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Quinta-feira, 04 DE Maio DE 2017

O Ponto Central

“The magnetic field lines between a pair of active regions formed a beautiful set of swaying arches rising up above them. The connection between opposing poles of polarity is visible in exquisite detail in this wavelength of extreme ultraviolet light. What we are really seeing are charged particles spinning along the magnetic field lines. Other field lines are traced as they reach out in other directions as well.” (nasa.gov)

 

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O Sol entre 24/26 Abril 2017

AIA/SDO

(PIA 21604)

 

Todos nós sabemos que para bem dos nossos órgãos da visão nunca devemos olhar diretamente para o Sol:

 

Se o fizermos e dada a elevada capacidade energética e luminosa dos raios solares atravessando o Espaço e atingindo a Terra, arriscamo-nos a sobrecarregar os circuitos de ligação, a danificar o sistema de apoio ótico e a queimar e a inutilizar definitivamente toda a função a ele associado ‒ ficando cegos.

 

Com o nosso corpo a interiorizar que apesar de existirmos num Espaço sem fim à vista, sem origem conhecida ou objetivo visível (que compreendamos) e convidando-nos constantemente à descoberta (como o faz qualquer Mistério que nos é proposto, podendo no seu desenvolvimento esclarecer um pouco mais o Desconhecido),

 

O meio ainda nos impõe limites (não só físicos como psíquicos) pelo menos enquanto não tivermos capacidade científica e tecnológica de o contornar, manipulando as suas propriedades ou então ultrapassando-o aceitando exceções: tendo possibilidade de acesso sem perda de Tempo e noção de Espaço. Fazendo coincidir Planos já existentes no Espaço ‒ bastando-o dobrar num dos eixos, procurar o seu simétrico, fazendo-os coincidir (num Mundo onde a Força Invisível assenta num duo conjunto o Eletromagnetismo, comandando então as partículas/a Matéria e dando-lhes movimento, estrutura e Vida).

 

Não nos impedindo para já mesmo não olhando para o Sol,

 

De tentar perceber melhor o seu papel em todo este Mecanismo (no qual o Homem se encontra inserido),

 

Tentando de algum modo observá-lo com maior atenção (não fosse ele o centro do nosso Sistema),

 

Perceber o significado de muitas das suas manifestações exteriores (não fossem elas condicionantes da manutenção do nosso ecossistema),

 

Vislumbrar para além das chamas e das explosões a sua epiderme em constante erupção (combustão e emissão)

 

E num último passo para além dos limites que nos são impostos pela realidade (cruel mas inevitável por fazer parte do nosso percurso e aprendizagem),

 

Imaginar um Outro Mundo para além dele (não em profundidade ou em extensão mas para além da sua epiderme ou do seu próprio ponto de referência) recorrendo à Imaginação (criadora por ir além dos limites, mas tantas vezes vedada por contrariar a realidade anteriormente adotada):

 

Como se para além das chamas e impedindo o nosso olhar (com a sua violenta intensidade e brilho, repelindo-nos quase como se nos rejeitasse), ao pressionar sem mesmo nela tocar uma porta se abrisse e se estivesse num Outro Lugar: talvez paralelo mas sobretudo distante. Caso contrário aqui morreremos ‒ perdidos numa ilha isolada sem nada nem ninguém o saber.

 

(imagem: nasa.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:38
Quinta-feira, 13 DE Abril DE 2017

O Centro do Nosso Mundo

“The sun lies at the heart of the solar system, where it is by far the largest object. It holds 99.8 percent of the solar system's mass and is roughly 109 times the diameter of the Earth — about one million Earths could fit inside the sun. The visible part of the sun is about 5,500 degrees Celsius, while temperatures in the core reach more than 15 million C, driven by nuclear reactions. One would need to explode 100 billion tons of dynamite every second to match the energy produced by the sun, according to NASA. The sun is one of more than 100 billion stars in the Milky Way. It orbits some 25,000 light-years from the galactic core, completing a revolution once every 250 million years or so. The sun is relatively young (4.6 billion years), part of a generation of stars known as Population I, which are relatively rich in elements heavier than helium.” (Charles Q. Choi/space.com)

 

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O Sol no momento da chama de classe M5.8

(a 3 de Abril de 2017)

 

Numa demonstração do poder do Sol assim como da sua natural imprevisibilidade (a nossa estrela atravessa um período do seu ciclo solar de fraca atividade), pode-se constatar a indesmentível presença e conjugação desse duo dinâmico (ponto central do mecanismo que faz funcionar e mantem o equilíbrio deste sistema planetário), na imagem de 3 de Abril de 2017 registada pelas câmaras do observatório SDO: apresentando-nos uma região extremamente ativa sobre a superfície do Sol, produzindo várias CME num intervalo de tempo de poucas horas (cerca de 10) e sendo responsável pelo aparecimento de algumas chamas solares de classe M5 (médias) ‒ uma delas a de 3 de Abril, a mais forte registada desde o início do mês.

 

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A Terra e as regiões mais afetadas pelo fluxo de raios-X

(a 3 de Abril de 2017)

 

Com estas explosões ocorridas na coroa solar a lançarem para o Espaço grandes quantidades de plasma, muitas vezes associados ao aparecimento de CME (dirigidas ou não para a Terra). Neste registo com emissões extremas de raios ultravioletas. Refletindo assim o ocorrido na segunda-feira da semana passada, em que uma chama solar de M5.8 irrompeu da mancha solar AR 2644, tornando-se a mais forte de 7 observadas em apenas 3 dias (e também a mais forte desde 23 de Julho do ano passado ‒ M7.6). Neste caso sem grandes consequências, dado a mancha estar de ida e não propriamente direcionada para a Terra (já de lado e menos negativa ‒ para a Terra). No entanto com uma nova mancha a caminho mas até ao momento não causando grandes preocupações (AR 2650 pouco ativa).

 

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O Sol e o filamento magnético produtor de CME

(a 9 de Abril de 2017)

 

Mas por outro lado e apesar das poucas manchas visíveis (dependendo esse número do instrumento ótico utilizado), com um novo buraco na coroa solar a estar brevemente de regresso depois de concluída a sua rotação (bastante ativo no mês passado e fazendo prever tempestades magnéticas da classe G1 e G2 daqui a pouco mais de uma semana) e agora (9 de Abril) com um filamento escuro impulsionado pelas poderosas forças criadas pelo campo magnético solar a atravessar a superfície do mesmo (como se fosse um vaga oceânica), a erguer-se e como dizem os cientistas da NASA “a arremessar uma parte de si próprio em direção ao Espaço exterior”: com essa região da coroa solar entrando em erupção, ejetando material para o exterior e originando mais uma CME ‒ e com uma parte da mesma a poder atingir a Terra e antecipando-se ao regresso de mais uma mancha solar poder já atingir a Terra com mais uma tempestade magnética de classe G1 (lá para o próximo sábado).

 

(imagens: nasa.gov e noaa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:12
Quinta-feira, 06 DE Abril DE 2017

O Sol está mais Tranquilo

Com a Primavera ainda no seu início, os dias de praia e de mar já chegaram a Albufeira.

 

Com o vento solar a atingir agora velocidades mais baixas (andando hoje pelos 480Km/s) e com as explosões na coroa solar a emitirem chamas de classe C (poucas consequências para a Terra) – a mancha mais ativa será a AR 2645 brevemente e tal como a AR 2644 passando para o outro lado d Sol – parece que finalmente todos os amantes do Sol poderão usufruir de alguns dias tranquilos de praia, sem se preocuparem tanto com o efeito extremamente nocivo dos raios ultravioleta (na pele).

 

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O Sol a 6 de Abril de 2017

(00:56:34 UT)

 

Com a mancha solar AR 2644 a deixar de estar virada na direção da Terra devido ao movimento de rotação do Sol (uma mancha solar conforme se encontra mais próxima do equador ou dos polos poderá reaparecer entre 24,5 dias e 38 dias depois) – adaptando-se arbitrariamente pela comunidade científica os 26⁰ a partir do equador (região onde se encontram a maioria das manchas solares) para definir o período de rotação em 25,4 diasa nossa estrela voltou de novo a um período de maior acalmia, agora que a mesma mancha deixou de enviar na nossa direção mais uma série de chamas solares de classe M. E para já mesmo que a mancha AR 2644 subsista durante o período de rotação da superfície solar (diferente do seu interior e núcleo central) com a mesma a regressar apenas daqui a mais de 3 semanas; e de momento confrontando-nos apenas com outras duas manchas mas para já pouco ativas AR 2645 (à direita) e AR 2648 (à esquerda).

 

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Red Stripes e Elves a 2 de Abril de 2017

(19:26:37 e 19:53:14)

 

Ainda no início deste mês com o nosso planeta a ser sobrecarregado com várias emissões de CME atingindo a nossa atmosfera com chamas solares da classe M (e até classe M), segundo notícias vindas do oriente afetando certas transmissões de rádio na região do Índico/Pacífico (com grandes interferências e interrupções) e noutras zonas do globo terrestre provocando o aparecimento de auroras e outros fenómenos atmosféricos como Red Stripes e Elves (comuns a latitudes elevadas mas agora aparecendo um pouco por toda a Europa) – como o caso registado por Martin Popek na Republica Checa (latitude 49⁰45´N). Neste caso com estes dois tipos de fenómenos luminosos logicamente associados a grandes perturbações eletromagnéticas ativas em camadas mais altas da nossa atmosfera (como a ionosfera), a estarem relacionadas com intensas descargas elétricas entre diferentes camadas da atmosfera, tendo como extremos a ionosfera e a própria crosta terrestre. E no caso das Red Stripes (podendo até ser observada por 1 segundo ou mais) a serem um fenómeno mais conhecido devido à sua duração comparativamente com os Elves (mais rápidos, com a duração de 1/1000 de segundo e difíceis de observar – sendo emissões de Luz a baixa frequência provocadas por impulsos eletromagnéticos).

 

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Raios Ultravioleta

(previsão para sábado, dia 8 – escala de 1 a 11)

 

No caso de Portugal com o índice de raios ultravioletas ainda num nível elevado até ao próximo fim-de-semana, após o qual e caso as condições se mantenham (de atividade solar e “limpeza atmosférica” – céus claros e limpos) se verificará um decrescimento progressivo dos índices UV até níveis considerados normais. E com estes índices de raios ultravioletas a significarem para todos os terrestres circulando na superfície de Portugal, um risco considerado elevado e aconselhando a utilização de tudo o que esteja à mão para nos proteger dos seus efeitos nocivos (e não só para a pele): entre os vários instrumentos mencionados pelo IPMA (e aconselhados a serem utilizados) tendo óculos-de-sol (UV), chapéus, t-shirts, guarda-sóis e protetor solar – e claro está não abusar no tempo de exposição nem escolher o período em que as mesmas são mais intensas e perigosas.

 

(imagens: Martin Popek/astrónomo amador/Republica Checa/spaceweather.com e meteovista.co.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:09
Segunda-feira, 03 DE Abril DE 2017

O Sol Continua Acordado

"I had been thinking that I might not be receiving any more strong solar storms this cycle, but am thrilled to receive this activity.

And there might be more to come if AR2644 continues to flare."

(Novo México – rádio amador Thomas Ashcraft – ao escutar um tremendo ruído de estática transmitido via rádio aquando da chegada dia 1 de Abril da chama solar M4.4).

 

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Acontecimento

A explosão na mancha solar AR 2644 que originou a chama de classe M4.4

(no dia 1 de Abril de 2017)

 

O Sol continua numa fase de franca atividade, apesar de segundo o que afirmam os cientistas, estar neste momento a atravessar um período de baixa atividade do seu ciclo solar. E assim na continuação de vários dias de explosões na superfície do Sol, do aparecimento de manchas solares e de ejeção de CME, uma dessas manchas que não a AR 2645 (há dias a mais temida pela sua dimensão e por estar virada para a Terra) começou a manifestar-se e a entrar intensamente em ação: com a macha solar AR 2644 (na extremidade direita da imagem) a explodir no passado sábado (1 de Abril) e a produzir chamas da classe M4.4 e respetivas CME enviadas na nossa direção.

 

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Consequências

Índice de raios ultravioletas – escala 1/10 – risco elevado p/pele (6/7)

(03.04.17)

 

Segundo a spaceweather.com considerada a maior chama solar produzida desde o início de 2017 mas seguida logo a 2 de Abril por outra de classe M5 (numa escala de classes indo da mais baixa B seguido de C e M até à classe mais alta X – com cada classe graduada de 1 a 9). E em função desta inesperada e intensa manifestação por parte do Sol com a NOAA a prever 60% de probabilidades de assistirmos a mais explosões solares da classe M e mesmo 20% de classe X – precisamente hoje dia 3 de Abril. Como sempre e como em todos os casos envolvendo radiações extremas ultravioletas enviadas pelo Sol (CME), prevendo-se grandes interferências e mesmo interrupções em certas frequências de rádio (ondas curtas) – com alguns casos a serem já detetados nas regiões do Pacífico e do Índico.

 

(texto: dados retirados de spaceweather.com – imagens: sdo.gsfc.nasa.gov e weatheronline.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:08
Domingo, 02 DE Abril DE 2017

O Sol com Movimentos Epidérmicos e Erupções Cutâneas

Sobressalto no seu período habitual de sono, o Sol vai acordando e adormecendo.

 

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Mancha solar AR 2645

(a maior ao centro)

 

Com o SOL ainda há uns dias atrás a parecer querer comprovar a sua entrada num ciclo de baixa atividade solar, eis que no início do mês de Abril e na continuação do recrudescimento dessa mesma atividade registada nos finais do mês anterior, a nossa estrela não só nos apresenta uma enorme mancha solar virada na direção do nosso planeta (numa área onde a Terra caberia várias vezes só num dos seus núcleos) – a mancha AR 2645 no centro da imagem à esquerda – como e devido à presença de um buraco na sua superfície nos envia ventos solares atingindo a nossa atmosfera e assim contribuindo para o já carregado ambiente eletromagnético envolvendo a Terra – o buraco no centro/direito da imagem à direita.

 

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Buraco na coroa solar

(centro-direita)

 

No entanto e para já com a mancha AR 2645 a continuar ativa mas relativamente tranquila, apesar do seu campo magnético beta-gama para já ir emitindo raios-X (solares) de classe C (chamas solares fracas) mas podendo dentro das suas características podendo atingir a classe M (chamas solares moderadamente fortes) – numa escala que vai de B (as mais fracas) a X (as mais fortes). Com esta atividade a manter-se pelos próximos dias 2 e 3 de Abril e com a NOAA a prever 10% de probabilidade de nas próximas 24 horas a Terra poder ser atingida por raios solares da classe M. Pelo que e passada quase uma semana desde o aumento de atividade na superfície do Sol e com os ventos solares a continuarem a atingir-nos, para quem vive perto dos polos (norte ou sul) o espetáculo celeste e noturno continuará (a latitudes elevadas).

 

(imagens: spaceweather.com/nasa.gov)

 

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:48
Terça-feira, 28 DE Março DE 2017

Ainda Meio a Dormir, o Sol Falou

(De repente o Sol acordou de um repouso de muitos dias)

 

Contrariando dias seguidas sem manchas solares e com o Sol parecendo adormecido, aqueles que previam ser este mais um momento de confirmação da fase fraca do ciclo solar, vêm-se agora perante três manchas solares em crescimento e por sinal bem ativas: e se uma delas irá desaparecer (pelo menos temporariamente devido à sua posição e à rotação do Sol – AR 2646) já as outras duas para além do seu crescimento estão neste momento viradas para o lado onde está o nosso planeta (AR 2644 e AR 2645).

 

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Sol

(26 de Março de 2017)

 

On Sept. 2, 1859, an incredible storm of charged particles sent by the sun slammed into Earth's atmosphere, overpowered it, and caused havoc on the ground. Telegraph wires, the high-tech stuff of the time, suddenly shorted out in the United States and Europe, igniting widespread fires. (space.com)

 

Neste momento com a mancha solar AR 2645 a ser a mais ativa, com explosões na sua coroa a produzir a ejeção de elevadas quantidades de energia solar (raios-X) atingindo níveis da classe C5 (de qualquer das formas sem consequências negativas para a Terra). E com a mancha solar AR 2644 ainda pouco ativa mas podendo ultrapassar nesse aspeto e brevemente a outra mancha virada para nós, já que apresenta a grande possibilidade de produção de chamas de classe M (devido à presença no campo magnético de raios beta/gama).

 

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Sol

(4 de Janeiro de 2002)

 

If a storm that severe occurred today, it could cause up to $2 trillion in initial damages by crippling communications on Earth and fueling chaos among residents and even governments in a scenario that would require four to 10 years for recovery. For comparison, hurricane Katrina inflicted somewhere between $80 billion and $125 billion in damage. (space.com)

 

Com os parâmetros dos raios emitidos pelo Sol e atingindo a Terra a poderem aumentar na sua intensidade e efeitos (provocando mais auroras e aumentando as interferências nas radiofrequências) nestes próximos dias (especialmente hoje e amanhã) e com o vento solar a atingir uma velocidade na ordem dos 700Km/s (a esta velocidade demorando 60 horas a atingir-nos). Convindo recordar que apesar de uma mancha estar virada para o lado da Terra, tal não significa que uma chama solar (ou então uma CME) a pudesse atingir, podendo passar obviamente ao lado da mesma.

 

Olhando só um pouquinho para trás (28 anos) podendo-se recordar 1989 (em que uma forte CME deixou 6 milhões de pessoas sem luz no Canadá), 2012 (em que uma poderosíssima CME passou mesmo ao lado da Terra, atingindo-a, podendo ainda hoje estarmos confrontados com o desastre) e o ano de 2014 – e no que a NASA afirmou na sequência deste último Evento (com o Sol emitindo poderosas CME): de que a Terra teria 12% de probabilidade de ser atingida por uma grande CME nos próximos 10 anos (2014/24).

 

(imagem: watchers.news e space.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:18
Quinta-feira, 23 DE Março DE 2017

O Sol parece estar a dormir

Com o Sol perto de um mínimo de atividade (deixando todo o espaço envolvendo a Terra mais livre da sua influência, mas abrindo a porta à chegada dos perigosos raios cósmicos) e com o enfraquecimento do campo magnético envolvendo a Terra (diminuindo a sua capacidade de como um escudo nos proteger), devemo-nos preocupar agora com a ação dos perigosos raios cósmicos oriundos do Espaço exterior.

 

A Imagem

 

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O Sol

Sem Manchas Solares

Missão SDO – Instrumento AIA

PIA 21569 – 13 Março 2017

 

Numa Imagem registada (AIA/SDO) no início da passada semana tendo como alvo de observação o SOL (2ªfeira, 13 de Março), a principal referência e justificação para a publicação da mesma, resume-se apenas a um único fator no entanto muito pouco usual de ocorrer, durante períodos de tempo tão prolongado: a inexistência de MANCHAS SOLARES visíveis na superfície do Sol.

 

Manchas solares que segundo dados registados pelo SDO, utilizando o seu instrumento AIA e durante os últimos 11 dias (a data da edição da imagem refere-se a 22 de Março), se têm mantido ausentes da coroa que envolve o Sol num tipo de evento já não observado desde que a nossa estrela atingiu o seu anterior mínimo de atividade (os ciclos solares terão uma duração média de 11 anos).

 

Uns dias antes da Imagem

 

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O Sol

A caminho de um Mínimo mas ainda Ativo

Missão SDO – Instrumento AIA

PIA 21562 – 8/9 Março 2017

 

Num registo fotográfico acompanhado por um outro de vídeo registando 4 desses dias de vida solar (14 a 17 de Março), que ao ser observado sem uma única mancha aparecendo à sua superfície durante tão extenso período de tempo, nos induz numa sensação errada de que o Sol nem sequer se terá mexido, desprovido temporariamente do seu movimento de rotação. Que como se sabe ainda não perdeu.

 

Assim o descrevendo os cientistas da NASA (o vídeo) e da mesma forma confirmando que na realidade a nossa estrela no cumprimento do seu Ciclo Solar estará mesmo a caminho de um novo mínimo (designado como o 24ºciiclo solar e estando previsto ser de todos um dos mais curtos). Apontando o mínimo para 2020 – quando a primeira nave Dragão partirá em direção a Marte.

 

[SDO – É uma sonda da NASA lançada há 7 anos de Cabo Canaveral e colocada numa órbita geocêntrica a cerca de 35000Km da Terra tendo como objetivo a observação e estudo do Sol. AIA – Um sistema de captação e de reprodução capaz de nos proporcionar imagens com grande resolução da coroa solar, utilizando tecnologia revolucionária (em faixas ultravioleta/infravermelho) capaz de nos fornecer informações muito mais detalhadas e rigorosas do que se passa à superfície do Sol.]

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:06
Sexta-feira, 03 DE Março DE 2017

A Terra Treme Várias Vezes e Todos os Dias

Significando que através da manutenção da sua atividade interna, se mantêm as condições ideais para a continuação da existência de Vida neste planeta.

 

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Vulcão Anak Krakatau – Indonésia

A existência de atividade Vulcânica como sinal da existência de Vida

(tendo a Terra como exemplo e o Homem como exemplar)

 

Com as zonas sismologicamente mais ativas da Terra centradas quase sempre em torno de duas grandes regiões, é fácil até para um leigo analisando a concentração de pontinhos assinalando os últimos sismos, localizá-las corretamente num mapa: uma delas rodeando toda a extensão da falha tectónica separando a Placa Euroasiática da Placa Africana, outra rodeando a fronteira entre a Placa Sul-Americana e a Placa de Nazca e finalmente uma outra rodeando toda a Placa Indo-Australiana e coexistindo com o Anel de Fogo do Pacífico.

 

Nas tabelas e gráficos mensais relacionados com a atividade sísmica registada nas diversas regiões do globo terrestre, com as referências a toda a zona do Indo-Pacífico, da costa ocidental do continente Sul-Americano e ainda de toda a zona estendendo-se da entrada do estreito de Gibraltar até ao Médio-Oriente (a que apanha Portugal a sul) a sobrecarregarem estas regiões fazendo-as sobressair entre todas as outras como as das mais ativas na atualidade: mas sem dúvida com a Placa Indo-Australiana a ser a mais castigada pela frequência e magnitude dos sismos (só sendo acompanhada mas com menor frequência pelos sismos causados pelos choques entre as Placas de Nazca e a das Caraíbas e Sul-Americana).

 

Ainda hoje (referindo-me às últimas 24 horas) e como comprovativo com quatro sismos significativos na região do Índico-Pacífico em zonas localizadas a norte da Austrália (Ilhas Salomão, Banda Sea, Ilhas Mariana e mais acima o último registado no Japão) e com a amplitude a variar entre M5.0 e M5.5; com outros três a definirem a linha da falha tectónica atravessando o Mediterrâneo, atingindo na Turquia M5.6 (o penúltimo de todos os sismos aqui referidos e ocorrido esta manhã) e no outro extremo já no Atlântico Norte M4.9 (a meio com Monchique a sentir alguma coisinha com um sismo impercetível de M0.5); e ainda um pouco mais a norte junto à falha da Placa Norte-Americana (e num local também habitual) um sismo de m5.6 registado no sul do Alaska (e um outro um pouco mais a sudeste nas Ilhas Aleutas de M5.5).

 

[Sismos registados até às 18:20 UTC de 02.03.2017]

 

A partir daqui e através de um processo recorrente de recuperação de arquivos armazenados no nosso cérebro (utilizando um código de acesso específico e adaptado às diferentes fases de implementação do programa – inserido nas nossas células e responsável pelos alicerces, edificação e consolidação do seu tronco central, por natureza oportunista e seletivo), podendo-se divagar um pouco sobre a história geológica e topográfica do nosso planeta e a partir daí tentar esboçar o aspeto superficial que a Terra teria há uns milhões de anos no passado e talvez adivinhar ou prever (por justaposição de modelos) o que ela poderá ser no futuro: as zonas que colapsaram e se afundaram sob a fina crosta terrestre e aquelas que no sentido inverso se ergueram dos níveis inferiores marítimos e/ou continentais e se mostraram ao Mundo – talvez não pela 1ªvez mas certamente renascidas.

 

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Atividade Solar – Ano/nº de manchas solares

Num ciclo de baixa atividade solar podendo ter consequências para a Terra

(na sua atividade geológica agora mais influenciada pela ação dos raios cósmicos)

 

Num Ciclo Solar e num Ciclo Terrestre que nos apresenta um Sol a atravessar um período de baixa atividade e uma Terra um pouco desprotegida devido às variações registadas no campo magnético terrestre: por um lado com o Sol a pressionar menos a Terra (com as suas tempestades solares e projeções de CME, sendo menos frequentes e intensas) – aspeto positivo – mas pelo outro e em sentido contrário – aspeto negativo – com o campo magnético e protetor rodeando a Terra a enfraquecer e a deixar-se penetrar com mais facilidade pelos também perigosos por radioativos Raios Cósmicos. Para uns indicando estarmos cada mais próximos de uma inversão magnética (daqui a 1, 10, 100, 1000, 10000 ou muitos mais anos) para outros (a maioria oficial) estando-se apenas a verificar uma readaptação do mesmo campo magnético com o mesmo acabando por se estabilizar. Com os cientistas a afirmarem terem conhecimento (confirmando em parte a versão anterior) de uma deslocação de material ferroso no interior profundo da Terra (associado à polarização dos mesmos e à definição do norte e do sul magnético terrestre) transportado por um poderosíssimo jato composto por diferentes elementos deslocando-se no interior de extensas massas de materiais líquido e em fusão (localizadas no manto – até cerca de 2900Km de profundidade)), circulando na área mais profunda da litosfera e rodeando a sua parte central o núcleo – com o núcleo externo líquido (2900Km a 5150Km de profundidade) e o núcleo interno sólido.

 

Neste primeiro trimestre de 2017 com a USGS – instituição norte-americana destinada à investigação geológica (repetindo o já feito e iniciado no ano passado) – a divulgar os estudos comparativos dos sismos naturais e dos sismos induzidos (pela atividade humana) na região central e leste dos EUA: tudo porque o crescimento dos sismos registados nas zonas sob observação (da USGS) registava um crescimento significativo na área dos induzidos – e logo causados pelo próprio Homem (digamos que tendo origem artificial). E sendo uma das atividades humanas responsável pela maioria do aparecimento desses sismos induzidos a Indústria Petrolífera – com o fracking (método que possibilita a extração de combustíveis líquidos e gasosos do subsolo) a ser protagonista – não sendo pois de admirar que face à crise na mesma (no presente e no preço), os furos tenham diminuído e as repercussões sismológicas também: menos fracking, menos furos, menos sismos. Ficando os especialistas felizes por se preverem futuras quedas. Mas agora com Donald Trump a prometer maior apoio à Indústria Petrolífera.

 

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Evolução do preço do petróleo nos últimos dois anos e meio

(com um pico mínimo histórico registado no fim de 2016)

37 dólares/barril de crude

 

Aproveitando a USGS a ocasião de indicar quais as regiões (Estado) dos EUA sob maior ameaça: Oklhaoma. Apresentando um crescimento exponencial de pequenos sismos registados (a partir de 2014) se comparados à média habitual (entre 1980 e 2000):

 

Período

Nº Sismos por ano

1980/2000

2/3

2014

2500

2015

4000

2016

2500

Região de Oklahoma

(EUA)

 

Com o quadro a ser bem explicito quanto ao brutal crescimento de pequenos sismos nesse estado norte-americano, acompanhando perfeitamente nesse seu movimento (em subida) o período de tempo em que o preço do petróleo esteve sempre em crescendo, até se dar a grande viragem, a descida dos preços e a última crise petrolífera (com o barril de petróleo a descer de mais de 100 dólares para pouco mais de 35 dólares) – originando como efeito colateral (e sobretudo na indústria dedicada ao fracking) grandes prejuízos e o abandono temporário do programa de exploração. Tudo sentido no nosso quotidiano mas com algum atraso: desde que a crise estala só a sentindo depois (com a descida dos combustíveis – numa guerra declarada e apenas levada a cabo para se castigar produtores – como a Rússia e o Irão mas beneficiando a China), aproveitando para olhar para trás e mesmo assim não compreendendo os sinais (num dos seus momentos áureos com as máquinas do petróleo fartando-se de esburacar perante a indiferença total) e mesmo num momento de alívio e de alguma descompressão ignorando de novo os factos e persistindo na execução.

 

Prevendo-se talvez definitivamente e de uma forma verdadeiramente irrevogável, que nos próximos 4 anos (pelo menos se nada de estranho acontecer antes) e entregue a Administração da Terra ao novo Presidente da Maior Potência Terrestre agora entronizado Líder Espiritual Mundial, se verifique de novo a retoma no mercado do petróleo (e outros combustíveis fósseis em locais penetráveis) com os preços a subirem e as perfuradoras a trabalharem. E que estados como o de Oklahoma (ou até como o da Califórnia) persistindo na intenção geral da retoma através da reintrodução de sistemas de exploração extremamente intrusivas como o fracking (na qualidade do ambiente e na saúde dos seus cidadãos – por exemplo utilizando e poluindo lençóis de água) – até pela sua localização geográfica sendo clientes habituais de fenómenos sismológicos naturais – poderão a curto-prazo e caso se mantenham as intenções (do Governo representando as Corporações) não só provocar ainda mais sismos (naturais ou induzidos), ainda mais destruição e mais vítimas (com a decadência ambiental devido à ocupação da indústria), como num extremo possível e levando o plano até ao fim destruir uma grande área dos Estados Unidos da América (tendo a norte Yellowstone e o seu SuperVulcão; e a oeste a Califórnia e a falha de San Andreas).

 

(imagens: plexusworld.com/nextgrandminimum.wordpress.com/bloomberg.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:44
Quarta-feira, 08 DE Fevereiro DE 2017

Uma Volta e lá está Ela

A Mancha

 

Duas imagens do Sol obtidas a partir do telescópio solar instalado na nave norte-americana (obviamente da NASA) responsável pela missão SDO (observação e estudo do Sol e sua influência na Vida na Terra), registadas já este ano e com um intervalo de quase um mês. Com a 1ªimagem a ser adquirida pelo observatório SDO a ser referenciada a 4 de Janeiro e a 2ªimagem a 1 de Fevereiro.

 

Long_Cor_Hole193.jpgPIA11177.jpg

O Sol

04.01 c/mancha

01.02 de novo c/mesma mancha

Manchas escuras na superfície do Sol que nos avisam do lançamento a partir do seu interior

De intensas ondas de luz provenientes da emissão de raios ultravioleta

 

Decorrido um mês sobre as duas imagens com a curiosidade a ser o reaparecimento de uma grande mancha solar, relativamente na mesma posição e com a mesma forma e aspeto: com a enorme mancha (escura) na superfície do Sol, a acompanhar toda a rotação mensal executada pela nossa estrela. Com essas manchas a representarem buracos que surgiram na coroa solar (em locais onde o seu campo magnético se abriu) e pelos quais as partículas oriundas do interior da nossa estrela e agora libertadas, se ejetam para o Espaço através de poderosos ventos solares.

 

Que no caso de estarem orientados para a Terra certamente a atingirão. Dependendo a gravidade causada pelo impacto da intensidade da CME produzida, da velocidade das partículas, da posição do planeta e claro da nossa atmosfera e da sua cintura protetora: o Cinturão de Van Allen. Mas prevendo-se apenas auroras (extraordinários espetáculos visuais e naturais numa mistura psicadélica de contornos eletromagnéticos, uma das características do Universo) logicamente a baixas latitudes.

 

No entretanto (como mais vale prevenir do que remediar e até porque se vai simulando) nunca esquecendo que apesar do Sol se encontrar a atravessar um período de baixa atividade (poucas ou nenhumas manchas solares), dado a Terra apresentar de momento uma menor proteção por parte do seu campo magnético (devido a uma aparente deslocação do mesmo e com alguns cientistas a afirmarem estarmos num período – temporário ou não – de inversão magnética), uma tempestade solar poderá ter consequências inesperadas.

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:25
Terça-feira, 31 DE Janeiro DE 2017

Ameaças Externas à Terra

O Sol abre-se à Terra

(com uns “calhaus” por aí)

 

Sendo o Sol a estrutura que suporta a existência de Vida na Terra (que a fez surgir), também poderá ser aquele que através de uma grande transformação interferiu na nossa Evolução (e nos fez desaparecer). Sendo conveniente estar atento e até preparado para um dia partir. Mas temendo sempre os “calhaus”.

 

coronalhole_sdo_blank.jpg

O Sol a 30 de Janeiro de 2017

Buraco na superfície do Sol por onde se escapa o vento solar

(NASA/SDO)

 

Enquanto pequenos fragmentos rochosos continuam (para já) a passar tranquilamente ao lado do nosso planeta – ainda hoje com um desses calhaus (2017BH 30) de cerca de 8 metros de comprimento a passar a pouco mais de 38.000Km da Terra –

 

O Sol aponta mais uma vez na nossa direção um grande buraco formado na sua superfície (quase metade da face do Sol), emitindo na direção da Terra um fluxo intenso de vento solar viajando a uma velocidade de 750Km/s. Um buraco onde o campo magnético da nossa estrela se abre e permite que o vento solar se escape – neste momento tendo a Terra bem à sua frente.

 

Numa altura em que para muitos cientistas nos encontramos a caminho de uma mudança na polaridade magnética terrestre (com o norte a trocar com o sul), convém recordar que nessa etapa de transição e inversão de polaridades, a proteção que o campo magnético nos proporcionará (à Terra e à Vida) poderá decrescer drasticamente até perto dos 10%.

 

Dave-BellWyoming-Mountain-Photography-IMG_2689_148

Pilares de Luz

Falsas auroras criadas à base de gelo/cristais e luz/poluição luminosa

(Dave Bell – Pinedale/Wyoming)

 

No caso dos pequenos fragmentos rochosos (que poderão ser menores ou maiores – como meteoritos, meteoros, asteroides, cometas) com vários (de pequenas dimensões) a passarem perto da Terra e com muitos deles só sendo detetados pouco antes ou mesmo depois da sua passagem: já amanhã com um outro (2017 BJ30) com 21 metros a passar a 1LD (384.000K) da Terra.

 

Já quanto ao buraco que o Sol agora apresenta e estando a nós dirigido (à Terra), com as previsões a apontarem a sua chegada para a próxima quarta-feira espalhando grandes auroras pelo Ártico.

 

(dados e imagens: spaceweather.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:06

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