mais sobre mim

subscrever feeds

Segunda-feira, 23 DE Outubro DE 2017

A Segunda lua da Terra

Segundo a NASA com o objeto (asteroide) orbitando a Terra há cerca de um século e muito provavelmente mantendo-se nas redondezas por mais uns quantos séculos ‒ daí e ao contrário de outros podendo ser considerado a Lua 2.

 

earth1gif 2.gif

A terra e a sua lua temporária 2016 HO3

(ilustração)

 

Avistado pela 1ª vez em 27 de Abril de 2016 pelo telescópio PAN-STARRS 1 instalado no HAWAII (um dos 50 estados norte-americanos e numa iniciativa da NASA), o asteroide 2016 HO3 de dimensões entre 40/199 metros e tendo um período orbital de 365,9 dias (tempo gasto no seu movimento de translação em volta do Sol e acompanhando nesse trajeto o nosso planeta) ‒ tempo ligeiramente superior ao da Terra de 365,2 dias ‒ é hoje já considerado como o segundo objeto natural orbitando a Terra (no seu próprio movimento de translação em volta do Sol), fazendo-o a uma distância entre 14/40 milhões de quilómetros (mínima/máxima) e podendo ser designado como uma 2ª Lua (mais distante e mais pequena): tal como a Lua movimentando-se em torno do Sol e nessa sua deslocação (em torno da mesma estrela de referência) circulando simultaneamente em torno da Terra (no caso desta 2º lua girando em torno do seu eixo 2 vezes/hora e refletindo a luz do Sol tal como se fosse um asteroide).

 

Com outro potencial satélite (natural) orbitando o planeta Terra a ser o também asteroide 2003 YN 107, durante uma década orbitando o planeta mas acabando por abandonar as proximidades e desaparecer.

 

NewMoonHeader_1024.jpg

Órbita do asteroide 2016 HO3

(a 2ª Lua da Terra)

 

Uma Segunda Lua muito mais distante (no seu ponto de maior aproximação estando cerca de 30 X mais distante que a Lua) e muito mais pequena (d Lua ≈ 35.000 d Asteroide) do que até agora única e original (daí a dificuldade na sua observação) ‒ a nossa LUA ‒ entre muitos dos outros candidatos (uma meia-dúzia) a potenciais satélites (naturais e da Terra) e com alguns deles já tendo mesmo partido (deixando a região envolvendo a Terra e deslocando-se para outras paragens), sendo a única resistente (por ser mais facilmente observada e reconfirmada) a manter-se como tal: e depois da Lua gigante sendo esta a Lua anã. Podendo tratar-se apenas de mais um pequeno fragmento capturado (temporariamente) pela Terra e tal como muitos outros mais tarde ou mais cedo a serem novamente perturbados (por ação de outras forças exteriores na altura sobrepondo-se às até aí existentes), deixando a nossa zona e partindo para de onde vieram, para outro lado qualquer ou apenas aniquilando-se (contra o Sol ou outro objeto qualquer ou até mesmo desintegrando-se): mas para a nossa felicidade (existe outra Lua para além da Lua, Outro Mundo para Além do Mundo) e aumento no catálogo (quantos mais territórios disponíveis melhor, mesmo que não sirvam para nada), agora com mais um (elemento) e aumentando a Família (não estando assim tão sozinhos e abandonados no Cosmos, rodeados como estamos por tantos artefactos tão próximos e semelhantes para o nosso conforto), nem que apenas de forma (decorativa) e limitando-se a (meros) objetos.

 

(imagens: inverse.com/physics-astronomy.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:37
Sexta-feira, 13 DE Outubro DE 2017

Lamentações

ASTEROID NEAR MISS

 

“As expected, house-sized asteroid 2012 TC4 sailed past Earth last night, unnervingly close yet doing no harm as it passed just outside our planet's zone of geosynchronous communications satellites. If such an asteroid did strike, it would explode in the atmosphere causing shock waves capable of shattering windows and knocking people to the ground. Maybe next time. NASA will use data gathered during the flyby to refine the asteroid's orbit and predict future encounters.” (spaceweather.com)

 

AST.jpg

2012 TC4

Aqui numa proporção exagerada de mais de 2X

(A Estátua da Liberdade/não contando c/base terá uma altura de 46m)

 

Felizmente e apenas mais uma lamentação (tantos os casos semelhantes ao deste pequeno asteroide) pois dando-se o impacto sem um mínimo aviso prévio as consequências de tal entrada (na atmosfera terrestre, explodindo, desintegrando-se e podendo atingir o solo), poderiam ser graves, tanto a nível de estruturas como de vidas humanas (com o episódio mais recente e também mais divulgado a ser o ocorrido em 15 de Fevereiro de 2013 na cidade russa de Cheliabinsk, altura em que um meteoro de diâmetro 17m ao entrar na atmosfera terrestre acabou por explodir provocando uma forte onda de choque ‒ causando estragos em edifícios e originando cerca de 1200 feridos).

 

Um asteroide ‒ 2012 TC4 ‒ ao contrário de alguns outros já descoberto há 5 anos atrás (já este ano com outros pequenos objetos dirigindo-se para a Terra a só serem descobertos horas antes, na altura ou mesmo após a passagem), possuindo um período orbital de 5,02 anos e no entanto com a sua órbita apenas definida horas antes da sua passagem (mas não indo colidir com a Terra considerado de código 1): no dia 12 de Outubro de 2017 (hoje) e com uma dimensão calculada em cerca de 16m passando a 0,1LD (38.440Km) da Terra a uma V = 7,6Km/s. Neste caso passando ainda um pouco afastado da Terra, mas no caso de 2013 (o tal de Cheliabinsk) entrando na atmosfera e explodindo provocando uma grande onda de choque. E se fosse um pouco maior, com outra densidade, velocidade e ângulo de entrada ‒ e já agora sem aviso ‒ o que aconteceria?

 

(imagem: The Cosmos News/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:13
Quinta-feira, 12 DE Outubro DE 2017

Na Época das Descobertas

(E de novo obrigatórias)

É que o Homem fica em casa

(certamente para morrer e deixar de existir)

 

“O problema da Humanidade não reside na sua falta de interesse, de ambição e de sentido de sobrevivência (dos mais de 7,5 biliões de seres vivos e racionais), mas na Ameaça crescente e cada vez mais Presente (vendo-se os Média chegando a ser Asfixiante) daqueles que nos manipulam, pensando salvaguardar-se (e eternizar-se) e com isso controlar-se ‒ e controlando a manada seguindo obedientemente o seu Chefe (mantendo virtualmente o equilíbrio entre a base e o topo). Só que os pais que cerceiam os filhos (na sua visão e desejos), mais cedo ou mais tarde sofrerão as consequências: com o fim a ser certo para ambos.”

 

PIA21968.jpg

PIA 21968 ‒ Alvo Júpiter

O planeta JÚPITER e as suas luas IO/mais perto e EUROPA/mais afastada

(observadas pela sonda automática Juno)

[Com o aspeto negativo ‒ a continuar a ser ‒ a má resolução do registo

(para mim incompreensível)]

 

Agora que o nosso alcance visual utilizando sistemas adicionais (presenciais ou não) associados ao nosso órgão de visão foi encurtado (recentemente) de uns 650 milhões de Km (antes de 15 de Setembro com uma presença local/sonda automática e outra à distância/telescópio Hubble), vemo-nos agora constrangidos a na melhor das hipóteses e tomando como referência (ponto central) o Sol, a limitarmo-nos à região do Espaço envolvendo o planeta Júpiter e os seus satélites ‒ deixando de novo e para mais tarde (tal como se fez há quase 50 anos com o programa Apollo e a exploração da Lua, abandonando-se sem qualquer tipo de explicação credível o nosso tão próximo satélite) a exploração mais profunda da região mais afastada do nosso Sistema Planetário (o Sistema Solar composto por oito planetas, respetivas luas, asteroides, cometas e outros objetos): destruída a sonda CASSINI sob o pretexto da preservação dos Novos Mundos rodeando SATURNO (mundos a ele associado como o serão algumas das suas luas ‒ locais prometedores para a existência de água e de algum tipo ou forma de vida orgânica mesmo que simples ou primitiva) deixando o Homem de estar presente para lá do GIGANTE GASOSO (presença direta ou por interposto agente), limitando-se no presente a sua ação aos Planetas Interiores (com Marte em grande destaque) e mais além (a exceção ainda ativa mas para já sem alternativas futuras) ao planeta-anão PLUTÃO e a outros objetos localizados no Cinturão de KUIPER (com as sondas automáticas NEW HORIZONS/Plutão e Cinturão de Kuiper e DAWN/Vesta e Ceres). Não esquecendo a sonda ROSETTA (e a sua visita ao asteroide 67P/C-G) e agora (claro) a sonda automática JUNO: deixando para o fim as sondas já perto dos limites do Sistema (Solar) ou tendo-o mesmo ultrapassado - a VOYAGER 1 e a VOYAGER 2.

 

Io_Full_br.jpg

A lua (de Júpiter) IO

 

europa2.jpg

A lua (de Júpiter) EUROPA

 

IO: Entre as mais de 60 luas do Gigante Gasoso e maior planeta do Sistema Solar (JÚPITER o Planeta Exterior mais próximo do Sol) uma das maiores luas do planeta, neste registo de 1 de Setembro de 2017 obtido pela sonda JUNO, quando a mesma (sonda) se encontrava a cerca de 27.500Km da camada superior de nuvens envolvendo o planeta gigante Júpiter (diâmetro Júpiter = 11,2 X diâmetro Terra).Uma lua jovem, vulcanicamente ativa e rica em enxofre (que lhe dá o colorido) e apesar da sua atmosfera agressiva podendo comportar Água e até mesmo Vida. Na altura a 480.000Km de Júpiter.

 

E assim tendo por perto a ISS, em órbita a uns 400Km da Terra e sendo o único voo tripulado (desde o abandono do projeto APOLLO), no presente já sem a presença dos Vaivém tripulados (agora descontinuados mas no entanto ainda presentes com naves semelhantes mas na esfera militar), nem missões a curto-prazo incluindo na mesma tripulação (para já com destino/objetivos traçados ‒ mas sem meios eficazes para o concretizar sejam públicos/SPACE X ou privados/NASA), restando unicamente ao Homem esperar por uma nova oportunidade (proporcionada pelo mesmo Homem) de um dia retornar à Lua (apenas a 481.400Km, a poucos dias de viagem e possibilitando transporte de carga) aí instalar uma base (à superfície e/ou em órbita da Lua) e daí catapultar-se para viagens mais longas (e frutuosas) e até interplanetárias: com a primeira viagem já projetada por públicos e privados a apontar para os finais da década de 20 (talvez lá para 2030) tendo MARTE como alvo mas mais longe o seu objetivo (final) ‒ sem dúvida encontrando-o nas luas de Júpiter (com a sonda Juno por perto) e de Saturno (sem ninguém nas redondezas após o suicídio da sonda Cassini) os mais prováveis locais aí se podendo descobrir água e até vida orgânica. Mas fechados como estamos no nosso Suicídio Interno, pouco tempo restando para a sobrevivência da Espécie (Homem): convencendo-nos definitivamente e sem recuo possível que a sobrevivência da mesma (da nossa espécie ou seja dos 7,5 biliões de humanos) terá sempre que passar (por muito que ela nos custe) pelo abandono do Lar (a nossa área de conforto) partindo à Descoberta (e Conquista) rumo ao desconhecido (mas onde se encontra o nosso Futuro). Perguntando-me MAIS UMA VEZ (e todas as que forem possíveis) ‒ sobretudo para aqueles que a partir de uma TV a preto-e-branco, com o seu enorme e caraterístico cinescópio (tornando-as enormes e rabudas) e emitindo para uma minoria durante horas seguidas e de noite ‒ como foi possível tal Barbaridade de após lá chegar, abandonar e esquecer (a LUA ali tão perto e face às despesas de Guerra comparativamente tão barata): deixando todos aqueles que no início dos anos 70 perspetivavam o surgimento a muito curto-prazo de um Novo Mundo na Terra e para os terrestres (com uma Esperança enorme derivada do desenvolvimento científico e tecnológico que já aí se constatava) ‒ na altura (suponham) com 18 anos hoje já com 65 ‒ cair numa tristeza absoluta (e para muitos inadmissível por inacreditável, pondo em causa a sobrevivência da Espécie) ao ver uma geração a passar como se nunca tivesse existido.

 

hst2.gif

Os diferentes fragmentos do cometa Shoemaker-Levy 9

Originalmente oriundos de um cometa com cerca de 2Km de diâmetro, talvez capturado por Júpiter uns 20/30 anos antes (da colisão) e acabando por fragmentar-se devido à poderosa força gravitacional (de atração) exercida pelo planeta

 

EUROPA: Outra das maiores entre as mais de 60 luas orbitando o planeta Júpiter (em dimensão com Ganimedes à cabeça), um pouco menor do que IO e registada nesta imagem a cerca de 730.000Km do planeta. Tendo uma massa ligeiramente inferior a IO e um maior raio orbital (mais afastada) ‒ e com um período duplo do de IO. Tal como IO, CAÇISTO e GANIMEDES, podendo albergar água e porque não Vida: “Suspeita-se que a vida extraterrestre possa existir no oceano por baixo do gelo, talvez subsistindo como os seres vivos que vivem em condições semelhantes na Terra, já que Europa tem elementos essenciais para a vida como a conhecemos: água, calor e compostos orgânicos. Ou seja, em respiradouros hidrotermais como no fundo dos oceanos ou como no Lago Vostok da Antártida.” (wikipedia.org)

 

Nesse sentido sendo crescente e desesperante o nosso (de Todos) constante grito de revolta e de raiva para com esta situação/contradição (agora tão perto do fim do ciclo de passagem duma geração completamente perdida uma monstruosidade no Mundo do Crime), ao ver tudo a Transformar-se (sem interrupção e à nossa volta), o Mundo a evoluir (com a Terra a abrir-se ao Espaço) e o Tempo a correr (com o Sistema Solar na sua meia-idade) e apesar disso e de tudo o aprendido/apreendido (percecionado e sentido), mantendo-nos indiferentes e completamente estáticos, ficando simplesmente à espera que alguém nos imponha o Segredo (do Movimento) para a nossa Ressureição e Partida (à procura de novos territórios) fazendo como o feito e iniciado há cerca de 600 anos: entre o Século XV e o início de XVII com o Homem a fazer as suas grandes viagens marítimas (verdadeiras epopeias) tendo nos Portugueses e no Atlântico duas das suas grandes referências ‒ partindo à Aventura e à Descoberta de Novos Mundos (e sua Conquista) sabendo de antemão todos os riscos a correr (podendo-se mesmo morrer) e no entanto a insistir sabendo ser inevitável se não quiser desaparecer. Como todos nós sabemos com a única diferença entre um ser vivo e outro morto (fisicamente) a ser bem visível e palpável (nem lhe sentindo a Alma e no entanto não significando a sua não existência mas uma mais que provável Passagem ‒ para outro nível) através de um único detalhe: um mexendo-se outro não.

 

mssso4.gif

 

JÚPITER/SATURNO: Sendo a Terra um caso particular no conjunto que integra (um conjunto virtualmente fechado por nós denominado como Sistema Solar e estendendo-se por umas 10 000 AU tendo o Sol como referência e a Nuvem de Oort como limite) ‒ ou não fosse ela o único objeto solar comportando Vida (Inteligente) no seu interior ‒ tornando-se natural que para a proteção e segurança desse conjunto e das suas mais preciosas particularidades (Atmosfera, Água e Vida, estando tudo interligado) o mesmo se defenda das Ameaças (oriundas do Exterior) criando medidas de autoproteção eficazes e permanentes: e tal como o centro do ovo é protegido por diferentes camadas sobrepostas (umas sobre as outras) terminando finalmente na casca (o invólucro final contendo o nosso conjunto), numa muita maior escala e usando o mesmo raciocínio (as coisas são mais simples do que se pensa) o mesmo se aplicará ao Sistema (Solar), aos componentes e mecanismos. Pelo que a presença dos Planetas Exteriores para lá da Cintura de Asteroides (principal e objetivamente Júpiter e Saturno pela sua enorme Massa e Dimensão) poderá para além do mais ter uma Função Vital de Proteção (para o Sistema/Terra/Vida): “Without Jupiter and Saturn orbiting out past Earth, life may not have been able to gain a foothold on our planet. The two gas giants likely helped stabilize the solar system, protecting Earth and the other interior, rocky planets from frequent run-ins with big, fast-moving objects. In other words, giant planets appear to have a giant impact on giant impacts.” (space.com)

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:40
Segunda-feira, 25 DE Setembro DE 2017

Anomalia

Olhando para a Terra tal como ela seria se não estivesse (como hoje) recoberta por Atmosfera, Água e Vida (menos redondinha mas completamente careca como Marte), seria esta a sua forma (aqui apresentada) não muito parecida à dos seus semelhantes mais próximos (os Planetas Interiores): para cá da Cintura de Asteroides e excluindo os Planetas Exteriores/Gasosos (Júpiter, Saturno, Úrano e Neptuno) tomando como termo de comparação os vizinhos Mercúrio, Vénus e Marte (e já agora a Lua por apêndice ligada à Terra).

 

geoid2005_champgrace_2362.jpg

 Terra

(imagem: CHAMP, GRACE, GFZ, NASA, DLR)

 

Uma forma no entanto habitual para muitos dos objetos (se não todos) movimentando-se no interior do Sistema Solar, na sua circulação no interior desse Sistema Planetário tendo como centro o Sol, sofrendo os efeitos provocados pela sua deslocação através do mesmo, exercida por nuvens de material de pouca densidade (deslocando-se no Espaço), por partículas extremamente radioativas e penetrantes (como as solares e cósmicas), por campos eletromagnéticos espalhados um pouco por todo o lado (ligando o vazio à matéria como numa ligação elétrica) e até por previsíveis impactos de outros objetos na sua rota intersetando a Terra ‒ como efeito da Erosão (da Matéria), da passagem do Tempo (inevitável para o Homem mas não para a Matéria) e da componente associada (a Energia). Mas talvez que a Alma seja uma forma de Energia (formando o Trio Energia/Massa/Velocidade) podendo ser transformada até mesmo ao Infinito (ou não fosse E = MC²).

 

The-anomaly-in-the-Earths-magnetic-field-which-has

Anomalia Magnética do Atlântico sul

(imagem: ROSAT/SAAD/NASA)

 

Tudo isto e por associação (mental por necessariamente sugerida) por se falar agora com alguma insistência (e estranheza por há muito conhecida) numa Anomalia Magnética localizada no sul do oceano Atlântico, agora de novo elevada a notícia através de novos estudos incidindo sobre amostras de lavas da ilha de Tristão da Cunha (bem no meio da Anomalia do Atlântico Sul, entre a América do Sul e a ponta sul de África) ‒ tendo como investigadora Laura Roberts (do EGU/European Geosciences Union): tal como acontece em toda esta grande área estendendo-se de África (África do Sul) até à América (Brasil) ‒ atravessando todo o oceano Atlântico (sul) e aqui denominada como SAA (Soutn Atlantic Anomaly) ‒ com a baixa intensidade do campo magnético terrestre (e local) a refletir-se nas amostras geológicas, tanto nas de hoje (verificando-se que o fenómeno persiste) como nas do passado (sempre com baixa intensidade magnética).

 

iStock-657653834-1.jpg

 Amazónia

(imagem: ciclovivo.com.br)

 

Persistindo o fenómeno no mínimo há uns 400 anos mas podendo ser um remanescente (parcial ou ainda intacto) de um passado distando de uns 45/90 mil anos. E como todos nós sabemos dados os fenómenos semelhantes que ocorrem nos polos terrestres (Polo Norte/Ártico e Polo Sul/Antártida) com a proteção oferecida pelo campo magnético terrestre a diminuir drasticamente podendo ser mesmo nula: nos polos como extraordinariamente noutras regiões como será atualmente o caso do Brasil (e a Argentina), com o Cinturão de Van Allen a não cumprir a função (de nos proteger das radiações mortais) abrindo um buraco no céu (as portas e as janelas de casa e logo sobre a Amazónia) e expondo-nos ao exterior (e aos seus perigos já conhecidos). Deixando-nos a pensar se na continuação do fenómeno e com a mancha (da anomalia magnética) a alastrar, algo de mais preocupante (ou drástico) se passará, podendo acarretar consequências muito mais graves (para o planeta e) para nós: deixando-nos sem proteção exterior (campo magnético terrestre) e até podendo afetar o dínamo que alimenta a Terra (ameaça interior e entre outros aspetos responsável pelo seus movimentos como rotação e translação) e a (nos) faz mexer.

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:16
Quinta-feira, 21 DE Setembro DE 2017

Asteroide 2017 SR2

Um asteroide descoberto ontem e com a sua trajetória também definida ontem, passou também ontem a pouco mais de 90.000Km de nós (também ontem sendo o segundo).

 

Asteroid 2017 SR2 to flyby Earth at 0.24 LD on September 20, second of the day

(watchers.news)

 

gettyimages-488635541_custom-603e25a86d931acced784

 

Reportando-nos aos viajantes alienígenas (logicamente não sendo humanos) que por mais vezes nos visitam, temos que reconhecer que localizados num dos imensos braços que constituem a nossa galáxia (Via Láctea), dificilmente alguma entidade por vontade própria ou acidentalmente nos tomará como alvo (Homem) e se dirigirá para cá: habitando uma galáxia pequena, em rota de colisão com outra (Andrómeda), num sistema microscópico (Sistema Solar) e num planeta completamente invisível (Terra).

 

A newly discovered asteroid designated 2017 SR2 will flyby Earth at a very close distance of 0.24 LD (~92 160 km / 57 265 miles) at 20:29 UTC on September 20, 2017. This is the second known near-Earth asteroid to flyby Earth at a distance of 1 LD today, the third within the past 7 days and the 31st since the start of the year.

(watchers.news)

 

E se nesse campo as perspetivas de visitas futuras por parte de entidades alienígenas parecem ser cada vez mais remotas (afastando-se de nós pelo menos temporariamente a possibilidade de contacto direto com vida orgânica), por outro lado a possibilidade de outro tipo de contactos não intervindo diretamente com interligações biológicas mas podendo suscitá-las assim como introduzi-las (um corpo pode ser o corpo de outro), pode revelar outros mundos de base sólida e mineral assim como berço de vida.

 

The closest one (2017 GM) flew past Earth at just 0.04 LD (~15 360 / 9 544 miles) on April 4. Its estimated diameter is between 2.8 and 6.3 m (9 and 20 feet). The largest so far was 2017 QP1 with an estimated diameter of 37 to 83 m (121 to 272 feet). It flew past Earth at 0.16 LD (~61 440 km / 38 177 miles) on August 14.

(watchers.news)

 

A2.jpg

 

Com alguns desses viajantes cumprindo o seu trajeto periódico e justificativo (cumprindo a sua missão específica no interior do Sistema e desse modo efetuando a sua manutenção) e atravessando (e movimentando-se por) todo o Sistema Solar, espalhando por todo esse conjunto (e estrutura) uma mensagem codificada de Vida preservada e transportada (em pequenos módulos no seu interior) e posteriormente e talvez de uma forma aleatória disseminada (talvez por acaso talvez por necessidade) num centro nevrálgico do Sistema Solar (pelo menos no que nos diz respeito e à nossa preservação como espécie inteligente e organizada ou seja dominante, evolutiva e sendo capaz de se estender no Espaço (pelo menos teoricamente) aproveitando um parâmetro para nós um pouco misterioso e abstrato (apesar de decisivo por limitar a nossa existência) a passagem do Tempo.

 

Nesses objetos integrando-se os cometas e de uma forma mais consistente (e interventiva na concretização do desígnio) outros corpos celestes, uns maiores e outros menores, com diferentes formas e texturas, constituição, massa e velocidade, órbita e período solar e podendo ser originários de locais mais ou menos distantes (mas existindo no interior do Sistema) sendo cientificamente conhecidos como meteoros (e meteoritos) e asteroides: com os asteroides a ser particularmente os mais interessantes (até na perspetiva prioritária de preservação da nossa segurança) dada a sua passagem, problemas dessa proximidade e até de um possível impacto.

 

Any asteroid falling from the sky would have a tremendous amount of energy. In 2028, the asteroid 1997XF11 will come extremely close to Earth but will miss the planet. If something were to change and it did hit Earth, what you would have is a mile-wide asteroid striking the planet's surface at about 30,000 mph. An asteroid that big traveling at that speed has the energy roughly equal to a 1 million megaton bomb. It's very likely that an asteroid like this would wipe out most of the life on the planet.

(Marshall Brain/ howstuffworks.com)

 

A1.jpg

 

Preocupando-nos neste último caso quando nem sequer há aviso (prévio) da sua eminente chegada, com estes objetos circulando a grande velocidade na nossa direção e só sendo detetados aquando ou mesmo depois da sua passagem (nas proximidades da Terra) fazendo-lhe uma tangente ou mesmo uma secante: sendo neste último caso exemplos o Evento de Tunguska (1908) e (mais recentemente e com menores consequências) o Evento de Cheliavinsk (2013).

 

Num só dia com dois asteroides a passarem a uma distância da Terra menor que a distância ao corpo celeste localizado mais perto de nós e por sinal (apesar de todas as nossas limitações) já visitado pelo Homem (a Lua situada a pouco mais de 384.000Km), um deles 2017 SM2 passando a 0.8LD (mais de 300.000Km) o seguinte 2017 SR2 a 0.2LD (mais de 75.000Km): dois pequenos objetos (12 e 7 metros respetivamente) deslocando-se a uma velocidade de 8.5 e 10Km/s e descobertos e com as órbitas definidas no dia da sua própria passagem (20 de Setembro) ‒ pouco antes, durante ou mesmo depois dessa mesma passagem.

 

Sendo o asteroide 2017 SR2 o 2º a passar ontem (num dia e depois do 1º o asteroide 2017 SM2), o 3º numa semana e o 31º desde o início de 2017 ‒ a passar a menos de 1LD de distância da Terra (uma ninharia de distância dada a dimensão do Sistema Solar, para já não falar da Galáxia/Via Láctea ou então do Universo): com 31 asteroides registados desde o início de 2017 a uma média bem próxima de 1 asteroide/semana (mais rigorosamente 0.825), sugerindo-se que num ano e nas suas 52 semanas (365/6 dias) cada vez são maiores as hipóteses de um dia (destes) um deles embater ‒ e depois logo se vê (mas esperando ser pequeno). Talvez em cada semana com uma percentagem de 2% de existir um impacto (como assim faltando percorrer 28% do ano).

 

(imagens: Andrzej Wojcicki/Getty Images/Science Photo Library RF e science.howstuffworks.com/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:41
Quinta-feira, 14 DE Setembro DE 2017

A Terra no Início de Setembro

[Com incêndios, furacões e sismos, atacando a América do Norte ‒ para além das interferências do Sol (com a Lua a intrometer-se) provocando um eclipse (da estrela) num exclusivo norte-americano. Para já não falar do monstro do dia 1 de Setembro (o asteroide de 5Km que passou a poucos milhões de Km da Terra) num fim de Verão a acabar mas muito bem preenchido.]

 

“A periodicidade cíclica dos fenómenos da Natureza (tal como os dos artificiais provocados pelo Homem) deveria ser uma porta aberta (se não mesmo escancarada) para a interpretação de todos esses fenómenos. Ou então haverá uma terceira presença envolvida.”

 

electrons.jpg

 1

NASA capta sons em torno do planeta Terra

(engenhariae.com.br/0809.2017)

 

Este fim de Verão de 2017 (terminando no Hemisfério Norte na próxima semana dia 20 de Setembro) tem sido um mês particularmente interessante, especialmente para quem não vive no planeta Terra e particularmente para quem não habita na América do Norte (não sofrendo diretamente as consequências justificativas por tal interesse): não só pela 4ª chama solar de categoria X (a mais forte) a ser ejetada da superfície do Sol neste início do mês de Setembro (quando o Sol atravessa um período do seu 24º ciclo de baixa atividade solar) e dando origem a CME (dirigidas ou não para a Terra), ao atingir o nosso planeta podendo ter efeitos nocivos tanto a nível biológico como tecnológico (na manutenção de um ecossistema saudável e na preservação da nossa tecnologia baseada na eletricidade e na eletrónica) afetando toda a Terra; como simultaneamente pela onda de fenómenos aparentemente naturais (certa e simultaneamente contando com a intervenção do Homem ou não se falasse constantemente dos factos ligados ao Aquecimento Global) mas de carater extremamente violento, que tem atravessado regiões como o Canadá, os EUA e o México, o primeiro e o segundo com grandes incêndios (devido à seca persistente e às temperaturas elevadas registadas) no seu lado ocidental (com a poluição a dirigir-se para o Ártico), o segundo com furacões na sua costa leste (particularmente e pelas consequências o furacão Irma) e o terceiro com um furacão a leste (furacão Katia tendo entretanto passado a tempestade tropical) e um violentíssimo sismo a ocidente de M8.2 (para além da centena de réplicas afetando sobretudo os estados mexicanos de Oaxaca e Chiapas e provocando mais de 100 mortos) ‒ afetando toda a América do Norte.

 

triple hurricanes 2010 2017.jpg

 2

"Absolutely uncanny copy-paste from 7 years ago, very bizarre"

(Brian McNoldy/@BMcNoldy/twitter.com)

 

Logicamente pela concentração desse tipo de fenómenos sobretudo nesta estação (no Hemisfério Norte Verão), incidindo sobre o nosso planeta (o nosso suporte básico de vida), sobre uma determinada região (América do Norte) e especificamente em quatro áreas temáticas tão relevantes como interligadas (sol, incêndios, furacões e sismos), suscitando desde logo análises e discussões entre toda a comunidade científica (os eruditos) ‒ como entre todos os demais interessados desde os curiosos (a esmagadora maioria pouco informada) aos mais estudiosos (uma minoria autodidata marginalizada por não reconhecida) e até passando pelos adeptos das Teorias da Conspiração (os desesperados pela perda da esperança interna e pela opção pelas soluções estritamente externas) ‒ todos eles não reconhecidos e equiparados a ignorantes (os leigos). Desde logo com profusão de notícias e várias interpretações (disponibilizadas), pelo menos enquanto o corpo estiver quente assim como prometedor (vindo de um lado e vindo do outro).

 

ocean waters disapearing in Long Island Bahama's.j

 3

Um fenómeno espetacular (e temporário) resultando da passagem do furacão Irma

(Charlotte Sanders Ferguson/facebook.vom)

 

Para além dos grandes incêndios que têm afetado todo a zona ocidental do Canadá e dos EUA ‒ sendo pouco divulgados talvez pela grande profusão de notícias oriundas do mesmo lugar (ou não fosse o EUA a maior potência global) ‒ focando-nos na ação do Sol (e nas suas chamas de classe X/a mais intensa), nos furacões (particularmente o Irma tendo atingido categoria 5/a mais elevada) e no sismo (de M8.2 no México só não tendo repercussões maiores devido à profundidade cerca de 70Km). Mas nunca esquecendo os incêndios por tudo estar interligado, afetando o mesmo sistema aquele onde vivemos e onde pretendemos persistir. E assim pegando nos extremos e a partir daí tentando descobrir um consenso (sobre os mesmos eventos, sob uma perspetiva de análise das consequências, mas nunca indicando as causas concretas responsáveis por tal evolução ‒ o ponto fundamental da questão, mas exigindo conhecimento e maior abrangência de ideias) debruçando-nos sobre as interpretações das entidades oficiais (como o do site da nasa.gov) e de alguns conspiradores (como o do site ufosightinshotspots.com): comentando a atividade solar, os furacões e o sismo. Talvez não servindo para descobrir (que já estamos praticamente mortos ‒ por absorvidos) mas talvez para provocar (ressuscitando-nos de um estado zombie e fazendo-nos sentir de novo dinâmicos ‒ e vivos por expulsos).

 

cluster UFOs  US Mexico border.jpg

 4

Conjunto de objetos luminosos filmados no céu antes do sismo no México

(SuspectSky/youtube.com/08.09.2017)

 

No caso da atividade registada na coroa solar e com as chamas e CME daí provenientes podendo se direcionadas atingir o nosso planeta (provenientes da região ativa 2673 agora do outro lado do Sol), com a estranheza a residir na intensidade das explosões registadas (4 de intensidade máxima ou seja da categoria X a mais elevada) quando o Sol se encaminha para um mínimo (de atividade) e como consequência nada o fazendo prever (a tendência nessa fase sendo o número reduzido de manchas na superfície solar). Ainda-por-cima tendo-se a registar a maior chama solar em quase 12 anos, da classe X9.3 e registada a 6 de Setembro: felizmente e dada a proteção fornecida pelo nosso campo magnético terrestre e pela nossa atmosfera (e apesar de alguns fenómenos como as auroras, visíveis a latitudes muito mais baixas do que as consideradas normais ‒ o que evidencia intensas perturbações eletromagnéticas na parte superior da nossa atmosfera, podendo ter repercussões a médio/longo prazo tanto na camada exterior como no interior do planeta) sem consequências visíveis relevantes, mas vistas as (possíveis) correlações podendo até ter ligação com sismos e furacões (decorrendo simultaneamente com todas essas erupções solares e podendo ser estas o gatilho de todas estes Eventos). Com a Terra com uns 4,5 biliões de anos e com o Sol a meio do seu percurso de vida, deixando-nos ainda algum tempo para observar e refletir (em cada uma das nossas gerações/mosca) e poder-nos focar (apenas um pouco) no tremor de terra do México e no furacão Irma (dentro da razoabilidade para uns com tudo normal para outros com muito de estranho): tendo sempre em atenção como fator extremamente importante ser época dos furacões na zona das Caraíbas (por onde passou o furacão Irma formado perto de Cabo Verde mesmo ao largo de África) e que no caso do México e do seu sismo violento (M8.2), o epicentro estar situado mesmo ali logo ao lado de um dos braços do anel ‒ o Anel de Fogo do Pacífico, a zona geologicamente mais ativa em todo o globo terrestre (apesar dos EUA ter o seu Supervulcão).

 

0a92d106346c9fbd66fdd528ee634555_L.jpg

 5

A antecipação feita por Walt Disney sobre Controlo Climático há 58 anos

(Max Mogren/youtube.com)

 

Entre alguns pontos algo significativos por certos e uns poucos mencionados (sendo prós ou sendo contra, sem todos a favor) e formalmente divulgados (todos o fazendo cerimonial mente como profetas da sua religião), destacando-se alguns aspetos (em forma e conteúdo) tornados protagonistas: no caso do violento sismo registado (com maior intensidade ao longo da sua costa ocidental) nos estados mexicanos de Oaxaca e Chiapas (como em até na capital) ‒ com uma magnitude M8.2 e felizmente a 70Km de profundidade (sendo menor a profundidade podendo ser maiores os efeitos) ‒ com o sucedido a ter como causa o choque entre duas placas tectónicas (a Placa de Nazca e a Placa Sul-Americana) registada numa das regiões geologicamente mais ativas do Globo Terrestre (rodeando um dos braços do Círculo de Fogo do Pacífico), originando um violento sismo e mais de uma centena de réplicas (que ainda continuam) de M maior ou igual a 4.5, um tsunami (devido ao movimento de terras verificadas no oceano) e até outros registos associados a estes fenómenos extremos como certas observações visuais ‒ como relâmpagos submarinos em regiões do Pacífico próximas do epicentro do sismo e das zonas fronteiriças entre as duas placas, por fricção emitindo luz e iluminando os céus (momentaneamente) sobre o oceano Pacífico e perto das localidades costeiras; já para outros com estas luzes acompanhando o fenómeno a serem um pouco estranhas para muitas das suas testemunhas (provavelmente por nunca as terem visto antes, nem lhes ter sido explicada corretamente a sua origem), coincidindo com um fenómeno inesperado (os sismos continuam a ser impossíveis de prever, logo estando ainda na mão dos Deuses e sem explicação credível por parte do Homem), no preciso momento em que todos olhavam para o outro lado (para a costa do Atlântico com três furacões um deles o Katia dirigindo-se para o Golfo do México e podendo causar grande destruição ‒ como o fez o furacão Irma) e por mais um acaso no preciso momento em que o Sol e uma das suas manchas solares mais ativas como a AR 2673 (neste momento do outro lado da estrela) lançava na nossa direção (da Terra) chamas solares bastante energéticas, originando CME e provocando intensas tempestades geomagnéticas (e por associação podendo ser o dedo no gatilho interno proporcionando cenários propícios para Eventos deste tipo). Talvez devido a uma intervenção externa (extraterrestres) ou (porque não) a uma interferência interna (de origem desconhecida mas talvez com a mão do Homem). Ou não fossem as luzes no céu observadas (a 7 de Setembro) por cima do México/EUA (zona fronteiriça), filmadas um dia antes do sismo M8.2 posteriormente ocorrido a 8 de Setembro: pelos vistos num caso idêntico ao ocorrido há vinte anos atrás (1997) antes de um grande tremor de terra na Cidade do México, quando essas luzes apareceram durante dias, antes e depois do sismo e mesmo no decorrer do tsunami (provocado pelo sismo) ‒ o mesmo ocorrendo no Japão e até nos EUA. E até com algumas testemunhas a terem observado luzes semelhantes nos dias mais recentes, agora nos EUA e junto à falha (tectónica) de San Andreas (fronteira califórnia/México) talvez com um sismo em perspetiva.

 

 

wd1.jpg

 6

Un explorador poblano encontró en la zona limítrofe de Puebla y Veracruz piedras de jade con figuras extraterrestres grabadas (diariocambio.com.mx/24.04.2017)

 

Já no caso da sucessão de furacões varrendo nestes últimos dias a costa leste da América do Norte, especificamente toda a zona das Caraíbas (repleta de ilhas das maiores às mais pequenas), toda a costa sul dos EUA (como o estado da Flórida) e apanhando todo o Golfo do México ‒ falámos do furacão Katia, Irma e José ‒ sendo impossível de não mencionar como explicação cabal para a ocorrência deste Acontecimento estar-se precisamente neste momento e nesta região do globo terrestre na Época dos Furacões (locais), ao longo de todos estes anos com casos e consequências idênticas, uns mais intensos outros menos, provocando mais ou menos destruição e por vezes aparecendo mesmo simultaneamente e em grupo com outros seus semelhantes (em conjuntos de 3 furacões como o sucedido há dias ‒ e como já terá ocorrido há sete anos atrás com os furacões Karl/agora Katia, Igor/agora Irma e Julia/agora José movimentando-se pela mesma altura pela mesma região). Para uns sendo natural (a repetição) para outros uma grande coincidência (acreditando no Artificial); assim e para os outros, face à violência do Evento, face ao momento da sua concretização e perante fenómenos muito provavelmente interligados (e associados como os fenómenos solares, atmosféricos e sismológicos) podendo-se sugerir algo mais (além do que considerado possível) aí entrando as Teorias (ditas) da Conspiração ‒ com a antecipação (previsão) do fenómeno (como a do furacão Irma) a ser feita em 1959 tendo Walt Disney como protagonista (numa curto filme surpreendendo-nos com drones, alterações climáticas, tempestades atmosféricas e magnéticas e até com um poderoso furacão dirigindo-se para a Flórida), com o trajeto destes três furacões (Katia, Irma e José) a ser curiosamente o mesmo seguido por outros três há 7 anos atrás (Karl, Igor e Julia) e finalmente (por último mas não menos importante) com o desaparecimento das águas do oceano Atlântico ao largo de Long Island nas Bahamas (localizada a norte de Cuba e a sudeste da Flórida (Miami Beach) aquando da passagem do Irma: num fenómeno natural decorrendo da passagem do furacão, sugando água num determinado momento e espaço e descarregando-a posteriormente noutro tempo e coordenadas. Mas para outros não deixando de ser suspeito tantos os acontecimentos em simultâneo e mal deixando respirar (especialmente para as Caraíbas, EUA e México) ‒ até em Portugal se sugerindo que a causa do sismo no México teria o seu epicentro não a 70Km (no oceano Pacífico) mas a mais de 12500Km na Coreia do Norte (com o teste subterrâneo da bomba nuclear de Kim Jong-un a ter provocado quase do outro lado do mundo o sismo de M8.2 no México). Num período que devendo ser tranquilo (tanto na Terra como no Céu) no nosso Hemisfério Norte (a Estação de Verão, o Tempo de Férias) apenas trouxe mais stress e muita preocupação.

 

(imagens: 2/3/4/5 ‒ ufosightingshotspot.blogspot.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:38
Quarta-feira, 06 DE Setembro DE 2017

Bomba Solar

A Terra Acaba de Ser Bombardeada pelo Sol!

 

x9p3.jpg

 O flash de raios ultravioleta referente à chama solar X9

(ocorrida hoje dia 6 de Setembro)

 

“On Sept. 6th at 12:02 UT, sunspot AR2673 unleashed a major X9.3-class solar flare ‒ the strongest solar flare in more than a decade. X-rays and UV radiation from the blast ionized the top of Earth's atmosphere, causing a strong shortwave radio blackout over Europe, Africa and the Atlantic Ocean. The explosion also likely produced a CME, although coronagraph images are not yet available to confirm this possibility.”

(spaceweather.com)

 

Antes mesmo da Coreia do Norte e dos Estados Unidos da América iniciarem o seu tantas vezes anunciado confronto nuclear (tentando provavelmente explodir com o planeta), é uma região da superfície do Sol que antecipando-se inesperadamente ao Homem explode (com violência), enviando na direção da Terra material ejetado da sua coroa (solar) com grande intensidade energética, raios beta, delta e gama (radioativos e mortais): no mesmo dia com duas intensas ejeções e no espaço de poucas horas (passando de X2.2 para X9.3).

 

Classe

Chama

Solar

Variação

Intensidade

(máximos e mínimos)

W/m²

Dimensão

Efeitos

B

I < 0,00001

Não Relevantes

C

0,00001 < I < 0,0001

Fraca

M

0,0001 < I < 0,001

Moderada

X

I > 0,001

Intensa

Chamas resultantes de explosões na superfície do Sol emitindo radiações no espectro eletromagnético desde ondas de rádio a raios x e raios gama ‒ e variando entre 0/9

(fonte: spaceweather.com)

 

Após a passagem do monstruoso asteroide Florence (mais de 5000 metros de diâmetro) nas proximidades do planeta Terra (a uns míseros 7 milhões de Km de distância) ‒ no passado dia 1 de Setembro ‒ parecendo o mesmo ao passar (tão perto) ter despertado o Sol (logo no período de atividade mínima do seu 24º ciclo) ativando a formação de manchas e o seu aumento em dimensão como na mancha ainda visível (e dirigida) AR 2673: hoje com uma chama solar da classe X9.3 (logo a mais forte do ciclo).

 

Com a última mancha solar desta dimensão a ser referida a Maio de 2015 com chamas da classe X-2.2 (e produzindo CME), num ciclo já com 47 (chamas) da classe X (incluindo as de hoje) e em que a maior terá sido esta de 6 de Setembro e da classe X9.3 (com o anterior recorde do 24º ciclo reportado a Agosto de 2011 com X6.9). E com esta forte explosão (ou não fosse da classe X, logo 9.3 e ainda-por-cima dirigida) ainda em desenvolvimento (a caminho) ao chegar provocando auroras, interferências de rádio e outras ditas (pelo menos a curto-prazo) irrelevantes.

 

(imagem: spaceweather.com/SDO/nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:14
Segunda-feira, 04 DE Setembro DE 2017

O Gigantesco Florence Não Teve Impacto Na Terra

Um asteroide como Florence (suponhamos com uns 5Km) colidindo com a Terra (um Grande Evento), regista-se no mínimo cada 10 milhões de anos:

 

Originando uma cratera com mais de 100Km (de diâmetro), provocando tempestades globais (sismos, erupções, furacões, tsunamis), passando todo o dia a ser noite (devido às poeiras intensas suspensas no ar), originando chuvas ácidas (durante meses), a destruição total da camada de ozono (durante anos) e finalmente a paragem da fotossíntese e a extinção de muitas espécies (fauna, flora, podendo incluir o Homem).

 

OpulentConstantInganue.jpg

 Um asteroide com mais de 5000 metros de diâmetro

(na imagem ainda a caminho)

Passou esta sexta-feira a umas insignificantes 0,047 UA da Terra

(a uma v = 13,5Km/s)

 

Tal como prometido um enorme asteroide ‒ 3122 FLORENCE ‒ de dimensão entre 4 e 9 quilómetros passou hoje (na realidade no dia 1) pelas 12:06 UTC a cerca de 7 milhões de Km do planeta Terra (aproximadamente 18 viagens entre a Terra e a Lua): o primeiro asteroide destas dimensões a passar tão próximo do nosso planeta, num período de quase 100 anos.

 

Um corpo celeste apesar da sua grande dimensão não sendo visível a olho nu, mas sendo possível de observar já desde o fim de Agosto utilizando um telescópio. Possuindo um período de rotação de quase 2,4 horas e cumprindo a sua órbita em torno do Sol em menos de 40 anos (e com o nome a ser atribuído em memória de Florence Nightingale).

 

No contexto das características já conhecidas sobre este corpo celeste (descoberto em 1981) e segundo os cientistas, não existindo nenhum perigo de colisão futura (com a Terra) pelo menos durante os próximos séculos: e com a próxima maior aproximação a verificar-se de novo daqui a 40 anos, mais precisamente a 2 de Setembro de 2057 pelas 00:41 UTC.

 

(imagem: gfycat.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:17
Domingo, 27 DE Agosto DE 2017

No Verão olhando Marte

Apesar da ânsia natural de Elon Musk (com o seu projeto Space X) em receber o mais rapidamente possível notícias de Marte (nem chegando a 100 anos a nossa esperança média de vida na Terra), é fácil de constatar que para tal acontecer (acompanhado por um processo de colonização estável, sustentável e evolutiva em Marte, transformando-se paralelamente num projeto viável de terra formação do planeta) e como o Homem ainda não é um ser comparável a um Deus, que tal só será possível (se já não o foi no passado) por intervenção exterior (natural ou artificial) e com qualidade Divina ‒ um estatuto pelo que se saiba o Homem ainda não atingiu: sem ter dado mais nenhum passo na Conquista do Espaço (com voos tripulados, como o fez há quase 50 anos indo à Lua) e escondendo-se dentro de casa com as portas e as janelas fechadas olhando apenas para o exterior (apenas com uma fina película de permeio a separar) ‒ e não se mexendo morrendo.

 

CR0_556844335PRC_F0651642CCAM02795L1.jpg  CR0_556844395PRC_F0651642CCAM02795L1.jpg

 

Marte/Curiosity Rover/Chem Cam/Remote Micro-Imager/11:26:06 UTC/11:27:06 UTC

 

A partir de duas imagens obtidas no passado dia 24 de Agosto pelo Rover da sonda Curiosity ‒ movimentando-se atualmente sobre a superfície do planeta Marte e já com mais de 17Km percorridos (no seu 1795º dia de estadia sobre a superfície marciana) ‒ as câmaras de um dos dois veículos da NASA ainda em atividade no planeta Vermelho (a outra sendo a Opportunity) acabam por nos proporcionar o visionamento com um intervalo de um minuto de mais dois pormenores estranhos sobressaindo do relevo de Marte.

 

Na imagem à esquerda com as câmaras instalados a bordo do veículo motorizado a revelarem-nos na parte superior da mesma (imagem) o que parece ser o resto de algum tipo de estrutura antiga (natural ou artificial), entretanto colapsada e em avançado estado de degradação e com um dos registos aí assinalados a fazer-nos lembrar (algo de familiar na Terra) uma cruz; já na imagem à direita e ainda se observando a referida cruz (no canto superior direito), com algo de peculiar a surgir-nos no centro da mesma (imagem), no nosso cérebro e após processamento mental (condicionado pela nossa vida na Terra) tanto podendo ser parte dessa estrutura meio suspensa (antiga e natural ou então artificial) como até um disco-voador (ou simplesmente um mero erro induzido pelos nossos órgãos dos sentidos).

 

Recordando o que dizem os cientistas referindo-se a um planeta árido, desértico, sem água nem atmosfera e completamente desprotegido da ação nefasta oriunda do Espaço exterior (raios solares e raios cósmicos entre os mais perigosos), até hoje sem a descoberta de qualquer tipo de vida orgânica (ou vestígios) por mais primitiva que fosse (apenas presente o mundo mineral), mas que no entanto num passado já bastante distante poderá ter sido algo diferente (ao que se vê hoje) talvez semelhante ao que vemos, hoje e aqui na nossa Terra. Num episódio ‒ e dada a idade estimada de Marte (uns 4,6 biliões de anos) ‒ ocorrido há suponhamos uns 2 biliões de anos e que passado todo este tempo, nada de intacto e visível, deixaria à sua superfície (a erosão é terrível): e se tal vindo a ocorrer só de civilizações posteriores, provavelmente alienígenas (estranhas ao planeta Marte) e vindas de outra galáxia (por exemplo a de Andrómeda, um dos objetos mais brilhantes no céu, a mais de 2,5 anos-luz da Terra e em rota de colisão futura com a nossa Via Láctea).

 

E porque não pensar na Terra como um dos berçários do Universo, com todos os exemplares possíveis (disponíveis mas indubitavelmente sendo mais) aí expostos como num catálogo ‒ extenso, exponencial e infinito, mas delimitado pelo Nada (o vazio do Espaço): sendo terrestres ou extraterrestres oriundos dum mesmo molde. Talvez formando um conjunto interagindo com outros e integrando como todos (tudo o que existe) um conjunto ainda maior (um multiverso) ‒ e num dia já Marcado mas ainda por Estabelecer concretizando-se finalmente o Contacto com os nossos Irmãos das Estrelas (aplicando-se então e aí A Teoria de Espelho).

 

(texto: a partir de artigo ufosightingshotspot.blogspot.pt ‒ imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:43
Segunda-feira, 21 DE Agosto DE 2017

O Grande Eclipse Norte-Americano

“Darkness inside the path of totality has an alien quality. Because the shadow is only 70 miles wide, you can see daylight at the edges even while you stand in the dark core. This distant scattered light produces a slight reddish glow and unusual shadow effects. Many birds stop singing, daytime flower blossoms begin to close as if for the night, and bees return to their hives.”

(spaceweather.com)

 

Num Eclipse Solar observado diretamente por milhares de pessoas e indiretamente por muitos outros milhões, muitos foram os felizardos (alguns norte-americanos usufruindo de um Eclipse Total), muitos mais os favorecidos (alguns cidadãos norte-americanos e de outros continentes usufruindo de um Eclipse Parcial) e ainda muitos, mas mesmo muitos mais, os que nada viram (claramente mais de metade dos 7 biliões por impossibilidade ou desinteresse).

 

ES01.jpg  ES02.jpg

 

Com os norte-americanos a terem o privilégio de presenciarem o raro fenómeno logo na primeira fila e tendo ainda a vantagem de o poderem fazer em diferentes lugares e estados (do seu território) de um ao outro lado da costa (do Pacífico ao Atlântico): na 1ª fila vendo todo o cenário e na 2ª fila só parcialmente (como todo o resto do planeta senão o assistir na TV). Nestes termos ocorrendo no mínimo cada 100 anos (o próximo talvez demore mais) um momento de muitas vidas (tendo em conta a nossa esperança de vida).

 

ES03.jpg  ES05.jpg

ES09.jpg  SE10.jpg

 

No caso de Portugal com o fenómeno a ser visível mas apenas parcialmente e com o seu máximo a ficar-se por menos de 20% no continente e talvez uns 30% lá para uma das ilhas: motivado pela hora tardia da ocorrência (do fenómeno) muito próximo (por cá) do fim do dia. Nos EUA e na estreita faixa do seu território onde se fez sentir o Eclipse Total (mais de 100Km de largura e muitos mais de extensão) proporcionando um espetáculo sensacional (único e por poucos alguma vez visto) pela reação insuspeita dos presentes: com a Lua a fazer desaparecer o Sol mergulhando tudo nas trevas.

 

SE14.jpg  SE13.jpg

 

E no máximo do Evento com o Mundo todo às escuras aproveitando-se o instante para testar a temperatura: nestas imagens (e com o Oregão em particular destaque), do dia fazendo-se noite, descendo a temperatura, livrando-nos dos raios nefastos e (ingénuos por expectantes) esperando-se pelo regresso – nada mais acontecendo, que não o ressurgimento, do Sol explodindo como o único Rei do Sistema.

               

"What you see in an eclipse is entirely different from what you know."

(Total Eclipse/Annie Dillard/spaceweather.com)

 

(imagens: YOUTUBE/NASA)

tags: , , ,
publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:43

pesquisar

 

Outubro 2017

D
S
T
Q
Q
S
S
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
19
22
24
25
26
27
28
29
30
31

comentários recentes

Posts mais comentados

blogs SAPO


Universidade de Aveiro