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Sexta-feira, 26 DE Maio DE 2017

A 1ª Aventura do Presidente Donald

Num périplo por 3 (+1) dos locais com maior credibilidade na defesa e na preservação da nossa espécie e da sua identidade (pelo menos sendo assim que as Instituições oficiais nacionais e internacionais os retratam), o 45º Presidente dos EUA depois de visitar a Arábia Saudita e renovar votos com o Monarca do Golfo (com um contrato de milhões), deu um salto até Israel para visitar o amigo (Netanyahu ‒ até para o tranquilizar) antes de partir para o Vaticano (para ver o Papa e talvez pedir perdão) e dar um salto até Bruxelas (para ver a nova sede da NATO e exigir dinheiro aos devedores).

 

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25 Maio 2017 ‒ Cimeira da NATO na Bélgica

(inaugurando a nova sede em Bruxelas)

Trump e Merkel

(em 1º plano)

 

E na sua Aventura pela Bélgica (Bruxelas) numa casa a estrear (sede da NATO) deixando mais um recado à Europa de Mão Sempre Estendida ‒ e como se esta pudesse (ou quisesse) virando-lhe sempre as costas (de lado pondo a Rússia, de lado pondo os EUA e no fim restando-lhes os chineses). Neste caso para a Alemanha e para a sua Indústria Automóvel (uma das suas maiores fontes externas de receita e de financiamento e que se um dia recuasse significativamente no mercado, poderia levar o país a uma crise de tal forma grave e profunda que “poderia chegar o dia em que os seus cidadãos só teriam peças de automóveis para comer”) ‒ e numa cronologia de apenas quatro meses:

 

Em Janeiro:

 

If you want to build cars in the world, then I wish you all the best. You can build cars for the United States, but for every car that comes to the USA, you will pay 35 percent tax,” he said. “I would tell BMW that if you are building a factory in Mexico and plan to sell cars to the USA, without a 35 percent tax, then you can forget that.

(Donald Trump)

 

Em Março:

 

Ten times Trump asked [Merkel] if he could negotiate a trade deal with Germany. Every time she replied, ‘You can’t do a trade deal with Germany, only the EU,’” the official said. “On the eleventh refusal, Trump finally got the message, ‘Oh, we’ll do a deal with Europe then.’

(a senior German official by the Times of London)

 

Em Maio:

 

The Germans are bad, very bad … See the millions of cars they are selling in the U.S. Terrible … We will stop this.” (Donald Trump)

 

Donald+Trump+Theresa+May+Trump+Visits+Brussels+paS

25 Maio 2017 ‒ Cimeira da NATO na Bélgica

(inaugurando a nova sede em Bruxelas)

May e Trump

(em 1º plano)

 

E assim depois deste quadruplo impactoArábia, Israel, Itália e Bélgicavendendo armas para a prossecução dos conflitos pró genocídio (matando todos) e pró terraplanagem (destruindo tudo), sossegando e informando o amigo da evolução e limites do contrato (indireta e estrategicamente apoiando os terroristas), indo ao Vaticano talvez pedir perdão pelos seus derradeiros pecados (sejam russos, sejam sauditas) e concluindo com um aviso a Merkel (Indústria Automóvel), um conselho a May (Segurança Interna) e os pagamentos pelo adiantamento e serviços (extras e incluídos na NATO), ficando-se na expetativa senão mesmo no desespero do que o Futuro (da Europa) nos reserva ‒ com a Guerra já no seu interior.

 

Numa campanha implacável (Anti Trump) levado a cabo pela maioria dos Média norte-americanos (e contaminando todo o Mundo) esmagadoramente apoiando os Democratas (mais especificamente os Clinton) ‒ de que o New York Times e o The Huffington Post são exemplos extraordinários roçando mesmo a subserviência ‒ e que segundo os seus apoiantes continuará sem interrupção ou abrandamento (na questão da intromissão russa) pelo menos enquanto Hillary Clinton não for de novo proposta como candidata à Presidência (em 2021), em Congresso a realizar no próximo ano e em que a mesma invocará como causa da sua anterior derrota o conluio Trump/Putin. Quando os Democratas afirmam como segura a derrota estrondosa de Donald Trump na sua recandidatura em 2021: isto se este se recandidatar ou se chegar Vivo até lá.

 

(imagens: Jonhatan Ernst/reuters.com e zimbio.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:33
Quinta-feira, 27 DE Abril DE 2017

A Colonização da Europa

Na sua Cruzada para derrotar os Infiéis Ocidentais, os Asiáticos aplicando toda a sua Sabedoria Oriental em vez de nos Conquistarem com armas, Conquistaram-nos com Produtos e outras Bugigangas ‒ tal como o Europeu fez (o Evoluído) quando descobriu as Américas (os Atrasados).

 

Para quem ainda tem dúvidas sobre qual o papel e a posição da China na Economia Global atual e simultânea e indiretamente de que parte do Mundo são originais esses e outros grandes Investidores Financeiros ‒ com a China naturalmente no comando e com um contingente adicional Asiático integrando essas poderosas fileiras ‒ basta olhar para o Gráfico de Investimentos Diretos concretizados pela China desde o início do século XXI na Europa (mais propriamente na EU) para ficar devidamente esclarecido:

 

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Investimento Direto da China na EU de 2000 a 2016

(de um total de mais de 100 biliões €)

 

Com os investidores chineses a gastarem no ano passado 4X mais na Europa do que os seus colegas europeus na China (aproximadamente 35 biliões para 8 biliões de dólares) ‒ a que não é estranho o acesso vedado a investidores estrangeiros a certas áreas apetecíveis da sociedade chinesa ‒ confirma-se que os EUA não foram o único alvo dessa estratégia de dominação económica e financeira (a China investiu na América em 2016 o dobro de 2015 ou seja 200 biliões): mas no caso da Europa e dado a longa crise económica que a tem afetado, tornando-a não só um parceiro mas também um dependente (pelo desequilíbrio tóxico da balança) ‒ com ingleses (23%) e alemães (19%) à cabeça e até Portugal de mão bem esticada (6%).

 

E assim, enquanto de um lado do Mundo os EUA vão exercendo a sua Supremacia Global alicerçada sobre o peso do Dólar (e das suas insaciáveis rotativas) e do seu elaborado (por estratégico e eficaz ao longo do tempo) e avançado (a nível científico e tecnológico) Complexo Militar ‒ com a Europa como sempre estática, observando o que se passa e tentando manter a toda a força esta nova Aristocracia (ignorando não só o que se passa fora, como o que se passa dentro das muralhas do seu Castelo) e o seu visceral Status quo (ou seja deixando andar) ‒ do outro lado desse mesmo Mundo a China numa associação com a outra grande potência Militar e Económica Mundial (a Rússia) e numa relação comercial cada vez mais estreita com os outros seus grandes parceiros asiáticos (tendo cada vez menos dúvidas na escolha entre “produtos” norte-americanos e chineses, sejam económicos ou financeiros ‒ ou não tivesse a China a sua versão do Banco Mundial o AIIB), mesmo não investindo fortemente na área Militar continua a estender inexoravelmente a sua influência (e orientação) por todos os 5 continentes, não só expandindo as suas fronteiras (comerciais e mais próximas) como continuando a infiltrar-se em todas as infraestruturas mais longínquas (externas) de modo a serem potencialmente neutras quando os políticos chineses lá chegarem (como grandes acionistas).

 

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EUA vs. CHINA

(com a Rússia sempre presente)

 

Como o afirma o Financial Times com o crescimento destes Investimentos Diretos começando a deixar a EU cada vez mais preocupada e a pensar um pouco mais sobre esta corrente interminável de dinheiro oriundo da Ásia, entrando de uma forma bastante intrusiva e por vezes estrategicamente descontrolada (causada pela necessidade urgente de dinheiro para Investimentos Internos devido à crise Económica que a Europa atravessa) no coração de um dos maiores Mercados Mundiais.

 

Com o tempo a passar e a posição da China na Europa a ser cada vez mais poderosa, influente e bem visível ‒ “a quem tem dinheiro toda a gente abre a porta nem perguntando de onde vem” ‒ transportando atrás de si não só toda a sua força de ser já hoje muito provavelmente a maior potência Económica Mundial (maior mercado, maior produtor, maior exportador, dos maiores detentores de dólares e de ouro), como de a ela irem também atrelados outros interesses paralelos, com os mesmos objetivos e muito dinheiro (de mero investimento mas com imediato retorno) e com toda esta operação (levada a cabo em conjunto pelo Bloco Asiático) a ser concretizada com a finalidade de cumprir mais uma etapa na sua introdução oficial e certificada no Mercado (cada vez mais) Livre (para eles) Europeu (através da lavagem de dinheiro mas de uma forma legal).

 

Um Presente de que já deveríamos estar à espera, quando no Passado escolhemos estes políticos, para definirem o nosso Futuro: indivíduos sem Ideias, apenas com ambições e vendendo-nos apenas por uns trocos, como objetos numa Loja Chinesa. E o problema não está naqueles que designamos como sendo os Invasores, quando estes ainda não sabendo que o eram, foram convidados a Invadirem por candidatos voluntários a se tornarem potenciais invadidos (em troca de vantagens para certos/alguns e desvantagens para incertos/todos).

 

(imagem: Rhodium/Merics/ft.com e tdcvideo.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:57
Segunda-feira, 10 DE Abril DE 2017

Abril, Águas Mil

Enquanto lá por fora os meteorologistas europeus nos previnem da chegada de uma nova frente fria que poderá pôr parte da Europa a tremer (Central/Leste), por cá as previsões do IPMA para a cidade de Albufeira (numa previsão de 10 a 19 de Abril) apontam para pouca ou nenhuma precipitação e temperaturas entre os 12⁰C/14⁰C de mínima e os 25⁰C/28⁰C de máxima (com a presença de ventos c/velocidades máxima de 20Km/h) ‒ no fundo um tempo bem aceitável/agradável confirmando-se as previsões.

 

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10 Abril 2017

 

Entrados no mês de Abril (o tal das águas Mil) já com um tempo convidativo para a praia (pelo menos em Albufeira já se vendo os turistas nos seus caminhos habituais até ao areal, antecedendo as tão desejadas águas tranquilas e amenas do mar), com os raios do Sol a começarem a aquecer-nos o corpo e com os mesmos a sugerirem-nos (de uma forma inconsciente e contra reprodutiva) a uma prolongada estadia pelo areal das praias do nosso litoral (por sinal num momento de maior atividade solar e com os raios ultravioletas a manifestarem mais intensamente a sua presença ‒ UV6 e UV7 numa escala até 10),

 

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14 Abril 2017

 

Ainda-por-cima com todas estas circunstâncias associadas à quadra festiva da Páscoa a convidarem-nos ao usufruto destas delícias a todos nós propostas pela Natureza (as quais devíamos aproveitar respeitando os limites de segurança, já que tudo o que é feito em excesso é prejudicial) é natural que induzidos por todos estes parâmetros positivos (atmosféricos e não só) e entusiasmados com as boas condições climatéricas que o nosso ecossistema (ou microssistema local) nos proporciona, interiorizem que o bom tempo já começou e que o Verão já aí está.

 

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18 Abril 2017

 

E não é que agora e para nos contrariar e estragar a época festiva que parecia estar já aí a rebentar, eis que os meteorologistas nos vêm alertar que segundo os seus modelos de previsão meteorológico (que em geral costumam estar corretos) a Europa irá começar a sofrer nos próximos dez dias de uma acentuada queda nas temperaturas, o que se por um lado significará o regresso do frio e de piores condições climatéricas, para as regiões mais afetadas poderá significar também danos irreversíveis para a agricultura ‒ e segundo os mesmos podendo arrastar estas condições meteorológicas bem para além do mês de Maio.

 

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22 Abril 2017

 

Com as regiões da Europa Central/Leste a serem previsivelmente as mais atingidas, mas com a mudança repentina do tempo a afetar outras zonas (mais limítrofes mas também atingidas pela sua passagem) como o da Península Ibérica (incluindo pois Portugal). E se hoje (dia 10/quadro 1) a temperatura ao longo da Europa se mantem ainda num nível aceitável (apesar de algum frio que ainda incomoda), já lá para o dia 14 (quinta-feira/quadro 2) e com toda a Europa Central/Leste sob a ação do mau tempo (acompanhada de temperaturas abaixo de zero), tudo piorará para toda esta área do continente europeu ‒ evoluindo no mesmo sentido para dias posteriores (dia 18/quadro 3).

 

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25 Abril 2017

 

Com a Península Ibérica segundo as previsões a apanhar com estas condições meteorológicas talvez uns dias mais tarde (de início limitando-se às possíveis influências vindas da periferia ocidental da tempestade), ao ser apanhada por uma nova frente fria por cá fazendo-se sentir mais intensamente depois de passada a quadra religiosa (dia 22/quadro 4) ‒ por essa altura (fim-de-semana seguinte ao da Páscoa) com Portugal de norte a sul podendo estar a tremer com temperaturas baixas ou até negativas. Mas no que nos toca, meteorologicamente falando e relativamente a Portugal, com o tempo a poder melhor na semana seguinte (dia 25/quadro 5 ‒ restando-nos pois esperar para ver o que acontece depois (se o mau tempo passa ou se assim continua durante todo o mês de Maio).

 

(imagens: gfycat.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:48
Terça-feira, 29 DE Novembro DE 2016

Da Terra para Europa passando por Marte

Numa contribuição da sonda Phoenix

 

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Tempestades de areia típicas do início da estação de Verão

(transportadas pelos ventos marcianos)

Referenciadas na região do polo norte do planeta Marte

(13 Junho 2008)

 

Recordando o novo destino de aventura, descobrimento, exploração, conquista e colonização (talvez executado por saltos) do nosso Universo (coexistindo entre muitos outros) por parte da nossa espécie o Homem (não sendo certamente a única entre tantos Universos replicados), torna-se lógico que exaurido o nosso planeta por tantas e consecutivas violações das leis da Natureza (através do constante desrespeito pela Terra e pela sua maior criação o Homem) muitos se virem hoje para o Espaço exterior que nos rodeia e nele procurem os Novos Mundos que em tempos ainda não muito antigos procuravam, atravessando sem recear (as consequências que tais atos poderiam provocar) grandes, misteriosos e perigosos oceanos.

 

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Passagem do gelo do estado sólido diretamente para o estado gasoso

(visível no canto inferior esquerdo)

Registada numa pequena escavação executada pelos braços da sonda Phoenix

(15-19 Junho 2008)

 

Atravessando agora o Oceano do Espaço rodeando o nosso planeta por todos os lados (como uma Ilha e como uma Esfera), utilizando tal como no início da Conquista do Mar por parte do Homem pequenos e rudimentares artefactos flutuantes (antes em terra agora no céu), capazes de na sua simplicidade científica e tecnológica ultrapassar barreiras antes consideradas impossíveis de alcançar e sobretudo intransponíveis: e se por um lado o nosso satélite natural a Lua foi até hoje estranhamente posto de lado após o extraordinário sucesso que foi o programa Apollo (o que se terá passado com a nossa Lua para a abandonarmos sem uma justificação válida ainda-por-cima localizada tão perto de nós), pelo menos aproveitemos Marte o último planeta interior (à Cintura de Asteroides).

 

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Geada matinal sobre a superfície marciana

(desaparecendo rapidamente com o nascer do Sol)

Sendo visível na imagem um pequeno rasto (mais claro) dessa água congelada

(15 Agosto 2008)

 

O quarto planeta a contar a partir do Sol, talvez aquele que pelas suas características (exteriores) mais se assemelhe com a Terra e que pela sua curta distância (relativa) ao nosso planeta e constantes visitas concretizadas ao longo das últimas décadas por sondas automáticas (norte-americanas, russas, europeias, chinesas), mais nos é familiar e mais nos chama para o visitarmos. Com a Terra a distar aproximadamente 150.000.000Km do Sol e o nosso vizinho exterior mais de 200.000Km (podendo chegar aos 250 milhões): mais longe da Terra do que Vênus (distando mais de 100.000.000Km do Sol) mas certamente com um ambiente mais suportável para o Homem (naturalmente com as necessárias proteções), dispondo de uma muito ténue (praticamente inexistente) atmosfera, mas por outro lado notando-se a formação de nuvens (talvez maioritariamente poeiras deslocando-se com o vento) e eventualmente ainda possuindo água (nas calotes polares como a do Ártico Marciano).

 

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Duração da ação dos raios emitidos pelo Sol

(sobre a região onde se encontra localizado o módulo de aterragem da sonda Phoenix)

 Num gráfico relacionando as horas diárias de Sol/dia marciano

(representando-se um período de conjunção – quando o Sol se alinha entre a Terra e Marte – e um outro em que a sonda permanecerá rodeada por gelo constituído por CO2)

 

Centrando atualmente a nossa atenção em Marte como território a colonizar e como um entreposto real para a verdadeira Conquista do Espaço: talvez com a próxima paragem a ser uma das luas mais prometedoras do planeta Júpiter de nome Europa – um Mundo com Água, provavelmente com vida e certamente com oxigénio. E tal como dito inicialmente para a promovermos (a Conquista) e ainda mais nos entusiasmarmos (na Aventura) adicionando aqui alguma contribuição de uma das sondas automáticas tendo vivido (temporariamente) no Pólo Norte e aí residindo agora em Paz: a sonda Phoenix. Lançada de Cabo Canaveral a 4 de Agosto de 2007, aterrando em Marte pouco mais de nove meses depois e aí estudando a superfície do planeta durante pouco mais de cinco meses (deixando de comunicar com a Terra a 2 de Novembro de 2008). Tendo como objetivo da missão a descoberta de Água na região do Polo Norte do planeta (nas suas coordenadas aproximadas de aterragem 68⁰2N e 234⁰E).

 

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Módulo de aterragem da sonda Phoenix

(numa projeção vertical resultando da associação de centenas de imagens)

Observando-se no lado inferior/direito (cortado) o início do braço robótico da sonda

(Junho/Julho 2008)

 

Com a sonda Phoenix a aterrar sobre uma camada de gelo (supostamente) cobrindo no local a superfície do planeta Marte, com parte de um material refletor e brilhante aí detetado a desaparecer inexplicavelmente passado alguns dias (levando-os a supor tratar-se de água e do seu processo de evaporação) e como consequência com os cientistas e responsáveis da missão a interpretar o fenómeno como uma prova da existência desse líquido (precioso para nós) até pelo desaparecimento dessas manchas (brancas) e pela formação de pequenos cristais (já que em Marte o processo é muito mais rápido). Chegando-se a detetar neve à sua superfície (transportada pelas nuvens circulando nos céus do planeta) mas com o aproximar da estação fria (o Outono) e com a energia a esgotar-se (dada a receção de energia solar ser menor), a interromper as suas funções deixando de comunicar definitivamente com a Terra.

 

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Céu de Marte obscurecido pela presença de nuvens de gelo e poeiras

(com recrudescimento de atividade e possibilidade de queda de neve)

Acabando semanas depois por afetar a sonda (carregamento dos painéis solares) deixando esta de comunicar (definitivamente) a 2 de Novembro de 2008

(7 Outubro 2008)

 

Após o abandono da Lua com Marte a tornar-se no alvo prioritário da Exploração e Conquista do Espaço, tendo o nosso vizinho mais exterior como um potencial entreposto espacial para novas aventuras interplanetárias e no futuro (não tão longínquo como pensamos) certamente intergalácticas e tendo como ponto de encontro seguinte os corpos celestes mais próximos de nós e contendo essa molécula tão extraordinária como simples chamada água (como a lua de Júpiter Europa ou até o planeta-anão Plutão), suscetível de suscitar a presença de organização, um qualquer tipo de vida (mineral ou orgânica) e até de inteligência. Isto porque sendo o nosso Universo Infinito (coexistindo ordem com caos, matéria com antimatéria e acaso com necessidade) as probabilidades de nele encontrarmos outras espécies semelhantes (replicas) ou diferenciadas (com outros moldes) serão do mesmo modo incontáveis. Caso contrário o que existe poderia na realidade nunca ter existido e estarmos todos aqui a falar simplesmente de nada ou daquilo que nunca terá acontecido (projetado), mas que um dia nos terá sido proposto e até ao momento tranquilamente aceite e digerido, transformando-nos em pobres zombies e em excelentes cobaias. E o que o Homem sempre ansiou foi a sua Libertação.

 

(texto/ajuda nas legendas e imagens: Phoenix Mars Lander/nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 09:01
Domingo, 27 DE Novembro DE 2016

O Veículo Motorizado Oportunidade (e Europa)

Viajando livremente (há mais de uma década)

Onde nenhum ser humano (desprotegido) jamais o faria

 

Hoje dia 27 de Novembro de 20126 e no preciso momento em que o ROVER OPPORTUNITY  passa o seu 4566º dia marciano (≈ 24h 40mn) no planeta MARTE, a equipa de técnicos da NASA que há mais de doze anos opera este veículo desde o distante planeta TERRA, considera agora alterar o percurso antes programado para o mesmo, motivado não só pelas incidências ligadas ao terreno como a problemas persistentes com uma das suas rodas do ROVER. No passado dia 15 (faz terça-feira duas semanas) tendo já percorrido 43.51Km de viagem sobre a superfície deste mundo para os terrestres ALIENÍGENA.

 

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No cimo de uma pequena elevação aparentemente calcinada

MARS – OPPORTUNITY ROVER – SOL 4557

 

Enquanto isso vai-nos enviando (diariamente) imagens da superfície MARCIANA, com o veículo (de origem norte-americana) movimentando-se numa das orlas periféricas rodeando a cratera de ENDEAVOUR e presenteando-nos com cenários desérticos, secos e sem qualquer tipo de vestígio de vida: extensões sem fim de terra extremamente árida, por vezes entremeada de paisagens claramente dunares e complementarmente e como característica fundamental de referência (desta paisagem marciana), pejada de um infindável número de pedras pequenas e de superiores dimensões.

 

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Pedras de maior dimensão na base de uma elevação

MARS – OPPORTUNITY ROVER – SOL 4558

 

Numa iniciativa que hoje poderemos antever como o relançar da Conquista do Espaço por parte do Homem (depois do abandono dos voos tripulados para a Lua e com a única exceção a ser a ISS), lançando previamente como batedores as sondas automáticas (preparando o terreno) para mais tarde como exploradores e aventureiros os homens aí se instalarem e se tornarem colonos (do seu primeiro planeta de apoio às novas descobertas). Numa viagem mais vasta e objetiva em que Marte será mais um entreposto para a descoberta de água e provavelmente de vida. Talvez numa das luas do grande planeta Júpiter.

 

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Num cenário pejado de pedras estendendo-se até ao horizonte

MARS – OPPORTUNITY ROVER – SOL 4561

 

Terra – Lua – MARTE – Europa

 

Com a Lua localizada a menos de 400.000Km da Terra (tendo sido já visitada pelo Homem), com Marte podendo localizar-se a menos de 100.000.000Km da Terra (com várias sondas automáticas já no terreno) e com naves tripuladas a serem já planeadas e direcionadas para Marte (com o objetivo da sua colonização), é natural que os especialistas na área se ponham desde já a pensar se podendo aproveitar-se positivamente de todos os poucos recursos visíveis e eventualmente diminutos oferecidos por este tão inóspito planeta (sem atmosfera protetora, nem fortes evidências de água), porque não tentar um Outro Mundo mais próximo (e mais distante no espaço) que possa disponibilizar água e talvez mesmo vida (mesmo que primitiva seja isso o que for). Um mundo como EUROPA satélite de JÚPITER e distando aproximadamente uns 800.000.000Km de distância da Terra.

 

Distância Terra/Europa ≈ 8 X Distância Terra/Marte ≈ 2000 X Distância Terra/Lua

 

E sabendo-se que a sonda automática NEW HORIZONS no seu caminho para o distante planeta anão PLUTÃO (que entretanto já ultrapassou) atingiu a nossa Lua em pouco mais de oito horas e trinta minutos, será fácil de concluir que numa nave semelhante mas agora tripulada pelo Homem, a mesma demoraria cerca de dois anos (isto se pensarmos numa trajetória ideal sem obstáculos e em linha reta) para atingir as vizinhanças do planeta Júpiter (o maior do Sistema Solar) e da sua prometedora lua Europa. Aí talvez se abrindo uma nova porta para o resto do espaço Prometido (e desde sempre desejado).

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:46
Quinta-feira, 27 DE Outubro DE 2016

A Selva – O Problema poderá estar no Armário

Que alguns líderes escolheram para o seu retiro antes de lhes dar uma de fé e de vocação

(que eles afirmam ao espelho ser apenas serviço público)

 

“Fires are raging across parts of the "Jungle" migrant camp in Calais, three days into a French operation to demolish it.”

(bbc.com)

 

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A Selva de Calais – Uma porta de entrada para o Reino Unido

(e segundo dizem para as suas ruas cobertas de ouro)

 

Ao registar nos últimos tempos a sistemática utilização do termo SELVA (nas notícias), não foi para mim surpreendente que dada a constante repetição desse termo e a sua associação a um conjunto de indivíduos política e coercivamente isolados, me tenha recordado de dois grandes sucessos da banda desenhada (e respetivos heróis), com um deles envolvendo a resistência de um povo aos poderosos exércitos do invasor e potencial colonizador (entrincheirados na sua Aldeia dos Gauleses) e com o outro demonstrando que seja qual for o ambiente em que habitemos, se reconhecermos a nossa capacidade de adaptação (ao meio) e simultaneamente de aceitação (do outro), tudo será mesmo possível – até o do momento da integração (completando o esquema) do supostamente contrário (caso do Jorge da Selva).

 

A ação com os atores começa com Ursula Stanhope explorando a selva nas proximidades do lar de George, a "Montanha dos Gorilas", com a ajuda de seu guia Senhor Kwame e alguns nativos carregadores. Ela viajou para a África sozinha, mas se junta a expedição de seu noivo rico Lyle Van De Groot, que veio ao seu encontro. O senhor Kwame então lhes conta a lenda do "Macaco Branco", o que desperta a cobiça de dois homens que viajavam com Lyle, os caçadores Max e Thor.

(George of the Jungle – wikipedia.org)

 

Só que este Imaginário (antes um dos nossos desejos mas agora considerado infantil) foi há muito sendo substituído pela Nova Realidade (com o sujeito a ser equiparado comercialmente ao objeto), levando-nos não só a ignorar a importância dos pequenos percalços experimentais (culturais e educativos) que nos possam ir surgindo pelo caminho (limitando as nossas perceções e a nossa capacidade cognitiva) – já que tempo é dinheiro – como a esquecer progressiva e de uma forma determinada (caso contrário sendo-se excluído) o destino que antes tantos líderes nos tinham prometido, tantas e tantas vezes, em tempos de Paz e até de Guerra: num trajeto em que inadvertidamente mataram os nossos heróis (como Asterix, Obelix, George e Jane) e em que optamos decisivamente pelos seus (nossos) carrascos.

 

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Localização do campo de refugiados instalado na região de Calais

(antes expulsos dos seus países e agora expulsos dos seus campos de concentração)

 

Pelo que se o novo aglomerado populacional recentemente instalado na região francesa de Calais continuar a ser considerado como uma Selva, tendo em atenção todos aqueles que deram origem a esta migração maciça, deplorável e na sua essência criminosa (da Líbia, do Iraque, da Síria, do Afeganistão e agora até do Iémen) e tendo sobretudo em conta toda a destruição que os mesmos (que os denominam como selvagens) direta ou indiretamente provocaram nos seus países (terraplanagens e genocídios), tal será a maior manifestação de vilanagem e hipocrisia levada a cabo pela coligação US/EU:

 

Convidando através do bombardeamento todos a fugir (pela vida), deixando-os à sua sorte na procura de percursos alternativos e seguros de fuga (levando-os obrigatoriamente a utilizar redes clandestinas) para no fim desse suplício (de fome, doença, violação e morte) e quando a luz parecia aparecer ao fundo do túnel (neste caso o do Canal da Mancha) lhes deitarem fogo e escorraçarem.

 

"Estamos no ano 50 antes de Cristo. Toda a Gália foi ocupada pelos romanos... Toda? Não! Uma aldeia povoada por irredutíveis gauleses ainda resiste ao invasor. E a vida não é nada fácil para as guarnições de legionários romanos nos campos fortificados de Babaorum, Aquarium, Laudanum, Petibonum..."

(Asterix – wikipedia.org)

 

Numa manifestação indesmentível para quem ainda tinha dúvidas de que Europa já morreu (económica, social e culturalmente dada a morte do contraditório), não passando hoje em dia de mais uma manta de retalhos por onde tudo passa (o que até poderia ser positivo) mas na qual nada fica (dada a preferência atual pelos produtos do Oriente). Tendo-se infelizmente transformado numa velha rica mas decrépita, querendo superar todas as contingências negativas provocadas pela sua idade, pouco se mexendo (de forma a manter a sua já pouca energia), usufruindo no seu limite (de resistência e prazer) e acima-de-tudo consumindo sem trabalhar mas com rendimentos garantidos (estáticos e/ou financeiros ou seja especulativos e no entanto lucrativos).

 

(imagens: bbc.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 08:30
Domingo, 24 DE Julho DE 2016

Campeão da Europa

“Com a vitória no EURO 2016 Portugal conquistou definitivamente o seu lugar na história no futebol mundial. Recordando com este Evento o glorioso passado dos seus antecessores.”

 

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Eusébio

 

Em 2 de Maio de 1962 no Estádio Olímpico de Amesterdão o S. L. Benfica conquistava a sua 2ª Taça dos Clubes Campeões Europeus com uma vitória por 5-3 sobre o Real Madrid: Eusébio aos 64’ (de penalty) e 69’ desempatava a partida (3-3) e dava o título aos portugueses.

 

Um feito só igualado 32 anos depois pelo F. C. Porto ao bater na final disputada em Gelsenkirchen a equipa francesa do Mónaco por 3-0 – com a primeira Taça dos Campeões a ser conquistada em 1987 na final disputada em Viena, com os portistas a vencer a equipa alemã do Bayern de Munique por 2-1, com o célebre golo com o calcanhar do argelino Madger.

 

Equipas que juntamente com o Sporting C. P. se podem orgulhar de já terem ganho competições de clubes organizadas pela UEFA (com o Sporting a ter conquistado a Taça das Taças em 1964 ao bater o MTK de Budapeste em Antuérpia por 1-0), agora que a seleção de Portugal se estreou com a sua presença numa final e logo com uma vitória em França sobre a poderosa equipa local por 1-0 – sagrando-se Campeão da Europa 2016/2020.

 

Mas nunca esquecendo o Mundial de 1966 disputado em Inglaterra (por coincidência o único título conquistado pelos ingleses), onde pela primeira vez a seleção de Portugal se mostrou ao mundo conquistando um espetacular 3ºlugar. Só sendo afastado da final devido a uma arbitragem polémica na sua meia-final contra a Inglaterra (derrota por 2-1) e com Eusébio a mostrar-se mais uma vez e a ganhar o título de melhor marcador.

 

(imagem: uefa.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:19
Quarta-feira, 20 DE Abril DE 2016

Assassinados por Omissão no Mar Mediterrâneo

E agora encaminhados para a Turquia para verdadeiros campos de concentração

 

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O caminho seguido por milhares

(e que no conjunto representam milhões)

Fugindo da morte e do nada

(do centro de África e da Líbia, da Síria ou da Turquia e agora até do Iémen)

 

Se a EUROPA da POLÍTICA com todas as suas virtudes e defeitos fosse hoje julgada pelos VELHOS que ainda ontem JOVENS religiosamente acreditaram neles, certamente que a esmagadora maioria desses indivíduos chegaria rapidamente à barra dos Tribunais (Criminais e Morais), sendo pela profusão impressionante de indícios com desprezo deixados atrás de si, evidentemente condenados.

 

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Um Mundo onde a tão falada consciência democrática ocidental já aceita com indiferença a morte de milhares de pessoas à mão de bons ou maus mercenários – sejam as suas vítimas, velhos, mulheres ou crianças. Todos desprezados como se fossem meros objetos (afinal de contas a mera consagração da pratica esclavagista atual)

 

Só que devido aos seus métodos invencíveis de persuasão e coação e para o efeito utilizando exemplarmente e na perfeição todos os órgãos de comunicação social na realidade à sua total disposição (não sendo por acaso que nos dias que hoje correm todos os média nacionais e internacionais dependem e são controlados nas suas ideias e objetivos em 99.9% pelo poder económico e financeiro privado), esta mesma EUROPA da POLÍTICA optou por nos castrar mais uma vez e por ser o caminho mais fácil no pensamento (desvalorizando mais um dos nossos órgãos dos sentidos – neste caso a Visão – implantando-nos umas palas), fixando desde logo como uma das suas prioridades seguintes o controlo e possível paralisação de movimentos: para já dos refugiados (como assim no interior deste contingente de fugitivos poderão estar incluídos os seus perseguidores – sendo como tal necessário instalar urgentemente todos estes indivíduos em campos fechados e o mais distante possível dos cidadãos europeus, proporcionando-lhes uma certa noção de segurança) e mais tarde da sua própria população (como assim no interior das comunidades europeias poderão existir fanáticos infiltrados, sendo por vezes necessário relembrar e repor algumas leis mais antigas e restritivas, proporcionando assim aos seus cidadãos uma certa sensação de proteção).

 

E dando protagonismo à nossa pretensa SEGURANÇA e PROTEÇÃO todos nós sabemos o que irá acontecer de seguida e para quem esse serviço será na realidade prestado: o que acontecerá de seguida é que a LIBERDADE de todos os cidadãos será imediatamente limitada, impondo-lhes em nome da preservação desse DIREITO FUNDAMENTAL todo o tipo de restrições, coações e prepotências, podendo chegar mesmo até à própria declaração de Estado de Sítio ou de Emergência. E aí seremos para eles (a Europa dos Políticos na sua função básica de Predadores) todos iguais – sejamos meras presas ou pequenos subcontratados pelos mesmos predadores. Nem sequer nos preocupando com as ações levadas a cabo por estes políticos da Europa, quando estarrecidos com as imagens violentas e sanguinárias das guerras que proliferam um pouco por todo o mundo, vemos tão perto de nós uma Guerra, as consequências brutais da mesma, os contingentes de fugitivos fugindo por mar e por terra e morrendo aos milhares (à procura na Europa da sua salvação, pela mesma sempre prometida como fez a MAMÃ MERKEL) e mesmo assim consentimos que um outro DITADOR (desejando-se equiparar mas sem petróleo ao Rei da Arábia Saudita) como o é o presidente turco ERDOGAN (que assassina uma parte da população turca apenas por ter sangue curdo – como se decidíssemos matar alentejanos justificando a ação por serem preguiçosos e dormirem debaixo dos chaparros ou então matar algarvios por só pensarem em diversão, praia, bronze, bebidas e engates) negoceie com a EUROPA as condições da troca comercial bilateral envolvendo PESSOAS e DINHEIRO (até parece estarmos a falar de um negócio entre Mercenários), impondo-lhe ainda-por-cima regras não democratas e externas (veja-se o caso do comediante, da exigência de Erdogan e do sim imediato de Merkel – socorrendo-se de uma lei no mínimo com século e meio).

 

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Por terra, por mar e talvez mesmo pelo ar, o que estas pessoas desejavam era a TERRA onde NASCERAM e a VIDA que esta lhes DAVA – e que um dia lhes roubaram com promessas ou miragens (como as ruas douradas de Londres ou a imagem da acolhedora Mamã Merkel)

 

Pelo que não é de admirar que estas situações se eternizem, por uma simples replicação de processos. E que as vítimas (a parte ignorada) não parem de crescer. Oriundas de todos os lados (e com uns dos próximos a sermos nós).

Entretanto e como o Mundo nunca para e nós nunca o interrompemos (pois tempo é dinheiro):

 

More than 400 refugees 'drown in Mediterranean'

(nation.com.pk)

 

More than 400 refugees are thought to have drowned, the Somali ambassador to Egypt told BBC Arabic.

 

Reports say the refugees were fleeing to Italy from Somalia, Ethiopia and Eritrea in four boats which were ill-equipped for the journey.

 

"2016, the Mediterranean is a mass grave," Médecins Sans Frontières (MSF) tweeted in response to the news.

 

Num momento deveras importante da evolução da Humanidade, onde mais uma vez se prova que a Guerra não é (nem nunca) será A Solução – e onde nos vemos de novo na necessidade urgente de nos socorremos da sabedoria dos nossos antepassados para não desesperarmos, nos recuperarmos e não cometermos ainda mais loucuras – torna-se reconfortante e porventura ainda despertador de vontades recordar homens como Bertrand Russell: “War does not determine who is right – only who is left”. Isso se ainda desejarmos ser a espécie predominante e em princípio mais inteligente vivendo neste planeta (com um maior nível de organização e garantias de sobrevivência pelo menos segundo os nossos padrões) e como tal com todos os seus integrantes desempenhando um papel fundamental na composição de todo este cenário e assim montando esse grande puzzle coletivo que é a nossa Vida.

 

(imagens: washingtonpost.com/egyptianstreets.com/wordpress.com/cbc.ca)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:58
Segunda-feira, 04 DE Janeiro DE 2016

O Preço da Coisa

As duas faces da mesma moeda
(originada na mesma impressora)

 

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O 1ºMinistro da Ucrânia Arseny Yatsenyuk é retirado da tribuna do parlamento ucraniano
(por um deputado do partido do Presidente Petro Poroshenko)

 

Enquanto o poder político, económico, financeiro, cultural e histórico da EUROPA continua a movimentar-se rapidamente entre os dedos cada vez mais escorregadios das nossas mãos (ao sermos ensinados unicamente a obedecer e a sobreviver em condições mínimas de dignidade), os conflitos externos crescem exponencialmente (na sua fronteira sul e oriental) e a inatividade interna só ajuda à sua propagação (contaminando todo o continente). E se a EUROPA já não existe como contrapoder é porque a mesma se pôs deliberadamente de lado e de uma forma suicida se autoexcluiu – ao ceder aos EUA o seu poder e representação (destruindo os Estados e cedendo-os aos Conglomerados) em troca sabe-se lá de quê.

 

E assim, desde que alguém o queira, é esta a nossa EUROPA: aqui representada pelo 1.ºMinistro da Ucrânia (colocado no cargo com a bênção EUA/EU) sendo levado ao colo no parlamento ucraniano por um deputado oposicionista (talvez representante de outro gang). Um Estado estilhaçado pela política atual norte-americana (ainda há poucos anos o país foi uma das sedes do Europeu de Futebol) provocatoriamente tentando criar nele um estado inimigo da RÚSSIA, preferencialmente numa situação caótica e mesmo nas barbas (fronteira) deles. Tal como no Médio Oriente cujos resultados conhecemos (onde tem sido implantada a teoria da Terra Queimada – criando um Monstro do Bem/Arábia Saudita para combater o Monstro do Mal/Irão).

 

(imagem: Sputnik/RT)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:13
Domingo, 30 DE Agosto DE 2015

Sempre a Velha Europa e se Necessário até ao Fim

Recusando-se a olhar para si enquanto é invadida por vagas contínuas de migrantes vindas de todos os lados (e em fuga desesperada pela sua sobrevivência) e não percebendo que este fenómeno de movimentação de grandes massas humanas, poderá muito bem ser mais um dos muitos sinais do futuro incerto e talvez mesmo trágico que nos espera.

 

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Família de refugiados oriundos da Síria tentando atravessar a fronteira entre a Sérvia e a Hungria
(fechada com arame fartado pelas autoridades húngaras de nodo a evitar a entrada na EU de refugiados em fuga – famílias inteiras e como se vê até crianças)

 

E mais uma vez a velha Europa – através de um dos mais destacados representantes deste grande continente, referenciado como um dos principais responsáveis do FMI (Christine Lagarde) – ignorando todos os factos históricos relevantes e desprezando a memória mesmo que recente dos seus povos (globalizando pelo concentraccionismo monopolista a economia e banalizando o Homem através da força bruta dos números), limita-se simplesmente a olhar hipocritamente para o lado (talvez para não incomodar o eixo estratégico Alemanha/EUA/UK, agora que ao problema russo na Ucrânia se vem juntar a crise na bolsa chinesa) e sem demonstrar grande preocupação futura com o seu trajeto escolhido e com todos os pedregulhos que polvilham essa estrada (já há muito tempo a ser percorrida e com tantas vítima – entre mortos e feridos, internos e externos – no seu currículo), olha-se diretamente ao Espelho e clona de novo a mesma imagem.

 

“Lagarde prefere reestruturação a um perdão da dívida grega”

(economico.sapo.pt)

 

Como se já não chegasse a chegada da bolha económica norte-americana à Europa (vejam como o patrão/EUA passa rápida e estrategicamente a dívida aos empregados/EU convidando-os inopinadamente ao negócio quando algo lhes corre mal) ainda tivemos o desenvolvimento da grave crise militar entre a Ucrânia e os independentistas pró-russos (envolvendo a Rússia e toda a EU, como resposta à solicitação dos EUA), a mais que anunciada bancarrota da Grécia (em que o bode expiatório foi o Syrisa com a estratégia sem alternativa e suicidária de Tsipras) e finalmente a crise profunda registada na bolsa chinesa, com fortes repercussões negativas nas bolsas de todo o mundo e nos Orçamentos de muitos dos países europeus com fortíssimos investimentos chineses mas também com défices elevados (e infelizmente ainda em crescimento). E então se pensarmos em Portugal e nos extraordinários investimentos que a China aqui fez (trabalhando com um governo português sem ideias nem iniciativas e unicamente interessado na sua sobrevivência), nem sei se deva rezar (ao Deus cristão) ou aderir ao partido (Comunista Chinês). Uma dessas foi a opção do Governo! (ou então mesmo as duas, afinal eles são dois)

 

Se eu perguntasse a alguém o que ele pensava sobre a Europa em que hoje vivemos (pondo-o ao mesmo tempo a refletir um pouco mais sobre os tempos de crise que atravessamos), provavelmente que a primeira reação que dele obteria seria de surpresa e de indiferença: surpresa porque já nem se deveria estar a colocar a questão (o processo já se iniciou há muito), indiferença porque já estava tudo traçado (previsto e por questões de segurança irreversível). Mas resolvi perguntar a um Zé que sendo velho e português (mas atento aos constantes e instrutivos casos passados na sua vida), me pediu para o elucidar de tudo num curto e simples resumo. Só das coisas e das pessoas para apenas nelas pensar.

 

Se eu quisesse comprar uma casa só tinha duas hipóteses possíveis: pagá-la logo a pronto ou pedir dinheiro emprestado. Mas como nunca tive dinheiro nem sequer sorte no jogo, a única hipótese viável seria inevitavelmente a segunda. Fosse qual fosse o pedido, podendo ou não o pagar, existiria sempre a hipótese de alguma instituição o fazer: emprestando por exemplo 1 milhão (por um período de 10 anos e uma prestação de 10.000). E mesmo não tendo perfil acabando por o obter (acreditando na simulação) e por me comprometer a pagar sem nunca renunciar (temos sempre que ter fé). Só que voltamos sempre ao mesmo, como na volta em torno do Sol: onde não há dinheiro nem movimento na realidade nada se passa e tudo volta de novo ao início do evento. E eis que surge aí a inequívoca questão: como resolver este impasse e que proposta apresentar? Dada a impossibilidade de pagamento e a urgência na decisão passar-me uma declaração imediata de usufruto do imóvel. A bem de todos (e também de nós) e pelo menos até morrer (ou ser vítima de algo mais).

 

(imagem – express.co.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:29

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