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Terça-feira, 02 DE Janeiro DE 2018

A Nossa Grande e Misteriosa Lua

“Não tendo estado sempre perto de nós um dia a Lua terá chegado próximo da Terra e colocada em órbita aí se terá estabilizado.”

(como o sugerem muitos documentos antigos)

 

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Com a presença inopinada da Lua a ser verificada (segundo alguns antigos Contadores de Histórias) há cerca de 12.000 anos, contribuindo para a inclinação do eixo terrestre (definindo as Estações), para as noites mais iluminadas (pelo reflexo noturno da própria Lua), para o aparecimento das marés (conforme a Lua atinge o perigeu/apogeu relativamente à Terra) e até para a velocidade de rotação do nosso planeta (acelerando sem a presença da Lua tal como poderá ter acontecido nos primórdios do Sistema Solar)

 

Um dia há muitos biliões de anos (uns 4,5 biliões) deu-se numa determinada região do Espaço uma grande explosão de LUZ (envolvendo Matéria e Energia), na sequência da qual se formaram os planetas e restantes corpos celestes constituindo o que atualmente denominamos o SISTEMA SOLAR: centrado numa estrela de referência (o SOL), constituindo um Sistema Planetário (integrando oito planetas principais), composto adicionalmente por outros objetos (como luas, asteroides e cometas) e no caso particular da Terra relevando-se este planeta não só pela Existência de Vida Inteligente (uma exclusividade deste Sistema) como pela sua LUA peculiar ‒ apenas umas centenas de milhões de anos depois (da grande explosão) surgindo como companheira da Terra. Como se a Lua tivesse sido absorvida pelo Sistema Solar na sua movimentação (provavelmente errática) pelo Espaço, acabando por ser dominada pelas poderosas forças emanando da nossa estrela (pelo campo de influência do Sol) e curiosamente sendo colocada em órbita de um planeta não muito maior (do que ela): com o raio da Terra a ser apenas 3,67 X o raio da Lua e com o nosso satélite (em princípio natural) a ser sem dúvida o maior se comparado com todos os outros orbitando todos os outos (oito) planetas principais ‒ em tamanho com a nossa LUA (d=3 475Km) a ser o 5º Maior Satélite Natural deste Sistema Planetário só sendo ultrapassada por IO (3 642Km), CALISTO (4 820Km), TITÃ (5 150Km) e GANIMEDES (5 262Km) luas dos Planetas Gigantes JÚPITER (3) e SATURNO (1/Titã).

 

Planetas

D1

Luas

D2

R

Mercúrio

4880

-

-

-

Vénus

12104

-

-

-

Terra

12756

Lua

3474

3,7

Marte

6794

Fobos

22

308,8

Júpiter

143000

Ganimedes

5268

27,2

Saturno

120000

Titã

5151

23,3

Úrano

51000

Oberon

1523

33,5

Neptuno

49500

Tritão

2707

18,3

(D1 e D2: Diâmetros planetas e luas R: Razão D1/D2)

 

Observando a tabela anterior e tomando como referência a Cintura de Asteroides (separando os Planetas Interiores/Mercúrio, Vénus, Terra e Marte, dos Planetas Exteriores/Júpiter, Saturno, Úrano e Neptuno) sendo fácil de concluir que se os primeiros (planetas mais perto do Sol) tendencialmente não possuiriam luas (ou então as teriam poucas e de diminutas dimensões se comparadas com o planeta orbitado) ‒ tal como Mercúrio e Vénus assim como Marte ‒ os segundos além de possuírem várias luas (dezenas) teriam sempre numa razão (R = D1/D2) muito maior do que a registada entre Terra/Lua: numa razão de 20/30X e nunca de 3/4X ‒ e com uma lua tão perto e tão grande se vista do nosso planeta. Ao contrário das outras luas (de pequenas dimensões face ao seu hospedeiro) sob a influência gravitacional de grandes corpos celestes, no caso da LUA (a nossa) com as suas dimensões (pouco mais de 1/4 do diâmetro da Terra) e proximidade (mais de 380000Km) a influenciarem decisivamente a Terra (o ecossistema do hospedeiro): como por exemplo com o aparecimento (evidente) das marés (alta e baixa) ‒ entre outros fatores afetando a Evolução (da Terra, Mineral e Organicamente) podendo ser um dos fundamentais para o aparecimento da Vida. Nesse sentido e ao se constatar a presença de um corpo celeste (menor) de tais dimensões/proximidade a um corpo celeste (maior) orbitando-o, ficando-se na dúvida se tal objeto (a Lua) teria sido criada simultaneamente com o restante Sistema (Solar) ou se teria chegado depois (às proximidades da Terra) e aí se fixado posteriormente (estabilizando-se a cerca de 150 milhões de Km do Sol e sendo capturado por um planeta interior muito semelhante a Vénus ‒ a cerca de 100 milhões de Km do Sol ‒ e com pouco mais de 12000Km de diâmetro a Terra) ‒ recordando a série de ESPAÇO 1999 com a LUA à deriva viajando pelo Espaço (tendo por um incidente ocorrido na Terra abandonado a órbita do seu planeta) mas aqui invertendo o sentido (e a história) colocando o satélite natural no seu destino final, a TERRA.

 

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Mantendo-se um grande Mistério em torno do aparecimento da Lua desde tempos de tal modo distantes (recorrendo aos filósofos antigos, talvez nem tanto talvez para lá de 10000 BC) ‒ sendo uma das hipóteses mais credível a sua captura pela Terra muito ou pouco tempo no passado (de biliões a poucos milhões/milhares de anos) ‒ que muitos lhe atribuem uma (outra) função para além da sua mera presença, garantindo no seu Conjunto as condições para a existência de Vida na Terra; até podendo ser artificial

 

E tomando tudo em consideração podendo-se sugerir para a LUA (sem ferir suscetibilidades) três hipóteses para o seu aparecimento (e criação): um grande impacto (da Terra com um corpo celeste ou outros corpos menores daí advindo a Lua), a formação simultânea (no início da criação do Sistema Solar e por colisão de dois corpos celestes) e a sua captura (e até podendo ter sido roubada a outro planeta como por exemplo Vénus). Em qualquer dos casos aceitando-as apesar dos pontos contra e a favor de cada uma das três hipóteses apresentadas, mas nunca deixando de considerar como uma quarta alternativa (e provavelmente de muitas outras ainda a acrescentar) ‒ até por mencionada em registos feitos pelo Homem e como tal sendo muito mais recentes (com o Homem Erectus, o primeiro Homem mais perto do atual, a ser reportado a 1500 milhões de anos atrás e não a biliões como a Lua) ‒ a possibilidade da mesma ter surgido num tempo muito mais recente (se comparada com a História da Terra), vindo talvez de mais longe (da Cintura de Asteroides ou mais além) e talvez (deixem-nos Sonhar pois Sonhar faz parte da Realidade) com outros Desígnios (talvez mesmo e considerando-nos, de origem Alienígena e Artificial). Num tempo já não assim tão distante (bastando para tal deixar-nos pensar e imaginar) lembrando-nos dos dias em que a Lua não se via no Céu (reportado em escritos antigos) e em que o firmamento que se abria perante os nossos olhos (o nosso instrumento ótico primário) não era bem igual ao que hoje nos acompanha. Hoje em dia (2018 DC) mais de 4,5 biliões da anos depois de a Terra ter aparecido (e todo o Sistema Solar) e apenas uns míseros 1,5 milhões de anos decorridos sob o aparecimento da 1ª forma (mais definitiva) de Homem, mantendo-se o mistério:

 

Ancient Texts Speak Of A Time ‘Before The Moon’

 

“Many ancient writings speak of a time “before the Moon.” In turn, many scholars have quoted these works over the centuries. For example, Aristotle wrote of Arcadia, stating that the land was occupied “before there was a moon in the sky above the Earth.” Similarly, Apollonius of Rhodes spoke of a time “when not all the orbs were yet in the heavens.”The tribe of Chibchas in Colombia also has such notions in their traditional oral legends. They state, “In the earliest times, when the Moon was not yet in the heavens!” The wording sounds remarkably similar to that of Apollonius. Perhaps also of interest, particularly given the bizarre claims of the Moon being put into position around the Earth, are some Zulu legends which say that the Moon was dragged across space from a great distance. Most of these accounts also speak of intense disruption to the planet until the new heavenly body settled into its true orbit.” (top10lists.top)

 

(imagens: interestingimage.com e history.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:28
Quinta-feira, 28 DE Dezembro DE 2017

Os PHA da Passagem de Ano de 2017/18

Não contando com todos aqueles objetos que tal como as pessoas aparecem em cima da hora ou mesmo depois do acontecimento se ter concluído (e com a grande evolução tecnológica cada vez mais se detetando casos idênticos), a Passagem de Ano de 2017/2018 será tranquila e sem a presença imprevista de qualquer tipo de intrusos (aqui sendo celestes). De qualquer forma e por conforto podendo-se também rezar.

 

Dos objetos circulando pelo interior do Sistema Solar ‒ muitos deles oriundos de aglomerados de diferentes materiais localizados para além da órbita de Marte (com o seu periélio/afélio a variar entre 200/250 milhões de Km) ‒ agora que o ano de 2017 está a terminar e a um velho ano sucederá um Ano Novo, poderemos destacar (aproveitando para relevar o número crescente deste tipo de objetos circulando nas proximidades da Terra) três PHA (asteroides potencialmente perigosos), dois sendo os últimos a passarem este ano (2017 QL33 e 2017 YU 1) e o outro o primeiro a passar em 2018 (2017 YD).

 

Asteroide (designação)

Data (dia/mês/ano)

Distância

(Km)

Velocidade (Km/s)

Diâmetro

(m)

2017 QL33

30/12/2017

5 112 533

8,2

195

2017 YU 1

30/12/2017

3 778 328

7,6

20

2017 YD

01/01/2018

9 252 069

4,1

30

Antes e depois da Passagem de Ano de 2017/18

(os 3 asteroides passando mais perto da Terra)

 

Sendo um dos nossos últimos e mais próximos visitantes o asteroide 2017 QL33 (período orbital = 2,5 anos), por sinal e de longe o de maior dimensão (em torno dos 200 metros) ‒ e tendo passado o seu periélio no fim da 1ª semana de Dezembro a mais de 140 milhões de Km do Sol ‒ e sem dúvida o mais perigoso (dos três) pensando num possível impacto com a Terra (mas nas próximas décadas sem previsões para tal); no mesmo dia sendo seguido pelo asteroide 2017 YU1 (o menor dos 3 objetos com um período orbital de quase 2 anos) passando ainda mais próximo do nosso planeta ‒ ainda a caminho do seu periélio a ocorrer no início da 4ª semana de Janeiro (já de 2018) a uma distância sensivelmente igual à do asteroide anterior. A 2017 QL33 sendo-lhe atribuído o Código 4 e a 2017 YU1 (com maior aproximação à Terra) o Código 7 (numa escala de 0 a 9 indicando o grau de incerteza no cálculo das suas órbitas).

 

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E no dia 1 de Janeiro de 2018 a Terra terá o seu PHA

(passando por perto sem problema)

 

E para o início do próximo ano e com encontro já programado para o 1º Dia de 2018 (logo uma segunda-feira habitualmente início de mais uma semana de trabalho) chegando o asteroide 2017 YD (tendo passado o seu periélio antes do dia de Natal a cerca de 150 milhões de Km do Sol) com um período orbital de 1,75 anos e (nesta passagem de 2017 para 2018) anunciando o ANO NOVO (tranquilo no que nos toca com o objeto passando a quase 10 milhões de Km de distância); de qualquer forma sendo-lhe atribuído o Código 8 (o de maior incerteza orbital). Anunciando-se desde já a passagem de um asteroide bem maior já no início de Fevereiro (de 2018) passando a pouco mais de 5 milhões de Km da Terra (à velocidade de 34Km/s bem maior que os outros três) e de diâmetro muito próximo dos 700 metros (período = 1,6 anos). Como se pode constatar com nenhum destes objetos a constituírem perigo para a Terra, deixando-nos assim tranquilos para mais uma Passagem de Ano deste século XXI.

 

(imagem: express.co.uk/GETTY)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:35
Sexta-feira, 15 DE Dezembro DE 2017

O Vulcão da NASA

“Mars is only about one-half the size of Earth and yet has several volcanoes that surpass the scale of the largest terrestrial volcanoes … The large shield volcanoes on Mars resemble Hawaiian shield volcanoes. They both have effusive eruptions which are relatively quiet and basaltic in nature. Both have summit pits or calderas and long lava flows or channels. The biggest difference between Martian and Terrestrial volcanoes is size.” (solarviews.com)

 

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Baby Island ‒ Ilha de origem vulcânica

(sul do Pacífico)

 

Confirmando mais uma vez que tudo o que vemos à nossa volta (em todas as dimensões, tendendo para o infinito e em planos paralelos) é uma réplica do mesmo molde ‒ por isso afirmarmos que se queremos conhecer os outros primeiro devemos conhecer-nos a nós próprios ‒ cientistas da NASA interessados em compreender a evolução (entre elas a geológica) do planeta Marte (como se sabe com o sector público e privado tentando a médio-prazo colonizar o planeta) decidiram prestar especial atenção a um vulcão localizado no oceano Pacífico (sul).

 

Isto porque sendo de tão simples e de tão fácil entendimento (o que vemos é o que é, foi e será) ‒ assim como a realidade dos cenários em que estamos envolvidos ‒ os mesmos (cientistas) verificaram por simples comparação entre dois objetos tão próximos (e tão semelhantes) que o que viam na Terra (em torno desse jovem vulcão) era o que tinham registado em Marte: com grandes extensões de terreno (marciano) sugerindo fortemente um processo de transformação (em muitos aspetos) semelhante ao terrestre. Levantando-se de novo a questão (apoiada por teorias credíveis) da existência de água em Marte (num passado muito remoto e formando um possível oceano).

 

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O lago interior da ilha vulcânica

(criado por um colapso de terras)

 

Tudo se iniciando numa grande explosão registada na região sul do oceano Pacífico (integrado no reino da Polinésia de Tonga) tendo como causa uma forte erupção submarina (aí ocorrida e prosseguindo no tempo) e desde há cerca de três anos Construindo esta nova ilha: inicialmente pensando tratar-se de mais um pedaço de terra temporariamente à superfície (como acontece em muitas destas erupções com a terra a desaparecer posteriormente) mas passados esses anos ainda se mantendo emerso e com o seu pico a atingir uns 120 metros de altitude. E a partir desse vulcão (ainda jovem mas instrutivo) observado na Terra, associando-os aos seus semelhantes (noutros tempos, noutros ambientes, talvez com água) há biliões de anos existentes em Marte ‒ e desse modo compreendendo uns compreendendo também os outros.

 

E como é evidente (tal como sucede na Terra) com Marte na sua História a poder ter sido (um certo dia no seu passado) um pouco turbulento, quente, com água e um pouco salgado. Sendo uma das particularidades registada neste tipo de terrenos (formados recentemente) e sabendo-se como de início eles sofreriam com uma grande erosão (levando a que muitas destas pequenas ilhas entretanto desapareçam), a sua adaptação e a sua resiliência: sendo capaz de estabilizar os terrenos e de seguida consolidar-se. Uma Ilha Bebé assente numa caldeira de um vulcão submarino (1400 metros assente acima do leito oceânico) e que segundo os especialistas ainda poderá durar de 6 a 30 anos; e segundo os cientistas podendo este tipo de formação (de pequenas ilhas oceânicas) ser em tudo idêntico, ao que poderá ter ocorrido em Marte (pelo menos com os cenários a sugerirem-no).

 

(imagens: livescience.com/nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:08
Segunda-feira, 04 DE Dezembro DE 2017

A Lua a 4 de Dezembro

Hoje com a Lua a localizar-se a apenas 358.499Km da Terra

 

Imagem da SUPER LUA de 4 de Dezembro a maior (Lua Cheia) registada no ano de 2017. Aqui observada a partir de Miami (EUA) utilizando um telescópio (refrator) Celeston.

 

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Super Lua

 

Uma Lua (Cheia) grande e brilhante apenas porque a mesma se encontra no seu ponto mais próximo da Terra (no seu perigeu): apresentando-se 7% mais larga e 15% mais brilhante.

 

(imagem: P& K SpaceImaging/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:20
Domingo, 03 DE Dezembro DE 2017

O Problema de Juno e a Chegada do Cometa

Em dois artigos publicados no Site Online UNIVERSE TODAY (universetoday.com), podemos assinalar a confirmação de que a sonda automática JUNO (orbitando o distante planeta JÚPITER) se encontra de momento onde deveria estar; e de que (neste ano de 2017) mais um cometa na sua rota de aproximação ao Sol passará nas vizinhanças do planeta Terra.

 

JUNO

 

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Sonda Juno acima do Polo Sul de Júpiter

 

No caso da sonda JUNO (uma missão da responsabilidade NASA) com os cientistas a tentarem obter uma explicação para as anomalias detetadas na mesma aquando da sua aproximação ao planeta (no cumprimento do seu trajeto orbital projetado), ao passar perto do Gigante Gasoso a alta velocidade: algo já anteriormente detetado pelas sondas PIONEER (10 e 11) aquando da sua passagem numa região do espaço situada entre o planeta Úrano e o Cinturão de Kuiper (numa viagem a caminho dos limites do Sistema Solar), com as mesmas deslocadas de onde deveriam estar em quase 400.000Km.

 

Com a sonda espacial norte-americana a ser de momento o único objeto (artificial) a estar presente nessa região do Sistema Solar assinalando a presença (mesmo que não presencial) dos Humanos (o seu natural criador) ‒ agora que a sonda Cassini se foi mergulhando no seu planeta vizinho (SATURNO) ‒ devido às enormes dimensões do planeta (o maior do nosso sistema planetário e dotado de um poderoso campo magnético) e à elevada velocidade de passagem da sonda (tão perto do mesmo), correndo sempre o risco de se poder deslocar do seu trajeto e de sofrer outras interferências promovidas pelo Poder Extremo de Júpiter (se comparado com a Terra).

 

Em conclusão e incluindo nos cálculos todos os desvios e situações (positivas e negativas) com os mesmos cientistas a concluírem que no final e de facto o plano se cumprira (e que o objetivo se atingira) ‒ com a sonda a estar, onde sempre fora pensado que estivesse: a 960 milhões de quilómetros da Terra, nas proximidades do planeta Júpiter, orbitando-o em perfeição e fazendo-o em segurança. Sendo natural que numa viagem de quase 1000 milhões de Km surja sempre uma anomalia (ou outro fenómeno qualquer) como algo de habitual, lógico (valor verdadeiro ou falso) e universal.

 

COMETA

 

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Cometa C/2017 T1 (Heinze) a 2 Dezembro 2017

 

No caso do cometa (descoberto este ano pelo astrónomo Aren Heinze) e já que estamos em Dezembro e a entrar na Época Natalícia (a famosa Estrela de Belém poderá ter sido um corpo celeste deste tipo) com C/2017 T1 a atingir no dia de Natal uma das pontas da sua trajetória elíptica (e atingindo o seu periélio mais tarde, a 21 de Fevereiro de 2018 e a 87 milhões de Km do Sol) passando (na ida) no seu ponto mais próximo da Terra a 4 de Janeiro de 2018 e a 33 milhões de Km de distância: apurando-se que caso o seu segundo encontro (vinda) se verificasse em Julho (e não apenas com a sua órbita/mas sem a presença da Terra em Abril, três meses antes) o cenário seria espetacular com o cometa HEINZE a passar a uns meros 2 milhões de Km da Terra.

 

Com o cometa Heinze (C/2017 T1) a atingir (a uma V=50Km/s) o seu brilho máximo (final de Dezembro) antes de atingir o seu periélio (final de Fevereiro), decrescendo ligeiramente de brilho até atingir o mesmo (periélio) e a partir do início de Março (e até finais de Setembro) diminuindo de intensidade e desaparecendo. Podendo-se sugerir que em condições semelhantes (às agora ocorridas com este cometa) mas de outra forma sendo distribuídas no Espaço e no Tempo (podendo significar como vimos antes, apenas uma diferença de meses, introduzindo cenários sequenciais mas diferentes) poderíamos estar (não este mês mas num outro mês qualquer) tal como há 2017 anos atrás a observar a passagem de um cometa (de um Asteroide, de um OVNI) e o nascimento de Jesus (de um Homem ou de um Alien) ‒ nem que fosse no Verão ou no Hemisfério Sul.

 

(imagens: nasa.gov e theskyline.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:49
Terça-feira, 28 DE Novembro DE 2017

O Monstro de 5 Km de Diâmetro

Um asteroide como o 3200 PHAETHON ao embater na Terra provocaria uma explosão com uma energia cinética equivalente a 10 milhões de megatoneladas de TNT, uma cratera podendo atingir 100Km de diâmetro, quedas de material resultante do impacto podendo atingir os 1100Km de distância, um impacto regional ainda muito mais vasto (nuns 5000Km de raio), sismos/furacões/tsunamis a nível global, tudo num cenário generalizado de grande catástrofe complementada pelos efeitos imediatos (e extremamente nocivos) nos céus/na atmosfera/na camada de ozono, podendo provocar um dramático efeito de estufa e levar à extinção de plantas e de animais (e logicamente até do Homem).

 

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O asteroide 3200 Phaethon cruzando as órbitas de Mercúrio, Vénus, Terra e Marte

 

Mais um asteroide de enormes dimensões (um monstro de mais de 5Km de diâmetro) passará no próximo dia 17 de Dezembro (um Domingo) a cerca de 10 milhões de Km da Terra: um asteroide observado pela 1ª vez há mais de 40 anos (o seu período é de cerca de 40,29 anos) e conhecido como 3200 PHAETHON (1983TV). Um asteroide Apollo cruzando as órbitas de planetas como Mercúrio, Vénus, Terra e Marte.

 

Dadas as suas dimensões (o que significaria um impacto de um calhau deste tamanho com a Terra) e a sua passagem nas proximidades da Terra (depois da Lua o corpo celeste a 17 de Dezembro circulando mais perto do nosso planeta) ‒ e sabendo-se que numa das aproximações que se seguem (lá para 2093) passará a apenas uns 3 milhões de Km da Terra ‒ suscitando alguns receios pela sua presença e passagem (perto de nós).

 

Um asteroide já anteriormente considerado um cometa (com a observação de poeiras acompanhando o corpo celeste), eventualmente emitindo um brilho suficiente para ser visto da Terra utilizando um pequeno telescópio e no seu periélio (ponto de maior aproximação à nossa estrela) localizando-se a quase 21 milhões de Km do Sol (e deslocando-se a uma velocidade média de 20Km/s).

 

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Com Zeus a ter que intervir para salvar a Terra do semideus Phaethon

 

Com Sites como o ufosighthingshotspot.blogsopt.pt a associar (entendendo-se a ligação) a passagem do asteroide (anteriormente possível cometa) com o nome ao mesmo atribuído ‒ PHAETHON ‒ um semideus grego que tendo pedido emprestado a Carruagem do Sol ao seu pai o Deus HELIOS, não conseguindo controlar os cavalos (puxando a carruagem) e quase incendiando a Terra (à sua passagem descontrolada), obrigou ZEUS a matá-lo de modo a salvar o planeta.

 

E no entanto com Sites como o spaceweather.com na sua seção de NEAR ERTH ASTEROIDS (associado ao JPL/nasa.gov) ‒ especializados na deteção de objetos circulando nas proximidades da Terra ‒ a não darem nenhum relevo particular à passagem do asteroide 3200 PHAETHON, ignorando-o na tabela (publicada em spaceweather.com) e apenas mencionando (para 17) o objeto 2017 VT14 (de d=105m e passando a menos de 1500 milhões de Km da Terra).

 

(imagens: wikipedia.org e dailymail.co.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:24
Quarta-feira, 15 DE Novembro DE 2017

Mais um Asteroide (sem Avisar) a Menos de 1 LD

Sendo o 47º asteroide a passar a menos de 1 LD (384 401 Km) do nosso planeta (a Terra) desde o início deste ano (de 2017) ‒ uma média ligeiramente superior a 1 asteroide/semana ‒ o corpo celeste 2017 VL2 (um asteroide do grupo Apollo) passou no passado dia 9 de Novembro a pouco mais de 118 000Km (0,31 LD) da Terra:

 

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Figura 1

O asteroide 2017 VL2 ainda a 330 000Km da Terra

(descoberta no dia anterior à sua passagem próximo da Terra)

 

Tendo este asteroide a particularidade (além de ser um dos maiores ‒ 16/32 metros ‒ passando a menos de 1 LD) de só ter sido descoberto no dia anterior ao da sua passagem/dia 8 (no ponto de maior aproximação ao nosso planeta) e de em caso de um possível impacto, nem sequer haver tempo suficiente para qualquer tipo de reação (eficaz).

 

E sabendo-se como alguns destes asteroides têm sido descobertos no próprio dia ou mesmo após a sua passagem (devido entre outros aspetos a surgirem inesperadamente do outro lado do Sol, à sua reduzida dimensão ou à falta de equipamentos apropriados para a sua deteção) e ainda conhecendo-se os efeitos que um outro asteroide menor provocou (meteoro de Cheliabinsk com cerca de 17 metros no ano de 2013) ao entrar na atmosfera terrestre (1200 feridos devido à onda de choque que se seguiu à sua explosão/desintegração), tendo-se que concluir que a manter-se o atual cenário de previsão/prevenção deste tipo de Eventos (englobando todos os objetos movimentando-se perto da Terra ‒ ou não) um dia tal como Obélix temia “O Céu poderá cair sobre as nossas Cabeças”.

 

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Figura 2

Eastern Intelligence Space & Survival CO

(eissco.co.uk)

 

Mantendo-se a média (até ao final deste ano) ainda podendo aparecer (no mínimo) uns outros 7 asteroides (detetados a tempo ou não) ‒ dando naturalmente que pensar: já que há cerca de 2 000 anos anunciando o nascimento de Jesus, um Evento (dirigindo os três reis Magos até ao berço do Menino) ocorreu no Céu, com o aparecimento da Estrela de Belém (dirigindo os três reis Magos até ao berço) sobre a região de Belém na Judeia.

 

Podendo ser um cometa (porque não um pequeno asteroide entrando na atmosfera), o aparecimento de uma Supernova ou até uma conjugação de astros, dando no Céu uma ilusão (momentânea) de estarmos perante uma estrela ‒ mas nada de comparável (felizmente) com um cenário extremo como a que levou à Extinção dos Dinossauros.

 

Mas felizmente sem nada previsto (para já), senão e como sempre (falando dos tempos recentes) a chegada do Pai Natal.

 

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Figura 3

JPL Solar System Dynamics

(nasa.gov)

 

[Na informação recentemente fornecida pela NASA (JPL Small-Body Database Browser) com o asteroide 2017 VL2 a ser observado pela 1ª vez a 10 de Novembro (um dia depois e não um dia antes como inicialmente anunciado) e com a sua órbita a ser definida apenas a 13 de Novembro ‒ e assim com o mesmo a passar no seu ponto de maior aproximação (à Terra) antes das duas datas anteriores a 9 de Novembro.]

 

[Na Figura 2 cada mês é referido a um par de letras (cada um delas representando uma quinzena); por exemplo com o 1º mês/Janeiro referido a A/B, o 2º mês/Fevereiro a C/D, etc.]

 

(imagens: The Watchers ‒ nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:09
Terça-feira, 07 DE Novembro DE 2017

Em Rota de Colisão com a Terra

“Though too small to earn the distinction of "planet", asteroids and comets loom large in literature and folklore. The reason is clear: one of the chunky rocks or icy mud balls will eventually slam into Earth and change the planet irreversibly. Such an impact 65 million years ago is widely believed to have killed off the dinosaurs.” (nationalgeographic.com)

 

Com a Terra a ser diariamente circundada por pequenos, médios e grandes objetos atravessando o Sistema Solar e fazendo a sua visita cerimonial e periódica ao Sol (ou não fosse a nossa estrela a principal referência deste Sistema Planetário), uma das principais preocupações induzidas pela sua passagem no caso (sempre possível) de interferirem com as condições atuais do nosso Ecossistema (Terrestre), reside no facto de se saber o que fazer quando chegar o dia em que se certificar (com toda a certeza) a concretização de um próximo impacto com o nosso planeta: sabendo nós o que sucedeu com os Dinossauros (a espécie então dominante, na atualidade podendo-se comparar ao Homem) quando um desses objetos colidiu com a Terra (há uns 60 milhões de anos) provocando um Evento Global ao Nível da Extinção ‒ e como tal extinguindo a Espécie Dominante os Dinossauros. E até com um menor impacto (mas servindo de aviso e de alerta para outras circunstâncias e consequências mais gravosas) com o recente caso do Meteoro de Cheliavinsk, um objeto com menos de 20 metros de diâmetro que ao entrar na atmosfera terrestre (sobre a Rússia, numa trajetória baixa e a mais de 100.000Km/h) acabou por explodir (e desintegrar-se a cerca de 30/50Km de altitude) originando uma violenta onda de choque atingindo o solo e provocando 1200 feridos e muitos danos material.

 

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Asteroide 2012 TC4 passando a cerca de 50.000Km da Terra

(a 12 de Outubro de 2017)

 

E com tantos objetos atravessando o Sistema Solar oriundos do seu Interior, das suas Periferias ou mesmo para lá das últimas e ainda não muito bem definidas Fronteiras (deste Sistema visto como uma Célula, integrando um Organismo Vivo e Eletromagnético), sendo natural a preocupação do Homem com o movimento destes Viajantes (muitos deles conhecidos outros surpreendendo), uns passando bem longe, outros a meio caminho e outros mais curiosos (os mais perigosos) dando a voltinha junto ao Sol e aproveitando para espreitar o Espaço em seu redor: por vezes sendo tal o interesse e a proximidade que o Choque é inevitável (dando-se aí o Impacto). Com as consequências de um tipo de impacto como o atrás referido (Terra/Objeto) a dependerem de diversos fatores, desde a dimensão do mesmo, à sua densidade, velocidade, ângulo de entrada e até local de impacto (no mar ou em terra, numa zona deserta ou habitada). Sendo os mais conhecidos (entre outros) as Estrelas Cadentes (que tantas vezes vemos nos céus limpos e noturnos de Verão), os Meteoros, os Asteroides e os Cometas. Hoje dia 5 de Novembro de 2017 estando prevista a passagem de mais 4 asteroides nas proximidades da Terra (passando entre 1.700.000Km/6.500.000Km do nosso planeta) já depois de um outro ter passado a cerca de 230.000Km (a 30 de Outubro) e de a 25 de Outubro termos sido visitados por um cometa. No dia 17 de Novembro estando ainda prevista a passagem de um maior asteroide (neste mês até essa data) o 444854, tendo mais de 300 metros de diâmetro e passando a 6.000.000Km da Terra.

 

E se quanto aos asteroides não se prevê que nos anos mais próximos nenhum deles venha a colidir com a Terra (pelo menos os de grande ou média dimensão mais facilmente detetáveis), existem algumas exceções que deveremos tomar sempre em consideração: sendo o caso dos objetos de mais pequenas dimensões ou daqueles que nos possam surpreender vindo do lado de lá do Sol (aí temporariamente escondidos) ‒ muitos deles sendo apenas detetados pouco tempo antes da sua passagem (no ponto de maior aproximação ao nosso planeta), ou ainda pior no próprio momento, ou mesmo depois (existindo um impacto só tendo conhecimento no Momento). Algo que tem sucedido cada vez com maior frequência e que inevitavelmente levará os interessados a elaborarem (obrigatoriamente) outras estratégias de intervenção imediata e eficaz (que poderão ser para o Homem de sobrevivência). Quanto ao Cometa aproveitando para falar dele como um dos viajantes/visitantes induzindo ao Homem mais medo e mais receio (desde há muitos séculos no passado) ‒ e tal como os Asteroides sugerindo Apocalipses, Fins-do-Mundo e Extinção. No caso do Asteroide orientando a nossa atenção (do Homem) para os planos da NASA para nos proteger destes objetos (e à Terra) ‒ utilizando o asteroide 2012 TC4 ‒ e no caso do cometa aproveitando uma nova visita do cometa 96P.

 

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O cometa 96P na sua trajetória de aproximação em torno do Sol

(a 25 de Outubro de 2017)

 

No caso do asteroide 2012 TC4 (com um período orbital de 5,05 anos) um pequeno objeto de cerca de 15 metros de dimensão e tendo passado a 12 de Outubro deste ano a pouco mais de 50.000Km da Terra, com a NASA a utilizar o mesmo para testar a hipótese, perigo e possível impacto de um objeto similar (ou maior) com a Terra, de modo a utilizando tecnologia inovadora, diversificada e rapidamente acessível, tentar dar uma resposta imediata e eficaz à ocorrência de um Evento deste tipo, previsível de ocorrer num curto/médio prazo (de um mês, de um ano, de uma década, ou pouco mais). E tal como o mencionado no artigo da RT (Divert, intercept, destroy: 4 ways NASA plans to save us from Earth-bound asteroids/rt.com) procurando todas as soluções possíveis para evitar (decisivamente) a chegada do dia em que sucederemos aos Dinossauros ‒ hoje com o Homem a ter acesso a tecnologia nunca acessível aos nossos Antepassados: como o Raio Trator de Gravidade ou o Raio Laser, ou então com um Impacto Cinético ou então Nuclear.

 

Já no que concerne ao cometa 96P (descoberto há 31 anos pelo astrónomo amador Donald Machholz) sendo nestes últimos dias notícia (nos Meios Científicos Internacionais) dada a sua recente visita ao Sol (periélio a 27 de Outubro) num trajeto observado e registado pelas câmaras da missão SOHO (um observatório solar): no dia 25 de Outubro deste ano entrando no seu campo de observação (das câmaras SOHO), após o cumprimento por parte do cometa 96P de mais um trajeto orbital em torno do Sol, executado num período de tempo de 5,28 anos por um calhau (com núcleo, cabeleira e cauda) com uma dimensão estimada de quase 6,5Km ‒ pela sua composição muito previsível e originalmente oriundo do Espaço Extrassolar (e posteriormente cumprindo um trajeto orbital em torno do Sol, apresentando como periélio um ponto no interior da órbita de Mercúrio e como afélio um ponto exterior à orbita de Júpiter). Depois da última passagem de 96P em 2012, repetindo-se o acontecimento em 2017 e correndo tudo como de costume reaparecendo em 2022 ‒ ou não fosse um dos cometas mais observado até pela sua menor distância (alcançada no seu periélio com uns 18,5 milhões de Km) ao Sol e obviamente à Terra. E entre Asteroides e Cometas e outros Viajantes do Espaço (incluindo neles a Terra) tendo que estar sempre atento (mais vale prevenir do que remediar) até para uma possível Visita (de um Objeto ou de um Sujeito), Invasão ou Redireccionamento (tal como aqui já acontece).

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:27
Segunda-feira, 23 DE Outubro DE 2017

A Segunda lua da Terra

Segundo a NASA com o objeto (asteroide) orbitando a Terra há cerca de um século e muito provavelmente mantendo-se nas redondezas por mais uns quantos séculos ‒ daí e ao contrário de outros podendo ser considerado a Lua 2.

 

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A terra e a sua lua temporária 2016 HO3

(ilustração)

 

Avistado pela 1ª vez em 27 de Abril de 2016 pelo telescópio PAN-STARRS 1 instalado no HAWAII (um dos 50 estados norte-americanos e numa iniciativa da NASA), o asteroide 2016 HO3 de dimensões entre 40/199 metros e tendo um período orbital de 365,9 dias (tempo gasto no seu movimento de translação em volta do Sol e acompanhando nesse trajeto o nosso planeta) ‒ tempo ligeiramente superior ao da Terra de 365,2 dias ‒ é hoje já considerado como o segundo objeto natural orbitando a Terra (no seu próprio movimento de translação em volta do Sol), fazendo-o a uma distância entre 14/40 milhões de quilómetros (mínima/máxima) e podendo ser designado como uma 2ª Lua (mais distante e mais pequena): tal como a Lua movimentando-se em torno do Sol e nessa sua deslocação (em torno da mesma estrela de referência) circulando simultaneamente em torno da Terra (no caso desta 2º lua girando em torno do seu eixo 2 vezes/hora e refletindo a luz do Sol tal como se fosse um asteroide).

 

Com outro potencial satélite (natural) orbitando o planeta Terra a ser o também asteroide 2003 YN 107, durante uma década orbitando o planeta mas acabando por abandonar as proximidades e desaparecer.

 

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Órbita do asteroide 2016 HO3

(a 2ª Lua da Terra)

 

Uma Segunda Lua muito mais distante (no seu ponto de maior aproximação estando cerca de 30 X mais distante que a Lua) e muito mais pequena (d Lua ≈ 35.000 d Asteroide) do que até agora única e original (daí a dificuldade na sua observação) ‒ a nossa LUA ‒ entre muitos dos outros candidatos (uma meia-dúzia) a potenciais satélites (naturais e da Terra) e com alguns deles já tendo mesmo partido (deixando a região envolvendo a Terra e deslocando-se para outras paragens), sendo a única resistente (por ser mais facilmente observada e reconfirmada) a manter-se como tal: e depois da Lua gigante sendo esta a Lua anã. Podendo tratar-se apenas de mais um pequeno fragmento capturado (temporariamente) pela Terra e tal como muitos outros mais tarde ou mais cedo a serem novamente perturbados (por ação de outras forças exteriores na altura sobrepondo-se às até aí existentes), deixando a nossa zona e partindo para de onde vieram, para outro lado qualquer ou apenas aniquilando-se (contra o Sol ou outro objeto qualquer ou até mesmo desintegrando-se): mas para a nossa felicidade (existe outra Lua para além da Lua, Outro Mundo para Além do Mundo) e aumento no catálogo (quantos mais territórios disponíveis melhor, mesmo que não sirvam para nada), agora com mais um (elemento) e aumentando a Família (não estando assim tão sozinhos e abandonados no Cosmos, rodeados como estamos por tantos artefactos tão próximos e semelhantes para o nosso conforto), nem que apenas de forma (decorativa) e limitando-se a (meros) objetos.

 

(imagens: inverse.com/physics-astronomy.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:37
Sexta-feira, 13 DE Outubro DE 2017

Lamentações

ASTEROID NEAR MISS

 

“As expected, house-sized asteroid 2012 TC4 sailed past Earth last night, unnervingly close yet doing no harm as it passed just outside our planet's zone of geosynchronous communications satellites. If such an asteroid did strike, it would explode in the atmosphere causing shock waves capable of shattering windows and knocking people to the ground. Maybe next time. NASA will use data gathered during the flyby to refine the asteroid's orbit and predict future encounters.” (spaceweather.com)

 

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2012 TC4

Aqui numa proporção exagerada de mais de 2X

(A Estátua da Liberdade/não contando c/base terá uma altura de 46m)

 

Felizmente e apenas mais uma lamentação (tantos os casos semelhantes ao deste pequeno asteroide) pois dando-se o impacto sem um mínimo aviso prévio as consequências de tal entrada (na atmosfera terrestre, explodindo, desintegrando-se e podendo atingir o solo), poderiam ser graves, tanto a nível de estruturas como de vidas humanas (com o episódio mais recente e também mais divulgado a ser o ocorrido em 15 de Fevereiro de 2013 na cidade russa de Cheliabinsk, altura em que um meteoro de diâmetro 17m ao entrar na atmosfera terrestre acabou por explodir provocando uma forte onda de choque ‒ causando estragos em edifícios e originando cerca de 1200 feridos).

 

Um asteroide ‒ 2012 TC4 ‒ ao contrário de alguns outros já descoberto há 5 anos atrás (já este ano com outros pequenos objetos dirigindo-se para a Terra a só serem descobertos horas antes, na altura ou mesmo após a passagem), possuindo um período orbital de 5,02 anos e no entanto com a sua órbita apenas definida horas antes da sua passagem (mas não indo colidir com a Terra considerado de código 1): no dia 12 de Outubro de 2017 (hoje) e com uma dimensão calculada em cerca de 16m passando a 0,1LD (38.440Km) da Terra a uma V = 7,6Km/s. Neste caso passando ainda um pouco afastado da Terra, mas no caso de 2013 (o tal de Cheliabinsk) entrando na atmosfera e explodindo provocando uma grande onda de choque. E se fosse um pouco maior, com outra densidade, velocidade e ângulo de entrada ‒ e já agora sem aviso ‒ o que aconteceria?

 

(imagem: The Cosmos News/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:13

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