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Segunda-feira, 05 DE Junho DE 2017

Como?

Saudi Arabia, UAE, Egypt, Bahrain cut ties to Qatar

 

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Os 6 países árabes do Golfo Pérsico

(integrando o CPP)

 

“Qatar's government categorically denied that the comments, in which the country's leader expressed support for Iran, Hamas, Hezbollah and Israel - while suggesting that US President Donald Trump may not last in power, were ever made.”

(aljazeera.com)

 

Num Mundo onde o Poder usa Máscaras de modo a poder fazer o que quer, as notícias das últimas horas sugerindo uma cisão entre os Estados Árabes Aliados, só pode ser mesmo uma reação oportunista à passagem recente do Presidente dos EUA pela Arábia Saudita: como toda a gente sabe desde o brutal atentado de 11 de Setembro de 2001, o Estado que tem financiado e espalhado um pouco por todo o Mundo e mais intensamente na região do Médio-Oriente o terrorismo mais execrável e sanguinário jamais visto e logo com o apoio do Ocidente colocando-lhes armas na mão por uns largos biliões de dólares.

 

Agora com a Arábia Saudita parecendo muito solícita aos recentes pedidos de Trump (ou exigências para o negócio de armas poder prosseguir), a servir-se do CPP (Conselho de Cooperação do Golfo composto por 6 Estados) para atacar um Estado irmão e assim se poder expiar (dos seus óbvios pecados) através, não na sua mas em segunda mão: conjuntamente com os Emiratos e o Barhein (a eles se juntando Egito, Iémen, Líbia e Maldivas não pertencendo ao CPP) tentando isolar o Qatar sem apoio dos outros membros (do CPP) como Omã e o Kuwait. Como se Arábia Saudita e Qatar não fossem os dois grandes pais (e irmãos) do Terrorismo Global.

 

Compreendendo-se a posição do Barhein dada a constante intromissão do Qatar nos seus assuntos internos (o que faz o Qatar ser um dos dois maiores Santuários de Terroristas a par da Arábia Saudita) e a dos Sauditas tentando arranjar algo que possa encher um pouco mais (agora politicamente) os bolsos de Donald Trump ‒ pegando no seu irmão-de-armas (mas mais de guerrilha e funcionando à base de mercenários) e eventualmente sacrificando-o no Altar da Guerra, face às queixas contínuas de outros países árabes seus vizinhos, aliados e ainda com alguma influência geopolítica (face ao poderio militar dos sauditas) na região.

 

No entanto e face a todos os interesses em presença nesta região de maior conflito, destruição e morte em todo o mundo (Líbia, Síria, Iraque, Afeganistão Iémen) ‒ com a Al-Qaeda, o Exército Islâmico e outros grupos subsidiários como criações máximas do Terrorismo Global Atual ‒ não constando certamente na projeção a curto-prazo desta atividade terrorista (promovida pelos Sauditas/Qatar) qualquer decrescimento ou suspensão nos principais locais de conflito. Restando esperar para ver e confirmar, se na realidade a Arábia Saudita já pode dispensar o Qatar da sua função no projeto e assim assumir de vez com todo o seu poder militar (baseada numa energia não renovável) a liderança do Mundo Árabe.

 

Partido

(Eleições)

8 Junho 2017

Sondagem

%

(23 Maio a 4 Junho)

Conservador

42

Trabalhista

38

Liberal

9

Escocês

4

UKIP

3

Verdes

3

(Grã-Bretanha ‒ Eleições Gerais ‒ Sondagens YouGov)

 

Mas com tudo ainda um pouco confuso, pois enquanto os norte-americanos aconselham Sauditas/Qatar ao diálogo e não ao confronto (afinal de contas fazem os dois parte do CPP), por outro lado e apesar de todos os desmentidos (da Aljazeera) outros média como a Sky News Arabia (sediada na UAE) continuam a insistir sistematicamente na notícia não confirmada: de que o Qatar (o grande aliado saudita) deixando de apoiar a Arábia Saudita e os terroristas da Al-Qaeda e do ISIS (num ato de pura traição), se estaria a passar para o lado de Israel, do Irão e dos terroristas do Hamas e do Hezbollah. Enquanto isso e na Europa pouco depois de mais um atentado (o terceiro em poucas semanas registado em Inglaterra) espera-se pelo que vai sair das Eleições na Grã-Bretanha. Com um palpite de que ganhe quem ganhar tudo continuará na mesma ‒ para Felicidade que não da Europa.

 

(imagem: newglobalindian.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:00
Domingo, 04 DE Junho DE 2017

UK ‒ Em menos de 3 meses 3 Ataques

Neste momento e aproximadamente em 10 semanas com os atentados a já terem provocado perto das 40 vítimas mortais e tendo já ultrapassado os 200 feridos (alguns deles graves).

4 Mortos+20 Feridos/semana

[E que se saiba não foram os Russos]

 

Com as Eleições Gerais na Grã-Bretanha marcadas para a próxima quinta-feira dia 8, verificou-se ontem (sábado) em menos de 3 meses o 3º atentado (com feridos e vítimas mortais) em território britânico: recordando-nos do atentado da capital na Ponte de Westminster (23 de Março) e do atentado no espetáculo de Ariana Grande na cidade de Manchester (22 de Maio), agora com um novo atentado algo parecido com o primeiro e também na capital mas agora na Ponte de Londres.

 

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Um dos 3 elementos abatidos pela polícia britânica

(utilizando um falso cinto explosivo)

 

No atentado de sábado tudo se tendo iniciado por volta das dez horas da noite na Ponte de Londres (uma das pontes que atravessam o rio Tamisa ligando a City a Southwark), com uma carrinha a mergulhar subitamente sobre os pedestres que aí circulavam (tratava-se de uma noite de fim-de-semana), seguindo de imediato na direção de uma zona comercial onde três individuo armados começaram a esfaquear todas as pessoas que encontravam. Até serem abatidos pela polícia.

 

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Os outros 2 elementos abatidos pela polícia britânica

(um à esquerda e outro à direita do agente)

 

Num intervalo de poucos minutos (8’) iniciado com o aparecimento da carrinha (Ponte de Londres) e concluído com o abate a tiro dos três indivíduos envolvidos no ataque (Mercado de Borough), tendo-se registado pelo menos 7 vítimas mortais e quase meia centena de feridos. Levando o Governo de Theresa May neste momento dramático e agora que estamos a 3 dias das Eleições, a chegar finalmente a uma conclusão óbvia e tomar a iniciativa (perante os COBRA e falando de terrorismo):

 

"We cannot continue as we are. Things need to change."

 

E com as Eleições na Grã-Bretanha aí à porta (com o inicialmente derrotado o Trabalhista Jeremy Corbyn cada vez mais próximo da líder Conservadora e 1ª Ministra Theresa May), com os atentados a prosseguirem um pouco com todo o lado (agora tendo Londres como um dos alvos prioritários), com a Guerra nos países árabes a não ter fim estando mesmo a expandir-se (Líbia, Síria e Iémen) e com o caos político instalado no Mundo Ocidental (com a eleição de Trump e de Macron envoltas numa possível e delirante manipulação russa), com a Luz ao Fundo do Túnel conduzindo à ainda possível salvação do Velho Continente (agora que a Europa se fossilizou sobre si própria, pensando consolidar-se e simultaneamente virando as costas à Rússia, uma autoestrada preferencial aberta rumo ao mercado asiático) a mostrar-se cada vez menos intensa (crise económica) e originada numa passagem cada vez mais estreita (imposta pelos EUA na defesa dos seus interesses), deixando a este espaço e a todos os que nele residem menores perspetivas de Paz e a importação da Guerra para o interior dos seus territórios (e das suas famílias).

 

Mas será que a Europa já se esqueceu da II Guerra Mundial (1939/1945)?

 

(imagem: Gabriele Sciotto)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:32
Sábado, 23 DE Julho DE 2016

Terroristas de Interior

“Depois dos terroristas BONS/MAUS

agora os terroristas INTERNOS/EXTERNOS”

(com o Mundo Ocidental a preferir os BONS-EXTERNOS

por se manterem bem à distância)

 

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Nice, 14 Julho 2016

Atentado reivindicado pelos terroristas do Estado Islâmico/ISIS

Provocando mais de 80 mortos e mais de 300 feridos

 

Agora que os terroristas ligados ao Estado Islâmico (como à Al-Qaeda e a outros grupos aos dois associados) decidiram intensificar os seus ataques no interior do continente Europeu (com atentados já perpetrados em países como a Espanha, a França, a Inglaterra e a Bélgica), deixou de ser suficiente (por ser sempre uma vergonha para além de criminoso encobrir um crime) invocar dois níveis de intervenção terrorista (dividindo-os entre bons e maus terroristas) para justificar a existência e o apoio a grupos armados que apenas sabem matar (e destruir) como verdadeiros mercenários que são (muitos deles estrangeiros e apenas aí presentes pelo dinheiro): é que quando o terrorista bom estiver entre nós não saberemos mais como desculpar os seus crimes.

 

“Agora com os ATENTADOS a chegarem à ALEMANHA

e podendo transformar o país num verdadeiro barril de pólvora”

(não tanto para os alemães como para os turcos e para a Europa,

mas com MERKEL com a corda oferecida por Schäuble bem mais apertada à volta do seu pescoço)

 

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Cabul, 23 Julho 2016

Atentado reivindicado pelos terroristas do Estado Islâmico/ISIS

Provocando mais de 80 mortos e mais de 230 feridos

 

Precisamente o que se começa a antever politica e estrategicamente (mais uma manipulação) após o tiroteio num centro comercial de Munique ocorrido neste fim-de-semana (provocando uma dezena de mortes), em que apenas um homem levou a cabo um ataque (como poderá também ter ocorrido em Nice, mas num contexto diferente) sem que ninguém o reclamasse e talvez de iniciativa individual (como se afirmou antes em Nice posteriormente desmontado pelos factos): aparentemente num atentado levado a cabo por um alemão de 18 nanos e de ascendência iraniana e que ainda-por-cima não gostaria de turcos (pelos vistos duas das suas vítimas mortais seriam dessa nacionalidade): levando logo Ângela Merkel em sua própria defesa (e da sua cada vez mais criticada política internacional) a negar a ligação deste crime com a guerra contra o terrorismo, talvez criando para este efeito (e para a sua própria sobrevivência) um novo estatuto de assassino numa carreira paralela mas coincidente de terrorista (e com isso lavando as suas mãos de todos os crimes e abrindo as portas a mais vítimas mortais) – o terrorista interior e o terrorista exterior.

 

(imagens: alwaght.com e islam14.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:46
Quarta-feira, 13 DE Julho DE 2016

Helicóptero Russo Abatido na Síria

Um Helicóptero Russo abatido por um Míssil Norte-Americano

 

No regresso de mais uma missão levado a cabo pela força aérea russa no âmbito da Guerra Civil a decorrer na Síria (em colaboração com o exército do regime aí vigente, sob o comando do seu Presidente Hafez al-Hassad), a Rússia viu mais um helicóptero seu a ser abatido (por um míssil terra-ar) provocando com o seu despenhamento a morte dos seus dois pilotos (facto ocorrido no passado fim-de-semana).

 

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Abate do helicóptero russo (aliado do regime sírio) na região de Palmyra

[1-2]

 

O helicóptero apesar de ainda se encontrar na sua fase final de testes e de adaptação (acabado de chegar como reforço adicional), estaria (sob pedido urgente de outras unidades em combate na região de Palmyra) na sua primeira missão em território sírio: bombardearia a zona em causa (sob o controlo dos terroristas do Estado Islâmico) regressando de seguida à base.

 

Só que no seu regresso à base acompanhado por um outro helicóptero, sem que nada o fizesse prever e apanhando-o completamente de surpresa, acabou por ser atingido diretamente pela explosão de um míssil lançado a partir do solo: com o helicóptero a atravessar tranquilamente o horizonte (1), a ser atingido pela explosão (2), a ficar completamente descontrolado (3) e a despenhar-se finalmente em território sírio (4).

 

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Levado a cabo por terroristas do ISIS (apoiados pelos EUA) em território sírio

[3-4]

 

Tendo em mais este cenário de terror que é a Guerra Civil Síria (um conflito que já alastrou ao interior da própria Europa, com os sucessivos atentados terroristas e com os contingentes de refugiados em fuga desesperada), de um lado o regime da Síria e a sua aliada Rússia e do outro o Exército Islâmico e os seus aliados nos EUA. Neste incidente com o helicóptero russo a ser abatido por terroristas do Estado Islâmico utilizando um míssil fornecido (não se sabe como) pelos norte-americanos.

 

(imagens: liveleak.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 09:53
Quarta-feira, 25 DE Maio DE 2016

Questões de Parentesco entre uma Bala e um Míssil

Ao entrarmos num artefacto estranho com parâmetros muito diferentes dos nossos, arriscamo-nos a ser esmagados pela brutalidade da sua amplitude – falando de uma conjugação de energia e movimento. De Burro ou de Ferrari?

 

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Voo GE235 da TransAsia Airways

Segundos antes de cair numa das margens do rio Tamsui na capital de Taiwan Taipé

(ao desligarem inadvertidamente o único motor do avião ainda em funcionamento)

 

Por aquilo que eu tenho ouvido dizer há muito tempo, a contribuição do número de vítimas de acidentes de aviação comercial civil transportando passageiros, é muito menor do que a contribuição oriunda dos acidentes de viação. Uma conclusão que qualquer pessoa com um mínimo de bom senso e capacidade de cálculo mental facilmente aceitaria, respondendo de imediato e afirmativamente.

 

Só que para mim existe algo de muito diferente nestes dois meios de transporte, que acaba por distorcer (por incompactidade de comparação) as conclusões então obtidas: tendo como princípio de análise básica desta hipótese comparativa, que os carros só têm rodas (apenas para andar) e os aviões rodas e asas (para andar e voar) – não sendo portanto possível de estudo e comparação, não só pela dimensão como pela área de intervenção.

 

Quase como se comparássemos um míssil (avião) com a bala de um revolver (carro), ignorando os dados (proporção) e o objetivo a atingir: não fosse o tráfego tão díspar (muito mais intenso em terra), com intervenções diferenciadas (considerando terra e ar), com muito maior densidade (e mais mortos por m2/aviação), até mesmo complementares mas no fundo incompatíveis.

 

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A321 da companhia russa Metrojet

Explosão interna e entrada em queda imediata

(pretensamente abatido sobre o Egipto por um míssil do Exército Islâmico)

 

Não me interessa particularmente saber qual será a probabilidade de morrer ao entrar num carro ou num avião. Até acho a questão um pouco ridícula, já que por mim e a acreditar em tudo aquilo que os especialistas sempre disseram, naturalmente que escolheria o meio mais seguro o qual seria um foguetão. O que qualquer um de nós pretende saber é apenas o que fazer no caso dum incidente de aviação e qual a hipótese de num caso desses nos podermos salvar…e não morrer.

 

E o que acontece com cada um de nós confrontados com situações tão graves e mortais como estas (seja com carros ou com aviões), é que no momento preciso do acidente e estando ainda conscientes, pior não poderemos ficar (no carro) ou então só nos resta rezar (no avião): num caso até que podendo já estar há muito morto, no outro passando o restante e curtíssimo tempo da vida, à espera duma morte demorada e verdadeiramente irrevogável.

 

Um medo talvez indevido e irracional, mas que no entanto nos é proporcionado e potenciado por tudo o que nos rodeia e oferecem, com o que vemos e ouvimos, no fundo com o se passa no mundo. Agora ainda mais incrementado pelos atentados terroristas dos últimos tempos (em que os aviões voltam a ser alvos privilegiados), tendo o terrorismo no ar uma vitória garantida – e contando ainda o apoio/instrumentalização de certos condutores (pilotos/copilotos) servindo-se dos aviões como um cinto explosivo.

 

[Enquanto no primeiro caso (TransAsia Airways) um dos dois motores do avião deixou de funcionar – instalando repentinamente medo e receio na sua cabine e levando os seus pilotos por erro humano a desligarem o outro motor – no segundo caso (Metrojet) e ao contrário das notícias entretanto divulgadas (pelo Exército Islâmico e pelos seus aliados Ocidentais) não foi uma míssil que o atingiu mas mais uma bomba que rebentou no seu interior – tal como provavelmente terá agora acontecido com o voo Paris-Cairo da Egyptair]

 

(imagens: WEB)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:06
Segunda-feira, 30 DE Novembro DE 2015

Clima e Terrorismo

A luta pela preservação do planeta nunca existiu. E no entanto até hoje o Homem nunca se superiorizou à Natureza: só de uma forma artificial e temporária. Mas quem precisa de quem?

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Barack Obama

 

Quando Barack Obama apresentou neste fim-de-semana em Paris (durante a Cimeira Mundial sobre o Clima) a Luta travada contra as Alterações Climáticas e o Aquecimento Global como uma grande vitória (futura) na Luta contra o Terrorismo Global, só podia estar mesmo a brincar.

 

Primeiro porque a contribuição dos EUA para o acelerar destas alterações climáticas de consequências extremamente negativas e globais (e que já se verificam) tem sido inequívoca (a par do outro estado altamente poluidor como a China) e determinante (para o resultado final) por parte dos norte-americanos. E pelo que têm feito até hoje – de consistente e credível – bem que poderemos esperar sentados e morrer anestesiados (asfixiados).

 

Segundo porque (e tal como no caso das Alterações Climáticas) a posição dos EUA quanto ao tema da Luta contra o Terrorismo Global é na sua essência e na prática dúplice: na sequência da sua campanha de exploração extrema do território e da progressiva e deliberada desertificação humana de certas regiões do nosso planeta, a zona do Médio Oriente tornou-se pela omnipresença do petróleo e pela sua baixa densidade populacional, um ponto de grande cobiça propício para diferentes tipos (e estatutos) de mercenários. Apoiando na retaguarda os mais diversos grupos terroristas (alguns deles como as suas criações Al-Qaeda e Estado Islâmico), através do fornecimento de armamento sendo transacionado por sua vez por outros poderosos patrocinadores e financiadores do Terrorismo Global, como os Estados do Golfo (Arábia Saudita à cabeça) e agora (por ser mais visível desde o abate provocatório/deliberado do bombardeiro russo) a Turquia (um parceiro da NATO): deixando os terroristas serem armados através de fronteiras porosas como as da Turquia e recebendo este país em troca os benefícios do tráfico ilegal de petróleo oriundo do Estado Islâmico (e mais uma promessa de entrada na CEE). Além do enorme fluxo de refugiados fugindo das diferentes zonas de guerra e agora rumando em direção ao coração da Europa com muitos lobos disfarçados de ovelhas num imenso rebanho perdido.

 

Se o tratamento que os EUA têm programado para a resolução positiva do problema das Alterações Climáticas for semelhante ao tratamento que as autoridades norte-americanas têm dado até agora à questão do Terrorismo Global, então a única coisa que poderemos fazer para nos entretermos e divertir-nos até encontrarmos a solução para estes dois grandes dramas existenciais (já que até agora ninguém fez nada para os resolver) será apostar e ver quem ganha primeiro: o Homem ou a Natureza.

 

(imagem: c-span.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:26
Sexta-feira, 27 DE Novembro DE 2015

Terrorismo de Estado

Claro com Água:
“Sem Estados Terroristas para os financiar, não existiriam Organizações Terroristas deles dependentes.”

 

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A Rússia sentiu na passada terça-feira na sua própria pele o que representa para qualquer Estado soberano o seu envolvimento na Coligação Global contra o Terrorismo, desde que o mesmo coligado não se sujeite ao comando da maior potência mundial (os EUA) na sua estratégia nacional de supremacia global: numa ação provavelmente preparada e levada a cabo pela Turquia e com guia de marcha e luz verde dada pelos norte-americanos – e a pretexto de uma pretensa violação durante pouco mais de 15 segundos do espaço aéreo turco – um jato bombardeiro russo atuando no interior do espaço aéreo sírio foi atingido por um míssil ar/ar turco acabando por se despenhar (com os seus dois tripulantes a escaparem vivos).

 

Como todo o mundo sabe os EUA continuam a ser os únicos protagonistas ocidentais com peso financeiro e influência militar determinante nesta violenta e cada vez mais desagregada região do globo terrestre: e como qualquer bom comerciante com jeito para o negócio tendo agentes colocados em todos os lados preferenciais do conflito, de modo a sempre tirar dividendos e no fim estar do lado do vencedor (desde que se esqueça a história e se recompense de alguma forma os derrotados – e para isso servem as impressoras da moeda que tudo permite, o dólar). Nesse sentido com os EUA comandando todas as operações no terreno, tendo atrás de si e sempre que tal for necessário o seu outro instrumento militar alternativo (e justificativo por representação secundária – mas no entanto abrangente por englobar outros estados sem expressão mas aliados como é o caso da NATO) e fazendo sem ser questionado (e responsabilizado) tudo aquilo que lhe apetece, desde o sim até ao não.

 

Apoiando o SIM ao TERRORISMO GLOBAL ao dar cobertura ao financiamento e equipamento do Estado Islâmico e de todas as outras organizações terroristas gravitando em seu redor e atuando na Síria e no Iraque (até o próprio movimento rebelde autodenominado Exército de Libertação da Síria e apoiado pelo ocidente na sua luta contra o regime sírio) e contando para a concretização desse desígnio com o grande contributo da poderosa Arábia Saudita, fonte central do terrorismo global como o comprovam duas das suas maiores criações: a AL-QAEDA e o ESTADO ISLÂMICO (EI). Para já não falar nos serviços destes afiliados prestados na Líbia e recentemente no Iémen (com a destruição total destes dois estados). E do atentado em PARIS, da queda do avião russo e do outro atentado em Beirute (só para falar de três entre várias centenas/milhares de atentados, sempre com feridos e sempre com mortos – e sempre com muitos inocentes).

 

Apoiando decisivamente o SIM ao TERRORISMO GLOBAL ao dividi-lo em bons terroristas e maus terroristas: “Terrorismo é o uso de violência, física ou psicológica, através de ataques localizados a elementos ou instalações de um governo ou da população governada, de modo a incutir medo, pânico e, assim, obter efeitos psicológicos que ultrapassem largamente o círculo das vítimas, incluindo, antes, o resto da população do território. É utilizado por uma grande gama de instituições como forma de alcançar seus objetivos, como organizações políticas, grupos separatistas e até por governos no poder.” (wikipedia.org)

 

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Desvalorizando o abate do jato russo pelo jato turco (por toda a história que nos foi tão mal contada, talvez por ser uma ação pré-planeada e certamente deliberada – basta reconstruir todo o friso cronológico associado a este episódio), ignorando o facto de ambos pertencer à Coligação Global contra o Terrorismo (de que Portugal faz parte) e não se preocupando minimamente com as mais que prováveis vítimas provocadas em tão estúpido incidente: e com todo o mundo a ver e a ouvir em todos os órgãos de comunicação globais, os terroristas gritando “Deus é Grande” enquanto iam metralhando os pilotos que caíam de paraquedas (fosse ou não fosse uma reportagem real, mas transmitida e propagandeada como tal). Nesta de terrorista bom terrorista mau, antiterrorista bom antiterrorista mau, se por acaso no decurso de um combate um antiterrorista bom (turco) matar por acidente um antiterrorista mau (russo), tal ato será desculpável à vista dos valores norte-americanos (a Turquia é um membro da NATO); e seguindo este pensamento e toda a lógica por detrás dele, se um terrorista bom (Al-Qaeda, Estado Islâmico e outros associados) matar um terrorista mau (o Estado Sírio, o líder e o seu exército) tal ato também será desculpável se pensarmos bem no futuro (no controlo político da Síria por terroristas moderados). E porque não utilizar o mesmo tipo de raciocínio e de método para não terroristas bons e não terroristas maus, para brancos e para pretos, para novos e para velhos, para homens e mulheres? Ultrapassaríamos Paris!

 

Apoiando finalmente o SIM ao TERRORISMO GLOBAL não só pela sua cumplicidade com a Arábia Saudita e outros estados árabes do Golfo (no financiamento de diversas organizações terroristas tanto no interior de países em guerra/como a Síria quer no mundo exterior/como Paris), como também pela hipocrisia tantas vezes mal representada em cenários sempre truncados, em que se vê sempre com um olho enquanto o outro não vê nada: como no caso do jato russo apanhado de uma forma imprevidente nas proximidades de uma área estratégica e fundamental para os interesses geopolíticos do estado turco (membro da NATO), incapaz de deixar de se aproveitar de todas as possíveis benesses a receber e a usufruir obtidas como contrapartida das suas posições políticas internacionais (pró-americanas) e com isso apoiar o Exército Islâmico e seus associados na compra dos seus produtos petrolíferos (comercializados à margem da lei) em troca de abastecimentos e equipamentos militares para os terroristas, enquanto por outro lado chora as vítimas (e abate aviões da coligação) causadas por esses mercenários (que gritavam “é turco é turco” ao avião que o abateu).

 

Apoiando hipocritamente o NÃO ao TERRORISMO GLOBAL os Estados Unidos da América assumem uma personalidade perigosamente bipolar, tentando conciliar ainda-por-cima de uma forma doentia e reprodutora incessante de cadáveres disformes tudo e o seu contrário, desde que esse método encontrado faça prevalecer por mais uns tempos a sua supremacia global, sobrepondo o financeiro ao económico e o objeto ao sujeito: com máquinas matam o homem e criam um homem mecânico. E depois de estar tudo a arder será a vez da EUROPA: e os mortos-vivos já aí estão!

 

(entretanto e face a um certo silêncio comprometedor observado por parte dos norte-americanas sobre dados técnicos ligados ao incidente com o caça russo, os turcos vieram agora a saber que os EUA tinham conhecimento prévio desta missão por parte da força aérea russa, só se tendo esquecido de o comunicar informando de imediato a Turquia; um azar tremendo que entalou o líder turco e que o levou a dizer que se o soubesse nada teria sido igual – é que o dinheiro e o investimento da Rússia fazem muita falta na Turquia; quanto aos norte-americanos e enquanto os deixarem, nunca mudarão e serão sempre assim)

 

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Os catorze países mais envolvidos em ataques aéreos aos terroristas do Estado Islâmico (instalados no Iraque e na Síria) sob comando dos EUA (com a exceção da Rússia, atuando de uma forma independente mas associando-se aos objetivos da coligação global contra o terrorismo):

 

Estado Envolvido Iraque Síria NATO Estado do Golfo Financiador EI
Arábia Saudita   X   X X
Austrália X X      
Bahrain   X   X X
Bélgica X   X    
Canadá X X X    
Dinamarca X   X    
Estados Árabes Unidos   X   X X
EUA X X X   X
França X X X  

 

Jordânia X X   X  
Holanda X   X    
Grã-Bretanha X   X    
Rússia   X      
Turquia   X X   X

 

A primeira conclusão a tirar é que mais de metade desses países pertence à NATO, uma organização militar surgida depois da II Guerra Mundial com o objetivo de defender o mundo ocidental contra o avanço do comunismo (e do seu Pacto de Varsóvia, o equivalente a leste da NATO) e que atravessando todo o longo período da Guerra Fria até ao fim da URSS e da sua ideologia ainda persiste, mas agora envolvendo outros cenários longínquos muito mais lucrativos e apetitosos e sempre ao serviço dos interesses dos EUA – o nosso vizinho situado do lado da lá do Atlântico.

 

A segunda e mais importante conclusão a tirar destes catorze países constituindo a coligação internacional contra o terrorismo e que nesse sentido mais se envolveram nessa ação e combate conjunto contra o terror (com ajuda em dinheiro e equipamento), é que além da hipocrisia daqueles estados que mesmo sabendo tudo nunca querem ver nada (para efetivamente nada fazerem, como a França que bombardeia e leva em cima com atentados), outros estados a atraiçoam servindo os seus únicos interesses. Como é o caso dos estados do Golfo com a Arábia Saudita à cabeça, mundialmente reconhecidos como os verdadeiros criadores, patrocinadores e financiadores desses poderosos movimentos terroristas como a AL-QAEDA (agora em declínio) e o Estado Islâmico (agora no seu auge). Mas nunca esquecendo o chefe de orquestra (EUA) sem o qual nunca seria possível o concerto (GUERRA).

 

Agora com o Estado Islâmico a ter o seu flanco ocidental protegido (fronteira Síria/Turquia) graças à ajuda da NATO: permitindo assim aos grupos de mercenários e de terroristas atuando na Síria serem abastecidos em armas e munições, em troca do petróleo ilegalmente transportado e comercializado a preços de saldo na Turquia. Talvez um momento de azar do piloto do jato russo (ao passar por ali, num tempo/ponto bastante sensível).

 

(imagens: WEB)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:25
Sexta-feira, 20 DE Novembro DE 2015

BACK IN THE USA

"I enjoyed it. I have never been on a boat before. It was very beautiful.
I didn't know if I was going to live or die
But thanks to God we are here."
(Nujeen)

 

Eis o que acontece quando os interesses, económico, militar, financeiro e geopolítico dos Estados Unidos da América (assim como a sua Supremacia Ideológica estritamente baseada no poder do Dólar) são postos em causa: nem as vítimas das suas ações diretas se safam.

 

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Nujeen – refugiada síria à chegada às praias gregas e atualmente na Alemanha
(em fuga há dois anos e oriunda da região de Allepo)

 

GOP REFUGEE BACKLASH 'IS JUST BEGINNING'

 

Could Cause Government Shutdown
House Votes To Shut Out Syrians
47 Dems Hop On Bandwagon
Obama: 'I Cannot Think Of A More Potent Recruitment Tool' For ISIS
Meet The 'Dangerous' People Who Would Be Blocked
Look At These Photos Before You Say No

 

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Jovem ferida em bombardeamento
(região de Allepo – Junho de 2014)

 

Republican Anti-Islam Rhetoric Grows
Ben Carson Compares Refugees To Rabid Dogs
Trump Calls For Database On U.S. Muslims
Jeb, Cruz Suggest Religious Test: Christians Only!
McCain: All Children Are 'God's Children'
CT Gov. Pledges To Take Refugees: 'America Has Always Had A Big Heart'
Madeleine Albright: Shutting Our Doors Is Exactly What ISIS Wants
Scalia Warns: Mass Internment Of Americans Could Happen Again

 

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Civis sírios executados e lançados ao rio
(região de Allepo – Janeiro 2013)

 

A Favor ou Contra a luta contra o Terrorismo Global?

 

(ressalve-se que na Síria o terrorismo se faz sentir surgindo de várias fontes tanto internas como externas, desde o ESTADO TERRORISTA SÍRIO até aos terrorismos globais – como a AL-QAEDA e o ESTADO ISLÂMICO, organizações financiados por poderosos países do Golfo e contando com a complacência dos EUA)

 

(texto/itálico e imagens: huffingtonpost.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:43
Domingo, 15 DE Novembro DE 2015

Não sabia que uma arma era utilizada para matar

“Arma: instrumento que serve para atacar ou defender.”
(dicio.com.br)

 

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O que poderá dizer o presidente norte-americano BARACK OBAMA colocado perante a afirmação do presidente francês FRANÇOIS HOLLANDE de que o atentado ocorrido em 13 de Novembro em Paris foi um ATO DE GUERRA? Uma declaração forte de um velho aliado esperando o apoio de todos os outros.

 

Sabendo-se de antemão que os serviços secretos norte-americanos são os criadores entre outros de organizações terroristas como o ESTADO ISLÂMICO, posteriormente desviadas do seu projeto inicial por diversificação das suas fontes de financiamento. Por exemplo a Arábia Saudita aliado dos EUA.

 

Resta-nos ficar a aguardar a resposta conjunta da Europa e do seu aliado norte-americano. E isso verificar-se-á nos céus do Iraque e da Síria com o ataque final ao TERROR e ao fim dos mercenários – Estado Islâmico ou AL-QAEDA. E chamando à razão dois países (por razões diferenciadas) apoiando o terrorismo: Arábia Saudita e Turquia.

 

Mas tal como em Janeiro deste ano tivemos o evento a nível global JE SUIS CHARLIE que no entanto nada deu (a não ser 12 mortos e dez feridos), perante a perspetiva de que neste novo evento os números finais possam ser muito maiores (10x ou 20x), suspeito que mesmo assim nada de novo se fará: nem com uma grande campanha tipo JE SUIS PARIS.

 

É que já é grande a INDIFERENÇA e a distância ao PODER.

 

(imagem: blogdoraniellybatista.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:26
Sábado, 14 DE Novembro DE 2015

Atentado Terrorista em Paris

Francois Hollande: Paris attacks were ISIL 'act of war'
(USA TODAY)

 

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Nunca deixando de recordar o atentado levado a cabo pela AL-QAEDA a 7 de Janeiro deste ano em PARIS ao semanário satírico CHARLES HEBDO (e que provocou 12 mortos e 10 feridos), neste caso levado a cabo por um grupo terrorista distinto do ESTADO ISLÂMICO (duas organizações fortemente apoiadas pela Arábia Saudita, contando esta com a passividade estratégica dos EUA seus aliados) e com raízes na Península Arábica (região do Médio Oriente onde a Arábia Saudita é o estado mais rico em petróleo e mais poderoso em armamento, tendo na cauda o Iémen recentemente terraplanado pelos bombardeamentos sauditas).

 

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Entretanto passaram-se nove meses e com o recrudescimento da violência um pouco por todo o Médio Oriente (Síria, Iraque, Iémen) assim como no norte de África (Líbia), novos contingentes de populações desesperadas e em fuga puseram-se em marcha, engrossando cada vez mais as já extensas filas de homens, mulheres e crianças fugindo à destruição e à morte certa: por terra e por mar chegando às margens da Europa e atualmente atravessando-a em toda a sua extensão a caminho da salvação. Tendo curiosamente como destino preferencial os países que mais contribuíram para a destruição dos seus territórios e das suas vidas (como a França e a Grã-Bretanha ao juntarem-se aos EUA) e em alternativa os países frios do norte.

 

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E então em menos de quinze dias e tal como todos os sinais anteriores assim apontavam, o Estado Islâmico atacou (a Europa) provocando mais de 400 mortos e de 500 feridos. A 31 de Outubro o voo 9268 das linhas aéreas russas METROJET é vítima de uma explosão a bordo, pouco mais de meia hora após a sua descolagem e quando atravessava os céus do Egito: acaba por se despenhar no solo provocando 224 mortos. Atentado posteriormente reivindicado pelos terroristas e mercenários ao serviço do Estado Islâmico, como resposta ao início da intervenção russa (contra os EI) no conflito a decorrer na Síria. Atentado esse que não teve grande repercussão nos meios de comunicação social ocidental apesar de associado à luta contra o terrorismo e às vítimas inocentes, pelo mesmo acontecimento provocado. Tendo ainda em atenção um outro caso semelhante ocorrido nos céus da Ucrânia e que provocou 298 mortos. E relembrando tudo o que se escreveu sobre ele (culpando PUTIN) enquanto se ignoravam os outros (Bem-feito, estavam a pedi-las, são russos!).

 

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A 12 e 13 de Novembro sucederam-se dois grandes atentados: um em Beirute e outro logo de seguida (e de novo) em Paris. Com 43 mortos e 240 feridos contabilizados na capital libanesa e mais de 130 mortos e mais de 200 feridos na capital francesa. No primeiro caso utilizando cargas explosivas e bombistas suicidas colocados no meio de grandes ajuntamentos de pessoas e no segundo caso diversificando a sua intervenção (simultânea) entre locais próximos mas diferenciados de modo a criar mais caos e assim instalar o medo. Sempre recorrendo aos meios mais extremos de violência por efetivamente mortais, servindo-se de tiros, bombas, granadas, reféns e até de uma falsa ideologia. Autor: Estado Islâmico.

 

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Talvez agora a Europa se ponha verdadeiramente a pensar sobre o assunto que a leva ao terrorismo e ao refletir sobre ele se questione finalmente sobre qual o seu real papel no meio da estratégia geopolítica norte-americana e do seu mordomo inglês. Se nos lembrarmos dos bombardeamentos levados a cabo pelos EUA, Grã-Bretanha e França na sua luta contra o terrorismo, só a França é que tem levado, A Alemanha? Essa nem se mete (pelo menos de caras)!

 

(imagens: nbcnews.com/ibtimes.com/dailymail.co.uk/dnd.com.pk/wpxi.com/startribune.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:42

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