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Segunda-feira, 26 DE Junho DE 2017

Média/ISIS USA

Todos querem eliminar TRUMP

 

Depois dos Média norte-americanos já terem tentado por imensas vezes, das mais variadas formas e no interior do seu próprio território, eliminar o Presidente recentemente eleito pelos seus cidadãos ‒ para já além de o insultar, agredindo-o, esfaqueando-o, decapitando-o, no fundo assassinando-o mas só no seu Imaginário ‒ eis os terroristas do ISIS/Estado Islâmico talvez sentindo-se convidados se juntam agora à Festa.

 

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“Authors of the website Cryptosphere, which tracks hackers worldwide, have detailed dozens, if not hundreds, of similar attacks in recent years by Team System DZ, which they called a "pro-ISIS hacker crew" based in Algeria.”

(Andrew Griffin/independente.co.uk)

 

Aproveitando no seu próprio interesse e benefício (de desenvolvimento e de expansão) a estratégia adotada pelos derrotados das últimas eleições Presidenciais realizadas nos EUA (a 8 de Novembro de 2016 e elegendo o Republicano Donald Trump como o Presidente para o período 2017/2021), um grupo de Hackers apoiantes dos terroristas do ISIS (Estado Islâmico) conseguiram infiltrar-se recentemente em diversos Sites Governamentais norte-americanos, deixando aí diversas mensagens e ameaças dirigidas ao Governo de Donald Trump.

 

Team System DZ

“You will be held accountable Trump, you and all your people for every drop of blood flowing in Muslim countries”

“I love the Islamic State”

(Mensagem dos Hackers pró-ISIS/independente.co.uk)

 

Utilizando o clima de ameaças e de violência (entre Democratas e Republicanos) que hoje mais do que nunca nos demonstra a situação caótica e por vezes mesmo dramática em que vive toda a Administração Norte-Americana (quando chamada a servir os seus cidadãos/sem instrumentos de intervenção, nada fazendo ‒ dado os serviços essenciais estarem todos maioritariamente privatizados/no fundo concessionados e não sendo a tudo obrigados) para aproveitando a Onda do Momento e surfando na sua Crista cada vez mais exposta e extensa, se infiltrarem (os terroristas) no interior do Sistema danificando-o e tentando-o fazer explodir ‒ mas por dentro (implodir) ‒ levando-o finalmente a desabar, a esmagar e a matar os seus inimigos e infiéis sobre as toneladas de escombros.

 

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"All affected servers have been taken offline and we are investigating how these hackers were able to deface these websites. We also are working with law enforcement to better understand what happened."

(Tom Hoyt ‒ Departamento dos Serviços Administrativos do Ohio/independente.co.uk)

 

Uma consequência óbvia e por todos mais que esperada (por muitos desejada) depois de meses e meses duma campanha persistente e extremamente tóxica tentando envenenar todo o clima político, económico e social norte-americano (e por reflexo mundial), no final resultando na inesperada vitória do milionário e Republicano Donald Trump derrotando contra todas as expetativas o Presidente aparentemente já eleito e prometido (antecipadamente) a Democrata Hillary Clinton ‒ o que não sucedeu em Novembro, colocando a América em polvorosa, mais de meio ano depois. Com a História de opereta, anedótica e insultuosa (como se fossemos todos estúpidos) dos Russos. E acima de tudo deixando-nos perplexos com as atitudes do Partido Democrático ‒ já que achávamos todos (tínhamos a esperança desde Obama apesar de tudo o que não fez) serem melhores que os Republicanos: mas sendo também revanchistas, face à perda do poder, mesmo podendo destruir a América.

 

(imagens: BuzzFeed News e Tyler Shields/Daily Mail)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:49
Segunda-feira, 19 DE Junho DE 2017

O Míssil Balístico do Irão

Iran Fires Mid-Range Missiles at ISIS in Eastern Syria

(Hana Levi Julian - 19.06.2017)

 

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Míssil balístico de médio-alcance utilizado pelo Irão

(supondo-se terem lançado 6)

 

Numa mensagem simultaneamente dirigida aos EUA e a todos os países da região colocados sob a sua proteção (Arábia Saudita, restantes Países do Golfo ‒ eventualmente excluindo o Qatar ‒ e Israel), informando-os do seu poder e do respeito que todos deviam ter para com a defesa da soberania do seu território (e dos seus interesses económicos) como potência regional que já é.

 

Como resposta ao ataque dos terroristas do ISIS/Estado Islâmico levado a cabo no passado dia 7 de Junho na capital do Irão ‒ com dois atentados no mesmo dia um no Parlamento Iraniano e outro no Santuário sagrado de Imam Khomeini (ambos em Teerão) a provocarem 18 mortos e 52 feridos (sendo um deles um Parlamentar) ‒ os responsáveis militares iranianos informaram terem lançado ontem de uma base situada na parte ocidental do Irão vários mísseis na direção de instalações dos terroristas do ISIS situadas no leste Síria (e transitando entre os conflitos no Iraque e na Síria), segundo os mesmos aí instalada (na cidade de Deir ez-Zour) como um posto de Comando Central dos terroristas e desempenhando entre outras funções a preparação de veículos para ataques suicidas.

 

Pela distância a percorrer entre o Irão e a Síria (passando sobre o Iraque) tratando-se de um míssil balístico com alcance em torno dos 500Km e nesse caso podendo-se estar perante um dos seus mísseis considerados operacionais como será o caso do modelo Shahab 2 (com o Irão a possuir mísseis balísticos com um alcance máximo de cerca de 2.500Km ‒ o míssil cruzeiro Soumar considerado também operacional); no entanto e segundo o site iransview.com podendo-se tratar na realidade de mísseis do tipo Zulfiqar com um alcance de 750Km. Uma operação militar que terá tido sucesso com todos os mísseis a atingirem o alvo e a destruírem a base dos terroristas do Estado Islâmico (segundo as autoridades iranianas): um ponto estratégico nas vias de comunicação entre os dois países em Guerra Civil (Iraque e Síria) e envolvidos numa luta sem quartel contra os militantes do ISIS/ISIL (responsáveis pela perpetuação do caos na região e continuando a ser financiados pelo seu maior apoiante a Arábia Saudita), agora destruído pela coligação pró-regime Síria/Rússia/Irão/Turquia contra os desejos óbvios de toda a oposição ao regime sírio (ainda no poder) apoiada pela Arábia Saudita/EUA/Israel/ISIS.

 

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Um dos mísseis iranianos atingindo em cheio instalações do ISIS

(localizadas na cidade síria de Deir-ez Zour)

 

Deixando-nos aqui a pensar quais serão os planos mesmo a curto-prazo de um qualquer tipo de intervenção a ser lavada a cabo por parte dos EUA na região do Golfo Pérsico (não diretamente), sabendo-se de antemão que o seu grande aliado é a Arábia Saudita (agora a rebentar de armas graças a contratos de biliões) e o seu principal inimigo o Irão (apoiado pela Rússia). Uma nova Guerra do Golfo pondo todo o leste da Europa em polvorosa (próxima como está da Turquia), talvez alastrando para zonas Mediterrânicas do norte de África (como já acontece no Iémen podendo alastrar a vizinhos), colocando em sentido a Rússia (um dos vizinhos mais próximos e sujeita a atentados) e deixando a China surpresa (já que só pensa em dinheiro) e a UN mais uma vez inativa (com Guterres a cumprir com a tradição).

 

Com os EUA na poltrona a vender e também a receber (como única super potência global baseada na moeda e na bala) ‒ mas obviamente com os outros a não serem melhores e sendo preferível estarmos bem preparados.

 

[Ainda há poucas horas a ser a comunidade muçulmana em Londres a ser envolvida num incidente talvez sem significado político (andam por aí muitos malucos alguns deles diagnosticados) fazendo rejubilar os extremistas (da direita inglesa) e também os terroristas (do Estado Islâmico) ‒ e provocando 1 morto e 10 feridos, mesmo não sendo um ato terrorista.]

 

(imagem e dados: ali javid YouTube/iransview.com e jewishpress.com/csis.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:31
Quinta-feira, 20 DE Abril DE 2017

What is Egypt facing?

Para se perceber um pouco melhor o aparecimento do ISIS/Estado Islâmico, a partir de um artigo escrito por um não revolucionário, talvez conservador e/ou situacionista, mas afirmando-se evolucionista ‒ John Sjoholm (num excerto do seu artigo The Shifting Sands of the Dictator):

 

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Cairo - Egito - Tahrir Square - Manifestação de protesto

(Janeiro 2011)

 

The Shifting Sands of the Dictator

What is Egypt facing?

 

Northern Sinai has in the years following the so-called “Arab Spring” in Egypt seen an increasing number of insurgencies. Since the 2011 uprising against the Mubarak regime in Egypt, the turbulent undercurrents of instability in the Sinai Peninsula have emerged. In addition to the 2011 post-Arab Spring breakdown of the Libyan government, which drastically increased the quantity and quality of weapons smuggled into the Peninsula, the situation provided the Bedouins with a power vacuum in which they could declare their aversion towards the central government and their anti-Bedouin policies. This situation invited the inception and institutionalization of the existing, and emerging, movements that would create the new generation of terrorism in the country.

 

Democracy must be something more than two wolves and a sheep voting on what to have for dinner.”
(James Bovard)

 

What started as a Sinai-Bedouin movement against the Cairo government soon transitioned into an expression of Salafist Jihadism, with extreme violence following in its wake. The hardline militants in the region use Sinai as a safe haven and as a launching point to facilitate attacks against the Egyptian state, as well as Israel. What had traditionally been minor attacks by Bedouins against important infrastructure through the Peninsula to show displeasure and to gain political attention, turned into large scale attacks with the goal of utterly destroying the infrastructure. The Salafist movements emerging put a great deal of emphasis on disrupting, or destroying, the gas pipelines in Sinai.

 

The Sinai insurgency stems from a variety of sources. More traditional Islamist militant movements have been forced to give way to significantly more aggressive Salafist Jihadist movements. Such movements as the local variant of the ever flexible al Qaeda in Sinai Peninsula (AQSP) has lost significant ground as a result of the emergence of the even more radical Salafist Jihadist movements.

 

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Emboscada do ISIS/Estado Islâmico a forças de segurança egípcia na localidade de Al Arish

(Janeiro 2017/imagens: justpaste.it)

 

One such example is the Islamic State of Iraq and the Levant (ISIL) whose local chapter is referred to as “Sinai Province” (Wilayat Sinai). Wilayat Sinai was previously known as Ansar Beit Al-Maqdis, or Ansar Jerusalem (Supporters of Jerusalem), and focused their activities primarily on attacking Israeli positions bordering Sinai. By 2014 the group declared its affiliation with and representation of the Islamic State, as defined and led by al Baghdadi from al Raqqa in Syria, and launched a series of attacks against Army and Police checkpoints throughout the Sinai Peninsula. Reports indicate that the group stands at just under 2,000 men strong at the time of writing. The group also has a militant and political arm inside the Gaza strip operating under the name of Sheikh Omar Hadid Brigade, or al Dawla al-Islamia. Wilayat Sinai have accused the Egyptian state of being supporters of the “Zionists” in the United States and Israel. The group seeks to legitimize its actions against the Egyptian state and fellow Muslims thereof by that declaration.

 

As a result of these groups, and the power vacuum caused by the absence of the Mubarak instituted security infrastructure that kept them at bay to some extent, the Egyptian military has had a difficult time maintaining stability throughout the peninsula. This has had a detrimental effect on the essential tourism industry throughout the nation. The security situation has, in turn, spread inwards, throughout the country. This has caused the Egyptian security apparatus to go on a wide counter offensive against particular groups operating in Sinai, which has since 2015 resulted in the deaths of thousands of people. The groups themselves have retaliated by carrying out high profile attacks on ranking members of the Egyptian Military as well as increasing their attacks on infrastructure targets.

 

The insurgency began, largely, through grassroots movements inside the Sinai Bedouin tribes. This, in turn, destabilized the security situation in the peninsula to the point where other organizations, with wildly different mindsets and goals, could establish themselves. As a direct aftermath of the so-called circumstances that are largely referred to as the “Arab Spring,” the Cairo government security apparatus was to some extent withdrawn and forced to operate in a less aggressive manner. This, along with reform acts by the populist Muslim Brotherhood-led government in Cairo at the time, caused further disruption in the security arrangements in the region and resulted in an intensifying insurgency throughout the region.

 

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Barack Obama e Donald Trump recebendo Hosni Mubarak e Al-Sisi

(um em 2010 e o outro em 2017)

 

If you want a serious interrogation, you send a prisoner to Jordan. If you want them to be tortured, you send them to Syria. If you want someone to disappear – never to see them again – you send them to Egypt.”

(Robert Baer, a former CIA case officer in the Middle East)

 

Since 2013, state security forces, represented by both the army and the police, have been engaged in violent clashes with insurgents in the Peninsula, primarily with the Islamic State adhering “Sinai Province” group. In the past two years, the Egyptian counterinsurgency offensives included actions such as shelling villages under Islamist control, and mass arrests. Suspects are often detained indefinitely while extrajudicial punishment and “enhanced interrogation” methods are utilized. The majority of fighting has been in the areas of militant staging points, particularly in the areas of the cities of Sheikh Zuweid, Rafah, and al Arish. These are also the cities where the civilian population has been affected the most. It has become a nearly daily occurrence for residents to be kidnapped, or even killed, by militants because of suspicions that these civilians are affiliated with the military or security agencies. And while the Egyptian state response to the increased violence from the insurgents is to meet the insurgents with violence – there are no indicators that it is making a difference in its war.

 

This is the state that Egypt finds itself in today. It is one of many in the region with severe insurgency and destabilization concerns.

 

[John Sjoholm is Lima Charlie’s Middle East Bureau Chief, and founder of the consulting organization Erudite Group. He is a seasoned Middle East connoisseur, with a past in the Swedish Army’s Special Forces branch and the Security Contracting industry. He studied religion and languages in Sana’a, Yemen, and Cairo, Egypt. He lived and operated extensively in the Middle East between 2005-2012 as part of regional stabilizing projects, and currently resides in Jordan.]

 

(The Shifting Sands of the Dictator/April 16, 2017/John Sjoholm/limacharlienews.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:42
Terça-feira, 09 DE Agosto DE 2016

Férias sem Guerras

“Em mais um Incidente Ocasional

Que por evolução natural se metamorfoseia invariavelmente em Coincidência Acidental

(a melhor justificação para um crime perfeito)

Os terroristas do Estado Islâmico

Foram de novo reabastecidos pelo Amigo Americano.”

 

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ISIS Captures US Weapons, Equipment in Afghanistan

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(Jason Ditz/antiwar.com)

 

Enquanto a Guerra na Terra continua inacreditavelmente a proliferar e a expandir-se (dramaticamente) num caminho por nós previamente escolhido e inequivocamente caraterizado como sendo uma opção única e sem qualquer hipótese de retorno (pondo em causa a sobrevivência da própria espécie por sinal a Dominante), no Hemisfério Norte agora que usufruímos das delícias que nos propõe este há tanto esperado período da estação de Verão (em que após um ano em que fomos convidados apenas a trabalhar sem pensar, nos decidimos por rebeldia obediente nem trabalhar nem pensar), toda e qualquer informação que nos perturbe ou condicione neste tempo necessário e fundamental de relaxamento, além de Banal (o que já é o ano inteiro) tornar-se-á insuportável e porventura Ilegal.

 

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Militantes Talibã

 

Pelo que notícias chegadas em pleno mês de Agosto (precisamente quando a maioria das pessoas estão de férias, de fora das suas casas e temporariamente ausentes das suas funções quotidianas), passa estratégica e imediatamente de simples informação a pura provocação (nestes cérebros antes estáticos e paralisados e agora por efeito das temperaturas elevadas em notório sobreaquecimento): ninguém querendo saber (por favor…) do que na realidade se passa no Mundo (mesmo na nossa terra). Concluindo-se que notícias chegadas do Afeganistão indicando que os terroristas do ISIS capturaram mais armamento de origem norte-americana alegadamente enviado para outros fins e destinos, além de ser banal nesta altura cai mesmo mal.

 

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Os DRONES anti Talibã e anti ISIS

 

Temos que compreender que segundo o Novo Testamento Readaptado à Nova Realidade do Mundo (numa nova e melhorada versão dos Tempos de Ouro da Idade Média – com o Rei, a Nobreza e o Clero de um lado e a plebe e os restantes animais do outro), o mesmo (o Reino) se divide em duas partes bem distintas e perfeitamente simétricas (anulando-se e autodestruindo-se): ideológica como religiosamente o Bem (hoje em dia tal como G. W. Bush afirmava representado pelos EUA os representantes de Deus na Terra) e sem nenhuma referência ou objetividade o Mal (hoje em dia e após a última atualização dos Serviços Secretos norte-americanos personificado no diabólico Vladimir Putin). Apesar da última candidatura proposta por Hillary Clinton (pelos vistos com sucesso nas sondagens), contando para o efeito com a participação do seu convidado especial Donald Trump.

 

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Militantes do ISIS

 

Um conflito que se estende cada vez mais a outras Zonas do Globo Terrestre (adjacentes mas não só) – talvez porque os seus patrocinadores e financiadores se estendam e o apoiem desde territórios exteriores, estando pelos vistos muito interessadas no desenvolvimento deste conflito com milhares de mortes, feridos e deslocados (e sendo ainda complementarmente acompanhados pela total destruição das infraestruturas básicas do Estado (para impedir qualquer tipo de recuperação dessas infraestruturas): tão claro como isto e como toda a gente facilmente compreende (se quiser pensar apenas um poucochinho). Neste caso particular do Afeganistão com os terroristas TALIBÃ/ISIS a afirmarem terem recuperado na província de NANGARHAR um carregamento de armas norte-americanas destinados ao Governo, num acontecimento explicado pelo PENTAGONO como tendo sido motivado pelo abandonado de algum armamento no local, durante um violento combate registado no passado mês de Julho e durante o qual se registaram 5 feridos entre os militares dos EUA.

 

(imagens: blazingcatfur.ca/tjcnewspaper.com/thehill.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:40
Domingo, 27 DE Março DE 2016

Atentado no Paquistão

Cidade de LAHORE

Mais de 70 mortos e de 300 feridos

 

Mais um atentado levado a cabo por uma pretensa fação do movimento TALIBÃ com ligações ao EXÉRCITO ISLÂMICO (Jamaat-ul-Ahrar), tendo como alvo a comunidade paquistanesa cristã da cidade de LAHORE – para o bombista suicida que o executou e para os seus mentores, um ataque ao Ocidente e a todos aqueles que os atacam na Síria e no Iraque. Com mais esta ação tendo por trás o próprio PAQUISTÃO, o seu grande financiador a ARÁBIA SAUDITA e o colaborador pretensamente desinteressado os EUA.

 

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Depois do recrudescimento dos ataques aos principais redutos do Exército Islâmico localizados na Síria (fundamentalmente depois da entrada da Federação Russa no conflito) e do rápido avanço do Exército Sírio no terreno (que tem obrigado os terroristas e mercenários no terreno a retirarem em debandada), eis que o Exército Islâmico responde agora com mais dois violentos atentados: um na EUROPA/BRUXELA e outro na ÁSIA/LAHORE – ambos com cenários violentos com dezenas de mortos e centenas de feridos.

 

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Um atentado ocorrido num local popular situado num parque da cidade perto de um parque infantil onde a comunidade cristã local se costuma reunir habitualmente, para celebrar certas festas religiosas como era o caso nesse dia das festividades do fim-de-semana da Páscoa. Incidente explosivo provocado por mais um bombista-suicida e no qual as grandes vítimas foram esmagadoramente mulheres e crianças – com partes do corpo das vítimas a voarem pelo parque no meio da nuvem de poeiras provocadas pela explosão.

 

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Paquistão: um país movendo-se numa grande balburdia política e geoestratégica de apoios e alianças, desde as suas grandes e antigas ligações ao IRÃO (das quais não se quer separar) até às suas estreitíssimas ligações com o grande inimigo dos iranianos a ARÁBIA SAUDITA (que tudo dá e tudo paga) – mas nunca esquecendo o amigo sempre com a mãozinha no seu ombro (os EUA) não fosse o PAQUISTÃO uma importante encruzilhada (para a AL-QAEDA e para o ISIS) e possuir ARMAS NUCLEARES.

 

(imagens: Arif Ali/Getty Images)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:50
Domingo, 05 DE Julho DE 2015

Os Terroristas

“O Estado Islâmico tinha ligações estreitas com a AL-QAEDA até 2014, mas em Fevereiro daquele ano, depois de uma luta de poder de oito meses, a Al-Qaeda cortou todos os laços com o grupo, supostamente por sua brutalidade e notória intratabilidade.” (wikipedia.org)

 

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Síria – Palmyra – Património da Humanidade

 

Depois de nos últimos dias ter provocado mais de 200 mortos durante a ocupação da cidade Síria de PALMYRA e de ter chamado a si o atentado terrorista que provocou pelo menos 40 mortos numa estância balnear na costa da Tunísia (onde morreu uma portuguesa), eis que agora o Estado Islâmico lança um novo vídeo na WEB mostrando a execução de cerca de vinte militares sírios, tendo Património da Humanidade (neste caso PALMYRA por onde passava a famosa ROTA da SEDA) como cenário de bestialidade, violência e morte.

 

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Fortemente armado e apoiado pelos estrategas geopolíticos norte-americanos, lógica e compreensivelmente interessados em proteger em exclusivo os interesses financeiros e económicos dos EUA e das suas grandes Corporações e Conglomerados (actuando no mercado Global), o novo e modernizado movimento terrorista ISIS continua de uma forma implacável e irreversível o seu trajecto programado e sistemático de destruição total (a nível de estruturas básicas e população) tendo o Iraque, a Síria, a Líbia e agora o Iémen como seus principais territórios de intervenção. Com o declínio crescente do seu filho primogénito (a AL-QAEDA) os EUA e os seus antigos e tradicionais aliados locais neste tipo de acções terroristas (a Arábia Saudita, apresentando um currículo invejável nesta área de cooperação, iniciado com os atentados de 9/11 e agora continuando com a sua intervenção brutal e directa no Iémen) viram-se na necessidade urgente de evoluir para de novo invadir e conquistar e morto BIN LADEN, criaram um novo movimento, mais aberto aos jovens e às novas tecnologias. É agora a partir de capitais do mundo ocidental como LONDRES (na realidade o 51.º Estado Norte-Americano) que partem os novos contingentes de combatentes para o Médio Oriente (esmagadoramente jovens e não árabes), recrutados através de técnicas modernas de mercado (utilizando até as auto-estradas abertas da informação) e seduzidos virtualmente por aquilo que os seus países sempre prometeram mas que nunca lhes ofereceram: comida, casa, emprego e dinheiro.

 

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E assim chegamos de novo à zona de guerra envolvendo os Não Estados do Iraque e da Síria, onde com a preciosa colaboração do duo EUA/Arábia Saudita começa agora a erguer-se um novo e mais elaborado (modernizado) Grupo/Estado terrorista apenas assente no poder do dinheiro, da morte, das armas e da corrupção: o Estado Islâmico uma reencarnação no século XXI do antigo Grande Califado, mas agora apoiado nas suas pretensões de expansão pagã e imperialista não só pelos Mouros (o que é natural) mas também pela nação de cristãos mais poderosa do Mundo e dizendo-se em constante contacto com Deus – os Estados Unidos de América. Uma blasfémia que com a sua execução pratica poderá levar estes loucos da Ásia até à Península Ibérica (onde por acaso está Portugal): não se esqueçam que estes ou outros iguais (e muitos dos loucos parecem normais e ocupam lugares de poder) já passaram pela extinta Jugoslávia e que agora se encontram na Ucrânia. Não é pois de espantar (até pela banalização de actos repetitivos e sem castigo como estes) que os passemos a aceitar imediatamente, sem nenhuma perda de tempo e sem sequer perdermos tempo a pensar: quando surgem notícias de mais mortes injustificadas, destruição de património e memória de um povo, lá bem longe e entre selvagens (só assim é que se matam uns aos outros com as armas que os seus inimigos lhes dão), notícias de fuzilamentos em massa e com a presença de público passam despercebidos. Infelizmente o Povo só quer o que é bom e mesmo passado tanto tempo de mentiras, desilusões e pesadelos, ainda crê um pouco por todo o mundo com a concretização do Sonho Americano que como afirma Barack Obama é um País de Excepcionais.

 

Acreditem: ou algo muda ou estamos feitos. E até a EUROPA já vai numa das carruagens da frente (em direcção ao fim da linha, com a máquina desgovernada e perdido o maquinista), sendo o próximo apeadeiro ATENAS já este mesmo Domingo e com uma multidão à espera: nesse e nos outros apeadeiros.

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:33
Quarta-feira, 27 DE Maio DE 2015

ISIS

Um concurso internacional de cartoons e de caricaturas utilizado para gozar com o líder do movimento terrorista ISIS, assim como com alguns dos (aparentes) criadores deste novo monstro oriental: entre eles os ocidentais Cameron, Hollande e Obama.

 

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Campanha iraniana contra o Estado Islâmico & seus apoiantes

 

Numa nova e grande campanha anti-terrorista levada a cabo para combater mais um dos seus principais e pré-fabricados movimentos (fortemente armados) em grande actividade no Médio Oriente, o Irão decidiu apoiar a realização de um concurso internacional de cartoons com o objectivo de revelar ao mundo a face diabólica do movimento ISIS. Não só para expor as atrocidades praticadas por este movimento terrorista e pelas suas violentas milícias compostas esmagadoramente por mercenários, como para desmascarar a prepotência e arrogância dos líderes estrangeiros que os criaram e apoiam (financeiramente e em equipamento).

 

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A nova estratégia norte-americana sobre colocação de tropas no terreno

 

E pelos vistos a campanha publicitária iraniana tem dado frutos bastante apreciáveis com mais de oito centenas de cartoons recebidos oriundos de mais de quarenta países de todo o mundo (como se pode verificar no site resistart.ir). E com os vencedores das diversas categorias a serem anunciados no último dia de Maio.

 

“In order to reveal the true nature of the Islamic State, we decided to hold this contest and have people submit their cartoons or caricatures. The Islamic State tries to associate itself with Islam but in essence it has no idea about Islam.” (Massoud Tabatabai – organizador iraniano do evento)

 

Como se pode constatar é agora o Irão (um dos estados que até há pouco tempo fazia parte do Eixo do Mal) que se distancia de todos aqueles que de alguma forma apoiam politicamente, suportam financeiramente e abastecem de equipamento o proclamado Estado Islâmico. Um grupo de terroristas fortemente armados e dispondo de importantes estruturas de apoio no terreno (suportadas pelos EUA/Eixo do Bem e pela Arábia Saudita/uma Ditadura), que até ao momento contribuiu significativamente e de uma forma decisiva para a destruição de dois estados: o Iraque e a Síria (e com o Iémen a caminho).

 

(imagens – twitter)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:26
Terça-feira, 10 DE Março DE 2015

Os Americanos

Antes de se falar convém sempre esclarecer. Nesta guerra envolvendo terroristas (como os do ISIS/ISIL), a maioria dos que não vêm não têm problemas de visão (como a Europa): e se não vêm nada de nada, outros para o conseguirem nem sequer de óculos precisam (os EUA).

 

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Estados Unidos da América

 

Os políticos norte-americanos não podem ser acusados de serem os (primeiros e únicos) maus da fita: eles apenas aproveitaram a covardia de alguns e o espírito mercenário de outros. E ainda por cima estes verdadeiros comerciantes foram os primeiros a descobrir a virtude da impressão e o poder tremendo das rotativas.

 

Mas afinal de contas quem subsidia o Estado Islâmico (ISIS/ISIL)?

 

Certamente que não serão russos (ocupados com a aproximação das bases norte-americanas às suas fronteiras) e muito menos os chineses (nesta fase muito mais interessados em ser a maior potência económica global – que já o é – e desse modo apoderar-se do dólar e destrui-lo).

 

Sobram os EUA e alguns países árabes.

 

Aliados dos EUA? Não necessariamente, apesar de ser claro e mais do que evidente o papel fulcral da Arábia Saudita (principalmente desde os trágicos incidentes do 11 de Setembro, em que foi óbvio o seu envolvimento) em todo o processo de domínio regional exercido pelos EUA naquela zona prioritária do globo (a terra onde brota petróleo), sendo secundada complementarmente pelo entreposto militar israelita estrategicamente colocado no meio deles (e contando com o apoio ilimitado dos EUA), sistematicamente ameaçando todos em seu redor de estar pronto a apontar armas em todas as direcções.

 

Como se Israel fosse um exemplo tipo base das Lajes (utilizada como ponto intermédio de abastecimentos durante as Guerras do Golfo), mas esquecendo que de um dia para o outro a concessão poderá terminar.

 

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Estado Islâmico do Iraque e Levante
(zona de influência a amarelo)

 

Se a Arábia Saudita e Israel fazem parte do Eixo do Bem, nada impede que amanhã em virtude de tudo o que de estranho e incompreensível se passa no mundo, um país do Eixo do Mal (por exemplo o Irão) finalmente recupere e se transfira para o Eixo do Bem: para tal basta os EUA fazerem contas e a sua resposta será imediata.

 

Mas voltemos ao assunto (para finalizar, já que a resposta é bastante clara). Se alguém que ainda tenha dúvidas quiser acabar de vez com elas, basta pensar como é possível que em tempos de guerra em que se consegue matar um indivíduo apontando-lhe uma arma e disparando com um joystick, não se consiga ver uma fila de camiões cisternas carregados de petróleo e a descarregarem o seu produto em petroleiros atracados em portos de um país em guerra total (com os terroristas a trocarem petróleo por armas), sem que nada se passe e sem que ninguém os veja. Apesar de serem corporações (esmagadoramente ocidentais) muito conhecidas em todo o mundo.

 

E se a lição do Iraque não servir para nada, talvez seja a Ucrânia a abrir-nos os olhos. Se não for tarde de mais.

 

Além dos EUA (actualmente a aplicar naquela região a sua recente Teoria do Caos, destruir para adaptar e dominar), da sua acéfala subsidiária europeia (os UK actualmente dirigidos pelos piores políticos que alguma vez por ali passaram), de Israel e da Arábia Saudita (inimigos com os mesmos mestres e objectivos), convém não esquecer a posição neutral, estritamente financeira e compulsiva, de muitos outros países que julgando ainda viver em democracia ainda aguardam o seu tempo de esmola!

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:44
Sexta-feira, 27 DE Fevereiro DE 2015

Terroristas

Depois da difusão nos noticiários da última terça-feira da notícia de que dois LAMAS tinham sido avistados a vaguear nos subúrbios de uma cidade do estado do ARIZONA, muitos dos norte-americanos que acompanhavam o decorrer dos noticiários começaram a demonstrar alguma preocupação sobre o que verdadeiramente estaria por atrás deste estranho episódio. Os dois Lamas acabaram por ser capturados pelas autoridades locais e colocados sobre custódia das mesmas.

 

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A preocupação por parte da população ainda se agravou mais quando a mesma teve posteriormente conhecimento de um outro episódio de características muito semelhantes, envolvendo agora dois outros Lamas encontrados a vaguear ao lado da estrada numa cidade do estado de WASHINGTON. Face a todos os expedientes utilizados nos dias de hoje para se tentar chamar a atenção das populações, um acontecimento deste género tanto poderia ter origens benéficas como objectivos maléficos.

 

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Por este motivo e face às questões que de uma forma pertinente (pelo menos para eles) os cidadãos começavam de uma forma crescente a colocar, as autoridades viram-se obrigadas a intervir decisivamente de forma a tranquilizar definitivamente a população:

 

NORAD & USNORTHCOM
Llama had no known connections to ISIS
Appears to have self-radicalized
26.02.2015

 

Como assim depois dos carros, dos homens e até das crianças bombas, só mesmo os Lamas Suicidas. Num mundo onde todos os indícios já pronunciam o eclodir da Era dos Zombies (como em The Walking Dead): e onde para nossa desgraça, os zombies somos mesmo nós (como os da FOX).

 

(imagens – Web)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:25
Quinta-feira, 26 DE Junho DE 2014

Quem manda no Iraque?

Aviões sírios atacam no Iraque matando 57 civis

(CNN)

 

Cada vez com mais países envolvidos – além dos USA e da Arábia Saudita como patrocinadores habituais dos principais movimentos terroristas internacionais – a guerra no Iraque entra definitivamente numa nova fase, contando agora com ataques aéreos efectuados pela aviação síria contra os seus inimigos militantes do ISIS/ISIL/EIIL, também combatendo na Síria contra o regime de Assad.

 

Guerra Civil na Síria – Ataque de caça a grupo rebelde anti-governamental

 

Com a inocência de quem proporcionou (conscientemente) o brutal genocídio na Síria – apoiando o ISIS/ISIL/EIIL pró-xiita contra o governo sunita de Bashar al-Assad – eis que por uma extraordinária coincidência o conflito nesta região do Médio-Oriente se alastra agora além-fronteiras, atingindo o vizinho e caótico Iraque: o mesmo exército pretensamente pró-xiita – mas agora em terreno iraquiano – apoia aqui os rebeldes sunitas contra o poder xiita instalado em Bagdade.

 

Mas afinal de contas quem são eles – o ISIS/ISIL/EIIL?

Mais uma criação dos estrategas norte-americanos em assuntos do Médio-Oriente (a mais importante depois da Al-Qaeda) utilizada insistentemente (desde o início da dinastia Bush) nas regiões do globo terrestre ricas em matéria-prima (energética) existente no seu subsolo e que consiste na aplicação directa da Teoria do Caos, como a forma mais barata, rica e desburocratizada de obter a desejada mercadoria e de controlar o mercado legal (e ilegal – afinal qual é a diferença?).

 

E do Caos surgirá a Nova Ordem Mundial!

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:10

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