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Segunda-feira, 21 DE Agosto DE 2017

O Grande Eclipse Norte-Americano

“Darkness inside the path of totality has an alien quality. Because the shadow is only 70 miles wide, you can see daylight at the edges even while you stand in the dark core. This distant scattered light produces a slight reddish glow and unusual shadow effects. Many birds stop singing, daytime flower blossoms begin to close as if for the night, and bees return to their hives.”

(spaceweather.com)

 

Num Eclipse Solar observado diretamente por milhares de pessoas e indiretamente por muitos outros milhões, muitos foram os felizardos (alguns norte-americanos usufruindo de um Eclipse Total), muitos mais os favorecidos (alguns cidadãos norte-americanos e de outros continentes usufruindo de um Eclipse Parcial) e ainda muitos, mas mesmo muitos mais, os que nada viram (claramente mais de metade dos 7 biliões por impossibilidade ou desinteresse).

 

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Com os norte-americanos a terem o privilégio de presenciarem o raro fenómeno logo na primeira fila e tendo ainda a vantagem de o poderem fazer em diferentes lugares e estados (do seu território) de um ao outro lado da costa (do Pacífico ao Atlântico): na 1ª fila vendo todo o cenário e na 2ª fila só parcialmente (como todo o resto do planeta senão o assistir na TV). Nestes termos ocorrendo no mínimo cada 100 anos (o próximo talvez demore mais) um momento de muitas vidas (tendo em conta a nossa esperança de vida).

 

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No caso de Portugal com o fenómeno a ser visível mas apenas parcialmente e com o seu máximo a ficar-se por menos de 20% no continente e talvez uns 30% lá para uma das ilhas: motivado pela hora tardia da ocorrência (do fenómeno) muito próximo (por cá) do fim do dia. Nos EUA e na estreita faixa do seu território onde se fez sentir o Eclipse Total (mais de 100Km de largura e muitos mais de extensão) proporcionando um espetáculo sensacional (único e por poucos alguma vez visto) pela reação insuspeita dos presentes: com a Lua a fazer desaparecer o Sol mergulhando tudo nas trevas.

 

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E no máximo do Evento com o Mundo todo às escuras aproveitando-se o instante para testar a temperatura: nestas imagens (e com o Oregão em particular destaque), do dia fazendo-se noite, descendo a temperatura, livrando-nos dos raios nefastos e (ingénuos por expectantes) esperando-se pelo regresso – nada mais acontecendo, que não o ressurgimento, do Sol explodindo como o único Rei do Sistema.

               

"What you see in an eclipse is entirely different from what you know."

(Total Eclipse/Annie Dillard/spaceweather.com)

 

(imagens: YOUTUBE/NASA)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:43
Segunda-feira, 21 DE Agosto DE 2017

A Poucos Minutos do Evento

Faltando pouco mais de meia-hora

 

Aguardando impacientemente a chegada do Eclipse Total do Sol EUA 2017, muitos deverão ser aqueles que munidos de óculos especiais ou outro tipo de instrumentos óticos adaptados a estes tipos de observação (em que olhando diretamente para o Sol é obrigatório o uso de filtros solares de proteção), se encontram desde já na estreita faixa onde tal fenómeno é integralmente visível com a pequeníssima Lua (pouco mais de 1/4 do diâmetro da Terra) a fazer desaparecer diante de nós o gigantesco Sol (mais de 100 X o diâmetro da Terra).

 

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Evolução do Eclipse/1

 

Para quem esta segunda-feira dia 21 de Agosto de 2017 ainda espera pelo momento exato para observar nas melhores condições possíveis o Eclipse do Sol, convém desde logo recordar que tal Eclipse Solar só se tornou notícia mundial (mais) relevante, por se vir a tornar naquele que num prazo de quase 100 anos atravessou completamente os EUA (de lado alado) provocando numa estreita faixa do seu território e à medida que decorria o fenómeno (astronómico) um Eclipse Total do Sol – ou seja com a Lua a interpor-se entre a Terra e o Sol e no decorrer do fenómeno com o mesmo a colocar nas Trevas durante um certo período de tempo (cerca de dois minutos) territórios à superfície do nosso planeta.

 

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Evolução do Eclipse/2

 

Significando tudo isto que a observação do fenómeno só será Total numa estreita faixa do território norte-americano (mais uma vez privilegiados) e sendo visível de costa a costa, sendo Parcial em territórios adjacentes (no espaço e no tempo do eclipse) e não sendo visível em muitas outras partes da Terra. Com o eclipse a deslocar-se de oeste para este, com a percentagem de sombra provocada variando entre 0% (branco) e 100% (castanho-escuro) e com o mesmo (nos EUA) a iniciar-se pelas 09:05 (Salem/Oregão) e terminando depois das 14:47 (Charleston/Carolina do Sul) – concluindo-se a observação do Eclipse do Sol de 2017 nos EUA por volta das 16:09.

 

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Evolução do Eclipse/3

 

No caso de Portugal (nunca se esquecendo a diferença horária existente entre os EUA e Portugal o que leva o início do fenómeno de manhã cedo na América do Norte para a tarde no nosso país) – e evitando confusões horárias − com o fenómeno associado ao eclipse a iniciar-se no oceano Pacífico pelas 08:46 locais ou seja 15:46 UTC sendo (logicamente) visível na Europa (neste caso Eclipse Parcial) passando as 15:46 até para lá das 22:04. Mais rigorosamente e para quem vive em Lisboa teoricamente com o Eclipse Parcial do Sol a iniciar-se pelas 19:45, atingindo o seu máximo pelas 20:22 e finalizando pelas 21:03 (durando cerca de 77 minutos) – sendo óbvio de observação impossível a partir do pôr-do-sol (com o mesmo previsto hoje lá para as 20:23). Mas mesmo assim deixando-nos alguma coisa para ver, desde que o céu esteja limpo e sem nuvens de fumo a pairar.

 

(imagens: timeanddate.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:45
Segunda-feira, 21 DE Agosto DE 2017

Apocalipse Now

Este ano o Fim-do-Mundo é a 23 de Setembro

(e o culpado volta a ser o suspeito do costume)

 

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Mais uma vez e como acontece todos os anos por altura desta quadra festiva a decorrer no Hemisfério Norte (a Estação Idiota), alguns especialistas (leigos e/ou eruditos) enunciam desde já a chegada do Fim do Mundo ao nosso planeta Terra (o local onde pelo menos nos últimos milhares de anos temos residido), como se tal facto a ocorrer ainda os (nos) pudesse salvar de mais um ano monótono destas vidas miseráveis (enfiando-nos num buraco a troco de umas quantas moedas).

 

Fim-do-Mundo versão de 2017 a iniciar-se no próximo dia 21 de Agosto (já hoje) e com o sinal do eventual Apocalipse a ser dado por um Eclipse do Sol apenas visível pelos cidadãos norte-americanos, dada a excecionalidade do seu território tanto a nível de talentos como de violentos impactos: com vulcões e sismos, democratas e republicanos e até com Trump e Nibiru. Assim no próximo dia 21 iniciando-se o princípio do fim com o Mundo a terminar lá para 23 de Setembro.

 

No dia 21 de Agosto de 2017 com a Lua a interpor-se entre o Sol e o nosso planeta, mergulhando-nos de imediato nas Trevas e preparando no meio da escuridão (mesmo que iluminada) a chegada de um outro corpo celeste (talvez da família, talvez intruso) em rota de colisão com a Terra: no dia 23 de Setembro de 2017 (antecipando a 1ª previsão apontando Outubro) com Nibiru a surpreender-nos com a sua presença (ainda enrolados com o tempo seguinte ao Elipse Solar) colidindo contra a Terra e esmagando-nos de vez.

 

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Restando-nos menos de 24 horas para nos convencermos de tal facto e cerca de 34 dias para que a Terra se desintegre e a nossa espécie se extinga. E tudo isto porque um dia alguém se pôs a pensar e com tanta teoria resolveu (porque não) também conspirar (David Meade/Planeta X – Chegada em 2017) – para tal servindo-se da Bíblia assim como do Mundo Mágico dos Números:

 

Citando o Antigo Testamento – "The Stars of Heaven and their constellations will not show their light. The rising Sun will be darkened and the Moon will not give its light" (Isaías/Capítulo 3/versos 9/10);

 

E utilizando o mundo ilimitado dos números (reais ou imaginários) destacando o 33 "The eclipse will start in Lincoln Beach, Oregon – the 33rd state – and end on the 33rd degree of Charleston, South Carolina. Such a solar eclipse has not occurred since 1918, which is 99 years – or 33 times three." (David Meade).

 

Esperando todos nós que tal cenário não se confirme e se limite aos EUA e aos seus excecionais líderes (só sendo possível nas suas cabeças ou então na dos seus amigos, adeptos da conspiração e até do paranormal – como será FFF antes conselheiro de Donald Trump e agora despachado). Um despedimento, dispensa ou sinal? Com o nosso país todo a arder antecipando-se à data do Fim.

 

(imagens: telegraph.co.uk e timeanddate.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:12
Segunda-feira, 14 DE Agosto DE 2017

Talvez uma Terra a 380 biliões de Km

Mesmo não se observando na Lua e em Marte vestígios evidentes da existência de água à sua superfície (em quantidade relevante como na Terra com os seus rios e oceanos), nada impede que estes dois corpos celestes não possam conter água (em depósitos subterrâneos), podendo representar para o Espaço o papel aqui reservado (na Terra) aos oásis nos Desertos ‒ um ponto intermédio de apoio (se quisermos sobreviver), à nossa obrigatória partida e Conquista do Universo. Depois destes, talvez mais longe e só mais tarde Trappist-1.

 

Habituados a procurar a grandes distâncias aquilo que poderemos encontrar perto de nós (como a água) e perdidas quase todas as esperanças de descobrir indícios de Vida (por mais primitivos que sejam) no nosso Sistema Planetário, mais uma vez (e tal como “um ferreiro usando um espeto de pau”) viramo-nos para o incessível e pomo-nos a sonhar: com um sistema rodeando uma estrela, com vários planetas orbitando a mesma, com condições favoráveis à existência de água e talvez mesmo com condições necessárias para a existência de vida (orgânica).

 

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Sistema Planetário Trappist-1

(com a estrela rodeada por sete planetas)

 

Nesse sentido se encontrando a estrela Trappist-1 (observada inicialmente no final do século XX), identificada mais tarde como uma anã-vermelha e com sete planetas identificados até ao ano de 2017: conjuntamente formando um sistema planetário (Trappist-1) constituída por uma estrela (de tipo espectral M8V) rodeada por sete planetas (todos eles podendo conter água) e com todos eles orbitando a estrela (de referência) a uma distância menor que a distância Mercúrio/Sol (quase 58 milhões de Km) ‒ com a distância entre dois desses planetas a andar pelos 600.000Km (pouco mais que 1,5 X distância Terra/Lua).

 

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Tamanho comparativo do Sol e de Trappist-1

(a segunda estrela com pouco mais de 10% do diâmetro do Sol)

 

Um Sistema Planetário edificado em torno de uma estrela com cerca de 500 milhões de anos (e com um tempo de vida muito maior que a do Sol) e localizado a cerca de 40 anos-luz do nosso Sistema (o Sistema Solar) ‒ qualquer coisa como 380 biliões de Km: observado na constelação de Aquários e com todos os seus sete planetas sensivelmente do mesmo tamanho que o apresentado pela Terra (e com os cientistas denominando-os terrestres, talvez pelas condições e por algumas semelhanças ‒ como ambientais ‒ com o nosso planeta).

 

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A estrela e os sete planetas integrando o Sistema Trappist-1

(com os planetas f, g e h situados na zona habitável)

 

Projetando à nossa imagem um Outro Mundo (que não o nosso mas parecido) situando-se a 40 anos de distância do Sistema Solar viajando à velocidade da luz ‒ e tomando como referência a velocidade da sonda Juno (v = 40km/s), transformando-se numa eternidade medida em muitos milhares de anos. Rodeando uma estrela-anã extremamente fria e com 7 planetas à sua volta, comportando-se face à sua estrela como a Lua face à Terra e assim numa das suas faces sendo sempre de dia e na outra pelo contrário sendo sempre de noite: senão numa ou na outra (face) podendo existir zonas fronteiriças (com condições intermédias e suportáveis) compatíveis com Vida (especialmente nos planetas mais distantes da estrela Trappist-1).

 

“Researchers say in a new study that the TRAPPIST-1 star is quite old: between 5.4 and 9.8 billion years. This is up to twice as old as our own solar system, which formed some 4.5 billion years ago.” (nasa.gov)

 

(imagens: nasa.gov/wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:01
Quarta-feira, 26 DE Julho DE 2017

Explosão Solar de Classe-X a caminho de Marte

E atingindo o planeta entre quinta e sexta-feira!

 

No passado dia 23 (domingo) uma chama solar da classe-X (as mais intensas na escala crescente B/C/M/X) deu origem a uma intensa emissão de matéria solar ‒ originada pela interação de campos eletromagnéticos extremos movimentando-se na coroa do Sol ‒ provocando fortes explosões e erupções à sua superfície e ejetando o mesmo material (massa) através de CME incorporando raios extremamente nefastos, energéticos, penetrantes e radioativos (como raios-X e ultravioletas). Para nosso benefício com as CME não dirigidas à Terra, mas sendo dirigidas a Marte pondo em estado de alerta todas as sondas aí presentes (em órbita como à superfície).

 

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Uma explosão na coroa do Sol ‒ iniciada por volta das 05:00

Com as chamas solares a deslocarem-se na direção do planeta Marte

(relativamente à Terra colocada do lado oposto da estrela comum)

 

Para se verificar como o Sol pode ser ao mesmo tempo amigo e inimigo de elementos pertencentes à mesma (e sua) família planetária ‒ o Sistema Solar ‒ basta recordar o que aconteceu ontem na sua coroa solar (23 de Julho), com uma espetacular CME a surgir do lado oposto do Sol (relativamente à Terra) não afetando minimamente o nosso planeta (CME em sentido oposto ao nosso), mas dirigindo-se em direção ao planeta Marte neste momento localizado do outro lado do Sol (a região do Sol originária da intensa erupção e ejeção de material e radiações solares para o espaço exterior). Emergindo da já conhecida mancha solar AR 2665 (tendo sido visível ao passar diante de nós no início deste mês) e devido ao seu movimento de rotação e subsequente erupção (radiação ultravioleta extrema) percorrendo em pouco tempo a distância até Marte e atingindo-o brevemente.

 

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A explosão solar de 23 de Julho ‒ 05:00:30

Registada pela câmara do satélite STEREO A

(EUVI 195)

 

Pela sua expressão podendo-se considerar esta CME uma explosão solar da classe X (as mais intensas), a qual se tivesse ocorrido umas duas semanas antes teria certamente atingido a Terra e provocado no mínimo as habituais e intensas tempestades geomagnéticas, mais visíveis a elevadas latitudes mas em casos mais extremos podendo ocorrer a menores latitudes: alargando (em latitude) o campo visual de fenómenos como as auroras, podendo afetar e interromper emissões de certas frequências de rádio, perturbando ou danificando parte das mais diversas grelhas elétricas (de abastecimento) ou até em situações mais extremas e provavelmente já ocorridas no nosso planeta (no passado já que as recentes felizmente nos têm passado ao lado) provocando danos ainda maiores e de consequências mais gravosas: como terá sucedido em 1859 e milagrosamente evitado em 2012.

 

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Se o Evento de 1859 provocou o colapso do seu mais importante meio de comunicação

(o telégrafo ‒ e o incêndio de alguns equipamentos e até choques elétricos)

O Evento de 2012 se dirigido à Terra poderia ter-nos feito regressar à Idade da Pedra

 

No ano de 1859 e numa altura em que o Sol já demonstrava alguns sinais de incremento da sua atividade (na sua coroa solar) ‒ com várias manchas solares visíveis e direcionadas para a Terra ‒ com o nosso planeta a ser diretamente atingido pelos efeitos de uma grande explosão na superfície do Sol e com a nossa estrela a enviar-nos uma invisível mas poderosa nuvem de eletrões impactando violentamente a nossa atmosfera e provocando auroras mesmo a baixas latitudes, interferências e interrupções nas comunicações (como no telégrafo com alguns dos seus componentes como fios e terminais causando choques elétricos, pegando fogo e provocando incêndios) e afetando ainda a jovem rede elétrica ainda no seu início de implementação (e com consequências para a sociedade de então muito mais reduzidas se tal caso ocorresse hoje.

 

“The Carrington event happened in the mid-1800s, and the effects that it had on the technology of the time were notable and significant. The effect of a similar event occurring during the 21st century would be much worse due to our reliance on technology — for starters, we would probably lose all satellites, causing billions of dollars in damage and confusion as our navigation and communication systems shut down. It is impossible to say with certainty what such an event would lead to, and when or if it might happen.” (futurism.com)

 

Numa sociedade assente na eletricidade, nas telecomunicações e nas novas tecnologias): no presente e com uma Tempestade Solar deste nível a suceder (para muitos um cenário cíclico a cada 500 anos) podendo-se transformar mais este (previsível) episódio num Evento de relevo e com efeitos catastróficos para o nosso Ecossistema e a sua estrutura básica de suporte (toda baseada na Eletricidade e no Magnetismo) ‒ com um impacto financeiro de Triliões e talvez necessitando de uns 10 anos para recuperar. Já no ano de 2012 e decorridos mais de 150 anos sobre o Evento de 1859 (Carrington) com um outra explosão solar de semelhantes dimensões e consequências (se não mesmo pior) a ser registada (fez ontem 5 anos) deslocando-se em direção da órbita terrestre, mas felizmente falhando o alvo (a Terra) por uma questão de alguns dias (uma semana): salvando-nos dos raios-X e das radiações ultravioletas.

 

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Diferentes camadas constituintes da atmosfera

Contendo nela todos os ingredientes para o aparecimento da Vida

(e com a mesma envolvendo e protegendo toda a Terra)

 

Em 25.07.2017 e num período em que o Sol não tem apresentado manchas visíveis (pelo menos minimamente relevantes) com a nossa estrela mantendo-se relativamente tranquila pelo menos no que nos diz respeito (Terra), mas invertendo-se os papéis relativamente a Marte: supondo o vento solar a deslocar-se a uma v = 600Km/s e Marte distando 225.000.000Km do Sol (média), dentro de cerca de 4/5 dias com as radiações provenientes da mancha solar AR 2665 a atingirem o Planeta Vermelho (27/28 Julho), bombardeando de uma forma inclemente o nosso vizinho exterior com poderosíssimas emissões de radiações tóxicas e mortais provenientes da deslocação desta extremamente intensa e energética nuvem eletromagnética capaz de destruir tudo (em certos contextos) à sua passagem, varrendo todos os cenários (principalmente os desprotegidos) com raios -X e raios ultravioletas.

 

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Viajando pelo Espaço

Sem proteção em Marte e com proteção na Terra

(na Terra com o seu escudo protetor defletindo o vento solar e cósmico)

 

Um planeta sem atmosfera, sem água e sem vida, encerrado num ecossistema aberto e sem qualquer tipo de proteção de efeitos oriundos do exterior (a tal atmosfera protetora existindo na Terra), mostrando-nos um cenário de um mundo infinitamente bombardeado por raios solares e por raios cósmicos, transformado 4,5 biliões após a sua formação num deserto árido e como que calcinado e sem vestígio de qualquer tipo de organismo senão mesmo os minerais: fazendo-nos suspeitar da existência de água num passado bastante remoto de Marte mas nada nos dizendo sobre a possibilidade da existência de organismos para além dos minerais (os orgânicos). E olhando para o sucedido em Marte comparativamente com o sucedido na Terra (claramente com partes dos seus trajetos comuns), agradecendo pela nossa cobertura (protetora) completamente ausente na outra superfície (marciana).

 

(imagens: nasa.gov/activistpost.com/theexplanation.com/skyandtelescope.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:08
Quarta-feira, 12 DE Julho DE 2017

A Terra Engolida pela GMV

Na nossa Imaginação não existe qualquer tipo de limite para a utilização dos Números ‒ sejam eles quais forem (mesmo sendo reais): desde o infinitamente grande (suponhamos 10↑1000) ao infinitamente pequeno (por exemplo 10↑-1000). Numa estrutura formidável, capaz de operar números extremos e (ainda assim) alcançar a Unidade (10↑1000 X 10↑-10000 = 1).

 

Para nos apercebermos da posição relativa da Terra face ao conjunto imaginário que a mesma integra ‒ o Sistema centrado no Sol (ponto zero) e estendendo-se até aos limites da Nuvem de Oort (100.000UA) ‒ nada melhor do que a comparar com um outro elemento significativo do mesmo conjunto (como por exemplo Júpiter o maior planeta do Sistema Solar) e daí tentar tirar algumas conclusões (utilizando os parâmetros Tempo e Espaço) que nos possam iluminar: desde logo comparando (em extensão) um planeta com cerca de 12.756Km de diâmetro com outro com cerca de 143.000Km (d Júpiter = 11 x D Terra).

 

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A Terra e a Grande Mancha Vermelha de Júpiter

 

Compreendendo-se tratar-se de dois corpos celestes semelhantes (planetas), um localizado a 150 milhões de Km do Sol o outro em torno dos 800 milhões de Km e inseridos em coordenadas extremamente próximas quase que como sobrepostas (apenas em 5 UA desde o Sol) pensando-se por exemplo em Saturno (10UA) para já não falarmos na fronteira (definindo-a como a Nuvem de Oort 10.000 X mais distante que o planeta). E assim, aproveitando a técnica da sobreposição e toda a nossa capacidade imaginativa emanando por pura reflexão desse novo cenário, dando um primeiro passo para uma nova perceção da nossa situação e posição: não nos chocando o contraste entre a Mancha (Grande Mancha Vermelha de Júpiter) e a Terra.

 

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Júpiter

(PIA 21774)

 

Uma montagem publicada no site da responsabilidade da NASA photojournal.jpl.nasa.gov resultado da sobreposição de uma imagem da Terra (da autoria do SwRI) sobre uma outra do planeta Júpiter obtida a 2 de Abril de 2017 por um astrónomo amador (Christopher Go) e na qual o nosso planeta aparece enquadrado no interior da conhecida Grande Mancha Vermelha do planeta Gigante Júpiter, uma área com cerca de 16.350 Km de extensão ou seja com um diâmetro superior ao do nosso planeta (1,3 d Terra). Que nos confirma por um lado o nosso estatuto (do Homem) da mais pura invisibilidade (tão pequenos e consumindo-nos tão rapidamente), por outro lado o impercetível posto e relevância da Terra na hierarquia Solar (se não fossemos nós sendo indiferente) e mesmo no caso do Gigante (Júpiter) e do seu centro extraordinário (o Sol) e face ao Infinito rodeando tudo, a insignificância fabulosa de um ponto face à sua absoluta e necessária presença na edificação e içar do Todo ‒ sem o qual o mesmo desabaria por falta de um alicerce fulcral: a Vida.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:34
Quarta-feira, 28 DE Junho DE 2017

O Círculo do Texas

Para nos mantermos vivos precisamos sempre de um extra

(se não vindo da Terra porque não vindo dos Céus?)

 

Num dos últimos fins-de-semana (sábado/17 de Junho) e observando os raios do Sol atravessando as nuvens aqui e ali dispersas um pouco por todo o Céu, um residente no estado norte-americano do Texas deslocando um pouco mais para um dos lados o seu ângulo de visão, deparou-se com um fenómeno pouco comum (e para a maioria estranho) que filmado e posteriormente editado suscitou as mais diversas origens e/ou interpretações.

 

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Num Céu a intervalos parcialmente encoberto

(e com os raios solares atravessando as diversas camadas de nuvens)

 

Perante os seus olhos e das objetivas da sua câmara sendo bem visível o aparecimento de uma figura bem definida, de forma circular e de tons laranja/avermelhado, podendo a mesma (figura) ser suscetível das mais diversas explicações, umas mais naturais (e aceitáveis) mesmo mais tarde constatando-se erradas, outras artificiais e mais difíceis de engolir (só mesmo por marginais e adeptos da conspiração) mesmo podendo tocar a verdade.

 

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Fenómeno de reflexão/refração num duplo Arco-Íris?

(ou então um elemento-extra como o será Nibiru)

 

Sugerindo-se pelo menos duas possibilidades para assim se contemplar (democraticamente) os dois lados: um fenómeno resultando de casos de reflexão/refração entre as diversas camadas que constituem a atmosfera, em certas condições de tempo e de temperatura (por exemplo com Sol e Chuva) podendo originar entre outros o aparecimento do Arco-Íris; ou então (e mesmo só para aqueles que ainda acreditam no menino Jesus) podendo ser Nibiru.

 

No fundo e como explicação oficial/oficiosa do fenómeno, tratando-se muito simplesmente de “An atmospheric phenomenon that consists of a bright spot to the left and/or right of the Sun. A pair of sun dogs often flank the Sun” (Wikipedia.org). Ou então talvez não.

 

(imagens: UFO MAN/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:46
Segunda-feira, 29 DE Maio DE 2017

Explosão Solar Dirigida

Mesmo com o Sol neste seu último ciclo solar a estar neste momento a caminho de um mínimo de atividade (poucas manchas visíveis), de vez enquanto o Sol parece despertar (com explosões e ejeções à sua superfície) atirando-nos na nossa direção com mais umas CME. Mas apesar de tudo e até hoje sem grandes consequências para a Terra.

 

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Viajando entre o Sol e a Terra num trajeto de 150.000.000Km uma CME produzida na passada terça-feira (23) na coroa solar atingiu este sábado (27) o nosso planeta e o seu campo magnético originando uma tempestade geomagnética da classe G3 (forte). Com o vento solar oriundo da nossa estrela a demorar cerca de 4 dias a cá chegar (deslocando-se a uma velocidade relativamente baixa ‒ talvez nos 300/400Km/s) mas mesmo assim e dado estar direcionada para a Terra provocando uma forte tempestade (geomagnética) e o imediato aparecimento entre outras consequências de fenómenos atmosféricos como as auroras (mesmo a latitudes em redor dos 50⁰).

 

“I haven't seen the aurora since last September ‒ that streak ends tonight. This was the view from York Beach at 10:25 PM.”

(Rob Wright Images/twitter.com)

 

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USA ‒ Maine ‒York Beach

(latitude: 43.17⁰)

 

No que diz respeito ao Algarve e dada a sua latitude (cerca de 37⁰) não se tendo naturalmente notícias sobre o aparecimento de auroras, o que não impede quanto ao estado do tempo todos os cuidados a ter no que diz respeito aos raios ultravioleta: nesta região nos últimos tempos registando valores elevados na ordem dos UV8/9 (muito elevado) e ainda hoje com os dados a apontarem para UV9.

 

Neste intervalo de tempo desde a chegada da CME (27 e 28 Maio) com cinco sismos (todos sem relevância) registados nas proximidades da região do Algarve: a S Cabo S. Vicente com M2.3 e a SW Sines com M2.1 (ontem) e ainda a SW Cabo S. Vicente com M1.8, no Golfo de Cádis com M1.2 e a S Lagos com M1.0 (hoje). Já a nível Global com os cinco sismos mais significativos (M> 5) a ocorrerem ao largo da costa do Chile (M5.1) e no ocidente da Turquia (M5.0) ontem e nas Ilhas Aleutas (M5.5), no sul do Alasca (M5.1) e de novo no ocidente da Turquia (5.0) hoje (até às 11:04:59 UTC).

 

(imagens: The Watchers)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:56
Quinta-feira, 04 DE Maio DE 2017

O Ponto Central

“The magnetic field lines between a pair of active regions formed a beautiful set of swaying arches rising up above them. The connection between opposing poles of polarity is visible in exquisite detail in this wavelength of extreme ultraviolet light. What we are really seeing are charged particles spinning along the magnetic field lines. Other field lines are traced as they reach out in other directions as well.” (nasa.gov)

 

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O Sol entre 24/26 Abril 2017

AIA/SDO

(PIA 21604)

 

Todos nós sabemos que para bem dos nossos órgãos da visão nunca devemos olhar diretamente para o Sol:

 

Se o fizermos e dada a elevada capacidade energética e luminosa dos raios solares atravessando o Espaço e atingindo a Terra, arriscamo-nos a sobrecarregar os circuitos de ligação, a danificar o sistema de apoio ótico e a queimar e a inutilizar definitivamente toda a função a ele associado ‒ ficando cegos.

 

Com o nosso corpo a interiorizar que apesar de existirmos num Espaço sem fim à vista, sem origem conhecida ou objetivo visível (que compreendamos) e convidando-nos constantemente à descoberta (como o faz qualquer Mistério que nos é proposto, podendo no seu desenvolvimento esclarecer um pouco mais o Desconhecido),

 

O meio ainda nos impõe limites (não só físicos como psíquicos) pelo menos enquanto não tivermos capacidade científica e tecnológica de o contornar, manipulando as suas propriedades ou então ultrapassando-o aceitando exceções: tendo possibilidade de acesso sem perda de Tempo e noção de Espaço. Fazendo coincidir Planos já existentes no Espaço ‒ bastando-o dobrar num dos eixos, procurar o seu simétrico, fazendo-os coincidir (num Mundo onde a Força Invisível assenta num duo conjunto o Eletromagnetismo, comandando então as partículas/a Matéria e dando-lhes movimento, estrutura e Vida).

 

Não nos impedindo para já mesmo não olhando para o Sol,

 

De tentar perceber melhor o seu papel em todo este Mecanismo (no qual o Homem se encontra inserido),

 

Tentando de algum modo observá-lo com maior atenção (não fosse ele o centro do nosso Sistema),

 

Perceber o significado de muitas das suas manifestações exteriores (não fossem elas condicionantes da manutenção do nosso ecossistema),

 

Vislumbrar para além das chamas e das explosões a sua epiderme em constante erupção (combustão e emissão)

 

E num último passo para além dos limites que nos são impostos pela realidade (cruel mas inevitável por fazer parte do nosso percurso e aprendizagem),

 

Imaginar um Outro Mundo para além dele (não em profundidade ou em extensão mas para além da sua epiderme ou do seu próprio ponto de referência) recorrendo à Imaginação (criadora por ir além dos limites, mas tantas vezes vedada por contrariar a realidade anteriormente adotada):

 

Como se para além das chamas e impedindo o nosso olhar (com a sua violenta intensidade e brilho, repelindo-nos quase como se nos rejeitasse), ao pressionar sem mesmo nela tocar uma porta se abrisse e se estivesse num Outro Lugar: talvez paralelo mas sobretudo distante. Caso contrário aqui morreremos ‒ perdidos numa ilha isolada sem nada nem ninguém o saber.

 

(imagem: nasa.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:38
Quinta-feira, 13 DE Abril DE 2017

O Centro do Nosso Mundo

“The sun lies at the heart of the solar system, where it is by far the largest object. It holds 99.8 percent of the solar system's mass and is roughly 109 times the diameter of the Earth — about one million Earths could fit inside the sun. The visible part of the sun is about 5,500 degrees Celsius, while temperatures in the core reach more than 15 million C, driven by nuclear reactions. One would need to explode 100 billion tons of dynamite every second to match the energy produced by the sun, according to NASA. The sun is one of more than 100 billion stars in the Milky Way. It orbits some 25,000 light-years from the galactic core, completing a revolution once every 250 million years or so. The sun is relatively young (4.6 billion years), part of a generation of stars known as Population I, which are relatively rich in elements heavier than helium.” (Charles Q. Choi/space.com)

 

PIA21584_modest.jpg

O Sol no momento da chama de classe M5.8

(a 3 de Abril de 2017)

 

Numa demonstração do poder do Sol assim como da sua natural imprevisibilidade (a nossa estrela atravessa um período do seu ciclo solar de fraca atividade), pode-se constatar a indesmentível presença e conjugação desse duo dinâmico (ponto central do mecanismo que faz funcionar e mantem o equilíbrio deste sistema planetário), na imagem de 3 de Abril de 2017 registada pelas câmaras do observatório SDO: apresentando-nos uma região extremamente ativa sobre a superfície do Sol, produzindo várias CME num intervalo de tempo de poucas horas (cerca de 10) e sendo responsável pelo aparecimento de algumas chamas solares de classe M5 (médias) ‒ uma delas a de 3 de Abril, a mais forte registada desde o início do mês.

 

m5-8-D-RAP-april-3-2017.png

A Terra e as regiões mais afetadas pelo fluxo de raios-X

(a 3 de Abril de 2017)

 

Com estas explosões ocorridas na coroa solar a lançarem para o Espaço grandes quantidades de plasma, muitas vezes associados ao aparecimento de CME (dirigidas ou não para a Terra). Neste registo com emissões extremas de raios ultravioletas. Refletindo assim o ocorrido na segunda-feira da semana passada, em que uma chama solar de M5.8 irrompeu da mancha solar AR 2644, tornando-se a mais forte de 7 observadas em apenas 3 dias (e também a mais forte desde 23 de Julho do ano passado ‒ M7.6). Neste caso sem grandes consequências, dado a mancha estar de ida e não propriamente direcionada para a Terra (já de lado e menos negativa ‒ para a Terra). No entanto com uma nova mancha a caminho mas até ao momento não causando grandes preocupações (AR 2650 pouco ativa).

 

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O Sol e o filamento magnético produtor de CME

(a 9 de Abril de 2017)

 

Mas por outro lado e apesar das poucas manchas visíveis (dependendo esse número do instrumento ótico utilizado), com um novo buraco na coroa solar a estar brevemente de regresso depois de concluída a sua rotação (bastante ativo no mês passado e fazendo prever tempestades magnéticas da classe G1 e G2 daqui a pouco mais de uma semana) e agora (9 de Abril) com um filamento escuro impulsionado pelas poderosas forças criadas pelo campo magnético solar a atravessar a superfície do mesmo (como se fosse um vaga oceânica), a erguer-se e como dizem os cientistas da NASA “a arremessar uma parte de si próprio em direção ao Espaço exterior”: com essa região da coroa solar entrando em erupção, ejetando material para o exterior e originando mais uma CME ‒ e com uma parte da mesma a poder atingir a Terra e antecipando-se ao regresso de mais uma mancha solar poder já atingir a Terra com mais uma tempestade magnética de classe G1 (lá para o próximo sábado).

 

(imagens: nasa.gov e noaa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:12

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