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Segunda-feira, 23 DE Outubro DE 2017

Eclipse do Sol

Segundo alguns cientistas há uns 4/5 biliões de anos com Júpiter a poder ter entrado no nosso Sistema ainda em formação dirigindo-se para o Sol, atravessando-o (o Sistema Solar), levando material atrás de si (passando pela região hoje ocupada por Marte) e fixando-se na orbita atual devido à força gravitacional exercida por outros planetas gigantes como o poderia ser Saturno. Sendo a única questão (sem resposta e suscitando dúvidas) a existência de Marte e de como este poderia ter resistido (na altura e comparativamente sendo tão pequeno) à passagem/presença do Gigante (tão perto).

 

A Cerca de Mil Milhões de Km de Nós

 

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Alvo Júpiter ‒ Sonda Juno ‒ PIA 21969

(Setembro 2017)

Sobre a superfície de Júpiter a sombra da sua lua Amalteia

 

Nesta imagem capturada no passado dia 1 de Setembro de 2017 por uma câmara instalada na sonda automática JUNO (em órbita do planeta JÚPITER desde 5 de Julho de 2016), podemos observar a uma distância próxima dos 922 milhões de Km (distância Terra/Júpiter em Setembro deste ano), um fenómeno já por nós conhecido mas nesse caso intervindo o SOL, a TERRA e a LUA (com a Terra a cerca de 150 milhões de Km do Sol): no caso do planeta situado a cerca de 6 UA da Terra, contando com a presença do SOL (a estrela de referência), de JÚPITER (em vez da Terra) e da sua lua AMALTEIA (em vez da nossa LUA).

 

No caso da lua de Júpiter AMALTEIA (uma das suas 69 luas conhecidas) sendo o 5º maior satélite natural (Regular) orbitando o planeta e simultaneamente pertencendo aos Satélites Interiores (orbitando muito próximo de Júpiter), com uma dimensão aproximada de 190Km, uma massa de 208x10↑16Kg e um período orbital de quase 12 horas (e sendo a 3ª lua mais próxima de Júpiter): segundo os cientistas com esta lua a ser uma das fornecedoras de material para a constituição dos anéis do Gigante Gasoso (assim como todas as outras luas interiores), num calhau cheio de crateras e de montanhas viajando em torno do planeta a uma V = 26,6Km/s e apresentando temperaturas (médias) na ordem dos 150⁰C negativos.

 

No dia 1 de Setembro de 2017 e (por acaso) com a sonda automática CASSINI ainda ativa e circulando nas proximidades do outro Gigante Gasoso (o 2º em dimensão SATURNO) ‒ duas semanas depois a 15 de Setembro cometendo suicídio, desintegrando-se ao entrar na camada atmosférica rodeando o planeta ‒ com as câmaras a registarem sobre a superfície de Júpiter a deslocação da sombra provocada pela passagem entre os raios luminosos oriundos do Sol da lua Amalteia (na sua rotação em torno de Júpiter), interpondo-se entre a Estrela e o Planeta e provocando neste e numa estreita faixa a ocorrência de um Eclipse Solar: para os Jupiterianos (caso existam e seja sob que forma for) num fenómeno muito semelhante ao ocorrido recentemente (na Terra) numa faixa estreita do território norte-americano.

 

Um registo fotográfico enviado por uma sonda automática colocada a mais de 900 milhões de Km da Terra (sonda JUNO) ‒ e tomando como referência a velocidade máxima atingida pela sonda (uns 40Km/s), tratando-se de uma nave tripulada, demorando uns 270 dias a lá chegar (em linha reta) ‒ recebido e editado pela NASA e posteriormente processado (antes da sua chegada ao público em geral) num outro ponto intermédio (de modo a realçar alguns detalhes) por um cidadão-cientista neste caso Gerald Eichstädt. Segundo os responsáveis da missão (Juno) uma imagem obtida aquando da 8ª aproximação da sonda automática ao planeta Gigante Júpiter (o maior do Sistema Solar e o mais poderoso nas suas interferências geomagnéticas dos seus intensos e extremos campos/forças gravitacionais) e quando a mesma se localizava a (apenas) 3.858Km do topo da espessa camada de nuvens envolvendo todo o planeta (suposto ser maioritariamente gasoso).

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:32
Terça-feira, 29 DE Agosto DE 2017

Chris Hadfield ‒ Primeiro a Lua e só depois Marte

“For tens of thousands of years humans have followed a pattern on Earth: imagination, to technology-enabled exploration, to settlement. It’s how the first humans got to Australia 50,000 or 60,000 years ago, and how we went from Yuri Gagarin and Alan Shepard orbiting Earth to the first people putting footprints on the moon, to people living in orbit. There are six people living on the International Space Station, and we have had people there continuously for nearly 17 years. But the reality is we have not yet figured out how to live permanently off-planet. So I think if we follow the historically driven pattern then the moon would be first. Not just to reaffirm that we can get there, but to show that we can also live there.” (Chris Hadfield/newscientist.com)

 

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Chris Hadfield

Comandante da Estação Espacial Internacional

 

Sendo o primeiro astronauta canadiano a comandar a Estação Espacial Internacional (ISS) desde que a mesma foi concluída (Junho de 2011), Chris Hadfield (figura 1 e 2) juntou-se recente e publicamente e a partir da ISS ao número crescente daqueles (astronautas, cientistas e restantes especialistas) que acham que se devemos retomar as viagens espaciais tripuladas (como as realizadas há quase 50 anos à Lua integrando o Programa Apollo), antes de partirmos para Marte como pretende o milionário Elon Musk (acompanhado pela NASA mas concretizando-o uns anos mais tarde) deveremos fazer isso antes, mas muito mais perto da Terra, como é o caso da Lua.

 

Com a distância e a segurança a ela implícita (viagem) a ser o principal fator (a considerar) para tal e tão óbvia reflexão e referida afirmação: por experiência própria (e de muitos outros antes dele) sendo muito mais seguro circular a uns 340Km da Terra (altitude média da ISS) se comparados com os pouco mais de 384.400Km de distância até à Lua, agravando-se ainda mais o cenário se comparado com Marte e a sua distância à Terra ‒ no mínimo uns 60 milhões de Km (podendo chegar mesmo aos 400 milhões). Para qualquer leigo posto perante um cenário semelhante, sendo imediata a resposta face às opções atrás expostas: depois da ISS, vindo a Lua e só depois o planeta Marte.

 

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Chris Hadfield

Comandante da Estação Espacial Internacional

 

Uma ideia certamente partilhada pela grande maioria de todos os curiosos e interessados (leigos e eruditos) neste tema das viagens espaciais (tripuladas) e suas prioridades (a Lua ou o planeta Marte) e tendo desde já o apoio de três das maiores agências espaciais mundiais como a ESA, a ROSCOSMOS e a CNSA (Europa, Rússia e China) ‒ enquanto todo esse mundo ainda aguarda pelo evoluir da opção há meio século tomada (incompreensivelmente) pela NASA (ao terminar com o Programa Apollo e com as viagens espaciais tripuladas), sabendo-se da sua (da NASA) tentação presente em imitar o privado (Elon Musk e a sua Aventura em Marte) e apesar da promessa de Donald Trump de colocar de novo uma bota norte-americana (não se sabe ainda fabricada onde) na superfície da Lua.

 

No caso do planeta Marte (comparando com a viagem à Lua ‒ pouco mais de 384.400 Km ‒ onde a Apollo 11 fez o trajeto Terra/Lua em apenas 51 horas e 49 minutos) com a distância a percorrer agora traduzida não em milhares mas em muitos milhões de Km e como consequência com uma viagem ao planeta Vermelho a poder demorar entre 150/300 dias (5/10 meses utilizando a tecnologia atual), adicionando de imediato muitos mais problemas (a surgirem e necessitando de ser resolvidos) a uma sempre possível e potencial Viagem a Marte ‒ posta lado a lado com uma outra, já levada por diversas vezes a cabo, ao único satélite natural da Terra a Lua. Para já não falar da ação extremamente nefasta e mortal nos humanos (se não se estiver convenientemente protegido) dos raios solares e cósmicos sempre presentes nestas longas viagens espaciais (a Marte sendo interplanetária), pondo em causa todo o projeto seja no espaço seja no planeta: daí a necessidade da presença Lua como primeiro entreposto solar (primeira colónia terrestre e novo ponto de partida para a nova Era Moderna dos Novos Descobrimentos).

 

(texto inicial: tirado de artigo de Alice Klein/newscientist.com/23.08.17 ‒ imagens: universetoday.com/CTV e nasa.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:12
Segunda-feira, 21 DE Agosto DE 2017

O Grande Eclipse Norte-Americano

“Darkness inside the path of totality has an alien quality. Because the shadow is only 70 miles wide, you can see daylight at the edges even while you stand in the dark core. This distant scattered light produces a slight reddish glow and unusual shadow effects. Many birds stop singing, daytime flower blossoms begin to close as if for the night, and bees return to their hives.”

(spaceweather.com)

 

Num Eclipse Solar observado diretamente por milhares de pessoas e indiretamente por muitos outros milhões, muitos foram os felizardos (alguns norte-americanos usufruindo de um Eclipse Total), muitos mais os favorecidos (alguns cidadãos norte-americanos e de outros continentes usufruindo de um Eclipse Parcial) e ainda muitos, mas mesmo muitos mais, os que nada viram (claramente mais de metade dos 7 biliões por impossibilidade ou desinteresse).

 

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Com os norte-americanos a terem o privilégio de presenciarem o raro fenómeno logo na primeira fila e tendo ainda a vantagem de o poderem fazer em diferentes lugares e estados (do seu território) de um ao outro lado da costa (do Pacífico ao Atlântico): na 1ª fila vendo todo o cenário e na 2ª fila só parcialmente (como todo o resto do planeta senão o assistir na TV). Nestes termos ocorrendo no mínimo cada 100 anos (o próximo talvez demore mais) um momento de muitas vidas (tendo em conta a nossa esperança de vida).

 

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No caso de Portugal com o fenómeno a ser visível mas apenas parcialmente e com o seu máximo a ficar-se por menos de 20% no continente e talvez uns 30% lá para uma das ilhas: motivado pela hora tardia da ocorrência (do fenómeno) muito próximo (por cá) do fim do dia. Nos EUA e na estreita faixa do seu território onde se fez sentir o Eclipse Total (mais de 100Km de largura e muitos mais de extensão) proporcionando um espetáculo sensacional (único e por poucos alguma vez visto) pela reação insuspeita dos presentes: com a Lua a fazer desaparecer o Sol mergulhando tudo nas trevas.

 

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E no máximo do Evento com o Mundo todo às escuras aproveitando-se o instante para testar a temperatura: nestas imagens (e com o Oregão em particular destaque), do dia fazendo-se noite, descendo a temperatura, livrando-nos dos raios nefastos e (ingénuos por expectantes) esperando-se pelo regresso – nada mais acontecendo, que não o ressurgimento, do Sol explodindo como o único Rei do Sistema.

               

"What you see in an eclipse is entirely different from what you know."

(Total Eclipse/Annie Dillard/spaceweather.com)

 

(imagens: YOUTUBE/NASA)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:43
Segunda-feira, 17 DE Julho DE 2017

Espaço 1999 ‒ Martin Landau

No passado sábado (15 Julho) ausentou-se (deste ciclo) com 89 anos de idade John Koenig (Martin Landau) o conhecido comandante da base lunar Alpha na série de sci-fi inglesa Espaço 1999. Para os sobreviventes dessa época (agora com mais de 50/60 anos) mais uma porta que se fecha (num sonho transformado em pesadelo). Ou não tivesse o Homem com a sua não presença abandonado o Espaço.

 

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Dra. Helena Russell (Barbara Brain) e Capitão John Koenig (Martin Landau)

 

Nos já distantes anos setenta (1975/79) num tempo em que terminado o Programa Apollo (1972) e o Sonho Americano (iniciado com John F. Kennedy) todo um conjunto de diversas gerações ainda sonhava convictamente com a Conquista e Colonização do Espaço pelo Homem e pela sua Tecnologia (e como consequência a sua libertação por questões de sobrevivência dos limites terrestres até aí impostos), alguns movimentos culturais ingenuamente prosseguindo no seu caminho de prospeção de novos e revolucionários caminhos evoluindo por antecipação e experimentação a partir de anteriores já por diversas vezes replicados (obviamente por viáveis), ainda projetaram para o Imaginário do nosso Mundo algumas das Realidades possíveis que estaríamos a perder (considerando-as não apenas utópicas mas racionalmente impossíveis). Num Universo Infinito duma espécie limitada no Tempo.

 

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Nave Espacial Eagle

 

Após o abandono incompreensível e definitivo da Lua no início dos anos setenta (a caminho de meio século) ‒ e já que a tínhamos abandonado (nunca mais lá pondo os pés mesmo estando logo ali ao lado a 384.000 Km) ‒  a ser agora a Lua a abandonar o nosso planeta levando atrás de si uma colónia de terrestres: devido a uma poderosa explosão nuclear aí ocorrida causada pela acumulação de resíduos radioativos produzidos na Terra, com o nosso único satélite natural (a Lua) a ser projetado para fora da sua órbita, iniciando a partir daí conjuntamente com a base Alpha (nela instalada) uma prolongada viagem através do Espaço ‒ e assim surgindo uma das séries de culto (de ficção-científica) Espaço 1999 (transmitida em duas temporadas num total de 48 episódios). Um herdeiro do soft Star Trek (final em 1969) e do hard 2001 Odisseia no Espaço (estreado em 1968) anteriores ao fim do Programa Apollo.

 

(imagens: theredlist.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:53
Quinta-feira, 09 DE Março DE 2017

O Futuro da NASA – Produção de Papel de Parede

No Futuro e com o avanço lógico e irreversível da iniciativa privada (chamando a si a Conquista do Espaço, como novos territórios a explorar e a colonizar), talvez um bom negócio a adotar pela Agência Espacial (pelo menos para manter um museu e uns drones ainda a voar):

 

Vender papel de parede com algumas cenas da NASA

 

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Júpiter

Papel de Parede

(imagem: PIA 21385 – Sonda Juno)

 

É triste vermos aquela que há 50 anos se tornou a grande Agência Espacial do nosso planeta (a NASA) – com o Homem a colocar pela primeira vez o seu próprio pé sobre um Mundo Extraterrestre – a ter que se limitar no presente ao envio de sondas automáticas (simples drones que um dia qualquer um de nós poderá comprar num Centro Comercial) comandadas a partir de um qualquer escritório localizado ao nosso lado (esperando que as imagens cheguem entre uma sandes e uma bejeca): limitando-se a replicar tudo aquilo que qualquer um de nós já pode facilmente realizar no nosso planeta – nem necessitando sequer da nossa própria presença no objetivo e local a alcançar (espreitando o nosso vizinho ou assassinando pessoas) – aqui apenas ultrapassando os limites da Terra e testando até ao extremo as capacidades da máquina (mesmo de se poder desembaraçar sozinha). E com o Homem a ser o elemento passivo, aguardando o desempenho do Outro (delegado pelo Homem como seu representante ativo) e dos dados que o mesmo lhe for entretanto enviando.

 

Agora com mais um dos seus cidadãos-cientistas de nome Eric Jorgensen e à falta de melhor,

 

Com a sonda Cassini ainda no ativo mas já perto do fim na sua missão em Saturno, a já nos deixar saudades pelo cessar das suas imagens

 

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Saturno

Hemisfério Norte a caminho do seu solstício de Verão

(imagem: PIA 21046 – Sonda Cassini)

 

A manipular mais uma vez uma das poucas imagens até agora recebidas de Júpiter e já tantas vezes replicada, ornamentada e no fundo alterada (e como tal nada significando para o avanço no estudo deste planeta). Um grupo de cidadãos oportunisticamente aproveitados pela NASA e de imediato utilizados pela mesma (já que ainda acreditam plenamente nela), de forma aos cada vez mais extensos períodos de tempo em que dali não sai mais nada (além do que já saíra antes) sejam sempre ocupados, mantendo o assunto presente assim como vivas as pretensões da agência; e ao mesmo tempo garantindo que estes cidadãos (os seus maiores e fieis entusiastas) não a abandonem nem que para tal lhes tenham que oferecer algo mais (espaço na página enquanto não houver novidades). Sabendo-se que mesmo estas imagens oriundas das regiões localizadas para além da Cintura de Asteroides onde se encontram os dois maiores planetas do Sistema Solar – os Gigantes Gasosos Júpiter e Saturno – se poderão perder a muito curto prazo, com o fim da missão Cassini prevista para 15 de Setembro (deste ano) e com algumas dificuldades técnicas com que a Juno já se depara.

 

Após o último voo tripulado do programa Apollo concretizado em Dezembro de 1972 e tendo como destino a Lua (missão Apollo 17 com os astronautas norte-americanos Cernan, Evans e Schmitt) – já lá vão quase 45 anos – e a última das missões do Vaivém Atlantis antes da sua reforma em Julho de 2011 (o último dos Vaivéns a deixar o ativo) – já lá vão quase 6 anos – com o Homem a apenas se aventurar no Espaço em viagens extremamente curtas (entre a Terra e a ISS, o que já fazia antes), mas agora com a ajuda dos russos (utilizando a Roscosmos e o cosmódromo de Baikonour) ou da empresa de Elon Musk (uma empresa privada e utilizando a Space-X). E com a empresa privada (de Elon Musk) pretendendo atingir Marte (com a sua nave Dragão) já durante a década de vinte – com voos tripulados, atingindo a sua superfície e colonizando o planeta. Agora mês de Março do ano de 2017 e prestes a comemorar-se 56 anos sobre o discurso de John F. Kennedy (25 Maio 1961) – momento no qual o então Presidente norte-americano colocou a Lua no caminho da Terra e obviamente na rota daquela que viria a ser a maior potência do mundo, os EUA – recordando as suas já lendárias e proféticas palavras: “I believe that this nation should commit itself to achieving the goal, before this decade is out, of landing a man on the moon and returning him safely to the Earth”.

 

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NASA vs. SPACE-X

Governo e Privados disputando o Espaço – E Trump?

(imagens: Web)

 

Com as últimas notícias a revelarem os últimos avanços da NASA no seu programa de relançamento das viagens espaciais – com as novas naves a possibilitarem o transporte de astronautas, um dos objetivos considerados prioritários na retoma dos voos tripulados – anunciando já para 2018 (o mais certo lá para 2019 ou depois) o regresso ao nosso único satélite a Lua, seguida de uma viagem até Marte. Depois de meio século de interrupção (das viagens espaciais) nunca bem explicada (com o Programa Apollo a ser aparentemente encerrado por motivos estritamente financeiros) apesar dos tremendos sucessos (em Portugal observando em direto numa TV a preto-e-branco um veículo terrestre visitando um outro astro, localizado a quase meio milhão de Km de distância e com os astronautas completamente isolados num pequeníssimo habitáculo e dirigindo-se a uma velocidade de mais de 10Km/s (36000Km/h) em direção a um ponto preciso no meio do Espaço, sabendo de antemão que uma pequena falha na sua trajetória os poderia fazer passar o seu alvo a Lua, perdendo-se definitivamente a nave e com ela toda a sua equipa de 3 astronautas – uma verdadeira aventura de ficção científica mas aqui verdadeiramente antecipada no tempo), sendo difícil de acreditar na retoma do projeto há meio século suspenso, após tantos anos de interrupção e de indiferença política pelo mesmo – de Republicanos e de Democratas seguindo-se agora Trump. Será que ele aprecia Elon Musk?

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:05
Segunda-feira, 16 DE Janeiro DE 2017

No dia da morte do último Homem a pisar a Lua

No dia da morte do astronauta norte-americano EUGENE CERNAN a pergunta que mais uma vez se coloca continua a ser a mesma (infelizmente por nunca ter tido uma resposta válida): por que diabo o Homem abandonou a Lua (que nem a 400.000Km da Terra fica) há já quase 50 anos (ainda por cima tendo agora como objetivo Marte)?

 

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Eugene Cernan no interior do módulo lunar/LM

Comandante da missão Apollo 17

(Orbitando e pousando na Lua – Dezembro de 1972)

 

Quando um dia o Homem olhou para a Lua e decidiu de uma forma irreversível que esse seria o momento ideal para o início da sua conquista, provavelmente o comandante da missão APOLLO 11 o astronauta NEIL ARMSTRONG (o 1º Homem a pisar a Lua) e o comandante da missão APOLLO 17 o astronauta EUGENE CERNAN (o último homem a ter pisado a Lua), nunca imaginariam nos seus sonhos mais extremos as consequências para o desenvolvimento da Humanidade (Científicas, Tecnológicas e de Mentalidades) que o seu feito extraordinário e para muitos impossível de se concretizar iria provocar no futuro desse ecossistema chamado TERRA – e naturalmente no desenvolvimento da sua espécie dominante o HOMEM.

 

Hoje 16 de Janeiro de 2017 (dia em que o astronauta norte-americano Eugene Cernan nos deixou) num momento de grande tristeza e de um grande amargo de boca, deixando-nos por momentos levar (como num sonho) pelos trilhos da nossa memória e recriando de novo o passado edificado em toda a Cultura e conhecimento (por nós interiorizado), revivendo num tempo presente tão perdido como monótono, um episódio fantástico da nossa História talvez só comparável aos grandes tempos dos Descobrimentos: como qualquer criança ao crescer antes evoluindo em Terra (em casa com a sua proteção) depois fora dela (abandonando ao crescer a sua zona de conforto).

 

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Eugene Cernan no exterior do LM

Filmado pelo seu colega Harrison Schmitt

(vendo-se à direita na imagem o rover e a sua antena)

 

Numa aventura nunca antes levada a cabo fora do nosso ecossistema, envolvendo o voluntário abandono por parte do Homem do seu habitat natural e de sobrevivência, deixando para trás todas as hipóteses de recuo ou de auxílio e tendo apenas como contrapartida e recompensa final a busca do desconhecido, de outras realidades e do conhecimento do Universo: no caso da conquista da Lua e apesar de tudo o de precioso que a mesma nos facultou (para a organização, desenvolvimento e transformação da sociedade) – comparem pelo menos no que toca à Esperança e ao Entusiasmo a Terra com Sonhos dos anos 60 com a Terra com Pesadelos dos dias de hoje – com o amargo de boca a dever-se à total incompreensão (e falta de respeito por todos aqueles que gastaram toda a sua vida na tentativa da concretização deste projeto claramente UNIVERSAL) pela atitude tomada pelos EUA em terminar definitivamente o programa Apollo, esquecendo a Lua (como se já lá não estivesse e não tivéssemos lá estado) e abandonando de vez os voos tripulados para outros corpos celestes (ficando-nos por viagens de Vaivém entre a Terra e a ISS – e entregando de mão beijada às máquinas o prazer da Aventura e o poder da Descoberta. Certamente algo que não desejaria Eugene Cernan.

 

E com o seu colega de missão HARRISON SCHMITT (piloto de comando do módulo lunar e geólogo) a passar a ser agora o último Homem ainda vivo a pisar a Lua (pisando a Lua aos 37 anos e hoje j com 81 anos).

 

(imagens: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:55
Segunda-feira, 09 DE Janeiro DE 2017

A Terra e a Lua vistas de Marte

Em Novembro de 2016

 

Supondo que Marte estaria por essa altura do ano a cerca de 70 milhões de Km da Terra (sensivelmente à mesmo distância da Lua), a luz emitida pela Terra só para lá chegar, demoraria no mínimo 4 minutos (para romper a escuridão do Espaço). Já o som (para se ver a brutal diferença) demoraria mais de 6,5 anos.

 

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Lua e Terra

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Um registo com fraca resolução fotográfica e com a luminosidade em torno de cada um dos dois corpos celestes artificialmente intensificada (de modo a serem visíveis alguns dos seus pormenores): numa imagem obtida a partir da sonda automática MRO em órbita do planeta Marte e em que são visíveis o planeta Terra e o seu único satélite natural a Lua.

 

(imagem: NASA/JPL/Universidade do Arizona)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:25
Quinta-feira, 16 DE Junho DE 2016

Leito Oceânico de Marte

“Nada impede que num planeta onde no passado já possa ter existido vida (nesse caso visível por estar à superfície), a mesma ainda aí permaneça como vestígio (de uma antiga civilização extinta ou que tenha entretanto partido) ou então esteja apenas escondida dos olhos indesejados dos outros (por ser invisível e subterrânea).”

 

Numa aventura iniciada na Terra em finais de Novembro de 2011 na estação da força aérea norte-americana localizada em Cabo Canaveral (e continuada a partir do início do mês de Agosto de 2012 já na superfície marciana), o veículo motorizado transportado pela sonda CURIOSITY na sua viagem entre o planeta Terra e planeta Marte (de momento no seu 1371º dia de permanência no planeta), acaba de nos enviar mais uma imagem da superfície desse planeta situado a mais de 220 milhões de quilómetros do SOL.

 

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MARTE – CURIOSITY ROVER – Sol 1371

 

Registada pelas câmaras instaladas no ROVER da sonda CURIOSITY no passado dia 15 (ontem), no 1371º dia marciano de estadia da CURIOSITY em Marte (um dia marciano é ligeiramente superior ao dia terrestre tendo quase 24,7 horas). E apresentando-nos mais uma vez um cenário da superfície marciana seca, desértica e aparentemente sem vida, não nos impedindo no entanto com um pouco mais de atenção e poder de observação, compreensão e memória (tudo incluído no nosso edifício pessoal e cultural), de descobrir vestígios em Marte para nós tão familiares na Terra.

 

Pelo que é cada vez mais convincente a teoria de que Marte há muitos biliões de anos atrás teria possuído um vasto oceano cobrindo uma parte apreciável da sua superfície sólida (em extensão menor que os existentes na Terra), estando provavelmente rodeado por uma camada atmosférica e até podendo conter vida – qualquer tipo de organismo por mais primitivo que fosse. Bastando olhar para a imagem anterior para logo concluirmos estarmos a ver e em presença de um leito de um oceano (com rochas, pedrinhas e areia) há muito desaparecido: como se estivéssemos na Terra, mas já sem um pingo de água – queimada, ressequida por vezes parecendo mesmo calcinada.

 

Sendo por este motivo (e por muitos outros mais):

 

Incompreensível que a partir do final de 1972 com a última missão do programa Apollo a aterrar na Lua (Apollo 17) – dando origem mais tarde e com o fim em do programa Apollo (em 1975) ao aparecimento dos Vaivéns Espaciais (em 1981) – o homem tenha abandonado os voos tripulados (com exceção dos Vaivéns e da ISS – com a montagem desta última iniciada em 1985), transformando-os em meros brinquedos (no entanto extraordinários) teleguiados de casa (como um DRONE). Como se a presença da espécie (no momento da descoberta e da conquista) não fosse essencial (para a nossa sobrevivência como espécie): sendo o movimento (como nómadas aventureiros) um parâmetro universal;

 

Incompreensível que a maior potência a nível terrestre possuindo a maior Máquina Tecnológica de Guerra e de Dominação a nível global (os EUA), se dê ao luxo de abandonar esta área de tecnologia revolucionária e de ponta, que tantas vantagens científicas e geoestratégicas tem dado a este estado, sobre todos os outros estados existentes à face da Terra. Mais rigorosamente IMPOSSÍVEL (em vez de incompreensível). Por esse motivo sendo (à falta de uma melhor e mais credível opção) um dos muitos apoiantes da tese também já subscrita por muitos (afinal de contas os voos tripulados em direção ao Espaço Exterior à Terra já foram interrompidos há quase 44 anos) de que se a NASA/Civil estagnou (morreu ou está moribunda) outra NASA/Militar renasceu (da inicial) e a substitui – certamente mais forte e poderosa e chegando até onde, hoje nenhum de nós ainda chegou (quanto muito em imaginação);

 

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Filme/The Martian – Realizador/Ridley Scott – Autor/Drew Goddard

 

Compreensível (absolutamente e até em termos de investimento) que a iniciativa privada face às muitas solicitações civis e sobretudo militares vindas do setor público se prontifique a colaborar, ainda-por-cima com o Estado por trás e com promessas de garantias económicas e financeiras. Substituindo o Estado na Inovação (e no Investimento) e no mundo Empresarial (recuperando a vantagem do desenvolvimento Industrial). Com alguns como ELON MUSK a “lançarem-se para o Espaço”, em naves tripuladas, à conquista de outros planetas e de outros territórios: a colonizar, a habitar e a explorar. Num projeto já há muito iniciado com o lançamento e consolidação da sua empresa SPACE X (empresa de transporte espacial fundada há 14 anos), já hoje apetrechada com os seus foguetões reutilizáveis FALCON e com a sua nave espacial DRAGON capaz de abastecer em plena órbita a Estação Espacial Internacional/ISS (desde meados de 2012), para numa evolução consistente e ambiciosa e num futuro já muito próximo, concretizar o seu sonho há muito enunciado: a colonização do planeta Marte.

 

"There’s a window that could be opened for a long time or a short time where we have an opportunity to establish a self-sustaining base on Mars before something happens to drive the technology level on Earth below where it’s possible." (Elon Musk)

 

Apesar de continuar por explicar o definitivo abandono da Lua – pelo público e pelo privado. Para qualquer um de nós um verdadeiro Espanto (muito mais do que Mistério) – nem que fosse utilizada (a Lua) para a exploração mineral. A uma distância insignificante (inferior a 400.000Km) e com baixos custos de exploração (e até servindo para poupar o ambiente já poluído da Terra).

 

(imagem: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:45
Terça-feira, 07 DE Junho DE 2016

Há 44 anos que o Homem abandonou a Lua

“No dia 20 de Julho de 1969 a RTP transmitiu sob o comando de José Mensurado, durante cerca de três horas, a preto-e-branco e em direto,

a chegada do primeiro Homem à Lua.”

(nunca mais lá voltando depois de 1972)

 

Nesse dia o Homem olhou definitivamente para o Espaço como algo de Infinitamente Grande, em Oposição ao seu simétrico, como Complemento de um todo e constituindo um Conjunto multidirecional, replicando-se indefinidamente como as células de um Organismo (Vivo). Criando nessa altura uma imagem copiada a partir do objeto – e a partir do qual o sujeito reconstruiu a infraestrutura. Refletindo no Hardware (nele instalado) uma nova cópia de Software (talvez pirateado).

 

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No exterior do módulo lunar Eagle/Apollo 11 com Buzz Aldrin e a bandeira dos EUA

(bandeira essa concluída com a colaboração de uma costureira portuguesa)

 

Vamos supor que sou uma velhinha nascida no século passado, com mais de oitenta anos de idade (digamos 87) e nascida por exemplo no dia 21 do mês de Maio: uma data encravada entre as comemorações do 13 de Maio (de 1917 em Fátima – Aparições de Fátima) e as do Golpe de Estado de 28 de Maio (de 1926 em Portugal – Constituição do Estado Novo).

 

Uma data estrategicamente colocada entre um Evento considerado por muitos Mágico mas Virtual (por Imaginário) e um outro Evento verdadeira e infelizmente Real e muitas vezes mortal (por muitos percecionado e sentido psíquica e fisicamente, em toda a extensão do seu corpo): talvez sugerindo-nos uma escapatória intermédia.

 

No dia 20 de Julho de 1969 essa velhinha que já teria na altura 40 anos estaria por exemplo há algum tempo divorciada (separada – caso raro na altura), viveria no estrangeiro (por exemplo em França onde existia uma grande comunidade emigrante) e teria quatro filhos (com um deles nascido por exemplo no ano de 1955). Fiquemos então com esse filho e dêmos algum descanso à velhinha.

 

O filho teria por essa altura 13 anos, mais um ingénuo-inocente filho da ditadura, nascido em 1955 poucos meses depois da morte de Albert Einstein (Teoria da Relatividade/Física Quântica) e seis anos antes da promessa feita pelo então presidente John Kennedy perante o Congresso dos EUA (e perante todo o Mundo): "Eu acredito que esta nação deve comprometer-se em alcançar a meta, antes do final desta década, de pousar um homem na Lua e trazê-lo de volta à Terra em segurança". (25 de Maio de 1961)

 

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A partir do módulo de comando Columbia/Apollo 11 em orbita da Lua

(e tendo a Terra e um objeto p/identificar surgindo sobre o fundo negro do espaço)

 

A velhinha ainda novinha (apenas 40 anos) ainda estava em Paris-França. O filho de 13 anos na altura vivendo em Espinho, previamente colocado frente-a-frente à TV e esperando a transmissão: usufruindo durante quase três horas seguidas das primeiras imagens oriundas de um Mundo onde o Homem em princípio nunca teria estado antes (um facto sempre questionável para alguém já na época leitor de SCI-FI), transmitida apenas a preto-e-branco, mas à passagem de cada segundo deixando-nos cada vez mais colados aquele ecrã – como numa aventura à procura e à descoberta.

 

E antes de tudo o mais e como era já hábito cultural e propagandístico do Antigo Regime (Salazar/Caetano) – que infelizmente já extravasou para o regime Democrático – nunca esquecendo a preciosa colaboração da elite científica e tecnológica portuguesa na concretização e sucesso desta grande missão levada a cabo pelo Homem na superfície do primeiro Mundo Alienígena: “Os remates, as bainhas e a costura para a haste da bandeira (norte-americana) foram cosidos por uma portuguesa de nome Maria Isilda Ribeiro.” (wikipedia.org)

 

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A partir do módulo de comando Columbia/Apollo 11 em orbita da Lua

(deparando-nos com dois fenómenos estranhos como focos de luz à superfície/à esquerda e dois objetos voadores/à direita)

 

Voltando ao presente agora com a velhinha com quase 90, o filho com mais de 60 e com os netos a caminho dos 30. Com os mais velhos sem grandes memórias além da sua cultura/arquivo mínimo/obrigatório (convém recordar que a emissão foi de madrugada a horas impróprias para a grande maioria dos portugueses), com os mais novos sem grandes ideias ou ligações privilegiadas associadas ao assunto (absorvidos como estão pelo sucessivo software disponibilizado, oferecido sem grandes custos pelo hardware reinante, dominante, intrusivo e deformador) e com alguns Intermédios ainda não definitivamente abatidos pela cada vez maior falta de Esperança (talvez o único fator que ainda nos mantem como uma espécie Não-Extinta – na sua luta pela sobrevivência) a ainda tentarem nadar no sentido contrário ao da corrente amalgamada, forçada e entubada, que ainda hoje os nossos líderes nos projetam como sendo o nosso único futuro e o da Estrutura Divina que nos suporta.

 

Uma velhinha testemunha das ideias e preconceitos do regime de então e que levaram à segregação da mulher (negação e perseguição das mulheres separadas), á emigração forçada para o estrangeiro (à procura de trabalho para sobreviverem), à fuga da Guerra Colonial (de onde os filhos saiam estropiados ou mortos) e terminando num pesadelo chamado PIDE/DGS (que não só nos censurava a mente como nos decapitava a cabeça).

 

Que teve filhos e netos que foram testemunhas do Evento (pelo menos durante três gerações), passando ao lado de um pouco, senão mesmo de quase tudo. Com um deles meio perdido a ver a emissão de TV:

 

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A partir do módulo de comando Columbia/Apollo 11 em orbita da Lua

(observando-se lá ao longe nas proximidades da Terra mais um objeto estranho orbitando o planeta)

 

On July 20, Armstrong and Aldrin entered the LM again, made a final check, and the Eagle undocked and separated from Columbia for visual inspection. When the LM was behind the moon on its 13th orbit, the LM descent engine fired for 30 seconds to provide retrograde thrust and commence descent orbit insertion, changing to an orbit of 9 by 67 miles, on a trajectory that was virtually identical to that flown by Apollo 10. After Columbia and Eagle had reappeared from behind the moon and when the LM was about 300 miles uprange, powered descent initiation was performed with the descent engine firing for 756.3 seconds. After eight minutes, the LM was at "high gate" about 26,000 feet above the surface and about five miles from the landing site. The descent engine continued to provide braking thrust until about 102 hours, 45 minutes into the mission. Partially piloted manually by Armstrong, the Eagle landed in the Sea of Tranquility in Site 2 at 0 degrees, 41 minutes, 15 seconds north latitude and 23 degrees, 26 minutes east longitude. This was about four miles downrange from the predicted touchdown point and occurred almost one-and-a-half minutes earlier than scheduled. It included a powered descent that ran a mere nominal 40 seconds longer than preflight planning due to translation maneuvers to avoid a crater during the final phase of landing.” (Apollo 11 Mission Overview/nasa.gov)

 

Numa sequência impar de acontecimentos históricos e de impacto global, brutal e inexplicavelmente interrompida nos finais de 1972 – com a última missão a atingir a Lua e com os últimos homens a pisarem a sua superfície (missão APOLLO 17).

 

(imagens: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:27
Sexta-feira, 01 DE Abril DE 2016

A Terra e a Lua

De como o Sol pode ser a Mãe e a Lua a sua Ama (da Terra) – num cenário dirigido.

Não dizem que existe um Deus?

Se não for isso será um acaso ou talvez uma necessidade.

E porque não os dois num Universo-Organismo-Vivo?

 

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Imagem à escala da distância entre a Terra e a Lua

(o maior satélite natural de todo o Sistema Solar comparativamente com o tamanho do planeta que orbita)

 

Num momento da História da Humanidade em que a dicotomia entre o progresso Científico introduzido na nossa Sociedade pelo extraordinário avanço Tecnológico e o pensamento ideológico e ultrapassado das nossas Elites se torna cada vez mais avassalador – bastando para tal analisar o perfil desapontante dos dois principais candidatos às eleições presidenciais dos EUA, Hillary Clinton e Donald Trump – torna-se cada vez mais interessante voltarmos a ouvir a voz daqueles que pelas suas ideias geniais, conseguiram através de uma simplicidade de pensamentos e interligação de raciocínios coletivos, chegar com toda a facilidade à constatação e possível confirmação de mais uma clara evidência, por sempre presente e desde sempre usufruída: de que tudo o que se passa é muito mais simples do que se pensa (o seu mecanismo) bastando libertar-nos de certas amarras (impostas por alguns para o seu funcionamento) para podermos sentir (e percecionar tudo como um todo) Algo de novo – a Máquina, um artefacto desdobrado nos parâmetros do Espaço-Tempo do nosso Universo pessoal e exposto diante dos nossos olhos em múltiplas dimensões (em todas as suas particularidades para nós aparentemente mais longínquas e profundas), facilmente detetável em toda a sua estrutura e forma por simples exposição diante de nós de todos os seus componentes disponíveis (mesmo num conjunto limitado mas inevitavelmente inserido noutro) do infinitamente pequeno ao infinitamente grande.

 

"The deep Earth may not be cooling down"

Denis Andrault, Julien Monteux, Michael Le Bars and Henri Samuel

Earth and Planetary Science Letters

March 30, 2016

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Motions in the outer core are generated by the conversion of gravitational and rotational energies of the Earth–Moon–Sun system

 

We review the early and the present thermal states of the deep Earth.

We highlight the paradoxes implied by the classical scenario based on secular cooling.

We propose a 4.3 Gy steady thermal state scenario for the lowermost mantle.

We suggest the Moon as a necessary ingredient to sustain the Earth's magnetic field.

 

The Earth is a thermal engine generating the fundamental processes of geomagnetic field, plate tectonics and volcanism. Large amounts of heat are permanently lost at the surface yielding the classic view of the deep Earth continuously cooling down. Contrary to this conventional depiction, we propose that the temperature profile in the deep Earth has remained almost constant for the last 4.3 billion years. The core–mantle boundary (CMB) has reached a temperature of ∼4400 K in probably less than 1 million years after the Moon-forming impact, regardless the initial core temperature. This temperature corresponds to an abrupt increase in mantle viscosity atop the CMB, when ∼60% of partial crystallization was achieved, accompanied with a major decrease in heat flow at the CMB. Then, the deep Earth underwent a very slow cooling until it reached ∼4100 K today. This temperature at, or just below, the mantle solidus is suggested by seismological evidence of ultra-low velocity zones in the D”-layer. Such a steady thermal state of the CMB temperature excludes thermal buoyancy from being the predominant mechanism to power the geodynamo over geological time.

 

An alternative mechanism to sustain the geodynamo is mechanical forcing by tidal distortion and planetary precession. Motions in the outer core are generated by the conversion of gravitational and rotational energies of the Earth–Moon–Sun system. Mechanical forcing remains efficient to drive the geodynamo even for a sub-adiabatic temperature gradient in the outer core. Our thermal model of the deep Earth is compatible with an average CMB heat flow of 3.0 to 4.7 TW. Furthermore, the regime of core instabilities and/or secular changes in the astronomical forces could have supplied the lowermost mantle with a heat source of variable intensity through geological time. Episodic release of large amounts of heat could have remelted the lowermost mantle, thereby inducing the dramatic volcanic events that occurred during the Earth's history. In this scenario, because the Moon is a necessary ingredient to sustain the magnetic field,

 

“The habitability on Earth appears to require the existence of a large satellite.”

 

(imagens: WEB)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:04

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