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Domingo, 27 DE Novembro DE 2016

Açores

O continente perdido da Atlântida (tal como poderia ser hoje a Austrália) seria na realidade (segundo uma das muitas versões) uma ilha localizada sobre a dorsal do oceano Atlântico (cobrindo uma região entre os Acores, Madeira, Canárias e Cabo Verde) destruída há milhares de anos por movimentos violentos da crosta terrestre (além de erupções e tsunamis) e acabando por se afundar e desaparecer sob as águas do Atlântico. Aproximando em tempos distantes os dois continentes (América e África) tal como as Pirâmides o comprovam (americanas e egípcias).

 

O OVNI

 

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Objeto voador não identificado de forma cilíndrica e semelhante a um cigarro, sobrevoando em 2013 a Lagoa das Sete Cidades onde no passado se terá situado a cratera de um vulcão entretanto extinto

(localizada na ilha açoriana de São Miguel)

 

Contando como muitos outros territórios deste nosso planeta com a presença de múltiplas testemunhas locais afirmando terem estado em presença de Objetos de origem desconhecida (ou seja exteriores à Terra ou quando muito oriundos do seu interior), também Portugal e neste caso particular o distante arquipélago dos Açores é palco deste tipo de avistamentos sugerindo-nos a existência de Outros Mundos (que não o nosso): como o parece comprovar o caso ocorrido há aproximadamente três anos (2013) sobre os céus da ilha de S. Miguel na região da lagoa das Sete Cidades quando um fotógrafo local numa iniciativa de promoção do turismo nesta ilha não só apanhou numa das suas fotos um casal de turistas e o extraordinário ambiente natural que os envolvia (o seu único objetivo) como ao observá-las com mais atenção e cuidado se viu perante uma presença inesperada de um objeto voador claramente deslocado de cenário (não se tendo conhecimento da existência deste tipo de objetos de origem terrestre) – registado como o caso MUFON nº 80589 (A Mutual UFO Network ou MUFON é uma das maiores e mais antigas organizações investigativas dos Estados Unidos, sobre a questão dos UFO ou objetos voadores não identificados – wikipedia.org).

 

Um caso ocorrido na maior ilha portuguesa e na maior do arquipélago dos Açores (além de ser a mais populosa ilha açoriana) localizada a mais de 1600Km do continente e sendo na sua formação de origem vulcânica (como o comprovam os acontecimentos vulcanológicos dos Capelinhos/Faial em 1958 com o vulcão permanecendo ativo mais de um ano e mais recentemente os eventos sismológicos de 1998 de novo no Faial com um terramoto de magnitude 5.9). E nas lendas dos Açores como explicação para a sua existência no meio do oceano Atlântico, associando-a à Atlântida e às narrativas de Platão: colocando-a bem à frente das Portas de Hércules (uma a norte em Gibraltar e outra a sul em Ceuta), fechando o mar Mediterrâneo (na antiguidade com a região hoje ocupando essa imensa extensão de água salgada, a comportar um vale bastante fértil e vulcanicamente muito ativo) e na região onde hoje encontramos o estreito de Gibraltar (antes com a Europa e a África unidas não permitindo a entrada das águas do oceano Atlântico). Podendo-se ainda hoje numa interessante visita pelo passado histórico desta região (separando a Europa de África pelo estreito de Gibraltar) visitar as Grutas de Hércules e as ruínas de Volubilis: com o primeiro destino turístico a ficar a poucos quilómetros de Tanger e do Cabo Espartel (eventualmente tendo aí pernoitado o herói grego Hercules antes da concretização de mais uma das suas viagens e trabalhos) apresentando-nos numa das suas aberturas para o mar o que seria por essa altura o Mapa de África e com o segundo destino turístico inscrito como Património Mundial da UNESCO há já vinte anos e com as suas primeiras bases fundadoras a recuarem mais de 2000 anos, a proporcionar-nos uma visão da antiga cidade de Volubilis através da observação das suas ruínas arqueológicas (localizadas numa planície tendo atingido o seu apogeu aquando do domínio do Imperio Romano).

1269.jpg

Banco D. João de Castro

(localizado entre as ilhas da Terceira e de São Miguel e domicílio de um dos grandes vulcões submarinos dos Açores) onde se afirma existir uma pirâmide (estilo egípcio-americano) debaixo das águas do oceano Atlântico

 

No caso concreto do objeto voador não identificado detetado no ano de 2013 a sobrevoar a Lagoa das Sete Cidades na ilha açoriana de São Miguel com o respetivo objeto a apresentar uma forma cilíndrica (tipo cigarro), pairando momentaneamente no ar (por alguns segundos) e subitamente desaparecendo no céu a incrível velocidade (com acelerações e movimentos ainda não acessíveis para nós). Um arquipélago plantado em pleno oceano Atlântico, onde os registos dos últimos fenómenos sísmicos se limitam a pequenos abalos de magnitude 3.4 (máximo) e onde a nível vulcanológico se conhece a existência de 26 vulcões ativos (ou conjunto de vulcões) 1/3 deles submarinos. E uma ilha do grupo Oriental localizada sobre a microplaca dos Açores (de forma triangular), com a mesma (placa) apresentando profundidades irregulares (na ordem dos 2000 metros), intensa sismicidade (por constante) e muitos vulcões (submarinos e ativos).

 

A PIRÂMIDE

 

Em mais um ponto do globo terrestre onde se afirma por testemunho experimental (para adensar ainda mais o mistério que rodeia este provável herdeiro do desaparecido continente da Atlântida, o arquipélago vulcânico dos Açores) ter-se descoberto mais uma Pirâmide mas aqui submersa: “Foi descoberta uma pirâmide submersa com 60 metros de altura e 8 mil metros quadrados de base perto do Banco D. João de Castro, entre as ilhas Terceira e São Miguel - A estrutura foi identificada pelo velejador Diocleciano Silva, através de leitura batimétrica. O autor da descoberta não acredita que a pirâmide seja de origem natural.” (rtp.pt)

 

“Na sequência da solicitação do Governo Regional dos Açores, o Instituto Hidrográfico (IH) realizou uma análise aos dados existentes relativos à área onde foi reportada uma pirâmide submarina. Nos dados de profundidade do levantamento hidrográfico, realizado em 2009, não é possível confirmar a existência de tal figura geométrica, com a forma e dimensão divulgada, registando-se apenas uma elevação submarina, semelhante a outras elevações detetadas no Banco D. João de Castro. Nos modelos batimétricos gerados a partir dos dados existentes no IH, não é visível qualquer estrutura com a profundidade mínima de 40 metros, registando-se nessa posição profundidades da ordem dos 540 metros.” (hidrografico.pt)

 

(imagens: ufosightingshotspot.blogspot.pt e hidrografico.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:35
Quarta-feira, 24 DE Fevereiro DE 2016

OVNI

Imagem de um disco voador observado na região de Las Vegas (Novo México). Trata-se de um registo real e fidedigno revelado por um meteorologista da estação norte-americana KOB-TV (Jorge Torres) a partir de fotos enviadas por espetadores para a referida estação. Como se pode verificar trata-se de um enorme objeto voador não identificado (ou OVNI) voando a baixíssima altitude e quase tocando o solo. Não é percetível no entanto a presença de seres extraterrestres (não se vêm portas nem janelas). Nem terrestres por sinal – terão sido já abduzidos?

 

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Mas tal como sempre acontece na Natureza existe sempre uma explicação para os fenómenos que ela nos apresenta, muitas dessas vezes sendo a opção mais simples a única e a correta. No caso anterior e como afirma o chefe meteorologista (norte-americano) da estação KOB-TV, tratando-se apenas de “nuvens lenticulares ou de uma nuvem prateleira”. Mas não deixando de acrescentar que em muitos acontecimentos similares as nuvens poderão esconder (ou sinalizar) a presença de algo mais: para uns um OVNI para outros, um fenómeno atmosférico bizarro.

 

(imagem: Jorge Torres/twitter.com/@JorgeTWeather)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:00
Quinta-feira, 19 DE Março DE 2015

OVNI da NASA em MARTE

Muitas são as imagens que a NASA nos tem disponibilizado ao longo destes últimos anos de exploração espacial, mostrando-nos através das câmaras instaladas nas suas sondas e oriundas muitas das vezes de regiões bastante profundas do Sistema Solar, alguns dos segredos da região mais importante da Via Láctea: aquela onde vivemos.

 

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Superfície de Marte com suposto OVNI no canto superior direito
(CURIOSITY – SOL 927 – NAVCAM LEFT_B)

 

Mas fixemo-nos agora em Marte. Em distância e relativamente à nossa estrela o terceiro planeta do Sistema Solar, um dos nossos vizinhos (o outro é Vénus) e aquele que nos separa da Cintura de Asteróides. Um planeta onde em tempos (provavelmente bastante remotos) poderá ter existido um oceano e até formas (mesmo que rudimentares) de vida.

 

E se antes já se dizia que não existia vida em Marte (coitados dos marcianos), com a chegada das primeiras imagens do planeta vermelho, as restantes dúvidas dissiparam-se: um planeta seco e desértico, sem que se visse um só movimento, com uma atmosfera inexistente e em certas zonas aparentemente calcinado. Um mundo vazio.

 

Mas Marte ainda poderá ter (apesar de tudo parecer estar contra) um tipo qualquer de atmosfera. Caso contrário como se poderão explicar as nuvens de poeiras que aparecem a 300km da sua superfície ou a reacção da sua não existente atmosfera à passagem do cometa Siding Spring numa trajectória tangente à órbita de Marte.

 

Temos que compreender que quando um realizador de imagens edita o seu trabalho, as mesmas sofreram no seu processo tecnológico de construção (percurso habitual até serem visionadas), muitos e variados tratamentos e afunilamentos: chega-nos apenas uma ínfima parte dessas imagens, as mais limpas e as mais puras.

 

Quando algo passa por este filtro (de segurança e de protecção – de quem ou de quê?), desconfiamos e achamos estranho (pois não acreditamos em coincidências, sem ligações ao acaso), mas como estamos necessitados, acreditamos e engolimos. Sendo assim fácil aos falsificadores, fornecerem engodos a assalariados. Como nós (pagos ou não).

 

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Ampliação do suposto OVNI
(SOL 927)

 

No caso da sonda norte-americana Curiosity (enviada ao planeta Marte com o objectivo de estudar a formação e a constituição da sua superfície e a hipotética existência da atmosfera que a rodeia), a imagem que agora nos surge e da qual usufruímos compassadamente mas com extrema sofreguidão é no mínimo curiosa.

 

Estamos perante o registo de uma imagem no mínimo desenquadrada de todos os conhecimentos e respectivos cenários que até agora nos foram facultados e que ao contrário do que todas as afirmações até agora repetidamente afirmadas e confirmadas, nos indiciam a presença de objectos estranhos e não identificados.

 

Para qualquer especialista neste tipo de fenómenos que entretanto não tivesse escutado por parte das autoridades responsáveis (pela edição destas imagens oficiais) uma explicação que fosse minimamente credível e aceitável, a opção do mesmo seria mais que óbvia e sobretudo imediata: um artefacto daqueles seria um OVNI.

 

Reconheço que nas fotos que até agora nos foram disponibilizadas pela agência norte-americana NASA e oriundas das câmaras instaladas no veículo motorizado associado à referida sonda, muitas vezes se vêm manchas ou outras imperfeições: que sempre associamos a sujidade ou outras hipóteses racionais (ou imaginadas).

 

Mas no caso da imagem registada a partir da superfície de Marte no passado dia 16.03.2015 pelas 18:32:15 UTC (utilizando uma das câmaras do Rover Curiosity), o objecto que visualizamos é um pouco maior do que é habitual, não deixando na realidade de se assemelhar bastante (talvez só no nosso imaginário) a um disco voador.

 

(imagem – NASA)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:04
Sexta-feira, 13 DE Fevereiro DE 2015

Eu vi um OVNI – visão de um sexagenário

Que me lembre nunca vi um OVNI. Só em sonhos. A primeira coisa que mais se aproximou disso foi uma visão passageira de um voo aparentemente ligado ao programa Apollo (pelo menos era disso que os presentes falavam, referindo-se aos norte-americanos e à sua ida à Lua), que tantos anos passados (era novo e estava escuro) já não consigo precisar qual terá sido (mas certamente realizado antes dos anos setenta). Depois disso só quando se concretizou a previsão do presidente John F. Kennedy, proferida em 1961 perante o Congresso dos Estados Unidos da América e no qual ele afirmava:

 

"Eu acredito que esta nação deve comprometer-se em alcançar a meta, antes do final desta década, de pousar um homem na Lua e trazê-lo de volta à Terra em segurança".

 

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Neil Armstrong

 

Assim a 16 de Julho de 1969 pela madrugada fora e durante quase três horas duma emissão contínua jamais vista, pude assistir juntamente com muitos outros milhões de pessoas espalhadas por todo o mundo, no meu caso utilizando a televisão a preto e branco que se encontrava instalada na sala da habitação onde por essa altura residia, à histórica caminhada dos astronautas norte-americanos Edwin Aldrin e Neil Armstrong sobre a superfície da Lua. Num cenário entre o claro iluminado da Lua e o estranho escuro do Céu, duas pessoas como nós passeavam-se alegremente (como se ali estivéssemos e fossemos sempre crianças) sobre a superfície de um mundo extraterrestre, sabe-se lá talvez até habitado, dali enviando uma mensagem de esperança e também de certeza (da autoria de Armstrong):

 

"Este é um pequeno passo para um homem, um salto gigantesco para a humanidade".

 

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Marca deixada no solo lunar

 

Entretanto o programa Apollo foi encerrado após a missão Apollo17 realizada em finais de 1972. O que constituiu uma enorme decepção para todos aqueles que viam na Conquista do Espaço pelo Homem a grande bandeira para as novas gerações e um fortíssimo impulso tecnológico para toda a Humanidade. O verdadeiro motivo para tal decisão (interrupção), continua ainda hoje e para muitos (mesmo entre elementos da comunidade científica) envolvido num grande e incompreensível mistério, que nem o pretexto económico (veja-se o gasto brutal em armamento militar nunca utilizado e rapidamente tornado obsoleto como a bomba atómica e todo o equipamento a ela associado) pode alguma vez justificar. Até nos convidando a acreditar nas teorias que por essas alturas os conspiradores se apressam desde logo a delinear (os mesmos que transformaram a ida à Lua num mero cenário montado estilo Hollywood) e nas quais se falava entre outros assuntos (e explicações) de bases alienígenas, ameaças vindas dos mesmos e até da proibição de no futuro os terrestres lá porem os pés. E com outros a apresentarem explicações mais interessantes e credíveis, colocando o Homem na sua tarefa de animal curioso e colector (UFO Sightings Daily):

 

“On April of 2007, several videos apparently taken by NASA have emerged showing a city on the moon and a close up of an alien cigar shaped vessel in Deporte crater. These videos were from the Apollo 20 mission. Apollo 20 was a covert Apollo missions to the moon to retrieve ancient alien technology”.

 

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Edwin Aldrin

 

Nestes tempos de múltiplos conflitos e incertezas em que hoje vivemos, passados os gloriosos anos 70/80 em que tudo era possível e em que bastava acreditar para se ser e infelizmente ultrapassado o dia do ainda possível retorno ao trajecto inicial da humanidade (e que teve o seu anúncio com a queda do Muro de Berlim e a sua ultrapassagem com o acontecimento do 11 de Setembro), tudo está diferente neste mundo: não por sentirmos que esta era a transformação por que esperávamos e pela qual todo o nosso corpo ansiava e necessitava para continuar o seu processo natural de desenvolvimento e evolução, mas pelo contrário porque sentíamos que este não era o nosso caminho mas a rota definida por alguém que não nos representava. Dando preferência ao objecto e desprezando o sujeito. E se a minha esperança ainda residir nos extraterrestres, com a minha idade, bem que poderei esperar sentado. Quanto a OVNI’s ainda nada.

 

(texto: um sexagenário – imagens: Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:17
Segunda-feira, 02 DE Fevereiro DE 2015

Em MARTE eu vi um OVNI

SOL 882 – CURIOSITY ROVER
Mars Hand Lens Imager (MAHLI) – 2015-01-29
(mars.jpl.nasa.gov)

 

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OVNI em MARTE

 

Estava eu muito sossegado em minha casa a olhar para mais algumas imagens obtidas pelo ROVER CURIOSITY a partir da superfície do distante planeta Marte, quando numa das suas imagens associadas ao ficheiro SOL 882 avistei um objecto voador não identificado bem visível no céu do planeta vermelho.

 

O que significa que a ser verdade este avistamento improvável a explicação mais plausível para resolver este problema será o de considerar que se trata apenas de alguma poeira ou outro tipo de sujidade, que se terá indevidamente intrometido entre as lentes da câmara do ROVER CURIOSITY e o ambiente exterior marciano.

 

O que nunca nos impedirá de reflectir sobre esta imagem fornecida pela NASA e pensar (mais uma vez) se para além de nós não haverá em todo o Universo outras espécies inteligentes e organizadas. Se não fosse por mais nada até para compreendermos se uma espécie como a nossa não terá outras ligações ainda desconhecidas com o Espaço, anteriores ao nosso último ciclo conhecido o do início deste nosso desenvolvimento.

 

O OVNI detectado a sobrevoar a superfície de Marte pertencerá a um grupo particular de seres e entidades ocupando uma determinada base secreta localizada em instalações subterrâneas do planeta, existindo no entanto a dúvida (devido à distância a que a imagem foi captada) se estaremos em presença de uma nave estritamente alienígena ou de representantes de seres nossos iguais, aliados ou não a elementos estrangeiros.

 

Esta poderia ser uma interpretação idealizada por nós para a explicação do aparecimento de imagens como esta. Mas para já não o é – e a maioria acha que nunca o será. No entanto todos nós sonhamos nem um pouquinho que seja e mesmo aqueles que dizem que já não o fazem ou que nunca o terão feito, só o afirmam porque apesar de os viverem todos os dias, um segundo depois e por falta de tempo (tempo é dinheiro) já nem sequer se lembram dele.

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:17
Domingo, 11 DE Janeiro DE 2015

O Pai dos Visitantes do Espaço

A repetição da imagem pode dever-se (apenas) à existência de espelhos repercutindo pelo tempo e pelo espaço um mesmo objecto (de desejo) – seja real ou seja imaginário (se por acaso existe diferença).

 

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Imagem inicialmente transmitida pela ISS – Julho 2014
(com a transmissão a ser interrompida)

 

Esta imagem proveniente da ISS já tinha sido anteriormente assinalada (pelo menos) noutra transmissão ao vivo emitida a partir do espaço, apresentando-nos um objecto desconhecido com as mesmas dimensões, forma e aspecto exterior.

 

Desde o início que o objecto me fez lembrar um Vaivém da NASA, o que não me espantou nada apesar destes já terem passado à reforma.

 

Acredito que os Estados Unidos da América não resumem o seu programa espacial aos voos divulgados pela sua agência espacial (tipo voos civis), dirigindo a maior parte do seu investimento para a exploração espacial ao serviço das suas forças armadas (tipo voos militares).

 

É assim fácil de aceitar a coexistência de outros Vaivém (na concretização de missões e objectivos paralelos) e o seu aparecimento acidental em certas transmissões emitias ao vivo a partir da ISS (um dos problemas dos directos).

 

E porque não acreditarmos na existência de outras naves espaciais circulando por aí e com origem nas grandes potências do nosso globo terrestre (não nos limitando apenas aos EUA), na colaboração estratégica e secreta entre essas mesmas potências no encobrimento e descredibilização de factos testemunhados (mas indiscriminadamente omitidos por motivos que nos ultrapassam), ou até na possibilidade da concretização de viagens interplanetárias mais rápidas e seguras e capazes de transportarem equipamentos e humanos.

 

O primeiro passo para o início da verdadeira colonização do espaço (tendo na prossecução deste processo, a Lua como instrumento de iniciação) e para a conquista e conhecimento do planeta em tudo mais próximo de nós – Marte.

 

Uma coisa é certa: não existem coincidências!

 

(imagem – Web)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:16
Domingo, 11 DE Janeiro DE 2015

Visitantes do Espaço

Why can't hackers hack into NASA so they can't block the feed or cut off”?
(comentário pertinente de um leitor sobre a interrupção da transmissão)

 

UFO_23452543.JPG

O estranho objecto visto e registado por Tony Lundh
(antes da interrupção da emissão)

 

Um curioso dos fenómenos OVNI e espectador atento das emissões realizadas ao vivo a partir do espaço utilizando as câmaras instaladas na ISS, afirma que no decorrer do dia 6 de Janeiro deste ano a emissão foi inesperadamente interrompida, quando na imagem começava a aparecer um objecto estranho e de grandes dimensões.

 

O indivíduo (Tony Lundh) afirma que as imagens de arquivo foram posteriormente removidas por técnicos da NASA, não deixando no entanto de solicitar a quem as possa também ter visto que comunicasse com ele via thirdphaseofmoon.net. A ser verdade mais um caso estranho e curioso, registado e não comentado (pela NASA) por remoção.

 

(imagem – Web)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:43
Terça-feira, 06 DE Janeiro DE 2015

CILINDRO VOADOR

No passado dia 14 de Dezembro de 2014 um objecto voador não identificado (OVNI) foi observado a atravessar os céus do HAWAII (em pleno PACÍFICO Norte), mais precisamente na região do antigo vulcão (agora extinto) do monte MAUNA KEA.

 

ufo_object_hawaii_telescope.jpg

OVNI sobre o HAWAII
(imagem registada pelo CANADA-FRANCE-HAWAII TELESCOPE)

 

No cimo desse antigo vulcão e a cerca de 4.200 m de ALTITUDE estão instalados vários OBSERVATÓRIOS astronómicos: aproveitando a sua altitude e o facto de se situar acima do manto de nuvens que geralmente cobre a superfície terrestre, é possível ver perfeitamente a partir do topo do antigo vulcão a ATMOSFERA terrestre. E foi neste tranquilo cenário sobre as nuvens, que o observatório conjunto CANADÁ/FRANÇA/HAWAI registou numa das suas observações realizadas diariamente pelo seu telescópio, um OBJECTO CILÍNDRICO a atravessar todo o seu campo visual e deslocando-se a grande velocidade. O objecto cilíndrico era bastante extenso. O vídeo pode ser consultado através de CFHT-Cloudcam/Time-lapse movies (cfht.hawaii.edu/cloudcams).

 

(imagem – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:04
Sexta-feira, 06 DE Junho DE 2014

O Mistério 777

“Um OVNI pode ter interferido com o voo das Linhas Aéreas da Malásia”

 

Boeing 777 acompanhado por dois óvnis

 

Fontes noticiosas alternativas associadas à investigação das actividades levadas a cabo pela ASNO – Agência de Segurança Nacional para Otários – e pela ACI – Agência Central de Inteligência para Deficientes – têm estado a divulgar (desde o início do acontecimento) que o desaparecimento do Boeing 777 sobre os mares da Ásia, poderá estar ligado a exercícios militares conjuntos realizados pelos USA e outros aliados asiáticos (na região), os quais terão contado inopinadamente (e sem explicação) com a participação de entidades alienígenas já conhecidas e oficialmente acreditadas. As primeiras informações entretanto divulgadas apontam para uma represália meramente acidental – estava em execução na região um exercício militar e nestes casos tudo é possível de suceder – aproveitada estrategicamente por Conglomerados Privados Associados, de modo a eliminarem alguns problemas institucionais e legais, envolvendo o registo e a propriedade de patentes. O Boeing 777 com destino a Pequim terá sido interceptado pouco tempo depois de levantar voo por objectos voadores não identificados – conhecidos como ÓVNIS – acabando mais tarde por deixar de comunicar e simplesmente desaparecer sem deixar rasto.

 

E nestes casos só existem três possibilidades explicativas que apresentam alguma racionalidade:

A – Explicação Interna: ou o avião aterrou, ou se despenhou;

B – Explicação Externa: ou então algo de estranho – para o comum dos mortais – sucedeu.

 

A Explicação Externa para o Boeing 777

 

Na hipótese de se ter concretizado a possibilidade explicativa A o Boeing 777 só pode ter sido destruído ou sequestrado: no primeiro caso poder-se-á ter tratado dum mero erro de consequências limitadas – militar e/ou estratégico – enquanto no segundo caso as implicações poderão ser ilimitadas, mais profundas (no espaço) e prolongadas (no tempo). De qualquer modo e mantendo-se este hipótese explicativa (A) o mundo não compreende o sucedido nem aceita a (não) explicação a ele proposta: como podem as grandes potências que hoje em dia controlam todo o mundo (céu, terra e ar) – desde os nossos passos habituais e quotidianos, até às mais distantes profundezas do Espaço – utilizando ainda por cima uma panóplia infindável de instrumentos tecnológicos (revolucionários e inovadores) de análise e de detecção, apresentar como explicação miserável para o sucedido (mesmo nas barbas deles) que “o Boeing 777 apenas desapareceu, tal e qual como se nunca tivesse existido”. E não se esqueçam que na área do trajecto do Boeing 777 de Kuala Lumpur para Pequim, decorriam por essa altura exercícios militares conjuntos contando com a participação de países asiáticos e os seus aliados norte-americanos.

 

Na hipótese da concretização da possibilidade explicativa B o caso muda um pouco de figura. Ou o elemento externo contava já com a colaboração de aliados internos infiltrados no sistema (e trabalhando activamente nele), ou então tinha mesmo prevalecido o elemento de surpresa. O que é certo é que meios de comunicação social rebeldes fazendo circular intensamente informações ditas confidenciais nos intrincados circuitos subterrâneos asiáticos, têm insistido desde o início deste evento global numa outra versão alternativa além de credível: tinha mesmo prevalecido o elemento de surpresa. Aproveitando o início das negociações secretas entre a China e a Rússia com o objectivo da constituição de um bloco poderoso capaz de se opor e impor aos invasores vindos dos USA, uma raça de predadores estrangeiros em viagem pela nossa galáxia decidira divertir-se e trabalhar um pouco por estas paragens (para eles ainda desconhecidas), escolhendo para o reinício das suas actividades o nosso planeta Terra. Como dispunham de pouco tempo para despender por estas paragens (nada recomendáveis) tinham proposto: os humanos poriam à sua disposição um contingente apreciável de animais da sua espécie e em troca eles apresentariam o espectáculo correspondente. E aí apareceu – como que a pedido – o Boeing 777.

 

Questionaram os dirigentes do Bloco para verificarem se poderiam dispor do Boeing 777. Estes olharam entre eles, limparam as mãos e responderam: “not at all north-american fuck them”. O contentor voador abandonou então instantaneamente o nosso mundo, com os estrangeiros enviando em sua substituição e em direcção à base de Diego Garcia, uma réplica do objecto voador agora desaparecido – construído em cortiça portuguesa super-resistente e com a imagem do descendente luso-americano Eduardo Snowden nas janelas do cockpit.

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:14
Sábado, 31 DE Maio DE 2014

OVNI sobre a China

O aparecimento deste objecto voador não identificado nas cartas do Google Earth, foi registado na última sexta-feira sobre a China pelo autor do site UFO Sightings Daily, Scott Warning.

 

China – OVNI perseguido por dois jactos

(Coordenadas: 32°24’14.46”N 114°32’57.39”E)

 

Na imagem obtida através do Google Earth pode-se ver o OVNI a ser acompanhado já no interior do espaço aéreo chinês por dois caças a jacto. Muitos destes registos têm sido entretanto apagados pela Google.

 

(imagem – UFO Sightings Daily)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:50

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