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Sexta-feira, 18 DE Agosto DE 2017

O Trilho 25 (520 Meses Depois)

Morte ao Patrão, Viva o Gerente e cale-se e Cabrão

 

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25 Abril 1974

Num tempo onde ainda existiam jornais e Jornalistas

(tipógrafos, contadores e construtores – mas nunca certificadores da verdade)

Agora transformados em escrevinhadores e trocadores de secretárias

 

Pouco tempo depois do 25 de Abril de 1974 e verificado tal Evento tratar-se efetivamente e apenas de um simples Golpe de Estado (e não de uma Revolução como muitos pensavam, verificando tal ser falso poucos meses depois – a festa do Povo durou apenas 1 semana entre o 25 de Abril e o 1º Maio desse ano) onde param os militares e os civis (ingénuos por apolitizados) que fizeram o tal golpe dito e sonhado como uma Revolução? Em lado nenhum – ou não tivessem sido os militares utilizados pelos capatazes (paus mandados dos patrões) para darem cabo de todos eles (os patrões seus beneméritos) abusando dos ex-colegas, simples trabalhadores e agora no fim da escola.

 

1

 

Como se já não bastasse termos sido desprezados por um Presidente dito da Republica (seu grupo restrito e financeiro de amigos, novos-ricos, de Peniche ou até mesmo pertencendo a quadrilhas de criminosos, muitos deles a contas com a Justiça ou fugidos e escondidos no anonimato ou na sombra) – com Mário Soares a conseguir os milhões ao entrar na CEE e com Cavaco Silva a distribui-lo generosamente por amigos e associados como se fosse ele o descobridor e dono do Tesouro,

 

2

 

Como se já não bastasse termos sido ludibriados por um Primeiro-Ministro implacável para com o seu Povo (roubando-o na sua remuneração do trabalho e mentindo-lhes descaradamente) e só se importando com a saúde financeira dos Bancos (onde o Povo tinha o dinheiro desaparecido entretanto e dividido entre o Bom/talvez o vejas um dia e o Mau/perde a ideia de o voltares a ver) – de tal modo que se devesses vinte (euros) e o chefe da banda fosse o Passos Coelho ficavas logo sem o restante (ou seja a casa e se necessário o recheio) indo viver para debaixo da ponte,

 

3

 

Como se já não bastasse estes dois indivíduos atrás citados (o Aníbal e o Coelho especializados em roubo e manipulação) destruindo paciente e eficazmente Portugal durante mais de trinta anos – e dando origem a supermonstros destacados e individualizados, de diversos quadrantes ditos políticos, tanto do destes como do dos outros (como Duarte Lima e José Sócrates apenas existindo como tentáculos agarrados à cabeça do polvo algarvio e chamado Silva) – e nunca esquecendo as tristes noites do reinado do Coelho em que meios mortos em casa nem saímos à rua generalizando o silêncio (à noite parecendo um cemitério),

 

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1 Maio 1974

Cidade do Porto

Num Mundo talvez de Sonho (Imaginado) transformado num Pesadelo (Real)

E como sempre banalizado (entre hordas de mortos e de feridos)

 

(ainda bem que do meio do nevoeiro surgiu o derrotado para nos salvar, com a sua geringonça e pelo menos temporariamente; vindo aí uma nova bolha criada mais uma vez nos EUA mas que os mesmos acabarão por vender como já anteriormente o fizeram à Europa, destruindo-a mais uma vez e mais um pouco por estratégia e sub-interesse face ao poderoso eixo asiático; e até mesmo com Christine Lagarde/o Strauss-Khan feminino a sugerir a mudança da sede do FMI dos EUA/detentor das impressoras para a China/maior detentor de dólares e ouro)

 

4

 

Como se já não bastasse os incêndios, a queda de andores ou até a queda de árvores − e como consequência o número crescente de vítimas logo na altura do Verão período durante o qual a esmagadora maioria do povo tem ferias (de momento perto de oitenta mortos e ultrapassando 180 feridos) – pelos vistos sendo algo de vulgar dado não existirem culpados, ninguém ser investigado e tudo já se ter passado (os mortos não protestaram e os vivos estão meio-mortos)

 

5

 

E como se já não bastasse continuarmos a ver todo o território a arder em todos os sítios e cantos onde existem árvores (continuadamente responsabilizando velhos, alcoólicos, deficientes e outros paralíticos psíquico-físicos por esses mesmos atos, deixando em liberdade os verdadeiros instigadores dos incendiários – quem paga para receber algo em troca − e os Iluminados que talvez por essa mesma rezão e devido à sua chama de intelectualidade brilhante ainda potenciam mais esses incêndios − hoje desde que se seja certificado num sector sabe-se de tudo e de todos os sectores), ainda-por-cima acabando por cobrir uma grande parte do país por um manto atmosférico de fumo denso, de odor a queimado e por vezes irrespirável (com os algarvios a chamarem os bombeiros para um incêndio local quando o mesmo decorria bem distante e a norte do rio Tejo),

 

6

 

Só faltava mesmo que no meio de toda esta desgraça social (por política) e com todos os profissionais a eles agregados e dependurados procurando protagonismo − quando deviam ser castigados por incompetência, irresponsabilidade e falta total de correspondência profissional face ao mencionado no seu certificado oficial (oportunistas procurando um emprego que não um trabalho bem remunerado) – ainda nos abanassem (os nossos deuses e santos e talvez como penitência) com dois pequenos sismos um mais acima outro mais abaixo (só para assustar talvez só para alertar) e tal como no tempo do fascismo víssemos e confirmássemos o alarme instalado entre as super-comadres, com uma tentando manter de pé a Geringonça (no tempo do anterior 1º Ministro um espaço de poder ocupado por uma guilhotina saudosamente recordada pelo seu restrito grupo de acólitos agora refugiados no armário e no entanto sempre à espreita pelo buraco da fechadura e prontos para atacar a presa) enquanto o outro (como se nada tivesse a ver com o assunto mesmo sendo eleito como nosso paizinho e tutor) tentava salvar a pele disfarçando-se de ovelha mas sendo na verdade um lobo: sabendo que findo o período e não tendo optado, um dia passará a presa sendo então perseguido pelos seus ex-amigos predadores.

 

Daí a frase que ficou e que ainda traduz o Golpe: “As Putas (como nós somos tratados) ao Poder que os Filhos (agora e face ao caos pelos mesmos instalado, julgando-se Faróis e autoproclamando-se Mentes Brilhantes e Iluminadas) Já lá estão”.

 

(imagens: projecto25a.blogspot.pt e Sérgio Valente/RR)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:41
Terça-feira, 06 DE Junho DE 2017

Ataque Meteorológico de Trump à Rússia

[Depois do de Obama]

 

Mais tardiamente e com menos impacto que Obama em 2013

(3 meses depois de eleito, com um meteoro)

Trump demorou cerca de 6 meses para dar o sinal a Putin

(com 2 tempestades meteorológicas no ano de 2017)

 

Deadly storm kills at least 1, injures 3 in Russia

(rt.com)

 

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Para quem ainda se lembra da eleição de Barack Obama para um segundo mandato como Presidente dos EUA (6 Novembro 2012), também se poderá recordar que aproximadamente 3 meses depois (15 Fevereiro 2013) e de novo com Vladimir Putin como Presidente (Maio 2012), a cidade russa de Cheliavinsk foi fortemente abalada pela explosão de um meteoro com cerca de 17 metros de diâmetro, o qual ao atravessar a atmosfera e desintegrar-se provocou uma forte onda de choque originando diversos danos materiais e cerca de 1200 feridos. Libertando uma energia de 500Kt (muito superior à bomba nuclear de Hiroshima).

 

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No passado dia 8 Novembro 2016 com o sucessor de Barack Obama a ser eleito como 45º Presidente dos EUA na pessoa do bilionário e Republicano Donald Trump e se tiverem estado com atenção a tudo o que se tem vindo a passar ora no Espaço (com BO) ora no Tempo (com DT), verificando-se rapidamente e sem necessidade de recorrer a grande esforço que no caso de Donald Trump o Evento que o terá precedido, ter-se-á concretizado um pouco mais tarde e sob a forma Meteorológica: com 2 grandes tempestades, uma a 29 de Maio (Moscovo) e outra a 3 de Junho (Ecaterinburgo) ou seja cerca de 6 meses depois.

 

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Curiosamente dois Eventos que se relacionam e interligam tanto no remetente (os EUA) como no destinatário (Rússia), apesar do primeiro não ser o mesmo (antes Obama depois Trump) e do segundo se manter (Putin): com cada um dos dois últimos Presidentes norte-americanos partilhando no tempo o mesmo Presidente Russo, a curto ou mais extenso prazo e logo após a declaração de vitória, mostrando supremacia e total controlo do Mundo, atacassem os seus inimigos mas de uma forma Natural. E mostrando-lhes a linha vermelha a nunca tentar transpor (com devida antecipação).

 

(imagens: rt.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:40
Segunda-feira, 22 DE Maio DE 2017

Quadruplo Impacto

Foi o Sol que nos ajudou a aparecer.

E se não nos mexermos, desapareceremos com ele.

(já indo este, a meio do seu caminho)

 

Nestes últimos dias com o nosso planeta sob a ação de fortes ventos solares oriundos de um buraco aberto na superfície do Sol (20 e 21 Maio) ‒ fig. 1 ‒ tem-se assistido com maior intensidade e a latitudes mais elevadas aos efeitos da ação desses raios solares (provocando tempestades geomagnéticas de classe G1/menores) ao impactarem com a atmosfera terrestre:

 

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Fig. 1

Buraco na Coroa Solar

(origem do jato de vento solar)

 

Originando fenómenos mais comuns nestes momentos como as auroras (por exemplo na América do Norte), podendo as mesmas persistir ainda esta segunda-feira (dia 22 Maio) mas com a velocidade dos ventos solares a decrescerem para valores já mais perto dos 500Km/s (quando já andou pelos 700Km/s). Com o nosso planeta a abandonar a região onde os mesmos (ventos solares) se faziam sentir mais intensamente (ao passarem oriundos do Sol) e prevendo-se assim um abrandamento das condições do Tempo no Espaço (rodeando e envolvendo o planeta).

 

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Fig. 2

4 Clarões ao Pôr-do-Sol

(Califórnia/Oceano Pacífico)

 

Nesta imagem da autoria de Mila Zinkova registada no passado sábado (dia 20 Maio) ao Pôr-do-Sol, na costa da Califórnia e observando o oceano Pacífico ‒ fig. 2 ‒ assistindo-se a outro fenómeno atmosférico pouco habitual, observado geralmente ao pôr e ao nascer do Sol e sendo talvez impulsionado por estas condições particulares do “tempo que faz no espaço”: provocado por estas tempestades solares (criadas no Sol) e transformadas em tempestades magnéticas (aplicadas na Terra) ‒ neste caso com o Sol a pôr-se no horizonte e momentos antes de desaparecer a emitir uns últimos clarões (aqui 4) de cor esverdeada. Num efeito de miragem provocada pelas diferentes temperaturas das camadas de ar colocadas e sobrepostas acima da linha de água.

 

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Fig. 3

Júpiter, Steve e Aurora

(o planeta, o arco de cor purpura dançando/dividindo o Céu e uma sua companheira habitual)

 

Com muitos outros fenómenos podendo ocorrer especialmente sob tempestades solares/tempestades geomagnéticas mais intensas, dependendo os seus efeitos de muitos parâmetros variáveis desde a intensidade dos ventos solares/CME até à capacidade de proteção e defesa do campo magnético terrestre. Desde fenómenos mais comuns como os retratados na fig. 2 e na fig. 3 ‒ neste último caso o denominado Steve ‒ até fenómenos mais extremos como os já sentidos no passado: “A tempestade solar de 1859, também conhecida como Evento Carrington, foi uma poderosa tempestade solar geomagnética ocorrida em 1859 durante o auge do ciclo solar. A ejeção de massa coronal solar, atingiu a magnetosfera da Terra e induziu uma das maiores tempestades geomagnéticas já registradas. Um "feixe de luz branca na fotosfera solar foi observado e registrado pelos astrônomos ingleses Richard C. Carrington e Richard Hodgson.” (wikipedia.org)

 

(imagens: spaceweather.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:24
Sábado, 05 DE Novembro DE 2016

Lá Fora está a Chover

A nossa vida é de tal forma repetitiva e improdutiva, que qualquer um de nós que pense mais um pouco (mínimo) ou se debruce sobre um abismo (máximo), certamente que se atirará na direção do buraco – num ato de penetração num imaginário evolutivo (para além do suicídio) tendo como primeiro objetivo matar o tempo, vivendo o Espaço: libertando a criatura (o anti monstro do monstro que dizem possuir-nos) que há dentro de nós.

 

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2016 predictions are already warning us to watch the skies in fear

One preacher named Ricardo Salazar is already predicting the end of the world

Via an asteroid impact on Earth

Which will then herald in the Anti-Christ of the Bible four years later in 2020

(Patrick Frye – inquisitr.com – Novembro 2015)

 

Ao olharmos para as tabelas do NEAR EARTH OBJECT PROGRAM da NASA, as únicas referências a aproximações ao nosso planeta associados ao dia 8 de Novembro, são segundo o NEO os objetos designados como 2916 FS13, 2016 TT93 e 2007 CM27 (com o objeto intermédio a ser o de maior dimensão e a apresentar um diâmetro de 100/200 metros, deslocando-se a uma v = 16m/s). Com o primeiro e o terceiro objeto a passarem respetivamente a 75LD e 48LD de distância da Terra e com o objeto 2016 TT93 a ter dos três a maior aproximação passando no entanto a menos de 11 milhões de Km (de nós). Com a Lua localizada a aproximadamente 384000Km de distância da Terra, aparentemente não havendo nenhum risco de virmos a ser afetados pela passagem de algum desses objetos (muito menos de podermos vir a sofrer um impacto direto), apesar de alguns deles não serem previamente anunciados e poderem apanhar-nos de surpresa: como poderá ter sido o caso do objeto 2016 VA com cerca de 15m de dimensão, circulando no passado dia 2 de Novembro muito próximo do nosso planeta a apenas 76800Km de distância. Um objeto (2016 VA) segundo os técnicos da NASA descoberto a 1 de Novembro (na véspera do seu ponto de maior aproximação) e com a sua órbita determinada no próprio dia da passagem: antes, durante ou depois?

 

Algo que nos deverá manter profundamente preocupados até ao fim do dia 8 de Novembro, data em que a maior potência a nível global (segundo informações recolhidas a partir de fontes credíveis oriundas do interior do seu próprio território) sofrerá o Impacto de um grande Objeto: asteroides, meteoritos ou outro tipo qualquer de objetos, denominados CLINTON US16, TRUMP US16 ou outra simbologia qualquer. Um Evento que certamente terá repercussões por todo o planeta e que a curto-prazo mudará a vida de mais de 300 milhões: enquanto noutro prazo (talvez coincidente) se estenderá a 7 biliões. Podendo levar o Mundo à sua final Extinção e à constatação (inevitável mas que não queremos aceitar) de que o Homem morreu (estando a ser progressivamente substituído a nível físico e transformado num zombie a nível psíquico) e de que o futuro está na Máquina. Restando-nos optar por um dos dois caminhos sugeridos pelo Diabo: votando no Adão ou se não for machista na Eva. Mas desconfiando sempre da intrometida serpente: a mando do VERMELHO controlando o BONECO e convidando a pura princesa a morder logo a maçã (conforme instruções em E-mail). Pelo que para a próxima semana e já com o tempo chuvoso, sofreremos o impacto da onda, vibraremos com o obvio e desceremos à monotonia.

 

(imagem: nasa.tumblr.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:20
Quarta-feira, 12 DE Outubro DE 2016

Em 2017 dar-se-á um Evento

Com um português como líder da UN

 

Se nos limitarmos a replicar tudo aquilo que nos dizem (já filtrado e editado), nunca mais compreenderemos (por ausência de memória e de cultura) o que existe para além da nossa própria realidade (regularmente exposta nos sonhos e até no imaginário).

 

"If intelligent life has evolved (on Gliese 832c), we should be able to hear it," says Hawking of the planet, which is at least five times the mass of Earth. "One day we might receive a signal from a planet like this, but we should be wary of answering back. Meeting an advanced civilization could be like Native Americans encountering Columbus. That didn't turn out so well." (ibtimes-com)

 

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Com grandes expetativas de que ainda este ano os Extraterrestres se decidam finalmente a revelar a sua presença no interior do Sistema ao qual pertence o nosso planeta (tendo como estrela de referência o Sol), temos forçosamente que acreditar que logo após a eleição do Presidente da autodenominada maior potência global (existente à superfície da Terra) e sendo colocados perante duas alternativas únicas, violentas e suicidárias (aplicadas de duas formas aparentemente diferentes mas na sua essência ideológica sendo iguais) nada ficara como dantes, com as notícias dos nossos voos interplanetários em direção ao Espaço Exterior (sondas automáticas não tripuladas) a começarem a ser substituídos por outras informações mas em sentido contrário, com o relato crescente de avistamentos de objetos estranhos circulando em redor do nosso planeta ou entrando mesmo na nossa atmosfera: numa órbita caótica ou ordenada.

 

"I imagine they might exist in massive ships, having used up all the resources from their home planet,” said Hawking. “Such advanced aliens would perhaps become nomads, looking to conquer and colonize whatever planets they can reach. If so, it makes sense for them to exploit each new planet for material to build more spaceships so they could move on. Who knows what the limits would be?" (ibtimes.com)

 

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Podendo estar marcado para o próximo ano de 2017 a concretização do Evento por muitos há já bastante tempo previsto (seja com bombas atómicas, impacto de asteroides ou até com uma invasão alienígena), sendo o ponto cronológico da sua aplicação e início de execução o marco histórico referente à data da eleição do 45º Presidente dos EUA: marcado para o dia 8 de Novembro de 2016, num cenário interno e externo de grave crise económica e de inexistência crescente de valores éticos e morais e tendo como únicos protagonistas (os restantes foram apagados dos media) dois dos maiores expoentes deste sistema já ultrapassado e em avançado estado de decomposição (sintoma do fim de mais um Império) – completando-se e anulando-se numa derradeira tentativa de sobrevivência. Pelo que o mais natural de suceder neste período de pré-genocídio anunciado (tanto pelas ações praticadas pelo Homem como pelos sinais de resposta dados pela Natureza) será o da divulgação da notícia do afundamento da nau em apuros com todos os seus passageiros a bordo e sem um único sobrevivente.

 

"We don't know much about aliens, but we know about humans,” said Hawking. “If you look at history, contact between humans and less intelligent organisms have often been disastrous from their point of view, and encounters between civilizations with advanced versus primitive technologies have gone badly for the less advanced. A civilization reading one of our messages could be billions of years ahead of us. If so, they will be vastly more powerful, and may not see us as any more valuable than we see bacteria." (ibtimes.com)

 

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Algo que certamente levará aqueles que interessadamente nos estudam e que há muito tempo nos observam, a tomar uma atitude firme e solidária (talvez mesmo de espécie) intervindo decisivamente no processo – reajustando parâmetros básicos e como que fazendo um Reset (parcial) de Software defeituoso. Numa tentativa desesperada de salvar uma espécie dramaticamente em vias de extinção, não causada pela falta de adaptação do Homem ao desenvolvimento e transformação natural do ecossistema que o rodeia e lhe permite ter condições para viver e se reproduzir, mas provocada pela extrema violência e brutal capacidade destrutiva (ainda-por-cima a curto-prazo) da nossa espécie, atuando sem olhar a meios, recursos ou mesmo pessoas. Pelo que seja qual for o louco a ser eleito nas presidenciais norte-americanas (Clinton ou Trump) de uma coisa poderemos estar certos: no decorrer do ano de 2017 e com um destes candidatos já eleito e a começar a ditar as suas Regras do Mundo (não percebendo que já nem tudo é dele) o conflito aquecerá e algo de novo sucederá (mesmo que replicado) – ou o mundo se mantém estático sujeitando-se à sua implosão (Evento ao Nível da Extinção) ou outro mundo intervém (dinâmico e exterior) salvando-nos (como seus alunos) ou colonizando-os (como nossos professores).

 

(texto/inglês: Susmita Baral – imagens: geek.com/wakeupkiwi.com/voiceofchakwal.blogspot.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:20
Sábado, 24 DE Setembro DE 2016

Fim-do-Mundo 2016

“Todos os anos mais ou menos por esta altura e quase que perdida a Esperança (ainda-por-cima mais uma vez) os reformados da Terra e os seus fieis seguidores (pois com o andar dos ponteiros do relógio chegará a sua altura) procuram no Espaço exterior e no Universo Infinito o seu caminho para a Vida e a sua solução para a Morte.”

 

Com as persistentes e ininterruptas menções (e orientações) diariamente adicionadas nas intrincadas e por vezes obscuras redes de comunicação Global (agora disponibilizadas pela WEB) – de certos temas no mínimo bizarros neste caso particular tendo como tema a existência de pelo menos mais um planeta principal pertencendo ao nosso Sistema Solar – torna-se cada vez mais evidente por mais que se queira afunilar o tema (da existência de outros planetas), que o nosso conjunto planetário até pela definição de limite (uma mera abstração) poderá ser mais extenso do que o antes afirmado: apoiando-se em imagens reais mas de interpretação duvidosa para se afirmar perentoriamente a existência de um outro planeta (agora não sendo o X por despromoção de Plutão mas transformando-se no IX numa nova adaptação) numa órbita mais longa e muito mais distante.

 

Festa do Fim-do-Mundo

Este ano com Nibiru

 

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SOHO – LASCO C3

14-02.2016 – 01:42

 

“Neste ano de 2016 marcado pelas Presidenciais Norte-Americanas, com o tema recorrente e existencialmente necessário do Fim-do-Mundo Apocalíptico (até para nos desintoxicarmos do nosso miserável quotidiano, aventurando-nos numa outra forma de realidade o imaginário) a ser personificado por um corpo celeste capaz de nos destruir.”

 

O que em princípio seria uma tese de fácil aceitação não fossem as interpretações tão divergentes e até mesmo inaceitáveis (mesmo para qualquer leigo minimamente informado): indo desde um corpo celeste circulando em torno do Sol com um período orbital de milhares de anos (de mais de 3 a menos de 40) e movimentando-se para lá da órbita de Neptuno (apoiando-se em escritos de astrónomos sumérios), até ao cenário absurdo por coexistência impraticável de um corpo monstruoso colocado entre o Sol e a Terra. Só possível de existir na mente perturbada dos teóricos da conspiração (transformando um erro num facto e originando o Apocalipse) capazes de ver mais além mas numa visão distorcida (ou de outra realidade): neste Verão de 2016 e à falta de melhor tornada a primeira referência para o próximo Fim-do-Mundo. Num Evento anual de catarse emocional.

 

[Existem textos específicos sobre o Sistema Solar e o movimento dos planetas em torno do Sol, na sua ordem correta. Os Sumérios consideravam o Sistema Solar um conjunto de 12 planetas, contando o Sol e a Lua. O décimo planeta era chamado por eles de Nibiru, um planeta além de Plutão com uma orbita muito extensa. (wikipedia.org)]

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:30
Sexta-feira, 26 DE Agosto DE 2016

A Rússia prepara-se para invadir a Europa

E num certo dia do mês de Agosto de 2016, cumprindo as diretivas extrapoladas das orientações estratégicas para a Europa a aplicar pelos EUA, a Alemanha decidiu mais uma vez (e como se tivesse algum voto na matéria) promover o produto vermelho Putin, equiparando-o a um Evento Trágico e Apocalíptico e avisando a população da eminente chegada do Diabo.

 

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Invasão Russa da Grã-Bretanha

 

Após o aviso emitido há alguns dias atrás pelas autoridades alemãs aconselhando os seus cidadãos a guardarem comida e bebida para o caso de se verem de uma forma inesperada confrontados com um cenário de desastre apocalítico, eis que mais dois países Europeus talvez preocupados com a iniciativa preventiva e securitária tomada antes pela Alemanha, aconselham agora os seus cidadãos a prevenirem-se e a armazenar: referimo-nos neste caso à Finlândia (fazendo fronteira com a Rússia/inimiga) e à Republica Checa (fazendo fronteira com a Alemanha/amiga).

 

Deixando desde logo todo o mundo num nível máximo de preocupação e de alerta, ainda-por-cima num ano em que muitos teóricos da conspiração nos falam insistentemente da chegada de um novo corpo celeste ao interior do nosso Sistema Solar (talvez um planeta ou até mesmo um mini sistema planetário), provocando à sua passagem alterações drásticas no comportamento de todos os corpos celestes que o compõem: fazendo uma tangente ou uma secante mas podendo sempre provocar um Evento.

 

Não sendo esta a teoria a ser pensada e concretizada de imediato (um pouco difícil de engolir dado a monotonia do nosso quotidiano e a nossa dificuldade de aceitar algo que não nos tenha sido ensinado) – e que em certo aspeto seria a mais compatível com a existência de Vida no Universo para além da nossa (no fundo a nossa próxima Fronteira a derrubar para a reconquista da Esperança) – a outra alternativa seria um absurdo provocatório e um verdadeiro apelo à III Guerra Mundial.

 

E com todo este espetáculo mediático englobado e intrincado num complexo trajeto de ainda mais esperança e desilusão, confluindo todo este cenário num pântano oportunista e ideológico de meras crenças e convicções (sem ética por exclusivamente financeiras e objetivas) e optando por uma orientação sem alternativa e inevitável, já que pondo em causa as diretivas a cumprir para a nossa sobrevivência como espécie (dominante) estaríamos sempre a desafiar e a colocar em causa a hierarquia e o poder da Estrutura.

 

(imagem: dailymail.co.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:20
Domingo, 10 DE Abril DE 2016

De vez em quando Yellowstone

O Super Vulcão

 

“Three super-eruptions at Yellowstone appear to have occurred on a 600,000-700,000 year cycle starting 2.1 million years ago. The most recent took place 640,000 years ago – suggesting Yellowstone is overdue for an eruption.”

(bbc.co.uk)

 

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A enorme caldeira vulcânica debaixo de Yellowstone

 

Já com tantos desastres a acontecer em terra (naturais e artificiais) e contando ainda com a ameaça proveniente de todos os objetos conhecidos ou desconhecidos em aproximação ao nosso planeta (como o para já teórico NONO PLANETA), só nos faltava mesmo virem-nos agora relembrar de mais um pormenor que diretamente para uns e indiretamente para outros, poderia também pôr em causa o eco ambiente onde habitamos e a nossa sobrevivência: o SUPERVULCÃO norte-americano localizado no estado do Wyoming e conhecido pelo nome da sua enorme caldeira (com uma área de quase 4.000Km²) e pelo parque natural onde está inserido – YELLOWSTONE.

 

Com os especialistas neste tipo de fenómenos a voltarem a falar na forte possibilidade de um dia destes o vulcão entrar de novo em erupção (a sua última grande erupção ter-se-á registado há cerca de 360.000 anos), afetando imediata e diretamente metade do território dos EUA e pondo em causa de, no mínimo no prazo de algumas décadas, algum tipo de vida aí poder sobreviver. Provocando uma imensa destruição, no mínimo 1.000.000 de mortos em toda a região rodeando o vulcão, muitos outros milhões de feridos e desalojados e certamente o colapso dos EUA. Para já não falar das consequências (em todas as áreas) para o resto do mundo.

 

E como assim para ajudar à festa, com a USGS a informar-nos (ou então a avisar-nos) ainda com mais detalhe para as graves consequências caso algum dia destes se concretizasse um EVENTO deste calibre (ao nível de extinção): culturas completamente destruídas, exterminação de muitas espécies, contaminação dos cursos de água, aumento exponencial de doenças respiratórias e ainda o desmoronamento de todas as infraestruturas básicas de apoio à sobrevivência do Homem. Já imaginaram um mundo em que a potência que hoje tudo domina e tudo controla (a seu bel-prazer e sem qualquer tipo de contestação ou necessidade de ajuda), um dia desapareça do mapa sem nos deixar algo ou sequer nos avisar?

 

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Um vulcão em contagem decrescente e muito perto do zero

 

No entanto e apesar de tudo aquilo aqui exposto segundo esses mesmos especialistas poderemos estar descansados: um vulcão deste tipo muito provavelmente não entraria em erupção nos próximos 10.000 anos (segundo a USGS).  O que vindo de autoridades tão credenciais no mundo da sismologia e da vulcanologia nos poderia deixar mais descansados, mas como preposição (supostamente) verdadeira sendo imediatamente neutralizada pelos não menos especialistas da Fundação Europeia da Ciência – destacando estes que uma erupção vulcânica desta dimensão além de poder originar uma tragédia a nível planetário muito mais grave do que a provocada por um impacto de um asteroide com a Terra, poderia lançar simultaneamente o nosso planeta e todas as espécies aí existentes num período de alterações climáticas extremas no mínimo de 1.000 anos.

 

Nunca esquecendo que segundo esses mesmos cientistas o intervalo (previsível) de 10.000 anos para uma nova grande erupção na caldeira do SUPERVULCÃO de YELLOWSTONE poderá ser demasiado extenso, podendo o mesmo Evento ocorrer num tempo muito mais próximo e ainda mesmo este século. Talvez contando ainda com o contributo suplementar do hipotético NONO PLANETA (circulando no interior ou muito próximo do Sistema Solar), que segundo muitos cientistas poderá na realidade existir (foram detetadas algumas variações no comportamento de certos objetos pertencentes ao Cinturão de Kuiper) e que segundo muitos outros curiosos (da ciência) existirá mesmo, estará cada vez mais perto de nós e acabará com a sua presença por perto, por nos afetar e tocar (e ao planeta Terra). Veremos o que acontece atá ao ano 2100.

 

(imagens: WEB)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:02
Sábado, 06 DE Fevereiro DE 2016

Um Calhau Desconhecido – Asteroide 2013 TX68

É Carnaval Ninguém leva a Mal – Sem Receio é Ver para Crer
Evento Astronómico
(Fabricado pela NASA)
5 de Março de 2016
(Acerta/Não Acerta/Aceitam-se Apostas)

 

Dia 5 de Março um corpo celeste com 30 metros de extensão observado apenas por três vezes, com um período orbital desconhecido e com uma trajetória incerta por nunca confirmada, passará por aqui e talvez muito por perto. Certamente que não haverá impacto, nem nada como Chelyabinsk (aí o corpo celeste que explodiu no ar e provocou uma forte onda de choque, tinha apenas 20 metros de extensão).

 

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A previsão pendular da NASA
(com um intervalo de erro ˃ 14 milhões)

 

No próximo dia 5 de Março o asteroide 2013 TX68 passará mais uma vez pelo seu periélio na sua trajetória de aproximação ao Sol. Com uma extensão aproximada de 30 metros se este asteroide entrasse na atmosfera terrestre ao explodir e desintegrar-se produziria uma onda de choque com o dobro da energia do seu homologo de Chelyavinsk. Dando origem ao aparecimento de uma bola de fogo e possivelmente de uma cratera de impacto.

 

Um asteroide que passou há cerca de dois anos atrás a 2 milhões de quilómetros da Terra mas cuja trajetória ainda é incerta (dado ser um corpo celeste muito pouco observado desde a sua descoberta) para a sua passagem de 5 de Março. Passando a uma distância do nosso planeta que poderá ir de um máximo tranquilo de quase 14,5 milhões de quilómetros a um mínimo preocupante de pouco menos de 18.000km.

 

Um acontecimento que pelos vistos não parece preocupar minimamente os responsáveis da NASA, apesar dos seus cálculos (praticamente baseados em nada) apontarem para coordenadas de passagem do asteroide no seu ponto mais próximo da Terra, com um erro máximo e desprezível de 14.482.000km – o que traduzido em miúdos significará que o asteroide poderá passar sem que se faça notar, poderá impactar a Terra ou poderá até já ter passado ou deixado de existir. Cientifico não é?

 

E como forma de concluir esta estranha e surpreendente notícia contando com a delirante (e por vezes parecendo mesmo idiota) colaboração científica da NASA, ficamos aqui a pensar como é possível que uma das maiores agências espaciais do mundo e muito provavelmente composta por técnicos dos mais conhecedores que por cá existem, possa dar uma resposta como esta reveladora de tanta ignorância e de tanta incompetência (irresponsável por poder ser criminosa). Se não acreditam vejam como no mesmo tempo da entrevista ao diretor do CNEOS (um centro de estudos da NASA sobre objetos circulando nas proximidades da Terra e localizado no JPL na Califórnia) o mesmo afirma uma coisa (a sugestão é que possa existir uma hipótese de impacto) e o seu contrário (que esse impacto nunca ocorrerá). Talvez que seja para a próxima (e até apontam uma data – para o ano para os fins de Setembro). Hipóteses (Paul Chodas – Diretor do CNEOS):

 

Hipótese A

 

"This asteroid's orbit is quite uncertain, and it will be hard to predict where to look for it.”

 

Hipótese B

 

"The possibilities of collision on any of the three future flyby dates are far too small to be of any real concern."

 

Restando-nos apenas ficar aqui à espera da chegada desse dia, altura em que verificaremos qual das duas hipóteses é válida (A ou B). Ficando no entanto já com a certeza que a verdade estará certamente numa delas – virtude de termos uma NASA infalível até na ignorância. Como assim o asteroide pode já nem existir (e nós a falar dele).

 

maxresdefault.jpg

ISS – Satélite de órbita baixa a caminho das 100 mil órbitas
(situado a cerca de 400km da Terra e orbitando-a em pouco mais de hora e meia)

 

Tipo de Satélites
(dependendo da sua órbita)

 

Satélite Órbita Baixa Órbita Média Órbita Alta
Distância à Terra 180 – 2.000km 2.000 – 35.780km ≥ 35.780km
Objetivo Científico Navegação e Monitorização Telecomunicações e Meteorológico
Velocidade Alta Média Baixa
Exemplo Aqua (GPS) (atmosférico)
Duração orbital 99mn (horas) 23h 55mn 04s
Tipo Sun-synchronous Semi-synchronous e Molniya (russo/latitudes elevadas) Geo-synchronous

(a 42.164km de distância localizam-se os satélites geoestacionários assim chamados por darem a sensação de estarem parados no espaço – devido à velocidade do satélite igualar a velocidade da Terra)

 

Já agora e como se vê na tabela anterior, se por acaso um asteroide passasse a cerca de 18.000km do nosso planeta, mesmo que este não fosse minimamente afetado pela sua passagem (tão à tangente) certamente que os seus satélites (artificiais) o poderiam ser: o que seria dramático (se tal cenário se concretizasse) para a sobrevivência (social e tecnológica) da Terra. Seriam afetados serviços hoje em dia considerados fundamentais e imprescindíveis para o funcionamento e sobrevivência da sociedade (como se ficássemos todos sem eletricidade) desde a Navegação até ao Tempo e passando pelas Comunicações.

 

(imagens: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:59
Terça-feira, 26 DE Janeiro DE 2016

O Meteorito de Blagoveschensk

An unidentified object flew over the city of Blagoveshchensk in the Russian Far East, breaking apart and leaving a blazing trail across the sky on Sunday.

 

E se a Terra estivesse agora em conjunto com o seu sistema a atravessar uma região mais confusa e um tanto congestionada do espaço (com tudo a girar à volta e com todos meio tontos)? Uma região de maior movimentação entre os diferentes elementos presentes, desde o maior ao mais pequeno interagindo entre si. Corpos celestes, sistemas planetários, galáxias e até mesmo universos. Que periodicamente ou não também compartilham espaços – por todos serem feitos de matéria e de energia (em constante movimento).

 

snapshot A.jpg

1

 

An alleged meteor or comet, as some local residents suggest, brightened the sky between 9-10 p.m. GMT, January 17 in the Amur Region. “It looked like a plane’s trail but way bigger and brighter.”

 

Se tal acontecesse e sobre interação de sistemas (ou então de planetas simplificando o problema e reduzindo-lhe as dimensões), as probabilidades de se verificar um evento de consequências mais ou menos secantes (como um impacto direto) seriam naturalmente maiores. Suponhamos então que um dia um tal evento ocorre: um planeta até aí de existência desconhecida aparece nos radares terrestres descrevendo uma trajetória alongada e com um período de milhares de anos – acabando por integrar o sistema e tornando-se o seu nono planeta. Aproxima-se do seu periélio e aí dá-se a interação. Uma perturbação temporária atravessa o Sistema Solar libertando energia e deslocando matéria. Com o movimento a implicar choques como numa mesa de bilhar: falhando, tocando ou caindo no buraco.

 

snapshot B.jpgsnapshot B2.jpg

2-3

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 4-5

 

After streaking through the sky, the object exploded, disintegrating into a number of pieces with a dazzling flash. “At 9:40 p. m. GMT, January 17 the object exploded, but the sound came in after eight minutes. It was quite loud.”

 

Mas voltemos aos meteoritos: corpos celestes oriundos maioritariamente do Cinturão de Asteroides com outros (em menor número) resultantes da fragmentação de certos cometas (vindos do Cinturão de Kuiper). Visitantes usuais destas paragens na sua trajetória em torno do Sol, numa corrida contra o tempo e repetida no espaço (e talvez com uma missão) – ou não fossem estes corpos possíveis depósitos de água. E pela sua natureza e também pela sua velocidade podendo ser desprezáveis ou pelo contrário catastróficos: dependendo o efeito provocado pela sua passagem da sua massa, da sua densidade, da sua velocidade e da sua distância em relação ao planeta (neste caso a Terra) – numa trajetória externa, tangente ou secante.

 

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Vestígios da passagem do objeto voador nos céus da região russa de Amur

 

On February 15, 2013, a 10,000-ton meteorite hit the Earth near the Russian city of Chelyabinsk. Its explosion inflicted damage on the infrastructure and injured 1,500 people with glass shattered by the shockwave.

 

E só de pensarmos nas consequências imediatas da sua velocidade média de deslocação (um indicativo para o tempo máximo de preparação de que a Terra disporia após ser dado o alerta) é só refletirmos um pouco: supondo que a velocidade média dum destes corpos celestes anda pelos 25km/s (dependendo a sua velocidade – podendo chegar aos 35/70km/s – da influência de muitos fatores como o da sua distância ao Sol – mais baixa se estiver afastado mais alta se estiver perto) e que quiséssemos dispor de um mínimo de 24 horas para nos prepararmos, teríamos que avistar este corpo viajante dirigindo-se para a Terra no mínimo quando ele estivesse a mais de 2 milhões de quilómetros de distância (ou seja 5,6 LD). E a essa distância para o mesmo ser detetado, qual teria que ser a sua real dimensão (certamente sabendo que nessa falsa peneira, por mais que nos esforcemos muitos monstros passarão)? E se tudo correr mal então será uma questão de horas (para evacuar a Terra?).

 

Na Rússia esteve-se perante dois simples meteoritos.

 

(1-2-3-4-5: trajeto do meteorito de Amur/Rússia ocorrido em 17 de Janeiro deste ano)

 

(texto/inglês/imagens: #метеорит #falcon9/Astro Channel/sputniknews.com – última imagem: Konstantin Pivkin/ufosightingshotspot.blogspot.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:54

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