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Terça-feira, 16 DE Janeiro DE 2018

Sismos do Ano Novo – Janeiro 2018

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Especialmente Lisboa e toda a área a sul do Tejo

(incluindo a região do Algarve e até o Reino de Marrocos)

Fevereiro 1969

 

A nível SISMOGRÁFICO e depois do sismo registado ontem a NE de Arraiolos (M4.9) – e das 10 réplicas que se lhe seguiram, 8 ainda ontem e 2 já hoje (M1.8 e M1.2) – em Portugal Continental e no que diz respeito à Região do Algarve, registando-se ainda 3 pequenos sismos 2 tendo como epicentro Monchique (o primeiro a SE/M0.7 e o segundo a NE/M1.2) e 1 o Cabo de S. Vicente (a SW/M1.9). E relativamente aos sismos (de intensidade igual ou superior a M4.0) ocorridos ontem a nível Global (15 Janeiro 2018) com o sismo de ARRAIOLOS (Portugal) a ser o 7º do dia (exe aequo com mais 4) entre 29 – e com o de maior intensidade a ocorrer (ontem) em VANUATU na Oceânia (segundo a EMSC colocando Arraiolos com M4.6) com M5.3 (durante a madrugada).

 

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Lisboa de madrugada

 (a seguir ao sismo de 7.5 na escala de Richter)

28 Fevereiro 1969

 

JÁ HOJE terça-feira (16 Janeiro) com o maior sismo ocorrido (até às 16:00) a ser registado na América Central há cerca de hora e meia (pouco passando das 15:00), com um sismo de intensidade M5.9 ao largo da costa da NICARÁGUA (virada para o Pacífico). E referido a este ano de 2018 (com quase 16 dias dos 365 concluídos) com os dois maiores sismos registados (e de magnitude igual ou superior a 7) a serem o ocorrido próximo da costa sul do PERÚ (a 14 de janeiro e de M7.1) e a norte das HONDURAS (a 10 de Janeiro e de M7.6) – para já o Campeão (provisório) do Ano 2018. Referindo-nos a terras próximas e ao Continente Europeu (neste ano de 2018) com a GRÉCIA e o MONTENEGRO a estarem sismologicamente ativos: com um sismo M5.1 (Grécia a 2 de Janeiro) e outro de M5.0 (Montenegro a 4 de Janeiro).

 

(imagens: Diário de Lisboa/pinterest.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:26
Sexta-feira, 12 DE Janeiro DE 2018

Desígnio Ibérico

Um Território (Portugal) para Turistas assim como para Reformados

 

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Praia em Barcelona

 

Nesta quinta-feira dia 11 de Janeiro quando por volta das 20:30 via pela televisão por cabo a estação de TV Galícia (localizada no noroeste de Espanha a norte de Portugal), fui desde logo informado que os nossos irmãos da Península eram agora detentores de mais dois assinaláveis (caso contrário não sendo obviamente notícia) Troféus: a nível do Turismo e da Doação de Órgãos sendo a Espanha o novo Vice Recordista Mundial (título referido ao ano de 2017).

 

No caso do Recorde registado na Área do Turismo e depois de no ano anterior (2016) a Espanha ter igualado os EUA (ambos perto dos 76 milhões), eis que no ano seguinte (2017) com os seus 82 milhões de turistas ultrapassando os EUA e colocando-se desde logo (em 2º) em perseguição do 1º lugar − a França − com perto de 90 milhões. E indo em busca de Portugal companheiro Ibérico com Espanha com para lá de 20 milhões e integrando o Top 20 (Mundial).

 

Já no sector da Saúde na seção da Doação de Órgãos não sendo apenas o Vice (como para já no Turismo) mas definitiva e claramente o Líder Mundial (em transplante de órgãos): no ano passado (2017) atingindo os 5259 transplantes (a maioria aos rins) ultrapassando o (seu) recorde anterior de 4818 (registado em 2016).

 

Com a percentagem de dadores sendo em Espanha de 47/milhão, bastante superior à norte-americana (27/milhão mais de metade) para já não falar na (média) europeia (20/milhão menos de metade). Em Portugal e tal como em Espanha (talvez uma virtude dos Ibéricos) com o número de dadores/transplantes a ser elevado (ainda há seis anos) com Portugal em terceiro com mais de 25/milhão (logo atrás da Croácia e atrás dos EUA).

 

E com a entrada de Portugal na Comunidade toda a gente sabendo ao que vinha a Europa: por um lado Hotelaria, Restauração e Serviços (mais para o Litoral sobrepovoado) e por outro, criação (de animais) e plantação de eucalipto (sobretudo).

 

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Espanha ‒ Recorde em transplantes/doações de órgãos

 

E finalmente conjugando Turismo/Ocupação e Doações/Transplantes (duas áreas interessantes e em tudo compatíveis em edifícios e recursos) transformando-se esta ponta desta Península perfeita − com tudo para negociar e até o corpo a ceder (soando melhor doar) – no Paraíso do Rico (no fundo dos extraterrestre vindos das terras de fora) e ao invés (para nosso exclusivo usufruto) no Inferno dos Pobres (os pobres indígenas terrestres para sempre fixos no espaço e no tempo):

 

Transformando Portugal num chouriço à beira-mar (na verdadeira ação da palavra) plantado apenas por alguns (tal como em portas/janelas servindo para separar) para isolar/proteger a base do negócio (os clientes e o dinheiro) dos olhos e da inveja dos perigosos selvagens locais – com uma muralha correndo do extremo Norte ao Sul (de Caminha a V. R. St. António) de um lado tendo a Praia e do outro lado a Selva.

 

Pelo meio com uns interstícios um no Porto (capital do norte) outro em Lisboa (capital do sul) em guerra e imitando-se − subindo-se (o rio) indo dar-se a Espanha, descendo-se ao oceano e ficando mesmo sem querer (vejamos o Porto onde nasci) sendo submerso imediatamente por duas ondas (duplo impacto) e logo Gigantes: uma vinda do Porto outra vinda de Gaia e escorrendo violentamente pelas encostas cercando o Douro (como um Monstro desgovernado levando tudo à frente) caindo no leito do rio esmagando e destruindo (as Margens) enquanto pretensamente comemos e (sobretudo) bebemos.

 

E assim destruindo a Invicta e Vila Nova de Gaia (e o seu Coração e Motor, o Douro das vinhas e do Porto) para tal preferindo então (e recordando) o Palácio de Cristal (ou então em Lisboa a Feira Popular): no Verão nas férias grandes com muitas barraquinhas (de jogos, bonecos, surpresas), comida e farturas (ainda não conhecendo os churros com as sardinhas e as febras/frango à cabeça) e até carrinhos de choque, um lago (com barcos e patos) e mesmo um (mini) zoológico (até tendo um Leão) – ao fundo e lá em baixo com o rio e o casario (postal-retrato do Porto a mais bela janelinha para o Douro).

 

Na região do Algarve e com um único desígnio (proposto aos algarvios pelas auto denominadas Forças Vivas da Terra) a ser a Hotelaria/Restauração e o Imobiliário/Construção, com a maior esperança/ambição para as novas gerações, um dia ser Empregado/Rececionista/Diretor ou então Pedreiro /Pintor/Mestre-de-Obras (e áreas correlacionadas tradicionalmente muito mal pagas).

 

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Marina de Albufeira

 

Transformando o nosso país num categorizado Hotel (de 6 ou mais Estrelinhas) com a capacidade extraordinária (nem todos se podendo gabar disso) de nele se poder doar (vender/comprar), aceitar (trocar, ficando um a ganhar e outro a perder) e transplantar (no fundo e legalmente tirar): isto porque neste país quem doa só mesmo estando (mal e) a delirar. O que interessa é sacar sendo solidário (somente) a roubar. E com os rins em geral a serem os mais procurados.

 

(imagens: SHUTTERSTOCK/GETTY/PA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:03
Segunda-feira, 08 DE Janeiro DE 2018

Os EUA e o Ciclone-Bomba

USA to FREEZE in arctic WEATHER BOMB:

'Snow hurricane' and blizzards to smash east coast

(express.co.uk)

 

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Residentes tentando limpar a neve na cidade de Boston ‒ Massachusetts

(Getty)

 

Com temperaturas em torno dos 30⁰C negativos ‒ e em muitas regiões devido aos ventos extremamente frios (acompanhando a queda de neve e a formação de gelo) chegando a atingir os 70⁰C negativos ‒ o Canadá e os Estados Unidos têm-se visto nestes últimos dias debaixo de uma verdadeira TEMPESTADE (condições meteorológicas extremas), colocando muitas das suas estruturas básicas em risco (transportes, eletricidade, vida social, etc.) e instalando o caos em muitas partes da América do Norte (Canadá/EUA):

 

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Com as temperaturas no Canadá/EUA a atingirem os 30⁰C negativos

(Getty)

 

Devido aos Ciclones-Bomba com as temperaturas registadas a atingirem valores recordes negativos e com as mesmas (temperaturas) ao descerem abrupta e rapidamente (deslocando-se posteriormente para sul) a estenderem os seus efeitos a estados (norte-americanos) tão distantes como a Flórida ‒ apanhando as iguanas desprevenidas, enregelando-lhe os membros e fazendo-as cair das árvores.

 

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Massachusetts ‒ Inundações e formação de gelo tornando impraticável a condução

(EPA)

 

Entre outros fenómenos meteorológicos provocados pela TEMPESTADE com o vento forte (em certas zonas do Canadá) a provocar a interrupção da distribuição de eletricidade, com a queda de neve (e formação de gelo) a interromper importantes vias de comunicação (costa este dos EUA), com as condições de tempo extremo (para o Homem) a provocarem para já 21 vítimas mortais (19 dos EUA e 2 do Canadá), com os aeroportos parcial/totalmente paralisados (e com os passageiros continuando presos tanto no aeroporto como nos aviões),

 

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Boston sob efeito da Bomba-Ciclone

(Getty)

 

Para no final e conjugando todos estes fatores (queda de neve, ventos ciclónicos e descida abruta de temperatura) ‒ associados ao fenómeno CICLONE-BOMBA ‒ deixar todo este território abrangendo todo o norte do continente americano exposto aos ventos do Ártico e assim proporcionando o aparecimento de temperaturas extremas podendo bater recordes (como os tais 70⁰C Negativos).

 

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O Olho da Tempestade tendo à esquerda os EUA e (um pouco mais) à direita a Europa

(NOAA)

 

No caso de Portugal e das suas Tempestades (Ana, Bruno, Carmen e exterior à lista Eleanor) ‒ às quais no passado chamaríamos (simplesmente) Mau Tempo ‒ passado o efeito provocado pela passagem das mesmas (ao largo de nós especialmente Eleanor) ‒ nos próximos dias e segundo o IPMA com a previsão meteorológica a prever uma ligeira subida das temperaturas (mantendo-se no entanto tempo frio) e o regresso da chuva. E em Albufeira (subindo ligeiramente as mínimas) com as temperaturas a andarem (especialmente a partir de 4ª feira) entre os 8⁰C/16⁰C (até sensivelmente o meio do mês) verificando-se o regresso da chuva (3ª/4ª feira e regressando para o fim-de-semana) com vento fraco a moderado (com Alerta Amarelo para dias 10/11).

 

(imagens/dados da legenda: bbc.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:02
Sexta-feira, 05 DE Janeiro DE 2018

Carmen de Visita a Albufeira

Com a consulta da palavra Tempestade a aparentemente fazer frente (na Web) à palavra Sexo (sendo que CARMEN é até agora e apenas a 3ª ereção meteorológica), o melhor estratagema para fazermos frente a ambos (Tempestade & Sexo) será sempre o de dar de comer a quem pensa que tem fome (assim aumentando o número de fans) deixando-os pensar (nós incluídos) estarem satisfeitos.

 

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Tempestade CARMEN

Prevendo-se chuva, vento e queda acentuada nas temperaturas

 

Com a temperatura em Albufeira pelas 19:00 a registar 12,7⁰C (como anteriormente previsto) os efeitos da passagem da Tempestade CARMEN por Portugal (continental) começaram-se a sentir hoje (sexta-feira, 5 de Janeiro) com aguaceiros (ou períodos de chuva a sul), vento fraco a moderado (forte nalgumas regiões do interior-centro) e agitação marítima (com ondas de 3,5/4,5 metros a ocidente e de 1,0/1,5 metros a sul).

 

No que diz respeito à região do ALGARVE com a temperatura do ar a andar entre os 10⁰C/18⁰C (as do mar pelos 16⁰C/17⁰C), a oeste com aguaceiros (menor precipitação) e a este com períodos de chuva (maior precipitação).

 

Na previsão meteorológica para este fim-de-semana (sábado e domingo) e mantendo-se sensivelmente os mesmos parâmetros de vento/precipitação (em princípio tendendo a diminuir ligeiramente de intensidade) sendo de realçar até pela altura do ano (estação de inverno e época das gripes em certos casos sugerindo a vacinação ‒ este ano e para já sendo o vírus prevalecente um dos mais fracos) a descida generalizada das temperaturas (segundo os meteorologistas nalguns casos extremos e num espaço de poucos dias podendo atingir uma descida de 15⁰C):

 

No Porto com as temperaturas a descerem de 6⁰C/14⁰C para 3⁰C/12⁰C (descida máxima de 3⁰C), em Lisboa de 8⁰C/15⁰C para 3⁰C/12⁰C (descida máxima de 5⁰C) e em Faro de 10⁰C/18⁰C para 4⁰C/12⁰C (descida máxima de 6⁰C) ‒ e como se constata com a maior descida registada a sul (em Faro).

 

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Tempestade CARMEN

Afetando toda a Península Ibérica incluindo o Algarve

 

Sendo ainda de realçar Trás-os-Montes e as Beiras, onde as temperaturas registarão valores Negativos:

 

Com os distritos de Bragança, Vila Real, Viseu e da Guarda a serem os mais atingidos (por esta nova Vaga de Frio) ‒ entre eles com as mínimas a atingirem os -2⁰C/0⁰C e as máximas 3⁰C/9⁰C (nevando na Serra da Estrela) e no caso do Algarve e do seu ponto mais elevado (Serra de Monchique) fazendo frio (em Monchique com as temperaturas pelos 2⁰C/9⁰C) mas obviamente sem neve (no Alto da FÓIA).

 

Finalmente e cingindo-nos exclusivamente a Albufeira prevendo-se para este fim-de-semana tempo muito idêntico ao registado hoje (sexta-feira) mas devido ao frio (e à descida acentuada de temperaturas) com o concelho colocado em Alerta Laranja.

 

(dados: ipma.pt ‒ imagens: sabado.pt/GETTY e tiempo.com/ECMWF)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:39
Quinta-feira, 04 DE Janeiro DE 2018

Esta Madrugada chega Carmen

Muito Vento, muita Chuva, talvez Neve (certamente) e ainda Mar Bravo (Evidente)

 

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Tempestade CARMEN

Atravessando toda a França pelos Pirenéus e atingindo a Córsega no Mediterrânico

 

Insistindo nos dias de hoje que um Dia de Mau Tempo (assim considerado no passado) é na realidade uma Tempestade (denominado agora no Presente), os meteorologistas portugueses (conjuntamente com os seus colegas espanhóis e franceses) insistem no Estado de Alerta para Portugal Continental na passagem do dia 4 para 5: prevendo-se aquando da passagem desta nova tempestade ‒ Tempestade CARMEN ‒ períodos de chuva intensa (podendo provocar inundações) e vento forte (podendo provocar quedas de árvores e interrupção no fornecimento de eletricidade), em certas regiões podendo originar granizo e trovoadas (mais a norte/no interior) e mesmo a maior altitude podendo-se registar queda de neve (por exemplo na Serra da Estrela mas não no alto da Fóia/Monchique). Sentindo-se os seus efeitos mais a norte (e no centro) do que a sul, pelo que na região do Algarve (incluindo Albufeira) os efeitos serão mais ténues com alguma precipitação e descida das temperaturas. De qualquer das formas com a passagem da 3ª tempestade catalogada pelos meteorologistas (depois de Bruno, antes de David e entremeada com Eleanor) a colocar (a nível marítimo) toda a costa portuguesa em alerta (sobretudo na costa ocidental a norte do estuário do Tejo) devido à grande agitação marítima com ondas entre 5/6 metros (aconselhando como tal a não se ir e não se andar junto ao mar) e (já agora) a nível terrestre e até como conselho (pois mais vale prevenir do que remediar) devido à queda de neve e formação de gelo tornando as estradas perigosas e como talas viagens (a evitar nestes momentos meteorológicos mais extremos).

 

Há 50 anos (num mundo de leigos e autodidatas e quando todo o mundo trabalhava) sendo um fenómeno meteorológico Comum, no século XXI (disparando os eruditos, exterminados os autodidatas e com muita gente empregada) um Bicho de 7 Cabeças.

 

(imagem: France Bleu RCFM)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:48
Quarta-feira, 03 DE Janeiro DE 2018

Tempestade Eleanor

Ainda com Carmen a caminho (de Portugal) mas com Eleanor desde já a apresentar-se (em França).

 

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Depois de ter atravessado a Irlanda e a Grã-Bretanha provocando pelo caminho grandes inundações (devido à elevada precipitação), milhares de casas sem eletricidade (por danos provocados na distribuição devido aos ventos intensos) e ainda deixando todo o litoral em alerta devido à grande agitação marítima (especialmente a costa ocidental da Irlanda como foi o caso da cidade de Galway) ‒ na Grã-Bretanha colocando o país em Alerta Amarelo (essencialmente devido aos ventos intensos chegando a atingir os 160Km/h), provocando interrupções nos transportes e na distribuição de eletricidade (devido ao forte e duplo impacto chuva/vento) e inundações e quedas de árvores ‒ chegou a hora da Tempestade ELEANOR atingir a FRANÇA e de colocar os seus meteorologistas em estado de alerta: com a Météo-France, a Aemet e o IPMA (depois da passagem da Tempestade Ana, Bruno e Carmen ‒ com esta última ainda a caminho de Portugal) a decidirem integrar esta nova tempestade na sua lista recentemente criada (adiando para data posterior a chegada de David e Emma) lançando um novo alerta (meteorológico) para França/Espanha/Portugal.

 

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Na sua passagem por França e entrando pelo norte (vinda do sul de Inglaterra) com a Tempestade ELEANOR a atingir fortemente a Normandia e no seu caminho para sul a cidade de PARIS (e arredores) ‒ no caso da Normandia deixando cerca de 200.000 habitações sem eletricidade (com a passagem da Tempestade Carmen aproximadamente 1/5) e no caso de Paris causando grandes perturbações (entre outros) nos seus transportes aéreos: com um dos símbolos da França e da sua capital Paris a TORRE EIFFEL a ser fechada à visita do público (e aos turistas) devido às fortes rajadas de vento aí verificadas (100Km/h). Para já com a passagem da tempestade Eleanor a provocar quase uma dezena de feridos (alguns deles em estado grave), segundo a meteorologia francesa deslocando-se para sudeste acompanhada de ventos podendo atingir os 200Km/h: consultando os mapas da EUMETNET e verificando-se a deslocação da tempestade para sudeste, sendo uma boa notícia para Portugal (meteorologicamente falando) localizado para sudoeste ‒ deixando para a Península Ibérica uma estreita faixa podendo vir a ser atingida (pelos efeitos de Eleanor) no caso de Portugal (e mais intensamente) toda a costa litoral do rio Minho até Lisboa (até pela forte agitação marítima).

 

(imagens: AFP/EUMETNET)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:02
Terça-feira, 02 DE Janeiro DE 2018

Eis que chega a Tempestade Carmen (e logo de imediato a Eleanor)

Primeiro ANA (a pioneira), depois BRUNO, agora CARMEN

E já em preparação

(mas nesta lista restrita e por adição)

ELEANOR.

 

[Com os meteorologistas da Météo-France, da Aemet e do IPMA a decidirem manter o nome da tempestade oriunda da Irlanda ‒ a Tempestade ELEANOR ‒ deixando para mais tarde a chegada das Tempestade DAVID (letra D) e da Tempestade EMMA (letra E).]

 

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Tempestade Carmen

(Costa da Bretanha/França)

 

Iniciado o novo ano de 2018 e ainda na expetativa da chegada da próxima Tempestade (mantendo-se a frequência inicial com uma nova tempestade a ocorrer de 15 em 15 dias) eis que apanhando-nos um pouco de surpresa (as probabilidades e estatísticas têm destas coisas) duas tempestades surgem de imediato e consecutivamente (lá se indo a 1ªProfecia de 29.12): na sequência da decisão de meteorologistas (franceses, espanhóis e portugueses) de criarem a sua própria denominação para as tempestades afetando os seus 3 países, depois da passagem da Tempestade Ana e da Tempestade Bruno surgindo agora a Tempestade Carmen (atingindo a França a 1 de Janeiro) ‒ e prevendo-se de imediato a passagem da Tempestade Eleanor (a partir de 2 de Janeiro). E por este andar com cada período de Mau Tempo (pelo menos em Portugal) a ser agora promovido a mais uma Tempestade.

 

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Tempestade Bruno

 

Ontem dia 1 de Janeiro de 2018 com a Tempestade CARMEN a atingir território francês (sobretudo a ocidente) com chuva intensa e ventos fortes (com rajadas de vento acima dos 130Km/h) provocando (para já) uma vítima mortal e deixando dezenas de milhares de lares sem eletricidade (uns 60/70 milhares); e já amanhã (dia 2) prevendo-se a chegada em força da próxima Tempestade/ELEANOR (oriunda da Irlanda daí o nome) colocando vários distritos em Alerta Laranja. E com toda a linha de costa em torno do Cabo Finisterra (localizado na Corunha/Galiza/Espanha) a estar sujeita a mar bastante agitado, com ondas podendo atingir alturas elevadas abrindo caminho entre praias e barreiras (costeiras) e inundando as zonas do litoral (galego) ‒ no caso de Eleanor com condições climatéricas (de chuva e de vento) muito semelhantes às de Carmen.

 

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Tempestade Ana

 

No que diz respeito a Portugal e à passagem destas duas tempestades (e tendo que atravessar França, também o fazendo em Espanha) com a chegada da Tempestade CARMEN a estar prevista lá para 5 de Janeiro (sexta-feira início do fim-de-semana e com o IPMA a prever o regresso da chuva) e com todo o país (de norte a sul) podendo ficar em Alerta Vermelho (um nível talvez algo exagerado): com ondas até 10 metros, ventos até 130Km/h e aguaceiros muito fortes numa duração que poderá chegar a 3 dias ‒ dia 5, 6 e 7 de Janeiro. De ELEANOR de momento não se falando muito (mas não se dissipando seguindo-se de imediato a sua antecessora Carmen). E consultando as previsões do IPMA no que toca ao sul de Portugal (Algarve) e particularmente a Albufeira (no período de 3/Quarta-feira a 7 de Janeiro/Domingo), com Céu parcialmente nublado/aguaceiros (chuva mais intensa sexta-feira), com vento fraco/moderado geralmente de norte e com as temperaturas entre os 6⁰C/21⁰C e com tendência de descida (das mínimas/máximas ou seja mais frio).

 

(imagens: rtp.pt/sapo.pt/iol.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:09
Segunda-feira, 18 DE Dezembro DE 2017

A Cegonha que fez o trajeto (de 3300Km) Portugal/Guiné Conacri

“A Cegonha-branca é uma espécie caracteristicamente migradora e dispersiva. Devido ao facto de existirem dois corredores de migração e áreas de invernada completamente distintas vários especialistas distinguem dois núcleos populacionais nidificantes na Europa: NW África e Ásia Menor. Com o núcleo NW África (a população ocidental) constituída pelos efetivos nidificantes no NW África (Marrocos, Argélia e Tunísia) e no SW Europa (Portugal, Espanha e SW França); as aves desta população migram pelo Estreito de Gibraltar para o Sahel (África sub-sahariana); recentemente, largos milhares de aves desta população começaram a optar por invernar no SW da Península Ibérica e no Norte de Marrocos.” (Maria Candelária e Gonçalo Rosa em naturlink.pt)

 

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Sem conhecer grandes detalhes sobre o animal envolvido, um diário publicado no sul e apenas numa das suas caixinhas (para se ver a importância que o mesmo dá, a alguns animais mais que a outros), veio-me informar enquanto tomava um café (numa pequena esplanada em Albufeira), sobre uma viagem envolvendo uma Cegonha ‒ da Europa a África atravessando o oceano Atlântico (e talvez o mar Mediterrânico).

 

Consultando a Enciclopédia dos Pobres (wikipedia.org) com as cegonhas a serem uma ave monogâmica habitando especialmente a região centro de Portugal (mas também avistadas a sul como na Lagoa dos Salgados localizada entre Albufeira e Armação de Pêra) ‒ em zonas húmidas e pantanosas, localizadas em campos abertos, em meios rurais ou urbanos ‒ tendo como uma das suas caraterísticas ser uma ave migratória.

 

No caso desta cegonha habitando em Portugal (periodicamente) e como ave migratória viajando anualmente para outras paragens (muitas vezes e dada a capacidade destes animais para voos prolongados sendo bem distantes), deslocando-se nos seus trajetos (muitas vezes sempre os mesmos) sobre vários territórios, oceanos e até continentes, neste caso de Portugal para a Guiné Conacry.

 

Uma viagem intercontinental (apesar dos seus 3Kg de peso e 1m de comprimento) levada a cabo por um animal da família das aves tendo escolhido Portugal (vemos muitas cá pelo Algarve) como um dos seus locais preferenciais de residência e que provavelmente numa das suas peregrinações para sul à procura de mais calor e de melhor alimentação (migração) escolheu uma rota que o levou do nosso país até à região oeste-litoral da África Central.

 

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No seu currículo de viagens certamente admiráveis e para as mesmas inesquecíveis (fazendo-nos a todos/animais sentir vivos/em movimento e por repetição de experiências transformando-se em aprendizagem) com a nossa Cegonha na sua Saga de sobrevivência/reprodutiva a deslocar-se muito mais para sul e segundo testemunhos (presentes no local) surgindo tempos depois (de novo) a quase 3300Km de distância.

 

E sabendo-se mais ou menos a velocidade a que uma ave pode voar (numa ave em geral voando devagarinho a uns 30/50Km/h, já com os patos a 100Km/h e com os falcões ultrapassando os 300Km/h) podendo-se calcular escolhendo uma média (por exemplo 50/100Km/h) o tempo de viagem da Cegonha: lá para uns 3 dias se fosse sempre a voar (mas tendo que o fazer por etapas para se alimentar e descansar) mas fazendo uma média diária (por exemplo a de um ser humano, fazendo uns certos Km/diários, colocando-se a andar ‒ e talvez tendo um dia ou outro ainda para recuperar) lá para um mês em viagem ou talvez um pouco mais.

 

Uma prova mais (como se tal fosse necessário) de que neste Ecossistema onde vivemos (com outras espécies) e partilhamos o Espaço/Tempo (a tudo e a todos da mesma forma disponibilizado, para seu usufruto particular e eficaz funcionamento do Sistema), todos os seres vivos têm o seu papel (imprescindível) na composição deste cenário: e de que nunca iremos a nenhum lado (o Homem/a Humanidade) enquanto não abandonarmos de vez a Nova Teoria Geocêntrica (Homocêntrica) ‒ tendo agora o Homem (em substituição da Terra) como o Centro do Mundo. Sirva o exemplo da Desconhecida Cegonha.

 

(imagens: retiradas de queirosstcs.blogsopt.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:54
Segunda-feira, 11 DE Dezembro DE 2017

Tempestades Meteorológicas ‒ Depois de Ana à espera de Bruno

Os responsáveis pela atual denominação meteorológica atribuída a Tempestades que possam afetar mais intensamente os seus países ‒ França, Espanha e Portugal ‒ já tinham anunciado anteriormente que as próximas tempestades serão a Tempestade Bruno e a Tempestade Carmen ‒ só não sendo capazes de antecipar as datas.

 

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Tempestade Ana ‒ Destruição em Lisboa

 

E depois da AEMET, da METEOFRANCE e do IPMA (organismos meteorológicos espanhóis, franceses e portugueses) terem decidido juntar-se para conjuntamente trabalharem sobre as previsões do tempo como é o caso do aparecimento de tempestades (podendo afetar os três países, seus territórios e populações) ‒ um sistema conjunto que trabalhando com eficácia pode manter a população mais atenta para fenómenos (mais ou menos) extremos meteorológicos ‒ eis que logo no 1º dia de Dezembro de 2017 (ainda antes do fim-do-ano) o novo Catalogo de Tempestades Regionais se estreia, com o aparecimento e batismo da 1ªTempestade: seguindo a ordem alfabética e sendo a pioneira (no novo catálogo de tempestades disponíveis, para a França e para a Península Ibérica) sendo denominada de ANA.

 

Uma tempestade deslocando-se para território francês transportando consigo uma onda de ar frio ‒ acompanhada de intensa precipitação e de ventos fortes ‒ cobrindo todo o seu território (da França) e na sua deslocação indo também atingir Espanha e Portugal: atingindo a França (com 1/3 dos seus departamentos em alerta), o Reino Unido (com queda de neve, estradas cortadas e habitações sem eletricidade), a Espanha (na Galiza com elevada precipitação, ventos fortes e deslocamentos de terra) e ainda Portugal. No nosso país com a tempestade ANA e os efeitos da sua passagem a verificarem-se mais intensamente no dia 10 de Dezembro (domingo) e na passagem para o dia 11 (madrugada de domingo para segunda-feira), tendo como algumas dessas consequências (entre muitas outras) entretanto noticiadas: desde o registo de uma vítima mortal no distrito do Porto (Marco de Canaveses), passando pela queda de neve na Serra da Estrela (e na Serra de Montemuro), às habituais inundações e quedas de árvore na região de Lisboa (causadas pela chuva intensa e fortes rajadas de vento), ao forte (duplo) impacto da precipitação/vento sobretudo a Norte (como na região do Porto) e terminando mais para sul e já na Região do Algarve, com a forte agitação marítima a invadir a Ilha de Faro atingindo quintais e algumas habitações (atacadas por água e areia).

 

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Tempestade Ana ‒ Mar invadindo a Ilha de Faro

 

Na cidade de Albufeira com a passagem da Tempestade ANA a ser sentida mais intensamente ao início da noite e prolongando-se até para lá do meio da madrugada (do dia 10 para o dia 11), com alguma precipitação e sobretudo com ventos fortes: pelas 14 horas desta segunda-feira com a temperatura a andar pelos 15⁰C, com vento pelos 10Km/h e registando-se até ao momento (15:00) fraca precipitação (apesar do manto escuro/ameaçador de nuvens deslocando-se para cá vindo de norte). E com as previsões para esta semana a manterem-se já a partir do fim do dia de hoje, com a chuva a parar (se cair só mesmo lá para 6ªfeira, dia 15) e com as temperaturas (mínimas e máximas) a descerem na ordem de uns 5/6⁰C. Com o IPMA ainda esta segunda-feira a confirmar a descida anteriormente anunciada das temperaturas (já negativas de manhã na Serra da Estrela) prevendo já para o final da tarde (e para a generalidade de Portugal Continental) céu pouco nublado a limpo. E lá se indo a chuva, que tanta falta nos faz (pelo menos até ao anúncio da próxima Tempestade).

 

(imagens: Ricardo Lopes/publico.pt e sicnoticias.sapo.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:06
Domingo, 03 DE Dezembro DE 2017

Meteorologia em Portugal e em Albufeira

ALBUFEIRA

18:30

(tempo frio e seco/sem chuva)

Temperatura: 11⁰C

Vento fraco nordeste

Humidade: 38%

Precipitação: 0%

 

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1

Albufeira

Com o fim da Feira França a 3 mas com o regreso da Feira Quinzenal a 5

(século XXI)

 

Segundo dados do IPMA hoje (domingo 03.12.2017) em todo o território nacional (ilhas incluídas) o céu apresenta-se limpo e sem nuvens, e sem previsões de precipitação: exceção feita ao arquipélago dos Açores onde o céu estará nublado ou pouco nublado. Quanto às temperaturas do ar com a temperatura na região do Algarve a andar pelas duas da tarde pelos 15⁰C (em Albufeira com mínima nos 5⁰C e máxima nos 16⁰C), com vento predominante de este (V=14Km/h), humidade pelos 30% e previsão de chuva nula (0mm). Comparativamente com o resto do país (território continental) sendo a região algarvia aquela a proporcionar melhores condições meteorológicas para todos os seus residentes (nacionais e estrangeiros), apresentando nesta época do ano (pré-Natalícia) um clima parecido ao do Verão de São Martinho (que se tem estendido desde Novembro prolongando o período de seca), convidando todos os felizardos ‒ com tempo disponível e residindo em Albufeira ‒ a um passeio pela praia ou uma ida até à Feira Franca (hoje no seu último dia): como o demonstram as temperaturas para o norte de Portugal (continental) com o IPMA a colocar cinco distritos em Alerta Amarelo (de 1/4 sendo um aviso de nível 2 devido essencialmente à onda de frio) ‒ sendo estes Aveiro, Braga, Bragança, Guarda e Vila Real (sobretudo na passagem de domingo para segunda).

 

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2

03.12.2017 ‒ 18:00

Imagem de satélite/Infravermelho

(EUMETSAT/IPMA)

 

Hoje (domingo) com as previsões de temperaturas mais baixas (e negativas) a dirigirem-se sem dúvida para os distritos de Bragança e da Guarda, com as temperaturas a atingirem máximas de 8⁰C/5⁰C e mínimas de -3⁰C/-2⁰C (respetivamente) ‒ Vila Real 9⁰C/0⁰C ‒ e certamente mantendo-se cenário idêntico (de frio intenso) para os próximos dias (pelo menos até 4ª feira): e com a mínima a andar (nestes distritos e nestes dias) entre os 0⁰C e os -4⁰C. Segundo o resumo climático publicado pelo IPMA e relativo ao mês de Novembro (deste ano) com esse mês a ser muito seco (precipitação abaixo dos 50% do normal) e quente (tendo-se registado mesmo uma onda de calor com a duração de uma semana e afetando sobretudo o interior Norte/Centro e algumas partes do Alentejo) mantendo-se o período de seca que o país atravessa (3%/seca moderada, 46%/seca severa e 51%/seca extrema).

 

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3

03.12.2017 ‒ 18:00

Intensidade de precipitação

(IPMA)

 

No que se refere ao Algarve e à cidade de Albufeira (concelho e freguesias: Albufeira & Olhos de Água, Ferreiras, Guia e Paderne) com as previsões para os próximos 9 dias (4 Dezembro a 12 Dezembro) a apontarem para céu limpo ou pouco nublado (com algumas probabilidades de chuva para o próximo fim-de-semana ‒ 22%/37%), vento fraco a moderado e temperaturas a variarem entre 4⁰C/7⁰C (mínima) e 16⁰C/18⁰C (máxima): tudo indicando a manutenção do tempo que se tem verificado nos últimos dias ‒ seco, frio e sem chuva ‒ pelo que durante a próxima semana o ambiente será convidativo (para quem pode) para se levantar de manhã cedo, tomar um reconfortante pequeno-almoço, dar um belo passeio pela praia, descansar um pouco ao Sol (aproveitando o calor dos raios solares ao toque da sirene dos bombeiros/ao meio-dia), degustar um bom almoço e no final usufruir de uma sesta tranquila (ou de um bom período de leitura). E numa região algarvia (exclusiva e infelizmente até para a sua evolução) virada para o Turismo (e sobretudo para a Hotelaria/Restauração) restando aos Trabalhadores/Residentes (trabalhando todos para o mesmo) colaborar no negócio e com os trocos recebidos tentarem proporcionar algo mais: a si assim como aos seus neste mês da comemoração do Natal (dentro de apenas 3 semanas).

E como curiosidade e a nível sismológico com a Região do Algarve (ou regiões marítimas próximas) a registar desde o início de Dezembro os seguintes sismos:

 

Ordem

Data

Local

Magnitude

Profundidade

1

2017-12-01

SW Cabo S. Vicente

2.2

31

2

2017-12-02

E

Monchique

1.1

6

3

2017-12-02

SW Monchique

0.9

-

4

2017-12-02

SW Cabo S. Vicente

1.6

33

5

2017-12-02

SW

Lagos

1.1

29

6

2017-12-02

SW Cabo S. Vicente

1.7

40

7

2017-12-03

S

Monchique

1.2

18

8

2017-12-03

SW Cabo S. Vicente

2.9

34

9

2017-12-03

SW S. Brás de Alportel

2.4

28

(sismos registados na região do Algarve ‒ terra e mar ‒ desde o início de Dezembro)

 

Como se pode verificar com a zona mais ativa a estar referenciada ao Cabo de S. Vicente (4 pequenos sismos desde o início de Dezembro) e com o mais intenso registado em terra a ocorrer em São Brás de Alportel com M2.4 (mesmo assim pouco significativo). A nível global com um sismo de intensidade M6.0 (profundidade de 24Km) a registar-se hoje pelas 11:19 (UT) perto da costa do Equador.

 

(imagem 1: PA ‒ dados e imagens 2,3: ipma.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:36

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