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Segunda-feira, 15 DE Maio DE 2017

França, Eleições & Emmanuel

[Ao nomear o seu amigo e colega de escola (Sciences Po de Paris) Édouard Philippe como novo 1ºMinistro (também amigo dos Rothschild via Grupo Bilderberg) e logo de imediato e após tomar posse com Presidente de França ter como sua 1ª Visita de Estado a Alemanha da chanceler Ângela Merkel, se por um lado Emmanuel Macron se pode regozijar pelo seu avião não ter sido atingido por relâmpagos durante a sua viagem obrigando-o a voltar para trás (tal como sucedeu com François Hollande quando foi eleito Presidente em 2012 na sua 1ª vassalagem à já e ainda líder alemã e europeia), por outro lado todos os sinais que daí emanam (de Édouard e de Ângela) sugerem Macron como mais um Dançarino da Companhia Sarkosy (e do Harém da Chanceler). Faltando-se saber o que fará com o Joker Americano.]

 

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Emmanuel Bonaparte Macron

 

Dos mais de 47 milhões extraídos dos mais de 67 milhões

(de franceses)

Só 8 milhões votaram Macron

 

Numa França há muitos anos à deriva ‒ antes submetida à sobranceria inglesa face à sua submissão à Alemanha ‒ surge agora um candidato não representando ninguém disposto a mudar o país num estilo Clinton/Blair (tipo colonialista). Não percebendo não existir opção que não seja os 2 Blocos (EUA e Rússia/China) e que não será a França (na sua Imaginação a 5ª Potência Mundial) que aí irá inovar: com os ingleses a rirem-se dela (conforme a cronologia dentro/fora da EU), com os alemães a tratarem-na como aos outros (do grupo do défice excessivo) e até com os norte-americanos à espera que os passarinhos venham rapidamente comer à sua mão (enquanto Donald Trump vai comendo uma fatia de bolo de chocolate, aproveitando a ocasião para outra patifaria).

 

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França ‒ O território em disputa

 

Num país com cerca de 67,5 milhões de indivíduos e 47,5 milhões de votantes, foram estes os resultados da 1ª volta das Eleições Presidenciais Francesas de 23 de Abril de 2017:

 

Candidato

Partido/Frente

Cidadãos

(67,5)

Cidadãos AV

(47,5)

(Abstenção)

-

15.7

22.3

Emmanuel Macron

En Marche!

12.8

18.2

Marine Le Pen

National Front

11.4

16.2

François Fillon

The Republicans

10.7

15.2

Jean-Luc Mélenchon

La France insoumise

10.5

14.9

Benoît Hamon

Socialist Party

3.4

4.8

N. Dupont-Aignan

Debout la France

2.5

3.6

(Brancos/Nulos)

-

1.4

2.0

Jean Lassalle

Résistons!

0.6

0.9

Philippe Poutou

New Anticapit. Party

0.6

0.8

François Asselineau

Popular Rep. Union

0.5

0.7

Nathalie Arthaud

Lutte Ouvrière

0.3

0.5

Jacques Cheminade

Solid. and Progress

0.1

0.1

(Resultados da 1ª volta das Presidenciais Francesas ‒ AV: Autorizados a Votar)

 

Uma tabela que significa duas coisas:

 

O Presidente de França não é na Realidade Emmanuel Macron (só na sua própria Imaginação), encontrando-se o mesmo ainda escondido entre a Abstenção;

 

Emmanuel Macron representa na melhor das hipóteses apenas 18% da totalidade da população francesa (isto se pusermos de lado os 20 milhões não autorizados a votar).

 

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O Rico, a Herança e o Herdeiro

 

A partir dos indícios deixados para trás e relativo aos resultados da 1ª volta das Presidenciais Francesas (que deram a vitória na 2ª volta a Emmanuel Macron sobre a sua adversária Marine Le Pen), com o país a manter-se dividido entre vários nichos sem grande expressão política e descaracterizados ideologicamente (o problema do oportunismo e dos independentes na política), projetando-se para o mesmo a manutenção do seu cenário de crise (anterior) e o recrudescimento dos conflitos já vindos de trás ou latentes. E se Emmanuel Macron persistir no seu endeusamento político numa tentativa de reforçar o seu poder (utilizando os Media e as classes altas e conservadoras francesas) então o caldo estará mesmo entornado e o futuro de França posto em causa: algo de muito expetável agora que Macron (um político afirmando-se centrista) escolheu Philippe (um político de centro-direita) para seu primeiro amigo (um sinal e uma provocação).

 

[Emmanuel Macron: um político oriundo da classe média francesa que não se tendo sentido bem na representação do papel para o qual estava predestinado, na altura certa e mais que oportuna soube aproveitar o seu Momento, alterando radicalmente o seu rumo e dedicando-se à política e à Administração Pública ‒ no seu necessário mas compensatório Calvário passando como muitos outros políticos franceses pela Sciences Po de Paris (tal como o nosso ex-Primeiro-Ministro José Sócrates), formando-se em 2004 pela ENA ‒ num pequeno intervalo e como banqueiro tornando-se sócio do Banco Rothschild ‒ aderindo ao PS francês em 2006, aproveitando a boleia de François Hollande integrando a Presidência da Republica (2012) e finalmente talvez preparando já o seu assalto ao Palácio do Eliseu e ao lugar do seu ainda Chefe, acabando por integrar o Governo de Hollande e de Valls como Ministro da Economia (2014). Saindo em 2016 do Governo, esquecendo o cartão do partido (já rasgado provavelmente há muito), candidatando-se às eleições e sendo hoje o Presidente.]

 

(imagens: conseildansesperanceduroi.wordpress.com e web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:04
Terça-feira, 02 DE Maio DE 2017

França ‒ Um Pau com dois Bicos (e não apenas um)

A 7 de Abril de 2017 a França escolherá o seu novo Presidente.

E depois?

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 Emmanuel Macron e Marine Le Pen

 

Nos dias de hoje e na América o seu Presidente e Administração (e todos os seus amigos poderosos, patrões, ricos e até milionários) travam hoje (curiosamente) uma luta de morte contra os seus antigos empregados e representantes no poder (político): pelo cenário com Trump a adaptar-se se não quiser mesmo desaparecer.

 

Em agonia profunda desde que a Alemanha a colocou no seu devido lugar no contexto económico e financeiro da Europa Comunitária ‒ um país tal como os outros, dependendo do Banco Central Europeu instalado e dirigido a partir de Frankfurt (curiosamente tendo como dirigentes máximos um italiano/Mario Draghi e um português/Vítor Constâncio) ‒ a França vê-se agora num beco sem saída (a encruzilhada já ficou para trás) entalada como está entre a escolha de uma candidata apoiada por setores tradicionais, conservadores e da extrema-direita francesa em que os Emigrantes são sempre os culpadose um outro candidato auto proclamando-se do centro democrático e partidário duma Europa revigorada e relançada, que aproveitando a (sua) oportunidade surgida, a sua juventude e elegância e o seu aparente desinteresse pelo poder de que poderá vir a usufruir dentro em breve (numa infeliz e aparente reencarnação do Tony Blair inglês) ‒ em que os cidadãos são sempre os culpados.

 

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E a França de ambos

 

Seja qual for a opção dos eleitores franceses face aos dois candidatos em confronto e a todos misteriosamente impostos (com ambos sem Objetivos transparentes, a não ser o de alcançar o poder e aí sobreviver), naturalmente tudo ficando na mesma com Macron a ser eleito (continuando Le Pen lá na sua) e a França a obedecer ‒ aos alemães e norte-americanos e com os ingleses já de fora. Tudo indicando que a partir do próximo fim-de-semana e com a eleição do novo Presidente, o ambiente na sociedade francesa manter-se-á inalterável, aceitando ordens externas, deixando a economia rolar e como sempre em ambiente fraternal (e situacionista) esperando por melhores dias: ainda não compreendendo como nos últimos anos o Mundo mudou tanto (com a China a começar a assumir o seu papel de maior potência Mundial Futura conjuntamente com a Rússia e com o grande Eixo Económico agora centrado na Ásia) e que até na América são já os Milionários a assumirem a Empresa e a chamarem a si todo o Poder (vindo daí toda a agitação política que atravessa não só toda a América como também todo o Mundo, com os políticos a verem ser posta em causa a necessidade da sua existência e os seus direitos adquiridos).

 

Podendo-se desde já afirmar ‒ até pelos políticos que o Tempo nos tem apresentado ao longo de toda e pela extensão do Espaço por onde se têm disseminado ‒ que desde que a Europa perdeu a sua Independência/no passado (com o fim da II Guerra Mundial e com a necessidade urgente da sua reconstrução, dividida de uma forma salomónica entre os dois Blocos vencedores) e no preciso momento em que um deles abandona o barco/no presente (a Inglaterra e porque será?) a opção deixou de existir, restando aos nossos representantes a gestão da desagregação e do nosso inevitável regresso ao passado. E o Futuro?

 

(imagens: AFP)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:53
Terça-feira, 07 DE Março DE 2017

Tempestade Zeus

 

A costa norte de França momentaneamente sobre forte pressão

(do Deus dos Céus, do Ar e dos Relâmpagos)

 

Constatando-se que até as previsões podem ser muitas das vezes imprevisíveis, os residentes do noroeste da França situados bem a sul das Ilhas Britânicas, foram nestes últimos dias inesperadamente atingidos por uma violenta tempestade, que tendo sido originada lá para os lados da América, atravessou o Atlântico atingindo fortemente o território britânico – a qual num último impulso direcional e na procura de algo que a alimentasse, virou inopinadamente para sul, atravessou o Canal da Mancha e penetrou sem contemplação pelo território francês.

 

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A tempestade Zeus abate-se sobre França

(Março 2017)

 

Como se pode ver pela carta meteorológica desta segunda-feira dia 6 registada pelas seis horas da manhã, com a tempestade a dirigir-se para o norte de França e a passar num dos seus lados mesmo junto aos Pirenéus (razoavelmente afastada de Portugal mas mesmo assim provocando alguma precipitação, frio, queda de neve e rajadas de vento), acabando por se dirigir para sul e por se desvanecer no encontro com o Mediterrâneo. Na sua caminhada atingindo a Bretanha (a norte) provocando um morto lá na ponta em Marselha (a sul).

 

Com toda esta tempestade que atravessou a França de norte a sul estendendo-se dos Pirenéus (leste da Península Ibérica) até aos Alpes (sul de Itália), a ser o resultado da deslocação de uma depressão localizada sobre a Irlanda e que ao atravessar o continente europeu (a França) originou a alteração e degradação progressiva das condições meteorológicas com forte precipitação, queda de neve (mesmo a baixas altitudes) e fortes rajadas de vento: uma tempestade (denominada Zeus) com um nível de intensidade já não observada há quase 20 anos e que terá provocado no mínimo 2 mortos e deixado várias centenas de milhares de famílias (temporariamente) sem eletricidade – mesmo no fim do século passado provocando mais vítimas (dezenas) e deixando 5X mas casas sem luz. Com um dos principais fatores (meteorológicos) a provocarem o agravamento das condições do tempo sentido desde o início de Março (dando origem a um ciclone e provocando mais destruição) a serem as fortes rajadas de vento podendo atingir velocidades máximas muito próximas dos 200Km/h.

 

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Atravessando toda a França da costa norte até à costa sul

(oriunda da Irlanda e dirigindo-se para Itália)

 

E como se pode constatar pelas imagens e por todas as notícias entretanto recebidas e relacionadas com este Evento atmosférico – imprevisto (como o Brexit) e vindo de um país que muito recentemente decidiu abandonar a Europa (talvez um aviso) – com o mesmo na sua rápida e destruidora passagem por toda a parte central de França até ao Mediterrâneo (estendendo-se depois para Itália) a demonstrar como mesmo hoje em dia e apesar de todos os avanços tecnológicos alcançados e colocados no terreno (só para nos servir e proteger), as forças da Natureza levam sempre a melhor. No entanto servindo como mais um aviso para toda a população residindo neste continente (especialmente e no que nos diz respeito a sua parte ocidental) alertando todos nós para a imprevisibilidade do tempo e para o pormenor (importantíssimo) de que o que hoje vemos em França estendendo-se por todo um país, também poderá ocorrer noutro lugar qualquer e por mais pequenino que ele seja – como por exemplo Barcelos (o último caso atmosférico e sendo notícia ocorrido em Portugal).

 

Por cá e pelo sul de Portugal com todos os parques bem providos de autocaravanas com centenas e centenas de turistas e reformados oriundos maioritariamente do centro e do norte da Europa, fugindo nos meses de Inverno nas suas casas móveis e adaptáveis (como nómadas nas suas caravanas) à procura da Terra Prometida com Sol, praias e muita vitamina C (laranja): podendo ser descoberta no Algarve ainda bela e resiliente, apesar de já esmagada por toneladas de betão (embelezada com campos de golfe e muitos centros comerciais – para assim se afastarem os bichos mais resistentes).

 

(imagens: The Watchers/The Local)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:43
Sexta-feira, 27 DE Maio DE 2016

A França à espera de TINTIN

“Battles on the streets and petrol pumps running dry: France plunged into chaos by protests over labour laws just weeks before the Euros.”

(dailymail.co.uk)

 

Com as crianças a atingirem fisicamente a idade adulta utilizando apenas certos moldes e os seus respetivos e certificados manuais de instrução – ignorando por completo o seu desenvolvimento psíquico para além dos limites do manual já que perder tempo a pensar é perigoso – não é de admirar que amanhã ou mesmo hoje (e ainda sem o sabermos) vivamos no mundo de TINTIN.

 

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A França nas mãos de dois dos seus grandes heróis da banda desenhada:

Os Dupond & Dupont

(François Hollande e Manuel Valls)

 

Esta é uma das mais fortes imagens que ainda nos chegam dessa França socialista (com o país em completa polvorosa a única solução para manter o poder político incólume é cortar nas notícias negativas), que no seu conjunto e utilizando-se de seres aparentemente alienados (da realidade) presentes nesse cenário, nos apresenta dois dos responsáveis máximos pelo estado social e económico desastroso (e caótico) em que o país se encontra, cada vez mais próximo do seu descalabro total – num efeito esmagadoramente provocado pela estratégia adotada por ambos de obediência cega às estruturas associadas à supremacia global, no caso aos EUA (poder das armas) e ao FMI (poder do dinheiro). Numa estratégia impensável e como tal essencialmente provocadora (pelo menos segundo a ideologia e pratica socialista) tendo como molde os inopinados heróis da banda desenhada TINTIN Dupond & Dupont – que quando muito só poderiam funcionar num mundo de crianças, mas que pelos vistos se tornou num exclusivo da elite intelectual adulta da superior política francesa.

 

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Uma estratégia colocando em guerra aberta/em causa sectores agora considerados secundários para a sustentação da nossa sociedade

Como são o Trabalho e a Segurança

 

Infelizmente e porventura levados pela psicologia de massas que como espécie lutando pela sua sobrevivência coletiva naturalmente ainda nos domina, somos agora obrigados (e levados artificialmente) a lutar não pela nossa própria sobrevivência mas pela nossa não extinção declarada e seletiva (mas nunca assumida): “Tarde de mais os franceses chegaram à conclusão que lá por estar a arder outra casa que não a sua (por exemplo Portugal), mais cedo ou mais tarde os incendiários e os seus incêndios chegarão a um dos lotes mais próximos (por exemplo França) ”. Numa trajetória política previsível e irreversível (pelos vistos nestes casos a História repete-se incessantemente e sem que ninguém desconfie) que mais uma vez atirará a EUROPA para as mãos daqueles que sem um mínimo de vergonha (e sem crime e castigo) a têm vindo a destruir – seja a direita ou a esquerda do espectro partidário (oficial e reconhecido). Como se tem visto na Grã-Bretanha (Sim ou não à Europa), na Espanha (realização de novas Eleições) e na França (Aplicação da nova Lei do Trabalho), os estados mais perto de nós (Portugal).

 

(imagens: economico.sapo.pt e voanews.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:48
Sábado, 14 DE Novembro DE 2015

Sexta-feira, 13 – Paris sob ataque terrorista

They were not moving
They were just standing at the back of the concert room and shooting at us
Like if we were birds
(CNN)

 

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Enquanto alguns se vão entretendo a incendiar o país e outros já pensam na sua viagem até à ilha (ficando os nossos representantes à espera do decisor), logo ali mesmo ao lado noutro país da (mesma) Europa, a realidade não para continuando mesmo a avançar: e num curto espaço de tempo num lugar perto de nós, mais uma carnificina e um aviso do que aí vem.

 

Paris terrorist attacks leave more than 140 dead leave France reeling
(The Washington Post)

 

Numa sequência de trágicos acontecimentos levados a cabo pelos mesmos terroristas que deram origem à grande corrente migratória atualmente em trânsito pela Europa (constituídas por comunidades inteiras em fuga) e que agora infiltrados entre as suas vítimas procuram novos territórios. E no meio do rebanho o lobo mal se vê (transformando-nos todos em lobos).

 

As many as 120 dead, 5 attackers 'neutralized,' 6 sites attacked
(Los Angeles Times)

 

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Recordando os dois mais recentes atentados perpetrados por militantes do mesmo grupo terrorista, um provocando mais de 200 mortos nos céus Egito e o outro provocando mais de 50 mortos em território libanês (Beirute). O primeiro como resposta ao início da intervenção aérea da Rússia na guerra da Síria, o segundo pelo apoio de sectores políticos do Líbano a grupos de combatentes sírios mas inimigos. Sendo agora no centro da Europa, bem pertinho da Alemanha e com a Grã-Bretanha à vista.

 

3 Attackers Detonated Suicide Belts in Bataclan Concert Hall Siege
(ABC News)

 

O atentado ter-se-á sentido com maior intensidade em três locais distintos (mas próximos) do centro de Paris: num restaurante (onde as pessoas jantavam usufruindo do início do seu fim-de-semana), numa sala de espetáculos (onde decorria um concerto do grupo californiano Eagles of Death Metal) e nas proximidades de um estádio de futebol (onde se jogava o amistoso França-2 Alemanha-0). E foi na sala de concertos (do Bataclan) que mais gente morreu: a tiro ou à bomba mais de uma centena de vítimas).

 

150+ killed and many injured in a series of terrorist acts
(RT)

 

(imagens: huffingtonpost.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 04:03
Domingo, 26 DE Julho DE 2015

A Volta de FROOME, o Vencedor

Volta à França em Bicicleta 2015
(classificação final individual)

 

Posição Corredor País Equipa Tempo
1 FROOME GBR SKY 84h 46' 14''
2 QUINTANA COL MOVISTAR + 01' 12''
3 VALVERDE ESP MOVISTAR + 05' 25''

 

(seguindo-se Nibali, Contador, Gesink, Mollema, Frank, Bardet e Rolland)

 

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Christopher Froome

 

Em vez de salientarem à sua chegada a PARIS e em plenos Campos Elísios a vitória do inglês CHRISTOPHER FROOME na Volta à França em Bicicleta (que a partir de certa altura e acompanhando toda a orquestração dos média franceses começou a ser insultado, cuspido e agredido), as autoridades francesas resolveram aproveitar o último dia desta volta de 2015 para promoverem o seu poder e eficácia anti-terrorista: face a um veículo que tentava atravessar as barreiras de protecção em torno do circuito onde se realizaria o evento ciclista final, a polícia não hesitou em usar armas e pôr-se a disparar. Não se preocupando com as razões da fuga destes seus potenciais suspeitos de terrorismo, mesmo sabendo que o carro suspeito tivera um acidente com um táxi nesse local e que à sua volta muito público inocente percorria esse espaço em princípio pacífico e protegido, acompanhando à sua maneira esse grande evento nacional, internacional e desportivo.

 

O inglês acabaria por ganhar a Volta à França em Bicicleta de 2015 deixando para trás toda a sua concorrência (e inimigos) e aparentemente dispensando-se de se aplicar com todas as suas capacidades físicas e mentais na prova, de modo a assim evitar ser chamado de Drogado e de Vigarista: uma prática inacreditável e de base estritamente irracional e racista aplicada por um povo que ainda se gosta de considerar um dos principais representantes da cultura e da tolerância europeia, ainda por cima aplicada sobre um inglês e logo nascido no Quénia. Tal e qual Barack Obama. Nas suas declarações finais como vencedor da Volta à França em Bicicleta Froome acabaria por agradecer a contribuição de todos aqueles que lutaram pela concretização deste seu objectivo (especialmente e como todos podemos ver durante toda a prova a grande colaboração da sua equipa a SKY em prol do seu chefe de equipa), não deixando de lado a resposta a todos aqueles que o atacaram (e vilipendiaram por ausência de provas) acusando-o de um hipotético doping: afirmando categoricamente o seu desejo de sempre dignificar o ciclismo e neste caso a prova francesa. Subliminarmente afirmando (com as suas declarações) existirem ciclistas bons e maus profissionais, mas que não seria por isso que ele se transformaria num novo Lance Armstrong (o tal que terá retirado algumas vitórias importantes a outros ciclistas franceses e provocado o grande trauma velocipédico instalado neste país).

 

(imagem: huffingtonpost.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:07
Segunda-feira, 20 DE Julho DE 2015

Debaixo do Tapete

“Agora que a França propõe (na Era do Automático)
O regresso à embraiagem e à manete das velocidades.”

 

Com medo de perder num futuro muito próximo o seu estatuto de Estação Principal (em vez de pelo contrário se preocupar com a sua posição a bordo da locomotiva) a França reforçando a sua carruagem (colocada logo atrás da locomotiva da Alemanha) propõe que algumas das outras (carruagens) regressem às suas Estações, enquanto outras passem a simples Apeadeiros. Quanto aos Britânicos esses continuam bastante despreocupados (na sua ilha), podendo em qualquer altura (a ideal) cortar o cordão umbilical (que ainda a liga pelo túnel do Canal da Mancha à linha ferroviária europeia).

 

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Os Gatos e a sua opção irracional
(que ainda mais nos atira ao tapete)

 

François Hollande não quer perder o protagonismo que lhe foi deliberadamente atribuído (especialmente pelos países que eram contra a expulsão dos gregos) aquando do acordo estabelecido muito recentemente entre a UE e a Grécia. Tentando com o seu lançamento para a frente (do comboio em andamento) travar a inevitável desagregação da CEE e o descarrilamento de algumas carruagens do comboio despreocupadamente puxadas pela máquina alemã. Com a Alemanha no comando da poderosa locomotiva, puxando a grande velocidade diversas carruagens (com algumas incapazes de aguentarem a imensa pressão exercida sobre elas) e pouco se incomodando com os mais que previsíveis descarrilamentos provocados por uma (ou mais) delas. E nessa François Hollande não quer certamente entrar, conhecendo como conhece a situação deficitária do seu próprio país (e de muitos outros dos países constituindo a UE) e a inflexibilidade total oriunda da Alemanha via Schäuble/Merkel.

 

E o que propõe então Hollande? Tentando não incomodar muito a Alemanha e evitando cenas menos próprias por parte dos seus líderes (refugiados na opinião pública alemã por eles muito bem trabalhada mas com benefícios compensatórios atribuídos), recorrendo às esperanças e ilusões do passado nunca lançadas nem concretizadas (por puro oportunismo político) e demonstrando ainda algum respeito pela memória e cultura europeia (mesmo sendo forçada, estratégica, temporária e sobretudo hipócrita por inconsequente – e aqui estaremos para o provar), o Presidente francês lança agora para a fogueira (em que se tornou o ambiente político da Europa) a proposta do lançamento de uma nova Vanguarda da Europa dirigida pelos fundadores da UE: Alemanha, Bélgica, França, Holanda, Itália e Luxemburgo. O que falta conhecer é qual será a reacção de certos países a esta proposta francesa (uma das partes mais interessada), como será certamente o caso da Alemanha (neste momento o líder absoluto e incontestável da Europa), da Finlândia (que já julgava pertencer ao grupo de países europeus mais poderosos pelo menos economicamente) e até de Portugal (o aluno conhecido como obediente, mas no futuro talvez condenado a andar em turística ou mesmo andar à boleia).

 

Mas se nos deixarmos definitivamente de tretas (lembremo-nos de que o tempo escasseia) o que Hollande nos apresenta nem é nada de novo: apenas e somente (e mais uma vez) a apresentação da teoria económica da construção da Europa em vários níveis e velocidades. Senão vejamos:
Um só Governo na Zona do Euro dirigido por apenas 6 dos seus Estados;
Esses 6 Estados (os países fundadores) formariam um único Governo Europeu (que orientaria todos os outros territórios comuns), apoiado por um Orçamento (feito pelos próprios) e um Parlamento (composto por representantes desses seis).

 

Uma Vanguarda dirigiria assim toda a zona económica e financeira do Euro dividindo a Comunidade Económica Europeia em dois grupos distintos: um que se faria representar exclusivamente em Bruxelas através de um ainda mais decadente e vazio de poder Parlamento Europeu, no qual os representantes políticos de cada um desses países tomariam conhecimento das tarefas a executar oriundas dessa Vanguarda, com a única função e responsabilidade de convencerem os seus cidadãos a acatarem as decisões dos mais ricos e iluminados; o outro representado por essa Elite do Grupo dos Seis (fortemente apoiados pelos ricos estados do norte) que se faria representar e apresentar à Europa sob a forma de um Governo independente e supranacional (como se tal fosse possível hoje no nosso continente em guerra) com propostas novas, revolucionárias e ambiciosas: mas como sempre assente no mesmo paradigma – ou seja actualmente que se saiba em Nenhum. E com a Grã-Bretanha como sempre a sorrir, conforme se acha fora ou dentro do Euro (a sua parceria com os EUA assim o permite).

 

E varrendo (novamente e como sempre) todo o lixo para debaixo do tapete, a Europa pensa resolver o problema: nem com um Tapete da China!

(imagem – ihavecat.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:43
Sexta-feira, 27 DE Dezembro DE 2013

França – um país em stand by

“France is the second-most taxed European country after Belgium – risks ‘social explosion’ over high taxes”

 

França – um país à deriva

 

Com a França entalada entre a satisfação dos interesses retalhistas da Grã-Bretanha e as aplicações financeiras do Banco Central Europeu comandado pela Alemanha – e com os ricos países nórdicos a assistirem de bancada – tudo parece indicar que de acordo com esta atitude insana e situacionista do presidente francês, a França parece caminhar irremediavelmente para uma situação de emergência económico-financeira, muito semelhante à já vivida por outros parceiros da CEE.

 

E se tal crise extremamente dramática – dada a dimensão global da França no actual contexto europeu – se vier a concretizar, qual será a reacção da Alemanha? Estarei cá para ver se Portugal ainda existir (de facto) – provavelmente se entretanto algum dos líderes europeus (não vejo qual a não ser a França) se dignar reconhecer finalmente a existência dos pobres países do sul (como Portugal).

 

Sonhemos.

 

(imagem e introdução – france24.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:55
Domingo, 20 DE Março DE 2011

Guerra na Líbia

Muammar Kadhafi ameaçou hoje a coligação internacional de represálias, avisando que o Mediterrâneo e o Norte de África converteram-se numa "zona de guerra".

(Jornal Expresso)

 

Força internacional bombardeia Líbia por ar e mar

 

Os Estados Unidos atacaram hoje baterias antiaéreas da Líbia com mísseis de cruzeiro Tomahawk a fim de facilitar a aplicação da zona de exclusão aérea pelas forças da coligação, disse uma fonte militar dos EUA.

(Jornal i)

 

Porta-aviões

 

Um locutor na rádio dos rebeldes líbios diz que os aviões no céu pertencem a "países amigos". Um líder religioso que a BBC não conseguiu identificar diz aos ouvintes que Khadafi "não é um verdadeiro muçulmano, ele não se guia pelas regras do Corão".

(Jornal Público)

 

Jacto líbio abatido

 

Os EUA e a França fizeram este sábado ataques contra a Líbia, atingindo sobretudo as instalações anti-aéreas do regime de Muammar Kadhafi. Cerca de 100 mísseis de cruzeiro foram lançados de navios norte-americanos estacionados no Mediterrâneo e bombardeiros franceses atacaram alvos militares para prevenir ataques às zonas que estão nas mãos dos rebeldes.

(Jornal Correio da Manhã)

 

Celebração

 

Operation Odyssey Dawn: U.S. Launches Military Strikes In Libya.

 

(Jornal Huffington Post)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:21

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