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Domingo, 15 DE Outubro DE 2017

Tempestade Ofélia

“Passando ao largo dos Açores, ao largo do Continente e dirigindo-se agora para as Ilhas.”

 

Se o furacão OFÉLIA afetar de algum modo a previsão meteorológica em Portugal Continental, o dia de maior possibilidade seria certamente o de hoje (Domingo,15): e apenas com a ponta mais a NO da Península Ibérica a poder sentir o seu efeito da sua passagem (Galiza e talvez a ponta Norte/Litoral de Portugal).

 

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Evolução da tempestade Ofélia

(entre domingo e quarta-feira)

 

Agora que o furacão OFÉLIA depois de passar ao largo dos Açores (sem prejuízos nem consequências graves a lamentar) se encaminha em direção às Ilhas Britânicas, a preocupação (justificada) dos portugueses com tal tipo de fenómeno meteorológico (veja-se o sucedido com a passagem do furacão IRMA nas Caraíbas e na costa leste norte-americana) parece ter sido finalmente ultrapassada (e antecipadamente dispensada), sendo momentaneamente posta de lado enquanto não submergir (de momento como notícia não relevante não resistindo à proliferação de outras notícias): uma tempestade formada na região central do oceano Atlântico, muitas vezes mesmo em frente ou nas redondezas de Cabo Verde/Guiné (África Central-Ocidental), na grande maioria dos casos dirigindo-se para Ocidente tendo como alvo o continente Americano (América do Norte e Central, desde o mar das Caraíbas até aos EUA e México), mas noutros casos como o do furacão OFÉLIA optando por um rumo contrário (ao da maioria) e apontando o seu alvo para o continente Europeu ‒ com o Norte da Europa e particularmente as Ilhas Britânicas (com destaque no caso de Ofélia a ir para a IRLANDA) a estarem na linha de frente (de embate do Furacão).

 

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Velocidade dos Ventos

(previsão à passagem do Ofélia)

 

A única tempestade ainda ativa no Atlântico Norte (OFÉLIA) ‒ havendo ainda hipóteses (30%) de uma outra tempestade ainda se poder transformar em Furacão no mar das Caraíbas (nesta região continuando a viver-se a época dos Furacões) ‒ de momento tendo-se iniciado como tempestade tropical já tendo sido promovido a furacão de Categoria 2 (numa escala de 1 a 5) e tendo já passado ao largo do Arquipélago dos Açores continuando a sua deslocação para NE, indo segundo as previsões passar ao largo de Portugal Continental (Domingo,15 e segunda-feira,16) e de seguida sobre a Irlanda (Republica da Irlanda e Irlanda do Norte) e o norte de Inglaterra (sobretudo a Escócia) ‒ entre os dias 16 e 18 (2ªfeira/4ªfeira): com o furacão OFÉLIA de categoria 2 a apresentar (na parte da manhã de hoje domingo,15) ventos máximos na ordem dos 170Km/h movimentando-se no seu trajeto para NE a uma velocidade próxima dos 56Km/h. Felizmente e segundo as previsões ao chegar a território britânico (a terra) enfraquecendo, muito possivelmente passando de ciclone a tempestade e assim diminuindo o seu poder destrutivo devido ao impacto não só do vento mas da elevada precipitação ‒ pela mesma tempestade transportada (caindo sobre a terra, estruturas e população aí residente).

 

[Tendo entretanto (a tempestade Ofélia) e na sua deslocação para NE diminuído de intensidade, descendo de Categoria 2 para 1 (ventos máximos V = 145Km/h) e deslocando-se a uma velocidade próxima da anterior (61Km/h) ‒ podendo rapidamente passar a tempestade diminuindo o seu impacto ao atingir a Irlanda.]

 

[E no caso do Algarve relevando Albufeira (local onde resido) em mais um dia de Outono que poderia ser de Verão, às 17:00 locais com o termómetro a indicar os 26⁰C e prevendo variações entre 19⁰C/29⁰C ‒ prosseguindo com uma semana (de 16 a 23) em que as temperaturas poderão baixar (Máxima 23⁰C/26⁰C e Mínima 14⁰C/19⁰C) e em que finalmente chegará a tão desejada chuva (num país em seca prolongada) nos primeiros dias da semana (2º, 3º e 4ª feira). Não impedindo no entanto a continuação deste clima tão ameno como agradável (agora c/outro tipo de visitantes) e talvez mesmo a continuação das idas (e vindas comendo pelo meio experimentando a Gastronomia) até à praia e a alguns banhos no mar (para tal não faltando os turistas, como o parecem dizer as taxas de ocupação em Outubro).]

 

(imagens: noaa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:17
Domingo, 24 DE Setembro DE 2017

O Furacão Maria (ainda ativo)

[Como visto pela NASA a 17 e a 19 de Setembro e ainda ativo a 24 ‒ de momento com ventos máximos de 185Km/h, deslocando-se a uma V = 14,5Km/h e decrescendo de intensidade passando brevemente a tempestade tropical.]

 

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O furacão MARIA visto pelo satélite SMAP

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O furacão MARIA representado graficamente por técnicos da NASA responsáveis pela missão definida para o satélite SMAP (satélite de estudo do ambiente terrestre), quando da sua passagem a 19 de Setembro de 2017 (pelas 10:27 UTC) sobre território sob jurisdição norte-americana a ilha de Porto Rico (localizada no Mar das Caraíbas, oceano Atlântico).

 

Na altura da sua passagem sobre a ilha de Porto Rico e sendo considerado um furacão de Categoria 5 (a mais elevada) ‒ e apesar das condições extremamente adversas prejudicando observações e registos ‒ com o instrumento de medida instalado no satélite SMAP (um radiômetro) a registar uma velocidade máxima (estimada) superior a 200Km/h.

 

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Estrutura de nuvens do furacão MARIA

PIA 21961

 

Dias antes (17 de Setembro pelas 17:23 UTC) e com a tempestade originada no Atlântico a passar à categoria de furacão, com as previsões a apontarem desde logo para ventos intensos (acima dos 120Km/s) e uma pressão atmosférica mínima de 986 milibares. E com o furacão MARIA a revelar-nos a sua extensão (altitude) uns 18Km da base ao topo.

 

Na imagem (2) com as áreas colorida a branco/sujo (como uma espiral) a indicar a existência de nuvens a altitudes de 15Km (ou superior) carregadas de água suspensa e bem alta na atmosfera; e na imagem (1) com o centro bem perto da costa e ventos a mais de 200 (sugando a água e despejando-a depois), sugerindo destruição em torno do olho-do-furacão.

 

(dados e imagens: photojournal.jpl.nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 05:22
Terça-feira, 19 DE Setembro DE 2017

Furacão Maria

[Segundo as previsões do Centro Nacional de Furacões norte-americano NOAA (nhc.noaa.gov) com o furacão MARIA não impactando os EUA como o foi o caso do IRMA.]

 

“Todos os animais são iguais, mas alguns são mais iguais do que outros.”

(George Orwell - O Triunfo dos Porcos)

 

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Com um novo furacão de categoria 5 (com ventos máximos na ordem dos 250Km/h) deslocando-se de oeste para noroeste (formado no oceano Atlântico perto de Cabo Verde) a uma velocidade perto dos 15Km/h, as Ilhas Virgens (inicialmente como tempestade tropical) e Porto Rico (e pouco antes da Republica Dominicana) serão territórios certamente atingidos pelo violento furacão MARIA (agora a caminho de outras ilhas das Caraíbas). Num período de 3 dias tendo como início o dia 19 (terça-feira), com o furacão a cair com extrema intensidade sobre estes três territórios, previsivelmente e como no caso do furacão IRMA, causando vítimas humanas e grande destruição (em centenas de locais ainda com um curtíssimo período de recuperação, após a passagem de mais um poderoso furacão): mais uma vez criando um cenário de devastação total agora estendendo-se aos habitantes de Dominica (uma ilha situada a leste de Porto Rico), com populações em fuga (procurando refúgio do vento e das águas), estruturas a voar (devido às fortes rajadas de vento), grandes inundações (devido à fortíssima precipitação), cortes gerais de energia (colocando milhres de pessoas sem eletricidade), interrupção no abastecimento de água e até com a propagação de doenças (com a degradação das condições sanitárias).

 

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No seu trajeto para os próximos dias (até domingo do próximo fim-de-semana, dia 24) e apesar de ainda poder oscilar (entre categoria 4 e 5), dirigindo-se para noroeste e podendo afetar as Caraíbas (passando mesmo ao lado das Bahamas). No entanto para o que interessa e em estilo de conclusão, não passando pelos EUA e como tal não sendo notícia ‒ como o foi com o furacão IRMA (nem tanto com o Katia e muito menos com o José ‒ pelo menos e para já com este último a passear-se ao longo da costa do Atlântico de momento de categoria 1 e com rajadas de 120Km/h). Confirmando-se ou não o trajeto previsto para o furacão (Maria) e se este cumprirá a sua rota (delineada pelos especialistas) passando ao largo da costa e não atacando os Estados Unidos (já abalados com a Flórida/Irma e com o estado do Texas/Harvey): mas deslocando-se um pouco para sul podendo (de novo) ameaçar (a região de) Everglades e na costa Miami Beach. E a meio do oceano Atlântico bem a ocidente de Cabo Verde e sendo o que sobra da tempestade tropical LEE (também criada no Atlântico sensivelmente pelas mesmas paragens e no mapa anterior marcado a X), com algumas possibilidades (10%) de nas próximas 24 horas se formar outro furacão (sendo um fenómeno natural na época dos furacões). Mas nem sequer olhando para o outro lado da Terra (continente asiático e Pacífico) também por esta altura cheio deste tipo de Eventos (climáticos).

 

(imagens: National Hurricane Center/nhc.noaa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:46
Sexta-feira, 15 DE Setembro DE 2017

Aqui a Vítima do Furacão foi a Enguia do Golfo

[Furação Harvey e Golfo do México]

 

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 Uma criatura estranha deu à costa no estado do Texas

(na sequência do furacão Harvey oriundo do Golfo do México)

 

Com a passagem do furacão HARVEY (formado a 17 de Agosto e dissipado a 2 de Setembro) sobre o estado do Texas (EUA) oriundo do Golfo do México (dias depois e para leste surgindo o furacão Irma apontado à Flórida) e provocando grandes rajadas de vento e longos períodos de chuva intensíssima (atingindo fortemente localidades como HOUSTON devido aos níveis recordes de precipitação) ‒ e atingindo não só o estado do Texas mas também o da Luisiana ‒ a última estimativa para toda a destruição provocada (pelo Harvey) apontava para mais de 60.000 estruturas danificadas (só no Texas e com mais de 70% em no Município de County), com cerca de 35.000 pessoas recorrendo a abrigos e com as consequências das inundações (desde que o furacão atingiu o solo) podendo tornar ainda pior o já extenso cenário de terror e de destruição.

 

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 Hard to tell given position and decomposition, but teeth and body shape makes me think some kind of eel (@DrAndrew Thaler/twitter.com)

 

No meio do turbilhão proporcionado pelo furacão HARVEY (com os primeiros indícios a 13 de Agosto, nomeado a 17 e atingindo a costa do Texas a 25 como um furacão de categoria 4) provocando o caos ambiental no litoral do estado do Texas (a partir de 26 de Agosto e abatendo-se nas proximidades de Cameron a 30 de Agosto), com o furacão a movimentar as águas (sobre o leito oceânico do Golfo do México) provocando volumosos deslocamentos líquidos (horizontais e verticais), originando a partir de tal fenómeno e por arrastamento (neste caso com revelação) o aparecimento de estruturas estranhas escondidas sob os oceanos (neste caso no Atlântico/Golfo do México abrindo-se para as Caraíbas).

 

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 Cobra-Enguia tipo Aplatophis chauliodus

(semelhante à observada e existente no Golfo do México)

 

Com Preeti Desai a revelar na sua página do Twitter (@preetalina/twitter.com) a descoberta no areal de uma praia do Texas de uma espécie (no mínimo) estranha: “Okay, biology twitter, what the heck is this?? Found on a beach in Texas City, TX.” Um animal provavelmente apanhado pela fúria furacão Harvey, ficando ferido e acabando por morrer ao ser arrastado para terra pelas águas oceânicas regressando ao litoral e posteriormente entrando em decomposição. Segundo seguidores (e um biólogo) tratando-se de um tipo de enguia existente naquela região atlântica e normalmente vivendo a 20/90 metros de profundidade. Um animal (marinho) muito provavelmente habitando bacias profundas do leito oceânico (como nas Caraíbas e no Golfo do México) sendo violentamente afastado do seu habitat natural por uma força externa mas dominando o oceano (e o seu interior profundo) mostrando todo o poder de um fenómeno como um Furacão.

 

(imagens:@preetalina/twitter.com e fishbase.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:18
Domingo, 10 DE Setembro DE 2017

Esquecendo Guerras/Excecionais, Falando de Sismos/Furacões/Ordinários

Por que razão raramente se fala sobre uma Guerra Artificial com cerca de 1.000.000 de vítimas mortais (por exemplo a do Iraque), quando se fala até à exaustão de um Evento Natural apontando de momento para mais de uma centena de vítimas mortais (e isto juntando o sismo do México ao furacão Irma)?

 

“The overall conclusion reached is that the United States most likely has been responsible since WWII for the deaths of between 20 and 30 million people in wars and conflicts scattered over the world.” (In 37 “Victim Nations”)

(James A. Lucas/globalresearch.ca)

 

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 A entrada do furacão Irma no estado da Flórida

(não atingindo diretamente e como esperado a zona de Miami Beach)

 

Enquanto no México o sismo de M8.1 (com origem no Pacífico e epicentro a quase 70Km de profundidade) que no passado dia 8 (sexta-feira) pelas 04:41 UTC (05:41 em Portugal) atingiu territórios da sua costa ocidental (especialmente os estados de Oaxaca e de Chiapas) tem passado quase despercebido ‒ face ao número de furacões por esta altura em grande e intensa atividade (ou não estivéssemos nesta zona das Caraíbas na época dos furacões) e atacando de momento (falando-se deles desde há uma semana) e violentamente (com furacões de Categoria 4/5) a costa ocidental (Atlântica) ‒ já no caso dos EUA postos perante um produto mais duradouro, com grandes probabilidades de rentabilidade e tendo a nação como protagonista (um sismo dura segundos, os furacões duram dias, sendo óbvia a preferência até para os média), os Furacões invadem os ecrãs, enchendo (de sombras) o nosso quotidiano de nada e preenchendo as nossas vidas (os poucos tempos ainda existentes) com notícias repetitivas e no fim asfixiantes (uma forma de manipular é pressionar/Eles e aceitar/nós): curiosamente (só) no Ocidente tendo um enorme impacto (noticioso), significando em conclusão que somos todos norte-americanos (como se no Mundo não existisse mais nada, senão o Território da Excecionalidade).

 

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 Localidade de Juchitan ‒ estado de Oaxaca ‒ México

(a mais atingida pelo sismo M8.1 contabilizando para já 71 mortos)

 

No México e em poucos segundos com um violento sismo a atingir todo o seu território (sentindo-se mesmo na capital) e revelando-se mortal nos estados mais próximos do seu epicentro (Oaxaca e Chiapas) ‒ com algumas localidades e devido às fracas construções a serem verdadeiramente niveladas: de momento com 90 mortos com tendência para aumentar (com a localidade de Juchitan/estado de Oaxaca a liderar já com 71 mortos). Para já não falarmos das réplicas na ordem das várias dezenas (mais de 60 com M4.5 ou maior, sendo a última de M4.5 registada hoje pelas 12:00 UTC ‒ mais de dois dias depois do M8.1). E ainda do outro lado com um dos três furacões (Katia) circulando pelo Golfo (do México), mas acabando por se dissipar ao atingir terra (lá para os lados de Vera Cruz). Mas com muito menor impacto (Sismos) comparando com as tempestades (Furacões) ‒ até porque um é Mexicano, o outro Norte-Americano, estando separados pelo Muro (já existente que não de Trump): com um critério noticioso tendo como único objetivo o Mundo Ocidental (América do Norte + Europa Ocidental < 15% da população) e desprezando todos os outros como se só os primeiros existissem (Resto do Mundo > 85% população). E sendo assim voltando aos furacões Irma e José.

 

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 Havana ‒ Cuba

(colapso de um prédio provocado pela passagem do furacão Irma)

 

Como não poderia deixar de ser com toda a América do Norte e Europa Ocidental especialmente neste fim-de-semana aguardando ansiosamente por notícias vindas dos EUA, com estações norte-americanas por cabo e com implantação global como a FOX e a CNN a bombardearem-nos ao segundo com notícias exaustivas (mesmo cansativas) sobre o furacão IRMA (o outro ‒ JOSÉ ‒ ainda só lhe seguido a peugada), criando um cenário de luta heroica travada entre uma Grande, Corajosa e Excecional Nação, só ela sendo capaz dentro de toda a adversidade e desequilíbrio do combate de derrotar o inimigo mesmo depois da batalha travada, talvez perdida, mas jamais deixando de lado a reconstrução (da sua nação) e a luta pela manutenção da sua soberania (e supremacia) mesmo numa guerra desproporcionada (aparentemente) contra a Natureza (e já agora contra o Aquecimento Global, negado por Trump e pelos Republicanos). De momento e tendo o furacão KATIA passado a tempestade (notícias de pelo menos duas mortes no México) com o furacão IRMA e JOSÉ (de momento de categoria 4) a continuarem o seu caminho aparentemente na mesma direção (costa do México/EUA), separados por cerca de 16⁰ de longitude e transportando consigo ventos podendo atingir mais de 200Km/h.

 

(imagens: telegraph.co.uk/cnn.com/dailystar.co.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:48
Sábado, 09 DE Setembro DE 2017

O Problema Está nas Infraestruturas

E no Desrespeito pela Condição Humana

(dos mais de 7 biliões)

 

Com o fim previsto do furacão KATIA mal entrasse em território do México ‒ neste momento com o furacão a passar a tempestade e com os ventos remanescentes a ficarem-se pelos 56Km/h ‒ restam ainda o furacão IRMA (categoria 3 com ventos de 200Km/h) seguido logo (literalmente) do furacão JOSÉ (categoria 4 com ventos de mais de 239Km/h).

 

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Devastação provocada pela passagem do furacão Irma

(Ilhas Virgens Britânicas)

 

Ao mesmo tempo que o furacão IRMA (originado no oceano Atlântico muito perto de Cabo verde) barria com uma tempestade de categoria 5 toda a região das Caraíbas (Antígua e Barbuda, Anguila, Ilhas Virgens, Porto Rico, Republica Dominicana, Haiti, Cuba e Bahamas, entre muitas ilhas no seu caminho) ‒ além das vítimas provocadas causando grande destruição material e terraplanando muitas localidades ‒ num dos pontos de maior destruição atingida logo no início do furacão (com ventos atingindo velocidades na ordem dos 300Km/h) encontrava-se um conhecido observador (do furacão) numa das suas duas ilhas privadas localizada nas Ilhas Virgens Britânicas): o milionário britânico Richard Branson ligado à música/ramo edição (Virgin records) e à aviação/ramo aeroespacial (Virgin Galatic) e na altura num dos seus territórios (privados) nesta caso a ilha Decker (a outra sendo a ilha Mosquito).

 

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Uma das ilhas privadas de Richard Branson

(Decker ‒ Ilhas Virgens Britânicas)

 

Como se pode ver com o milionário britânico a aproveitar as suas instalações localizadas nas Ilhas Virgens (Britânicas), para do interior da sua equipada e segura fortaleza e construída em betão armado, poder usufruir de um espetáculo único e como tal imperdível (naturalmente para quem pode) ‒ a passagem de um violento furacão de categoria 5 (o máximo) e considerado o maior de sempre originado em pleno oceano Atlântico. A partir da sua adega e na companhia de amigos passando umas boas horas usufruindo das mesmas (horas) e segundo palavras dele fazendo-lhe lembrar os tempos (pelos vistos felizes) da sua juventude. Passado o furacão saindo todos sãos e salvos, mas com Richard Branson a constatar (pessoalmente) as consequências da passagem da violenta da tempestade (pela região) tanto no mar como em terra (neste caso na ilha Decker): em seu redor com as casas e as árvores a terem desaparecido num cenário de verdadeira devastação.

 

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Richard Branson tranquilo no seu refúgio da ilha Decker

(aquando da passagem do furacão Irma)

 

No caso do empresário da Virgin Records/Virgin Galatic sendo compreensível a sua opção (até pela sua capacidade financeira) ao escolher o mar das Caraíbas e particularmente as Ilhas Virgens (ainda por cima em território britânico), como um dos seus domicílios de férias (e simultaneamente de investimento turístico) e de prática de um dos seus passatempos: sempre que surge um furacão e surgindo a oportunidade (é só esperar pela época, no presente já em curso), deslocar-se de imediato para a zona (ilha Decker ou ilha Mosquito), instalar-se em segurança (entre paredes de betão) e aí viver o evento (como já foi o caso três vezes agora com o furacão Irma):

 

"I have never seen anything like this hurricane. Necker and the whole area have been completely and utterly devastated. We are still assessing the damage, but whole houses and trees have disappeared. Outside of the bunker, bathroom and bedroom doors and windows have flown 40 feet away."

 

"It may sound strange, but I consider hurricanes one of the wonders of the natural world. Two powerful hurricanes, Earl and Otto, hit the BVI in 2010 and caused extensive damage. I beheld nature at its most ferocious. The power of the sea breaking over the cliff tops, the eerie hush when you are in the eye of the hurricane and then the roar of the winds, the lightning and the rain."

(Richard Branson/cnbc.com)

 

E enquanto o furacão Irma passa, deixando atrás de si um rasto de grande destruição (nalguns locais terraplanando os terrenos) e preparando-se agora para o assalto final ao estado da Flórida (com categoria 3/4) ‒ expondo-nos localidades completamente arrasadas e milhares de desalojados com necessidade de assistência e de socorro imediato ‒ eis que para desespero destas populações, sem tempo sequer para respirar, um novo furacão se aproxima (José) com o trajeto do anterior (Irma) e já de categoria 4: um bónus para RB.

 

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Passagem por Cuba do furacão Irma

(então de categoria 4)

 

Colocando Richard Branson de lado (nada significativo para o que sofre a esmagadora maioria dos restantes) e a caraterística que lhe dá direito a estes usufrutos (ser milionário) mesmo que partilhados (e não compartilhados) no Inferno (criado pelo Furacão), recordando de novo a evolução do Irma e do outro que o precede ‒ o José (como informação para os pobres). Para já e em função da evolução do furacão Irma rumo ao continente norte-americano (categoria 3 mas podendo subir para 4 enquanto percorre as águas quentes do oceano Atlântico) com os alertas a continuarem ativos para todo o estado da Flórida (especialmente a zona de Miami Beach), mas podendo atingir ainda o estado da Geórgia e da Carolina do Sul. E com o Irma a atingir os EUA (já amanhã) e o José a caminho e a crescer (já de Cat. 4), só restando mesmo esperar, desejando que desvaneçam, desaparecendo no ar.

 

(imagens: Caribbean Buzz/CNBC/BBC)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:00
Sexta-feira, 08 DE Setembro DE 2017

Furacões

Com a terra ainda a tremer do lado do Pacífico (sismo de M4.2 pelas 21:13 UTC)

E com três furacões ainda ativos do lado do Atlântico (Irma, Katia e José)

 

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 Evolução da tempestade tropical

(previsão)

8/13 Setembro

 

Com o furacão IRMA a atravessar a região de Cuba e das Bahamas no seu trajeto em direção à costa da Flórida, outros dois furacões também criados nesta zona do Atlântico sensivelmente pela mesma altura (surgindo já com o furacão Irma em ação), parecem querer deteriorar ainda mais a situação meteorológica e juntar-se ao caos já instalado nesta região da América Central: falamos do furacão KATIA (neste momento de categoria 2) a caminho do México e do furacão JOSÉ (neste momento de categoria 4) na peugada do IRMA.

 

Nas próximas horas com as Bahamas e Cuba a sofrerem os efeitos do furacão IRMA (desejando-se que a tempestade passe ao lado) para no dia seguinte (e tal como previsto) a Flórida ser finalmente atingida pela frente de furacão (na melhor das hipóteses talvez de categoria 2/3) ‒ de qualquer forma com rajadas de vento na ordem dos 150Km/h a 200Km/h, acompanhadas de elevada precipitação e em função do estado dos terrenos podendo dar origem a grandes inundações (e podendo afetar todo o estado da Flórida).

 

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 Furacão Katia, Irma e José

(da esquerda para a direita)

8 Setembro 2017

 

No caso do furacão KATIA movendo-se para já lentamente no Golfo do México, com o seu pico máximo a estar previsto (de atingir) antes do mesmo tocar terra no decorrer do dia de sábado (dia 9). No caso do México com o país a poder ser atingido na sua costa Atlântica (Vera Cruz no alvo) por um furacão de categoria 2 (KATIA), enquanto na sua costa do Pacífico se acaba de deparar com um sismo de M8.1 (seguido de tsunami) afetando especialmente os estados de Oaxaca e de Chiapas e fazendo-se sentir mesmo na Cidade do México (a capital).

 

 (imagens: noaa.gov/nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:42
Sexta-feira, 08 DE Setembro DE 2017

Furacões USA

Após o Grande Furacão de 1896

(Great Miami Hurricane of 1896)

 

Descrição:

 

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 Fig. 1

 

Esta imagem (1) mostra a devastação causada pelo Grande Furacão de 1896 que atingiu as costas do Golfo e Atlântica da Flórida.

 

Com seu litoral de 2.200 quilômetros, a Flórida é o estado americano mais vulnerável a estas tempestades.

 

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 Fig. 2/3

 

Mais de 450 furacões e tempestades tropicais registradas atingiram suas costas, desde o começo da exploração europeia.

 

O furacão de setembro de 1896 destruiu a maior parte da área residencial da cidade de Cedar Key, na costa oeste superior da península da Flórida, matando dezenas de moradores e destruindo a maior parte das indústrias de Cedar Key.

 

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 Fig. 4/5

 

Antes de tocar terra firme, a tempestade e a ressaca do mar naufragaram mais de 100 barcos de pesca de esponja, matando um número incontável de tripulantes.

 

O furacão atravessou, então, a península, deixando uma larga faixa de destruição até atingir a costa atlântica, em Fernandina, antes de se dirigir ao norte, para a Virgínia.

 

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 Fig. 6/7

 

Esta imagem (1) mostra sobreviventes, tanto brancos como negros, em Fernandina, de pé, em montes de entulho, ainda visivelmente chocados com a destruição.

 

Outras tempestades famosas na história da Flórida incluem o furacão Okeechoebee, de 1928, e o Furacão do Dia do Trabalho, de 1935.

 

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 Fig. 8/9

 

Em Seus Olhos Viam Deus, Zora Neale Hurston descreveu a devastadora enchente causada pelo furacão de 1928, que matou mais de duas mil pessoas, a maioria delas trabalhadoras agrícolas migrantes.

 

O furacão de 1935 tirou a vida de mais de 350 veteranos da Primeira Guerra Mundial, que trabalhavam em projetos de construção nas Keys da Florida.

 

(texto: Biblioteca Digital Mundial/Library of Congress/wdl.org ‒ imagens: wdl.org/floridamemory.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:57
Sexta-feira, 08 DE Setembro DE 2017

Furacões e Tremores de Terra

Sismo de Magnitude: 8.1

Região: Offshore de Chiapas/México

Data: 8 Setembro 2017 04:49:21 UTC

Profundidade: 72Km

Distância: 98Km SW Pijijiapan/México (15200 habitantes/23:49 locais)

 

Num menu Centro-Americano

 

E se de um lado do continente face à obscuridade asfixiante provocada pelo furação pouco se via ou nada se queria ver (tanta era a destruição), do outro lado e provavelmente provocado pela fricção existente entre placas (tectónicas) o céu iluminou-se com as Luzes do Terramoto.

 

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 As “Luzes do Terramoto” na Cidade do México

(aquando do sismo registado esta noite dia 8 Setembro)

 

Enquanto do outro lado da América Central (e da ponta sul da América do Norte) uma tempestade de categoria 5 (furacão IRMA) tem assolado diversas ilhas das Caraíbas no seu eventual caminho em direção à costa leste dos EUA (tendo logo à frente o estado da Flórida) ‒ deixando atrás de si um rasto catastrófico de destruição material e com o número de vítimas e desalojados sempre a aumentar eis que agora e do lado ocidental (da América Central/Norte) um forte tremor de terra assolou o México (assim como a Guatemala) sentindo-se mais intensamente os seus efeitos nos estados sulistas (mexicanos) de Chiapas e de Oaxaca: com o sismo de maior intensidade e de epicentro a 98Km a SW da localidade mexicana de Pijijiapan/Chiapas (um ponto localizado no mar a cerca de 70Km de profundidade) a atingir a magnitude 8.1 (pelas 04:49 UTC) sendo seguido de diversas réplicas (com a seguinte a atingir M5.7/12 minutos depois e com a última registada na zona a atingir M5.2/mais de 7 horas depois) e de avisos para a possível ocorrência de tsunamis (dada a possibilidade de terem ocorrido desabamentos submarinos como consequência do fortes sismo).

 

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 Os estados mexicanos de Oaxaca e de Chiapas (os mais atingidos pelo sismo M8.1)

E o aparente tsunami associado (com as águas inicialmente a recuarem)

 

Para já sem dados adicionais sobre o acontecimento mas com as regiões certamente mais afetadas a serem a de Chiapas e a de Oaxaca (por um lado e dada a profundidade do epicentro do sismo prevendo-se um impacto menor nas estruturas edificadas, mas por outro lado sendo expetável a ocorrência de um tsunami talvez com ondas até um metro) ‒ isto se não surgir ainda uma réplica idêntica (ou superior) nas próximas horas.

 

E se no caso da costa leste do continente americano (norte/centro) o furacão IRMA continua a sua caminhada em direção ao estado norte-americano da Florida (mas já tendo descido de categoria 5 para 4) ‒ no próximo fim-de-semana atingindo os EUA e mesmo perdendo força não deixando de ser uma grande tempestade tropical transportando consigo ventos fortes, elevada precipitação e cenários propícios para grandes inundações (não deixando de recordar que outros dois furacões já evoluem na mesma zona o José e o Katia) ‒ não se podendo ainda prever muito bem como tudo isto irá acabar (sendo a primeira vez que três furacões se apresentam simultaneamente nessa região do Atlântico): com toda a zona das Caraíbas em completa polvorosa (sobretudo falando-se de grandes destruições materiais) e hoje com as Bahamas e com Cuba a sujeitarem-se a um tratamento a que não estarão tão habituados (no fundo naquela zona atravessando-se agora o período crítico dos furacões e de outras grandes tempestades tropicais); já do outro lado e acompanhando um dos braços do Círculo de Fogo do Pacífico (a zona da terra mais viva e mais ativa tanto a nível sismológico como vulcanológico) com um forte sismo de M8.1 a abalar a costa do Pacífico como já é habitual ocorrer em todos os territórios adjacentes e rodeando o Anel (de Fogo).

 

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 O Olho do furacão Irma a 5 Setembro

(na altura de categoria 5 e entretanto passando a 4)

 

Deixando uma pequeníssima região do Globo completamente cercada por fenómenos naturais (possíveis de originarem cenários violentos e catastróficos), tendo de um lado “o céu a cair sobre as suas cabeças” (Caraíbas) e do outro “a terra fugindo sob os seus pés” (México). Sob os pés:

 

At least 15 killed in Mexico's 8.1M quake, one of biggest quakes ever.

(ktvu.com)

 

The most powerful earthquake to hit Mexico in 100 years struck off the nation’s Pacific Coast late Thursday. About 50 million people across the country felt the earthquake, which had a magnitude of 8.2, according to the Mexican government.”

(nytimes.com)

 

(imagens: metro.co.uk/express.co.uk/nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:33
Quinta-feira, 07 DE Setembro DE 2017

Furacão Irma

[E com mais dois furacões à espreita (na zona) ‒ o José e o Katia.]

 

A costa norte-americana do Atlântico onde o oceano toca a Flórida, prepara-se para mais um Evento (meteorológico) provavelmente destruidor (se acertar mesmo no alvo e com a mesma intensidade).

 

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 Ilhas de Saint Martin ‒ Caraíbas

(6 Setembro 2017)

 

Depois de no dia de ontem (6 Setembro) o furacão de categoria 5 IRMA ter passado sobre a pequena ilha caribenha de Antígua e Barbuda (por volta das 06:00 UTC) ‒ seguindo posteriormente na direção de outros territórios como as Ilhas Virgens e Porto Rico ‒ já hoje (7 Setembro) pelas 09:00 UTC e contabilizadas as primeiras vítimas do furacão, o número de mortos atingia no mínimo uma dezena de mortos (neste momento 13).

 

Um furacão com velocidades máximas atingindo os 300Km/h e mantendo firmemente a sua intensidade, por um período de tempo nunca alcançado antes por qualquer outro furacão (formado nesta região do Atlântico): mantendo-se inalterável por cerca de 33 horas num recorde temporal de no mínimo meio século.

 

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 San Juan ‒ Porto Rico

(6 Setembro 2017)

 

No seu percurso e após passar sobre ou perto de algumas ilhas como a Republica Dominicana/Haiti, as Bahamas e Cuba (esta quinta-feira à noite), estando previsto para amanhã a sua passagem sobre (ou ao lado) o arquipélago de Florida Keys, seguindo-se de imediato o continente e o estado norte-americano da Flórida.

 

Em Porto Rico e após da passagem da violenta tempestade tropical, com quase 1 milhão de pessoas ainda sem eletricidade (em 70% do seu território num total de menos de 3,5 milhões de pessoas) e com o território parcialmente isolado: seja por mar (portos) seja pelo ar (aeroportos) com todas as estruturas (ainda) fechadas. E ainda sem grandes dados (mesmo globais) sobre vítimas, destruição e desalojados.

 

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 Saint-Barthelemy ‒ Caraíbas

(7 Setembro 2017)

 

Tendo agora o furacão na mira o estado da Flórida (envolvendo por exemplo Miami e Palm Beach), com as autoridades a declararem a zona como sob observação, dada a forte probabilidade da tempestade manter a sua direção atingindo aí a costa norte-americana ‒ com ventos ainda nos 300Km/h, precipitação elevada e fortes possibilidades de inundações (logicas à medida que a tempestade for decrecendo de intensidade e de categoria).

 

Nas últimas horas com os aeroportos das Bahamas a encerrarem, continuando-se com as evacuações nas zonas mais sensíveis e perigosas; e no estado da Flórida face à aproximação inexorável de IRMA e como preparação para o que daí poderá vir continuando as evacuações e a divulgação de locais de abrigo.

 

 (imagens: abcnews.go.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:44

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