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Quinta-feira, 05 DE Outubro DE 2017

Família Alienígena

[Observada anteontem em Marte]

 

“I believe in the possibility of commercial space travel - for exploration and for the preservation of humanity. I believe that life on Earth is at an ever-increasing risk of being wiped out by a disaster, such as a sudden nuclear war, a genetically engineered virus, or other dangers. I think the human race has no future if it doesn’t go to space. We need to inspire the next generation to become engaged in space and in science in general, to ask questions: What will we find when we go to space? Is there alien life, or are we alone? What will a sunset on Mars look like?” (How to make a Spaceship/Julian Guthrie/Stephen Hawking)

 

MARTE.JPG

Marte ‒ O Adulto

(Curiosity Rover ‒ SOL 1834)

 

Pela 1ª vez desde que um veículo motorizado terrestre circula num Mundo Alienígena (neste caso o planeta MARTE), uma imagem registada ontem (dia 3 de Outubro) por um desses veículos (o CURIOSITY) mostra a quem quiser ver e não tiver dificuldade em acreditar, a sombra do que será um MARCIANO adulto acompanhado (na imagem à direita) por dois indivíduos mais jovens (e mais pequenos):

 

Numa prova irrefutável de que poderá existir Vida em Marte (biológica, mecânica ou biomecânica) com um conjunto de sombras a comprovar a existência de três Sujeitos (e não objetos por se deslocarem por sua iniciativa), deslocando-se sobre a superfície (do planeta) nas proximidades do veículo (oriundo da Terra a mais de 200 milhões de km e no dia deste registo comemorando o seu 1834º dia de estadia no Planeta Vermelho).

 

Nestes cinco anos de estadia e trabalho científico sobre a superfície de Marte (noutra região do planeta circulando a sua irmã mais velha OPPORTUNITY) e entre as várias imagens proporcionadas pelas câmaras instaladas a bordo do veículo ‒ e com o mesmo já se tendo deparado ao longo destes quase 2000 dias (ainda faltam 166) com fisionomias semelhantes às humanas (humanoides), fazendo-nos lembrar outros animais (irracionais) e até objetos familiares (como o terminal do tubo de sucção de um aspirador, pela sua apresentação e forma sendo o que teve mais impacto pela sua extrema semelhança ao ainda utilizado na Terra) ‒ deixando-nos mais uma vez desconcertados pela sua Presença mas em notícias revelando a sua Ausência (nem todos acreditando nas sombras como originadas em Sujeitos num Mundo pejado de objetos), cada vez mais desesperados e com menor esperança.

 

MARTE 1.jpg

As sombras dos jovens Marcianos

(detalhe da imagem anterior)

 

Seremos nós os únicos Seres (organizados, inteligentes) em todo o Sistema Solar?

 

Uma espécie até ao momento (tendo em conta o seu ainda curto período de Evolução sobre a face da Terra) tendo atingido um nível apreciável de desenvolvimento científico e tecnológico (bem explícito na área da Saúde e da Exploração Espacial), mas que no entanto não aproveitando tudo o que lhe chega às mãos (por aprendizagem ou acidentalmente) e todas as possibilidades que os novos cenários lhe apresentam (e sugerem pela sua simples presença), apenas tem aproveitado tal transformação (e desenvolvimento) para aceder a novas possibilidades e estratégias de matar seres da sua própria espécie ‒ já que mesmo excedentário (o Homem) e dada a (pretensa) sobrelotação da Terra, a solução não será reduzi-lo (o nº de elementos como nós) mas conquistar outros territórios (deixando definitivamente o exclusivo das sondas automáticas ‒ sem tripulação ‒ criando uma base intermédia ‒ em órbita da Lua ou sobre a sua superfície ‒ e daí partindo em naves espaciais tripuladas ‒ interplanetárias ‒ em direção a outros planetas e aí originando colónias).

 

De momento com os norte-americanos (iniciativa privada seguida pela NASA) a apontarem para Marte (com Elon Musk e a Space X à frente) mas só na próxima década (2020/2030) e com outros a proporem uma 1ª passagem pela Lua (Base/Colónia Zero), só depois seguindo viajem.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:07
Sexta-feira, 01 DE Setembro DE 2017

Cinco Anos em Marte

Nas rodas do veículo motorizado movimentando-se na superfície de Marte, as marcas inevitáveis da passagem dos dias e do decaimento da Matéria: num ciclo Evolutivo de contínua transformação, replicado sem fim entre os extremos que definem o conjunto, com picos máximos e mínimos sempre expressos (incorretamente) no nosso quotidiano, ou pela vida (apesar de nada se criar) ou pela morte (apesar de nada se perder). Erodindo tudo e todos de modo a (re) transformar o produto, melhorando a performance da réplica em tempo de pré-lançamento.

 

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 Já com 17Km de rodagem em 5 anos de viagem

Marte ‒ Curiosity Rover ‒ 27 Agosto 2017

(Sol 1798 ‒ Mahli ‒ 17:21:08 UTC)

 

“ (1) Um veículo movimentando-se num ambiente extraterrestre (Marte), (2) com o seu nome atribuído por uma adolescente (do Kansas), (3) numa missão com um orçamento de 2,5 biliões (de dólares), (4) pesando quase 1 tonelada (na Terra), (5) com a sua velocidade de entrada/aproximação de 5,9m/s e 3,6m/s (respetivamente) e (6) no solo não ultrapassando 1m/h (velocidade máxima do rover), (7) sendo alimentado a energia nuclear (plutónio), (8) utilizando uma CPU a 200MHz com apenas 2Gb de armazenamento (um sistema já descontinuado) …”

(de acordo com dados de artigo de John Fox/2012/12 Crazy Facts About The Mars Rover Curiosity/ign.com)

 

Integrando a missão (da responsabilidade da NASA) MARS SCIENCE LABORATORY circula desde 6 de Agosto de 2012 (logo há mais de 5 anos) sobre a superfície do planeta Marte (localizado a uma distância média de mais de 220 milhões de Km do Sol) o veículo motorizado ROVER CURIOSITY (noutra região do planeta circulando o Rover Opportunity) hoje dia 1 de Setembro (de 2017) no seu 1804º dia de estadia em solo marciano (dia marciano = 24h 37mn 22s) e tendo até ao momento percorrido uma distância total de mais de 17Km (17,31Km em 29 de Agosto de 2017): lançado a 26 de Novembro de 2011 de Cabo Canaveral (por um foguetão Atlas V 541) e tocando a superfície de Marte passados pouco mais de oito meses (na cratera GALE).

 

MSL_TraverseMap_Sol1800-full.jpg

 Em Marte desde 2012

Última parte do trajeto percorrido pelo Rover Curiosity

(até 29 de Agosto de 2017/Sol 1800)

 

“… (9) Não estando equipado para descobrir Vida mas indícios dessa possibilidade (em qualquer ponto do seu friso cronológico), (10) estando no entanto equipado de várias ferramentas de trabalho e de exploração (como o seu braço robótico), (11) dispondo de um verdadeiro olho de lince (bem demonstrado na aterragem precisa da sonda em Marte) e como última curiosidade (12) com os responsáveis da missão a ainda não saberem ao certo onde terá caído o propulsor responsável pela aterragem da sonda Curiosity.”

(de acordo com dados de artigo de John Fox/2012/12 Crazy Facts About The Mars Rover Curiosity/ign.com)

 

Desde o seu 1802º dia de estadia no solo marciano e a caminho dos 17,5Km percorridos (num mundo alienígena exterior ao nosso planeta) movimentando-se a uma média de 0,4m/h (tomando em consideração os 61 meses de trabalho e com o veículo a atingir um máximo de cerca de v = 1m/h) e apontando agora para um alvo denominado TYLER localizada na região rochosa (leito) de MURRAY. Num planeta criado aquando do evento conhecido como Big Bang (provavelmente ocorrido há mais de 4,5 biliões de anos) e que hoje em dia passado um tempo (de biliões de anos) pouco compreensível para nós (com um tempo médio estimado de vida andando pelos 80 anos), talvez por impacto (de um corpo celeste em rota de colisão), por bombardeamento sistemático (de raios solares e por raios cósmicos) ou por outro motivo qualquer ainda desconhecido (tal a nossa ignorância nesta área da ciência), se apresenta como um Mundo aparentemente morto (sem água, sem vida orgânica e sem atmosfera), mas que em tempos (muito remotos) poderá ter sido muito diferente (com uma atmosfera e um oceano ‒ e mesmo Vida ‒ como no presente na Terra).

 

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 Da colisão ao bombardeamento passando por um desastre nuclear

(teoria de um físico norte-americano agora posto de lado, desde que afirmou que Marte foi vítima de uma Guerra Nuclear)

 

“Mars was once Earth-like in climate, with an ocean and rivers, and for a long period became home to both plant and animal life, including a humanoid civilization. Then, for unfathomable reasons, a massive thermo-nuclear explosion ravaged the centers of the Martian civilization and destroyed the biosphere of the planet.”

(Death on Mars ‒ John E. Brandenburg)

 

Podendo-se aceitar (para análise e reflexão e posterior aceitação/eliminação) todas as Teorias apresentadas para explicar o ocorrido em Marte (como a deste físico norte-americano visto não como um cientista mas como um promotor da falsa astronomia logo adepto da Conspiração e das suas Teorias), mas tendo-se que reconhecer que nas transformações envolvendo Energia e Matéria dando origem a este Universo (e à Vida num Universo Eletromagnético) tudo vem e tudo vai permanecendo no mesmo lugar mas com aspetos (aparentemente) diferentes (já que a Matéria e a Energia presentes, são sempre as mesmas no mesmo ‒ ou seja permanecendo constantes no fator Espaço/Tempo). Com o efeito da erosão a ser a melhor demonstração. E por outro lado compreendo o Sol como a fonte de Energia (e logicamente de Matéria) fazendo funcionar outras máquinas que estejam ligadas à rede e que não estejam viciadas (com a bateria da Terra a carregar e com a de Marte esgotada).

 

(imagens: nasa.gov e amazon.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:27
Domingo, 27 DE Agosto DE 2017

No Verão olhando Marte

Apesar da ânsia natural de Elon Musk (com o seu projeto Space X) em receber o mais rapidamente possível notícias de Marte (nem chegando a 100 anos a nossa esperança média de vida na Terra), é fácil de constatar que para tal acontecer (acompanhado por um processo de colonização estável, sustentável e evolutiva em Marte, transformando-se paralelamente num projeto viável de terra formação do planeta) e como o Homem ainda não é um ser comparável a um Deus, que tal só será possível (se já não o foi no passado) por intervenção exterior (natural ou artificial) e com qualidade Divina ‒ um estatuto pelo que se saiba o Homem ainda não atingiu: sem ter dado mais nenhum passo na Conquista do Espaço (com voos tripulados, como o fez há quase 50 anos indo à Lua) e escondendo-se dentro de casa com as portas e as janelas fechadas olhando apenas para o exterior (apenas com uma fina película de permeio a separar) ‒ e não se mexendo morrendo.

 

CR0_556844335PRC_F0651642CCAM02795L1.jpg  CR0_556844395PRC_F0651642CCAM02795L1.jpg

 

Marte/Curiosity Rover/Chem Cam/Remote Micro-Imager/11:26:06 UTC/11:27:06 UTC

 

A partir de duas imagens obtidas no passado dia 24 de Agosto pelo Rover da sonda Curiosity ‒ movimentando-se atualmente sobre a superfície do planeta Marte e já com mais de 17Km percorridos (no seu 1795º dia de estadia sobre a superfície marciana) ‒ as câmaras de um dos dois veículos da NASA ainda em atividade no planeta Vermelho (a outra sendo a Opportunity) acabam por nos proporcionar o visionamento com um intervalo de um minuto de mais dois pormenores estranhos sobressaindo do relevo de Marte.

 

Na imagem à esquerda com as câmaras instalados a bordo do veículo motorizado a revelarem-nos na parte superior da mesma (imagem) o que parece ser o resto de algum tipo de estrutura antiga (natural ou artificial), entretanto colapsada e em avançado estado de degradação e com um dos registos aí assinalados a fazer-nos lembrar (algo de familiar na Terra) uma cruz; já na imagem à direita e ainda se observando a referida cruz (no canto superior direito), com algo de peculiar a surgir-nos no centro da mesma (imagem), no nosso cérebro e após processamento mental (condicionado pela nossa vida na Terra) tanto podendo ser parte dessa estrutura meio suspensa (antiga e natural ou então artificial) como até um disco-voador (ou simplesmente um mero erro induzido pelos nossos órgãos dos sentidos).

 

Recordando o que dizem os cientistas referindo-se a um planeta árido, desértico, sem água nem atmosfera e completamente desprotegido da ação nefasta oriunda do Espaço exterior (raios solares e raios cósmicos entre os mais perigosos), até hoje sem a descoberta de qualquer tipo de vida orgânica (ou vestígios) por mais primitiva que fosse (apenas presente o mundo mineral), mas que no entanto num passado já bastante distante poderá ter sido algo diferente (ao que se vê hoje) talvez semelhante ao que vemos, hoje e aqui na nossa Terra. Num episódio ‒ e dada a idade estimada de Marte (uns 4,6 biliões de anos) ‒ ocorrido há suponhamos uns 2 biliões de anos e que passado todo este tempo, nada de intacto e visível, deixaria à sua superfície (a erosão é terrível): e se tal vindo a ocorrer só de civilizações posteriores, provavelmente alienígenas (estranhas ao planeta Marte) e vindas de outra galáxia (por exemplo a de Andrómeda, um dos objetos mais brilhantes no céu, a mais de 2,5 anos-luz da Terra e em rota de colisão futura com a nossa Via Láctea).

 

E porque não pensar na Terra como um dos berçários do Universo, com todos os exemplares possíveis (disponíveis mas indubitavelmente sendo mais) aí expostos como num catálogo ‒ extenso, exponencial e infinito, mas delimitado pelo Nada (o vazio do Espaço): sendo terrestres ou extraterrestres oriundos dum mesmo molde. Talvez formando um conjunto interagindo com outros e integrando como todos (tudo o que existe) um conjunto ainda maior (um multiverso) ‒ e num dia já Marcado mas ainda por Estabelecer concretizando-se finalmente o Contacto com os nossos Irmãos das Estrelas (aplicando-se então e aí A Teoria de Espelho).

 

(texto: a partir de artigo ufosightingshotspot.blogspot.pt ‒ imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:43
Quinta-feira, 24 DE Agosto DE 2017

Verão em Marte, Verão em Portugal

Enquanto pela Terra a sua raça dominante disfrutando do seu ecossistema e da proteção existente (oferecida entre outros pela atmosfera terrestre) se entretém a ver o seu excitante e exclusivo Eclipse (um Evento só para nós ainda-por-cima no nosso hemisfério e na estação do Verão), em Marte e sem proteção (e se tal tiver existido) e com o bom ambiente passado (à história ‒ hoje sem oxigénio e sem água) nada resta de relevante graças aos raios mortais.

 

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 Um Antigo Leito Oceânico

Marte ‒ Curiosity Rover ‒ Sol 1793

(22 Março 2017)

 

Retrato de um mundo num passado provavelmente já bastante remoto (uns biliões de anos) podendo ter tido um percurso evolutivo em tudo idêntico ao nosso (planeta), mostrando a quem quer ver todos os indícios e até evidências de se estar perante terrenos não expostos (à atmosfera desse mundo) e anteriormente recobertos por grandes extensões líquidas (familiares) como os oceanos na Terra.

 

Com uma parte relevante da sua superfície sólida a estar submersa por um grande oceano líquido (comparativamente menor que o da Terra), provavelmente constituído por água e outros elementos como os minerais (por exemplo o sal) e talvez com movimento e até mesmo com vagas (podendo ser menores que as nossas), uma estrela também nossa (o Sol a acompanhar) e até ar respirável e suscetível de Vida.

 

Hoje dia 22 de Agosto de 2017 e conforme o dito retrato registado pelas câmaras a bordo do Rover Curiosity, com o cenário completamente reconvertido por sucessivas transformações ocorridas durante biliões de anos (esmagadoramente provocadas por interferências vindas do Espaço exterior, tendo na fila da frente os raios solares e cósmicos e ainda os impactos diretos), apresentando-nos o que aqui seria (hoje na Terra) o leito oceânico sem água.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:00
Sexta-feira, 11 DE Agosto DE 2017

Nuvens em Marte

“The Hubble Space Telescope and spacecraft orbiting Mars have observed a band of clouds to appear near the Martian equator around the time of the Martian year when the planet is farthest from the Sun. With a more elliptical orbit than Earth's, Mars experiences more annual variation than Earth in its distance from the Sun. The most distant point in an orbit around the Sun is called the aphelion. The near-equatorial Martian cloud pattern observed at that time of year is called the "aphelion cloud belt." These new images from Curiosity were taken about two months before aphelion, but the morning clouds observed may be an early stage of the aphelion cloud belt.” (nasa.gov)

 

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Nuvens circulando no céu de Marte

(PIA 21841)

 

Como se tal fosse necessário ou relevante (ou não fosse Marte um corpo celeste da família da Terra e integrando o Sistema Solar) vem agora uma das câmaras instalada num dos veículos motorizados circulando sobre a superfície marciana (o Rover da sonda Curiosity) oferecer-nos mais uma imagem deste planeta vizinho (Marte) mas agora apontando a sua objetiva para o alto: apresentando-nos novamente e de uma forma talvez definitiva (sobretudo para os mais céticos ou 100% cegos) a prova da presença de uma camada envolvendo o planeta a que aqui (na Terra) chamaríamos de atmosfera.

 

No caso do planeta Marte e do aparecimento deste conjunto de nuvens (bem visíveis) atravessando o céu marciano (registadas a 17 de Julho deste ano no 1.758º dia da estadia da Curiosity no planeta) com o fenómeno atmosférico aí observado a fazer lembrar o aparecimento das nuvens cirrus (no planeta Terra), aqui como lá com as mesmas a serem compostas por cristais de gelo e deslocando-se por ação dos ventos (e da ação de outros parâmetros climáticos): sugerindo-nos a formação (dessas partículas constituintes das nuvens) através da utilização de processos de agregação desses cristais com a leve e fina poeira aí suspensa e circulando em altitude.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:10
Domingo, 30 DE Abril DE 2017

Batedores em Marte

Antes do ataque final à Conquista e colonização de Marte os seres humanos enviam para lá os seus batedores mecânicos para prepararem o início da Invasão Terrestre. Um deles sendo o Agente Curiosity tendo já percorrido quase 16Km a uma velocidade média de cerca de 1 pé por hora.

 

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Marte

Curiosity Rover

(29 Abril 2017)

 

Tendo chegado ao planeta Marte em 6 de Agosto de 2012 depois de ter percorrido cerca de 560 milhões de quilómetros em pouco mais que 8 meses, o veículo motorizado da sonda Curiosity no 5º ano da sua estadia e no 1681ª dia da sua permanência na superfície marciana (dia marciano ou SOL = 24h 40’), continua como no início do seu trabalho neste mundo alienígena a movimentar-se regularmente e a enviar-nos cada vez mais dados e imagens: de um planeta aparentemente morto e calcinado, sem vestígios visíveis de vida (moléculas orgânicas) ou de água (depósitos relevantes), movimentando-se a uma distância do Sol em torno dos 230 milhões de quilómetros e no entanto sendo constantemente flagelado pelos efeitos poderosos dos seus raios (é o que dá não ter uma atmosfera e um campo magnético como o nosso) e para além disso tudo sendo ainda fustigado pelos extremamente nefastos raios cósmicos e estando nitidamente num trajeto decrescente e de decadência de fim de período (preparando-se para um novo salto evolutivo com outra espécie dominante) ou de fim de ciclo (preparando-se para uma nova réplica mantendo a espécie dominante). Ou morremos ou evoluímos ‒ dependendo da capacidade de receção, tradução e aplicação prática dos conhecimentos que através da contínua e repetitiva experimentação nos vão chegando, interiorizando e finalmente libertando (da imposição de limites inexplicáveis e inaceitáveis, num Mundo definido como não tendo princípio nem fim).

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:39
Terça-feira, 14 DE Fevereiro DE 2017

O Mar de Marte

Com a câmara do veículo motorizado alienígena (oriundo do planeta Terra), focando as suaves e tranquilas ondas que varrem uma grande área do misterioso Planeta Vermelho.

 

Num reflexo do que poderá ter sido há biliões de anos atrás o ecossistema deste corpo celeste aparentemente morto (mineralmente apenas em transformação), possuindo então atmosfera e um grande oceano cobrindo uma parte da sua superfície.

 

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Marte

CURIOSITY ROVER

(SOL 1601 – 06.02)

 

Antes com o planeta Marte a ter o seu Continente (e talvez mesmo marcianos) e com este a ser rodeado por uma extensa massa de água (líquida): um oceano com ondas e com surfistas (o planeta pode ter tido no passado o seu próprio campo magnético, estando mais protegido, com atmosfera e com água), tal com na Terra dominando o mar.

 

Depois com os mesmos (continente, oceano, atmosfera) a serem substituídos:

 

Por cenários desérticos e calcinados preenchidos de pedrinhas (de grandes rochas a calhauzinhos todos eles bem sequinhos);

 

Por um grande oceano de areia estendendo-se por todo o litoral (do continente/ilha);

 

E por uma atmosfera extrema (melhor inexistente) tóxica, radioativa e mortal (em que os raios solares e cósmicos são senhores) e que só dá mesmo hipótese ao Mundo Mineral.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:49
Domingo, 18 DE Dezembro DE 2016

Marte

Existirá algum tipo de ligação entre o Mundo Mineral e o Mundo Animal?

E não terá sido o primeiro a surgir sob a forma de Calhau?

 

Tal como eles dizem (NASA) uma imagem de um Mundo Alienígena (nosso vizinho) “apresentando-nos a sua particular variação de cores” (em torno do Monte SHARP), que neste caso se traduzem na apresentação de um planeta seco e desértico (por vezes parecendo calcinado) onde nem sequer existem qualquer tipo (organismo mesmo que primitivo) de vestígios de vida. Numa caraterização de um corpo celeste através da análise da sua paleta de cores, que na TERRA poderá significar algo (relacionado com o presente) mas que em Marte (por outro lado) em princípio nada nos oferecerá a não ser um planeta morto (relacionando-se com o seu passado). Num impacto visual estritamente geológico (ligado ao Mundo Vivo Mineral), mas que em nada o associa a uma possível existência de vida (ligado ao Mundo Vivo Biológico) por mais primitiva que fosse (há biliões de anos atrás).

 

PIA21256.jpg

MARTE – CURIOSITY ROVER – PIA 21256

(SOL 1516 – 10.11.2016)

 

Uma imagem obtida a partir das câmaras instaladas a bordo do veículo motorizado CURIOSITY (com a presença por esta altura de ventos mais fortes ajudando a limpar as suas lentes), mostrando-nos um cenário colorido rodeando a base do Monte Sharp – como resultado da diferente composição geológica de cada uma dessas áreas – sendo uma delas (dessas rochas aí presentes) correspondente à presença de HEMATITE (com a sua cor púrpura caraterística). E registada a 10 de Novembro deste ano (SOL 1516) numa cratera de impacto localizado no equador marciano (GALE – latitude 4.6⁰S) com cerca de 150Km de diâmetro. Apresentando-nos um mosaico variado de cenários geológicos (construindo este cenário de Marte), à 1ªvista familiares aqui com um tom agressivo – com um Homem lá colocado finando-se em poucos segundos (provavelmente e no máximo em torno de um minuto, o tempo que conseguimos suster a nossa respiração).

 

Praticamente sem atmosfera (0.13% de oxigénio), gelado (com temperaturas entre +27⁰C no seu equador ao meio-dia e mínimas na ordem dos -128⁰C à noite) e com uma gravidade baixa (1/3 X Terra), num mundo dos mais parecidos com o nosso (pelo menos de longe e fazendo-nos recordar algo), mas no entanto deserto e sem sinal de movimentos (a não ser as suas tempestades semelhantes às nossas de areia). E que leva Chris Webster (JPL/NASA) um dos responsáveis pela missão CURIOSITY ao planeta Marte, a afirmar sobre a nossa probabilidade de sobrevivermos ao seu extremamente adverso (e mortal) ambiente o seguinte (por exemplo estando exposto, sem equipamento de proteção e como se estivesse na Terra):

 

“The most serious immediate impact would be from the low atmospheric pressure that is nearly a vacuum compared to Earth and within minutes the skin and organs would rupture, outgas and produce a quick painful death. If not killed by the low-pressure atmosphere, there are many other environmental factors that make Mars inhospitable to humans without protection. Any humans on Mars would have to contend with the lack of oxygen (only 0.1% compared to Earth’s 20%), the very cold surface temperatures, the ubiquitous and irritating dust, the intense UV radiation, surface chemicals and oxidants — and all this before they started looking for food and water!”

 

(alguns dados e imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:36
Terça-feira, 06 DE Dezembro DE 2016

Sandwich Marciana

Um grande calhau resultado da sobreposição de camadas de material bem diferenciado (muito semelhante a um agregado de desperdícios oriundos de um local de construção), apresentando uma forma particular e familiar fazendo-nos lembrar uma sandwich (talvez de queijo). Numa imagem do planeta Marte que em sentido figurado (podendo de uma forma ou de outra ter alguma ligação com a realidade histórica e cronológica do planeta) poderíamos catalogar como um grande porta-aviões, flutuando estaticamente (talvez por estar morto ou suspenso) sobre um vasto oceano de areia.

 

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Marte – Curiosity Rover – Sol 1537

(02.12.2016)

 

Comprimida e calcinada por biliões de anos de eventos cósmicos, incluindo impactos (visíveis na sua superfície), radioatividade elevada (devido à inexistência de atmosfera) e outros acontecimentos desconhecidos e extraordinários (podendo até ter origem na Cintura de Asteroides), toda a geologia marciana observando meramente a sua camada superficial a uma distância de várias dezenas de milhões de quilómetros (obviamente da Terra), é praticamente a demonstração de que o que aí aconteceu poderá mesmo representar um outro tempo cronológico (do mesmo modelo) mas sendo projetado na Terra.

 

Um dos oito planetas do Sistema Solar localizado a mais de 200.000Km do Sol numa região do Espaço situada entre a órbita do nosso planeta e a órbita do que seria o 5º planeta do sistema (onde hoje se localiza a Cintura de Asteroides), que num passado bastante remoto teria parte da sua superfície coberta por um oceano líquido (possivelmente de água mas numa extensão menor que na Terra), possuiria atmosfera (que cumpriria uma das suas funções mais importantes que seria a de proteger o planeta), até podendo ter apresentado sinais de vida mesmo que primitiva no seu período mais ativo.

 

Aqui com as câmaras da sonda Curiosity a presentear-nos com mais um registo deste Mundo Alienígena, hoje um planeta árido e desértico, sem água nem atmosfera e sem qualquer tipo de previsão de futuro (em que algo de vivo possa surgir ou mesmo reaparecer) e em que as únicas imagens que nos chegam nos refletem um corpo morto, movimentando-se entre outros corpos e em muitos dos casos fazendo-nos recordar mesmo que inconscientemente (talvez porque faça parte do nosso Imaginário uma parte da nossa Realidade) cenários terrestres extremamente familiares (nas praias e nos areais do litoral).

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 08:35
Terça-feira, 12 DE Julho DE 2016

Rover Curiosity

O Regresso do Coma Induzido

 

Em 2012 a sonda norte-americana CURIOSITY chegava à superfície de Marte (aterrando na cratera GALE) – planeta onde desde 2004 já se encontravam os ROVER da SPIRIT (inativa desde 2010) e da OPPORTUNITY (ainda em plena atividade). Indicando-os nas suas explorações que este planeta nosso vizinho poderia ter sido no passado (há mais de 3 biliões de anos) muito semelhante ao nosso, com água correndo à sua superfície e nela podendo existir vida.

 

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Curiosity Rover

(imagem obtida no 1387ºdia de permanência do rover em Marte – SOL 1387)

 

Depois de ter entrado temporariamente em estado de coma induzido (dia 2 de Julho) e após a aplicação de todos os procedimentos gerais de segurança e de suporte de vida, o ROVER CURIOSITY voltou de novo ao mundo dos vivos e a entrar em atividade (9 de Julho). Pelo que se espera que rapidamente cheguem ao público novas imagens de Marte (interrompidas desde o passado dia 1 de Julho).

 

Uma situação pela qual o ROVER CURIOSITY já tinha passado anteriormente por 3 vezes (todas em 2013) e das quais sempre tinha recuperado totalmente: provavelmente todas provocadas pelo mesmo motivo, um erro de comunicação entre o SOTWARE da câmara do ROVER e o SOFTWARE de processamento de dados do seu computador. Tendo em Marte a companhia do mais velho ROVER OPPORTUNITY.

 

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Opportunity Rover

(uma das primeiras imagens microscópicas – e colorida – da superfície de Marte)

 

Dois ROVER continuando a executar com excelente desempenho a missão para a qual foram inicialmente programados – apesar de todas as condições ambientais extremamente hostis, a que ambos estão sujeitos há anos (neste planeta seco, desértico e sem qualquer tipo de atmosfera ou campo magnético protetor) – e que certamente verão o seu prazo de missão estendido até ao máximo limite (quando como a SPIRIT deixarem de funcionar).

 

(dados e imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:38

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