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Quarta-feira, 13 DE Dezembro DE 2017

Donald Trump Oficializa a Promessa

Pela Lua e por Marte

(só faltando o dinheiro talvez lá para 2019)

 

SigningOfSpaceDirective.jpg

Assinando a SPACE POLICY DIRECTIVE 1

 

Exatamente 45 anos depois sobre a última vez que o HOMEM (um norte-americano) colocou a sua bota sobre a superfície da LUA (em 1972), o Presidente Donald Trump na presença de um dos astronautas (Jack Schmidt) da missão Apollo 17 (a última com alunagem), vem agora confirmar a aprovação da sua recomendação (de Outubro) tornando-a assim oficial ‒ instruindo a NASA para se preparar (a curto-prazo) para enviar astronautas em direção à Lua para um pouco mais tarde se alargar o horizonte enviando astronautas para Marte (e a longo-prazo para Outros Mundos situados muito para Além do nosso). Retomando uma ideia de um dos seus antecessores na Presidência dos EUA o também Republicano George W. Bush ‒ que queria que o Homem regressasse à Lua e posteriormente se lançasse em direção a Marte (o que como sabemos não conseguiu) ‒ e assim invertendo o trajeto temporariamente assumido por Barack Obama (durante os seus dois mandatos como Presidente) cancelando o Programa e dando a prioridade a uma preparação para uma futura ida a Marte (sempre saindo mais barato pensar do que fazer) e à criação de um projeto sobre redireccionamento de asteroides (na altura na moda devido à problemática dos Impactos, mas apenas sendo interino e já tendo sido descontinuado pela nova Administração). E para que tal se concretize (efetivamente) depois de recomendado (em Outubro) e posteriormente oficializado (em Dezembro) é que no próximo orçamento tal venha refletido para o Novo Ano Fiscal ‒ de 2019 (algo que Donald Trump não verá enquanto for Presidente, por isso a sua insistência mesmo nesta ocasião na criação de mais postos de trabalho/no sector): aí veremos se muito (SIM) ou pouco (NÃO).

 

(imagem: room.eu.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:25
Terça-feira, 12 DE Dezembro DE 2017

Radioatividade em Júpiter

New Radiation Zones on Jupiter

(Photojournal/11.12.2017)

 

PIA22179.jpg

Novas Zonas Radioativas em Júpiter

(PIA 22179)

 

No novo esquema/gráfico editado (em 11 de Dezembro de 2017) pelos cientistas da NASA responsáveis pela missão da sonda JUNO ao distante (em Novembro deste ano encontrando-se a 960 milhões de Km da Terra) planeta JÚPITER (o maior planeta do nosso Sistema Planetário), os mesmos descobriram uma nova zona radioativa rodeando o Gigante Gasoso (lá cabendo 1321 Terras) localizada perto do seu equador e mesmo por cima da sua camada atmosférica: na imagem anterior publicada no PHOTOJOURNAL (photojournal.jpl.nasa.gov) com essa ZONA RADIOATIVA a aparecer como a parte assinalada com uma cor azul-brilhante, rodeando a parte média do planeta Júpiter.

 

Com essa zona a ser identificada aproveitando a maior aproximação ao planeta JÚPITER levada a cabo pela sonda JUNO (passando num dos seus voos rasantes a apenas 3400Km do topo da camada de nuvens rodeando o planeta), descobrindo aquando dessa passagem algumas das caraterísticas responsáveis por esses efeitos (o aparecimento de uma zona de radiação azul-brilhante) sobre o seu equador: fazendo parte dessa Zona Radioativa (a azul-brilhante) IÕES energéticos de ENXOFRE, HIDROGÉNIO e OXIGÉNIO circulando no seu interior a uma velocidade perto dos 300.000Km/s (a velocidade da luz).

 

E com a explicação para todo este processo originando esta Zona Radiativa envolvendo a região média de Júpiter (sobre o seu equador), a ter segundo os cientistas como seus remetentes (destinatário Júpiter) as suas duas luas IO e EUROPA: “Juno scientists believe the particles creating this region of intense radiation are derived from energetic neutral atoms -- that is, fast-moving atoms without an electric charge -- coming from the tenuous gas around Jupiter's moons Io and Europa. The neutral atoms then become ions -- atoms with an electric charge -- as their electrons are stripped away by interaction with the planet's upper atmosphere.” (nasa.gov)

 

No seu Cinturão Radioativo (e na presença do seu poderoso campo magnético aqui representado por linhas meio azuladas) mesmo nos seus pontos mais extremos (afastados do planeta) detetando-se ainda a presença dessas partículas de alta-energia os iões ‒ anteriormente pensando tratar-se de eletrões deslocando-se perto da velocidade da luznão sendo (no entanto) ainda muito bem compreendido (pelos cientistas) a origem dessas partículas (e o seu mecanismo de formação): podendo ser inerente ao interior (constituição) do próprio planeta (Júpiter), à influência das suas luas (como Io e Europa) ou então a influência externa (intrusiva) por exemplo exercida pelos Raios Cósmicos e pelo conjunto de todo o Sistema Sola.

 

Imaginando (por fazer parte da Realidade) … Num Futuro (em princípio) ainda longínquo e com a Terra já no seu declínio final (com a estrela a crescer e a engolir o planeta) ‒ para lá da Cintura de Asteroides e a mais de 1000 milhões de Km do SOL ‒ com um Novo Mundo (tendo evoluído e atingindo o seu estado final) pronto para tudo e preparado para nos receber.

 

(a partir de imagem/dados fornecidos por: photojournal.jpl.nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:03
Quarta-feira, 29 DE Novembro DE 2017

O Exoplaneta Wasp-18b

As Coisas (sujeitos e objetos) podem ser mais Interessantes do que Imaginamos ‒ e o que interessa é tentar percebê-las e depois (sabiamente) saber ligá-las.

 

Ilustração de um PLANETA (em princípio real por aparentemente observado) localizado para lá do SISTEMA SOLAR (ao qual a Terra pertence) a cerca de 325 anos-luz de distância (1 ano-luz = 9.461.000.000.000Km) ‒ e como tal designado como um EXOPLANETA de nome WASP-18b. Utilizando para a sua elaboração dois telescópios da NASA: SPITZER e HUBBLE.

 

PIA22087.jpg

O exoplaneta WASP-18B orbitando a sua estrela WASP

(constelação PHOENIX)

 

Segundo os seus descobridores sendo um planeta de MASSA 10 X superior à de JÚPITER (por sinal o maior planeta do Sistema Solar) e orbitando a sua ESTRELA em 23 HORAS (menos 1 hora do que a Terra demora para fazer a sua rotação completa): um planeta GIGANTE com a sua estratosfera carregada de CO₂ mas sem vestígios de H₂O.

 

Num Futuro ainda distante (talvez mais de 500.000 anos) e devido à sua aproximação à Estrela (tendo-se formado longe dela e levado em direção à mesma) indo colidir com a mesma (neste momento encontra-se a 3 milhões de Km) acabando por desaparecer (no interior de uma estrela com talvez 1bilhão de anos).

 

Um planeta orbitando a sua estrela a 3 milhões Km de distância (e a diminuir) quando por exemplo Mercúrio orbita o Sol a uma distância média de 58 milhões de Km.

 

Deixando-nos intrigados sobre o que poderá ter despertado o interesse e a curiosidade destes investigadores (certamente astrónomos utilizando potentes telescópios para observarem as profundezas do Cosmos) ao debruçarem-se sobre um planeta como WASP-18b, s/água, s/oxigénio, tão perto da sua estrela (daí chamarem-lhe o Júpiter-quente) e com o seu destino já há muito traçado.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:51
Sexta-feira, 17 DE Novembro DE 2017

Sismo M7.3 (no Irão)

“The outer rigid surface of the Earth is divided into chunks known as tectonic plates. These plates move around at the rate of a few centimeters per year – by coincidence, the same rate at which your fingernails grow. The Arabian Peninsula and Iran are on separate adjacent plates in this region.”

(theconversation.com/16.11.2017)

 

Com esta imagem relativa ao sismo ocorrido a 12 de Novembro (deste ano) na zona de fronteira entre o Iraque e o Irão (perto da cidade iraquiana de Halabjha localizada a nordeste de Bagdade) ‒ registada a 8 de Setembro deste mesmo ano pela agência espacial norte-americana NASA (satélite EOS/instrumento ASTER) ‒ pode-se ver o local do epicentro deste sismo devastador de M7.3 (indicado com uma estrela amarela).

 

PIA22112.jpg

1

PIA 22112

Iran-Iraq Border Quake Region Imaged by NASA Satellite

 

Um sismo sentido no Iraque e no Irão e noutros países (mais ou menos) próximos (como o Kuwait, a Turquia e Israel), provocando enorme destruição (como danos materiais em casas, edifícios e outras infraestruturas) e entre 500/600 vítimas mortais (sobretudo na zona indicada a amarelo) ‒ segundo os especialistas ocorrendo num local já com um passado histórico de sismos violentos e particularmente mortais (e localizado nas imediações dos limites da Placa Tectónica Arábia e Euroasiática).

 

Iran-Iraq Earthquake Kills More Than 500

(nytimes.com)

 

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2

Cidade iraniana de Pol-e-Zahab uma das mais atingidas

(pelo sismo M7.3 de 12 de Novembro)

 

Finalmente com a imagem (produzida pela JPL) a indicar-nos, a Vermelho-Vivo locais de campos e de culturas (terrenos agrícolas), a Vermelho-Pálido encostas de montes cobertas de arbustos e de árvores, a Cinzento-Escuro áreas recentemente queimadas e a Cinza/Acastanhado diferentes tipos de rochas. Utilizando assim o satélite EOS e o instrumento (ótico) ASTER não só para o estudo destes fenómenos sismológicos (associados à deslocação das Placas Tectónicas) como igualmente para observar a deslocação dos glaciares (avanços e recuos), a atividade vulcânica, culturas e colheitas (agrícolas) e muitos outros parâmetros influenciando o Ambiente e todo o nosso Ecossistema (terrestre) ‒ segundo o artigo da NASA.

 

[Um sismo M7.3 com o número de vítimas mortais a caminharem rapidamente para as 600, talvez com uns 10.000 feridos e ainda uns 100.000 desalojados (agora sem casa).]

 

(imagens: (1) + legenda/dados/nasa.gov (2) nytimes.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:12
Domingo, 17 DE Setembro DE 2017

Stereo

[Não sendo um planeta nem sendo uma anomalia técnica, podendo ser muito bem apenas mais uma projeção (do Sol, acidental e por defeito técnico, introduzido pelo Homem ou pelo seu Criador).]

 

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 1

Localização de Stereo A e de Stereo B

(dessa forma observando toda a superfície do Sol)

 

“Theoretical physicists and astrophysicists, investigating irregularities in the cosmic microwave background (the 'afterglow' of the Big Bang) have found there is substantial evidence supporting a holographic explanation of the universe.”

(phys.org)

Para quem se entretém a ver as imagens oriundas do Espaço (exterior à Terra) e transportadas até nós por sondas e satélites, uma das imagens mais curiosas recentemente editadas pela NASA (através do seu Centro de Ciência Stereo/SSC) refere-se a um dos seus dois satélites STEREO (Stereo Ahead HI1) e a imagens registadas a 6 de Setembro deste ano (de 2017).

 

Podendo-se observar uma imagem (de uma sequência onde surge um corpo estranho), a anterior e a seguinte (da mesma sequência onde nada de estranho aparece) ‒ como a seguir se pode confirmar:

 

De 2 a 5 com o Sol localizado à esquerda

 

S1.jpgS2.jpg

 2/3

Stereo Ahead HI1 - 06.09.2017 - 15:29:01/20:09:01

 

A major X-class solar flare erupted from geoeffective Active Region 2673 peaking as X9.3 at 12:02 UTC on September 6, 2017. This is the second X-class solar flare of the day. It comes just hours after a long-duration X2.2 at 09:33 UTC. It is also the strongest solar flare of the current solar cycle (Solar Cycle 24). Radio signatures suggest a strong Coronal Mass Ejection (CME) was produced during this event. The location of this region favors Earth-directed CMEs.” (TW/watchers.news/06.09.2017)

 

S3.jpgS4.jpg

 4/5

Stereo Ahead HI1 - 07.09.2017 - 14:49:01/15:29:01

 

Com estas 4 imagens de uma longa sequência (aqui registadas num intervalo de tempo de 24 horas) a proporcionar-nos imagens intermitentes neste já apreciável período de tempo (da mais pura anomalia), umas com a presença do corpo (estranho), outras sem a presença do mesmo (aparecendo/desaparecendo):

 

Em sites como o ufosightingshotspot.blogspot.pt (e outros interessados no tema como Streetcap 1) propondo-nos (estes) a teoria de que estaríamos em presença de uma possível falha na projeção holográfica (libertando uma réplica mas deslocada no tempo e no espaço) em que vivemos e no qual fomos (um dia) inseridos;

 

Já no caso das versões mais credíveis e facilmente aceites pelas autoridades cientificas oficiais (como será certamente o caso da agência governamental NASA e da maioria dos responsáveis eruditos e até leigos autodidatas) não passando o estranho fenómeno de um mau funcionamento do sistema do satélite STEREO (A), talvez devido a uma sobrecarga motivada pelo forte atividade solar registada desde o início do mês (de Setembro) na superfície do Sol (introduzindo uma imagem ‒ claramente que a do sol ‒ de tanto em tanto tempo).

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:02
Sábado, 26 DE Agosto DE 2017

O Eclipse, a NASA, o Sol e outra Coisa

Desde que o Homem abandonou a ideia das viagens espaciais tripuladas (a caminho dos 50 anos) limitamo-nos a ver o que as sondas automáticas nos enviam e o que os seus dados nos transmitem: e sem aí estarmos presentes (mais além) limitamo-nos a deduzir e daí a imaginar. E ao experimentar porque não conspirar?

 

soho lasco c2 nasa sun images (2).jpg

 Imagem editada a 23 de Agosto ‒ à esquerda

Posteriormente retocada e publicada a 25 de Agosto ‒ à direita

(Soho/LascoC2/23.08.2017)

 

Na sequência do Grande Eclipse Total do Sol de raiz exclusiva Norte-Americana (por unicamente visível nos EUA) ocorrido em 21 de Agosto de 2017 (passada segunda-feira) ‒ abrangendo toda uma faixa de mais de uma centena de quilómetros de largura estendendo-se da costa do Pacífico à costa do Atlântico ‒ alguns observadores deste tipo de fenómenos (envolvendo diretamente a dupla Sol/Terra) particularmente interessados na atividade da nossa estrela (o Sol), da sua relação com o nosso planeta (a Terra) e da sua interligação com todo o seu sistema planetário (Sistema Solar), não só se prepararam antecipadamente para acompanharem dentro das suas possibilidades tal Evento (com óculos e telescópios especiais ou servindo-se da transmissão ao vivo da NASA), como o fizeram com toda a disciplina e atenção, aproveitando tudo o que aquele momento (pouco mais de dois minutos) lhes poderia proporcionar e nunca o abandonando depois (continuando a observar a atividade solar, no corpo antes desaparecido por uma curta intromissão lunar).

 

Durante a duração do Eclipse Norte-Americano e enquanto todos os presentes no solo registavam o súbito escurecer e a descida nas temperaturas, lá bem em cima no céu e atingindo o fenómeno o seu máximo (Eclipse Total do Sol), descortinando-se de imediato na superfície do Sol (coroa solar) extrema atividade, com três áreas em erupção intensa ejetando chamas solares para o Espaço (circundante) exterior: três ejeções de massa solar resultantes de explosões a decorrer na superfície da estrela (o Sol), se dirigidas para a Terra e mesmo com a Lua em interposição (momentânea devido ao Eclipse) acabando por nos atingir, mas neste caso passando muito provavelmente ao lado. No entanto com o Sol ainda bastante ativo apesar de eventualmente e segundo os cientistas estar a caminho de um mínimo no seu ciclo solar (de momento com duas manchas solares a destacarem-se a AR 2671 e a AR 2672, ambas beta/gama e podendo provocar chamas solares da classe M). Agora aparentemente mais tranquilo (nunca se sabe) mas decorrido o eclipse e face a outros fenómenos paralelos (talvez por adicionados e com um outro objetivo), colocando outras interrogações importantes na sequência do Evento (visto por uma parte ínfima dos cerca de 7 biliões): falando-se desde outro planeta à presença de matéria-negra (se não fossem muitos Conspiradores há muito que teríamos morrido, perdidos o Sonho e a Esperança).

 

E como no Hemisfério Norte tanto na América do Norte como na Europa decorre a estação do Verão, dada a Estação Idiota e a semiconsciência pronta a tudo aceitar e oferecer, nada melhor do que ao beber, intoxicar e socializar e com todo este calor a asfixiar pondo-nos a imaginar e a delirar (num passo para o outro lado), aproveitando os gases no ar e a condição propícia para flutuar (sem máscaras nem compromissos), tudo tolerar, tudo interiorizar e tudo digerir, para no fim compreender, delas tirando algo (com qualquer valor lógico) que não apenas aproveitar (ter lucro ou prejuízo mas em sua vez experimentar). No dia 23 de Agosto de 2017 (dois dias após o eclipse) com a NASA a fazer mais uma das suas, agora com o seu telescópio de observação solar Soho Lasco C2. Na realidade com as primeiras imagens a serem disponibilizadas pela Soho/Lasco C2 (apresentando um inexplicável lapso de horas no registo desse período de tempo) a mostrarem-nos mais de um quadrante do Espaço rodeando o Sol em completa escuridão (aqui e ali com uma estrela ou um planeta presente) ‒ inicialmente falando-se da presença nessa área escura de um planeta desconhecido posteriormente falando-se da presença de matéria-negra (numa explicação inserida no mundo das teorias da conspiração) ‒ para dias depois e refeitos os registos a mesma área nos aparecer toda preenchida (aliás tal como as outras) e segundo um cenário normalizado (por comum). Deixando de lado a origem da notícia (ufosightingshotspot.blogspot.pt) ficando-se por conhecer qual as verdadeiras e as falsas (imagens): as primeiras ou as segundas (por acaso e no respetivo dia vi ambas publicadas na NASA).

 

(imagem: ufosightingshotspot.blogspot.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:39
Sexta-feira, 31 DE Março DE 2017

Alienas de Marte Via NASA

Hoje (dia 30 de Março de 2017) a NASA presenteia-nos com uma imagem já com mais de oito anos (8 de Janeiro de 2009) de uma zona localizada junto a uma cratera não identificada do planeta Marte (hemisfério sul).

 

PIA21574 b.jpg

Marte

(PIA 21574)

 

Numa imagem recolhida pela sonda MRO utilizando o seu instrumento HiRISE e com as lentes das suas câmaras focando um depósito de material bem visível sobre a superfície marciana: como se pode constatar pelo tom amarelado.

 

Deixando-os intrigados com a presença de material mais claro e brilhante na sequência desses depósitos à superfície, espalhando-se a partir desse local através de estreitas e contínuas depressões existentes no terreno.

 

Se estivéssemos com os nossos olhos fixos num cenário de paisagem terrestre, certamente se podendo sugerir estarmos presente um local de possível extração mineral (à superfície ou subterrânea), com o seu ponto central e rotas de escoamento.

 

PIA21574 C.jpg

 

Mas como estamos em Marte e os únicos movimentos até agora detetados e erosivos só podendo ser atribuídos a fenómenos atmosféricos também presentes neste planeta (como será o caso da ação dos ventos – os Dust Devils), sendo tudo e logicamente de origem natural.

 

Um planeta há biliões de anos sujeito a algum tipo de cataclismo verdadeiramente avassalador, que segundo os cientistas terá destruído toda a atmosfera então envolvendo Marte, feito desaparecer um grande oceano cobrindo uma parte apreciável do planeta e a partir daí muito provavelmente destruindo e calcinando todos os vestígios de vida nesse passado extremamente remoto tendo grandes probabilidades de existir.

 

Hoje sem denotar a presença de qualquer tipo de organismo por mais primitivo ou estranho que seja (alienígena), apresentando-nos um planeta seco e calcinado como se tivesse sido literalmente varrido por um fogo Mortal mas vindo dos Céus. Sem vida nem presenças.

 

PIA21574.jpg

 

E no entanto no empolgamento da descoberta e na procura cega e imediata de respostas inequívocas nem sequer nos informando e assim esclarecendo sobre a presença de outras formas estranhas e deslocadas sobre a superfície deste Mundo distante (morto e como tal não diverso mesmo em forma).

 

Como o da presença de diversos elementos estranhos todos com a mesma estrutura, forma, cor e brilho sobre a superfície de Marte (na imagem inicial com um aparecendo no canto inferior esquerdo), sugerindo serem externos ao sistema e como tal e para o mesmo de origem alienígena: como se estivéssemos perante uma exploração mineira, com o artefacto aí inserido a ser apenas um habitáculo (fixo) ou um veículo de transporte (móvel) – talvez mesmo um disco-voador.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:10
Sábado, 25 DE Março DE 2017

A vez de Marte para Trump?

NASA Transition Authorization Act

 

snapshot DT NASA.jpg

Momento da assinatura contando com a presença de Trump, Cruz e Rubio

(entre outros)

 

Num momento em que o apelo da NASA e o chamamento dos privados parece começar finalmente a ser ouvido (falta saber a favor de quem) – veja-se a movimentação de dois dos mais interessados no orçamento destinado à NASA, um o senador Ted Cruz pelo Texas e o outro o senador Marco Rubio pela Flórida (por sinal dois estados-base da empresa Space-X) – os olhos do mundo voltam-se de novo em direção ao Espaço, observando outra vez a Lua e desejando agora ir até Marte.

 

Trump signs NASA funding bill, sets goal of human on Mars.

(Jordan Fabian – The Hill)

 

Na passada 3ªfeira dia 21 ao ler um dos títulos do jornal online The Hill fiquei a pensar no que estaria a pensar o presidente norte-americano Donald Trump ao autorizar os fundos orçamentais do seu Governo destinados à NASA para o ano de 2018: num total de 19.5 biliões de dólares e num acréscimo de 0.4 biliões ao inicialmente previsto.

 

No momento da cerimónia da assinatura da referida autorização orçamental com o Presidente dos EUA a estar ladeado por dois senadores Republicanos, sendo nada mais nada menos que dois dos seus maiores adversários da ainda recente corrida presidencial os senadores Ted Cruz (Texas) e Marco Rubio (Flórida).

 

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SPACE-X

 

The bill’s authors and sponsors – including Sens. Ted Cruz, R-Texas, and Marco Rubio, R-Fla. – were in attendance in the Oval Office for the signing.

(Jordan Fabian – The Hill)

 

O primeiro dos senadores sendo o autor da proposta, o segundo o seu patrocinador e o presidente o responsável pela assinatura de confirmação. Num financiamento governamental atribuído à Agência Espacial Norte-Americana e com o Presidente a pedir como contrapartida para o mesmo (e para os seguintes) o envio de humanos ao planeta Marte.

 

Para tirar dúvidas, dada a ambição do projeto e dado as três individualidades envolvidas, indo de imediato à procura dos orçamentos da NASA para verificar a sua evolução – e a real intenção destes três envolvidos no programa espacial norte-americano: quando já no passado outro político dessa nação falara no Espaço e na sua intenção de colocar um Homem na Lua.

 

The law provides the space agency with 19.5 billion in funding for fiscal year 2018, while requesting that the agency come up with a plan to send a crewed mission to Mars in the 2030s.

(Jordan Fabian – The Hill)

 

Num momento da História da Conquista do Espaço onde tudo parece suspenso, com o Homem após pisar um outro mundo a ignorá-lo virando-lhe as costas (limitando-se à permanência num habitáculo localizado a 400Km), enviando drones pelo Espaço e substituindo-nos indevidamente e renunciando entregando aos privados o sonho que deveria ser de todos.

 

Com o orçamento oferecido por este triunvirato à NASA para o ano de 2018 a não ser mais do que uma cópia de todos aqueles que se repetem desde há mais de 50 anos: com o maior orçamento em termos comparativos com os custos atuais a ser o do distante ano de 1966 (quase 2.5 X o presente) e desde o ano de 1998 nunca ultrapassando os 20 biliões (de dólares).

 

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VIRGIN GALACTIC

 

The legislation also asks NASA to develop ways to extend human presence, including potential human habitation on another celestial body and a thriving space economy in the 21st century.

(Jordan Fabian – The Hill)

 

Já lá indo portanto 19 anos desde que a NASA parou (gastando tudo nos Vaivém), entretendo-se a partir daí com a ISS e com aparelhos voadores teleguiados capazes de atingir grandes distâncias e dotados de imensos periféricos, um deles sendo o operador sentado numa cadeira tomando um café enquanto aprecia o Cosmos.

 

Com Bill Clinton, George W. Bush e Barack Obama (no poder como presidentes de 1993 a 2017) pela sua indiferença dedicada (estatuto) e irrelevância de impacto (político) – deixando unicamente a máquina a rolar – a poderem vir a ser considerados os últimos coveiros da NASA: restando ficar por saber se o próximo a salva ou lhe dá outra mocada para ver se ainda mexe.

 

The current funding legislation may wind up being a down payment on that future mission, if the technology can be developed to make it happen.

(Jordan Fabian – The Hill)

 

Na verdade tudo se resumindo a um fator comum a qualquer tipo de investimento que se pretenda seguro

 

Ou seja com um processo anterior já bem consolidado e oferecendo garantias inequívocas de crescimento

 

Só possível aproveitando todo o conhecimento, trabalho e investimento inicial feito pelo setor do Estado (público),

 

Utilizando como matriz o modelo e estrutura pré-existente, ou seja,

 

O caminho já desbravado, transformado, utilizado, ativo e como tal concessionado, pronto a ser utilizado e com poucos recursos adicionais até melhorado – apenas por replicação e tal como o fazem todas as crianças (imitando e repetindo).

 

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BLUE ORIGIN

 

While interstellar travel may not happen anytime soon, there is some push from an unlikely source to return to and colonize the moon first – from Amazon owner Jeff Bezos. He has been lobbying the Trump administration to begin unmanned cargo missions to the moon by 2020, with the goal of eventually constructing living quarters and sending humans there.

(Jordan Fabian – The Hill)

 

No caso dos EUA e à sua estratégia futura no que diz respeito à Conquista do Espaço (associada à obrigatória expansão dos seus territórios de intervenção, forçosamente tendo de se alargar para além do nosso conjunto restrito mas integrado e fazendo parte de algo maior naturalmente a ocupar – devido à nossa necessidade de evoluirmos e de nos expandirmos), agora com o novo Presidente tão próximo da iniciativa privada, a ser fortemente pressionado para dar mais voz ao setor: não só pela Space-X (de Elon Musk tendo como um dos objetivos maiores Marte), como pela Virgin Galactic (de Richard Branson com objetivos estritamente comerciais) e até pela Blue Origin (de Jeff Bezos tendo como um dos objetivos maiores a Lua). Pela antecedência e contratos (com a NASA) com a Space-X à frente.

 

Supporters of the project (Blue Origin) believe that a permanent moon settlement could facilitate additional space exploration and, eventually, additional colonization of our solar system. “I think that if you go to the moon first, and make the moon your home, then you can get to Mars more easily,” Bezos said.

(Jordan Fabian – The Hill)

 

E com o futuro da Exploração Espacial no que concerne aos Humanos a ser previsivelmente assumida pelos privados nos EUA (logicamente em estreita colaboração com a NASA de onde virão as justificações para a sua participação e financiamento governamental), provavelmente a serem logo seguidos pelos seus colegas da Europa (ESA), enquanto na Rússia e especialmente na China o estado continuará a ser o principal orientador e financiador (apesar de alguns privados/milionários já começarem a avançar).

 

Se tudo correr bem (para público e privado) com Jeff Bezos já em 2020 a levar de novo os Humanos até à Lua e a finalmente a aí instalar uma base, com Elon Musk pela mesma altura a iniciar a sua aventura até Marte terminando na sua colonização, com Richard Branson a inaugurar as suas carreiras turísticas em órbita da Terra ou levando-nos de visita até à Lua e lá mais para oriente com a Rússia aproveitando toda a sua tecnologia de ponta (especificamente a nível dos seus foguetões) e todas as suas eventuais parcerias (com o privado e mesmo com outros países como já o faz atualmente até com os EUA no que diz respeito com a ISS) para se intrometer e ser parte na questão.

 

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LONGA MARCHA 7

 

E com a China perto de alcançar os 1,5 biliões de pessoas (quase 20% da população mundial) e usufruindo dos seus imensos recursos económicos e financeiros atuais (num momento em que o resto do mundo vive em crise, ainda mais gravada pela indefinição nos EUA), a lançar-se definitivamente à conquista de territórios exteriores, lançando satélites, sondas em direção a Marte, construindo poderosos motores e na perspetiva de se lançar mais além e se tornar na outra grande potência, montando a sua própria estação e a partir daí lançando-se em direção ao Espaço – e logo ali com a Lua tão perto.

 

Segundo previsões dos cientistas e técnicos chineses com os mesmos a afirmarem estarem perto de concluir o novo foguetão Longa Marcha 7 (com a sua 1ªmissão já marcada para os fins de Abril), que proporcionará a capacidade de não só começar a trabalhar no transporte de carga para a montagem da estação espacial chinesa (por módulos e com o primeiro a já ter sido lançado), como através do transporte de uma nave espacial a ele acoplada, permitirá também o transporte de tripulação o desenvolvimento da estação e a sua preparação para missões mais distantes.

 

[Nota Final]

 

[Num momento em que a América continua a transmitir para o Mundo uma imagem de total desgoverno financeiro (não exclusivo da administração Trump mas de todas as Administrações Norte-Americanas Democratas ou Republicanas), por um lado não ultrapassando de novo a barreira dos 20 biliões para a Exploração Espacial e no entanto pedindo a Lua e até Marte (com astronautas integrando as missões), mas pelo outro lado e dispondo de um orçamento previsto de mais de 1 trilião para um período de 10 anos (para muitos uma brutalidade) desbaratando apenas dinheiro sob o pretexto Obamacare. Em concreto com os 20 milhões a arderem em lume brando e com os democratas e os republicanos a lutarem pela patente – Obamacare ou Trumpcare. Estaremos ainda saudáveis para podermos ainda pensar?]

 

(imagens: youtube/washingtonpost/space/spacex/spacenews/.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:32
Quinta-feira, 23 DE Março DE 2017

O Destino da Dragão

Na década que se inicia em 2020 uma nave espacial interplanetária partirá da Terra tendo como destino Marte e como objetivo a instalação nesse corpo celeste da primeira base terrestre exterior ao nosso planeta: daí partindo para a colonização de Marte e certamente para a sua posterior transformação num entreposto para o lançamento de outras missões tripuladas muito mais ousadas e profundas (mergulhando finalmente na imensidão do Espaço num misto de Aventura, Mistério e Descoberta do desconhecido). O que todos desejamos (mesmo que inconscientemente e para não nos sentirmos mortos) para a nossa Vida.

 

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A nave Dragão entrando na atmosfera de Marte

 

A 1014 dias do início de 2020 (ano marcado pela empresa SPACE-X para se lançar definitivamente em direção ao planeta MARTE), a empresa de ELON MUSK atualmente colaborando com a Estação Espacial Internacional (ISS) – e com a NASA – no transporte de carga para o satélite em órbita da Terra (a cerca de 400Km) – com os russos através da ROSCOSMOS a serem os responsáveis pelo transporte dos astronautas – acaba de apresentar publicamente o trabalho que tem desenvolvido (conjuntamente com a NASA) no sentido de se encontrar o melhor local para se concretizar a aterragem da primeira nave DRAGÃO sobre a superfície marciana: um Evento Histórico e que segundo os objetivos da SPACE-X iniciará a colonização do Planeta Vermelho. Num projeto sofrendo um atraso de 2 anos em relação ao ano previsto para o lançamento da nave (2018), mas que num esforço conjunto privados/estado possibilitou para já a descoberta de 4 locais possíveis: Deuteronilus Mensae, Phlegra Montes, Utipia Planitia e Arcadia Planitia.

 

Para a concretização final da escolha sobre qual será o primeiro local de aterragem da nave Dragão (em Marte) – o ponto fulcral da missão e onde tudo se iniciará e a partir daí se expandirá – tendo sempre presente como parâmetros obrigatoriamente a respeitar e a determinar (a decisão final), unicamente três fatores (no entanto e muito provavelmente extremamente difícil de encontrar):

Localizar-se perto do equador marciano para uma utilização máxima da energia solar;

Localizar-se perto de grandes quantidades de gelo de modo a partir dele se obter água;

Localizar-se num local situado a baixa altitude para se usufruir de melhores condições térmicas.

Curiosamente com os quatro locais possíveis a estarem todos localizados no hemisfério Norte de Marte e a 40⁰ do seu equador.

 

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Localização de Arcadia Planitia

 

Segundo os cientistas:

Com a região de Deuteronilus Mensae (um conjunto de terras altas e planícies polvilhada de crateras) a apresentar evidências da possível presença de gelo à superfície de Marte;

Com a região de Phlegra Montes (um conjunto de montanhas com mais de 1300Km de extensão rodeada de elevações, depressões e bacias) provavelmente originada pelo movimento de placas tectónicas (não de origem vulcânica) podendo também conter alguma quantidade de água mas subterrânea (talvez em depósitos a 20m da superfície);

Com a Utopia Planitia (o local onde a sonda Viking tocou a superfície de Marte há mais de 40 anos) a ser também um sítio prometedor para a existência de água, sendo a maior bacia de impacto conhecida em todo o Sistema Solar e segundo a NASA com grandes depósitos de gelo subterrâneo;

E finalmente com Arcadia Planitia uma região de Marte a nível topográfico com um desnivelamento mais suave e equilibrado, sendo o resultado de um terreno onde há muitos anos no passado da história geológica do planeta já poderá ter circulado lava (em terrenos próximos de zonas onde terá existido atividade glacial), sugerindo a forte possibilidade da existência de gelo (ainda hoje) mas subterrâneo.

 

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O terreno suave e menos rochoso de Arcadia Planitia

 

E das 4 regiões selecionadas pelos técnicos e cientistas da NASA/SPACE-X e aqui resumidamente apresentadas, sendo para já a preferida e para onde parece apontar a nave DRAGÃO a ARCADIA PLANITIA:

A única destas 4 regiões apresentando um terreno menos rochoso, mais suave e naturalmente de mais fácil exploração e prospeção (de água subterrânea), além de mais acessível à instalação da primeira base no planeta.

 

Futuramente e após a chegada da primeira nave Dragão com os voos a serem repetidos periodicamente a cada 2 anos (tempo que Marte demora a atingir de novo o seu ponto mais próximo da Terra), reabastecendo a base de material e pessoal num tempo de viagem de menos que 3 meses e a partir daí seguindo-se para a expansão da base inicial formando uma colónia e mais tarde transformando-a num entreposto para outras viagens e explorações (interplanetárias e intergalácticas).

 

(dados recolhidos de: Evan Gough/universetoday.com – imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:22
Segunda-feira, 13 DE Março DE 2017

Trappist-1

Mãe compra-me um Lego mas que seja da NASA.

E já que lá vais um rolo de papel de parede.

(sem gozo e dito por um jovem cientista)

 

Quando o negócio está parado uma das soluções para o manter vivo – tentando que amanhã alguém, ainda o possa ressuscitar – é fazer referência e constante publicidade ao produto. Não sendo pois de admirar que à falta de melhor (e para nos ir entretendo), a NASA por um lado proponha a ideia do cidadão-cientista e o proponha para papel de parede (PIA 21385 – Jupiter Wallpaper – photojournal.jpl.nasa.gov), enquanto por outro lado e sempre com a mesma ideia nos ponha a ver quadrados cintilando num ecrã como num jogo de computador – podendo-se passar à prática com simples peças de Lego.

 

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O Sistema Trappist-1 como visto pela NASA

Numa viagem de cerca de 370.000.000.000.000Km

Uma imagem é o reflexo de um objeto (uma estrutura)

E não um compromisso (de construção) com alguns dos (seus) dados recebidos

 

Com a Humanidade presa à possibilidade de existir no Universo Infinito que nos envolve algo de vivo e no mínimo de semelhante ao Homem (nem que seja em último caso algum tipo de organismo demonstrando alguma iniciativa ou movimento), é natural que perante as notícias sucessivas que nos vão chegando sobre a descoberta de outros planetas localizadas em regiões habitáveis rodeando uma determinada estrela, nos acabemos por convencer que tal facto ocorreu mesmo (a descoberta de outros planetas como a Terra) e desse modo que qualquer imagem que nos seja proporcionada e dado ao nosso prazer e usufruto (mesmo que nos faça lembrar uma simples construção infantil) só possa ser mesmo realidade.

 

E assim juntando-nos ao coro daqueles indiferentes que apesar de não verem acreditam no que os outros dizem ver (uns 7 biliões), somos agora esmagados com as primeiras imagens (reais) vindas de um desses mundos potencialmente semelhantes ao nosso (ainda-por-cima certificados pela NASA), numa montagem animada baseada em dados reais recolhidos a partir do sistema planetário Trappist-1 (utilizando o telescópio Kepler) tendo como objetivo mostrar-nos a região ocupada pela estre-anã centro desse Sistema: não nos mostrando especificamente nenhum desses planetas (tal é impossível de se concretizar pelo menos para já e unicamente com o instrumento ótico utilizado), mas por outro lado deixando a nossa imaginação funcionar face às manchas apresentadas (com a sua óbvia mensagem subliminar – existem mais como nós), construindo-se a partir daí uma realidade (organizada e até geométrica) mesmo que parecendo um Lego.

 

(imagem: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:53

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