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Quarta-feira, 01 DE Junho DE 2016

Sujeito e Objeto

[Projetor/Projetado e Projetado/Projetor partilhando um mesmo Cenário]

 

“Se acreditamos em DEUS é mais que logico que acreditamos no HOMEM – com este último a ser o único e verdadeiro CRIADOR. E é apenas o medo – ao longo de milhares de gerações persistentemente em nós inculcado – que mesmo à nossa frente e como que se usássemos umas palas ainda nos impede de ver, de sentir e ter prazer (as tais palas categorizadas/aplicadas como de segurança e de proteção).”

 

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Pretensa imagem fornecida pela NASA e posteriormente apagada dos arquivos

(com uma depressão bem visível no Polo Norte terrestre)

 

Enquanto na Terra nada se passa de extraordinário o mundo lá vai rodando muito tranquilamente em torno do seu eixo imaginário: intersectando os seus polos mas sendo na realidade coordenado pelos Estados Unidos da América: os tais que foram à Lua (alimentando o nosso imaginário) para nunca mais lá voltarem (impondo-nos uma realidade com o fim do Programa Apollo).

 

Como se houvesse outro mundo mas que não fosse para nós – e deixando-nos em mãos de potenciais especuladores: desde os aventureiros revivendo Jules Verne (com a sua Viagem ao Centro da Terra) até aos conspiradores com as extintas missões Apollo (não se tendo regressado à Lua por imposição alienígena). No entanto colocando questões (prementes por objetivas e factuais) como os dos grandes buracos existentes nos polos.

 

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Tal e qual como numa ilustração das previsões de Nostradamus

(com os cientistas da NASA a afirmarem a descoberta de vida alienígena até o ano de 2025)

 

Na realidade com o nosso mundo interior em permanente convulsão e com o mundo exterior (mais virtual que real) ainda distante de nós: na Terra com a morte à porta sem sequer a querermos ver (doenças/guerras), lá fora com a vida à espera sem que saibamos que existe (quantas vezes olhamos para o Céu?). Optando por não usar os órgãos que nos proporcionam os sentidos e acabando por distorcer a nossa perceção do mundo.

 

Colocando obviamente os Humanos entre duas alternativas possíveis (e inconciliáveis por incompatíveis – sendo uma sedentária/estática e a outra nómada/dinâmica): ou nos dirigimos para nós próprios e conseguimos interiorizar este mundo limitado e fisicamente regressivo (sujeitando-nos para sempre às suas regras localmente impostas) ou partimos como novos conquistadores atravessando o Espaço à procura de novos mundos e de Outras Terras.

 

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Com 7 biliões vivendo sobre a superfície da Terra a balancearem-se entre deixarem-se morrer ou partirem à aventura

 (num Mundo Original a todos prometido e entregue para seu pleno usufruto e prazer, mas por interesse de alguns nunca cumprido)

 

Esperando no entanto que algo de inesperado e maravilhoso aconteça (um Evento talvez Divino) de modo a podermos impor (ao Tempo) a única verdade aceitável – e há muito declarada por Antoine Lavoisier: “Na Natureza nada se perde nada se cria tudo se transforma”. Descartando-nos do nascimento e da morte (limitativos e opressores como os ponteiros de um relógio, medindo algo de abstrato), aceitando a nossa evolução (já que tudo se move, matéria e energia incluídas) e como objeto ou sujeito, cumprindo a próxima transformação (e porque não para um outro nível psíquico ou não teremos nós Alma?).

 

Para já sem mais notícias e nada de novo no horizonte. Dividindo o nosso Mundo (consciente, subconsciente e inconsciente) em três subconjuntos distintos, mas completamente integrados, diluídos e para a esmagadora maioria dos aplicados, totalmente impercetível: associados ao nosso quotidiano de vida presente (à superfície da Terra), a outros níveis de existência (vida aérea/superficial/subterrânea para nós desconhecida/esquecida e passada/presente) e mesmo a outros planos exteriores aos do Nosso Mundo (talvez deliberadamente) Fechado – e cronologicamente (estrategicamente) colocado no Futuro. Como um Osso inalcançável (Miragem) colocado à frente de um cão esfomeado (de modo ao mesmo sem o entender persistir no caminho da falsa Esperança).

 

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Um Mundo onde o ser Humano questiona a sua própria existência

Tantos são os factos contraditórios com que se depara no seu monótono quotidiano (com as suas consequências funestas pondo em causa a sua sobrevivência) – levando-nos até a um mundo de simples projeções holográficas, controlando um vasto rebanho

 

E se algum ser vivo e inteligente tivesse um dia qualquer no decurso de uma das suas incursões no interior do Espaço, por casualidade ou talvez não, atingido o nosso Sistema (Solar) e vislumbrado por instinto ou curiosidade o nosso planeta (Terra), já pensaram no que o mesmo pensaria (e certamente refletindo mais profundamente do que nós por ser um observador exterior) ao deparar-se com o que se passava no seu interior (meio ambiente) e sobretudo entre a espécie indígena e dominante (civilização)? Certamente que ficaria perturbado fosse apenas um turista (1ª visita) ou anterior residente (visitante habitual): sentindo-se desde logo de outro nível (superior), absolutamente desprezando o que via e sentindo-se tentado a ignorar. Apesar de mesmo entre nós alguns gostarem de domesticar, descarregando curiosamente nos outros (racionais e irracionais) a nossa selvajaria doméstica. O que se pensarem bem nos poderá diferenciar, colocando-nos no lugar de presas de predadores privilegiados.

 

Uma espécie que parece ter abandonado o seu principal princípio vital importantíssimo para a sua sobrevivência – o desenvolvimento do conhecimento e a nossa integração progressiva na sua transformação e aplicação (tendo todo o Homem como usufrutuário coletivo) – substituindo-o pelo princípio do objeto e do lucro (mais-valia dele extraída) e da recompensa imediata (apesar de temporária e como num toxicodependente) – que nos içará aos Céus até ao colapso final. Destruindo o seu Lar (a Terra) e sem uma única alternativa (conhecida no Espaço). Cumprindo mais uma profecia credível (face aos indícios que em torno de nós já se vêm e amontoam) proferida pelo conceituado físico Stephen Hawking, elegendo os três maiores perigos para a sobrevivência do Homem e da sua Civilização: o desenvolvimento incontrolado da Inteligência Artificial, a constante Agressão observada entre Humanos e a grande probabilidade da existência de vida extraterrestre (perigosa por ser certamente imensamente superior à nossa).

 

(imagens: Secure Team – NASA – front-lines.com – sadistic.pl)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:04
Sexta-feira, 27 DE Maio DE 2016

A França à espera de TINTIN

“Battles on the streets and petrol pumps running dry: France plunged into chaos by protests over labour laws just weeks before the Euros.”

(dailymail.co.uk)

 

Com as crianças a atingirem fisicamente a idade adulta utilizando apenas certos moldes e os seus respetivos e certificados manuais de instrução – ignorando por completo o seu desenvolvimento psíquico para além dos limites do manual já que perder tempo a pensar é perigoso – não é de admirar que amanhã ou mesmo hoje (e ainda sem o sabermos) vivamos no mundo de TINTIN.

 

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A França nas mãos de dois dos seus grandes heróis da banda desenhada:

Os Dupond & Dupont

(François Hollande e Manuel Valls)

 

Esta é uma das mais fortes imagens que ainda nos chegam dessa França socialista (com o país em completa polvorosa a única solução para manter o poder político incólume é cortar nas notícias negativas), que no seu conjunto e utilizando-se de seres aparentemente alienados (da realidade) presentes nesse cenário, nos apresenta dois dos responsáveis máximos pelo estado social e económico desastroso (e caótico) em que o país se encontra, cada vez mais próximo do seu descalabro total – num efeito esmagadoramente provocado pela estratégia adotada por ambos de obediência cega às estruturas associadas à supremacia global, no caso aos EUA (poder das armas) e ao FMI (poder do dinheiro). Numa estratégia impensável e como tal essencialmente provocadora (pelo menos segundo a ideologia e pratica socialista) tendo como molde os inopinados heróis da banda desenhada TINTIN Dupond & Dupont – que quando muito só poderiam funcionar num mundo de crianças, mas que pelos vistos se tornou num exclusivo da elite intelectual adulta da superior política francesa.

 

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Uma estratégia colocando em guerra aberta/em causa sectores agora considerados secundários para a sustentação da nossa sociedade

Como são o Trabalho e a Segurança

 

Infelizmente e porventura levados pela psicologia de massas que como espécie lutando pela sua sobrevivência coletiva naturalmente ainda nos domina, somos agora obrigados (e levados artificialmente) a lutar não pela nossa própria sobrevivência mas pela nossa não extinção declarada e seletiva (mas nunca assumida): “Tarde de mais os franceses chegaram à conclusão que lá por estar a arder outra casa que não a sua (por exemplo Portugal), mais cedo ou mais tarde os incendiários e os seus incêndios chegarão a um dos lotes mais próximos (por exemplo França) ”. Numa trajetória política previsível e irreversível (pelos vistos nestes casos a História repete-se incessantemente e sem que ninguém desconfie) que mais uma vez atirará a EUROPA para as mãos daqueles que sem um mínimo de vergonha (e sem crime e castigo) a têm vindo a destruir – seja a direita ou a esquerda do espectro partidário (oficial e reconhecido). Como se tem visto na Grã-Bretanha (Sim ou não à Europa), na Espanha (realização de novas Eleições) e na França (Aplicação da nova Lei do Trabalho), os estados mais perto de nós (Portugal).

 

(imagens: economico.sapo.pt e voanews.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:48
Segunda-feira, 16 DE Maio DE 2016

Casa de Pedra

Quando olhamos para um determinado cenário, a primeira coisa que logo fazemos é procurar no interior deste algo que nos identifique com esse local: ou porque já lá estivemos, ou porque é surpreendentemente como nós, ou porque recorrendo à nossa memória e cultura alguém na História já falara dele. Seja como for ao colocarmo-nos no seu interior, por vezes (se não e inconscientemente todas as vezes) algo percecionado pelos nossos órgãos nos sensibiliza para um determinado pormenor – como se sem o sabermos traduzíssemos todas as pistas e sinais.

 

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Marte – Opportunity Rover – SOL 4374

 

E assim se nenhum pormenor nos escapa no mundo que sempre habitamos e facilmente reconhecemos (a Terra), se olharmos para outros mundos com particularidades em certos casos muito semelhantes às nossas (Marte), logo desconfiamos do que de mais evidente ou duvidoso possa aparecer, por ser observado num contexto desenquadrado e num mundo pretensamente sem História (sem vida e sem notícias de marcianos). Como é o caso da imagem anterior que poderia muito bem ter sido tirada na Terra a um monumento pré-histórico qualquer (como as antas, orcas ou dólmens).

 

Mas que neste caso foi registada sobre a superfície árida e desértica do planeta Marte, onde para já não é conhecida a existência de qualquer espécie de organismo vivo mais ou menos primitivo, nem sequer a de poder ter existido em qualquer ponto do seu passado algum ser superior e inteligente ou qualquer tipo de civilização. O que não é impeditivo que tal tenha acontecido há muitos biliões de anos num planeta tão perto de nós e com fortes vestígios de noutros tempos muito remotos ter existido água à sua superfície e até um grande oceano.

 

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Estrutura muito semelhante a um iglu terrestre

 

É certo que até hoje nada se viu que autonomamente e demonstrando um certo objetivo se mexesse – podendo com esse movimento em torno da matéria e envolvendo energia significar Vida. Recordemos que na Terra uma das características de qualquer ser vivo é o movimento – se estiveres parado é porque estás morto. No entanto se certas estruturas se deterioram muito rapidamente com o tempo, decompondo-se, desaparecendo e não deixando vestígios milhões ou biliões de anos volvidos (como é o caso do Homem considerado pelo próprio um produto de desgaste rápido), já outras estruturas são muito mais resistentes ao tempo podendo perdurar por vezes indefinidamente (é ceto que com algumas falhas ou transformações).

 

Mas mesmo assim quase nos levando a acreditar que atrás delas existe algo mais – já que caso contrário nunca mais quereríamos saber delas.

 

E o que nos chama a atenção (e seduz) é apenas a sua grande familiaridade – e o sentirmos que ali algo de curioso e de nós se reflete, aparecendo e sendo aceite como se fosse por cá.

 

(imagens: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:54
Quinta-feira, 19 DE Março DE 2015

Quebrando o Silêncio

Um testemunho de um ex-primeiro-sargento do exército israelita, que encarada a realidade e entendido o panorama onde o tinham inserido, simplesmente mudou de atitude – nunca ignorando o cenário de guerra em que o fazia e nesse sentido limitando-se a escutar opiniões de colegas seus, vivendo essa guerra e nas mesmas condições.

 

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Territórios ocupados

 

“That time of my life I seem to have lived in a movie. Looking back I realize I had this kind of self-destructive bent and didn't care about anything, but really, anything at all. I don't know, it's this surreal thing that I simply cannot explain, I can't explain how such things happen. How I stood there at the sentry box with my bullet proof vest and loaded M-16 each week, because even officers stood guard duty at division HQ, watching stunningly beautiful sunsets over those smooth sand-dunes of Gush Katif while behind me, in front of me, and all around me people shot each other and demolished each other's houses. I cannot explain it, this is something I'm still dragging around inside because I don't understand. I don't understand how humans can behave this way. I don't understand how such things happen in the world. So I don't know how I was a part of this, and how in a way I let myself be a part of this for half a year, because only in my last month there did I really, truly say I can't take it any longer. So it's something that stays with you all the time. It's also something the army doesn't really know how to handle, with – I don't know what to call it – scars or trauma or psychological damage to soldiers as a result of what they do in the army. I mean, not because of their personality problems but the things to which they're exposed. It's something no one handles, no one talks about, and as an education officer I was supposed to do all kinds of evaluations and talk about the unit's morale and to what extent the soldiers are in solidarity and believe in their mission and how much they blah-blah-blah. As I said in the beginning, a 19-year old girl is not supposed to do this, and to be frank, talking about the extent of social solidarity they show when their mates are getting killed on a daily basis seems pretty stupid and out of place to me, and not really relevant.” (Avihai Stollar – Breaking The Silence)

 

Precisamente aquilo que a esmagadora maioria de todos nós nunca faria: talvez por medo, ignorância ou cobardia. Ou como hoje é moda e de bem afirmar: por neutralidade (para os eruditos) ou por indiferença (para os leigos). Só temos que agradecer a este ex-soldado e agora militante da causa de outros soldados o seu comportamento e a oportunidade que deu a mais alguns de nós de nos confessarmos. É que alguns pecadores só o são (aos milhões) por terem sido obrigados a pecar (por poucos).

 

(texto/inglês e imagem: breakingthesilene.org.il)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:46
Domingo, 30 DE Março DE 2014

Num Click

“Tudo deve ser considerado possível se até achamos que devemos construir um mundo declarado real em torno duma clara abstracção: o tempo. Não será o tempo apenas um garrote mental – limitado por fronteiras filosoficamente incompreensíveis, como o são o nascimento e a morte – criado por alguém que já viu o outro lado e que por esse motivo já sabe para o que ele serve? Aqui seria um Deus do outro lado, um igual”!

 

A Entidade em movimento

(até ao seu desaparecimento)

 

Entidade científica de largo espectro técnico-filosófico e com reconhecida aptidão para a prática de simulações realistas, incluindo adicionalmente projecções conscientes. Neste preciso momento introduzindo um novo conjunto de variáveis aleatórias provenientes do menu original da aplicação (ainda em execução) e que levaria mais tarde a uma sucessão de acontecimentos que iriam alterar significativamente o status quo prevalecente entre os terrestres. O erro introduzido deliberadamente nas ordens de execução (e procedimentos a seguir) da aplicação em curso – através duma sequência ininterrupta de ordens e contra-ordens com direcções e objectivos simétricos – iria ter implicações práticas e imediatas: como no agravamento da crise na Ucrânia com o provável envolvimento duma poderosa potência militar e nuclear como a Rússia e até na crise provocada pelo desaparecimento dum Boeing 777 numa região tão sensível do globo como o sul da Ásia, com outras grandes potências como os EUA e a China a lutarem até ao milímetro pela manutenção ou conquista da sua supremacia na zona. Passado um Click todo o equipamento electrónico e informático foi colocado em stand-by, iniciando-se os procedimentos normais para um novo período de hibernação. E então a Entidade desapareceu – tal como todo o cenário envolvente.

 (imagem – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:52
Quinta-feira, 20 DE Março DE 2014

Testemunhas Ocasionais – Mas Sem Seguro de Vida (2)

Ficheiros Secretos – Albufeira XXI

(Mecanismos Cognitivos Terrestres na Construção de Situações Equívocas)

Projecção Experimental em Meio Indígena

 

“A verdade anda por aí mas não é para todos – especialmente se formos susceptíveis à acção de uma bala”

 

Base militar dos EUA situada em pleno oceano Índico no atol de Diego Garcia

 

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Na base de Diego Garcia o Boeing 777 terminava ainda no interior do hangar os preparativos para a sua viagem, com todos os técnicos responsáveis rodeando a aeronave e analisando-a pormenorizadamente, certificando-se a 100% de que nenhum aspecto seria descurado, fosse ele a nível tecnológico de modo a evitar qualquer tipo de falhas no decorrer da operação, fosse ele na apresentação geral da aeronave – interior e exterior – a qual teria que reflectir fielmente e sem qualquer tipo de falhas o modelo que iria replicar. O momento da partida tinha sido esticado até ao seu limite máximo, enquanto aguardavam ordens vindas da base de Manas no Quirguistão: a situação na zona do Índico estava ainda muito confusa, com movimentos constantes de barcos e aviões de várias nacionalidades e origens – militares e civis – procurando ainda o desaparecido voo MH 370. Teriam forçosamente de aproveitar o período da noite para lançarem o avião e completarem desse modo o cenário planeado, ou arriscavam-se a criar um buraco no seu enredo e a darem cabo do guião: já tinha passado mais de uma semana sobre o desaparecimento do avião malaio e os buracos na história poderiam aumentar de tal maneira que tudo ainda podia rebentar nas suas mãos – o que seria inaceitável e teria fortes repercussões nos órgãos de direcção e comando desta intervenção militar sob orientação civil. Perto da hora de jantar chegou a autorização vinda da base situada na Ásia Central para o início do processo de descolagem, a aeronave foi retirada do hangar, os inspectores fizeram uma última inspecção ao interior do avião, retirando-se pouco depois e dando ordens para o fecho das suas portas: enquanto todos abandonavam finalmente a pista e todo o processo de preparação era concluído a ordem final foi dada, acabando o Boeing por levantar voo rumando logo para o sul do oceano Índico. O voo era não tripulado, dirigia-se paralelo ao corredor sul utilizado pela aviação comercial e a carga era um segredo proibido e impossível de ser divulgado.

 

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Duas semanas após o seu desaparecimento o mundo tinha finalmente conhecimento do sucedido ao voo das Linhas Aéreas da Malásia: vasos de guerra norte-americanos acabavam de descobrir alguns destroços comprovadamente pertencentes ao avião malaio, confirmando de vez a opinião inicial e maioritariamente divulgada pelos principais responsáveis e especialistas em aviação de que o avião teria sido desviado da sua rota inicial em direcção a Pequim invertendo a sua marcha e dirigindo-se de seguida para o meio do oceano Índico onde teria caído, acabando por se desintegrar ao chocar violentamente no oceano e posteriormente desaparecendo na escuridão das suas profundezas. E ninguém com poder de interrogação e de intervenção se atreveu a questionar, desmentir ou contestar a versão apresentada: descoberto o culpado desse momento o mundo perdera o interesse no assunto, virando-se agora para a Ucrânia e para um novo conflito prestes a rebentar.

 

A tecnologia já nos ultrapassa – e como acéfalos nem nos apercebemos do seu poder

 

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No entanto uma história nunca é facilmente aceite se inesperadamente acabar a meio. E particularmente os chineses não estavam para aí virados, começando a orientar muitos dos seus satélites para a área em questão. Com a colaboração da Rússia e de outros países amigos na região a primeira opção dos chineses foi a de orientar as suas investigações em direcção às principais bases dos seus adversários norte-americanos instaladas nesta zona específica do oceano Índico. As suas suspeitas eram direccionadas a norte para as bases dos EUA situadas na Ásia Central e a sul para a grande base de Diego Garcia: não era por acaso que entre as muitas notícias relacionadas com este desaparecimento, essa base era frequentemente mencionada como destino do avião aparentemente sequestrado, após análise pormenorizada do novo rumo projectado pelo avião – escolhendo o corredor sul com a base norte-americana bem colocada no seu horizonte – a partir de dados entretanto recolhidos confirmando essa possibilidade. O desaparecimento puro e duro do voo MH 370 sem nenhum indício que comprovasse essa teoria – nem mesmo um mínimo destroço ou uma simples comunicação – deixava os chineses num lume brando mas que a qualquer momento poderia explodir. Uma potência mundial como a China ainda por cima com 2/3 dos passageiros do avião malaio entre os mais de duzentos desaparecidos, nunca poderia consentir que este caso dramático e violento terminasse no esquecimento e sem se apurarem quais os seus verdadeiros responsáveis: tornando-se o caso mais delicado e com consequências futuras muito mais graves pelo conhecimento que os chineses tinham sobre a composição de todos aqueles que viajavam no interior do avião – desde individualidades de importância notória no meio empresarial e tecnológico chinês, até à presença de técnicos de empresas norte-americanas na importante e fulcral área dos semi-condutores, essenciais para o desenvolvimento científico e tecnológico da China como grande potência da zona e do mundo (e podendo mesmo passar pelo transporte de componentes fundamentais, agregados à sua carga secretamente e sem conhecimento prévio por parte dos norte-americanos) – e que segundo eles poderia representar uma provocação e um incitamento à violência contra a sua nação. E então quando os EUA se deram ao luxo de reclamarem para si a proeza da descoberta dos destroços do avião, tentando complementarmente e mais uma vez impor a sua versão do sequestro e suicídio por parte do piloto provocando a queda do Boeing e a morte de todos os seus ocupantes – atitude tão incompreensível e inacreditável tomada pelo piloto ou pelo co-piloto e pelos vistos sem nenhum tipo de resistência vinda do interior da aeronave, nem mesmo uma única transmissão de um simples telemóvel pessoal – a paciência atingiu o limite, com a China a exigir a sua presença no local indicado pelos norte-americanos para a queda do avião e o acesso a todos os dados que estes possuíssem sobre o incidente que vitimara os seus concidadãos. Questionando-os também sobre movimentos suspeitos observados em torno das suas bases asiáticas, tanto as situadas a norte como as do sul – como a de Diego Garcia.

 

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Nenhum corpo foi encontrado no local nem qualquer tipo de sinal foi registado que pudesse indicar a presença da caixa negra do avião. Observadores persistiam no entanto na sua desconfiança e incredibilidade em aceitarem a tese constantemente repetida pelas autoridades da Malásia de suicídio do piloto ou co-piloto – promovida essencialmente pelos norte-americanos e seus aliados na região, ao mesmo tempo que as suas forças aéreas e navais procuravam manter-se afastadas do centro da crise como se nada tivessem a ver com o caso – até porque nada indicava até agora que tivesse existido uma falha técnica grave a bordo do Boeing 777, que mesmo tendo-se desviado da sua rota inicial invertendo o seu rumo, nunca tentara de que forma fosse contactar com o exterior com um pedido de socorro, utilizando um método moderno e sofisticado ou mais arcaico. O cenário mais credível e que estaria de acordo com toda a movimentação civil e militar na região – uma das zonas do mundo mais activas em espionagem e na troca legal ou ilegal de tecnologia avançada circulando em todas as direcções e sob patrocínio de poderosas corporações multi-nacionais e impossíveis de penetrar – apontava para o sequestro do voo MH 370 por parte de aviões militares utilizando tecnologia AWCS (mais provavelmente norte-americanos do que pertencendo a outro país como a Rússia) e seu posterior desvio para uma base sua situada a norte ou sul da Malásia. Isto enquanto certos sectores ligados à espionagem realizada no sul da Ásia e em bases situadas na região ou mais a sul no oceano Índico continuavam paralelamente aos canais de comunicação oficial e à sua permanente intoxicação da opinião pública mundial – que os familiares começavam já a não aguentar mais pelas investigações oficiais não registarem nenhum tipo de avanço, parecendo mesmo essa atitude ser propositada como se estivessem a preparar um novo cenário final e aceitável –  a insistir que recolhidos todos os dados conhecidos e feitas todas as simulações apropriadas a única opção válida seria o de sequestro do avião e sua posterior aterragem numa pista não identificada duma qualquer base militar, mais provavelmente situada em redor do corredor sul. No meio de toda esta catástrofe envolvendo a vida de mais de duas centenas de pessoas – 2 em 3 pessoas eram chinesas, existindo a bordo muitos especialistas em tecnologia e electrónica e mesmo contando com a presença dum engenheiro de voo – uma informação vinda provavelmente do Afeganistão e envolvendo grupos extremistas e oposicionistas ao governo pró-norte-americano ainda tornava tudo mais obscuro (mas por outro lado mais claro): “deveriam perguntar aos serviços secretos norte-americanos o que tinha acontecido com o avião e usando mais a inteligência pensar em que pistas do mundo este avião poderia ser forçado a aterrar sem que o mundo civil dele tivesse conhecimento”; “e se não estranhavam a posição assumida pelas grandes potências presentes na zona – Rússia, EUA e sobretudo China (dado 2/3 dos passageiros serem chineses) – e porque não tinham conhecimento (não informando desse modo o mundo) de trocas comerciais suspeitas realizadas nessa zona do globo e envolvendo pela mesma altura bases militares nas Seychelles contando com o envolvimento de sectores ligados à espionagem internacional (chineses e norte-americanos) e contando já com a morte suspeita de alguns militares seus protagonistas. E porque não relatavam a ida de especialistas das duas nações protagonistas na área – EUA e China – em direcção à grande base de Diego Garcia? Afinal de contas como era possível no Afeganistão terem acesso a tanta informação, enquanto o mundo se perdia em tentativas falhadas de atravessar becos sem saída?”

 

Era inevitável que um avião destas dimensões tivesse alguma testemunha

(nem que fosse o promotor do seu desaparecimento)

 

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Os Estrangeiros continuavam a observar e a analisar o procedimento e evolução dos Terrestres desde que lhes tinham sido fornecidas algumas informações e tecnologia que estes poderiam adaptar e desenvolver em seu interesse e benefício. Constatavam que a mentalidade ainda muito primitiva desta espécie particular e dominante não lhes dava para já muitas hipóteses de largarem a sua visão egocentrista e violenta, orientada exclusivamente no sentido de preservar o seu poder subjugando de qualquer modo e sem critério visível outras raças ou espécies: era a lei da sobrevivência do mais forte a ser levado até ao seu extremo neste caso negativamente, já que até o indivíduo mais débil, incapaz e perigoso poderia pegar numa arma e matar todos os restantes elementos considerados inimigos por serem diferentes dele ou seja saudáveis de mente, corpo e alma.

 

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Todo o método adoptado era no entanto muito estranho e incompreensível para os Estrangeiros. O Mundo dos Terrestres vivia um momento de incerteza no seu processo evolutivo, sendo agora o seu processo organizativo e societário posto em causa apenas porque os processos produtivos poderiam estar em perigo: o número excedentário de indivíduos, a consciencialização por parte destes das suas condições miseráveis e do seu quotidiano monótono e sem perspectivas de melhoria, a formação de grupos minoritários contestando as opções da hierarquia liderante e especializada e sobretudo a revolta cada vez mais generalizada dos indivíduos anónimos e sem poder contra o esmagamento proporcionado pela pirâmide social, tornavam o ambiente geral cada vez mais tóxico e claustrofóbico para o normal desenvolvimento das estruturas ancestrais e hereditárias de poder. Este factor tornara-se cada vez mais difícil de resolução e o rápido alastramento das zonas esgotadas e não recuperáveis para investimento, lançara o Mundo numa nova época de loucura e de violência generalizada, poluindo duma forma irrecuperável e sem retorno muitas regiões do seu planeta: e a única solução protagonizada pelas suas elites resumira-se a um acelerar constante deste processo de exploração desenfreada, sabendo esta desde o início que com este método iria por um lado concentrar nas suas mãos todos os recursos do planeta, enquanto que ao mesmo tempo ia eliminando da superfície da Terra milhões de seres excedentários que apenas existiam para destruir recursos e por contágio pôr em causa o futuro da restante espécie dominante. Com este processo selectivo a elite apenas estaria a salvar o planeta, criando novas perspectivas de desenvolvimento num contexto ais restrito e que iria contribuir decisivamente para a despoluição da Terra e para a reconstrução dum novo, mais aberto e mais saudável planeta: e segundo eles era Deus que os acompanhava e inspirava nas suas decisões Iluminadas, as quais iriam contribuir duma forma desinteressada e Divina para a reconstrução do Paraíso prometido e original. E se restassem algumas dúvidas sobre a orientação das minorias detentoras do poder, todo o cenário espectacular montado e organizado em torno deste episódio particular e em princípio não significativo do desaparecimento do voo em questão, apenas explicava mesmo a quem não queria entender como as minorias eram tão poderosas (e secretas) e como as minorias eram para os primeiros tão desprezíveis (e declaradas): um sinal evidente do fim dum ciclo e do fim duma civilização. Como diria Nietzsche: "O homem procura um princípio em nome do qual possa desprezar o homem. Inventa outro mundo para poder caluniar e sujar este; de facto só capta o nada e faz desse nada um Deus, uma verdade, chamados a julgar e condenar esta existência."

 

Do Espaço os Estrangeiros observavam a parte final desta Espécie de espectáculo revelador e localizado, interpretando-o como um retrato global do momento desta Espécie e como um marco separador dum plano mais vasto e redentor – o cenário estava montado: a única dúvida residia no problema de que a reconstrução dum Novo Mundo a partir dos escombros do anterior, poderia levar à extinção da então raça dominante e à criação de algo de novo, nunca visto e talvez mesmo perfeito, mas ao qual jamais pertenceríamos por falta de comparência.

 

Fim da 2.ª parte de 2

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:40
Domingo, 16 DE Março DE 2014

Globalização – Projecções e Realidades

Enquanto o guião deste filme vai correndo tranquilamente – já lá vai mais de uma semana sobre o desaparecimento do voo MH 370 – nem nos preocupamos com a veracidade da história, confundidos como estamos com a confusão existente no cenário a todos proposto.

 

AWACS

 

Quando nos pomos a pensar no pretexto que conduziu os EUA e a Administração Republicana norte-americana à intervenção militar sobre o Iraque – o atentado do 11 de Setembro – ainda nos ficam mais dúvidas sobre o que terá na verdade sucedido com o caso do desaparecimento do voo das Linhas Aéreas da Malásia. É certo que agora a Administração dos EUA é Democrática – com Obama (o homem que matou Bin Laden) como Presidente – mas os interesses norte-americanos continuam a ser os mesmos: antes no Iraque, depois no Irão e no meio os militares (com a presença activa da NSA). E agora não me digam que a poderosa e global Agência de Segurança Norte-Americana (NSA) – a mesma que nos escuta e vigia dentro de casa – não sabe de nada!

 

(imagem – Wikipedia)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:54
Sábado, 15 DE Março DE 2014

Hijacked

“Evidence is consistent with someone acting deliberately from inside the plane”

(Prime Minister Najib Razak)

 

 

Tenham muita paciência mas custa muito a acreditar que naquela região tão sensível para os interesses geoestratégicos de tantas grandes potências mundiais – como a China, a Rússia e os EUA – nenhum deles saiba o que aconteceu na realidade: o avião é apenas um icebergue introduzido num cenário mais amplo e complexo apenas para confundir – por exemplo chamar ou desviar as atenções do mundo e da sua opinião pública para algo “importante”. No entanto isso só se verá se esta história tiver um fim: de momento o guião (secreto) continua a correr.

 

Pode ter sido um “Inside Job” a causa do desaparecimento misterioso do voo MH370 das Linhas Aéreas da Malásia. Passada mais do que uma semana sobre este acontecimento e face à não descoberta até ao momento de qualquer tipo de destroços que possam evidenciar a queda do referido avião – um Boeing que iria ligar Kuala Lumpur a Pequim – as atenções dos especialistas viram-se agora para uma outra hipótese explicativa: o avião poderia ter sido tomado de assalto a partir do seu interior e desviado para destino até agora desconhecido.

 

 

Com um raio de acção de vários milhares de quilómetros as hipóteses de destino são várias, desde o corredor mais a sul que inevitavelmente levaria o avião para o meio do Oceano Índico e a um fim trágico e mortal para todos os seus ocupantes – com a sua queda por falta de combustível nas suas águas profundas – até ao corredor mais a norte que o poderia levar a atravessar países asiáticos como o Paquistão, o Afeganistão e mesmo o Cazaquistão. Com os pilotos como principais suspeitos do “rapto aéreo” alarga-se agora a área de busca da aeronave desaparecida com mais de duzentos passageiros a bordo, tanto no ar, como no mar e agora mais atentamente e também em terra firme. Uma esperança temporária mas talvez ilusória para os familiares destas vítimas de sequestro de que os seus entes queridos ainda possam estar vivos.

 

Já agora qual será a diferença entre “hijacking” – o que aconteceu – e “apparent deliverate action” – o que o Primeiro-Ministro da Malásia afirma ter acontecido?

Ou será que já sabem o que se passou e já é a diplomacia política a actuar?

 

E se por trás disto tudo estiver a Al-Qaeda?

Então o Irão que se cuide e se prepare porque os EUA andam sempre (e antecipadamente) por perto.

 

(imagens – Web e Wikipedia)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:13
Domingo, 26 DE Janeiro DE 2014

Os Filhos do Sistema e as Semelhanças Familiares

“As semelhanças são tantas que nem as queremos ver (nós os Leigos): isto porque a nossa educação só permite que utilizemos integralmente os nossos órgãos dos sentidos, com a devida autorização superior (dos Eruditos) – o que continua a querer dizer que o respeitinho (Ignorante) é muito bonito”!

 

Se me perguntassem qual é a origem desta imagem, eu diria que provavelmente ela representa um lugar qualquer da Terra agora seco e desértico, onde anteriormente já terá florescido algum tipo de civilização, aparentemente muito semelhante à nossa.

 

Ruínas de construções artificiais em Marte – Botany Bay

 

Basta olhar duma forma despreocupada para a imagem anterior e verificarmos a forma perfeita daquela pedra rectangular, rodeada por muitas outras que poderão ter tido a mesma origem, perfeitamente geométrica.

 

Depósitos minerais propícios à existência de vida no solo de Marte

 

Se nos preocuparmos com outras particularidades reveladoras da possibilidade de existência de vida neste primeiro planeta exterior à órbita da Terra, que tal olharmos para a seguinte imagem colorida de Marte – que até parece o tracejado descontínuo de qualquer estrada terrestre – e verificarmos duas evidências, que logo nos saltam à vista: o espaçamento semelhante entre o “tracejado” e acima de tudo o evidente processo de deposição de minerais que deu origem a estas rochas.

 

O que poderá apenas significar que Marte também terá sofrido no seu solo efeitos da passagem de grandes massas de água e que a vida poderá por ali ter florescido.

 

Imagem da cratera marciana Endeavour com mais de 20km de diâmetro

 

E agora eis que regresso à minha juventude e às minhas viagens a Marrocos: não só o modo de vida daquela gente me tocava – fazendo-me lembrar tempos antigos de maior amizade, familiaridade e partilha (apesar da pobreza) – como a sua poderosa paisagem.

 

As paisagens secas e desérticas que se estendiam por quilómetros solitários e sem fim, transmitiam algo que nos tocava e sensibilizava a alma e que nos revelava que para lá daquelas grandes extensões desérticas de areia, se esconderiam muitos dos segredos da nossa vida à face da Terra.

 

A imagem anterior poderia ter vindo dum país qualquer do norte de África, o que levanta logo a suspeita: não terá tido (ou irá ter) Marte um percurso evolutivo muito semelhante ao da Terra? Até parece!

 

O rochedo Ridout situado nos limites da cratera Endeavour

 

Se tomássemos em mãos esta pequena porção de paisagem marciana e alargássemos os horizontes da mesma por replicação visual, poderíamos obter por adição de objectos (e até de sujeitos) um outro cenário conhecido, interno e familiar: experimentemos então e utilizando a nossa fértil imaginação (real), submergi-lo debaixo de um grande volume de água e facilmente obteremos uma imagem submarina bem comum ao nosso planeta – uma imagem duma paisagem submarina onde só faltam os seres vivos.

 

Cratera marciana de Santa Maria originada como na Terra por impacto ou por erupção

 

Esta imagem retrata uma das paisagens mais comuns ao planeta Terra e ao planeta Marte. É um dos principais cenários que por associação mental sempre nos faz lembrar o nosso planeta e o seu longo e até agora vivo e sem interrupção processo de formação.

 

Se na Terra esse processo continua de uma forma ininterrupta desde há largos milhões de anos, nada nos indica até agora que o mesmo processo em Marte foi interrompido: nenhum processo de transformação é estático o que necessitamos é de o compreender – e se no caso de Marte pensamos que o planeta já ultrapassou um ciclo semelhante ao da Terra, por outro lado poderá ser o contrário ou apenas mais um dos episódios da História Infinita de ambos no Sistema Solar e no Espaço que os envolve.

 

(imagens – space.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:30
Sábado, 12 DE Novembro DE 2011

Jardins Verticais

 Paredes vivas

 

A disposição dos objectos caracteriza o cenário.

Mas se redireccionarmos a sua disposição, esses objectos poderão ser integrados num novo sistema por sobreposição de imagens, desde que estes se diluam progressivamente no essencial – a ocupação humana.

A natureza sendo um conjunto infinito de objectos necessários e dispostos caoticamente, talvez possa comportar todos estes cenários, sem comprometer o seu objectivo suficiente – a sua e a nossa preservação.

 

 Natureza na Cidade

 

(Imagens – The Huffington Post/Verna Volant)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:05

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