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Domingo, 03 DE Dezembro DE 2017

Meteorologia em Portugal e em Albufeira

ALBUFEIRA

18:30

(tempo frio e seco/sem chuva)

Temperatura: 11⁰C

Vento fraco nordeste

Humidade: 38%

Precipitação: 0%

 

IMG_2356.jpg

1

Albufeira

Com o fim da Feira França a 3 mas com o regreso da Feira Quinzenal a 5

(século XXI)

 

Segundo dados do IPMA hoje (domingo 03.12.2017) em todo o território nacional (ilhas incluídas) o céu apresenta-se limpo e sem nuvens, e sem previsões de precipitação: exceção feita ao arquipélago dos Açores onde o céu estará nublado ou pouco nublado. Quanto às temperaturas do ar com a temperatura na região do Algarve a andar pelas duas da tarde pelos 15⁰C (em Albufeira com mínima nos 5⁰C e máxima nos 16⁰C), com vento predominante de este (V=14Km/h), humidade pelos 30% e previsão de chuva nula (0mm). Comparativamente com o resto do país (território continental) sendo a região algarvia aquela a proporcionar melhores condições meteorológicas para todos os seus residentes (nacionais e estrangeiros), apresentando nesta época do ano (pré-Natalícia) um clima parecido ao do Verão de São Martinho (que se tem estendido desde Novembro prolongando o período de seca), convidando todos os felizardos ‒ com tempo disponível e residindo em Albufeira ‒ a um passeio pela praia ou uma ida até à Feira Franca (hoje no seu último dia): como o demonstram as temperaturas para o norte de Portugal (continental) com o IPMA a colocar cinco distritos em Alerta Amarelo (de 1/4 sendo um aviso de nível 2 devido essencialmente à onda de frio) ‒ sendo estes Aveiro, Braga, Bragança, Guarda e Vila Real (sobretudo na passagem de domingo para segunda).

 

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2

03.12.2017 ‒ 18:00

Imagem de satélite/Infravermelho

(EUMETSAT/IPMA)

 

Hoje (domingo) com as previsões de temperaturas mais baixas (e negativas) a dirigirem-se sem dúvida para os distritos de Bragança e da Guarda, com as temperaturas a atingirem máximas de 8⁰C/5⁰C e mínimas de -3⁰C/-2⁰C (respetivamente) ‒ Vila Real 9⁰C/0⁰C ‒ e certamente mantendo-se cenário idêntico (de frio intenso) para os próximos dias (pelo menos até 4ª feira): e com a mínima a andar (nestes distritos e nestes dias) entre os 0⁰C e os -4⁰C. Segundo o resumo climático publicado pelo IPMA e relativo ao mês de Novembro (deste ano) com esse mês a ser muito seco (precipitação abaixo dos 50% do normal) e quente (tendo-se registado mesmo uma onda de calor com a duração de uma semana e afetando sobretudo o interior Norte/Centro e algumas partes do Alentejo) mantendo-se o período de seca que o país atravessa (3%/seca moderada, 46%/seca severa e 51%/seca extrema).

 

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3

03.12.2017 ‒ 18:00

Intensidade de precipitação

(IPMA)

 

No que se refere ao Algarve e à cidade de Albufeira (concelho e freguesias: Albufeira & Olhos de Água, Ferreiras, Guia e Paderne) com as previsões para os próximos 9 dias (4 Dezembro a 12 Dezembro) a apontarem para céu limpo ou pouco nublado (com algumas probabilidades de chuva para o próximo fim-de-semana ‒ 22%/37%), vento fraco a moderado e temperaturas a variarem entre 4⁰C/7⁰C (mínima) e 16⁰C/18⁰C (máxima): tudo indicando a manutenção do tempo que se tem verificado nos últimos dias ‒ seco, frio e sem chuva ‒ pelo que durante a próxima semana o ambiente será convidativo (para quem pode) para se levantar de manhã cedo, tomar um reconfortante pequeno-almoço, dar um belo passeio pela praia, descansar um pouco ao Sol (aproveitando o calor dos raios solares ao toque da sirene dos bombeiros/ao meio-dia), degustar um bom almoço e no final usufruir de uma sesta tranquila (ou de um bom período de leitura). E numa região algarvia (exclusiva e infelizmente até para a sua evolução) virada para o Turismo (e sobretudo para a Hotelaria/Restauração) restando aos Trabalhadores/Residentes (trabalhando todos para o mesmo) colaborar no negócio e com os trocos recebidos tentarem proporcionar algo mais: a si assim como aos seus neste mês da comemoração do Natal (dentro de apenas 3 semanas).

E como curiosidade e a nível sismológico com a Região do Algarve (ou regiões marítimas próximas) a registar desde o início de Dezembro os seguintes sismos:

 

Ordem

Data

Local

Magnitude

Profundidade

1

2017-12-01

SW Cabo S. Vicente

2.2

31

2

2017-12-02

E

Monchique

1.1

6

3

2017-12-02

SW Monchique

0.9

-

4

2017-12-02

SW Cabo S. Vicente

1.6

33

5

2017-12-02

SW

Lagos

1.1

29

6

2017-12-02

SW Cabo S. Vicente

1.7

40

7

2017-12-03

S

Monchique

1.2

18

8

2017-12-03

SW Cabo S. Vicente

2.9

34

9

2017-12-03

SW S. Brás de Alportel

2.4

28

(sismos registados na região do Algarve ‒ terra e mar ‒ desde o início de Dezembro)

 

Como se pode verificar com a zona mais ativa a estar referenciada ao Cabo de S. Vicente (4 pequenos sismos desde o início de Dezembro) e com o mais intenso registado em terra a ocorrer em São Brás de Alportel com M2.4 (mesmo assim pouco significativo). A nível global com um sismo de intensidade M6.0 (profundidade de 24Km) a registar-se hoje pelas 11:19 (UT) perto da costa do Equador.

 

(imagem 1: PA ‒ dados e imagens 2,3: ipma.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:36
Quinta-feira, 23 DE Novembro DE 2017

À Espera Que Chova

“Entre o Douro e Trás-os-Montes, a seca reflete-se nos abastecimentos de água à população, nas explorações de gado que já estão a gastar as reservas do inverno e nas quebras de produção na agricultura.”

(noticiasaominuto.com)

 

IPMA 1.jpgIPMA 2.jpg

 

Com previsão de chuva um pouco por todo o país prevista para esta quinta-feira (com períodos de chuva ou céu pouco nublado e vento moderado) ‒ na cidade de Albufeira com 50% de hipóteses de chuva (sobretudo a partir do início da noite):

 

O IPMA prevê para amanhã (sexta-feira) a continuação do estado do tempo, seguida de uma ligeira melhoria (durante o fim-de-semana) e a partir de segunda-feira o regresso de novo da chuva:

 

Em Albufeira com as previsões a apontarem o período máximo de pluviosidade para o início da próxima semana (segunda, terça e quarta-feira) ‒ com 62% a 67% de probabilidade de chuva ‒ para a partir de quinta-feira (1 de Dezembro) voltarem os aguaceiros fracos e o céu pouco nublado.

 

“Zonas lagunares, como as de Aveiro a da Ria Formosa, ou ainda de Óbidos e Albufeira, e zonas estuarinas, como as do Tejo e Sado, tenderão a desaparecer ou a estreitar-se muito, com perdas de terrenos agrícolas bem como inundações de zonas baixas vizinhas.”

(esquerda.net)

 

secaportugal_03.jpg

 

Ou seja e a confirmarem-se as previsões com a chuva (necessária e fundamental) a continuar ausente de Portugal Continental, prolongado o período de seca (nalgumas partes do território já Severa):

 

Contribuindo para a diminuição de humidade dos terrenos (já bastante baixa) e mantendo-se este cenário (meteorológico) correndo-se sempre o risco de novos incêndios (em Dezembro);

 

Da subida do preço da água e da eletricidade (e de muitos outros produtos direta ou indiretamente associados);

 

E ainda da perda de culturas e de muitos animais de criação (sem água para beberem, sem pasto para se alimentarem e sem condições para se reproduzirem e sobreviverem).

 

800.jpg

 

"Haverá com certeza subida de preços imediatos em alguns produtos e vai haver falta de rendimento para quem os produz."

(Eduardo Sousa/Presidente da CAP/iol.pt)

 

E nas previsões a longo prazo para Portugal Continental (20 Novembro/17 Dezembro) mantendo-se os valores baixos de precipitação (abaixo do normal) e a continuação das temperaturas acima das normalmente registadas para esta época:

 

Com os efeitos (meteorológicos) a fazerem-se sentir especialmente no centro e a sul do país, parecendo querer prolongar este Verão de S. Martinho (comemorado a 11 de Novembro) ao mês de Dezembro e talvez à Passagem de Ano.

 

O que seria um desastre (Económico e Social) para Portugal (Continental):

 

Aí atingindo um período de Seca Severa (em quase todo o território português);

 

E por efeito de ação/reação (deste extremo climatológico) fazendo disparar todos os preços ao consumo não só da água e da eletricidade como o de muitos dos bens imprescindíveis além de muitos dos nossos alimentos básicos (por serem para muitos de subsistência e de sobrevivência).

 

mw-860.jpg

 

“Uma das preocupações são os peixes autóctones da bacia do Guadiana, onde há espécies únicas, que só existem ali, como é o caso de um pequeno peixe chamado saramugo, classificado como "Criticamente em perigo" a nível nacional. Outra situação que está a ser agravada pela seca é a morte de sobreiros e azinheiras no montado alentejano."

(dn.pt)

 

Até na região do Algarve e devido às condições climatéricas que se tem vindo a sentir este ano (temperaturas acima da média e sem chuva) com a Laranja a estar atrasada e com a sua apanha a ser adiada para Dezembro ‒ logo, ainda sem a Laranja do Ano (Nova) nesta região de excelência para a produção de citrinos (dos melhores de Portugal tal como as Sardinhas do Algarve).

 

De momento com a chuva a (parecer) querer chegar (como prometido) a Portugal ‒ tendo chovido um pouquinho pelo meio-dia (em Albufeira):

 

Com regiões do país a serem já abastecidas com autotanques (distrito de Viseu);

 

E com os espanhóis (em Espanha e unilateralmente) a reterem as águas dos seus principais rios em albufeiras (especialmente Douro e Tejo, nascendo em Espanha e desaguando em Portugal);

 

Acentuando ainda mais a falta de água e os efeitos da seca (prolongada e extrema/severa ‒ onde estão os Convénios da Água?) e suscitando desde logo a possibilidade de subidas (no seu preço) da Água e da Eletricidade. Mas pelos vistos (nem tudo sendo mau) ainda resistindo alguns oásis (neste caso a norte):

 

“Luso. Um oásis onde não falta água, apesar da preocupação.”

(dn.pt)

 

(imagens: ipma.pt/shifter.pt/iol.pt/expresso.sapo.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:45
Domingo, 19 DE Novembro DE 2017

O Evento ‒ Portugal em Seca Extrema

No presente com as amostras de ar recolhidas seja na Ilha Terceira (Açores/Portugal) como em Mauna Loa (Hawaii/EUA) a apontarem para um aumento significativo do índice atmosférico nos níveis de CO₂ (de 1980 até ao presente com um aumento de em redor dos 20%).

 

Com o país a atravessar um longo período de seca (Portugal Continental) e estando o mês de Novembro já a mais de meio (domingo dia 19) e ainda sem vestígios de precipitação relevante (tendo como termo de comparação os registos normais para a época), a cada dia que passa a preocupação geral (da generalidade dos portugueses face à ausência de chuva) aumenta face ao crescimento da área em seca extrema. Sem a chuva a chegar (a cerca de um mês do Inverno), com as reservas nos mínimos (nas albufeiras de norte a sul) e com os animais (fauna e flora) a sofrer ‒ e com o Homem (e a autoridade) a nada fazer.

 

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Carta geográfica

Índice de Seca Meteorológica

(31 Outubro 2017)

 

Climatologist Álvaro Silva of IPMA (institute of sea and atmosphere) has explained that we need two months of “above average” rainfall to redress the effects of the drought that sees almost half the country’s dams running dangerously low.

(portugalresident.com)

 

Segundo dados do IPMA (referidos ao mês de Outubro) com Portugal Continental no mês anterior a apresentar 25% do seu território em SECA SEVERA e os restantes 75% em SECA EXTREMA (conforme carta geográfica): e desta Miséria Ambiental salvando-se (sem distinção) a região do Algarve, a região envolvendo o estuário do Tejo e a região Norte/Litoral de Portugal ‒ um país com os seus níveis hidrográficos a atingirem níveis mínimos históricos, ainda mais agravados pela terrível (e mortal) onda de incêndios (entre Junho e Outubro). E para além dos incêndios e da falta de água contando já com mais de 100 mortos.

 

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Carta geográfica

Percentagem de água no solo

(30 Outubro 2017)

 

Nos últimos 13 meses não houve um único mês em que uma parte de Portugal Continental não estivesse na situação de seca. Em Portugal, a seca é já gravíssima e não sabemos quando irá terminar. Pode chover abundantemente este inverno ou haver apenas chuva fraca.

(Filipe Soares Franco/publico.pt)

 

Dado o cenário para o mês de Novembro e até pela manutenção das condições meteorológicas durante a sua primeira quinzena (até dia 19 com precipitação irrelevante), com todas as previsões a apontarem (continuando este reduzidíssimo nível de precipitação) para extensão de SECA EXTREMA estendendo-se a todo o território nacional (e continental): e conjugada com a humidade do solo também em índices baixíssimos, correndo-se sempre o risco de mesmo no mês de Novembro podermos vir a ser assolados ainda por novos incêndios (no que houver ainda para arder). E se a seca persistir será culpa do Governo?

 

(imagens: ipma.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:25
Segunda-feira, 24 DE Agosto DE 2015

Baralhar e Tornar a Dar

“Study into the California drought confirms the worst is yet to come.”
(21.08.2015 – news.com.au)

 

Um território constantemente submetido às mais violentas manifestações atmosféricas como ciclones, furacões, fortes precipitações, inundações e tempestades de neve, tendo a ocidente o CÍRCULO de FOGO (no mar) e no interior um SUPER-VULCÃO (em terra), só pode mesmo rezar a DEUS, levar a sua vida em frente e esperar que nada aconteça.

 

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Populações em fuga dos seus países em guerra
(por mar/Mediterrâneo e por terra/Macedónia)

 

Enquanto as vítimas dos últimos conflitos surgidos a Oriente e em África fogem aos milhares do Inferno da Guerra (impulsionada por muitos e consentida pela Europa), o Velho Continente berço da tolerância e da solidariedade assim como da violência e do extermínio, vê-se agora perante a invasão de verdadeiros contingentes de seres humanos violados, esquecidos e desesperados, que vêm nos territórios dos vencedores a sua única hipótese de sobrevivência: vindos desde a fronteira a Oriente até ao extremo ocidental do Mediterrâneo, maioritariamente provenientes da Síria ou então da já extinta Líbia de Kadhafi (nunca esquecendo o Iraque, o Iémen e todas as outras vítimas de todas as Primaveras Árabes – como a Egípcia) e procurando apenas a paz que os outros destruíram (aparente e estrategicamente coligados em torno dos EUA). Deste modo surgindo as migrações aos milhares desde o norte de África (a Grã-Bretanha e a França destruíram a Líbia pelo dinheiro de Kadhafi) ou a fuga de outros milhares da destruição e morte a Oriente: contando já com três Estados pulverizados (como o Iraque, a Síria e o Iémen), sem esperança nem retorno (ou não estivessem os EUA aliados à Arábia Saudita).

 

Enquanto isso outros problemas de urgente resolução são abandonados, subalternizados à necessidade de controlo e manutenção de supremacia. E sendo atualmente os EUA a maior potência mundial (medida pela sua esmagadora supremacia militar), a sua prioridade será sempre a da manutenção da segurança nacional (forças militarizadas de intervenção interna ou externa) e nunca o da verdadeira preservação do seu território e das condições de vida da generalidade dos seus cidadãos. Como se vê com a aplicação da sua política externa oficial na qual aparece e se afirma sempre que algo de importante e interessante acontece no plano internacional (alterando logo os objetivos e redirecionando-os para os seus), numa atitude totalmente contrária a tantas outras tomadas e associadas aos graves problemas internos que os EUA atravessam (económicos e sociais), que pelos vistos as autoridades norte-americanas não querem discutir a sério. Sendo mais fácil preocupar-se com o terrorismo, do que se preocupar com uma seca.

 

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A prolongada seca na Califórnia e o afundamento progressivo de terrenos
(e mais uma vez a Terra a ser colocado sob um cenário apocalíptico)

 

Enquanto nos dedicamos a algo (por vezes supérfluo) descuramos tudo o resto (por vezes fundamental). E nesse grande e multifacetado país como o é os EUA (entre brancos, hispânicos e afro-americanos), muitas vezes com os seus responsáveis políticos esquecendo e desprezando os reais desejos de vida das populações que representam, por vezes só as notícias extremas têm maior repercussão. Mesmo que parecendo distintas e na verdade sendo comuns. Como o poderiam ser as notícias de 1/Seca Extrema na Califórnia (uma Realidade) ou de 2/Possível impacto de um asteroide em Porto Rico (uma Previsão) – e com outros a optarem por um Tsunami (entre a Realidade e a Previsão).

 

No primeiro caso com o estado da Califórnia a ser afetado por um longo período de seca extrema e contínua, levando a perfurações cada vez mais profundas no seu subsolo na procura desse líquido cada vez mais precioso que é a água e provocando no final desse processo irreversível, alterações profundas na estrutura do terreno e o seu progressivo afundamento. O que até poderia colocar alguns de nós a pensar sobre a forte possibilidade de um dia as águas do Golfo da Califórnia se unirem pelo interior da costa ocidental norte-americana às águas da baía de São Francisco e isolarem toda a faixa litoral desse estado. O que naquelas áreas tão conturbadas (em fenómenos vulcânicos e sismológicos) é muito fácil de aceitar. De qualquer forma um cenário nada prometedor para o futuro do estado da Califórnia e que deveria preocupar bastante as autoridades norte-americanas: é que sem água não há nada e sem nada não há vida.

 

No segundo caso entramos numa zona de muito maior penumbra situada mesmo no interior das Teorias da Conspiração. Numa nação ainda hoje oscilando entre as fortes crenças do passado e o automatismo tecnológico do presente – vem visível (como em todo o mundo) com a diferença por vezes brutal entre o interior dos EUA (o Oeste Americano) e o seu litoral (as costas do Atlântico e do Pacífico) – e apresentando diversas formas de pensar e de interpretar (por vezes opondo-se entre elas mas lutando pelo mesmo objetivo: a procura da verdade para além da informação). Com o Governo e as suas agências a serem a origem de tudo (na dúvida sobre a explicação surge a nova teoria), tal como esconder, inventar e mentir. E então a partir daí toda a teoria proposta pode ser credível e até viável, desde que se apresente como uma alternativa imediata e eficaz face à sempre monótona e desmobilizadora versão oficial (falsa e sem esperança), mesmo nunca sendo concretizada (no fundo bastando ser renovada). Surgindo as crónicas e sempre persistentes teorias sobre o fim do mundo com a chegada do Apocalipse e o Evento comemorativo do fim da espécie: todos os anos durante o terceiro ou quarto trimestre, de preferência com a intervenção de um cometa ou asteroide e atingindo território dos EUA. Este ano apresentando a opção mais natural de um tsunami, mas sempre atingindo o litoral norte-americano.

 

“No asteroid will hit Earth Next month and We Are Safe: NASA Says.”
(23.08.2015 – themarketbusiness.com)

 

(imagens: Boris Grdanosky e Italian Navy/AP Photo – nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:07
Terça-feira, 07 DE Abril DE 2015

A Seca na Califórnia

Carly Fiorina
Environmentalists To Blame For 'Man-Made' Drought In California
(The Huffington Post)

 

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Carly Fiorina
(republicana)

 

Fiquei hoje a saber que a seca tem como factor determinante de origem um grupo terrorista: os Ambientalistas.

 

Uma especialista informática e candidata a presidente dos EUA assim o afirmou, posta perante o terrível cenário de seca que atinge actualmente o estado norte-americano da Califórnia.

 

Ela acusa agora os Ambientalistas de terem feito há anos atrás o possível e o impossível para impedirem a construção de uma alternativa de resolução para situações futuras e extremas como esta (desvio de um curso de água e construção de depósitos ao longo do seu curso), deixando como consequência dessa sua pura loucura ecológica um estado inteiro em risco de ficar sem água.

 

Para já com um corte (brutal) de 25%.

 

A nossa artista Carly Fiorina ex-CEO da HP e pré-candidata a presidente dos EUA, nesta curta-metragem de introdução à sua campanha eleitoral só se esqueceu de um pequeno detalhe: se a seca é uma realidade e a teoria do aquecimento global uma treta então o que é que se passa?

 

O que se passa é que os mesmos que antes nunca se preocuparam com os avisos e alertas antecipada e consecutivamente lançados por esses mesmos Ambientalistas e que pelo contrário encheram o interior do seu estado de grandes extensões de culturas com grande necessidade de água, ao mesmo tempo que iam edificando sem limites ou regras em toda a sua zona costeira, são agora aqueles que mais clamam para que se faça justiça pela tragédia que a Califórnia vive, como se nada tivessem a ver com o assunto.

 

Quando é que os políticos entenderão de uma vez por todas que se por um lado tem o poder de pela força (bruta) aculturar um povo, já quanto à perda de memória e até pelas diversas forças em presença (eu, tu, ele, nó, vós, eles – pelo menos) tratasse de um processo muito mais elaborado e demorado (necessitando inteligência e respeito).

 

(imagem – politico.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:33
Sexta-feira, 28 DE Novembro DE 2014

A Guerra da Água já começou

A Próxima Guerra Mundial terá como motivo a luta pela posse dos Recursos Mundiais de Água

 

Com o continente Europeu a ser um grande candidato a ser conquistado, mas preocupando-se apenas com o preço da água. Consequência da privatização indevida de um bem público essencial.

 

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Califórnia – Campo seco de trigo

 

Enquanto que na Europa o problema da falta de água parece ainda não ter incomodado os responsáveis pelo funcionamento do sector de fornecimento de água ao público em geral, noutros países ou continentes o problema da seca prolongada começa a ser cada vez mais preocupante.

 

Principalmente porque a água é fundamental para a produção de alimentos e a sua falta poderia provocar o colapso de toda a sociedade.

 

E se a seca é só por si um fenómeno calamitoso para qualquer tipo de ser vivo, animal ou vegetal, o excesso populacional de qualquer espécie que seja (por exemplo o Homem) só agravará ainda mais o problema.

 

E é isso o que já se passa nalguns países de vários continentes, com os casos da Califórnia e da cidade de S. Paulo a serem os mais falados ultimamente (até pelas pessoas residentes nessas mesmas regiões).

 

Conjugação fatal também presente em regiões localizadas em países como a Austrália, a China e a Índia (e afectando bacias ou aquíferos).

 

A própria NASA já vai falando da forte probabilidade de se nada se fizer (por acção do Homem) ou nada acontecer (por acção da Natureza), se poder chegar rapidamente a uma situação extrema de falta de água e de colapso na cadeia de fornecimento de alimentos.

 

E até com alguns especialistas a compararem o que está a suceder no estado norte-americano da Califórnia, com o que se passou há mais de 2.600 anos com o Império Assírio: o seu fim.

 

(imagem: Matt Black – emahomagazine.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:57
Quinta-feira, 09 DE Outubro DE 2014

Califórnia

Com a Califórnia a atravessar o seu terceiro ano de seca consecutiva, esta região dos EUA vê-se agora cada vez mais limitada no acesso a um dos seus recursos fundamentais: ao fantasma do BIG ONE os californianos juntam agora o fantasma da ÁGUA.

 

california-drying.jpg

 Seca na Califórnia

 

Como se já não chegasse ser uma zona bastante sensível a nível sísmico (com a ameaça constante do Grande Terramoto) e estar sob a ameaça da radioactividade proveniente de ocidente (as consequências de Fukushima já começaram a chegar por ar e por mar à sua costa ocidental), eis que este novo fenómeno natural atinge agora (e severamente) a Califórnia: a seca.

 

Com o degelo crescente registado e já bem documentado pelos cientistas na região do Árctico – além de confirmado pelas cada vez mais evidentes alterações climáticas – a Terra tem sentido nas últimas décadas e cada vez mais intensamente, uma alteração global no seu clima e meteorologia: e para isso basta falar com um cidadão comum de qualquer parte do nosso mundo e tentar compreender o que para ele são as Estações do Ano (Primavera, Verão, Outono e Inverno).

 

No caso da Califórnia estamos em presença de um caso de alerta elevado.

 

Numa zona geológica sujeita a fenómenos sismológicos crónicos e periódicos (de menor ou maior intensidade) e situada nas proximidades duma importante falha geológica – como é o caso da falha de Santo André, produzida pelos movimentos das placas do Pacífico e Norte-Americana e para já responsável pela destruição da cidade de São Francisco no terramoto do ano de 1906 – pode-se afirmar que esta região e este estado norte-americano estão sempre em estado de alerta: não é por acaso que sobre as suas cabeças paira desde há mais de cem anos (1906) o grande fantasma do BIG ONE – um abalo sísmico devastador e com uma violência tal, que dividiria a Califórnia em duas partes.

 

E agora vêm-se perante um longo e intenso período de seca. Com o estado da Califórnia a atravessar um período de seca severa desde 2012, as reservas de água começam a atingir um nível extremamente dramático, com as sequências deste fenómeno ambiental atingindo desde logo a Agricultura e a produção de animais, além de outros sectores importantes como o da Indústria. No entanto e apesar de todos os avisos e alertas periodicamente difundidos pelas autoridades da região, a população em geral parece não se preocupar, como o comprova (apesar da situação de seca extrema) o aumento de consumo de água.

 

Já agora qual será o grau de contribuição desta seca extrema que se arrasta há já três anos no estado da Califórnia – e que geologicamente terá que afectar inevitavelmente as propriedades físicas e químicas da estrutura da superfície da crosta terrestre (como o demonstram as suas imagens à superfície) – para o futuro das actividades sismológicas aí registadas (algumas delas bastante intensas)? A água sempre funcionou como um elemento agregador e lubrificador – propriedades fundamentais para a coexistência num determinado espaço partilhado de vários elementos diferenciados mas complementares – e logicamente a sua ausência originará transformações e eventos relevantes: desagregação da matéria com aumento de atrito. O que provavelmente não será bom para o movimento das placas tectónicas – ainda por cima se por lá, existir mesmo uma falha.

 

E tendo ainda como suplemento alguma radioactividade vinda do Japão.

 

(imagem – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:57
Sexta-feira, 19 DE Setembro DE 2014

Seca na Califórnia

Como se já não bastasse a Califórnia estar diariamente sob a ameaça de um previsível, talvez próximo e violento tremor de terra – que num cenário extremo poderia afectar profundamente a topografia actual da costa ocidental dos Estados Unidos da América – eis que agora os norte-americanos vivendo neste estado se debatem com outro grande e grave problema (ecológico): a seca extrema que afecta há vários meses o estado da Califórnia e que se tem vindo progressivamente a agravar ao longo do tempo, atingindo já hoje em certas zonas níveis extremamente preocupantes.

 

          

Lago Orovile e Lago Folsom

(2011/2014)

 

O último tremor de terra de nível assinalável registado no estado da Califórnia ocorreu há cerca de um mês na famosa região vinícola localizada no Vale de Napa (São Francisco) atingindo uma magnitude de 6.0. Quanto às condições ambientais registadas na Califórnia estas tem-se vindo a agravar constantemente com a continuação imparável da seca extrema, aliada agora às temperaturas elevadas que se têm feito sentir (perto dos seus níveis máximos históricos) e que têm originado centenas de incêndio. Apesar de tudo isto – a seca e a subsequente falta de água – algumas autoridades do estado da Califórnia ainda acreditam que uma das melhores soluções será a subida do preço da água!

 

(imagens – Ryan Gorman/dailymail.co.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:55
Quinta-feira, 28 DE Abril DE 2011

O Mundo - A Zona Seca

O Mundo divide-se em 3 zonas: a Zona Seca (I), a Zona Húmida (II) e a Zona dos Bonecos (III).

 

A Zona dos Bonecos ainda se divide, em Bonecos de Madeira (III.I) e Bonecos de Carne (III.II).

 

I. A Zona Seca

 

Camels Crossing the Sahara – Djibouti – Lake Assal

 

O nosso planeta Terra, não é lá muito redondo. E apesar da maior dele estar debaixo de água doce e salgada, existem grandes montanhas e desertos, fascinantes extensões de areia dispersa, trilhos de um mundo, de se perder de vista.

 

Na água existem os peixes e nos desertos os camelos. Os camelos acumulam água, para as suas grandes viagens sem fim e sem limites, vontade estendida por um caminho de esperança, direccionada para um oásis reflector, de água e de vida. No deserto, do fundo da areia, surge o líquido redentor.

 

Mesmo que seja em África e num local 512 pés abaixo do nível da água do mar!

 

(Photo: National Geographic)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:00

pesquisar

 

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