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Sexta-feira, 11 DE Agosto DE 2017

Nuvens em Marte

“The Hubble Space Telescope and spacecraft orbiting Mars have observed a band of clouds to appear near the Martian equator around the time of the Martian year when the planet is farthest from the Sun. With a more elliptical orbit than Earth's, Mars experiences more annual variation than Earth in its distance from the Sun. The most distant point in an orbit around the Sun is called the aphelion. The near-equatorial Martian cloud pattern observed at that time of year is called the "aphelion cloud belt." These new images from Curiosity were taken about two months before aphelion, but the morning clouds observed may be an early stage of the aphelion cloud belt.” (nasa.gov)

 

PIA21841.jpg

Nuvens circulando no céu de Marte

(PIA 21841)

 

Como se tal fosse necessário ou relevante (ou não fosse Marte um corpo celeste da família da Terra e integrando o Sistema Solar) vem agora uma das câmaras instalada num dos veículos motorizados circulando sobre a superfície marciana (o Rover da sonda Curiosity) oferecer-nos mais uma imagem deste planeta vizinho (Marte) mas agora apontando a sua objetiva para o alto: apresentando-nos novamente e de uma forma talvez definitiva (sobretudo para os mais céticos ou 100% cegos) a prova da presença de uma camada envolvendo o planeta a que aqui (na Terra) chamaríamos de atmosfera.

 

No caso do planeta Marte e do aparecimento deste conjunto de nuvens (bem visíveis) atravessando o céu marciano (registadas a 17 de Julho deste ano no 1.758º dia da estadia da Curiosity no planeta) com o fenómeno atmosférico aí observado a fazer lembrar o aparecimento das nuvens cirrus (no planeta Terra), aqui como lá com as mesmas a serem compostas por cristais de gelo e deslocando-se por ação dos ventos (e da ação de outros parâmetros climáticos): sugerindo-nos a formação (dessas partículas constituintes das nuvens) através da utilização de processos de agregação desses cristais com a leve e fina poeira aí suspensa e circulando em altitude.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:10
Quinta-feira, 16 DE Março DE 2017

BLUE JET

Os Jatos Azuis são um fenómeno atmosférico envolvendo descargas atmosféricas verticais e ascendentes, entre nuvens intensamente carregadas e situadas a grandes altitudes: como se a Terra disparasse em direção aos Céus.

 

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Brasil – Paraíba – Campina Grande

(13.03.2017)

 

Numa manifestação atmosférica possível de ser vista a partir do interior do nosso ecossistema assim como de locais próximos do mesmo (a Terra) – e visível a partir da Estação Espacial Internacional orbitando o nosso planeta a uma distância próxima dos 400Km – podemos observar um fenómeno atmosférico causado pela presença de várias camadas de ar movimentando-se com diferentes cargas e intensidades elétricas (alta altitude), que quando circulando sobre zonas sob grandes tempestades (média/baixa altitude) e atingindo com os seus efeitos a superfície terrestre (relâmpagos e trovoadas), provocam o aparecimento num reduzido período de tempo de uma violenta descarga elétrica entre as camadas alta e média/baixa da atmosfera: um fenómeno com a sua ocorrência concentrada entre a parte mais alta da troposfera e a ionosfera, originado nas descargas entre nuvens com diferentes cargas e intensidades (como nos relâmpagos que tantas vezes observamos entre nuvens e o solo). Como o serão os fenómenos atmosféricos conhecidos como Elves, Sprites e Blue Jets.

 

No caso dos Blue Jets com os mesmos a serem produzidos por descargas entre nuvens em movimento situadas até altitudes de cerca de 50Km (alguns atingindo apenas metade dessa altitude), num jato ascendente, de curta duração e emitindo uma cor brilhante e caraterística destas descargas atmosféricas – o azul. Neste caso aqui retratado com o registo a ter sido feito no estado de Paraíba no Brasil na segunda-feira dia 13 de Março de 2017. Para sites como [ufosightingshotspot.blogspot.pt] um episódio já conhecido nos almanaques dos fenómenos atmosféricos terrestres e segundo esse aspeto sendo normal a sua ocorrência, mas por outro lado (o que torna esta extensão do nosso pensamento e da realidade que o mesmo transporta deveras fascinante, por libertar a nossa imaginação para outros planos mais fechados da realidade) pelo crescimento do seu aparecimento em lugares onde nunca tinha sido observado e pela falta de informação sobre o mesmo, poderá sempre levantar suspeitas de atrás deste fenómeno poder estar outro caso ou até um grande problema: como resultado das Alterações Climáticas (aquecimento global), de algum tipo de manipulação regional/global por parte do Homem (artificial e atmosférica) ou até por intervenção exterior (extraterrestre).

 

(imagem: bramonmeteor.org/ ufosightingshotspot.blogspot.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:51
Terça-feira, 06 DE Dezembro DE 2016

Water-UFO of Wales

“A maioria do que vem à rede é peixe – e o peixe é um fenómeno natural”

 

Até prova em contrário todos os fenómenos a que assistimos (por mais incompreensíveis que sejam para nós) terão sempre uma explicação lógica e natural (tal como sempre nos ensinaram).

 

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País de Gales

Uma Nuvem de denso nevoeiro que uns dizem em forma de UFO

 

A Natureza tem destas coisas: aproveitando o estado de alerta meteorológico lançado pelas autoridades para todo o Reino Unido – dadas as correntes de ar frio que têm atravessado o país, atirando as temperaturas para os 4⁰C abaixo de zero – a mesma Natureza decidiu presentear algumas testemunhas residentes no norte do País de Gales, oferecendo-lhes de uma forma inesperada e surpreendente um “fenómeno inacreditável e parecendo formar sobre o solo uma cúpula perfeita”.

 

Num registo de 2 de Novembro de 2016, fotografado perto da localidade de Tremeirchion (País de Gales) e tendo como testemunha uma moradora local Hannah Blandford. Tal como ela tão bem descreve, com um objeto em forma de cúpula como que assente sobre o solo e passados alguns minutos com a sua forma e contornos a desvanecerem-se até desaparecerem.

 

Para um leigo como eu e dadas as condições climatéricas adversas que se passavam na altura um pouco por todo o Reino Unido como naturalmente por aquela localidade, não passando de uma nuvem de baixa altitude tocando o solo e com a forma de uma semiesfera.

 

(imagem: daillymail.co.uk)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 08:32
Quarta-feira, 06 DE Abril DE 2016

Nuvens em Marte

“Tornou-se curioso ver Marte com nuvens (como se fosse uma miragem)

E transportarmo-nos para lá (como se tal fosse possível).”

 

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Região marciana localizada nos limites da cratera de Endeavour

(onde se tem movimentado o rover da sonda Opportunity desde Janeiro de 2004)

 

Enquanto na Terra os seus 7 biliões de habitantes continuam a sua luta interminável pela sobrevivência da sua própria espécie – já que uma minoria dessa espécie acha que a esmagadora maioria da restante só aqui está presente para degradar e acabar com o perfeito molde original do qual estes Auto Iluminados se proclamam descendentes – no Espaço ainda maioritariamente desconhecido que rodeia a nossa Terra, as sondas enviadas a partir do nosso planeta em direção ao misterioso mundo exterior começam agora a revelar-nos certos cenários que para muitos de nós constituem uma grande surpresa: seja porque nos contaram sempre algo de diferente ou de nebuloso que os factos hoje desmentem (convém sempre manter o povo dentro de uma certa ignorância para melhor o controlar e manipular), seja porque certos indícios que por vezes alguns nos proporcionam (inadvertidamente ou deliberadamente) mesmo sendo posteriormente desmentidos (ou reeditados) são persistentes, visíveis e indesmentíveis. Nunca esquecendo no entanto que em função de todas as ferramentas a que só essa minoria Iluminada tem acesso exclusivo, existirão sempre grupos intermédios que tudo farão para ocultar e defender o seu Chefe, a Estrutura e o seu Bem-Estar.

 

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Imagem obtida pelo rover Opportunity no topo da colina de Knudsen Ridge

(num cenário de um dia marciano e aparentemente com algumas nuvens visíveis no céu)

 

E assim chegamos ao distante planeta Marte. E a mais uma imagem enviada pelas câmaras da sonda norte-americana OPPORTUNITY (NAVCAM) no seu 4336º dia de estadia no Planeta Vermelho. Neste caso particular registada a sul de MARATHON VALLEY num dos limites da cratera ENDEAVOUR (na parte superior das encostas de KNUDSEN RIDGE). Num cenário bastante comum num planeta árido e desértico como Marte, sem vestígios confirmados e utilizáveis de água à sua superfície e segundo os nossos mais conceituados cientistas, com um ambiente exterior completamente incompatível com a presença do Homem no local. O que apesar de tudo e à partida não torna impossível a presença de vida neste planeta (muito provavelmente tendo existido há muitos biliões de anos atrás na cronologia desconhecido da História de Marte), se pensarmos que nos ambientes mais extremos e terríveis existentes no planeta Terra, muitos organismos resistem e acabam por se adaptar. Em último caso com os terrestres a reintroduzirem a Vida em Marte (em experiências levadas a cabo em ambientes fechados e utilizando solo semelhante ao proporcionado atualmente pelo planeta Marte, já foi possível confirmar a adaptação e crescimento de alguns tipos de plantas sustentadas pelos minerais aí existentes – falta a água) e a assumirem finalmente o seu próximo destino (o Espaço) e a colonização do antes misterioso Planeta Vermelho.

 

E com um céu tão brilhante e familiar a todos nós (os terrestres) também aparecendo na dita imagem, apresentando (tal e qual) a aparência daquele céu que todos os dias observamos na Terra, como que suspenso sobre as nossas cabeças e muitas vezes com algumas Nuvens. Podendo ser verdadeiras ou um simples erro de edição – se existem ventos porque não a existência de nuvens (constituídas por pequenas e leves partículas, de meras poeiras suspensas)! Sim ou não ou outra coisa qualquer.

 

(imagens: nasa.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:09
Sábado, 16 DE Janeiro DE 2016

Mais Uma Razão Para Não Andar De Avião

Como se já não bastasse podermos morrer ao viajarmos de avião (se avariarem no ar não existem paraquedas), só faltava mesmo podermos chocar em pleno voo com uma pessoa ou com uma cidade: nunca eu imaginei podermos morrer assim!

 

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Figura Humana

 

Segundo um dos passageiros de um dos voos da companhia EASY-JET realizado recentemente entre a Áustria e a Republica da Irlanda (Nick O'Donoghue por coincidência um profissional na área da informática/software), quando o seu avião já se encontrava a percorrer o sector do trajeto entre Londres e Cork e olhando casualmente pela janela, ele foi surpreendido por um cenário no mínimo extraordinário: caminhando sobre as nuvens e a cerca de 10.000m de altitude ele afirma ter visto e registado na sua câmara o que parecia ser uma figura com forma humana. Uma informação que entrando rapidamente (e também por mera coincidência) na também extraordinária e incontrolável autoestrada da Web (qualquer operador competente pode-a transformar no veículo de transporte de tudo aquilo que quiser) logo foi readaptada e sucessivamente replicada. E assim a partir de imagens de uma simples sombra deslocando-se sobre o topo das nuvens e tiradas no regresso dumas férias fantásticas compartilhadas com os seus colegas praticando ski nas montanhas austríacas, se conseguiu atingir o máximo que se poderia desejar para a concretização profissional e integral de uma verdadeira viagem turística (mesmo sendo pretensamente um momento de lazer, cobrada): de uma sombra passando-se a uma figura, talvez um robot de forma humana e parente do Homem-de-Aço ou do Homem-Michelin – e desse modo eternizando-se (no tempo só deles) e talvez ficando famosos (no espaço só dos outros). Mas se fosse eu a ver talvez também acreditasse: como assim não é todos os dias que se tem a notícia de que um passageiro de um avião viajando a 10km de altitude viu passar um tipo à frente da sua janela, passeando-se tranquilamente a pé sobre as nuvens como se o fizesse lá em baixo (em terra).

 

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Cidade Flutuante

 

Prefiro no entanto a história oriunda da China onde em dois grandes centros urbanos milhares de pessoas espantadas por tal extraordinária visão afirmam ter avistado surgindo entre as nuvens do céu uma Cidade Flutuante: talvez a confirmação da existência de Mundos Paralelos (e das suas inevitáveis manifestações noutros mundos). Provavelmente tanto num caso como no outro (Figura Humana e Cidade Flutuante) tratando-se apenas de ilusões de ótica – imagens provocadas pela deslocação de diversas camadas atmosféricas aí presentes e devido a diferentes pressões e temperaturas (versão científica e erudita). Mas sabe-se lá talvez não (versão não científica e leiga).

 

Pessoalmente já estive perante fenómenos que considero semelhantes. E até hoje não encontrei em nenhum desses fenómenos (temporários) nada de anormal ou de extraordinário (apenas fenómenos de reflexão e de refração).

 

(dados e imagens: tirados como não poderia deixar do britânico Daily Mail)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:19
Sábado, 21 DE Março DE 2015

A Atmosfera de Marte

“NASA’s MAVEN space probe, which is orbiting Mars and studying its atmosphere, has uncovered two separate new mysteries in the Martian atmosphere. It detected a strange high-altitude dust cloud (it extends from 150km above the planet’s surface to 300km) —the origin of which is unknown—as well as a dazzling aurora light show (similar to Earth’s northern lights) that’s much lower in the atmosphere than scientists anticipated (the electrons producing it must be really energetic).” (Adam Epstein – qz.com)

 

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As Nuvens de Marte

 

Em todos os casos existirão sempre pistas (escondidas).
Basta seguirem os trilhos (visíveis).

 

Ao observarem as imagens que todos os dias nos chegam da superfície do distante planeta Marte (actualmente a cerca de 100.000.000km da Terra), nunca tiveram um dia que fosse um desejo inesperado de pararem um pouco e confirmarem a veracidade das imagens das quais (desfrutando de todo o prazer de conhecer) estavam a usufruir?

 

Nunca se esqueçam que sondas como a SPIRIT e a OPPORTUNITY (e como consequência como a CURIOSITY) estavam projectadas para após a sua aterragem no solo marciano terem um período de vida máximo de cerca de 90 dias. No entanto e que se saiba enquanto que a sonda SPIRIT deixou entretanto de transmitir, a outra sonda OPPORTUNITY e passados 11 anos sobre a sua chegada ainda continua bem activa e a enviar-nos imagens.

 

Para os cientistas que projectaram esta missão e reflectiram sobre o período máximo de actividade das mesmas em ambiente marciano uma impossibilidade! Uma situação que para qualquer um de nós cria uma situação bastante embaraçosa: como pudemos ser tão estúpidos para não nos apercebermos que em função das condições extremas existentes à superfície de Marte (forte radioactividade, temperaturas elevadas, poeiras em suspensão), os veículos e particularmente os seus painéis solares que os faziam funcionar, ainda pudessem trabalhar não meses mas anos depois? Pela sua parte a sonda CURIOSITY já se encontra no planeta há pelo menos 3 anos e apesar de um recente problema num dos seus braços, lá continua alegremente o seu passeio marciano. Espectacular!

 

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As Auroras de Marte

 

Imediatamente nos surgem duas explicações (até para não nos sentirmos tão estúpidos): 1 - Tal como os teóricos da conspiração afirmavam os norte-americanos nunca tinham ido à Lua, o escudo protector/radioactivo de VAN ALLEN era inultrapassável e o Universo era uma tela de projecção. A NASA seria no fundo uma prostituta de luxo ao serviço de toda a indústria militar norte-americana e de uns quantos proeminentes alienígenas; o que víamos (subliminarmente e sem consciência desse facto) era apenas uma colaboração graciosamente prestada por residentes de Marte aos seus amigos da Terra (fossem indígenas ou colonos – existem outras formas de lá chegar), de modo a estes terem sempre os seus instrumentos limpos e usufruírem de um bom sinal de recepção; ou seja um embuste para clientes já alienados e com grande capacidade de absorção ou uma mera confissão de pecado e comprovativa de não existência (de substância);
2 – Ou em alternativa real uma deficiência de transmissão entre o operador e o utilizador.

 

Mas mais uma vez desmentidas por factos (científicos) e imediatamente aceites sem discussão (alternativas): ao contrário do que muitos afirmavam (alguém no local limparia os instrumentos) a manutenção diária da sonda CURIOSITY e do seu veículo motorizado seria realizado pelas forças presentes e actuando actualmente em Marte (electromagnéticas), as quais limpariam os instrumentos e os manteriam em funcionamento. E todo esse mecanismo era de fácil entendimento: com uma diminuta actividade magnética, com a não existência de atmosfera e com a forte possibilidade de através de forças eléctricas em presença (de origem electrostática e fundamentada no atrito) deslocarem material, era possível que a poeira simplesmente se erguesse e dirigindo-se para o exterior fizesse a sua função de limpeza e de verdadeiro aspirador.

 

Nesse sentido poderemos continuar a consultar com alguma confiança os sites da NASA. Teremos no entanto que compreender que, venham de onde vierem todas estas sensações que consecutivamente nos afectam os órgãos dos sentidos, elas representarão sempre uma parte da nossa realidade e se quisermos sobreviver de uma forma ou da outra teremos que a compreender, aceitar e se necessário modificar. Eles limitar-se-ão a manipular.

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:00
Quarta-feira, 25 DE Fevereiro DE 2015

A Não Atmosfera da Lua

Afinal de contas a Lua tem ou não tem atmosfera? Mas o que é isso de atmosfera?
“Atmosfera é o nome dado à camada gasosa que envolve os planetas.” (infoescola.com)

 

mystery_clouds_mars.jpg

E foram os astrónomos amadores
(os primeiros a falarem nas nuvens da Lua)

 

Face a todos os conhecimentos anteriormente adquiridos e certificados (através de informações transmitidas por individualidades cientificas mundialmente reconhecidas), astrónomos amadores um pouco por todo o mundo manifestaram o seu espanto ao verificarem numa observação realizada há já quase três anos, o aparecimento de nuvens a grande altitude sobre a superfície da Lua.

 

O interessante neste fenómeno atmosférico é que ele tinha uma duração limitada em torno das dez horas, entrando em modo de inactividade durante o período da noite e podendo regressar de novo como se fosse repetir um ciclo: que neste caso terá durado mais de uma semana. Com nuvens a estenderem-se por quase 1.000Km de extensão sobre a superfície do nosso único satélite natural e atingindo altitudes na ordem dos 250Km.

 

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Temperaturas no pólo sul da Lua
(em graus Kelvin)

 

Mas afinal de contas o que sabemos nós sobre a Lua? Por exemplo sobre um dos parâmetros mais importantes para a nossa sobrevivência, como o é o da variável ambiental designada como temperatura? Até pela circulação que poderemos imaginar existir, entre as diferentes camadas da atmosfera da Lua. Que se saiba a amplitude térmica é elevadíssima, calculada entre a mais alta temperatura registada de dia à sua superfície na ordem dos 120°C (positivos) e a mais baixa registada de noite por volta dos 150°C (negativos).

 

Mas também como não apresenta atmosfera, a Lua não guarda nem perde energia (por aí). Por isso se suspeite que nalguns nichos mais escondidos como os das regiões polares, em crateras sombrias e protegidas, se possam encontrar grandes depósitos de água (registando-se aí temperaturas de quase -250°C). Apesar de tardia a informação oficial acabou por chegar via nature.com: “An extremely high-altitude plume seen at Mars’ morning terminator.”

 

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Temperatura da atmosfera da Lua
(e de condensação da água e de dióxido de carbono)

 

Apesar de tudo o que foi escrito anteriormente sobre a Lua no fundo ela até que poderá apresentar uma atmosfera própria (assim o desejemos e imaginemos), contrariando assim todas as indicações e constatações que sucessivamente nos chegam do nosso satélite natural, apontando em sentido oposto ao por nós desejado e definitivamente concluindo pela não existência da mesma (atmosfera): na Lua o único mecanismo de transferência de energia far-se-á exclusivamente ao nível do solo, com o material constituindo a sua superfície a receber directamente o efeito dos raios solares e a reflecti-los (devolvê-los) de imediato para o espaço exterior (cerca de 90% deles) – e como não existe atmosfera a melhor forma de medir temperaturas só ao nível do solo. Mas no entanto se imaginarmos que as nuvens observadas sobre a nossa Lua atingindo as proporções que atingiram e a altitude que conseguiram, até nos fazem pensar se essa mesma atmosfera não existirá mesmo, a única dúvida que persistirá será a de saber o que será necessário para esta (atmosfera) assim se considerar, se até estas nuvens (tal como acontece na Terra) são condicionadas na sua formação e movimentação pela acção de campos magnéticos (na Lua curiosamente mais apelidadas de anomalias magnéticas).

 

Uma Lua que pelos vistos também poderá apresentar durante as grandes tempestades e a altitudes elevadas nuvens formadas por cristais de dióxido de carbono e de água gelados (mais leves e podendo atingir os 100Km) e ainda outras nuvens compostas por poeiras oriundas da sua superfície (mais pesadas e podendo atingir os 60Km). E que como na Terra poderão dar origem às conhecidas auroras, neste caso observadas até 130Km de altitude!

 

(consulta e imagens: ufosightingshotspot.blogspot.pt/space.com/nature.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:43
Domingo, 03 DE Abril DE 2011

Nuvens

Caraíbas – Ilhas Salomão – Rochas Cogumelos

 

As nuvens de algodão navegam os céus azuis-violetas, integradas numa grande armada guerreira, partindo para uma batalha longínqua.

 

Conjunto de barcos de porte, dispersos pelo oceano calmo e flutuante e guiados por deuses imponentes, de rocha bem vincada e elevada.

 

Foto – National Geographic

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:27

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