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Quinta-feira, 28 DE Dezembro DE 2017

Mau Tempo Mais a Norte

Por esta mesma razão a minha tia e sempre que a ocasião se proporcionava (naturalmente mais para a reforma), em Junho vinha até Portugal (onde nascera) e em Dezembro voltava para o Brasil (onde vivia).

 

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1

Mundo

 

Olhando para estas duas cartas meteorológicas (1 e 2/intellicast.com) referentes ao dia de hoje (quinta-feira, 28) e mostrando-nos o Mundo e a Europa (pelas 16/17 horas GMT), percebe-se como uma vastíssima faixa da Terra localizada no Hemisfério Norte e sendo das mais densamente povoadas (e das mais desenvolvidas tecnologicamente) ‒ apanhando toda a América do Norte e a Europa também (além de todo o continente Asiático) ‒ se encontra atualmente sob uma forte vaga de mau tempo (em terra como no mar) com chuva e vento forte, descida acentuada das temperaturas (nalgumas localidades mais a norte chegando aos 40⁰C Negativos) e queda de neve intensa (atingindo nalgumas localidades um metro e meio).

 

Com uma mancha acinzentada cobrindo parcialmente (mas numa grande extensão) toda a faixa superior da carta (1) demonstrando porque neste hemisfério estamos na estação do Inverno (ainda no início) apesar de alguns afirmarem “algo frio demais”. E com todo o Hemisfério Sul (América do Sul, África e Oceânia) com o Céu pouco nublado a limpo comprovando aí a passagem da estação do Verão (iniciada há dias atrás): por essa razão hoje (Dezembro) se viajar mais para o Brasil e daqui a seis meses no sentido inverso.

 

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2

Europa

 

No caso particular do tempo que se verifica nos EUA (atualmente) e com uma massa de ar frio intenso originária no Ártico a cobrir quase por completo grandes áreas do Canadá e do território norte-americano (sobretudo a norte mas estendendo-se em todas as direções), esperando-se a continuação desta situação meteorológica extrema mesmo ultrapassando (na sua duração) a Passagem de Ano: e com os cortantes ventos polares (frios e quebrando-nos os ossos), com a intensa queda de neve (podendo cobrir uma pessoa) e com as temperaturas negativas extremas (muito mas mesmo muito, abaixo de zero) ‒ para além do corte nos transportes e muitas vezes na eletricidade ‒ prevendo-se um cenário de combate (para muitos cidadãos) contra o frio e o isolamento (e logo pela sobrevivência, sobretudo para os mais pobres e para os sem-abrigo). Um problema na América onde toda a ajuda se paga.

 

Já no caso da Europa e por associação Portugal (carta 2) ‒ e ultrapassadas as Tempestades Ana e Bruno (numa criação recente de meteorologistas franceses, espanhóis e portugueses) ‒ com o cenário a manter-se sem grandes variações (chuva, vento e muito frio): e com a aproximação do fim do ano verificando-se uma ligeira subida das temperaturas, mas logo no início do ano tendo-se o regresso (em força) do frio.

 

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3

Albufeira

 

E já agora em Albufeira (com a Península Ibérica sendo visível apesar da extensão de cinzento) com a previsão proposta pelos (nossos) meteorologistas (IPMA) para os dias que aí vêm (29, 30, 31, 1 e 2) a apontarem para o seguinte (período desta sexta a terça-feira): com o céu inicialmente pouco nublado a evoluir para aguaceiros fracos (dia 31) terminando com céu limpo, sem previsão de grande precipitação (exceção feita domingo, 31 com a previsão nos 38%), com vento fraco a moderado e finalmente com as temperaturas a descerem (significativamente) no que toca às mínimas: descendo uns 5⁰C/6⁰C (e com as máximas a manterem-se pelos 18⁰C/20⁰C).

 

(imagens: intellicast.com e PA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:33
Quarta-feira, 13 DE Dezembro DE 2017

Geologia & Meteorologia ‒ América & Europa

A 11 de Dezembro de 2017 ‒ 12ªerupção do ano do vulcão FUGO

 

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Pinceladas en el cielo en el atardecer chapin de ayer domingo. Volcan de fuego en plena erupción para hacerlo más espectacular. Sin duda una belleza.

(legenda e foto: Alejandro Vargas/@ alejandrov70/twitter.com)

 

Enquanto em Portugal (Continental) ainda se fala da Tempestade ANA e da sua passagem pelo nosso território ‒ invocando-se naturalmente a Tempestade como a causadora da queda de neve este fim-de-semana na Serra da Estrela (e na Serra do Montemuro) ‒ noutros pontos do Globo (Terrestre) os acontecimentos à superfície são bem diferentes (e distintos): como é o caso da Guatemala onde o vulcão FUGO entrou numa nova fase de atividade (12ªvez em erupção este ano) segundo o Observatório local registando-se fortes (a moderadas) explosões e colunas de fumo e de cinzas podendo atingir os 5Km de altitude. Com o material incandescente expelido pelo vulcão a atingir os 500 de altura (acima da cratera) e com a lava escorrendo pelas encostas do mesmo a atingir distâncias na ordem dos 1,5Km. Para já sem mais nada de relevante (e alarmante) a reportar (a não ser os avisos feitos à população vivendo nas proximidades do vulcão), na sequência da erupção anterior (registada no início de Novembro) muito semelhante e sem danos ou vítimas a registar.

 

A partir de 8 de Dezembro de 2017 ‒ Tempestade Carolina atravessa o UK

 

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Snow-covered fields in Aghnahily, Co Laois

(legenda e foto: sky.com)

 

Voltando de novo à Europa (e de novo à Meteorologia) que não a Portugal (já chega da Tempestade Ana pois continuamos sem chuva e sem água) reportando-nos à Vaga de Frio (na Grã-Bretanha) e às inundações (em Itália): com um grande nevão e temperaturas abaixo de zero a atingirem todo o território britânico (na sequência da deslocação da Tempestade Carolina) provocando caos nos transportes e deixando dezenas de milhares sem eletricidade (sem aquecimento e com as temperaturas mínimas a atingirem os 12⁰C negativos) ‒ durante o fim-de-semana de 8 a 10 e logo no dia 11 (segunda-feira) voltando-se de novo ao trabalho (ao normal) com um dia brilhante e cheio de Sol mas também com muito frio (gelo e neve). Comparativamente com os efeitos provocados pela passagem da nossa 1ªTempestade (ANA) sobre território nacional (também por este último fim-de-semana) com os efeitos da passagem da Tempestade Carolina sobre território britânico a serem muito mais gravosos, tanto a nível dos transportes como das faltas de energia (duas infraestruturas básicas sofrendo com estes extremos meteorológicos).

 

A 12 de Dezembro de 2017 ‒ Inundações em Itália na região de Emília-Romanha

 

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Maltempo EmiliaRomagna, tracima il fiume Secchia nel modenese - ProtezioneCivile

(legenda e foto: Giornale ProCiv/@giornaleprociv/twitter.com)

 

Ainda no Continente Europeu mas deslocando-nos (vindos da Ilha) mais para sudeste na direção do Mediterrânico, deparando-nos com a Itália agora com a sua região de Emília-Romanha (e depois de dias consecutivos de intensa precipitação) sob grandes inundações com o extravasar dos seus rios: com a chuva (caindo a cântaros) aumentando dramaticamente o volume do caudal dos seus rios, fazendo-os galgar as suas margens e inundando toda esta região do nordeste da Itália (obrigando para já à evacuação de cerca de 1000 pessoas). E com os meteorologistas a afirmarem que apesar do pior já ter passado esperando-se que o mau tempo se mantivesse pelo menos mais 1/2 dias ainda com elevada precipitação ‒ deixando todos em alerta para as próximas horas (e com a previsão a apontar o deslocamento do mau tempo agora na direção ‒ entre outros países ‒ da Croácia e da Albânia). E assim tendo falado um poucochinho deles e comparando estes três (atrás referidos) Eventos ‒ um Geológico e dois Meteorológicos mas coexistindo no mesmo Ecossistema ‒ tendo-se que concluir que entre estas notícias (e sem qualquer tipo de dúvida) a notícia eliminada seria a de Portugal.

 

(legendas e imagens: as indicadas)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 08:22
Sexta-feira, 27 DE Outubro DE 2017

Vem Aí Tempo Frio

[E muda a Hora]

 

De 29 para 30 de Outubro (ou seja de Sábado para Domingo) a Hora de Verão passa para a Hora do Inverno: pelo que pelas 2 horas da madrugada de Domingo o relógio terá que ser atrasado de 60 minutos passando a ser 1 hora da madrugada (oferecendo-nos nesse dia mais um tempinho para dormir).

 

Dia 29 às 02:00 atrase o relógio e passe para a 01:00

 

“First significant cold blast expected in Europe late this weekend.”

(watchers.news)

 

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No que diz respeito à Península Ibérica (e a Portugal) ‒ e segundo as previsões ‒ com o mau tempo a fazer-se sentir com mais intensidade a 30 de Outubro (segunda-feira)

 

Com a Europa a atravessar em finais deste mês de Outubro (já na estação do Outono) um período de tempo quente, seco e sem grande pluviosidade (mais característico de Setembro e da anterior estação do Verão) ‒ bem sentido em Portugal e na Região do Algarve (registando temperaturas do ar acima da média, sem precipitação e baixa % humidade) apesar de algumas exceções seja no espaço (norte/leste da Europa) como no tempo (como por exemplo em Albufeira com a semana anterior a ter alguma/apesar de ligeira precipitação) ‒ os meteorologistas vêm-nos agora informar de que na Europa e a partir deste próximo fim-de-semana (começando já amanhã) o tempo irá finalmente mudar, com a chegada da 1ª e verdadeira onda de frio desta época de Outono 2017/18 (iniciada em 22 de Setembro e terminando em 20 de Dezembro).

 

“A sharp patter change is expected to affect Europe starting late this weekend with much colder temperatures than average.”

(watchers.news)

 

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Com a passagem desta massa de ar (bastante fria) vindo do norte (do Atlântico e da Europa)

chegando finalmente o mau tempo (também a Portugal) e mais um pouco de chuva

 

Neste fim-de-semana (28/29 Outubro) com as temperaturas a baixarem significativamente atingindo aí temperaturas mais baixas do que é normal (para a época), devido à passagem de uma massa de ar bastante frio oriunda do Atlântico Norte/Norte da Europa, deslocando-se para este e atingindo os Alpes e a península balcânica ‒ segundo as previsões e numa 1ª vaga atingindo estas regiões já este sábado (28) mas numa 2ª vaga (num prazo de 1/2 dias) podendo mesmo atingir o norte de África. E de hoje até segunda-feira (27 a 30) em Portugal Continental além da chegada da chuva, com a chegada do frio e a descida acentuada das temperaturas: de norte para sul do país com uma descida média de 6⁰C/7⁰C (a Sul de 25⁰C para 19⁰C) e sentindo-se mais frio no norte de Portugal (descida de 17⁰C para 11⁰C) ‒ mesmo com a massa de ar frio só nos atingindo nas franjas (da mesma).

 

“Apesar do alerta da chegada de uma vaga de frio à Europa, na região sul de Portugal ainda sob a ação do Mediterrânico e do calor do norte de África, o tempo continuará ameno convidando ao seu pleno usufruto.”

 

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Imagem de satélite (infravermelho) utilizando o satélite meteorológico EUMESAT ‒ como se pode ver às 17:00 de sexta-feira/27 com toda a Península Ibérica sem grandes nuvens visíveis

 

No caso específico da Região do Algarve e mais rigorosamente de Albufeira (concelho/cidade) com as previsões do IPMA a apontarem para os próximos dias (até ao fim da próxima semana) e para esta cidade (onde hoje ainda se parece estar no Verão) uma descida das temperaturas (mínimas e máximas) particularmente as máximas ‒ com as mínimas a andarem entre os 17⁰C/14⁰C (descida de 3⁰C) e com as máximas a andarem entre os 31⁰C/24⁰C (descida de 7⁰C); e quanto à precipitação com a chuva a ter mais hipóteses de aparecer lá para 2/3 Novembro (20/21%). De resto, para já e durante toda a próxima semana, com o tempo a apresentar-se limpo ou então um pouco encoberto, mas em princípio com poucos pingos (caindo do céu).

 

(imagens: gfycat.com/watchers.news ‒ EUMETSAT/ipma.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:43
Sábado, 19 DE Agosto DE 2017

Invasão e Atentados

Última Hora:

(Algarve)

 

Ainda por confirmar a chegada à costa do Sotavento Algarvio, a meio da tarde e com a praia cheia de turistas (incrédulos), de uma pequena valsa não identificada, carregada de uma centena de migrantes (em fuga) e oriundos de parte incerta − posteriormente e segundo informações fidedignas atravessando a praia, fugindo pelo areal e desaparecendo no interior do território algarvio rumo à Europa – deixando os veraneantes aí presentes a interrogarem-se, não só pelo episódio insólito observado como pela aparência familiar desses fugitivos.

 

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Com todos os territórios adjacentes ao mar Mediterrânico em sobreaviso ou em pé de guerra dada a ameaça dos terroristas – Espanha, França, Turquia e Grécia (a norte) e Marrocos, Tunísia, Argélia, Líbia e Egito (a sul) – são cada vez mais frequentes e dispersos (atingindo outros países como a Grã-Bretanha, a Bélgica e a Alemanha) os atos de violência e de morte de um lado e do outro do mar: isto para já não falarmos do genocídio em curso no próprio mar (com milhares de pessoas fugindo da guerra e da morte e acabando afogadas no mar).

 

Sucedendo-se a violência brutal a sul (com destaque para a Líbia) e a brutal violência a norte (com a proliferação de atentados) com a segunda a preocupar-nos (portugueses) pela evolução e aproximação: com os atentados a serem selváticos, primitivos e mortais e em pura extensão cada vez mais próximos e consentidos (originando preocupação, medo e interrogação questionando-nos o que faz o Estado para nossa segurança e prevenção). Hoje com um novo atentado a acrescentar à já larga lista (de mortos e de feridos) e com mais 2 portugueses a acrescentar ao número mortal (uma avó de 74/confirmada e uma neta de 20/por confirmar passeando pelas Ramblas na turística Barcelona capital da Catalunha).

 

Confirmando-se assim que nem os portugueses estão livres de serem vítimas diretas da violência dos terroristas, para já além-fronteiras mas com o perigo a aproximar-se: ontem (há poucos dias) e como primeiro aviso (sinal ou alerta) com os primeiros migrantes a atingirem a Península Ibérica (Cádis) já bem perto de Portugal (Vila Real de Santo António na região do Algarve), amanhã com outra valsa desviando-se mais para ocidente no estreito Gibraltar e com a mesma origem anterior (cidade marroquina de Tanger) chegando a uma praia algarvia pejada de veraneantes surpreendidos com o fato e vendo-os desaparecer pela areia (fugindo e desaparecendo).

 

Num país que para já parece considerado neutral (imune) – talvez por certos investimentos oriundos de várias paragens originando um Status quo local e entre adversários (um centro de negociações e de alguma espionagem) – mas que dum momento para o outro poderá repentinamente mudar chegando cá uma valsa ou levando com um atentado: com muita praia para escolher em toda a costa algarvia e com muitos turistas por lá como por cá (por Lisboa e pelo Porto).

 

(imagem: fanpage.gr)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:30
Sexta-feira, 26 DE Maio DE 2017

A 1ª Aventura do Presidente Donald

Num périplo por 3 (+1) dos locais com maior credibilidade na defesa e na preservação da nossa espécie e da sua identidade (pelo menos sendo assim que as Instituições oficiais nacionais e internacionais os retratam), o 45º Presidente dos EUA depois de visitar a Arábia Saudita e renovar votos com o Monarca do Golfo (com um contrato de milhões), deu um salto até Israel para visitar o amigo (Netanyahu ‒ até para o tranquilizar) antes de partir para o Vaticano (para ver o Papa e talvez pedir perdão) e dar um salto até Bruxelas (para ver a nova sede da NATO e exigir dinheiro aos devedores).

 

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25 Maio 2017 ‒ Cimeira da NATO na Bélgica

(inaugurando a nova sede em Bruxelas)

Trump e Merkel

(em 1º plano)

 

E na sua Aventura pela Bélgica (Bruxelas) numa casa a estrear (sede da NATO) deixando mais um recado à Europa de Mão Sempre Estendida ‒ e como se esta pudesse (ou quisesse) virando-lhe sempre as costas (de lado pondo a Rússia, de lado pondo os EUA e no fim restando-lhes os chineses). Neste caso para a Alemanha e para a sua Indústria Automóvel (uma das suas maiores fontes externas de receita e de financiamento e que se um dia recuasse significativamente no mercado, poderia levar o país a uma crise de tal forma grave e profunda que “poderia chegar o dia em que os seus cidadãos só teriam peças de automóveis para comer”) ‒ e numa cronologia de apenas quatro meses:

 

Em Janeiro:

 

If you want to build cars in the world, then I wish you all the best. You can build cars for the United States, but for every car that comes to the USA, you will pay 35 percent tax,” he said. “I would tell BMW that if you are building a factory in Mexico and plan to sell cars to the USA, without a 35 percent tax, then you can forget that.

(Donald Trump)

 

Em Março:

 

Ten times Trump asked [Merkel] if he could negotiate a trade deal with Germany. Every time she replied, ‘You can’t do a trade deal with Germany, only the EU,’” the official said. “On the eleventh refusal, Trump finally got the message, ‘Oh, we’ll do a deal with Europe then.’

(a senior German official by the Times of London)

 

Em Maio:

 

The Germans are bad, very bad … See the millions of cars they are selling in the U.S. Terrible … We will stop this.” (Donald Trump)

 

Donald+Trump+Theresa+May+Trump+Visits+Brussels+paS

25 Maio 2017 ‒ Cimeira da NATO na Bélgica

(inaugurando a nova sede em Bruxelas)

May e Trump

(em 1º plano)

 

E assim depois deste quadruplo impactoArábia, Israel, Itália e Bélgicavendendo armas para a prossecução dos conflitos pró genocídio (matando todos) e pró terraplanagem (destruindo tudo), sossegando e informando o amigo da evolução e limites do contrato (indireta e estrategicamente apoiando os terroristas), indo ao Vaticano talvez pedir perdão pelos seus derradeiros pecados (sejam russos, sejam sauditas) e concluindo com um aviso a Merkel (Indústria Automóvel), um conselho a May (Segurança Interna) e os pagamentos pelo adiantamento e serviços (extras e incluídos na NATO), ficando-se na expetativa senão mesmo no desespero do que o Futuro (da Europa) nos reserva ‒ com a Guerra já no seu interior.

 

Numa campanha implacável (Anti Trump) levado a cabo pela maioria dos Média norte-americanos (e contaminando todo o Mundo) esmagadoramente apoiando os Democratas (mais especificamente os Clinton) ‒ de que o New York Times e o The Huffington Post são exemplos extraordinários roçando mesmo a subserviência ‒ e que segundo os seus apoiantes continuará sem interrupção ou abrandamento (na questão da intromissão russa) pelo menos enquanto Hillary Clinton não for de novo proposta como candidata à Presidência (em 2021), em Congresso a realizar no próximo ano e em que a mesma invocará como causa da sua anterior derrota o conluio Trump/Putin. Quando os Democratas afirmam como segura a derrota estrondosa de Donald Trump na sua recandidatura em 2021: isto se este se recandidatar ou se chegar Vivo até lá.

 

(imagens: Jonhatan Ernst/reuters.com e zimbio.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:33
Quinta-feira, 27 DE Abril DE 2017

A Colonização da Europa

Na sua Cruzada para derrotar os Infiéis Ocidentais, os Asiáticos aplicando toda a sua Sabedoria Oriental em vez de nos Conquistarem com armas, Conquistaram-nos com Produtos e outras Bugigangas ‒ tal como o Europeu fez (o Evoluído) quando descobriu as Américas (os Atrasados).

 

Para quem ainda tem dúvidas sobre qual o papel e a posição da China na Economia Global atual e simultânea e indiretamente de que parte do Mundo são originais esses e outros grandes Investidores Financeiros ‒ com a China naturalmente no comando e com um contingente adicional Asiático integrando essas poderosas fileiras ‒ basta olhar para o Gráfico de Investimentos Diretos concretizados pela China desde o início do século XXI na Europa (mais propriamente na EU) para ficar devidamente esclarecido:

 

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Investimento Direto da China na EU de 2000 a 2016

(de um total de mais de 100 biliões €)

 

Com os investidores chineses a gastarem no ano passado 4X mais na Europa do que os seus colegas europeus na China (aproximadamente 35 biliões para 8 biliões de dólares) ‒ a que não é estranho o acesso vedado a investidores estrangeiros a certas áreas apetecíveis da sociedade chinesa ‒ confirma-se que os EUA não foram o único alvo dessa estratégia de dominação económica e financeira (a China investiu na América em 2016 o dobro de 2015 ou seja 200 biliões): mas no caso da Europa e dado a longa crise económica que a tem afetado, tornando-a não só um parceiro mas também um dependente (pelo desequilíbrio tóxico da balança) ‒ com ingleses (23%) e alemães (19%) à cabeça e até Portugal de mão bem esticada (6%).

 

E assim, enquanto de um lado do Mundo os EUA vão exercendo a sua Supremacia Global alicerçada sobre o peso do Dólar (e das suas insaciáveis rotativas) e do seu elaborado (por estratégico e eficaz ao longo do tempo) e avançado (a nível científico e tecnológico) Complexo Militar ‒ com a Europa como sempre estática, observando o que se passa e tentando manter a toda a força esta nova Aristocracia (ignorando não só o que se passa fora, como o que se passa dentro das muralhas do seu Castelo) e o seu visceral Status quo (ou seja deixando andar) ‒ do outro lado desse mesmo Mundo a China numa associação com a outra grande potência Militar e Económica Mundial (a Rússia) e numa relação comercial cada vez mais estreita com os outros seus grandes parceiros asiáticos (tendo cada vez menos dúvidas na escolha entre “produtos” norte-americanos e chineses, sejam económicos ou financeiros ‒ ou não tivesse a China a sua versão do Banco Mundial o AIIB), mesmo não investindo fortemente na área Militar continua a estender inexoravelmente a sua influência (e orientação) por todos os 5 continentes, não só expandindo as suas fronteiras (comerciais e mais próximas) como continuando a infiltrar-se em todas as infraestruturas mais longínquas (externas) de modo a serem potencialmente neutras quando os políticos chineses lá chegarem (como grandes acionistas).

 

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EUA vs. CHINA

(com a Rússia sempre presente)

 

Como o afirma o Financial Times com o crescimento destes Investimentos Diretos começando a deixar a EU cada vez mais preocupada e a pensar um pouco mais sobre esta corrente interminável de dinheiro oriundo da Ásia, entrando de uma forma bastante intrusiva e por vezes estrategicamente descontrolada (causada pela necessidade urgente de dinheiro para Investimentos Internos devido à crise Económica que a Europa atravessa) no coração de um dos maiores Mercados Mundiais.

 

Com o tempo a passar e a posição da China na Europa a ser cada vez mais poderosa, influente e bem visível ‒ “a quem tem dinheiro toda a gente abre a porta nem perguntando de onde vem” ‒ transportando atrás de si não só toda a sua força de ser já hoje muito provavelmente a maior potência Económica Mundial (maior mercado, maior produtor, maior exportador, dos maiores detentores de dólares e de ouro), como de a ela irem também atrelados outros interesses paralelos, com os mesmos objetivos e muito dinheiro (de mero investimento mas com imediato retorno) e com toda esta operação (levada a cabo em conjunto pelo Bloco Asiático) a ser concretizada com a finalidade de cumprir mais uma etapa na sua introdução oficial e certificada no Mercado (cada vez mais) Livre (para eles) Europeu (através da lavagem de dinheiro mas de uma forma legal).

 

Um Presente de que já deveríamos estar à espera, quando no Passado escolhemos estes políticos, para definirem o nosso Futuro: indivíduos sem Ideias, apenas com ambições e vendendo-nos apenas por uns trocos, como objetos numa Loja Chinesa. E o problema não está naqueles que designamos como sendo os Invasores, quando estes ainda não sabendo que o eram, foram convidados a Invadirem por candidatos voluntários a se tornarem potenciais invadidos (em troca de vantagens para certos/alguns e desvantagens para incertos/todos).

 

(imagem: Rhodium/Merics/ft.com e tdcvideo.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:57
Segunda-feira, 10 DE Abril DE 2017

Abril, Águas Mil

Enquanto lá por fora os meteorologistas europeus nos previnem da chegada de uma nova frente fria que poderá pôr parte da Europa a tremer (Central/Leste), por cá as previsões do IPMA para a cidade de Albufeira (numa previsão de 10 a 19 de Abril) apontam para pouca ou nenhuma precipitação e temperaturas entre os 12⁰C/14⁰C de mínima e os 25⁰C/28⁰C de máxima (com a presença de ventos c/velocidades máxima de 20Km/h) ‒ no fundo um tempo bem aceitável/agradável confirmando-se as previsões.

 

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10 Abril 2017

 

Entrados no mês de Abril (o tal das águas Mil) já com um tempo convidativo para a praia (pelo menos em Albufeira já se vendo os turistas nos seus caminhos habituais até ao areal, antecedendo as tão desejadas águas tranquilas e amenas do mar), com os raios do Sol a começarem a aquecer-nos o corpo e com os mesmos a sugerirem-nos (de uma forma inconsciente e contra reprodutiva) a uma prolongada estadia pelo areal das praias do nosso litoral (por sinal num momento de maior atividade solar e com os raios ultravioletas a manifestarem mais intensamente a sua presença ‒ UV6 e UV7 numa escala até 10),

 

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14 Abril 2017

 

Ainda-por-cima com todas estas circunstâncias associadas à quadra festiva da Páscoa a convidarem-nos ao usufruto destas delícias a todos nós propostas pela Natureza (as quais devíamos aproveitar respeitando os limites de segurança, já que tudo o que é feito em excesso é prejudicial) é natural que induzidos por todos estes parâmetros positivos (atmosféricos e não só) e entusiasmados com as boas condições climatéricas que o nosso ecossistema (ou microssistema local) nos proporciona, interiorizem que o bom tempo já começou e que o Verão já aí está.

 

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18 Abril 2017

 

E não é que agora e para nos contrariar e estragar a época festiva que parecia estar já aí a rebentar, eis que os meteorologistas nos vêm alertar que segundo os seus modelos de previsão meteorológico (que em geral costumam estar corretos) a Europa irá começar a sofrer nos próximos dez dias de uma acentuada queda nas temperaturas, o que se por um lado significará o regresso do frio e de piores condições climatéricas, para as regiões mais afetadas poderá significar também danos irreversíveis para a agricultura ‒ e segundo os mesmos podendo arrastar estas condições meteorológicas bem para além do mês de Maio.

 

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22 Abril 2017

 

Com as regiões da Europa Central/Leste a serem previsivelmente as mais atingidas, mas com a mudança repentina do tempo a afetar outras zonas (mais limítrofes mas também atingidas pela sua passagem) como o da Península Ibérica (incluindo pois Portugal). E se hoje (dia 10/quadro 1) a temperatura ao longo da Europa se mantem ainda num nível aceitável (apesar de algum frio que ainda incomoda), já lá para o dia 14 (quinta-feira/quadro 2) e com toda a Europa Central/Leste sob a ação do mau tempo (acompanhada de temperaturas abaixo de zero), tudo piorará para toda esta área do continente europeu ‒ evoluindo no mesmo sentido para dias posteriores (dia 18/quadro 3).

 

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5

25 Abril 2017

 

Com a Península Ibérica segundo as previsões a apanhar com estas condições meteorológicas talvez uns dias mais tarde (de início limitando-se às possíveis influências vindas da periferia ocidental da tempestade), ao ser apanhada por uma nova frente fria por cá fazendo-se sentir mais intensamente depois de passada a quadra religiosa (dia 22/quadro 4) ‒ por essa altura (fim-de-semana seguinte ao da Páscoa) com Portugal de norte a sul podendo estar a tremer com temperaturas baixas ou até negativas. Mas no que nos toca, meteorologicamente falando e relativamente a Portugal, com o tempo a poder melhor na semana seguinte (dia 25/quadro 5 ‒ restando-nos pois esperar para ver o que acontece depois (se o mau tempo passa ou se assim continua durante todo o mês de Maio).

 

(imagens: gfycat.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:48
Terça-feira, 29 DE Novembro DE 2016

Da Terra para Europa passando por Marte

Numa contribuição da sonda Phoenix

 

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Tempestades de areia típicas do início da estação de Verão

(transportadas pelos ventos marcianos)

Referenciadas na região do polo norte do planeta Marte

(13 Junho 2008)

 

Recordando o novo destino de aventura, descobrimento, exploração, conquista e colonização (talvez executado por saltos) do nosso Universo (coexistindo entre muitos outros) por parte da nossa espécie o Homem (não sendo certamente a única entre tantos Universos replicados), torna-se lógico que exaurido o nosso planeta por tantas e consecutivas violações das leis da Natureza (através do constante desrespeito pela Terra e pela sua maior criação o Homem) muitos se virem hoje para o Espaço exterior que nos rodeia e nele procurem os Novos Mundos que em tempos ainda não muito antigos procuravam, atravessando sem recear (as consequências que tais atos poderiam provocar) grandes, misteriosos e perigosos oceanos.

 

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Passagem do gelo do estado sólido diretamente para o estado gasoso

(visível no canto inferior esquerdo)

Registada numa pequena escavação executada pelos braços da sonda Phoenix

(15-19 Junho 2008)

 

Atravessando agora o Oceano do Espaço rodeando o nosso planeta por todos os lados (como uma Ilha e como uma Esfera), utilizando tal como no início da Conquista do Mar por parte do Homem pequenos e rudimentares artefactos flutuantes (antes em terra agora no céu), capazes de na sua simplicidade científica e tecnológica ultrapassar barreiras antes consideradas impossíveis de alcançar e sobretudo intransponíveis: e se por um lado o nosso satélite natural a Lua foi até hoje estranhamente posto de lado após o extraordinário sucesso que foi o programa Apollo (o que se terá passado com a nossa Lua para a abandonarmos sem uma justificação válida ainda-por-cima localizada tão perto de nós), pelo menos aproveitemos Marte o último planeta interior (à Cintura de Asteroides).

 

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Geada matinal sobre a superfície marciana

(desaparecendo rapidamente com o nascer do Sol)

Sendo visível na imagem um pequeno rasto (mais claro) dessa água congelada

(15 Agosto 2008)

 

O quarto planeta a contar a partir do Sol, talvez aquele que pelas suas características (exteriores) mais se assemelhe com a Terra e que pela sua curta distância (relativa) ao nosso planeta e constantes visitas concretizadas ao longo das últimas décadas por sondas automáticas (norte-americanas, russas, europeias, chinesas), mais nos é familiar e mais nos chama para o visitarmos. Com a Terra a distar aproximadamente 150.000.000Km do Sol e o nosso vizinho exterior mais de 200.000Km (podendo chegar aos 250 milhões): mais longe da Terra do que Vênus (distando mais de 100.000.000Km do Sol) mas certamente com um ambiente mais suportável para o Homem (naturalmente com as necessárias proteções), dispondo de uma muito ténue (praticamente inexistente) atmosfera, mas por outro lado notando-se a formação de nuvens (talvez maioritariamente poeiras deslocando-se com o vento) e eventualmente ainda possuindo água (nas calotes polares como a do Ártico Marciano).

 

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Duração da ação dos raios emitidos pelo Sol

(sobre a região onde se encontra localizado o módulo de aterragem da sonda Phoenix)

 Num gráfico relacionando as horas diárias de Sol/dia marciano

(representando-se um período de conjunção – quando o Sol se alinha entre a Terra e Marte – e um outro em que a sonda permanecerá rodeada por gelo constituído por CO2)

 

Centrando atualmente a nossa atenção em Marte como território a colonizar e como um entreposto real para a verdadeira Conquista do Espaço: talvez com a próxima paragem a ser uma das luas mais prometedoras do planeta Júpiter de nome Europa – um Mundo com Água, provavelmente com vida e certamente com oxigénio. E tal como dito inicialmente para a promovermos (a Conquista) e ainda mais nos entusiasmarmos (na Aventura) adicionando aqui alguma contribuição de uma das sondas automáticas tendo vivido (temporariamente) no Pólo Norte e aí residindo agora em Paz: a sonda Phoenix. Lançada de Cabo Canaveral a 4 de Agosto de 2007, aterrando em Marte pouco mais de nove meses depois e aí estudando a superfície do planeta durante pouco mais de cinco meses (deixando de comunicar com a Terra a 2 de Novembro de 2008). Tendo como objetivo da missão a descoberta de Água na região do Polo Norte do planeta (nas suas coordenadas aproximadas de aterragem 68⁰2N e 234⁰E).

 

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Módulo de aterragem da sonda Phoenix

(numa projeção vertical resultando da associação de centenas de imagens)

Observando-se no lado inferior/direito (cortado) o início do braço robótico da sonda

(Junho/Julho 2008)

 

Com a sonda Phoenix a aterrar sobre uma camada de gelo (supostamente) cobrindo no local a superfície do planeta Marte, com parte de um material refletor e brilhante aí detetado a desaparecer inexplicavelmente passado alguns dias (levando-os a supor tratar-se de água e do seu processo de evaporação) e como consequência com os cientistas e responsáveis da missão a interpretar o fenómeno como uma prova da existência desse líquido (precioso para nós) até pelo desaparecimento dessas manchas (brancas) e pela formação de pequenos cristais (já que em Marte o processo é muito mais rápido). Chegando-se a detetar neve à sua superfície (transportada pelas nuvens circulando nos céus do planeta) mas com o aproximar da estação fria (o Outono) e com a energia a esgotar-se (dada a receção de energia solar ser menor), a interromper as suas funções deixando de comunicar definitivamente com a Terra.

 

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Céu de Marte obscurecido pela presença de nuvens de gelo e poeiras

(com recrudescimento de atividade e possibilidade de queda de neve)

Acabando semanas depois por afetar a sonda (carregamento dos painéis solares) deixando esta de comunicar (definitivamente) a 2 de Novembro de 2008

(7 Outubro 2008)

 

Após o abandono da Lua com Marte a tornar-se no alvo prioritário da Exploração e Conquista do Espaço, tendo o nosso vizinho mais exterior como um potencial entreposto espacial para novas aventuras interplanetárias e no futuro (não tão longínquo como pensamos) certamente intergalácticas e tendo como ponto de encontro seguinte os corpos celestes mais próximos de nós e contendo essa molécula tão extraordinária como simples chamada água (como a lua de Júpiter Europa ou até o planeta-anão Plutão), suscetível de suscitar a presença de organização, um qualquer tipo de vida (mineral ou orgânica) e até de inteligência. Isto porque sendo o nosso Universo Infinito (coexistindo ordem com caos, matéria com antimatéria e acaso com necessidade) as probabilidades de nele encontrarmos outras espécies semelhantes (replicas) ou diferenciadas (com outros moldes) serão do mesmo modo incontáveis. Caso contrário o que existe poderia na realidade nunca ter existido e estarmos todos aqui a falar simplesmente de nada ou daquilo que nunca terá acontecido (projetado), mas que um dia nos terá sido proposto e até ao momento tranquilamente aceite e digerido, transformando-nos em pobres zombies e em excelentes cobaias. E o que o Homem sempre ansiou foi a sua Libertação.

 

(texto/ajuda nas legendas e imagens: Phoenix Mars Lander/nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 09:01
Domingo, 27 DE Novembro DE 2016

O Veículo Motorizado Oportunidade (e Europa)

Viajando livremente (há mais de uma década)

Onde nenhum ser humano (desprotegido) jamais o faria

 

Hoje dia 27 de Novembro de 20126 e no preciso momento em que o ROVER OPPORTUNITY  passa o seu 4566º dia marciano (≈ 24h 40mn) no planeta MARTE, a equipa de técnicos da NASA que há mais de doze anos opera este veículo desde o distante planeta TERRA, considera agora alterar o percurso antes programado para o mesmo, motivado não só pelas incidências ligadas ao terreno como a problemas persistentes com uma das suas rodas do ROVER. No passado dia 15 (faz terça-feira duas semanas) tendo já percorrido 43.51Km de viagem sobre a superfície deste mundo para os terrestres ALIENÍGENA.

 

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No cimo de uma pequena elevação aparentemente calcinada

MARS – OPPORTUNITY ROVER – SOL 4557

 

Enquanto isso vai-nos enviando (diariamente) imagens da superfície MARCIANA, com o veículo (de origem norte-americana) movimentando-se numa das orlas periféricas rodeando a cratera de ENDEAVOUR e presenteando-nos com cenários desérticos, secos e sem qualquer tipo de vestígio de vida: extensões sem fim de terra extremamente árida, por vezes entremeada de paisagens claramente dunares e complementarmente e como característica fundamental de referência (desta paisagem marciana), pejada de um infindável número de pedras pequenas e de superiores dimensões.

 

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Pedras de maior dimensão na base de uma elevação

MARS – OPPORTUNITY ROVER – SOL 4558

 

Numa iniciativa que hoje poderemos antever como o relançar da Conquista do Espaço por parte do Homem (depois do abandono dos voos tripulados para a Lua e com a única exceção a ser a ISS), lançando previamente como batedores as sondas automáticas (preparando o terreno) para mais tarde como exploradores e aventureiros os homens aí se instalarem e se tornarem colonos (do seu primeiro planeta de apoio às novas descobertas). Numa viagem mais vasta e objetiva em que Marte será mais um entreposto para a descoberta de água e provavelmente de vida. Talvez numa das luas do grande planeta Júpiter.

 

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Num cenário pejado de pedras estendendo-se até ao horizonte

MARS – OPPORTUNITY ROVER – SOL 4561

 

Terra – Lua – MARTE – Europa

 

Com a Lua localizada a menos de 400.000Km da Terra (tendo sido já visitada pelo Homem), com Marte podendo localizar-se a menos de 100.000.000Km da Terra (com várias sondas automáticas já no terreno) e com naves tripuladas a serem já planeadas e direcionadas para Marte (com o objetivo da sua colonização), é natural que os especialistas na área se ponham desde já a pensar se podendo aproveitar-se positivamente de todos os poucos recursos visíveis e eventualmente diminutos oferecidos por este tão inóspito planeta (sem atmosfera protetora, nem fortes evidências de água), porque não tentar um Outro Mundo mais próximo (e mais distante no espaço) que possa disponibilizar água e talvez mesmo vida (mesmo que primitiva seja isso o que for). Um mundo como EUROPA satélite de JÚPITER e distando aproximadamente uns 800.000.000Km de distância da Terra.

 

Distância Terra/Europa ≈ 8 X Distância Terra/Marte ≈ 2000 X Distância Terra/Lua

 

E sabendo-se que a sonda automática NEW HORIZONS no seu caminho para o distante planeta anão PLUTÃO (que entretanto já ultrapassou) atingiu a nossa Lua em pouco mais de oito horas e trinta minutos, será fácil de concluir que numa nave semelhante mas agora tripulada pelo Homem, a mesma demoraria cerca de dois anos (isto se pensarmos numa trajetória ideal sem obstáculos e em linha reta) para atingir as vizinhanças do planeta Júpiter (o maior do Sistema Solar) e da sua prometedora lua Europa. Aí talvez se abrindo uma nova porta para o resto do espaço Prometido (e desde sempre desejado).

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:46
Quinta-feira, 27 DE Outubro DE 2016

A Selva – O Problema poderá estar no Armário

Que alguns líderes escolheram para o seu retiro antes de lhes dar uma de fé e de vocação

(que eles afirmam ao espelho ser apenas serviço público)

 

“Fires are raging across parts of the "Jungle" migrant camp in Calais, three days into a French operation to demolish it.”

(bbc.com)

 

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A Selva de Calais – Uma porta de entrada para o Reino Unido

(e segundo dizem para as suas ruas cobertas de ouro)

 

Ao registar nos últimos tempos a sistemática utilização do termo SELVA (nas notícias), não foi para mim surpreendente que dada a constante repetição desse termo e a sua associação a um conjunto de indivíduos política e coercivamente isolados, me tenha recordado de dois grandes sucessos da banda desenhada (e respetivos heróis), com um deles envolvendo a resistência de um povo aos poderosos exércitos do invasor e potencial colonizador (entrincheirados na sua Aldeia dos Gauleses) e com o outro demonstrando que seja qual for o ambiente em que habitemos, se reconhecermos a nossa capacidade de adaptação (ao meio) e simultaneamente de aceitação (do outro), tudo será mesmo possível – até o do momento da integração (completando o esquema) do supostamente contrário (caso do Jorge da Selva).

 

A ação com os atores começa com Ursula Stanhope explorando a selva nas proximidades do lar de George, a "Montanha dos Gorilas", com a ajuda de seu guia Senhor Kwame e alguns nativos carregadores. Ela viajou para a África sozinha, mas se junta a expedição de seu noivo rico Lyle Van De Groot, que veio ao seu encontro. O senhor Kwame então lhes conta a lenda do "Macaco Branco", o que desperta a cobiça de dois homens que viajavam com Lyle, os caçadores Max e Thor.

(George of the Jungle – wikipedia.org)

 

Só que este Imaginário (antes um dos nossos desejos mas agora considerado infantil) foi há muito sendo substituído pela Nova Realidade (com o sujeito a ser equiparado comercialmente ao objeto), levando-nos não só a ignorar a importância dos pequenos percalços experimentais (culturais e educativos) que nos possam ir surgindo pelo caminho (limitando as nossas perceções e a nossa capacidade cognitiva) – já que tempo é dinheiro – como a esquecer progressiva e de uma forma determinada (caso contrário sendo-se excluído) o destino que antes tantos líderes nos tinham prometido, tantas e tantas vezes, em tempos de Paz e até de Guerra: num trajeto em que inadvertidamente mataram os nossos heróis (como Asterix, Obelix, George e Jane) e em que optamos decisivamente pelos seus (nossos) carrascos.

 

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Localização do campo de refugiados instalado na região de Calais

(antes expulsos dos seus países e agora expulsos dos seus campos de concentração)

 

Pelo que se o novo aglomerado populacional recentemente instalado na região francesa de Calais continuar a ser considerado como uma Selva, tendo em atenção todos aqueles que deram origem a esta migração maciça, deplorável e na sua essência criminosa (da Líbia, do Iraque, da Síria, do Afeganistão e agora até do Iémen) e tendo sobretudo em conta toda a destruição que os mesmos (que os denominam como selvagens) direta ou indiretamente provocaram nos seus países (terraplanagens e genocídios), tal será a maior manifestação de vilanagem e hipocrisia levada a cabo pela coligação US/EU:

 

Convidando através do bombardeamento todos a fugir (pela vida), deixando-os à sua sorte na procura de percursos alternativos e seguros de fuga (levando-os obrigatoriamente a utilizar redes clandestinas) para no fim desse suplício (de fome, doença, violação e morte) e quando a luz parecia aparecer ao fundo do túnel (neste caso o do Canal da Mancha) lhes deitarem fogo e escorraçarem.

 

"Estamos no ano 50 antes de Cristo. Toda a Gália foi ocupada pelos romanos... Toda? Não! Uma aldeia povoada por irredutíveis gauleses ainda resiste ao invasor. E a vida não é nada fácil para as guarnições de legionários romanos nos campos fortificados de Babaorum, Aquarium, Laudanum, Petibonum..."

(Asterix – wikipedia.org)

 

Numa manifestação indesmentível para quem ainda tinha dúvidas de que Europa já morreu (económica, social e culturalmente dada a morte do contraditório), não passando hoje em dia de mais uma manta de retalhos por onde tudo passa (o que até poderia ser positivo) mas na qual nada fica (dada a preferência atual pelos produtos do Oriente). Tendo-se infelizmente transformado numa velha rica mas decrépita, querendo superar todas as contingências negativas provocadas pela sua idade, pouco se mexendo (de forma a manter a sua já pouca energia), usufruindo no seu limite (de resistência e prazer) e acima-de-tudo consumindo sem trabalhar mas com rendimentos garantidos (estáticos e/ou financeiros ou seja especulativos e no entanto lucrativos).

 

(imagens: bbc.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 08:30

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