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Sexta-feira, 24 DE Fevereiro DE 2017

Hoje vamos à Bruxa

Hoje dia 24 de Fevereiro de 2017 e aproveitando o início de mais um fim-de-semana (pelos vistos mais propícios à pratica de rituais), inicia-se mais uma campanha contra o 45ºPresidente dos EUA – Donald Trump: aqui podendo-se invocar bruxas, feiticeiros, mágicos, duendes e tudo o mais que nos lembrarmos dos nossos tempos de infância, mas agora não para contrapor (ao mundo dos adultos) mas apenas para informar que continuamos simplesmente a obedecer (a quem nos tem sempre negado a Esperança). É que o Mal existe e está onde eles nos indicam!”

 

Para se ver até onde pode chegar a histeria-animal instigada pelos (seus) predadores – com as próprias presas no altar oferecendo-se em sacrifício. Lembrando-nos de tempos ainda tão próximos e da psicologia de massas do fascismo (antes de aplicação direta agora subliminar).

 

A Spell to Bind Donald Trump and All Those Who Abet Him:

February 24th Mass Ritual

 

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To be performed at midnight on every waning crescent moon until he is removed from office

 

The first ritual takes place Friday evening, February 24th, at the stroke of midnight

 

Com o promotor publicitário (com uma página própria no Facebook só destinada a Trump) divulgando esta ação, a colocar-nos logo a par de tudo o for necessário: desde adereços e artefactos que deveremos necessariamente levar (uma foto de Trump, uma carta de Tarot, velas e o que mais nos for permitido – aqui referido como opção), passando por conselhos (úteis) de modo a sabermos como nos preparar e apresentar (por exemplo rezando e invocando o nosso santo protetor) e até como cumprir o ritual ou as suas diversas variantes (permitindo a presença de mágicos de modo a esconjurar o Diabo). E tendo já algo para dizer (mundo psíquico) para acompanhar o Ritual (mundo físico) – uma letra e sendo de câmbio (trocando algo por outra coisa, mesmo que não se saiba o quê):

 

 

Hear me, oh spirits

Of Water, Earth, Fire, and Air

Heavenly hosts

Demons of the infernal realms

And spirits of the ancestors

 

I call upon you

To bind

Donald J. Trump

So that he may fail utterly

That he may do no harm

To any human soul

Nor any tree

Animal
Rock
Stream
or Sea

 

[Parte do Ritual (v.2.1)]

 

 

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Tower tarot card

 

 

Pelo que se não puder hoje dar um saltinho até à América (pode conhecer alguém que o possa e que como que por magia o leve) e viver meio perdido num outro buraco do Mundo (sem acesso a estas coisas), o que terá de fazer sem receio do que (poderá) acontecer (inebriados como estaremos no Mundo do Imaginário), será sentar-se num cantinho, beber um copinho de vinho e deixar-nos aí a sonhar: também com Bruxas mas das Boas.

 

Enquanto isso nos EUA continua a Guerra Civil não declarada entre “os trampa e os contra-esta-trampa” mas com todos trabalhando para o mesmo tipo de trampa. Todos dentro da sanita e com alguém no autoclismo.

 

(textos/inglês e imagens: extranewsfeed.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:36
Sexta-feira, 05 DE Junho DE 2015

Sexo do Diabo

E o Diabo era apenas mais outro ser alienígena. Abandonara o seu chefe ideológico e colocara-se à margem dos seus companheiros. Com o início da campanha de anti-propaganda e contra-ataque persistente e sistemático revoltara-se, iniciando aí a sua adesão ao poderoso Eixo do Mal. Agora era Vermelho (uma cor quente associada à cor típica do Inferno), de preferência peludo e de aspecto medonho (macho dominante e de perfil impiedoso, emanando luxúria e pecado) e acima de tudo cornudo (um claro aviso para as fêmeas).

 

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Uma das coisas de que gostava de fazer nas suas longas horas de espera (e de decisão) era a pratica de sexo, consensualmente pecaminoso e sem intenções reprodutivas. O que até não era difícil dada a predisposição clara das fêmeas: enquanto eles iam comprar tabaco elas passeavam o cão. E então proporcionou-se a ocasião e o Diabo apenas cumpriu (o ditado) e fez-se aí de ladrão. Passeava-se sorrateiramente pelo Paraíso (interdito mas não fechado) e sem que nada o fizesse prever visualizou uma bela mulher: estava ajoelhada de frente e com os cotovelos no chão.

 

(imagem – Daniella Chavez/Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:05
Sábado, 28 DE Março DE 2015

A Teoria do Bode

Neste mundo já estamos mortos mesmo antes de o sabermos!

 

Mais 150 pessoas morreram ao utilizarem um dos mais banais e seguros meios de transporte actualmente ao serviço dos cidadãos de todo o mundo (para percorrerem distâncias de centenas de quilómetros), ainda por cima num século em que os objectivos da Humanidade se deslocam cada vez mais rapidamente para a Conquista do Espaço (percorrendo distâncias de milhões de quilómetros).

 

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E como sempre tudo se justifica (para não se ir à raiz do problema).

 

Andreas Lubitz split up with girlfriend one day before tragedy
(mirror.co.uk)

 

Killer co-pilot was passionate and obsessed with the Alps
(dailymail.com)

 

Andreas Lubitz wanted to make everyone remember him
(theguardian.com)

 

Andreas Lubitz sought treatment for vision problems before Germanwings crash
(nytimes.com)

 

The co-pilot of the Germanwings Airbus was a convert to Islam
(speisa.com)

 

His favourite pizza order was ham broccoli paprika and onion
(telegraph.co.uk)

 

E como sempre tudo se esquece (para justificadamente não se afectar a raiz).

 

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Mas será que ninguém se incomoda (pelo menos os que frequentemente utilizam os aviões como meio de transporte preferencial) com os sucessivos acidentes aéreos recentemente ocorridos no mundo, como o sucedido na Malásia (esfumou-se) e o último na Ucrânia (abateu-se)? Será que continuaremos a aceitar não respostas com sendo válidas, desde que proferidas por responsáveis? Mas responsáveis de quê e trabalhando para quem? Moralmente e em nome do povo (e até por solidariedade para com todos os familiares e amigos das 150 vítimas) deveríamos ser os primeiros a exigir o nome de todos os responsáveis participando (activa ou passivamente) neste hediondo crime e assassinato colectivo, em vez de como uns perfeitos acéfalos nos contentarmos com a nova fotografia do Diabo agora proposta e revelada!

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:01
Domingo, 01 DE Março DE 2015

Um Morto por muitos Anunciado

Em Segredo e sem conhecimento do Morto
(que nunca tomou conhecimento da encomenda – apesar de todos afirmarem conhecer o remetente)

 

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Morte em Moscovo

 

Fontes extremamente fidedignas ligadas ao maior órgão de comunicação social nacional acabam de informar que o Diabo Vermelho cometeu mais um crime hediondo na pessoa do seu ex-colega de quarto.

 

O incidente (que alguns ainda julgaram inicialmente ser de origem passional) provocou um morto, atingido covardemente e por quatro vezes a vítima pelas costas e provocando-lhe morte imediata.

 

Segundo testemunhas encontradas no local e que terão presenciado as consequências mortais deste acontecimento que rapidamente tomou repercussões internacionais, o enredo deste típico episódio ocidental de série B incluiria (como não poderia deixar de ser para uma série que se quer dar ao respeito), um carro com os assassinos (não se sabendo ainda a soldo de quem), a presença de uma mulher (supostamente ucraniana para dar mais substância ao guião) e profissionais de saúde (para confirmarem ou não os sinais vitais da vítima); finalizando apoteoticamente com os representantes da autoridade (para darem o veredicto final e tentarem identificar todo o elenco envolvido).

 

Investigações levadas a cabo no próprio local onde se registou este crime, resultando da consulta levada a cabo entre elementos que frequentavam os mesmos pontos de interesse da vítima atrás referida, afirmam peremptoriamente que o Diabo Vermelho terá sido o último a chegar para partilhar o mesmo quarto (que a vítima graciosamente terá concordado partilhar), não descansando dada a sua ambição territorial (consequência comportamental causada pelo seu tipo autismo) enquanto não se livrasse dele.

 

Um colega tendo residido num quarto adjacente àquele onde toda esta cena espantosa e definidora de carácter se passou (do eventual predador e da sua vítima eventual), acrescentou ainda que o seu colega agora falecido lhe tinha confidenciado em conversas privadas tidas há muito poucas horas com ele, que iria desmascarar o Diabo e as suas ambições desmedidas – e que até implicariam a sua expansão para outras áreas com o seu quarto como objectivo seguinte.

 

Por essa razão (a vítima) tinha sido morta.

 

E como não poderia deixar de ser e acontecer o Ocidente está de novo horrorizado e em estado de choque perante mais esta acção verdadeiramente demoníaca levada a cabo sem consequências nem castigo pelo Diabo Vermelho (morando lá longe no Inferno), crescendo a cada segundo que passa e de uma forma exponencial o número daqueles que acreditam saber quem ele é, o ditador doente que é e o mal que nos pretende fazer.

 

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Diabo Vermelho

 

Só falta apanhá-lo com a arma na mão e (em flagrante) com o dedo a puxar o respectivo gatilho.

 

Enquanto isso o Diabo Vermelho invocou em sua defesa o facto de já não frequentar esse quarto (na sua vida apenas uma estação intermédia, por cá conhecido como um apeadeiro), de respeitar o passado habitacional e preferencial do seu ex-colega de quarto (ninguém fala quem terá sido o primeiro a escolher a cama onde se iria deitar) e de não ter como hábito o uso e porte de arma (abandonado desde que abandonou as suas funções na polícia secreta).

 

Mas tal como é hábito (ou talvez tradição) não pudemos acreditar: de imediato informações cedidas pelos seus inimigos (como inimigos do Diabo Vermelho e por inerência representante do Mal, reconhecidos oficialmente como naturais representantes do Bem) colocaram nas suas mãos a arma do crime, as quatro balas fatais e o boneco a utilizar.

 

Ainda consigo imaginar aquele rosto demoníaco apresentando um esgar de desprezo na sua face fria e sem alma (e ornamentada por dois olhos violadores e fumegantes tão típicos destas bestas cornudas), saindo aparentemente indetectável do seu veículo talvez invisível e silencioso, apontando a sua arma a um vulto deslocando-se tranquilamente e acompanhado por uma bela ucraniana e finalmente sem hesitação nem remorso (mas em contrapartida com prazer e pecado) atingindo a sangue frio e sem aviso de recepção, mais uma vítima da sua maldade (ou crueldade).

 

Só que os Polícias do Mundo têm aparelhos sofisticados e graças a eles detectaram tudo.

 

Uma coisa é certa: sendo os Polícias do Mundo os representantes de Deus na Terra, certamente que eles saberão a verdade.

 

Basta ouvi-los e a partir daí acreditar.

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:41
Sexta-feira, 05 DE Setembro DE 2014

Deus & Diabo

Deus e o Diabo unem-se para combater uma das suas mais recentes criações!

 

Unidos na mesma Luta

 

A cerca de 1.000Km do local onde Jesus Cristo nasceu, situa-se a região do nosso planeta onde pela primeira vez (pelo menos na minha geração) o Bem e o Mal estabeleceram uma verdadeira Aliança: neste caso extraordinário entre o Pai Espiritual de Jesus (Deus) e um dos seus familiares tresmalhados (Diabo).

 

O Prenúncio da Aliança

 

Esta é a representação (Born in the USA) associada à anunciada operação militar conjunta incluindo os EUA (os representantes de Deus) e o Irão (os representantes do Diabo), numa tentativa deliberada e real de eliminarem os extremistas do ISIS/ISIL (uma criação de ambos), actualmente presentes e com grande capacidade militar no interior do Iraque e tendo como um dos seus objectivos prioritários o assalto a Bagdade.

 

Enquanto isso o Nosso Sacristão anda entretido com o crânio de Putin:

(depois do de Hussein)

 

- Para ti e para mim!

 

(imagens – Web)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:47
Quinta-feira, 01 DE Maio DE 2014

From Ape to God (2)

Ficheiros Secretos – Albufeira XXI

[O Terrorismo Artificial Induzido (entre as vítimas) e a criação Natural do Super-Homem (entre os Escolhidos)]

 

“A nossa capacidade de compreendermos e aceitarmos o que nos é proposto para a recriação e fundação dum Novo Mundo, depende de como o interiorizamos, de como cumprimos as regras, do seu resultado imediato e da aceitação final e sem qualquer tipo de dúvidas de tudo o que dizem de nós – sujeitando-nos ao Superior infinito e assim incorporando-nos em Deus”.

 

Os seis pontos EIA (Estações de Intervenção Ambiental) colocados previamente no percurso respeitavam integralmente as indicações que tinha seguido com o seu manual de instruções e estavam de acordo com o plano de percurso que transportava consigo, produzido anteriormente pelos simuladores e agora bem visível no seu monitor. No exterior a carga luminosa estava dentro dos limites de segurança, não existindo em princípio perigo de ser visto e localizado. O objectivo secundário desta missão era verificar a reacção de seres vivos organizados, estruturados e num processo acelerado de desenvolvimento, face a registos inesperados e anormais de violência não esclarecida e fundamentada e sua possível invasão por radicalização e necessidade de retaliação sequencial, doutros níveis exteriores originalmente neutros e aparentemente desligados, mas agora inexoravelmente chamados a este espaço alterado e definitivamente contaminado. Uma tese de doutoramento deste nível ao ser apresentado no Conselho Local da Federação, certamente que teria um grande e profundo impacto, nesta pequena galáxia deste tão vasto universo. À volta do duplo tinha-se instalado um silêncio estranho e comprometedor: de certo que não demoraria muito a entrar-se no sexto acontecimento previsto.

 

No Limbo – Além de Tortura é Negar a Experiência de Passagem

(Um Simples Envelope como Elemento Libertador)

 

A triangulação fora definida por três pontos: um situado no santuário do Cristo Rei e os outros dois no Zoológico de Lisboa – um na minha posição a outra na do meu duplo. No santuário de Almada o espectáculo da luz imóvel e cintilante estacionada sobre a cabeça da estátua do filho de Deus juntara já a sua volta mais duma centena de curiosos, que dialogando entre eles sobre o estranho fenómeno – enquanto iam olhando a bola de luz e verificando se algo se modificava – iam congeminando nas suas cabeças cenários explicativos para o inesperado acontecimento, uns mais fantásticos do que outros. Entretanto chegara à base da estátua um jipe da GNR acompanhado por outro veículo da protecção civil. Juntaram-se assim ao já largo número de pessoas que aí se encontravam a observar, mais três elementos militares devidamente armados e dois outros elementos vestidos à civil – por acaso a mulher do presidente da junta e o seu filho acabado de se licenciar. Conferenciaram com os guardas ainda por uns momentos, dirigiram-se para a base do monumento do Cristo Rei e solicitaram ao funcionário que se encontrava ao serviço para lhes dar acesso ao interior e à zona do elevador: olhando uma última vez para o exterior ainda viram o povo em histeria a apontar freneticamente para o Céu. A bola de luz brilhou então mais intensamente, surpreendendo todos os presentes e cegando-os instantaneamente; de seguida contraiu-se violentamente e como que desapareceu; e sem que tivessem tempo para digerirem o momento nem compreenderem minimamente o que lhes estava a acontecer, um flash definitivo com origem no topo da estátua e no ponto brilhante explodiu em redor, varrendo toda a zona adjacente ao santuário e desintegrando tudo em redor. O espaço em redor estava agora completamente deserto, enquanto que do outro do Tejo uma luminosidade estranha cobria a zona onde estava instalado o zoológico, ouvindo-se ao longe e vindo do local sons repetidos e familiares, que pareciam ser de tiros e de fortes explosões: suportada nos seus três vértices a aplicação estava finalmente pronta a ser accionada.

 

A imperceptível cúpula electromagnética que cobria a zona de intervenção envolvendo o jardim zoológica estava agora activa, criando com a sua presença uma barreira de protecção contra acções agressivas que pudessem surgir do exterior e ao mesmo tempo disponibilizando aos agentes no terreno o acesso total aos seus sistemas de comunicação e aos seus instrumentos e ferramentas técnicas de introdução territorial e controlo mental.

 

Inicialmente foi só diversão. Recorrendo a uma religião matriarcal assente na Bruxaria e baseada na crença em entidades mágicas e sobrenaturais e nas suas relações profundas e poderosas com a Natureza, o duplo pôs imediatamente em prática a crença pagã nos quatro elementos, introduzindo no próximo episódio zoológico o símbolo do Pentagrama e dos seus quatro elementos físicos Ar, Fogo, Água e Terra – acrescidos dum quinto elemento de ligação o Éter, Espírito ou Alma. Com cada um desses cinco elementos colocados numa das seis Estações de Intervenção Ambiental (EIA) e uma outra aplicada como retorno – e simbolicamente representada por uma árvore (composta pelos quatro elementos físicos e solidificada pelo espírito). Mas sem nenhuma associação lógica (visível) com aquilo (sensações) que proporcionariam.

 

A primeira EIA a ser activada iniciou o seu procedimento automático mal os agentes do corpo de intervenção se introduziram no seu perímetro reservado: mal os seis elementos do corpo de intervenção violaram a zona de segurança a estação de intervenção explodiu, lançando no ar uma infinidade de pequenos círculos (brilhantes) circulando a grande velocidade e criando com o impacto da luz transportados pelos raios solares um arco-íris nunca antes visto, de cores intensas e contrastantes, parecendo frio e duro e de limites excepcionalmente cortantes. Os círculos pareciam ter uma estrutura fina e metálica, seccionando o espaço a grande velocidade: em poucos segundos os seis elementos tinham desaparecido no ar, restando no solo alguns pingos de sangue e um ou outro minúsculo resto de tecido orgânico – que as curiosas e laboriosas formigas do parque tratavam já por fazer desaparecer. No ar os conjuntos circulares incorporaram-se num só, a estrutura implodiu, desaparecendo no seu interior. Então e face ao avanço da restante força policial, o segundo e o terceiro EIA iniciaram os seus procedimentos intrusivos: enquanto o duplo não conseguia suster uma pequena gargalhada sem nenhum tipo de intenção senão o da libertação de ansiedades e de tensões espectáveis e naturais em seres humanos – precisamente o meio onde se encontrava – ao fundo a água da piscina onde os golfinhos actuavam transbordava, avançando duma forma organizada e como se tivesse vida própria, em direcção à restante força aí presente. Do interior da terra saiu então um relâmpago de luz e de fogo que atingiu violentamente os dois primeiros elementos que seguiam à frente da coluna, criando em seu torno uma enorme nuvem de fumo que tudo rapidamente encobriu. Qual não foi o espanto da restante coluna ao ver sair dessa densa e escura nuvem um ser que parecia o Diabo acompanhado por um outro que poderia ser um dragão: logo a seguir e controlando-os com uma dupla trela vinha o profeta Moisés. O espectáculo foi lindo e brutal. Enquanto o dragão ia queimando vivos todos os elementos que encontrava do seu lado, deixando uma amálgama de corpos queimados e retorcidos a escorrerem em fusão pela superfície sólida do parque, do outro lado o Diabo atacava os restantes, perfurando os seus corpos com os seus dardos malignos e enviando-os directamente para o Inferno. No meio – onde estava a Virtude – Moisés chamava a si os arrependidos e utilizando sabiamente a sua feitiçaria e as suas poderosas artes mágicas, separava as águas invasoras e abria o caminho para a salvação: e aproveitando a oportunidade os poucos sobreviventes não pensaram duas vezes e escaparam-se correndo como loucos entre as duas muralhas de água. Como assim, Deus tinha reservado um lugar no Céu para os pobres de espírito. Quanto à quarta EIA ela foi definitiva, logo seguida pela activação da quinta, como elemento fundamental e de ligação espiritual. Uma tempestade de areia instala-se agora sobre toda a zona envolvendo o Zoológico de Lisboa, criando um espectáculo isolado e fantástico que contrastava com o movimento acelerado e ininterrupto da capital: àquela hora do dia o movimento nas ruas era intenso, registando-se alguns engarrafamentos no acesso à ponte e à zona de Sete Rios. Visto do céu toda a zona do zoológico estava soterrada sob uma densa nuvem de areia, cobrindo-o como se de uma manta protectora se tratasse e parecendo ali estar como segurança para algo ou para alguém não identificado, ou então como solução para a prática de qualquer coisa de estranha, indefinida e provavelmente perigosa: se a areia do deserto encobria ainda hoje muitos dos segredos da História do Mundo, aquela que ali se encontrava não era natural, não só porque era exterior ao meio ambiente e ao espaço que agora indevidamente ocupava, como também por se revelar (apenas) uma sombra do original – “Vejam, estou fazendo uma coisa nova! Ela já está surgindo! Vocês não a reconhecem? Até no deserto vou abrir um caminho e riachos no ermo”. (Isaías 43-19)

 

O Gravador de Bobines

(Um belo exemplo duma espécie em extinção mas de Alta-Fidelidade)

 

E quando finalmente a nuvem se dissipou (tal como veio se foi) no Zoológico nada se mexia: entre alguns amontoados dispersos de areia e como se o local não tivesse sido conveniente limpo e aspirado, parecia estar-se agora perante um outro cenário surreal mas estranhamente reconhecível, fazendo lembrar apesar de numa escala limitada e talvez redutora, o exército de terracota do imperador chinês Shiuang. Não se tratava aqui de milhares de cavalos ou de guerreiros ocos e de areia, mas de umas dezenas de figuras estáticas, mortas e sem significado, que um pouco por todo o lado polvilhavam o Zoológico de Lisboa, anunciando definitivamente (apesar de administrativamente temporária) a sua morte e descodificando para quem ainda queria ver, o verdadeiro sentido da vida: tudo o que era transitório era definitivo e a transformação do mundo nunca estaria sujeita ou condicionada à cronologia e oportunidade dos humanos.

 

Depois era só abrir o Envelope.

 

Sem que nada o fizesse prever o velho gravador de bobines que se encontrava encostado numa das estantes da sala de estar começou inesperadamente a trabalhar. Tratava-se dum velho aparelho da TEAC de gravação e leitura de alta-fidelidade, utilizando os antigos carretos de fita magnética que mais tarde dariam origem às famosas e na altura revolucionárias cassetes.

 

Fiquei a olhar para ele atentamente tentando compreender o que ali se estava a passar: é certo que provavelmente o aparelho estaria ligado à electricidade mas há anos que não lhe tocava, não entendendo por esse motivo como é que este começara a funcionar. E ainda por cima nenhum som perceptível vinha do aparelho. A campainha da porta tocou e fui atender: o meu irmão mais velho entrou a correr na sala e foi logo ligar a televisão. Pelas suas palavras meio atabalhoadas e incompreensíveis algo de inesperado se teria passado lá fora e as estações estariam a dar em directo. “Lá fora está um caos do caraças com polícias armados por todo o lado. As pessoas como eu já fugiram. Parece mesmo um filme de guerra como se estivesse no deserto: não se via nada lá para dentro mas acabamos por fugir mesmo no fim com a tempestade a mover-se de novo, sabia lá o que podia acontecer. Dentro do Zoológico nem vi nada a mexer. Ainda pensei que fosse publicidade mas com aquele aspecto só se fosse com magia, bruxos ou extraterrestres” – não parando de falar duma forma excitada e nervosa até conseguir sintonizar um canal de notícias. Já nem me lembrava do gravador de bobines que lá continuava a rodar sem que nada se ouvisse.

 

A violência á um sistema de vida que se baseia num simples facto: é proveitosa desde que o sujeito tenha jeito e vocação para idealizar e concretizar esse objectivo. No fundo não pode ter ideologia nem remorsos que o limitem, nem religião ou pecados que o impeçam. E os Observadores Externos sabiam disso tantos anos se tinham dedicado à evolução da espécie humana e de todo o ambiente que o enquadrava. Os humanos eram susceptíveis às mais pequenas alterações registadas no exterior do seu corpo, por vezes não compreendendo o que era adaptação e querendo de imediato passar ao registo seguinte de aplicação, sem repararem que nem sequer haveria necessidade para tal e que o improviso era muitas das vezes de consequências aleatórias e contraditórias: como instrumento a violência também era uma arte e para muitos grupos a forma mais realista e preparatória para inevitável transição que aí vinha. O que interessava não era o que se passava nesta fase de integração da espécie humana no Universo – fazendo-a apenas compreender a sua forma inicial visível, projectada e apresentada como Matéria limitada apesar de infinita (pelo seu espaço multidimensional de transformação que nós limitamos ao nascimento e à morte) – mas sim generalizar o conhecimento dos extremos neste estado evolutivo e de preparação do nosso trajecto mutacional (físico para espiritual) para melhor se aproveitar o desenvolvimento da Alma em todos os outros mundos destes Universos. A violência seria sempre uma opção por temporária e não repercutível do outro lado da fronteira, além de ser eficaz na nossa autodeterminação: por isso ser tão interessante de utilização em todas as experimentações e outras simulações reais. Aliás não teria nenhum interesse repetir momentos em cenários inexistentes: para os Observadores Externos um caso meramente ocasional mesmo que deliberadamente propositado – tinha que se analisar todas as hipóteses – podia ser uma boa ocasião de estudo e uma janela de oportunidades para outras sugestões, simulações e até simplificações.

 

Acordamos caídos no chão da sala. Se tivéssemos estado inconscientes não tínhamos noção como tal tinha acontecido. A televisão estava ligada e o gravador de bobines tinha parado. Lá fora ainda era de dia e o céu estava claro. E as notícias fixavam-se no Zoológico e no acidente ainda por esclarecer ocorrido em torno da estátua do Cristo Rei.

As imagens que chegavam vinham carregadas de interferências estáticas mas para lá do que podia ver parecia estarmos em presença dum filme a preto e branco: as formas eram perceptíveis mas irradiavam uma cor cinzenta e sinistra. Só se viam edifícios, vultos imobilizados e um ou outro ruído distante que parecia vir da zona onde se encontravam a maioria dos primatas. Entretanto o duplo regressara e em conjunto com o original e para desse modo finalizarem com sucesso a sua missão, abriram o envelope e soltaram o seu conteúdo no ar: milhões de nano partículas luminosas dirigiram-se então para as jaulas dos macacos e fizeram o trabalho para que tinham sido fabricadas. As azuis aceleraram logo os primatas e as vermelhas diluíram as grades das respectivas jaulas, colocando-os finalmente em completa liberdade e convidando-os à aventura e à Evangelização mútua. Em grupos ordenados desceram em grande algazarra até à porta de entrada do Zoológico, onde do lado de fora também se concentrara já uma grande multidão entre civis e militares, que os observava em aproximação perplexos mas também aterrados. E quando as centenas de primatas se imobilizaram no terreno e um dos gorilas se dirigiu para o portão balbuciando uns sons que inacreditavelmente pareciam palavras de uma frase só possível de ser construída por um ser humano, a Violência tão característica como resposta humana apareceu, instalando-se como previsto da forma mais brutal e sanguinária. Mas os primatas do zoológico ripostaram e demonstraram que tal como o macaco tinha evoluído para o homem também este não era um seu exclusivo e que deste modo Deus até podia ser um outro macaco doutro ramo evolutivo, podendo este Deus alternativo e complementar identificar-se com eles e na sua transformação e integração, transformar-se de Deus em Macaco – From God To Ape. Com um simples varrimento o Grande Gorila líder dos Primatas introduziu-se com todos os da sua espécie no buraco que entretanto e mesmo ao lado deles se abrira, desaparecendo e deixando atrás de si o filme recebido e ainda em projecção e um verdadeiro Zoológico Sintético repleto de criaturas replicada na sua mais exigente perfeição. Aqui as cópias seriam melhores que o original. Ainda tentei por o gravador a funcionar mas por mais que o tivesse repetido nunca mais funcionou: só me lembro de ter sonhado com ele e de ter estado em contacto com alguém do outro lado da vida. Até a fita se enrolou e ficou irrecuperável.

 

Era estranho ver-se neste Universo Vivo e Infinito seres vivos racionais e inteligentes que sobrepondo-se duma forma prepotente e violenta sobre todas as outras as espécies vivas envolvidas – com ela compartilhando um espaço comum e aglutinado num cenário projectado para eles (e por eles) pela Natureza – ainda eram capaz de se retratar como possível vítima dum ambiente não considerado (mas real e da sua autoria), como se tal só pudesse acontecer se não fosse a sua intervenção. Talvez tivessem visto O Planeta dos Macacos.

 

Fim da 2.ª parte de 2

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:16
Domingo, 27 DE Abril DE 2014

Psicopatas Como Nós (mas com Poder e ligações ao Sagrado)

Para muitos este texto será a realidade, para outros uma ficção e para a esmagadora maioria nada significará: o que não deixará de ser verdade, neste mundo aviltantemente conspurcado e corrompido. Mas a revolta que assola os nossos corpos já é também incontrolável, chegando a ser implosiva.

 

“A Rússia está em todo o lado – pode atingir os USA em 5 minutos!”

 

Vladimir Diabo Putin

 

Face às constantes e cada vez mais intrusivas e demoníacas acções dessa besta negra e sanguinária a que damos o nome de Diabo, o Mundo Ocidental une-se cada vez com maior fervor, querer e intensidade em torno do seu protector e “Membro Dourado” Tio Sam – o máximo representante de Deus e dos Alienígenas no planeta Terra.

 

Ideologicamente colados ao Diabo e extremamente possuídos pelos seus desejos pecaminosos e libidinosos, os Russos até pela cor simbólica da sua bandeira, representam o que de pior existe neste mundo e no submundo terrestre: sempre prontos a hostilizar o nosso Protector Global na sua luta pela preservação do destino consagrado e pela manutenção do nosso equilíbrio emocional, são constantes os seus pensamentos contraditórios e essencialmente destrutivos – bem expostos nas suas provocações medievais tão próprias da brutal Inquisição – apenas interessados e sem opção alternativa na transformação da nossa vida num autêntico Inferno.

 

E assim enquanto os USA lutam na Ucrânia pela preservação da sua autoridade sagrada no mundo de Deus e de Kerry – contra a invasão da legião de Anjos Negros e de todo o seu contingente pagão – a Rússia sem que ninguém repare e como um vírus mortal, tenta aproveitar a ocasião para atacar o Reino de Deus na sua própria plataforma de Evangelização, ou seja o território sagrado norte-americano.

 

O Mundo tem que se convencer que poderá estar neste momento a caminhar para uma nova guerra mundial muito mais devastadora e sanguinária do que as anteriores e nesse sentido muito semelhante ao anunciado Dia do Juízo Final – se não for por acaso esse mesmo dia: a luta dos Grandes Líderes, Heróis e Lutadores por uma Nova Ordem Mundial estende-se agora às fronteiras do domínio do Diabo, sendo as consequências infelizmente imprevisíveis. Mas com a ajuda de Deus, dos Alienígenas e dos Norte-Americanos a salvação ainda poderá ser possível.

 

Os dados já estão lançados e o Diabo nunca espera – nem sequer à porta do Purgatório. Provas? Ao contrário dos nossos Anjos Celestiais que combatem ao lado da Ucrânia sem nenhum tipo de intenções secundárias ou escondidas senão o de defender os princípios e ideias da civilização ocidental por eles criada e globalizada – só assim podendo estar em contacto continuo com Deus controlando o Diabo e as suas forças da perdição e do pecado – os russos como entidades subterrâneas, infernais e extremamente oportunistas preparam-se agora para atacar, matando o Enviado instalado no Paraíso de Deus ou no Puro Sonho Americano.

 

Viktor Hell Leonov

 

Eis só duas:

 

1 - Os submarinos russos (utilizando segundo Kerry tecnologia ultrapassada) com as suas supersónicas bombas de hidrogénio transportadas por poderosos mísseis de cruzeiro – não é por acaso que os seus foguetões são utilizados nas missões conjuntas USA/Rússia para o reabastecimento da ISS – aguardam apenas pelo desenvolvimento da situação explosiva e provocatória criada pela defesa exclusiva dos interesses hegemónicos norte-americanos ao longo da sua extensa fronteira com a Ucrânia (com o apoio que não se estranha por parte da Alemanha, mas que desde a 2.ª WW cada vez mais se entranha e duma forma repetitiva e suicida se aceita), para atacarem o coração dos Direitos e da Liberdade, não os terroristas apoiantes do falso profeta Maomé e do seu falso deus Alá, mas os defensores de Jesus Cristo e do único Deus disponível e autorizado (apesar de nos escritos serem os mesmos – mas não nas campanhas descaradas ou subliminares dos seus interessados e influentes fanáticos). Não se esqueçam que quando a provocação atinge o limite é só carregar no botão;

 

2 - Como se tudo isto já não bastasse a ilha comunista de Cubo está logo ali ao lado, protegida pelas águas internacionais e por navios de guerra dos seus aliados russos: como é o caso do navio Viktor Leonov – segundo o Pentágono um navio espião da armada russa equipado com tecnologia electrónica de ponta – estacionado actualmente no porto cubano de Havana e pronto a entrar em actividade em missões de espionagem em torno de bases navais norte-americanas (base submarina de mísseis nucleares). Tudo isto coincidindo com a crise na Ucrânia e com a anexação “autorizada” da Crimeia pela Rússia, enquanto que e como seria lógico nestes esquemas de Jogos de Guerra (de patente norte-americana e registada em Hollywood), a potência ameaçada e actuando na defesa da integridade do seu território e soberania, concentra as suas tropas na fronteira ameaçando o Ocidente e a sua civilização exemplar, com a Invasão da Escuridão e os Tempos do Apocalipse.

 

E o que é triste no meio disto tudo é que mais uma vez a Igreja – e como sempre – logo numa altura em que tenta transformar em Santos dois Papas já mortos com o apoio de dois Papas ainda vivos (um reformado o outro no activo mas ambos representantes de Deus) olhe para o lado, pactue e acolha no seu seio uma das partes protagonistas destes actos sucessivos de tortura, sangue e de violência, oferecendo-lhes ingenuamente uma caneta para assinarem um acordo de Paz! Nem lembra ao Diabo.

 

(texto: inspirado em psicopatas reais – imagens: tiradas de derivados da Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:56
Terça-feira, 18 DE Março DE 2014

O Fim do Mundo

Uma década depois sobre o Evento Mundial do 9/11 pode-se agora afirmar categoricamente e duma forma irrevogável que entre os coveiros da Civilização Ocidental – para muitos uma das poucas fortalezas de esperança na altura ainda existente (e resistente) – Portugal e os portugueses estiveram inequivocamente presentes (como sempre para as coisas más mas lucrativas para alguns): e no roteiro da Guerra lá aparecem os Açores (Portugal) e Durão Barroso (Primeiro-Ministro de Portugal).

 

Em 11 de Setembro de 2001 – com a queda das duas torres do complexo do WTC – morreu definitivamente a esperança dum Mundo que, talvez ingenuamente (no fundo somos todos crianças e acreditamos verdadeiramente em tudo o que nos dizem), ainda acreditava profundamente no seu tão propalado e idílico Futuro (promovido pelas elites no poder mas pelos vistos para sua única e exclusiva protecção).

 

Demolição Perfeita – excluindo as milhares de vítimas (colaterais) provocadas

 

Desde os primeiros momentos e dado o número crescente de indícios contraditórios face à esmagadora e inevitável narrativa oficial, muitos afirmaram – apesar de o fazerem muito compassadamente e de início em círculos restritos e muito fechados (nestes casos o medo de vinganças e represálias tem destes efeitos) – podermos estar em presença dum “Inside Job”.

 

A Al-Qaeda e o na altura reconvertido em Anjo Negro (ou Diabo) Bin Laden – anteriormente um Anjo Branco ao serviço do Ocidente, na sua luta heróica travada no Afeganistão contra o outro Diabo Vermelho – terão sido usados como bodes expiatórios preferenciais na construção dos álibis dos verdadeiros culpados por este crime hediondo. E a identificação destes criminosos era fácil de descobrir, bastando olhar e querer compreender o que era o WTC e o que por lá se passava nessa altura ou então compreendendo o que dali iria resultar raciocinar mais um pouco e ver quais os verdadeiros interessados – e que com ele lucraram – neste evento indescritível.

 

Entre subidas e descidas de acções e compras e vendas antecipadas e verdadeiramente divinatórias; entre o início da perseguição a minorias desprotegidas (com deveres e sem direitos) e responsabilizadas pelo sucedido; e entre o verdadeiro motivo para este assalto à mão armada à matéria-prima de outros países só porque eram governados por um ditador enquanto os salvadores apoiavam outros bem pior; todos estes acontecimentos tornam-se (pelo menos) agora de fácil compreensão bastando “parar, escutar e olhar” – isto se não quisermos também ser trucidados por este comboio cheio de mercenários, amantes do poder e do dinheiro como únicas referências culturais (numa mente já desprovida de memória)

 

Hoje o Mundo já não existe encontrando-nos todos à deriva. O problema é que enquanto for a casa lá ao fundo que esteja a arder – e isto apesar de morarmos em casas ligadas entre si – não nos preocupamos muito ou mesmo nada com o que está a suceder, esperando sempre que em último caso seja aquele que manda – mas que em quem ninguém já acredita – e que tendo pena de nós, nos venha a correr ajudar. Até morremos continuaremos condicionados a acreditar na beleza da Branca de Neve e na bondade dos Sete Anões, apesar de até deles os mesmos (que os aceitaram e utilizaram) dizerem mal: a moeda e o poder esmagaram a Humanidade transformando-nos em passivos e tristes escravos.

 

Este edifício (WTC 7) não foi atingido por nenhum avião

 

Quase 13 anos após esta tentativa de Golpe de Estado – pelos vistos bem sucedida – eis alguns factos irrefutáveis sobre os acontecimentos do 9/11 (dos 25 factos apresentados no artigo de Humans Are Free):

 

  1. Nano Thermite was found in the dust at Ground Zero;
  2. The total collapse of WTC 7 in 6.5 seconds at free fall acceleration (NIST admits 2.25 seconds);
  3. Dick Cheney was in command of NORAD on 9/11 while running war games;
  4. Osama Bin Laden was NOT wanted by the FBI for the 9/11 attacks;
  5. 100s of Firefighters and witness testimony to BOMBS/EXPLOSIONS ignored by the 9/11 Commission Report;
  6. On September 10th, 2001. Rumsfeld reported $2.3 TRILLION missing from the Pentagon;
  7. Towers were built to withstand a Boeing jet(s). “I designed it for a 707 to hit it”, Leslie Robertson, WTC structural engineer;
  8. BBC correspondent Jane Standley reported the collapse of WTC 7 (Soloman Brothers building) 20 minutes before it happened;
  9. Insider trading based upon foreknowledge. ‘Put Options.’ Never identified insiders made millions;
  10. At least 7 of the 19 listed highjackers are still alive (BBC).

 

Com os políticos de Portugal sempre em cima do acontecimento e no entanto invariavelmente muitos anos atrasados – talvez uma lembrança genética do Estado Novo – a correrem apressadamente quase que dois anos depois sobre o atentado a caminho dos Açores, prontos a assinarem por baixo (mas mesmo por baixo!) a declaração autorizando os norte-americanos a invadirem o Iraque e a destruírem as diabólicas (por inexistentes) armas de destruição maciça. Recompensados mais tarde como Durão Barroso com uma reforma (pessoal) dourada e deixando todos nós e o país com a famosa imagem de sermos uns atrasados e imbecis. Perdão: Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas; um povo em catalepsia ambulante, não se lembrando nem donde vem, nem onde está, nem para onde vai; um povo, enfim, que eu adoro, porque sofre e é bom, e guarda ainda na noite da sua inconsciência como que um lampejo misterioso da alma nacional, reflexo de astro em silêncio escuro de lagoa morta.” (Guerra Junqueiro)

 

(texto em inglês e imagem – humansarefree.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:46
Domingo, 26 DE Janeiro DE 2014

Final Exorcism

“Na verdade até que o Diabo não devia ser má pessoa, limitando-se apenas a ser mais um funcionário de Deus, com a função de perseguir os pecadores. Pudera que não dissessem mal dele”.

 

President Splits from Partner

 

The Priest and The Possessed

 

Finally The Priest sees Heaven with is on glasses – the horizon of the next generation.

 

The Possessed II will be sent to Hell (no children’s, no problem) and The Possessed I will stay at Purgatory (taking care of theirs children’s).

 

He's now searching for a new Devil' Possessed.

 

Meanwhile Sacristan' Priest said: “I already saw the next presidential Candidate – she's French and lives next door”!

 

(image – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:18
Quinta-feira, 16 DE Janeiro DE 2014

Sem Idade, Com Contactos e Cheias de Riquezas

(Contra-Ficheiros Secretos mas com Contornos Alienígenas) – 1/2

 

Esta história envolve velhinhas, porcos e seres não identificados, talvez anjos ou talvez demónios. Retrata a confusão que existe e persiste entre sonho e realidade e entre caos e ordem. Mas como os pares se complementam, estes fazem parte da mesma coisa e mesmo na maior confusão, se pode dar o início a algo ordenado.

 

As Três Senhoritas

                                                                          

Esta é uma história de província sobre três senhoritas bem formadas, sem marido e sem idade, que num dia dum mês solarengo de muito calor e divertido, se reuniram nas belas e frescas escadas, da sua rude casa de pedra.

 

Um caldo de legumes bem quentinho acompanhado por um bom naco de broa, abrira-lhes o apetite e confortara-lhes o estômago. O arroz de míscaros e os restos do guisado de vitela deram o toque final à refeição. Nunca desprezando um queijinho de cabra e um copo de tinto para limpar a garganta.

 

Ao meio-dia já estavam todas comidas e despachadas e antes que a sonolência invadisse o seu corpo distendido e satisfeito, ergueram-se rapidamente, levantaram a mesa e lavaram a louça, tomaram um cafezinho e foram logo até lá fora.

 

A porta da casa um pouco empenada pela forte humidade da noite anterior, quase que lhes ia negando os seus desejos, mas contrariada e com um forte pontapé bem dirigido, lá se abriu finalmente fazendo entrar o Sol com a luz a acompanhar.

 

Estava um dia lindo e muito claro, com uma aragem muito tímida fazendo ondular muito levemente pequenos ramos e algumas flores e com o Sol a bater fortemente no rosto das senhoritas e a aquecer as pedras dos degraus da sua escada.

 

Reconfortadas e acarinhadas pelos quentinhos raios de Sol as três senhoritas lá foram descendo os degraus, acabando por se sentarem no último desnível da escada e por usufruírem o calor da tarde perfeita, enquanto o granito lhes aquecia o rabiosque.

 

A história veio depois de cumprimentarem alguns dos vizinhos que não deixando de as olhar iam passando diante da casa e fora uma ideia repentina da mais velha das três, que recordando os inesquecíveis tempos passados da sua juventude, se lembrou da história rocambolesca do leitão da Mealhada (perdão Bairrada).

 

O Leitão

 

A história começou nas imediações da vila do Luso mais precisamente na serra do Buçaco, tendo como protagonistas um porco e a porca da sua mulher, fugitivos duma pocilga situada no concelho da Mealhada, que tinha como função pôr os porcos a fornicar e pôr a porca a parir leitões sem parar.

 

Cansado duma vida monótona de puro sexo e prazer, o porco acabara por entrar em depressão perdendo a sua erecção, o que acarretara grandes problemas de produção para a porca, pondo-a em risco de vida por tão pouca bacorada.

 

A ocasião surgiu mesmo em cima da hora, quando o camião que transportava os porcos improdutivos e excedentários para o matadouro municipal se despistou, saiu da estrada e espalhou toda a sua carga pelo chão: uns morreram logo ali, outros não paravam de grunhir e os mais capazes fugiram pelo campo.

 

O porco e a porca da história faziam parte desse último grupo. Ainda meio desorientados pelo acidente em que tinham estado envolvidos e aterrorizados com o cenário de morte que os envolvia – com bocados de porco espalhados por todo o lado desde o chispe ao cabaço passando pelo entrecosto – fugiram sem olhar para trás e com o rabo a enrolar.

 

Na sua fuga desenfreada percorreram campos e mato, atravessaram o Luso de passagem – onde ainda mataram a sede na Companhia das Águas do Luso – e sem parar se dirigiram para a mata do Buçaco. Foi nesse trajecto que encontraram o leitão e vendo-o meio perdido, o porco o convidara para acompanhá-los. De início o leitão ainda hesitara em segui-los, mas vendo o sinal de aprovação da porca aderira prontamente.

 

Apresentemos então e desde já esta terceira personagem, como que caída do céu no trajecto de fuga destes mamíferos não ruminantes e dizendo-se fugitivo duma vara das redondezas: era nem mais nem menos que o jovem Camarinha da terra e por onde ele andasse o sarilho andava por perto. Sobretudo se envolvia uma porca com uma rosca bonita e perfeita.

 

Chegaram à entrada da mata já era noite cerrada. Instalaram-se num pequeno refúgio que encontraram ao lado do caminho e que percorria toda a serra, prepararam com ramos, folhas e alguma caruma a cama onde se iriam deitar e lá foram tratar das suas coisas antes de irem dormir: a porca tratou do local, o porco foi em busca de comida e o leitão ficou a olhar.

 

Bairradinos

 

O leitão na realidade não era natural da Mealhada, sendo considerado entre os seus amigos leitões que com ele habitavam numa quinta perto da zona da Vacariça, como um verdadeiro penetra: no meio onde vivia era já há muito tempo conhecido como o Pilareco da Bairrada, pelo carinho e afecto com que tratava todas as porcas – que parecendo carentes não mais o largavam – e pelo gosto que tinha pelas suas tetas.

 

Mas a fama dos porcos da Bairrada já vinha de longe. Tal como o Pilareco eram porcos carinhosos e afectuosos e entre o porco e a porca o respeito era mútuo e correspondente: mesmo a nível sexual o porco convivia sempre cordialmente com a porca, sendo adepto fervoroso dos preliminares e dum romance verdadeiramente aporcalhado.

 

Assim nunca “o porco iria à porca” como muitos outros o faziam, nem esta se desculparia nunca com as inevitáveis dores de cabeça. Pelo contrário. Eram adeptos das fantasias do parceiro e o seu orgasmo durava meia hora. E tinham carne tenrinha.

 

Entretanto o porco ainda não regressara da batida. A porca e o leitão tinham descoberto umas bolotas por ali caídas e tinham-se deliciado com uns restos de comida que alguém deixara para trás, descansando agora à entrada do refúgio e esperando pelo regresso do ausente.

 

Quanto ao porco este perdera-se no meio do mato e acabara inadvertidamente por atravessar uma estrada que o colocara fora do perímetro do parque. Uma hora depois de ter deixado para trás a mulher, rondava ainda uma casa onde alguns porcos ainda comiam os últimos restos, antes de se recolherem à pocilga: mas o frio apertava e a primeira coisa a fazer era tentar regressar.

 

O frio apertava cada vez mais em torno do refúgio onde a porca e o leitão se encontravam instalados e nem mesmo a folhagem colocada à sua volta os protegia do vento frio que atravessava a serra do Buçaco. Não tiveram alternativa senão aproximarem-se um do outro e enredarem totalmente os seus corpos como se fossem um novelo.

 

A porca não resistiu às investidas pretensamente sem intenções do rosado leitão, certamente e inicialmente causadas pelos espasmos de frio que atravessavam o corpo da jovem e inadaptada criatura. Sensibilizada pela juventude do leitão e pelo sofrimento que este poderia estar a suportar, não foi de espantar que as investidas consecutivas e determinadas do leitão se tenham finalmente coroado de êxito, impulsionadas decisivamente pela atracção e excitação crescente da porca na presença deste jovem e pelas situações difíceis e de carência afectiva que tinha vivido nas últimas horas. O porco nunca mais regressou.

 

As Três Corujas

 

As três senhoritas eram consideradas pela centena de pessoas que residiam na aldeia como bruxas e feiticeiras, um sentimento talvez provocado por nunca terem casado, sempre terem vivido juntas e ainda a outras histórias envolvendo homens, dinheiro e traições. Nada que fosse algo de muito estranho numa aldeia perdida no interior secreto da província, cenário propício a mistérios, encantamentos mas também distúrbios.

 

Corria o boato entre o círculo de beatas que todos os dias acompanhavam o padre na abertura da Igreja, que todas teriam filhos bastardos todos eles já homens, resultado do pacto que teriam feito enquanto jovens moças com um nobre duma freguesia próxima da delas e que se suspeitava ter ligações com o Diabo: engravidara duas gémeas menores de idade que afirmavam nunca o ter visto – apesar de ter sido apanhado a fugir meio nu de madrugada de casa delas – e fizera um aborto a uma outra jovem sua amiga de infância e que muitas bocas afirmavam ter sido por ele causado.

 

Como se pode ver a voz do povo chega sempre a qualquer lado, especialmente se se basear em boatos e rumores que alguns “inocentemente e sem intenções” apenas transmitem: ora como não serve de nada matar o mensageiro, isso dá a certas pessoas a garantia da inimputabilidade. O que se passava é que toda aquela história era falsa, mas o caso de tal facto se ter enraizado na cabeça das pessoas e não mais ter sido desmentido, até que tinha sido muito útil e agradável para as três senhoritas: talvez por medo ou por algum receio nunca mais as tinham aborrecido com assuntos fúteis e dispensáveis, deixando-as fazer a sua vida simples descansadas e em sossego e até tendo para ali chamado com a divulgação destas histórias alguns curiosos susceptíveis à acção de adivinhos e de cartomantes, que ali lhes vinham pedir ajuda e solução para os seus problemas financeiros, de saúde ou passionais e que sempre de lá saíam pelo menos bem bebidos, bem comidos e satisfeitos com o carinho e compreensão (apesar de sem solução) por elas demonstrado.

 

A verdadeira história era muito típica desses tempos de juventude do século passado, com três jovens da província fechadas num mundo auto-suficiente mas sem grandes comunicações com o exterior, que um dia tiveram a oportunidade de sair do seu mundo fechado e percorrer um outro mundo que por vezes não compreendiam nem que fosse pela sua extensão indeterminada e sem fronteiras conhecidas. Partiram com a sua Tia Vitória no carrinho puxado pela sua velha mula a caminho do curandeiro local, transportando consigo a porca Matilde que nos últimos dias ia passando mal agora que estava cada vez mais próxima de parir: não poderiam perder nenhuma das crias da porca Matilde já que todos e tudo eram importantes para o orçamento e sobrevivência da família. Naquela época viviam-se tempos belos mas muito difíceis.

 

Mas tal como os mochos e as corujas as três jovens de então eram reflectidas, responsáveis e extremamente práticas e directas nos actos que praticavam. O que por vezes também trazia inconvenientes e muitos problemas adicionais, dada a sua juventude e gosto pela aventura e pelo risco, que as três jovens transportavam e exteriorizavam continuamente. Daí não ser de estranhar o que aconteceu e compreender o aparecimento de tantas inverdades e delírios.

 

Chegaram a casa do curandeiro já a tarde ia bastante adiantada. A culpa fora da mula que se recusara a puxar o carrinho numa das passagens da serra, o que obrigara a uma longa pausa até que a convencessem a pôr-se de novo ao caminho: talvez tivesse sido o uivar do lobo que incomodara a caminhada até ali normal da mula, mas tal facto e o atraso registado iria obrigá-las a refugiarem-se por ali, para passarem a noite que aí vinha. E foi já no período em que se iam deitar após uma pequena ceia para aquecer e confortar um pouco mais o estômago e se enfiarem no leito onde iriam pernoitar – iriam ficar no rés-do-chão da habitação juntamente com os animais – que as três jovens sem o saber iniciaram a sua aventura.

 

E tudo começara com o aparecimento de algo muito estranho e inesperado que surpreendera as três jovens, ainda elas brincavam com os animais – vacas, ovelhas, porcos, galinhas e patos – que compartilhavam alegremente com elas o dormitório desta noite.

 

          

Anjos dos Céus

 

A partir da porta do celeiro tinham avistado a algumas centenas de metros uma luz que parecia ter descido do céu e estabilizado atrás do arvoredo que rodeava um dos lados do lugar onde se encontravam a pernoitar. Ao princípio tinham ouvido um pequeno silvo e algumas luzes coloridas que posteriormente tinham estabilizado num único ponto iluminado. Curiosas saíram para o exterior para observar melhor o que seria, fechando de imediato a porta atrás de si, mas não conseguindo evitar que um dos bácoros saísse a correr. E foi nessa correria atrás do irrequieto animal que foram surpreendidas por dois seres aparentemente humanos, mas belos e magníficos como anjos: um homem e uma mulher olhavam-nas aparentemente à sua espera.

 

As duas personagens nunca lhes suscitaram qualquer tipo de sensação de medo, despertando-lhes pelo contrário um sentimento de confiança e de partilha que levou as três jovens a segui-los sem hesitar mal foi feito o convite. Ao fundo podia-se ver um veículo estranho e sem rodas que de certo os transportara até ali no qual os dois seres se introduziram convidando-as a acompanhá-los. Ainda pensaram uns segundos antes de entrarem, pois poderiam estar diante de mais uma das obras do Diabo, não fossem os dois um casal de uma extrema e estonteante beleza particularmente no caso do homem, ou não fossem elas mulheres, jovens e prontas a acasalar.

 

A vista que tinham a partir do veículo agora em movimento e atravessando como que suspenso os céus da região era fantástica, com as três jovens paralisadas por fortes emoções como que estivessem a viver um sonho indescritível e inacreditável, só possível de existir noutro mundo que não o delas, mais superficial e com horizontes mais limitados ao nível da observação horizontal.

 

Foram até à zona do convento de Nossa Senhora da Lapa, tendo sobrevoado toda aquela zona beirã e apreciado a região onde o rio Vouga nascia. De noite poucas luzes se viam e só uma ou outra casa uma ou outra rua se encontrava iluminada, mas a Igreja essa era bem visível mesmo no cimo do monte, com os poderosos penedos a rodearem-na e a fazerem parte dela.

 

Voaram ainda por outros céus mais profundos e distantes que o veículo alcançou, nunca se esquecendo no entanto daquele ponto particular sobre a superfície de Portugal onde os dois seres misteriosos tinham projectado um futuro, no qual uma enorme multidão debaixo de um Sol em eclipse e na presença de visitantes luminosos vindos do Além, deu voz à sua profunda fé e esperança num mundo melhor e ao qual todos tinham direito na Terra como no Céu. Para as três jovens foi emocionante verem em antecipação o milagre de Fátima, contando com a presença de uma linda Senhora recortando-se no Céu – sob um pedestal luminoso provavelmente de nuvens – e contrastando duma forma magnífica e penetrante com a evolução do eclipse como pano de fundo. Não esquecendo a presença bem visível e marcante dos Três Pastorinhos.

 

No regresso passaram de novo pela Senhora da Lapa onde os dois seres lhes entregaram um objecto que parecia um sardão: só o tiveram de colocar sob o suporte do telhado ainda a noite ia a meio e todo o mundo dormia, substituindo o anterior já muito degradado e afirmando desta forma e mais uma vez que é possível e desejado (por complementar) a convivência entre o sagrado e o profano, entre o pobre e o rico, entre o Homem e a Natureza.

 

Antes do nascimento do dia voltaram de novo ao celeiro e quando acordaram de manhã ainda ficaram na dúvida se tudo o que tinham vivido seria realidade ou ilusão. Uma certeza no entanto nunca pode ser desmentida, apesar das três jovens nunca terem percebido como tal poderia ter acontecido: fora a primeira vez que tinham sido impregnadas e tal como a Virgem-Maria estavam grávidas e iam dar à luz.

 

(1.ª parte de 2)

 

(imagens – retiradas da Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:42

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