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Domingo, 20 DE Agosto DE 2017

E o Sol Desapareceu

“Tudo se conjuga para que na próxima segunda-feira parte dos Estados Unidos entre inevitavelmente na Era das Trevas: no passado e para evitar o castigo do Apocalipse sacrificando-se de imediato o culpado/a Besta (nestes tempos obviamente Donald Trump). Logo e já que estamos na Estação Idiota sendo tudo possível e aceitável (devido ao calor excessivo que nos funde os neurónios já meio derretidos por 11 meses de trabalhosas auto lobotomias) os Democratas e a imprensa que aproveitem a escuridão e em comunhão (com os Republicanos e como um bom cristão) satisfaçam o seu insustentável desejo (já que o tipo é levezinho por não ter qualquer poder) e assassinem o gajo (desde que apareceu pondo o futuro de todos esses gajos inúteis por improdutivos em causa). É só ver o percurso e levar a cabo o atentado (como o fizeram antes com J. F Kennedy).”

 

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Um eclipse solar total saindo o prémio aos EUA

 

Integrando o por nós imaginado Sistema Planetário centrado virtualmente na sua estrela de referência que é o Sol (nota: um planeta de órbita mais aberta e com um longo período orbital mesmo passando no interior do nosso sistema poderia ter outra estrela de referência – com os nossos planetas agrupados com o outro podendo constituir um sistema duplo integrando duas estrelas), a Terra conjuntamente com a Lua e com ambas movimentando-se num trajeto interativo e de raiz comum (e tendo o Sol como protagonista) encaminha-se rapidamente para a concretização de um Evento astronómico de cariz local, que apesar de curiosamente relevante para os seus residentes (talvez pelo estranho deslumbre que nos provoca desde que nos conhecemos, talvez desde que existimos) nada representa para tudo o mais que nos rodeia: no fundo nunca se querendo aceitar que não somos o centro do Mundo (renegando o geocentrismo por mineral e objetivo e substituindo-o pelo homo centrismo por orgânico e subjetivo). No próximo dia 21 de Agosto segunda-feira com a pequena Lua a interpor-se entre o gigante Sol e o nosso planeta Terra e dada a pequenez do satélite (natural) face ao monstro a ocultar, só sendo visível o fenómeno numa estreita faixa da Terra sobre alguns norte-americanos. Um acontecimento raro de se observar pelo menos para um ser humano (tendo em conta a nossa esperança média de vida digamos de 80 anos e a periodicidade de tal fenómeno em tais circunstâncias digamos 40 anos) neste caso com o eclipse a fazer-se sentir de um lado ao outro dos EUA (de uma costa à outra) numa faixa de mais de 110Km de largura (um caso ainda mais raro e com o último a ter-se verificado há uns 100 anos).

 

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Erupção na mancha solar AR 2671

 

A 1 dia e pouco mais de 18 horas do próximo eclipse solar com os astrónomos amadores certamente entusiasmados a prepararem desde já os seus instrumentos óticos convenientemente protegidos contra os efeitos dos raios solares (ao visionar-se o Sol) e prontos para a chegada do momento em que dada a interposição possam usufruir ainda com mais detalhe e precisão de tudo o que se passa na coroa solar (sendo visível e no seu máximo iluminando e contornando os limites da Lua – quando o eclipse é total e durante um curto período de tempo digamos pouco mais de 2 minutos). Podendo-se tornar a observação deste fenómeno ainda muito mais interessante (do que o inicialmente previsto) dado que o Sol ainda há poucos dias passando um período (normal) de pouca atividade (afinal encontrasse a atravessar uma fase de fraca atividade do seu ciclo) parece agora ressuscitar em manchas solares e atividade eruptiva na sua coroa solar desde que se aproxima o dia D marcado para o desaparecimento do Sol e para a chegada (inopinada, quem diria) das trevas (já aí à porta): com o aproximar do eclipse com a atividade solar curiosamente a aumentar (logo quando nos aproximamos de um mínimo) com chamas a serem lançadas a partir do Sol talvez mesmo na direção da Lua (talvez da Terra) e como se o mesmo (o Sol) quisesse colaborar e festejar – numa festa feita a 3 e observada pelo Homem. Adivinhando-se o que seria uma observação conjugando o eclipse com o aparecimento de uma chama solar. Mas não se perdendo a esperança face à atividade (movimento) das manchas (solares) especialmente nas outras manchas rodeando a (mancha) AR 2671 com cerca de 225.000Km de extensão (quase 18 X o diâmetro da Terra) e podendo explodir em raios Beta e Gama garantindo o espetáculo com uma explosão da classe M (intensidade moderada).

 

(alguns dados e imagens: spaceweather.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:31
Quarta-feira, 09 DE Agosto DE 2017

Sem Notícias de Marte

Vivendo-se no meu Hemisfério a Estação Boba

 

"The vehicles will stay active, carrying out commands sent in advance. Orbiters will be making their science observations and transmitting data. The rovers won't be driving, but observations and measurements will continue."

(Hoppy Price/JPL/Engenheiro-Chefe do Programa Marte)

 

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Marte ‒ Curiosity Rover ‒ Sol 1780

(9 de Agosto de 2017)

 

Num período em que o Sol se interpôs entre a Terra e o planeta Marte, vimo-nos mais uma vez privados das imagens e restantes informações habitualmente transmitidas do último planeta interior do Sistema Solar (localizado a mais de 200 milhões de Km do Sol): como é o caso do sucedido com os dois veículos motorizados (norte-americanos) atualmente circulando na superfície do planeta Marte (Opportunity Rover e Curiosity Rover) desde o dia 22 de Julho e dado o planeta se encontrar em conjunção com o Sol (a cada 26 meses) como medida de segurança e de prevenção se encontrarem com atividade reduzida não só para evitar o aparecimento de possíveis problemas técnicos como a inevitável degradação na comunicação de dados entre os dois planetas vizinhos ‒ ou não estivesse o Sol interposto (na maioria não completamente) entre a Terra e Marte.

 

Com este período a estar programado para durar de 22 de Julho a 1 de Agosto mas podendo-se estender (para trás e para a frente no tempo) por mais alguns dias: reduzindo-se as transmissões (mas não as interrompendo) e os trabalhos propostos aos Rovers (ficando-se mais pelos trabalhos de manutenção). Segundo os responsáveis do programa destas duas sondas (sejam orbitais ou de superfície) sendo a 8ª experiência de conjunção solar por parte da sonda orbital Mars Odyssey, a 7ª experiência para o Rover Opportunity, a 6ª experiência para a sonda orbital MRO, a 3ª experiência para o Rover Curiosity e a segunda para a sonda orbital Maven (dados da NASA). Sendo o caso do veículo motorizado Opportunity um dos mais relevantes, não só pela sua grande longevidade no trabalho contínuo desenvolvido na inóspita e desprotegida superfície marciana (perto dos 4800 dias de permanência no planeta e tendo operado mais de 50 X do que o esperado), como pela importante investigação científica aí levada a cabo (tentando reconstruir a história geológica do planeta)‒ apesar da distância e de todos os problemas técnicos nestes anos surgidos (percorridos perto de 45Km agora com as duas rodas da frente quase inoperacionais mas não a impedindo de circular).

 

Hoje dia 9 de Agosto com as imagens oriundas do planeta Marte e posteriormente divulgadas na Terra ao público (em geral), a serem ainda escassas, com pouca definição e desinteressantes por sem novidades: . Sejam oriundas da Opportunity ou da Curiosity. Dentro de dias e à falta de melhor (como a nossa presença em mundos distantes de preferência presencial) voltando as imagens do nosso vizinho, talvez sendo a do nosso futuro (aí projetado) já que por banalização do tempo (e do Espaço onde ambos os planetas estão próximos e integrados) nem sequer usufruímos (aqui) do presente.

 

Recordando que na última semana de Julho e como consequência de uma explosão na superfície do Sol (região onde se localizava a mancha solar AR 2665) a estrela emitiu uma violenta chama solar (para o Espaço exterior) tendo como direção (alvo) o planeta Marte e colocando de sobreaviso os seus satélites (artificiais) e Rovers. E com Marte em conjunção com o Sol, com a Terra (a salvo) do lado oposto à (perigosa) referida emissão.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:45
Quarta-feira, 20 DE Maio DE 2015

Imaginando Um Outro Planeta

“O Planeta X é um suposto corpo celeste do sistema solar cuja órbita estaria além da de Neptuno.”
(wikipedia.org)

 

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Para os aficionados da teoria da existência de um Décimo Planeta no nosso Sistema Solar (além dos oito oficiais e do despromovido Plutão), o tempo de duração da sua provável trajectória até voltar a entrar no interior do nosso Sistema e passar na proximidade (relativa) do nosso planeta, é por acaso coincidente com as datas históricas da humanidade relacionadas com o início das observações astronómicas. Se o período entre um novo aparecimento desse Décimo Planeta for mesmo de 3.600 anos (como o afirmam os que acreditam na sua existência), por outro lado os primeiros registos astronómicos efectuados apontam para os anos (com uma variação de algumas centenas) situados à volta de 1.600 AC: ou seja aproximadamente há cerca de 3.600 anos (como o confirma o registo das observações de Vénus descoberto nas pedras de Ammisaduqa por volta de 1.600 AC). E na história anterior que vem da Suméria (6.500 AC/1940 AC) com os seus astrónomos a saberem já que o Sol era o centro do nosso sistema, com todos os seus planetas girando em torno dele (e no entanto com Galileu a ser condenado à fogueira pelas mesmas convicções 3200 anos depois), num total de doze planetas e outros corpos celestes. E se acertaram nos outros onze corpos celestes (incluindo o Sol, a Lua e Plutão) porque não acreditar no Décimo Planeta? Actualmente a NASA está prestes a confrontar-se com o despromovido planeta anão Plutão, continuando ainda espantada com mais este misterioso (e há tanto tempo conhecido) planeta.

 

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Se tal facto fosse real e de possível concretização, os erros já ocorridos na datação da sua próxima passagem não seriam só por si um entrave para a credibilização dessa mesma teoria: com uma data referenciada para 2003 e posteriormente adiada para 2012, mas com ambas efectivamente nunca concretizadas. Como a janela para a concretização deste possível Evento ainda é bastante grande (num período de 3.600 anos, 9 anos representam apenas 0,25% do seu trajecto), é natural que a mesma ainda continue aberta e à espera do seu visitante (habitual). Nos próximos tempos confirmar-se-á se algumas das recentes convulsões que têm atravessado todo o planeta Terra (principalmente geológicas e climáticas) terão alguma relação com a chegada (talvez eminente) deste nosso companheiro Solar. Convém não esquecer que a existência de grupos próximos (do mesmo ou de diferentes sistemas, mas com características particulares) pode levar a que alguns dos seus corpos (por exemplo uma estrela anã) penetrem temporariamente no grupo vizinho, podendo provocar na sua passagem alguns desequilíbrios no grupo invadido. Mas para já tudo não passa aparentemente de muita imaginação, não sendo para já nada visível no Céu (apesar dum coro persistente mas estacionário de alguns elementos leigos afirmando o contrário), nem havendo uma única confirmação por parte dos cientistas (com desmentidos episódicos e aparentemente irónicos e desinteressados por parte dos especialistas da NASA).

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:50
Domingo, 26 DE Outubro DE 2014

AR 2912

Mais uma erupção no interior da região da coroa solar assinalada pela mancha AR2192 (a quinta erupção significativa registada nos últimos dias): classificada na classe X2,0 e produzindo perturbações nas transmissões rádio de alta-frequência (tempestade de nível R3/forte). Com este evento a ocorrer ontem (sábado) e com o Sol a apresentar ainda seis manchas visíveis (2192 a 2197).

 

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Comunicações rádio – Zonas mais afectadas

 

Esta erupção solar não foi no entanto acompanhada por CME de assinalar (e que tivessem sido detectadas), apesar das perturbações que provocou nas telecomunicações terrestres. Enquanto isso o Sol vai continuando a rodar tranquilamente e a mancha solar AR2192 vai-se movimentando diante de nós, entrando brevemente do outro lado do Sol. O que não significa que não ocorram (ainda) outras erupções/CME.

 

(imagem – NOAA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:11
Domingo, 14 DE Setembro DE 2014

Radiações

“CME impact from X1.6 solar flare generated strong G3 geomagnetic storm and bright auroras”

(The Watchers)

 

Mapa de absorção das radiações

 

Strong (G3) geomagnetic storm can trigger false alarms on some protection devices, sometimes voltage corrections may be required, surface charging may occur on satellite components at spacecraft operations, drag may increase on low-Earth-orbit satellites, and corrections may be needed for orientation problems. Intermittent satellite navigation and low-frequency radio navigation problems may occur, HF radio may be intermittent. Loss-of-lock and increased range error may occur at GPS systems. Radio blackouts reaching the R1 level are expected. (The Watchers)

 

Actividade geomagnética

 

“Quem se lixa são os pólos mas lá não vive ninguém – é só gelo e pinguins”

 

Como já se esperava o campo magnético terrestre acusou a chegada das intensas radiações provocadas pela erupção solar do último dia 10 de Setembro – da classe X1,6 – originando de imediato uma forte tempestade geomagnética e como consequências visíveis brilhantes auroras. Uma erupção solar de classe X (a mais elevada da escala) como a ocorrida no último dia dez (de valor 1,6 numa escala inicial de 9) poderá não ter grandes consequências visíveis para a vida na Terra mas convém estar sempre atento. A maior erupção registada até hoje estaria anexada à classe SX, podendo ter atingido um valor na ordem dos 30: felizmente não seria dirigida à Terra. E se fosse?

 

(imagens – The Watchers)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:28
Segunda-feira, 25 DE Agosto DE 2014

O Sol da Califórnia

Entre o aparecimento de tempestades solares e a ocorrência de tremores de terra, parece haver uma concordância crescente entre a comunidade científica mundial de que a ligação será mesmo real. Como o parece confirmar o tremor de terra que abalou hoje a Califórnia, no seguimento do recrudescimento da actividade solar com a emissão de novas CME. Talvez um novo alerta para a costa ocidental dos USA, no mesmo dia em que o Sol emite mais outras CME.

 

Strong, shallow and extremely dangerous earthquake M6.0 hit San Francisco Bay Area, California

 

California

 

A strong and shallow earthquake registered as M6.0 on the Richter scale hit San Francisco Bay Area, California - USA, on August 24, 2014, at 10:20 UTC (03:20 local time). USGS is reporting shallow depth of 10.8 km (6.7 miles)

 

Epicenter was located 6 km (4 miles) NW of American Canyon, 9 km (6 miles) SSW of Napa, 13 km (8 miles) NNW of Vallejo, 14 km (9 miles) SE of Sonoma, and 82 km (51 miles) WSW of Sacramento, California.

 

There are 7 688 843 people living within 100 km radius.

 

This was the largest quake to hit the Bay Area since the 6.9 magnitude quake hit Loma Prieta nearly 25 years ago.

 

Powerful solar flare reaching M5.9 erupted from eastern limb

 

          

Sol

 

A powerful solar flare measuring M5.9 at its peak time erupted from eastern limb of the Sun on August 24, 2014, at 12:17 UTC. The event started at 12:00, peaked at 12:17 and ended at 12:25 UTC.

 

The source was new AR 2151 located on the south eastern limb. Coronal Mass Ejection (CME) produced by this eruption should not be Earth directed.

 

(texto/inglês e imagens – The Watchers)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:02
Sábado, 26 DE Abril DE 2014

Anel de Fogo

 

Eclipse Solar de Maio de 2013

 

O Eclipse Solar a ocorrer no dia 29 de Abril deste ano – tal como poderá ser visível em certas zonas da Antárctida.

 

(imagem – space.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:14
Quinta-feira, 27 DE Fevereiro DE 2014

Mancha Solar AR1990

Explosão registada na região da superfície solar designada por AR1990. Foi uma das mais violentas erupções na coroa solar registadas neste ciclo da nossa estrela (X4,9), produzindo uma brilhante emissão de CME (em princípio não dirigida para a Terra).

 

Explosão Solar – diferentes visões dos momentos iniciais

 

Manchas solares como a AR1990 são por vezes a continuação de outras detectadas anteriormente, mas que com o movimento de rotação do Sol voltam a reaparecer por vezes ainda activas: no caso desta mancha trata-se da terceira vez e pelos vistos foi de vez – do ponto de vista da potência agora registada.

 

(imagem – SDO)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:31
Sábado, 22 DE Outubro DE 2011

Escuro/Claro - Claro/Escuro

Movemo-nos entre a escuridão e a claridade do mundo que nos rodeia e mesmo assim, aceitamos que alguém defina as cores da nossa vida, apenas porque alguém lhes forneceu papel, tintas e um pincel!

 

FBI

 

O FBI tal como muitas outras forças actuando por todo o mundo, tem uma política prioritária de perseguição de marginais na sociedade que controla, executando o seu papel de prevenção e segurança, dentro dos limites que o poder lhe confere. É claro que quem define as fronteiras de actuação, tem que ter o poder de definir, nomear e controlar, a eficiência destes serviços: enquanto os patrões da economia controlarem as fontes e as ideias, nada se poderá fazer para inovar o sistema. Nesse sentido as próprias forças de segurança deveriam optar por um novo sistema de actuação, invertendo a sua pirâmide hierárquica – servindo as pessoas e não servindo-se delas – e procurando desígnios alternativos a atingir. Hoje em dia, com a despromoção da misteriosa história preservativa – baseada na ética e na moral – e com o caos económico que alastra por todo o mundo, devido ao privilégio das financeiras face à industria, agricultura, pescas, cultura e todo o restante tecido económico-social, já o próprio poder tem que se acautelar com estas forças que controla: é que uns começam a ser as imagens de outros e aí instala-se o caos e a violência.

 

Sol

 

O Sol é o guardião da Terra e a sua referência. O planeta viaja pelo Universo, acompanhando e circundando a sua estrela, de modo a não perder as suas coordenadas celestiais e o ponto fulcral do seu movimento – que nos proporciona, sem origem nem fim, o ciclo da vida e da morte. Eu vejo o Sol todos os dias e a sua companhia já se tornou tão habitual para mim, que por vezes não penso nele, nunca deixando de sentir a sua presença. Mesmo de noite, olhando o céu, lá está a Lua e os outros planetas, assinalando a sua luz bem intensa e o braço envolvente desta fonte, do nosso Universo.

 

A actividade solar tem sido intensa nestes últimos tempos e com a passagem de asteróides relativamente perto da Terra, as teorias conspirativas do aproximar do fim do mundo, têm crescido exponencialmente nesse grande canal muitas vezes de esgoto, que é a internet. Eu não quero ir por aí, até porque há sempre a possibilidade dos americanos mandarem um míssil, contra qualquer calhau que seja e assim afastá-lo de uma possível colisão com a Terra. A minha preocupação é aqui, onde o meu país me tirou o dinheiro para viver e ordenou-me que fosse tentar sobreviver, tudo em nome da minha miserável sobrevivência.

 

Mas qual será na realidade, a verdadeira preocupação deles? Eles que se lembrem, que não são nenhuma estrela!

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:30

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