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Sexta-feira, 31 DE Março DE 2017

Alienas de Marte Via NASA

Hoje (dia 30 de Março de 2017) a NASA presenteia-nos com uma imagem já com mais de oito anos (8 de Janeiro de 2009) de uma zona localizada junto a uma cratera não identificada do planeta Marte (hemisfério sul).

 

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Marte

(PIA 21574)

 

Numa imagem recolhida pela sonda MRO utilizando o seu instrumento HiRISE e com as lentes das suas câmaras focando um depósito de material bem visível sobre a superfície marciana: como se pode constatar pelo tom amarelado.

 

Deixando-os intrigados com a presença de material mais claro e brilhante na sequência desses depósitos à superfície, espalhando-se a partir desse local através de estreitas e contínuas depressões existentes no terreno.

 

Se estivéssemos com os nossos olhos fixos num cenário de paisagem terrestre, certamente se podendo sugerir estarmos presente um local de possível extração mineral (à superfície ou subterrânea), com o seu ponto central e rotas de escoamento.

 

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Mas como estamos em Marte e os únicos movimentos até agora detetados e erosivos só podendo ser atribuídos a fenómenos atmosféricos também presentes neste planeta (como será o caso da ação dos ventos – os Dust Devils), sendo tudo e logicamente de origem natural.

 

Um planeta há biliões de anos sujeito a algum tipo de cataclismo verdadeiramente avassalador, que segundo os cientistas terá destruído toda a atmosfera então envolvendo Marte, feito desaparecer um grande oceano cobrindo uma parte apreciável do planeta e a partir daí muito provavelmente destruindo e calcinando todos os vestígios de vida nesse passado extremamente remoto tendo grandes probabilidades de existir.

 

Hoje sem denotar a presença de qualquer tipo de organismo por mais primitivo ou estranho que seja (alienígena), apresentando-nos um planeta seco e calcinado como se tivesse sido literalmente varrido por um fogo Mortal mas vindo dos Céus. Sem vida nem presenças.

 

PIA21574.jpg

 

E no entanto no empolgamento da descoberta e na procura cega e imediata de respostas inequívocas nem sequer nos informando e assim esclarecendo sobre a presença de outras formas estranhas e deslocadas sobre a superfície deste Mundo distante (morto e como tal não diverso mesmo em forma).

 

Como o da presença de diversos elementos estranhos todos com a mesma estrutura, forma, cor e brilho sobre a superfície de Marte (na imagem inicial com um aparecendo no canto inferior esquerdo), sugerindo serem externos ao sistema e como tal e para o mesmo de origem alienígena: como se estivéssemos perante uma exploração mineira, com o artefacto aí inserido a ser apenas um habitáculo (fixo) ou um veículo de transporte (móvel) – talvez mesmo um disco-voador.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:10
Sábado, 25 DE Março DE 2017

A vez de Marte para Trump?

NASA Transition Authorization Act

 

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Momento da assinatura contando com a presença de Trump, Cruz e Rubio

(entre outros)

 

Num momento em que o apelo da NASA e o chamamento dos privados parece começar finalmente a ser ouvido (falta saber a favor de quem) – veja-se a movimentação de dois dos mais interessados no orçamento destinado à NASA, um o senador Ted Cruz pelo Texas e o outro o senador Marco Rubio pela Flórida (por sinal dois estados-base da empresa Space-X) – os olhos do mundo voltam-se de novo em direção ao Espaço, observando outra vez a Lua e desejando agora ir até Marte.

 

Trump signs NASA funding bill, sets goal of human on Mars.

(Jordan Fabian – The Hill)

 

Na passada 3ªfeira dia 21 ao ler um dos títulos do jornal online The Hill fiquei a pensar no que estaria a pensar o presidente norte-americano Donald Trump ao autorizar os fundos orçamentais do seu Governo destinados à NASA para o ano de 2018: num total de 19.5 biliões de dólares e num acréscimo de 0.4 biliões ao inicialmente previsto.

 

No momento da cerimónia da assinatura da referida autorização orçamental com o Presidente dos EUA a estar ladeado por dois senadores Republicanos, sendo nada mais nada menos que dois dos seus maiores adversários da ainda recente corrida presidencial os senadores Ted Cruz (Texas) e Marco Rubio (Flórida).

 

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SPACE-X

 

The bill’s authors and sponsors – including Sens. Ted Cruz, R-Texas, and Marco Rubio, R-Fla. – were in attendance in the Oval Office for the signing.

(Jordan Fabian – The Hill)

 

O primeiro dos senadores sendo o autor da proposta, o segundo o seu patrocinador e o presidente o responsável pela assinatura de confirmação. Num financiamento governamental atribuído à Agência Espacial Norte-Americana e com o Presidente a pedir como contrapartida para o mesmo (e para os seguintes) o envio de humanos ao planeta Marte.

 

Para tirar dúvidas, dada a ambição do projeto e dado as três individualidades envolvidas, indo de imediato à procura dos orçamentos da NASA para verificar a sua evolução – e a real intenção destes três envolvidos no programa espacial norte-americano: quando já no passado outro político dessa nação falara no Espaço e na sua intenção de colocar um Homem na Lua.

 

The law provides the space agency with 19.5 billion in funding for fiscal year 2018, while requesting that the agency come up with a plan to send a crewed mission to Mars in the 2030s.

(Jordan Fabian – The Hill)

 

Num momento da História da Conquista do Espaço onde tudo parece suspenso, com o Homem após pisar um outro mundo a ignorá-lo virando-lhe as costas (limitando-se à permanência num habitáculo localizado a 400Km), enviando drones pelo Espaço e substituindo-nos indevidamente e renunciando entregando aos privados o sonho que deveria ser de todos.

 

Com o orçamento oferecido por este triunvirato à NASA para o ano de 2018 a não ser mais do que uma cópia de todos aqueles que se repetem desde há mais de 50 anos: com o maior orçamento em termos comparativos com os custos atuais a ser o do distante ano de 1966 (quase 2.5 X o presente) e desde o ano de 1998 nunca ultrapassando os 20 biliões (de dólares).

 

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VIRGIN GALACTIC

 

The legislation also asks NASA to develop ways to extend human presence, including potential human habitation on another celestial body and a thriving space economy in the 21st century.

(Jordan Fabian – The Hill)

 

Já lá indo portanto 19 anos desde que a NASA parou (gastando tudo nos Vaivém), entretendo-se a partir daí com a ISS e com aparelhos voadores teleguiados capazes de atingir grandes distâncias e dotados de imensos periféricos, um deles sendo o operador sentado numa cadeira tomando um café enquanto aprecia o Cosmos.

 

Com Bill Clinton, George W. Bush e Barack Obama (no poder como presidentes de 1993 a 2017) pela sua indiferença dedicada (estatuto) e irrelevância de impacto (político) – deixando unicamente a máquina a rolar – a poderem vir a ser considerados os últimos coveiros da NASA: restando ficar por saber se o próximo a salva ou lhe dá outra mocada para ver se ainda mexe.

 

The current funding legislation may wind up being a down payment on that future mission, if the technology can be developed to make it happen.

(Jordan Fabian – The Hill)

 

Na verdade tudo se resumindo a um fator comum a qualquer tipo de investimento que se pretenda seguro

 

Ou seja com um processo anterior já bem consolidado e oferecendo garantias inequívocas de crescimento

 

Só possível aproveitando todo o conhecimento, trabalho e investimento inicial feito pelo setor do Estado (público),

 

Utilizando como matriz o modelo e estrutura pré-existente, ou seja,

 

O caminho já desbravado, transformado, utilizado, ativo e como tal concessionado, pronto a ser utilizado e com poucos recursos adicionais até melhorado – apenas por replicação e tal como o fazem todas as crianças (imitando e repetindo).

 

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BLUE ORIGIN

 

While interstellar travel may not happen anytime soon, there is some push from an unlikely source to return to and colonize the moon first – from Amazon owner Jeff Bezos. He has been lobbying the Trump administration to begin unmanned cargo missions to the moon by 2020, with the goal of eventually constructing living quarters and sending humans there.

(Jordan Fabian – The Hill)

 

No caso dos EUA e à sua estratégia futura no que diz respeito à Conquista do Espaço (associada à obrigatória expansão dos seus territórios de intervenção, forçosamente tendo de se alargar para além do nosso conjunto restrito mas integrado e fazendo parte de algo maior naturalmente a ocupar – devido à nossa necessidade de evoluirmos e de nos expandirmos), agora com o novo Presidente tão próximo da iniciativa privada, a ser fortemente pressionado para dar mais voz ao setor: não só pela Space-X (de Elon Musk tendo como um dos objetivos maiores Marte), como pela Virgin Galactic (de Richard Branson com objetivos estritamente comerciais) e até pela Blue Origin (de Jeff Bezos tendo como um dos objetivos maiores a Lua). Pela antecedência e contratos (com a NASA) com a Space-X à frente.

 

Supporters of the project (Blue Origin) believe that a permanent moon settlement could facilitate additional space exploration and, eventually, additional colonization of our solar system. “I think that if you go to the moon first, and make the moon your home, then you can get to Mars more easily,” Bezos said.

(Jordan Fabian – The Hill)

 

E com o futuro da Exploração Espacial no que concerne aos Humanos a ser previsivelmente assumida pelos privados nos EUA (logicamente em estreita colaboração com a NASA de onde virão as justificações para a sua participação e financiamento governamental), provavelmente a serem logo seguidos pelos seus colegas da Europa (ESA), enquanto na Rússia e especialmente na China o estado continuará a ser o principal orientador e financiador (apesar de alguns privados/milionários já começarem a avançar).

 

Se tudo correr bem (para público e privado) com Jeff Bezos já em 2020 a levar de novo os Humanos até à Lua e a finalmente a aí instalar uma base, com Elon Musk pela mesma altura a iniciar a sua aventura até Marte terminando na sua colonização, com Richard Branson a inaugurar as suas carreiras turísticas em órbita da Terra ou levando-nos de visita até à Lua e lá mais para oriente com a Rússia aproveitando toda a sua tecnologia de ponta (especificamente a nível dos seus foguetões) e todas as suas eventuais parcerias (com o privado e mesmo com outros países como já o faz atualmente até com os EUA no que diz respeito com a ISS) para se intrometer e ser parte na questão.

 

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LONGA MARCHA 7

 

E com a China perto de alcançar os 1,5 biliões de pessoas (quase 20% da população mundial) e usufruindo dos seus imensos recursos económicos e financeiros atuais (num momento em que o resto do mundo vive em crise, ainda mais gravada pela indefinição nos EUA), a lançar-se definitivamente à conquista de territórios exteriores, lançando satélites, sondas em direção a Marte, construindo poderosos motores e na perspetiva de se lançar mais além e se tornar na outra grande potência, montando a sua própria estação e a partir daí lançando-se em direção ao Espaço – e logo ali com a Lua tão perto.

 

Segundo previsões dos cientistas e técnicos chineses com os mesmos a afirmarem estarem perto de concluir o novo foguetão Longa Marcha 7 (com a sua 1ªmissão já marcada para os fins de Abril), que proporcionará a capacidade de não só começar a trabalhar no transporte de carga para a montagem da estação espacial chinesa (por módulos e com o primeiro a já ter sido lançado), como através do transporte de uma nave espacial a ele acoplada, permitirá também o transporte de tripulação o desenvolvimento da estação e a sua preparação para missões mais distantes.

 

[Nota Final]

 

[Num momento em que a América continua a transmitir para o Mundo uma imagem de total desgoverno financeiro (não exclusivo da administração Trump mas de todas as Administrações Norte-Americanas Democratas ou Republicanas), por um lado não ultrapassando de novo a barreira dos 20 biliões para a Exploração Espacial e no entanto pedindo a Lua e até Marte (com astronautas integrando as missões), mas pelo outro lado e dispondo de um orçamento previsto de mais de 1 trilião para um período de 10 anos (para muitos uma brutalidade) desbaratando apenas dinheiro sob o pretexto Obamacare. Em concreto com os 20 milhões a arderem em lume brando e com os democratas e os republicanos a lutarem pela patente – Obamacare ou Trumpcare. Estaremos ainda saudáveis para podermos ainda pensar?]

 

(imagens: youtube/washingtonpost/space/spacex/spacenews/.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:32
Quinta-feira, 23 DE Março DE 2017

O Destino da Dragão

Na década que se inicia em 2020 uma nave espacial interplanetária partirá da Terra tendo como destino Marte e como objetivo a instalação nesse corpo celeste da primeira base terrestre exterior ao nosso planeta: daí partindo para a colonização de Marte e certamente para a sua posterior transformação num entreposto para o lançamento de outras missões tripuladas muito mais ousadas e profundas (mergulhando finalmente na imensidão do Espaço num misto de Aventura, Mistério e Descoberta do desconhecido). O que todos desejamos (mesmo que inconscientemente e para não nos sentirmos mortos) para a nossa Vida.

 

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A nave Dragão entrando na atmosfera de Marte

 

A 1014 dias do início de 2020 (ano marcado pela empresa SPACE-X para se lançar definitivamente em direção ao planeta MARTE), a empresa de ELON MUSK atualmente colaborando com a Estação Espacial Internacional (ISS) – e com a NASA – no transporte de carga para o satélite em órbita da Terra (a cerca de 400Km) – com os russos através da ROSCOSMOS a serem os responsáveis pelo transporte dos astronautas – acaba de apresentar publicamente o trabalho que tem desenvolvido (conjuntamente com a NASA) no sentido de se encontrar o melhor local para se concretizar a aterragem da primeira nave DRAGÃO sobre a superfície marciana: um Evento Histórico e que segundo os objetivos da SPACE-X iniciará a colonização do Planeta Vermelho. Num projeto sofrendo um atraso de 2 anos em relação ao ano previsto para o lançamento da nave (2018), mas que num esforço conjunto privados/estado possibilitou para já a descoberta de 4 locais possíveis: Deuteronilus Mensae, Phlegra Montes, Utipia Planitia e Arcadia Planitia.

 

Para a concretização final da escolha sobre qual será o primeiro local de aterragem da nave Dragão (em Marte) – o ponto fulcral da missão e onde tudo se iniciará e a partir daí se expandirá – tendo sempre presente como parâmetros obrigatoriamente a respeitar e a determinar (a decisão final), unicamente três fatores (no entanto e muito provavelmente extremamente difícil de encontrar):

Localizar-se perto do equador marciano para uma utilização máxima da energia solar;

Localizar-se perto de grandes quantidades de gelo de modo a partir dele se obter água;

Localizar-se num local situado a baixa altitude para se usufruir de melhores condições térmicas.

Curiosamente com os quatro locais possíveis a estarem todos localizados no hemisfério Norte de Marte e a 40⁰ do seu equador.

 

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Localização de Arcadia Planitia

 

Segundo os cientistas:

Com a região de Deuteronilus Mensae (um conjunto de terras altas e planícies polvilhada de crateras) a apresentar evidências da possível presença de gelo à superfície de Marte;

Com a região de Phlegra Montes (um conjunto de montanhas com mais de 1300Km de extensão rodeada de elevações, depressões e bacias) provavelmente originada pelo movimento de placas tectónicas (não de origem vulcânica) podendo também conter alguma quantidade de água mas subterrânea (talvez em depósitos a 20m da superfície);

Com a Utopia Planitia (o local onde a sonda Viking tocou a superfície de Marte há mais de 40 anos) a ser também um sítio prometedor para a existência de água, sendo a maior bacia de impacto conhecida em todo o Sistema Solar e segundo a NASA com grandes depósitos de gelo subterrâneo;

E finalmente com Arcadia Planitia uma região de Marte a nível topográfico com um desnivelamento mais suave e equilibrado, sendo o resultado de um terreno onde há muitos anos no passado da história geológica do planeta já poderá ter circulado lava (em terrenos próximos de zonas onde terá existido atividade glacial), sugerindo a forte possibilidade da existência de gelo (ainda hoje) mas subterrâneo.

 

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O terreno suave e menos rochoso de Arcadia Planitia

 

E das 4 regiões selecionadas pelos técnicos e cientistas da NASA/SPACE-X e aqui resumidamente apresentadas, sendo para já a preferida e para onde parece apontar a nave DRAGÃO a ARCADIA PLANITIA:

A única destas 4 regiões apresentando um terreno menos rochoso, mais suave e naturalmente de mais fácil exploração e prospeção (de água subterrânea), além de mais acessível à instalação da primeira base no planeta.

 

Futuramente e após a chegada da primeira nave Dragão com os voos a serem repetidos periodicamente a cada 2 anos (tempo que Marte demora a atingir de novo o seu ponto mais próximo da Terra), reabastecendo a base de material e pessoal num tempo de viagem de menos que 3 meses e a partir daí seguindo-se para a expansão da base inicial formando uma colónia e mais tarde transformando-a num entreposto para outras viagens e explorações (interplanetárias e intergalácticas).

 

(dados recolhidos de: Evan Gough/universetoday.com – imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:22
Segunda-feira, 13 DE Março DE 2017

Trappist-1

Mãe compra-me um Lego mas que seja da NASA.

E já que lá vais um rolo de papel de parede.

(sem gozo e dito por um jovem cientista)

 

Quando o negócio está parado uma das soluções para o manter vivo – tentando que amanhã alguém, ainda o possa ressuscitar – é fazer referência e constante publicidade ao produto. Não sendo pois de admirar que à falta de melhor (e para nos ir entretendo), a NASA por um lado proponha a ideia do cidadão-cientista e o proponha para papel de parede (PIA 21385 – Jupiter Wallpaper – photojournal.jpl.nasa.gov), enquanto por outro lado e sempre com a mesma ideia nos ponha a ver quadrados cintilando num ecrã como num jogo de computador – podendo-se passar à prática com simples peças de Lego.

 

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O Sistema Trappist-1 como visto pela NASA

Numa viagem de cerca de 370.000.000.000.000Km

Uma imagem é o reflexo de um objeto (uma estrutura)

E não um compromisso (de construção) com alguns dos (seus) dados recebidos

 

Com a Humanidade presa à possibilidade de existir no Universo Infinito que nos envolve algo de vivo e no mínimo de semelhante ao Homem (nem que seja em último caso algum tipo de organismo demonstrando alguma iniciativa ou movimento), é natural que perante as notícias sucessivas que nos vão chegando sobre a descoberta de outros planetas localizadas em regiões habitáveis rodeando uma determinada estrela, nos acabemos por convencer que tal facto ocorreu mesmo (a descoberta de outros planetas como a Terra) e desse modo que qualquer imagem que nos seja proporcionada e dado ao nosso prazer e usufruto (mesmo que nos faça lembrar uma simples construção infantil) só possa ser mesmo realidade.

 

E assim juntando-nos ao coro daqueles indiferentes que apesar de não verem acreditam no que os outros dizem ver (uns 7 biliões), somos agora esmagados com as primeiras imagens (reais) vindas de um desses mundos potencialmente semelhantes ao nosso (ainda-por-cima certificados pela NASA), numa montagem animada baseada em dados reais recolhidos a partir do sistema planetário Trappist-1 (utilizando o telescópio Kepler) tendo como objetivo mostrar-nos a região ocupada pela estre-anã centro desse Sistema: não nos mostrando especificamente nenhum desses planetas (tal é impossível de se concretizar pelo menos para já e unicamente com o instrumento ótico utilizado), mas por outro lado deixando a nossa imaginação funcionar face às manchas apresentadas (com a sua óbvia mensagem subliminar – existem mais como nós), construindo-se a partir daí uma realidade (organizada e até geométrica) mesmo que parecendo um Lego.

 

(imagem: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:53
Quinta-feira, 09 DE Março DE 2017

O Futuro da NASA – Produção de Papel de Parede

No Futuro e com o avanço lógico e irreversível da iniciativa privada (chamando a si a Conquista do Espaço, como novos territórios a explorar e a colonizar), talvez um bom negócio a adotar pela Agência Espacial (pelo menos para manter um museu e uns drones ainda a voar):

 

Vender papel de parede com algumas cenas da NASA

 

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Júpiter

Papel de Parede

(imagem: PIA 21385 – Sonda Juno)

 

É triste vermos aquela que há 50 anos se tornou a grande Agência Espacial do nosso planeta (a NASA) – com o Homem a colocar pela primeira vez o seu próprio pé sobre um Mundo Extraterrestre – a ter que se limitar no presente ao envio de sondas automáticas (simples drones que um dia qualquer um de nós poderá comprar num Centro Comercial) comandadas a partir de um qualquer escritório localizado ao nosso lado (esperando que as imagens cheguem entre uma sandes e uma bejeca): limitando-se a replicar tudo aquilo que qualquer um de nós já pode facilmente realizar no nosso planeta – nem necessitando sequer da nossa própria presença no objetivo e local a alcançar (espreitando o nosso vizinho ou assassinando pessoas) – aqui apenas ultrapassando os limites da Terra e testando até ao extremo as capacidades da máquina (mesmo de se poder desembaraçar sozinha). E com o Homem a ser o elemento passivo, aguardando o desempenho do Outro (delegado pelo Homem como seu representante ativo) e dos dados que o mesmo lhe for entretanto enviando.

 

Agora com mais um dos seus cidadãos-cientistas de nome Eric Jorgensen e à falta de melhor,

 

Com a sonda Cassini ainda no ativo mas já perto do fim na sua missão em Saturno, a já nos deixar saudades pelo cessar das suas imagens

 

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Saturno

Hemisfério Norte a caminho do seu solstício de Verão

(imagem: PIA 21046 – Sonda Cassini)

 

A manipular mais uma vez uma das poucas imagens até agora recebidas de Júpiter e já tantas vezes replicada, ornamentada e no fundo alterada (e como tal nada significando para o avanço no estudo deste planeta). Um grupo de cidadãos oportunisticamente aproveitados pela NASA e de imediato utilizados pela mesma (já que ainda acreditam plenamente nela), de forma aos cada vez mais extensos períodos de tempo em que dali não sai mais nada (além do que já saíra antes) sejam sempre ocupados, mantendo o assunto presente assim como vivas as pretensões da agência; e ao mesmo tempo garantindo que estes cidadãos (os seus maiores e fieis entusiastas) não a abandonem nem que para tal lhes tenham que oferecer algo mais (espaço na página enquanto não houver novidades). Sabendo-se que mesmo estas imagens oriundas das regiões localizadas para além da Cintura de Asteroides onde se encontram os dois maiores planetas do Sistema Solar – os Gigantes Gasosos Júpiter e Saturno – se poderão perder a muito curto prazo, com o fim da missão Cassini prevista para 15 de Setembro (deste ano) e com algumas dificuldades técnicas com que a Juno já se depara.

 

Após o último voo tripulado do programa Apollo concretizado em Dezembro de 1972 e tendo como destino a Lua (missão Apollo 17 com os astronautas norte-americanos Cernan, Evans e Schmitt) – já lá vão quase 45 anos – e a última das missões do Vaivém Atlantis antes da sua reforma em Julho de 2011 (o último dos Vaivéns a deixar o ativo) – já lá vão quase 6 anos – com o Homem a apenas se aventurar no Espaço em viagens extremamente curtas (entre a Terra e a ISS, o que já fazia antes), mas agora com a ajuda dos russos (utilizando a Roscosmos e o cosmódromo de Baikonour) ou da empresa de Elon Musk (uma empresa privada e utilizando a Space-X). E com a empresa privada (de Elon Musk) pretendendo atingir Marte (com a sua nave Dragão) já durante a década de vinte – com voos tripulados, atingindo a sua superfície e colonizando o planeta. Agora mês de Março do ano de 2017 e prestes a comemorar-se 56 anos sobre o discurso de John F. Kennedy (25 Maio 1961) – momento no qual o então Presidente norte-americano colocou a Lua no caminho da Terra e obviamente na rota daquela que viria a ser a maior potência do mundo, os EUA – recordando as suas já lendárias e proféticas palavras: “I believe that this nation should commit itself to achieving the goal, before this decade is out, of landing a man on the moon and returning him safely to the Earth”.

 

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NASA vs. SPACE-X

Governo e Privados disputando o Espaço – E Trump?

(imagens: Web)

 

Com as últimas notícias a revelarem os últimos avanços da NASA no seu programa de relançamento das viagens espaciais – com as novas naves a possibilitarem o transporte de astronautas, um dos objetivos considerados prioritários na retoma dos voos tripulados – anunciando já para 2018 (o mais certo lá para 2019 ou depois) o regresso ao nosso único satélite a Lua, seguida de uma viagem até Marte. Depois de meio século de interrupção (das viagens espaciais) nunca bem explicada (com o Programa Apollo a ser aparentemente encerrado por motivos estritamente financeiros) apesar dos tremendos sucessos (em Portugal observando em direto numa TV a preto-e-branco um veículo terrestre visitando um outro astro, localizado a quase meio milhão de Km de distância e com os astronautas completamente isolados num pequeníssimo habitáculo e dirigindo-se a uma velocidade de mais de 10Km/s (36000Km/h) em direção a um ponto preciso no meio do Espaço, sabendo de antemão que uma pequena falha na sua trajetória os poderia fazer passar o seu alvo a Lua, perdendo-se definitivamente a nave e com ela toda a sua equipa de 3 astronautas – uma verdadeira aventura de ficção científica mas aqui verdadeiramente antecipada no tempo), sendo difícil de acreditar na retoma do projeto há meio século suspenso, após tantos anos de interrupção e de indiferença política pelo mesmo – de Republicanos e de Democratas seguindo-se agora Trump. Será que ele aprecia Elon Musk?

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:05
Domingo, 19 DE Fevereiro DE 2017

Estranhos à vista da ISS

“Perto do Zoológico, mais uns ET passando ao lado de uma jaula flutuante (publicitária), com espécies locais no habitáculo – não parando, por inexistência de postos de venda (bilheteiras).”

 

Em mais um registo oriundo de [Streetcap1/youtube.com] tendo como protagonista a ISS, podem-se observar vindos da direita alguns pequenos objetos brilhantes e de forma aparentemente esférica, deslocando-se em formação e à mesma velocidade – no seu movimento para a esquerda sendo bem visível a sua passagem para além da Estação Espacial Internacional (por detrás dela).

 

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Fig.1 - Aparece o 1ºobjeto de forma esférica oriundo da direita

Fig.2 - Acompanha-o agora um 2ºobjeto vindo do mesmo lado

 

Ao contrário do que é usual com a transmissão (em direto e ao vivo) a continuar a ser emitida (a partir da ISS) e com esta observação a poder ser registada, sem mais uma intervenção intrusiva dos responsáveis técnicos da NASA – ou seja, interrompendo a emissão devido a inesperados problemas técnicos. Passando-lhes talvez ao lado como consequência da habituação (se eu vejo muitas vezes deixo de ver).

 

Nesta sequência podendo-se ver em primeiro plano e refletindo os raios luminosos (oriundos do Sol) a ISS, tendo como pano de fundo e sem nada de visível a assinalar uma tela escura, talvez profunda, mas parecendo incomodamente vazia. E neste perfeito contraste entre o branco e o preto (com as fronteiras bem definidas) e sem mais nada a apontar, surgindo uns corpos brilhantes e logo em formação.

 

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Fig.3-Ainda um 3ºobjeto com todos em aparente formação

Fig.4-Passagem dos objetos – à esquerda – do lado de lá da ISS

 

Atravessando tranquilamente todo o horizonte visual disponibilizado pelas câmaras da ISS (na altura em funcionamento), passando na retaguarda da estação e desaparecendo pela esquerda da mesma forma como o tinham antes pela direita. Deixando-nos mais uma vez na dúvida se o trânsito que se verifica hoje em dia nas proximidades da Terra, “será mesmo “só regional ou então intercidades”.

 

Um facto que só não é notícia porque efetivamente ninguém quer falar nele e que sendo eventualmente um produto do nosso desespero e da nossa sobressaltada imaginação (num mundo há muito alienado e parecendo ter cada vez menos, algo de comum a ver connosco), ninguém acha credível não confirmando a existência: e como poderá o Homem aceitar a possibilidade da existência de outras espécies – para além da nossa – lutando pela supremacia, se ainda hoje revogada a teoria geocêntrica não conseguimos largar a ideia homocêntrica.

 

(imagens: streetcap1/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:40
Quinta-feira, 26 DE Janeiro DE 2017

Agências Federais também contra Trump

NPS, EPA e agora a NASA

 

Com os políticos ainda em campanha (eleitoral apesar de concluída)

E com funcionários sempre a apoiar (no emprego para não o perderem)

 

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(anterior e novo logotipo de @RogueNASA)

 

Numa campanha aparentemente imparável (pois o visado já tomou posse) e necessariamente bem financiada (é sempre necessário muito dinheiro para uma processo de natureza global) por determinados e poderosos sectores privados da sociedade económica e financeira norte-americana, são agora as suas agências federais (os funcionários públicos norte-americanos) a tomarem a iniciativa do protesto contra o seu Presidente, ao manifestarem-se contra as limitações impostas às informações prestadas pelas mesmas, sobre o tema das Alterações Climáticas (algo de muito incómodo para Donald Trump em função das suas ideias sobre o Aquecimento Global) – mesmo fazendo-o por twitter como o faz o Presidente.

 

De início com o Serviço Nacional de Parques (nps.gov) e com a Agência de Proteção Ambiental (epa.gov) dos EUA a tomarem o comando do processo sendo agora acompanhadas pela sua Agência Espacial a NASA (nasa.gov): todos protestando contra as limitações impostas pelo Governo (agora de Donald Trump) de seja por que meio ou forma de comunicação for impedir a divulgação de informações sobre Alterações Climáticas sem autorização superior. Curiosamente e no que toca à NASA algo praticado anteriormente por todas as outras administrações norte-americanas (Democratas ou Republicanas) e que deixaram a sua Agência Espacial num estado de definhamento, como nunca estivera estado antes: nos anos 70 pondo um Homem na Lua agora enviando sondas automáticas.

 

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(logotipo do NPS e logotipo da EPA)

 

Neste caso concreto compreendendo-se a atitude tomada pelos funcionários destas três (das muitas) agências federais norte-americanas, apesar de num contexto mais vasto e colidindo com outros interesses escondidos e muito mais importantes da estratégia de dominação dos diversos partidos do poder nos EUA (DEM e REP), aqueles que defendem a teoria do Aquecimento Global na prática nada fazerem (passando o tema a informar, a debater e no final a lamentar) – os Democratas – e os que se opõe apenas o quererem esquecer (colocando-o de lado e logo se vê) – os Republicanos. Reconhecendo-se no entanto que algo de novo se passa no nosso ecossistema terrestre que tem provocado algumas alterações climáticas significativas um pouco por todo o Globo: confirmado o aumento constante da temperatura média registada em todo o planeta e o degelo progressivo e dramático das duas calotes polares.

 

Com um grupo de eventuais funcionários da NASA (ou seus apoiantes) – denominando-se como Resistência não oficial da mesma agência espacial (na web no endereço @RogueNASA) e afirmando perentoriamente não ser a mesma gerida por funcionários governamentais – a transmitirem ao público interessado neste tema tão importante para a nossa sobrevivência climática e global (e de todas as outras espécies incluindo o próprio planeta), que nunca deixarão de lutar pela concretização dos seus objetivos (e da sua agência espacial) mesmo que censurados ou então (e de qualquer forma) perseguidos. Retaliações para já burocráticas mas desde logo incisivas (da censura abrindo-se as portas para o processo-crime) e que levaram para já (e que se saiba) o Governo a censurar pelo menos um tweet do Serviço Nacional de Parques (nps.gov). E que apenas transmitia a informação (seguinte) que toda a gente informada há muito conhece como real:

 

“Today, the amount of carbon dioxide in the atmosphere is higher than at any time in the last 650,000 years.” (universetoday.com)

 

LogoNasaMeatball.jpg

(logotipo da NASA)

 

Mensagem entretanto apagada no respetivo endereço. E que poderá acarretar consequências negativas (lá está, um possível processo-crime) dado o uso não autorizado do conhecido (e oficial) logotipo da NASA. De momento com os Resistentes da NASA contando entre as três organizações federais com o apoio de mais de um milhão de seguidores. E retirado já o logotipo para evitar outras consequências, deixando aqui algumas verdades entretanto aí mencionadas (twimage.net/@RogueNASA):

 

NASA data is helping water managers ensure that more than 33 million people have a more secure water supply.

 

Science deniers are dangerous. The impact of climate change is real. There are consequences for infrastructure and human life.

 

Every one of the past 40 years has been warmer than the 20th century average. 2014 was the hottest year on record…until 2015...then 2016.

 

Trump officials suspend plan to delete EPA climate web pages.

 

We cannot allow Mr. Trump to silence the scientific community. We need peer-reviewed, evidence-based research MORE THAN EVER now.

 

Ninety-seven percent of climate scientists agree that climate change is caused by human activities.

 

(imagens: Google.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:18
Domingo, 27 DE Novembro DE 2016

O Veículo Motorizado Oportunidade (e Europa)

Viajando livremente (há mais de uma década)

Onde nenhum ser humano (desprotegido) jamais o faria

 

Hoje dia 27 de Novembro de 20126 e no preciso momento em que o ROVER OPPORTUNITY  passa o seu 4566º dia marciano (≈ 24h 40mn) no planeta MARTE, a equipa de técnicos da NASA que há mais de doze anos opera este veículo desde o distante planeta TERRA, considera agora alterar o percurso antes programado para o mesmo, motivado não só pelas incidências ligadas ao terreno como a problemas persistentes com uma das suas rodas do ROVER. No passado dia 15 (faz terça-feira duas semanas) tendo já percorrido 43.51Km de viagem sobre a superfície deste mundo para os terrestres ALIENÍGENA.

 

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No cimo de uma pequena elevação aparentemente calcinada

MARS – OPPORTUNITY ROVER – SOL 4557

 

Enquanto isso vai-nos enviando (diariamente) imagens da superfície MARCIANA, com o veículo (de origem norte-americana) movimentando-se numa das orlas periféricas rodeando a cratera de ENDEAVOUR e presenteando-nos com cenários desérticos, secos e sem qualquer tipo de vestígio de vida: extensões sem fim de terra extremamente árida, por vezes entremeada de paisagens claramente dunares e complementarmente e como característica fundamental de referência (desta paisagem marciana), pejada de um infindável número de pedras pequenas e de superiores dimensões.

 

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Pedras de maior dimensão na base de uma elevação

MARS – OPPORTUNITY ROVER – SOL 4558

 

Numa iniciativa que hoje poderemos antever como o relançar da Conquista do Espaço por parte do Homem (depois do abandono dos voos tripulados para a Lua e com a única exceção a ser a ISS), lançando previamente como batedores as sondas automáticas (preparando o terreno) para mais tarde como exploradores e aventureiros os homens aí se instalarem e se tornarem colonos (do seu primeiro planeta de apoio às novas descobertas). Numa viagem mais vasta e objetiva em que Marte será mais um entreposto para a descoberta de água e provavelmente de vida. Talvez numa das luas do grande planeta Júpiter.

 

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Num cenário pejado de pedras estendendo-se até ao horizonte

MARS – OPPORTUNITY ROVER – SOL 4561

 

Terra – Lua – MARTE – Europa

 

Com a Lua localizada a menos de 400.000Km da Terra (tendo sido já visitada pelo Homem), com Marte podendo localizar-se a menos de 100.000.000Km da Terra (com várias sondas automáticas já no terreno) e com naves tripuladas a serem já planeadas e direcionadas para Marte (com o objetivo da sua colonização), é natural que os especialistas na área se ponham desde já a pensar se podendo aproveitar-se positivamente de todos os poucos recursos visíveis e eventualmente diminutos oferecidos por este tão inóspito planeta (sem atmosfera protetora, nem fortes evidências de água), porque não tentar um Outro Mundo mais próximo (e mais distante no espaço) que possa disponibilizar água e talvez mesmo vida (mesmo que primitiva seja isso o que for). Um mundo como EUROPA satélite de JÚPITER e distando aproximadamente uns 800.000.000Km de distância da Terra.

 

Distância Terra/Europa ≈ 8 X Distância Terra/Marte ≈ 2000 X Distância Terra/Lua

 

E sabendo-se que a sonda automática NEW HORIZONS no seu caminho para o distante planeta anão PLUTÃO (que entretanto já ultrapassou) atingiu a nossa Lua em pouco mais de oito horas e trinta minutos, será fácil de concluir que numa nave semelhante mas agora tripulada pelo Homem, a mesma demoraria cerca de dois anos (isto se pensarmos numa trajetória ideal sem obstáculos e em linha reta) para atingir as vizinhanças do planeta Júpiter (o maior do Sistema Solar) e da sua prometedora lua Europa. Aí talvez se abrindo uma nova porta para o resto do espaço Prometido (e desde sempre desejado).

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:46
Terça-feira, 28 DE Junho DE 2016

JUNO

Júpiter a 4 de Julho

 

Com a chegada a JÚPITER marcada para a próxima 2ªfeira (e ao contrário das missões anteriores), a sonda JUNO aproximar-se-á do planeta pelo seu Polo Norte e não pelo seu Equador – o que segundo a NASA oferecerá uma nova perspetiva de todo o seu sistema planetário, contribuindo assim para uma sua melhor compreensão. Veremos. Pelo menos a jovem Juno irá fazer companhia à velha Galileu.

 

PIA20701.jpg

As luas Ganimedes, Calisto, Io, Europa e o planeta Júpiter

Ainda com Júpiter a quase 11.000.000Km de Juno – mais de 28X a distância Terra/Lua

(PIA 20701)

 

Na sua aproximação ao gigante gasoso do nosso Sistema Solar – o planeta JÚPITER – e quando já se encontrava a pouco menos de 11 milhões de Km da Terra (precisamente há uma semana atrás), a sonda da NASA lançada há quase 5 anos de Cabo Canaveral por um foguetão ATLAS V 551 em direção à região do Espaço rodeando esse planeta (onde o circundará numa órbita solar por um período de quase 2 anos findo o qual mergulhará no planeta sendo destruída), oferece-nos agora uma das primeiras imagens da última parte da sua grande viagem (de quase 600/1000 milhões de Km – distância variável): enviada por um veículo – a sonda JUNO – deslocando-se através do Espaço utilizando como fonte de energia a nossa estrela de referência o SOL e tendo prevista a chegada ao destino da sua missão o dia da Independência dos EUA – 4 de Julho (na próxima 2ªfeira). A segunda sonda a ser enviada com êxito em direção ao planeta Júpiter, tendo como sua antecedente ainda no ativo a sonda GALILEU (em missão nas imediações do planeta desde fins de 1977) – mundialmente conhecida como tendo sido testemunha direta de um grande Evento Cósmico regional, a colisão do cometa SHOEMAKER-LEVY 9 (sua fragmentação e destruição) com o gigante gasoso Júpiter.

 

[Nota: continuando ainda por explicar a toda a opinião pública a baixa qualidade de muitas das imagens disponibilizadas pela NASA]

 

(imagem: photojournal.jpl.nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:56
Quinta-feira, 16 DE Junho DE 2016

Leito Oceânico de Marte

“Nada impede que num planeta onde no passado já possa ter existido vida (nesse caso visível por estar à superfície), a mesma ainda aí permaneça como vestígio (de uma antiga civilização extinta ou que tenha entretanto partido) ou então esteja apenas escondida dos olhos indesejados dos outros (por ser invisível e subterrânea).”

 

Numa aventura iniciada na Terra em finais de Novembro de 2011 na estação da força aérea norte-americana localizada em Cabo Canaveral (e continuada a partir do início do mês de Agosto de 2012 já na superfície marciana), o veículo motorizado transportado pela sonda CURIOSITY na sua viagem entre o planeta Terra e planeta Marte (de momento no seu 1371º dia de permanência no planeta), acaba de nos enviar mais uma imagem da superfície desse planeta situado a mais de 220 milhões de quilómetros do SOL.

 

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MARTE – CURIOSITY ROVER – Sol 1371

 

Registada pelas câmaras instaladas no ROVER da sonda CURIOSITY no passado dia 15 (ontem), no 1371º dia marciano de estadia da CURIOSITY em Marte (um dia marciano é ligeiramente superior ao dia terrestre tendo quase 24,7 horas). E apresentando-nos mais uma vez um cenário da superfície marciana seca, desértica e aparentemente sem vida, não nos impedindo no entanto com um pouco mais de atenção e poder de observação, compreensão e memória (tudo incluído no nosso edifício pessoal e cultural), de descobrir vestígios em Marte para nós tão familiares na Terra.

 

Pelo que é cada vez mais convincente a teoria de que Marte há muitos biliões de anos atrás teria possuído um vasto oceano cobrindo uma parte apreciável da sua superfície sólida (em extensão menor que os existentes na Terra), estando provavelmente rodeado por uma camada atmosférica e até podendo conter vida – qualquer tipo de organismo por mais primitivo que fosse. Bastando olhar para a imagem anterior para logo concluirmos estarmos a ver e em presença de um leito de um oceano (com rochas, pedrinhas e areia) há muito desaparecido: como se estivéssemos na Terra, mas já sem um pingo de água – queimada, ressequida por vezes parecendo mesmo calcinada.

 

Sendo por este motivo (e por muitos outros mais):

 

Incompreensível que a partir do final de 1972 com a última missão do programa Apollo a aterrar na Lua (Apollo 17) – dando origem mais tarde e com o fim em do programa Apollo (em 1975) ao aparecimento dos Vaivéns Espaciais (em 1981) – o homem tenha abandonado os voos tripulados (com exceção dos Vaivéns e da ISS – com a montagem desta última iniciada em 1985), transformando-os em meros brinquedos (no entanto extraordinários) teleguiados de casa (como um DRONE). Como se a presença da espécie (no momento da descoberta e da conquista) não fosse essencial (para a nossa sobrevivência como espécie): sendo o movimento (como nómadas aventureiros) um parâmetro universal;

 

Incompreensível que a maior potência a nível terrestre possuindo a maior Máquina Tecnológica de Guerra e de Dominação a nível global (os EUA), se dê ao luxo de abandonar esta área de tecnologia revolucionária e de ponta, que tantas vantagens científicas e geoestratégicas tem dado a este estado, sobre todos os outros estados existentes à face da Terra. Mais rigorosamente IMPOSSÍVEL (em vez de incompreensível). Por esse motivo sendo (à falta de uma melhor e mais credível opção) um dos muitos apoiantes da tese também já subscrita por muitos (afinal de contas os voos tripulados em direção ao Espaço Exterior à Terra já foram interrompidos há quase 44 anos) de que se a NASA/Civil estagnou (morreu ou está moribunda) outra NASA/Militar renasceu (da inicial) e a substitui – certamente mais forte e poderosa e chegando até onde, hoje nenhum de nós ainda chegou (quanto muito em imaginação);

 

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Filme/The Martian – Realizador/Ridley Scott – Autor/Drew Goddard

 

Compreensível (absolutamente e até em termos de investimento) que a iniciativa privada face às muitas solicitações civis e sobretudo militares vindas do setor público se prontifique a colaborar, ainda-por-cima com o Estado por trás e com promessas de garantias económicas e financeiras. Substituindo o Estado na Inovação (e no Investimento) e no mundo Empresarial (recuperando a vantagem do desenvolvimento Industrial). Com alguns como ELON MUSK a “lançarem-se para o Espaço”, em naves tripuladas, à conquista de outros planetas e de outros territórios: a colonizar, a habitar e a explorar. Num projeto já há muito iniciado com o lançamento e consolidação da sua empresa SPACE X (empresa de transporte espacial fundada há 14 anos), já hoje apetrechada com os seus foguetões reutilizáveis FALCON e com a sua nave espacial DRAGON capaz de abastecer em plena órbita a Estação Espacial Internacional/ISS (desde meados de 2012), para numa evolução consistente e ambiciosa e num futuro já muito próximo, concretizar o seu sonho há muito enunciado: a colonização do planeta Marte.

 

"There’s a window that could be opened for a long time or a short time where we have an opportunity to establish a self-sustaining base on Mars before something happens to drive the technology level on Earth below where it’s possible." (Elon Musk)

 

Apesar de continuar por explicar o definitivo abandono da Lua – pelo público e pelo privado. Para qualquer um de nós um verdadeiro Espanto (muito mais do que Mistério) – nem que fosse utilizada (a Lua) para a exploração mineral. A uma distância insignificante (inferior a 400.000Km) e com baixos custos de exploração (e até servindo para poupar o ambiente já poluído da Terra).

 

(imagem: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:45

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