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Sexta-feira, 09 DE Junho DE 2017

Eleições no Reino Unido

Tentando reforçar a sua maioria no parlamento britânico de 330 lugares (em 650 maioria a 326) Theresa May desejou antecipar as eleições (não ligando às preocupações dos seus eleitores) e o resultado foi uma estrondosa derrota: perdendo a maioria e 31 lugares e mesmo assim (e ao contrário de David Cameron) não querendo demitir-se. Entreabrindo a porta nº 10 e deixando desde já Jeremy Corbin à espreita (sendo necessário para entrar apenas empurrar a porta) tal o caos estratégico do partido Conservador (completamente à deriva desde que David Cameron como um “verdadeiro comandante” foi o 1º a abandonar o barco).

 

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Jeremy Corbin (Trabalhistas/Sindicalista/68 anos) ‒ 40,0%

Theresa May (Conservadores/Banco de Inglaterra/60 anos) ‒ 42,5%

 

Com os resultados das Eleições no Reino Unido já conhecidos, a primeira conclusão a tirar (até porque estas eleições antecipadas foram promovidas pelos Conservadores de modo a reforçarem a sua liderança) é que o partido no poder sofreu uma considerável derrota (o 2º grande erro Conservador neste caso da autoria de Theresa May): dos 330 lugares que lhe davam uma maioria no parlamento britânico passando a 318 e apesar de continuar a ser o maior partido, perdendo a sua margem de manobra e ficando dependente de alianças com terceiros (e menores partidos). E colocados perante as negociações associados ao Brexit (o 1º grande erro Conservador neste caso da autoria de David Cameron), não se percebendo até ao momento como querendo prosseguir o seu caminho (como se nada se tivesse entretanto passado) Theresa May irá resolver a embrulhada em que se enfiou ‒ para já falando-se de uma aliança (não de Governo) com os Democratic Unionist (da Irlanda do Norte) atingindo assim a maioria com 328 lugares (maioria com 326), mas por outro com os Trabalhistas a oferecerem-se também para um possível Governo por si liderado (minoritário) apoiado por outras forças com lugares no parlamento Britânico e mais próximos do centro-esquerda. E desse modo com o partido Trabalhista do tão contestado Jeremy Corbin (interna e externamente) a ser o grande vencedor destas eleições de 8 de Junho, não só pela sua grande subida de lugares no parlamento (+31 lugares), como da subida espetacular no número de votantes (perigosamente próximo dos Conservadores) ‒ colocando-o hoje numa posição de força no parlamento britânico e talvez iniciando aí (e agora) o seu caminho para ser o próximo Primeiro-Ministro agora que a ameaça de novas eleições começa cada vez mais a pairar no ar.

 

Partido

 

Lugares

Evolução

Votos

(%)

Conservative

 

318

-12

13,650,918

42.45

Labour

 

261

31

12,858,644

39.99

Scottish National

35

-19

977,568

3.04

Liberal Democrat

12

3

2,367,038

7.36

Democratic Unionist

10

2

292,316

0.91

Sinn

Féin

7

3

238,915

0.74

Plaid

Cymru

4

1

164,466

0.51

Green

 

1

0

524,604

1.63

Ind

 

1

-4

144,884

0.45

Ulster

Unionist

0

-2

83,280

0.26

Soc. - Dem. and Labour

0

-3

95,419

0.3

Ukip

 

0

0

593,852

1.85

Other

 

0

0

166,336

0.52

Resultados das Eleições Gerais na Grã-Bretanha de 8 de Junho

(um lugar por definir de um total de 650 ‒ maioria 326)

 

Indo-se agora viver no Reino Unido mais um período de grande indefinição política, com os Conservadores a continuarem a lutar pelo Brexit (e sejamos sinceros forçados a seguir essa opção) ao mesmo tempo que uma maioria cada vez mais significativa (e declaradamente contra os resultados do referendo do Brexit) continuando a sua luta pela permanência ‒ enquanto mesmo ao lado da Ilha e face à confusão instalada, o Continente mesmo sob uma grande crise sorri com a situação do filho há muito tresmalhado, mas (antes) oficialmente não declarado. De resto e observando o cenário eleitoral resultado de 8 de Junho com o parido Escocês a sofrer uma significativa descida (perdendo 19 dos seus 54 lugares distribuídos entre Conservadores/Trabalhistas), com o UKIP a desaparecer não do parlamento mas da vida política inglesa (apoiantes do Brexit) e com outros pequenos partidos (Liberais e pequenos partidos de Gales e da Irlanda do Norte) a manterem/subirem ligeiramente a sua representação. E do meio desta confusão indo muito provavelmente surgir um Governo com data de fim marcado (Conservador, minoritário e apoiado no parlamento) preparando-se para dentro de meses levar a cabo mais um ato eleitoral: com a América em guerra interna (os derrotados não aceitam os resultados), com a Europa completamente à deriva (à espera que os vitoriosos na América consigam emergir), com a guerra a poder explodir e alastrar a todo o Médio Oriente (agora que Trump armou os sauditas até aos dentes de modo a levar a sua avante, mesmo eliminando grandes aliados na proliferação do terrorismo como o Qatar) e agora como se já não bastasse e por completa incompetência e excesso de arrogância dos Conservadores criando o caos na Grã-Bretanha e adiando mais uma vez o país. Afinal de contas saindo ou reentrando?

 

(dados da tabela: theguardian.com ‒ imagens: politico.eu/Getty Images)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:21
Terça-feira, 06 DE Junho DE 2017

Eleições na Grã-Bretanha

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UK Elections

 

Com as eleições marcadas para a próxima quinta-feira (dia 8) as últimas projeções apontam para uma vitória dos Conservadores mas perdendo bastantes lugares para os Trabalhistas;

 

Ou noutra hipótese apesar de tudo possível mas certamente surpreendente (pelo terramoto político que provocaria agora que está em curso o Brexit sob o comando de Theresa May) para a vitória dos Trabalhistas e do seu tão contestado líder Jeremy Corbin.

 

Com o partido Escocês a poder ter um papel importante a desempenhar (no desenlace deste enredo).

 

General Election 2017:

Conservative poll lead over Labour narrows to just one point

 

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Theresa May (Tories) VS. Jeremy Corbin (Labour)

 

The Conservative lead over Labour has dropped to just one point in a new poll which is likely to set nerves jangling at Tory headquarters with polling day now just hours away.

 

The Tories were 24 points ahead of Jeremy Corbyn’s party when the election was called but the polls have tightened in recent weeks with a new survey by Survation for Good Morning Britain putting the Conservatives on 41 per cent and Labour on 40.

 

(imagens: cmegroup.com/telegraph.co.uk - texto/inglês: J. M./telegraph.co.uk/6.6.2017)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:36
Domingo, 04 DE Junho DE 2017

UK ‒ Em menos de 3 meses 3 Ataques

Neste momento e aproximadamente em 10 semanas com os atentados a já terem provocado perto das 40 vítimas mortais e tendo já ultrapassado os 200 feridos (alguns deles graves).

4 Mortos+20 Feridos/semana

[E que se saiba não foram os Russos]

 

Com as Eleições Gerais na Grã-Bretanha marcadas para a próxima quinta-feira dia 8, verificou-se ontem (sábado) em menos de 3 meses o 3º atentado (com feridos e vítimas mortais) em território britânico: recordando-nos do atentado da capital na Ponte de Westminster (23 de Março) e do atentado no espetáculo de Ariana Grande na cidade de Manchester (22 de Maio), agora com um novo atentado algo parecido com o primeiro e também na capital mas agora na Ponte de Londres.

 

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Um dos 3 elementos abatidos pela polícia britânica

(utilizando um falso cinto explosivo)

 

No atentado de sábado tudo se tendo iniciado por volta das dez horas da noite na Ponte de Londres (uma das pontes que atravessam o rio Tamisa ligando a City a Southwark), com uma carrinha a mergulhar subitamente sobre os pedestres que aí circulavam (tratava-se de uma noite de fim-de-semana), seguindo de imediato na direção de uma zona comercial onde três individuo armados começaram a esfaquear todas as pessoas que encontravam. Até serem abatidos pela polícia.

 

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Os outros 2 elementos abatidos pela polícia britânica

(um à esquerda e outro à direita do agente)

 

Num intervalo de poucos minutos (8’) iniciado com o aparecimento da carrinha (Ponte de Londres) e concluído com o abate a tiro dos três indivíduos envolvidos no ataque (Mercado de Borough), tendo-se registado pelo menos 7 vítimas mortais e quase meia centena de feridos. Levando o Governo de Theresa May neste momento dramático e agora que estamos a 3 dias das Eleições, a chegar finalmente a uma conclusão óbvia e tomar a iniciativa (perante os COBRA e falando de terrorismo):

 

"We cannot continue as we are. Things need to change."

 

E com as Eleições na Grã-Bretanha aí à porta (com o inicialmente derrotado o Trabalhista Jeremy Corbyn cada vez mais próximo da líder Conservadora e 1ª Ministra Theresa May), com os atentados a prosseguirem um pouco com todo o lado (agora tendo Londres como um dos alvos prioritários), com a Guerra nos países árabes a não ter fim estando mesmo a expandir-se (Líbia, Síria e Iémen) e com o caos político instalado no Mundo Ocidental (com a eleição de Trump e de Macron envoltas numa possível e delirante manipulação russa), com a Luz ao Fundo do Túnel conduzindo à ainda possível salvação do Velho Continente (agora que a Europa se fossilizou sobre si própria, pensando consolidar-se e simultaneamente virando as costas à Rússia, uma autoestrada preferencial aberta rumo ao mercado asiático) a mostrar-se cada vez menos intensa (crise económica) e originada numa passagem cada vez mais estreita (imposta pelos EUA na defesa dos seus interesses), deixando a este espaço e a todos os que nele residem menores perspetivas de Paz e a importação da Guerra para o interior dos seus territórios (e das suas famílias).

 

Mas será que a Europa já se esqueceu da II Guerra Mundial (1939/1945)?

 

(imagem: Gabriele Sciotto)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:32
Segunda-feira, 15 DE Maio DE 2017

França, Eleições & Emmanuel

[Ao nomear o seu amigo e colega de escola (Sciences Po de Paris) Édouard Philippe como novo 1ºMinistro (também amigo dos Rothschild via Grupo Bilderberg) e logo de imediato e após tomar posse com Presidente de França ter como sua 1ª Visita de Estado a Alemanha da chanceler Ângela Merkel, se por um lado Emmanuel Macron se pode regozijar pelo seu avião não ter sido atingido por relâmpagos durante a sua viagem obrigando-o a voltar para trás (tal como sucedeu com François Hollande quando foi eleito Presidente em 2012 na sua 1ª vassalagem à já e ainda líder alemã e europeia), por outro lado todos os sinais que daí emanam (de Édouard e de Ângela) sugerem Macron como mais um Dançarino da Companhia Sarkosy (e do Harém da Chanceler). Faltando-se saber o que fará com o Joker Americano.]

 

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Emmanuel Bonaparte Macron

 

Dos mais de 47 milhões extraídos dos mais de 67 milhões

(de franceses)

Só 8 milhões votaram Macron

 

Numa França há muitos anos à deriva ‒ antes submetida à sobranceria inglesa face à sua submissão à Alemanha ‒ surge agora um candidato não representando ninguém disposto a mudar o país num estilo Clinton/Blair (tipo colonialista). Não percebendo não existir opção que não seja os 2 Blocos (EUA e Rússia/China) e que não será a França (na sua Imaginação a 5ª Potência Mundial) que aí irá inovar: com os ingleses a rirem-se dela (conforme a cronologia dentro/fora da EU), com os alemães a tratarem-na como aos outros (do grupo do défice excessivo) e até com os norte-americanos à espera que os passarinhos venham rapidamente comer à sua mão (enquanto Donald Trump vai comendo uma fatia de bolo de chocolate, aproveitando a ocasião para outra patifaria).

 

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França ‒ O território em disputa

 

Num país com cerca de 67,5 milhões de indivíduos e 47,5 milhões de votantes, foram estes os resultados da 1ª volta das Eleições Presidenciais Francesas de 23 de Abril de 2017:

 

Candidato

Partido/Frente

Cidadãos

(67,5)

Cidadãos AV

(47,5)

(Abstenção)

-

15.7

22.3

Emmanuel Macron

En Marche!

12.8

18.2

Marine Le Pen

National Front

11.4

16.2

François Fillon

The Republicans

10.7

15.2

Jean-Luc Mélenchon

La France insoumise

10.5

14.9

Benoît Hamon

Socialist Party

3.4

4.8

N. Dupont-Aignan

Debout la France

2.5

3.6

(Brancos/Nulos)

-

1.4

2.0

Jean Lassalle

Résistons!

0.6

0.9

Philippe Poutou

New Anticapit. Party

0.6

0.8

François Asselineau

Popular Rep. Union

0.5

0.7

Nathalie Arthaud

Lutte Ouvrière

0.3

0.5

Jacques Cheminade

Solid. and Progress

0.1

0.1

(Resultados da 1ª volta das Presidenciais Francesas ‒ AV: Autorizados a Votar)

 

Uma tabela que significa duas coisas:

 

O Presidente de França não é na Realidade Emmanuel Macron (só na sua própria Imaginação), encontrando-se o mesmo ainda escondido entre a Abstenção;

 

Emmanuel Macron representa na melhor das hipóteses apenas 18% da totalidade da população francesa (isto se pusermos de lado os 20 milhões não autorizados a votar).

 

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O Rico, a Herança e o Herdeiro

 

A partir dos indícios deixados para trás e relativo aos resultados da 1ª volta das Presidenciais Francesas (que deram a vitória na 2ª volta a Emmanuel Macron sobre a sua adversária Marine Le Pen), com o país a manter-se dividido entre vários nichos sem grande expressão política e descaracterizados ideologicamente (o problema do oportunismo e dos independentes na política), projetando-se para o mesmo a manutenção do seu cenário de crise (anterior) e o recrudescimento dos conflitos já vindos de trás ou latentes. E se Emmanuel Macron persistir no seu endeusamento político numa tentativa de reforçar o seu poder (utilizando os Media e as classes altas e conservadoras francesas) então o caldo estará mesmo entornado e o futuro de França posto em causa: algo de muito expetável agora que Macron (um político afirmando-se centrista) escolheu Philippe (um político de centro-direita) para seu primeiro amigo (um sinal e uma provocação).

 

[Emmanuel Macron: um político oriundo da classe média francesa que não se tendo sentido bem na representação do papel para o qual estava predestinado, na altura certa e mais que oportuna soube aproveitar o seu Momento, alterando radicalmente o seu rumo e dedicando-se à política e à Administração Pública ‒ no seu necessário mas compensatório Calvário passando como muitos outros políticos franceses pela Sciences Po de Paris (tal como o nosso ex-Primeiro-Ministro José Sócrates), formando-se em 2004 pela ENA ‒ num pequeno intervalo e como banqueiro tornando-se sócio do Banco Rothschild ‒ aderindo ao PS francês em 2006, aproveitando a boleia de François Hollande integrando a Presidência da Republica (2012) e finalmente talvez preparando já o seu assalto ao Palácio do Eliseu e ao lugar do seu ainda Chefe, acabando por integrar o Governo de Hollande e de Valls como Ministro da Economia (2014). Saindo em 2016 do Governo, esquecendo o cartão do partido (já rasgado provavelmente há muito), candidatando-se às eleições e sendo hoje o Presidente.]

 

(imagens: conseildansesperanceduroi.wordpress.com e web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:04
Terça-feira, 02 DE Maio DE 2017

França ‒ Um Pau com dois Bicos (e não apenas um)

A 7 de Abril de 2017 a França escolherá o seu novo Presidente.

E depois?

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 Emmanuel Macron e Marine Le Pen

 

Nos dias de hoje e na América o seu Presidente e Administração (e todos os seus amigos poderosos, patrões, ricos e até milionários) travam hoje (curiosamente) uma luta de morte contra os seus antigos empregados e representantes no poder (político): pelo cenário com Trump a adaptar-se se não quiser mesmo desaparecer.

 

Em agonia profunda desde que a Alemanha a colocou no seu devido lugar no contexto económico e financeiro da Europa Comunitária ‒ um país tal como os outros, dependendo do Banco Central Europeu instalado e dirigido a partir de Frankfurt (curiosamente tendo como dirigentes máximos um italiano/Mario Draghi e um português/Vítor Constâncio) ‒ a França vê-se agora num beco sem saída (a encruzilhada já ficou para trás) entalada como está entre a escolha de uma candidata apoiada por setores tradicionais, conservadores e da extrema-direita francesa em que os Emigrantes são sempre os culpadose um outro candidato auto proclamando-se do centro democrático e partidário duma Europa revigorada e relançada, que aproveitando a (sua) oportunidade surgida, a sua juventude e elegância e o seu aparente desinteresse pelo poder de que poderá vir a usufruir dentro em breve (numa infeliz e aparente reencarnação do Tony Blair inglês) ‒ em que os cidadãos são sempre os culpados.

 

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E a França de ambos

 

Seja qual for a opção dos eleitores franceses face aos dois candidatos em confronto e a todos misteriosamente impostos (com ambos sem Objetivos transparentes, a não ser o de alcançar o poder e aí sobreviver), naturalmente tudo ficando na mesma com Macron a ser eleito (continuando Le Pen lá na sua) e a França a obedecer ‒ aos alemães e norte-americanos e com os ingleses já de fora. Tudo indicando que a partir do próximo fim-de-semana e com a eleição do novo Presidente, o ambiente na sociedade francesa manter-se-á inalterável, aceitando ordens externas, deixando a economia rolar e como sempre em ambiente fraternal (e situacionista) esperando por melhores dias: ainda não compreendendo como nos últimos anos o Mundo mudou tanto (com a China a começar a assumir o seu papel de maior potência Mundial Futura conjuntamente com a Rússia e com o grande Eixo Económico agora centrado na Ásia) e que até na América são já os Milionários a assumirem a Empresa e a chamarem a si todo o Poder (vindo daí toda a agitação política que atravessa não só toda a América como também todo o Mundo, com os políticos a verem ser posta em causa a necessidade da sua existência e os seus direitos adquiridos).

 

Podendo-se desde já afirmar ‒ até pelos políticos que o Tempo nos tem apresentado ao longo de toda e pela extensão do Espaço por onde se têm disseminado ‒ que desde que a Europa perdeu a sua Independência/no passado (com o fim da II Guerra Mundial e com a necessidade urgente da sua reconstrução, dividida de uma forma salomónica entre os dois Blocos vencedores) e no preciso momento em que um deles abandona o barco/no presente (a Inglaterra e porque será?) a opção deixou de existir, restando aos nossos representantes a gestão da desagregação e do nosso inevitável regresso ao passado. E o Futuro?

 

(imagens: AFP)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:53
Quarta-feira, 02 DE Novembro DE 2016

USA – 8 de Novembro 2016: Chucky ou Tiffany?

Enquanto cada um dos Bonecos Diabólicos (CHUCKY e TIFFANY) insistem significativamente na projeção dos seus inúmeros defeitos como estratégia vitoriosa nas eleições presidenciais norte-americanas (como todos nós sabemos, matematicamente só um deles podendo ganhar),

 

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US Presidential Election 2016

Chucky vs. Tiffany

 

A campanha de ambos (tendo o mesmo objetivo mas com percursos aparentemente distintos) lá vai continuando progressiva e imparavelmente a descredibilizar o país e a eficaz prossecução do seu caminho na manutenção da hegemonia global: com os protagonistas a serem agora aqueles que nos tomam como Palhaços (deste circo de hipocrisia e de vergonha) não-certificados os bobos, eliminados os animais e alienados os racionais. Mantendo no entanto a barraca para estes Reality Shows.

 

Pelo que a exatamente uma semana (menos um dia para ser mais preciso) da votação e da declaração do Boneco Diabólico vencedor (com um deles sendo esmagado por E-mails e com o outro sendo asfixiado pela omnipresença de Putin) e mesmo com 99% dos Média norte-americanos (e seus mais fervorosos aliados ocidentais) favorável à vitória de TIFFANY, CHUCKY continua bem vivo não parando de esbracejar: sendo no entanto conveniente recordar que no filme “A Noiva de Chucky” o objetivo de cada um destes Bonecos Diabólicos seria sempre o de possuir os Humanos, transferindo o seu corpo para estes, deixando de ser Bonecos e confundindo-se para sempre no nosso mundo entre nós (para assim poderem continuar a praticar silenciosamente todos os seus crimes legais).

 

Com as últimas sondagens a apontarem ainda para a vitória presidencial de TIFFANY (HC) no próximo dia 8 de Novembro, apesar da franca recuperação de CHUCKY (DT) face aos sucessivos escândalos envolvendo a (outra) família da Noiva. Num cenário doentio duma família descompensada, onde um deles teria um filho (o de género masculino – sem o saber e como resultado de ser mulherengo) enquanto o outro seria um Pinóquio (o de género feminino – ambiciosa e bem lixada e na família com outro membro variável).

 

Concluindo-se que a 9 de Novembro de 2016 (“a data dos jornais de Tiffany no início do filme e da tumba de Charles Lee Ray é 9 de Novembro de 1988, a data do lançamento do primeiro filme da série, Brinquedo Assassino”/wikipedia.org) com a eleição de um dos dois maiores vilões de um dos melhores filmes de terror, o mundo continuará o caminho em direção a um novo cenário mas agora apocalíptico: tal e qual os Walking Dead.

 

[a 7 dias da eleição nos EUA com a última média de sondagens a apontar para 45%/HC e para 43%/DT e com DT a aproximar-se de HC – podendo até acontecer que DT ganhe na votação popular – mas perdendo quase de certeza na contagem fundamental por Estado]

 

(imagem: WEB)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:07
Segunda-feira, 19 DE Setembro DE 2016

A Europa implodirá pela Alemanha

“E seremos nós os primeiros a ser atingidos pelos estilhaços”

(do fim de um novo império)

 

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Ângela Merkel – Em queda livre

 

Enquanto a velha EUROPA descendente e órfã de Adolfo Hitler (e das suas ideologias nacionais-socialistas) continuar a pensar que a salvação da sua Elite continua a estar na exploração desenfreada e sem limites dos cidadãos que os elegeram (depositando neles toda a sua esperança e pensando ali estarem unicamente para os defender) – ainda-por-cima substituindo o certificado de posse de arma por um canudo completamente inútil mas indubitavelmente muito mais perigoso (enquanto a arma oprime fisicamente originando revoltas, o canudo deprime psiquicamente provocando psicoses) – o seu destino continuará traçado no caminho inexorável da sua extinção.

 

Pelo que as últimas sondagens realizadas na Alemanha e tendo como objetivo as eleições regionais de BERLIM (após as últimas e estrondosas derrotas do partido de ANGELA MERKEL) nunca poderão espantar, tal a situação que se vive no país especialmente desde que os norte-americanos optaram pela instalação do caos no Médio Oriente para assim melhor controlarem o preço do petróleo: destruindo todas as infraestruturas básicas de países árabes como o Iraque, a Síria, a Líbia e até o Iémen e encaminhando todos estes milhões em fuga da guerra, da morte e do genocídio para territórios aliados (e desvalorizados) como os da Europa.

 

Com as previsões a apontarem para uma derrota histórica da União Democrática Cristã (liderada por Merkel) este domingo ficando-se por uns míseros 18% (ganhando os Sociais-Democratas e registando o aparecimento de novas forças políticas como a direita populista da Alternativa pela Alemanha com cerca de 12%).

 

Agora que a Alemanha está pejada de refugiados, carregada de emigrantes e simultaneamente minada pelos problemas nunca resolvidos dos seus cidadãos oriundos da extinta Alemanha de Leste – incorporados mas sempre marginalizados.

 

Num cocktail explosivo de desespero e de violência – e com um número crescente dos seus cidadãos desejando um novo HITLER já que Merkel é mulher (e naturalmente inferior).

 

Sabendo-se que o problema não está no sexo mas no próprio instrumento (Chinês ou Made in Taiwan).

 

[Resultados provisórios das eleições regionais de Berlim:

SPD/21.6 CDU/17.5 The Left/15.7 Alliance '90/The Greens/15.1 Alternative for Germany/14.1 FDP – 6.7]

 

(imagem: WEB)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:03
Segunda-feira, 25 DE Julho DE 2016

A Reencarnação de KGB CHUCKY PUTIN

BREAKING NEWS USA:

 

Segundo o candidato CLINTON o candidato TRUMP trabalha para o KGB PUTIN

 

Para todo o MUNDO (os 7 biliões de indivíduos que ainda vivem no planeta TERRA) compreender o papel atual da Comunicação Social Ocidental (infelizmente a sua esmagadora maioria abandonando definitivamente todos os seus valores éticos, morais e de defesa do SUJEITO) e ainda para quem quiser saber verdadeiramente para quem trabalham os jornalistas (neste momento exclusivamente ao serviço das EMPRESAS e atualmente utilizados para contar histórias de outros mundos que não o nosso), basta olhar para o insuspeito jornal (online) THE HUFFINGTON POST e olhar para a sua grande notícia de 1ªPágina (de 2ªfeira, 25 de Julho):

 

FEAR:

 

PUTIN MEDDLING IN U.S. PREZ ELECTION

 

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PUTIN, DEM & DESPERADOS

How Putin Weaponized Wikileaks to Influence the Election of an American President

Evidence suggests that a Russian intelligence group was the source of the most recent Wikileaks intel dump, which was aimed to influence the U.S. election

(defenseone.com)

 

Algo a que já estávamos bastante habituados a assistir nesta EUROPA sem RUMO e cada vez mais sem LEI (com dirigentes a decidirem pelo povo deste grande continente, nem sequer tendo sido eleitos pelos mesmos para os representar) e controlada ao pormenor pelos EUA e os seus estrategas GEOPOLÍTICOS – agora que os interesses da maior potência militar à face da Terra se viram para o novo EIXO ECONÓMICO MUNDIAL a ÁSIA e o país que o tem vindo a desafiar no presente e que certamente será o seu grande adversário no FUTURO: a CHINA (nunca esquecendo o seu aliado e parceiro a RÚSSIA).

 

E assim utilizando a mesma estratégia de aproximação (desrespeitosa, humilhante e criminosa) que utilizariam com qualquer tipo de indivíduo considerado atrasado mental (no fundo como o ESTADO nos tem tratado ultimamente, agora mais aprofundado e levado ao pormenor mais mesquinho pelo novo poder que o substituiu as EMPRESAS), os MEDIA GLOBAIS dependurados nas grandes empresas e Conglomerados e lutando pela sua própria sobrevivência (como verdadeiros PROSTITUTOS) criam e persistem num mesmo BODE EXPIATÓRIO num novo e moderno DIABO, culpando-o de todas as desgraças atualmente em curso na TERRA.

 

Como se já não chegassem os títulos dos jornais do país de Sua Majestade (e do seu divertido e ultrapassado Agente 007) constantemente e por tudo e por nada atacando a RÚSSIA através da figura do seu PRESIDENTE (o que é natural na Inglaterra e em qualquer localidade de província em que se saca o dinheiro do tipo que investe enquanto se vilipendia o mesmo e se vai usufruindo do seu dinheiro), eis que agora VLADIMIR PUTIN é subitamente introduzido na corrida presidencial norte-americana e segundo os DEMOCRATAS apoiando diretamente os REPUBLICANOS. Ou seja os norte-americanos só poderão votar em Novembro HILLARY CLINTON (Democratas) pois caso contrário ao votarem DONALD TRUMP (Republicanos) estarão a entregar os EUA de mão beijada à RÚSSIA e ao PERIGOSO E AUTISTA DITADOR E DIABÓLICO camarada PUTIN.

 

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CHUCKY KGB PUTIN

Segundo os responsáveis da candidatura presidencial DEM

O novo agente a leste do candidato REP Donald Trump

(consequência: demissão do líder do partido Democrata a congressista da Florida W. Schultz)

(Produções Anormais)

 

E tudo isto porque HILLARY CLINTON foi apanhada em mais um dos seus esquemas perigosos e talvez mesmo ilegais (desde os seus EMAIL, passando pelas fabulosas dádivas em DINHEIRO, até aos seus preciosos e fundamentais SUPERDELEGADOS como é o caso do seu marido) recorrendo como uma criança mimada, desesperada e sem qualquer tipo de argumento válido ou minimamente credível, culpar o outro atirando para cima dele todas as suas vergonhas e apontando-o como o MAU. Algo de inacreditável num candidato que possivelmente nem deveria ter sido autorizado a concorrer: por muito menos nos EUA um negro leva um tiro (e na maioria dos casos como remédio santo deixa de falar).

 

Quanto a nós portugueses entalados entre a Alemanha de Merkel (via rápida dos desesperados refugiados, como dos seus algozes terroristas) e o imenso oceano Atlântico (impossível de atravessar numa simples barcaça) – e ainda-por-cima com a Rússia a este e os EUA a oeste – o melhor a fazer é continuarmos o nosso caminho e não nos envolvermos em conflitos que claramente não nos dizem respeito. Mas que como sempre e por pressão dos nossos formadores nos tentam condicionar, obrigando-nos a obedecer às suas regras e fazendo-nos engolir muitas das suas próprias frustrações (insistindo em processos mesmo no tempo por eles criado há muito ultrapassados). Com a única dúvida a residir numa única questão: queremos viver ou sobreviver?

 

Para finalizar atribuindo aos orgãos de comunicação social das Ilhas Britânicas (por todo o seu trabalho desenvolvido na demonização de um único indivíduo) a notável e extraordinária classificação quantitativa de 11 (numa escala até 10),  apesar da avaliação qualitativa ser na verdade e praticamente nula (inspirando-se provavelmente na mesma fonte fidedigna criadora das inexistentes armas de destruição maciça).

 

(imagens: huffingtonpost.com e onsizzle.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:20
Quarta-feira, 08 DE Junho DE 2016

USA Presidential Elections 2016, Nov/08

Com o espetáculo ainda a decorrer mas com os principais candidatos já praticamente decididos (faltam as respetivas Convenções para os confirmar), começam a aparecer as primeiras sondagens tão importantes para os favoritos como para aqueles que se lhes opõem (necessitando todos de 15% de intenções de voto nas sondagens para terem acesso aos importantes e talvez decisivos debates presidenciais).

 

 Candidato  Partido  Delegados
 Hillary Clinton  DEM  2765
 Bernie Sanders  DEM  1864
 Donald Trump  REP  1536
 (Desistentes)  REP  901

Delegados eleitos nas primárias pelos candidatos presidenciais DEM e REP

 

As primárias norte-americanas (DEM e REP) encontram-se perto do fim – no caso dos REP tendo já encerrado e no caso dos DEM faltando o distrito de Columbia (dia 14). Relativamente a candidatos de Terceiros Partidos apenas os LIB tem o seu candidato já confirmado (mas com os VER a caminho). Pelo que no dia 8 de Novembro de 2016 estarão na corrida à nomeação como 45º dos EUA no mínimo 4 candidatos.

 

 Candidato  Partido  Delegados
 Hillary Clinton  DEM  2765 (em 4629)
 Donald Trump  REP  1536 (em 2437)
 Gary Johnson  LIB  518 (em 721)
 Jill Stein  VER  (a decorrer)

Relação delegados eleitos/total para cada um dos 4 candidatos partidários escolhidos

 

Com as Eleições Presidenciais Norte-Americanas de 2016 marcadas para 8 de Novembro, três candidatos perfilham-se desde já no horizonte: Hillary Clinton pelos Democratas, Donald Trump pelos Republicanos e Gary Johnson pelos Libertários. Esperando-se que entretanto outros candidatos ainda apareçam na corrida, como o candidato Verde (4ºpartido nos EUA – provavelmente com Jill Stein) e outros partidos menores e/ou independentes.

 

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Hillary Clinton (Partido Democrata) e Donald Trump (Partido Republicano)

(theodysseyonline.com e peoplebranch.org)

 

E se no caso dos Libertários Gary Johnson se candidata de novo à cadeira Presidencial sem qualquer hipóteses de ganhar (nas eleições de 2012 e como candidato do terceiro maior partido dos EUA, andando próximo dos 1,3 milhões de votos), por outro lado a luta entre os novos candidatos DEM e REP prevê-se dura, terrível e levada até ao fim (nas eleições de 2012 atingindo respetivamente 66/61 milhões de votos).

 

 Candidato  Partido  Votos (milhões)
 Hillary Clinton  DEM  16
 Bernie Sanders  DEM  12
 Total  DEM  28
 Donald Trump  REP  13
 (Desistentes)  REP  17
 Total  REP  30
 Gary Johnson  LIB  0.003
 Jill Stein  VER  (a decorrer)
 Total  LIB/VER  0.007

Num total de quase 60 milhões de eleitores votantes nestas eleições primárias de 2016

(numas eleições presidenciais que em 2012 registaram uma votação muito perto dos 130 milhões)

 

Neste momento com cada um dos dois maiores candidatos (dos dois partidos esmagadoramente maioritários e dominando desde sempre o cenário do poder político nos EUA) a sucederem aos dois mandatos do presidente DEM Barack Obama, numa corrida bastante renhida e para já imprevisível – mesmo a nível de votações até ao momento registadas nas primárias realizadas.

 

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Gary Johnson (Partido Libertário) e Jill Stein (Partido Verde)

(washingtontimes.com e mintpressnews.com)

 

Num cenário por muitos previsto e que já na altura os mesmos apontavam como um dos prenúncios da contagem final para o Apocalipse da América (incluindo muitos dos atuais apoiantes Republicanos do candidato Donald Trump) – o duelo CLINTON vs. TRUMP – e que a partir do fim do mês de Julho (fim das Convenções) certamente que incendiará ainda mais a política norte-americana: durante e depois o Mundo que se cuide!

 

 Candidato  Partido  Sondagem
 Hillary Clinton  DEM  41%
 Donald Trump  REP  38%
 Gary Johnson  LIB  5%
 Jill Stein  VER  3%

Sondagem realizada já com os 4 candidatos presidenciais

 

Num cenário económico de prolongada crise a nível global e após oito anos de domínio Republicano (George Bush), seguidos de outros oito anos de domínio Democrata (Barack Obama): um período de 16 anos que nada de novo trouxe ao Mundo (a não ser conflitos e guerras) – e aos seus mais de 7.000.000.000 de habitantes (com constantes genocídios). Numa Terra onde há cerca de uma geração atrás e na concretização de todos os sonhos por nós idealizados e por eles prometidos, nunca passaria pelas nossas cabeças que em 2016 1% da sua população detivesse quase 50% da sua riqueza, oferecida como usufruto de todos pelo nosso próprio planeta.

 

(dados: foxnews.com/realclearpolitics.com/wikipedia.org – imagens: WEB)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:42
Quarta-feira, 04 DE Maio DE 2016

Presidente dos EUA: Hillary Clinton ou Donald Trump

Em 8 de Novembro de 2016:

 

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HILLARY CLINTON vs. DONALD TRUMP

 

 

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Candidato

DEM

INDIANA

83+9

Delegados Eleitos

(p/distribuir: 3+9)
HC 37 (37+0)
BS 43 (43+0)

Candidato

REP

INDIANA

57

Delegados Eleitos

(p/distribuir: 6)
DT 51
TC 00
JK 00

(Estado de Indiana – Resultados provisórios)

 

Com as vitórias de BERNIE SANDERS e de DONALD TRUMP nas Primárias de INDIANA, tudo parece desde já decidido: HILLARY CLINTON e DONALD TRUMP serão os representantes DEM e REP às eleições presidenciais de 8 de Novembro deste ano. Isto porque por mais que se esforce (e ultrapasse mesmo o número de delegados de HC), o candidato BS jamais conseguirá ultrapassar a MURALHA dos SUPER DELEGADOS de HC; e porque do outro lado o único adversário de DT desistiu – TED CRUZ – deixando apenas na corrida JOHN KASICH, um candidato sem qualquer tipo de hipóteses de vencer e que mesmo continuando a sua campanha ainda permanece com menos delegados do que o candidato há muito desistente Marco Rubio.

 

Convenção Democrática

 

Total

Delegados

/Candidatos

Hillary Clinton

(26 estados ganhos)

Bernie Sanders

(18 estados ganhos)
P/Atribuir
4052 Delegados 1682 1361 1009
0712 Super Delegados 0520 39 0153
4764 Total 2202 1400 1162

(Em atualização – Maioria: 2383)

 

Convenção Republicana

 

Total

Delegados

/Candidatos

Donald

Trump

(28 estados ganhos)

John

Kasich

(1 estado ganho)

Desistentes

(16 estados

ganhos)
P/Atribuir
2472 Delegados 1047 153 752 520

(Em atualização – Maioria: 1237)

 

As próximas primárias realizar-se-ão:

- No caso dos DEM no próximo dia 7 de Maio em GUAN (7D+5SD=12) e a 10 em WEST VIRGINIA (29D+8SD=37) – num total de 49 delegados;

- No caso dos REP no próximo dia 10 de Maio no NEBRASKA (36 delegados) e em WEST VIRGINIA (34 delegados).

Com as sondagens a apontarem para a possível vitória de BERNIE SANDERS no estado de WEST VIRGINIA (em GUAN sem dados conhecidos) e com DONALD TRUMP à frente nas sondagens no NEBRASKA e em WEST VIRGINIA e (agora com a desistência de TED CRUZ) sendo capaz de arrebatar quase todos os delegados face ao seu único adversário JOHN KASICH (nas sondagens atrás do próprio Ted Cruz).

 

(imagens: Illustration by Gary Varvel for Creators Syndicate/washingtontimes.com e John Cole Cartoons/thetimes-tribune.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:06

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