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Terça-feira, 03 DE Outubro DE 2017

A Presença do Sol a 250 milhões de Km

Sabendo-se que na Terra todos os seus habitantes (cerca de 7,5 biliões) são expostos anualmente a um nível de radiação de 0,62 rad (e que o ser humano poderá suportar uma dose temporária perto dos 200 rad), em Marte e segundo estudos levados a cabo pelos cientistas responsáveis pela missão MARS ODISSEY, não só esse nível é 2,5X ao verificado na ISS/Estação Espacial Internacional (8 rad/ano) como quase 13X ao registado (e sentido por nós) à superfície do nosso planeta. Podendo mesmo atingir um pico máximo diário (em caso de um Evento Solar significativo) de 2 rad/dia (uma monstruosidade para a sobrevivência dos seres Humanos num ambiente hostil e mortal como Marte).

 

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 O Planeta Azul-Mármore

A Terra a 22 Setembro 2017

(a partir da Sonda OSIRIS a 170.000Km de distância)

 

Com o planeta MARTE a 30 de Setembro deste ano a localizar-se a cerca de 249.207.000Km do Sol (com a luz emitida pela estrela a demorar pouco menos de 14 minutos para atingir o planeta) ‒ recorde-se que a Terra se localiza a 149.780.000Km (com a luz a demorar pouco mais de 8 minutos a cá chegar) eis que a sonda norte-americana MAVEN lançada em Novembro de 2013 pela agência espacial NASA com o objetivo de estudar a atmosfera marciana (e inserida em órbita há 3 anos), nos bem agora (mais uma vez e como se fosse necessário) demonstrar todo o poder do SOL.

 

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1

Aparecimento de uma grande Aurora em Marte

(PIA 21855)

 

Numa Imagem (PIA 21857) editada a 29 de Setembro por uma das ligações da agência norte-americana NASA (photojournal.jpl.nasa.gov) utilizando os instrumentos científicos a bordo da sonda orbital MAVEN, com os mesmos a detetarem o aparecimento de uma AURORA (imagem 1) na atmosfera marciana (a diferentes altitudes) e mais relevante ainda sendo 25X mais brilhante (imagem 2) de que a maior anteriormente registada (pela sonda). Encaixando-se a intensidade dessa aurora e a data de pico máximo (12 Setembro 2017) com a intensa atividade do Sol registado no início de Setembro (emitindo chamas solares monstruosas).

 

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2

A Aurora de 12 Setembro 25X mais brilhante que a de 08.03.2015

(PIA 21857)

 

Mesmo com o planeta localizado a uma distância (do Sol) 1,66X a da Terra, com os efeitos das explorações solares (se dirigidas) a chegarem bem ativas a Marte, devido à grande intensidade das chamas (solares emitidas) e à grande possibilidade de CME (ejeção de massa da superfície do Sol). Com a luz da explosão a chegar em 14 minutos (a Marte) e no fim com os efeitos da mesma a viajarem pelo Espaço transportadas pelos ventos solares atingindo o planeta (digamos que viajando em redor de uns 500Km/s) nuns 6 dias. Apontando a explosão (registada no gráfico a 12) para o dia 6 no Sol.

 

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3

A poderosa chama solar de 6 de Setembro de 2017

(da classe X 9.3/SDO)

 

O que na realidade aconteceu fazendo sobressair ainda mais os dados fornecidos pelo gráfico e simultaneamente informando-nos (e elucidando-nos) até que ponto o Sol pode influenciar o Sistema (Planetário) mesmo em regiões mais distantes (do Sistema Solar). Nesse dia 6 de Setembro de 2017 (imagem 3) e com as manchas solares AR 2673 e AR 2674 bastante ativas, com estas regiões da superfície solar a entrarem em erupção e a ejetarem para o Espaço uma poderosíssima chama solar da classe X 9.3 (sendo X a mais alta na escala). Neste caso viajando pelo espaço e 6 dias depois atingindo Marte (e originando Auroras).

 

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4

As partículas energéticas atingindo a atmosfera/superfície de Marte

(PIA 21856)

 

Concluindo-se com esta pequena análise (referida a Marte) e tendo como termo de comparação o nosso planeta (a Terra) ‒ com o mesmo a ser um planeta Vivo (com o seu motor interno a funcionar) ao contrário de Marte (sem erupções ou movimentos tectónicos visíveis) e além do mais possuindo escudos de proteção (o Cinturão de Van Allen e a nossa Atmosfera) e vida orgânica desenvolvida, organizada e inteligente (no topo estando o Homem) como o produto final pode ser tão diferente utilizando (como exemplos paralelos mas no entanto distintos) estes 2 planetas (a Terra e Marte), com um mais perto do Sol (Distância) mas no entanto muito mais protegido e seguro (duplamente):

 

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5

A Terra e Marte/O Vivo e o Morto

(Terra = 2X diâmetro Marte ‒ duração dia T≈ duração dia M ‒ peso T ≈ 3X peso M)

 

Do que o outro mais distante, mas sem recurso a processos de carater preservativo (completamento exposto aos raios solares e cósmicos e ainda eventuais e periódicos impactos de objetos).

 

E com um Vivo (Terra) e o outro Morto (Marte) ‒ como os da Imagem 5.

 

No gráfico (imagem 4) indicando o número de partículas (energéticas e transportadas pelo vento solar) atingindo o planeta Marte na sequência da grande atividade solar registada no início de Setembro (com o seu pico máximo no dia 6 com uma chama solar da classe X9.3 a mais elevada) ‒ partículas atmosféricas (sonda Maven) e partículas à superfície (sonda Curiosity) ‒ com o mesmo referindo-se a 12/13 (de Setembro) evidenciando claramente um aumento bastante significativo do número de protões (em dois níveis energéticos no caso da atmosfera) tanto na atmosfera (parte superior do gráfico) como no solo marciano (parte inferior).

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:34
Sábado, 23 DE Setembro DE 2017

O Inverno da Oportunidade (em Marte)

Um retrato de Marte na estação de Inverno

 

Desde 25 de Janeiro de 2004 movimentando-se na superfície de Marte (neste momento a mais de 380 milhões de Km da Terra), o ROVER OPPORTUNITY prossegue o seu rumo tendo como objetivo a observação e o estudo do planeta: em praticamente 162 meses (13 anos e 8 meses) tendo percorrido pouco mais de 45Km (cerca de 9 metros/dia).

 

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 Marte ‒ Superfície marciana

Opportunity Rover ‒ Sol 4867

 

A 23 de Setembro de 2017 e num momento em que na região (marciana) onde o ROVER OPPORTUNITY se encontra se atravessa a Estação do Inverno, com o veículo da NASA a reduzir significativamente a sua atividade (fazendo pouca ou nenhuma ciência neste período de poupança energética) dedicando-se à observação, vigilância e registo.

 

Continuando a exploração de Marte durante a estação do Inverno enquanto percorre a superfície a oeste da cratera de ENDEAVOUR (Esforçar-se), vigiando (simultaneamente) o vale de PERSEVERANCE (Perseverança): esperando a passagem da estação para recarregar baterias. Enviando-nos imagens alienígenas (amostras do solo) usando máquinas terrestres (fotográficas).

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:39
Sexta-feira, 01 DE Setembro DE 2017

Cinco Anos em Marte

Nas rodas do veículo motorizado movimentando-se na superfície de Marte, as marcas inevitáveis da passagem dos dias e do decaimento da Matéria: num ciclo Evolutivo de contínua transformação, replicado sem fim entre os extremos que definem o conjunto, com picos máximos e mínimos sempre expressos (incorretamente) no nosso quotidiano, ou pela vida (apesar de nada se criar) ou pela morte (apesar de nada se perder). Erodindo tudo e todos de modo a (re) transformar o produto, melhorando a performance da réplica em tempo de pré-lançamento.

 

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 Já com 17Km de rodagem em 5 anos de viagem

Marte ‒ Curiosity Rover ‒ 27 Agosto 2017

(Sol 1798 ‒ Mahli ‒ 17:21:08 UTC)

 

“ (1) Um veículo movimentando-se num ambiente extraterrestre (Marte), (2) com o seu nome atribuído por uma adolescente (do Kansas), (3) numa missão com um orçamento de 2,5 biliões (de dólares), (4) pesando quase 1 tonelada (na Terra), (5) com a sua velocidade de entrada/aproximação de 5,9m/s e 3,6m/s (respetivamente) e (6) no solo não ultrapassando 1m/h (velocidade máxima do rover), (7) sendo alimentado a energia nuclear (plutónio), (8) utilizando uma CPU a 200MHz com apenas 2Gb de armazenamento (um sistema já descontinuado) …”

(de acordo com dados de artigo de John Fox/2012/12 Crazy Facts About The Mars Rover Curiosity/ign.com)

 

Integrando a missão (da responsabilidade da NASA) MARS SCIENCE LABORATORY circula desde 6 de Agosto de 2012 (logo há mais de 5 anos) sobre a superfície do planeta Marte (localizado a uma distância média de mais de 220 milhões de Km do Sol) o veículo motorizado ROVER CURIOSITY (noutra região do planeta circulando o Rover Opportunity) hoje dia 1 de Setembro (de 2017) no seu 1804º dia de estadia em solo marciano (dia marciano = 24h 37mn 22s) e tendo até ao momento percorrido uma distância total de mais de 17Km (17,31Km em 29 de Agosto de 2017): lançado a 26 de Novembro de 2011 de Cabo Canaveral (por um foguetão Atlas V 541) e tocando a superfície de Marte passados pouco mais de oito meses (na cratera GALE).

 

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 Em Marte desde 2012

Última parte do trajeto percorrido pelo Rover Curiosity

(até 29 de Agosto de 2017/Sol 1800)

 

“… (9) Não estando equipado para descobrir Vida mas indícios dessa possibilidade (em qualquer ponto do seu friso cronológico), (10) estando no entanto equipado de várias ferramentas de trabalho e de exploração (como o seu braço robótico), (11) dispondo de um verdadeiro olho de lince (bem demonstrado na aterragem precisa da sonda em Marte) e como última curiosidade (12) com os responsáveis da missão a ainda não saberem ao certo onde terá caído o propulsor responsável pela aterragem da sonda Curiosity.”

(de acordo com dados de artigo de John Fox/2012/12 Crazy Facts About The Mars Rover Curiosity/ign.com)

 

Desde o seu 1802º dia de estadia no solo marciano e a caminho dos 17,5Km percorridos (num mundo alienígena exterior ao nosso planeta) movimentando-se a uma média de 0,4m/h (tomando em consideração os 61 meses de trabalho e com o veículo a atingir um máximo de cerca de v = 1m/h) e apontando agora para um alvo denominado TYLER localizada na região rochosa (leito) de MURRAY. Num planeta criado aquando do evento conhecido como Big Bang (provavelmente ocorrido há mais de 4,5 biliões de anos) e que hoje em dia passado um tempo (de biliões de anos) pouco compreensível para nós (com um tempo médio estimado de vida andando pelos 80 anos), talvez por impacto (de um corpo celeste em rota de colisão), por bombardeamento sistemático (de raios solares e por raios cósmicos) ou por outro motivo qualquer ainda desconhecido (tal a nossa ignorância nesta área da ciência), se apresenta como um Mundo aparentemente morto (sem água, sem vida orgânica e sem atmosfera), mas que em tempos (muito remotos) poderá ter sido muito diferente (com uma atmosfera e um oceano ‒ e mesmo Vida ‒ como no presente na Terra).

 

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 Da colisão ao bombardeamento passando por um desastre nuclear

(teoria de um físico norte-americano agora posto de lado, desde que afirmou que Marte foi vítima de uma Guerra Nuclear)

 

“Mars was once Earth-like in climate, with an ocean and rivers, and for a long period became home to both plant and animal life, including a humanoid civilization. Then, for unfathomable reasons, a massive thermo-nuclear explosion ravaged the centers of the Martian civilization and destroyed the biosphere of the planet.”

(Death on Mars ‒ John E. Brandenburg)

 

Podendo-se aceitar (para análise e reflexão e posterior aceitação/eliminação) todas as Teorias apresentadas para explicar o ocorrido em Marte (como a deste físico norte-americano visto não como um cientista mas como um promotor da falsa astronomia logo adepto da Conspiração e das suas Teorias), mas tendo-se que reconhecer que nas transformações envolvendo Energia e Matéria dando origem a este Universo (e à Vida num Universo Eletromagnético) tudo vem e tudo vai permanecendo no mesmo lugar mas com aspetos (aparentemente) diferentes (já que a Matéria e a Energia presentes, são sempre as mesmas no mesmo ‒ ou seja permanecendo constantes no fator Espaço/Tempo). Com o efeito da erosão a ser a melhor demonstração. E por outro lado compreendo o Sol como a fonte de Energia (e logicamente de Matéria) fazendo funcionar outras máquinas que estejam ligadas à rede e que não estejam viciadas (com a bateria da Terra a carregar e com a de Marte esgotada).

 

(imagens: nasa.gov e amazon.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:27
Terça-feira, 29 DE Agosto DE 2017

Chris Hadfield ‒ Primeiro a Lua e só depois Marte

“For tens of thousands of years humans have followed a pattern on Earth: imagination, to technology-enabled exploration, to settlement. It’s how the first humans got to Australia 50,000 or 60,000 years ago, and how we went from Yuri Gagarin and Alan Shepard orbiting Earth to the first people putting footprints on the moon, to people living in orbit. There are six people living on the International Space Station, and we have had people there continuously for nearly 17 years. But the reality is we have not yet figured out how to live permanently off-planet. So I think if we follow the historically driven pattern then the moon would be first. Not just to reaffirm that we can get there, but to show that we can also live there.” (Chris Hadfield/newscientist.com)

 

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 1

Chris Hadfield

Comandante da Estação Espacial Internacional

 

Sendo o primeiro astronauta canadiano a comandar a Estação Espacial Internacional (ISS) desde que a mesma foi concluída (Junho de 2011), Chris Hadfield (figura 1 e 2) juntou-se recente e publicamente e a partir da ISS ao número crescente daqueles (astronautas, cientistas e restantes especialistas) que acham que se devemos retomar as viagens espaciais tripuladas (como as realizadas há quase 50 anos à Lua integrando o Programa Apollo), antes de partirmos para Marte como pretende o milionário Elon Musk (acompanhado pela NASA mas concretizando-o uns anos mais tarde) deveremos fazer isso antes, mas muito mais perto da Terra, como é o caso da Lua.

 

Com a distância e a segurança a ela implícita (viagem) a ser o principal fator (a considerar) para tal e tão óbvia reflexão e referida afirmação: por experiência própria (e de muitos outros antes dele) sendo muito mais seguro circular a uns 340Km da Terra (altitude média da ISS) se comparados com os pouco mais de 384.400Km de distância até à Lua, agravando-se ainda mais o cenário se comparado com Marte e a sua distância à Terra ‒ no mínimo uns 60 milhões de Km (podendo chegar mesmo aos 400 milhões). Para qualquer leigo posto perante um cenário semelhante, sendo imediata a resposta face às opções atrás expostas: depois da ISS, vindo a Lua e só depois o planeta Marte.

 

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 2

Chris Hadfield

Comandante da Estação Espacial Internacional

 

Uma ideia certamente partilhada pela grande maioria de todos os curiosos e interessados (leigos e eruditos) neste tema das viagens espaciais (tripuladas) e suas prioridades (a Lua ou o planeta Marte) e tendo desde já o apoio de três das maiores agências espaciais mundiais como a ESA, a ROSCOSMOS e a CNSA (Europa, Rússia e China) ‒ enquanto todo esse mundo ainda aguarda pelo evoluir da opção há meio século tomada (incompreensivelmente) pela NASA (ao terminar com o Programa Apollo e com as viagens espaciais tripuladas), sabendo-se da sua (da NASA) tentação presente em imitar o privado (Elon Musk e a sua Aventura em Marte) e apesar da promessa de Donald Trump de colocar de novo uma bota norte-americana (não se sabe ainda fabricada onde) na superfície da Lua.

 

No caso do planeta Marte (comparando com a viagem à Lua ‒ pouco mais de 384.400 Km ‒ onde a Apollo 11 fez o trajeto Terra/Lua em apenas 51 horas e 49 minutos) com a distância a percorrer agora traduzida não em milhares mas em muitos milhões de Km e como consequência com uma viagem ao planeta Vermelho a poder demorar entre 150/300 dias (5/10 meses utilizando a tecnologia atual), adicionando de imediato muitos mais problemas (a surgirem e necessitando de ser resolvidos) a uma sempre possível e potencial Viagem a Marte ‒ posta lado a lado com uma outra, já levada por diversas vezes a cabo, ao único satélite natural da Terra a Lua. Para já não falar da ação extremamente nefasta e mortal nos humanos (se não se estiver convenientemente protegido) dos raios solares e cósmicos sempre presentes nestas longas viagens espaciais (a Marte sendo interplanetária), pondo em causa todo o projeto seja no espaço seja no planeta: daí a necessidade da presença Lua como primeiro entreposto solar (primeira colónia terrestre e novo ponto de partida para a nova Era Moderna dos Novos Descobrimentos).

 

(texto inicial: tirado de artigo de Alice Klein/newscientist.com/23.08.17 ‒ imagens: universetoday.com/CTV e nasa.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:12
Domingo, 27 DE Agosto DE 2017

No Verão olhando Marte

Apesar da ânsia natural de Elon Musk (com o seu projeto Space X) em receber o mais rapidamente possível notícias de Marte (nem chegando a 100 anos a nossa esperança média de vida na Terra), é fácil de constatar que para tal acontecer (acompanhado por um processo de colonização estável, sustentável e evolutiva em Marte, transformando-se paralelamente num projeto viável de terra formação do planeta) e como o Homem ainda não é um ser comparável a um Deus, que tal só será possível (se já não o foi no passado) por intervenção exterior (natural ou artificial) e com qualidade Divina ‒ um estatuto pelo que se saiba o Homem ainda não atingiu: sem ter dado mais nenhum passo na Conquista do Espaço (com voos tripulados, como o fez há quase 50 anos indo à Lua) e escondendo-se dentro de casa com as portas e as janelas fechadas olhando apenas para o exterior (apenas com uma fina película de permeio a separar) ‒ e não se mexendo morrendo.

 

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Marte/Curiosity Rover/Chem Cam/Remote Micro-Imager/11:26:06 UTC/11:27:06 UTC

 

A partir de duas imagens obtidas no passado dia 24 de Agosto pelo Rover da sonda Curiosity ‒ movimentando-se atualmente sobre a superfície do planeta Marte e já com mais de 17Km percorridos (no seu 1795º dia de estadia sobre a superfície marciana) ‒ as câmaras de um dos dois veículos da NASA ainda em atividade no planeta Vermelho (a outra sendo a Opportunity) acabam por nos proporcionar o visionamento com um intervalo de um minuto de mais dois pormenores estranhos sobressaindo do relevo de Marte.

 

Na imagem à esquerda com as câmaras instalados a bordo do veículo motorizado a revelarem-nos na parte superior da mesma (imagem) o que parece ser o resto de algum tipo de estrutura antiga (natural ou artificial), entretanto colapsada e em avançado estado de degradação e com um dos registos aí assinalados a fazer-nos lembrar (algo de familiar na Terra) uma cruz; já na imagem à direita e ainda se observando a referida cruz (no canto superior direito), com algo de peculiar a surgir-nos no centro da mesma (imagem), no nosso cérebro e após processamento mental (condicionado pela nossa vida na Terra) tanto podendo ser parte dessa estrutura meio suspensa (antiga e natural ou então artificial) como até um disco-voador (ou simplesmente um mero erro induzido pelos nossos órgãos dos sentidos).

 

Recordando o que dizem os cientistas referindo-se a um planeta árido, desértico, sem água nem atmosfera e completamente desprotegido da ação nefasta oriunda do Espaço exterior (raios solares e raios cósmicos entre os mais perigosos), até hoje sem a descoberta de qualquer tipo de vida orgânica (ou vestígios) por mais primitiva que fosse (apenas presente o mundo mineral), mas que no entanto num passado já bastante distante poderá ter sido algo diferente (ao que se vê hoje) talvez semelhante ao que vemos, hoje e aqui na nossa Terra. Num episódio ‒ e dada a idade estimada de Marte (uns 4,6 biliões de anos) ‒ ocorrido há suponhamos uns 2 biliões de anos e que passado todo este tempo, nada de intacto e visível, deixaria à sua superfície (a erosão é terrível): e se tal vindo a ocorrer só de civilizações posteriores, provavelmente alienígenas (estranhas ao planeta Marte) e vindas de outra galáxia (por exemplo a de Andrómeda, um dos objetos mais brilhantes no céu, a mais de 2,5 anos-luz da Terra e em rota de colisão futura com a nossa Via Láctea).

 

E porque não pensar na Terra como um dos berçários do Universo, com todos os exemplares possíveis (disponíveis mas indubitavelmente sendo mais) aí expostos como num catálogo ‒ extenso, exponencial e infinito, mas delimitado pelo Nada (o vazio do Espaço): sendo terrestres ou extraterrestres oriundos dum mesmo molde. Talvez formando um conjunto interagindo com outros e integrando como todos (tudo o que existe) um conjunto ainda maior (um multiverso) ‒ e num dia já Marcado mas ainda por Estabelecer concretizando-se finalmente o Contacto com os nossos Irmãos das Estrelas (aplicando-se então e aí A Teoria de Espelho).

 

(texto: a partir de artigo ufosightingshotspot.blogspot.pt ‒ imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:43
Quinta-feira, 24 DE Agosto DE 2017

Verão em Marte, Verão em Portugal

Enquanto pela Terra a sua raça dominante disfrutando do seu ecossistema e da proteção existente (oferecida entre outros pela atmosfera terrestre) se entretém a ver o seu excitante e exclusivo Eclipse (um Evento só para nós ainda-por-cima no nosso hemisfério e na estação do Verão), em Marte e sem proteção (e se tal tiver existido) e com o bom ambiente passado (à história ‒ hoje sem oxigénio e sem água) nada resta de relevante graças aos raios mortais.

 

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 Um Antigo Leito Oceânico

Marte ‒ Curiosity Rover ‒ Sol 1793

(22 Março 2017)

 

Retrato de um mundo num passado provavelmente já bastante remoto (uns biliões de anos) podendo ter tido um percurso evolutivo em tudo idêntico ao nosso (planeta), mostrando a quem quer ver todos os indícios e até evidências de se estar perante terrenos não expostos (à atmosfera desse mundo) e anteriormente recobertos por grandes extensões líquidas (familiares) como os oceanos na Terra.

 

Com uma parte relevante da sua superfície sólida a estar submersa por um grande oceano líquido (comparativamente menor que o da Terra), provavelmente constituído por água e outros elementos como os minerais (por exemplo o sal) e talvez com movimento e até mesmo com vagas (podendo ser menores que as nossas), uma estrela também nossa (o Sol a acompanhar) e até ar respirável e suscetível de Vida.

 

Hoje dia 22 de Agosto de 2017 e conforme o dito retrato registado pelas câmaras a bordo do Rover Curiosity, com o cenário completamente reconvertido por sucessivas transformações ocorridas durante biliões de anos (esmagadoramente provocadas por interferências vindas do Espaço exterior, tendo na fila da frente os raios solares e cósmicos e ainda os impactos diretos), apresentando-nos o que aqui seria (hoje na Terra) o leito oceânico sem água.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:00
Sexta-feira, 11 DE Agosto DE 2017

Nuvens em Marte

“The Hubble Space Telescope and spacecraft orbiting Mars have observed a band of clouds to appear near the Martian equator around the time of the Martian year when the planet is farthest from the Sun. With a more elliptical orbit than Earth's, Mars experiences more annual variation than Earth in its distance from the Sun. The most distant point in an orbit around the Sun is called the aphelion. The near-equatorial Martian cloud pattern observed at that time of year is called the "aphelion cloud belt." These new images from Curiosity were taken about two months before aphelion, but the morning clouds observed may be an early stage of the aphelion cloud belt.” (nasa.gov)

 

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Nuvens circulando no céu de Marte

(PIA 21841)

 

Como se tal fosse necessário ou relevante (ou não fosse Marte um corpo celeste da família da Terra e integrando o Sistema Solar) vem agora uma das câmaras instalada num dos veículos motorizados circulando sobre a superfície marciana (o Rover da sonda Curiosity) oferecer-nos mais uma imagem deste planeta vizinho (Marte) mas agora apontando a sua objetiva para o alto: apresentando-nos novamente e de uma forma talvez definitiva (sobretudo para os mais céticos ou 100% cegos) a prova da presença de uma camada envolvendo o planeta a que aqui (na Terra) chamaríamos de atmosfera.

 

No caso do planeta Marte e do aparecimento deste conjunto de nuvens (bem visíveis) atravessando o céu marciano (registadas a 17 de Julho deste ano no 1.758º dia da estadia da Curiosity no planeta) com o fenómeno atmosférico aí observado a fazer lembrar o aparecimento das nuvens cirrus (no planeta Terra), aqui como lá com as mesmas a serem compostas por cristais de gelo e deslocando-se por ação dos ventos (e da ação de outros parâmetros climáticos): sugerindo-nos a formação (dessas partículas constituintes das nuvens) através da utilização de processos de agregação desses cristais com a leve e fina poeira aí suspensa e circulando em altitude.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:10
Quarta-feira, 09 DE Agosto DE 2017

Sem Notícias de Marte

Vivendo-se no meu Hemisfério a Estação Boba

 

"The vehicles will stay active, carrying out commands sent in advance. Orbiters will be making their science observations and transmitting data. The rovers won't be driving, but observations and measurements will continue."

(Hoppy Price/JPL/Engenheiro-Chefe do Programa Marte)

 

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Marte ‒ Curiosity Rover ‒ Sol 1780

(9 de Agosto de 2017)

 

Num período em que o Sol se interpôs entre a Terra e o planeta Marte, vimo-nos mais uma vez privados das imagens e restantes informações habitualmente transmitidas do último planeta interior do Sistema Solar (localizado a mais de 200 milhões de Km do Sol): como é o caso do sucedido com os dois veículos motorizados (norte-americanos) atualmente circulando na superfície do planeta Marte (Opportunity Rover e Curiosity Rover) desde o dia 22 de Julho e dado o planeta se encontrar em conjunção com o Sol (a cada 26 meses) como medida de segurança e de prevenção se encontrarem com atividade reduzida não só para evitar o aparecimento de possíveis problemas técnicos como a inevitável degradação na comunicação de dados entre os dois planetas vizinhos ‒ ou não estivesse o Sol interposto (na maioria não completamente) entre a Terra e Marte.

 

Com este período a estar programado para durar de 22 de Julho a 1 de Agosto mas podendo-se estender (para trás e para a frente no tempo) por mais alguns dias: reduzindo-se as transmissões (mas não as interrompendo) e os trabalhos propostos aos Rovers (ficando-se mais pelos trabalhos de manutenção). Segundo os responsáveis do programa destas duas sondas (sejam orbitais ou de superfície) sendo a 8ª experiência de conjunção solar por parte da sonda orbital Mars Odyssey, a 7ª experiência para o Rover Opportunity, a 6ª experiência para a sonda orbital MRO, a 3ª experiência para o Rover Curiosity e a segunda para a sonda orbital Maven (dados da NASA). Sendo o caso do veículo motorizado Opportunity um dos mais relevantes, não só pela sua grande longevidade no trabalho contínuo desenvolvido na inóspita e desprotegida superfície marciana (perto dos 4800 dias de permanência no planeta e tendo operado mais de 50 X do que o esperado), como pela importante investigação científica aí levada a cabo (tentando reconstruir a história geológica do planeta)‒ apesar da distância e de todos os problemas técnicos nestes anos surgidos (percorridos perto de 45Km agora com as duas rodas da frente quase inoperacionais mas não a impedindo de circular).

 

Hoje dia 9 de Agosto com as imagens oriundas do planeta Marte e posteriormente divulgadas na Terra ao público (em geral), a serem ainda escassas, com pouca definição e desinteressantes por sem novidades: . Sejam oriundas da Opportunity ou da Curiosity. Dentro de dias e à falta de melhor (como a nossa presença em mundos distantes de preferência presencial) voltando as imagens do nosso vizinho, talvez sendo a do nosso futuro (aí projetado) já que por banalização do tempo (e do Espaço onde ambos os planetas estão próximos e integrados) nem sequer usufruímos (aqui) do presente.

 

Recordando que na última semana de Julho e como consequência de uma explosão na superfície do Sol (região onde se localizava a mancha solar AR 2665) a estrela emitiu uma violenta chama solar (para o Espaço exterior) tendo como direção (alvo) o planeta Marte e colocando de sobreaviso os seus satélites (artificiais) e Rovers. E com Marte em conjunção com o Sol, com a Terra (a salvo) do lado oposto à (perigosa) referida emissão.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:45
Quarta-feira, 26 DE Julho DE 2017

Explosão Solar de Classe-X a caminho de Marte

E atingindo o planeta entre quinta e sexta-feira!

 

No passado dia 23 (domingo) uma chama solar da classe-X (as mais intensas na escala crescente B/C/M/X) deu origem a uma intensa emissão de matéria solar ‒ originada pela interação de campos eletromagnéticos extremos movimentando-se na coroa do Sol ‒ provocando fortes explosões e erupções à sua superfície e ejetando o mesmo material (massa) através de CME incorporando raios extremamente nefastos, energéticos, penetrantes e radioativos (como raios-X e ultravioletas). Para nosso benefício com as CME não dirigidas à Terra, mas sendo dirigidas a Marte pondo em estado de alerta todas as sondas aí presentes (em órbita como à superfície).

 

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Uma explosão na coroa do Sol ‒ iniciada por volta das 05:00

Com as chamas solares a deslocarem-se na direção do planeta Marte

(relativamente à Terra colocada do lado oposto da estrela comum)

 

Para se verificar como o Sol pode ser ao mesmo tempo amigo e inimigo de elementos pertencentes à mesma (e sua) família planetária ‒ o Sistema Solar ‒ basta recordar o que aconteceu ontem na sua coroa solar (23 de Julho), com uma espetacular CME a surgir do lado oposto do Sol (relativamente à Terra) não afetando minimamente o nosso planeta (CME em sentido oposto ao nosso), mas dirigindo-se em direção ao planeta Marte neste momento localizado do outro lado do Sol (a região do Sol originária da intensa erupção e ejeção de material e radiações solares para o espaço exterior). Emergindo da já conhecida mancha solar AR 2665 (tendo sido visível ao passar diante de nós no início deste mês) e devido ao seu movimento de rotação e subsequente erupção (radiação ultravioleta extrema) percorrendo em pouco tempo a distância até Marte e atingindo-o brevemente.

 

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A explosão solar de 23 de Julho ‒ 05:00:30

Registada pela câmara do satélite STEREO A

(EUVI 195)

 

Pela sua expressão podendo-se considerar esta CME uma explosão solar da classe X (as mais intensas), a qual se tivesse ocorrido umas duas semanas antes teria certamente atingido a Terra e provocado no mínimo as habituais e intensas tempestades geomagnéticas, mais visíveis a elevadas latitudes mas em casos mais extremos podendo ocorrer a menores latitudes: alargando (em latitude) o campo visual de fenómenos como as auroras, podendo afetar e interromper emissões de certas frequências de rádio, perturbando ou danificando parte das mais diversas grelhas elétricas (de abastecimento) ou até em situações mais extremas e provavelmente já ocorridas no nosso planeta (no passado já que as recentes felizmente nos têm passado ao lado) provocando danos ainda maiores e de consequências mais gravosas: como terá sucedido em 1859 e milagrosamente evitado em 2012.

 

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Se o Evento de 1859 provocou o colapso do seu mais importante meio de comunicação

(o telégrafo ‒ e o incêndio de alguns equipamentos e até choques elétricos)

O Evento de 2012 se dirigido à Terra poderia ter-nos feito regressar à Idade da Pedra

 

No ano de 1859 e numa altura em que o Sol já demonstrava alguns sinais de incremento da sua atividade (na sua coroa solar) ‒ com várias manchas solares visíveis e direcionadas para a Terra ‒ com o nosso planeta a ser diretamente atingido pelos efeitos de uma grande explosão na superfície do Sol e com a nossa estrela a enviar-nos uma invisível mas poderosa nuvem de eletrões impactando violentamente a nossa atmosfera e provocando auroras mesmo a baixas latitudes, interferências e interrupções nas comunicações (como no telégrafo com alguns dos seus componentes como fios e terminais causando choques elétricos, pegando fogo e provocando incêndios) e afetando ainda a jovem rede elétrica ainda no seu início de implementação (e com consequências para a sociedade de então muito mais reduzidas se tal caso ocorresse hoje.

 

“The Carrington event happened in the mid-1800s, and the effects that it had on the technology of the time were notable and significant. The effect of a similar event occurring during the 21st century would be much worse due to our reliance on technology — for starters, we would probably lose all satellites, causing billions of dollars in damage and confusion as our navigation and communication systems shut down. It is impossible to say with certainty what such an event would lead to, and when or if it might happen.” (futurism.com)

 

Numa sociedade assente na eletricidade, nas telecomunicações e nas novas tecnologias): no presente e com uma Tempestade Solar deste nível a suceder (para muitos um cenário cíclico a cada 500 anos) podendo-se transformar mais este (previsível) episódio num Evento de relevo e com efeitos catastróficos para o nosso Ecossistema e a sua estrutura básica de suporte (toda baseada na Eletricidade e no Magnetismo) ‒ com um impacto financeiro de Triliões e talvez necessitando de uns 10 anos para recuperar. Já no ano de 2012 e decorridos mais de 150 anos sobre o Evento de 1859 (Carrington) com um outra explosão solar de semelhantes dimensões e consequências (se não mesmo pior) a ser registada (fez ontem 5 anos) deslocando-se em direção da órbita terrestre, mas felizmente falhando o alvo (a Terra) por uma questão de alguns dias (uma semana): salvando-nos dos raios-X e das radiações ultravioletas.

 

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Diferentes camadas constituintes da atmosfera

Contendo nela todos os ingredientes para o aparecimento da Vida

(e com a mesma envolvendo e protegendo toda a Terra)

 

Em 25.07.2017 e num período em que o Sol não tem apresentado manchas visíveis (pelo menos minimamente relevantes) com a nossa estrela mantendo-se relativamente tranquila pelo menos no que nos diz respeito (Terra), mas invertendo-se os papéis relativamente a Marte: supondo o vento solar a deslocar-se a uma v = 600Km/s e Marte distando 225.000.000Km do Sol (média), dentro de cerca de 4/5 dias com as radiações provenientes da mancha solar AR 2665 a atingirem o Planeta Vermelho (27/28 Julho), bombardeando de uma forma inclemente o nosso vizinho exterior com poderosíssimas emissões de radiações tóxicas e mortais provenientes da deslocação desta extremamente intensa e energética nuvem eletromagnética capaz de destruir tudo (em certos contextos) à sua passagem, varrendo todos os cenários (principalmente os desprotegidos) com raios -X e raios ultravioletas.

 

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Viajando pelo Espaço

Sem proteção em Marte e com proteção na Terra

(na Terra com o seu escudo protetor defletindo o vento solar e cósmico)

 

Um planeta sem atmosfera, sem água e sem vida, encerrado num ecossistema aberto e sem qualquer tipo de proteção de efeitos oriundos do exterior (a tal atmosfera protetora existindo na Terra), mostrando-nos um cenário de um mundo infinitamente bombardeado por raios solares e por raios cósmicos, transformado 4,5 biliões após a sua formação num deserto árido e como que calcinado e sem vestígio de qualquer tipo de organismo senão mesmo os minerais: fazendo-nos suspeitar da existência de água num passado bastante remoto de Marte mas nada nos dizendo sobre a possibilidade da existência de organismos para além dos minerais (os orgânicos). E olhando para o sucedido em Marte comparativamente com o sucedido na Terra (claramente com partes dos seus trajetos comuns), agradecendo pela nossa cobertura (protetora) completamente ausente na outra superfície (marciana).

 

(imagens: nasa.gov/activistpost.com/theexplanation.com/skyandtelescope.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:08
Segunda-feira, 17 DE Julho DE 2017

Sombras em Marte/Vida na Terra

Ameaçadoramente estas Sombras extremas integrando a superfície marciana apenas nos indicam que a Invasão Apocalíptica iniciada há biliões de anos em Marte ainda prossegue sob os olhos curiosos de uma raça alienígena (mas próxima) sem saber bem o que fazer (no mínimo para que o mesmo não lhe aconteça).

 

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Espectros de Marte

Malea Planum ‒ Pólo Sul

(PIA 21784)

 

Num dos planaltos vulcânicos situado na bacia de impacto de HELLAS localizado no hemisfério sul do planeta MARTE (MALEA PLANUM), a sonda espacial MRO enviada do planeta Terra e atualmente orbitando o Planeta Vermelho, conseguiu obter a partir do seu instrumento ótico HiRISE instalado a bordo deste satélite (artificial), sinais evidentes da terrível invasão direcionada para as periferias e envolvendo poeiras e cinzas: resultado da atividade geológica que terá existido num passado bastante remoto nesta região do planeta, num conjunto formado por vários vulcões distribuídos pela bacia e então extremamente ativos.

 

Ainda agora prosseguindo na sua marcha imparável e necessária de purificação (incluída no seu ciclo evolutivo), no seu caminho cobrindo vestígios pretendendo aniquilar o nosso último pretexto (a possível existência no passado de vida e de uma alma marciana) e rodeando todo um corpo seco, varrido, calcinado e completamente despejado de vida, sujeitando-se a um processo aparentemente irreversível da mais pura erosão tóxica, persistente e extremamente mortal.

 

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Região onde se integram os Espectros de Marte

(“sombras” à direita)

 

E com a prossecução desta Invasão no presente planetária mas num futuro extraplanetária, com os terrestres a pretenderem a aí se instalar (em Marte), tentando dar-nos uma resposta (ao futuro do Homem) e à sua necessidade de partir: sabendo-se como debaixo das areias do deserto se escondem sempre os maiores segredos e talvez o mapa do tesouro do nosso próprio destino.

 

Até talvez a resposta para o facto de existirmos (existência de Vida).

 

When a group of atoms is driven by an external source of energy (like the sun or chemical fuel) and surrounded by a heat bath (like the ocean or atmosphere), it will often gradually restructure itself in order to dissipate increasingly more energy. This could mean that under certain conditions, matter inexorably acquires the key physical attribute associated with life: “You start with a random clump of atoms, and if you shine light on it for long enough, it should not be so surprising that you get a plant (Jeremy England/Físico norte-americano do MIT)”

 

(texto final/itálico: quantamagazine.org/ A New Physics Theory of Life/22.01.2014 ‒ imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:44

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