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Quarta-feira, 13 DE Setembro DE 2017

Proibição de Voar a 11 Confirmada

Comprovando as indicações fornecidas pelos cientistas da NASA de que anteontem (segunda-feira, 11) seria contraindicado viajar de avião a altitudes elevadas ‒ dada a chama solar de 10 de Setembro (criada na área ativa 2673) de classe X8 e originando uma CME

 

southpole_strip.jpg

 Gound Level Event

Monitor de Neutrões ‒ Instituto de Pesquisa Bartol ‒ Polo Sul

(10 Setembro 2017)

 

‒ Registou-se (nesse dia 11) um Evento ao nível da superfície (terrestre) com uma nuvem de protões extremamente energéticos, transportados pela CME e dirigindo-se para a Terra, atravessando a atmosfera e atingindo a superfície: atravessando os 150 milhões de quilómetros entre o Sol e a Terra e aproveitando a ligação (electro) magnética existente entre os dois corpos, encontrando o caminho ideal (entre o escudo magnético e o escudo atmosférico) até atingir o solo ‒ localizando-se na Antártica e no Ártico esse Evento ao nível da superfície (devido às menores latitudes/proporcionando uma menor proteção) com os detetores de neutrões instalados nos dois polos a assinalarem um aumento de partículas (significativo) tocando a crosta terrestre. Pelo que nesse dia principalmente a altitudes elevadas e especialmente a baixas latitudes, ter sido desaconselhável voar para todos os grupos de humanos e ainda mais para os específicos (como será o caso das gravidas). Num Evento (GLE ‒ Ground Level Event) a nível da superfície terrestre, relativamente pequeno se comparado com o de referência (o maior Evento medido desde 1942): o extremamente intenso Evento a nível da superfície terrestre registado em 23 de Fevereiro de 1956. E no entanto alertando-nos que mesmo atravessando um período de baixa atividade (do seu ciclo) o Sol pode sempre surpreender.

 

(imagem: spaceweather.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:18
Segunda-feira, 11 DE Setembro DE 2017

E Domingo a Região Ativa 2673 Voltou

No dia 10 de Setembro o Sol produziu uma chama solar (oriunda da região ativa 2673) da classe X8.2 (a mais forte) emitindo uma CME não dirigida à Terra.

 

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 SOHO ‒ Lasco C3

(10 Setembro 2017)

 

Enquanto cá pela Terra nos entretemos este fim-de-semana com notícias provenientes do interior do seu (e nosso) ecossistema ‒ com o violento sismo de M8.1 que atingiu particularmente os estados de Oaxaca e de Chiapas no México e com a passagem do furacão IRMA dirigindo-se para o estado norte-americano da Flórida ‒ no Espaço exterior que rodeia o nosso planeta e querendo de novo marcar presença (mesmo estando num período do seu ciclo de baixa atividade) eis que o Sol se manifesta (e de novo este mês e pela 4ª vez) com uma chama solar da classe X8.2:

 

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 O Sol com as suas regiões ativas 2673, 2674 e 2678

(com a 1ª prestes a desaparecer devido à rotação solar)

 

Originada de novo na mancha solar AR 2673 e pela velocidade adquirida e emissão de frequências de rádio registadas, estando certamente associada à emissão de uma intensa CME.

 

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 SOHO ‒ Lasco C2

(10 Setembro 2017)

 

Mas dada a posição da mancha devido à rotação do Sol, com a mesma a já não estar dirigida e aparentemente não atingindo a Terra ‒ acabando por desaparecer na prossecução da rotação, para dentro de um mês (ou até bem menos dependendo da latitude) continuando ainda ativa, voltar de novo a ser visível. Segundo os cientistas da NASA com a 4ª chama solar desta dimensão (classe X a mais forte) ocorrida neste mês de Setembro, a ser a segunda mais forte do 24º ciclo solar (logo depois da recente X9.3) ‒ todas da responsabilidade da mancha AR 2673 ‒ e a 48ª no total.

 

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 Erupção na mancha solar AR 2673

(emitindo uma chama solar da classe X8.2)

 

Uma região ativa da coroa solar (2673) com uma configuração magnética integrando raios beta/gama/delta, como se vê capaz de provocar grandes erupções solares e de produzir intensas CME ‒ se tal acontecer não sendo para já.

 

(imagens: SOHO/nasa.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:17
Sábado, 09 DE Setembro DE 2017

E a CME Chegou!

Num dia o Sol falou

(através da sua coroa solar)

E poucas horas depois

(dependendo da velocidade do vento solar)

A Terra registou

(através da sua atmosfera)

 

Com a chegada da chama solar da classe X9 emitida na passada quarta-feira pela mancha solar AR 2673, todos aqueles localizados a latitudes elevadas e observando o céu, puderam usufruir na noite passada de momentos de perfeito prazer visual (no mínimo), ao assistirem presencialmente aos efeitos provocados pelo impacto da CME com as partes mais elevadas da atmosfera terrestre.

 

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 Aurora na Finlândia

(7 de Setembro 2017)

 

Dada a intensidade da chama solar e da CME impactando a Terra, dando-se de imediato origem a uma forte intensificação da atividade geomagnética e ao aparecimento de fortes tempestades (eletromagnéticas), podendo-se atingir níveis de intensidade fortes/G3 e severos/G4 ‒ naturalmente levando ao aparecimento de Auroras (desde a Finlândia/com latitude máxima nos 70⁰ até estados como o do Arkansas/com latitudes em torno dos 35⁰).

 

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 Aurora nos EUA

(8 Setembro 2017)

 

Obtendo-se a partir do impacto e surgindo as primeiras Auroras, imagens por vezes verdadeiramente espetaculares, com cores variadas e extremamente brilhantes passeando-se e colorindo o céu, deixando-nos paralisados e estupefactos ao observar tal suprema beleza, mesmo numa grande cidade e fazendo o trânsito parar: como se terá passado na Escandinávia (Europa Setentrional) com o Céu a pôr-se brilhante e bastante colorido.

 

(imagem: Jani Ylinampa/Chris Cook/spaceweather.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:18
Quinta-feira, 07 DE Setembro DE 2017

Um Dia o Sol Reenviar-nos-á de Volta à Idade Média

Se perguntarmos a um norte-americano comum quais os maiores perigos que a Terra enfrenta no sentido da preservação do seu ecossistema, da sua vida mineral e Orgânica e da sua espécie dominante o Homem, as três respostas mais dadas até pelo momento que vivem e pelas mensagens persistentemente induzidas, serão sem qualquer tipo de dúvida o Presidente Donald Trump (num percurso de curta-distância), o Impacto de um Asteroide (num percurso de média-distância) ou uma Invasão Alienígena (num percurso de longa-distância). Esquecendo-se de um quarto fator, representando um outro perigo, podendo ser mesmo catastrófico senão mesmo definitivo: a presença do nosso Sol a uns escassos 150 milhões de quilómetros do nosso mundo (onde sempre vivemos) o planeta Terra. Um dia com uma forte explosão dirigida para a Terra, podendo ter uma repercussão ainda maior que o impacto do asteroide que extinguiu os dinossauros ‒ lançando o Mundo nas Trevas, extinguindo muitas espécies ou desligando-o (nos) de vez.

 

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 Explosão da classe X9 na mancha solar AR 2673

(em 6 de Setembro de 2017)

 

Apesar do número de manchas solares ter vindo a diminuir desde o início do século XXI e de simultaneamente estarmos neste momento num mínimo de atividade do 24º ciclo solar (o que em princípio significaria uma menor exposição à ação dos raios solares), a Terra ainda se mantem perigosamente exposta (ao exterior), não só pela possibilidade da ocorrência de fenómenos como o originado recentemente pela mancha AR 2673 (com uma chama da classe X/Intensa), como pela fraqueza atual do campo magnético terrestre (uma das nossas principais barreiras de proteção e podendo estar a caminho de um deslocamento polar) e como ainda pela sua maior exposição aos talvez ainda mais perigosos raios cósmicos (podendo ter diferentes características, proveniências e consequências muitas delas desconhecidas) de momento mais livres face à menor presença dos raios solares. Podendo-se prever para o Futuro (para o novo ciclo) poucas manchas solares e talvez um arrefecimento, talvez mesmo até ao fim do século (XXI) ‒ no Sol (abrandamento) como na Terra (arrefecimento) ou exatamente o contrário?

 

Com a mais poderosa chama solar (da última década) a ser produzida ontem (dia 6 de Setembro de 2017) na superfície do Sol ‒ mais precisamente na região da mancha solar AR 2673 ‒ ejetando material para o Espaço numa emissão da classe X9.3 dirigida para a Terra (no seu movimento de rotação com a mancha solar bem visível e ainda apontando diretamente para nós), prevê-se que a partir de amanhã (dia 8) a CME resultante da chama solar produzida e dirigida na passada quarta-feira atinja o nosso planeta: com uma CME já a chegar por efeito de uma CME anterior (da classe M5.5 prevendo-se como consequência uma forte tempestade geomagnética da categoria G3) e com uma outra resultante da chama de classe X2.2 produzida por volta das 9:30 da passada quarta-feira (a primeira desse dia), eis que agora esta última muito mais poderosa e também dirigida (a segunda do dia, menos de três horas depois e recordista da década) além de com o seu impulso acelerar a chegada das duas anteriores, tem a sua chegada prevista para o início deste fim-de-semana (neste momento com o vento solar a deslocar-se a uma velocidade de 511Km/s ás 11:30 de Portugal). Amanhã, sexta-feira, dia 8 de Setembro e em virtude da chegada e impacto da CME de quarta-feira (a tal de classe X9.3) com a atmosfera terrestre, esperando-se intensa atividade geomagnética principalmente a latitudes elevadas (ou nem tanto assim) como o aparecimento de auroras (mais extensas e intensas) ‒ desde já e a partir da ejeção da chama solar com os raios X e radiação ultravioleta resultante dessa erupção, a ionizarem fortemente a nossa atmosfera provocando interferências e mesmo interrupções em certas frequências de rádio (partindo do Atlântico e estendendo-se por África e pela Europa). E para além das auroras (algumas talvez fantásticas) e de algumas anomalias nas comunicações (principalmente nas ondas curtas) não se prevendo mais nada de significativo (para nós e para a Terra) apesar da intensidade da chama (X9.3) e da tempestade geomagnética prevista (entre G2Q e G3): num Evento Solar protagonizado por uma mancha bastante ativa, em desenvolvimento e na altura tendo a Terra como alvo, na sua rotação ainda apontando para nós e presenteando-nos ainda com uma forte ejeção de material ‒ a 14ª mais intensa desde 1976 (já lá vão mais de 40 anos) tendo no topo a de 4 de Novembro de 2003 da classe X28+ e felizmente (pelo menos para a Terra, para o seu ecossistema e para o Homem) não dirigida.

 

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 Ionização da parte superior da atmosfera terrestre provocada pela chama solar

(causando interrupções ‒ raios x e ultravioleta ‒ na propagação de ondas-curtas)

 

Para já e consultando todos os registos disponíveis (até hoje e nos derradeiros 150 anos) com esta tempestade geomagnética em perspetiva e chegando à Terra amanhã, em nada se parecendo com Eventos semelhantes ocorridos no passado (e com possibilidade de consequências bem relevantes no planeta) como terá sido o Evento de Carrington (1859) e mais recentemente a tempestade solar de 2012: duas poderosas tempestades geomagnéticas ameaçando o nosso planeta, originadas numa violenta explosão ocorrida na coroa solar e lançando para o Espaço exterior uma enorme chama dando origem ao aparecimento de uma intensa CME deslocando-se a grande velocidade e podendo impactar a Terra em menos de 24 horas ‒ no primeiro caso com a CME a impactar a Terra (na altura não causando danos mais intensos por nos encontrarmos no início da era da Energia Elétrica, sua utilização e generalização ‒ mas sentindo-se o impacto por exemplo no telégrafo) sem grandes consequências para a sociedade, no segundo caso com a mesma (CME) a falhar por pouco (e felizmente) o nosso planeta, mas deixando todos alerta, preocupados e de prevenção (pois estes episódios são cíclicos) face à possibilidade de um encontro direto (com impacto) e as suas desastrosas repercussões ‒ atualmente com toda a nossa sociedade baseada na utilização contínua da eletricidade/eletrónica, com uma poderosa tempestade solar como a de 2012 impactando o planeta Terra e a sua atmosfera (e atravessando-a), podendo-o lançar num período de trevas devastador para a nossa economia (para a agricultura e para a saúde e até para a vida em geral e para o nosso quotidiano) face à ausência de um elemento básico para o seu funcionamento e para a nossa integração. Qual? A Rede Elétrica deitada abaixo pelo Impacto (eletromagnético) e deixando de imediato todo o mundo às escuras (e sabe-se lá por quanto tempo) num regresso à Idade Média (sem eletricidade, sem satélites e sem internet). Com o Sol no seu 24º ciclo (2008/2019 ‒ em média 11 anos), atingindo um mínimo em 2017/18 e com o início de 2019 e com as manchas solares a começarem de novo a aumentar, entrando num novo ciclo (o 25º) e caminhando para um novo máximo (lá para 2024).

 

(imagens: Philippe Tosi/spaceweather.com e noaa.gov/spaceweather.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:17
Quarta-feira, 06 DE Setembro DE 2017

Bomba Solar

A Terra Acaba de Ser Bombardeada pelo Sol!

 

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 O flash de raios ultravioleta referente à chama solar X9

(ocorrida hoje dia 6 de Setembro)

 

“On Sept. 6th at 12:02 UT, sunspot AR2673 unleashed a major X9.3-class solar flare ‒ the strongest solar flare in more than a decade. X-rays and UV radiation from the blast ionized the top of Earth's atmosphere, causing a strong shortwave radio blackout over Europe, Africa and the Atlantic Ocean. The explosion also likely produced a CME, although coronagraph images are not yet available to confirm this possibility.”

(spaceweather.com)

 

Antes mesmo da Coreia do Norte e dos Estados Unidos da América iniciarem o seu tantas vezes anunciado confronto nuclear (tentando provavelmente explodir com o planeta), é uma região da superfície do Sol que antecipando-se inesperadamente ao Homem explode (com violência), enviando na direção da Terra material ejetado da sua coroa (solar) com grande intensidade energética, raios beta, delta e gama (radioativos e mortais): no mesmo dia com duas intensas ejeções e no espaço de poucas horas (passando de X2.2 para X9.3).

 

Classe

Chama

Solar

Variação

Intensidade

(máximos e mínimos)

W/m²

Dimensão

Efeitos

B

I < 0,00001

Não Relevantes

C

0,00001 < I < 0,0001

Fraca

M

0,0001 < I < 0,001

Moderada

X

I > 0,001

Intensa

Chamas resultantes de explosões na superfície do Sol emitindo radiações no espectro eletromagnético desde ondas de rádio a raios x e raios gama ‒ e variando entre 0/9

(fonte: spaceweather.com)

 

Após a passagem do monstruoso asteroide Florence (mais de 5000 metros de diâmetro) nas proximidades do planeta Terra (a uns míseros 7 milhões de Km de distância) ‒ no passado dia 1 de Setembro ‒ parecendo o mesmo ao passar (tão perto) ter despertado o Sol (logo no período de atividade mínima do seu 24º ciclo) ativando a formação de manchas e o seu aumento em dimensão como na mancha ainda visível (e dirigida) AR 2673: hoje com uma chama solar da classe X9.3 (logo a mais forte do ciclo).

 

Com a última mancha solar desta dimensão a ser referida a Maio de 2015 com chamas da classe X-2.2 (e produzindo CME), num ciclo já com 47 (chamas) da classe X (incluindo as de hoje) e em que a maior terá sido esta de 6 de Setembro e da classe X9.3 (com o anterior recorde do 24º ciclo reportado a Agosto de 2011 com X6.9). E com esta forte explosão (ou não fosse da classe X, logo 9.3 e ainda-por-cima dirigida) ainda em desenvolvimento (a caminho) ao chegar provocando auroras, interferências de rádio e outras ditas (pelo menos a curto-prazo) irrelevantes.

 

(imagem: spaceweather.com/SDO/nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:14
Quarta-feira, 06 DE Setembro DE 2017

O Homem Na Sua Curva Descendente

[Evolutiva e Demográfica, talvez em África e dos 7 biliões aos 7 milhões]

 

Nos EUA e já depois da passagem do furacão Harvey ‒ transportando consigo intensa precipitação (e causando grandes inundações), originando na sua deslocação ventos máximos e rajadas intensas (perto dos 210Km/h e dos 260Km/h), provocando no mínimo 66 vítimas mortais e milhares de desalojados e colocando muitas zonas do estado (do Texas) num caos total senão mesmo irrecuperável ‒ já com outro a caminho (dos EUA e vindo do Atlântico) muito mais perigoso e de categoria 5 (o anterior 4): o furacão Irma podendo atingir os 280Km/h (vento máximo), considerado extremamente perigoso e alcançando os EUA a 5 e 6 de Setembro.

 

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 EUA

Antes o furacão Harvey

Agora e ainda mais intenso o furacão Irma

 

A poucos dias do início da Estação do Outono (21 Setembro) e ainda a menos do início de mais um ano escolar (8/13 Setembro), em Portugal como na generalidade do Hemisfério Norte as populações dos mais diversos continentes localizados a norte da linha do Equador (exceção feita à Oceânia e ao continente da Antártida), aproveitam se ainda possível os momentos de lazer proporcionados pelos últimos dias da Estação do Verão (cerca de 15 dias).

 

Num período ainda indefinido dado o novo inquilino da Casa Branca (seja qual for o Presidente sempre nas mãos do Senado, da Câmara dos Representantes ou das Corporações) e com a Europa alegremente a deixar-se levar mais uma vez pelo oportunismo tão típico da sua decadência (com a Alemanha de Merkel a fazer render para si e para os seus ‒ como o novo bailarino Macron ‒ o dinheiro vindo dos EUA, da Rússia e obviamente da China; e simultaneamente esquecendo-se que o Eixo do Poder mudou situando-se agora na Ásia), de novo com o poder militar (norte-americano) a querer invocar o momento (para si) tornando-se protagonista (e distribuidor do guião) e apontando para a Coreia do Norte (ou seja apontando o dedo à China em tom de provocação) como próximo e possível alvo. Fazendo fronteira com a China, próxima da Confederação Russa e podendo dar origem a uma Terceira Guerra Mundial.

 

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 Estados Unidos e Coreia do Norte (com Guterres posto de lado)

Propondo um forte cenário de guerra nuclear

Em mais uma situação dramática de ausência ativa da ONU

 

Em Portugal como em todos os cantos da Terra (no buraco mais recôndito de um qualquer território, mas com o dólar como referência de sobrevivência e sempre presente) onde o poder do dinheiro (e da generalização do acesso dos gestores e contabilistas ao poder de decidir) se sobrepôs a todos (os sujeitos) e a tudo o resto (os objetos), ainda nos últimos dias de Verão e com as massas ainda dormentes, com as mesmas e como todos os anos aproximando-se o início do Outono sendo invariavelmente reconduzidas para as linhas de montagem (sorte) ou então de excedentários (azar) ‒ conforme o progresso das máquinas em cada uma das áreas.

 

E como se já não bastasse o Efeito Interior (com a massificação crescente das massas em contingentes de mortos-vivos) com o Rei-Sol (e seus operadores) e externamente (Efeito Exterior) talvez revoltado pelo espetáculo degradante por nós proporcionado (pela Vida e pela raça dominante) a presentearmos igualmente com uma forte tempestade (solar) e dirigida para a Terra: no dia 5 de Setembro com o Sol a originar uma CME de intensidade M5.5 dirigida para a Terra e atingindo-a a 5/6 de Setembro (oriunda da mancha solar AR 2673) e já hoje dia 6 com a mesma mancha ainda ativa, tendo já rodado um pouco mais, mas podendo ainda atingir a Terra, emitindo uma nova CME ainda mais intensa e direcionada (pelo menos parcialmente) e de classe X2.2 (M: Moderada X: Intensa).

 

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 Mancha Solar AR 2673 e CME

(mancha mais inferior à esquerda e ejeção material à direita)

4 Setembro 2017

 

Transpondo dia a dia cada dia do calendário, com o Homem a perder exponencialmente e duma forma irrecuperável a sua luta final contra as Máquinas (apoiadas numa minoria afirmando-se iluminada, brilhante e excecional e suportada em auto certificações sagradas por oficiais e de produção própria), deixando pelo caminho e aos poucos milhões e milhões de vítimas (desemprego, desagregação, guerras, doenças, etc.) deformando irreversivelmente a (há muito) decadente pirâmide (corroendo a base da mesma e tentando engordar artificialmente uma plataforma em apêndice aparecendo perto do topo) e ficando a aguardar o Evento: impulsionada por corporações (seus donos e milionários), apoiada por carrascos (elite política e seus derivados), catastrófico para biliões e seletivo para a criação de um Novo Mundo Livre por Extenso e Estritamente Necessário por Compreensivo (uma Terra para milhões e não para biliões). Á volta de nós num único trilho e sem opção.

 

E se antes fora um castigo de Deus (as consequências trágicas e fatais da passagem do furacão Katrina em Agosto de 2005 com mais de 1800 mortos especialmente para a população negra da região de Nova Orleães) ‒ uma afirmação vinda do Presidente Republicano de então George W. Bush ‒ agora sendo um castigo de Trump (as mesmas consequências mas do furacão Harvey com mais de 60 mortos especialmente sobre os texanos e apoiantes de Trump) ‒ uma afirmação vindo do campo Democrata derrotado nas presidenciais. Numa política sem retorno assumida pelos EUA (baseada na força do dólar/aparente e no seu poder militar/real) e que face à ausência da China (assumindo a sua caminhada prioritária e garantida em direção à supremacia económico-financeira global) e à presença contida da Rússia (felizmente atirada para o florescente mercado Asiático face às sanções impostas por uma Europa, sem voz própria e decadente e comportando-se como um ventríloquo ‒ dos EUA), parece irreversível e sem luz ao fim do túnel.

 

Parecendo estar tudo à espera que um Evento ainda nos salve (dado o fim da esperança na retoma do Homem) e tendo à disposição uma guerra (ameaça interna) ou um asteroide (ameaça interna). Agora com o 45º (presidente) no comando há nove meses (desde Janeiro de 2017) e com o seu legado a ser, desde já um nado morto (isolado pelos Democratas e ignorado pelos Republicanos). Mandando as Corporações e os seus agentes (legais) infiltrados (os políticos na Administração, no Congresso e no Senado) e para já com o Mundo a olhar se a Terra vai mesmo “Flipar” (como num deslocamento polar/Pole Shift).

 

(imagens: nasa.gov/catchnews.com/propkecynewswatch.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:05
Segunda-feira, 29 DE Maio DE 2017

Explosão Solar Dirigida

Mesmo com o Sol neste seu último ciclo solar a estar neste momento a caminho de um mínimo de atividade (poucas manchas visíveis), de vez enquanto o Sol parece despertar (com explosões e ejeções à sua superfície) atirando-nos na nossa direção com mais umas CME. Mas apesar de tudo e até hoje sem grandes consequências para a Terra.

 

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Viajando entre o Sol e a Terra num trajeto de 150.000.000Km uma CME produzida na passada terça-feira (23) na coroa solar atingiu este sábado (27) o nosso planeta e o seu campo magnético originando uma tempestade geomagnética da classe G3 (forte). Com o vento solar oriundo da nossa estrela a demorar cerca de 4 dias a cá chegar (deslocando-se a uma velocidade relativamente baixa ‒ talvez nos 300/400Km/s) mas mesmo assim e dado estar direcionada para a Terra provocando uma forte tempestade (geomagnética) e o imediato aparecimento entre outras consequências de fenómenos atmosféricos como as auroras (mesmo a latitudes em redor dos 50⁰).

 

“I haven't seen the aurora since last September ‒ that streak ends tonight. This was the view from York Beach at 10:25 PM.”

(Rob Wright Images/twitter.com)

 

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USA ‒ Maine ‒York Beach

(latitude: 43.17⁰)

 

No que diz respeito ao Algarve e dada a sua latitude (cerca de 37⁰) não se tendo naturalmente notícias sobre o aparecimento de auroras, o que não impede quanto ao estado do tempo todos os cuidados a ter no que diz respeito aos raios ultravioleta: nesta região nos últimos tempos registando valores elevados na ordem dos UV8/9 (muito elevado) e ainda hoje com os dados a apontarem para UV9.

 

Neste intervalo de tempo desde a chegada da CME (27 e 28 Maio) com cinco sismos (todos sem relevância) registados nas proximidades da região do Algarve: a S Cabo S. Vicente com M2.3 e a SW Sines com M2.1 (ontem) e ainda a SW Cabo S. Vicente com M1.8, no Golfo de Cádis com M1.2 e a S Lagos com M1.0 (hoje). Já a nível Global com os cinco sismos mais significativos (M> 5) a ocorrerem ao largo da costa do Chile (M5.1) e no ocidente da Turquia (M5.0) ontem e nas Ilhas Aleutas (M5.5), no sul do Alasca (M5.1) e de novo no ocidente da Turquia (5.0) hoje (até às 11:04:59 UTC).

 

(imagens: The Watchers)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:56
Quinta-feira, 13 DE Abril DE 2017

O Centro do Nosso Mundo

“The sun lies at the heart of the solar system, where it is by far the largest object. It holds 99.8 percent of the solar system's mass and is roughly 109 times the diameter of the Earth — about one million Earths could fit inside the sun. The visible part of the sun is about 5,500 degrees Celsius, while temperatures in the core reach more than 15 million C, driven by nuclear reactions. One would need to explode 100 billion tons of dynamite every second to match the energy produced by the sun, according to NASA. The sun is one of more than 100 billion stars in the Milky Way. It orbits some 25,000 light-years from the galactic core, completing a revolution once every 250 million years or so. The sun is relatively young (4.6 billion years), part of a generation of stars known as Population I, which are relatively rich in elements heavier than helium.” (Charles Q. Choi/space.com)

 

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O Sol no momento da chama de classe M5.8

(a 3 de Abril de 2017)

 

Numa demonstração do poder do Sol assim como da sua natural imprevisibilidade (a nossa estrela atravessa um período do seu ciclo solar de fraca atividade), pode-se constatar a indesmentível presença e conjugação desse duo dinâmico (ponto central do mecanismo que faz funcionar e mantem o equilíbrio deste sistema planetário), na imagem de 3 de Abril de 2017 registada pelas câmaras do observatório SDO: apresentando-nos uma região extremamente ativa sobre a superfície do Sol, produzindo várias CME num intervalo de tempo de poucas horas (cerca de 10) e sendo responsável pelo aparecimento de algumas chamas solares de classe M5 (médias) ‒ uma delas a de 3 de Abril, a mais forte registada desde o início do mês.

 

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A Terra e as regiões mais afetadas pelo fluxo de raios-X

(a 3 de Abril de 2017)

 

Com estas explosões ocorridas na coroa solar a lançarem para o Espaço grandes quantidades de plasma, muitas vezes associados ao aparecimento de CME (dirigidas ou não para a Terra). Neste registo com emissões extremas de raios ultravioletas. Refletindo assim o ocorrido na segunda-feira da semana passada, em que uma chama solar de M5.8 irrompeu da mancha solar AR 2644, tornando-se a mais forte de 7 observadas em apenas 3 dias (e também a mais forte desde 23 de Julho do ano passado ‒ M7.6). Neste caso sem grandes consequências, dado a mancha estar de ida e não propriamente direcionada para a Terra (já de lado e menos negativa ‒ para a Terra). No entanto com uma nova mancha a caminho mas até ao momento não causando grandes preocupações (AR 2650 pouco ativa).

 

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O Sol e o filamento magnético produtor de CME

(a 9 de Abril de 2017)

 

Mas por outro lado e apesar das poucas manchas visíveis (dependendo esse número do instrumento ótico utilizado), com um novo buraco na coroa solar a estar brevemente de regresso depois de concluída a sua rotação (bastante ativo no mês passado e fazendo prever tempestades magnéticas da classe G1 e G2 daqui a pouco mais de uma semana) e agora (9 de Abril) com um filamento escuro impulsionado pelas poderosas forças criadas pelo campo magnético solar a atravessar a superfície do mesmo (como se fosse um vaga oceânica), a erguer-se e como dizem os cientistas da NASA “a arremessar uma parte de si próprio em direção ao Espaço exterior”: com essa região da coroa solar entrando em erupção, ejetando material para o exterior e originando mais uma CME ‒ e com uma parte da mesma a poder atingir a Terra e antecipando-se ao regresso de mais uma mancha solar poder já atingir a Terra com mais uma tempestade magnética de classe G1 (lá para o próximo sábado).

 

(imagens: nasa.gov e noaa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:12
Quinta-feira, 06 DE Abril DE 2017

O Sol está mais Tranquilo

Com a Primavera ainda no seu início, os dias de praia e de mar já chegaram a Albufeira.

 

Com o vento solar a atingir agora velocidades mais baixas (andando hoje pelos 480Km/s) e com as explosões na coroa solar a emitirem chamas de classe C (poucas consequências para a Terra) – a mancha mais ativa será a AR 2645 brevemente e tal como a AR 2644 passando para o outro lado d Sol – parece que finalmente todos os amantes do Sol poderão usufruir de alguns dias tranquilos de praia, sem se preocuparem tanto com o efeito extremamente nocivo dos raios ultravioleta (na pele).

 

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O Sol a 6 de Abril de 2017

(00:56:34 UT)

 

Com a mancha solar AR 2644 a deixar de estar virada na direção da Terra devido ao movimento de rotação do Sol (uma mancha solar conforme se encontra mais próxima do equador ou dos polos poderá reaparecer entre 24,5 dias e 38 dias depois) – adaptando-se arbitrariamente pela comunidade científica os 26⁰ a partir do equador (região onde se encontram a maioria das manchas solares) para definir o período de rotação em 25,4 diasa nossa estrela voltou de novo a um período de maior acalmia, agora que a mesma mancha deixou de enviar na nossa direção mais uma série de chamas solares de classe M. E para já mesmo que a mancha AR 2644 subsista durante o período de rotação da superfície solar (diferente do seu interior e núcleo central) com a mesma a regressar apenas daqui a mais de 3 semanas; e de momento confrontando-nos apenas com outras duas manchas mas para já pouco ativas AR 2645 (à direita) e AR 2648 (à esquerda).

 

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Red Stripes e Elves a 2 de Abril de 2017

(19:26:37 e 19:53:14)

 

Ainda no início deste mês com o nosso planeta a ser sobrecarregado com várias emissões de CME atingindo a nossa atmosfera com chamas solares da classe M (e até classe M), segundo notícias vindas do oriente afetando certas transmissões de rádio na região do Índico/Pacífico (com grandes interferências e interrupções) e noutras zonas do globo terrestre provocando o aparecimento de auroras e outros fenómenos atmosféricos como Red Stripes e Elves (comuns a latitudes elevadas mas agora aparecendo um pouco por toda a Europa) – como o caso registado por Martin Popek na Republica Checa (latitude 49⁰45´N). Neste caso com estes dois tipos de fenómenos luminosos logicamente associados a grandes perturbações eletromagnéticas ativas em camadas mais altas da nossa atmosfera (como a ionosfera), a estarem relacionadas com intensas descargas elétricas entre diferentes camadas da atmosfera, tendo como extremos a ionosfera e a própria crosta terrestre. E no caso das Red Stripes (podendo até ser observada por 1 segundo ou mais) a serem um fenómeno mais conhecido devido à sua duração comparativamente com os Elves (mais rápidos, com a duração de 1/1000 de segundo e difíceis de observar – sendo emissões de Luz a baixa frequência provocadas por impulsos eletromagnéticos).

 

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Raios Ultravioleta

(previsão para sábado, dia 8 – escala de 1 a 11)

 

No caso de Portugal com o índice de raios ultravioletas ainda num nível elevado até ao próximo fim-de-semana, após o qual e caso as condições se mantenham (de atividade solar e “limpeza atmosférica” – céus claros e limpos) se verificará um decrescimento progressivo dos índices UV até níveis considerados normais. E com estes índices de raios ultravioletas a significarem para todos os terrestres circulando na superfície de Portugal, um risco considerado elevado e aconselhando a utilização de tudo o que esteja à mão para nos proteger dos seus efeitos nocivos (e não só para a pele): entre os vários instrumentos mencionados pelo IPMA (e aconselhados a serem utilizados) tendo óculos-de-sol (UV), chapéus, t-shirts, guarda-sóis e protetor solar – e claro está não abusar no tempo de exposição nem escolher o período em que as mesmas são mais intensas e perigosas.

 

(imagens: Martin Popek/astrónomo amador/Republica Checa/spaceweather.com e meteovista.co.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:09
Segunda-feira, 03 DE Abril DE 2017

O Sol Continua Acordado

"I had been thinking that I might not be receiving any more strong solar storms this cycle, but am thrilled to receive this activity.

And there might be more to come if AR2644 continues to flare."

(Novo México – rádio amador Thomas Ashcraft – ao escutar um tremendo ruído de estática transmitido via rádio aquando da chegada dia 1 de Abril da chama solar M4.4).

 

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Acontecimento

A explosão na mancha solar AR 2644 que originou a chama de classe M4.4

(no dia 1 de Abril de 2017)

 

O Sol continua numa fase de franca atividade, apesar de segundo o que afirmam os cientistas, estar neste momento a atravessar um período de baixa atividade do seu ciclo solar. E assim na continuação de vários dias de explosões na superfície do Sol, do aparecimento de manchas solares e de ejeção de CME, uma dessas manchas que não a AR 2645 (há dias a mais temida pela sua dimensão e por estar virada para a Terra) começou a manifestar-se e a entrar intensamente em ação: com a macha solar AR 2644 (na extremidade direita da imagem) a explodir no passado sábado (1 de Abril) e a produzir chamas da classe M4.4 e respetivas CME enviadas na nossa direção.

 

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Consequências

Índice de raios ultravioletas – escala 1/10 – risco elevado p/pele (6/7)

(03.04.17)

 

Segundo a spaceweather.com considerada a maior chama solar produzida desde o início de 2017 mas seguida logo a 2 de Abril por outra de classe M5 (numa escala de classes indo da mais baixa B seguido de C e M até à classe mais alta X – com cada classe graduada de 1 a 9). E em função desta inesperada e intensa manifestação por parte do Sol com a NOAA a prever 60% de probabilidades de assistirmos a mais explosões solares da classe M e mesmo 20% de classe X – precisamente hoje dia 3 de Abril. Como sempre e como em todos os casos envolvendo radiações extremas ultravioletas enviadas pelo Sol (CME), prevendo-se grandes interferências e mesmo interrupções em certas frequências de rádio (ondas curtas) – com alguns casos a serem já detetados nas regiões do Pacífico e do Índico.

 

(texto: dados retirados de spaceweather.com – imagens: sdo.gsfc.nasa.gov e weatheronline.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:08

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