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Quinta-feira, 04 DE Maio DE 2017

Alarme nos EUA ‒ 25M ao Ataque

Com o apoio de fabricantes chineses a Coreia do Norte prepara-se para atacar os EUA

 

Esta é a imagem que provocou (de imediato) a mais recente resposta norte-americana às constantes provocações oriundas da Coreia do Norte (testes de mísseis falhados, não conseguindo manter-se eretos), com os EUA a reforçarem as suas posições (militares) nesta região agora central do Globo Terrestre (Ásia).

 

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A Imagem que levou o Presidente Donald Trump (EUA)

A agir contra o Presidente Kim Jong-un (RPDC)

 

Imaginando-se o que seria para os norte-americanos (os grandes inimigos deste Ditador, por opção, que não de outros) se o líder da Coreia do Norte Kim Jong-un levasse para a frente o seu novo e diabólico plano que este registo (e documento) logo sugere: com cada um dos cerca de 25 milhões de norte-coreanos a tomarem em mãos o seu aparelho e pondo em ação o seu respetivo instrumento.

 

[A população da Coreia do Norte andará pelos 25 milhões]

 

(imagem: superstation95.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:36
Quinta-feira, 27 DE Abril DE 2017

A Colonização da Europa

Na sua Cruzada para derrotar os Infiéis Ocidentais, os Asiáticos aplicando toda a sua Sabedoria Oriental em vez de nos Conquistarem com armas, Conquistaram-nos com Produtos e outras Bugigangas ‒ tal como o Europeu fez (o Evoluído) quando descobriu as Américas (os Atrasados).

 

Para quem ainda tem dúvidas sobre qual o papel e a posição da China na Economia Global atual e simultânea e indiretamente de que parte do Mundo são originais esses e outros grandes Investidores Financeiros ‒ com a China naturalmente no comando e com um contingente adicional Asiático integrando essas poderosas fileiras ‒ basta olhar para o Gráfico de Investimentos Diretos concretizados pela China desde o início do século XXI na Europa (mais propriamente na EU) para ficar devidamente esclarecido:

 

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Investimento Direto da China na EU de 2000 a 2016

(de um total de mais de 100 biliões €)

 

Com os investidores chineses a gastarem no ano passado 4X mais na Europa do que os seus colegas europeus na China (aproximadamente 35 biliões para 8 biliões de dólares) ‒ a que não é estranho o acesso vedado a investidores estrangeiros a certas áreas apetecíveis da sociedade chinesa ‒ confirma-se que os EUA não foram o único alvo dessa estratégia de dominação económica e financeira (a China investiu na América em 2016 o dobro de 2015 ou seja 200 biliões): mas no caso da Europa e dado a longa crise económica que a tem afetado, tornando-a não só um parceiro mas também um dependente (pelo desequilíbrio tóxico da balança) ‒ com ingleses (23%) e alemães (19%) à cabeça e até Portugal de mão bem esticada (6%).

 

E assim, enquanto de um lado do Mundo os EUA vão exercendo a sua Supremacia Global alicerçada sobre o peso do Dólar (e das suas insaciáveis rotativas) e do seu elaborado (por estratégico e eficaz ao longo do tempo) e avançado (a nível científico e tecnológico) Complexo Militar ‒ com a Europa como sempre estática, observando o que se passa e tentando manter a toda a força esta nova Aristocracia (ignorando não só o que se passa fora, como o que se passa dentro das muralhas do seu Castelo) e o seu visceral Status quo (ou seja deixando andar) ‒ do outro lado desse mesmo Mundo a China numa associação com a outra grande potência Militar e Económica Mundial (a Rússia) e numa relação comercial cada vez mais estreita com os outros seus grandes parceiros asiáticos (tendo cada vez menos dúvidas na escolha entre “produtos” norte-americanos e chineses, sejam económicos ou financeiros ‒ ou não tivesse a China a sua versão do Banco Mundial o AIIB), mesmo não investindo fortemente na área Militar continua a estender inexoravelmente a sua influência (e orientação) por todos os 5 continentes, não só expandindo as suas fronteiras (comerciais e mais próximas) como continuando a infiltrar-se em todas as infraestruturas mais longínquas (externas) de modo a serem potencialmente neutras quando os políticos chineses lá chegarem (como grandes acionistas).

 

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EUA vs. CHINA

(com a Rússia sempre presente)

 

Como o afirma o Financial Times com o crescimento destes Investimentos Diretos começando a deixar a EU cada vez mais preocupada e a pensar um pouco mais sobre esta corrente interminável de dinheiro oriundo da Ásia, entrando de uma forma bastante intrusiva e por vezes estrategicamente descontrolada (causada pela necessidade urgente de dinheiro para Investimentos Internos devido à crise Económica que a Europa atravessa) no coração de um dos maiores Mercados Mundiais.

 

Com o tempo a passar e a posição da China na Europa a ser cada vez mais poderosa, influente e bem visível ‒ “a quem tem dinheiro toda a gente abre a porta nem perguntando de onde vem” ‒ transportando atrás de si não só toda a sua força de ser já hoje muito provavelmente a maior potência Económica Mundial (maior mercado, maior produtor, maior exportador, dos maiores detentores de dólares e de ouro), como de a ela irem também atrelados outros interesses paralelos, com os mesmos objetivos e muito dinheiro (de mero investimento mas com imediato retorno) e com toda esta operação (levada a cabo em conjunto pelo Bloco Asiático) a ser concretizada com a finalidade de cumprir mais uma etapa na sua introdução oficial e certificada no Mercado (cada vez mais) Livre (para eles) Europeu (através da lavagem de dinheiro mas de uma forma legal).

 

Um Presente de que já deveríamos estar à espera, quando no Passado escolhemos estes políticos, para definirem o nosso Futuro: indivíduos sem Ideias, apenas com ambições e vendendo-nos apenas por uns trocos, como objetos numa Loja Chinesa. E o problema não está naqueles que designamos como sendo os Invasores, quando estes ainda não sabendo que o eram, foram convidados a Invadirem por candidatos voluntários a se tornarem potenciais invadidos (em troca de vantagens para certos/alguns e desvantagens para incertos/todos).

 

(imagem: Rhodium/Merics/ft.com e tdcvideo.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:57
Sábado, 15 DE Abril DE 2017

À Bomba

Na sua contínua prospeção das verdadeiras intenções e capacidades da Confederação Russa em reagir eficazmente aos Jogos de Guerra levados a cabo pelos Norte-Americanos, os seus especialistas militares acompanhados pelos seus colegas e peritos em geoestratégia e manutenção da supremacia global, prosseguem de momento e tranquilamente e sem qualquer tipo de hesitação ou de percalço, no seu trajeto já há muito traçado e apenas durante uns anos adormecido pela opção de Barack Obama de não ter tropas no terreno: optando pelos drones, desafiando Hillary Clinton e levando-a ao abandono (no 2ºmandato de BO).

 

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Míssil nuclear russo Satan 2

 

No seu subconsciente com a certeza absoluta e só ao alcance de seres Excecionais de que, apesar de todo o seu arsenal bélico e poderio militar e de toda a propaganda inundando ininterruptamente o mundo ocidental (elevando-os a um nível de Excelência e a uma subserviência total dos seus discípulos e restante hierarquia inferior), a Confederação Russa mesmo com as suas armas e com a sua poderosa e equivalente capacidade de resposta (nos dois casos catastrófica e podendo ser comparada a um Evento ao nível da Extinção), jamais se atreveria a tomar a iniciativa e a escrever com a sua própria mão a data da sua morte. Mesmo com os russos a terem no seu arsenal a mais poderosa bomba não nuclear ‒ a FOAB mais poderosa que a MOAB ‒ e também de serem possuidores de uma das mais poderosas armas nucleares capaz de fazer desaparecer do mapa numa questão de segundos o Reino Unido, Portugal ou então o estado do Texas: o míssil Satan 2.

 

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FOAB testado pelos russos há já quase 10 anos

 

Agora e para variar (como se estivéssemos num Casino e para não se criar habituação, selecionando clientes para não prejudicar o negócio) introduzindo Variedades e até predestinação, deixando de lado os russos (antes indiretamente atacados por Trump na Síria enquanto recebia o Presidente da China) e virando-se logo para os chineses (ameaçando poder ser a Coreia do Norte o seu próximo alvo a atacar) enquanto recebidos em Moscovo. E numa sequência de cartas como se um jogo se tratasse, indicando o alvo 1 (tendo como pretexto a base do regime sírio) como um aviso para o 2 (para todos os opositores mesmo com ligações comuns) e de seguida o alvo 2 (naturalmente por ser a peça intermédia de toda esta operação) como um aviso para o 3 (pensando bem, talvez numa estratégia de dominó) ‒ podendo-se tornar num alvo mais, a juntar à Operação Trump em curso (tendo a DPRK como alvo, Kim Jong-un como centro e a China a olhar ao lado).

 

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O líder norte-coreana Kim Jong-un e a sua coleção de mísseis

 

No caso dos chineses e dada a sua grande paciência (e tendo negociado antes e com grande sabedoria com os seus aliados russos) agora e pacificamente dispondo de outros instrumentos, podendo intervir interferindo mas com um nível brutal e verdadeiramente demolidor: eles que já começam a controlar o comércio e a economia mundial, conjuntamente com os russos detentores de reservas em petróleo, gaz e até ouro, detentores do seu próprio Banco Mundial (AIB) como resposta ao dos norte-americanos e nos seus bolsos tendo dólares norte-americanos suficientes para rebentar com a economia dos EUA e com a sua dívida astronómica já ultrapassando os 18 biliões numa dívida mundial de mais de 69 biliões (como seus principais credores e aí se juntando os russos e certamente muitos mais).

 

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Uma tentação e um gesto tornado comum

 

Assim se a manicura de Donald Trump cumprir efetivamente a missão que lhe foi confiada e simultaneamente se alguém der ao Comandante Supremo o pretexto decisivo para mexer o Dedo da sua mão (por exemplo apresentando-lhe uma fatia de bolo de chocolate), nas próximas horas ou no mais tardar nos próximos dias a Coreia do Norte sentirá na pele o 3º ataque do novo líder dos EUA: amanhã e se o Evento se confirmar com os militares norte-americanos a terem a porta aberta para darem uma resposta imediata ao ditador norte-coreano ‒ iniciando-se a contagem a 16 (dois dias depois da sinalização do pretexto como na Síria e coincidindo neste caso com a visita do Secretário de Estado Norte-Americano à Ásia) e terminando a mesma a 26 (fim da visita do mesmo).

 

(imagens: bidexmedia.blogspot.pt/businessinsider.sg/express.co.uk/joosee.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:12
Sexta-feira, 07 DE Abril DE 2017

Caos, Ataque, Contra-Ataque, Atentado & Morte

[EUA, Síria, Terroristas, Suécia]

 

Preparando-se e já com uma desculpa para o caso de ser engano (utilizando preservativo e assim antecipando complicações):

 

The Tomahawk cruise missile is seen launched from the USS Porter vessel

According to US media, the strikes were carefully targeted to avoid hitting chemical weapons at the base.

(abc.net.au)

 

Enquanto nos EUA o Presidente recentemente eleito luta por sobreviver (internamente e todos os dias) constantemente encurralado por Democratas, Republicanos e agora até pelos Militares: e enquanto se mantiver esta indefinição, tudo será mesmo possível (tudo dependendo de Trump, do que disse/antes e do que fizer/depois).

 

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Mísseis Tomahawk a caminho da Síria

(lançados de madrugada a partir do Mediterrâneo e nas proximidades de Chipre)

 

Nos EUA uma poderosa influência exterior às duas Câmaras Soberanas (Representantes e Senado) e à própria Administração Norte-Americana (atualmente instalada na Casa Branca e liderada pelo Presidente recentemente eleito), conseguiu ultrapassar mais uma vez o Poder da Sociedade Civil (fraco) colocando-o momentânea e estrategicamente nas mãos do Poder Militar (forte) – e que em vez de se servir (aproveitar a ocasião) como parece ter sucedido, devia servir quem lhes paga e lhes justifica a obrigação de servir – já que caso contrário não passariam de mercenários: num momento de total indefinição sobretudo no aspeto externo (a que não é a estranha a prioridade dada à politica interna e ao relançamento e desenvolvimento interno da América, logicamente secundarizando o poderoso e impaciente setor militar), num cenário em que parecia existir uma aproximação entre partes há muito afastadas e conflituosas (EUA/Rússia) e numa altura em que os EUA e os seus aliados começavam a interiorizar que talvez fosse melhor deixar por lá o ditador, face ao cenário que se adivinhava com toda aquela região entregue ao Exército Islâmico, à Al-Qaeda e ao Terrorismo Global – sem tempo para se pensar ou sequer reagir, com os EUA a acusarem o Presidente Sírio de ter dado um tiro no pé e como tal enviando uns mísseis para ver se davam cabo do outro (o que lavaria o ditador a cair).

 

The United States fired 59 Tomahawk cruise missiles at Syria overnight in response to what it believes was a chemical weapons attack that killed more than 100 people.

(nbcnews.com)

 

Com o ataque concretizado hoje dia 7 de Abril de 2017 a uma base militar do Governo da Síria obviamente sob o comando do presidente Bashar al-Assad – levado a cabo pelos norte-americanos através de lançamento de mísseis Tomahawk – ficou desde já demonstrado que neste momento quem manda efetivamente nos EUA não é o seu Presidente, mas um outro poder paralelo e cada vez poderoso assente nas principais Corporações Internacionais (Económicas e Financeiras) e simultaneamente suportado pelo cada vez mais influente Complexo Militar – uma estrutura com os seus tentáculos estendendo-se desde território interno (fazendo lóbi na Câmara dos Representantes e no Senado) até território externo por mais longínquo que seja (como o Médio-Oriente com o Iraque, a Síria e o Iémen) – para quem os diversos Presidentes e Administrações Norte-Americanas têm trabalhado nos últimos 55 anos:

 

“He further infuriated the military industrial complex over his refusal to support the Bay of Pigs invasion. JFK had every intention to bring home the combat advisors which meant no involvement in Vietnam and his intention to engage Russia in talks of nuclear arms control did not sit well with the manufacturers of the weapons of mass destruction.”

 

“The plot to kill JFK had its origins in two speeches the President made. The first speech was made 10 days following the failed Bay of Pigs invasion, and 10 days after a defiant JFK said “no” to the CIA, the Joint Chiefs, the Mafia and the Cuban refugees, by refusing to provide air cover for the invasion of Cuba by CIA trained Cuba refugees, JFK made the speech that put one of the final nails in his coffin.” (thecommonsenseshow.com)

 

Numa 1ªFase eliminando o único obstáculo que ainda permanecia no seu caminho impedindo a sua necessária Consolidação – John F. Kennedy (presidente de 1961/63);

 

Numa 2ªFase de aparente apatia interventiva por parte dos apoiantes desta estrutura, aproveitando estes a relativa acalmia política e o desinteresse por parte da opinião pública para se inserirem ainda mais nas estruturas do poder e alterar a sua estratégia e direção – Lyndon Johnson (63/69), Richard Nixon (69/74), Gerald Ford (74/77), Jimmy Carter (77/81) e Ronald Reagan (81/89);

 

Numa 3ªFase de consolidação do seu projeto e de decisiva expansão para outros territórios estratégicos – na defesa de interesses económicos e financeiros associados ao seu Plano Geral (Corporações/Militares) e podendo devido à presença de adversários (políticos) ser postos em causa (unilateralmente pelos detentores da preciosa matéria-prima em causa) – com os militares a tomarem a iniciativa e a assumirem o controlo da situação, invertendo o natural percurso da cadeia de comando (numa iniciativa não partindo do poder civil para o militar cumprir, mas com o destinatário a dar a resposta ainda antes do remetente se lhe dirigir) e atuando de uma forma independente mas conscientemente consentida pelo poder político, em nome da defesa da soberania e da manutenção da supremacia global dos EUA, passando ao ataque, invadindo, destruindo e massacrando o seu adversário – George H. W. Bush (89/93), Bill Clinton (1003/2001), George W. Bush (01/09) e Barack Obama (09/17).

 

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Ataque dos EUA à Síria com 59 mísseis – Com o preço do petróleo a atingir um máximo

(apesar do nulo impacto do petróleo sírio, mas desde já com alguns a aproveitarem)

 

E se a 1ªFase (duração de 2 anos) se encerrou definitivamente com a eliminação do adversário e da 2ªFase (duração de 26 anos) já não restando nenhum presidente vivo ou ainda influente, convém recordar já no que diz respeito à 3ªfase (duração de 27 anos, sendo a mais longa, consistente e consolidante desse poder) que todos os anteriores e ainda influentes Presidentes norte-americanos continuam bem vivos e ativos (famílias e associados), ainda particularmente influentes por bem ligados à estrutura (apoiantes do complexo e de Washington) e mesmo com alguns deles transformados em verdadeiros subsídio-dependentes a não querem deixar (custe o que custar) o seu Mundo Tóxico e que nos vai matando aos poucos: aqui se destacando os Clinton seja Bill (eleito Presidente por 2 vezes – eleito e reeleito) ou Hillary (derrotada duas vezes por Barack Obama e Donald Trump), brutalmente afetados (financeiramente) na sua própria Fundação – a sua árvore do dinheiro podendo-os transformar em milionários (e que Trump destruiu).

 

Oil prices rose on Friday, trading near a one-month high after the United States fired missiles at a Syrian government air base, roiling global markets and raising concern that the conflict could spread in the oil-rich region.

(reuters.com)

 

Pelos vistos tendo-se iniciado agora uma 4ªFase de implementação e tentativa de generalização do processo (veremos se russos e os chineses estarão de acordo, já que da ONU nada se espera), aproveitando a subida inesperada de Donald Trump ao poder e a confusão (em parte indescritível e incompreensível) generalizada que ainda reina na América – com muitos a não quererem perder os direitos adquiridos há já mais de 1/4 de século (não só Democratas como Republicanos). Com o caos deliberadamente instalado pelos Democratas ainda não acreditando na derrota (tentativa de o fazer nas ruas e nas instituições representativas), com a luta imbecil entre Republicanos talvez nunca tendo acreditado na vitória (deixando o Presidente meio isolado), criando-se um ambiente propício para diversas iniciativas não obedecendo às cadeias de comando e justificadas pela urgência, tomadas seja por quem for mas sempre com questões duvidosas além do ato ilegal. E se alguém ainda esperava que um novo Presidente tudo poderia mudar, terá que constatar que provavelmente muitas das vezes a culpa não é dele, mas de alguém acima dele: será por omissão e por falta dessa declaração, mas certamente por precaução sobre o que lhe poderia suceder então (recordando como há 54 anos um Presidente interrompeu a função).

 

Nas últimas horas e com a nova convocatória do Conselho de Segurança com a Rússia a responder ao ataque levado a cabo ilegitimamente pelos EUA (sem autorização da ONU dado a origem do ataque ainda não estar determinado) e com os médias norte-americanos a sugerirem em tom de ameaça nova ação vinda da América:

 

Russia says U.S. strikes in Syria an 'illegitimate' attempt to distract from Iraq

U.S. officials say they are looking into whether Russia played a role in Tuesday's chemical attack

(cbc.ca)

 

E com a Suécia a ser o primeiro país a sofrer após o ataque norte-americano (desta madrugada) a uma base aérea da Síria (utilizada no combate ao ISIS/ISIL, Al-Qaeda e outros grupos de mercenários) – por curiosidade mal se deu o ataque (e por coincidência) militantes do Estado Islâmico parecendo conjugar esforços atacaram a região – talvez por se atrever a ser neutral neste conflito sem lei e com múltiplos abutres a satisfazer (e apesar de no seu território ter recebido mais de 150 mil refugiados):

 

A manhunt is underway after a lorry was ploughed into pedestrians in Sweden, killing at least three people and injuring several more. The vehicle was hijacked from a brewery before being used to commit the atrocity in Stockholm, being left partially embedded in the Ahlens department store. A large area of the Swedish capital was evacuated after what the Prime Minister called a “terror attack”, with public transport stopped and parliament put on lockdown.” (independent.co.uk)

 

(imagens: abc.net.au/reuters.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:44
Sábado, 01 DE Abril DE 2017

A Porcaria Vem Sempre à Superfície

Iraque – Mosul

 

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29.03.2017

 

Pentagon Has Video Proving Mosul Buildings Were Full of Civilians

Accuses ISIS of Using Civilians to 'Provoke' Attacks

 

Para se ter a certeza do que acontece quando se entrega a militares a resolução de um problema – para os mesmos e em função do equipamento utilizado (homens e máquinas) apenas uma questão técnica – vejamos o que acontece com o exército mais poderoso do mundo (o norte-americano) neste caso atuando no Iraque e pretensamente na defesa dos seus naturais.

 

No caso da libertação da cidade iraquiana de Mosul na posse dos militantes do Estado Islâmico, com a força aérea dos EUA a bombardear locais ocupadas por esta e outras organizações terroristas, arrasando-os completamente e certamente matando todos os que aí se encontravam. E como todo o militar concentrado (hipnotizado) apenas no cumprimento do objetivo e no sucesso da missão (a executar), fixando-se exclusivamente no alvo e não no que poderá estar atrás dele.

 

While this is designed to shift some of the blame away from the Pentagon for bombing buildings full of civilians, it appears to actually do the exact opposite:

It confirms that the Pentagon knew before the attacks that those buildings were full of civilians, and attacked them anyhow.

 

Tornando para qualquer um de nós ainda-por-cima preparados previamente para quem representa o Bem e quem representa o Mal – e face a tudo o que na realidade assistimos e a partir daí adivinhamos – extremamente confuso não se conseguir distinguir terroristas de militares, nem olhando de onde vêm, nem tentando compreender o que representam, nem mesmo verificando a farda que usam: é que todos eles atiram e sempre para matar. Com a população a fugir e a ser abatida ou a ficar e a ser esmagada.

 

Com uns usando-os como escudo (para se defenderem evitando ser atacados) – o Estado Islâmico – e com os outros identificando-os como alvo (se metem lá civis é porque lá estão terroristas) – os EUA. Desse modo equiparando-se no genocídio (num ato consciente sobre a população) na tentativa de ganhar território e de a qualquer custo ganhar a guerra. De um dos lados prosseguindo-se o caminho (pelo menos enquanto os terroristas forem financiados) e do outro imitando-se táticas e talvez mesmo regressando às origens (aos seus criadores) – com os militares negando de início, admitindo de seguida, talvez se culpabilizando um pouco, mas de imediato e em reviravolta estratégica (na guerra é assim), tentando arranjar desculpas e atirando-as (as culpas) para outros.

 

The fact that civilians were being forced into buildings does not prove that the buildings were of any specific value as a target in the first place

And the Pentagon’s assertion appears to be that putting civilians in there amounted to making the buildings a more tempting target in and of itself.

 

Num procedimento tornado comum e no qual a vítima em geral um civil é criticado e chamado à atenção pela sua própria morte, pois ao pôr-se em fuga de um local ou ao permanecer no mesmo não se informou convenientemente junto às autoridades então em presença – fossem terroristas ou não. Provavelmente com a única solução para este grande imbróglio envolvendo pessoas que nunca deveriam lá estar (mas que já agora e tratados como excedentários se puderam aproveitar), a ser envolve-los todos num cinto e a mandá-los pelo ar – no meio da confusão sendo tudo considerado como danos colaterais.

 

(texto/inglês/negrito: Jason Ditz/antiwar.com – imagem: reuters.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:00
Quarta-feira, 22 DE Março DE 2017

Uma Aventura na ONU

Nem três meses passados sobre a sua eleição, o novo Secretário-Geral da ONU começa a mostrar o seu poder (por opção igual a zero): ou seja, tal como os outros a dar o dito por não dito e logicamente (como todos os outros que por lá passaram) apoiando os que na realidade possuem (e o possuem) e mandam (até nele). Dando razão a Donald Trump (ainda-por-cima um dos que possuem e mandam) sobre a inutilidade da ONU (e das palavras se ocas do seu Secretário-Geral).

 

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António Guterres

Ex-Alto-Comissário da ONU para os Refugiados (onde brilhou)

Atual Secretário-Geral da ONU (onde parece começar a perder o brilho)

 

Tendo tomado posse a 1 de Janeiro de 2017 como Secretário-Geral da ONU com o apoio entre outros estados dos representantes da Rússia (embaixador Vitaly Churkin) e dos EUA (embaixatriz Samantha Powell),

 

Com um dos mais entusiastas na nomeação de António Guterres tendo sido o embaixador russo na ONU, entretanto falecido em condições um pouco estranhas (ataque cardíaco para quem antes nunca demonstrara tal problemas de saúde),

 

E por sinal na sequência da morte de outros diplomatas russos em circunstâncias muito idênticas,

 

Vitaly Churkin tal como os outros diplomatas estariam envolvidos na resolução de conflitos como o da Guerra Civil na Síria (luta contra o terrorismo global), envolvendo interesses também norte-americanos, turcos e de muitos outros participantes e intervenientes (já agora para esclarecimento não sendo obra ou ajuste de contas da parte de Vladimir Putin dado Vitaly Churkin ser um dos seus representantes preferido e pelo Presidente russo mais elogiado),

 

O português António Guterres eleito pela maioria da Assembleia para o exercício de tal cargo (até pela sua passagem pela mesma ONU como Alto-Comissário para os Refugiados e pelo seu trabalho desenvolvido na defesa dos mais desprotegidos e desfavorecidos deste Mundo)

 

Vem pela primeira vez demonstrar (pelo menos para quem ainda não compreende os mecanismos do poder e os seus exercícios eleitorais) que para lá do que o Secretário-Geral pensa e diz, existe muita mais vida e pessoas para além dele, que falam, manipulam e jogam muito mais alto: batendo-o na parada, invertendo-lhe as ideias e isolando-o logo no início,

 

E naturalmente iniciando a destruição da sua equipa (com o seu consentimento).

 

Num trajeto eleitoral iniciado no final de 2015 quando António Guterres deixou o seu cargo de Alto-Comissário para os Refugiados na ONU, perfilhando-se de imediato como um dos potenciais candidatos à sucessão do sul-coreano Ban Ki-Moon como Secretário-Geral da ONU;

 

Apesar da oposição de alguns países integrando a ONU (grandes potências ou países satélites) como o terá sido a Alemanha (com Ângela Merkel à cabeça apoiando uma candidata búlgara), acabando por atingir o seu objetivo não propriamente pelo seu currículo conhecido, mas certamente pela situação de indefinição que então se vivia no Mundo (e que ainda hoje se vive desde a eleição de Donald Trump como Presidente dos EUA);

 

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O israelita Benjamin Netanyahu e a jordana Rima Khalaf

1ºMinistro de Israel (origem da pressão)

ex-Subsecretária-Geral da ONU (a vítima da contradição)

 

Ainda antes da sua tomada de posse e pelo seu posto ocupado nestes últimos 10 anos ao serviço dos mais desprotegidos (na ONU desde 2005 e ao serviço dos refugiados), deixando muitos dos povos dos mais martirizados do mundo como o da Palestina (sem terra, sem soberania, sem liberdade, sem existência reconhecida, sem os mínimos direitos e sempre acusado e assassinado em nome dos seus/e dos outros políticos) esperançados e ansiosos pela chegada (finalmente) do há tanto sonhado momento de mudança;

 

E no entanto na sua primeira e mais notória intervenção como Secretário-geral desde que tomou posse (menos de 3 meses) num conflito envolvendo atualmente mais de 11 milhões de pessoas e que já se arrasta há mais de 100 anos (e pelos vistos continuando sem fim à vista)

 

Numa primeira indicação negativa (por situacionista) do que poderá suceder com outros dos vários conflitos (violentos) também a decorrerem

 

Deixando-se levar (por uma das suas secretárias), sendo chamado à atenção (pelos EUA e Israel), tentando inverter a opção (mandando sentar a secretária) e sendo necessário (para salvar a sua face) aceitando a demissão (da tal secretária) e justificando esta atitude por falha de comunicação (não é que não tivesse razão mas não tendo autorização).

 

E assim, depois de Israel exigir a retirada de um relatório para si aparentemente comprometedor, o secretário (o Geral) assim fez, pondo logo em polvorosa o outro lado do conflito, sentindo-se enganado por um seu antigo amigo, visitante assíduo e defensor:

 

Criticando a retirada do relatório (como se tal não fosse o mais natural desde as declarações deste sobre Jerusalém atribuindo aos judeus a origem do Monte do Templo – uma das mais duras provocações a ser feita a um palestiniano)

 

E provocando nos seus antigos amigos palestinianos uma demonstração de grande repulsa pela sua atitude de deixar cair a sua colega e eliminar o relatório.

 

Mal começando Guterres ao virar as costas logo à primeira, àqueles que disse representar e defender durante esta última década – razão que o levou ao lugar que hoje ocupa.

 

Será que chegamos ao momento da reedição (agora a nível internacional) do tempo em que António Guterres era 1ºMinistro de Portugal – celebrizado pela sua afirmação inicialmente reflexiva, logo tornada definitiva “é só fazer a conta”?

 

(imagens: uol.com.br/globo.com/Yahoo.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:07
Domingo, 19 DE Março DE 2017

O Mundo em Banho-Maria

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Com o Pentágono a afirmar não ter bombardeado a mesquita

(mas o local onde se encontravam os terroristas da Al-Qaeda)

 

Pentagon Denies Bombing Syrian Mosque, But Its Own Photo May Prove That It Did

(theintercept.com)

 

No momento em que nos EUA o seu novo Presidente conjuntamente com os principais membros da sua Administração Republicana continuam a arrumar a casa (postos perante problemas como o da emigração clandestina, da necessidade da criação de postos de trabalho, dos cuidados mínimos de saúde a prestar à sua população e até da questão dos Veteranos de Guerra) e enquanto os seus principais especialistas colocados em posições influentes (de definição e de orientação) procuram novas estratégias político-económicas internas mantendo momentaneamente equilibrado o panorama político mundial (antes do início do inevitável conflito que colocará frente-a-frente os EUA e a China), certos grupos de interesse nacionais ou internacionais atuando um pouco por todo o mundo e aproveitam a oportunidade que lhes é concedida (e contando com a preciosa colaboração intencional ou não dos Democratas ao persistirem nos ataques ao seu novo Presidente) dão agora ar da sua presença e da sua capacidade de intervenção e de influência.

 

More than 42 people were killed and dozens more injured, according to monitoring groups and local activists. First responders with the Syrian Civil Defence – known as the “White Helmets” – rushed to treat the wounded and dig corpses out of the rubble.

(theintercept.com)

 

Não sendo económica sendo-a obviamente militar (essa intervenção/influência/intrusão) mesmo que clandestina e forçosamente ilegal – e oriunda dum financiador (EUA) ou mesmo dum interventor (Israel). Com outros grandes investidores a estarem de momento ocupados e de mãos bem atadas, ocupados como estão no genocídio a decorrer no Iémen (Arábia Saudita e Reino Unido). E nisto tudo ainda incluindo a Europa, a Rússia e o Irão (para já não falar do Iraque e da terraplanagem a decorrer em Mossul).

 

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A antiga mesquita situada mesmo em frente da nova mesquita

(agora com a mais recente completamente destruída)

 

An administration official told the Washington Post that two armed, Reaper drones fired “roughly [the] entirety of their Hellfire payload and followed up w/ 500 lb bomb.”

(theintercept.com)

 

E assim, tendo sempre como alvo bem fixo no seu cenário e objetiva um território inimigo (Síria) por apoiado pelo Grande Inimigo (Rússia), lá vemos nós de novo os norte-americanos e os israelitas enchendo um pouco mais o balão (da Guerra Civil Síria), para ver o que daí ainda poderá resultar: um atacando por engano (e matando dezenas de pessoas) o outro só estando a espreitar (mas recebendo como resposta mísseis da artilharia síria). No entanto com o aspeto mais importante, determinante, mas ao mesmo tempo curioso, ser a de no caso dos norte-americanos os agora bombardeados serem os seus anteriores aliados (na guerra e no terreno) – surpreendidos numa reunião de quadros da Al-Qaeda. Numa ataque logo confirmado e denunciado no terreno por testemunhos considerados credíveis pelo ocidente (os White Helmets) como tendo sido um ataque a uma mesquita localizada na cidade-rebelde de Al-Jina (norte da Síria) e provocando mais de 40 mortos e dúzias de feridos entre os civis. E com os responsáveis dos EUA a afirmarem terem enviado para a zona dois drones, descarregando todas as suas bombas sobre o local considerado um reduto da Al-Qaeda e nunca uma mesquita síria – e que essa, era a casa ao lado. Só mesmo de norte-americanos pensando falar com imbecis.

 

The building “was holding a meeting of al Qaeda members”. Military officials “believe dozens of core al Qaeda terrorists were killed.” Locals say the building the drones struck is part of a mosque and religious school, which was built as an expansion several years ago.

(theintercept.com)

 

No terreno e enquanto o cenário não voltar de novo a mudar, com os terroristas a serem perseguidos impiedosamente no Iraque (com os militares iraquianos a juntarem-se às práticas dos terroristas nem sequer poupando a sua população), a serem atacados e bombardeados na Síria (pelos seus anteriores aliados os EUA), a começarem a ficar entalados na Turquia (a sua base de retaguarda) e a desesperarem com a indefinição nos EUA e a falta de maior apoio por parte do seu principal patrocinador A Arábia Saudita – a grande inimiga do Irão mas agora de mãos atadas (e dinheiro investido) na Guerra Civil por si patrocinada e em vigor no Iémen (um dos maiores desastres humanitários a decorrer em África e no Mundo).

 

(imagens: theintercept.com/Christiaan Triebert@trbrtc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:52
Terça-feira, 07 DE Março DE 2017

Um Pesadelo chamado BO

Tudo se passou em Fevereiro no lago Oroville localizado nos EUA (estado da Califórnia).

 

"This is not a drill. This is not a drill. Repeat, this is not a drill."

(National Weather Service)

 

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Barragem de Oroville em risco de colapso

E inundando todas as áreas situadas a níveis inferiores (12 Fevereiro 2017)

(imagem: Sting Flight/youtube.com)

 

Thousands evacuated as California dam threatens to break

 

Almost 200,000 people from several California towns have been ordered to evacuate late Sunday, February 12, due to fears of a dam failure. A hole was discovered at the emergency spillway of Oroville Dam, located in northern California, leading authorities to open up an auxiliary spillway to alleviate pressure on the 50-year-old dam. However, the increasing amount of water in the dam is threatening to flood downstream areas. The 770-foot dam itself was not in danger of collapse, but the emergency spillway was causing major concern due to erosion damage on its concrete top. "Immediate evacuation" of areas downstream from the Oroville Dam has been ordered by the Butte County Sheriff's office on Sunday. On Monday the danger had subsided for the moment as water levels at the dam, 120 kilometers north of Sacramento, had eased. But people were still being told to stay away. (rappler.com)

 

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Escoadouro da barragem do lago Oroville

Já danificado e na altura com um caudal aproximado de 1000m³/s (7 Fevereiro 2017)

Com um volume de caudal superior a 1500m³/s (11 Fevereiro 2017)

 

Todos nós ainda nos recordamos de como no início do mês de Fevereiro e na sequência de chuvas intensas e persistentes verificadas no estado norte-americano da Califórnia, uma das suas barragens instalada nas margens do lago Oroville correu o sério risco de (a qualquer momento) poder colapsar: tudo porque o seu escoadouro cujo funcionamento é importantíssimo em situações de emergência como esta (em que a barragem estava no seu limite máximo de armazenamento) cedeu face à pressão exercida pelas toneladas de água que lá circulavam – com os seus alicerces a nunca serem devidamente consolidados depois de anos contínuos de seca extrema, com a observação do enfraquecimento progressivo e alarmante dos terrenos de suporte sem ninguém se incomodar e sem nada se fazer e até com a ausência de prevenção para a possível, mais que previsível e até previamente anunciada e confirmada, época das chuvas.

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Escoadouro da barragem de Oroville

Ainda com o mesmo danificado e escoando água do seu reservatório (13 Fevereiro 2017)

Com uma visão global da estrutura a partir da ISS (22 Fevereiro 2017)

 

Um incidente claramente evitável e que certamente não terá nenhuma justificação (aceitável), a não ser (se continuarmos tolerantes no meio da prepotência) a óbvia poupança de dinheiro (um corte no investimento através de um corte na manutenção) ou então a completa irresponsabilidade e incompetência: colocando não só em risco toda uma infraestrutura fundamental para a região (como acontece em todos os lugares do mundo quando se fala de água) – não só para a agricultura, como para a indústria e até para a saúde de todos os cidadãos – como pondo em causa a vida de milhares de pessoas, toda a natureza à sua volta, as suas casas e o seu local de trabalho. Com os terrenos em volta do escoadouro a poderem ceder, seguindo-se um efeito idêntico em torno do mesmo terreno e em última instância podendo-se mesmo originar um maior deslizamento e o colapso total de toda a estrutura associada à barragem: o que levaria de imediato ao aparecimento de uma muralha de água com alguns metros de altura, avançando sobre os terrenos a um nível mais baixo e levando tudo à sua frente.

 

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Escoadouro da barragem de Oroville

Apesar do colapso parcial escoando as águas e evitando o desastre

(7 Fevereiro 2017)

 

Na altura com as autoridades responsáveis pela proteção civil a não terem outro remédio senão apelar a todos os residentes na área circundando a barragem de Oroville para abandonarem de imediato as suas residências e locais de trabalho, colocando em fuga centenas de milhares de pessoas e pondo em sobressalto as suas vidas, a de familiares e amigos e logicamente os seus pertences (as recordações de muitas vidas). Por um simples acaso do destino não tendo tudo acabado em tragédia, porque a chuva finalmente parou, o caudal diminui e desceu e especialmente, porque apesar de tudo o que de mau lhe fazemos a Natureza ainda nos deu mais uma das suas ajudinhas: com uma camada rochosa mais profunda (e forte) suportando o impacto da queda (da água e outros detritos) na zona danificada do escoadouro.

 

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Escoadouro da barragem de Oroville

A destruição provocada, os detritos depositados e a erosão de terrenos bem evidente

(27 de Fevereiro)

 

Um incidente registado numa das mais elevadas barragens do estado da Califórnia, suportando no seu reservatório o resultado das chuvas intensas registadas em toda a região circundante durante um período de várias semanas e que deixou o seu escoamento de emergência inutilizado quando o mesmo era mais necessário – no entanto obrigado a continuar a desempenhar a sua função (mesmo parcialmente colapsado) não fosse a barragem extravasar (os seus limites) e provocar uma enorme catástrofe inundando e destruindo tudo à sua volta. Com as causas para o mesmo incidente a ainda não estarem em nada esclarecidas, já que se por um lado a barragem já tinha uns bons 50 anos de idade, por outro lado a mesma começou logo a levantar problemas quando por altura do incidente o caudal ainda se fixava nos 340m³/s – e sabendo-se que o escoadouro colapsado deveria suportar um caudal na ordem dos 7000m³/s.

 

[As bases de sustentação (com a carga e a vibração) cederam: fora de prazo ou falta de manutenção. Tão simples como isto: o problema é descobrir os responsáveis – pois eles só os sabem encontrar, à mão e à medida, depois de cometido o crime.]

 

BO: Barragem de Oroville

 

(alguns dados e imagens: livescience.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:37
Sexta-feira, 03 DE Março DE 2017

A Terra Treme Várias Vezes e Todos os Dias

Significando que através da manutenção da sua atividade interna, se mantêm as condições ideais para a continuação da existência de Vida neste planeta.

 

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Vulcão Anak Krakatau – Indonésia

A existência de atividade Vulcânica como sinal da existência de Vida

(tendo a Terra como exemplo e o Homem como exemplar)

 

Com as zonas sismologicamente mais ativas da Terra centradas quase sempre em torno de duas grandes regiões, é fácil até para um leigo analisando a concentração de pontinhos assinalando os últimos sismos, localizá-las corretamente num mapa: uma delas rodeando toda a extensão da falha tectónica separando a Placa Euroasiática da Placa Africana, outra rodeando a fronteira entre a Placa Sul-Americana e a Placa de Nazca e finalmente uma outra rodeando toda a Placa Indo-Australiana e coexistindo com o Anel de Fogo do Pacífico.

 

Nas tabelas e gráficos mensais relacionados com a atividade sísmica registada nas diversas regiões do globo terrestre, com as referências a toda a zona do Indo-Pacífico, da costa ocidental do continente Sul-Americano e ainda de toda a zona estendendo-se da entrada do estreito de Gibraltar até ao Médio-Oriente (a que apanha Portugal a sul) a sobrecarregarem estas regiões fazendo-as sobressair entre todas as outras como as das mais ativas na atualidade: mas sem dúvida com a Placa Indo-Australiana a ser a mais castigada pela frequência e magnitude dos sismos (só sendo acompanhada mas com menor frequência pelos sismos causados pelos choques entre as Placas de Nazca e a das Caraíbas e Sul-Americana).

 

Ainda hoje (referindo-me às últimas 24 horas) e como comprovativo com quatro sismos significativos na região do Índico-Pacífico em zonas localizadas a norte da Austrália (Ilhas Salomão, Banda Sea, Ilhas Mariana e mais acima o último registado no Japão) e com a amplitude a variar entre M5.0 e M5.5; com outros três a definirem a linha da falha tectónica atravessando o Mediterrâneo, atingindo na Turquia M5.6 (o penúltimo de todos os sismos aqui referidos e ocorrido esta manhã) e no outro extremo já no Atlântico Norte M4.9 (a meio com Monchique a sentir alguma coisinha com um sismo impercetível de M0.5); e ainda um pouco mais a norte junto à falha da Placa Norte-Americana (e num local também habitual) um sismo de m5.6 registado no sul do Alaska (e um outro um pouco mais a sudeste nas Ilhas Aleutas de M5.5).

 

[Sismos registados até às 18:20 UTC de 02.03.2017]

 

A partir daqui e através de um processo recorrente de recuperação de arquivos armazenados no nosso cérebro (utilizando um código de acesso específico e adaptado às diferentes fases de implementação do programa – inserido nas nossas células e responsável pelos alicerces, edificação e consolidação do seu tronco central, por natureza oportunista e seletivo), podendo-se divagar um pouco sobre a história geológica e topográfica do nosso planeta e a partir daí tentar esboçar o aspeto superficial que a Terra teria há uns milhões de anos no passado e talvez adivinhar ou prever (por justaposição de modelos) o que ela poderá ser no futuro: as zonas que colapsaram e se afundaram sob a fina crosta terrestre e aquelas que no sentido inverso se ergueram dos níveis inferiores marítimos e/ou continentais e se mostraram ao Mundo – talvez não pela 1ªvez mas certamente renascidas.

 

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Atividade Solar – Ano/nº de manchas solares

Num ciclo de baixa atividade solar podendo ter consequências para a Terra

(na sua atividade geológica agora mais influenciada pela ação dos raios cósmicos)

 

Num Ciclo Solar e num Ciclo Terrestre que nos apresenta um Sol a atravessar um período de baixa atividade e uma Terra um pouco desprotegida devido às variações registadas no campo magnético terrestre: por um lado com o Sol a pressionar menos a Terra (com as suas tempestades solares e projeções de CME, sendo menos frequentes e intensas) – aspeto positivo – mas pelo outro e em sentido contrário – aspeto negativo – com o campo magnético e protetor rodeando a Terra a enfraquecer e a deixar-se penetrar com mais facilidade pelos também perigosos por radioativos Raios Cósmicos. Para uns indicando estarmos cada mais próximos de uma inversão magnética (daqui a 1, 10, 100, 1000, 10000 ou muitos mais anos) para outros (a maioria oficial) estando-se apenas a verificar uma readaptação do mesmo campo magnético com o mesmo acabando por se estabilizar. Com os cientistas a afirmarem terem conhecimento (confirmando em parte a versão anterior) de uma deslocação de material ferroso no interior profundo da Terra (associado à polarização dos mesmos e à definição do norte e do sul magnético terrestre) transportado por um poderosíssimo jato composto por diferentes elementos deslocando-se no interior de extensas massas de materiais líquido e em fusão (localizadas no manto – até cerca de 2900Km de profundidade)), circulando na área mais profunda da litosfera e rodeando a sua parte central o núcleo – com o núcleo externo líquido (2900Km a 5150Km de profundidade) e o núcleo interno sólido.

 

Neste primeiro trimestre de 2017 com a USGS – instituição norte-americana destinada à investigação geológica (repetindo o já feito e iniciado no ano passado) – a divulgar os estudos comparativos dos sismos naturais e dos sismos induzidos (pela atividade humana) na região central e leste dos EUA: tudo porque o crescimento dos sismos registados nas zonas sob observação (da USGS) registava um crescimento significativo na área dos induzidos – e logo causados pelo próprio Homem (digamos que tendo origem artificial). E sendo uma das atividades humanas responsável pela maioria do aparecimento desses sismos induzidos a Indústria Petrolífera – com o fracking (método que possibilita a extração de combustíveis líquidos e gasosos do subsolo) a ser protagonista – não sendo pois de admirar que face à crise na mesma (no presente e no preço), os furos tenham diminuído e as repercussões sismológicas também: menos fracking, menos furos, menos sismos. Ficando os especialistas felizes por se preverem futuras quedas. Mas agora com Donald Trump a prometer maior apoio à Indústria Petrolífera.

 

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Evolução do preço do petróleo nos últimos dois anos e meio

(com um pico mínimo histórico registado no fim de 2016)

37 dólares/barril de crude

 

Aproveitando a USGS a ocasião de indicar quais as regiões (Estado) dos EUA sob maior ameaça: Oklhaoma. Apresentando um crescimento exponencial de pequenos sismos registados (a partir de 2014) se comparados à média habitual (entre 1980 e 2000):

 

Período

Nº Sismos por ano

1980/2000

2/3

2014

2500

2015

4000

2016

2500

Região de Oklahoma

(EUA)

 

Com o quadro a ser bem explicito quanto ao brutal crescimento de pequenos sismos nesse estado norte-americano, acompanhando perfeitamente nesse seu movimento (em subida) o período de tempo em que o preço do petróleo esteve sempre em crescendo, até se dar a grande viragem, a descida dos preços e a última crise petrolífera (com o barril de petróleo a descer de mais de 100 dólares para pouco mais de 35 dólares) – originando como efeito colateral (e sobretudo na indústria dedicada ao fracking) grandes prejuízos e o abandono temporário do programa de exploração. Tudo sentido no nosso quotidiano mas com algum atraso: desde que a crise estala só a sentindo depois (com a descida dos combustíveis – numa guerra declarada e apenas levada a cabo para se castigar produtores – como a Rússia e o Irão mas beneficiando a China), aproveitando para olhar para trás e mesmo assim não compreendendo os sinais (num dos seus momentos áureos com as máquinas do petróleo fartando-se de esburacar perante a indiferença total) e mesmo num momento de alívio e de alguma descompressão ignorando de novo os factos e persistindo na execução.

 

Prevendo-se talvez definitivamente e de uma forma verdadeiramente irrevogável, que nos próximos 4 anos (pelo menos se nada de estranho acontecer antes) e entregue a Administração da Terra ao novo Presidente da Maior Potência Terrestre agora entronizado Líder Espiritual Mundial, se verifique de novo a retoma no mercado do petróleo (e outros combustíveis fósseis em locais penetráveis) com os preços a subirem e as perfuradoras a trabalharem. E que estados como o de Oklahoma (ou até como o da Califórnia) persistindo na intenção geral da retoma através da reintrodução de sistemas de exploração extremamente intrusivas como o fracking (na qualidade do ambiente e na saúde dos seus cidadãos – por exemplo utilizando e poluindo lençóis de água) – até pela sua localização geográfica sendo clientes habituais de fenómenos sismológicos naturais – poderão a curto-prazo e caso se mantenham as intenções (do Governo representando as Corporações) não só provocar ainda mais sismos (naturais ou induzidos), ainda mais destruição e mais vítimas (com a decadência ambiental devido à ocupação da indústria), como num extremo possível e levando o plano até ao fim destruir uma grande área dos Estados Unidos da América (tendo a norte Yellowstone e o seu SuperVulcão; e a oeste a Califórnia e a falha de San Andreas).

 

(imagens: plexusworld.com/nextgrandminimum.wordpress.com/bloomberg.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:44
Quinta-feira, 23 DE Fevereiro DE 2017

Black & White/Poor & Rich

Sendo surpreendente (ou talvez não), esquecidas e postas de lado as suas respetivas ideologias, vermos vindo de todos os quadrantes políticos (da direita até à esquerda) o mesmo medo e inquietação de perderem os seus direitos – pelos vistos sendo divinos e há muito adquiridos (como deuses, profetas, discípulos ou simpatizantes que são). Não se descortinando exceções no meio de tamanho rebanho.

 

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Sixty Percent of Americans Are Worried That Donald Trump Will Take the USA

To War in His First Term

(Elisabeth Joan – playbuzz.com)

 

Com os EUA a atravessarem internamente um período de autêntica Guerra Civil entre grupos poderosos e influentes instalados na sua sociedade e que de maneira nenhuma querem perder os privilégios de uma vida, a presença da perseguição racista já não se limita apenas à instrumentalização e utilização do negro (pondo brancos a caça-los) como bode expiatório para tudo o que de mal acontece, como se torna ainda mais vergonhosa ao servir-se da psicologia de massas tornada violenta e irracional (numa opção típica de regimes fascistas) para colocar uns pobres a lutar contra outros pobres apenas pela manutenção do status quo dos ricos.

 

Recorrendo às memórias que cada vez menos nos restam do passado, maioritariamente esquecidas e obliteradas pelo pouco tempo que ainda nos sobra para viver, por vezes somos levados inexplicavelmente a ressuscitar certos temas, que por tantas e tantas vezes adulterados e acabando-se mesmo por optar pelos seus simétricos, nos levam à negação das evidências, à apatia pelas suas consequências e finalmente numa mistura explosiva das duas à indiferença e à intolerância: aceitando de uma forma aberta (as sugestões emitidas pelos seus líderes), utilizando um trajeto exclusivo (de modo a assegurar a proteção, segurança e persistência do grupo) e selecionando sem qualquer tipo de restrições (mesmo recorrendo à morte antecipada) a destruição de outros grupos. Tudo com o único objetivo tornado responsável e credível (ao longo da nossa educação e formação inalterado, como comprovativo do facto de sermos autênticas réplicas uns dos outros) de preservar a espécie e o modelo adotado por esse grupo (enunciado e declarado como o grupo modelo): e simultaneamente interiorizando progressivamente (porque um dia poderá chegar a nossa vez) que face aos interesses estabelecidos como necessários e prioritários por esse grupo, todo o elemento seu constituinte é transitório e suscetível de ser neutralizado (suspenso para eventual recuperação/reeducação ou arquivamento/prisão).

 

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Ysanel Torres of Rhode Island

Attends a Black Lives Matter march during the 2016 Democratic National Convention

(Josh Afner – usatoday.com)

 

Daí partindo-se para o problema das minorias, das raças, das etnias, do género, da idade e de tudo o mais que possa existir e dividir a espécie, levando-a a sucessivos e crescentes conflitos, a guerras intermináveis e de seguida à definitiva extinção – no sentido em que essa extinção será definida e limitada à esmagadora maioria habitando este planeta (7 biliões-uns quantos), englobada naquele pacote monstruoso mas realista (a realidade por todos previamente escolhida) contendo todos aqueles que usufruindo de menos de metade do que a Terra lhes poderia oferecer, nunca o chegaram a ver ou a tocar porque algo ou alguém lá chegou antes e o fez desaparecer: num processo artificial imposto por uma minoria irrelevante, de modo a definir o seu próprio modelo evolutivo – e dispensando simultaneamente o processo evolutivo natural – como se por acaso tivéssemos assumido o papel de Deuses e deixando de ser o que sempre fomos (meras replicas uns dos outros obtidas a partir do mesmo molde original), nos achássemos superiores (aos outros) apenas enganando e manipulando. Através da utilização crescente e exponencial de máquinas e de periféricos num mundo biomecânico em que o segundo matará o primeiro (ao contrário do idealizado e desejado por Isaac Asimov – talvez por ainda acreditar na dicotomia estabelecida pelo Homem entre o Bem e o Mal – como uma forma inicial e primitiva de se defender).

 

Por exemplo pensando no caso norte-americano e no seu eterno problema com a minoria étnica africana (ou minoria negra) – e começando a história por meados do séc. XVIII (e limitando-nos apenas aos últimos 150 anos para evitarmos mais atos horrendos). Bastando para tal analisar a evolução demográfica de brancos e negros nos EUA desde a Guerra Civil Norte-Americana iniciada em 1861 (faz agora 156 anos). E já agora adicionando-lhe a questão dos hispânicos/latinos, comparando a sua evolução (demográfica) com a dos indivíduos de raça negra.

 

P/%

P

P

P

P P

%

 %

%

%

Ano

Branco

Negro

Outro

(Total)

H

Branco

Negro

Outro

H

1860

26,9

4,4

0,1

31,4

0.2

86

14

0

1

1890

55,1

7,5

0,3

62,9

0.4

88

12

0

1

1920

94,8

10,5

0,4

105,7

1,3

90

10

0

1

1950

134,9

15,0

0,8

150,7

3,2

90

10

0

2

1980

188,4

26,5

11,6

226,5

14,6

83

12

5

6

2010

223,6

38.9

46,2

308,7

50.5

72

13

15

16

Demografia – EUA

[P: População (em milhões) T: Total H: Hispânicos/Latinos]

 

Analisando os dados apresentados na tabela anterior concluindo-se:

- Que se em 1860 em cada 10 habitantes 8.5 eram brancos e 1.5 eram negros, 150 anos depois cerca de 7 eram brancos, mais do que 1 eram negros e menos que 2 eram hispânicos/latinos: ou seja de 2ºgrupo passando a 3º: com os negros a serem ultrapassados na sociedade norte-americana por cidadãos falando a língua espanhola (13% contra 16%);

- Com a população negra mantendo uma proporção semelhante à população branca: 1 negro para 6 brancos – mas estagnando no seu crescimento (média de 12%) face ao crescimento dos hispânicos/ latinos (de 1% para 16%): e a ter sofrido uma diminuição notória de 1860 a 1950. E com os hispânicos/latinos a revelarem-se pela mesma altura (1950) e a dispararem para atingirem o seu auge no ano de 2010 (últimos dados registados e que passados 7 anos deverão ser ainda maiores);

- E a partir destas conclusões e de muitas outras que se tentarão certamente elaborar, podendo-se relacionar esta evolução demográfica com alguns acontecimentos históricos ocorridos neste último século e meio (e só para mencionar 7): como a Guerra Civil nos EUA (1861/1865), as duas Guerras Mundiais (1914/1918 e 1939/1945), a Guerra do Vietnam (1955/1975), a Guerra do Golfo (1990/1991) e as Guerras do Afeganistão (2001/2014) e do Iraque (2003/2011).

 

A partir do ano de 2010 com os EUA vindo de dois mandatos sucessivos do Republicano G. W. Bush estando já sobre o comando do seu novo e 44ºpresidente dos EUA o Democrata Barack Obama (20 Janeiro 2009 a 20 Janeiro 2017) – num planeta partilhado hoje em dia por 195 países (193 países membros da ONU e 2 países observadores), onde habitam mais de 7 biliões de pessoas e em que o novo Homem-Forte da América e como consequência do Mundo, é agora um republicano, por sinal um milionário e também sendo Presidente habitando a Casa Branca: Donald Trump de seu nome.

 

(legendas e imagens: as indicadas)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:15

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