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Quinta-feira, 11 DE Maio DE 2017

A Nebulosa do Caranguejo

Há mais de 3000 anos o Céu era diferente.”

 

Uma bela imagem da Nebulosa do Caranguejo (nem todo o Espaço é negro e vazio), resultado da junção de dados recolhidos por cinco postos diferentes de observação ‒ os telescópios: VLA (frequências de rádio), Spitzer (raios infravermelhos), Hubble (raios visíveis), XMM-Newton (raios ultravioletas) e Chandra-X (raios-x).

 

PIA21474.jpg

Nebulosa do Caranguejo

 

In the summer of the year 1054 AD, Chinese astronomers saw a new "guest star," that appeared six times brighter than Venus.

 

So bright in fact, it could be seen during the daytime for several months.

 

This "guest star" was forgotten about until 700 years later with the advent of telescopes.

 

Astronomers saw a tentacle-like nebula in the place of the vanished star and called it the Crab Nebula.

 

Today we know it as the expanding gaseous remnant from a star that self-detonated as a supernova, briefly shining as brightly as 400 million suns.

 

The explosion took place 6,500 light-years away.

 

If the blast had instead happened 50 light-years away it would have irradiated Earth, wiping out most life forms.

 

In the late 1960s astronomers discovered the crushed heart of the doomed star, an ultra-dense neutron star that is a dynamo of intense magnetic field and radiation energizing the nebula.

 

Astronomers therefore need to study the Crab Nebula across a broad range of electromagnetic radiation, from X-rays to radio waves.

               

(dados/texto em inglês/imagem: photojournal.jpl.nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:39
Sábado, 23 DE Abril DE 2016

A Nebulosa da Aranha

Uma das partes da Nebulosa da Aranha e da Mosca

 

PIA20357.jpg

As pernas da Aranha

Observação realizada a infravermelhos

PIA 20357

 

Numa belíssima imagem a infravermelhos da “Nebulosa da ARANHA” (uma das partes da “Nebulosa da Aranha e da Mosca”) obtida a partir do Telescópio Espacial SPITZER – já que a mesma é impossível de ser observada a olho nu – a NASA oferece-nos um retrato de parte do outro lado da galáxia a que pertencemos (a VIA LÁTEA), do lado oposto e a cerca de 10.000 anos-luz de distância da TERRA.

 

Localizando-se na constelação de AURIGA, uma zona do Espaço polvilhada por agrupamentos de estrelas jovens como as que surgem à direita da imagem (um cluster denominado STOCK 8), que com a sua forte luz iluminam uma enorme extensão dessa nebulosa carregada de nuvens de poeiras, desvendando atrás delas como se estas quisessem permanecer escondidas, mais outra multidão de estrelas também brilhantes e jovens.

 

Tal como os jovens estudantes que escolheram esta nebulosa como seu objeto de estudo (contando naturalmente com a preciosa colaboração de professores e de cientistas).

 

(imagem: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:36
Domingo, 15 DE Maio DE 2011

O Céu Está Cheio De Estrelas

Os Vivos e a Beleza da Natureza Morta

 

Ao olharmos para o céu, estamos a ver o que já não existe, mas a sua presença e significado é tão forte, que não resistimos e continuamos a olhar.

 

É como uma imagem reflectida no espelho, mas sem a presença redutora, da Bruxa Má da nossa infância.

 

Ou será que também aqui o espelho é apenas um simples e normal vidro de uma porta ou janela, pintada por alguém, para não compreendermos o significado do Universo e pensarmos que ele é apenas, uma realidade criada à nossa imagem?

 

Cluster M5

 

Este cluster composto por milhões de estrelas e situado na Via Láctea, foi formado há mais de doze biliões de anos.

 

Lagoon nebula

 

Esta nebulosa está situada na constelação Sagitários, sendo constituída por densas nuvens de poeiras e de gases, local de nascimento de estrelas de baixa e média massa estelar.

 

 (Fotos National Geographic)

 

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:24

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