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Domingo, 21 DE Maio DE 2017

Marte Morto por Eletrocussão

Was Mars Once Struck By A Gigantic Cosmic Lightning Bolt?

 

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1

Marte Morto

(numa Escala Cósmica)

Por Eletrocussão


It’s hard to imagine a bolt of lightning on the cosmic scale, but several scientists with backgrounds in studying electricity believe that the planet Mars may have been struck by a cosmic bolt of lightning, which deeply scared the surface of the red planet.

 

Valles Marineris on Mars is one of the solar system’s largest canyons. By comparison, the Grand Canyon in Arizona is approximately 500 miles (or 800 kilometers) in length and about 1 mile (1.6 kilometers) deep. Valles Marineris is 2,500 miles (4,000 kilometers) long and about 4 miles (7 kilometers) deep, according to NASA.


The origin Valles Marineris remains unknown. The current leading hypothesis holds it to be a gigantic crack in the Martian crust that occurred as the planet cooled billions of years ago. Additionally, many of the canyon’s channels are believed to be eroded by water.

 

Scientists at the Thunderbolts Project propose, however, that a lightning bolt on a gigantic or cosmic scale may have caused the gigantic canyon. A main point of their supposition includes the fact that Valles Marineris’ trenches are unlike Earthly canyons which wind and curve as a result of the water erosion cutting its way through time.

 

Mars_Valles_Marineris.jpeg

2

Com Valles Marineres

(A Cicatrriz)

Como prova

 

The Thunderbolts Project compares the Valles Marineris to laboratory electrocutions of various materials which shows the same patterns in the scars they leave. Namely, the scar is a singular rift or primary discharge channel with numerous secondary discharge streamers, which are believed to be the tributaries of the Marian canyon, according to the Thunderbolts Project documentary “Symbols of an Alien Sky (Episode 2): The Lightning Scarred Planet”.

 

When an electric arc cuts a channel into solid matter, it leaves a specific pattern. This channel and streamer pattern can be seen repeating itself in nature. It is emulated by the scars on the bodies of people struck by lighting.

 

Additionally, the project cites the abundance of rock and boulder material observed littered across the Martian landscape in the images sent from our rovers as evidence in support of their hypothesis of a cosmic lightning strike. The magnitude of a strike needed to cut the Valles Marineris would have ejected countless cubic yards of rocky debris into space, much of which would have come back down to litter the landscape.

 

(texto e imagens: Paul Darin/The Epoch Times/21.08.2014)

 

Marte e a Passagem do Cometa Siding Spring

 

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3-4

Marte ‒ antes e pouco depois do cometa

(passar no seu ponto de maior aproximação)

Sendo visível o efeito provocado no planeta

 

Recuando ao ano de 2014 e ao Evento Astronómico ocorrido no decorrer do seu 4º semestre, recordando a passagem do cometa Siding Spring (C/2013 A1) a uma velocidade superior a 55Km/s nas proximidades do planeta Marte (a cerca de 140.000Km de distância), numa visita talvez mesmo ocasional (podendo não se repetir) de um objeto oriundo de longínquas regiões do Espaço ‒ localizadas na (e para além) da Nuvem de Oort (estendendo-se eventualmente entre 5000/100000 UA do Sol) ‒ e com um período orbital mínimo de 1 milhão de anos. Aquando da sua descoberta no início de 2013 (a 3 Janeiro) e quando o mesmo se encontrava a mais de 7 UA do Sol, tendo-se levantado a hipótese (dada a sua trajetória ainda pouco definida) de poder impactar Marte, o que na realidade não aconteceu:

 

Em vez disso com o cometa (núcleo ‒ 400/700 metros) a caminho do seu periélio (a cerca de 200 milhões de Km do Sol) a passar a uma distância equivalente 0,36 LD de Marte (astronomicamente uma distância menor) e interatuando com a atmosfera marciana colocando o já tão frágil campo magnético do planeta num verdadeiro caos ‒ como se tivesse sido sujeito a uma intensa e dirigida tempestade solar. E para quem ainda quis ver e tentar perceber o Evento, já depois do cometa ter passado o seu ponto de maior aproximação a Marte e já com a atmosfera marciana a atravessar uma zona de material deixado para trás pelo mesmo (viajante), com o planeta a ser bombardeado por diversas partículas oriundas da parte posterior do cometa (núcleo, cabeleira e cauda) e provocando poderosos e visíveis efeitos eletromagnéticos entre essas partículas (oriundas/transportadas pelo cometa) e a atmosfera/superfície (do planeta) ‒ tal e qual uma descarga seguida de uma grande explosão:

 

“Comet Siding Spring plunged the magnetic field around Mars into chaos. We think the encounter blew away part of Mars’ upper atmosphere, much like a strong solar storm would.”(Jared Espley/MAVEN/NASA’s Goddard Space Flight Center/Maryland)

 

mars-siding_spring_graphic_final.jpg

5

Aproximação do cometa C/2013 A1 a Marte

(passando a uma distância de 1/3 da distância Terra-Lua)

E criando o caos magnético (devido ao seu extenso coma) em torno do planeta

 

Um cometa essencialmente composto por rochas e gelo e centrado num núcleo de dimensão pouco superior a 500 metros; possuindo um coma que devido à sua grande extensão é capaz de influenciar em todas as direções regiões do espaço num raio de cerca 1 milhão de Km - e passando a 140 mil Km de Marte capaz de lhe trazer alguns problemas:

 

“When comet Siding Spring passed Mars, the two bodies came within about 140,000 kilometers of each other. The comet’s coma washed over the planet for several hours, with the dense inner coma reaching, or nearly reaching, the surface. Mars was flooded with an invisible tide of charged particles from the coma, and the powerful magnetic field around the comet temporarily merged with – and overwhelmed – the planet’s own weak one.”

(Elizabeth Zubritsky/nasa.gov)

 

Estendendo este fenómeno à Evolução do nosso Sistema (Solar) e a toda a História que o envolve desde há vários biliões de anos (no que nos diz respeito uns 4/5 biliões), podendo-se projetar na cronologia do passado um fenómeno na sua base em tudo semelhante ao sucedido entre o cometa Siding Spring e o planeta Marte (aquando da sua passagem nas proximidades deste último) com os dois corpos celestes a interatuarem intensamente entre si provocando uma violenta descarga (eletromagnética) e uma grande explosão na atmosfera marciana (bem visível da Terra por luminosa): deixando-nos a pensar se não terá sido um fenómeno como este (mas muito mais violento, talvez a nível de Evento Cósmico) a ocorrer num passado já bastante longínquo do nosso Sistema Planetário e a determinar como consequência o fim da existência de Água e de Vida no nosso vizinho planeta Marte (como se uma descarga/onda eletromagnética brutal tivesse varrido a calcinado topo o planeta), num fenómeno que muitos cientistas hoje já afirmam poder ter ocorrido em Marte (com efeitos devastadores) na mesma altura da extinção dos Dinossauros à face da Terra (aqui no entanto tendo permanecido a presença de Atmosfera, Água e Vida). Certamente contando com a presença de um Terceiro Corpo Celeste (nas proximidades) a afetar (pelo menos) Marte e Terra ‒ já agora um corpo de passagem (como um asteroide/cometa) ou então um corpo já aí presente e vítima de uma catástrofe global e ao nível da extinção (como poderia ter acontecido com um possível corpo único que tivesse inicialmente ocupado a Cintura de Asteroides ‒ o tal 5º Planeta sucedendo a Marte e antecedendo a órbita de Júpiter).

 

(imagens: Fritz H. Hemmerich/youtube.com e nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:59
Terça-feira, 25 DE Abril DE 2017

A Terra em Rota de Colisão

11.000 Anos antes do nascimento de Jesus a Terra terá sido atingida por um cometa originando na Terra a Idade do Gelo que terá durado cerca de 1.000 anos. O que significa que poderemos estar perto de dar entrada num novo período de glaciação (a um período de glaciação de cerca de 100.000 anos segue-se um período de aquecimento de cerca de 10.000 anos), ainda-por-cima num ciclo de baixa atividade solar costumando coincidir com estes períodos. Uma entrada que poderá ser adiada com mais umas emissões de CO₂ ou então antecipada com mais um encontro imprevisto com um outro viajante.

 

Um grupo de cientistas da Universidade de Edimburgo (capital da Escócia) afirma ter finalmente datado um dos momentos mais recentes e dramáticos da História da Terra, num acontecimento ocorrido há cerca de 13.000 anos: um Evento à escala global provocado pelo impacto de fragmentos de um cometa por volta de 11.000 BC (com o nosso planeta) e que teve como consequência o início de uma pequena Idade do Gelo que terá durado cerca de 1.000 anos, além de ter provocado milhares de vítimas (entre os humanos) e devastado muitas outras espécies (animais e vegetais, em maior ou menor grau).

 

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Turquia ‒ Gȍbekli Tepe ‒  Vulture Stone

 

Segundo este grupo de investigadores e engenheiros da cidade escocesa de Edimburgo e através da simples análise de símbolos esculpidos em pilares de pedra descobertos na zona mais alta da cadeia montanhosa dos Montes Tauro ‒ mais precisamente em Gȍbekli Tepe (sul da Turquia), um dos locais mais importantes (e considerado um Santuário) da arqueologia mundial ‒ com os mesmos após a descodificação da informação e a sua rigorosa interpretação (no espaço e no tempo) a apontarem para o veredicto aí registado (escrito nas pedras) de que a Terra teria sido no passado atingida fortemente por fragmentos de um cometa.

 

Com este Santuário Arqueológico a funcionar aqui como um verdadeiro Arquivo Histórico da Terra e com os astrónomos desse tempo utilizando os pontos mais altos de Gȍbekli Tepe ‒ como hoje em dia se faz em todos os observatórios astronómicos (inicialmente com o instrumento ótico utilizado a serem os nossos olhos) ‒ a registarem tudo o que viam, sentiam e ouviam e provavelmente tornando-se nos últimos testemunhos vivos desse tempo tão distante e no entanto tão próximo (a Terra terá cerca de 4500 milhões de anos e o Homem de 1 a 4 milhões).

 

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Local Pré-Histórico de Gȍbekli Tepe

 

“It appears Göbekli Tepe was, among other things, an observatory for monitoring the night sky. One of its pillars seems to have served as a memorial to this devastating event – probably the worst day in history since the end of the ice age.”

(Martin Sweatman/Escola de Engenharia/Universidade Edimburgo).

 

Através das inscrições gravadas simbolicamente na pedra e retratando através da forma de animais o que os observadores de então viam nos céus, posicionando as estrelas no espaço (desse passado) e a partir daí datando o momento do Evento: 10.950 BC. Num episódio certamente relevante registado há 13.000 anos e que levou os seus narradores ao seu registo obrigatório na Memória da Humanidade, nas imagens (simbólicas) transmitindo-nos um cenário repentino de arrefecimento climático, de condições duras de sobrevivência, da extinção de muitas espécies e até, dado o impacto em muitas zonas catastrófico de muitos fragmentos desse cometa, matando muitos milhares como o parece confirmar o homem aparecendo sem cabeça (nos símbolos esculpidos no pilar ‒ a Vulture Stone).

 

“History tells us that large comets or asteroids periodically collide with Earth, and the results can be devastating. There is evidence that a large object collided with Earth about 65 million years ago and contributed to the extinction of the dinosaurs. Around 50,000 years ago, an iron meteorite smashed to ground in what is now Arizona. It left a crater about a mile across, and sprayed rock across the landscape. More recently, pieces of space debris fell to ground in Chelyabinsk, Russia. An associated shock wave shattered windows, but no other large-scale damage was done.”

(Carolyn Collins Petersen/thoughtco.com)

 

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Fragmentos de um cometa terão atingido a Terra há 13.000 anos

 

“Symbolism on the pillars indicates that the long-term changes in Earth’s rotational axis was recorded at this time using an early form of writing, and that Gȍbekli Tepe was an observatory for meteors and comets; also supports a theory that Earth is likely to experience periods when comet strikes are more likely, owing to Earth’s orbit intersecting orbiting rings of comet fragments in space.”

(ed.ac.uk)

 

Um acontecimento já com 13.000 anos ‒ e por muitos cientistas teorizado ao longo destas últimas décadas de muito estudo, investigação e constatação (hoje até se acompanhando um cometa na sua órbita em torno do Sol) ‒ pelas consequências do seu mais que provável impacto (direto ou indireto/com a Terra a atravessar uma área do Espaço carregada de detritos deixados para trás pela cauda do cometa) afetando consideravelmente todo o ecossistema terrestre e originando num período em que a Terra registava um aumento de temperaturas um arrefecimento repentino e intenso dando origem a uma Nova Era Glacial. E entre muitas das hipóteses com um grande cometa ao entrar no Sistema Solar a desintegrar-se, acabando alguns dos seus fragmentos aquando da sua passagem (ou da passagem da Terra por eles) por colidir e assim, num cenário já vivido anteriormente, oferecendo-nos seu o último episódio de glaciação mas agora num tempo mais curto: a Idade do Gelo ocorrida na última parte do Pleistoceno e que terá terminado há cerca de 12.000 anos ‒ por curiosidade coincidindo com a cronologia do cometa sugerido na Vulture Stone de Gȍbekli Tepe (pelos mesmos investigadores da Universidade de Edimburgo considerado um registo deliberado, histórico e extremamente credível ‒ um verdadeiro testemunho ‒ do que viveram na altura os nossos antepassados).

 

(imagens: ancient-origins.net e techtimes.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:20
Quarta-feira, 21 DE Setembro DE 2016

O fim da sonda Rosetta

“No próximo dia 30 a ESA fará impactar a sonda Rosetta sobre a superfície do cometa 67P/C-G. Um cometa onde os cientistas dizem não terem ainda encontrado qualquer vestígio de água, tendo no entanto detetado oxigénio – o que poderá significar a existência de vida microbiana: e que para o espanto de muitos (e de todos os outros cometas) é mesmo capaz de cantar.”

 

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Cometa 67P/C-G

9  Setembro 2016

Com a região de Ma’at assinalada a vermelho

(local onde a sonda Rosetta tocará o cometa)

 

1.Acompanhando-o no seu trajeto e tendo como referência o Sol (ao qual ambos estão presos gravitacionalmente) a sonda ROSETTA aproxima-se rapidamente do fim da sua missão: num projeto da responsabilidade da ESA (Agência Espacial Europeia) iniciado em Março de 2004 e tendo atingido o seu ponto mais alto em Agosto de 2014 com a inserção da sonda europeia em órbita do cometa 67P/C-G.

 

2.Neste intervalo de tempo decorrido desde 2014 assistindo-se ao comportamento de 67P/C-G na sua órbita de aproximação ao Sol (ao ser acompanhado pela sonda Rosetta), com o cometa a atingir o seu periélio no início de Agosto de 2015 (a mais de 185 milhões de Km da sua estrela de referência) e encontrando-se de momento a mais de 566 milhões de Km. E contando ainda com o fracasso da sonda de aterragem PHILAE.

 

3.Um cometa descoberto há 47 anos (1969), com um período orbital de seis anos e meio, no seu ponto mais distante localizado a cerca de 850 milhões de Km, composto por dois corpos de 2/4Km ligados entre si, rodando em torno do seu eixo virtual em pouco mais de 12 horas e atualmente circulando a uma velocidade próxima dos 15Km/s (menos de metade da velocidade no seu periélio: 34Km/s).

 

4.Para certos cientistas não sendo propriamente um cometa, já que se por um lado for constituído por rochas e certos metais podendo simultaneamente conter água gelada e outros gases, por outro lado e sendo esta uma das características dos asteroides a sua órbita nunca se estenderá para distâncias superiores a 10 UA (do Sol): sabendo todos nós que os cometas serão originários da distante NUVEM DE OORT e oriundos de regiões a mais de 100 UA.

 

“Se por um lado as forças gravitacionais associadas ao cometa resultarão num impacto da sonda Rosetta de consequências certamente muito similares ao da sonda Philae, por outro lado e segundo os cientistas o brilho e as poeiras inesperadamente observadas em 67P/C-G poderão ter como causa um deslizamento de terras à superfície desse corpo celeste.”

 

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A última semana da sonda Rosetta

Setembro 2016

Período durante a qual a sonda da ESA se preparará para atingir a superfície do cometa

(67P/C-G)

 

5.Ora o cometa 67P/C-G apresenta uma órbita com um período aproximado de 6.5 anos e com a mesma a estender-se (entre o seu afélio e o periélio) entre 1.2 e 5.7 UA de distância do Sol. Que eu saiba na sua aproximação à Terra nunca nos presenteando com o aspeto por todos nós esperado e imaginado (núcleo, cabeleira e cauda) e só agora surpreendentemente e ao afastar-se, oferecendo-nos um aumento no seu brilho e o aparecimento de poeiras.

 

6.Com os instrumentos da sonda a registarem imediatamente um aumento significativo nos parâmetros relacionados com o brilho, com a presença de gases/poeiras e até com a temperatura à superfície do cometa. Num fenómeno estranho que só poderá ter sido provocado por uma forte emissão de raios oriundos do Sol e impactando o cometa, por raios cósmicos oriundos do exterior do sistema ou até mesmo (porque não) por intervenção dos ET.

 

7.Esta última hipótese baseada em teorias da conspiração, que por sua vez nos pretendem apresentar a sua proposta alternativa e explicativa do que se passa na realidade e atualmente no cometa (e que já deveria ter sido observado na sua recente aproximação ao Sol): podendo tratar-se não de um corpo natural (asteroide ou cometa) mas de um objeto artificial tendo posto os seus propulsores em funcionamento por uma questão de correção de trajetória. Uau!

 

8.Seja como for no dia 30 de Setembro de 2016 por volta das 10:40 UTC a sonda ROSETTA dará por concluída a sua missão em 67P/C-G iniciando a sua descida em direção à superfície do cometa e finalmente entrando em contacto com a mesma na região de DEIR-EL MEDINA. Terminando aí a sua missão iniciada há doze anos e após serem percorridos quase 8.000 milhões de quilómetros.

 

(imagens: esa.int)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:47
Domingo, 15 DE Maio DE 2016

Cometa 252P/LINEAR

Três imagens do cometa 252P/LINEAR obtidas a 4 de Abril de 2016 a partir do telescópio espacial HUBBLE, duas semanas após o mesmo ter passado na sua trajetória em torno do SOL a cerca de 3.300.000Km da Terra.

 

p1614aw.jpg

 

Registado já depois do cometa ter ultrapassado o seu periélio (ponto da sua trajetória de maior aproximação ao SOL) a quase 150.000.000Km da nossa estrela.

 

E considerado o corpo celeste mais próximo observado pelo telescópio Hubble (para lá da nossa vizinha LUA localizada a mais de 380.000Km da Terra).

 

Segundo os astrónomos com uma dimensão nunca superior a 1600m, com um núcleo frágil e gelado e devido à mudança de direção dos jatos de gás emitidos pelo mesmo, possuindo movimento de rotação.

 

Com a próxima passagem aquando do seu próximo periélio a estar marcada para 2021.

 

(imagem: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 05:01
Domingo, 20 DE Março DE 2016

Asteroide 2016 EF195

Mais um que ninguém viu e bem maior que o de Fevereiro!

 

Um Asteroide:

 Que passou pela Terra a 11, que foi observado pela 1ªvez a 15, que foi observado pela 2ª vez a 17 e que foi (PUXA!) finalmente identificado a 18.

 

ast 1.jpg

 

Precisamente na data prevista para a Missa do 7º Dia.

 

 

Corpo Celeste 2016 EF105
Dimensão 20 - 50 Metros
Velocidade 10Km/s
Data da maior aproximação à Terra 11 Março 2016
Distância à Terra 30.000km

 

Mais uma vez deixando-nos completamente perplexos com as suas extraordinárias capacidades de prever o futuro do Homem e da Terra (baseando-se em todos os factos e conhecimentos pelos mesmos adquiridos e ao longo do espaço e do tempo consolidados), a maior, mais antiga e mais conceituada agência espacial do nosso planeta a norte-americana NASA, vem agora informar-nos de que no passado dia 11 de Março um asteroide até à data desconhecendo-se a sua existência (até à data quer dizer 15 de Março, quatro dias depois), passou mais uma tangente ao nosso planeta.

 

Assim em vez dos cientistas e técnicos da NASA nos avisarem do acontecimento que aí vinha (que devido à grande pressão do tempo provavelmente não seria o mais correto, podendo provocar alarme global injustificado) a mesma optou por posteriormente realizar uma retrospetiva muito mais detalhada e rigorosa, contentando com todos os seus pormenores toda a comunidade científica (hoje já é dia 20). Pelo menos e se o asteroide nos tivesse atingido, ainda teríamos um registo histórico para cultivar a nossa memória (desde que o calhau não fosse grande).

 

ast2.jpg

 

O asteroide 2016 EF195 (cuja dimensão poderia atingir os 50 metros sensivelmente o dobro do meteorito que explodiu em 2013 nos céus da Rússia na região de Chelyabinsk) passou no dia 11 deste mês numa trajetória muito próxima do nosso planeta (correspondendo apenas a cerca de 1/13 da distância Terra/Lua e circulando numa órbita interior aos satélites geoestacionários): num acontecimento inesperado e que surpreendeu de tal forma os especialistas (na observação da trajetória de objetos circulando nas proximidades da Terra), que estes só foram capazes de o identificar (pela primeira vez) já ele se começara a afastar.

 

E se em vez de ter passado ao lado (a apenas 30.000Km de distância e podendo atingir alguns satélites artificiais colocados em órbita da Terra), passasse um pouco mais perto de nós? Talvez com outras dimensões o tivessem visto a passar, talvez com outras dimensões não estivéssemos aqui para o contar. O que mais uma vez nos deixa extremamente preocupados com esta ineficácia na deteção antecipada de perigos potências oriundos do exterior e a desacreditar mais um pouco no verdadeiro interesse (e dinheiro) investido neste tão importante objetivo da nossa sobrevivência (como espécie organizada e inteligente).

 

ast5.jpg

 

Quando já a 6 de Fevereiro tinha sido notícia que um outro objeto (meteorito de 5 a 7 metros) tinha entrado em rota de colisão com a Terra, explodindo sobre o oceano Atlântico aquando da entrada na atmosfera terrestre (a cerca de 30.000m de altitude e a 100Km da costa do Brasil). Por coincidência num acontecimento só divulgado quinze dias depois (pela NASA) e passando despercebido para a esmagadora maioria dos meios de comunicação mundiais, por ter ocorrido em pleno oceano e em princípio sem testemunhas conhecidas. Com uma potência de impacto de 13Kt (apesar de pequenino).

 

E ainda quando dentro de dois dias (dia 22 de Março) outros dois cometas nos visitarão, na sua trajetória de aproximação ao Sol: o cometa 252P/LINEAR 12 (que passará a mais de 5 milhões de Km) e o cometa P/2016 BA14 (que passará a cerce de 3,5 milhões de Km) – e com o segundo a ser a 4º maior aproximação conhecida desde a Antiguidade ao nosso planeta Terra (e o segundo a 7ª). O que poderá originar após a sua passagem e pela possibilidade de a Terra atravessar a sua trajetória passada, mais uma chuva de meteoritos, de bolas de fogo ou de estrelas cadentes. Veremos já que a NASA pouco nos diz.

 

(imagens: Lunar Meteorite Hunter – The Latest Worldwide Meteor/Meteorite News/Nemesis Maturity/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:28
Sexta-feira, 26 DE Fevereiro DE 2016

Asteroides e Cometas

No próximo dia 5 de Março (um sábado) um asteroide passará nas proximidades do nosso planeta. No entanto até ao dia de hoje os astrónomos não nos conseguiram confirmar se ele fará uma tangente à Terra (mais ou menos distante) ou mesmo uma secante (colidindo com a Terra). Nem sequer informar-nos da data exata da sua passagem ou se o mesmo ainda existe. Falamos do asteroide 2013 TX68 um calhau com cerca de 30m de dimensão e que passará a cerca de 14,5 milhões de quilómetros da Terra…se por acaso não for a 18.000Km…se por acaso for nesse dia…se por acaso ainda existir. Formidável – e que se cuidem os satélites!

 

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Cometa P/2016 BA14

 

Já no que diz respeito aos cometas, durante o próximo mês de Março seremos presenteados com a aproximação (ao Sol) de dois deles: os cometas 252P/LINEAR 12 e P/2016 BA14.

 

Maiores Aproximações de cometas à Terra:
(Todas)

 

Ordem Cometa LD Ano
1 C/1491 B1 3.7 1491
2 D/1770 L1 5.9 1770
3 Tempel-Tuttle (1366) 8.6 1366
4 P/2016 BA14 9.1 2016
5 C/1983 H1 12.1 1983
6 Halley (837) 13.0 837

 

Maiores Aproximações de cometas à Terra:
(Apenas Século XX e XXI)

 

Ordem Cometa LD Ano
4 P/2016 BA14 9.1 2016
5 C/1983 H1 12.1 1983
7 252P/LINEAR 12 13.8 2016
11 Pons-Winnecke (1927) 15.4 1927
17 Schwassmann-Wachmann 3 24.1 1930
18 C/1983 J1 24.5 1983

(LD: Distância Terra/Lua – 1LD = 384.400Km)

 

Com o primeiro destes dois cometas com a sua maior aproximação à Terra a estar prevista para o próximo dia 22 de Março (a mais de 5 milhões de quilómetros de nós) e com o segundo (e inesperado cometa) a acompanhá-lo (numa trajetória muto semelhante) e passando a cerca de 3,5 milhões do nosso planeta. O que até poderá significar que o cometa 252P/LINEAR 12 se fragmentou em dois, originando o outro cometa P/2016 BA14. E podendo mesmo originar uma chuva de meteoros. Dois cometas que se integrarão agora na lista daqueles que passaram mais próximo da Terra e com o novato cometa P/2016 BA14 a ser o medalhado de ouro para os Séculos XX/XXI – além de ser o primeiro a passar mais perto da Tera nos últimos (2016 – 1770) 246 anos.

 

(dados: earthsky.org – imagem: Steven M. Tilley/iTelescope.net Observatory/Siding Spring/Australia)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:22
Terça-feira, 05 DE Janeiro DE 2016

A Europa num Cometa

Com países como os EUA, a RÚSSIA e a CHINA a investirem fortemente no ESPAÇO e na sua DESCOBERTA e CONQUISTA, a EUROPA não poderia ficar para trás e ignorar o precioso FUTURO. Utilizando o seu conhecimento e tecnologia lançou-se também para o exterior e atirando-se à AVENTURA. E hoje têm a primeira sonda terrestre a aterrar num cometa.

 

Comet_on_31_December_2015_OSIRIS_narrow-angle_came

Cometa 67P/C-G
(31.12.2015)

 

A sonda ROSETTA que conjuntamente com o seu módulo PHILAE (colocado sobre a superfície do cometa) o tem acompanhado na sua trajetória de aproximação ao Sol (nesta imagem com Roseta a cerca de 80km do núcleo de 67P/C-G). O fim da missão da sonda ROSETTA estava prevista para o fim do ano passado, encontrando-se esta neste preciso momento ainda em movimento e a cerca de 250 milhões de quilómetros da Terra.

 

(imagem: ESA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:08
Domingo, 13 DE Dezembro DE 2015

A Morte de um Cometa Desconhecido

Da mesma forma que o Sol levou com um calhau em cima, amanhã seremos nós a levar com uma grande pedrada.
Mas será que nos avisam antes (para fazermos as malas)?

 

Na passada terça-feira as câmaras do Observatório Solar e Heliosférico da NASA (SOHO) registaram as imagens da passagem de mais um cometa na sua trajetória de aproximação ao Sol. Pelas imagens recebidas o cometa ter-se-á desintegrado ao aproximar-se do seu periélio, dado não terem sido registados nenhuns vestígios na sua previsível trajetória de saída.

 

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Cometa na sua trajetória de aproximação ao Sol
(SOHO LASCO C2)

 

Apenas mais um dos tantos calhaus que atravessam constantemente o interior do nosso Sistema Solar e todos deles atraídos pela enorme força exercida pela estrela de referência deste sistema: o Sol. O que para planetas situados mais próximos do Sol, até que se pode tornar muito perigoso.

 

E que desde logo coloca duas questões: Teriam os astrónomos ou outros cientistas conhecimento da aproximação de mais este cometa ao Sol e como consequência à Terra? E se o cometa se tivesse mesmo desintegrado, qual seria a trajetória de possíveis fragmentos desse mesmo cometa? Não excluindo todas as probabilidades até que nos poderiam atingir.

 

(provavelmente este cometa terá sido o resultado da fragmentação de um outro cometa de maior dimensão pertencendo à família KRUETZ e que agora se terá totalmente vaporizado – tipo de cometas conhecidos como SUNGRASERS por passarem tão perto do Sol)

 

(imagem: SOHO/NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:17
Sábado, 05 DE Dezembro DE 2015

Com a Cabeça no Ar e o Rabo no Sofá

Planeta

Marte é um dos oito planetas principais pertencentes ao nosso Sistema Solar, formado há cerca de 4,5 biliões de anos em torno de uma estrela de referência o Sol, na sequência de algum tipo de Evento excecional ocorrido há mais de 12 biliões de anos. (que alguns denominam como o Big Bang).

 

Conjuntamente com o planeta Vénus situado a mais de 100 milhões de km do Sol, o planeta Marte situado a mais do dobro dessa distância e localizado numa órbita agora exterior à da Terra (a pouco mais de 50 milhões de km de nós no seu ponto de maior aproximação), pode ser considerado no conjunto desses dois nossos vizinhos o mais promissor entre eles.

 

Após o abandono inexplicável da Lua e dos voos tripulados, restou-nos a procura da vida tal como apareceu há milhões de anos, noutros tempos e noutros mundos mas com semelhanças terrestres: e aí apareceu Marte como um reflexo da Terra – sendo nós o seu passado e eles o nosso futuro. Mas…e se fosse ao contrário?

 

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Superfície do planeta Marte
(MRO – HiRISE)

 

Transverse aeolian ridges -- or TAR -- are mysterious, wind-blown features that are intermediate in size between ripples and much larger sand dunes.

 

Ripples form from hopping sand grains, and dunes form from sand grains being blown over longer distances. One hypothesis for TAR formation is that larger grains like pebbles are rolled on top of smaller ripples; then, finer dust settles into the cracks, "inflating" the pebbles, making the TAR larger than typical ripples.

 

Looking between the TAR, one sees a network of ancient, beaten-up channels that were carved by water, lava, or both.

 

This whole area is located in Solis Planum, an interesting, tectonic terrain south of Noctis Labrynthus which generally slopes toward the south.

 

Cometa

Nas grandes tragédias pensadas pela Humanidade como possíveis de ocorrer, a morte pelo poder exercido pela Água assim como pelo Fogo, teve sempre nestes dois personagens (básicos da Vida) os seus principais figurantes: como atores principais dum Evento Apocalíptico. E se pensarmos mesmo bem em questões de prioridade, os cometas estarão sempre onde houver água e fogo.

 

No caso do Sistema Solar muitas serão as origens. Rochas de maiores ou menores dimensões percorrendo a grande velocidade todo o nosso sistema, muitos deles oriundos da Cintura de Asteroides, da Cintura de Kuiper ou ainda da distante Nuvem de Oort: como serão o caso dos asteroides, dos cometas de período curto e dos cometas de período longo. Todos eles de maior ou menor dimensão, constituição ou densidade, podendo passar em qualquer das coordenadas interiores ao nosso conjunto planetário e como tal, cumprir normalmente a sua trajetória sem grandes incidentes ou então terminando-o abruptamente com um impacto.

 

Até hoje e que saibamos sem termos conhecimento de eventos notórios e catastróficos dessa ordem (grandes impactos de grandes calhaus) que tenham acarretado grandes repercussões (negativas) no ecossistema terrestre e na sobrevivência do Homem. Exceto a História do Calhau dos Dinossauros (mas aí o problema foi deles) e do incidente de Tunguska (talvez um aviso mas agora para nós).

 

PIA20118.jpg

Cometa Christensen
(Telescópio NEOWISE)

 

An infrared view from NASA's NEOWISE mission of the Oort cloud comet C/2006 W3 (Christensen). The spacecraft observed this comet on April 20th, 2010 as it traveled through the constellation Sagittarius. Comet Christensen was nearly 370 million miles (600 million kilometers) from Earth at the time.

 

The image is half of a degree of the sky on each side. Infrared light with wavelengths of 3.4, 12 and 22 micron channels are mapped to blue, green, and red, respectively. The signal at these wavelengths is dominated primarily by the comet's dust thermal emission, giving it a golden hue.

 

The WISE spacecraft was put into hibernation in 2011 upon completing its goal of surveying the entire sky in infrared light. WISE cataloged three quarters of a billion objects, including asteroids, stars and galaxies. In August 2013, NASA decided to reinstate the spacecraft on a mission to find and characterize more asteroids.

 

(texto/itálico e imagens: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:32
Terça-feira, 25 DE Agosto DE 2015

Cometa 67P/C-G

Esta é mais uma sequência de imagens do cometa 67P/C-G obtidas nos finais do mês de Julho pelas câmaras da sonda ROSETTA (sonda essa da responsabilidade da ESA e que tem acompanhado o referido cometa desde Agosto do ano passado), na sua trajetória de aproximação ao Sol (tendo já ultrapassado o seu periélio). A imagem foi obtida a menos de 200km da superfície do cometa 67P/C-G, no qual se encontra uma outra sonda enviada a partir da própria sonda Rosetta: a sonda PHILAE.

 

PIA19867_modest.jpg

Cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko
(PIA19867)

 

Na sequência de imagens é bem visível o aparecimento de um jacto temporário originado a partir da superfície de 67P/C-G (e dirigido para o espaço exterior), com uma velocidade estimada superior a 10m/s e com o mesmo jacto a ser oriundo da zona do pescoço do cometa. O cometa 67P/C-G apresenta uma dimensão superior a 4km e tem um período orbital superior a 6 anos. Encontra-se neste momento a mais de 260 milhões de quilómetros da Terra e a mais de 185 milhões de quilómetros do Sol, viajando a uma velocidade próxima dos 34km/s.

 

(imagem – ESA/NASA/ROSETTA

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:05

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