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Quinta-feira, 09 DE Março DE 2017

O Futuro da NASA – Produção de Papel de Parede

No Futuro e com o avanço lógico e irreversível da iniciativa privada (chamando a si a Conquista do Espaço, como novos territórios a explorar e a colonizar), talvez um bom negócio a adotar pela Agência Espacial (pelo menos para manter um museu e uns drones ainda a voar):

 

Vender papel de parede com algumas cenas da NASA

 

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Júpiter

Papel de Parede

(imagem: PIA 21385 – Sonda Juno)

 

É triste vermos aquela que há 50 anos se tornou a grande Agência Espacial do nosso planeta (a NASA) – com o Homem a colocar pela primeira vez o seu próprio pé sobre um Mundo Extraterrestre – a ter que se limitar no presente ao envio de sondas automáticas (simples drones que um dia qualquer um de nós poderá comprar num Centro Comercial) comandadas a partir de um qualquer escritório localizado ao nosso lado (esperando que as imagens cheguem entre uma sandes e uma bejeca): limitando-se a replicar tudo aquilo que qualquer um de nós já pode facilmente realizar no nosso planeta – nem necessitando sequer da nossa própria presença no objetivo e local a alcançar (espreitando o nosso vizinho ou assassinando pessoas) – aqui apenas ultrapassando os limites da Terra e testando até ao extremo as capacidades da máquina (mesmo de se poder desembaraçar sozinha). E com o Homem a ser o elemento passivo, aguardando o desempenho do Outro (delegado pelo Homem como seu representante ativo) e dos dados que o mesmo lhe for entretanto enviando.

 

Agora com mais um dos seus cidadãos-cientistas de nome Eric Jorgensen e à falta de melhor,

 

Com a sonda Cassini ainda no ativo mas já perto do fim na sua missão em Saturno, a já nos deixar saudades pelo cessar das suas imagens

 

PIA21046.jpg

Saturno

Hemisfério Norte a caminho do seu solstício de Verão

(imagem: PIA 21046 – Sonda Cassini)

 

A manipular mais uma vez uma das poucas imagens até agora recebidas de Júpiter e já tantas vezes replicada, ornamentada e no fundo alterada (e como tal nada significando para o avanço no estudo deste planeta). Um grupo de cidadãos oportunisticamente aproveitados pela NASA e de imediato utilizados pela mesma (já que ainda acreditam plenamente nela), de forma aos cada vez mais extensos períodos de tempo em que dali não sai mais nada (além do que já saíra antes) sejam sempre ocupados, mantendo o assunto presente assim como vivas as pretensões da agência; e ao mesmo tempo garantindo que estes cidadãos (os seus maiores e fieis entusiastas) não a abandonem nem que para tal lhes tenham que oferecer algo mais (espaço na página enquanto não houver novidades). Sabendo-se que mesmo estas imagens oriundas das regiões localizadas para além da Cintura de Asteroides onde se encontram os dois maiores planetas do Sistema Solar – os Gigantes Gasosos Júpiter e Saturno – se poderão perder a muito curto prazo, com o fim da missão Cassini prevista para 15 de Setembro (deste ano) e com algumas dificuldades técnicas com que a Juno já se depara.

 

Após o último voo tripulado do programa Apollo concretizado em Dezembro de 1972 e tendo como destino a Lua (missão Apollo 17 com os astronautas norte-americanos Cernan, Evans e Schmitt) – já lá vão quase 45 anos – e a última das missões do Vaivém Atlantis antes da sua reforma em Julho de 2011 (o último dos Vaivéns a deixar o ativo) – já lá vão quase 6 anos – com o Homem a apenas se aventurar no Espaço em viagens extremamente curtas (entre a Terra e a ISS, o que já fazia antes), mas agora com a ajuda dos russos (utilizando a Roscosmos e o cosmódromo de Baikonour) ou da empresa de Elon Musk (uma empresa privada e utilizando a Space-X). E com a empresa privada (de Elon Musk) pretendendo atingir Marte (com a sua nave Dragão) já durante a década de vinte – com voos tripulados, atingindo a sua superfície e colonizando o planeta. Agora mês de Março do ano de 2017 e prestes a comemorar-se 56 anos sobre o discurso de John F. Kennedy (25 Maio 1961) – momento no qual o então Presidente norte-americano colocou a Lua no caminho da Terra e obviamente na rota daquela que viria a ser a maior potência do mundo, os EUA – recordando as suas já lendárias e proféticas palavras: “I believe that this nation should commit itself to achieving the goal, before this decade is out, of landing a man on the moon and returning him safely to the Earth”.

 

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NASA vs. SPACE-X

Governo e Privados disputando o Espaço – E Trump?

(imagens: Web)

 

Com as últimas notícias a revelarem os últimos avanços da NASA no seu programa de relançamento das viagens espaciais – com as novas naves a possibilitarem o transporte de astronautas, um dos objetivos considerados prioritários na retoma dos voos tripulados – anunciando já para 2018 (o mais certo lá para 2019 ou depois) o regresso ao nosso único satélite a Lua, seguida de uma viagem até Marte. Depois de meio século de interrupção (das viagens espaciais) nunca bem explicada (com o Programa Apollo a ser aparentemente encerrado por motivos estritamente financeiros) apesar dos tremendos sucessos (em Portugal observando em direto numa TV a preto-e-branco um veículo terrestre visitando um outro astro, localizado a quase meio milhão de Km de distância e com os astronautas completamente isolados num pequeníssimo habitáculo e dirigindo-se a uma velocidade de mais de 10Km/s (36000Km/h) em direção a um ponto preciso no meio do Espaço, sabendo de antemão que uma pequena falha na sua trajetória os poderia fazer passar o seu alvo a Lua, perdendo-se definitivamente a nave e com ela toda a sua equipa de 3 astronautas – uma verdadeira aventura de ficção científica mas aqui verdadeiramente antecipada no tempo), sendo difícil de acreditar na retoma do projeto há meio século suspenso, após tantos anos de interrupção e de indiferença política pelo mesmo – de Republicanos e de Democratas seguindo-se agora Trump. Será que ele aprecia Elon Musk?

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:05
Segunda-feira, 16 DE Janeiro DE 2017

No dia da morte do último Homem a pisar a Lua

No dia da morte do astronauta norte-americano EUGENE CERNAN a pergunta que mais uma vez se coloca continua a ser a mesma (infelizmente por nunca ter tido uma resposta válida): por que diabo o Homem abandonou a Lua (que nem a 400.000Km da Terra fica) há já quase 50 anos (ainda por cima tendo agora como objetivo Marte)?

 

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Eugene Cernan no interior do módulo lunar/LM

Comandante da missão Apollo 17

(Orbitando e pousando na Lua – Dezembro de 1972)

 

Quando um dia o Homem olhou para a Lua e decidiu de uma forma irreversível que esse seria o momento ideal para o início da sua conquista, provavelmente o comandante da missão APOLLO 11 o astronauta NEIL ARMSTRONG (o 1º Homem a pisar a Lua) e o comandante da missão APOLLO 17 o astronauta EUGENE CERNAN (o último homem a ter pisado a Lua), nunca imaginariam nos seus sonhos mais extremos as consequências para o desenvolvimento da Humanidade (Científicas, Tecnológicas e de Mentalidades) que o seu feito extraordinário e para muitos impossível de se concretizar iria provocar no futuro desse ecossistema chamado TERRA – e naturalmente no desenvolvimento da sua espécie dominante o HOMEM.

 

Hoje 16 de Janeiro de 2017 (dia em que o astronauta norte-americano Eugene Cernan nos deixou) num momento de grande tristeza e de um grande amargo de boca, deixando-nos por momentos levar (como num sonho) pelos trilhos da nossa memória e recriando de novo o passado edificado em toda a Cultura e conhecimento (por nós interiorizado), revivendo num tempo presente tão perdido como monótono, um episódio fantástico da nossa História talvez só comparável aos grandes tempos dos Descobrimentos: como qualquer criança ao crescer antes evoluindo em Terra (em casa com a sua proteção) depois fora dela (abandonando ao crescer a sua zona de conforto).

 

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Eugene Cernan no exterior do LM

Filmado pelo seu colega Harrison Schmitt

(vendo-se à direita na imagem o rover e a sua antena)

 

Numa aventura nunca antes levada a cabo fora do nosso ecossistema, envolvendo o voluntário abandono por parte do Homem do seu habitat natural e de sobrevivência, deixando para trás todas as hipóteses de recuo ou de auxílio e tendo apenas como contrapartida e recompensa final a busca do desconhecido, de outras realidades e do conhecimento do Universo: no caso da conquista da Lua e apesar de tudo o de precioso que a mesma nos facultou (para a organização, desenvolvimento e transformação da sociedade) – comparem pelo menos no que toca à Esperança e ao Entusiasmo a Terra com Sonhos dos anos 60 com a Terra com Pesadelos dos dias de hoje – com o amargo de boca a dever-se à total incompreensão (e falta de respeito por todos aqueles que gastaram toda a sua vida na tentativa da concretização deste projeto claramente UNIVERSAL) pela atitude tomada pelos EUA em terminar definitivamente o programa Apollo, esquecendo a Lua (como se já lá não estivesse e não tivéssemos lá estado) e abandonando de vez os voos tripulados para outros corpos celestes (ficando-nos por viagens de Vaivém entre a Terra e a ISS – e entregando de mão beijada às máquinas o prazer da Aventura e o poder da Descoberta. Certamente algo que não desejaria Eugene Cernan.

 

E com o seu colega de missão HARRISON SCHMITT (piloto de comando do módulo lunar e geólogo) a passar a ser agora o último Homem ainda vivo a pisar a Lua (pisando a Lua aos 37 anos e hoje j com 81 anos).

 

(imagens: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:55
Segunda-feira, 09 DE Janeiro DE 2017

A Terra e a Lua vistas de Marte

Em Novembro de 2016

 

Supondo que Marte estaria por essa altura do ano a cerca de 70 milhões de Km da Terra (sensivelmente à mesmo distância da Lua), a luz emitida pela Terra só para lá chegar, demoraria no mínimo 4 minutos (para romper a escuridão do Espaço). Já o som (para se ver a brutal diferença) demoraria mais de 6,5 anos.

 

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Lua e Terra

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Um registo com fraca resolução fotográfica e com a luminosidade em torno de cada um dos dois corpos celestes artificialmente intensificada (de modo a serem visíveis alguns dos seus pormenores): numa imagem obtida a partir da sonda automática MRO em órbita do planeta Marte e em que são visíveis o planeta Terra e o seu único satélite natural a Lua.

 

(imagem: NASA/JPL/Universidade do Arizona)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:25
Quinta-feira, 16 DE Junho DE 2016

Leito Oceânico de Marte

“Nada impede que num planeta onde no passado já possa ter existido vida (nesse caso visível por estar à superfície), a mesma ainda aí permaneça como vestígio (de uma antiga civilização extinta ou que tenha entretanto partido) ou então esteja apenas escondida dos olhos indesejados dos outros (por ser invisível e subterrânea).”

 

Numa aventura iniciada na Terra em finais de Novembro de 2011 na estação da força aérea norte-americana localizada em Cabo Canaveral (e continuada a partir do início do mês de Agosto de 2012 já na superfície marciana), o veículo motorizado transportado pela sonda CURIOSITY na sua viagem entre o planeta Terra e planeta Marte (de momento no seu 1371º dia de permanência no planeta), acaba de nos enviar mais uma imagem da superfície desse planeta situado a mais de 220 milhões de quilómetros do SOL.

 

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MARTE – CURIOSITY ROVER – Sol 1371

 

Registada pelas câmaras instaladas no ROVER da sonda CURIOSITY no passado dia 15 (ontem), no 1371º dia marciano de estadia da CURIOSITY em Marte (um dia marciano é ligeiramente superior ao dia terrestre tendo quase 24,7 horas). E apresentando-nos mais uma vez um cenário da superfície marciana seca, desértica e aparentemente sem vida, não nos impedindo no entanto com um pouco mais de atenção e poder de observação, compreensão e memória (tudo incluído no nosso edifício pessoal e cultural), de descobrir vestígios em Marte para nós tão familiares na Terra.

 

Pelo que é cada vez mais convincente a teoria de que Marte há muitos biliões de anos atrás teria possuído um vasto oceano cobrindo uma parte apreciável da sua superfície sólida (em extensão menor que os existentes na Terra), estando provavelmente rodeado por uma camada atmosférica e até podendo conter vida – qualquer tipo de organismo por mais primitivo que fosse. Bastando olhar para a imagem anterior para logo concluirmos estarmos a ver e em presença de um leito de um oceano (com rochas, pedrinhas e areia) há muito desaparecido: como se estivéssemos na Terra, mas já sem um pingo de água – queimada, ressequida por vezes parecendo mesmo calcinada.

 

Sendo por este motivo (e por muitos outros mais):

 

Incompreensível que a partir do final de 1972 com a última missão do programa Apollo a aterrar na Lua (Apollo 17) – dando origem mais tarde e com o fim em do programa Apollo (em 1975) ao aparecimento dos Vaivéns Espaciais (em 1981) – o homem tenha abandonado os voos tripulados (com exceção dos Vaivéns e da ISS – com a montagem desta última iniciada em 1985), transformando-os em meros brinquedos (no entanto extraordinários) teleguiados de casa (como um DRONE). Como se a presença da espécie (no momento da descoberta e da conquista) não fosse essencial (para a nossa sobrevivência como espécie): sendo o movimento (como nómadas aventureiros) um parâmetro universal;

 

Incompreensível que a maior potência a nível terrestre possuindo a maior Máquina Tecnológica de Guerra e de Dominação a nível global (os EUA), se dê ao luxo de abandonar esta área de tecnologia revolucionária e de ponta, que tantas vantagens científicas e geoestratégicas tem dado a este estado, sobre todos os outros estados existentes à face da Terra. Mais rigorosamente IMPOSSÍVEL (em vez de incompreensível). Por esse motivo sendo (à falta de uma melhor e mais credível opção) um dos muitos apoiantes da tese também já subscrita por muitos (afinal de contas os voos tripulados em direção ao Espaço Exterior à Terra já foram interrompidos há quase 44 anos) de que se a NASA/Civil estagnou (morreu ou está moribunda) outra NASA/Militar renasceu (da inicial) e a substitui – certamente mais forte e poderosa e chegando até onde, hoje nenhum de nós ainda chegou (quanto muito em imaginação);

 

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Filme/The Martian – Realizador/Ridley Scott – Autor/Drew Goddard

 

Compreensível (absolutamente e até em termos de investimento) que a iniciativa privada face às muitas solicitações civis e sobretudo militares vindas do setor público se prontifique a colaborar, ainda-por-cima com o Estado por trás e com promessas de garantias económicas e financeiras. Substituindo o Estado na Inovação (e no Investimento) e no mundo Empresarial (recuperando a vantagem do desenvolvimento Industrial). Com alguns como ELON MUSK a “lançarem-se para o Espaço”, em naves tripuladas, à conquista de outros planetas e de outros territórios: a colonizar, a habitar e a explorar. Num projeto já há muito iniciado com o lançamento e consolidação da sua empresa SPACE X (empresa de transporte espacial fundada há 14 anos), já hoje apetrechada com os seus foguetões reutilizáveis FALCON e com a sua nave espacial DRAGON capaz de abastecer em plena órbita a Estação Espacial Internacional/ISS (desde meados de 2012), para numa evolução consistente e ambiciosa e num futuro já muito próximo, concretizar o seu sonho há muito enunciado: a colonização do planeta Marte.

 

"There’s a window that could be opened for a long time or a short time where we have an opportunity to establish a self-sustaining base on Mars before something happens to drive the technology level on Earth below where it’s possible." (Elon Musk)

 

Apesar de continuar por explicar o definitivo abandono da Lua – pelo público e pelo privado. Para qualquer um de nós um verdadeiro Espanto (muito mais do que Mistério) – nem que fosse utilizada (a Lua) para a exploração mineral. A uma distância insignificante (inferior a 400.000Km) e com baixos custos de exploração (e até servindo para poupar o ambiente já poluído da Terra).

 

(imagem: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:45
Terça-feira, 07 DE Junho DE 2016

Há 44 anos que o Homem abandonou a Lua

“No dia 20 de Julho de 1969 a RTP transmitiu sob o comando de José Mensurado, durante cerca de três horas, a preto-e-branco e em direto,

a chegada do primeiro Homem à Lua.”

(nunca mais lá voltando depois de 1972)

 

Nesse dia o Homem olhou definitivamente para o Espaço como algo de Infinitamente Grande, em Oposição ao seu simétrico, como Complemento de um todo e constituindo um Conjunto multidirecional, replicando-se indefinidamente como as células de um Organismo (Vivo). Criando nessa altura uma imagem copiada a partir do objeto – e a partir do qual o sujeito reconstruiu a infraestrutura. Refletindo no Hardware (nele instalado) uma nova cópia de Software (talvez pirateado).

 

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No exterior do módulo lunar Eagle/Apollo 11 com Buzz Aldrin e a bandeira dos EUA

(bandeira essa concluída com a colaboração de uma costureira portuguesa)

 

Vamos supor que sou uma velhinha nascida no século passado, com mais de oitenta anos de idade (digamos 87) e nascida por exemplo no dia 21 do mês de Maio: uma data encravada entre as comemorações do 13 de Maio (de 1917 em Fátima – Aparições de Fátima) e as do Golpe de Estado de 28 de Maio (de 1926 em Portugal – Constituição do Estado Novo).

 

Uma data estrategicamente colocada entre um Evento considerado por muitos Mágico mas Virtual (por Imaginário) e um outro Evento verdadeira e infelizmente Real e muitas vezes mortal (por muitos percecionado e sentido psíquica e fisicamente, em toda a extensão do seu corpo): talvez sugerindo-nos uma escapatória intermédia.

 

No dia 20 de Julho de 1969 essa velhinha que já teria na altura 40 anos estaria por exemplo há algum tempo divorciada (separada – caso raro na altura), viveria no estrangeiro (por exemplo em França onde existia uma grande comunidade emigrante) e teria quatro filhos (com um deles nascido por exemplo no ano de 1955). Fiquemos então com esse filho e dêmos algum descanso à velhinha.

 

O filho teria por essa altura 13 anos, mais um ingénuo-inocente filho da ditadura, nascido em 1955 poucos meses depois da morte de Albert Einstein (Teoria da Relatividade/Física Quântica) e seis anos antes da promessa feita pelo então presidente John Kennedy perante o Congresso dos EUA (e perante todo o Mundo): "Eu acredito que esta nação deve comprometer-se em alcançar a meta, antes do final desta década, de pousar um homem na Lua e trazê-lo de volta à Terra em segurança". (25 de Maio de 1961)

 

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A partir do módulo de comando Columbia/Apollo 11 em orbita da Lua

(e tendo a Terra e um objeto p/identificar surgindo sobre o fundo negro do espaço)

 

A velhinha ainda novinha (apenas 40 anos) ainda estava em Paris-França. O filho de 13 anos na altura vivendo em Espinho, previamente colocado frente-a-frente à TV e esperando a transmissão: usufruindo durante quase três horas seguidas das primeiras imagens oriundas de um Mundo onde o Homem em princípio nunca teria estado antes (um facto sempre questionável para alguém já na época leitor de SCI-FI), transmitida apenas a preto-e-branco, mas à passagem de cada segundo deixando-nos cada vez mais colados aquele ecrã – como numa aventura à procura e à descoberta.

 

E antes de tudo o mais e como era já hábito cultural e propagandístico do Antigo Regime (Salazar/Caetano) – que infelizmente já extravasou para o regime Democrático – nunca esquecendo a preciosa colaboração da elite científica e tecnológica portuguesa na concretização e sucesso desta grande missão levada a cabo pelo Homem na superfície do primeiro Mundo Alienígena: “Os remates, as bainhas e a costura para a haste da bandeira (norte-americana) foram cosidos por uma portuguesa de nome Maria Isilda Ribeiro.” (wikipedia.org)

 

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A partir do módulo de comando Columbia/Apollo 11 em orbita da Lua

(deparando-nos com dois fenómenos estranhos como focos de luz à superfície/à esquerda e dois objetos voadores/à direita)

 

Voltando ao presente agora com a velhinha com quase 90, o filho com mais de 60 e com os netos a caminho dos 30. Com os mais velhos sem grandes memórias além da sua cultura/arquivo mínimo/obrigatório (convém recordar que a emissão foi de madrugada a horas impróprias para a grande maioria dos portugueses), com os mais novos sem grandes ideias ou ligações privilegiadas associadas ao assunto (absorvidos como estão pelo sucessivo software disponibilizado, oferecido sem grandes custos pelo hardware reinante, dominante, intrusivo e deformador) e com alguns Intermédios ainda não definitivamente abatidos pela cada vez maior falta de Esperança (talvez o único fator que ainda nos mantem como uma espécie Não-Extinta – na sua luta pela sobrevivência) a ainda tentarem nadar no sentido contrário ao da corrente amalgamada, forçada e entubada, que ainda hoje os nossos líderes nos projetam como sendo o nosso único futuro e o da Estrutura Divina que nos suporta.

 

Uma velhinha testemunha das ideias e preconceitos do regime de então e que levaram à segregação da mulher (negação e perseguição das mulheres separadas), á emigração forçada para o estrangeiro (à procura de trabalho para sobreviverem), à fuga da Guerra Colonial (de onde os filhos saiam estropiados ou mortos) e terminando num pesadelo chamado PIDE/DGS (que não só nos censurava a mente como nos decapitava a cabeça).

 

Que teve filhos e netos que foram testemunhas do Evento (pelo menos durante três gerações), passando ao lado de um pouco, senão mesmo de quase tudo. Com um deles meio perdido a ver a emissão de TV:

 

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A partir do módulo de comando Columbia/Apollo 11 em orbita da Lua

(observando-se lá ao longe nas proximidades da Terra mais um objeto estranho orbitando o planeta)

 

On July 20, Armstrong and Aldrin entered the LM again, made a final check, and the Eagle undocked and separated from Columbia for visual inspection. When the LM was behind the moon on its 13th orbit, the LM descent engine fired for 30 seconds to provide retrograde thrust and commence descent orbit insertion, changing to an orbit of 9 by 67 miles, on a trajectory that was virtually identical to that flown by Apollo 10. After Columbia and Eagle had reappeared from behind the moon and when the LM was about 300 miles uprange, powered descent initiation was performed with the descent engine firing for 756.3 seconds. After eight minutes, the LM was at "high gate" about 26,000 feet above the surface and about five miles from the landing site. The descent engine continued to provide braking thrust until about 102 hours, 45 minutes into the mission. Partially piloted manually by Armstrong, the Eagle landed in the Sea of Tranquility in Site 2 at 0 degrees, 41 minutes, 15 seconds north latitude and 23 degrees, 26 minutes east longitude. This was about four miles downrange from the predicted touchdown point and occurred almost one-and-a-half minutes earlier than scheduled. It included a powered descent that ran a mere nominal 40 seconds longer than preflight planning due to translation maneuvers to avoid a crater during the final phase of landing.” (Apollo 11 Mission Overview/nasa.gov)

 

Numa sequência impar de acontecimentos históricos e de impacto global, brutal e inexplicavelmente interrompida nos finais de 1972 – com a última missão a atingir a Lua e com os últimos homens a pisarem a sua superfície (missão APOLLO 17).

 

(imagens: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:27
Sexta-feira, 01 DE Abril DE 2016

A Terra e a Lua

De como o Sol pode ser a Mãe e a Lua a sua Ama (da Terra) – num cenário dirigido.

Não dizem que existe um Deus?

Se não for isso será um acaso ou talvez uma necessidade.

E porque não os dois num Universo-Organismo-Vivo?

 

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Imagem à escala da distância entre a Terra e a Lua

(o maior satélite natural de todo o Sistema Solar comparativamente com o tamanho do planeta que orbita)

 

Num momento da História da Humanidade em que a dicotomia entre o progresso Científico introduzido na nossa Sociedade pelo extraordinário avanço Tecnológico e o pensamento ideológico e ultrapassado das nossas Elites se torna cada vez mais avassalador – bastando para tal analisar o perfil desapontante dos dois principais candidatos às eleições presidenciais dos EUA, Hillary Clinton e Donald Trump – torna-se cada vez mais interessante voltarmos a ouvir a voz daqueles que pelas suas ideias geniais, conseguiram através de uma simplicidade de pensamentos e interligação de raciocínios coletivos, chegar com toda a facilidade à constatação e possível confirmação de mais uma clara evidência, por sempre presente e desde sempre usufruída: de que tudo o que se passa é muito mais simples do que se pensa (o seu mecanismo) bastando libertar-nos de certas amarras (impostas por alguns para o seu funcionamento) para podermos sentir (e percecionar tudo como um todo) Algo de novo – a Máquina, um artefacto desdobrado nos parâmetros do Espaço-Tempo do nosso Universo pessoal e exposto diante dos nossos olhos em múltiplas dimensões (em todas as suas particularidades para nós aparentemente mais longínquas e profundas), facilmente detetável em toda a sua estrutura e forma por simples exposição diante de nós de todos os seus componentes disponíveis (mesmo num conjunto limitado mas inevitavelmente inserido noutro) do infinitamente pequeno ao infinitamente grande.

 

"The deep Earth may not be cooling down"

Denis Andrault, Julien Monteux, Michael Le Bars and Henri Samuel

Earth and Planetary Science Letters

March 30, 2016

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Motions in the outer core are generated by the conversion of gravitational and rotational energies of the Earth–Moon–Sun system

 

We review the early and the present thermal states of the deep Earth.

We highlight the paradoxes implied by the classical scenario based on secular cooling.

We propose a 4.3 Gy steady thermal state scenario for the lowermost mantle.

We suggest the Moon as a necessary ingredient to sustain the Earth's magnetic field.

 

The Earth is a thermal engine generating the fundamental processes of geomagnetic field, plate tectonics and volcanism. Large amounts of heat are permanently lost at the surface yielding the classic view of the deep Earth continuously cooling down. Contrary to this conventional depiction, we propose that the temperature profile in the deep Earth has remained almost constant for the last 4.3 billion years. The core–mantle boundary (CMB) has reached a temperature of ∼4400 K in probably less than 1 million years after the Moon-forming impact, regardless the initial core temperature. This temperature corresponds to an abrupt increase in mantle viscosity atop the CMB, when ∼60% of partial crystallization was achieved, accompanied with a major decrease in heat flow at the CMB. Then, the deep Earth underwent a very slow cooling until it reached ∼4100 K today. This temperature at, or just below, the mantle solidus is suggested by seismological evidence of ultra-low velocity zones in the D”-layer. Such a steady thermal state of the CMB temperature excludes thermal buoyancy from being the predominant mechanism to power the geodynamo over geological time.

 

An alternative mechanism to sustain the geodynamo is mechanical forcing by tidal distortion and planetary precession. Motions in the outer core are generated by the conversion of gravitational and rotational energies of the Earth–Moon–Sun system. Mechanical forcing remains efficient to drive the geodynamo even for a sub-adiabatic temperature gradient in the outer core. Our thermal model of the deep Earth is compatible with an average CMB heat flow of 3.0 to 4.7 TW. Furthermore, the regime of core instabilities and/or secular changes in the astronomical forces could have supplied the lowermost mantle with a heat source of variable intensity through geological time. Episodic release of large amounts of heat could have remelted the lowermost mantle, thereby inducing the dramatic volcanic events that occurred during the Earth's history. In this scenario, because the Moon is a necessary ingredient to sustain the magnetic field,

 

“The habitability on Earth appears to require the existence of a large satellite.”

 

(imagens: WEB)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:04
Quarta-feira, 16 DE Março DE 2016

A Terra e a Lua como vistas por um ET de Óculos

Se algum extraterrestre passar pelas proximidades do nosso Sistema Solar, o único ponto de referência que se poderá destacar no seu horizonte sensorial será certamente o referente ao Sol. E mesmo que se desloque até às suas redondezas e tal como com Mercúrio e Vénus, a Terra não passará de um simples ponto perdido na escuridão do espaço. O que digamos entre nós será uma grande sorte (esperemos mesmo que estejam distraídos).

 

Numa iniciativa NASA/NOAA/US AIR FORCE

 

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A Terra como vista a mais de 1,6 milhões de quilómetros de distância
(com a Lua pelo meio)

 

Esta é uma imagem do planeta Terra e do seu único satélite natural a Lua, obtida a partir da câmara (e telescópio) instalada no satélite artificial DSCOVR – e na qual é possível observar a Lua no seu movimento em torno da Terra. Num cenário para a maioria de nós inédito e felizmente agora proporcionado pela NASA (e monitorizado pela NOAA).

 

Na imagem enviada pelo satélite Deep Space Climate Observatory podemos observar o Lado Oculto da Lua completamente iluminado (nunca visível para nós na Terra dado o nosso satélite se encontrar em rotação sincronizada com ela, apresentando-nos por esse motivo sempre o mesmo lado), algo para nós (habitando este planeta) até agora impossível de conseguir.

 

Num cenário onde a Terra aparece a mais de 1,6 milhões de quilómetros do satélite DSCOVR (num registo de 2015). E em que o satélite da NASA aproveitando a sua posição intermédia entre o Sol e a Terra, nos pode proporcionar espetáculos como este (e até registar a sombra projetada na Terra pela Lua aquando dum eclipse solar).

 

Num registo obtido quando a Lua se movia sobre o Oceano Pacífico nas proximidades dos EUA. E no qual como afirma Adam Azabo (cientista projetista da NASA/DSCOVR) se torna tão contrastante a diferença entre o brilho da nossa Terra e a falta desse brilho na sua Lua. Como se uma fosse a cores e a outra a preto-e-branco.

 

[Distância Terra/Lua (LD): aproximadamente 0,4 milhões de quilómetros]

 

(imagem: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:02
Quarta-feira, 30 DE Dezembro DE 2015

A Lua também é dos Chineses

A Lua encontra-se a menos de 400.000km da Terra, enquanto Marte fica lá longe entre um mínimo de 50.000.000km e um máximo de 100.000.000km.
Qual deles escolhes para montar negócio?

 

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Local da alunagem da sonda automática chinesa Chang’e 3

 

E se por acaso a LUA não tivesse sido definitivamente abandonada dos roteiros da exploração espacial a executar futuramente pelo HOMEM? Em princípio desde o fim das alunagens levadas a cabo pelo programa APOLLO aparentemente desprezada e esquecida (com a Apollo 17 a ser a última missão a aterrar na Lua) e apenas sendo observada por sondas automáticas nem sequer lhe tocando a superfície. Com a exceção da sonda chinesa CHANG’E 3 e do seu ROVER YUTU (atingindo a superfície da Lua em 14 de Dezembro de 2013). Mas sempre sem tripulantes.

 

Com uns a afirmarem que o HOMEM nunca esteve na LUA (como poderiam os humanos atravessar incólumes o extremamente radioativo Cinturão de VAN ALLEN?); com outros indicando que o Homem esteve lá mesmo, fugindo de imediato do satélite por qualquer tipo de perigo ou de ameaça (provavelmente da responsabilidade de entidades alienígenas tecnologicamente mais avançadas); e finalmente com os habituais do costume a acreditarem na palavra do Senhor e sem nunca A questionar (como o é o caso da LUA presencialmente posta de lado pela NASA e pelo HOMEM).

 

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Localização e trajeto do rover Yutu tendo como referência a cratera Zi Wei

 

Temo-nos assim contentado com sondas enviadas para aqui e para ali e telecomandadas da TERRA: com destinos como a LUA, passando por planetas como MARTE e atingindo até os distantes planetas anões PLUTÃO e CERES. E encontrando ainda pelo caminho outros objetos misteriosos como ASTEROIDES e COMETAS. Umas cumprindo o seu trajeto projetado ao longo do ESPAÇO integrando o SISTEMA SOLAR (cruzando em várias direções os seus biliões de quilómetros de extensão – só até ao CINTURÃO de KUIPER são 50 AU) e outras transportando consigo um veículo motorizado capaz de explorar a superfície dos corpos celestes a visitar (como já o fizeram na LUA, em MARTE e até num asteroide).

 

Mas porque não a LUA? O corpo celeste localizado mais perto da Terra (a pouco mais de 380.000km) e que num simples jato supersónico (v=2.000km/h) demoraria apenas oito dias a alcançar. E que nem a perigosidade do Cinturão de VAN ALLEN tornaria impossível (escolhendo uma órbita terrestre mais baixa para fugir às zonas radioativas mais perigosas) não fosse destas conquistas que dependesse a nossa existência. Caso contrário ficaremos confinados ao nosso pequeno planeta e a umas microscópicas dependências: exteriores como na ISS. E condenados à extinção. O Homem tem que interiorizar (de novo) que se as trocas são necessárias (o COMÉRCIO) a descoberta do conhecimento é o objetivo (a CIÊNCIA): e isso só se faz procurando e extravasando horizontes. Movimentando-se e dando expressão (VIDA) à MATÉRIA e à ENERGIA.

 

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Vista parcial da cratera Zi Wei tal como vista do rover Yutu

 

E aí surge de novo a hipótese de a LUA nunca ter sido abandonada (pelo HOMEM). Talvez deixada à espera de uma melhor ocasião. Porque não de exploração e até de prospeção de minérios, posteriormente transformados e mais tarde enviados (por exemplo para a TERRA)? Bastava coloniza-la e explorar a matéria-prima. Que pelos vistos até poderia ser rentável. Outros parecem ter esta opinião como é o caso da CHINA, a última grande potência espacial a enviar uma sonda para a LUA equipada com um veículo lunar: a CHANG’E 3 e o seu ROVER YUTU. Que confirmando certas suspeitas deixadas no ar pela sonda soviética LUNA 17 (e pelo seu ROVER LUNOKHOD 1) – que operou sobre a superfície da Lua entre Dezembro de 1970 a 14 de Setembro de 1971 numa região do hemisfério norte muito próxima do local onde se encontra a sonda chinesa, o MARE IMBRIUM – acabou por descobrir uma nova rocha sobre a superfície lunar: uma rocha contendo ILMENITE um mineral rico em ferro, cálcio e titânio.

 

Ilmenite: um composto de fórmula química FeTiO₃ pertencendo à classe dos óxidos e hidróxidos e (como um subgrupo) ao grupo das hematites. Que pela sua presença numa das maiores bacias de lava lunar (uma bacia de impacto bem visível a partir da Terra) e pela variação da presença de um dos seus componentes relativamente a outras regiões da superfície da Lua (como é o caso do TITÂNIO), nos poderá esclarecer um pouco mais sobre a atividade vulcânica passada no nosso único satélite natural. E entre outros aspetos a certeza de que se muitos fenómenos de vulcanismo poderiam ser reportados no passado a uma distância temporal entre 3 e 4 biliões de anos, no caso da bacia de MARE IMBRIUM ela seria mais recente e menor que 3 biliões de anos. Algo que poderá fortalecer ainda mais a ideia de que o interior da Lua não será homogéneo, talvez motivado por grandes impactos com a Lua na sua fase de oceano de magma interferindo diretamente na formação do seu MANTO.

 

(dados e imagens: eurekalert.org/nature.com/google.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:28
Sexta-feira, 29 DE Maio DE 2015

Hyperion

Nesta imagem de 2005 obtida pela sonda espacial CASSINI podemos observar uma das luas do planeta Saturno: HYPERION. Uma lua com uma forma estranha, apresentando aspecto muito semelhante ao de uma esponja e possuindo um movimento de rotação muito peculiar. Pela sua densidade sendo mais um dos candidatos à presença de água na sua constituição (e com rochas mas em menor quantidade).

 

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Satélite de Saturno Hyperion

 

A sua forma (e ao contrário da generalidade das luas) não é elipsoidal (arredondada), o que poderá estar na origem da deslocação contínua do seu eixo de rotação, tornando o seu movimento caótico. Movimento esse talvez (também) influenciado pela sua proximidade a uma outra lua de Saturno, TITÃ.

 

E agora passada mais de uma década (sobre a passagem e imagem de 2005), a mesma sonda volta a encontrar-se numa nova órbita de aproximação a esta estranha lua: no último dia deste mês a sonda fará a sua maior aproximação a Hyperion, passando a cerca de 34.000km de distância.

 

(imagem – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:54
Segunda-feira, 02 DE Março DE 2015

É um Objecto, É uma Luz

Natural ou Artificial, Terrestre ou Extraterrestre?

 

Se a História que nos impingem for verdadeira, há já mais de dois mil anos que estamos à espera de nova chegada de Extraterrestres. E com o passar do tempo a espera torna-se desesperante.

 

The Moon in Full Color.jpg

A Lua e os seus donos extraterrestres
(que proibiram os norte-americanos de aí voltarem)

 

Qualquer curioso que tenha acompanhado minimamente durante estes últimos anos (digamos que desde que o HOMEM pisou a LUA em 1969) a caminhada da NASA em direcção ao ESPAÇO exterior (e que se estende para lá dos limites do nosso planeta), rapidamente chega à conclusão que durante este trajecto de quase meio século de investigação e de investimento por parte da agência espacial norte-americana, algo de muito estranho se terá passado: a origem da queda acelerada da importância da NASA no panorama geral científico e tecnológico dos EUA, tem como ponto de referência (principal) o fim do programa APOLLO e com ele o abandono (total) de todos os projectos há tanto imaginados e sonhados pelo Homem para o seu satélite natural. Que se saiba nunca mais o Homem pôs os seus pés na Lua.

 

Mas afinal de contas o que terá levado a NASA a virar as costas à Lua? Extremamente dispendioso, podendo pôr em risco vidas humanas, subalternização face ao interesse dos militares e até a presença de extraterrestres no local, foram algumas das justificações então apresentadas para o facto, cobrindo todo o espectro opinativo social, desde cientistas, políticos e até adeptos da conspiração. Talvez o verdadeiro motivo tenha necessariamente a ver um pouco com tudo isto (e com muito mais), mas ninguém poderá acreditar que os norte-americanos tenham de um dia para o outro abandonado esse filão inesgotável (por Infinito) que o Espaço representa. Existirão provavelmente duas NASA: uma virada para o espaço destinado à opinião pública (sempre sedenta de novidades já que na TERRA nada se passa), a outra montada e organizada na dependência e em estreita colaboração (exclusiva) com os militares e seus interesses particulares (públicos e privados). À primeira serão atribuídas missões consideradas menores, limitando-se a sua acção à observação do Espaço e à utilização de conjuntos de pequenas sondas telecomandadas a partir da Terra e enviadas para o exterior dispondo de orçamentos extremamente reduzidos limitando as suas capacidades (tanto no espaço como no tempo); à segunda serão atribuídas todas as missões estratégicas sob responsabilidade dos militares, as quais se desenrolarão secretamente e sem necessidade de informação, comunicação ou justificação, de modo a assegurar o poder dos EUA tanto no interior do planeta como no Espaço exterior que o rodeia. Talvez utilizando já tecnologia que ainda desconhecemos e que certamente nos surpreenderia; talvez viajando para locais que nunca nos passaria pela cabeça e talvez tendo já contactado outras espécies de seres vivos. O que significará o fim dos VAIVÉM (que já aconteceu), o fim da ISS (que irá acontecer em breve) e a transformação da NASA 1.0 num Museu da Aviação. Restarão os russos, os chineses e a iniciativa privada norte-americana, com o seu secreto projecto há muito em execução a NASA 2.0.

 

Asteroid-New-2004-BL86.jpg

Asteróide BL86 e o seu UFO privativo
(inicialmente seria uma lua)

 

E toda esta conversa vem a propósito de mais um dos muitos momentos caricatos e de descrédito dos responsáveis da NASA (e não propriamente da maioria dos seus cientistas), que despojados por covardia própria e por omissão da tutela de tudo o que era deles e do Homem (que personificavam), se entretêm hoje em dia a olhar pelo buraco de alguns telescópios entretanto ainda não desactivados ou brincando dentro de uma sala com vários monitores e joysticks com jogos de vídeo aparentemente reais: chegando ao ponto de se entusiasmarem de tal maneira com as imagens vindas das mais distantes profundezas do Espaço e a eles fornecidas por uma simples câmara emitindo um sinal provavelmente distorcido (construído por comparação e aproximação), que nem são capazes de compreender antes mesmo de emitirem a sua primeira opinião (e por esse motivo a mais importante), que o que afirmam poderá não passar de uma miragem. Uma construção montada por nós mas não reflectindo a realidade.

 

Nos últimos tempos os cientistas da NASA têm vindo (com uma frequência mais elevada do que é habitual) a comentar algumas das suas próprias afirmações anteriormente divulgadas e que por qualquer motivo que os terá ultrapassado (ou ignorado) não estavam totalmente correctas. Se já não eram poucas as vezes que a NASA se enganava em muitos dos seus esclarecimentos e explicações, nem sequer se dignando a retratar e pedir desculpa por mais um dos seus erros crassos e talvez de consequências dramáticos (preferindo esquecê-lo até à sua completa diluição na espuma dos dias), agora e com mais frequência o seu comportamento esquizofrénico de completa negação e reconhecimento da realidade (que todos nós vemos ou prevemos e com factos reais a comprová-los), tem dirigido a agência espacial norte-americana para um cenário com níveis extremamente baixos de responsabilidade, confiança e credibilidade, que nada de bom auguram para o seu futuro. O que hoje é uma certeza, amanhã torna-se numa dúvida e pouco depois noutra coisa qualquer: para os técnicos e cientistas que dirigem a NASA tal como não existem extraterrestres nem naves espaciais, se uma das suas verdades não for confirmada outra verdade se encontrará. O pior é quando o guião não foi convenientemente preparado e encenado e enquanto um diz sim o outro em resposta diz não. Ou seria talvez?

 

ceres-nasa-dawn-spacecraft.jpg

Ceres e as suas luzes misteriosas
(anteriormente era só uma)

 

Falemos aqui de dois desses casos (os mais recentes): o primeiro passado com o asteróide BL86 o segundo com o planeta anão CERES. No caso do asteróide todos nós ainda nos lembramos das imagens fornecidas pela NASA aquando da sua passagem a somente três Luas de distância da Terra, presenteando-nos ainda e como se de uma espécie de bónus se tratasse com a imagem daquilo que seria a presença surpreendente de uma lua em BL86: nem atingindo uns míseros 80 metros de diâmetro, inicialmente parecendo imóvel (sem rotação) tal e qual uma múmia paralítica e na sua estranha movimentação face ao asteróide que aparentemente orbitaria, mais parecendo um outro objecto qualquer não identificado. No caso do planeta anão (o mais recente) os cientistas são surpreendidos durante a aproximação da sonda DAWN a este ex-planeta principal do Sistema Solar (que tal como Plutão já fora anteriormente eliminado da lista oficial) pelo aparecimento de uma mancha brilhante e bem visível sobre a superfície deste corpo celeste (pertencente à região conhecida como Cintura de Asteróides) e localizada numa das suas depressões (crateras). Logo ali se encontrou uma explicação para o sucedido: tal como Europa (uma das luas de Júpiter) e Enceladus (uma das luas de Saturno) o planeta anão Ceres seria muito provavelmente um dos grandes depósitos de água existentes no nosso Sistema Solar e essa imagem poderia ser a prova final (e prática) dessa teoria. E até que Ceres ficava mais próxima da Terra que as outras duas luas. No entanto o problema voltou quando ao lado da primeira mancha brilhante e logo na mesma cratera, outra luzinha surgiu.

 

E se fosse uma nave?

 

(imagens – Filipe Alves e NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:22

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