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Terça-feira, 26 DE Setembro DE 2017

América e Ásia

[Furacões, Sismos e Vulcões]

 

A Terra terá sempre a última palavra sobre o Futuro da Humanidade

Podendo no entanto o Homem provocar a sua autoextinção

(se o nosso Webmaster o permitir)

 

América

(mas para ir dar à Ásia)

 

Vivendo no presente um período de relativa tranquilidade após a passagem de vários Furacões, de dois fortes Sismos e até de uma Erupção, a América do Norte e Central aproveita este interregno de paz e de calma meteorológica (talvez temporário), para tentar recuperar das catástrofes (climáticas) nos últimos tempos afetando (e destruindo) muitas estruturas e vidas:

 

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 Bali ‒ Monte Agung

Vulcão Agung ameaçando entrar em atividade e colocando residentes em fuga

 

Com os territórios localizados no Atlântico na região das Caraíbas a serem os mais afetados pelos furacões criados a meio do Atlântico (e nas proximidades de África/Cabo Verde) ‒ desde as Ilhas Virgens, passando por Porto Rico, Cuba e Bahamas e deslocando-se para o golfo do México ou para o litoral este da América do Norte ‒ destacando-se entre eles o furacão Harvey (atingindo o estado do Texas) e o furacão Irma (atingindo o estado da Flórida) por serem os mais violentos assim como os mais destrutivos (em vidas e infraestruturas); aí se confirmando a fragilidade de todas as infraestruturas básicas existentes nestes pequenos territórios/ilhas (como por exemplo a tão solicitada por portugueses republica Dominicana ‒ uma ilha compartilhada com o destruído Haiti), maioritariamente dedicadas à indústria do turismo, com eventuais paraísos para o visitante usufruir, mas rodeados por zonas de brutal exploração humana onde os locais apenas servem unicamente para sobreviver (como antes se fazia aos escravos) ‒ em casas inundadas pela chuva e posteriormente levadas pelo vento;

 

Com o México entre furacões, sismos e erupções a ser o mais sofredor (simultaneamente em destruição e vítimas mortais) no meio dos vários países atingidos (por estes fenómenos atmosféricos e geológicos), levando com dois fortes sismos (M8.1 e M7.1) no espaço de poucos dias (11 dias) e ultrapassando (ou andando perto, abaixo ou acima) de umas 400 vítimas mortais (no total): com o segundo sismo atingindo a Cidade do México e apesar de menor magnitude a ser o mais devastador (se comparado com o primeiro que atingiu com maior intensidade as províncias mexicanas de Oaxaca e de Chiapas na costa do Pacífico) dada a menor profundidade do seu epicentro; um país tal como os EUA (e como todos os outros países acompanhando a costa ocidental do Pacífico, da América do Norte à do Sul passando pela Central) localizado mesmo ao lado da região do Globo Terrestre mais ativa sismologicamente e a nível vulcânico ‒ o Círculo de Fogo do Pacífico ‒ numa zona em contínua convulsão e grande agitação, tal e qual como se fosse uma panela de pressão, mas para já com a válvula de descompressão (e segurança) ainda a funcionar e sem perigo de explodir/ rebentar (saltando-lhe o anel/a tampa da panela).

 

Tudo porque a Terra está bem Viva (internamente), manifestando o seu estado (externamente) através da manifestação pública das suas movimentações (Tectónicas) e na crosta terrestre suscitando choques, sismos e erupções. No caso específico do México de entre estes três fenómenos (furacão/sismo/erupção) sem dúvida a ser o território mais atingido, como se já não lhes chegasse o seu Governo Criminoso e Corrupto (uma Marca Mexicana), os assassinatos em grupo e em cadeia (até de estudantes), o tráfico humano (e até de órgãos), de armas e de drogas e agora até o MURO ‒ contando e como sempre com a indiferença das autoridades (mexicanas que não de Trump) e de todas as Administrações anteriores (Republicana ou Democrata) na sua construção.

 

Ásia

(vindo da América)

 

O continente Asiático na sua região sul (em territórios sobre o oceano) tem a particularidade de ser povoado por ilhas e arquipélagos distribuídos pelo Pacífico (e parcialmente com a região fronteiriça do Índico) por coincidência com todos eles rodeando um dos braços do Círculo de Fogo do Pacífico. A zona geologicamente mais ativa no nosso planeta (se fosse a nível de florestas a Amazónia da Terra) e constantemente sujeita a fenómenos como sismos e erupções:

 

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 Bali ‒ Vulcão Agung

Evacuando os animais da zona de perigo e centro de evacuação de Klungkung

 

Voltando-nos para o Continente Asiático (agora que se mantem ainda ativos os furacões Maria e Lee e o vulcão Popocatépetl no Continente Americano) e sem perspetivas (felizmente) de aparecimento de nenhum ciclone tropical nas próximas 48 horas (segundo a NOAA), com os Asiáticos neste caso os habitantes de BALI localizada a NW de Dili (a primeira uma ilha e um das províncias da Indonésia com cerca de 4 milhões de habitantes) numa distância cumprida em cerca de 1h 45mn de avião ‒ a depararem-se agora com um vulcão de novo em atividade, podendo entrar em erupção e colocar em grande risco as comunidades adjacentes (locais) como até regionais (afetando em maior ou menor grau toda esta ilha fazendo parte da Indonésia): um vulcão localizado no Monte Agung (com o mesmo nome) em linha reta distando em torno de uns 50Km (+/-) da capital da província Bali e como consequência podendo vir a afetar toda a ilha (com uma área de pouco mais de 5600Km² e correspondendo em termos comparativos a um quadrado de 75Km de lado).

 

Com os avisos sobre uma possível erupção no vulcão do Monte Agung a levar ao êxodo maciço de 75.000 pessoas (entre residentes e turistas), obrigando ao abandono de muitas localidades nas proximidades do mesmo (vulcão), numa 1ª fase da zona mais exposta (a menos de 12Km da cratera do vulcão) mas com todos os outros residentes habitando um pouco mais afastados e face a todo o alarme instalado (e constantes indicações e avisos das autoridades) a fazerem desde logo o mesmo e a fugirem para lugares mais distantes (numa das suas ultimas erupções há mais de meio século com o vulcão do Monte Agung a provocar mais de 1000 mortos). E com os habitantes da ilha sobretudo vivendo mais perto do vulcão a desejarem que o mesmo não entre em erupção (violenta) e se fique pelos pequenos espasmos (por ex. sísmicos) até agora produzidos. Uma ilha turística famosa pelas suas praias (propícias para o Surf) e pela promoção da sua elegante e bela Cultura Hindu, com cerca de 5 milhões de visitas em 2016 e com um Aeroporto Internacional servindo a capital, agora posta perante uma possível erupção e todas as suas consequências (para já com centenas de sismos, proporcionando um cenário de uma possível erupção, mas para já sem data marcada nem se sabendo se acontecerá).

 

Mais uma vez nunca se podendo esquecer que na beleza de determinados cenários (como no caso das Caraíbas agora varrida por furacões), por vezes se escondem outras coisas já não tão agradáveis: no caso das belas e paradisíacas praias da ilha indonésia de Bali, com as mesmas ocupando uma ilha detentora de um vulcão (Agung) integrando um extenso arquipélago (também pejado de outros vulcões), localizado numa região de alta sismicidade e erupções vulcânicas, em pleno oceano Pacífico e constituindo o Anel de Fogo do Pacífico.

 

(imagens: gettyimages/reuters/shutterstock/gettyimages)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:02
Quinta-feira, 14 DE Setembro DE 2017

A Terra no Início de Setembro

[Com incêndios, furacões e sismos, atacando a América do Norte ‒ para além das interferências do Sol (com a Lua a intrometer-se) provocando um eclipse (da estrela) num exclusivo norte-americano. Para já não falar do monstro do dia 1 de Setembro (o asteroide de 5Km que passou a poucos milhões de Km da Terra) num fim de Verão a acabar mas muito bem preenchido.]

 

“A periodicidade cíclica dos fenómenos da Natureza (tal como os dos artificiais provocados pelo Homem) deveria ser uma porta aberta (se não mesmo escancarada) para a interpretação de todos esses fenómenos. Ou então haverá uma terceira presença envolvida.”

 

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 1

NASA capta sons em torno do planeta Terra

(engenhariae.com.br/0809.2017)

 

Este fim de Verão de 2017 (terminando no Hemisfério Norte na próxima semana dia 20 de Setembro) tem sido um mês particularmente interessante, especialmente para quem não vive no planeta Terra e particularmente para quem não habita na América do Norte (não sofrendo diretamente as consequências justificativas por tal interesse): não só pela 4ª chama solar de categoria X (a mais forte) a ser ejetada da superfície do Sol neste início do mês de Setembro (quando o Sol atravessa um período do seu 24º ciclo de baixa atividade solar) e dando origem a CME (dirigidas ou não para a Terra), ao atingir o nosso planeta podendo ter efeitos nocivos tanto a nível biológico como tecnológico (na manutenção de um ecossistema saudável e na preservação da nossa tecnologia baseada na eletricidade e na eletrónica) afetando toda a Terra; como simultaneamente pela onda de fenómenos aparentemente naturais (certa e simultaneamente contando com a intervenção do Homem ou não se falasse constantemente dos factos ligados ao Aquecimento Global) mas de carater extremamente violento, que tem atravessado regiões como o Canadá, os EUA e o México, o primeiro e o segundo com grandes incêndios (devido à seca persistente e às temperaturas elevadas registadas) no seu lado ocidental (com a poluição a dirigir-se para o Ártico), o segundo com furacões na sua costa leste (particularmente e pelas consequências o furacão Irma) e o terceiro com um furacão a leste (furacão Katia tendo entretanto passado a tempestade tropical) e um violentíssimo sismo a ocidente de M8.2 (para além da centena de réplicas afetando sobretudo os estados mexicanos de Oaxaca e Chiapas e provocando mais de 100 mortos) ‒ afetando toda a América do Norte.

 

triple hurricanes 2010 2017.jpg

 2

"Absolutely uncanny copy-paste from 7 years ago, very bizarre"

(Brian McNoldy/@BMcNoldy/twitter.com)

 

Logicamente pela concentração desse tipo de fenómenos sobretudo nesta estação (no Hemisfério Norte Verão), incidindo sobre o nosso planeta (o nosso suporte básico de vida), sobre uma determinada região (América do Norte) e especificamente em quatro áreas temáticas tão relevantes como interligadas (sol, incêndios, furacões e sismos), suscitando desde logo análises e discussões entre toda a comunidade científica (os eruditos) ‒ como entre todos os demais interessados desde os curiosos (a esmagadora maioria pouco informada) aos mais estudiosos (uma minoria autodidata marginalizada por não reconhecida) e até passando pelos adeptos das Teorias da Conspiração (os desesperados pela perda da esperança interna e pela opção pelas soluções estritamente externas) ‒ todos eles não reconhecidos e equiparados a ignorantes (os leigos). Desde logo com profusão de notícias e várias interpretações (disponibilizadas), pelo menos enquanto o corpo estiver quente assim como prometedor (vindo de um lado e vindo do outro).

 

ocean waters disapearing in Long Island Bahama's.j

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Um fenómeno espetacular (e temporário) resultando da passagem do furacão Irma

(Charlotte Sanders Ferguson/facebook.vom)

 

Para além dos grandes incêndios que têm afetado todo a zona ocidental do Canadá e dos EUA ‒ sendo pouco divulgados talvez pela grande profusão de notícias oriundas do mesmo lugar (ou não fosse o EUA a maior potência global) ‒ focando-nos na ação do Sol (e nas suas chamas de classe X/a mais intensa), nos furacões (particularmente o Irma tendo atingido categoria 5/a mais elevada) e no sismo (de M8.2 no México só não tendo repercussões maiores devido à profundidade cerca de 70Km). Mas nunca esquecendo os incêndios por tudo estar interligado, afetando o mesmo sistema aquele onde vivemos e onde pretendemos persistir. E assim pegando nos extremos e a partir daí tentando descobrir um consenso (sobre os mesmos eventos, sob uma perspetiva de análise das consequências, mas nunca indicando as causas concretas responsáveis por tal evolução ‒ o ponto fundamental da questão, mas exigindo conhecimento e maior abrangência de ideias) debruçando-nos sobre as interpretações das entidades oficiais (como o do site da nasa.gov) e de alguns conspiradores (como o do site ufosightinshotspots.com): comentando a atividade solar, os furacões e o sismo. Talvez não servindo para descobrir (que já estamos praticamente mortos ‒ por absorvidos) mas talvez para provocar (ressuscitando-nos de um estado zombie e fazendo-nos sentir de novo dinâmicos ‒ e vivos por expulsos).

 

cluster UFOs  US Mexico border.jpg

 4

Conjunto de objetos luminosos filmados no céu antes do sismo no México

(SuspectSky/youtube.com/08.09.2017)

 

No caso da atividade registada na coroa solar e com as chamas e CME daí provenientes podendo se direcionadas atingir o nosso planeta (provenientes da região ativa 2673 agora do outro lado do Sol), com a estranheza a residir na intensidade das explosões registadas (4 de intensidade máxima ou seja da categoria X a mais elevada) quando o Sol se encaminha para um mínimo (de atividade) e como consequência nada o fazendo prever (a tendência nessa fase sendo o número reduzido de manchas na superfície solar). Ainda-por-cima tendo-se a registar a maior chama solar em quase 12 anos, da classe X9.3 e registada a 6 de Setembro: felizmente e dada a proteção fornecida pelo nosso campo magnético terrestre e pela nossa atmosfera (e apesar de alguns fenómenos como as auroras, visíveis a latitudes muito mais baixas do que as consideradas normais ‒ o que evidencia intensas perturbações eletromagnéticas na parte superior da nossa atmosfera, podendo ter repercussões a médio/longo prazo tanto na camada exterior como no interior do planeta) sem consequências visíveis relevantes, mas vistas as (possíveis) correlações podendo até ter ligação com sismos e furacões (decorrendo simultaneamente com todas essas erupções solares e podendo ser estas o gatilho de todas estes Eventos). Com a Terra com uns 4,5 biliões de anos e com o Sol a meio do seu percurso de vida, deixando-nos ainda algum tempo para observar e refletir (em cada uma das nossas gerações/mosca) e poder-nos focar (apenas um pouco) no tremor de terra do México e no furacão Irma (dentro da razoabilidade para uns com tudo normal para outros com muito de estranho): tendo sempre em atenção como fator extremamente importante ser época dos furacões na zona das Caraíbas (por onde passou o furacão Irma formado perto de Cabo Verde mesmo ao largo de África) e que no caso do México e do seu sismo violento (M8.2), o epicentro estar situado mesmo ali logo ao lado de um dos braços do anel ‒ o Anel de Fogo do Pacífico, a zona geologicamente mais ativa em todo o globo terrestre (apesar dos EUA ter o seu Supervulcão).

 

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A antecipação feita por Walt Disney sobre Controlo Climático há 58 anos

(Max Mogren/youtube.com)

 

Entre alguns pontos algo significativos por certos e uns poucos mencionados (sendo prós ou sendo contra, sem todos a favor) e formalmente divulgados (todos o fazendo cerimonial mente como profetas da sua religião), destacando-se alguns aspetos (em forma e conteúdo) tornados protagonistas: no caso do violento sismo registado (com maior intensidade ao longo da sua costa ocidental) nos estados mexicanos de Oaxaca e Chiapas (como em até na capital) ‒ com uma magnitude M8.2 e felizmente a 70Km de profundidade (sendo menor a profundidade podendo ser maiores os efeitos) ‒ com o sucedido a ter como causa o choque entre duas placas tectónicas (a Placa de Nazca e a Placa Sul-Americana) registada numa das regiões geologicamente mais ativas do Globo Terrestre (rodeando um dos braços do Círculo de Fogo do Pacífico), originando um violento sismo e mais de uma centena de réplicas (que ainda continuam) de M maior ou igual a 4.5, um tsunami (devido ao movimento de terras verificadas no oceano) e até outros registos associados a estes fenómenos extremos como certas observações visuais ‒ como relâmpagos submarinos em regiões do Pacífico próximas do epicentro do sismo e das zonas fronteiriças entre as duas placas, por fricção emitindo luz e iluminando os céus (momentaneamente) sobre o oceano Pacífico e perto das localidades costeiras; já para outros com estas luzes acompanhando o fenómeno a serem um pouco estranhas para muitas das suas testemunhas (provavelmente por nunca as terem visto antes, nem lhes ter sido explicada corretamente a sua origem), coincidindo com um fenómeno inesperado (os sismos continuam a ser impossíveis de prever, logo estando ainda na mão dos Deuses e sem explicação credível por parte do Homem), no preciso momento em que todos olhavam para o outro lado (para a costa do Atlântico com três furacões um deles o Katia dirigindo-se para o Golfo do México e podendo causar grande destruição ‒ como o fez o furacão Irma) e por mais um acaso no preciso momento em que o Sol e uma das suas manchas solares mais ativas como a AR 2673 (neste momento do outro lado da estrela) lançava na nossa direção (da Terra) chamas solares bastante energéticas, originando CME e provocando intensas tempestades geomagnéticas (e por associação podendo ser o dedo no gatilho interno proporcionando cenários propícios para Eventos deste tipo). Talvez devido a uma intervenção externa (extraterrestres) ou (porque não) a uma interferência interna (de origem desconhecida mas talvez com a mão do Homem). Ou não fossem as luzes no céu observadas (a 7 de Setembro) por cima do México/EUA (zona fronteiriça), filmadas um dia antes do sismo M8.2 posteriormente ocorrido a 8 de Setembro: pelos vistos num caso idêntico ao ocorrido há vinte anos atrás (1997) antes de um grande tremor de terra na Cidade do México, quando essas luzes apareceram durante dias, antes e depois do sismo e mesmo no decorrer do tsunami (provocado pelo sismo) ‒ o mesmo ocorrendo no Japão e até nos EUA. E até com algumas testemunhas a terem observado luzes semelhantes nos dias mais recentes, agora nos EUA e junto à falha (tectónica) de San Andreas (fronteira califórnia/México) talvez com um sismo em perspetiva.

 

 

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Un explorador poblano encontró en la zona limítrofe de Puebla y Veracruz piedras de jade con figuras extraterrestres grabadas (diariocambio.com.mx/24.04.2017)

 

Já no caso da sucessão de furacões varrendo nestes últimos dias a costa leste da América do Norte, especificamente toda a zona das Caraíbas (repleta de ilhas das maiores às mais pequenas), toda a costa sul dos EUA (como o estado da Flórida) e apanhando todo o Golfo do México ‒ falámos do furacão Katia, Irma e José ‒ sendo impossível de não mencionar como explicação cabal para a ocorrência deste Acontecimento estar-se precisamente neste momento e nesta região do globo terrestre na Época dos Furacões (locais), ao longo de todos estes anos com casos e consequências idênticas, uns mais intensos outros menos, provocando mais ou menos destruição e por vezes aparecendo mesmo simultaneamente e em grupo com outros seus semelhantes (em conjuntos de 3 furacões como o sucedido há dias ‒ e como já terá ocorrido há sete anos atrás com os furacões Karl/agora Katia, Igor/agora Irma e Julia/agora José movimentando-se pela mesma altura pela mesma região). Para uns sendo natural (a repetição) para outros uma grande coincidência (acreditando no Artificial); assim e para os outros, face à violência do Evento, face ao momento da sua concretização e perante fenómenos muito provavelmente interligados (e associados como os fenómenos solares, atmosféricos e sismológicos) podendo-se sugerir algo mais (além do que considerado possível) aí entrando as Teorias (ditas) da Conspiração ‒ com a antecipação (previsão) do fenómeno (como a do furacão Irma) a ser feita em 1959 tendo Walt Disney como protagonista (numa curto filme surpreendendo-nos com drones, alterações climáticas, tempestades atmosféricas e magnéticas e até com um poderoso furacão dirigindo-se para a Flórida), com o trajeto destes três furacões (Katia, Irma e José) a ser curiosamente o mesmo seguido por outros três há 7 anos atrás (Karl, Igor e Julia) e finalmente (por último mas não menos importante) com o desaparecimento das águas do oceano Atlântico ao largo de Long Island nas Bahamas (localizada a norte de Cuba e a sudeste da Flórida (Miami Beach) aquando da passagem do Irma: num fenómeno natural decorrendo da passagem do furacão, sugando água num determinado momento e espaço e descarregando-a posteriormente noutro tempo e coordenadas. Mas para outros não deixando de ser suspeito tantos os acontecimentos em simultâneo e mal deixando respirar (especialmente para as Caraíbas, EUA e México) ‒ até em Portugal se sugerindo que a causa do sismo no México teria o seu epicentro não a 70Km (no oceano Pacífico) mas a mais de 12500Km na Coreia do Norte (com o teste subterrâneo da bomba nuclear de Kim Jong-un a ter provocado quase do outro lado do mundo o sismo de M8.2 no México). Num período que devendo ser tranquilo (tanto na Terra como no Céu) no nosso Hemisfério Norte (a Estação de Verão, o Tempo de Férias) apenas trouxe mais stress e muita preocupação.

 

(imagens: 2/3/4/5 ‒ ufosightingshotspot.blogspot.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:38
Segunda-feira, 05 DE Junho DE 2017

Sismologia ‒ Nada de Relevante a Declarar

[00:00 de 29.05 a 23:00 de 04.06]

 

Neste momento com o Mundo a tremer por outras razões que não Naturais.

 

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Nem sequer se precisando de muito tempo para se poder definir com eficácia a região do Globo Terrestre mais ativa sismologicamente (sem qualquer tipo de dúvida o Círculo de Fogo do Pacífico), de vez em quando lá convém confirmar se a tendência predominante permanece ou se algo fora de comum acontece.

 

“If you live in the Ring of Fire — that horseshoe of seismic activity running along the Pacific shore from Chile to Alaska, Japan to New Zealand — you live where most of the world’s earthquakes happen”.

(Timothy Egan/2015/nytimes.com)

 

Nestes últimos 7 dias (29 Maio/4 Junho) com 27 sismos de M5.0/ou superior registados a nível Global, com a esmagadora maioria a ocorrer nessa região do Índico (vulcanicamente também muito ativa) e apanhando zonas (terrestres e marítimas) desde a costa ocidental da América até à Oceânia (passando pelo Alasca e pelo sul do continente Asiático).

 

“In Sunday's quake (26.12.2004) the crust shunted a huge 15 metres, producing so much energy that the Earth wobbled on its axis and tsunamis were felt thousands of miles away”.

(AF-P/2004/terradaily.com)

 

Com uma grande percentagem desses sismos a concentrar-se na Oceânia e no conjunto de ilhas do sul do continente Asiático (desde o Alasca até Timor) ‒ talvez uns 75% ‒ outros ocorrendo na costa ocidental da América ‒ talvez uns 20% ‒ e os restantes fora desta região extremamente ativa - talvez uns 5%.

 

Região

Coordenadas

Data

Magnitude

Profundidade

Distância

Ilhas Aleutas (proximidades)

54.03 N; 170.94 E

2 Maio

6.8

20 Km

821 Km E Rússia

O sismo mais intenso sentido a nível mundial durante a última semana

 

Nestes últimos 7 dias com os sismos mais intensos verificados a nível Global a serem 4 (com M5.0 ou superior): na Indonésia (M6.6) no dia 29, na Noruega (M5.0) no dia 31, nas Ilhas Aleutas (M6.8) no dia 2 e nas Ilhas Balleny (M6,0) no dia 3. Já com 2 sismos registados hoje (dia 4) perfazendo 6 sismos: um no Tonga (M5.1) e outro no Japão (M5.2).

 

“The Ring of Fire isn’t quite a circular ring. It is shaped more like a 40,000-kilometer (25,000-mile) horseshoe. A string of 452 volcanoes stretches from the southern tip of South America, up along the coast of North America, across the Bering Strait, down through Japan, and into New Zealand. Several active and dormant volcanoes in Antarctica, however, “close” the ring”.

(nationalgeographic.org)

 

No que se refere ao nosso país, mais especificamente à Região do Algarve e apesar da sua proximidade com uma falha também ativa, com perto de uma dezena de pequenos sismos registados nesta última semana (não sendo relevantes e nem tendo sido sentidos) e com o de maior intensidade a ser o ocorrido no dia 3 a NE Monchique (com M1.7).

 

(imagem: WEB)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:22
Segunda-feira, 22 DE Maio DE 2017

Treme-Treme

“Enquanto a Terra continuar a tremer é porque ainda funciona

‒ sendo a garantia de que ainda temos transporte.”

 

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Círculo de Fogo do Pacífico

 

Observando rapidamente o quadro de registos dos últimos sismos (M4.0 ou superior) verificados no dia de hoje (22 de Maio) a nível mundial (em terra e no mar), facilmente se concluiu que a esmagadora maioria desses sismos ocorreu numa das regiões mais ativas do nosso planeta, tanto a nível sismológico como até mesmo vulcânico: o Círculo de Fogo do Pacífico.

 

Dos 18 sismos assinalados nesta segunda-feira 22 (até às 19:25) com os mais intensos a referirem-se à região de Tonga/M5.3, às ilhas Kuril/M5.4 e à PNG/M5.1 (todos com epicentro no mar). E com a costa ocidental do Continente Americano a ser a mais castigada (em sismos com M igual ou superior a 4) desde o norte (Canadá, EUA e México) até ao sul (Peru, Chile e Argentina).

 

E nunca esquecendo o Japão (um sismo no mar de M4.5 nas proximidades de Honshu) e o aqui deslocado Tajiquistão (localizado no continente asiático e com um sismo de M4.9): este último por ser em terra aquele que poderá ter tido maiores consequências (desconhecidas). De um total de 18 sismos com 17 deles a terem de uma forma ou de outra algum tipo de afinidade com o Círculo (94%).

 

Sem dúvida e tendo-se já transformado num hábito persistente e duradouro, com toda esta região integrando no seu ventre as águas do grande oceano Pacífico (fundindo-se a sul com o Índico) apresentando-se em constante efervescência e contínuo movimento, sempre a tremer, com erupções e até com tsunamis. Por um lado mostrando-nos as mais violentas demonstrações de força da Natureza, mas pelo outro demonstrando-nos na prática como o planeta continua Vivo.

 

Já no que diz respeito a Portugal e à sua atividade sísmica (em terra) com os três últimos registos mas de fraca intensidade (nem) sentidos na região do Algarve, a serem os verificados hoje (dia 22) a W de Castro Marim (M1.3) e a S de Lagoa (M1.0) e o sentido no dia 16 a NW de Loulé (M1.0). Mas com a Figueira da Foz (mais a norte) a ser a protagonista (continental) com um total de 7 sismos no espaço de menos de 4 horas: com magnitudes entre 0.8 e 3.5 (logo o primeiro).

 

(imagem: redescrobrindoeuropa.blogspot.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:31
Quinta-feira, 30 DE Março DE 2017

A Questão de Tremer

O primeiro sismo registado e referido a 30 de Março (quinta-feira) verificou-se pelas 00:08 no norte da Califórnia com um pequeno sismo de M2.2 – na sequência de outros 6 de M2.6/4.2/2.6/5.7/3.3/2.0 registados ontem e de outros 3 de M2.9/3.0/4.3 registados hoje (e com os 4 últimos sismos referidos a Portugal e ocorridos todos ontem a serem, um de M2.2/1Km E de Vendas Novas, outro de M2.1/17Km N de Évora e ainda outros dois de M5.0 e M4.8/Açores sensivelmente no mesmo local).

 

Se olharmos para um mapa mostrando a atividade sísmica a nível mundial, é bem visível o lado oriental do Y que se estende através do Anel de Fogo do Pacífico e o lado ocidental do mesmo estendendo-se até à região do Mediterrâneo. Com a ponta inferior do Y bem assente sobre a Nova Zelândia (logo ali ao lado da Austrália). Um mapa carregadinho de pontos e carregadinho de muitos e fortes sismos (muitos deles de M> 5.0) – sobretudo decorando o Anel.

 

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Mapa mundial de sismos

(registados hoje 29.03 até às 22:10)

 

Sendo um corpo movimentando-se no interior de um Sistema fictício cuja estrutura obedecerá certamente a determinados parâmetros, uns conhecidos e outros não, a Terra terá forçosamente de se integrar no conjunto restrito dos Organismos Vivos que por vezes, talvez por acaso talvez por necessidade, surgem nestes intervalos de transformação que polvilham o Universo – dando-lhe um certo grau de consciência coletiva (para o melhor e para o pior bem presente no Homem) e obviamente um sentido para sujeitos e objetos (pelo menos para nós e para o resto, réplicas do mesmo molde): pelo que se neste corpo celeste convivem em harmonia e simultaneamente componentes Minerais e componentes Orgânicos, esta evidência de algo mais (a que chamamos Vida) só poderá resultar não só de fatores externos como também de outros fatores mas neste caso internos.

 

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A falha de Kekerengu

 

E se no caso do planeta Terra este tenha sofrido a influência de agentes ambientais externos no decurso do seu movimento agregando matéria e dando-lhe forma (criando de fato as condições para a existência de Vida) – maioritariamente oriunda de impactos, da ação dos raios solares e ainda dos raios cósmicos – nunca poderemos esquecer os efeitos provocados na Terra e à sua superfície (manto exterior e crosta terrestre) pelas poderosas forças oriundas do seu interior (núcleo interno) e que sempre se repercutem no ecossistema terrestre: com o poderoso campo eletromagnético gerado no interior da Terra e propulsionado a energia solar e a energia cósmica (energias renováveis) por uma máquina extraordinária (e que nos inclui), a juntar energia e matéria e conjugando movimento dando-lhe relevância evolutiva e capacidade criativa, por simples transformação e constante adaptação (a sucessivos cenários).

 

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Num deslocamento de terras na ordem dos 10m x 2m (H/V)

 

Assim sendo importante o estudo da atividade sísmica (assim como vulcanológica), da sua evolução e até dos modelos (como os da previsão pela descoberta das causas e do conhecimento dos seus efeitos), pois será esta que debaixo dos nossos pés dará forma ao nosso território e ao nosso primeiro e talvez único lar. Com um desses pontos de interesse da crosta terrestre a ser o Anel de Fogo do Pacífico, uma região de intensa atividade vulcânica e constantemente sujeita a abalos sísmicos, alguns deles de grande magnitude: apanhando ilhas como a Nova Zelândia, todas as outras a norte da Austrália (como a PNG, a Indonésia e as Filipinas) e indo até ao Japão, terminando e fechando o círculo ao longo de toda a costa norte e sul-americana. 40000Km de extensão da crosta terrestre existente à superfície ou submersa, numa maioria da sua quilometragem estando debaixo de toneladas de água do oceano Pacífico, mas ainda numa percentagem apreciável da sua superfície (cobrindo uma boa área com várias ilhas), com cada uma delas sobrepondo-se à linha imaginária do Círculo de Fogo e acompanhando-o no seu caminho (no mínimo) turbulento.

 

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Desnível positivo registado junto ao mar

 

Com um Evento geológico ocorrido nesta região e envolvendo fortes movimentações das placas tectónicas aí presentes e interagindo entre si (em diferentes meios, direções e profundidades), a dar origem a um fenómeno destrutivo (especialmente para as nossas infraestruturas) como o ocorrido em 13 de Novembro do ano passado na Nova Zelândia atingida por um violento sismo de M7.8 na escala. Num local de confluência de placas tectónicas umas erguendo-se outras afundando-se (sobre a superfície), por vezes colidindo violentamente entre si e por processos de interação e de replicação provocando movimentos de terra mais ou menos intensos (conforme a velocidade de propagação, a sua intensidade e ainda a confluência ocasional de processos semelhantes e como que encadeados), no caso deste Evento tal a sua dimensão, tantas as falhas associadas, atuando ao mesmo tempo e como que em cadeia (logo umas 6/12), mesmo não provocando grandes vítimas (2) e para lá dos grandes estragos (materiais), ter provocado alterações geológicas e topográficas no território da Nova Zelândia (à vista ou submerso): com zonas a erguerem-se sob o mar e outras sujeitas aos tsunamis subsequentes, a serem invadidas e a serem minadas ou progressivamente afundadas.

 

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Numa área do litoral anteriormente submersa

 

Uma ilha do Pacífico que em 22 de Fevereiro de 2011 já tinha sido atingida na mesma região por um sismo de M6.3, apesar de menos intenso provocando 200 mortos e destruindo entre outras a localidade de Christchurch localizada nas proximidades do epicentro. Integrada no Círculo de Fogo do Pacífico – certamente a região da Terra com maior atividade sismológica e vulcânica à superfície do nosso planeta e sobre a qual assentam alguns territórios completamente rodeados de água (e de uma forma ou de outra melhor ou pior consolidados na crosta terrestre) – e aí incluindo ilhas como a Nova Zelândia, a PNG, Timor-Leste, as Filipinas, a Indonésia, o Japão e as Aleutas (entre outras). Sugerindo que se tal como no passado certas regiões da superfície terrestre se alteraram radicalmente a nível geológico e topográfico, umas afundando-se outras surgindo acima do nível da água do mar, tal como numa panela cheia de água a ferver a tampa que a cobre também condiciona o seu interior – como consequência criando uma zona limite sendo propícia a eventos mais radicais e extremos – um dia e num determinado cenário (mas expetável) essa tampa poderá saltar, alterando toda a paisagem e com ela levando a ilha (como terá acontecido com a Atlântida, fosse Ilha ou Continente – ou parte dele).

 

(imagens: emsc-csem.org e GNS Science/watchers.news)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:32
Sexta-feira, 03 DE Março DE 2017

A Terra Treme Várias Vezes e Todos os Dias

Significando que através da manutenção da sua atividade interna, se mantêm as condições ideais para a continuação da existência de Vida neste planeta.

 

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Vulcão Anak Krakatau – Indonésia

A existência de atividade Vulcânica como sinal da existência de Vida

(tendo a Terra como exemplo e o Homem como exemplar)

 

Com as zonas sismologicamente mais ativas da Terra centradas quase sempre em torno de duas grandes regiões, é fácil até para um leigo analisando a concentração de pontinhos assinalando os últimos sismos, localizá-las corretamente num mapa: uma delas rodeando toda a extensão da falha tectónica separando a Placa Euroasiática da Placa Africana, outra rodeando a fronteira entre a Placa Sul-Americana e a Placa de Nazca e finalmente uma outra rodeando toda a Placa Indo-Australiana e coexistindo com o Anel de Fogo do Pacífico.

 

Nas tabelas e gráficos mensais relacionados com a atividade sísmica registada nas diversas regiões do globo terrestre, com as referências a toda a zona do Indo-Pacífico, da costa ocidental do continente Sul-Americano e ainda de toda a zona estendendo-se da entrada do estreito de Gibraltar até ao Médio-Oriente (a que apanha Portugal a sul) a sobrecarregarem estas regiões fazendo-as sobressair entre todas as outras como as das mais ativas na atualidade: mas sem dúvida com a Placa Indo-Australiana a ser a mais castigada pela frequência e magnitude dos sismos (só sendo acompanhada mas com menor frequência pelos sismos causados pelos choques entre as Placas de Nazca e a das Caraíbas e Sul-Americana).

 

Ainda hoje (referindo-me às últimas 24 horas) e como comprovativo com quatro sismos significativos na região do Índico-Pacífico em zonas localizadas a norte da Austrália (Ilhas Salomão, Banda Sea, Ilhas Mariana e mais acima o último registado no Japão) e com a amplitude a variar entre M5.0 e M5.5; com outros três a definirem a linha da falha tectónica atravessando o Mediterrâneo, atingindo na Turquia M5.6 (o penúltimo de todos os sismos aqui referidos e ocorrido esta manhã) e no outro extremo já no Atlântico Norte M4.9 (a meio com Monchique a sentir alguma coisinha com um sismo impercetível de M0.5); e ainda um pouco mais a norte junto à falha da Placa Norte-Americana (e num local também habitual) um sismo de m5.6 registado no sul do Alaska (e um outro um pouco mais a sudeste nas Ilhas Aleutas de M5.5).

 

[Sismos registados até às 18:20 UTC de 02.03.2017]

 

A partir daqui e através de um processo recorrente de recuperação de arquivos armazenados no nosso cérebro (utilizando um código de acesso específico e adaptado às diferentes fases de implementação do programa – inserido nas nossas células e responsável pelos alicerces, edificação e consolidação do seu tronco central, por natureza oportunista e seletivo), podendo-se divagar um pouco sobre a história geológica e topográfica do nosso planeta e a partir daí tentar esboçar o aspeto superficial que a Terra teria há uns milhões de anos no passado e talvez adivinhar ou prever (por justaposição de modelos) o que ela poderá ser no futuro: as zonas que colapsaram e se afundaram sob a fina crosta terrestre e aquelas que no sentido inverso se ergueram dos níveis inferiores marítimos e/ou continentais e se mostraram ao Mundo – talvez não pela 1ªvez mas certamente renascidas.

 

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Atividade Solar – Ano/nº de manchas solares

Num ciclo de baixa atividade solar podendo ter consequências para a Terra

(na sua atividade geológica agora mais influenciada pela ação dos raios cósmicos)

 

Num Ciclo Solar e num Ciclo Terrestre que nos apresenta um Sol a atravessar um período de baixa atividade e uma Terra um pouco desprotegida devido às variações registadas no campo magnético terrestre: por um lado com o Sol a pressionar menos a Terra (com as suas tempestades solares e projeções de CME, sendo menos frequentes e intensas) – aspeto positivo – mas pelo outro e em sentido contrário – aspeto negativo – com o campo magnético e protetor rodeando a Terra a enfraquecer e a deixar-se penetrar com mais facilidade pelos também perigosos por radioativos Raios Cósmicos. Para uns indicando estarmos cada mais próximos de uma inversão magnética (daqui a 1, 10, 100, 1000, 10000 ou muitos mais anos) para outros (a maioria oficial) estando-se apenas a verificar uma readaptação do mesmo campo magnético com o mesmo acabando por se estabilizar. Com os cientistas a afirmarem terem conhecimento (confirmando em parte a versão anterior) de uma deslocação de material ferroso no interior profundo da Terra (associado à polarização dos mesmos e à definição do norte e do sul magnético terrestre) transportado por um poderosíssimo jato composto por diferentes elementos deslocando-se no interior de extensas massas de materiais líquido e em fusão (localizadas no manto – até cerca de 2900Km de profundidade)), circulando na área mais profunda da litosfera e rodeando a sua parte central o núcleo – com o núcleo externo líquido (2900Km a 5150Km de profundidade) e o núcleo interno sólido.

 

Neste primeiro trimestre de 2017 com a USGS – instituição norte-americana destinada à investigação geológica (repetindo o já feito e iniciado no ano passado) – a divulgar os estudos comparativos dos sismos naturais e dos sismos induzidos (pela atividade humana) na região central e leste dos EUA: tudo porque o crescimento dos sismos registados nas zonas sob observação (da USGS) registava um crescimento significativo na área dos induzidos – e logo causados pelo próprio Homem (digamos que tendo origem artificial). E sendo uma das atividades humanas responsável pela maioria do aparecimento desses sismos induzidos a Indústria Petrolífera – com o fracking (método que possibilita a extração de combustíveis líquidos e gasosos do subsolo) a ser protagonista – não sendo pois de admirar que face à crise na mesma (no presente e no preço), os furos tenham diminuído e as repercussões sismológicas também: menos fracking, menos furos, menos sismos. Ficando os especialistas felizes por se preverem futuras quedas. Mas agora com Donald Trump a prometer maior apoio à Indústria Petrolífera.

 

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Evolução do preço do petróleo nos últimos dois anos e meio

(com um pico mínimo histórico registado no fim de 2016)

37 dólares/barril de crude

 

Aproveitando a USGS a ocasião de indicar quais as regiões (Estado) dos EUA sob maior ameaça: Oklhaoma. Apresentando um crescimento exponencial de pequenos sismos registados (a partir de 2014) se comparados à média habitual (entre 1980 e 2000):

 

Período

Nº Sismos por ano

1980/2000

2/3

2014

2500

2015

4000

2016

2500

Região de Oklahoma

(EUA)

 

Com o quadro a ser bem explicito quanto ao brutal crescimento de pequenos sismos nesse estado norte-americano, acompanhando perfeitamente nesse seu movimento (em subida) o período de tempo em que o preço do petróleo esteve sempre em crescendo, até se dar a grande viragem, a descida dos preços e a última crise petrolífera (com o barril de petróleo a descer de mais de 100 dólares para pouco mais de 35 dólares) – originando como efeito colateral (e sobretudo na indústria dedicada ao fracking) grandes prejuízos e o abandono temporário do programa de exploração. Tudo sentido no nosso quotidiano mas com algum atraso: desde que a crise estala só a sentindo depois (com a descida dos combustíveis – numa guerra declarada e apenas levada a cabo para se castigar produtores – como a Rússia e o Irão mas beneficiando a China), aproveitando para olhar para trás e mesmo assim não compreendendo os sinais (num dos seus momentos áureos com as máquinas do petróleo fartando-se de esburacar perante a indiferença total) e mesmo num momento de alívio e de alguma descompressão ignorando de novo os factos e persistindo na execução.

 

Prevendo-se talvez definitivamente e de uma forma verdadeiramente irrevogável, que nos próximos 4 anos (pelo menos se nada de estranho acontecer antes) e entregue a Administração da Terra ao novo Presidente da Maior Potência Terrestre agora entronizado Líder Espiritual Mundial, se verifique de novo a retoma no mercado do petróleo (e outros combustíveis fósseis em locais penetráveis) com os preços a subirem e as perfuradoras a trabalharem. E que estados como o de Oklahoma (ou até como o da Califórnia) persistindo na intenção geral da retoma através da reintrodução de sistemas de exploração extremamente intrusivas como o fracking (na qualidade do ambiente e na saúde dos seus cidadãos – por exemplo utilizando e poluindo lençóis de água) – até pela sua localização geográfica sendo clientes habituais de fenómenos sismológicos naturais – poderão a curto-prazo e caso se mantenham as intenções (do Governo representando as Corporações) não só provocar ainda mais sismos (naturais ou induzidos), ainda mais destruição e mais vítimas (com a decadência ambiental devido à ocupação da indústria), como num extremo possível e levando o plano até ao fim destruir uma grande área dos Estados Unidos da América (tendo a norte Yellowstone e o seu SuperVulcão; e a oeste a Califórnia e a falha de San Andreas).

 

(imagens: plexusworld.com/nextgrandminimum.wordpress.com/bloomberg.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:44
Sábado, 04 DE Fevereiro DE 2017

Sismologia – A 3 de Fevereiro esteve tudo tranquilo

Europa, América e Portugal

(e os maiores sismos do dia)

 

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No oceano Atlântico a sudoeste de Portugal

O monte Ampére constituindo a cadeia submarina de Horseshoe

(vulcões inativos)

 

O sismo mais intenso sentido hoje na Europa registou-se de novo no centro da ITÁLIA com epicentro a 54Km E de Perugia e a 6Km de profundidade – com uma intensidade de M4.7 (ás 04:10:05 UTC). Seguindo-se a um outro sensivelmente com as mesmas coordenadas a 53Km E de Perugia e a 7Km de profundidade com intensidade M4.1 (22 minutos e 10 segundos antes).

 

Já no caso do sismo mais intenso sentido hoje em todo o Mundo este registou-se na América mais precisamente na região da MARTINICA (em torno das ilhas Windward) com epicentro a 70Km NE de Fort-de-France e a 54Km de profundidade – com uma intensidade M5.7 (às 19:54:23 UTC). Seguindo-se a um outro bem mais a sul (a mais de 5.000Km), com epicentro a 79Km W da cidade argentina de Mendoza e a 10Km de profundidade com intensidade M5.2 (mais de 19 horas antes).

 

Para terminar e no caso de Portugal o único sismo assinalado no dia de hoje refere-se ao monte submarino AMPÉRE (um dos 9 vulcões submarinos e inativos, constituindo a cadeia montanhosa de Horseshoe e situados no Banco de Gorringe), localizado a cerca de 200Km W do Cabo de S. Vicente – com um sismo registado a 14Km de profundidade com intensidade M2.4 (às 21:29 UTC).

 

(imagem: bashny.net)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:25
Quinta-feira, 02 DE Fevereiro DE 2017

Monchique teve mesmo um Vulcão

Já dizia a professora primária – e com razão!

 

“Extinto há mais de 70 milhões de anos nada nos garante que dentro de outros milhões, o vulcão de Monchique ressurja ativando de novo o complexo vulcânico do Algarve.”

 

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Pontos de subdução existentes entre as placas tectónicas

 

Quando passamos pela vila algarvia de Monchique e olhamos para os picos da Fóia (902m) e da Picota (774m) – com outras pequenas elevações espalhadas pelo terreno e ondulando como vagas até ao mar – a primeira coisa que nos vem logo à cabeça (não só pela constituição do terreno, pela sua evolução ao longo de milhões de anos, como até pela presença de águas termais a cerca de 32⁰C de temperatura nas Caldas de Monchique) é que esta região poderá ter tido num passado já muito distante o seu próprio Vulcão (ou vulcões): há muitos anos atrás quando cheguei a esta região ainda ouvindo falar pelos mais antigos e residentes na zona (e áreas adjacentes) do antigo e agora extinto Vulcão de Monchique (um vulcão declara-se extinto se não se verifica atividade visível ao fim de 10.000 anos – e se não tiver magma debaixo dele; adormecido se tiver tido uma erupção recente ou algum tipo de atividade menor e visível).

 

Na realidade com os dois picos a serem mesmo de origem vulcânica com o terreno (geologicamente falando) composto por SIENITO (uma tipo raro de rocha plutônica semelhante ao granito) e XISTOS (um tipo de rocha metamórfica predominante nas zonas menos elevadas): sendo esse território argiloso muito característico de alguns terrenos algarvios (xistosos), dado ter sido a partir da argila ao ser sujeita a grandes pressões e temperaturas que se obteve o produto final – o tal Xisto (uma rocha metamórfica – uma rocha obtida a partir de reações químicas e físicas aplicadas a uma outra rocha original). Sabendo-se que em Portugal Continental de momento todos os vulcões existentes e tendo estado em atividade no passado (já muito remoto) se encontram completamente extintos (pelo menos sem atividade visível do exterior) – em todos os complexos vulcânicos conhecidos: como o Complexo Vulcânico de Lisboa (tendo estada em atividade há cerca de 70 milhões de anos) e o complexo associado à serra de Monchique (tendo estado em atividade há mais de 72 milhões de anos).

 

Num processo de transformação contínua de toda a superfície da Terra (á vista ou submersa), no qual uma zona ativa tornada inativa poderá posteriormente ressurgir entrando num novo ciclo evolutivo (e geológico): o que poderá significar recolhidos alguns dados entretanto analisados e esclarecedores (indícios, vestígios, sinais) que poderemos no futuro entrar numa nova era de vulcanismo no Mundo como em Portugal – mas como tudo demorando o seu tempo e talvez ocorrendo daqui a mais uns milhões de anos.

 

“Existindo há mais de 4,5 biliões de anos o planeta Terra já testemunhou na sua História Geológica a existência de vários Supercontinentes: provavelmente num deles com a África e a Europa ligadas entre si e com o mar Mediterrâneo (então um território emerso, vulcânico e bastante fértil) isolado do oceano Atlântico pela então existente junção (terrestre) localizada no estreito de Gibraltar.”

 

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 Falha do Marquês de Pombal nas proximidades do Cabo de S. Vicente

 

Com todo este percurso sequencial e vulcânico ativo-inativo-ativo a poder ser explicado pela presença a sul de Portugal e submersa sob as águas do oceano Atlântico de uma importante falha tectónica separando a placa euroasiática da placa Africana: na sua deslocação provocando sismos (propagando-se em terra), abaixamento e elevação de terrenos (do fundo do mar) e em certos casos originando ondas gigantes (tsunamis). Como terá acontecido no sismo de 1755 em Lisboa (a zona de maior densidade populacional, mais exposta, mais afetada e vítima de um tsunami) – com uma nova zona de subdução a surgir a sudoeste da Península Ibérica (a falha do Marquês) a pouco mais de 100Km do cabo de São Vicente e talvez a iniciar aí as suas próprias ações para a formação futura de um Novo Continente (a que até já dão o nome de AURICA). No caso português com a placa oceânica a mergulhar sob a placa continental bem à frente de Portugal. Com ÚR a poder ter sido o 1º Supercontinente da Terra (teoricamente) há cerca de 3-4 mil milhões de anos.

 

Regressando a Portugal Continental e como comprovativo da passada atividade vulcânica nessas zonas do território português, podendo-se mencionar (entre outras) a chaminé vulcânica de Monsanto (Lisboa), a mina de Neves Corvo (Baixo-Alentejo), as chaminés de Sines (Setúbal) e o complexo vulcânico do Algarve – com a chaminé vulcânica da Praia da Luz (Lagos). Em conclusão bastando olhar, já que o solo é testemunha.

 

Em todo o caso – e para todos nós que passamos a maioria da nossa vida com os pés bem assentes (ou não) em terra – devendo apenas preocuparmo-nos com os possíveis sinais de alarme vindos do exterior (podendo ser progressivos e só se manifestando de forma mais violenta a muito longo prazo) e no caso de aí chegarmos (certamente muitas gerações passadas) e habitando em terra firme verificarmos (pelo perigo que o seu aumento pode constituir): a temperatura do solo, a sismicidade e a variação magnética.

 

(dados: LUSA/meteopt.com – imagens: rtp.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:32
Quarta-feira, 28 DE Dezembro DE 2016

Albufeira, 27/02

Em Albufeira prevendo-se chuva para a noite da Passagem de Ano (sábado para domingo) mas com esta a cair mesmo a sério só no dia seguinte (2ª feira)

 

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Passagem de Ano em Albufeira

(imagem: sulinformacao.pt)

 

O tempo hoje registado na cidade de Albufeira (terça-feira, 27) proporcionou-nos um dia de Sol e de céu aberto por vezes com algumas nuvens, mas sem se registar precipitação (0%) e com temperaturas agradáveis (entre um mínimo de 9⁰C e um máximo de 18⁰C) para este período do ano (Inverno).

 

Com o IPMA a prever para os próximos três dias (28, 29 e 30) a manutenção da situação meteorológica local, mantendo-se as temperaturas aproximadas (mínima e máxima) e sem precipitação.

 

No entanto e a partir do fim-de-semana com a chegada dos primeiros pingos de chuva (sábado, 31 – precipitação prevista 3%), com a precipitação a aumentar nos dois dias seguintes até atingir o seu pico máximo (domingo, 1 – p = 16% e 2ª feira, 2 – p = 66%) e com as temperaturas a descerem muito ligeiramente (mínima e máxima).

 

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Imagem de satélite

(infravermelho – 27.12.2016 22h UTC)

 

Por outro lado com a temperatura da água do mar (entre os 16⁰C e os 17⁰C) a convidar a um banho de Ano Novo (se não chover), com índices (UV2) de raios ultravioletas (necessitando de baixa proteção) solicitando-nos a umas horas de Sol (como em todo o continente) e com um ambiente geral de usufruto e de tranquilidade para um bom início de ano e de mais horas de trabalho (ou de preguiça).

 

Sismograficamente com 10 registos assinalados em Portugal Continental (e áreas marítimas adjacentes) sendo 4 deles na região do Algarve (2 deles tendo como referência Albufeira) e 1 outro nas vizinhanças do Cabo de São Vicente.

 

Com o sismo de maior intensidade no conjunto dos 10 registos continentais a ser assinalado a NE Cantanhede hoje pelas 10 horas da manhã e com intensidade M2.5; e restringindo-nos ao Algarve com os seus 4 sismos em sequência temporal a serem: SE Albufeira, 22 M1.2 – NW Albufeira, 22 M1.8 – NE Aljezur, 26 M2.0 – NE Monchique 26 M1.2.

 

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A Califórnia a tremer a 28 e já com 3 sismos em menos de 1 hora

(dailystar.co.uk/usgs.gov)

 

Atualização:

 

Hoje dia 28 (4ª feira) o céu apresenta-se praticamente limpo com o Sol bem presente e as temperaturas a andarem por volta dos 18⁰C (pelas 13:00);

 

Mantendo-se as previsões para o próximo fim-de-semana (Passagem de Ano de sábado para domingo) de tempo muito nebulado com grande possibilidade de aparecimento de chuva (e com descida ligeira das temperaturas).

 

Sismograficamente mantendo-se Portugal sem nenhum registo digno de relevo, unicamente com dois pequenos abalos registados nas estações continentais (na região do Algarve e zonas adjacentes): um registado ontem pelas 18:37 a NE Monchique (M1.1) e outro registado a SW Cabo de São Vicente (M1.4);

 

E a nível Global com 4 sismos de M> 5 registados já esta quarta-feira, 3 tendo como epicentro a zona de fronteira entre os estados da Califórnia e do Nevada (nos EUA) e 1 tendo o seu epicentro na costa ocidental do Japão: M5.6, M5.5 e M5.6 (EUA) e M5.8 (Japão) – e já agora com outro na PNG de M5.3 (14:24 UTC).

 

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SOHO, LASCO C2 e ET’s

(19.12.2016 pelas 17:12 e 23.08.2015 pelas 21.24)

 

Já no que diz respeito ao nosso planeta e particularmente quando estamos a comemorar a data do aparecimento há 2016 anos atrás de uma nova estrela no céu (a Estrela de Belém) – sinalizando o aparecimento sobre a face da Terra de alguém diferente de nós certamente um extraterrestre – lá aparecem de novo as extraordinárias naves de ET’s;

 

Rondando o nosso Sol (como é aparentemente o caso das imagens SOHO) recarregando as suas baterias e muito provavelmente, dando aqui uma espreitadela só para verem os indígenas e verem o que estão fazendo. Querias! Até nós só visitamos o galinheiro quando queremos ver para comer.

 

Se aparecessem em Albufeira certamente que seriam um sucesso (ou não nunca se sabe).

 

(dados e 2ª imagem: ipma.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:32
Segunda-feira, 26 DE Dezembro DE 2016

A Terra há dias sob uma Tempestade Solar

Quando num ponto de um determinado conjunto (mesmo que aparente e aberto) algo se modifica no seu aspeto e conteúdo (na forma como se apresenta), as forças que mantêm a estrutura equilibrada (incluindo as eletromagnéticas) fazendo funcionar indefinidamente esta máquina, não sentirão sequer a presença desse indício de mudança – continuando a movimentar-se sem fim à sua própria velocidade (como sistema dinâmico que é). O que não significa que essa transformação pontual (como muitas outras possíveis) não venha a ter influência (decisiva) na evolução global.

 

Sentiu?

 

Manchas solares e ventos solares

 

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O buraco na superfície do Sol dirigido para a Terra

(NASA/SDO/AIA)

 

Neste final de ano de 2016 e por um motivo qualquer assumido pelo SOL (que nem tudo nos revela daquilo que realmente é), o astro de referência do nosso Sistema e ponto central da sua formação e existência, resolveu dirigir a sua particular atenção para a Terra (localizada a 150.000.000Km), apontando-lhe uma das suas famosas e quase sempre presentes manchas solares (buracos negros na coroa solar) e disparando várias CME sobre o nosso planeta (ondas maciças de energia ejetadas da superfície do Sol). Numa região da coroa solar onde nos finais dos meses de Outubro e de Novembro se tinha registado o aparecimento de duas grandes manchas solares, agora com esta terceira mancha bem virada para a Terra, extremamente ativa e tendo já emitido poderosas CME: projetando-se para o período central da Quadra de Natal (24 e 25) que o nosso planeta há já quatro dias sob o efeito de uma corrente de vento solar oriundo dessa mancha solar (22-23-24-25) continue pelo menos mais um dia (26) sob o efeito da mesma, com ventos solares soprando através do espaço a velocidades na ordem dos 600Km/s afetando o campo magnético terrestre e naturalmente originando como consequência, fenómenos atmosféricos bem conhecidos e esperados – como auroras em torno dos polos.

 

Auroras e raios cósmicos

 

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Registo obtido na Suécia durante a Noite de Natal

(Oliver Wright/spaceweather.com)

 

Como aqui o testemunha Oliver Wright na noite de 24 de Dezembro, com os seus pés bem assentes na neve, com uma aurora presente no Céu e (evidentemente) com o Sol atrás a ajudar – e com os seus ventos solares presentes na consequência: “Worked tonight on Christmas Eve during the Lights Over Laplands Christmas special in Abisko. We had snow all night and aurora for at least an hour so had to use the opportunity to get a Christmas aurora selfie :) 1st time Ive photographed aurora through snow before so earth must be still sat in the solar wind stream from the recent coronal hole.” (Oliver Wright em Abisko/Suécia)

 

Um acontecimento (emissão de CME a partir de buracos negros surgindo na coroa solar) que conjuntamente com todos os raios cósmicos atravessando o Sistema Solar na nossa direção (da região onde se situa a Terra), tem contribuído nos últimos dois anos para o aumento da radiação na estratosfera terrestre: por um lado com o recrudescimento das CME afastando de nós os efeitos nocivos (para todo o eco ambiente terrestre) dos perigosos raios cósmicos, mas por outro lado (precisamente o que estamos a atravessar a caminho de um mínimo no ciclo solar) deixando-os regressar de novo. Aumento detetado em recentes observações e registos realizados no centro do estado da Califórnia, apontando para um período de tempo de cerca de 20 meses (Fevereiro 2015/Outubro 2016) e para um crescimento percentual (no mesmo período de tempo) de cerca de 12% – certamente algo de relevante e sobretudo preocupante (especialmente para os meios de transporte utilizando a atmosfera terrestre para se deslocarem, sabendo-se como os efeitos das radiações são extremamente nocivos para os seres humanos – no caso dos aviões com os seus passageiros a poderem ter que suportar numa viagem radiações 10X a 50X superior ao valor normal registado ao nível da água do mar).

 

Magnetismo e Sismos

 

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Sismo de M7.7 atinge o sul do Chile

(25.12.16 – ahoranoticias.cl)

 

Isto tudo para, chegando finalmente ao interior da nossa Esfera (representada pela Terra e por tudo o que de perto a rodeia) e tomando em consideração tudo o anteriormente referido, podermos facilmente aceitar sem receio de qualquer percalço que a repercussão em todo o envolvente da Terra de fenómenos exteriores com este (poderosos por oriundos do Sol e das profundezas desconhecidas do cosmos), nunca se limitaria à sua atmosfera nem mesmo à sua superfície mas na realidade e de facto penetrando-a por completo: até ao núcleo central da litosfera terrestre. Provocando de uma forma visível e pelo menos sentida o aumento da atividade vulcânica e de eventos sísmicos relevantes – como poderemos confirmar pela atividade vulcânica em torno de todo o Círculo de Fogo do Pacífico e ainda pelos recentes e violentos sismos afetando sobretudo a região da PNG (e ainda entre outros a Indonésia e as Ilhas Salomão) e a costa oeste da América do Sul (como no caso do Equador): na PNG com sismos na ordem de magnitudes M5.8 e M5.9 (dia 24), na Indonésia nos M6.7 (dia 21), nas Ilhas Salomão com magnitudes M6.0 e M6.4 (dia 20) e finalmente no Equador com um sismo M5.5 (dia 19) e no Peru com outro de M6.1 (dia 18).

 

Sismo de magnitude 7.7 atinge o Chile. Alerta de tsunami levantado

 

Um forte abalo fez-se sentir, este domingo, na região de Puerto Montt, no sul do Chile, tendo levado a que as autoridades tenham emitido um alerta de tsunami. No entanto, este já foi levantado e não há registo de vítimas.

(24.sapo.pt)

 

E culminando hoje com um violento sismo de magnitude M7.7 no Chile (costa oeste da América do Sul) seguido de uma réplica de M5.2 (mais de oito horas depois).

 

Deixando-nos aqui a pensar sobre a extraordinária relação e equilíbrio existente (pelo menos até agora registado) entre as radiações solares e o geomagnetismo terrestre, equilíbrio esse que nos tem permitido desde que o Homem apareceu pela primeira vez à superfície da Terra (e até aos dias de hoje), viver e sobreviver num ambiente habitável e com suficiente conforto: e com o Cinturão de Van Allen a segurar-nos e a proteger-nos. Lembrando-nos da Terra como um Organismo Dinâmico e Vivo com um interior em movimento, preenchido e decisivo (como um gerador eletromagnético).

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:43

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