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Domingo, 14 DE Maio DE 2017

Asteroides

No meio da Mesa de Bilhar a Terra não passa de mais uma Bola

‒ Faltando saber qual a cor para o cálculo de Probabilidades.

 

cneos_banner.jpg

 

Desde o início deste ano de 2017 37 asteroides passaram a uma distância do nosso planeta igual ou menor a 1.000.000Km (aproximadamente 2,5 X a distância Terra/Lua). Desses asteroides 23 (64%) passaram a menos de 1DL (384.401Km).

 

Com o asteroide 2017 GM (3 a 6 metros) a ser o que passou mais perto da Terra (a 4 de Abril) a pouco mais de 15.000Km e com o asteroide 2017 DS109 (passando a mais de 350.000Km) a ser o de maior dimensão com cerca de 17/38 metros (visitando-nos a 5 Março).

 

N

Asteroide

(designação)

Data

MA

Distância

MA (DL)

V

(Km/s)

Diâmetro (m)

Descoberto

(em 2017)

Órbita

(definida)

Código

(0-9)

1

2017 GM

Apr-04

0.04

18.50

2.8 - 6.3

3 Abr

5 Abr

7

2

2017 EA

Mar-02

0.05

18.42

1.8 - 4.1

2 Mar

6 Abr

6

3

2017 BH30

Jan-30

0.13

15.46

4.6 - 10

29 Jan

6 Abr

6

4

2017 FN1

Mar-20

0.16

18.26

2.0 - 4.5

20 Mar

6 Abr

7

5

2017 JA

May-02

0.26

16.03

4.4 - 10

1 Mai

1 Mai

6

(Asteroides por MA à Terra)

 

E com o asteroide deslocando-se a uma maior velocidade a ser 2017 FS com um valor de 20Km/s e o mais lento sendo 2017 DG16 deslocando-se a 7Km/s ‒ com outros 3 asteroides a apresentarem inicialmente uma grande incerteza na definição da sua órbita (código 8): 2017 FW158, 2017 FS e 2017 HG49.

 

Com a curiosidade um pouco preocupante de entre os 23 asteroides passando a menos de 1 DL da Terra (384.401Km) 9 deles (39%) só terem sido detetados aquando da sua passagem ou até mesmo depois da mesma se ter dado (2 deles de código 8 ‒ 2017 FW158 e 2017 HG49).

 

N

Asteroide

(designação)

Data

MA

Distância

MA (DL)

V

(Km/s)

Diâmetro (m)

Descoberto

(em 2017)

Órbita

(definida)

Código

(0-9)

1

2017 DS109

Mar-05

0.92

11.38

17 - 38

14 Fev

6 Abr

6

2

2017 AG13

Jan-09

0.54

15.70

16 - 36

7 Jan

6 Abr

6

3

2017 BS32

Feb-02

0.42

11.57

9.2 - 21

30 Jan

6 Abr

5

4

2017 HJ

Apr-16

0.35

15.04

8.7 - 19

17 Abr

25 Abr

6

5

2017 HG49

Apr-21

0.93

13.78

7.9 - 18

27 Abr

1 Mai

8

(Asteroides a menos de 1 DL por maior diâmetro)

 

No que diz respeito aos 14 asteroides estendendo-se no intervalo para lá de 1DL até perto dos 1.000.000Km (2.6DL), voltando de novo a ocorrer o já sucedido anteriormente, com 3 desses 14 asteroides (21%) a só serem descobertos após a sua respetiva passagem ‒ num intervalo de duas semanas.

 

E se aqui a percentagem dos asteroides não previamente detetados passou dos iniciais 39% (< 1DL) para uns mais baixos 21% (1/2 DL) ‒ obviamente uma diminuição de quase 50%  ‒ não se podendo no entanto esquecer da maior dimensão destes últimos e da sua maior perigosidade (em caso de impacto).

 

N

Asteroide

Data

DL

V (Km/s)

D (m)

1ªobservação

Solução

Código

1

2017

JA2

May-12

2.57

9.62

30 - 66

4 Mai

13 Mai

6

2

2017

HY3

Apr-26

2.55

17.08

22 - 49

24 Abr

28 Abr

7

3

2017

JV1

May-08

2.34

11.27

15 - 35

3 Mai

8 Mai

7

4

2017 FQ127

Apr-03

2.05

14.27

15 - 33

29 Mar

5 Abr

7

5

2017

FX90

Apr-01

2.37

12.19

14 - 32

25 Mar

10 Abr

6

(Asteroides entre 1/2 DL por maior diâmetro)

 

Destes últimos asteroides passando entre 1/2.6 DL da Terra, devendo-se destacar os 3 só vistos depois de passarem ‒ com o maior a poder ter um diâmetro entre 20 e 45 metros (maior que o de Chelyavinsk): 2017 FA3 (17 Março), 2017 FL101 (25 de Março o maior) e 2017 GW4 (outro de código 8).

 

Constatando-se que face a estas bolas de bilhar circulando livremente pelo nosso Sistema e impulsionadas de algures (na nossa direção), a Terra correrá sempre o perigo de ser um dia atingida por uma delas (como acontece periodicamente mas com objetos mais pequenos).

 

Asteroide

(designação)

Data MA

Distância MA

(Km)

Velocidade

(Km/s)

Diâmetro

(m)

153814 (2001 WN5)

2028-Jun-26

249860

10.24

580 - 1300

99942 Apophis (2004 MN4)

2029-Apr-13

38440

7.42

310 - 680

(maiores aproximações previstas nos próximos 12 anos)

 

Dependendo aí o nosso Futuro (Terra/Homem), do seu cartão-de-visita (asteroide): velocidade, dimensão, constituição, entre outros pontos de identificação.

 

E da nossa Prevenção ‒ deixando de descobrir apenas 1 em cada 3 (dos 37 asteroides 12 passaram sem se ver ou seja 32%) e antecipando o mais possível a saída necessária da nossa zona de conforto (se quiser sobreviver e evoluir o Homem terá que sair da Terra e descobrir Outros Mundos).

 

(dados e imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:11
Terça-feira, 25 DE Abril DE 2017

A Terra em Rota de Colisão

11.000 Anos antes do nascimento de Jesus a Terra terá sido atingida por um cometa originando na Terra a Idade do Gelo que terá durado cerca de 1.000 anos. O que significa que poderemos estar perto de dar entrada num novo período de glaciação (a um período de glaciação de cerca de 100.000 anos segue-se um período de aquecimento de cerca de 10.000 anos), ainda-por-cima num ciclo de baixa atividade solar costumando coincidir com estes períodos. Uma entrada que poderá ser adiada com mais umas emissões de CO₂ ou então antecipada com mais um encontro imprevisto com um outro viajante.

 

Um grupo de cientistas da Universidade de Edimburgo (capital da Escócia) afirma ter finalmente datado um dos momentos mais recentes e dramáticos da História da Terra, num acontecimento ocorrido há cerca de 13.000 anos: um Evento à escala global provocado pelo impacto de fragmentos de um cometa por volta de 11.000 BC (com o nosso planeta) e que teve como consequência o início de uma pequena Idade do Gelo que terá durado cerca de 1.000 anos, além de ter provocado milhares de vítimas (entre os humanos) e devastado muitas outras espécies (animais e vegetais, em maior ou menor grau).

 

The-Vulture-Stone.jpg

Turquia ‒ Gȍbekli Tepe ‒  Vulture Stone

 

Segundo este grupo de investigadores e engenheiros da cidade escocesa de Edimburgo e através da simples análise de símbolos esculpidos em pilares de pedra descobertos na zona mais alta da cadeia montanhosa dos Montes Tauro ‒ mais precisamente em Gȍbekli Tepe (sul da Turquia), um dos locais mais importantes (e considerado um Santuário) da arqueologia mundial ‒ com os mesmos após a descodificação da informação e a sua rigorosa interpretação (no espaço e no tempo) a apontarem para o veredicto aí registado (escrito nas pedras) de que a Terra teria sido no passado atingida fortemente por fragmentos de um cometa.

 

Com este Santuário Arqueológico a funcionar aqui como um verdadeiro Arquivo Histórico da Terra e com os astrónomos desse tempo utilizando os pontos mais altos de Gȍbekli Tepe ‒ como hoje em dia se faz em todos os observatórios astronómicos (inicialmente com o instrumento ótico utilizado a serem os nossos olhos) ‒ a registarem tudo o que viam, sentiam e ouviam e provavelmente tornando-se nos últimos testemunhos vivos desse tempo tão distante e no entanto tão próximo (a Terra terá cerca de 4500 milhões de anos e o Homem de 1 a 4 milhões).

 

Gobekli-Tepe.jpg

Local Pré-Histórico de Gȍbekli Tepe

 

“It appears Göbekli Tepe was, among other things, an observatory for monitoring the night sky. One of its pillars seems to have served as a memorial to this devastating event – probably the worst day in history since the end of the ice age.”

(Martin Sweatman/Escola de Engenharia/Universidade Edimburgo).

 

Através das inscrições gravadas simbolicamente na pedra e retratando através da forma de animais o que os observadores de então viam nos céus, posicionando as estrelas no espaço (desse passado) e a partir daí datando o momento do Evento: 10.950 BC. Num episódio certamente relevante registado há 13.000 anos e que levou os seus narradores ao seu registo obrigatório na Memória da Humanidade, nas imagens (simbólicas) transmitindo-nos um cenário repentino de arrefecimento climático, de condições duras de sobrevivência, da extinção de muitas espécies e até, dado o impacto em muitas zonas catastrófico de muitos fragmentos desse cometa, matando muitos milhares como o parece confirmar o homem aparecendo sem cabeça (nos símbolos esculpidos no pilar ‒ a Vulture Stone).

 

“History tells us that large comets or asteroids periodically collide with Earth, and the results can be devastating. There is evidence that a large object collided with Earth about 65 million years ago and contributed to the extinction of the dinosaurs. Around 50,000 years ago, an iron meteorite smashed to ground in what is now Arizona. It left a crater about a mile across, and sprayed rock across the landscape. More recently, pieces of space debris fell to ground in Chelyabinsk, Russia. An associated shock wave shattered windows, but no other large-scale damage was done.”

(Carolyn Collins Petersen/thoughtco.com)

 

comets.jpg

Fragmentos de um cometa terão atingido a Terra há 13.000 anos

 

“Symbolism on the pillars indicates that the long-term changes in Earth’s rotational axis was recorded at this time using an early form of writing, and that Gȍbekli Tepe was an observatory for meteors and comets; also supports a theory that Earth is likely to experience periods when comet strikes are more likely, owing to Earth’s orbit intersecting orbiting rings of comet fragments in space.”

(ed.ac.uk)

 

Um acontecimento já com 13.000 anos ‒ e por muitos cientistas teorizado ao longo destas últimas décadas de muito estudo, investigação e constatação (hoje até se acompanhando um cometa na sua órbita em torno do Sol) ‒ pelas consequências do seu mais que provável impacto (direto ou indireto/com a Terra a atravessar uma área do Espaço carregada de detritos deixados para trás pela cauda do cometa) afetando consideravelmente todo o ecossistema terrestre e originando num período em que a Terra registava um aumento de temperaturas um arrefecimento repentino e intenso dando origem a uma Nova Era Glacial. E entre muitas das hipóteses com um grande cometa ao entrar no Sistema Solar a desintegrar-se, acabando alguns dos seus fragmentos aquando da sua passagem (ou da passagem da Terra por eles) por colidir e assim, num cenário já vivido anteriormente, oferecendo-nos seu o último episódio de glaciação mas agora num tempo mais curto: a Idade do Gelo ocorrida na última parte do Pleistoceno e que terá terminado há cerca de 12.000 anos ‒ por curiosidade coincidindo com a cronologia do cometa sugerido na Vulture Stone de Gȍbekli Tepe (pelos mesmos investigadores da Universidade de Edimburgo considerado um registo deliberado, histórico e extremamente credível ‒ um verdadeiro testemunho ‒ do que viveram na altura os nossos antepassados).

 

(imagens: ancient-origins.net e techtimes.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:20
Sábado, 04 DE Fevereiro DE 2017

Marte – Terra Tyrrhena

Numa nova imagem adicionada ontem no seu PHOTOJOURNAL, a NASA oferece-nos mais uma imagem do planeta MARTE, referenciada a uma região localizada a sul do equador marciano – com uma extensão superior a 2.000Km, num terreno bastante acidentado e carregado de numerosas crateras.

 

PIA11179_fig1.jpg

Crateras

(p/b)

 

Uma região revelando inúmeras crateras, certamente provocadas (maioritariamente) por impacto (ao longo da sua história geológica com mais de 4,5 biliões de anos) e onde se pode localizar, um dos mais antigos vulcões do planeta Marte: o Tyrrhena Patera, talvez uma longínqua reminiscência de atividade geológica no planeta (fenómenos de vulcanismo).

 

Nesta imagem obtida a partir da sonda automática LRO em órbita do Planeta Vermelho – e equipada com o instrumento ótico HiRISE – podendo-se observar na extensão de toda este registo, duas entre as muitas crateras aí existentes (meio sobrepostas sugerindo dois impactos) e ainda um bocado do solo existente no seu interior.

 

PIA11179-3.jpg

Interior de cratera

(cor)

 

Segundo os cientistas da NASA a considerarem tratar-se de um leito de rocha bastante antigo, associado a impactos exteriores (pondo de lado o vulcanismo): como consequência não sendo o resultado de algum tipo de vulcanismo (e de movimentos tendo existido no passado no interior no planeta) mas do bater constante de objetos sobre a sua superfície.

 

Daí a expressão (ao referir-se à imagem – aqui a cores):

 

Hard Knocks in Tyrrhena Terra

 

Um corpo celeste acompanhando todo o Sistema Solar há biliões de anos (desde a sua Fundação), nosso vizinho e último Planeta Interior (à Cintura de Asteroides), que no seu passado (já muito remoto) poderá ter tido fenómenos de vulcanismo, atmosfera e água (e sabe-se lá alguma presença de vida mesmo que primitiva);

 

Mas que no entanto se nas suas imagens a preto-e-branco nos parece despido e estéril (como se numa fotomontagem se desejasse eliminar todos os possíveis vestígios de vida) – retratando Marte no presente – nas outras já coloridas (impondo maior diversidade e sugerindo algo mais) já nos leva a imaginar construindo novos modelos – e retratando Marte no seu possível passado (mesmo que paralelo e/ou alternativo).

 

(imagem: PIA 11179 – nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:11
Sábado, 05 DE Novembro DE 2016

Lá Fora está a Chover

A nossa vida é de tal forma repetitiva e improdutiva, que qualquer um de nós que pense mais um pouco (mínimo) ou se debruce sobre um abismo (máximo), certamente que se atirará na direção do buraco – num ato de penetração num imaginário evolutivo (para além do suicídio) tendo como primeiro objetivo matar o tempo, vivendo o Espaço: libertando a criatura (o anti monstro do monstro que dizem possuir-nos) que há dentro de nós.

 

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2016 predictions are already warning us to watch the skies in fear

One preacher named Ricardo Salazar is already predicting the end of the world

Via an asteroid impact on Earth

Which will then herald in the Anti-Christ of the Bible four years later in 2020

(Patrick Frye – inquisitr.com – Novembro 2015)

 

Ao olharmos para as tabelas do NEAR EARTH OBJECT PROGRAM da NASA, as únicas referências a aproximações ao nosso planeta associados ao dia 8 de Novembro, são segundo o NEO os objetos designados como 2916 FS13, 2016 TT93 e 2007 CM27 (com o objeto intermédio a ser o de maior dimensão e a apresentar um diâmetro de 100/200 metros, deslocando-se a uma v = 16m/s). Com o primeiro e o terceiro objeto a passarem respetivamente a 75LD e 48LD de distância da Terra e com o objeto 2016 TT93 a ter dos três a maior aproximação passando no entanto a menos de 11 milhões de Km (de nós). Com a Lua localizada a aproximadamente 384000Km de distância da Terra, aparentemente não havendo nenhum risco de virmos a ser afetados pela passagem de algum desses objetos (muito menos de podermos vir a sofrer um impacto direto), apesar de alguns deles não serem previamente anunciados e poderem apanhar-nos de surpresa: como poderá ter sido o caso do objeto 2016 VA com cerca de 15m de dimensão, circulando no passado dia 2 de Novembro muito próximo do nosso planeta a apenas 76800Km de distância. Um objeto (2016 VA) segundo os técnicos da NASA descoberto a 1 de Novembro (na véspera do seu ponto de maior aproximação) e com a sua órbita determinada no próprio dia da passagem: antes, durante ou depois?

 

Algo que nos deverá manter profundamente preocupados até ao fim do dia 8 de Novembro, data em que a maior potência a nível global (segundo informações recolhidas a partir de fontes credíveis oriundas do interior do seu próprio território) sofrerá o Impacto de um grande Objeto: asteroides, meteoritos ou outro tipo qualquer de objetos, denominados CLINTON US16, TRUMP US16 ou outra simbologia qualquer. Um Evento que certamente terá repercussões por todo o planeta e que a curto-prazo mudará a vida de mais de 300 milhões: enquanto noutro prazo (talvez coincidente) se estenderá a 7 biliões. Podendo levar o Mundo à sua final Extinção e à constatação (inevitável mas que não queremos aceitar) de que o Homem morreu (estando a ser progressivamente substituído a nível físico e transformado num zombie a nível psíquico) e de que o futuro está na Máquina. Restando-nos optar por um dos dois caminhos sugeridos pelo Diabo: votando no Adão ou se não for machista na Eva. Mas desconfiando sempre da intrometida serpente: a mando do VERMELHO controlando o BONECO e convidando a pura princesa a morder logo a maçã (conforme instruções em E-mail). Pelo que para a próxima semana e já com o tempo chuvoso, sofreremos o impacto da onda, vibraremos com o obvio e desceremos à monotonia.

 

(imagem: nasa.tumblr.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:20
Domingo, 02 DE Outubro DE 2016

Impacto no Índico

Um meteorito atingiu a Terra sobre o oceano Índico,

nas proximidades da costa da Austrália.

(sem avisar)

 

asteroid-715031.jpg

Impacto de meteorito nas proximidades da costa marítima da Austrália

(Oceano Índico)

 

O Evento de TUNGUSKA relata-nos a catástrofe provocada pela explosão (a cerca de 5/10Km de altitude), desintegração e impacto no solo (na região russa da SIBÉRIA) de um METEORITO (outros apontam para um cometa de maiores dimensões) de cerca de 60 metros de diâmetro (no mínimo), libertando ao explodir cerca de 15Mt de energia (o de Cheliabinsk ficou-se pelas 500Kt): afetando uma área de mais de 2000Km² (equivalente a muitas das áreas metropolitanas atuais) e originando um tremor de terra de grau 5 na escala de Richter.

 

Ao contrário do que é habitual na esmagadora dos casos noticiados (até porque nada dizendo é porque nada aconteceu), alguns órgãos de comunicação social não respeitando a decisão de não informar (mesmo podendo ser verdade) para não alarmar (podendo originar o caos), decidiram inopinada e talvez irresponsavelmente relatar testemunhos e até confirmações credíveis de um acontecimento real e verificado: um METEORITO teria atingido a Terra nas proximidades da AUSTRÁLIA impactando a superfície do oceano muito próximo da costa (na passada 2ªfeira dia 26).

 

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Meteorito ao explodir tornando momentaneamente a noite em dia

(Cidade de Gladstone)

 

Geoscience Australia confirmed that the tremor which shook Gladstone last night has been caused by a meteor not an earthquake. Queensland residents have reported bright lights and a loud booming noise in the night sky on Monday. Local radio stations and police have received numerous phone calls from locals reporting a fireball in the sky and tremors. A spokesperson for GA confirmed today that a tremor had been recorded around Gladstone, Central Queensland, around 8:30pm on Monday night but that it wasn’t caused by an earthquake.

 

Provocando um tremor de terra de magnitude 3.8 sentido na região rodeando a cidade australiana de GLADSTONE e deixando-nos a pensar se o IMPACTO fosse em terra e com um meteorito de maiores dimensões, o que teria então acontecido e quais seriam as consequências. Em mais um caso alarmante de um calhau de consideráveis dimensões entrar no interior da atmosfera terrestre, acabando por explodir e desintegrar-se impactando com o nosso planeta: sem que nenhum organismo oficial ligado a estes fenómenos sequer soubesse da sua passagem (ou o reconhecesse depois).

 

(texto/inglês: zmscience.com – imagens: GETTY e chinchillanews.com.au)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:57
Quarta-feira, 28 DE Setembro DE 2016

Asteroide 2016 SJ

Mais um objeto passando por nós e sem sequer nos avisar

 

“Em 16 de Fevereiro de 2013 um pequeno objeto (meteoroide com cerca de 17 metros) entrou a grande velocidade (30Km/s) na atmosfera terrestre sobre a região russa de Cheliabinsk (por fricção originando uma Bola de Fogo luminosa deslocando-se no Céu), acabando pouco tempo depois (cerca de 30’) por explodir e desintegrar-se (a 30/50Km de altitude) – originando uma onda de choque que provocou destruição em edifícios (e outras estruturas) e mais de 1.200 feridos.”

 

11.jpg

Meteoro de Cheliabinsk

 

Mais um corpo celeste passando nas proximidades do nosso planeta, a cerca de 165.000Km de distância e no passado dia 21 de Setembro: detetado pela 1ªvez a 22, novamente detetado a 24 e finalmente com a sua orbita confirmada a 24. Ou seja com o aviso por parte dos técnicos especializados e responsáveis por estas operações (de deteção de corpos celestes movimentando-se nas vizinhanças da Terra), a ser apenas divulgado e oficialmente confirmado três dias após a passagem do mesmo. Neste caso tratando-se do asteroide 2016 SJ, um objeto de dimensões podendo variar entre 3-9 metros e tendo passado na passada quarta-feira a menos de metade da viagem Terra/Lua (cerca de 385.000Km).

 

Um aviso para todos aqueles que ainda pensam (porque os fazem acreditar) que quando o Evento chegar, já estaremos há muito alertados e preparados para o receber (tais os conhecimentos científicos e tecnológicos hoje em dia disponíveis): podendo no caso de um impacto de um objeto destas dimensões (de um carro a um autocarro) serem registadas consequências locais pouco significativas (para a região em particular e para o planeta em geral), mas nunca esquecendo que um objeto um pouco maior, circulando a maior velocidade e constituído por materiais mais pesados, poderia ter consequências desastrosas, senão mesmo catastróficas, ou até no extremo Apocalípticas.

 

Itokawa-625x350.jpg

Asteroide 99942 Apophis

 

Com o nosso planeta (a Terra) integrado num sistema planetário (o Sistema Solar) rodeando uma estrela do tipo G2V (o Sol) e por sua vez fazendo parte de um conjunto mais vasto e complexo, constituindo a galáxia em espiral conhecida por Via Láctea (contendo biliões e biliões de outras estrelas). E com a Via Láctea partilhando o Espaço (mais próximo) com outras galáxias vizinhas (como a galáxia de Andrómeda), interagindo entre si e formando este Universo (percecionado por nós e pelos nossos órgãos dos sentidos): num conjunto dinâmico e em constante movimento.

 

Pelo que o claro aumento do número de pequenos objetos registados nos últimos meses entrando na atmosfera terrestre (meteoritos), se por um lado pode ser preocupante quanto às possíveis consequências e imprevisibilidade de tal acontecimento vir a ocorrer a curto prazo (nestas últimas semanas já temos uma mão cheia de objetos só detetados após a sua passagem), por outro lado só vem provar (mais uma vez especialmente para os céticos) que se não for em 2029 (previsto) poderá ser mesmo um pouco antes (imprevisto): com o asteroide 99942 APOPHIS (v = 30Km/s) com cerca de 350/400 metros de dimensão (20 X meteoro de Cheliabinsk) a passar em Abril de 2029 a menos de 40.000Km do planeta Terra (a apenas 1/10 da distância Terra/Lua) passando-lhe uma grande tangente e quase nos levantando os cabelos (que se cuidem os satélites) – e no entanto podendo ser antecedido por outros, mas fazendo barba e cabelo (como um deles com o seu brutal impacto, poderá ter feito aos extintos Dinossauros).

 

(imagens: WEB)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:09
Terça-feira, 13 DE Setembro DE 2016

Boom!

E lá se foi o planeta

 

Quando se aproximam as eleições presidenciais norte-americanas de 8 de Novembro de 2016 (com 4 candidatos prontos a assumirem o cargo – Clinton/Democratas, Trump/Republicanos, Johnson/Libertários e Stein/Verdes), é ainda uma grande incógnita quem será o vencedor e próximo Presidente dos EUA: CLINTON/DEM ou TRUMP/REP? (os outros dois foram desde logo descartados por não atingirem os 15% nas sondagens CNN ou FOX – e entre outros media privados).

 

CjY2aTdXEAE290u.jpg medium.jpg

Sandwich norte-americana

(tosta-mista)

 

No entanto com uma certeza cada vez mais consolidada no pensamento da generalidade dos cidadãos e eleitores norte-americanos de que, seja qual for o candidato vencedor nestas Presidenciais de 2016 (qual dos dois será o MENOS PERIGOSO?), o cenário posterior será de tal maneira terrível que configurará um grande EVENTO (apocalíptico).

 

Pelo que a recente afirmação de votantes nestas eleições presidenciais norte-americanas ainda INDECISOS sobre o que fazerem no dia 8 de NOVEMBRO (já a menos de 2 meses de distância) – por entenderem os dois candidatos como PÉSSIMOS – se torna em parte compreensível apesar das consequências potencialmente incomparáveis:

 

- Preferindo que a Terra fosse atingida por um impacto de um asteroide (só se fosse mesmo pequenino) em vez de ser atingida pelo impacto provocado por uma vitória eleitoral da Democrata (e Calhau) Clinton ou do Republicano (e Calhau) Trump! Uma ILUSÃO Irreversível e MORTAL dado o superior poder de extinção do ASTEROIDE sobre os CALHAUS.

 

2016QA2_28082016.jpg

Asteroide 2016 QA2

(ao centro/exposição 15’)

 

Numa informação que entretanto nos desperta a curiosidade e a atenção não só pelo novo satélite lançado pela NASA tendo como objetivo o estudo destes corpos viajantes e IMPREVISÍVEIS (no tempo e no espaço), como pelos recentes 6 asteroides que recentemente passaram muito próximos da Terra (a menos de 1 LD), alguns deles descobertos no momento e somente noticiados depois (que me lembre pelo menos 2): para já 2 em Julho, 1 em Agosto e 3 em Setembro.

 

Como se verifica pela tabela seguinte (de 6 asteroides tendo passado em JUL/AGO/SET de 2016 a menos de 1 LD da Terra):

 

Asteroide M apr

Dist

(Km)

Dim

(m)

Vel

(Km/s)

Observação

Observação

Descoberta

órbita

2016

NJ22

7

JUL
358000 7-14 7.00

9

JUL

11

JUL

12

JUL

2016

NK22

11

JUL
334000 3-10 7.12

9

JUL

11

JUL

19

JUL

2016

QA2

28

AGO
111000 14 10.27

27

AGO

29

AGO

30

AGO

2016

R1

7

SET
165000 10 7.22

4

SET

9

SET

12

SET

2016

RS1

7

SET
242000 8-15 7.11

4

SET

6

SET

6

SET

2016

RB1

11

SET
53000 7-14 8.13

5

SET

7

SET

9

SET

 (1 LD = 484.000Km)

 

image_gallery.gif

Asteroide 2016 RB1

(pequeno ponto/centro-esquerda

 

Constatando-se de imediato que se (como afirmam os especialistas) os asteroides QA2 e RB1 só foram detetados após a sua passagem pelo ponto de maior aproximação à Terra, então todos os outros 4 estariam aquando da sua respetiva passagem numa situação muito semelhante (e deveras perigosa) para a manutenção de vida à superfície do nosso planeta. Apesar de pela constituição, dimensão e velocidade dos asteroides as consequências para a Terra poderem ser apenas locais/regionais (com a dimensão destes asteroides a estar entre um médio e um grande autocarro). Sendo o único problema a equacionar (pelas consequências trágicas) um possível e súbito aumento das OCORRÊNCIAS e o aumento do DIÂMETRO dos objetos – naturalmente com tudo isto terminando num impacto (singular ou coletivo).

 

Com o asteroide 2016 RB1 a passar a cerca de 50 mil Km da Terra (não muito distante das órbitas de muitos dos satélites de comunicação terrestre), a uma V = 8Km/s e tendo a dimensão de um normal autocarro. Recordando-nos mais uma vez o meteoro de CHELYABINSK, a sua dimensão (17m), a sua entrada na atmosfera seguida de explosão (e desintegração), a forte onda luminosa e onda choque provocada (originando mais de 1000 feridos na região atingida) e finalmente o impacto em terra de vários fragmentos seus. E deixando-nos a noção de que se nem mesmo o meteoro russo teve assim tantas consequências negativas para o meio ambiente terrestre (“apenas” alguns feridos e alguma destruição), já se o mesmo tivesse uns 500m de dimensão poderíamos já ter entrado na Época da nossa própria Extinção – do HOMEM (em 15 de Fevereiro de 2013).

 

(imagens: scoopnest.com/astrogeo.va.it/esa.in)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:27
Terça-feira, 14 DE Junho DE 2016

Impacto Profundo

“Não sendo por acaso que a maior barreira de proteção colocada entre nós e o Sol (precedendo pelo menos aqui a nossa existência), seja precisamente a região do Espaço que rodeia o planeta Terra e onde se encontra o Cinturão de Van Allen.”

 

Ondas de radiações eletromagnéticas (ELVEs) oriundas da nossa estrela de referência o Sol (localizada a cerca de 150.000.000Km) e deslocando-se através do Espaço (existente entre a estrela e a Terra) a uma velocidade próxima da velocidade da luz (V≈300.000Km/s), atingiram na passada quarta-feira (dia 8 de Junho) os céus do estado norte-americano do Colorado.

 

elve_strip.jpg

ELVE registado nos céus do Colorado

(Thomas Ashcraft)

 

Como resultado do violento impacto registado entre estas partículas oriundas do Espaço (exterior) e a base da Ionosfera terrestre, foi na altura observado um fenómeno extremamente curto e luminoso (com uma duração de 0.001s e estendendo-se por uma área de cerca de 300Km) tendo como consequência visível um intenso e curtíssimo relâmpago.

 

Neste caso acidentalmente registado pela câmara de vídeo do astrónomo amador Thomas Ashcraft (já que o fenómeno dura apenas 0.001s) e com a sua objetiva dirigida para uma camada superior da atmosfera (acima de uma tempestade) localizada muito próxima da fronteira aparente Espaço/Terra: como se fosse um DONUT iluminado.

 

Um fenómeno pelos vistos já bem conhecido e compreendido pela nossa comunidade científica especialista nestes Eventos atmosféricos (para nós e talvez pela nossa situação geográfica/coordenadas nunca vistos e um pouco estranhos), explicando-se muito rapidamente pela emissão de fortes impulsos de energia eletromagnética vinda de uma fonte exterior à Terra (o Sol) e pelo seu impacto final com a camada exterior que protege o nosso planeta (e a vida nele existente).

 

Conhecidos como ELVEs (Emissions of Light and Very Low Frequency Perturbations due to Electromagnetic Pulse Sources) e impercetíveis para todos nós (devido à sua baixíssima frequência), mas indicando rigorosamente na zona de formação desse DONUT brilhante o ponto central de impacto da EMP.

 

Upperatmoslight1.jpg

Fenómenos elétricos conhecidos registados na atmosfera terrestre

(ELF, SPRITE, BLUE JET e LIGHTNING)

 

An electromagnetic pulse (EMP) is a short burst of electromagnetic energy. EMP interference is generally disruptive or damaging to electronic equipment and at higher energy levels a powerful EMP event such as a lightning strike can damage physical objects such as buildings and aircraft structures.” (Wikipedia.org)

 

Os ELVEs são assim (e basicamente) emissões de radiações eletromagnéticas provenientes (maioritariamente) do Sol, que ao chegarem aos limites da Terra e ao chocarem com a sua camada exterior (a ionosfera), provocam da parte desta uma reação curta e brilhante originando o aparecimento de um fenómeno instantâneo e luminoso mas difícil de detetar: no caso dos ELVEs durando cerca de 1/1000 de segundo (impercetível para o Homem), enquanto no caso das RED SPRITES estendendo-se a sua visibilidade por um período um pouco maior e podendo já cintilar por cerca de um segundo (por este motivo mais fáceis de observar a olho nu).

 

O que nos leva a pensar em todas as consequências (positivas, negativas ou neutras) que estes fenómenos atmosféricos (visíveis ou invisíveis) possam ter na manutenção do ecossistema vital e limitado onde todos os seres vivos vivem atualmente (no também nosso planeta Terra), se necessário estudando-os, prevendo-os, prevenindo-os e como consequência direta e lógica, tentando sempre arranjar algum tipo de solução aceitável e realista. Mas nunca ficando à espera, a aguardar os efeitos do Impacto – que até poderá ser Profundo.

 

[Tal como no sexo, com as consequências já tão bem conhecidas (até no impacto comunicacional, com o aumento de audiências)]

 

(dados e imagens: spaceweather.com e wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:50
Quarta-feira, 18 DE Maio DE 2016

Bolas-de-Fogo & Asteroides

Originários do Cinturão de Asteroides (região do Sistema Solar localizada entre as órbitas de Marte e de Júpiter) estes corpos rochosos orbitando em torno do Sol a uma distância aproximada de 2/3UA (e por vezes sendo acompanhados na sua trajetória por outros corpos menores) por vezes são expulsos da sua zona (habitual e de conforto) mudando de trajetória e deslocando-se na nossa direção (e tal como os cometas navegando entre o seu periélio e o seu afélio – se entretanto algo de inesperado não acontecer).

 

10575413_G.jpg

Bola-de-Fogo nos céus de Portland/EUA iluminando por segundos a escuridão da noite

(Portland Maine Police Department/Facebook – 17/05/16)

 

Com as observações de BOLAS-DE-FOGO a crescerem exponencialmente desde o início da segunda década do século XXI – não ultrapassando no fim do século passado os 1000 registos e estando a meio da segunda década do século XXI a caminho das 10000 – é natural que a preocupação de todos aqueles que habitam o planeta TERRA entre em modo de alarme.

 

E não tendo nós obtido até hoje nenhum tipo de explicação válida e credível para este aumento significativo (senão mesmo dramático) de avistamentos de bolas-de-fogo – nem mesmo oriundo das entidades oficiais representadas pelos seus cientistas – tal facto ainda nos faz pensar um pouco mais, deixando-nos ainda mais cautelosos e um pouco mais perturbados.

 

fireball-last-decade.jpg

Número de bolas de fogo observadas nos EUA entre 2005/2015

(Dr. M.A. Rose)

 

O que não causa nenhum tipo de espanto para qualquer individuo que se debruce um pouco sobre este assunto tão delicado para a preservação da nossa espécie, se nos lembrarmos dos Dinossauros e de como (eles) pretensamente se foram – exterminados pelo brutal impacto de um grande objeto com a Terra (não uma bola de fogo provavelmente um asteroide).

 

Numa escala liderada pelos poderosos cometas e asteroides, seguidos pelos meteoros e meteoritos e tendo na base as nossas conhecidas bolas-de-fogo (muitas delas observadas por nós desde a infância – por exemplo no Verão – como as conhecidas estrelas cadentes). Asteroides que pelos vistos têm vindo a acompanhar este crescimento de bolas-de-fogo.

 

nea_vs_time_chart.jpeg

Número acumulado de asteroides descobertos entre 1980/2016

(neo.jpl.nasa.gov)

 

Como é fácil de constatar ao analisarmos a evolução da descoberta de novos asteroides no decorrer das últimas três décadas: comparando os cerca de mil asteroides até aí conhecidos, com os mais de 14000 até agora registados (graças também ao aperfeiçoamento científico e tecnológico do processo de deteção de corpos celestes de menores dimensões).

 

É certo que com a sua maioria a ter uma dimensão em torno dos 140m ou mais/ou sendo mesmo inferior e contando apenas com uns 1000 (asteroides) com mais do que 1Km (de dimensão): uns 1000 monstros um pouco grandes, uns 6000 mais pequenos e pouco mais de 8000 ainda mais pequenininhos – mas certamente com muitos deles podendo dar-nos cabo da cabeça.

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:17
Quinta-feira, 31 DE Março DE 2016

Impacto

No passado dia 17 dois astrónomos amadores (o austríaco Gerrit Kernbauer e o irlandês John McKeon) registaram uma explosão na atmosfera de Júpiter.

 

Mais uma vez o maior planeta do Sistema Solar – JÚPITER – exerceu uma das funções mais importantes, no que ao planeta Terra diz respeito: servir como uma das principais barreiras a cometas e outros corpos celestes.

 

júpiter.jpg

Explosão na atmosfera de Júpiter

 

Com um diâmetro de quase 143.000Km (11X o da Terra) e uma massa aproximada de 2,5X a dos restantes sete planetas do Sistema Solar, este Gigante Gasoso tem ao longo da nossa História Terrestre sido o protagonista de diversos impactos diretos com diferentes corpos celestes: como no Evento ocorrido em Julho de 1994 em que o cometa SHOEMAKER-LEVY 9 na sua trajetória de aproximação a Júpiter acabou por se desintegrar em pequenos fragmentos, terminando estes por entrar na atmosfera do planeta e explodir.

 

Desta vez foram astrónomos amadores a registarem este tipo de acontecimento celeste, ao observarem a partir de telescópios instalados no nosso planeta a uma explosão bem visível na região superior da atmosfera de Júpiter (localizado a cerca de 800.000.000Km do Sol): provavelmente um pequeno asteroide terá caído no interior da fortíssima região de influência das forças gravitacionais de Júpiter, que o terá capturado duranta a sua trajetória fazendo-o entrar em órbita de colisão – com a poderosa gravidade do planeta a acelerá-lo na sua queda mortal, aumentando ainda mais a energia libertado no impacto.

 

Emitindo em direção ao Espaço um FLASH de luz bastante brilhante resultante da violenta explosão e observada da Terra por simples amadores. Brevemente e depois de consultar as imagens de arquivo das suas possíveis sondas localizadas nas proximidades (de momento não me lembro de nenhuma exceto a CASSINI-HUYGENS) talvez a NASA nos presenteia com outro tipo de imagens e de definição – e nessa altura veremos se têm estado atentos (ao que de importante se passa todos os dias à nossa volta) à TERRA.

 

(imagem: youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:35

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