que seria se soubéssemos que a morte não era o nosso fim e de tudo o que nos rodeia, mas uma transição (do plano físico limitado mas preparatório, para o plano psíquico ilimitado e sem grilhetas superiores e moralistas) para outro nível diferenciado e no fundo de acordo com as premissas em que ainda hoje (profundamente) acreditamos por naturais, universais e não impostas: num Universo por definição infinito, nele nunca nada se criará ou perderá, apenas se adaptando o mesmo ao conjunto onde está inserido e nele evoluindo em associação e partilha com outros Universos, tocando-se por aproximação, intersectando-se por evolução e até replicando-se por transformação.

 

 (imagem – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:54
Sexta-feira, 20 DE Maio DE 2011

Espaço e Cor

“Espaço e cor envolvem movimento. O tempo é algo de abstracto.”

 

Galáxia NGC 4214 – situada a cerca de 10 milhões de anos-luz da Terra

 

“A explicação da ocupação dos espaços é simples: a noção de vida – ao contrário da de morte – confirma-se na capacidade de se ser capaz ou não, de se deslocar de um ponto para o outro, em termos relativos e absolutos. ”

 

Falhas na superfície do planeta vermelho – profundas fracturas cortam a superfície de Marte

 

“Toda a nossa visão do mundo é relativa. Não só é limitada pela incapacidade de compreendermos um mundo sem fim e sem necessidade de origens/causas, nem fins/efeitos, como também é coagida pela lobotomia não cirúrgica aplicada a um mundo ainda mal explorado e correctamente traduzido – o nosso cérebro. Só do caos surge o mundo e os seus parâmetros evolutivos, são o acaso e a necessidade.”

 

Região activa no Sol – plasma lançado no espaço sob a acção do seu campo magnético

 

“A Imaginação é inspirada na realidade que nos proporcionam os nossos órgãos dos sentidos, seja ela verdade, seja ela mentira. E em que se baseiam os valores decretados pelos humanos, como os da ética e da moral? A Forma deforma o conteúdo da comunicação!”

 

Ventos de gás atravessam uma galáxia a 1000Km/s – resultam da formação de novas estrelas

 

“Na mais simples das imagens, se vêm muitas imagens. O conteúdo daquilo que se vê depende do objectivo de quem o está a fazer. Deste modo, uns vêm água e os outros vêm terra, tudo no mesmo espaço, mas visto de ângulos diferentes: o complemento desta actividade reside em compreender que ambos fazem parte de um todo, em que também nós estamos integrados. E que esse todo se torna insignificante, se analisarmos mesmo tudo, de esse todo sem fim!”

 

Delta tibetano – sedimentos coloridos flutuam nas águas turcas do Lago Ayakum

 

(Fotos Natinal Geographic)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:28

pesquisar

 

Agosto 2017

D
S
T
Q
Q
S
S
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
17
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31

comentários recentes

blogs SAPO


Universidade de Aveiro