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Terça-feira, 02 DE Janeiro DE 2018

Cenário Marciano no Ano Terrestre de 2018

Pormenor de uma imagem enviada a 2 de Janeiro de 2018 pelos instrumentos óticos da câmara MAHLI, equipando o veículo motorizado da NASA circulando sobre a superfície do planeta MARTE ‒ e obtida no 1922º dia de estadia do ROVER CURIOSITY no Planeta Vermelho.

 

Num Sistema pretensamente formado há mais de 4,5 biliões de anos (num lugar extremamente longínquo da Via Láctea) em torno de um Mega Objeto poderoso centro de Massa e Energia (categorizado como uma estrela e conhecido como o Sol) ‒ e com um planeta gigante (Júpiter) sendo o outro protagonista.

 

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Marte

(SOL 1922)

 

Uma imagem que até poderíamos pensar ser de Origem Terrestre ‒ ou não fosse a presença de sais e de sedimentos ‒ mas mostrando-nos uma região do Planeta Marte que há muitos Biliões de Anos poderia estar submersa por um grande Oceano.

 

Sistema no qual Marte e a Terra poderão ter percorrido um mesmo caminho desde a origem ao ponto onde estão (hoje): talvez oriundos da antiga Cintura (de Asteroides) e jogados no tabuleiro (da Lotaria Solar), saindo um deles sem nada (Marte) e o outro vencedor (Terra). Tão próximos (vizinhos) e tão diferentes.

 

(imagem: nasa.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:53
Sexta-feira, 15 DE Dezembro DE 2017

O Vulcão da NASA

“Mars is only about one-half the size of Earth and yet has several volcanoes that surpass the scale of the largest terrestrial volcanoes … The large shield volcanoes on Mars resemble Hawaiian shield volcanoes. They both have effusive eruptions which are relatively quiet and basaltic in nature. Both have summit pits or calderas and long lava flows or channels. The biggest difference between Martian and Terrestrial volcanoes is size.” (solarviews.com)

 

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Baby Island ‒ Ilha de origem vulcânica

(sul do Pacífico)

 

Confirmando mais uma vez que tudo o que vemos à nossa volta (em todas as dimensões, tendendo para o infinito e em planos paralelos) é uma réplica do mesmo molde ‒ por isso afirmarmos que se queremos conhecer os outros primeiro devemos conhecer-nos a nós próprios ‒ cientistas da NASA interessados em compreender a evolução (entre elas a geológica) do planeta Marte (como se sabe com o sector público e privado tentando a médio-prazo colonizar o planeta) decidiram prestar especial atenção a um vulcão localizado no oceano Pacífico (sul).

 

Isto porque sendo de tão simples e de tão fácil entendimento (o que vemos é o que é, foi e será) ‒ assim como a realidade dos cenários em que estamos envolvidos ‒ os mesmos (cientistas) verificaram por simples comparação entre dois objetos tão próximos (e tão semelhantes) que o que viam na Terra (em torno desse jovem vulcão) era o que tinham registado em Marte: com grandes extensões de terreno (marciano) sugerindo fortemente um processo de transformação (em muitos aspetos) semelhante ao terrestre. Levantando-se de novo a questão (apoiada por teorias credíveis) da existência de água em Marte (num passado muito remoto e formando um possível oceano).

 

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O lago interior da ilha vulcânica

(criado por um colapso de terras)

 

Tudo se iniciando numa grande explosão registada na região sul do oceano Pacífico (integrado no reino da Polinésia de Tonga) tendo como causa uma forte erupção submarina (aí ocorrida e prosseguindo no tempo) e desde há cerca de três anos Construindo esta nova ilha: inicialmente pensando tratar-se de mais um pedaço de terra temporariamente à superfície (como acontece em muitas destas erupções com a terra a desaparecer posteriormente) mas passados esses anos ainda se mantendo emerso e com o seu pico a atingir uns 120 metros de altitude. E a partir desse vulcão (ainda jovem mas instrutivo) observado na Terra, associando-os aos seus semelhantes (noutros tempos, noutros ambientes, talvez com água) há biliões de anos existentes em Marte ‒ e desse modo compreendendo uns compreendendo também os outros.

 

E como é evidente (tal como sucede na Terra) com Marte na sua História a poder ter sido (um certo dia no seu passado) um pouco turbulento, quente, com água e um pouco salgado. Sendo uma das particularidades registada neste tipo de terrenos (formados recentemente) e sabendo-se como de início eles sofreriam com uma grande erosão (levando a que muitas destas pequenas ilhas entretanto desapareçam), a sua adaptação e a sua resiliência: sendo capaz de estabilizar os terrenos e de seguida consolidar-se. Uma Ilha Bebé assente numa caldeira de um vulcão submarino (1400 metros assente acima do leito oceânico) e que segundo os especialistas ainda poderá durar de 6 a 30 anos; e segundo os cientistas podendo este tipo de formação (de pequenas ilhas oceânicas) ser em tudo idêntico, ao que poderá ter ocorrido em Marte (pelo menos com os cenários a sugerirem-no).

 

(imagens: livescience.com/nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:08
Quarta-feira, 13 DE Dezembro DE 2017

Donald Trump Oficializa a Promessa

Pela Lua e por Marte

(só faltando o dinheiro talvez lá para 2019)

 

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Assinando a SPACE POLICY DIRECTIVE 1

 

Exatamente 45 anos depois sobre a última vez que o HOMEM (um norte-americano) colocou a sua bota sobre a superfície da LUA (em 1972), o Presidente Donald Trump na presença de um dos astronautas (Jack Schmidt) da missão Apollo 17 (a última com alunagem), vem agora confirmar a aprovação da sua recomendação (de Outubro) tornando-a assim oficial ‒ instruindo a NASA para se preparar (a curto-prazo) para enviar astronautas em direção à Lua para um pouco mais tarde se alargar o horizonte enviando astronautas para Marte (e a longo-prazo para Outros Mundos situados muito para Além do nosso). Retomando uma ideia de um dos seus antecessores na Presidência dos EUA o também Republicano George W. Bush ‒ que queria que o Homem regressasse à Lua e posteriormente se lançasse em direção a Marte (o que como sabemos não conseguiu) ‒ e assim invertendo o trajeto temporariamente assumido por Barack Obama (durante os seus dois mandatos como Presidente) cancelando o Programa e dando a prioridade a uma preparação para uma futura ida a Marte (sempre saindo mais barato pensar do que fazer) e à criação de um projeto sobre redireccionamento de asteroides (na altura na moda devido à problemática dos Impactos, mas apenas sendo interino e já tendo sido descontinuado pela nova Administração). E para que tal se concretize (efetivamente) depois de recomendado (em Outubro) e posteriormente oficializado (em Dezembro) é que no próximo orçamento tal venha refletido para o Novo Ano Fiscal ‒ de 2019 (algo que Donald Trump não verá enquanto for Presidente, por isso a sua insistência mesmo nesta ocasião na criação de mais postos de trabalho/no sector): aí veremos se muito (SIM) ou pouco (NÃO).

 

(imagem: room.eu.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:25
Sábado, 25 DE Novembro DE 2017

Cassini, Saturno, Marte e Titã

Num adeus ao planeta SATURNO (o Gigante Gasoso e 2º maior planeta do Sistema Solar) a NASA vem oferecer-nos (à falta de melhor, dado já não estar por lá) mais uma imagem recolhida pela defunta sonda Cassini.

 

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Imagem de Saturno tendo como origem as câmaras da sonda Cassini quando a mesma se encontrava a pouco mais de 1 milhão de Km do planeta

(PIA 17218)

 

Agora (mês de Novembro) que o planeta SATURNO se encontra a cerca de 1,61 biliões de Km (10,7 UA) do (nosso) planeta TERRA, ainda mais se sente a ausência da sonda que durante mais de 13 anos (2004/2017) circulou naquela região do SISTEMA SOLAR orbitando o seu 2º maior planeta: desde o dia 15 de Setembro (deste ano de 2017) e com o fim da missão CASSINI-HUYGENS (com a sonda CASSINI na execução do seu ultimo trajeto ‒ THE GRAND FINALE ‒ a entrar na atmosfera rodeando Saturno acabando por se desintegrar) a ficarmos isolados daquela região (presencialmente e através de um periférico comandado da Terra) limitando-nos agora a observá-la de longe (através de telescópios terrestres ou situados nas suas proximidades) ou então a recordar dias (e registos) de tempos passados.

 

Ainda-por-cima no Momento que entre interesses PÚBLICOS (Governamentais) e PRIVADOS (e Internacionais) se discute o Futuro da Exploração do Espaço, com os objetivos (da MISSÃO) ainda bastante indefinidos assim como o seu destino e Evolução: com uns a privilegiarem a continuação do envio de Sondas Automáticas (sobretudo as Agências Governamentais) opondo-se ao regresso dos voos tripulados, às suas consequências (por vezes mortais) e ao enorme gasto Financeiro (associado) ‒ motivos invocados há quase meio-século para justificar o fim do Projeto Apollo (último voo em 1972); e com outros (os PRIVADOS) a dirigirem todos os seus recursos (deles e do Estado) para a Exploração de regiões de Espaço mais distantes (para já no interior do nosso SISTEMA) apontando (quase todos) os seus HOLOFOTES para MARTE ‒ com o envio de seres Humanos em voos tripulados (já programados no Tempo/próxima década e não faltando candidatos) para aí instalarem uma base e seguidamente Colonizarem o Planeta.

 

Mas sabendo-se antecipadamente de como todos estes processos e projetos são de difícil preparação, planeamento e execução (para além dos múltiplos interesses associados ‒ ideológicos, políticos, económicos, tecnológicos, etc. ‒ impondo um grande investimento Financeiro de grande risco inicial) e de como teremos (como sempre) de esperar e de Acreditar (provavelmente ainda por muitos anos) ‒ com muitos de nós a não irem assistir certamente (em vida) à proeza da Exploração e da Conquista pelo Homem do primeiro território Exterior ao nosso Território, Lar e Planeta ‒ sendo ainda maior o nosso sentimento de isolamento, a nossa tristeza pela perceção de perda e sobretudo o Convencimento de que tal como as Coisas Hoje se Apresentam (no nosso Planeta e observando como as nossas Sociedades/Civilizações têm evoluído e transformado), ao contrário dos Primeiros Aventureiros, Exploradores e Conquistadores da Terra (os Navegadores desafiando os Oceanos), os do Presente e do Futuro demorarão a partir e a convencer-se de que se o não fizerem (rapidamente) arriscam-se a desaparecer e a Extinguir-se como Espécie (já que a Terra tal como o Homem não durará para sempre).

 

E nos espaços (restringindo-nos para já aos EUA e à Europa) de intervenção envolvendo a Futura Conquista do Espaço (inevitável), de um dos lados a termos os Privados a oparem pelos voos espaciais comerciais locais (em torno da Terra como será a opção da Virgin Galatic) ou interplanetários (tendo como destino final Marte a opção da Space X ‒ e ainda contando com a Blue Origin) e do outro lado com muitas maiores restrições financeiras dado um grande controlo orçamental por parte do Governo (de modo a limitar ao máximo as despesas), com o setor Público (veja-se o caso da NASA e da ESA) a evitar invariavelmente o retorno aos voos tripulados, ficando-se pelas sondas automáticas e por uma hipotética concorrência às ambições de Elon Musk (e da sua Space X): com planos por parte da NASA (mais longos e comedidos) de se lançar também para Marte.

 

Para já e apesar de todas as limitações financeiras (já que o próprio Privado irá sempre aproveitar fontes de investimento inicial e exclusivamente atribuídas ao Público) destacando-se o setor Público em detrimento do Privado: com os cientistas das diversas organizações/missões tendo ainda como base as Agências Governamentais (dos EUA, Europa, Rússia, China, Japão e Índia, entre outras) a optarem pela exploração e pela descoberta de bens preciosos para o Homem (até para facilitar a exploração do Espaço ao descobrir depósitos de bens fundamentais), como será o caso da Água constituindo 00% do nosso corpo ‒ um produto fundamental para a continuação da Vida na Terra e imprescindível para acompanhar o Homem na sua (já marcada nas Estrelas) Aventura pelo Cosmos. Falando-se de novo em Titã e também em Encélado (duas das luas de Saturno). Depósitos de Água (relevantes) talvez existentes noutras luas (mais próximas como as de Júpiter) e que existindo em Marte (como poderiam ser na Lua) só mesmo sendo limitadas (em localização e volume) assim como subterrâneas: e faltando unicamente (para lá dos vestígios e dos indícios) a sua confirmação.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:27
Quinta-feira, 02 DE Novembro DE 2017

Hematite de Marte

Uma amostra de hematite (uns 6cm) identificada em 17 de Setembro de 2017 durante o 1819º dia de estadia do Rover CURIOSITY em Marte.

 

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Investigando uma rocha

(depois de devidamente escovada e revelada)

Debaixo da poeira marciana

(MSL ‒ Curiosity Rover ‒ PIA 22067)

 

Tendo aterrado no planeta MARTE (na região onde se localiza a cratera GALE) em 6 de Agosto de 2012 e nestes mais de 5 anos utilizado o seu veículo motorizado para se deslocar sobre a superfície marciana (explorando-a e estudando a sua evolução), o ROVER CURIOSITY vem-nos agora apresentar um dos seus trabalhos desenvolvidos no cumprimento da sua missão no 4º Planeta Interior do Sistema Solar (também conhecido como o Planeta Vermelho).

 

Servindo-se dos instrumentos associados ao braço automático acoplado ao Rover e através da sua utilização tentando descobrir o que se poderia encontrar debaixo da poeira marciana cobrindo a superfície rochosa (removendo-a, podendo mais rigorosamente identificar os materiais em presença), com a escova do robot a remover a camada superficial pondo claramente à vista uma presença distinta e característica da HEMATITE.

 

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Ampliação

(Hematite)

Estudo duma rocha marciana

(PIA 22066)

 

Uma amostra posta a nu pelos instrumentos de limpeza do Rover (a ele acoplados), apresentando-nos no cume de VERA RUBIN (onde o Rover se encontra na imagem) uma rocha pela sua apresentação e cor sugerindo tratar-se de hematite, com pequenas fraturas ou sulcos preenchidos por minerais de sulfato de cálcio (linhas claras na rocha). E com a hematite (segundo os cientistas) a poder fornecer-nos preciosas informações sobre o Antigo Ambiente em Marte (sendo um mineral de óxido de ferro).

 

HEMATITA Aprenda Mais sobre Este Mineral

(cristaisdecurvelo.com.br)

 

Hematite do grego haimatites = como sangue (isso porque quando em pó torna-se avermelhada) é um mineral de fórmula química óxido de ferro III (Fe2O3), sendo constituído por 70% de Ferro e 30% de Oxigênio.

 

É um mineral muito comum sendo o principal constituinte do minério de ferro, possui brilho metálico e coloração preta, cinza, marrom, marrom avermelhado ou vermelho.

 

Ocorre em rochas ígneas, metamórficas, sedimentares, como granitos, sienitos, traquitos, andesitos, hematita quartzitos  (em camadas com grande espessura) e ambiente hidrotermal.

 

Hematita é criada quando o ferro se oxida ao entrar em contato coma água. Isso mostra que essa pedra está intimamente ligada à água.

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:53
Quarta-feira, 25 DE Outubro DE 2017

Em Marte como na Terra

[E em muitos Outros Lados]

 

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Could It Be Possible That the Universe

Is A Giant Living Organism?

(Universe Explorers/youtube.com)

 

Mantendo-se para muitos a Ideia de podermos encarar o Sistema Solar com um Universo Vivo, comparando-o a uma célula (eucariota depois de procariota) e a um organismo unicelular (a menor unidade dos seres vivos): e tal como uma célula, constituída por núcleo, citoplasma e membrana ‒ sendo esta última a fronteira que envolve e protege o Sistema e que regula a entrada e saída de vários elementos (do mesmo). Estando o núcleo do Sistema centrado no Sol (delimitando e protendo o seu material genético), mergulhado e rodeado por todo o Espaço exterior (o citoplasma) e estendendo-se sem fim até aos Limites talvez tendo como fronteira as Nuvens de Oort: e nesse Espaço Citoplasmático (interior do Sistema) coexistindo outras estruturas ‒ como microfilamentos/túbulos (planetas, asteroides e outros corpos mais) ‒ na sua grande semelhança podendo ser comparáveis (sugerindo-nos uma explicação para muitas das nossas questões, paralelizando problemas e neles encontrando soluções simples por comuns, válidas e estendendo-se do infinitamente grande ao pequeno). E juntando várias células passando-se a um Organismo (de nível superior).

 

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An artist's conception of what Mars looks like today, juxtaposed with what Mars may have looked like earlier in its history, when the planet had a thicker atmosphere

(NASA's Goddard Space Flight Center)

 

Dunas e Gelo

 

Numa imagem que facilmente todos poderiam associar a um qualquer território instalado na superfície terrestre (por exemplo nas dunas de um deserto ou numa exploração qualquer de argila), o telescópio HiRISE instalado na sonda orbital MRO (satélite artificial em órbita de Marte) apresenta-nos mais um cenário dunar marciano localizado na HELLAS PLANITIA.

 

Segundo os cientistas e responsáveis desta missão (da NASA) com esta extensa planície marciana (uns 2.200Km de diâmetro) a ser considerada a maior bacia de impacto (conhecida) em todo o Sistema Solar, sendo a mais baixa região do planeta e apresentando os mais diversificados cenários: como neste caso com a visualização de um campo de dunas.

 

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Marte ‒ Planície Hellas

Sonda MRO

PIA 22052

 

Sugerindo-se que a formação deste relevo dunar nesta zona particular da planície de HELLAS poderia ter na sua base a intervenção dos DUST DEVILS (ventos em redemoinho característicos destas regiões e deslocando-se sobre a superfície das mesmas, contribuindo para a obtenção destas formas/texturas dunares);

 

Como também que a sua forma, direção e profundidade (verificadas nas linhas/canais apontando uma direção) poderiam ser explicadas pelo derretimento do gelo (não de H₂O mas de CO₂) a elevadas latitudes e formado no Inverno ‒ acabando por se transformar (passando do estado sólido a gasoso), arrastando material e assim criando este efeito (de linhas).

 

(imagens: Universe Explorers/youtube.com e nasa.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:09
Terça-feira, 03 DE Outubro DE 2017

A Presença do Sol a 250 milhões de Km

Sabendo-se que na Terra todos os seus habitantes (cerca de 7,5 biliões) são expostos anualmente a um nível de radiação de 0,62 rad (e que o ser humano poderá suportar uma dose temporária perto dos 200 rad), em Marte e segundo estudos levados a cabo pelos cientistas responsáveis pela missão MARS ODISSEY, não só esse nível é 2,5X ao verificado na ISS/Estação Espacial Internacional (8 rad/ano) como quase 13X ao registado (e sentido por nós) à superfície do nosso planeta. Podendo mesmo atingir um pico máximo diário (em caso de um Evento Solar significativo) de 2 rad/dia (uma monstruosidade para a sobrevivência dos seres Humanos num ambiente hostil e mortal como Marte).

 

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 O Planeta Azul-Mármore

A Terra a 22 Setembro 2017

(a partir da Sonda OSIRIS a 170.000Km de distância)

 

Com o planeta MARTE a 30 de Setembro deste ano a localizar-se a cerca de 249.207.000Km do Sol (com a luz emitida pela estrela a demorar pouco menos de 14 minutos para atingir o planeta) ‒ recorde-se que a Terra se localiza a 149.780.000Km (com a luz a demorar pouco mais de 8 minutos a cá chegar) eis que a sonda norte-americana MAVEN lançada em Novembro de 2013 pela agência espacial NASA com o objetivo de estudar a atmosfera marciana (e inserida em órbita há 3 anos), nos bem agora (mais uma vez e como se fosse necessário) demonstrar todo o poder do SOL.

 

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1

Aparecimento de uma grande Aurora em Marte

(PIA 21855)

 

Numa Imagem (PIA 21857) editada a 29 de Setembro por uma das ligações da agência norte-americana NASA (photojournal.jpl.nasa.gov) utilizando os instrumentos científicos a bordo da sonda orbital MAVEN, com os mesmos a detetarem o aparecimento de uma AURORA (imagem 1) na atmosfera marciana (a diferentes altitudes) e mais relevante ainda sendo 25X mais brilhante (imagem 2) de que a maior anteriormente registada (pela sonda). Encaixando-se a intensidade dessa aurora e a data de pico máximo (12 Setembro 2017) com a intensa atividade do Sol registado no início de Setembro (emitindo chamas solares monstruosas).

 

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2

A Aurora de 12 Setembro 25X mais brilhante que a de 08.03.2015

(PIA 21857)

 

Mesmo com o planeta localizado a uma distância (do Sol) 1,66X a da Terra, com os efeitos das explorações solares (se dirigidas) a chegarem bem ativas a Marte, devido à grande intensidade das chamas (solares emitidas) e à grande possibilidade de CME (ejeção de massa da superfície do Sol). Com a luz da explosão a chegar em 14 minutos (a Marte) e no fim com os efeitos da mesma a viajarem pelo Espaço transportadas pelos ventos solares atingindo o planeta (digamos que viajando em redor de uns 500Km/s) nuns 6 dias. Apontando a explosão (registada no gráfico a 12) para o dia 6 no Sol.

 

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3

A poderosa chama solar de 6 de Setembro de 2017

(da classe X 9.3/SDO)

 

O que na realidade aconteceu fazendo sobressair ainda mais os dados fornecidos pelo gráfico e simultaneamente informando-nos (e elucidando-nos) até que ponto o Sol pode influenciar o Sistema (Planetário) mesmo em regiões mais distantes (do Sistema Solar). Nesse dia 6 de Setembro de 2017 (imagem 3) e com as manchas solares AR 2673 e AR 2674 bastante ativas, com estas regiões da superfície solar a entrarem em erupção e a ejetarem para o Espaço uma poderosíssima chama solar da classe X 9.3 (sendo X a mais alta na escala). Neste caso viajando pelo espaço e 6 dias depois atingindo Marte (e originando Auroras).

 

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4

As partículas energéticas atingindo a atmosfera/superfície de Marte

(PIA 21856)

 

Concluindo-se com esta pequena análise (referida a Marte) e tendo como termo de comparação o nosso planeta (a Terra) ‒ com o mesmo a ser um planeta Vivo (com o seu motor interno a funcionar) ao contrário de Marte (sem erupções ou movimentos tectónicos visíveis) e além do mais possuindo escudos de proteção (o Cinturão de Van Allen e a nossa Atmosfera) e vida orgânica desenvolvida, organizada e inteligente (no topo estando o Homem) como o produto final pode ser tão diferente utilizando (como exemplos paralelos mas no entanto distintos) estes 2 planetas (a Terra e Marte), com um mais perto do Sol (Distância) mas no entanto muito mais protegido e seguro (duplamente):

 

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5

A Terra e Marte/O Vivo e o Morto

(Terra = 2X diâmetro Marte ‒ duração dia T≈ duração dia M ‒ peso T ≈ 3X peso M)

 

Do que o outro mais distante, mas sem recurso a processos de carater preservativo (completamento exposto aos raios solares e cósmicos e ainda eventuais e periódicos impactos de objetos).

 

E com um Vivo (Terra) e o outro Morto (Marte) ‒ como os da Imagem 5.

 

No gráfico (imagem 4) indicando o número de partículas (energéticas e transportadas pelo vento solar) atingindo o planeta Marte na sequência da grande atividade solar registada no início de Setembro (com o seu pico máximo no dia 6 com uma chama solar da classe X9.3 a mais elevada) ‒ partículas atmosféricas (sonda Maven) e partículas à superfície (sonda Curiosity) ‒ com o mesmo referindo-se a 12/13 (de Setembro) evidenciando claramente um aumento bastante significativo do número de protões (em dois níveis energéticos no caso da atmosfera) tanto na atmosfera (parte superior do gráfico) como no solo marciano (parte inferior).

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:34
Sábado, 23 DE Setembro DE 2017

O Inverno da Oportunidade (em Marte)

Um retrato de Marte na estação de Inverno

 

Desde 25 de Janeiro de 2004 movimentando-se na superfície de Marte (neste momento a mais de 380 milhões de Km da Terra), o ROVER OPPORTUNITY prossegue o seu rumo tendo como objetivo a observação e o estudo do planeta: em praticamente 162 meses (13 anos e 8 meses) tendo percorrido pouco mais de 45Km (cerca de 9 metros/dia).

 

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 Marte ‒ Superfície marciana

Opportunity Rover ‒ Sol 4867

 

A 23 de Setembro de 2017 e num momento em que na região (marciana) onde o ROVER OPPORTUNITY se encontra se atravessa a Estação do Inverno, com o veículo da NASA a reduzir significativamente a sua atividade (fazendo pouca ou nenhuma ciência neste período de poupança energética) dedicando-se à observação, vigilância e registo.

 

Continuando a exploração de Marte durante a estação do Inverno enquanto percorre a superfície a oeste da cratera de ENDEAVOUR (Esforçar-se), vigiando (simultaneamente) o vale de PERSEVERANCE (Perseverança): esperando a passagem da estação para recarregar baterias. Enviando-nos imagens alienígenas (amostras do solo) usando máquinas terrestres (fotográficas).

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:39
Sexta-feira, 01 DE Setembro DE 2017

Cinco Anos em Marte

Nas rodas do veículo motorizado movimentando-se na superfície de Marte, as marcas inevitáveis da passagem dos dias e do decaimento da Matéria: num ciclo Evolutivo de contínua transformação, replicado sem fim entre os extremos que definem o conjunto, com picos máximos e mínimos sempre expressos (incorretamente) no nosso quotidiano, ou pela vida (apesar de nada se criar) ou pela morte (apesar de nada se perder). Erodindo tudo e todos de modo a (re) transformar o produto, melhorando a performance da réplica em tempo de pré-lançamento.

 

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 Já com 17Km de rodagem em 5 anos de viagem

Marte ‒ Curiosity Rover ‒ 27 Agosto 2017

(Sol 1798 ‒ Mahli ‒ 17:21:08 UTC)

 

“ (1) Um veículo movimentando-se num ambiente extraterrestre (Marte), (2) com o seu nome atribuído por uma adolescente (do Kansas), (3) numa missão com um orçamento de 2,5 biliões (de dólares), (4) pesando quase 1 tonelada (na Terra), (5) com a sua velocidade de entrada/aproximação de 5,9m/s e 3,6m/s (respetivamente) e (6) no solo não ultrapassando 1m/h (velocidade máxima do rover), (7) sendo alimentado a energia nuclear (plutónio), (8) utilizando uma CPU a 200MHz com apenas 2Gb de armazenamento (um sistema já descontinuado) …”

(de acordo com dados de artigo de John Fox/2012/12 Crazy Facts About The Mars Rover Curiosity/ign.com)

 

Integrando a missão (da responsabilidade da NASA) MARS SCIENCE LABORATORY circula desde 6 de Agosto de 2012 (logo há mais de 5 anos) sobre a superfície do planeta Marte (localizado a uma distância média de mais de 220 milhões de Km do Sol) o veículo motorizado ROVER CURIOSITY (noutra região do planeta circulando o Rover Opportunity) hoje dia 1 de Setembro (de 2017) no seu 1804º dia de estadia em solo marciano (dia marciano = 24h 37mn 22s) e tendo até ao momento percorrido uma distância total de mais de 17Km (17,31Km em 29 de Agosto de 2017): lançado a 26 de Novembro de 2011 de Cabo Canaveral (por um foguetão Atlas V 541) e tocando a superfície de Marte passados pouco mais de oito meses (na cratera GALE).

 

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 Em Marte desde 2012

Última parte do trajeto percorrido pelo Rover Curiosity

(até 29 de Agosto de 2017/Sol 1800)

 

“… (9) Não estando equipado para descobrir Vida mas indícios dessa possibilidade (em qualquer ponto do seu friso cronológico), (10) estando no entanto equipado de várias ferramentas de trabalho e de exploração (como o seu braço robótico), (11) dispondo de um verdadeiro olho de lince (bem demonstrado na aterragem precisa da sonda em Marte) e como última curiosidade (12) com os responsáveis da missão a ainda não saberem ao certo onde terá caído o propulsor responsável pela aterragem da sonda Curiosity.”

(de acordo com dados de artigo de John Fox/2012/12 Crazy Facts About The Mars Rover Curiosity/ign.com)

 

Desde o seu 1802º dia de estadia no solo marciano e a caminho dos 17,5Km percorridos (num mundo alienígena exterior ao nosso planeta) movimentando-se a uma média de 0,4m/h (tomando em consideração os 61 meses de trabalho e com o veículo a atingir um máximo de cerca de v = 1m/h) e apontando agora para um alvo denominado TYLER localizada na região rochosa (leito) de MURRAY. Num planeta criado aquando do evento conhecido como Big Bang (provavelmente ocorrido há mais de 4,5 biliões de anos) e que hoje em dia passado um tempo (de biliões de anos) pouco compreensível para nós (com um tempo médio estimado de vida andando pelos 80 anos), talvez por impacto (de um corpo celeste em rota de colisão), por bombardeamento sistemático (de raios solares e por raios cósmicos) ou por outro motivo qualquer ainda desconhecido (tal a nossa ignorância nesta área da ciência), se apresenta como um Mundo aparentemente morto (sem água, sem vida orgânica e sem atmosfera), mas que em tempos (muito remotos) poderá ter sido muito diferente (com uma atmosfera e um oceano ‒ e mesmo Vida ‒ como no presente na Terra).

 

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 Da colisão ao bombardeamento passando por um desastre nuclear

(teoria de um físico norte-americano agora posto de lado, desde que afirmou que Marte foi vítima de uma Guerra Nuclear)

 

“Mars was once Earth-like in climate, with an ocean and rivers, and for a long period became home to both plant and animal life, including a humanoid civilization. Then, for unfathomable reasons, a massive thermo-nuclear explosion ravaged the centers of the Martian civilization and destroyed the biosphere of the planet.”

(Death on Mars ‒ John E. Brandenburg)

 

Podendo-se aceitar (para análise e reflexão e posterior aceitação/eliminação) todas as Teorias apresentadas para explicar o ocorrido em Marte (como a deste físico norte-americano visto não como um cientista mas como um promotor da falsa astronomia logo adepto da Conspiração e das suas Teorias), mas tendo-se que reconhecer que nas transformações envolvendo Energia e Matéria dando origem a este Universo (e à Vida num Universo Eletromagnético) tudo vem e tudo vai permanecendo no mesmo lugar mas com aspetos (aparentemente) diferentes (já que a Matéria e a Energia presentes, são sempre as mesmas no mesmo ‒ ou seja permanecendo constantes no fator Espaço/Tempo). Com o efeito da erosão a ser a melhor demonstração. E por outro lado compreendo o Sol como a fonte de Energia (e logicamente de Matéria) fazendo funcionar outras máquinas que estejam ligadas à rede e que não estejam viciadas (com a bateria da Terra a carregar e com a de Marte esgotada).

 

(imagens: nasa.gov e amazon.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:27
Terça-feira, 29 DE Agosto DE 2017

Chris Hadfield ‒ Primeiro a Lua e só depois Marte

“For tens of thousands of years humans have followed a pattern on Earth: imagination, to technology-enabled exploration, to settlement. It’s how the first humans got to Australia 50,000 or 60,000 years ago, and how we went from Yuri Gagarin and Alan Shepard orbiting Earth to the first people putting footprints on the moon, to people living in orbit. There are six people living on the International Space Station, and we have had people there continuously for nearly 17 years. But the reality is we have not yet figured out how to live permanently off-planet. So I think if we follow the historically driven pattern then the moon would be first. Not just to reaffirm that we can get there, but to show that we can also live there.” (Chris Hadfield/newscientist.com)

 

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Chris Hadfield

Comandante da Estação Espacial Internacional

 

Sendo o primeiro astronauta canadiano a comandar a Estação Espacial Internacional (ISS) desde que a mesma foi concluída (Junho de 2011), Chris Hadfield (figura 1 e 2) juntou-se recente e publicamente e a partir da ISS ao número crescente daqueles (astronautas, cientistas e restantes especialistas) que acham que se devemos retomar as viagens espaciais tripuladas (como as realizadas há quase 50 anos à Lua integrando o Programa Apollo), antes de partirmos para Marte como pretende o milionário Elon Musk (acompanhado pela NASA mas concretizando-o uns anos mais tarde) deveremos fazer isso antes, mas muito mais perto da Terra, como é o caso da Lua.

 

Com a distância e a segurança a ela implícita (viagem) a ser o principal fator (a considerar) para tal e tão óbvia reflexão e referida afirmação: por experiência própria (e de muitos outros antes dele) sendo muito mais seguro circular a uns 340Km da Terra (altitude média da ISS) se comparados com os pouco mais de 384.400Km de distância até à Lua, agravando-se ainda mais o cenário se comparado com Marte e a sua distância à Terra ‒ no mínimo uns 60 milhões de Km (podendo chegar mesmo aos 400 milhões). Para qualquer leigo posto perante um cenário semelhante, sendo imediata a resposta face às opções atrás expostas: depois da ISS, vindo a Lua e só depois o planeta Marte.

 

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 2

Chris Hadfield

Comandante da Estação Espacial Internacional

 

Uma ideia certamente partilhada pela grande maioria de todos os curiosos e interessados (leigos e eruditos) neste tema das viagens espaciais (tripuladas) e suas prioridades (a Lua ou o planeta Marte) e tendo desde já o apoio de três das maiores agências espaciais mundiais como a ESA, a ROSCOSMOS e a CNSA (Europa, Rússia e China) ‒ enquanto todo esse mundo ainda aguarda pelo evoluir da opção há meio século tomada (incompreensivelmente) pela NASA (ao terminar com o Programa Apollo e com as viagens espaciais tripuladas), sabendo-se da sua (da NASA) tentação presente em imitar o privado (Elon Musk e a sua Aventura em Marte) e apesar da promessa de Donald Trump de colocar de novo uma bota norte-americana (não se sabe ainda fabricada onde) na superfície da Lua.

 

No caso do planeta Marte (comparando com a viagem à Lua ‒ pouco mais de 384.400 Km ‒ onde a Apollo 11 fez o trajeto Terra/Lua em apenas 51 horas e 49 minutos) com a distância a percorrer agora traduzida não em milhares mas em muitos milhões de Km e como consequência com uma viagem ao planeta Vermelho a poder demorar entre 150/300 dias (5/10 meses utilizando a tecnologia atual), adicionando de imediato muitos mais problemas (a surgirem e necessitando de ser resolvidos) a uma sempre possível e potencial Viagem a Marte ‒ posta lado a lado com uma outra, já levada por diversas vezes a cabo, ao único satélite natural da Terra a Lua. Para já não falar da ação extremamente nefasta e mortal nos humanos (se não se estiver convenientemente protegido) dos raios solares e cósmicos sempre presentes nestas longas viagens espaciais (a Marte sendo interplanetária), pondo em causa todo o projeto seja no espaço seja no planeta: daí a necessidade da presença Lua como primeiro entreposto solar (primeira colónia terrestre e novo ponto de partida para a nova Era Moderna dos Novos Descobrimentos).

 

(texto inicial: tirado de artigo de Alice Klein/newscientist.com/23.08.17 ‒ imagens: universetoday.com/CTV e nasa.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:12

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