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Domingo, 11 DE Junho DE 2017

Marte ‒ Uma lacuna no meio de queijo suíço

Uma imagem (fig. 3) fornecida pelo telescópio HiRISE (operado por técnicos da Universidade do Arizona) colocado a bordo do orbitador MRO (controlado por técnicos da NASA/JPL ‒ uma divisão do Caltech/Instituto de Tecnologia da Califórnia) movimentando-se em torno do planeta Marte.

 

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Fig. 1/2

A lacuna e o queijo suíço

 

No fim do Verão no Hemisfério Sul do planeta Marte e com o Sol agora mais baixo no horizonte (dando origem ao aparecimento de zonas de sombra e tornando mais fácil a visualização da topografia do planeta), o instrumento ótico HiRISE instalado a bordo da sonda orbital MRO girando em torno de Marte (desde Março de 2006),

 

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Fig. 3

Gelo tipo queijo suíço e cratera de abatimento ou impacto

(a partir de Marte/PIA 21636)

 

Ofereceu-nos recentemente um cenário da superfície marciana (editada em 30 de Maio) com pequenos resíduos de gelo (de dióxido de carbono) ainda presentes e bem visíveis sobre a mesma (brancos e brilhantes), incluindo nesse registo uma depressão algo profunda e de forma circular (penetrando o gelo e a cobertura superficial) supostamente atribuída (na sua formação) a um abatimento de terrenos ou a um impacto exterior.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:13
Segunda-feira, 05 DE Junho DE 2017

Sombras Imaginadas em Marte

Porque será que todos apontam para uma terra formação (preferencial) de Marte com a Lua aqui tão perto? Talvez pela existência de algum tipo de ligação umbilical Terra/Marte.

 

Numa imagem senão inédita pelo menos surpreendente registada sobre a superfície seca e desértica do planeta Marte (Fig. 1A), um veículo motorizado aí circulando há já vários anos apanhou acidentalmente numa das suas câmaras duas formas projetadas como sombras sobre a superfície marciana, que pela sua familiaridade e fisionomia particular só poderão mesmo representar seres vivos senão idênticos pelo menos semelhantes aos existentes no nosso planeta.

 

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Fig. 1A

 

Numa visão mais alargada do cenário apresentado pela extensa paisagem marciana comportando as duas formas atrás referenciadas (Fig. 1B), além de as mesmas sugerirem (como já vimos) réplicas de formas semelhantes às existentes na Terra (por um exemplo uma ave e um humano ou humanoide), sendo por outro lado fácil de compreender o verdadeiro dilema em confronto entre os dois sujeitos em presença: a partir dos trilhos já feitos escolher um novo destino.

 

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Fig. 1B

 

Um planeta alienígena um pouco menor que a Terra (0.53 X d T), onde nenhum ser orgânico por mais primitivo (ou fossilizado) que fosse foi descoberto até hoje, sem uma atmosfera protetora (como a terrestre) possuindo oxigénio (fundamental para a nossa respiração) e protegendo-nos das radiações mortais (solares e cósmicas) e mesmo assim, despertando-nos o interesse e a curiosidade pelo que poderá ter sido no passado este planeta já com biliões de anos de História ‒ tal como o Sistema Planetário de que (como a Terra) faz parte.

 

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Fig. 2

 

Num território (Marte) localizado bem para Além do nosso Ecossistema de sobrevivência e de evolução (a Terra), transformando-se desde a sua formação (há mais de 4 biliões de anos) num espaço e num trajeto, comum e paralelo (senão mesmo coincidentes em certos pontos da respetiva cronologia) para ambos os corpos (como parecem indicar os trilhos da Fig. 2), no caso da Terra com a História por nós partilhada (e conhecida) e no caso de Marte com todos os vestígios até agora encontrados a apontarem cada vez mais para algo muito parecido ao que hoje é a Terra: com atmosfera, um oceano e até vida orgânica.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:15
Domingo, 21 DE Maio DE 2017

Marte Morto por Eletrocussão

Was Mars Once Struck By A Gigantic Cosmic Lightning Bolt?

 

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1

Marte Morto

(numa Escala Cósmica)

Por Eletrocussão


It’s hard to imagine a bolt of lightning on the cosmic scale, but several scientists with backgrounds in studying electricity believe that the planet Mars may have been struck by a cosmic bolt of lightning, which deeply scared the surface of the red planet.

 

Valles Marineris on Mars is one of the solar system’s largest canyons. By comparison, the Grand Canyon in Arizona is approximately 500 miles (or 800 kilometers) in length and about 1 mile (1.6 kilometers) deep. Valles Marineris is 2,500 miles (4,000 kilometers) long and about 4 miles (7 kilometers) deep, according to NASA.


The origin Valles Marineris remains unknown. The current leading hypothesis holds it to be a gigantic crack in the Martian crust that occurred as the planet cooled billions of years ago. Additionally, many of the canyon’s channels are believed to be eroded by water.

 

Scientists at the Thunderbolts Project propose, however, that a lightning bolt on a gigantic or cosmic scale may have caused the gigantic canyon. A main point of their supposition includes the fact that Valles Marineris’ trenches are unlike Earthly canyons which wind and curve as a result of the water erosion cutting its way through time.

 

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2

Com Valles Marineres

(A Cicatrriz)

Como prova

 

The Thunderbolts Project compares the Valles Marineris to laboratory electrocutions of various materials which shows the same patterns in the scars they leave. Namely, the scar is a singular rift or primary discharge channel with numerous secondary discharge streamers, which are believed to be the tributaries of the Marian canyon, according to the Thunderbolts Project documentary “Symbols of an Alien Sky (Episode 2): The Lightning Scarred Planet”.

 

When an electric arc cuts a channel into solid matter, it leaves a specific pattern. This channel and streamer pattern can be seen repeating itself in nature. It is emulated by the scars on the bodies of people struck by lighting.

 

Additionally, the project cites the abundance of rock and boulder material observed littered across the Martian landscape in the images sent from our rovers as evidence in support of their hypothesis of a cosmic lightning strike. The magnitude of a strike needed to cut the Valles Marineris would have ejected countless cubic yards of rocky debris into space, much of which would have come back down to litter the landscape.

 

(texto e imagens: Paul Darin/The Epoch Times/21.08.2014)

 

Marte e a Passagem do Cometa Siding Spring

 

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3-4

Marte ‒ antes e pouco depois do cometa

(passar no seu ponto de maior aproximação)

Sendo visível o efeito provocado no planeta

 

Recuando ao ano de 2014 e ao Evento Astronómico ocorrido no decorrer do seu 4º semestre, recordando a passagem do cometa Siding Spring (C/2013 A1) a uma velocidade superior a 55Km/s nas proximidades do planeta Marte (a cerca de 140.000Km de distância), numa visita talvez mesmo ocasional (podendo não se repetir) de um objeto oriundo de longínquas regiões do Espaço ‒ localizadas na (e para além) da Nuvem de Oort (estendendo-se eventualmente entre 5000/100000 UA do Sol) ‒ e com um período orbital mínimo de 1 milhão de anos. Aquando da sua descoberta no início de 2013 (a 3 Janeiro) e quando o mesmo se encontrava a mais de 7 UA do Sol, tendo-se levantado a hipótese (dada a sua trajetória ainda pouco definida) de poder impactar Marte, o que na realidade não aconteceu:

 

Em vez disso com o cometa (núcleo ‒ 400/700 metros) a caminho do seu periélio (a cerca de 200 milhões de Km do Sol) a passar a uma distância equivalente 0,36 LD de Marte (astronomicamente uma distância menor) e interatuando com a atmosfera marciana colocando o já tão frágil campo magnético do planeta num verdadeiro caos ‒ como se tivesse sido sujeito a uma intensa e dirigida tempestade solar. E para quem ainda quis ver e tentar perceber o Evento, já depois do cometa ter passado o seu ponto de maior aproximação a Marte e já com a atmosfera marciana a atravessar uma zona de material deixado para trás pelo mesmo (viajante), com o planeta a ser bombardeado por diversas partículas oriundas da parte posterior do cometa (núcleo, cabeleira e cauda) e provocando poderosos e visíveis efeitos eletromagnéticos entre essas partículas (oriundas/transportadas pelo cometa) e a atmosfera/superfície (do planeta) ‒ tal e qual uma descarga seguida de uma grande explosão:

 

“Comet Siding Spring plunged the magnetic field around Mars into chaos. We think the encounter blew away part of Mars’ upper atmosphere, much like a strong solar storm would.”(Jared Espley/MAVEN/NASA’s Goddard Space Flight Center/Maryland)

 

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5

Aproximação do cometa C/2013 A1 a Marte

(passando a uma distância de 1/3 da distância Terra-Lua)

E criando o caos magnético (devido ao seu extenso coma) em torno do planeta

 

Um cometa essencialmente composto por rochas e gelo e centrado num núcleo de dimensão pouco superior a 500 metros; possuindo um coma que devido à sua grande extensão é capaz de influenciar em todas as direções regiões do espaço num raio de cerca 1 milhão de Km - e passando a 140 mil Km de Marte capaz de lhe trazer alguns problemas:

 

“When comet Siding Spring passed Mars, the two bodies came within about 140,000 kilometers of each other. The comet’s coma washed over the planet for several hours, with the dense inner coma reaching, or nearly reaching, the surface. Mars was flooded with an invisible tide of charged particles from the coma, and the powerful magnetic field around the comet temporarily merged with – and overwhelmed – the planet’s own weak one.”

(Elizabeth Zubritsky/nasa.gov)

 

Estendendo este fenómeno à Evolução do nosso Sistema (Solar) e a toda a História que o envolve desde há vários biliões de anos (no que nos diz respeito uns 4/5 biliões), podendo-se projetar na cronologia do passado um fenómeno na sua base em tudo semelhante ao sucedido entre o cometa Siding Spring e o planeta Marte (aquando da sua passagem nas proximidades deste último) com os dois corpos celestes a interatuarem intensamente entre si provocando uma violenta descarga (eletromagnética) e uma grande explosão na atmosfera marciana (bem visível da Terra por luminosa): deixando-nos a pensar se não terá sido um fenómeno como este (mas muito mais violento, talvez a nível de Evento Cósmico) a ocorrer num passado já bastante longínquo do nosso Sistema Planetário e a determinar como consequência o fim da existência de Água e de Vida no nosso vizinho planeta Marte (como se uma descarga/onda eletromagnética brutal tivesse varrido a calcinado topo o planeta), num fenómeno que muitos cientistas hoje já afirmam poder ter ocorrido em Marte (com efeitos devastadores) na mesma altura da extinção dos Dinossauros à face da Terra (aqui no entanto tendo permanecido a presença de Atmosfera, Água e Vida). Certamente contando com a presença de um Terceiro Corpo Celeste (nas proximidades) a afetar (pelo menos) Marte e Terra ‒ já agora um corpo de passagem (como um asteroide/cometa) ou então um corpo já aí presente e vítima de uma catástrofe global e ao nível da extinção (como poderia ter acontecido com um possível corpo único que tivesse inicialmente ocupado a Cintura de Asteroides ‒ o tal 5º Planeta sucedendo a Marte e antecedendo a órbita de Júpiter).

 

(imagens: Fritz H. Hemmerich/youtube.com e nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:59
Terça-feira, 09 DE Maio DE 2017

Árvore Petrificada em Marte

[A partir de notícia Paranormal Crucible/Ufo Sightings Daily]

 

Perdidos no interior do nosso próprio planeta (Vivo e em constante Evolução) procuramos noutros mundos mesmo que esgotados (como o árido, desértico e inóspito planeta Marte) uma Natureza Morta que possa vir ser um novo testemunho de Vida: noutro Espaço (planeta) e noutro Tempo (há biliões de anos).

 

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Marte ‒ Curiosity Rover ‒ SOL 1647

(à esquerda com a Árvore Petrificada)

 

Na sequência interminável de Encontros de Grau Zero em plena superfície do distante e atual 4º Planeta do Sistema Solar ‒ Marte localizado a mais de 200 milhões de Km do Sol e com um diâmetro cerca de metade do da Terra ‒ aqueles que desesperam pelo aparecimento de algum sinal de Vida num Mundo tão inóspito como este (na sua ânsia delirante da descoberta de algo que ainda nos surpreenda neste cenário de Natureza Morta), continuam a cada remessa de imagens que lhes vão chegando às mãos, a tentar ver algo mais do que (na realidade) as mesmas representam:

 

E extrapolando a situação e inserindo-a num Mundo semelhante (pelo menos no que se refere a Marte e à Terra, pertencendo como iguais a um mesmo Sistema), projetando em certos objetos aqueles que partilhamos na Terra e assim equiparando-os no Espaço como testemunhos de outro Tempo (com Marte a poder ser um irmão mais novo/velho da Terra e em muitos aspetos sendo ambos réplicas de um mesmo molde).

 

Como se diante de um Espelho um fosse o objeto e o outro a imagem (a decomposição do objeto e a sua reconstrução noutro ponto) ‒ pelo menos na cabeça de alguns.

 

Depois de tantas imagens recolhidas ao longo de vários anos e oriundas das câmaras das sondas norte-americanas Opportunity e Curiosity (sendo posteriormente editadas pela NASA e lançadas nos seus Sites na sua forma original/real ou tratada/manipulada) e já com diversos artefactos estranhos a serem detetados à superfície do planeta Marte (alguns por deslocados como os do Post Encontrei a Peça do meu Aspirador/30.11.2014) ‒ como seres humanoides, animais, máquinas, construções, fósseis, etc. ‒ eis que agora e numa imagem recentemente enviada pelas câmaras do Rover Curiosity, se sugere estarmos na presença surpreendente do tronco de uma árvore petrificada, com a sua presença resistindo espetacularmente ao correr do tempo (talvez biliões de anos) e com a sua base ainda fixa e inserida no árido solo marciano.

 

Árvore Petrificada ou Pedra Moldada?

 

E realçando num Elogio dos que Vêm: “Se não fosse a nossa Imaginação (apesar da pala institucional) já não suportaríamos mais (nem no Tempo nem no Espaço) a Realidade que todos os dias nos impõem (como condição necessária para a nossa sobrevivência).”

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:50
Domingo, 07 DE Maio DE 2017

O Céu de Marte visto pela sonda Opportunity

Se integramos todos o mesmo Mecanismo (o Sistema Solar),

Então é porque haverá mesmo algo de comum (entre planetas).

 

A caminho dos 45Km percorridos desde que aterrou em Marte em 25 de Janeiro de 2004, o veículo motorizado transportado a partir da Terra a bordo da sonda OPPORTUNITY, encontra-se de momento a caminho de uma nova região há muito desejada pelos cientistas, para uma mais detalhada e profunda exploração: o Vale da Perseverança.

 

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A partir da superfície de Marte a observação de um fenómeno astronómico

Contando com a participação de vários corpos celestes

 

Viajando desde há longo tempo pelas periferias deste vale de Marte e pelos indícios até aí recolhidos desde as suas primeiras observações, suscitando de imediato grande interesse por parte dos cientistas responsáveis pela missão, não só pelas propriedades geológicas do terreno como pelos indícios que o mesmo poderia transmitir e confirmar.

 

Pelas características do terreno e pelo leito rochoso onde o mesmo assentaria, podendo-se estar perante mais um contributo para a confirmação da teoria de que há biliões de anos atrás o planeta estaria parcialmente coberto por um extenso oceano, com este vale eventualmente a ser mais uma prova, talvez apresentando fraturas ou até evidências de linhas de costa.

 

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Um evento celeste no qual um objeto se interpõe entre outros dois

Neste caso com um objeto em trânsito a interpor-se entre outro e Marte

 

Um Mundo que em muitos aspetos nos faz lembrar quase o nosso (a Terra), hoje e na sua base (estrutura) incentivando-nos para a concretização dessa associação (Terra/Marte) ‒ com a mesma forma, rochoso como o nosso planeta e preenchido por extensos cenários muito semelhantes a alguns dos nossos ‒ mas que na sua cobertura se torna no nosso simétrico, aparentemente desprovido de água, atmosfera e vida.

 

Nesta sequência de oito imagens (1 a 8) registadas a partir da superfície do planeta Marte (pelas câmaras do Rover Curiosity), observando-se um fenómeno de interposição (envolvendo dois corpos) que nós poderíamos afirmar ser em tudo parecido (visualmente) ao ocorrido entre a Terra e a Lua: quando a mesma se interpõe entre a Terra e o Sol (o outro elemento).

 

(imagens: câmaras/Opportunity Rover/SOL 4721/nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:52
Terça-feira, 02 DE Maio DE 2017

Nem Sequer Temos Imaginação

Quatro imagens (efetivamente 4+1 sendo esta última orbital) recolhidas pelas 2 primeiras sondas norte-americanas a orbitarem e a aterrarem em Marte – VIKING 1 e VIKING 2 – neste caso recolhidas pelos seus módulos de aterragem quando já instalados na superfície marciana.

 

Limitamo-nos hoje à análise dos dados enviados por uma máquina localizada a milhões e milhões de Km de distância (bem no interior profundo e escuro do Espaço), posteriormente traduzindo-os através de tabelas de sinónimos reais (podendo ser projetado no espaço e datado no tempo) e mais tarde apresentando-a com contornos facilmente aceitáveis e de acordo com os modelos preconcebidos – e isso não relevando ainda as virtudes da edição e o primor do Photoshop.

 

O que deveríamos era lá estar como o sonha Elon Musk. E nós ainda sonhamos?

 

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Imagem 1

Marte – Planitia Chryse – Big Joe

(Sonda Viking 1 – Lander – Câmara 1 – 4 Out 76 e 24 Jan 77)

 

Na contínua procura de um modelo de cenário que nos possa proporcionar de alguma forma credível alguma esperança na descoberta de um tipo de Vida no mínimo com alguns pontos de percurso comuns e potencialmente semelhantes aos percorridos pela Vida na Terra, uma das poucas fontes de consulta agora que o Homem parece ter subalternizado o Espaço e a sua necessária e obrigatória Conquista (isto se a nossa espécie não quiser ficar extinta, deixando-se morrer dentro de casa) é sem dúvida o PHOTOJOURNAL da NASA, que pensando-se no que por cá há (em Portugal) e associando-se a uma função semelhante (na área de comunicação) poderíamos sem dúvida equiparar à nossa RTP MEMÓRIA.

 

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Imagem 2

Marte – A primeira imagem a cores – Por volta do meio-dia

(Sonda Viking 1 – Lander – Câmara 2 – 21 JUL 76)

 

“This color picture of Mars was taken the day following Viking l's successful landing on the planet (approximately noon). Orange-red surface materials cover most of the surface, apparently forming a thin veneer over darker bedrock exposed in patches. The reddish surface materials may be limonite (hydrated ferric oxide). Such weathering products form on Earth in the presence of water and an oxidizing atmosphere. The sky has a reddish cast, probably due to scattering and reflection from reddish sediment suspended in the lower atmosphere.” (nasa.gov)

 

Não deixando de ser irónico que passado quase meio século sobre a data em que o primeiro Homem (logo seguido de mais dois) pôs o seu pé pela primeira vez sobre um outro corpo celeste à distância com um aspeto muito parecido ao nosso – a Lua localizada a mais de 480.000Km da Terra – no presente nos limitemos a enviar astronautas para uma estação em órbita da Terra a uma distância de aproximadamente 400Km (a ISS) e para viagens mais extensas e prolongadas no tempo (limitados como estamos em relação à velocidade máxima das naves e à previsibilidade do tempo médio de vida da nossa espécie) nos apetrechemos convenientemente com as últimas novidades no campo da eletrónica, da informática e dos veículos aéreos teleguiados (o que têm feito norte-americanos, russos, chineses e por aí fora) e tirando-os do usufruto das crianças (inicialmente o alvo preferencial) relançando-os no mundo dos adultos e promovendo estas máquinas enviando-as em missões pelo Espaço.

 

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Imagem 3

Marte – Utopia Planitia – Presença de gelo à superfície

(Sonda Viking 2 – Lander – Câmara 1 – 18 MAI 79)

 

“This photo was taken at Utopia Planitia landing site. It shows a thin coating of water ice on the rocks and soil. Scientists believe dust particles in the atmosphere pick up bits of solid water. Carbon dioxide, which makes up 95 percent of the Martian atmosphere, freezes and adheres to the particles and they become heavy enough to sink. Warmed by the Sun, the surface evaporates the carbon dioxide and returns it to the atmosphere, leaving behind the water and dust.” (nasa.gov)

 

Na Terra conhecidos como DRONES (e muito utilizados para matar a nossa espécie) e no Espaço como Sondas (com o objetivo de encontrar outras espécies). Tudo tendo sido criado com o único objetivo de lançar o Homem para lá das fronteiras do nosso planeta na procura de outros lugares onde como espécie organizada e inteligente um dia poderia ter hipótese de aí se instalar e prevalecer – até por necessidade ou por simples aventura, curiosidade, experimentação e logo expansão (o que mantem o nosso dinamismo e a nossa Evolução) – mas pouco depois com o mesmo a ser imediatamente subalternizado (o Homem) e desde logo a ser substituído (pelas Máquinas): com o pretexto financeiro e da salvaguarda dos astronautas. Enterrando-se o discurso de Kennedy, eliminando-se o protagonista do enredo (do Cenário da Conquista do Cosmos e que seria o Homem), apagando-se de vista a Lua (afinal de contas a poucas horas de viagem) e limitando-se a Aventura a um grupo de especialistas comandando Drones da Terra e enviando-os para onde devíamos ser nós a lá estar (desde esse Grande Passo da Humanidade concretizada na Lua nunca mais saindo de casa).

 

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Imagem 4

Marte – Utopia Planitia – Nascer-do-Sol

(Sonda Viking 2 – Lander – Câmara 2 – 14 JUN 78)

 

“A Martian sunrise was captured in this Viking 2 Lander picture taken June 14, 1978, at the spacecraft's Utopia Planitia landing site. Pictures taken at dawn (or dusk) are quite dark except where the sky is brightened above the Sun's position. The glow in the sky results as light from the Sun is scattered and preferentially absorbed by tiny particles of dust and ice in the atmosphere.” (nasa.gov)

 

À falta de melhor e com as sondas com mais notoriedade pública (norte-americanas e europeias) a fornecerem-nos cada vez menos pormenores interessantes (e oriundos do Mundo Exterior), regressando temporariamente ao passado (não mais que 40 anos) para tentar entender o que terá ocorrido (entretanto e já agora em Marte) para nos deixarmos por aqui ficar (em terra e não no mar, na Terra e não no Espaço). E ficando tristes ao verificarmos como uma instituição de Vanguarda Científica, Tecnológica e representativa do expoente fantástico do Avançado Conhecimento do Mundo atingido por esse fantástico ser biológico que é o Homem (baseado na observação e experiência de sucessivas gerações querendo repetir noutros horizontes a proeza da Conquista dos Oceanos) como o era a NASA, se deslocou dos seus objetivos iniciais da Conquista do Espaço (a partir daí desenvolvendo toda a tecnologia, indústria, economia e vida social que certamente iria revolucionar o quotidiano de todos nós atirando a nossa sociedade, pensamento e organização para outra dimensão) para em vez disso e como Instituição de Concretização que deveria ser (prosseguindo o seu trajeto e o nosso destino), regredindo no espaço-tempo e transformando-se numa mera instituição de replicação (de conhecimento há muito adquirido e apenas retransmitido) se tornou numa mera Escola. Tal como nestas (escolas públicas) e por desinvestimento entrando em decadência e mais tarde fechando – e tal como nos EUA, na Rússia, na China e noutros sítios mais, com a iniciativa privada a ver o filão e a tomar a iniciativa.

 

E no que diz respeito às novas missões da NASA a Marte com as conclusões a serem apenas confirmações (das primeiras) – pelo menos enquanto os astronautas lá não chegarem. E pelos vistos com a SPACE-X (iniciativa privada) bem à frente nas pretensões (suas): ser a primeira a atingir e a colonizar o Planeta Vermelho. Na altura podendo visitar (talvez ainda vivas) a velhinha Opportunity e a menos velhinha Curiosity (este ano fazendo 13 e 6 anos respetivamente a partir do ano em que abandonaram a Terra).

 

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Imagem 5

Marte ‒ Valles Marineris ‒ 3000Km extensão/4Km profundidade

(Sonda Viking – Orbiter)

 

Viajando até ao passado e até ao momento em que as sondas ainda se acomodavam a Marte (imagem 5), transportando até ao presente algumas dessas imagens e recordando o que os cientistas da NASA então já afirmavam (e que muitos anos depois ainda repetem, mas naturalmente com o respetivo puzzle muito mais completo). Como nos confirmam as (4+1) imagens – e escutando agora ainda com muita mais atenção, o que estes verdadeiros pioneiros da exploração espacial (então com tão poucos recursos) alcançaram. E com entusiasmo e emoção (pela sua descoberta) logo nos comunicaram e fizeram sonhar:

 

Como as alterações verificadas em torno da rocha denominada como Big Joe (localizada na planície Chryse e demonstrando há já 40 anos a existência de elementos erosivos sobre a superfície de Marte), que através da ação de elementos presentes na atmosfera do planeta e provocando manifestações caraterísticas desse tipo de fenómenos (deslocando elementos superficiais devido à ação do vento e alterando as caraterísticas do terreno) nos informaram da existência destes agentes (dinâmicos) e do seu movimento relevante em Marte; tal como o dizem hoje falando dos Devil Dust (redemoinhos de vento já por diversas vezes observados em Marte); como se vê na imagem (1) com o abaixamento da superfície de areia situada sob a zona inferior direita da rocha Big Joe;

 

Ou então recordando-nos do momento em que usufruímos da primeira imagem a cores de Marte (imagem 2), mostrando-nos um mundo suportado por um cenário algo semelhante ao nosso, com uma superfície seca, desértica e aparentemente sem vida, refletindo para o exterior a sua cor característica avermelhada e na ausência pelo menos visível do líquido que na Terra significa a existência de moléculas orgânicas (a Água) sugerindo-nos, face aos parâmetros físicos e químicos aí apresentados, podermos estar perante o registo do leito de um antigo oceano que há biliões de anos atrás tenha como na Terra coberto uma parte da sua superfície; um líquido precioso não observável diretamente à sua superfície, mas na realidade ainda presente na mesma (Utopia Planitia) e em determinadas latitudes do planeta sob a forma de gelo (imagem 3) e podendo mesmo ainda existir a níveis inferiores (depósitos subterrâneos);

 

E até numa mistura de Realidade e de Imaginário (o conjunto que dá forma a esta projeção onde coexistimos) usufruindo da imagem do movimento do nosso Sol não tal como o vemos todos os dias na Terra, mas (imagem 4) como o veríamos se estivéssemos colocados num outro mundo um pouco mais afastado de nós (umas dezenas de milhões de quilómetros) um pouco mais longe do Sol (e no entanto calcinado por não ter uma atmosfera protetora): e olhando para o Sol erguendo-se, flutuando e pondo-se como aqui, ficando com a certeza interior de uma ligação profunda prevalecendo entre todos estes corpos (talvez numa ligação um pouco mais estreita entre a Terra e Marte) ‒ fazendo parte do Sistema.

 

(imagens: nasa.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 08:45
Domingo, 30 DE Abril DE 2017

Batedores em Marte

Antes do ataque final à Conquista e colonização de Marte os seres humanos enviam para lá os seus batedores mecânicos para prepararem o início da Invasão Terrestre. Um deles sendo o Agente Curiosity tendo já percorrido quase 16Km a uma velocidade média de cerca de 1 pé por hora.

 

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Marte

Curiosity Rover

(29 Abril 2017)

 

Tendo chegado ao planeta Marte em 6 de Agosto de 2012 depois de ter percorrido cerca de 560 milhões de quilómetros em pouco mais que 8 meses, o veículo motorizado da sonda Curiosity no 5º ano da sua estadia e no 1681ª dia da sua permanência na superfície marciana (dia marciano ou SOL = 24h 40’), continua como no início do seu trabalho neste mundo alienígena a movimentar-se regularmente e a enviar-nos cada vez mais dados e imagens: de um planeta aparentemente morto e calcinado, sem vestígios visíveis de vida (moléculas orgânicas) ou de água (depósitos relevantes), movimentando-se a uma distância do Sol em torno dos 230 milhões de quilómetros e no entanto sendo constantemente flagelado pelos efeitos poderosos dos seus raios (é o que dá não ter uma atmosfera e um campo magnético como o nosso) e para além disso tudo sendo ainda fustigado pelos extremamente nefastos raios cósmicos e estando nitidamente num trajeto decrescente e de decadência de fim de período (preparando-se para um novo salto evolutivo com outra espécie dominante) ou de fim de ciclo (preparando-se para uma nova réplica mantendo a espécie dominante). Ou morremos ou evoluímos ‒ dependendo da capacidade de receção, tradução e aplicação prática dos conhecimentos que através da contínua e repetitiva experimentação nos vão chegando, interiorizando e finalmente libertando (da imposição de limites inexplicáveis e inaceitáveis, num Mundo definido como não tendo princípio nem fim).

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:39
Terça-feira, 25 DE Abril DE 2017

Extraterrestres

Mais uma imagem recolhida pelas câmaras da Curiosity (fig. 1) onde se sugere estarmos perante um pequeno objeto voador sobrevoando a superfície do planeta Marte e lançando sobre a mesma um raio de luz. E assim, a partir de um traço vertical e brilhante parecendo deslocado do cenário (fig. 2), encontrando-se explicação científica e imediata seja natural ou artificial: podendo ser o simples reflexo de uma interação energética entre a superfície marciana e os raios cósmicos que constantemente a atingem (um Evento Natural) ou então a intervenção de um artefacto comandado por algo ou alguém inteligente e aí se movimentando (um Evento Artificial).

 

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Ampliação de uma imagem recolhida por uma das câmaras do Rover Curiosity

1675º Dia de estadia na superfície do planeta Marte

(23.04.17 06:15:35 UTC)

 

Vivendo atualmente num Mundo Virtual construído à volta de um Objeto constantemente Apresentado, Promovido e Consumido (passivamente e sem levantar qualquer tipo de questão), é natural que o Sujeito face à descontinuidade desses mesmos produtos e nunca os tendo devidamente alcançado (agravado pelo perigo do Sujeito se desgastar rapidamente e se tornar excedentário) ‒ pelas consequências sociais e profissionais num Evento só possível em momentos da mais pura loucura ‒ num ato de desespero e de desintegração recuse a continuidade e se vire para o Outro Lado: abandonando a sua Área de Conforto, expondo-se aos Efeitos Exteriores e deixando-se levar pela corrente estranha (mas percecionada e sentida) que o arrasta.

 

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Marte

SOL 1675

Curiosity Rover ‒ Navcam/Right B

 

No desespero de uma vida monótona por repetitiva e sem necessidade de concretização de objetivos individuais ou coletivos (a negação de uma das caraterísticas de qualquer organismo vivo e que assim se deseje manter), asfixiado por uma multidão irracional caminhando diariamente e sem pensar em direção a uma estrutura apenas interessada em o alienar (neutralizando os nossos sentidos e tornando-nos toxicodependentes) e de uma forma prepotente e incessante triturado por todas as convicções e convenções só por ter um comportamento desviante (só permitido num determinado Espaço/o da Máscara e num Tempo cronometrado/o do Carnava), observando os outros Perdidos e não seguindo critérios (sempre rígidos e irreais) optando por alguns dos (seus ou de outros) trilhos ‒ como Nómadas e não sedentários.

 

[a partir de imagem/opinião: ufosightingshotspot.blogspot.pt/23.04.17]

 

(imagem: nasa.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:53
Quarta-feira, 12 DE Abril DE 2017

O Céu – Se não é Preto é porque é Branco

Um registo (por respeito de quem se interessa e observa) deveria ter um mínimo de informação e de apresentação, não só para nos dar conhecimento das coisas (novidades, descobertas), como também para nos esclarecer um pouco mais sobre elas (propondo, sugerindo, projetando) – e como se sabe evitando ilusões desnecessárias e sobretudo teorias conspirativas. Mas pelos vistos alguém ainda nos pretende num estado de esclarecimento controlado certamente com alguma intenção.

 

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SOL 4695

(Câmara panorâmica)

Ao fundo com o negro do Céu bem presente no horizonte de Marte

 

Numa não muito comum apresentação Black & White (escuro para o céu, claro para a superfície) do planeta MARTE, um dos veículos motorizados (da NASA) movimentando-se na sua superfície (Rover OPPORTUNITY), oferece-nos a partir de imagens recolhidas no seu 4695º dia de permanência em Marte (em dias marcianos – um dia ou SOL sendo aproximadamente 24h 40’), um contraste significativo e tão poucas vezes apresentado (na Lua sendo o habitual) entre o solo iluminado e a escuridão profunda do Espaço (sem uma única estrela destacando-se desse negrume total).

 

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SOL 4695

(Câmara panorâmica)

Ao fundo com a claridade do Céu bem visível no horizonte de Marte

 

Não deixando de ser estranho para um qualquer tipo de leigo mas observador atento, curioso e interessado do que se passa para além do nosso planeta (neste caso no planeta mais próximo e mais parecido com o nosso), que no meio dos milhares de registos oferecidos pelas câmaras do Rover Opportunity e colocados nas mãos (sob os olhares por vezes excessivamente intrusivos) do público e da opinião pública em geral, surjam cenários de difícil assimilação face à alteração de pormenores que em princípio e de facto deveriam ser rígidos (dadas as constantes justificações para tal acontecer no caso da Lua e não tantas vezes pelos vistos no caso de Marte): ou não se lembram da explicação dada pela NASA de ser natural a partir de um corpo celeste iluminado (pelo Sol – como a Lua, talvez como Marte), todo o céu se apresentar negro (sem uma única estrela brilhando no céu) e no entanto no solo ser pleno dia?).

 

[Já agora acrescentando que as teorias sobre qual seria a verdadeira cor de Marte, se arrastam provavelmente (e não como muitos pensam desde que a 1ªsonda aterrou em Marte) desde que o Homem pisou a Lua e verificou nas transmissões a preto-e-branco daí emitidas (para a Terra), que a superfície se apresentava clara e iluminada enquanto o céu era de um negrume total – não se vendo uma única estrela como se o cenário aí terminasse (eventualmente no que seria o céu); e quando hoje ouvimos dizer que a cor do céu em Marte deveria ser azul quando o que predomina é a cor vermelha; quando a p/b o céu que nos oferecem é sempre claro mas agora até aparecendo bem negro; e quando alguns até afirmam que a cor escura se deve a fortes tempestades de areia na atmosfera marciana (uma hipótese credível).]

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:30
Sexta-feira, 31 DE Março DE 2017

Alienas de Marte Via NASA

Hoje (dia 30 de Março de 2017) a NASA presenteia-nos com uma imagem já com mais de oito anos (8 de Janeiro de 2009) de uma zona localizada junto a uma cratera não identificada do planeta Marte (hemisfério sul).

 

PIA21574 b.jpg

Marte

(PIA 21574)

 

Numa imagem recolhida pela sonda MRO utilizando o seu instrumento HiRISE e com as lentes das suas câmaras focando um depósito de material bem visível sobre a superfície marciana: como se pode constatar pelo tom amarelado.

 

Deixando-os intrigados com a presença de material mais claro e brilhante na sequência desses depósitos à superfície, espalhando-se a partir desse local através de estreitas e contínuas depressões existentes no terreno.

 

Se estivéssemos com os nossos olhos fixos num cenário de paisagem terrestre, certamente se podendo sugerir estarmos presente um local de possível extração mineral (à superfície ou subterrânea), com o seu ponto central e rotas de escoamento.

 

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Mas como estamos em Marte e os únicos movimentos até agora detetados e erosivos só podendo ser atribuídos a fenómenos atmosféricos também presentes neste planeta (como será o caso da ação dos ventos – os Dust Devils), sendo tudo e logicamente de origem natural.

 

Um planeta há biliões de anos sujeito a algum tipo de cataclismo verdadeiramente avassalador, que segundo os cientistas terá destruído toda a atmosfera então envolvendo Marte, feito desaparecer um grande oceano cobrindo uma parte apreciável do planeta e a partir daí muito provavelmente destruindo e calcinando todos os vestígios de vida nesse passado extremamente remoto tendo grandes probabilidades de existir.

 

Hoje sem denotar a presença de qualquer tipo de organismo por mais primitivo ou estranho que seja (alienígena), apresentando-nos um planeta seco e calcinado como se tivesse sido literalmente varrido por um fogo Mortal mas vindo dos Céus. Sem vida nem presenças.

 

PIA21574.jpg

 

E no entanto no empolgamento da descoberta e na procura cega e imediata de respostas inequívocas nem sequer nos informando e assim esclarecendo sobre a presença de outras formas estranhas e deslocadas sobre a superfície deste Mundo distante (morto e como tal não diverso mesmo em forma).

 

Como o da presença de diversos elementos estranhos todos com a mesma estrutura, forma, cor e brilho sobre a superfície de Marte (na imagem inicial com um aparecendo no canto inferior esquerdo), sugerindo serem externos ao sistema e como tal e para o mesmo de origem alienígena: como se estivéssemos perante uma exploração mineira, com o artefacto aí inserido a ser apenas um habitáculo (fixo) ou um veículo de transporte (móvel) – talvez mesmo um disco-voador.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:10

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