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Sexta-feira, 10 DE Março DE 2017

O Calhau Negro de Marte

Mas quem é que já não viu algo de parecido na Terra?

(até se vendem na Internet)

Na Terra os depósitos de ferro/níquel são muito raros.

 

Oriundos da Cinturão de Kuiper ou até da Nuvem de Oort, os cometas são constituídos por uma diversidade de materiais como gelo, poeiras e rochas (e até compostos orgânicos); já no que diz respeito aos asteroides (acabando por dar origem a meteoritos) sendo oriundos da Cintura de Asteroides e constituídos unicamente por material rochoso e metálico.

 

Imagem enviada para a Terra a partir de um Mundo Alienígena (Marte), mostrando-nos sobre a sua superfície do mesmo, um meteorito por sua vez oriundo de um outro Mundo Alienígena – tanto para os terrestres como para os marcianos.

 

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Ovo de Pedra

 

Aproximadamente 93% dos meteorites que atingem a Terra são constituídos por ferro e níquel, significando na prática que são maioritariamente ferrosos, contendo uma pequena percentagem de níquel (mais ou menos entre 5/30%) e uns pozinhos de cobalto (algumas décimas de %) – e até podendo conter entre outros elementos ouro.

 

Num registo datado de 30 de Outubro de 2016 com as câmaras do Rover Curiosity a apresentarem-nos o Ovo de Pedra, um meteorito com uma dimensão aproximada à de uma bola de golfe.

 

A maior parte destes meteoritos rochosos e metálicos são as chamadas condrites (também existindo naturalmente meteoritos ferrosos e rochosos, cerca de 7%): comparativamente com a percentagem de metal e como consequência de níquel nas amostras de origem terrestre (encontradas em raros e limitados depósitos), sendo esta 100/1000X inferior à extraterrestre.

 

Composto por ferro e níquel num tipo de rocha muito comum de se encontrar no nosso planeta e tendo certamente a mesma origem que a de Marte. Muito provavelmente a Cintura de Asteroides.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:14
Segunda-feira, 06 DE Fevereiro DE 2017

O Sempre Misterioso Planeta Vermelho

“Mars is renowned for having the largest volcano in our Solar System Olympus Mons. New research shows that Mars also has the most long-lived volcanoes. The study of a Martian meteorite confirms that volcanoes on Mars were active for 2 billion years or longer.”

 

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Amostra do meteorito NWA 7635

Originário e ejetado do planeta Marte há 1 milhão de anos atrás

(atravessando a atmosfera terrestre e caindo na Argélia)

 

Suspeitando-se que tal como tudo o que acontece na Terra o mesmo se poderá passar noutros corpos celestes com características muito semelhantes (como Marte) – mais de 4.5 biliões de anos após a formação do Sistema planetário onde se integra (Sistema Solar), passados mais de 2 biliões de anos de intensa atividade vulcânica (eventualmente metade da sua vida) e após um meteorito ter sido ejetado da sua superfície há cerca de 1 milhão de anos atingindo a superfície da Terra (entrando na atmosfera terrestre em 2011 e sendo descoberto na Argélia na zona de impacto em 2012) – um geólogo norte-americano (Tom Lapen) da Universidade de Houston (Texas/EUA) servindo-se dum testemunho direto oriundo do planeta Marte e tendo vivido a experiência de uma das várias etapas da história do vulcanismo marciano (utilizando para o efeito o meteorito NWA 7635), chegou aquela que seria a mais lógica conclusão para um corpo celeste como Marte evidenciando na sua superfície tantos indícios e vestígios de antiga atividade vulcânica (ou não fosse o planeta conhecido por possuir aquele que poderá ter sido o maior vulcão do Sistema Solar – o Monte Olimpo): que o planeta terá estado bastante ativo no passado talvez há uns biliões de anos (por volta de 2).

 

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Olympus Mons.

Localizado mesmo ao lado da elevação Társis de dimensão idêntica à da América do Norte

(conhecido desde o séc. XIX antes da chegada das sondas automáticas)

 

Com o geólogo Tom Lapen a ter a virtude (como cientista e investigador que é) de ter a capacidade e a qualidade de servindo-se de um testemunho oriundo do planeta Marte (como o meteorito NWA 7635) – e comparando-o com outros 11 meteoritos também daí oriundos, conhecidos como shergotitos (contendo minerais habituais em rochas ígneas e metamórficas) – ter assumido mais uma vez perante toda a comunidade científica aquilo que por ser tão simples e óbvio (por tantas vezes replicado em tantas situações e espaços um pouco por todo o nosso Sistema) tantas vezes é tão difícil de aceitar: mesmo depois de enviarmos tantas sondas a Marte (infelizmente sendo todas automáticas) e de o observarmos de diversas posições e locais (do ar e em terra), mas sobretudo depois de sentirmos no nosso corpo interior como algo mais amplo de que fizéssemos parte (unindo os dois planetas num destino muito semelhante mas separados na evolução do tempo), a existência de algum tipo de ligação entre os dois planetas – a Terra e Marte. Com um deles sendo o espelho do outro mas em diferentes etapas do seu desenvolvimento, transformação e evolução, podendo numa dessas hipóteses e estudando o passado de Marte prevermos o futuro da Terra – e até nos prevenirmos contra eventuais acontecimentos (que caso tenha existido Vida em Marte pelos vistos não sucedeu).

 

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Monte Olimpo

Com o mesmo diâmetro do estado norte-americano do Arizona

(o maior e durante mais tempo ativo vulcão do Sistema Solar)

 

Agora com o maior vulcão do Sistema Solar – o Monte Olimpo (3X mais alto que o monte Evereste) – a poder ser também aquele que durante mais tempo esteve em atividade, no interior do nosso Sistema Solar. O que até se torna também lógico, pensando um pouco e por simples eliminação – com os grandes candidatos a serem a Terra e Marte e o que pudesse ter existido antes na região da Cintura de Asteroides: já agora podendo ter sido num passado bastante remoto uma região do espaço ocupada por um outro planeta, sofrendo num determinado momento da sua história um Evento catastrófico ao nível da extinção (talvez tendo partido do exterior do nosso Sistema) e acabando pulverizado e espalhado pela região atualmente ocupada pela referida Cintura – e provocando simultaneamente um grande desequilíbrio nesse Sistema Planetário, com a vítima colateral (principal) a ser Marte, o seu companheiro mais próximo girando logo ali ao lado. Podendo até ter acontecido sermos todos filhos de Marte (podendo-se desde já obter amostras de meteoritos de Marte – talvez para um primeiro contacto com o Mundo Mineral nosso antepassado – apenas encomendando na web).

 

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O monte vulcânico Olimpo integrado na região de Tharsis

Integrando um total de 12 vulcões inativos

(100X maiores que os da Terra)

 

Retornando ao geólogo Tom Lapen (do Texas) e ao meteorito descoberto em 2012 (na Argélia) – e desse modo referenciando-nos inevitavelmente e no fim-da-linha ao seu destinatário final (no fundo quem inicial e inadvertidamente nos remeteu o meteorito) – recordando de novo o vulcanismo de Marte e tentando desvendar o papel do mais jovem e um dos maiores vulcões do Planeta Vermelho: o monte Olimpo (Olympus Mons) formado no período Amazónico (iniciado à cerca de 3000 milhões de anos). E deixando aqui alguns tópicos (interessantes) também mencionados pelo geólogo:

 

Que a análise da composição química dos doze meteoritos (incluindo o NWA 7635) foi capaz de fornecer informações sobre o tempo passado no Espaço, há quanto tempo estão na Terra, a sua idade e a sua origem (vulcânica evidentemente) – confirmando virem todos do mesmo local até por terem sido ejetados na mesma altura (caso contrário só se fosse mesmo por coincidência); ressalvando a idade dos 11 e do outro meteorito – com os primeiros com 300/600 milhões de anos e o outro com 2,4 biliões (indicando que a fonte é a mesma e das mais antigas de Marte e de todo o Sistema Solar);

 

E que os indícios de que no passado Marte teria tido atividade vulcânica são cada vez mais evidentes, à medida que o orbitador da sonda Mars Express nos vai enviando mais imagens mostrando-nos possíveis canais por onde terá passado lava há 2 biliões de anos atrás: talvez proveniente de um supervulcão levando à destruição do planeta – tal como o ocorrido na Terra levando espécies à extinção.

 

(dados e introdução: universetoday.com – imagens: universetoday.com e nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 08:43
Terça-feira, 03 DE Janeiro DE 2017

Um Meteorito e Um Vulcão

O único corpo celeste a que até hoje tive verdadeiramente acesso foi o planeta Terra local onde sempre vivi: todo e qualquer outro corpo até agora vislumbrado feito à vista desarmada ou utilizando suplementos (óticas).

 

Como o Sol (e as suas manchas solares), a nossa Lua e até o distante Saturno (e os seus famosos anéis) – mas nunca esquecendo as estrelas iluminando de noite o céu e as estrelas-cadentes (pequeníssimos meteoritos) perdendo-se na escuridão.

 

Meteorito e vulcão isso não.

 

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Meteorito no céu noturno da Guatemala

(28.12.16)

 

No dia em que a tradicional chuva de meteoritos (resultado da desintegração de um cometa ou de um asteroide) provenientes da direção da outrora e agora extinta constelação QUADRANTIDS atinge o seu pico máximo de registos (na madrugada do dia 3 Janeiro) – e em que os observadores localizados no Hemisfério Norte poderão ter o prazer de usufruir desse fenómeno no início de todos os anos – eis que na América Central os seus observadores mais atentos acabam de registar no passado dia 28 de Dezembro (passada 4ª feira) a passagem de um objeto voador atravessando os ares da Guatemala, El Salvador, Nicarágua e Costa Rica.

 

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Meteorito atravessando o céu da Costa Rica

 

Aparentemente com o objeto desintegrando-se sobre a Guatemala, mas com outros testemunhos relatados durante o mesmo período de tempo a afirmarem o mesmo ter atravessado a Costa Rica, passando mesmo sobre o seu vulcão TURRIALBA atualmente ativo (em erupção). Pela sequência de passagem nos diversos territórios e apesar de serem relatos diferenciados no espaço podendo tratar-se do mesmo objeto cruzando os céus de sul para norte (4:22 UTC observado na Costa Rica e 4:28 UTC observado na Guatemala). Algo que muito naturalmente surpreendeu todos aqueles que iam observando a erupção do vulcão Turrialba.

 

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(3)

Sobrevoando os céus na proximidade do vulcão Turrialba

 

Numa travessia da atmosfera terrestre que para os observadores locais terá durado cerca de 30 segundos, mais certamente tratando-se de um meteorito mas para alguns devido à velocidade apresentada podendo tratar-se apenas de lixo espacial. Mas que na realidade provocou um acontecimento visual não muito comum de se ver, ao depararmo-nos perante um vulcão em plena erupção a ser sobrevoado por um objeto voador desconhecido deixando atrás de si todos os fragmentos provocados pela sua progressiva desintegração: um vulcão do planeta Terra sendo visitado por um viajante, alienígena e fixando aqui residência.

 

(imagens: watchers.news)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:48
Domingo, 02 DE Outubro DE 2016

Impacto no Índico

Um meteorito atingiu a Terra sobre o oceano Índico,

nas proximidades da costa da Austrália.

(sem avisar)

 

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Impacto de meteorito nas proximidades da costa marítima da Austrália

(Oceano Índico)

 

O Evento de TUNGUSKA relata-nos a catástrofe provocada pela explosão (a cerca de 5/10Km de altitude), desintegração e impacto no solo (na região russa da SIBÉRIA) de um METEORITO (outros apontam para um cometa de maiores dimensões) de cerca de 60 metros de diâmetro (no mínimo), libertando ao explodir cerca de 15Mt de energia (o de Cheliabinsk ficou-se pelas 500Kt): afetando uma área de mais de 2000Km² (equivalente a muitas das áreas metropolitanas atuais) e originando um tremor de terra de grau 5 na escala de Richter.

 

Ao contrário do que é habitual na esmagadora dos casos noticiados (até porque nada dizendo é porque nada aconteceu), alguns órgãos de comunicação social não respeitando a decisão de não informar (mesmo podendo ser verdade) para não alarmar (podendo originar o caos), decidiram inopinada e talvez irresponsavelmente relatar testemunhos e até confirmações credíveis de um acontecimento real e verificado: um METEORITO teria atingido a Terra nas proximidades da AUSTRÁLIA impactando a superfície do oceano muito próximo da costa (na passada 2ªfeira dia 26).

 

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Meteorito ao explodir tornando momentaneamente a noite em dia

(Cidade de Gladstone)

 

Geoscience Australia confirmed that the tremor which shook Gladstone last night has been caused by a meteor not an earthquake. Queensland residents have reported bright lights and a loud booming noise in the night sky on Monday. Local radio stations and police have received numerous phone calls from locals reporting a fireball in the sky and tremors. A spokesperson for GA confirmed today that a tremor had been recorded around Gladstone, Central Queensland, around 8:30pm on Monday night but that it wasn’t caused by an earthquake.

 

Provocando um tremor de terra de magnitude 3.8 sentido na região rodeando a cidade australiana de GLADSTONE e deixando-nos a pensar se o IMPACTO fosse em terra e com um meteorito de maiores dimensões, o que teria então acontecido e quais seriam as consequências. Em mais um caso alarmante de um calhau de consideráveis dimensões entrar no interior da atmosfera terrestre, acabando por explodir e desintegrar-se impactando com o nosso planeta: sem que nenhum organismo oficial ligado a estes fenómenos sequer soubesse da sua passagem (ou o reconhecesse depois).

 

(texto/inglês: zmscience.com – imagens: GETTY e chinchillanews.com.au)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:57
Quarta-feira, 18 DE Maio DE 2016

Bola-de-Fogo

Durante os próximos tempos o calendário das Bolas-de-Fogo terá como protagonistas:

ETA AQUARIIDS (19Abril/26Maio) e DELTA AQUARIIDS (11Julho/10Agosto).

 

A American Meteor Society acaba de noticiar o avistamento de mais uma Bola de Fogo atravessando os céus do nordeste dos EUA: o fenómeno ocorreu um pouco antes da uma hora da madrugada do dia 17 (04:50 de Lisboa), tendo sido observado por diversas testemunhas desde o norte dos EUA (em estados como New Hampshire e Pensilvânia) até ao sul do Canadá (em províncias como Ontário e Québec).

 

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Grande Bola de Fogo nos céus dos EUA

 

Segundo testemunhas o incidente surpreendeu-os não só pelo imprevisto como pelo seu impacto visual:

 

Flash of light drew attention, large ball of fire that appeared to burn up just above treeline. Absolutely amazing!!”

(Jennifer M. – Concoert, NH)

 

“The giant ball of fire was (seamed) extremely close going down below the treed horizon. I waited a minute because I thought I’ll see fire erupting beyond the end of the lake but nothing…”

(Julian K – Ontario, Canada)

 

“There was a 3-5 min delay from the time I saw it to the boom I heard and felt , very loud and shook the home , unlike anything I have ever experienced before.

(Craig C. – Canton, ME)

 

Bolas de Fogo que diariamente entram em rota de colisão com o nosso planeta, acabando por entrar na nossa atmosfera e na esmagadora maioria dos casos, explodindo e desintegrando-se. O que não significa que em determinados desses incidentes alguns não possam ter graves consequências (dependendo da sua posição de entrada na atmosfera, da sua composição, dimensão e velocidade).

 

Como no caso do incidente ocorrido na região russa de Chelyabinsk, onde no dia 15.02.2013 um meteorito com menos de 20 metros de dimensão e cerca de 10000 toneladas de massa, explodiu nos céus com uma potência muitas vezes maior ao da bomba de Hiroshima, provocando alguma destruição e mais de 1000 feridos (unicamente provocados pela onda de choque que se seguiu à explosão).

 

[Para aqueles que acreditam que um outro planeta (ou sistema – para já para lá de Plutão) se encontra a caminho ou já no interior do nosso Sistema Solar – para estes o Planeta X e para os outros o Nono Planeta (mas com outras implicações) – mais um indício de que o mesmo está cada vez mais próximo, do outro lado do Sol e libertando no seu caminho muitos poeiras e detritos, também responsáveis por estes fenómenos tipo bola de fogo.]

 

(texto/itálico e imagem: amsmeteors.org e portsmouthwebcam.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:09
Quinta-feira, 07 DE Abril DE 2016

NZ – Bola de Fogo

Here's the amazing meteor i captured last night, really once in a life time shot.”

(Jono Matla)

 

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Bola de Fogo

(Wellington/ Nova Zelândia)

 

Enquanto apontava para o céu noturno que se estendia sobre o sul da Ilha Norte da Nova Zelândia (onde se localiza a sua capital Wellington), um fotógrafo local acabou por registar acidentalmente a passagem e a trajetória de um pequeno meteorito ao entrar na atmosfera terrestre.

 

Um acontecimento (fotográfico) que pelo seu carater aleatório, pela sua curtíssima aparição e pela enorme extensão do céu a observar, se pode comparar a um milagre que só acontece uma vez na vida.

 

Contando neste episódio com a presença de um pequeno objeto de origem extraterrestre, apresentando uma dimensão aproximada à de um punho fechado, talvez oriundo da Cintura de Asteroides e entrando furtivamente no nosso eco sistema a uma velocidade à volta dos 20Km/s.

 

E logicamente devido ao grande atrito (e extrema fricção) provocado pela sua entrada na atmosfera terrestre, iniciando o seu processo de combustão (dos seus materiais constituintes) acabando por explodir, desintegrar-se e desaparecer (do céu noturno).

 

Numa observação realizada numa zona particular do nosso globo terrestre (Oceânia o Quinto Continente), onde o Céu é diferente do nosso (a parte do Céu a que temos acesso do local onde habitamos) e onde observações deste tipo são muito mais frequentes (Hemisfério Sul).

 

Como o confirmaram outros testemunhos registados na Nova Zelândia no mesmo dia e à mesma hora.

 

(imagem: Jono Matla Photography – facebook.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:05
Domingo, 20 DE Março DE 2016

Asteroide 2016 EF195

Mais um que ninguém viu e bem maior que o de Fevereiro!

 

Um Asteroide:

 Que passou pela Terra a 11, que foi observado pela 1ªvez a 15, que foi observado pela 2ª vez a 17 e que foi (PUXA!) finalmente identificado a 18.

 

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Precisamente na data prevista para a Missa do 7º Dia.

 

 

Corpo Celeste 2016 EF105
Dimensão 20 - 50 Metros
Velocidade 10Km/s
Data da maior aproximação à Terra 11 Março 2016
Distância à Terra 30.000km

 

Mais uma vez deixando-nos completamente perplexos com as suas extraordinárias capacidades de prever o futuro do Homem e da Terra (baseando-se em todos os factos e conhecimentos pelos mesmos adquiridos e ao longo do espaço e do tempo consolidados), a maior, mais antiga e mais conceituada agência espacial do nosso planeta a norte-americana NASA, vem agora informar-nos de que no passado dia 11 de Março um asteroide até à data desconhecendo-se a sua existência (até à data quer dizer 15 de Março, quatro dias depois), passou mais uma tangente ao nosso planeta.

 

Assim em vez dos cientistas e técnicos da NASA nos avisarem do acontecimento que aí vinha (que devido à grande pressão do tempo provavelmente não seria o mais correto, podendo provocar alarme global injustificado) a mesma optou por posteriormente realizar uma retrospetiva muito mais detalhada e rigorosa, contentando com todos os seus pormenores toda a comunidade científica (hoje já é dia 20). Pelo menos e se o asteroide nos tivesse atingido, ainda teríamos um registo histórico para cultivar a nossa memória (desde que o calhau não fosse grande).

 

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O asteroide 2016 EF195 (cuja dimensão poderia atingir os 50 metros sensivelmente o dobro do meteorito que explodiu em 2013 nos céus da Rússia na região de Chelyabinsk) passou no dia 11 deste mês numa trajetória muito próxima do nosso planeta (correspondendo apenas a cerca de 1/13 da distância Terra/Lua e circulando numa órbita interior aos satélites geoestacionários): num acontecimento inesperado e que surpreendeu de tal forma os especialistas (na observação da trajetória de objetos circulando nas proximidades da Terra), que estes só foram capazes de o identificar (pela primeira vez) já ele se começara a afastar.

 

E se em vez de ter passado ao lado (a apenas 30.000Km de distância e podendo atingir alguns satélites artificiais colocados em órbita da Terra), passasse um pouco mais perto de nós? Talvez com outras dimensões o tivessem visto a passar, talvez com outras dimensões não estivéssemos aqui para o contar. O que mais uma vez nos deixa extremamente preocupados com esta ineficácia na deteção antecipada de perigos potências oriundos do exterior e a desacreditar mais um pouco no verdadeiro interesse (e dinheiro) investido neste tão importante objetivo da nossa sobrevivência (como espécie organizada e inteligente).

 

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Quando já a 6 de Fevereiro tinha sido notícia que um outro objeto (meteorito de 5 a 7 metros) tinha entrado em rota de colisão com a Terra, explodindo sobre o oceano Atlântico aquando da entrada na atmosfera terrestre (a cerca de 30.000m de altitude e a 100Km da costa do Brasil). Por coincidência num acontecimento só divulgado quinze dias depois (pela NASA) e passando despercebido para a esmagadora maioria dos meios de comunicação mundiais, por ter ocorrido em pleno oceano e em princípio sem testemunhas conhecidas. Com uma potência de impacto de 13Kt (apesar de pequenino).

 

E ainda quando dentro de dois dias (dia 22 de Março) outros dois cometas nos visitarão, na sua trajetória de aproximação ao Sol: o cometa 252P/LINEAR 12 (que passará a mais de 5 milhões de Km) e o cometa P/2016 BA14 (que passará a cerce de 3,5 milhões de Km) – e com o segundo a ser a 4º maior aproximação conhecida desde a Antiguidade ao nosso planeta Terra (e o segundo a 7ª). O que poderá originar após a sua passagem e pela possibilidade de a Terra atravessar a sua trajetória passada, mais uma chuva de meteoritos, de bolas de fogo ou de estrelas cadentes. Veremos já que a NASA pouco nos diz.

 

(imagens: Lunar Meteorite Hunter – The Latest Worldwide Meteor/Meteorite News/Nemesis Maturity/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:28
Domingo, 28 DE Fevereiro DE 2016

Mais Meteoritos

Bolas de Fogo
Agora na Península Ibérica

 

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Espanha
Bola de Fogo
(21.02.2016)

 

Desde o dia 19 de Fevereiro pelo menos quatro meteoritos (bastante brilhantes) foram registados a atravessar a atmosfera da Terra, sobre o território da Península Ibérica (sendo observados nos céus de Espanha, de Portugal e de Marrocos). Num desses casos o meteorito atravessou os céus do sul de Espanha e de Portugal, sendo observado durante a sua aproximação como uma bola de fogo cada vez mais brilhante (pelas 02:42 UTC), até se desintegrar e desaparecer. O meteorito foi detetado pelas estações de Toledo, de Sevilha e de Huelva, tendo colidido com a atmosfera terrestre a cerca de 120km de altitude e a uma V=30m/s. Ter-se-á desintegrado por volta dos 40km (de altitude).

 

(imagem: thewatchers.adorraeli.com/University of Huelva)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:45
Quinta-feira, 25 DE Fevereiro DE 2016

No Carnaval – Meteorito cai no Atlântico

E só se soube muitos dias depois do desfile

 

A esmagadora maioria dos meteoritos que têm entrado em rota de colisão com a Terra (mais de 99%), devido às suas reduzidas dimensões (muito mais pequenos que o meteorito que caiu recentemente no Atlântico), desaparecem aquando da sua entrada na atmosfera (como as estrelas cadentes). No entanto um dos fatores além da sua dimensão que torna estes meteoritos inofensivos, é certamente o do momento em que entrados na atmosfera terrestre explodem: invariavelmente a grandes altitudes (o do Atlântico desintegrou-se a 30km). O problema surgirá no dia em que um destes pequenos corpos celestes explodir perto de nós (da superfície terrestre): lembrando-nos aí a bomba de Hiroshima.

 

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Local de impacto do meteorito de 6 de Fevereiro sobre o Atlântico

 

Passados mais de quinze dias sobre o Evento Astronómico do Ano (envolvendo o planeta Terra e um outro corpo celeste), a mundialmente reconhecida (pela sua excecionalidade) agência espacial norte-americana NASA, vem-nos agora informar que no passado dia 6 de Fevereiro um meteorito entrou em rota de colisão com a Terra, acabando por explodir a cerca de 30Km de altitude sobre o Oceano Atlântico. A isto chama-se previsão (para assim nos podermos proteger de possíveis consequências) baseada em conhecimento (de especialistas excecionais) – mas será mesmo assim? Um Evento que deixou de o ser ao não se apresentar provas ou uma única testemunha (e nem sequer sendo notícia). E só nos apercebendo dele olhando (acidentalmente) para os próprios arquivos da NASA (uma espécie de RTP Memória):

 

Near Earth Object Program – Fireball and Bolide Reports

(dados aproximados: neo.jpl.nasa.gov/fireballs)

 

Data Dimensão Altitude Potência Impacto
06-02
(2016)
5-7
(metros)
30
(km)
13
(quilotoneladas TNT)
A 1000Km
(da costa Atlântica do Brasil)

(Meteoro de Chelyabinsk: cerca de 20m de dimensão e 500kt de potência)

 

Um meteorito muito mais pequeno do que atingiu a região russa de Chelyabinsk há três anos atrás (provocando muitos danos materiais e mais de um milhar de feridos – devido à onda de choque), não tendo sido notícia apenas porque caiu no mar, mas que no entanto se tal tivesse ocorrido em terra, provavelmente teria originado outra história com algo mais para contar (apesar de ser desde logo o que mais energia libertou desde 2013). Uma história que ao contrário do que muitos pensariam poderia ser até bastante interessante (e positiva), recordando que a potência do meteorito seria 40X inferior ao de Chelyabinsk e as consequências do seu impacto com a Terra dada a sua dimensão (por volta de 5m) não teria a mesma repercussão – evidentemente desde que não atingisse em cheio uma zona populosa.

 

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15 de Fevereiro de 2013 – Meteoro de Chelyabinsk

 

O que não nos deixa de surpreender (a não deteção e posterior divulgação do meteorito) num mundo onde um satélite com equipamentos da mais alta tecnologia incorporada e colocado a centenas de quilómetros da Terra consegue localizar e observar até ao mais pequeno detalhe o que estamos a fazer a cada momento que passa: bastando apenas apontar e começar a olhar. Onde estava a comunidade científica que todos os dias acompanha os fenómenos internos ou externos que podem influenciar o normal funcionamento do planeta e do meio ambiente que nos recebe e protege, quando nenhum deles (ou outro qualquer) utilizando um único que fosse dos seus órgãos dos sentidos (e outros periféricos tecnológicos associados) o percecionou e mencionou: cegos, surdos e mudos. Sociedade Civil (observatórios, satélites, sismógrafos, etc.) e até Militar (vejam lá a que ponto de degradação tecnológica chegaram os militares norte-americanos). Nem dá para acreditar.

 

(imagens: WEB)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:48
Terça-feira, 02 DE Fevereiro DE 2016

Mais um Meteorito

Reentrada de um meteorito na atmosfera terrestre ocorrida depois das 18:00 deste último sábado (hora local) nas proximidades do aeroporto de New Jersey. A imagem foi registada no passado dia 30 por uma câmara instalada num avião tripulado pelo piloto Mike Grossman sobrevoando o rio Hudson a cerca de 500m de altitude. Um evento que foi presenciado por muitas testemunhas (mais de 700) não só nos EUA como também fora dele (Canadá).

 

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Reentrada do meteorito registado em pleno voo

(visível à direita do avião)

 

Como se pode ver na imagem e quando o avião já iniciava as suas manobras de aterragem e de aproximação à pista do aeroporto de New Jersey (sobrevoando nessa altura e já em descida o rio Hudson) à sua direita e repentinamente surge um ponto brilhante que crescendo de intensidade ilumina os céus (que a grande velocidade vai atravessando na sua trajetória final) até atingir o seu clímax (em brilho) diminuir e desaparecer na escuridão.

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Imagem do meteorito registada na cidade de Falls Church

(visível na parte superior/central da imagem)

 

“More than 715 witnesses have reported a large fireball over Pennsylvania on January 30th around 6:16pm ET (23:16 UT). The fireball was seen from primarily New Jersey and Pennsylvania, but witnesses from Virginia, Washington DC, Maryland, North Carolina, New York, Delaware, Ohio, West Virginia, Kentucky and even Ontario also reported seeing the fireball.” (amsmeteors.org)

 

(imagens: Mike Grossman e Alexander Salvador)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:18

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