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Segunda-feira, 16 DE Outubro DE 2017

E se os Democratas voltassem a ser Democratas?

Não seria a melhor Solução?

 

A verdadeira realidade é que no dia 8 de Novembro de 2016 o Sistema entregou a cautela premiada ao Patrão (o MILIONÁRIO), naquele momento pondo em causa a necessidade da existência do Administrador (o POLÍTICO). Pelo que pensei que ainda pudesse (o Milionário) ser assassinado (pelo Político). Já Kennedy tentou assumir o poder e foi morto pelo Complexo.

 

O Coveiro dos Democratas

 

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Democrats Are Becoming All They Claim to Hate

The Democratic Party's strategic incoherence is a risky gamble

(Noah Rothman / Apr. 4, 2017 / commentarymagazine.com)

 

À medida que se aproximava o fim do 2º mandato do 34º Presidente dos EUA o Democrata BARACK OBAMA (em 20 de Janeiro de 2017) ‒ tendo sempre como seu Vice-Presidente ao longo desses 8 anos o seu colega de partido JOE BIDEN ‒ certamente que o eleitor norte-americano especialmente com mais afinidades aos Democratas e ainda a sectores Independentes, acreditou até ao último instante (momento em que foram oficializadas todas as candidaturas) que o seu representante às próximas eleições Presidenciais seria provavelmente alguém apontado pelo Presidente ainda ocupando a Casa Branca: através de práticas anteriores (de muitos Presidentes e de ambos os lados do espectro político sugerindo o seu Vice para seu sucessor) e até pela aparente concordância em muitos pontos de vista (o que declaradamente não aconteceu com Hillary Clinton, como Secretaria de Estado abandonando o Presidente ‒ com discordâncias ‒ ao fim do seu 1º mandato e posteriormente autoapresentando-se como a melhor candidata para suceder a Obama: e assim retirando-lhe a prorrogativa de nomear o seu sucessor) sendo verdadeiramente surpreendente (senão hipócrita por interessada) a não opção por JOE BIDEN ou por outro candidato Democrata que não a já desgastada (pelo marido/tentativa de Impeachment e por práticas próprias anteriores e negativas/como em Bengasi) HILLARY CLINTON. Demitindo-se mais uma vez das suas capacidades e responsabilidades de como ainda Presidente (consciente e pensando no Futuro do seu Povo) poder influenciar positivamente a campanha e o bom rumo da mesma ‒ e dada a sua grande popularidade traindo ainda mais as expetativas dos seus apoiantes, não podendo votar de novo nele, podendo votar em alguém da sua confiança, mas desde que indicado ‒ nunca mencionando Joe Biden (ou outro qualquer Democrata), mantendo-se em prolongando silêncio (deixando à vontade Hillary Clinton e como que ignorando Bernie Sanders) para no momento oportuno talvez proporcionando uma troca (e a pedido da senhora) apontar HILARY CLINTON como sua sucessora.

 

Obama e o seu Legado

 

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Brick by brick, the demolition job has begun: since taking office less than a year ago, Donald Trump has launched an all-out assault on the legacy of Barack Obama.

(Channels Television / October 15, 2017 / AFP)

 

E com toda a trapalhada política envolvendo a sua inevitável Nomeação ‒ num Sistema de votação bem pior do que o aplicado pelos Republicanos, na sua essência tentando manter os do Costume evitando Intrusões (ou seja Democracia a mais abrindo a porta à expressão/votação dos Independentes) ‒ com o Partido Democrata atropelando as Primárias (pouco se falando de outros possíveis candidatos), desrespeitando os eleitores (a sua opinião expressa pelo voto face à presença conjunta dos Super Poderosos Delegados não eleitos mas escolhidos) e desprezando o outro candidato (não lhe dando a mesma cobertura mediática para não falar financeira com apoios privados de cerca de 1 bilião de dólares para o seu/do Partido candidato) para no fim de todo este enredo talvez nunca antes Imaginado (quem pensaria num duelo HILLARY/TRUMP com o milionário a ganhar) apanhar uma Estrondosa Derrota apesar da maioria de votos: no dia 8 de Novembro de 2016 (data da Eleição Presidencial) e apesar da maioria dos norte-americanos terem votado contra a política Republicana (sem alternativa aos Democratas senão opor-se às suas decisões) ‒ 48% para os Democratas e 46% para os Republicanos numa diferença de quase 3 milhões de votos ‒ ser inesperadamente derrotada no número de delegados eleitos para o Colégio Eleitoral (já o mesmo tendo sucedido em 2000 na derrota de AL GORE) elegendo 227 contra os 394 de DONALD TRUMP (a 20 de Janeiro de 2017 sendo empossado como o 35º Presidente dos EUA, já lá indo quase 9 meses e com a criança prestes a nascer ‒ e com o seu destino a poder ser a Coreia/do Norte e a futura Geração Nuclear/numa extensão Global).

 

E finalmente A Bomba como alternativa ao Tweet

 

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Trump’s Weapons of Mass Destruction

A President Trump considers the options for attacking his foes.

(Patrick Chappatte / JULY 1, 2016 / nytimes.com)

 

Neste contexto Global (incluindo toda a Terra) e tendo como referência o país que se autointitula como o Império Terrestre mais poderoso do Mundo (tanto a nível Militar, como Cientifico-Tecnológico e Económico-Financeiro) ‒ sendo esse facto bem explícito no poderio da moeda/Dólar e do sector industrial/Militar ‒ mesmo não sendo bem assim dada a omnipresença (atual e crescente) dos chineses, não se compreendendo como uma sociedade tão ativa e resiliente como a norte-americana (até pela necessidade de sobreviver à violência crescente do seu quotidiano ‒ agora dupla ‒ no passado maioritariamente externa agora igualmente interna) se deixou arrastar para o interior da luta (não sua) POLÍTICOS/MILIONÁRIOS (tendo-se Trump declarado ainda em campanha como o candidato Antissistema ‒ só se percebendo agora/para alguns o que ele queria dizer e claramente pondo em causa toda a Estrutura) ‒ “Cada um Deles querendo dispensar o Outro” ‒ assumindo para si os Derrotados e com isso abrindo a porta para estes e para a Obliterando dos Vencedores (pondo-se ao lado dos patrões/milionários ou de quem os lhes paga/políticos). Com a sociedade norte-americana a encontrar-se de momento completamente dividida (tendo de um lado os Vencedores e do outro os Derrotados), à falta de outros instrumentos (de expressão) servindo-se cada vez mais de atos de extrema violência (maioritariamente contra os vencedores e continuadamente promovidos pelos órgãos de informação aderentes) ‒ é só ver os atentados e a quem teriam sido dirigidos ‒ e com os culpados a não serem só os Republicanos (e claro o ET Donald Trump) mas sobretudo (até pelo seu dito respeito pela Paz, Diálogo e Tolerância) os DEMOCRATAS: não retirando as conclusões devidas ao Evento ocorrido há já quase 1 ano (11 meses), não refletindo o inevitável fim de linha para os até responsáveis pela estratégia Democrata (com derrotas em todas as frentes, Presidência, Senado e Câmara) e finalmente não querendo interiorizar o fim do reinado CLINTON e a necessidade de (para além de se libertar dessa Família e de alguns dos seus sinistros Padrinhos) criar um novo rumo, suportado por um novo desígnio e talvez por um novo clã. Relembrando Que A Verdade Anda Por Aí e que de momento (que se saiba) os Republicanos controlam tudo ‒ e dessa forma estando criadas todas as condições (necessárias e suficientes) para a qualquer momento e certamente antes do fim do mandato (do 1º podendo suceder-se o 2º) ‒ ainda-por-cima agora com o Presidente e os Militares estão tão próximos ‒ se iniciar uma Nova Guerra (tal como o sucedido com Presidentes anteriores dando a supremacia interna ao Poder Militar).

 

Bastando dar-lhe a pasta e entregar-lhe o botão (Nuclear) para então e finalmente se dar a Implosão (deste já tão velho hotel).

 

(imagens: dailymail.co.uk - channelstv.com - Patrick Chappatte/nytimes.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:40
Segunda-feira, 02 DE Outubro DE 2017

Matar em Las Vegas

“Ontem em Las Vegas com um indivíduo a demonstrar

Como é tão fácil e rápido ferir e matar.”

 

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 O local do atentado de Las Vegas

(com o hotel do atirador à direita e o recinto do festival ao centro)

 

Este domingo (1 de Outubro) no último dia de um Festival de Música Country (Route 91 Harvest) realizado num parque ao ar livre na cidade de Las Vegas (EUA) ‒ segundo os organizadores com cerca de 22000 espetadores presentes (e atuando na altura Jason Aldean) ‒ um norte-americano (segundo as autoridades provavelmente vivendo nas proximidades da cidade) de 64 anos de idade, nome Stephen Paddock, sem registo criminal (relevante), caçador e piloto privado, a partir de um dos apartamentos de um 32º andar (do Hotel Mandalay Bay) localizado bem à frente do recinto onde decorria o Festival (com pessoas de todas as idades incluindo crianças), decidiu descarregar os carregadores das suas armas (pelo som automáticas ou semiautomáticas) durante uns 10 a 15 minutos sobre os vários milhares de pessoas presentes. Nesse curto espaço de tempo (para as vítimas envolvidas uma eternidade) registando-se até ao momento no mínimo 60 mortos e 520 feridos: significando que em cada 100 espetadores presentes dois (2) ou mais ficaram feridos e que em cada 400 espetadores presentes um (1) ou mais morreu.

 

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 Ao som de tiros com pessoas em fuga do recinto onde decorria o Festival

(de música country e na altura c/ Jason Aldean a atuar)

 

Durante o curto período de tempo em que o atirador Stephen Paddock (oriundo de Mesquita/Nevada a pouco mais de 100Km de Las Vegas) descarregou as suas armas sobre os participantes do Festival (especialmente os mais expostos e que presenciavam os artistas de música country), alcançando uma média aproximada (máxima) de 0,87 feridos/s e de 0,1 mortos/s ‒ no mapa deste tipo de incidentes envolvendo um atacante (ou um grupo) e um conjunto alargado de vítimas (de louco (s) ou de terrorista (s)) ‒ e referindo-nos só a este ano (2017) ‒ ultrapassando em vítimas o saldo de qualquer atentado terrorista na Europa, fosse (os ocorridos) no Reino Unido ou em Espanha (registando a soma de 4 atentados cerca de 50 mortos) e entre Março e Agosto. Só sendo ultrapassado pelo atentado terrorista na cidade francesa de Nice ocorrido o ano passado (nos festejos do 14 de Julho) com um camião a atropelar indiscriminadamente pessoas (que iam aparecendo à sua frente incluindo muitas crianças) irrompendo por entre a multidão e matando mais de 80 pessoas ‒ mas a cada hora que passa com o número de vítimas de Las Vegas a aproximar-se às das de Nice (podendo alcança-la ou até ultrapassa-la).

 

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 Polícia à caça do atirador no Hotel/Casino Mandala Bay

(Las Vegas)

 

E regressando aos Estados Unidos da América e à Matança de Las Vegas, verificando-se como é fácil matar (mesmo em grandes quantidades) desde que criado o Ambiente (de violência) e fornecidas as Armas (nos EUA sendo de fácil acesso seja qual for a idade): satisfeitas essas necessidades e preparada a execução (do plano de assassinato coletivo) sendo este um caso de mera aplicação, continuando tranquilamente até à interrupção (da iniciativa do criminoso/suicídio ou vinda do exterior/autoridades). Com o atirador a partir da sua janela/varanda do Hotel/Casino a descarregar as suas armas (falando-se em dez ou mais carabinas) sendo interrompido apenas ao ser posteriormente (e finalmente) abatido: nem sequer nos questionando como foi possível um homem levar consigo um arsenal (de guerra ou não fosse ele um caçador) para um quarto de um Hotel de luxo localizado na cidade de Las Vegas, quando todos sabemos que (nos EUA) só não tem arma quem não quer e que muita coisa se resolve (melhor e mais rápido) a tiro (sem palavras mas com violência mesmo no meio da política como assistimos agora com Trump).

 

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 Recolhendo um dos feridos do atentado de las Vegas

(tendo um único atirador/já abatido como principal suspeito)

 

“Deixando-nos perplexos face à facilidade com que hoje se mata (em vez de se conviver, falar e aceitar) e de como este ato se tornou tão banal no Mundo, de tal forma que já ninguém liga (só mesmo o mirone) passando à notícia seguinte: talvez um sinal de algo que acaba, só faltando mesmo saber o quê. O Sujeito ou a Coisa?”

 

[Com o número de vítimas (feridos e mortos) aqui reportados (e utilizados em cálculos) a referirem-se às 19:00 de Lisboa: perto dos 520 mortos e perto dos 60 mortos.]

 

(imagens: bbc.com/abc7news.com/itv.com/foxnews.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:16
Domingo, 24 DE Setembro DE 2017

Donald e a Coreia de Kim

No que poderia ser um discurso escrito por um Democrata atacando o Presidente (Donald Trump) ou então sendo redigido pelo seu grande inimigo (e republicano) o senador John McCain (herói norte-americano) ‒ na sua estratégia Anti-Trump apoiando o Obamacare (ao não deixar passar a proposta Presidencial, em princípio a do seu partido):

 

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 Ri Yong Ho

Ministro dos Estrangeiros da Coreia do Norte

Durante a sua intervenção na Assembleia Geral da ONU

(23 Setembro 2017)

 

“The absurd reality that the person like Trump, a mentally deranged person full of megalomania and complacency, the person who is chastised even by American people as "Commander in Grief, "Lyin King", "President Evil"is holding the seat of the U.S. President, and the dangerous reality that the gambler who grew old using threats, frauds and all other schemes to acquire a patch of land holds the nuclear button; these are what constitute the gravest threat to the international peace and security today.”

(Ri Yong Ho ‒ Ministro dos Negócios Estrangeiros da Republica Democrática e Popular da Coreia ‒ Discurso de 23.09.2017 na Assembleia-Geral da ONU)

 

Enquanto prossegue a 1ª Temporada da série DONALD VS. KIM com o seu desenvolvimento a ser divulgado na esmagadora maioria dos Média (como se fosse uma telenovela), as ações e reações aumentam entre os dois protagonistas: chefes imprevisíveis e com o dedo fácil no botão (pelo menos pelo que dizem os seus respetivos adversários), um expondo-se na América (como maior potência Global) o outro escondendo-se na Ásia (e sendo do Terceiro-Mundo). Os dois tendo a capacidade de se assim o entenderem recorrerem à arma final (a Bomba Nuclear) enviando cada um deles mísseis em direção um ao outro (o adversário e inimigo) incluindo os seus aliados: por um lado com Donald Trump a atacar (com palavras) a Coreia do Norte ameaçando destrui-la completamente (e ao mesmo tempo alertando-a sinalizando a China) e por outro lado com Kim Jong un e os seus mísseis (com armas químicas ou nucleares) a apontarem para a Coreia do Sul, o Japão e até Guam (território norte-americano localizado no Pacífico) ‒ ameaçando-nos a todos e por contágio de ainda usufruirmos em vida de um Evento ao Nível da Extinção. Para já tudo continuando e como é habitual há muitos anos (e com muitos Presidentes norte-americanos Democratas ou Republicanos incluídos) na mesma, apenas sendo de relevar a secura dos discursos (improdutivos e extremamente perigosos) e a personalidade dos dois líderes (aparentemente explosiva).

 

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Como seria de esperar numa evolução necessariamente tranquila num cenário pré-existente (e muito pouco alterado nas suas características originais de projeção desse modo evitando surpresas), em que o centro do poder se encontra centralizado num conjunto de corporações juntando Armas (Complexo Militar), Finanças e Impressoras (as forças vivas da terra e as mentes brilhantes ou iluminadas, desde que devidamente certificadas ‒ como o caso dos políticos e dos “falsificadores”): até hoje e já no seu 45º Presidente (dos EUA) sem nenhum deles a se conseguir opor ao Omnipotente Poder Paralelo, sobretudo ao poderosíssimo Complexo Militar. E assim com muitas Armas (Quarteis e Militares) e outros tantos Canudos (Universidades e Civis) controlando-se todo o Mundo com muito medo (de uma bala perdida) e ainda com muita ignorância (transmitida pelo dito erudito).

 

(imagem: internationalpress.jp e The Daily Toon/Mark Linch/ brian.carnell.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:48
Terça-feira, 19 DE Setembro DE 2017

Furacão Maria

[Segundo as previsões do Centro Nacional de Furacões norte-americano NOAA (nhc.noaa.gov) com o furacão MARIA não impactando os EUA como o foi o caso do IRMA.]

 

“Todos os animais são iguais, mas alguns são mais iguais do que outros.”

(George Orwell - O Triunfo dos Porcos)

 

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Com um novo furacão de categoria 5 (com ventos máximos na ordem dos 250Km/h) deslocando-se de oeste para noroeste (formado no oceano Atlântico perto de Cabo Verde) a uma velocidade perto dos 15Km/h, as Ilhas Virgens (inicialmente como tempestade tropical) e Porto Rico (e pouco antes da Republica Dominicana) serão territórios certamente atingidos pelo violento furacão MARIA (agora a caminho de outras ilhas das Caraíbas). Num período de 3 dias tendo como início o dia 19 (terça-feira), com o furacão a cair com extrema intensidade sobre estes três territórios, previsivelmente e como no caso do furacão IRMA, causando vítimas humanas e grande destruição (em centenas de locais ainda com um curtíssimo período de recuperação, após a passagem de mais um poderoso furacão): mais uma vez criando um cenário de devastação total agora estendendo-se aos habitantes de Dominica (uma ilha situada a leste de Porto Rico), com populações em fuga (procurando refúgio do vento e das águas), estruturas a voar (devido às fortes rajadas de vento), grandes inundações (devido à fortíssima precipitação), cortes gerais de energia (colocando milhres de pessoas sem eletricidade), interrupção no abastecimento de água e até com a propagação de doenças (com a degradação das condições sanitárias).

 

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No seu trajeto para os próximos dias (até domingo do próximo fim-de-semana, dia 24) e apesar de ainda poder oscilar (entre categoria 4 e 5), dirigindo-se para noroeste e podendo afetar as Caraíbas (passando mesmo ao lado das Bahamas). No entanto para o que interessa e em estilo de conclusão, não passando pelos EUA e como tal não sendo notícia ‒ como o foi com o furacão IRMA (nem tanto com o Katia e muito menos com o José ‒ pelo menos e para já com este último a passear-se ao longo da costa do Atlântico de momento de categoria 1 e com rajadas de 120Km/h). Confirmando-se ou não o trajeto previsto para o furacão (Maria) e se este cumprirá a sua rota (delineada pelos especialistas) passando ao largo da costa e não atacando os Estados Unidos (já abalados com a Flórida/Irma e com o estado do Texas/Harvey): mas deslocando-se um pouco para sul podendo (de novo) ameaçar (a região de) Everglades e na costa Miami Beach. E a meio do oceano Atlântico bem a ocidente de Cabo Verde e sendo o que sobra da tempestade tropical LEE (também criada no Atlântico sensivelmente pelas mesmas paragens e no mapa anterior marcado a X), com algumas possibilidades (10%) de nas próximas 24 horas se formar outro furacão (sendo um fenómeno natural na época dos furacões). Mas nem sequer olhando para o outro lado da Terra (continente asiático e Pacífico) também por esta altura cheio deste tipo de Eventos (climáticos).

 

(imagens: National Hurricane Center/nhc.noaa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:46
Quinta-feira, 14 DE Setembro DE 2017

A Terra no Início de Setembro

[Com incêndios, furacões e sismos, atacando a América do Norte ‒ para além das interferências do Sol (com a Lua a intrometer-se) provocando um eclipse (da estrela) num exclusivo norte-americano. Para já não falar do monstro do dia 1 de Setembro (o asteroide de 5Km que passou a poucos milhões de Km da Terra) num fim de Verão a acabar mas muito bem preenchido.]

 

“A periodicidade cíclica dos fenómenos da Natureza (tal como os dos artificiais provocados pelo Homem) deveria ser uma porta aberta (se não mesmo escancarada) para a interpretação de todos esses fenómenos. Ou então haverá uma terceira presença envolvida.”

 

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NASA capta sons em torno do planeta Terra

(engenhariae.com.br/0809.2017)

 

Este fim de Verão de 2017 (terminando no Hemisfério Norte na próxima semana dia 20 de Setembro) tem sido um mês particularmente interessante, especialmente para quem não vive no planeta Terra e particularmente para quem não habita na América do Norte (não sofrendo diretamente as consequências justificativas por tal interesse): não só pela 4ª chama solar de categoria X (a mais forte) a ser ejetada da superfície do Sol neste início do mês de Setembro (quando o Sol atravessa um período do seu 24º ciclo de baixa atividade solar) e dando origem a CME (dirigidas ou não para a Terra), ao atingir o nosso planeta podendo ter efeitos nocivos tanto a nível biológico como tecnológico (na manutenção de um ecossistema saudável e na preservação da nossa tecnologia baseada na eletricidade e na eletrónica) afetando toda a Terra; como simultaneamente pela onda de fenómenos aparentemente naturais (certa e simultaneamente contando com a intervenção do Homem ou não se falasse constantemente dos factos ligados ao Aquecimento Global) mas de carater extremamente violento, que tem atravessado regiões como o Canadá, os EUA e o México, o primeiro e o segundo com grandes incêndios (devido à seca persistente e às temperaturas elevadas registadas) no seu lado ocidental (com a poluição a dirigir-se para o Ártico), o segundo com furacões na sua costa leste (particularmente e pelas consequências o furacão Irma) e o terceiro com um furacão a leste (furacão Katia tendo entretanto passado a tempestade tropical) e um violentíssimo sismo a ocidente de M8.2 (para além da centena de réplicas afetando sobretudo os estados mexicanos de Oaxaca e Chiapas e provocando mais de 100 mortos) ‒ afetando toda a América do Norte.

 

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"Absolutely uncanny copy-paste from 7 years ago, very bizarre"

(Brian McNoldy/@BMcNoldy/twitter.com)

 

Logicamente pela concentração desse tipo de fenómenos sobretudo nesta estação (no Hemisfério Norte Verão), incidindo sobre o nosso planeta (o nosso suporte básico de vida), sobre uma determinada região (América do Norte) e especificamente em quatro áreas temáticas tão relevantes como interligadas (sol, incêndios, furacões e sismos), suscitando desde logo análises e discussões entre toda a comunidade científica (os eruditos) ‒ como entre todos os demais interessados desde os curiosos (a esmagadora maioria pouco informada) aos mais estudiosos (uma minoria autodidata marginalizada por não reconhecida) e até passando pelos adeptos das Teorias da Conspiração (os desesperados pela perda da esperança interna e pela opção pelas soluções estritamente externas) ‒ todos eles não reconhecidos e equiparados a ignorantes (os leigos). Desde logo com profusão de notícias e várias interpretações (disponibilizadas), pelo menos enquanto o corpo estiver quente assim como prometedor (vindo de um lado e vindo do outro).

 

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Um fenómeno espetacular (e temporário) resultando da passagem do furacão Irma

(Charlotte Sanders Ferguson/facebook.vom)

 

Para além dos grandes incêndios que têm afetado todo a zona ocidental do Canadá e dos EUA ‒ sendo pouco divulgados talvez pela grande profusão de notícias oriundas do mesmo lugar (ou não fosse o EUA a maior potência global) ‒ focando-nos na ação do Sol (e nas suas chamas de classe X/a mais intensa), nos furacões (particularmente o Irma tendo atingido categoria 5/a mais elevada) e no sismo (de M8.2 no México só não tendo repercussões maiores devido à profundidade cerca de 70Km). Mas nunca esquecendo os incêndios por tudo estar interligado, afetando o mesmo sistema aquele onde vivemos e onde pretendemos persistir. E assim pegando nos extremos e a partir daí tentando descobrir um consenso (sobre os mesmos eventos, sob uma perspetiva de análise das consequências, mas nunca indicando as causas concretas responsáveis por tal evolução ‒ o ponto fundamental da questão, mas exigindo conhecimento e maior abrangência de ideias) debruçando-nos sobre as interpretações das entidades oficiais (como o do site da nasa.gov) e de alguns conspiradores (como o do site ufosightinshotspots.com): comentando a atividade solar, os furacões e o sismo. Talvez não servindo para descobrir (que já estamos praticamente mortos ‒ por absorvidos) mas talvez para provocar (ressuscitando-nos de um estado zombie e fazendo-nos sentir de novo dinâmicos ‒ e vivos por expulsos).

 

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Conjunto de objetos luminosos filmados no céu antes do sismo no México

(SuspectSky/youtube.com/08.09.2017)

 

No caso da atividade registada na coroa solar e com as chamas e CME daí provenientes podendo se direcionadas atingir o nosso planeta (provenientes da região ativa 2673 agora do outro lado do Sol), com a estranheza a residir na intensidade das explosões registadas (4 de intensidade máxima ou seja da categoria X a mais elevada) quando o Sol se encaminha para um mínimo (de atividade) e como consequência nada o fazendo prever (a tendência nessa fase sendo o número reduzido de manchas na superfície solar). Ainda-por-cima tendo-se a registar a maior chama solar em quase 12 anos, da classe X9.3 e registada a 6 de Setembro: felizmente e dada a proteção fornecida pelo nosso campo magnético terrestre e pela nossa atmosfera (e apesar de alguns fenómenos como as auroras, visíveis a latitudes muito mais baixas do que as consideradas normais ‒ o que evidencia intensas perturbações eletromagnéticas na parte superior da nossa atmosfera, podendo ter repercussões a médio/longo prazo tanto na camada exterior como no interior do planeta) sem consequências visíveis relevantes, mas vistas as (possíveis) correlações podendo até ter ligação com sismos e furacões (decorrendo simultaneamente com todas essas erupções solares e podendo ser estas o gatilho de todas estes Eventos). Com a Terra com uns 4,5 biliões de anos e com o Sol a meio do seu percurso de vida, deixando-nos ainda algum tempo para observar e refletir (em cada uma das nossas gerações/mosca) e poder-nos focar (apenas um pouco) no tremor de terra do México e no furacão Irma (dentro da razoabilidade para uns com tudo normal para outros com muito de estranho): tendo sempre em atenção como fator extremamente importante ser época dos furacões na zona das Caraíbas (por onde passou o furacão Irma formado perto de Cabo Verde mesmo ao largo de África) e que no caso do México e do seu sismo violento (M8.2), o epicentro estar situado mesmo ali logo ao lado de um dos braços do anel ‒ o Anel de Fogo do Pacífico, a zona geologicamente mais ativa em todo o globo terrestre (apesar dos EUA ter o seu Supervulcão).

 

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A antecipação feita por Walt Disney sobre Controlo Climático há 58 anos

(Max Mogren/youtube.com)

 

Entre alguns pontos algo significativos por certos e uns poucos mencionados (sendo prós ou sendo contra, sem todos a favor) e formalmente divulgados (todos o fazendo cerimonial mente como profetas da sua religião), destacando-se alguns aspetos (em forma e conteúdo) tornados protagonistas: no caso do violento sismo registado (com maior intensidade ao longo da sua costa ocidental) nos estados mexicanos de Oaxaca e Chiapas (como em até na capital) ‒ com uma magnitude M8.2 e felizmente a 70Km de profundidade (sendo menor a profundidade podendo ser maiores os efeitos) ‒ com o sucedido a ter como causa o choque entre duas placas tectónicas (a Placa de Nazca e a Placa Sul-Americana) registada numa das regiões geologicamente mais ativas do Globo Terrestre (rodeando um dos braços do Círculo de Fogo do Pacífico), originando um violento sismo e mais de uma centena de réplicas (que ainda continuam) de M maior ou igual a 4.5, um tsunami (devido ao movimento de terras verificadas no oceano) e até outros registos associados a estes fenómenos extremos como certas observações visuais ‒ como relâmpagos submarinos em regiões do Pacífico próximas do epicentro do sismo e das zonas fronteiriças entre as duas placas, por fricção emitindo luz e iluminando os céus (momentaneamente) sobre o oceano Pacífico e perto das localidades costeiras; já para outros com estas luzes acompanhando o fenómeno a serem um pouco estranhas para muitas das suas testemunhas (provavelmente por nunca as terem visto antes, nem lhes ter sido explicada corretamente a sua origem), coincidindo com um fenómeno inesperado (os sismos continuam a ser impossíveis de prever, logo estando ainda na mão dos Deuses e sem explicação credível por parte do Homem), no preciso momento em que todos olhavam para o outro lado (para a costa do Atlântico com três furacões um deles o Katia dirigindo-se para o Golfo do México e podendo causar grande destruição ‒ como o fez o furacão Irma) e por mais um acaso no preciso momento em que o Sol e uma das suas manchas solares mais ativas como a AR 2673 (neste momento do outro lado da estrela) lançava na nossa direção (da Terra) chamas solares bastante energéticas, originando CME e provocando intensas tempestades geomagnéticas (e por associação podendo ser o dedo no gatilho interno proporcionando cenários propícios para Eventos deste tipo). Talvez devido a uma intervenção externa (extraterrestres) ou (porque não) a uma interferência interna (de origem desconhecida mas talvez com a mão do Homem). Ou não fossem as luzes no céu observadas (a 7 de Setembro) por cima do México/EUA (zona fronteiriça), filmadas um dia antes do sismo M8.2 posteriormente ocorrido a 8 de Setembro: pelos vistos num caso idêntico ao ocorrido há vinte anos atrás (1997) antes de um grande tremor de terra na Cidade do México, quando essas luzes apareceram durante dias, antes e depois do sismo e mesmo no decorrer do tsunami (provocado pelo sismo) ‒ o mesmo ocorrendo no Japão e até nos EUA. E até com algumas testemunhas a terem observado luzes semelhantes nos dias mais recentes, agora nos EUA e junto à falha (tectónica) de San Andreas (fronteira califórnia/México) talvez com um sismo em perspetiva.

 

 

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Un explorador poblano encontró en la zona limítrofe de Puebla y Veracruz piedras de jade con figuras extraterrestres grabadas (diariocambio.com.mx/24.04.2017)

 

Já no caso da sucessão de furacões varrendo nestes últimos dias a costa leste da América do Norte, especificamente toda a zona das Caraíbas (repleta de ilhas das maiores às mais pequenas), toda a costa sul dos EUA (como o estado da Flórida) e apanhando todo o Golfo do México ‒ falámos do furacão Katia, Irma e José ‒ sendo impossível de não mencionar como explicação cabal para a ocorrência deste Acontecimento estar-se precisamente neste momento e nesta região do globo terrestre na Época dos Furacões (locais), ao longo de todos estes anos com casos e consequências idênticas, uns mais intensos outros menos, provocando mais ou menos destruição e por vezes aparecendo mesmo simultaneamente e em grupo com outros seus semelhantes (em conjuntos de 3 furacões como o sucedido há dias ‒ e como já terá ocorrido há sete anos atrás com os furacões Karl/agora Katia, Igor/agora Irma e Julia/agora José movimentando-se pela mesma altura pela mesma região). Para uns sendo natural (a repetição) para outros uma grande coincidência (acreditando no Artificial); assim e para os outros, face à violência do Evento, face ao momento da sua concretização e perante fenómenos muito provavelmente interligados (e associados como os fenómenos solares, atmosféricos e sismológicos) podendo-se sugerir algo mais (além do que considerado possível) aí entrando as Teorias (ditas) da Conspiração ‒ com a antecipação (previsão) do fenómeno (como a do furacão Irma) a ser feita em 1959 tendo Walt Disney como protagonista (numa curto filme surpreendendo-nos com drones, alterações climáticas, tempestades atmosféricas e magnéticas e até com um poderoso furacão dirigindo-se para a Flórida), com o trajeto destes três furacões (Katia, Irma e José) a ser curiosamente o mesmo seguido por outros três há 7 anos atrás (Karl, Igor e Julia) e finalmente (por último mas não menos importante) com o desaparecimento das águas do oceano Atlântico ao largo de Long Island nas Bahamas (localizada a norte de Cuba e a sudeste da Flórida (Miami Beach) aquando da passagem do Irma: num fenómeno natural decorrendo da passagem do furacão, sugando água num determinado momento e espaço e descarregando-a posteriormente noutro tempo e coordenadas. Mas para outros não deixando de ser suspeito tantos os acontecimentos em simultâneo e mal deixando respirar (especialmente para as Caraíbas, EUA e México) ‒ até em Portugal se sugerindo que a causa do sismo no México teria o seu epicentro não a 70Km (no oceano Pacífico) mas a mais de 12500Km na Coreia do Norte (com o teste subterrâneo da bomba nuclear de Kim Jong-un a ter provocado quase do outro lado do mundo o sismo de M8.2 no México). Num período que devendo ser tranquilo (tanto na Terra como no Céu) no nosso Hemisfério Norte (a Estação de Verão, o Tempo de Férias) apenas trouxe mais stress e muita preocupação.

 

(imagens: 2/3/4/5 ‒ ufosightingshotspot.blogspot.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:38
Domingo, 10 DE Setembro DE 2017

Esquecendo Guerras/Excecionais, Falando de Sismos/Furacões/Ordinários

Por que razão raramente se fala sobre uma Guerra Artificial com cerca de 1.000.000 de vítimas mortais (por exemplo a do Iraque), quando se fala até à exaustão de um Evento Natural apontando de momento para mais de uma centena de vítimas mortais (e isto juntando o sismo do México ao furacão Irma)?

 

“The overall conclusion reached is that the United States most likely has been responsible since WWII for the deaths of between 20 and 30 million people in wars and conflicts scattered over the world.” (In 37 “Victim Nations”)

(James A. Lucas/globalresearch.ca)

 

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 A entrada do furacão Irma no estado da Flórida

(não atingindo diretamente e como esperado a zona de Miami Beach)

 

Enquanto no México o sismo de M8.1 (com origem no Pacífico e epicentro a quase 70Km de profundidade) que no passado dia 8 (sexta-feira) pelas 04:41 UTC (05:41 em Portugal) atingiu territórios da sua costa ocidental (especialmente os estados de Oaxaca e de Chiapas) tem passado quase despercebido ‒ face ao número de furacões por esta altura em grande e intensa atividade (ou não estivéssemos nesta zona das Caraíbas na época dos furacões) e atacando de momento (falando-se deles desde há uma semana) e violentamente (com furacões de Categoria 4/5) a costa ocidental (Atlântica) ‒ já no caso dos EUA postos perante um produto mais duradouro, com grandes probabilidades de rentabilidade e tendo a nação como protagonista (um sismo dura segundos, os furacões duram dias, sendo óbvia a preferência até para os média), os Furacões invadem os ecrãs, enchendo (de sombras) o nosso quotidiano de nada e preenchendo as nossas vidas (os poucos tempos ainda existentes) com notícias repetitivas e no fim asfixiantes (uma forma de manipular é pressionar/Eles e aceitar/nós): curiosamente (só) no Ocidente tendo um enorme impacto (noticioso), significando em conclusão que somos todos norte-americanos (como se no Mundo não existisse mais nada, senão o Território da Excecionalidade).

 

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 Localidade de Juchitan ‒ estado de Oaxaca ‒ México

(a mais atingida pelo sismo M8.1 contabilizando para já 71 mortos)

 

No México e em poucos segundos com um violento sismo a atingir todo o seu território (sentindo-se mesmo na capital) e revelando-se mortal nos estados mais próximos do seu epicentro (Oaxaca e Chiapas) ‒ com algumas localidades e devido às fracas construções a serem verdadeiramente niveladas: de momento com 90 mortos com tendência para aumentar (com a localidade de Juchitan/estado de Oaxaca a liderar já com 71 mortos). Para já não falarmos das réplicas na ordem das várias dezenas (mais de 60 com M4.5 ou maior, sendo a última de M4.5 registada hoje pelas 12:00 UTC ‒ mais de dois dias depois do M8.1). E ainda do outro lado com um dos três furacões (Katia) circulando pelo Golfo (do México), mas acabando por se dissipar ao atingir terra (lá para os lados de Vera Cruz). Mas com muito menor impacto (Sismos) comparando com as tempestades (Furacões) ‒ até porque um é Mexicano, o outro Norte-Americano, estando separados pelo Muro (já existente que não de Trump): com um critério noticioso tendo como único objetivo o Mundo Ocidental (América do Norte + Europa Ocidental < 15% da população) e desprezando todos os outros como se só os primeiros existissem (Resto do Mundo > 85% população). E sendo assim voltando aos furacões Irma e José.

 

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 Havana ‒ Cuba

(colapso de um prédio provocado pela passagem do furacão Irma)

 

Como não poderia deixar de ser com toda a América do Norte e Europa Ocidental especialmente neste fim-de-semana aguardando ansiosamente por notícias vindas dos EUA, com estações norte-americanas por cabo e com implantação global como a FOX e a CNN a bombardearem-nos ao segundo com notícias exaustivas (mesmo cansativas) sobre o furacão IRMA (o outro ‒ JOSÉ ‒ ainda só lhe seguido a peugada), criando um cenário de luta heroica travada entre uma Grande, Corajosa e Excecional Nação, só ela sendo capaz dentro de toda a adversidade e desequilíbrio do combate de derrotar o inimigo mesmo depois da batalha travada, talvez perdida, mas jamais deixando de lado a reconstrução (da sua nação) e a luta pela manutenção da sua soberania (e supremacia) mesmo numa guerra desproporcionada (aparentemente) contra a Natureza (e já agora contra o Aquecimento Global, negado por Trump e pelos Republicanos). De momento e tendo o furacão KATIA passado a tempestade (notícias de pelo menos duas mortes no México) com o furacão IRMA e JOSÉ (de momento de categoria 4) a continuarem o seu caminho aparentemente na mesma direção (costa do México/EUA), separados por cerca de 16⁰ de longitude e transportando consigo ventos podendo atingir mais de 200Km/h.

 

(imagens: telegraph.co.uk/cnn.com/dailystar.co.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:48
Sexta-feira, 08 DE Setembro DE 2017

Furacões USA

Após o Grande Furacão de 1896

(Great Miami Hurricane of 1896)

 

Descrição:

 

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 Fig. 1

 

Esta imagem (1) mostra a devastação causada pelo Grande Furacão de 1896 que atingiu as costas do Golfo e Atlântica da Flórida.

 

Com seu litoral de 2.200 quilômetros, a Flórida é o estado americano mais vulnerável a estas tempestades.

 

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 Fig. 2/3

 

Mais de 450 furacões e tempestades tropicais registradas atingiram suas costas, desde o começo da exploração europeia.

 

O furacão de setembro de 1896 destruiu a maior parte da área residencial da cidade de Cedar Key, na costa oeste superior da península da Flórida, matando dezenas de moradores e destruindo a maior parte das indústrias de Cedar Key.

 

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 Fig. 4/5

 

Antes de tocar terra firme, a tempestade e a ressaca do mar naufragaram mais de 100 barcos de pesca de esponja, matando um número incontável de tripulantes.

 

O furacão atravessou, então, a península, deixando uma larga faixa de destruição até atingir a costa atlântica, em Fernandina, antes de se dirigir ao norte, para a Virgínia.

 

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 Fig. 6/7

 

Esta imagem (1) mostra sobreviventes, tanto brancos como negros, em Fernandina, de pé, em montes de entulho, ainda visivelmente chocados com a destruição.

 

Outras tempestades famosas na história da Flórida incluem o furacão Okeechoebee, de 1928, e o Furacão do Dia do Trabalho, de 1935.

 

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 Fig. 8/9

 

Em Seus Olhos Viam Deus, Zora Neale Hurston descreveu a devastadora enchente causada pelo furacão de 1928, que matou mais de duas mil pessoas, a maioria delas trabalhadoras agrícolas migrantes.

 

O furacão de 1935 tirou a vida de mais de 350 veteranos da Primeira Guerra Mundial, que trabalhavam em projetos de construção nas Keys da Florida.

 

(texto: Biblioteca Digital Mundial/Library of Congress/wdl.org ‒ imagens: wdl.org/floridamemory.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:57
Sexta-feira, 08 DE Setembro DE 2017

Furacões e Tremores de Terra

Sismo de Magnitude: 8.1

Região: Offshore de Chiapas/México

Data: 8 Setembro 2017 04:49:21 UTC

Profundidade: 72Km

Distância: 98Km SW Pijijiapan/México (15200 habitantes/23:49 locais)

 

Num menu Centro-Americano

 

E se de um lado do continente face à obscuridade asfixiante provocada pelo furação pouco se via ou nada se queria ver (tanta era a destruição), do outro lado e provavelmente provocado pela fricção existente entre placas (tectónicas) o céu iluminou-se com as Luzes do Terramoto.

 

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 As “Luzes do Terramoto” na Cidade do México

(aquando do sismo registado esta noite dia 8 Setembro)

 

Enquanto do outro lado da América Central (e da ponta sul da América do Norte) uma tempestade de categoria 5 (furacão IRMA) tem assolado diversas ilhas das Caraíbas no seu eventual caminho em direção à costa leste dos EUA (tendo logo à frente o estado da Flórida) ‒ deixando atrás de si um rasto catastrófico de destruição material e com o número de vítimas e desalojados sempre a aumentar eis que agora e do lado ocidental (da América Central/Norte) um forte tremor de terra assolou o México (assim como a Guatemala) sentindo-se mais intensamente os seus efeitos nos estados sulistas (mexicanos) de Chiapas e de Oaxaca: com o sismo de maior intensidade e de epicentro a 98Km a SW da localidade mexicana de Pijijiapan/Chiapas (um ponto localizado no mar a cerca de 70Km de profundidade) a atingir a magnitude 8.1 (pelas 04:49 UTC) sendo seguido de diversas réplicas (com a seguinte a atingir M5.7/12 minutos depois e com a última registada na zona a atingir M5.2/mais de 7 horas depois) e de avisos para a possível ocorrência de tsunamis (dada a possibilidade de terem ocorrido desabamentos submarinos como consequência do fortes sismo).

 

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 Os estados mexicanos de Oaxaca e de Chiapas (os mais atingidos pelo sismo M8.1)

E o aparente tsunami associado (com as águas inicialmente a recuarem)

 

Para já sem dados adicionais sobre o acontecimento mas com as regiões certamente mais afetadas a serem a de Chiapas e a de Oaxaca (por um lado e dada a profundidade do epicentro do sismo prevendo-se um impacto menor nas estruturas edificadas, mas por outro lado sendo expetável a ocorrência de um tsunami talvez com ondas até um metro) ‒ isto se não surgir ainda uma réplica idêntica (ou superior) nas próximas horas.

 

E se no caso da costa leste do continente americano (norte/centro) o furacão IRMA continua a sua caminhada em direção ao estado norte-americano da Florida (mas já tendo descido de categoria 5 para 4) ‒ no próximo fim-de-semana atingindo os EUA e mesmo perdendo força não deixando de ser uma grande tempestade tropical transportando consigo ventos fortes, elevada precipitação e cenários propícios para grandes inundações (não deixando de recordar que outros dois furacões já evoluem na mesma zona o José e o Katia) ‒ não se podendo ainda prever muito bem como tudo isto irá acabar (sendo a primeira vez que três furacões se apresentam simultaneamente nessa região do Atlântico): com toda a zona das Caraíbas em completa polvorosa (sobretudo falando-se de grandes destruições materiais) e hoje com as Bahamas e com Cuba a sujeitarem-se a um tratamento a que não estarão tão habituados (no fundo naquela zona atravessando-se agora o período crítico dos furacões e de outras grandes tempestades tropicais); já do outro lado e acompanhando um dos braços do Círculo de Fogo do Pacífico (a zona da terra mais viva e mais ativa tanto a nível sismológico como vulcanológico) com um forte sismo de M8.1 a abalar a costa do Pacífico como já é habitual ocorrer em todos os territórios adjacentes e rodeando o Anel (de Fogo).

 

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 O Olho do furacão Irma a 5 Setembro

(na altura de categoria 5 e entretanto passando a 4)

 

Deixando uma pequeníssima região do Globo completamente cercada por fenómenos naturais (possíveis de originarem cenários violentos e catastróficos), tendo de um lado “o céu a cair sobre as suas cabeças” (Caraíbas) e do outro “a terra fugindo sob os seus pés” (México). Sob os pés:

 

At least 15 killed in Mexico's 8.1M quake, one of biggest quakes ever.

(ktvu.com)

 

The most powerful earthquake to hit Mexico in 100 years struck off the nation’s Pacific Coast late Thursday. About 50 million people across the country felt the earthquake, which had a magnitude of 8.2, according to the Mexican government.”

(nytimes.com)

 

(imagens: metro.co.uk/express.co.uk/nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:33
Quinta-feira, 07 DE Setembro DE 2017

Furacão Irma

[E com mais dois furacões à espreita (na zona) ‒ o José e o Katia.]

 

A costa norte-americana do Atlântico onde o oceano toca a Flórida, prepara-se para mais um Evento (meteorológico) provavelmente destruidor (se acertar mesmo no alvo e com a mesma intensidade).

 

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 Ilhas de Saint Martin ‒ Caraíbas

(6 Setembro 2017)

 

Depois de no dia de ontem (6 Setembro) o furacão de categoria 5 IRMA ter passado sobre a pequena ilha caribenha de Antígua e Barbuda (por volta das 06:00 UTC) ‒ seguindo posteriormente na direção de outros territórios como as Ilhas Virgens e Porto Rico ‒ já hoje (7 Setembro) pelas 09:00 UTC e contabilizadas as primeiras vítimas do furacão, o número de mortos atingia no mínimo uma dezena de mortos (neste momento 13).

 

Um furacão com velocidades máximas atingindo os 300Km/h e mantendo firmemente a sua intensidade, por um período de tempo nunca alcançado antes por qualquer outro furacão (formado nesta região do Atlântico): mantendo-se inalterável por cerca de 33 horas num recorde temporal de no mínimo meio século.

 

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 San Juan ‒ Porto Rico

(6 Setembro 2017)

 

No seu percurso e após passar sobre ou perto de algumas ilhas como a Republica Dominicana/Haiti, as Bahamas e Cuba (esta quinta-feira à noite), estando previsto para amanhã a sua passagem sobre (ou ao lado) o arquipélago de Florida Keys, seguindo-se de imediato o continente e o estado norte-americano da Flórida.

 

Em Porto Rico e após da passagem da violenta tempestade tropical, com quase 1 milhão de pessoas ainda sem eletricidade (em 70% do seu território num total de menos de 3,5 milhões de pessoas) e com o território parcialmente isolado: seja por mar (portos) seja pelo ar (aeroportos) com todas as estruturas (ainda) fechadas. E ainda sem grandes dados (mesmo globais) sobre vítimas, destruição e desalojados.

 

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 Saint-Barthelemy ‒ Caraíbas

(7 Setembro 2017)

 

Tendo agora o furacão na mira o estado da Flórida (envolvendo por exemplo Miami e Palm Beach), com as autoridades a declararem a zona como sob observação, dada a forte probabilidade da tempestade manter a sua direção atingindo aí a costa norte-americana ‒ com ventos ainda nos 300Km/h, precipitação elevada e fortes possibilidades de inundações (logicas à medida que a tempestade for decrecendo de intensidade e de categoria).

 

Nas últimas horas com os aeroportos das Bahamas a encerrarem, continuando-se com as evacuações nas zonas mais sensíveis e perigosas; e no estado da Flórida face à aproximação inexorável de IRMA e como preparação para o que daí poderá vir continuando as evacuações e a divulgação de locais de abrigo.

 

 (imagens: abcnews.go.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:44
Quarta-feira, 06 DE Setembro DE 2017

Furacão Irma a Caminho da Flórida

Violento Ataque Meteorológico aos Estados Unidos da América

 

Com o furacão Irma a ser desde já considerado como uma das maiores tempestades alguma vez registadas no oceano Atlântico, o impacto do mesmo já se fez sentir no dia de hoje na região das Caraíbas com rajadas de vento na ordem dos 300Km/h. No seu caminho tendo já provocado vítimas mortais e podendo estar em rota de colisão com as Ilhas Virgens, com Porto Rico e com o estado da Flórida (território dos EUA).

 

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 Olho do Furacão Irma

 

Nas Caraíbas francesas com a tempestade à sua passagem a ter provocado três mortes num cenário de violência meteorológica como nunca antes vista, nas Antilhas francesas com outras duas mortes entretanto já confirmadas e finalmente nas Ilhas Virgens (território norte-americano) com a chegada da tempestade a fazer-se sentir como se fosse um tremor de terra. No caso do furacão Irma (ao chegar às ditas ilhas):

 

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 Furacão Irma ‒ Categoria 5

 

“We’ve all been in hurricanes before, but have never felt anything like this before. It feels seismic, it feels catastrophic.”

(Kelsey Nowakowski/United States Virgin Islands)

 

Colocando Porto Rico em nível de alerta máximo (com as violentas rajadas de vento e com a forte precipitação prevista ‒ possibilitando grandes inundações), assim como o estado da Flórida para já no seu trajeto (em muitos dos casos com a tempestade a perder força e a desviar-se do rumo inicialmente previsto).

 

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 Mais um furacão a caminho dos Estados Unidos da América

 

Mais uma vez com os EUA na rota de uma grande tempestade agora que naquela zona (de momento afetada e onde se situa um destino turístico português a Republica Dominicana) se atravessa o período dos furacões. Certamente com os porto-riquenhos a recordarem-se da passagem do furacão Hugo há cerca de trinta anos e dos 28000 sem casa daí resultantes ‒ agora e segundo testemunhos com o Irma a ser muito mais violento.

 

(texto/itálico e dados: nytimes.com ‒ imagens: Everything News/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:55

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