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Quinta-feira, 11 DE Janeiro DE 2018

Homem vs. Asteroide

Faltando-se saber apenas, quem primeiro entrará em ação (pela Negativa)

O Homem ou O Asteroide.

 

Se analisarmos os maiores impactos com a Terra registados nos últimos (digamos) 600 000 anos e tentarmos calcular uma periodicidade para a concretização de tais Eventos (envolvendo sobretudo cometas/asteroides), verificamos que tomando em consideração este período (mais recente e cerca de 0,01% da História da Terra) o nosso planeta já deveria ter sido sujeito a um novo impacto (deste nível de intensidade) ou então estar prestes a sê-lo: com o período a ter-se iniciado há uns 15 milhões de anos (e não se tendo conhecimento da sua confirmação) podendo estar prestes a ocorrer ‒ talvez mesmo amanhã, talvez dentro de uns anos ou no máximo de mais uns 15 milhões (não muito quando já somos biliões).

 

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Se tendo os dois primeiros impactos relevantes sido registados há quase 2 biliões de anos (cratera de Vredefort/África do Sul de raio 190Km e Bacia de Sudbury/Canadá de raio 65Km), já com os seguintes a serem assinalados e referidos (aproximadamente) há cerca de 600, 350 e 200 milhões de anos atrás (já com um período mais curto). E com a passagem dos anos desde a formação da Terra e simultaneamente por todos os impactos ocorridos (os mais recentes e aqui assinalados) com os períodos a encurtarem-se passando de biliões a milhões e de imediato de milhões a milhares (sugerindo-nos como consequência da Evolução períodos ainda mais curtos, talvez como na Fundação do Sistema Solar ‒ expansão seguida de contração subordinada às mesmas leis do eletromagnetismo deste Universo Vivo e Elétrico). Nos últimos 100 milhões de anos com Eventos há 70, 65, 36 e 35 milhões (valores aproximados) encurtando a Periodicidade e aumentando os Casos: como parece indicar o contínuo aumento do número de objetos circulando no Espaço em nosso redor e aproximando-se (alguns de grandes dimensões) ou atingindo a Terra (felizmente e para já de reduzidas dimensões/densidade/velocidade/ângulo de entrada e desintegrando-se rapidamente na atmosfera) parecendo mesmo exponencial (o crescimento) e não oferecendo garantias (com alguns impossíveis de prever e garantir a nossa imprescindível segurança) ‒ com muitos (asteroides) a serem descobertos à Passagem ou depois (sendo nós todos apanhados ao Vivo e em Direto).

 

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Mas apesar de existir sempre o perigo de tal como no Passado a Terra vir a ser atingida no Futuro (no presente a atmosfera do nosso planeta é diariamente atravessada por provavelmente milhares de fragmentos, de maior ou menor dimensão, naturais ou artificiais) sendo o caso mais famoso de previsão de um possível e próximo impacto com a Terra o asteroide Apophis (período orbital menor que 1 ano terrestre), com a sua próxima aproximação (ao nosso planeta) a estar marcada para o ano 2029 (daqui a apenas 11 anos) ‒ indicado para 13 de Abril ‒ e segundo cálculos da NASA (sempre relativos devido às diferentes condições do DUO Espaço/Objeto na sua movimentação no interior do Sistema Solar) passando a apenas 30 000Km da Terra (0,76 LD) a uma velocidade perto dos 30Km/s: inicialmente (aquando da sua descoberta) com uma possibilidade de impacto (em 2029) de quase 3% (atingindo um nível elevado na escala de Turim/Nível 4 ‒ probabilidade de colisão/destruição) para acabar despromovido até ao nível mais baixo (zero) ‒ mas não desprezando os cálculos e possíveis novos erros (ao longo do seu percurso sendo introduzidos faltando ainda uns anos) tendo em atenção 2029 e a sua próxima (e maior) aproximação agora em 2036.

 

(imagens: wordpress.com e celestiamotherlode.net)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:04
Segunda-feira, 08 DE Janeiro DE 2018

Tsunami Físico (e Tsunami Mental)

Tsunami? Não.

Ação conjugada das marés com a Lua e/ou com o Sol.

(duplo impacto)

 

Há já uns anos atrás não me recordando bem quando (talvez perto da mudança anual de semestre) ‒ e observando de uma das margens do Arade o rio a deslocar-se (no que deveria ser correndo da terra para o mar) ‒ vendo o movimento das águas a deslocar-se em sentido contrário: em princípio provocado por um (pequeno) deslocamento de terras (submarino) ocorrido algures no mar e provocando a recessão (de águas) como resultado de um sismo ou então uma conjugação de mais uma maré-baixa mas aí interagindo com a Lua e/ou mesmo com o Sol, quando a Terra e o Lua se encontram no seu perigeu (a Lua relativamente à Terra e a Terra relativamente ao Sol).

 

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Equador ‒ Costa do Pacífico

Santa Rosa ‒ 5 de Janeiro 2018

 

Numa localidade situada na América do Sul na costa oeste do Equador (fazendo frente ao oceano Pacífico) ‒ SANTA ROSA ‒ no dia 5 de Janeiro (deste ano) os seus habitantes (vivendo numa vila piscatória e como tal tirando a sua subsistência do mar) viram-se confrontados com um fenómeno raro e como tal preocupante (com muitos não o conhecendo e compreendendo e logo despertando medo e receio) ‒ envolvendo o seu local de trabalho o MAR ‒ que pelas suas caraterísticas seria um TSUNAMI: com as águas (do oceano Pacífico) a retrocederem mais de uma centena de metros, deixando o leito do mar à vista e os barcos dependurados.

 

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Equador ‒ Costa do Pacífico

Baía de Caráquez em Manabé ‒ 4 de Janeiro de 2018

 

Já mais a norte ainda sobre o Pacífico e localizado na região da baía de Caraquéz (por estrada a cerca de 450Km a norte de Santa Rosa) ‒ ao contrário de Santa Rosa uma terra de pescadores, com a Baía de Caráquez a ser um destino turístico ‒ com a localidade costeira da província (equatoriana) de MANABÍ a ser afetado por um fenómeno semelhante (pela data o mesmo) com as águas a recuarem (para mais tarde regressarem) deixando o extenso areal a descoberto: aqui mais depressa interpretado (e reconhecido) como um fenómeno habitual (neste espaço) apesar de menor vezes observado e como tal conhecido (no tempo) “Un fenómeno tan natural, ahí si la gente tiene miedo, pero para la maldad, no hay ni el mínimo de temor.” (Kevin Arteaga/@ArteagaKevin/twitter.com)

 

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Ainda no ano de 2017 com outros países a assistirem a fenómenos semelhantes

Com a água do mar (temporariamente) a desaparecer (do areal)

 

Mas nunca esquecendo (mesmo no anterior fenómeno) a interferência do Homem

E a sua contribuição para o Aquecimento Global e para as Alterações Climáticas.

(triplo impacto)

 

Felizmente com uma Instituição Governamental fazendo o devido esclarecimento (Instituto Oceanográfico da Armada Equatoriana ou INOCAR) explicando a razão do fenómeno e assim afastando medos, mitos e possíveis conspirações: “Aguaje máximo y factores océano atmosféricos causaron recogimiento del mar”: o que por vezes não acontece noutros países pela sua postura moral e poder militar efetivo (infelizmente interligados) com muitas mais obrigações e responsabilidades de defesa dos seus próprios cidadãos (caso exemplar os momentosa que se seguiram ao furacão Katrina com todos os esforços em princípio dedicados á salvação de vidas civis ‒ como disse George W. Bush da cidade de Pecadores de Nova Orleães ‒ a serem desviados para a assistência imediata às plataformas petrolíferas, enquanto centenas de cadáveres flutuavam à superfície de vastas zonas urbanas invadidas pela água dos rios saltando e submergindo rapidamente as suas margens).

 

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Além das alterações climáticas (marés mais extremas, degelo nos polos)

Com todo o Hemisfério Norte a ficar congelado (Nova Iorque ‒ Rio Hudson)

 

Nem mesmo em países como Portugal recordando o caso recente dos Incêndios provocando grande destruição e um elevado número de vítimas (mais de uma centena) ‒ algo de impensável para todos aqueles que ainda valorizam o estatuto do Homem e do seu Direito à Vida, jamais aceitando a banalização da violência e da morte (como algo de natural apesar da sua origem imposta e artificial) e a substituição do que nos define como Sujeito transformando-nos agora num mero (e cada vez mais desprezível) subobjecto. Mas no caso do Equador (um país talvez mais discreto mas não menos sofrido no panorama geral e dramático da História da América do Sul) com os seus serviços a funcionarem divulgando explicações bem cuidadas, verificadas na difusão dos avisos como salvaguarda da segurança e proteção (1º) dos seus cidadãos e (2º) seus bens: falando-nos das marés, da atração gravitacional, do Sol e da Lua, da Lua Cheia e da Lua Nova, do nível da água do mar, do apogeu e perigeu … e até de como por vezes tudo isto se conjuga dando origem à ocorrência destes fenómenos parecendo tsunamis mas sendo apenas variações (extremas) de marés. Excelente pela oportunidade e pela atitude pedagógica.

 

(imagens: David Lainez@lainezch/twitter.com ‒ Noticiero 24 Horas/@24Horas/GYE/twitter.com ‒ ufosightingshotspot.blogspot.pt ‒ brasil247.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:44
Quinta-feira, 28 DE Dezembro DE 2017

Os PHA da Passagem de Ano de 2017/18

Não contando com todos aqueles objetos que tal como as pessoas aparecem em cima da hora ou mesmo depois do acontecimento se ter concluído (e com a grande evolução tecnológica cada vez mais se detetando casos idênticos), a Passagem de Ano de 2017/2018 será tranquila e sem a presença imprevista de qualquer tipo de intrusos (aqui sendo celestes). De qualquer forma e por conforto podendo-se também rezar.

 

Dos objetos circulando pelo interior do Sistema Solar ‒ muitos deles oriundos de aglomerados de diferentes materiais localizados para além da órbita de Marte (com o seu periélio/afélio a variar entre 200/250 milhões de Km) ‒ agora que o ano de 2017 está a terminar e a um velho ano sucederá um Ano Novo, poderemos destacar (aproveitando para relevar o número crescente deste tipo de objetos circulando nas proximidades da Terra) três PHA (asteroides potencialmente perigosos), dois sendo os últimos a passarem este ano (2017 QL33 e 2017 YU 1) e o outro o primeiro a passar em 2018 (2017 YD).

 

Asteroide (designação)

Data (dia/mês/ano)

Distância

(Km)

Velocidade (Km/s)

Diâmetro

(m)

2017 QL33

30/12/2017

5 112 533

8,2

195

2017 YU 1

30/12/2017

3 778 328

7,6

20

2017 YD

01/01/2018

9 252 069

4,1

30

Antes e depois da Passagem de Ano de 2017/18

(os 3 asteroides passando mais perto da Terra)

 

Sendo um dos nossos últimos e mais próximos visitantes o asteroide 2017 QL33 (período orbital = 2,5 anos), por sinal e de longe o de maior dimensão (em torno dos 200 metros) ‒ e tendo passado o seu periélio no fim da 1ª semana de Dezembro a mais de 140 milhões de Km do Sol ‒ e sem dúvida o mais perigoso (dos três) pensando num possível impacto com a Terra (mas nas próximas décadas sem previsões para tal); no mesmo dia sendo seguido pelo asteroide 2017 YU1 (o menor dos 3 objetos com um período orbital de quase 2 anos) passando ainda mais próximo do nosso planeta ‒ ainda a caminho do seu periélio a ocorrer no início da 4ª semana de Janeiro (já de 2018) a uma distância sensivelmente igual à do asteroide anterior. A 2017 QL33 sendo-lhe atribuído o Código 4 e a 2017 YU1 (com maior aproximação à Terra) o Código 7 (numa escala de 0 a 9 indicando o grau de incerteza no cálculo das suas órbitas).

 

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E no dia 1 de Janeiro de 2018 a Terra terá o seu PHA

(passando por perto sem problema)

 

E para o início do próximo ano e com encontro já programado para o 1º Dia de 2018 (logo uma segunda-feira habitualmente início de mais uma semana de trabalho) chegando o asteroide 2017 YD (tendo passado o seu periélio antes do dia de Natal a cerca de 150 milhões de Km do Sol) com um período orbital de 1,75 anos e (nesta passagem de 2017 para 2018) anunciando o ANO NOVO (tranquilo no que nos toca com o objeto passando a quase 10 milhões de Km de distância); de qualquer forma sendo-lhe atribuído o Código 8 (o de maior incerteza orbital). Anunciando-se desde já a passagem de um asteroide bem maior já no início de Fevereiro (de 2018) passando a pouco mais de 5 milhões de Km da Terra (à velocidade de 34Km/s bem maior que os outros três) e de diâmetro muito próximo dos 700 metros (período = 1,6 anos). Como se pode constatar com nenhum destes objetos a constituírem perigo para a Terra, deixando-nos assim tranquilos para mais uma Passagem de Ano deste século XXI.

 

(imagem: express.co.uk/GETTY)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:35
Terça-feira, 28 DE Novembro DE 2017

O Monstro de 5 Km de Diâmetro

Um asteroide como o 3200 PHAETHON ao embater na Terra provocaria uma explosão com uma energia cinética equivalente a 10 milhões de megatoneladas de TNT, uma cratera podendo atingir 100Km de diâmetro, quedas de material resultante do impacto podendo atingir os 1100Km de distância, um impacto regional ainda muito mais vasto (nuns 5000Km de raio), sismos/furacões/tsunamis a nível global, tudo num cenário generalizado de grande catástrofe complementada pelos efeitos imediatos (e extremamente nocivos) nos céus/na atmosfera/na camada de ozono, podendo provocar um dramático efeito de estufa e levar à extinção de plantas e de animais (e logicamente até do Homem).

 

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O asteroide 3200 Phaethon cruzando as órbitas de Mercúrio, Vénus, Terra e Marte

 

Mais um asteroide de enormes dimensões (um monstro de mais de 5Km de diâmetro) passará no próximo dia 17 de Dezembro (um Domingo) a cerca de 10 milhões de Km da Terra: um asteroide observado pela 1ª vez há mais de 40 anos (o seu período é de cerca de 40,29 anos) e conhecido como 3200 PHAETHON (1983TV). Um asteroide Apollo cruzando as órbitas de planetas como Mercúrio, Vénus, Terra e Marte.

 

Dadas as suas dimensões (o que significaria um impacto de um calhau deste tamanho com a Terra) e a sua passagem nas proximidades da Terra (depois da Lua o corpo celeste a 17 de Dezembro circulando mais perto do nosso planeta) ‒ e sabendo-se que numa das aproximações que se seguem (lá para 2093) passará a apenas uns 3 milhões de Km da Terra ‒ suscitando alguns receios pela sua presença e passagem (perto de nós).

 

Um asteroide já anteriormente considerado um cometa (com a observação de poeiras acompanhando o corpo celeste), eventualmente emitindo um brilho suficiente para ser visto da Terra utilizando um pequeno telescópio e no seu periélio (ponto de maior aproximação à nossa estrela) localizando-se a quase 21 milhões de Km do Sol (e deslocando-se a uma velocidade média de 20Km/s).

 

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Com Zeus a ter que intervir para salvar a Terra do semideus Phaethon

 

Com Sites como o ufosighthingshotspot.blogsopt.pt a associar (entendendo-se a ligação) a passagem do asteroide (anteriormente possível cometa) com o nome ao mesmo atribuído ‒ PHAETHON ‒ um semideus grego que tendo pedido emprestado a Carruagem do Sol ao seu pai o Deus HELIOS, não conseguindo controlar os cavalos (puxando a carruagem) e quase incendiando a Terra (à sua passagem descontrolada), obrigou ZEUS a matá-lo de modo a salvar o planeta.

 

E no entanto com Sites como o spaceweather.com na sua seção de NEAR ERTH ASTEROIDS (associado ao JPL/nasa.gov) ‒ especializados na deteção de objetos circulando nas proximidades da Terra ‒ a não darem nenhum relevo particular à passagem do asteroide 3200 PHAETHON, ignorando-o na tabela (publicada em spaceweather.com) e apenas mencionando (para 17) o objeto 2017 VT14 (de d=105m e passando a menos de 1500 milhões de Km da Terra).

 

(imagens: wikipedia.org e dailymail.co.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:24
Quarta-feira, 15 DE Novembro DE 2017

Mais um Asteroide (sem Avisar) a Menos de 1 LD

Sendo o 47º asteroide a passar a menos de 1 LD (384 401 Km) do nosso planeta (a Terra) desde o início deste ano (de 2017) ‒ uma média ligeiramente superior a 1 asteroide/semana ‒ o corpo celeste 2017 VL2 (um asteroide do grupo Apollo) passou no passado dia 9 de Novembro a pouco mais de 118 000Km (0,31 LD) da Terra:

 

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Figura 1

O asteroide 2017 VL2 ainda a 330 000Km da Terra

(descoberta no dia anterior à sua passagem próximo da Terra)

 

Tendo este asteroide a particularidade (além de ser um dos maiores ‒ 16/32 metros ‒ passando a menos de 1 LD) de só ter sido descoberto no dia anterior ao da sua passagem/dia 8 (no ponto de maior aproximação ao nosso planeta) e de em caso de um possível impacto, nem sequer haver tempo suficiente para qualquer tipo de reação (eficaz).

 

E sabendo-se como alguns destes asteroides têm sido descobertos no próprio dia ou mesmo após a sua passagem (devido entre outros aspetos a surgirem inesperadamente do outro lado do Sol, à sua reduzida dimensão ou à falta de equipamentos apropriados para a sua deteção) e ainda conhecendo-se os efeitos que um outro asteroide menor provocou (meteoro de Cheliabinsk com cerca de 17 metros no ano de 2013) ao entrar na atmosfera terrestre (1200 feridos devido à onda de choque que se seguiu à sua explosão/desintegração), tendo-se que concluir que a manter-se o atual cenário de previsão/prevenção deste tipo de Eventos (englobando todos os objetos movimentando-se perto da Terra ‒ ou não) um dia tal como Obélix temia “O Céu poderá cair sobre as nossas Cabeças”.

 

2017-1-ld.png

Figura 2

Eastern Intelligence Space & Survival CO

(eissco.co.uk)

 

Mantendo-se a média (até ao final deste ano) ainda podendo aparecer (no mínimo) uns outros 7 asteroides (detetados a tempo ou não) ‒ dando naturalmente que pensar: já que há cerca de 2 000 anos anunciando o nascimento de Jesus, um Evento (dirigindo os três reis Magos até ao berço do Menino) ocorreu no Céu, com o aparecimento da Estrela de Belém (dirigindo os três reis Magos até ao berço) sobre a região de Belém na Judeia.

 

Podendo ser um cometa (porque não um pequeno asteroide entrando na atmosfera), o aparecimento de uma Supernova ou até uma conjugação de astros, dando no Céu uma ilusão (momentânea) de estarmos perante uma estrela ‒ mas nada de comparável (felizmente) com um cenário extremo como a que levou à Extinção dos Dinossauros.

 

Mas felizmente sem nada previsto (para já), senão e como sempre (falando dos tempos recentes) a chegada do Pai Natal.

 

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Figura 3

JPL Solar System Dynamics

(nasa.gov)

 

[Na informação recentemente fornecida pela NASA (JPL Small-Body Database Browser) com o asteroide 2017 VL2 a ser observado pela 1ª vez a 10 de Novembro (um dia depois e não um dia antes como inicialmente anunciado) e com a sua órbita a ser definida apenas a 13 de Novembro ‒ e assim com o mesmo a passar no seu ponto de maior aproximação (à Terra) antes das duas datas anteriores a 9 de Novembro.]

 

[Na Figura 2 cada mês é referido a um par de letras (cada um delas representando uma quinzena); por exemplo com o 1º mês/Janeiro referido a A/B, o 2º mês/Fevereiro a C/D, etc.]

 

(imagens: The Watchers ‒ nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:09
Terça-feira, 07 DE Novembro DE 2017

Em Rota de Colisão com a Terra

“Though too small to earn the distinction of "planet", asteroids and comets loom large in literature and folklore. The reason is clear: one of the chunky rocks or icy mud balls will eventually slam into Earth and change the planet irreversibly. Such an impact 65 million years ago is widely believed to have killed off the dinosaurs.” (nationalgeographic.com)

 

Com a Terra a ser diariamente circundada por pequenos, médios e grandes objetos atravessando o Sistema Solar e fazendo a sua visita cerimonial e periódica ao Sol (ou não fosse a nossa estrela a principal referência deste Sistema Planetário), uma das principais preocupações induzidas pela sua passagem no caso (sempre possível) de interferirem com as condições atuais do nosso Ecossistema (Terrestre), reside no facto de se saber o que fazer quando chegar o dia em que se certificar (com toda a certeza) a concretização de um próximo impacto com o nosso planeta: sabendo nós o que sucedeu com os Dinossauros (a espécie então dominante, na atualidade podendo-se comparar ao Homem) quando um desses objetos colidiu com a Terra (há uns 60 milhões de anos) provocando um Evento Global ao Nível da Extinção ‒ e como tal extinguindo a Espécie Dominante os Dinossauros. E até com um menor impacto (mas servindo de aviso e de alerta para outras circunstâncias e consequências mais gravosas) com o recente caso do Meteoro de Cheliavinsk, um objeto com menos de 20 metros de diâmetro que ao entrar na atmosfera terrestre (sobre a Rússia, numa trajetória baixa e a mais de 100.000Km/h) acabou por explodir (e desintegrar-se a cerca de 30/50Km de altitude) originando uma violenta onda de choque atingindo o solo e provocando 1200 feridos e muitos danos material.

 

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Asteroide 2012 TC4 passando a cerca de 50.000Km da Terra

(a 12 de Outubro de 2017)

 

E com tantos objetos atravessando o Sistema Solar oriundos do seu Interior, das suas Periferias ou mesmo para lá das últimas e ainda não muito bem definidas Fronteiras (deste Sistema visto como uma Célula, integrando um Organismo Vivo e Eletromagnético), sendo natural a preocupação do Homem com o movimento destes Viajantes (muitos deles conhecidos outros surpreendendo), uns passando bem longe, outros a meio caminho e outros mais curiosos (os mais perigosos) dando a voltinha junto ao Sol e aproveitando para espreitar o Espaço em seu redor: por vezes sendo tal o interesse e a proximidade que o Choque é inevitável (dando-se aí o Impacto). Com as consequências de um tipo de impacto como o atrás referido (Terra/Objeto) a dependerem de diversos fatores, desde a dimensão do mesmo, à sua densidade, velocidade, ângulo de entrada e até local de impacto (no mar ou em terra, numa zona deserta ou habitada). Sendo os mais conhecidos (entre outros) as Estrelas Cadentes (que tantas vezes vemos nos céus limpos e noturnos de Verão), os Meteoros, os Asteroides e os Cometas. Hoje dia 5 de Novembro de 2017 estando prevista a passagem de mais 4 asteroides nas proximidades da Terra (passando entre 1.700.000Km/6.500.000Km do nosso planeta) já depois de um outro ter passado a cerca de 230.000Km (a 30 de Outubro) e de a 25 de Outubro termos sido visitados por um cometa. No dia 17 de Novembro estando ainda prevista a passagem de um maior asteroide (neste mês até essa data) o 444854, tendo mais de 300 metros de diâmetro e passando a 6.000.000Km da Terra.

 

E se quanto aos asteroides não se prevê que nos anos mais próximos nenhum deles venha a colidir com a Terra (pelo menos os de grande ou média dimensão mais facilmente detetáveis), existem algumas exceções que deveremos tomar sempre em consideração: sendo o caso dos objetos de mais pequenas dimensões ou daqueles que nos possam surpreender vindo do lado de lá do Sol (aí temporariamente escondidos) ‒ muitos deles sendo apenas detetados pouco tempo antes da sua passagem (no ponto de maior aproximação ao nosso planeta), ou ainda pior no próprio momento, ou mesmo depois (existindo um impacto só tendo conhecimento no Momento). Algo que tem sucedido cada vez com maior frequência e que inevitavelmente levará os interessados a elaborarem (obrigatoriamente) outras estratégias de intervenção imediata e eficaz (que poderão ser para o Homem de sobrevivência). Quanto ao Cometa aproveitando para falar dele como um dos viajantes/visitantes induzindo ao Homem mais medo e mais receio (desde há muitos séculos no passado) ‒ e tal como os Asteroides sugerindo Apocalipses, Fins-do-Mundo e Extinção. No caso do Asteroide orientando a nossa atenção (do Homem) para os planos da NASA para nos proteger destes objetos (e à Terra) ‒ utilizando o asteroide 2012 TC4 ‒ e no caso do cometa aproveitando uma nova visita do cometa 96P.

 

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O cometa 96P na sua trajetória de aproximação em torno do Sol

(a 25 de Outubro de 2017)

 

No caso do asteroide 2012 TC4 (com um período orbital de 5,05 anos) um pequeno objeto de cerca de 15 metros de dimensão e tendo passado a 12 de Outubro deste ano a pouco mais de 50.000Km da Terra, com a NASA a utilizar o mesmo para testar a hipótese, perigo e possível impacto de um objeto similar (ou maior) com a Terra, de modo a utilizando tecnologia inovadora, diversificada e rapidamente acessível, tentar dar uma resposta imediata e eficaz à ocorrência de um Evento deste tipo, previsível de ocorrer num curto/médio prazo (de um mês, de um ano, de uma década, ou pouco mais). E tal como o mencionado no artigo da RT (Divert, intercept, destroy: 4 ways NASA plans to save us from Earth-bound asteroids/rt.com) procurando todas as soluções possíveis para evitar (decisivamente) a chegada do dia em que sucederemos aos Dinossauros ‒ hoje com o Homem a ter acesso a tecnologia nunca acessível aos nossos Antepassados: como o Raio Trator de Gravidade ou o Raio Laser, ou então com um Impacto Cinético ou então Nuclear.

 

Já no que concerne ao cometa 96P (descoberto há 31 anos pelo astrónomo amador Donald Machholz) sendo nestes últimos dias notícia (nos Meios Científicos Internacionais) dada a sua recente visita ao Sol (periélio a 27 de Outubro) num trajeto observado e registado pelas câmaras da missão SOHO (um observatório solar): no dia 25 de Outubro deste ano entrando no seu campo de observação (das câmaras SOHO), após o cumprimento por parte do cometa 96P de mais um trajeto orbital em torno do Sol, executado num período de tempo de 5,28 anos por um calhau (com núcleo, cabeleira e cauda) com uma dimensão estimada de quase 6,5Km ‒ pela sua composição muito previsível e originalmente oriundo do Espaço Extrassolar (e posteriormente cumprindo um trajeto orbital em torno do Sol, apresentando como periélio um ponto no interior da órbita de Mercúrio e como afélio um ponto exterior à orbita de Júpiter). Depois da última passagem de 96P em 2012, repetindo-se o acontecimento em 2017 e correndo tudo como de costume reaparecendo em 2022 ‒ ou não fosse um dos cometas mais observado até pela sua menor distância (alcançada no seu periélio com uns 18,5 milhões de Km) ao Sol e obviamente à Terra. E entre Asteroides e Cometas e outros Viajantes do Espaço (incluindo neles a Terra) tendo que estar sempre atento (mais vale prevenir do que remediar) até para uma possível Visita (de um Objeto ou de um Sujeito), Invasão ou Redireccionamento (tal como aqui já acontece).

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:27
Quarta-feira, 27 DE Setembro DE 2017

O Meteorito do Arizona

“Meteorite: a rock that has fallen to Earth from outer space.”

(nasa.gov)

 

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 Bola de Fogo explode sobre o Arizona

(24.09.2017)

 

Mais uma Bola de Fogo detetada nos céus noturnos dos EUA, neste episódio atravessando o sul do Arizona pelas 03:32 UTC do dia 24 de Setembro e segundo testemunhas ao atravessar a atmosfera terrestre acabando por explodir e desintegrar-se (com o acontecimento a durar 12 segundos) ‒ uma bola brilhante movimentando-se na atmosfera, acabando por desintegrar-se e por emitir um estrondo sonoro, sendo o mesmo registado em sismógrafos localizados na proximidade de Tucson.

 

Segundo a NASA e a sua equipa de observação de Meteoros (Nasa Meteor Watch), com o objeto a entrar na atmosfera terrestre a uma altitude de 80.000 metros ‒ sobre o deserto a sudoeste de Tucson e a uma V = 150Km/h ‒ desintegrando-se pouco depois perto de Oracle (Arizona) a uns (agora) 32.000 metros de altitude (e devido ao BOOM sónico escutado e registado nos sismógrafos locais, podendo ter dado origem a outros meteoritos menores acabando por cair sobre o deserto).

 

No caso deste meteoro entrando na atmosfera (do nosso planeta), no seu trajeto atmosférico desintegrando-se (acabando por explodir devido à ação erosiva dos constituintes atmosféricos) e como consequência provocando um estrondo sonoro (através da propagação das ondas de choque sendo registado nos sismógrafos), podendo-se tratar este objeto como um pequeno fragmento de um asteroide, com cerca de 45Kg e a dimensão de apenas uns 30cm (do comprimento de um pé).

 

arizona-fireball-september-24-2017-heatmap.jpg

 Área de visualização da Bola de Fogo

(e direção de deslocação)

 

De tudo isto (o asteroide vindo do espaço que deu origem ao fragmento e a Bola de Fogo daí resultante ao entrar na nossa atmosfera) concluindo-se que se um fragmento de tão diminutas dimensões (30cm) pode dar origem a um cenário como o verificado a 24 de Setembro no Arizona (explosão, estrondo sonoro, registo sismográfico e possíveis mas irrelevantes impactos) ‒ e nem sequer se analisando outras características importantes do objeto como a sua densidade ‒ um outro objeto um pouco maior, provavelmente com maior densidade, com uma velocidade mais elevada e um determinado ângulo de entrada (entre o oblíquo e o perpendicular), poderia ter como efeito não a mera observação de um Evento banal, mas a vivência ao vivo e em direto de um outro Evento potencialmente catastrófico.

 

Recordando os dois mais conhecidos impactos da nossa História mais recente (o incidente de TUNGUSKA em 1908 e o meteoro de CHELIABINSK em 2013 por acaso ambos ocorridos na Rússia), no caso do objeto de Tunguska com uma dimensão estimada entre 50/100 metros (3333 X Meteorito do Arizona) e no caso da Bola de Fogo de Cheliavinsk andando pelos 17 metros (566 X Meteoro do Arizona). O que nos diz que se os objetos como o meteorito de 24 podem significar o usufruto de um cenário espetacular ao atravessarem a atmosfera terrestre no período noturno (quem já não viu em Portugal e no Verão o espetáculo das estrelas cadentes), sendo um pouco maior e por ventura mais densos tudo se poderá alterar.

 

E se as colisões entre objetos de grandes dimensões (digamos 1000 metros) e a Terra são pouco frequentes (talvez de 500.000 em 500.000 anos), já noutras colisões e nela intervindo objetos com menores dimensões, poderão aparecer mais impactos (com a Terra) numa razão de 1/ano se a dimensão for de 4 metros ou de 1/5 anos se for 7 metros (neste último caso equiparando-se à energia cinética libertada pela bomba atómica de Hiroshima). Falando ainda de outros corpos celestes como o de Cheliavinsk (com quase 20 metros de diâmetro e fazendo parte dos objetos que eventualmente só atingem a Terra 2X cada 100 anos) com o mesmo a ter uma resposta bem mais poderosa ao entrar na atmosfera e ao explodir (próximo de uma região povoada) provocando uma libertação de energia mais de 30 X superior à de Hiroshima (originando uma violenta onda de choque provocando danos materiais e cerca de 1200 feridos).

 

(imagens: NASA e AMS)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:48
Quinta-feira, 21 DE Setembro DE 2017

Asteroide 2017 SR2

Um asteroide descoberto ontem e com a sua trajetória também definida ontem, passou também ontem a pouco mais de 90.000Km de nós (também ontem sendo o segundo).

 

Asteroid 2017 SR2 to flyby Earth at 0.24 LD on September 20, second of the day

(watchers.news)

 

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Reportando-nos aos viajantes alienígenas (logicamente não sendo humanos) que por mais vezes nos visitam, temos que reconhecer que localizados num dos imensos braços que constituem a nossa galáxia (Via Láctea), dificilmente alguma entidade por vontade própria ou acidentalmente nos tomará como alvo (Homem) e se dirigirá para cá: habitando uma galáxia pequena, em rota de colisão com outra (Andrómeda), num sistema microscópico (Sistema Solar) e num planeta completamente invisível (Terra).

 

A newly discovered asteroid designated 2017 SR2 will flyby Earth at a very close distance of 0.24 LD (~92 160 km / 57 265 miles) at 20:29 UTC on September 20, 2017. This is the second known near-Earth asteroid to flyby Earth at a distance of 1 LD today, the third within the past 7 days and the 31st since the start of the year.

(watchers.news)

 

E se nesse campo as perspetivas de visitas futuras por parte de entidades alienígenas parecem ser cada vez mais remotas (afastando-se de nós pelo menos temporariamente a possibilidade de contacto direto com vida orgânica), por outro lado a possibilidade de outro tipo de contactos não intervindo diretamente com interligações biológicas mas podendo suscitá-las assim como introduzi-las (um corpo pode ser o corpo de outro), pode revelar outros mundos de base sólida e mineral assim como berço de vida.

 

The closest one (2017 GM) flew past Earth at just 0.04 LD (~15 360 / 9 544 miles) on April 4. Its estimated diameter is between 2.8 and 6.3 m (9 and 20 feet). The largest so far was 2017 QP1 with an estimated diameter of 37 to 83 m (121 to 272 feet). It flew past Earth at 0.16 LD (~61 440 km / 38 177 miles) on August 14.

(watchers.news)

 

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Com alguns desses viajantes cumprindo o seu trajeto periódico e justificativo (cumprindo a sua missão específica no interior do Sistema e desse modo efetuando a sua manutenção) e atravessando (e movimentando-se por) todo o Sistema Solar, espalhando por todo esse conjunto (e estrutura) uma mensagem codificada de Vida preservada e transportada (em pequenos módulos no seu interior) e posteriormente e talvez de uma forma aleatória disseminada (talvez por acaso talvez por necessidade) num centro nevrálgico do Sistema Solar (pelo menos no que nos diz respeito e à nossa preservação como espécie inteligente e organizada ou seja dominante, evolutiva e sendo capaz de se estender no Espaço (pelo menos teoricamente) aproveitando um parâmetro para nós um pouco misterioso e abstrato (apesar de decisivo por limitar a nossa existência) a passagem do Tempo.

 

Nesses objetos integrando-se os cometas e de uma forma mais consistente (e interventiva na concretização do desígnio) outros corpos celestes, uns maiores e outros menores, com diferentes formas e texturas, constituição, massa e velocidade, órbita e período solar e podendo ser originários de locais mais ou menos distantes (mas existindo no interior do Sistema) sendo cientificamente conhecidos como meteoros (e meteoritos) e asteroides: com os asteroides a ser particularmente os mais interessantes (até na perspetiva prioritária de preservação da nossa segurança) dada a sua passagem, problemas dessa proximidade e até de um possível impacto.

 

Any asteroid falling from the sky would have a tremendous amount of energy. In 2028, the asteroid 1997XF11 will come extremely close to Earth but will miss the planet. If something were to change and it did hit Earth, what you would have is a mile-wide asteroid striking the planet's surface at about 30,000 mph. An asteroid that big traveling at that speed has the energy roughly equal to a 1 million megaton bomb. It's very likely that an asteroid like this would wipe out most of the life on the planet.

(Marshall Brain/ howstuffworks.com)

 

A1.jpg

 

Preocupando-nos neste último caso quando nem sequer há aviso (prévio) da sua eminente chegada, com estes objetos circulando a grande velocidade na nossa direção e só sendo detetados aquando ou mesmo depois da sua passagem (nas proximidades da Terra) fazendo-lhe uma tangente ou mesmo uma secante: sendo neste último caso exemplos o Evento de Tunguska (1908) e (mais recentemente e com menores consequências) o Evento de Cheliavinsk (2013).

 

Num só dia com dois asteroides a passarem a uma distância da Terra menor que a distância ao corpo celeste localizado mais perto de nós e por sinal (apesar de todas as nossas limitações) já visitado pelo Homem (a Lua situada a pouco mais de 384.000Km), um deles 2017 SM2 passando a 0.8LD (mais de 300.000Km) o seguinte 2017 SR2 a 0.2LD (mais de 75.000Km): dois pequenos objetos (12 e 7 metros respetivamente) deslocando-se a uma velocidade de 8.5 e 10Km/s e descobertos e com as órbitas definidas no dia da sua própria passagem (20 de Setembro) ‒ pouco antes, durante ou mesmo depois dessa mesma passagem.

 

Sendo o asteroide 2017 SR2 o 2º a passar ontem (num dia e depois do 1º o asteroide 2017 SM2), o 3º numa semana e o 31º desde o início de 2017 ‒ a passar a menos de 1LD de distância da Terra (uma ninharia de distância dada a dimensão do Sistema Solar, para já não falar da Galáxia/Via Láctea ou então do Universo): com 31 asteroides registados desde o início de 2017 a uma média bem próxima de 1 asteroide/semana (mais rigorosamente 0.825), sugerindo-se que num ano e nas suas 52 semanas (365/6 dias) cada vez são maiores as hipóteses de um dia (destes) um deles embater ‒ e depois logo se vê (mas esperando ser pequeno). Talvez em cada semana com uma percentagem de 2% de existir um impacto (como assim faltando percorrer 28% do ano).

 

(imagens: Andrzej Wojcicki/Getty Images/Science Photo Library RF e science.howstuffworks.com/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:41
Segunda-feira, 04 DE Setembro DE 2017

O Gigantesco Florence Não Teve Impacto Na Terra

Um asteroide como Florence (suponhamos com uns 5Km) colidindo com a Terra (um Grande Evento), regista-se no mínimo cada 10 milhões de anos:

 

Originando uma cratera com mais de 100Km (de diâmetro), provocando tempestades globais (sismos, erupções, furacões, tsunamis), passando todo o dia a ser noite (devido às poeiras intensas suspensas no ar), originando chuvas ácidas (durante meses), a destruição total da camada de ozono (durante anos) e finalmente a paragem da fotossíntese e a extinção de muitas espécies (fauna, flora, podendo incluir o Homem).

 

OpulentConstantInganue.jpg

 Um asteroide com mais de 5000 metros de diâmetro

(na imagem ainda a caminho)

Passou esta sexta-feira a umas insignificantes 0,047 UA da Terra

(a uma v = 13,5Km/s)

 

Tal como prometido um enorme asteroide ‒ 3122 FLORENCE ‒ de dimensão entre 4 e 9 quilómetros passou hoje (na realidade no dia 1) pelas 12:06 UTC a cerca de 7 milhões de Km do planeta Terra (aproximadamente 18 viagens entre a Terra e a Lua): o primeiro asteroide destas dimensões a passar tão próximo do nosso planeta, num período de quase 100 anos.

 

Um corpo celeste apesar da sua grande dimensão não sendo visível a olho nu, mas sendo possível de observar já desde o fim de Agosto utilizando um telescópio. Possuindo um período de rotação de quase 2,4 horas e cumprindo a sua órbita em torno do Sol em menos de 40 anos (e com o nome a ser atribuído em memória de Florence Nightingale).

 

No contexto das características já conhecidas sobre este corpo celeste (descoberto em 1981) e segundo os cientistas, não existindo nenhum perigo de colisão futura (com a Terra) pelo menos durante os próximos séculos: e com a próxima maior aproximação a verificar-se de novo daqui a 40 anos, mais precisamente a 2 de Setembro de 2057 pelas 00:41 UTC.

 

(imagem: gfycat.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:17
Terça-feira, 08 DE Agosto DE 2017

Outubro ‒ O mês do Duplo Impacto

Probabilidade de Impacto ≠ 0

 

Nem 15 dias passados sobre as Eleições Autárquicas deste ano em Portugal (1 de Outubro) existe o perigo de um asteroide2012 TC4atingir o planeta Terra (sendo Portugal uma das hipóteses).

 

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Asteroide 2012 TC4

Numa tangente à Terra?

 

Segundo cientistas da agência espacial norte-americana NASA estudando a movimentação no Espaço de objetos circulando nas proximidades do nosso planeta, um asteroide de dimensões provavelmente muito semelhantes às do meteoro de CHELIABINSK (17 metros) passará no próximo dia 12 de Outubro a cerca de 45.000Km da Terra: tendo passado pela última vez nas suas proximidades no ano de 2012 (período orbital de quase 5 anos) a cerca de 280.000Km de distância (outros afirmam apenas 1/3 dessa distância ou seja 95.000Km) e estimando-se com um tamanho compreendido entre 10 e 40 metros.

 

Movimentando-nos num Conjunto cada vez mais fechado e tendencialmente concentrado num único ponto (e no seu/nosso destino) ‒ e simultaneamente condicionados pelos parâmetros até agora disponíveis por propostos ‒ numa determinada referência Explodiremos (sendo expulsos e expandindo-nos num Universo Coincidente) ou então Implodiremos (sendo sugados e expandindo-nos num Universo Paralelo).

 

Dentro de menos de 2 meses fazendo uma nova aproximação ao planeta Terra (e atingindo o seu periélio por meados de Novembro) passando a uma distância de nós talvez menor que 35.000Km (1/3 do estimado) ou até mesmo fazendo uma tangente ou até mesmo uma secante ao planeta ‒ neste último caso sendo o exemplo o Evento recentemente ocorrido na Rússia (há quatro anos e meio) com um corpo celeste a explodir na atmosfera e a desintegrar-se, provocando uma violenta onda de choque (grandes danos materiais e cerca de 1500 feridos) com alguns dos seus fragmentos a embaterem no solo (fazendo-nos recordar o Evento de Tunguska ocorrido há 90 anos e em tudo semelhante).

 

Seja qual for a direção e a profundidade relacionando matéria e energia (deslocada), com esse intercâmbio tendo como base fenómenos eletromagnéticos intrínsecos a qualquer tipo de conjunto (vivo e dinâmico), a ser o resultado logico da evolução sucessivamente replicada (e adaptada) de qualquer Conjunto (mesmo que vazio) evoluindo ciclicamente entre o Caos e a Ordem.

 

Estimando-se segundo vários cálculos efetuados por esses mesmos cientistas (da NASA e outros) não haver hipótese de impacto entre a Terra e esse asteroide, mas tal podendo ocorrer não ultrapassando sequer 0,00055% das hipóteses ‒ e mesmo assim incomodando por ser ≠ de Zero.

 

(imagem: Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:59

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