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Quarta-feira, 21 DE Junho DE 2017

Informar vs. Manipular

Qual é a Função do Jornalismo/Jornalista?

 

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The Times

(20.06.2017)

 

Ao ler a primeira página do diário inglês THE TIMES (de 20 de Junho de 2017) pode-se verificar imediatamente como o jornalismo nos dias de hoje abandonou a única função (objetiva) para o qual foi inicialmente criado ‒ INFORMAR ‒ para contra toda a deontologia moral e profissional do setor se transformar (trocando a sua sobrevivência financeira por contrapartidas aos seus acionistas) num mero agente intermédio (e subliminar) tendo como único objetivo MANIPULAR. Uma VERGONHA para o JORNALISMO e ainda maior para os JORNALISTAS ‒ que se pensam que o são mesmo que certificados, estão completamente enganados e crescentemente descredibilizados (é o que dá encostar-se aos políticos).

 

Senão vejamos dois títulos como sempre encomendados e mais uma vez dirigidos, um aos RUSSOS (ignorando fronteiras) e outro aos MUÇULMANOS (desprezando religiões):

 

RUSSIA threatens RAF and US air force Jets in Syrian stand-off

 

Jobless “lone wolf” held over attack on mosque

(Father of four had suffered mental health problems, say family)

 

No primeiro caso com um jato da Confederação Russa a fazer uma rasante a um avião de espionagem dos EUA (segundo fontes norte-americanas passando a uns escassos 1,5 metros de distância um do outro) ou não estivesse o avião norte-americano apesar de circular em águas internacionais a passar apenas a 40Km de Kaliningrado um enclave russo (também nas costas do Báltico) localizado entre a Polónia e a Lituânia (com os russos a afirmarem terem sido provocados antes). Deixando-nos a pensar como reagiriam os EUA se a Confederação Russa resolvesse fazer voos do mesmo tipo, a uns insignificantes 40Km da costa do seu país. Aqui transformando a ameaça oriunda do exterior e dirigida a um território próximo (assim me sentiria se visse desconhecidos a rondar a minha casa) no elemento Ameaçado e por outro lado considerando os residentes, por receio e como procedimento natural de defesa, o elemento Ameaçador.

 

No meu caso e como experiência real e pessoal tendo já interiorizado que se não marcarmos presença seremos sempre espoliados ‒ e sendo tudo uma replicação (do maior para o mais pequeno), ignorando a ação de vizinhos e a indiferença de muitos outros, sendo roubado tipo Ground Zero, só ficando mesmo com a casa e por ainda estar agarrada (paredes e tetos).

 

Já no segundo caso e desde que o referendo sobre a permanência da Grã-Bretanha na Comunidade Económica Europeia fora realizado (em 23 de Junho de 2016 e com a resposta a apontar para a Não permanência), num cenário talvez nunca esperado (mesmo pelos Conservadores), com o abandono estratégico de David Cameron (o primeiro responsável pela derrota) e a chegada da Ex subordinada e inexperiente Theresa May (não caberia na cabeça de ninguém estas eleições antecipadas), atirando pelo menos temporariamente o clima social, económico e político da Grã-Bretanha para um impasse perigoso por indefinido, podendo ter consequências imprevisíveis e agravando ainda mais a situação interna do país (e a sua imagem internacional, parecendo querer fazer companhia ao seu aliado norte-americano). Neste cenário agravando as contradições e podendo levar a extremos: como o de acusar como responsáveis pelo desemprego entre os britânicos a presença de muçulmanos no país e assim justificando como esperado (para não dizer natural) o ataque a uma mesquita.

 

Percebendo o jornalismo de hoje não como oriundo de um conjunto de indivíduos dedicados (como numa MISSÃO) a informar-nos de tudo o que viam e com os seus órgãos dos sentidos aí presentes experienciavam ‒ e logo aí se nos dirigindo, atingindo-nos diretamente como em vasos comunicantes, sem possibilidade de recuo e sem qualquer tipo de intermediário (no princípio, no meio ou no fim da linha) ‒ mas como mais uma função, cumprida por indivíduos certificados, apenas para servirem uns poucos. E enganando todos os outros a troco duma contribuição tal e qual um MERCENÁRIO.

 

“O Governo é liderado por um robot falante, apelidado ‘Maybot’, que de alguma forma conseguiu visitar a torre ardida na zona oeste de Londres [torre Grenfell] sem falar com um único sobrevivente ou trabalhador voluntário.”

(Jornal Económico/Christian Zaschke)

 

(imagem: thetimes.co.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:38
Sexta-feira, 07 DE Abril DE 2017

Caos, Ataque, Contra-Ataque, Atentado & Morte

[EUA, Síria, Terroristas, Suécia]

 

Preparando-se e já com uma desculpa para o caso de ser engano (utilizando preservativo e assim antecipando complicações):

 

The Tomahawk cruise missile is seen launched from the USS Porter vessel

According to US media, the strikes were carefully targeted to avoid hitting chemical weapons at the base.

(abc.net.au)

 

Enquanto nos EUA o Presidente recentemente eleito luta por sobreviver (internamente e todos os dias) constantemente encurralado por Democratas, Republicanos e agora até pelos Militares: e enquanto se mantiver esta indefinição, tudo será mesmo possível (tudo dependendo de Trump, do que disse/antes e do que fizer/depois).

 

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Mísseis Tomahawk a caminho da Síria

(lançados de madrugada a partir do Mediterrâneo e nas proximidades de Chipre)

 

Nos EUA uma poderosa influência exterior às duas Câmaras Soberanas (Representantes e Senado) e à própria Administração Norte-Americana (atualmente instalada na Casa Branca e liderada pelo Presidente recentemente eleito), conseguiu ultrapassar mais uma vez o Poder da Sociedade Civil (fraco) colocando-o momentânea e estrategicamente nas mãos do Poder Militar (forte) – e que em vez de se servir (aproveitar a ocasião) como parece ter sucedido, devia servir quem lhes paga e lhes justifica a obrigação de servir – já que caso contrário não passariam de mercenários: num momento de total indefinição sobretudo no aspeto externo (a que não é a estranha a prioridade dada à politica interna e ao relançamento e desenvolvimento interno da América, logicamente secundarizando o poderoso e impaciente setor militar), num cenário em que parecia existir uma aproximação entre partes há muito afastadas e conflituosas (EUA/Rússia) e numa altura em que os EUA e os seus aliados começavam a interiorizar que talvez fosse melhor deixar por lá o ditador, face ao cenário que se adivinhava com toda aquela região entregue ao Exército Islâmico, à Al-Qaeda e ao Terrorismo Global – sem tempo para se pensar ou sequer reagir, com os EUA a acusarem o Presidente Sírio de ter dado um tiro no pé e como tal enviando uns mísseis para ver se davam cabo do outro (o que lavaria o ditador a cair).

 

The United States fired 59 Tomahawk cruise missiles at Syria overnight in response to what it believes was a chemical weapons attack that killed more than 100 people.

(nbcnews.com)

 

Com o ataque concretizado hoje dia 7 de Abril de 2017 a uma base militar do Governo da Síria obviamente sob o comando do presidente Bashar al-Assad – levado a cabo pelos norte-americanos através de lançamento de mísseis Tomahawk – ficou desde já demonstrado que neste momento quem manda efetivamente nos EUA não é o seu Presidente, mas um outro poder paralelo e cada vez poderoso assente nas principais Corporações Internacionais (Económicas e Financeiras) e simultaneamente suportado pelo cada vez mais influente Complexo Militar – uma estrutura com os seus tentáculos estendendo-se desde território interno (fazendo lóbi na Câmara dos Representantes e no Senado) até território externo por mais longínquo que seja (como o Médio-Oriente com o Iraque, a Síria e o Iémen) – para quem os diversos Presidentes e Administrações Norte-Americanas têm trabalhado nos últimos 55 anos:

 

“He further infuriated the military industrial complex over his refusal to support the Bay of Pigs invasion. JFK had every intention to bring home the combat advisors which meant no involvement in Vietnam and his intention to engage Russia in talks of nuclear arms control did not sit well with the manufacturers of the weapons of mass destruction.”

 

“The plot to kill JFK had its origins in two speeches the President made. The first speech was made 10 days following the failed Bay of Pigs invasion, and 10 days after a defiant JFK said “no” to the CIA, the Joint Chiefs, the Mafia and the Cuban refugees, by refusing to provide air cover for the invasion of Cuba by CIA trained Cuba refugees, JFK made the speech that put one of the final nails in his coffin.” (thecommonsenseshow.com)

 

Numa 1ªFase eliminando o único obstáculo que ainda permanecia no seu caminho impedindo a sua necessária Consolidação – John F. Kennedy (presidente de 1961/63);

 

Numa 2ªFase de aparente apatia interventiva por parte dos apoiantes desta estrutura, aproveitando estes a relativa acalmia política e o desinteresse por parte da opinião pública para se inserirem ainda mais nas estruturas do poder e alterar a sua estratégia e direção – Lyndon Johnson (63/69), Richard Nixon (69/74), Gerald Ford (74/77), Jimmy Carter (77/81) e Ronald Reagan (81/89);

 

Numa 3ªFase de consolidação do seu projeto e de decisiva expansão para outros territórios estratégicos – na defesa de interesses económicos e financeiros associados ao seu Plano Geral (Corporações/Militares) e podendo devido à presença de adversários (políticos) ser postos em causa (unilateralmente pelos detentores da preciosa matéria-prima em causa) – com os militares a tomarem a iniciativa e a assumirem o controlo da situação, invertendo o natural percurso da cadeia de comando (numa iniciativa não partindo do poder civil para o militar cumprir, mas com o destinatário a dar a resposta ainda antes do remetente se lhe dirigir) e atuando de uma forma independente mas conscientemente consentida pelo poder político, em nome da defesa da soberania e da manutenção da supremacia global dos EUA, passando ao ataque, invadindo, destruindo e massacrando o seu adversário – George H. W. Bush (89/93), Bill Clinton (1003/2001), George W. Bush (01/09) e Barack Obama (09/17).

 

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Ataque dos EUA à Síria com 59 mísseis – Com o preço do petróleo a atingir um máximo

(apesar do nulo impacto do petróleo sírio, mas desde já com alguns a aproveitarem)

 

E se a 1ªFase (duração de 2 anos) se encerrou definitivamente com a eliminação do adversário e da 2ªFase (duração de 26 anos) já não restando nenhum presidente vivo ou ainda influente, convém recordar já no que diz respeito à 3ªfase (duração de 27 anos, sendo a mais longa, consistente e consolidante desse poder) que todos os anteriores e ainda influentes Presidentes norte-americanos continuam bem vivos e ativos (famílias e associados), ainda particularmente influentes por bem ligados à estrutura (apoiantes do complexo e de Washington) e mesmo com alguns deles transformados em verdadeiros subsídio-dependentes a não querem deixar (custe o que custar) o seu Mundo Tóxico e que nos vai matando aos poucos: aqui se destacando os Clinton seja Bill (eleito Presidente por 2 vezes – eleito e reeleito) ou Hillary (derrotada duas vezes por Barack Obama e Donald Trump), brutalmente afetados (financeiramente) na sua própria Fundação – a sua árvore do dinheiro podendo-os transformar em milionários (e que Trump destruiu).

 

Oil prices rose on Friday, trading near a one-month high after the United States fired missiles at a Syrian government air base, roiling global markets and raising concern that the conflict could spread in the oil-rich region.

(reuters.com)

 

Pelos vistos tendo-se iniciado agora uma 4ªFase de implementação e tentativa de generalização do processo (veremos se russos e os chineses estarão de acordo, já que da ONU nada se espera), aproveitando a subida inesperada de Donald Trump ao poder e a confusão (em parte indescritível e incompreensível) generalizada que ainda reina na América – com muitos a não quererem perder os direitos adquiridos há já mais de 1/4 de século (não só Democratas como Republicanos). Com o caos deliberadamente instalado pelos Democratas ainda não acreditando na derrota (tentativa de o fazer nas ruas e nas instituições representativas), com a luta imbecil entre Republicanos talvez nunca tendo acreditado na vitória (deixando o Presidente meio isolado), criando-se um ambiente propício para diversas iniciativas não obedecendo às cadeias de comando e justificadas pela urgência, tomadas seja por quem for mas sempre com questões duvidosas além do ato ilegal. E se alguém ainda esperava que um novo Presidente tudo poderia mudar, terá que constatar que provavelmente muitas das vezes a culpa não é dele, mas de alguém acima dele: será por omissão e por falta dessa declaração, mas certamente por precaução sobre o que lhe poderia suceder então (recordando como há 54 anos um Presidente interrompeu a função).

 

Nas últimas horas e com a nova convocatória do Conselho de Segurança com a Rússia a responder ao ataque levado a cabo ilegitimamente pelos EUA (sem autorização da ONU dado a origem do ataque ainda não estar determinado) e com os médias norte-americanos a sugerirem em tom de ameaça nova ação vinda da América:

 

Russia says U.S. strikes in Syria an 'illegitimate' attempt to distract from Iraq

U.S. officials say they are looking into whether Russia played a role in Tuesday's chemical attack

(cbc.ca)

 

E com a Suécia a ser o primeiro país a sofrer após o ataque norte-americano (desta madrugada) a uma base aérea da Síria (utilizada no combate ao ISIS/ISIL, Al-Qaeda e outros grupos de mercenários) – por curiosidade mal se deu o ataque (e por coincidência) militantes do Estado Islâmico parecendo conjugar esforços atacaram a região – talvez por se atrever a ser neutral neste conflito sem lei e com múltiplos abutres a satisfazer (e apesar de no seu território ter recebido mais de 150 mil refugiados):

 

A manhunt is underway after a lorry was ploughed into pedestrians in Sweden, killing at least three people and injuring several more. The vehicle was hijacked from a brewery before being used to commit the atrocity in Stockholm, being left partially embedded in the Ahlens department store. A large area of the Swedish capital was evacuated after what the Prime Minister called a “terror attack”, with public transport stopped and parliament put on lockdown.” (independent.co.uk)

 

(imagens: abc.net.au/reuters.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:44
Sexta-feira, 06 DE Janeiro DE 2017

As Cinco Pontas da Estrela-do-Mal

Rússia = China = Irão = Coreia Norte = Terrorismo Global

 

Hoje (dia 5 de Janeiro de 2017 numa audiência no Senado comandada pelo republicano John McCain) fiquei a saber através de afirmações de um dos responsáveis pelo Departamento de Defesa de Estado dos EUA ainda sob o comando do 44º Presidente Barack Obama (Donald Trump tomará posse como 45º Presidente a 20 de Janeiro), que para o Governo Democrata comandando os destinos da maior potência económica e militar de todo o Mundo nos últimos oito anos (durante os dois mandatos de Obama), as maiores ameaças para a Segurança e Integridade dos EUA segundo os seus teóricos e aplicadores são: a Rússia, a China, o Irão, a Coreia do Norte e (para não dizer que são só estes e naturalmente podendo estar outros igualmente implicados) o Terrorismo Global (para não se falar sempre do Estado Islâmico e da Al-Qaeda) – e já com a Índia a caminho.

 

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Mapa:

Os Estados Unidos da América (5% da população e 6% da área) e o Resto do Mundo

 

Confirmando assim que toda a estratégia de liderança conscientemente levada a cabo por toda a Administração Norte-Americana trabalhando sob as ordens do ainda Presidente Barack Obama, não foi uma obra do acaso ou de qualquer intervenção Divina (como afirmava G. W. Bush juntando-se com DEUS e com os EUA numa Santíssima Trindade), mas apenas a continuação de um plano desde há muito em curso e apenas numa outra fase da sua inevitável aplicação (sequencial): por um lado tentando dar um aspeto mais humanista (político) e como tal moralmente justificativo (religioso) a todo o tipo de intervenções mais urgentes e necessárias – tanto a nível interno como externo e tendo em conta os interesses dos EUA (e logicamente das suas Corporações e das suas Elites) – levadas a cabo ao longo de décadas, provocando milhares e milhares de vítimas e disseminando-se com consequências negativas um pouco por todo o Mundo (de que o prémio Nobel da Paz de 2009 atribuído a Obama foi o seu ponto Humanista inicial, mais alto e talvez final); mas por outro lado persistindo na utilização máxima e sem qualquer tipo de possibilidade de recuo da sua megaestrutura nuclear de suporte em que se baseia e assenta todo o edifício de poder nos EUA (os militares e todas as agências de segurança públicas ou privadas que para e com eles trabalham, como a CIA, o Pentágono, a NSA e até o FBI – entre muitas outras equiparadas a paramilitares) e desse modo, demitindo-se da sua responsabilidade de intervenção política (no sentido de obrigatoriamente servirem os cidadãos que os elegeram), optando contra todas as expetativas (pelo menos por parte dos poucos mas influentes que ainda acreditavam neles) por tudo aquilo nunca antes dito nem sequer sugerido, da mera continuação do Status Quo, do caminho até aí percorrido e dos seus únicos objetivos – o de manter a qualquer preço a sua Supremacia Global. Com Obama ou com Trump.

 

Lado

(da

Barricada)

Países

(do

Eixo)

População

(comparada ao total mundial)

Área

 (comparada ao total mundial)

Eixo

do

Bem

 

EUA

 

5%

 

6%

Eixo

do

Mal

Rússia, China, Irão, Coreia do Norte (e índia)

 

42%

 

21%

(provisoriamente

não categorizados)

(restantes

países)

 

(53%)

 

(73%)

(não contabilizando o EI e a Al-Qaeda numa criação contraditória e acessória atribuída ao Eixo do Bem)

 

Num Mundo hoje dominado por uma única grande potência como ainda o é os EUA (na sua essência devido ao seu investimento militar e aos triliões direta ou indiretamente aí aplicados nessa área estratégica, de dominação e de manutenção da supremacia global), que graças ao seu crescimento exponencial desde que o mundo optou pela solução dos seus problemas recorrendo à Guerra (em vez da Paz) e à sua Indústria extremamente lucrativa e associada ao poder Militar (não só a da indústria de produção de armas mas incluindo outras áreas interligadas muitas delas dirigidas sem controlo e originando circuitos paralelos de troca e de tráfico ilegal) – com maior evidência e impacto desde a II Guerra Mundial mas sobretudo desde o colapso da U.R.S.S. e o fim do contrapeso (necessário ao equilíbrio da balança) – ainda se acha no direito de impor aos outros as suas ideias (as melhores) e nem sequer os ouvindo (sejam boas ou más as suas ideias) por um lado nem sequer reconhecendo a sua existência e pelo outro e contraditoriamente à sua aparente inexistência sendo convidados a tomar partido se não quiserem mesmo nunca terem existido (para isso servindo a guerra levada a cabo nos Media). Colocando-se de um dos lados da barricada (do Bem) e colocando todos os outros opondo-se ou ignorando-os, do lado oposto da mesma (do Mal): com toda a Europa seguindo-os tal e qual como obedientes cordeirinhos (a caminho do matadouro) e com muitos outros contestando a obediência (cega) e restantes obrigações, a prestar àqueles que se acham nossos donos, patrões e novos Mestres (esclavagistas) deste Mundo. Hoje com o Lado do Mal a agrupar países/organizações como a Rússia, a China, o Irão, a Coreia do Norte, o Estado Islâmico e a Al-Qaeda, descartados para já os países aderentes aos BRIC querendo ser independentes (não alinhados) e escolhendo o seu futuro por si: com a África do Sul já num caos, o Brasil bem mergulhado nele e faltando apenas a Índia (já começando a ser mencionada como um futuro aderente ao outro Lado o do Mal).

 

Tendo no nosso vizinho (talvez mesmo no nosso grupo) um potencial inimigo (devendo como nós, ter uma arma na mão).

 

(imagem: mapsofworld.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:36
Domingo, 01 DE Janeiro DE 2017

Alerta de 1 de Janeiro de 2017

Rússia Ameaça a Rede Elétrica Norte-Americana

 

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“Russian operation hacked a Vermont utility, showing risk to U.S. electrical grid security.”

(The Washington Post – 31.12.16)

 

Segundo o jornal diário norte-americano The Washington Post uma Companhia Elétrica Norte-Americana localizada no estado do Vermont e supostamente ligada à Rede Elétrica dos EUA foi recentemente vítima de mais um ataque levado a cabo por piratas informáticos desconhecidos, mas que pelo vírus detetado e responsável pela infeção do programa se revelou idêntico ao anteriormente detetado no ataque aos Democratas durante a recente campanha presidencial (eventualmente segundo a CIA e o FBI – mais favoráveis aos Democratas): com a Rússia e com Putin na origem do atentado.

 

Peguem num portátil e coloquem-no numa empresa;

 

Os especialistas do FBI e da CIA após denúncia particular e aprofundada análise coletiva das provas e outras evidências recolhidas (pela origem credível, indesmentíveis) descobriram um computador portátil utilizado pela respetiva Companhia Elétrica atacado pelo mesmo vírus (utilizado habitualmente pelos russos) que, se tal (vírus) viesse a ser introduzido e se espalha-se por toda a grelha elétrica norte-americana poderia não só afetar o estado (de Vermont) mas todos os estados do EUA – podendo fazer colapsar integralmente toda a rede e colocar os EUA completamente às escuras.

 

Metam-lhe um vírus e chamem o chefe;

 

Face a mais este atentado terrorista levado a cabo pela Rússia sobre as ordens de Putin e em território norte-americano, inesperadamente contando ainda com o apoio tácito do seu boneco concessionado para atuar a partir de 2017 no território dos US (obviamente Trump), levando o próprio Governador do Vermont na defesa do seu estado e da integridade e soberania do seu país, a indignar-se e a intervir face à Ameaça Russa: tão perto de 2017 nomeando Putin como um dos maiores bandidos da atualidade e acusando-o (talvez como eletricista) de querer rebentar com a rede elétrica nacional (talvez com um curto-circuito).

 

Acusem os russos e chamem a polícia.

 

E como existem muitos média que em vez de contarem fatos optam conscientemente (ou seja por dinheiro) por obras de ficção (as drogas vendem-se bem), não admira que mesmo depois de exposto todo o ridículo e o oportunismo cínico desta miserável situação, de novo os mesmos hipócritas pensando com a sua masturbação (pseudointelectual) satisfazer-nos a nossa mente (como se fosse um adubo), insistam na sua versão mesmo que falsa, falsa e falsa. Sabendo-se ser um simples portátil, sem dados relevantes e nem sequer ligado ao sistema (à rede).

 

E então o prémio será?

 

[Quando a 4 de Outubro de 2015 se realizaram as Eleições Legislativas em Portugal – e que deram origem a um Governo liderado por um partido não vencedor aliado a outros partidos igualmente derrotados (segundo a noção até aí certificada, não dando acesso ao poder) – a Europa (mais uma vez) e o Resto do Mundo (por conformismo) não conseguiram identificar o sinal claro do que aí vinha: o BREXIT, a vitória de TRUMP e para finalizar (em beleza e à portuguesa) a eleição de GUTERRES.]

 

(imagem: editplatter.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 03:41
Sexta-feira, 30 DE Dezembro DE 2016

Um Mundo Perdido no Tempo

Apesar de todo o Espaço que nos compõe e rodeia

 

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Aleppo a 25 de Dezembro de 2016

Numa Sociedade destruída por adultos onde as Crianças poderão ser a única Esperança

(imagem: Khalil Ashawi/Reuters.com/rt.com)

 

Quando assistimos à assinatura do acordo triplo estabelecido entre a Rússia, o Irão e a Turquia no sentido de em colaboração com o regime governamental sírio e as forças rebeldes e de oposição chegarem a um acordo para pôr fim ao conflito instalado há já 5 anos na Síria, para além do que de bom ou de mau possa advir do acordo agora alcançado e que todos esperam vir a ser desenvolvido o mais rapidamente possível, a pergunta que toda a gente se coloca e que pelos vistos nunca parece ter resposta (pense cada um o que pensar sobre o assunto) será: mas afinal de contas qual é o verdadeiro papel da permanência dos USA nesta região?

 

Numa repetição tornada banal de muitos outros conflitos armados contando com a participação dos US, uma vez mais, face ao tempo decorrido e sabendo-o sem solução à vista, os norte-americanos saem de novo derrotados na sua estratégia de intervenção e no seu objetivo de manutenção da supremacia global: tal como na sua derrota na Guerra do Vietnam ainda no século passado (1959/1993) abandonando os seus aliados, entregando-os aos seus inimigos e iniciando também aí (danos colaterais) o engrandecimento da China.

 

Agora numa negativa e vergonhosa demonstração de força física e moral, já que depois de mais de 5 anos de Guerra Civil Síria sem nada acontecer senão mais morte e destruição e sabendo-se da forte intervenção dos US na região (armamento) contando com apoio turco (criando portas) e saudita (financeiro), se vêm numa posição ridícula e confrangedora de continuarem envolvidos num conflito onde já não são parte senão em certos guiões: como o poderá ser o da ONU mas que eles tanto desprezam.

 

Cessar-Fogo na Síria

A Melhor Notícia de NATAL

 

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Sem problemas de mostrar ao mundo a felicidade das crianças sírias

Mesmo com imagens oriundas de uma estação russa comandada por Putin

(Maria Finoshina/rt.com)

 

Já no século XX (e entre outras) com a Guerra do Afeganistão (iniciada em 2001), com a Guerra do Iraque (iniciada em 2003), com a Guerra na Líbia (iniciada em 2011) e com a Guerra contra o Estado Islâmico (iniciada em 2014) e envolvendo diretamente a Síria, todos vistos como exemplos de Vitória (dos US e seus aliados) e no entanto pelas suas consequências contínuas e persistentemente dramáticas (até para a aparentemente longínqua Europa) evidentemente registadas como clamorosas Derrotas (terríveis por também o serem morais).

 

E assim no final do ano de 2016 e a cerca de 3 semanas da saída de Obama e da entrada de Trump (respetivamente como ex-Presidente e Presidente dos USA – o que o 1º parece não ter ainda entendido muito bem), assistimos a mais um episódio deprimente de mais uma Administração Norte-Americana de saída e desrespeitosa (principalmente para aqueles que representam e votaram neles), tentando torpedear Trump e o seu futuro Governo (na sua ação face aos russos e a Putin) e no entanto esquecendo-se do seu fabuloso fracasso (talvez criminoso – afinal de contas Obama tal como Kissinger/associado a crimes de guerra no decurso da conflito no Vietnam, recebeu um Nobel da Paz) – o último e brutal na Síria.

 

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Finoshina has been covering the Syrian conflict visiting the war zone with the Syrian military.

 She has even interviewed militants from Islamic State.

(rt.com)

 

Ficando-se agora à espera da cerimónia de tomada de posse do novo Presidente dos USA (enquanto Obama se vai entretendo a expulsar russos enviando-os para junto de Putin) para confirmarmos se ao contrário do pretendido pelos Democratas e conforme afirmado por aquele que será Presidente a 20 de Janeiro – mas dito antes de ser eleito – a atitude perante a Rússia mudará, aceitando-os para o diálogo, para novas conversações e talvez para outro e renovado equilíbrio mundial. Mesmo com os Estados Unidos por cima mas reconhecendo outros eixos e o seu real poder (como a Rússia e a China). Até lá com águas revoltas de base aleatória (democrata) que tanto poderão dar em nada (umas expulsões de agentes) ou então em algo de mau (na morte do boneco).

 

E nunca se esqueçam que os Sírios são Gente como Nós.

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:05
Terça-feira, 20 DE Dezembro DE 2016

Contra-Ataque do EI

Com a América a Mudar e a Europa sempre no Caminho

(agora Berlim)

 

“Russia’s ambassador, Andrey Karlov, 62, was shot and killed in the Turkish capital while delivering a speech at an exhibition hall on Monday. The man who assassinated the Russian diplomat was identified as a 22-year-old Turkish riot police officer.” (rt.com)

 

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Segurança que terá assassinado a tiro e pelas costas o embaixador da Rússia na Turquia

 

Numa resposta imediata à entrada das forças do exército sírio apoiadas pela força aérea russa na cidade martirizada de ALEPPO (falando da inocente população civil apanhada entre forças pró-russas apoiando o ditador Bashar al-Assad e pró-norte-americanas apoiando os terroristas do Exército Islâmico), um dos lados como sempre escondendo-se atrás dos seus associados no terreno e desse modo aparecendo de uma forma aparentemente inocente como uma terceira parte neutra e negociadora, acaba de cumprir a ameaça velada e recentemente veiculada pelo seu ainda representante máximo (Barack Obama) como resposta à pretensa intromissão russa e do seu presidente (Vladimir Putin) nas Eleições Presidenciais dos EUA (apoiando Donald Trump e minando a campanha de Hillary Clinton): sugerindo através de uma expressão bem explícita (para quem o quis ouvir e face à evolução registada em Aleppo) que a Rússia não teria que esperar muito tempo até ter uma resposta apropriada executada por parte dos norte-americanos.

 

E como a voz do dono chega sempre e em primeiro lugar aos seus súbditos mais leais (fundamentalmente aos mercenários que aceitam matar por dinheiro para a concretização de uma ideia que nem é sua) eis que os executores o ouviram e passaram de imediato às ação (entendendo que a autorização superior tinha-lhes efetivamente sido dada). De imediato surgindo nos noticiários de todo o mundo e ainda antes de terminar o ano (ainda-por-cima na quadra natalícia e nas vésperas de mudanças radicais na administração norte-americana) o atentado em Aleppo, o assassinato do embaixador russo e finalmente (para já) o atentado em Berlim.

 

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Gritando palavras de ordem com o embaixador russo já morto e prostrado a seu lado

 

Nestes três episódios de mais esta série violenta e mortal envolvendo dois grupos poderosos e fortemente armados (aplicando-se intensamente sobre um território e população indefesa de modo a mantê-los subjugados) e tendo como protagonista evidente e dedicado o Estado Islâmico (do outro lado estando Bashar), com estes últimos a ameaçarem de morte a população síria (em fuga de Aleppo e entalados entre forças do Governo e terroristas), a Rússia (apoiando o inimigo centrado na figura de Bashar) e todos os outros que de uma forma ou de outra não os apoiando, naturalmente estarão contra eles sendo como consequência óbvia infiéis a abater (à sua causa se é que existe alguma senão a manutenção da supremacia dos grandes interesses e das grandes potências): o Ocidente e sobretudo a Europa.

 

Com o Mundo a ter que se sujeitar à apresentação de episódios como este, como se já não soubéssemos que se tornou banal, matar qualquer homem que seja: esteja ele na base ou no topo mas desde que contrarie alguém. Um verdadeiro retrato da nossa condição atual: sem valores a não ser o dinheiro. Deixando-nos perplexos por ninguém nada fazer (com poder para tal) mesmo com a carruagem a continuar a rolar impávida e serena em direção ao abismo.

 

[Com a Alemanha a utilizar a Europa sem usar preservativo: lixando-nos e lixando-se a ela.]

 

(imagens: huffingtonpost.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:25
Domingo, 18 DE Dezembro DE 2016

A Mosca Voando à Volta da Merda

Nem sequer se dignando a realizar um ensaio sobre a (sua) cegueira

(além de mais criminosa por permitir a concretização do ato impunemente)

O Ocidente persiste na sua estratégia sem vergonha e/ou imbecil de tudo resolver Simplesmente arranjando um bode expiatório (o seu Judas).

O que não salvou Jesus levando-o apenas à cruz

Fornecendo o pretexto (a desculpa justificativa) para práticas idênticas.

(e mais doenças, mortes e guerras sem se poder apontar todos os culpados)

 

Primeiro é o fedor que chega e se entranha. Habituamo-nos facilmente a ele e tal como a mosca nunca mais a abandonamos (a Merda) – tornando-nos mesmo fiéis. Então um dia reparamos no odor mas até o que pensamos já não presta e cheira mal. Sinal de velhice e de decadência (desse ser humano tão jovem).

 

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Vítimas da recente Guerra na Síria consequência lógica da velha guerra no Iraque

Em mais uma Guerra entre dois (EUA e RÚSSIA)

Utilizando um terceiro (SÍRIA)

E com todos os outros a ver (ONU)

 

Reports of mass killings, which could not be independently confirmed, reinforced fears of atrocities in the final hours of the battle for the city. UN Secretary-General Ban Ki-moon told the emergency meeting he had received “credible reports” of civilians killed by intense bombing and summary executions by pro-government forces.

(news.com.au)

 

Como se nada se passasse logo ali ao lado (no IRAQUE) no mínimo há um quarto de século (tomando como referência a Guerra do Golfo iniciada em 1990) e na sequência de relatórios sucessivos de assassinatos de civis (em ALEPPO) na sequência da Guerra Civil SÍRIA (iniciada com protestos populares em 2011),

 

A ONU vem mais uma vez revelar a sua face hipócrita e imoral invariavelmente assumida em cada uma das suas pretensas intervenções, ao mostrar-se mais uma vez uma força de intervenção operacional incompreensível e sistematicamente inativa em momentos fundamentais (de mudança) e apenas respondendo de uma forma alienada da realidade (pensando que num conflito se ouve o mais forte e se avisa o mais fraco) seguindo processos considerados pela restante comunidade despropositados e aleatórios:

 

Mas como um aluno bem comportado e seguindo as ordens do chefe, mantendo o seu estatuto e devida remuneração.

 

According to alarming reports from a doctor in the city, many children, possibly more than 100, unaccompanied or separated from their families, are trapped in a building, under heavy attack in east Aleppo. We are unable to confirm location as we don’t want to expose the children to more danger…and… deeply concerned by unverified reports of extra judicial killings of civilians including children and reminds all parties of their responsibilities under international law. Syrian regime and its allies entered homes and shot dozens of civilians dead during its offensive in eastern Aleppo on Monday.

(aa.com.tr

 

Ou seja num conflito onde existem no mínimo duas partes, a ONU decidiu optar pelo modelo norte-americano de solução do problema (onde existe apenas um lado, o deles), ouvindo sempre a opinião de uma das partes (a mais forte) e comunicando à outra (a mais fraca) a opinião destes (curiosamente a opinião também dela):

 

Transportando atrás de si toda a parafernália ideológica de qualquer estado que gostasse mesmo que inconscientemente de ser tratado como totalitário, mas que (aqui) disfarçado debaixo de máscaras já por elas distorcidas e enganadoras, se atreve mesmo assim a revelar-se vestindo-se e exibindo-se como um verdadeiro mercenário (que é).

 

Impunemente.

 

Syrian regime forces have allegedly committed public mass executions, sexual assault and burned bodies in the streets of east Aleppo, as they swept through the last rebel holdouts. The troops and allied militiamen have killed at least 80 people, burning alive four women and nine children, local pro-rebel media outlet Aleppo24 reported on Tuesday. Aleppo is the new Srebrenica of our time, blood is on the hands of everyone who watched and did nothing.

(alaraby.co.uk)

 

Falando-se sempre no depois (Síria/Aleppo) mas nunca no que antes se poderia ter evitado (Iraque/Mossul).

 

Mesmo deixando de lado os brutais contingentes das mais variadas vítimas materiais e sobretudo (esmagadoramente) humanas que estes conflitos causaram (e continuam a causar), porque não entender que num conflito existem sempre (no mínimo) duas partes e que o mais certo é nenhuma delas ter razão (a razão não é um valor absoluto):

 

Tomar parte por uma das partes é ignorar todas as outras partes incluindo a nossa própria parte (no fundo tratando-se de uma traição por simples conivência).

 

UN Security Council will hold an emergency meeting on Tuesday to urgently address the crisis in Aleppo following reports that Syrian forces executed dozens of civilians in the city. France and Britain requested the meeting as the battle for Syria's second city neared the end, in a turning point for the six-year war. We have credible reports of brutal murders of families, summary executions, including women and children, houses put on fire with people trapped inside, continuing targeting of hospitals and medical staff, and the list goes on and on. What a tragic day for Aleppo.

(yahoo.com)

 

Pelo que títulos que nos chegam ao Ocidente contado por intermediários ocidentais sobre Aleppo, em nada diferem dos títulos que vão chegando ao Oriente contado por intermediários orientais sobre Mossul:

 

Além de manipulativos e criminosos (por tentarem perpetuar o estado de guerra) não levam a nada (sem ser mais morte e destruição).

 

E no dia em que quiserem resolver o problema, terão que os ter todos no palco, cada um na sua respetiva cadeira.

 

[O que nos aguça ainda mais a expetativa sobre a resolução deste conflito (entre muitos outros ativos na região do Médio Oriente) para o ano que aí vem, agora que o português António Guterres assumirá a partir de 1 de Janeiro de 2017 o cargo de Secretário-Geral da ONU: aí se verá a sua força, os seus aliados e sobretudo a sua experiência para exercer o cargo de uma forma mais consentânea com o estado do mundo e com todas as forças em presença (representando os mais de 7 biliões de habitantes deste planeta). Tendo um passado portador de esperança (na sua luta em favor dos refugiados) mas como todo o homem (se não for verdadeiramente apoiado limitando-se tudo a retórica) tornando-se sempre hierarquicamente (ou seja financeiramente) dependente: e quem paga (pelo menos estes assim o afirmam) são os norte-americanos.]

 

(textos/itálico: excertos de notícias – imagem: militanciaviva.blogspot.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:06
Domingo, 11 DE Dezembro DE 2016

A Rússia vai invadir e colonizar o Algarve

Depois das Primeiras Vagas dos 100 e dos 300 Chineses

(escondidos e disfarçados nas suas lojas)

 

A Rússia prepara-se agora para invadir Portimão e os primeiros sinais já aí estão

(e logo num local sagrado e simbólico da bela e saborosa sardinha do Algarve)

 

Foi ao passar numa das principais vias de acesso localizada nas proximidades do Hospital de Portimão, que algo de inesperado me bateu na cabeça e de imediato abriu o meu cérebro a novas e delirantes perspetivas – que por acaso até estavam a ocorrer nesse preciso momento em Portimão. E assim foi.

 

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Residente observando o pilar mais a ocidente da ponte rodoviária

 

Na passada sexta-feira (dia 9) ao passar junto ao cais localizado bem próximo da ponte velha de Portimão, provavelmente um seu residente completamente absorvido e estático enquanto observava um dos pilares da ponte rodoviária, chamou-me inevitavelmente a atenção para algo de particular e de revelador impresso nesse mesmo pilar.

 

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Pilar mais a ocidente da ponte rodoviária de Portimão

 

O individuo desconhecido ali colocado (como que a meu pedido), completamente imobilizado sobre o seu pedestal (filosófico e existencial) e dirigindo enigmaticamente o seu olhar para o seu lado esquerdo, olhava perturbadoramente o pilar fixando os seus olhos em símbolos muito provavelmente mensagens – certamente alienantes.

 

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Inscrição no pilar da ponte rodoviária localizado mais a ocidente

 

Sendo mesmo muito fácil para um deficiente visual ou para um atrasado mental, ler naquelas simples pedras mais uma ameaça final (naturalmente vinda de Oriente das profundezas da Terra) e a mensagem original do início da invasão: que eles já aí estavam misturados entre nós atacando ideias e minando fundações.

 

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A sardinha algarvia podendo protagonizar o objetivo da invasão

 

Passando-se à fase seguinte da procura de respostas, como o do objetivo da missão destes invasores estrangeiros: tal como simples turista procurando diversão e comida ou então como bandido e ladrão apropriando-se dos símbolos dos outros. Neste caso com os invasores vindos do lado mais frio do continente, certamente querendo roubar a saborosa sardinha algarvia.

 

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Habitação onde se reúnem periodicamente os invasores

 

Segundo círculos de conspiradores e outros teóricos alternativos (cansados com a monotonia ultra repetitiva do seu quotidiano), já com reuniões secretas concretizadas numa determinada habitação (apesar de necessitar de reparações de aspeto agradável e bem ornamentada no topo) aí se discutindo os planos da invasão e a ocupação prioritária do museu (da sardinha).

 

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Menu cruel incluindo pirilau frito decorado com muito feijão

 

Graças à minha experiência e ao facto da minha marginalidade me dar a usufruir momentos da realidade que para os outros nunca passariam de ficção (e no entanto com os leigos como eu nunca me dando crédito nem moral nem científico), com algo ou alguém pondo à minha disponibilidade mesmo sem nada fazer (intromissão de um qualquer periférico) o Menu inicial desta diabólica aplicação (azul na imagem vermelha no objeto): propondo-nos sem intenções que não as meramente gastronómicas (suspeito pelo prazer misericordioso pela vítima) deleitar-nos com um menu percecionado como perfeito mas obviamente e pelas instruções subliminares transmitidas manipulado, adulterado e mal sentido: mesmo provocatório e cruel como o comprova a opção de “pirilau frito c/arroz de feijão”.

 

(imagens: Portimão/08.12.16-15:00/Produções Anormais)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:40
Sexta-feira, 28 DE Outubro DE 2016

A 11 Dias do Próximo Calhau

No dia 8 de Novembro de 2016 (uma terça-feira) o Mundo libertar-se-á de um dos três calhaus (HC, DT ou Asteroide) que de momento ameaçam a nossa civilização (e a nossa própria existência) – infelizmente transformando-nos em zombies (sem capacidade de pensar) e colocando-nos entre a espada (ameaça interna) e a parede (ameaça externa).

 

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Um meteorito oriundo do espaço

 

Meteorite crashes near Lake Baikal, Russia

(Elena Ugrin – watchers.news)

 

Numa intrusão deliberada e significativa na campanha eleitoral norte-americana de 2016 (eleição do próximo Presidente dos EUA a 8 de Novembro) e como resposta à sugestão expressa por uma apreciável margem da sua opinião pública (13% preferiam ser atingidos por um asteroide a terem que levar com Hillary ou com Trump como próximo Presidente, naturalmente em sentido figurado), os alienígenas interpretando literalmente (e de uma forma errada) a mensagem oriunda da maior potência da Terra, decidiram continuar a bombardeá-la atirando-lhe mais alguns calhaus e provocando mais alguns impactos.

 

The newly observed phenomenon quickly became a topic of various speculations, as some believe it might have been a meteor, piece of space junk or even a rocket while others suggested the arrival of aliens to our planet.

(Elena Ugrin – watchers. news)

 

Com muitos desses encontros a ocorrerem diariamente um pouco por todo o território dos EUA (e do Mundo), mas para já com estes fenómenos essencialmente atmosféricos (limitando-se na maioria dos casos à sua explosão e desintegração) a ocorrerem com objetos de pequenas dimensões e sem ocorrência significativa de impactos: no entanto talvez devendo ser interpretado como um aviso do que aí poderá vir e acontecer, ainda-por-cima quando um dos candidatos é ferozmente antialienígena (para já com a espécie alienígena mexicana) e curiosamente no preciso momento em que é notícia que um meteorito atingiu o território russo na região da Sibéria, nas proximidades do lago Baikal (11:45 UTC – 25 OUT).

 

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Ou um novo míssil balístico russo

 

It is difficult to say if it was a meteorite or an artificial body… No monitoring website showed that a celestial body fell to the ground.

(Pavel Nikiforov – Irkutsk Observatory)

 

Levando-nos a pensar que a notícia sendo realidade ou ficção poderá não passar de mais uma manobra de diversão levada a cabo pelos serviços secretos ao serviço da Rússia e de Putin, sabendo-se de antemão como os russos estão envolvidos na tentativa de manipulação das eleições norte-americanas (numa alusão credível e repetidamente referido pelos Democratas) apoiando o seu Boneco na sua campanha anti aliena: misturando tudo e servindo de novo podendo estar-se perante uma nova ameaça proveniente do Kremlin (e posteriormente servida pelo Boneco), que sendo invertida, descaracterizada e de novo maquiada, equipara o Boneco ao Diabo, o Diabo a Putin, Putin ao Meteoro, o Meteoro aos Alienas e estes ao Fim-do-Mundo (mas pelos vistos salvando-se os mexicanos).

 

Eyewitnesses said meteorite fell on the ground in the area of Lake Baikal. "It was as bright as daylight for five or six seconds," eyewitnesses wrote adding that the meteorite fell behind the Barguzin ridge.

(pravda.ru)

 

Pelo que no dia seguinte às eleições e seja qual for o candidato entretanto eleito (apenas se diferenciando no género), saberemos finalmente o tipo de asteroide que atingiu a América e quais as consequências não só para ela, mas como para todos nós. Nunca deixando de realçar que apenas por maldade, divertimento e sem nada que o justifique (as características do Eixo do Mal) se for necessário os russos não terão nenhum problema (remorsos ou sentido de culpa) de se manifestarem e imporem um outro tipo de impacto (os seus valores): não sendo com o Boneco ou com o Trapo sendo-o com um outro calhau. Apesar das notícias oriundas de leste (até para a Europa incredíveis por virem do Outro Mundo) mencionarem o aparecimento de uma luz verde iluminando o céu noturno na região de Irkutsk/Republica de Buryatia, acabando por explodir e por se desintegrar (e com alguns fragmentos impactando o solo): num acontecimento fazendo lembrar o meteoro de Chelyabinsk, mas que alguns sugerem ser apenas um caso de lixo espacial ou a chegada dos alienígenas ao nosso planeta Terra.

 

(imagens: watchers.news e rt.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:33
Segunda-feira, 26 DE Setembro DE 2016

EUA vs. RÚSSIA – Colocando todo o Mundo de Lado

“Numa operação militar coordenada pelos EUA e previamente planeada para uma determinada intervenção no terreno (aparentemente num combate aos terroristas presentes na região, cercando a única posição militar apoiando o regime sírio), a força aérea dos EUA atingiu em cheio o centro do alvo arrasando-o (os cercados) – assim abrindo as portas ao controlo total dos terroristas do ISIS (que pacientemente esperavam à volta do alvo escolhido). Mas o que esperavam os EUA face à provocação feira à Rússia? Uma III Guerra Mundial?”

 

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Obama no País das Maravilhas

 

A um dia de mais um triste espetáculo envolvendo duas das maiores potências mundiais (EUA VS. RÚSSIA) – com a CHINA observando de longe, a ALEMANHA sem saber o que fazer e a ONU confirmando mais uma vez a sua não-existência – e a um dia do primeiro grande debate para as presidenciais norte-americanas (CLINTON VS. TRUMP) – em Portugal a iniciar-se por volta das 02:00 de terça-feira dia 27 – o ambiente político internacional em torno da Guerra Civil Síria continua progressivamente a agravar-se, preocupando cada vez mais todo o Mundo face a uma nova e perigosa escalada entre estas duas potências.

 

Num conflito reacendido durante um período de tréguas estabelecidas entre as duas partes (Rússia e EUA) e os seus representantes armados no terreno (Exército Sírio e Grupos Terroristas), com o cessar-fogo a ser repentinamente interrompido por um ataque aéreo levado a cabo pelas Forças da Coligação (apoiando os EUA) e como seria natural obtendo uma resposta imediata por parte dos apoiantes do regime sírio (apoiados pela Rússia): com os norte-americanos a destruírem uma base do Exército Sírio provocando mais de 60 mortos e mais de 100 feridos e com os russos a bombardearem um posto de operação conjunta EUA/Terroristas e a matarem militantes do ISIS, turcos, israelitas, sauditas e mercenários de outras nacionalidades (talvez mesmo norte-americanos).

 

Voltando-se de novo a reviver o para já suspenso conflito na Ucrânia (o grande pretexto norte-americano para o reinicio da Guerra-Fria) e com isso ressuscitando-se PUTIN (o autista) e os seus planos Ultravermelhos (semelhantes aos de Chucky o boneco diabólico): atirando-se para o palco mais uma tragédia civil (quase 300 mortos) provocada por políticos e militares (de ambos os lados) e vergonhosamente jogando-se com os mortos o vencedor do torneio (a supremacia global). Ucrânia, Crimeia, Voo MH 17: com a neocolonização Ocidental e com a anexação Oriental e agora e de novo com a chantagem da verdadeira autoria dos mortos, responsabilizando um dos lados (obviamente PUTIN e a sua Rússia) para apagar a presença do outro (no Ocidente a vantagem da versão dos EUA é realisticamente única e avassaladora).

 

No caso da queda do avião das linhas aéreas da Malásia abatido sobre território Ucraniano (voo MH 17) voltando de novo a apontar o dedo para a Rússia como responsável e autora: com o Ocidente (ou seja os EUA) a afirmarem tratar-se de um míssil russo (descontinuado, já não utilizado pelos militares russos, mas ainda fazendo parte do arsenal ucraniano), claramente lançado de território russo (quando na verdade se trata de uma região controlada pelos rebeldes no leste da Ucrânia) e tendo com alvo um avião civil (autorizado a atravessar o espeço aéreo de um estado em guerra civil, já com outras tentativas semelhantes levadas a cabo pelas duas partes – ambas com acesso a arsenais abandonados). Numa batalha entre dois blocos políticos e ideológicos (se é que as ideias ainda existem e são praticadas) que mesmo não invocando a sua cegueira permanente, deliberada e criminosa, se entretêm como abutres a brincar com os nossos restos – ensanguentados e mutilados.

 

Com este mórbido espetáculo de violações, saques e mortos, esvaziados, mutilados e foragidos, a prosseguir sem destino nem fim (na Síria) pelo menos enquanto não houver Presidente (nos EUA). Continuando-se assim a matar na Síria (impunemente e com o conhecimento da ONU), a mexer-se nos cadáveres e despojos das vítimas do voo MH 17 (levado a cabo por pretensos políticos mas na realidade verdadeiros abutres humanos) e até em esquecer-se de tudo o mais pensando apenas em CLINTON ou TRUMP. Nesse sentido sendo compreensível o estado de espírito da esmagadora maioria dos mais de 7 biliões de habitantes da Terra, que sabendo de antemão deterem menos dinheiro do que a outra CENTENA controlando ou sendo controlados pelas CORPORAÇÕES (o Futuro não por nós mas para nós escolhido), reconheceram por apatia, indiferença e incapacidade a sua Inferioridade (há muito decretada pelos seus líderes), desistindo da Esperança e aceitando como tutor o Dinheiro. Pelo que optar entre dois DEMÓNIOS (presentes nas presidenciais dos EUA) mesmo que não sendo vermelhos, nem sequer é uma opção de simples Sobrevivência.

 

“Com o dia 8 de Novembro cada vez mais próximo os motores das presidenciais norte-americanas começam a aquecer – com os seus efeitos a começarem a espalhar-se e a sentir-se cada vez mais intensamente tanto internamente (os tiroteios e vítimas são agora cada vez mais frequentes) como nos países do Outro Lado (com as guerras a terem de novo tendência a arrastar-se e a alastrar-se – como o é o caso Sírio). E como ninguém no planeta é capaz de dar mais no Leilão do Mundo (Dólares) os EUA continuam a ganhar e a dominar até ver (não se podendo esquecer que se os EUA fabricam os Dólares, é a CHINA que os tem usado e colecionado – e agora tendo tanto, construindo o mercado e investindo como maior potência Económica que já é).”

 

(imagem: nypost.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:17

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