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Quarta-feira, 27 DE Setembro DE 2017

O Meteorito do Arizona

“Meteorite: a rock that has fallen to Earth from outer space.”

(nasa.gov)

 

snapshot A.jpg

 Bola de Fogo explode sobre o Arizona

(24.09.2017)

 

Mais uma Bola de Fogo detetada nos céus noturnos dos EUA, neste episódio atravessando o sul do Arizona pelas 03:32 UTC do dia 24 de Setembro e segundo testemunhas ao atravessar a atmosfera terrestre acabando por explodir e desintegrar-se (com o acontecimento a durar 12 segundos) ‒ uma bola brilhante movimentando-se na atmosfera, acabando por desintegrar-se e por emitir um estrondo sonoro, sendo o mesmo registado em sismógrafos localizados na proximidade de Tucson.

 

Segundo a NASA e a sua equipa de observação de Meteoros (Nasa Meteor Watch), com o objeto a entrar na atmosfera terrestre a uma altitude de 80.000 metros ‒ sobre o deserto a sudoeste de Tucson e a uma V = 150Km/h ‒ desintegrando-se pouco depois perto de Oracle (Arizona) a uns (agora) 32.000 metros de altitude (e devido ao BOOM sónico escutado e registado nos sismógrafos locais, podendo ter dado origem a outros meteoritos menores acabando por cair sobre o deserto).

 

No caso deste meteoro entrando na atmosfera (do nosso planeta), no seu trajeto atmosférico desintegrando-se (acabando por explodir devido à ação erosiva dos constituintes atmosféricos) e como consequência provocando um estrondo sonoro (através da propagação das ondas de choque sendo registado nos sismógrafos), podendo-se tratar este objeto como um pequeno fragmento de um asteroide, com cerca de 45Kg e a dimensão de apenas uns 30cm (do comprimento de um pé).

 

arizona-fireball-september-24-2017-heatmap.jpg

 Área de visualização da Bola de Fogo

(e direção de deslocação)

 

De tudo isto (o asteroide vindo do espaço que deu origem ao fragmento e a Bola de Fogo daí resultante ao entrar na nossa atmosfera) concluindo-se que se um fragmento de tão diminutas dimensões (30cm) pode dar origem a um cenário como o verificado a 24 de Setembro no Arizona (explosão, estrondo sonoro, registo sismográfico e possíveis mas irrelevantes impactos) ‒ e nem sequer se analisando outras características importantes do objeto como a sua densidade ‒ um outro objeto um pouco maior, provavelmente com maior densidade, com uma velocidade mais elevada e um determinado ângulo de entrada (entre o oblíquo e o perpendicular), poderia ter como efeito não a mera observação de um Evento banal, mas a vivência ao vivo e em direto de um outro Evento potencialmente catastrófico.

 

Recordando os dois mais conhecidos impactos da nossa História mais recente (o incidente de TUNGUSKA em 1908 e o meteoro de CHELIABINSK em 2013 por acaso ambos ocorridos na Rússia), no caso do objeto de Tunguska com uma dimensão estimada entre 50/100 metros (3333 X Meteorito do Arizona) e no caso da Bola de Fogo de Cheliavinsk andando pelos 17 metros (566 X Meteoro do Arizona). O que nos diz que se os objetos como o meteorito de 24 podem significar o usufruto de um cenário espetacular ao atravessarem a atmosfera terrestre no período noturno (quem já não viu em Portugal e no Verão o espetáculo das estrelas cadentes), sendo um pouco maior e por ventura mais densos tudo se poderá alterar.

 

E se as colisões entre objetos de grandes dimensões (digamos 1000 metros) e a Terra são pouco frequentes (talvez de 500.000 em 500.000 anos), já noutras colisões e nela intervindo objetos com menores dimensões, poderão aparecer mais impactos (com a Terra) numa razão de 1/ano se a dimensão for de 4 metros ou de 1/5 anos se for 7 metros (neste último caso equiparando-se à energia cinética libertada pela bomba atómica de Hiroshima). Falando ainda de outros corpos celestes como o de Cheliavinsk (com quase 20 metros de diâmetro e fazendo parte dos objetos que eventualmente só atingem a Terra 2X cada 100 anos) com o mesmo a ter uma resposta bem mais poderosa ao entrar na atmosfera e ao explodir (próximo de uma região povoada) provocando uma libertação de energia mais de 30 X superior à de Hiroshima (originando uma violenta onda de choque provocando danos materiais e cerca de 1200 feridos).

 

(imagens: NASA e AMS)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:48
Quinta-feira, 21 DE Setembro DE 2017

Asteroide 2017 SR2

Um asteroide descoberto ontem e com a sua trajetória também definida ontem, passou também ontem a pouco mais de 90.000Km de nós (também ontem sendo o segundo).

 

Asteroid 2017 SR2 to flyby Earth at 0.24 LD on September 20, second of the day

(watchers.news)

 

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Reportando-nos aos viajantes alienígenas (logicamente não sendo humanos) que por mais vezes nos visitam, temos que reconhecer que localizados num dos imensos braços que constituem a nossa galáxia (Via Láctea), dificilmente alguma entidade por vontade própria ou acidentalmente nos tomará como alvo (Homem) e se dirigirá para cá: habitando uma galáxia pequena, em rota de colisão com outra (Andrómeda), num sistema microscópico (Sistema Solar) e num planeta completamente invisível (Terra).

 

A newly discovered asteroid designated 2017 SR2 will flyby Earth at a very close distance of 0.24 LD (~92 160 km / 57 265 miles) at 20:29 UTC on September 20, 2017. This is the second known near-Earth asteroid to flyby Earth at a distance of 1 LD today, the third within the past 7 days and the 31st since the start of the year.

(watchers.news)

 

E se nesse campo as perspetivas de visitas futuras por parte de entidades alienígenas parecem ser cada vez mais remotas (afastando-se de nós pelo menos temporariamente a possibilidade de contacto direto com vida orgânica), por outro lado a possibilidade de outro tipo de contactos não intervindo diretamente com interligações biológicas mas podendo suscitá-las assim como introduzi-las (um corpo pode ser o corpo de outro), pode revelar outros mundos de base sólida e mineral assim como berço de vida.

 

The closest one (2017 GM) flew past Earth at just 0.04 LD (~15 360 / 9 544 miles) on April 4. Its estimated diameter is between 2.8 and 6.3 m (9 and 20 feet). The largest so far was 2017 QP1 with an estimated diameter of 37 to 83 m (121 to 272 feet). It flew past Earth at 0.16 LD (~61 440 km / 38 177 miles) on August 14.

(watchers.news)

 

A2.jpg

 

Com alguns desses viajantes cumprindo o seu trajeto periódico e justificativo (cumprindo a sua missão específica no interior do Sistema e desse modo efetuando a sua manutenção) e atravessando (e movimentando-se por) todo o Sistema Solar, espalhando por todo esse conjunto (e estrutura) uma mensagem codificada de Vida preservada e transportada (em pequenos módulos no seu interior) e posteriormente e talvez de uma forma aleatória disseminada (talvez por acaso talvez por necessidade) num centro nevrálgico do Sistema Solar (pelo menos no que nos diz respeito e à nossa preservação como espécie inteligente e organizada ou seja dominante, evolutiva e sendo capaz de se estender no Espaço (pelo menos teoricamente) aproveitando um parâmetro para nós um pouco misterioso e abstrato (apesar de decisivo por limitar a nossa existência) a passagem do Tempo.

 

Nesses objetos integrando-se os cometas e de uma forma mais consistente (e interventiva na concretização do desígnio) outros corpos celestes, uns maiores e outros menores, com diferentes formas e texturas, constituição, massa e velocidade, órbita e período solar e podendo ser originários de locais mais ou menos distantes (mas existindo no interior do Sistema) sendo cientificamente conhecidos como meteoros (e meteoritos) e asteroides: com os asteroides a ser particularmente os mais interessantes (até na perspetiva prioritária de preservação da nossa segurança) dada a sua passagem, problemas dessa proximidade e até de um possível impacto.

 

Any asteroid falling from the sky would have a tremendous amount of energy. In 2028, the asteroid 1997XF11 will come extremely close to Earth but will miss the planet. If something were to change and it did hit Earth, what you would have is a mile-wide asteroid striking the planet's surface at about 30,000 mph. An asteroid that big traveling at that speed has the energy roughly equal to a 1 million megaton bomb. It's very likely that an asteroid like this would wipe out most of the life on the planet.

(Marshall Brain/ howstuffworks.com)

 

A1.jpg

 

Preocupando-nos neste último caso quando nem sequer há aviso (prévio) da sua eminente chegada, com estes objetos circulando a grande velocidade na nossa direção e só sendo detetados aquando ou mesmo depois da sua passagem (nas proximidades da Terra) fazendo-lhe uma tangente ou mesmo uma secante: sendo neste último caso exemplos o Evento de Tunguska (1908) e (mais recentemente e com menores consequências) o Evento de Cheliavinsk (2013).

 

Num só dia com dois asteroides a passarem a uma distância da Terra menor que a distância ao corpo celeste localizado mais perto de nós e por sinal (apesar de todas as nossas limitações) já visitado pelo Homem (a Lua situada a pouco mais de 384.000Km), um deles 2017 SM2 passando a 0.8LD (mais de 300.000Km) o seguinte 2017 SR2 a 0.2LD (mais de 75.000Km): dois pequenos objetos (12 e 7 metros respetivamente) deslocando-se a uma velocidade de 8.5 e 10Km/s e descobertos e com as órbitas definidas no dia da sua própria passagem (20 de Setembro) ‒ pouco antes, durante ou mesmo depois dessa mesma passagem.

 

Sendo o asteroide 2017 SR2 o 2º a passar ontem (num dia e depois do 1º o asteroide 2017 SM2), o 3º numa semana e o 31º desde o início de 2017 ‒ a passar a menos de 1LD de distância da Terra (uma ninharia de distância dada a dimensão do Sistema Solar, para já não falar da Galáxia/Via Láctea ou então do Universo): com 31 asteroides registados desde o início de 2017 a uma média bem próxima de 1 asteroide/semana (mais rigorosamente 0.825), sugerindo-se que num ano e nas suas 52 semanas (365/6 dias) cada vez são maiores as hipóteses de um dia (destes) um deles embater ‒ e depois logo se vê (mas esperando ser pequeno). Talvez em cada semana com uma percentagem de 2% de existir um impacto (como assim faltando percorrer 28% do ano).

 

(imagens: Andrzej Wojcicki/Getty Images/Science Photo Library RF e science.howstuffworks.com/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:41
Segunda-feira, 04 DE Setembro DE 2017

O Gigantesco Florence Não Teve Impacto Na Terra

Um asteroide como Florence (suponhamos com uns 5Km) colidindo com a Terra (um Grande Evento), regista-se no mínimo cada 10 milhões de anos:

 

Originando uma cratera com mais de 100Km (de diâmetro), provocando tempestades globais (sismos, erupções, furacões, tsunamis), passando todo o dia a ser noite (devido às poeiras intensas suspensas no ar), originando chuvas ácidas (durante meses), a destruição total da camada de ozono (durante anos) e finalmente a paragem da fotossíntese e a extinção de muitas espécies (fauna, flora, podendo incluir o Homem).

 

OpulentConstantInganue.jpg

 Um asteroide com mais de 5000 metros de diâmetro

(na imagem ainda a caminho)

Passou esta sexta-feira a umas insignificantes 0,047 UA da Terra

(a uma v = 13,5Km/s)

 

Tal como prometido um enorme asteroide ‒ 3122 FLORENCE ‒ de dimensão entre 4 e 9 quilómetros passou hoje (na realidade no dia 1) pelas 12:06 UTC a cerca de 7 milhões de Km do planeta Terra (aproximadamente 18 viagens entre a Terra e a Lua): o primeiro asteroide destas dimensões a passar tão próximo do nosso planeta, num período de quase 100 anos.

 

Um corpo celeste apesar da sua grande dimensão não sendo visível a olho nu, mas sendo possível de observar já desde o fim de Agosto utilizando um telescópio. Possuindo um período de rotação de quase 2,4 horas e cumprindo a sua órbita em torno do Sol em menos de 40 anos (e com o nome a ser atribuído em memória de Florence Nightingale).

 

No contexto das características já conhecidas sobre este corpo celeste (descoberto em 1981) e segundo os cientistas, não existindo nenhum perigo de colisão futura (com a Terra) pelo menos durante os próximos séculos: e com a próxima maior aproximação a verificar-se de novo daqui a 40 anos, mais precisamente a 2 de Setembro de 2057 pelas 00:41 UTC.

 

(imagem: gfycat.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:17
Terça-feira, 08 DE Agosto DE 2017

Outubro ‒ O mês do Duplo Impacto

Probabilidade de Impacto ≠ 0

 

Nem 15 dias passados sobre as Eleições Autárquicas deste ano em Portugal (1 de Outubro) existe o perigo de um asteroide2012 TC4atingir o planeta Terra (sendo Portugal uma das hipóteses).

 

asteroidrev-16 (2).gif

Asteroide 2012 TC4

Numa tangente à Terra?

 

Segundo cientistas da agência espacial norte-americana NASA estudando a movimentação no Espaço de objetos circulando nas proximidades do nosso planeta, um asteroide de dimensões provavelmente muito semelhantes às do meteoro de CHELIABINSK (17 metros) passará no próximo dia 12 de Outubro a cerca de 45.000Km da Terra: tendo passado pela última vez nas suas proximidades no ano de 2012 (período orbital de quase 5 anos) a cerca de 280.000Km de distância (outros afirmam apenas 1/3 dessa distância ou seja 95.000Km) e estimando-se com um tamanho compreendido entre 10 e 40 metros.

 

Movimentando-nos num Conjunto cada vez mais fechado e tendencialmente concentrado num único ponto (e no seu/nosso destino) ‒ e simultaneamente condicionados pelos parâmetros até agora disponíveis por propostos ‒ numa determinada referência Explodiremos (sendo expulsos e expandindo-nos num Universo Coincidente) ou então Implodiremos (sendo sugados e expandindo-nos num Universo Paralelo).

 

Dentro de menos de 2 meses fazendo uma nova aproximação ao planeta Terra (e atingindo o seu periélio por meados de Novembro) passando a uma distância de nós talvez menor que 35.000Km (1/3 do estimado) ou até mesmo fazendo uma tangente ou até mesmo uma secante ao planeta ‒ neste último caso sendo o exemplo o Evento recentemente ocorrido na Rússia (há quatro anos e meio) com um corpo celeste a explodir na atmosfera e a desintegrar-se, provocando uma violenta onda de choque (grandes danos materiais e cerca de 1500 feridos) com alguns dos seus fragmentos a embaterem no solo (fazendo-nos recordar o Evento de Tunguska ocorrido há 90 anos e em tudo semelhante).

 

Seja qual for a direção e a profundidade relacionando matéria e energia (deslocada), com esse intercâmbio tendo como base fenómenos eletromagnéticos intrínsecos a qualquer tipo de conjunto (vivo e dinâmico), a ser o resultado logico da evolução sucessivamente replicada (e adaptada) de qualquer Conjunto (mesmo que vazio) evoluindo ciclicamente entre o Caos e a Ordem.

 

Estimando-se segundo vários cálculos efetuados por esses mesmos cientistas (da NASA e outros) não haver hipótese de impacto entre a Terra e esse asteroide, mas tal podendo ocorrer não ultrapassando sequer 0,00055% das hipóteses ‒ e mesmo assim incomodando por ser ≠ de Zero.

 

(imagem: Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:59
Segunda-feira, 03 DE Julho DE 2017

Impacto em menos de 24 Horas

3 Junho 2017

ALERTA de COLISÃO EMINENTE!

(de um asteroide com a Terra)

 

Os telescópios do CSS (Catalina Sky Survey) instalados nas proximidades da cidade de Tucson (localizada no estado norte-americano do Arizona) acabam de descobrir na sua procura de corpos celestes circulando nas proximidades da Terra um pequeno asteroide em trajetória de aproximação ao nosso planeta que segundo os especialistas da NASA (da Universidade do Arizona) irá impactar com a Terra: descoberto num dia e com o impacto a estar previsto para dentro de menos de 24 horas.

 

PIA21712.jpg

À esquerda o asteroide 2014 AA

(a caminho da Terra)

 

Com este asteroide de código 9 (valor máximo = órbita extremamente incerta) a ter um diâmetro estimado de 2 a 3 metros, segundo os cientistas dirigindo-se na nossa direção e indo inevitavelmente impactar o nosso planeta (dentro de 20 horas) entrando por essa altura na nossa atmosfera e acabando por se desintegrar e posteriormente colidir (os seus fragmentos) com a Terra muito provavelmente sobre o oceano Atlântico (mas nunca se sabendo com precisão o local de impacto dada a sua órbita incerta).

 

[Um asteroide descoberto na realidade a 1 de Janeiro de 2014, entrando na atmosfera terrestre sobre o oceano Atlântico (sem consequências relevantes conhecidas) 20 horas depois ‒ de qualquer forma sem capacidade de reação/defesa (tratando-se de um caso mais grave) por parte da Terra/de nós.]

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:01
Terça-feira, 06 DE Junho DE 2017

Ataque Meteorológico de Trump à Rússia

[Depois do de Obama]

 

Mais tardiamente e com menos impacto que Obama em 2013

(3 meses depois de eleito, com um meteoro)

Trump demorou cerca de 6 meses para dar o sinal a Putin

(com 2 tempestades meteorológicas no ano de 2017)

 

Deadly storm kills at least 1, injures 3 in Russia

(rt.com)

 

R1.jpg

 

Para quem ainda se lembra da eleição de Barack Obama para um segundo mandato como Presidente dos EUA (6 Novembro 2012), também se poderá recordar que aproximadamente 3 meses depois (15 Fevereiro 2013) e de novo com Vladimir Putin como Presidente (Maio 2012), a cidade russa de Cheliavinsk foi fortemente abalada pela explosão de um meteoro com cerca de 17 metros de diâmetro, o qual ao atravessar a atmosfera e desintegrar-se provocou uma forte onda de choque originando diversos danos materiais e cerca de 1200 feridos. Libertando uma energia de 500Kt (muito superior à bomba nuclear de Hiroshima).

 

R3.jpg

 

No passado dia 8 Novembro 2016 com o sucessor de Barack Obama a ser eleito como 45º Presidente dos EUA na pessoa do bilionário e Republicano Donald Trump e se tiverem estado com atenção a tudo o que se tem vindo a passar ora no Espaço (com BO) ora no Tempo (com DT), verificando-se rapidamente e sem necessidade de recorrer a grande esforço que no caso de Donald Trump o Evento que o terá precedido, ter-se-á concretizado um pouco mais tarde e sob a forma Meteorológica: com 2 grandes tempestades, uma a 29 de Maio (Moscovo) e outra a 3 de Junho (Ecaterinburgo) ou seja cerca de 6 meses depois.

 

R4.jpg

 

Curiosamente dois Eventos que se relacionam e interligam tanto no remetente (os EUA) como no destinatário (Rússia), apesar do primeiro não ser o mesmo (antes Obama depois Trump) e do segundo se manter (Putin): com cada um dos dois últimos Presidentes norte-americanos partilhando no tempo o mesmo Presidente Russo, a curto ou mais extenso prazo e logo após a declaração de vitória, mostrando supremacia e total controlo do Mundo, atacassem os seus inimigos mas de uma forma Natural. E mostrando-lhes a linha vermelha a nunca tentar transpor (com devida antecipação).

 

(imagens: rt.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:40
Domingo, 14 DE Maio DE 2017

Asteroides

No meio da Mesa de Bilhar a Terra não passa de mais uma Bola

‒ Faltando saber qual a cor para o cálculo de Probabilidades.

 

cneos_banner.jpg

 

Desde o início deste ano de 2017 37 asteroides passaram a uma distância do nosso planeta igual ou menor a 1.000.000Km (aproximadamente 2,5 X a distância Terra/Lua). Desses asteroides 23 (64%) passaram a menos de 1DL (384.401Km).

 

Com o asteroide 2017 GM (3 a 6 metros) a ser o que passou mais perto da Terra (a 4 de Abril) a pouco mais de 15.000Km e com o asteroide 2017 DS109 (passando a mais de 350.000Km) a ser o de maior dimensão com cerca de 17/38 metros (visitando-nos a 5 Março).

 

N

Asteroide

(designação)

Data

MA

Distância

MA (DL)

V

(Km/s)

Diâmetro (m)

Descoberto

(em 2017)

Órbita

(definida)

Código

(0-9)

1

2017 GM

Apr-04

0.04

18.50

2.8 - 6.3

3 Abr

5 Abr

7

2

2017 EA

Mar-02

0.05

18.42

1.8 - 4.1

2 Mar

6 Abr

6

3

2017 BH30

Jan-30

0.13

15.46

4.6 - 10

29 Jan

6 Abr

6

4

2017 FN1

Mar-20

0.16

18.26

2.0 - 4.5

20 Mar

6 Abr

7

5

2017 JA

May-02

0.26

16.03

4.4 - 10

1 Mai

1 Mai

6

(Asteroides por MA à Terra)

 

E com o asteroide deslocando-se a uma maior velocidade a ser 2017 FS com um valor de 20Km/s e o mais lento sendo 2017 DG16 deslocando-se a 7Km/s ‒ com outros 3 asteroides a apresentarem inicialmente uma grande incerteza na definição da sua órbita (código 8): 2017 FW158, 2017 FS e 2017 HG49.

 

Com a curiosidade um pouco preocupante de entre os 23 asteroides passando a menos de 1 DL da Terra (384.401Km) 9 deles (39%) só terem sido detetados aquando da sua passagem ou até mesmo depois da mesma se ter dado (2 deles de código 8 ‒ 2017 FW158 e 2017 HG49).

 

N

Asteroide

(designação)

Data

MA

Distância

MA (DL)

V

(Km/s)

Diâmetro (m)

Descoberto

(em 2017)

Órbita

(definida)

Código

(0-9)

1

2017 DS109

Mar-05

0.92

11.38

17 - 38

14 Fev

6 Abr

6

2

2017 AG13

Jan-09

0.54

15.70

16 - 36

7 Jan

6 Abr

6

3

2017 BS32

Feb-02

0.42

11.57

9.2 - 21

30 Jan

6 Abr

5

4

2017 HJ

Apr-16

0.35

15.04

8.7 - 19

17 Abr

25 Abr

6

5

2017 HG49

Apr-21

0.93

13.78

7.9 - 18

27 Abr

1 Mai

8

(Asteroides a menos de 1 DL por maior diâmetro)

 

No que diz respeito aos 14 asteroides estendendo-se no intervalo para lá de 1DL até perto dos 1.000.000Km (2.6DL), voltando de novo a ocorrer o já sucedido anteriormente, com 3 desses 14 asteroides (21%) a só serem descobertos após a sua respetiva passagem ‒ num intervalo de duas semanas.

 

E se aqui a percentagem dos asteroides não previamente detetados passou dos iniciais 39% (< 1DL) para uns mais baixos 21% (1/2 DL) ‒ obviamente uma diminuição de quase 50%  ‒ não se podendo no entanto esquecer da maior dimensão destes últimos e da sua maior perigosidade (em caso de impacto).

 

N

Asteroide

Data

DL

V (Km/s)

D (m)

1ªobservação

Solução

Código

1

2017

JA2

May-12

2.57

9.62

30 - 66

4 Mai

13 Mai

6

2

2017

HY3

Apr-26

2.55

17.08

22 - 49

24 Abr

28 Abr

7

3

2017

JV1

May-08

2.34

11.27

15 - 35

3 Mai

8 Mai

7

4

2017 FQ127

Apr-03

2.05

14.27

15 - 33

29 Mar

5 Abr

7

5

2017

FX90

Apr-01

2.37

12.19

14 - 32

25 Mar

10 Abr

6

(Asteroides entre 1/2 DL por maior diâmetro)

 

Destes últimos asteroides passando entre 1/2.6 DL da Terra, devendo-se destacar os 3 só vistos depois de passarem ‒ com o maior a poder ter um diâmetro entre 20 e 45 metros (maior que o de Chelyavinsk): 2017 FA3 (17 Março), 2017 FL101 (25 de Março o maior) e 2017 GW4 (outro de código 8).

 

Constatando-se que face a estas bolas de bilhar circulando livremente pelo nosso Sistema e impulsionadas de algures (na nossa direção), a Terra correrá sempre o perigo de ser um dia atingida por uma delas (como acontece periodicamente mas com objetos mais pequenos).

 

Asteroide

(designação)

Data MA

Distância MA

(Km)

Velocidade

(Km/s)

Diâmetro

(m)

153814 (2001 WN5)

2028-Jun-26

249860

10.24

580 - 1300

99942 Apophis (2004 MN4)

2029-Apr-13

38440

7.42

310 - 680

(maiores aproximações previstas nos próximos 12 anos)

 

Dependendo aí o nosso Futuro (Terra/Homem), do seu cartão-de-visita (asteroide): velocidade, dimensão, constituição, entre outros pontos de identificação.

 

E da nossa Prevenção ‒ deixando de descobrir apenas 1 em cada 3 (dos 37 asteroides 12 passaram sem se ver ou seja 32%) e antecipando o mais possível a saída necessária da nossa zona de conforto (se quiser sobreviver e evoluir o Homem terá que sair da Terra e descobrir Outros Mundos).

 

(dados e imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:11
Terça-feira, 25 DE Abril DE 2017

A Terra em Rota de Colisão

11.000 Anos antes do nascimento de Jesus a Terra terá sido atingida por um cometa originando na Terra a Idade do Gelo que terá durado cerca de 1.000 anos. O que significa que poderemos estar perto de dar entrada num novo período de glaciação (a um período de glaciação de cerca de 100.000 anos segue-se um período de aquecimento de cerca de 10.000 anos), ainda-por-cima num ciclo de baixa atividade solar costumando coincidir com estes períodos. Uma entrada que poderá ser adiada com mais umas emissões de CO₂ ou então antecipada com mais um encontro imprevisto com um outro viajante.

 

Um grupo de cientistas da Universidade de Edimburgo (capital da Escócia) afirma ter finalmente datado um dos momentos mais recentes e dramáticos da História da Terra, num acontecimento ocorrido há cerca de 13.000 anos: um Evento à escala global provocado pelo impacto de fragmentos de um cometa por volta de 11.000 BC (com o nosso planeta) e que teve como consequência o início de uma pequena Idade do Gelo que terá durado cerca de 1.000 anos, além de ter provocado milhares de vítimas (entre os humanos) e devastado muitas outras espécies (animais e vegetais, em maior ou menor grau).

 

The-Vulture-Stone.jpg

Turquia ‒ Gȍbekli Tepe ‒  Vulture Stone

 

Segundo este grupo de investigadores e engenheiros da cidade escocesa de Edimburgo e através da simples análise de símbolos esculpidos em pilares de pedra descobertos na zona mais alta da cadeia montanhosa dos Montes Tauro ‒ mais precisamente em Gȍbekli Tepe (sul da Turquia), um dos locais mais importantes (e considerado um Santuário) da arqueologia mundial ‒ com os mesmos após a descodificação da informação e a sua rigorosa interpretação (no espaço e no tempo) a apontarem para o veredicto aí registado (escrito nas pedras) de que a Terra teria sido no passado atingida fortemente por fragmentos de um cometa.

 

Com este Santuário Arqueológico a funcionar aqui como um verdadeiro Arquivo Histórico da Terra e com os astrónomos desse tempo utilizando os pontos mais altos de Gȍbekli Tepe ‒ como hoje em dia se faz em todos os observatórios astronómicos (inicialmente com o instrumento ótico utilizado a serem os nossos olhos) ‒ a registarem tudo o que viam, sentiam e ouviam e provavelmente tornando-se nos últimos testemunhos vivos desse tempo tão distante e no entanto tão próximo (a Terra terá cerca de 4500 milhões de anos e o Homem de 1 a 4 milhões).

 

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Local Pré-Histórico de Gȍbekli Tepe

 

“It appears Göbekli Tepe was, among other things, an observatory for monitoring the night sky. One of its pillars seems to have served as a memorial to this devastating event – probably the worst day in history since the end of the ice age.”

(Martin Sweatman/Escola de Engenharia/Universidade Edimburgo).

 

Através das inscrições gravadas simbolicamente na pedra e retratando através da forma de animais o que os observadores de então viam nos céus, posicionando as estrelas no espaço (desse passado) e a partir daí datando o momento do Evento: 10.950 BC. Num episódio certamente relevante registado há 13.000 anos e que levou os seus narradores ao seu registo obrigatório na Memória da Humanidade, nas imagens (simbólicas) transmitindo-nos um cenário repentino de arrefecimento climático, de condições duras de sobrevivência, da extinção de muitas espécies e até, dado o impacto em muitas zonas catastrófico de muitos fragmentos desse cometa, matando muitos milhares como o parece confirmar o homem aparecendo sem cabeça (nos símbolos esculpidos no pilar ‒ a Vulture Stone).

 

“History tells us that large comets or asteroids periodically collide with Earth, and the results can be devastating. There is evidence that a large object collided with Earth about 65 million years ago and contributed to the extinction of the dinosaurs. Around 50,000 years ago, an iron meteorite smashed to ground in what is now Arizona. It left a crater about a mile across, and sprayed rock across the landscape. More recently, pieces of space debris fell to ground in Chelyabinsk, Russia. An associated shock wave shattered windows, but no other large-scale damage was done.”

(Carolyn Collins Petersen/thoughtco.com)

 

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Fragmentos de um cometa terão atingido a Terra há 13.000 anos

 

“Symbolism on the pillars indicates that the long-term changes in Earth’s rotational axis was recorded at this time using an early form of writing, and that Gȍbekli Tepe was an observatory for meteors and comets; also supports a theory that Earth is likely to experience periods when comet strikes are more likely, owing to Earth’s orbit intersecting orbiting rings of comet fragments in space.”

(ed.ac.uk)

 

Um acontecimento já com 13.000 anos ‒ e por muitos cientistas teorizado ao longo destas últimas décadas de muito estudo, investigação e constatação (hoje até se acompanhando um cometa na sua órbita em torno do Sol) ‒ pelas consequências do seu mais que provável impacto (direto ou indireto/com a Terra a atravessar uma área do Espaço carregada de detritos deixados para trás pela cauda do cometa) afetando consideravelmente todo o ecossistema terrestre e originando num período em que a Terra registava um aumento de temperaturas um arrefecimento repentino e intenso dando origem a uma Nova Era Glacial. E entre muitas das hipóteses com um grande cometa ao entrar no Sistema Solar a desintegrar-se, acabando alguns dos seus fragmentos aquando da sua passagem (ou da passagem da Terra por eles) por colidir e assim, num cenário já vivido anteriormente, oferecendo-nos seu o último episódio de glaciação mas agora num tempo mais curto: a Idade do Gelo ocorrida na última parte do Pleistoceno e que terá terminado há cerca de 12.000 anos ‒ por curiosidade coincidindo com a cronologia do cometa sugerido na Vulture Stone de Gȍbekli Tepe (pelos mesmos investigadores da Universidade de Edimburgo considerado um registo deliberado, histórico e extremamente credível ‒ um verdadeiro testemunho ‒ do que viveram na altura os nossos antepassados).

 

(imagens: ancient-origins.net e techtimes.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:20
Sábado, 04 DE Fevereiro DE 2017

Marte – Terra Tyrrhena

Numa nova imagem adicionada ontem no seu PHOTOJOURNAL, a NASA oferece-nos mais uma imagem do planeta MARTE, referenciada a uma região localizada a sul do equador marciano – com uma extensão superior a 2.000Km, num terreno bastante acidentado e carregado de numerosas crateras.

 

PIA11179_fig1.jpg

Crateras

(p/b)

 

Uma região revelando inúmeras crateras, certamente provocadas (maioritariamente) por impacto (ao longo da sua história geológica com mais de 4,5 biliões de anos) e onde se pode localizar, um dos mais antigos vulcões do planeta Marte: o Tyrrhena Patera, talvez uma longínqua reminiscência de atividade geológica no planeta (fenómenos de vulcanismo).

 

Nesta imagem obtida a partir da sonda automática LRO em órbita do Planeta Vermelho – e equipada com o instrumento ótico HiRISE – podendo-se observar na extensão de toda este registo, duas entre as muitas crateras aí existentes (meio sobrepostas sugerindo dois impactos) e ainda um bocado do solo existente no seu interior.

 

PIA11179-3.jpg

Interior de cratera

(cor)

 

Segundo os cientistas da NASA a considerarem tratar-se de um leito de rocha bastante antigo, associado a impactos exteriores (pondo de lado o vulcanismo): como consequência não sendo o resultado de algum tipo de vulcanismo (e de movimentos tendo existido no passado no interior no planeta) mas do bater constante de objetos sobre a sua superfície.

 

Daí a expressão (ao referir-se à imagem – aqui a cores):

 

Hard Knocks in Tyrrhena Terra

 

Um corpo celeste acompanhando todo o Sistema Solar há biliões de anos (desde a sua Fundação), nosso vizinho e último Planeta Interior (à Cintura de Asteroides), que no seu passado (já muito remoto) poderá ter tido fenómenos de vulcanismo, atmosfera e água (e sabe-se lá alguma presença de vida mesmo que primitiva);

 

Mas que no entanto se nas suas imagens a preto-e-branco nos parece despido e estéril (como se numa fotomontagem se desejasse eliminar todos os possíveis vestígios de vida) – retratando Marte no presente – nas outras já coloridas (impondo maior diversidade e sugerindo algo mais) já nos leva a imaginar construindo novos modelos – e retratando Marte no seu possível passado (mesmo que paralelo e/ou alternativo).

 

(imagem: PIA 11179 – nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:11
Sábado, 05 DE Novembro DE 2016

Lá Fora está a Chover

A nossa vida é de tal forma repetitiva e improdutiva, que qualquer um de nós que pense mais um pouco (mínimo) ou se debruce sobre um abismo (máximo), certamente que se atirará na direção do buraco – num ato de penetração num imaginário evolutivo (para além do suicídio) tendo como primeiro objetivo matar o tempo, vivendo o Espaço: libertando a criatura (o anti monstro do monstro que dizem possuir-nos) que há dentro de nós.

 

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2016 predictions are already warning us to watch the skies in fear

One preacher named Ricardo Salazar is already predicting the end of the world

Via an asteroid impact on Earth

Which will then herald in the Anti-Christ of the Bible four years later in 2020

(Patrick Frye – inquisitr.com – Novembro 2015)

 

Ao olharmos para as tabelas do NEAR EARTH OBJECT PROGRAM da NASA, as únicas referências a aproximações ao nosso planeta associados ao dia 8 de Novembro, são segundo o NEO os objetos designados como 2916 FS13, 2016 TT93 e 2007 CM27 (com o objeto intermédio a ser o de maior dimensão e a apresentar um diâmetro de 100/200 metros, deslocando-se a uma v = 16m/s). Com o primeiro e o terceiro objeto a passarem respetivamente a 75LD e 48LD de distância da Terra e com o objeto 2016 TT93 a ter dos três a maior aproximação passando no entanto a menos de 11 milhões de Km (de nós). Com a Lua localizada a aproximadamente 384000Km de distância da Terra, aparentemente não havendo nenhum risco de virmos a ser afetados pela passagem de algum desses objetos (muito menos de podermos vir a sofrer um impacto direto), apesar de alguns deles não serem previamente anunciados e poderem apanhar-nos de surpresa: como poderá ter sido o caso do objeto 2016 VA com cerca de 15m de dimensão, circulando no passado dia 2 de Novembro muito próximo do nosso planeta a apenas 76800Km de distância. Um objeto (2016 VA) segundo os técnicos da NASA descoberto a 1 de Novembro (na véspera do seu ponto de maior aproximação) e com a sua órbita determinada no próprio dia da passagem: antes, durante ou depois?

 

Algo que nos deverá manter profundamente preocupados até ao fim do dia 8 de Novembro, data em que a maior potência a nível global (segundo informações recolhidas a partir de fontes credíveis oriundas do interior do seu próprio território) sofrerá o Impacto de um grande Objeto: asteroides, meteoritos ou outro tipo qualquer de objetos, denominados CLINTON US16, TRUMP US16 ou outra simbologia qualquer. Um Evento que certamente terá repercussões por todo o planeta e que a curto-prazo mudará a vida de mais de 300 milhões: enquanto noutro prazo (talvez coincidente) se estenderá a 7 biliões. Podendo levar o Mundo à sua final Extinção e à constatação (inevitável mas que não queremos aceitar) de que o Homem morreu (estando a ser progressivamente substituído a nível físico e transformado num zombie a nível psíquico) e de que o futuro está na Máquina. Restando-nos optar por um dos dois caminhos sugeridos pelo Diabo: votando no Adão ou se não for machista na Eva. Mas desconfiando sempre da intrometida serpente: a mando do VERMELHO controlando o BONECO e convidando a pura princesa a morder logo a maçã (conforme instruções em E-mail). Pelo que para a próxima semana e já com o tempo chuvoso, sofreremos o impacto da onda, vibraremos com o obvio e desceremos à monotonia.

 

(imagem: nasa.tumblr.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:20

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