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Sexta-feira, 11 DE Agosto DE 2017

Nuvens em Marte

“The Hubble Space Telescope and spacecraft orbiting Mars have observed a band of clouds to appear near the Martian equator around the time of the Martian year when the planet is farthest from the Sun. With a more elliptical orbit than Earth's, Mars experiences more annual variation than Earth in its distance from the Sun. The most distant point in an orbit around the Sun is called the aphelion. The near-equatorial Martian cloud pattern observed at that time of year is called the "aphelion cloud belt." These new images from Curiosity were taken about two months before aphelion, but the morning clouds observed may be an early stage of the aphelion cloud belt.” (nasa.gov)

 

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Nuvens circulando no céu de Marte

(PIA 21841)

 

Como se tal fosse necessário ou relevante (ou não fosse Marte um corpo celeste da família da Terra e integrando o Sistema Solar) vem agora uma das câmaras instalada num dos veículos motorizados circulando sobre a superfície marciana (o Rover da sonda Curiosity) oferecer-nos mais uma imagem deste planeta vizinho (Marte) mas agora apontando a sua objetiva para o alto: apresentando-nos novamente e de uma forma talvez definitiva (sobretudo para os mais céticos ou 100% cegos) a prova da presença de uma camada envolvendo o planeta a que aqui (na Terra) chamaríamos de atmosfera.

 

No caso do planeta Marte e do aparecimento deste conjunto de nuvens (bem visíveis) atravessando o céu marciano (registadas a 17 de Julho deste ano no 1.758º dia da estadia da Curiosity no planeta) com o fenómeno atmosférico aí observado a fazer lembrar o aparecimento das nuvens cirrus (no planeta Terra), aqui como lá com as mesmas a serem compostas por cristais de gelo e deslocando-se por ação dos ventos (e da ação de outros parâmetros climáticos): sugerindo-nos a formação (dessas partículas constituintes das nuvens) através da utilização de processos de agregação desses cristais com a leve e fina poeira aí suspensa e circulando em altitude.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:10
Quarta-feira, 09 DE Agosto DE 2017

Sem Notícias de Marte

Vivendo-se no meu Hemisfério a Estação Boba

 

"The vehicles will stay active, carrying out commands sent in advance. Orbiters will be making their science observations and transmitting data. The rovers won't be driving, but observations and measurements will continue."

(Hoppy Price/JPL/Engenheiro-Chefe do Programa Marte)

 

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Marte ‒ Curiosity Rover ‒ Sol 1780

(9 de Agosto de 2017)

 

Num período em que o Sol se interpôs entre a Terra e o planeta Marte, vimo-nos mais uma vez privados das imagens e restantes informações habitualmente transmitidas do último planeta interior do Sistema Solar (localizado a mais de 200 milhões de Km do Sol): como é o caso do sucedido com os dois veículos motorizados (norte-americanos) atualmente circulando na superfície do planeta Marte (Opportunity Rover e Curiosity Rover) desde o dia 22 de Julho e dado o planeta se encontrar em conjunção com o Sol (a cada 26 meses) como medida de segurança e de prevenção se encontrarem com atividade reduzida não só para evitar o aparecimento de possíveis problemas técnicos como a inevitável degradação na comunicação de dados entre os dois planetas vizinhos ‒ ou não estivesse o Sol interposto (na maioria não completamente) entre a Terra e Marte.

 

Com este período a estar programado para durar de 22 de Julho a 1 de Agosto mas podendo-se estender (para trás e para a frente no tempo) por mais alguns dias: reduzindo-se as transmissões (mas não as interrompendo) e os trabalhos propostos aos Rovers (ficando-se mais pelos trabalhos de manutenção). Segundo os responsáveis do programa destas duas sondas (sejam orbitais ou de superfície) sendo a 8ª experiência de conjunção solar por parte da sonda orbital Mars Odyssey, a 7ª experiência para o Rover Opportunity, a 6ª experiência para a sonda orbital MRO, a 3ª experiência para o Rover Curiosity e a segunda para a sonda orbital Maven (dados da NASA). Sendo o caso do veículo motorizado Opportunity um dos mais relevantes, não só pela sua grande longevidade no trabalho contínuo desenvolvido na inóspita e desprotegida superfície marciana (perto dos 4800 dias de permanência no planeta e tendo operado mais de 50 X do que o esperado), como pela importante investigação científica aí levada a cabo (tentando reconstruir a história geológica do planeta)‒ apesar da distância e de todos os problemas técnicos nestes anos surgidos (percorridos perto de 45Km agora com as duas rodas da frente quase inoperacionais mas não a impedindo de circular).

 

Hoje dia 9 de Agosto com as imagens oriundas do planeta Marte e posteriormente divulgadas na Terra ao público (em geral), a serem ainda escassas, com pouca definição e desinteressantes por sem novidades: . Sejam oriundas da Opportunity ou da Curiosity. Dentro de dias e à falta de melhor (como a nossa presença em mundos distantes de preferência presencial) voltando as imagens do nosso vizinho, talvez sendo a do nosso futuro (aí projetado) já que por banalização do tempo (e do Espaço onde ambos os planetas estão próximos e integrados) nem sequer usufruímos (aqui) do presente.

 

Recordando que na última semana de Julho e como consequência de uma explosão na superfície do Sol (região onde se localizava a mancha solar AR 2665) a estrela emitiu uma violenta chama solar (para o Espaço exterior) tendo como direção (alvo) o planeta Marte e colocando de sobreaviso os seus satélites (artificiais) e Rovers. E com Marte em conjunção com o Sol, com a Terra (a salvo) do lado oposto à (perigosa) referida emissão.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:45
Quarta-feira, 26 DE Julho DE 2017

Explosão Solar de Classe-X a caminho de Marte

E atingindo o planeta entre quinta e sexta-feira!

 

No passado dia 23 (domingo) uma chama solar da classe-X (as mais intensas na escala crescente B/C/M/X) deu origem a uma intensa emissão de matéria solar ‒ originada pela interação de campos eletromagnéticos extremos movimentando-se na coroa do Sol ‒ provocando fortes explosões e erupções à sua superfície e ejetando o mesmo material (massa) através de CME incorporando raios extremamente nefastos, energéticos, penetrantes e radioativos (como raios-X e ultravioletas). Para nosso benefício com as CME não dirigidas à Terra, mas sendo dirigidas a Marte pondo em estado de alerta todas as sondas aí presentes (em órbita como à superfície).

 

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Uma explosão na coroa do Sol ‒ iniciada por volta das 05:00

Com as chamas solares a deslocarem-se na direção do planeta Marte

(relativamente à Terra colocada do lado oposto da estrela comum)

 

Para se verificar como o Sol pode ser ao mesmo tempo amigo e inimigo de elementos pertencentes à mesma (e sua) família planetária ‒ o Sistema Solar ‒ basta recordar o que aconteceu ontem na sua coroa solar (23 de Julho), com uma espetacular CME a surgir do lado oposto do Sol (relativamente à Terra) não afetando minimamente o nosso planeta (CME em sentido oposto ao nosso), mas dirigindo-se em direção ao planeta Marte neste momento localizado do outro lado do Sol (a região do Sol originária da intensa erupção e ejeção de material e radiações solares para o espaço exterior). Emergindo da já conhecida mancha solar AR 2665 (tendo sido visível ao passar diante de nós no início deste mês) e devido ao seu movimento de rotação e subsequente erupção (radiação ultravioleta extrema) percorrendo em pouco tempo a distância até Marte e atingindo-o brevemente.

 

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A explosão solar de 23 de Julho ‒ 05:00:30

Registada pela câmara do satélite STEREO A

(EUVI 195)

 

Pela sua expressão podendo-se considerar esta CME uma explosão solar da classe X (as mais intensas), a qual se tivesse ocorrido umas duas semanas antes teria certamente atingido a Terra e provocado no mínimo as habituais e intensas tempestades geomagnéticas, mais visíveis a elevadas latitudes mas em casos mais extremos podendo ocorrer a menores latitudes: alargando (em latitude) o campo visual de fenómenos como as auroras, podendo afetar e interromper emissões de certas frequências de rádio, perturbando ou danificando parte das mais diversas grelhas elétricas (de abastecimento) ou até em situações mais extremas e provavelmente já ocorridas no nosso planeta (no passado já que as recentes felizmente nos têm passado ao lado) provocando danos ainda maiores e de consequências mais gravosas: como terá sucedido em 1859 e milagrosamente evitado em 2012.

 

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Se o Evento de 1859 provocou o colapso do seu mais importante meio de comunicação

(o telégrafo ‒ e o incêndio de alguns equipamentos e até choques elétricos)

O Evento de 2012 se dirigido à Terra poderia ter-nos feito regressar à Idade da Pedra

 

No ano de 1859 e numa altura em que o Sol já demonstrava alguns sinais de incremento da sua atividade (na sua coroa solar) ‒ com várias manchas solares visíveis e direcionadas para a Terra ‒ com o nosso planeta a ser diretamente atingido pelos efeitos de uma grande explosão na superfície do Sol e com a nossa estrela a enviar-nos uma invisível mas poderosa nuvem de eletrões impactando violentamente a nossa atmosfera e provocando auroras mesmo a baixas latitudes, interferências e interrupções nas comunicações (como no telégrafo com alguns dos seus componentes como fios e terminais causando choques elétricos, pegando fogo e provocando incêndios) e afetando ainda a jovem rede elétrica ainda no seu início de implementação (e com consequências para a sociedade de então muito mais reduzidas se tal caso ocorresse hoje.

 

“The Carrington event happened in the mid-1800s, and the effects that it had on the technology of the time were notable and significant. The effect of a similar event occurring during the 21st century would be much worse due to our reliance on technology — for starters, we would probably lose all satellites, causing billions of dollars in damage and confusion as our navigation and communication systems shut down. It is impossible to say with certainty what such an event would lead to, and when or if it might happen.” (futurism.com)

 

Numa sociedade assente na eletricidade, nas telecomunicações e nas novas tecnologias): no presente e com uma Tempestade Solar deste nível a suceder (para muitos um cenário cíclico a cada 500 anos) podendo-se transformar mais este (previsível) episódio num Evento de relevo e com efeitos catastróficos para o nosso Ecossistema e a sua estrutura básica de suporte (toda baseada na Eletricidade e no Magnetismo) ‒ com um impacto financeiro de Triliões e talvez necessitando de uns 10 anos para recuperar. Já no ano de 2012 e decorridos mais de 150 anos sobre o Evento de 1859 (Carrington) com um outra explosão solar de semelhantes dimensões e consequências (se não mesmo pior) a ser registada (fez ontem 5 anos) deslocando-se em direção da órbita terrestre, mas felizmente falhando o alvo (a Terra) por uma questão de alguns dias (uma semana): salvando-nos dos raios-X e das radiações ultravioletas.

 

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Diferentes camadas constituintes da atmosfera

Contendo nela todos os ingredientes para o aparecimento da Vida

(e com a mesma envolvendo e protegendo toda a Terra)

 

Em 25.07.2017 e num período em que o Sol não tem apresentado manchas visíveis (pelo menos minimamente relevantes) com a nossa estrela mantendo-se relativamente tranquila pelo menos no que nos diz respeito (Terra), mas invertendo-se os papéis relativamente a Marte: supondo o vento solar a deslocar-se a uma v = 600Km/s e Marte distando 225.000.000Km do Sol (média), dentro de cerca de 4/5 dias com as radiações provenientes da mancha solar AR 2665 a atingirem o Planeta Vermelho (27/28 Julho), bombardeando de uma forma inclemente o nosso vizinho exterior com poderosíssimas emissões de radiações tóxicas e mortais provenientes da deslocação desta extremamente intensa e energética nuvem eletromagnética capaz de destruir tudo (em certos contextos) à sua passagem, varrendo todos os cenários (principalmente os desprotegidos) com raios -X e raios ultravioletas.

 

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Viajando pelo Espaço

Sem proteção em Marte e com proteção na Terra

(na Terra com o seu escudo protetor defletindo o vento solar e cósmico)

 

Um planeta sem atmosfera, sem água e sem vida, encerrado num ecossistema aberto e sem qualquer tipo de proteção de efeitos oriundos do exterior (a tal atmosfera protetora existindo na Terra), mostrando-nos um cenário de um mundo infinitamente bombardeado por raios solares e por raios cósmicos, transformado 4,5 biliões após a sua formação num deserto árido e como que calcinado e sem vestígio de qualquer tipo de organismo senão mesmo os minerais: fazendo-nos suspeitar da existência de água num passado bastante remoto de Marte mas nada nos dizendo sobre a possibilidade da existência de organismos para além dos minerais (os orgânicos). E olhando para o sucedido em Marte comparativamente com o sucedido na Terra (claramente com partes dos seus trajetos comuns), agradecendo pela nossa cobertura (protetora) completamente ausente na outra superfície (marciana).

 

(imagens: nasa.gov/activistpost.com/theexplanation.com/skyandtelescope.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:08
Segunda-feira, 17 DE Julho DE 2017

Sombras em Marte/Vida na Terra

Ameaçadoramente estas Sombras extremas integrando a superfície marciana apenas nos indicam que a Invasão Apocalíptica iniciada há biliões de anos em Marte ainda prossegue sob os olhos curiosos de uma raça alienígena (mas próxima) sem saber bem o que fazer (no mínimo para que o mesmo não lhe aconteça).

 

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Espectros de Marte

Malea Planum ‒ Pólo Sul

(PIA 21784)

 

Num dos planaltos vulcânicos situado na bacia de impacto de HELLAS localizado no hemisfério sul do planeta MARTE (MALEA PLANUM), a sonda espacial MRO enviada do planeta Terra e atualmente orbitando o Planeta Vermelho, conseguiu obter a partir do seu instrumento ótico HiRISE instalado a bordo deste satélite (artificial), sinais evidentes da terrível invasão direcionada para as periferias e envolvendo poeiras e cinzas: resultado da atividade geológica que terá existido num passado bastante remoto nesta região do planeta, num conjunto formado por vários vulcões distribuídos pela bacia e então extremamente ativos.

 

Ainda agora prosseguindo na sua marcha imparável e necessária de purificação (incluída no seu ciclo evolutivo), no seu caminho cobrindo vestígios pretendendo aniquilar o nosso último pretexto (a possível existência no passado de vida e de uma alma marciana) e rodeando todo um corpo seco, varrido, calcinado e completamente despejado de vida, sujeitando-se a um processo aparentemente irreversível da mais pura erosão tóxica, persistente e extremamente mortal.

 

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Região onde se integram os Espectros de Marte

(“sombras” à direita)

 

E com a prossecução desta Invasão no presente planetária mas num futuro extraplanetária, com os terrestres a pretenderem a aí se instalar (em Marte), tentando dar-nos uma resposta (ao futuro do Homem) e à sua necessidade de partir: sabendo-se como debaixo das areias do deserto se escondem sempre os maiores segredos e talvez o mapa do tesouro do nosso próprio destino.

 

Até talvez a resposta para o facto de existirmos (existência de Vida).

 

When a group of atoms is driven by an external source of energy (like the sun or chemical fuel) and surrounded by a heat bath (like the ocean or atmosphere), it will often gradually restructure itself in order to dissipate increasingly more energy. This could mean that under certain conditions, matter inexorably acquires the key physical attribute associated with life: “You start with a random clump of atoms, and if you shine light on it for long enough, it should not be so surprising that you get a plant (Jeremy England/Físico norte-americano do MIT)”

 

(texto final/itálico: quantamagazine.org/ A New Physics Theory of Life/22.01.2014 ‒ imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:44
Sexta-feira, 07 DE Julho DE 2017

Afinal Serviu para Algo

Apesar de não entender muito bem qual o particular interesse da NASA (aqui através do seu site photojpurnal.jpl.nasa.gov) na publicação de imagens como esta, confesso que nestes dias sem grande coisa para fazer e com uma dor a chatear, alguém olhou para mim e com uma cara divertida ajudou-me a passar o tempo ‒ num cenário mineral integrando o planeta Marte. Num registo da missão 2001 Mars Odyssey captada pelo instrumento ótico Themis e editado no passado dia 3 de Julho (PIA21697).

 

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Do you see what I see? Is that a face staring out at me?

 

Com os responsáveis do site da NASA a projetarem em Marte a possível face de um terrestre (com os seus olhos, nariz e boca bem definidos e colocados), olhando-nos com a certeza de mesmo que imaginada (mineral não orgânica) sendo real por registada (visível e fotografada) e além do mais associada ‒ a algo que na Terra mesmo tendo uma base mineral, integra algo que nós definimos (para além de tudo o mais) como um dos expoentes desta extraordinária superestrutura (única?): a Vida. E o Homem.

 

(imagem e legenda: nasa.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:37
Quinta-feira, 29 DE Junho DE 2017

Marte tal como Vénus

[Resumindo-se o seu problema a uma simples questão de atmosfera, 2 planetas localizados na Zona Habitável do Sol e no entanto, sem vestígios visíveis de Vida.]

 

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Uma imagem de Marte referente ao ano de 1997

(PIA 01246/telescópio Hubble)

Com Marte a 100 milhões de Km da Terra e perto do seu afélio

(mais afastado do Sol logo com temperaturas mais baixas)

E criando condições atmosféricas para num processo semelhante ao nosso dar origem ao aparecimento de nuvens

 

Um planeta aparentemente morto (nalguns zonas parecendo mesmo calcinado), denotando a presença de uma ténue e frágil atmosfera (como talvez seja o caso do fenómeno-fantasma registado em A) e no entanto mostrando-nos que no seu passado remoto o mesmo esteve extremamente ativo a nível geológico (como o demostram as características dos fenómenos de erosão registados em B) podendo ter mesmo apresentadoo água circulando à sua superfície (como parece sugerir C).

 

Três imagens (A, B e C) oriundas do planeta MARTE (localizado a 228 milhões de Km do Sol) sendo 2 da responsabilidade da missão 2001 MARS ODYSSEY utilizando o seu instrumento ótico THEMIS (A e C) e 1 outra da responsabilidade da missão MARS RECONNAISSENCE ORBITER e do seu instrumento ótico HiRISE (B).

 

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Imagem A

 

Com a 1ª imagem (A) a ser captada em Marte com as coordenadas -85.1⁰ de latitude e +47.4 de longitude (no dia 17 de Janeiro de 2015) e pelo estranho cenário apresentado suscitando aos responsáveis da NASA o seguinte comentário: “Do you see what I see? Don't be afraid, but it looks like a ghost!

 

PIA21692.jpgPIA21763_modest.jpgPIA21693.jpg

Imagens A, B e C

(retiradas de PIA 21692, PIA 21763 e PIA 21693)

 

Já no caso da 3ª imagem (C) obtida pela mesma sonda (a 25 de Outubro de 2015) mas a partir de outras coordenadas (latitude +32.0⁰ e longitude +152.2⁰) com os mesmos responsáveis ainda na sua senda divertida a saírem-se com outra semelhante: “Do you see what I see? Is that a snake slithering down the image?

 

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Imagem C

 

Chegando-se finalmente à 2ª imagem (B) obtida pelas câmaras da sonda orbital MRO focando a margem norte de uma grande cratera (d = 30Km) localizada a ocidente da conhecida região vulcânica de THARSIS: nessa imagem sendo bem visível o aparecimento de vestígios (na superfície marciana) de escorrimentos em grandes quantidades de materiais (líquidos), que atingindo tal altura e dimensão terão acabado por extravasar dos seus limites iniciais, originando o aparecimento de várias brechas e a queda desses escorrimentos para níveis inferiores num fenómeno tipo cascata. Num fenómeno de EROSÃO não provocada pelo movimento de águas (procurando-se ainda possíveis depósitos existentes no subsolo de Marte) mas devido à circulação e queda de LAVA ‒ quando o planeta ainda mostrava alguma vitalidade pelo menos geologicamente (talvez há biliões de anos atrás).

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:24
Terça-feira, 27 DE Junho DE 2017

Ondas em Marte Só mesmo de Areia

Porque será que a Uma insignificante UA do Sol a Terra fervilha de Vida

E acrescentando nem metade dessa insignificância,

Marte é um verdadeiro inferno calcinado e colorido de Morte?

 

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Duas vagas em leito oceânico

 

Se há biliões de anos atrás e como já muitos cientistas afirmam Marte poderá ter estado parcialmente coberto por um grande oceano (com ondas periódicas e até se podendo praticar nele surf como na Terra), hoje se esses oceanos ainda existirem serão de Areia formando vagas e originando relevos (familiares). Fazendo-nos pensar em Marte e nas ondas que vimos na praia (da nossa terra).

 

Biliões de anos após o início da sua formação e num percurso-conjunto partilhando as forças do Tempo e do Espaço presentes em toda a extensão e compreensão do nosso Universo (provavelmente inserido num conjunto mais vasto e infinitamente replicado de Multiversos), algum tipo dos muitos Eventos Astronómicos que projetaram durante este longuíssimo período de tempo a sua influência sobre o nosso Sistema Solar fizeram com que 2 planetas vizinhos (no Espaço) podendo ser considerados como inseridos na Zona de Habitabilidade da mesma estrela o Sol, tivessem caminhos tão diferenciados: neste ano de 2017 DC da história da cronologia terrestre com o planeta Terra contando com um Ecossistema evolutivo e integrando vida organizada e inteligente (localizado a cerca de 150.000.000Km do Sol), enquanto em sentido contrário o seu vizinho ainda mais afastado (a cerca de 228.000.000Km do Sol) nos vai continuando a apresentar um cenário apocalíptico (pelo menos para a possibilidade de existência de Vida tal como a conhecemos na Terra), sem atmosfera, sem água e como que calcinado pelo bombardeamento constante de partículas energéticas, radioativas e extremamente tóxicas.

 

 

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Uma vaga dirigindo-se para terra

 

O que não significa que este Sistema Planetário não partilhe um trilho comum e que apesar desta definição (limitativa) dois membros de uma mesma família não possam ter dois destinos diferentes, mesmo que partilhando o mesmo parâmetro (Espaço) diluindo-se numa aparente abstração (o Tempo). Isto porque ainda não o compreendemos, inserindo-o no nosso percurso de vida (curtíssimo e sem possibilidade de grande evolução) e perdidos entre o seu início e o seu fim ‒ sem expor finalidades (quanto mais objetivos) e sem compreender o passo seguinte (nada sabendo para além da morte e como tal simplesmente não existindo). E no entanto não deixando de o ser (a Realidade ‒ o que será?) sem a nossa confirmação (Presença - sob que forma e porquê?): sob um número infinito de eventuais cadáveres ou de outros vestígios paralelos (derivados e biológicos) com a Vida presente na Terra (pelo menos testemunhada individualmente no Espaço e consolidada coletivamente no tempo) e completamente ausente em Marte. Se obviamente esquecermos a estrutura central composta pelo Mundo Primordial: o Mineral.

 

[Escrito em Albufeira no Momento do Evento envolvendo 600 ‒ notícia desta segunda-feira: sem Sexo, sem Droga, sem Rock & Roll e sem Álcool, Pancadaria e Polícia.]

 

(imagens obtidas a partir de: Curiosity Rover/SOL 1634/nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:30
Domingo, 11 DE Junho DE 2017

Marte ‒ Uma lacuna no meio de queijo suíço

Uma imagem (fig. 3) fornecida pelo telescópio HiRISE (operado por técnicos da Universidade do Arizona) colocado a bordo do orbitador MRO (controlado por técnicos da NASA/JPL ‒ uma divisão do Caltech/Instituto de Tecnologia da Califórnia) movimentando-se em torno do planeta Marte.

 

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Fig. 1/2

A lacuna e o queijo suíço

 

No fim do Verão no Hemisfério Sul do planeta Marte e com o Sol agora mais baixo no horizonte (dando origem ao aparecimento de zonas de sombra e tornando mais fácil a visualização da topografia do planeta), o instrumento ótico HiRISE instalado a bordo da sonda orbital MRO girando em torno de Marte (desde Março de 2006),

 

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Fig. 3

Gelo tipo queijo suíço e cratera de abatimento ou impacto

(a partir de Marte/PIA 21636)

 

Ofereceu-nos recentemente um cenário da superfície marciana (editada em 30 de Maio) com pequenos resíduos de gelo (de dióxido de carbono) ainda presentes e bem visíveis sobre a mesma (brancos e brilhantes), incluindo nesse registo uma depressão algo profunda e de forma circular (penetrando o gelo e a cobertura superficial) supostamente atribuída (na sua formação) a um abatimento de terrenos ou a um impacto exterior.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:13
Segunda-feira, 05 DE Junho DE 2017

Sombras Imaginadas em Marte

Porque será que todos apontam para uma terra formação (preferencial) de Marte com a Lua aqui tão perto? Talvez pela existência de algum tipo de ligação umbilical Terra/Marte.

 

Numa imagem senão inédita pelo menos surpreendente registada sobre a superfície seca e desértica do planeta Marte (Fig. 1A), um veículo motorizado aí circulando há já vários anos apanhou acidentalmente numa das suas câmaras duas formas projetadas como sombras sobre a superfície marciana, que pela sua familiaridade e fisionomia particular só poderão mesmo representar seres vivos senão idênticos pelo menos semelhantes aos existentes no nosso planeta.

 

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Fig. 1A

 

Numa visão mais alargada do cenário apresentado pela extensa paisagem marciana comportando as duas formas atrás referenciadas (Fig. 1B), além de as mesmas sugerirem (como já vimos) réplicas de formas semelhantes às existentes na Terra (por um exemplo uma ave e um humano ou humanoide), sendo por outro lado fácil de compreender o verdadeiro dilema em confronto entre os dois sujeitos em presença: a partir dos trilhos já feitos escolher um novo destino.

 

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Fig. 1B

 

Um planeta alienígena um pouco menor que a Terra (0.53 X d T), onde nenhum ser orgânico por mais primitivo (ou fossilizado) que fosse foi descoberto até hoje, sem uma atmosfera protetora (como a terrestre) possuindo oxigénio (fundamental para a nossa respiração) e protegendo-nos das radiações mortais (solares e cósmicas) e mesmo assim, despertando-nos o interesse e a curiosidade pelo que poderá ter sido no passado este planeta já com biliões de anos de História ‒ tal como o Sistema Planetário de que (como a Terra) faz parte.

 

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Fig. 2

 

Num território (Marte) localizado bem para Além do nosso Ecossistema de sobrevivência e de evolução (a Terra), transformando-se desde a sua formação (há mais de 4 biliões de anos) num espaço e num trajeto, comum e paralelo (senão mesmo coincidentes em certos pontos da respetiva cronologia) para ambos os corpos (como parecem indicar os trilhos da Fig. 2), no caso da Terra com a História por nós partilhada (e conhecida) e no caso de Marte com todos os vestígios até agora encontrados a apontarem cada vez mais para algo muito parecido ao que hoje é a Terra: com atmosfera, um oceano e até vida orgânica.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:15
Domingo, 21 DE Maio DE 2017

Marte Morto por Eletrocussão

Was Mars Once Struck By A Gigantic Cosmic Lightning Bolt?

 

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1

Marte Morto

(numa Escala Cósmica)

Por Eletrocussão


It’s hard to imagine a bolt of lightning on the cosmic scale, but several scientists with backgrounds in studying electricity believe that the planet Mars may have been struck by a cosmic bolt of lightning, which deeply scared the surface of the red planet.

 

Valles Marineris on Mars is one of the solar system’s largest canyons. By comparison, the Grand Canyon in Arizona is approximately 500 miles (or 800 kilometers) in length and about 1 mile (1.6 kilometers) deep. Valles Marineris is 2,500 miles (4,000 kilometers) long and about 4 miles (7 kilometers) deep, according to NASA.


The origin Valles Marineris remains unknown. The current leading hypothesis holds it to be a gigantic crack in the Martian crust that occurred as the planet cooled billions of years ago. Additionally, many of the canyon’s channels are believed to be eroded by water.

 

Scientists at the Thunderbolts Project propose, however, that a lightning bolt on a gigantic or cosmic scale may have caused the gigantic canyon. A main point of their supposition includes the fact that Valles Marineris’ trenches are unlike Earthly canyons which wind and curve as a result of the water erosion cutting its way through time.

 

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2

Com Valles Marineres

(A Cicatrriz)

Como prova

 

The Thunderbolts Project compares the Valles Marineris to laboratory electrocutions of various materials which shows the same patterns in the scars they leave. Namely, the scar is a singular rift or primary discharge channel with numerous secondary discharge streamers, which are believed to be the tributaries of the Marian canyon, according to the Thunderbolts Project documentary “Symbols of an Alien Sky (Episode 2): The Lightning Scarred Planet”.

 

When an electric arc cuts a channel into solid matter, it leaves a specific pattern. This channel and streamer pattern can be seen repeating itself in nature. It is emulated by the scars on the bodies of people struck by lighting.

 

Additionally, the project cites the abundance of rock and boulder material observed littered across the Martian landscape in the images sent from our rovers as evidence in support of their hypothesis of a cosmic lightning strike. The magnitude of a strike needed to cut the Valles Marineris would have ejected countless cubic yards of rocky debris into space, much of which would have come back down to litter the landscape.

 

(texto e imagens: Paul Darin/The Epoch Times/21.08.2014)

 

Marte e a Passagem do Cometa Siding Spring

 

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3-4

Marte ‒ antes e pouco depois do cometa

(passar no seu ponto de maior aproximação)

Sendo visível o efeito provocado no planeta

 

Recuando ao ano de 2014 e ao Evento Astronómico ocorrido no decorrer do seu 4º semestre, recordando a passagem do cometa Siding Spring (C/2013 A1) a uma velocidade superior a 55Km/s nas proximidades do planeta Marte (a cerca de 140.000Km de distância), numa visita talvez mesmo ocasional (podendo não se repetir) de um objeto oriundo de longínquas regiões do Espaço ‒ localizadas na (e para além) da Nuvem de Oort (estendendo-se eventualmente entre 5000/100000 UA do Sol) ‒ e com um período orbital mínimo de 1 milhão de anos. Aquando da sua descoberta no início de 2013 (a 3 Janeiro) e quando o mesmo se encontrava a mais de 7 UA do Sol, tendo-se levantado a hipótese (dada a sua trajetória ainda pouco definida) de poder impactar Marte, o que na realidade não aconteceu:

 

Em vez disso com o cometa (núcleo ‒ 400/700 metros) a caminho do seu periélio (a cerca de 200 milhões de Km do Sol) a passar a uma distância equivalente 0,36 LD de Marte (astronomicamente uma distância menor) e interatuando com a atmosfera marciana colocando o já tão frágil campo magnético do planeta num verdadeiro caos ‒ como se tivesse sido sujeito a uma intensa e dirigida tempestade solar. E para quem ainda quis ver e tentar perceber o Evento, já depois do cometa ter passado o seu ponto de maior aproximação a Marte e já com a atmosfera marciana a atravessar uma zona de material deixado para trás pelo mesmo (viajante), com o planeta a ser bombardeado por diversas partículas oriundas da parte posterior do cometa (núcleo, cabeleira e cauda) e provocando poderosos e visíveis efeitos eletromagnéticos entre essas partículas (oriundas/transportadas pelo cometa) e a atmosfera/superfície (do planeta) ‒ tal e qual uma descarga seguida de uma grande explosão:

 

“Comet Siding Spring plunged the magnetic field around Mars into chaos. We think the encounter blew away part of Mars’ upper atmosphere, much like a strong solar storm would.”(Jared Espley/MAVEN/NASA’s Goddard Space Flight Center/Maryland)

 

mars-siding_spring_graphic_final.jpg

5

Aproximação do cometa C/2013 A1 a Marte

(passando a uma distância de 1/3 da distância Terra-Lua)

E criando o caos magnético (devido ao seu extenso coma) em torno do planeta

 

Um cometa essencialmente composto por rochas e gelo e centrado num núcleo de dimensão pouco superior a 500 metros; possuindo um coma que devido à sua grande extensão é capaz de influenciar em todas as direções regiões do espaço num raio de cerca 1 milhão de Km - e passando a 140 mil Km de Marte capaz de lhe trazer alguns problemas:

 

“When comet Siding Spring passed Mars, the two bodies came within about 140,000 kilometers of each other. The comet’s coma washed over the planet for several hours, with the dense inner coma reaching, or nearly reaching, the surface. Mars was flooded with an invisible tide of charged particles from the coma, and the powerful magnetic field around the comet temporarily merged with – and overwhelmed – the planet’s own weak one.”

(Elizabeth Zubritsky/nasa.gov)

 

Estendendo este fenómeno à Evolução do nosso Sistema (Solar) e a toda a História que o envolve desde há vários biliões de anos (no que nos diz respeito uns 4/5 biliões), podendo-se projetar na cronologia do passado um fenómeno na sua base em tudo semelhante ao sucedido entre o cometa Siding Spring e o planeta Marte (aquando da sua passagem nas proximidades deste último) com os dois corpos celestes a interatuarem intensamente entre si provocando uma violenta descarga (eletromagnética) e uma grande explosão na atmosfera marciana (bem visível da Terra por luminosa): deixando-nos a pensar se não terá sido um fenómeno como este (mas muito mais violento, talvez a nível de Evento Cósmico) a ocorrer num passado já bastante longínquo do nosso Sistema Planetário e a determinar como consequência o fim da existência de Água e de Vida no nosso vizinho planeta Marte (como se uma descarga/onda eletromagnética brutal tivesse varrido a calcinado topo o planeta), num fenómeno que muitos cientistas hoje já afirmam poder ter ocorrido em Marte (com efeitos devastadores) na mesma altura da extinção dos Dinossauros à face da Terra (aqui no entanto tendo permanecido a presença de Atmosfera, Água e Vida). Certamente contando com a presença de um Terceiro Corpo Celeste (nas proximidades) a afetar (pelo menos) Marte e Terra ‒ já agora um corpo de passagem (como um asteroide/cometa) ou então um corpo já aí presente e vítima de uma catástrofe global e ao nível da extinção (como poderia ter acontecido com um possível corpo único que tivesse inicialmente ocupado a Cintura de Asteroides ‒ o tal 5º Planeta sucedendo a Marte e antecedendo a órbita de Júpiter).

 

(imagens: Fritz H. Hemmerich/youtube.com e nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:59

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