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Sexta-feira, 05 DE Maio DE 2017

Saturno & Cassini

Antes do seu suicídio projetado para 15 de Setembro deste ano a sonda norte-americana CASSINI circulando nas proximidades do planeta SATURNO desde o ano de 2005 vai realizando alguns ensaios técnicos e outros de trajetória de modo a concretizar com sucesso a data do seu Grande Final.

 

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Superfície de Saturno fotografada pelas câmaras da sonda Cassini

(a 2.000/3.000Km de distância)

 

No passado dia 26 de Abril e num mergulho inédito e de consequências imprevisíveis para a sobrevivência da própria sonda, com a mesma a orientar-se na direção do planeta e a fazer coincidir a sua trajetória com a maior tangente alguma vez feita a este Gigante Gasoso, ultrapassando incólume a sua travessia entre as nuvens envolvendo Saturno e os seus respetivos anéis (passando a menos de 300Km destes últimos).

 

Com a sonda Cassini a cumprir exemplarmente este seu primeiro e expetante mergulho lateral (até aí jamais concretizado) e pelo risco que essa região comportava (pela possível presença de pequenas partículas) aliada à velocidade da sonda no seu movimento (124.000Km/h), não sofrendo nenhum dano e cumprida a trajetória planeada voltando a comunicar.

 

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Localização da imagem relativamente a Saturno

(o Hexágono)

 

E tendo tudo corrido bem com a sonda Cassini a ter já concretizado o seu 2º mergulho planeado para o dia 2 de Maio (passada terça-feira). Num conjunto de exercícios nunca antes tentados pelos técnicos da NASA responsáveis pela missão (inicialmente Cassini-Huygens), agora que se aproxima o momento de nos despedirmos de uma das poucas presenças humanas por aquelas paragens (indireta) e tudo fazendo (numa manifestação de desespero e de perda) para aproveitar os seus últimos momentos de presença entre nós ‒ com a sua morte anunciada para daqui a pouco mais de 4 meses.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 09:57
Quinta-feira, 06 DE Abril DE 2017

Os Gigantes – Tão Distantes, Mais Perto e de Novo Perdidos

No dia 15 de Setembro de 2017 a presença Humana nas proximidades dos dois maiores planetas do Sistema Solar – Júpiter e Saturno – limitar-se-á à sonda Juno. E com esta a demonstrar já indícios de alguns problemas técnicos, devido à poderosa influência do campo magnético de Júpiter (a obrigar os responsáveis da missão nas órbitas de Juno em redor do planeta, a fazê-lo o mais seguro e distante possível).

 

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Cassini Over the Top

PIA 21438

 

Demonstrando para quem quiser ver como é tão fácil em poucos segundos dar cabo de um investimento de cerca de 3.3 biliões de dólares (sendo 20% desse investimento Europeu) – numa cronologia de quase 20 anos – a agência governamental norte-americana dedicada à Exploração Espacial e criada vai fazer 59 anos (em 29 de Julho), à falta de melhor e face à cada vez mais gritante escassez de recursos financeiros (com o Governo dos EUA a financiar a NASA e com esta a ver todo o seu dinheirinho a ir direitinho para os privados seus associados) – e hoje com os seus grandes projetos em prática a estarem limitados à ISS e às sondas automáticas – recorre cada vez mais ao seu Elogio Fúnebre e à prática agora tornada empolgante do suicídio (chegando mesmo a imaginá-lo e até a ilustrá-lo) numa última tentativa e já numa fase desesperada de puro autoconvencimento: ou uma morte gloriosa e depois de tantos sacrifícios (nas diversas missões morreram mais de 20 astronautas), não merecesse um grande funeral.

 

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Cassini Grand Finale Dive

PIA 21439

 

Abandonada a Conquista do Espaço e limitando-se agora e exclusivamente à Exploração (não presencial) do mesmo – mas preferencialmente em zonas mais próximas como Marte (com todo o restante trabalho a ser entregue a instrumentos de observação instalados na Terra ou em órbita da mesma – a NASA vendo os seus veículos espaciais a degradarem-se e a caminharem tal como acontece com tudo para o seu fim, além de se ir entretendo com temas que não interessam a ninguém (como imaginar o planeta Júpiter, tendo como função decorativa, o de fazer de papel de parede), vem agora e com quase 5 meses de antecedência imaginar e ilustrar o futuro suicídio da sonda Cassini, no seu mergulho final em direção ao outro Gigante Gasoso o planeta Saturno – numa morte anunciada para 15 de Setembro. Das grandes sondas do passado – entre outras as Pioneer, as Voyager, as Viking e até a Huygens (a companheira de Cassini terminando a sua missão ao aterrar na lua Titã no início de 2005) – nada mais ficando de verdadeiramente relevante para além da mais nova a sonda Juno (em torno de Júpiter), da sonda Dawn (em torno do planeta-anão Ceres) e da sonda New Horizons (depois de passar Plutão dirigindo-se agora para o interior do Cinturão de Kuiper).

 

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Cassini versus Saturn

PIA 21440

 

Com muitas das sondas hoje em dia enviadas para o Espaço evitando esmagadora e incompreensivelmente a Lua (com os chineses a serem a exceção com as suas sondas Chang’e) e dirigindo-se quase todas para Marte, um destes dias criando algum tipo de congestionamento nunca antes visto em torno do planeta (pelo menos nos últimos biliões de anos e intervindo alienígenas – o que serão os terrestres para os marcianos) e no entanto nunca descobrindo Vida ou algo de minimamente parecido (fossem vestígios ou indícios): com poucas das sondas a saírem da linha e dirigindo-se para outras fronteiras – como por exemplo a sonda Rosetta (orbitando o cometa 67P/C-G) ou as velhinhas Voyager 1 e 2 (com a 1ª tendo já saído do Sistema Solar e com a 2ª a caminho). E até no caso da ISS (Estação Espacial Internacional) – e demonstrando a encruzilhada em que está a NASA tendo que optar entre a Conquista (com a presença obrigatória de astronautas e a construção de naves adequadas) ou a simples Exploração do Espaço (utilizando sondas automáticas controladas à distância mas sem presença do Homem) – com a mesma missão a só poder prosseguir graças a foguetões russos (veja-se lá) e futuramente à iniciativa privada (se tudo correr bem norte-americana) e até com os chineses face ao seu poder económico e até financeiro 8cheios de dólares e de ouro) a prosseguirem sozinhos na construção da sua própria Estação Espacial (num processo já iniciado).

 

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Huygens Descent Sequence

PIA 06434

 

Num episódio a que a NASA já nos vai habituando (desiludindo e confirmando suspeitas), transformando o fim da missão num espetáculo deprimente e elevando a um Grande Final a destruição total da Cassini: quando já tínhamos assistido a algo de muito semelhante com o mergulho da Huygens em Titã (há uma dúzia de anos atrás e com o fim da transmissão pouco tempo depois da aterragem), colocando-se aí a questão de face à longevidade de Cassini, se o mesmo não poderia ter sido feito com a outra sonda Huygens. Face aos prós e aos contras ficando-se por saber qual o verdadeiro motivo para tão forte decisão, quando ela ainda nos serve e nem sequer disse que não. Numa conclusão teatral antecedida por 22 órbitas, rodeando o planeta e atravessando anéis, acabando com um tiro certeiro para o olho do planeta e nada mais transmitindo senão o silêncio do Espaço. E já com o cenário traçado: “Cassini will plunge into Saturn's atmosphere on Sept. 15, 2017. Using its attitude control thrusters, the spacecraft will work to keep its antenna pointed at Earth while it sends its final data, including the composition of Saturn's upper atmosphere. The atmospheric torque will quickly become stronger than what the thrusters can compensate for, and after that point, Cassini will begin to tumble. When this happens, its radio connection to Earth will be severed, ending the mission. Following loss of signal, the spacecraft will burn up like a meteor in Saturn's upper atmosphere.” (nasa.gov)

 

(imagens e legendas: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:47
Segunda-feira, 20 DE Março DE 2017

Nos próximos tempos deixaremos de vez de estar presentes, de olharmos e de investigarmos, um dos maiores e talvez mais fotogénicos (no sentido em que impressionam bem a nossa placa cerebral) – pelo uso constante dos seus magníficos anéis decorativos – planetas do Sistema Solar: com o fim da sonda Cassini em 15 de Setembro deste ano, deixando de aí estar presente e impedidos de ver o Mundo (mundos como os de Pã).

 

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A lua Pã

(Sonda Cassini – PIA 21436 – 7 Março 2017)

 

Apresentando uma das luas do planeta Saturno (localizado a uma distância média de mais de 1400 milhões de Km do Sol), apresentando um diâmetro não atingindo os 29Km (mais do que 4200X menor que o diâmetro do planeta que orbita), girando à volta do mesmo a pouco mais de 133000Km de distância e levando pouco menos de 8 horas a dar-lhe uma volta completa: possível de ser detetada nos limites exteriores do anel A orbitando Saturno no espaço denominado por Divisão Encke.

 

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Localização da lua Pã no interior da Divisão Encke

(limite externo do anel A)

 

À primeira vista com este satélite natural da Saturno a assemelhar-se à forma por nós idealizada para um disco-voador (um pires de uma chávena de chã), mas não sendo certamente de origem artificial (teria que ter uma criação alienígena), sendo efetivamente oriundo de um molde não muito comum de se ver (no nosso Sistema Solar) e deixando-nos ainda mais dúvidas no que toca à formação: talvez o resultado da acumulação e agregação de materiais dispersos em torno de um núcleo movimentando-se entre anéis.

 

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A pequena lua Pã orbitando Saturno no interior da Divisão Encke

(Sonda Cassini – PIA 09868 – 12 Fevereiro 2008)

 

Aqui sendo-nos apresentada a partir das câmaras da sonda Cassini num registo já deste mês e capturado a 24600Km de distância da mais pequena (e uma das mais próximas) lua de Saturno, Pã: mostrando-nos os hemisférios norte e sul deste satélite natural (esquerdo e direito respetivamente – imagem inicial). Com os cientistas a afirmarem que Pã se terá formado num tempo em que os anéis circundando Saturno eram mais jovens e débeis, levando o seu núcleo central (constituído por material gelado e sendo mais denso que a sua parte exterior) ao passar entre os anéis a apanhar e a acumular material na sua trajetória, que no presente lhe dá esta forma deveras peculiar.

 

(imagens: nasa.gov e google.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:47
Domingo, 05 DE Março DE 2017

Sinais Disruptivos nos Anéis de Saturno

“Uns dizem uma lua (natural) outros diriam uma nave (artificial) – e nenhum deles deixando de ter (a sua) razão.”

 

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Saturno – Anel A

Presença de uma lua não identificada

Sonda Cassini – PIA 21433 – 21 Fevereiro 2017

 

Oriundas do segundo maior dos oito planetas integrando atualmente o Sistema Solar (há alguns anos atrás eram nove, nessa altura integrando o agora despromovido a planeta-anão Plutão) e sendo conhecido como um dos dois planetas Gigantes Gasosos localizados para além da Cintura de Asteroides, o planeta Saturno apresentando um diâmetro quase 10 X o da Terra, além de outras características comparativas como

 

Características

Terra

Saturno (X Terra)

Área

1

84

Volume

1

764

Massa

1

95

Densidade

1

1/8

Gravidade

1

 

E estando localizado a uma distância do Sol muito aproximada dos 1500 milhões de Km (10 X mais distante do Sol que a Terra – enquanto a luz do Sol demora um pouco mais de 8 minutos a cá chegar a Saturno demorará mais de 80), com um período de rotação de pouco mais de 10 horas (na Terra 24) e demorando cerca de 29 anos a dar uma volta completa ao Sol, aparece-nos aqui com os seus famosos anéis a serem perturbados na sua órbita habitual por um pequeno objeto, deslocando-se nas suas proximidades ou entre os mesmos. E na sua própria deslocação em torno de Saturno provocando alterações visíveis nos anéis circundando o planeta, como se o objeto os tivesse momentaneamente a atravessar e a romper – originando as referidas ruturas nos tão famosos, fantásticos, únicos e visíveis anéis (com um simples telescópio a partir da Terra) deste Gigante maioritariamente gasoso e eventualmente com um núcleo rochoso. Um Mundo pela sua distância ao Sol com temperaturas médias muito baixas (na ordem dos 140⁰C negativos) e com a sua atmosfera a ser composta essencialmente por hidrogénio (96%) e uns pozinhos de hélio (3%) e metano (0.4%). Nem se sabendo bem onde acaba o céu (a atmosfera) e começa a terra (a superfície rochosa) com a sonda automática Cassini a terminar a sua já longa missão em torno deste planeta no próximo dia 15 de Setembro, altura em que mergulhará na atmosfera do Gigante Gasoso e se perderá no interior da maciça, opaca e misteriosa camada de nuvens envolvendo todo o planeta. E esperando-se que pelo menos envie alguns dados antes de deixar de comunicar – e deixando por aqueles lados apenas a sonda Juno (orbitando há poucos meses o outro Gigante Gasoso Júpiter – mas para já sem grandes imagens e apresentando desde logo problemas técnicos).

 

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Anéis de Saturno

Objeto Santos Dumont

(Ampliação da imagem anterior)

 

Nesta imagem que aqui nos traz a sonda Cassini passados apenas onze dias sobre o seu registo no próprio local, com um objeto de pequenas dimensões a interferir com a região dos anéis A de Saturno alterando a sua forma e disposição e “funcionando como uma hélice propulsora” dispersando material à sua volta e à sua passagem (muito provavelmente constituintes dos anéis e do próprio objeto). Denominado como Santos Dumont (o famoso aviador brasileiro) e nesta imagem sendo visível (na altura) a sua face iluminada/em cima e a sua face não iluminada/em baixo – e como dizem os técnicos da NASA “com um nível de detalhe sem precedentes”.

 

E com os mesmos especialistas a informarem-nos sobre a diferente coloração dos anéis, dependendo os mesmos da densidade do material aí existente (e que os constitui e lhes dá forma) ser maior ou ser menor – fazendo variar a imagem entre a cor (maior quantidade de material e refletindo a luz) e a ausência de cor (menor quantidade de material ou sendo visto de um dos lados parecendo escuro/por opaco mas podendo conter grandes quantidades); assim como o do seu acompanhamento já lá vai uma década dessa pequena lua Santos Dumont (com a sonda a andar por lá há mais de doze anos). Graças a todo o conhecimento adquirido pelo Homem ao longo destes anos de Aventura, de Descoberta e de início da Conquista do Espaço e com o mesmo Homem aliado a todo o desenvolvimento Tecnológico extraído dessas suas experiências repetidamente adquiridas e consolidadas (e acima-de-tudo aceitando a evolução), conseguindo alcançar feitos extraordinários e nunca antes julgados possíveis – mesmo a 1500 milhões de Km de distância de tão pequeníssimo objeto, perdido e mal visível entre os anéis de Saturno: como o de medir essa lua e estimá-la aproximadamente em 1Km de tamanho.

 

(imagem: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:53
Quinta-feira, 02 DE Março DE 2017

O Umbigo de Saturno

“Uma prova de que um dia Saturno evoluiu e se tornou naquilo que é: sendo o Hexágono, um simples símbolo integrando o caminho da Perfeição, tendo no topo o espaço Único, proporcionado pela Esfera.”

 

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O Hexágono de Saturno

 

Com a clara do ovo a ser a região mais importante deste modelo (de organismo) centralizado na denominada e colorida gema, é natural que a expressão visual que mais se aproxima desta imagem do polo norte de Saturno poderá ser corretamente concretizada muito simplesmente, através de uma impressão a 2D de um qualquer ovo estrelado: com todo o conteúdo da célula focalizado no centro, rodeado por elementos formando um entreposto de certificação de segurança e de autossuficiência e protegido do exterior por uma fina casca ou membrana (em qualquer momento do seu desenvolvimento podendo ser reformulada e substituída) e do centro da qual sairá um novo organismo replicado do anterior. Pelo que a obsessão originada por mais uma das nossas crises existenciais envolvendo a problemática origem do Mundo – contando aqui com a especial colaboração de um dos seus mais conhecidos organismos (até porque o comemos) saído do Ovo ou do ânus da Galinha – não faz sentido nenhum: o que interessa é desvendar a ideia de quem pôs em prática este eficaz mecanismo reprodutor, capaz de replicar um modelo de limite circular mas mantendo uma forma hexagonal de base, numa imagem que se repercute naturalmente em diversas situações envolvendo matéria energia e movimento. E que no caso do Gigante Gasoso Saturno até poderá esconder a formação (ou existência) de algo mais – um corpo celeste já num estado avançado da sua evolução mas por impossível de visualizar (para além da sua capa superficial) passando despercebido na sua pujança transformadora e mantendo-nos (para já) na nossa ilusão e desconhecimento. Num caso um tanto semelhante com o ocorrido com Júpiter: uma enorme massa certamente com muito (matéria, energia, movimento) e pouco (vida como a nossa) conteúdo mas sem dúvida de uma beleza talvez mortal mas extraordinária.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:25
Sexta-feira, 27 DE Janeiro DE 2017

Dafne – uma das luas de Saturno

Nas imagens aparecendo num cenário de escuridão profunda e total, entalada entre um espaço um pouco mais claro preenchido pelos anéis de Saturno.

 

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A lua de Saturno DAFNE entre os anéis de Saturno

PIA 12698

(05.07.2010 – sonda Cassini – nasa.gov)

 

Uma das mais de sessenta luas do distante planeta Saturno (localizado a quase 10 UA do Sol) é DAFNE, um pequeno corpo celeste de 8Km de diâmetro situado no interior de um dos anéis (anel A/Keeler Gap) deste Gigante Gasoso (o outro e maior é o planeta Júpiter) – e descoberto há quase doze anos (06.05.05) escondido entre os anéis de Saturno pela sonda automática Cassini.

 

Sendo tal a proximidade ao seu planeta de referência (um pouco mais de 130.00Km) que se torna mais que evidente a constante interação não só entre os dois corpos celestes (uns milhões de vezes maior do que o outro e situados muito próximos) como a existente entre a lua e os anéis (interior e exterior).

 

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A lua de Saturno DAFNE entre os anéis de Saturno

PIA 21056

(16.01.2017 – sonda Cassini – nasa.gov)

 

Devido à sua diminuta dimensão relativamente ao monstro que orbita (um planeta com 10X diâmetro da Terra) e muitas vezes passando impercetível entre as nuvens de poeiras e outros materiais constituindo os diversos anéis rodeando Saturno (encobrindo essa lua das muitas conhecidas orbitando Saturno),

 

A lua Dafne continua a ser até pela sua extrema proximidade a Saturno, um daqueles objetos misteriosos cuja origem desconhecemos mas cujo fim já projetamos: certamente sujeita a fenómenos de grande “erosão” pela zona turbulenta que ocupa, além de estar sujeita às brutais forças exercidas pelo campo magnético do planeta.

 

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Dafne

(ampliação de PIA 21056)

 

Uma lua de Saturno que à primeira vista nos faz lembrar um sepulcro (forma aparente que o contraste entre a luz e a sombra lhe dão), completando a sua órbita num espaço temporal de apenas 14 horas (a nossa Lua demora 24 horas) e com a sua movimentação constante nas proximidades do planeta que orbita (no interior da falha de Keeler), perturbando as partículas constituindo os anéis rodeando o planeta Saturno (particularmente as do Anel A).

 

Segundo os cientistas da NASA a afirmarem serem os próprios anéis a impulsionarem a lua na sua movimentação (já que a velocidade de deslocação dos anéis é maior do que a da lua).

 

Talvez sendo os responsáveis (os anéis) pela manutenção de Dafne em órbita, impedindo a sua queda, impacto e destruição.

 

Descoberta por acaso aquando da observação de certas irregularidades em determinados anéis de Saturno (zonas fronteira) – aí aparecendo escondida a pequenina lua Dafne na falha entre anéis denominada Keeler.

 

E também conhecida como S/2005 S1.

 

(imagens – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:29
Terça-feira, 17 DE Janeiro DE 2017

Cassini-Huygens

Uma das últimas imagens enviadas pela sonda CASSINI (a 22 de Outubro do ano passado e editada a 9 de Janeiro deste ano) obtida a cerca de 185.000Km de distância MIMAS e mostrando-nos a enorme cratera de impacto de HERSCHEL (com uma dimensão igual a 1/3 do diâmetro da lua) e um dos seus picos interior (típicos nestes casos de impactos) – tão alto como o nosso monte EVEREST.

 

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Mimas

Uma das 62 luas do planeta Saturno com cerca de 400Km de diâmetro

Com a sua misteriosa e enorme cratera Herschel – 140Km de extensão

(nasa.gov)

 

Terminada em meados de Setembro a missão CASSINI-HUYGENS (com o impacto da sonda CASSINI com o planeta Saturno), restarão no espaço ocupado pelos planetas exteriores do Sistema Solar (Júpiter, Saturno, Úrano e Plutão) 3 sondas automáticas: DAWN (visitando VESTA e CERES), JUNO (já orbitando JÚPITER) e NEW HORIZONS (tendo já ultrapassado Plutão e agora a caminho do interior do CINTURÃO de KUIPER – para além das sondas lançadas em 1977 a VOYAGER 1 (encontrando-se já no exterior do nosso Sistema Planetário) e a VOYAGER 2 (talvez jpara além da heliopausa). Ficando-se agora à espera da nova herdeira da sonda CASSINI-HUYGENS junto dos Gigantes Gasosos (antes próxima de Saturno), a sonda norte-americana JUNO (agora próxima de Júpiter).

 

CASSINI-HUYGENS

Vinte anos de trabalho no Espaço

(1997/2017)

 

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Superfície da lua de Saturno Titã

O que poderia ser o estuário de um rio desaguando num oceano

TITÃ – HUYGENS – PIA 7236

(nasa.gov)

 

Aproveitando para dar uma espreitadela noutros corpos celestes como ENCELADUS (outra das luas de Saturno) – juntamente com TITÃ dois mundos bastante interessantes (para o Homem) dada a presença de água e emissão de vapor de água (com fenómenos semelhantes a geysers).

 

Com a sonda automática CASSINI-HUYGENS a entrar em órbita de Saturo em Julho de 2004 aproximando-se a cerca de 20.000Km do planeta e posteriormente enviando a sonda HUYGENS em direção à lua TITÃ onde aterraria no início do ano de 2005.

 

Numa missão iniciada em 1997 (na realidade com as suas origens em 1982 mas apenas concretizada quinze anos depois), com os seus objetivos cumpridos em 2008 e por duas vezes com o seu período de atividade prolongada até ao ano de 2017.

 

E numa clara demonstração da qualidade científica e tecnológica dessa gloriosa (e saudosa) geração entretanto já ultrapassada (mas sempre presente na memória da nossa experimentação e na evolução do nossos conhecimento),

 

E da excelente e produtiva (apresentando resultados científicos importantíssimos) tecnologia de ponta então produzida,

 

Capaz da execução de tais feitos incríveis e extraordinários (como voar para outros planetas) em Eventos mesmo hoje para alguns ainda considerados impossíveis de o serem (ainda hoje há quem não acredite que fomos à Lua) e mais próprios de um sonhador que põe mesmo em dúvida se o é.

 

A 15 de Outubro de 1997 (já lá vão quase vinte anos) quando a missão CASSINI-HUYGENS foi lançada de Cabo Canaveral utilizando um foguetão do tipo TITAN IV-B, um dos objetivos da mesma para além de incluir o estudo do Gigante Gasoso SATURNO (através da utilização do seu orbitador CASSINI), seria também o de se dirigir para uma dos seus satélites artificiais neste caso TITÃ e aí aterrar na sua superfície (através da utilização do seu pousador HUYGENS).

 

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Superfície de Titã

Um mundo alienígena, com água e localizado a 10 UA de distância do Sol

TITÃ – HUYGENS – PIA 6440

(nasa.gov)

 

No ano em que a missão completa vinte anos (sete anos de viagem até Saturno e mais treze orbitando o planeta) a sonda CASSINI prepara-se para o fim anunciado da sua longa viagem programado após várias extensões para 15 de Setembro de 2017: justificando-se essa decisão por parte da NASA não só pela reduzida quantidade de combustível ainda disponível no seu foguetão (o plutônio que tem propulsionado a sonda desde a Terra, juntamente com a poderosa ação dos campos magnéticos dos planetas por onde passou), como pelo perigo de ao ficar descontrolada (a sonda) esta se perder no espaço podendo vir a contaminar outros corpos impactando com eles e possivelmente transmitindo-lhe certos micróbios ainda presentes na sonda (alienígenas para esse corpo e podendo ter mesmo origem terrestre).

 

Tendo provavelmente em TITÃ e em ENCELADUS dois dos maiores prémios desta viagem agora a terminar: pela água e pela hipótese da existência de algum tipo de vida mesmo que primitiva mesmo que diferente.

 

Numa etapa derradeira a realizar por parte da sonda CASSINI (e com a sonda HUYGENS jazendo inerte sobre a superfície de TITÃ) e já iniciada nos finais de 2016, com a sonda a fazer as suas últimas órbitas em aproximação a Saturno e finalmente a mergulhar na atmosfera deste Gigante Gasoso (a 15 de Setembro).

 

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Huygens em Titã e Cassini em Saturno

Chegada à superfície da lua e preparação para o fim da missão no planeta

Ilustração

(nasa.gov)

 

Não concordando completamente com o nome atribuída a esta etapa da missão CASSINI-HUYGENS – “Cassini Grand Finale” – já que em si o suicídio seja por que motivo for nunca é nada desejado (seja sujeito ou por representação objeto) e até porque talvez a máquina ainda pudesse ser utilizada para outras funções interessantes e talvez reveladoras (como continuar a sua viagem) – sucedendo-se assim ao suicídio da MESSENGER (então orbitando Mercúrio) o suicídio da Cassini (ainda orbitando Saturno).

 

Aproveitando-se a ocasião para a comemoração do maior feito desta sonda de iniciativa conjunta norte-americana e europeia, ao aterrar há 12 anos atrás (fez sábado anos) o seu módulo HUYGENS sobre a superfície de um corpo distante como esta lua do planeta Saturno (na região de Shangri-La): e enviando-nos desta lua pertencendo aos planetas exteriores imagens e dados de um mundo nunca visto, sendo este simultaneamente o mais distante objeto jamais alcançado e tocado pelo Homem (a Lua presencialmente e TITAN com um objeto representando-nos e por nós construído).

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:22
Quarta-feira, 02 DE Novembro DE 2016

Saturno e o seu Hexágono

Nunca ignorando todas as notícias alternativas ou teorias da conspiração envolvendo o planeta SATURNO, antes invocando os anéis e agora invocando o Hexágono: no caso dos anéis podendo contar na manutenção destes com intervenção inteligente extraterrestre e no caso do Hexágono podendo escondê-la (essa civilização) ou aos seus planos de criação (no local).

 

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Saturno – Planeta, Anéis e Hexágono

(PIA 20502)

 

Mais uma imagem do planeta SATURNO (localizado a cerca de 10 UA/1500 milhões de Km do SOL) enviada pela sonda CASSINI-HUYGENS (e obtida a 16 de Julho deste ano) e aparentemente mostrando-nos um planeta tranquilo rodeado pelos seus tão característicos anéis (registada quando a sonda se encontrava a 2 milhões de Km do planeta). Obtida a partir de um plano superior (sobre um dos seus polos). O segundo maior planeta do Sistema Solar (um dos 4 planetas Jovianos) logo depois de JÚPITER.

 

Sendo bem visível o aparecimento numa das suas calotes polares (polo norte de Saturno), um dos maiores símbolos (misteriosos) associados a este gigante gasoso o HEXÁGONO de SATURNO: a presença de uma persistente camada de nuvens de forma hexagonal cobrindo a região do Polo Norte (observada pela 1ª vez em 1981 pela sonda VOYAGER), com uma extensão (os lados desse hexágono sendo superiores ao diâmetro da TERRA) onde poderia caber o nosso planeta. Um Hexágono com um vórtice no seu interior.

 

No entanto e apesar de todo este cenário transbordando serenidade no meio da escuridão profunda e enigmática do ESPAÇO, quando na realidade o que se passa à sus superfície é rigorosamente o seu oposto: com a sua atmosfera a ser alterada constantemente sob a ação de ventos deslocando-se a altas velocidades (muito superiores aos registados na TERRA), implicando alterações dramáticas no estado do tempo e originando tempestades violentas. Com o Hexágono a ser um desses pontos de maior interesse.

 

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Saturno – Polo Norte – Hexágono

Antes azul e depois dourado

 

“One hypothesis, developed at Oxford University, is that the hexagon forms where there is a steep latitudinal gradient in the speed of the atmospheric winds in Saturn's atmosphere. Similar regular shapes were created in the laboratory when a circular tank of liquid was rotated at different speeds at its centre and periphery. The most common shape was six sided, but shapes from three to eight sided were also produced. The shapes form in an area of turbulent flow between the two different rotating fluid bodies with dissimilar speeds.” (wikipedia.org)

 

Agora com a curiosidade (que trás o desconhecimento) desse HEXÁGONO detetado há 35 anos e posteriormente fotografado pelas câmaras da CASSINI-HUYGENS, apresentar por essa altura uma coloração azulada (em 2012) – entretanto mudando de cor e apresentando-se agora dourado (4 anos depois). Justificada pelos cientistas (numa hipótese, mas credível) por uma simples mudança de estações ao longo do ano deste planeta Joviano: tal como a Terra, com estações ao longo de 29 anos terrestres (a duração de uma volta completa em torno do Sol).

 

E no entretanto porque não pensar que no trajeto de evolução do Sistema Solar, numa determinada fase da sua cronologia espácio-temporal, um dia poderemos habitar um outro planeta ou até uma das suas luas, podendo um deles ser Saturno ou até mesmo TITÃ (pelo menos por uns milhões de anos): com a sua estrela de referência (o Sol) em plena meia-idade (perto dos 5 biliões de anos um total de 10 biliões) e já tendo consumido o seu STOCK (de HIDROGÉNIO) em cerca de 50% (transformando-o em HÉLIO). Nos próximos biliões de anos e quebrado o delicado equilíbrio entre a sua própria gravidade e as suas reações nucleares, com o Sol a acabar por se transformar finalmente numa Gigante Vermelha aquecendo e crescendo – pelo que talvez para lá da Cintura de Asteroides encontremos um qualquer dia, uma nova zona habitável.

 

(imagens: nasa.gov e space.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:04
Terça-feira, 23 DE Agosto DE 2016

Perturbações Saturnianas

Apesar de bem explicadinho tal não significa que não exista outro caminho:

“The moon Prometheus creates an intricate pattern of perturbation

in Saturn's F ring”.

(2009/nasa.gov)

 

sat.jpg

Fig. 1

Imagem Hubble

(1996)

 

Recordando as observações efetuadas pelo telescópio HUBBLE ao planeta SATURNO e seus respetivos ANÉIS (na figura 1 num registo ocorrido há dez anos), verificamos que já por essa altura para além destes mesmos terem uma origem desconhecida e misteriosa (pelo menos para nós), por vezes eram ainda acompanhados por fenómenos inesperados e pela sua observação ainda mais intrigantes. Como é o caso do registo de 26 de Abril de 1996 (entre muitos outros passando despercebidos ou há muito apagados por quem os fez e difundiu) tendo como instrumento o telescópio Hubble e com testemunha ativa (nas suas observações astronómicas) o cientista P. Nicholson (Cornell/NASA): notando-se claramente a presença de três objetos de enormes dimensões (50000Kmx4000Km) acompanhando os anéis do planeta, confundindo-se entre eles ou acompanhando-os lateralmente (caso marcado com a letra C). Num fenómeno no mínimo (pela sua dimensão) extraordinário.

 

pia20485-1041.jpg

Fig. 2

Imagem Cassini

(2016)

 

E se no caso da fig. 1 o registo fotográfico parece ser difícil de encontrar (pelo menos nas páginas oficiais do Hubble), já no caso a que se refere a fig.2 (de Abril de 2016) a NASA faz acompanhar o registo (oriundo da sonda CASSINI) da sua própria interpretação para explicar racionalmente o dito fenómeno: informando-nos estarmos em presença de uma perturbação luminosa na região do anel F do gigante gasoso Saturno (não provocada pela presença da lua PANDORA a pouco mais de 80Km de distância do planeta – no canto inferior/direito da imagem), como consequência de uma interação entre um pequeno (?) OBJETO integrando o anel e o núcleo constituinte do mesmo: segundo esses cientistas um fenómeno natural já bem conhecido e denominado como JETS (talvez pelo material que aí é ejetado em direção ao Espaço exterior). E apesar de tudo descritos como os ESCULTORES de ANÉIS (suscitando-nos na nossa mente a presença de Algo Mais – de poderoso).

 

Dada a dimensão diminuta do nosso Sistema Solar

(o SOL e SATURNO distam 400 milhões de Km – menos que 80 minutos de viagem à V Luz):

Porque não pensar que uma civilização mais avançada do que a nossa e criadora deste nosso viveiro não estará em Saturno a preparar o Futuro e o nosso próximo lar.

(já que nós nos entretemos com um corpo aparentemente morto – Marte)

 

(imagens: HUBBLE e CASSINI)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:09
Segunda-feira, 15 DE Agosto DE 2016

O Hexágono

Num momento em que tendo-se já inserido em órbita do maior planeta e gigante gasoso do Sistema Solar (JÚPITER), a sonda JUNO se prepara para tirar o protagonismo à sua antecedente e ainda ativa sonda CASSINI-HUYGENS (orbitando o outro gigante gasoso SATURNO).

 

“El hexágono, en simbología, representa el perpetuo movimiento de la creación”

(Marta Jimenez/diáriocordoba.com)

 

saturn-hexagonal-jet-stream.jpg

Saturn's odd hexagonal jet stream swirls in this amazing photo taken by the Cassini spacecraft.

(NASA/JPL-Caltech/Space Science Institute)

 

Como aprendemos na escola primária um hexágono é um polígono regular em que todos os seus lados têm a mesma medida assim como todos os ângulos que os mesmos fazem. E como o Universo é inferencialmente constituído por regularidades e irregularidades (o que caracteriza a simbiose caos/ordem), é natural que em certos contextos, enquadrados ou desenquadrados (na projeção da nossa realidade condicionada), eles nos despertem a atenção, nos despertem curiosidade e nos levem até ao mundo da imaginação. Com imagens oriundas de um ponto situado no Espaço a aproximadamente 1500 milhões de Km do Sol (a estrela de referência do nosso Sistema Solar), apresentando-nos um mundo com quase 100 X a Massa da Terra, rodeado por um círculo perfeito e espantoso de anéis, com tempestades constantes e violentas à sua superfície e ainda por cima num dos seus polos (Norte) presenteando-nos com uma perfeita figura geométrica, no nosso mundo (terrestre) destacando-se como algo de belo e assinalável: talvez pela sua forma, organização e potencial, mas certa e convictamente pela existência (adicional e incompreendida) de algo mais.

 

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The spectacular rings of Saturn cast dark shadows on the ringed planet as the winter season approaches in Saturn's southern hemisphere in this view from the Cassini spacecraft. With the cold season comes a blue hue on Saturn that is likely caused by a drop in ultraviolet sunlight and haze it produces.

(NASA/JPL-Caltech/Space Science Institute)

 

Ainda-por-cima num momento em que o nosso planeta vive uma crise verdadeiramente existencial (banalizando a morte e transformando-a num simples e cada vez mais desvalorizado espetáculo), pois tendo crescido exponencial e fisicamente (já mais de 7 biliões de almas podendo usufruir do seu ecossistema) por outro lado e coercivamente limitou acessos (à nossa cultura, memória e evolução) ao mesmo tempo que de uma forma prepotente nos vedava o livre-arbítrio (da Natureza e da sua/nossa matéria-prima). Um Mundo construído em torno das perceções e das sensações transmitidas pelos nossos órgãos dos sentidos, perceções/sensações essas posteriormente processadas e traduzidas simbolicamente pelo nosso cérebro (e na sua base utilizando processos e mecanismos comuns, em aplicações elaboradas por um ser inicialmente tendo como modelo o Mundo Mineral) e que num determinado Espaço-Tempo da Evolução do Universo indicou o momento da nossa criação (do Homem), o diferenciou (do Mundo Mineral) e baseado nele inventou o nosso Mundo Orgânico – contando agora com a presença de uma estrutura biológica e dinâmica como contraponto ao (aparente) estaticismo mineral. Restando-nos entre estes dois mundos e o Mundo Espiritual descobrirmos o nosso lugar (da Alma).

 

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This colorful view from NASA's Cassini mission is the highest-resolution view of the unique six-sided jet stream at Saturn's North Pole known as "the hexagon".

(NASA/JPL-Caltech/SSI/Hampton)

 

Numa imagem verdadeiramente espetacular e única em toda a extensão do nosso Sistema Solar (conhecido), com um enorme tempestade a afetar toda a região do polo norte de Saturno (mais de 20000Km de comprimento ou seja quase o dobro do diâmetro da Terra) e com correntes de jato com velocidades acima dos 300Km/h a rodearem esse vórtice neste caso de forma hexagonal – caraterística não só verificável nesta região polar (pelas suas tempestades enormes e imprevisíveis) como por toda a opaca, espessa e violenta atmosfera envolvendo Saturno. Um planeta que tal como todos os planetas exteriores (localizados para além da Cintura de Asteroides) poderá ser num futuro já não muito distante o próximo passo da Descoberta e da Conquista da nossa Civilização Terrestre, e que como o seu vizinho Júpiter e todos os restantes mundos gelados aí situados (desde planetas, luas e outros corpos celestes) – até pela presença de água para nós sinónimo de Vida – será certamente e no futuro a nova zona habitável para os ex-habitantes da Terra. Num Ciclo Solar de 10 biliões de anos que já vai quase a meio e com o Sol a envelhecer, a aumentar e a desaparecer. E com o Homem a matar-se na Terra (tais os excedentes da espécie dominante) e a enviar máquinas (não tripuladas) para o Espaço exterior (tal a falta de excedentes dominantes e disponíveis).

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:39

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