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Terça-feira, 02 DE Maio DE 2017

Nem Sequer Temos Imaginação

Quatro imagens (efetivamente 4+1 sendo esta última orbital) recolhidas pelas 2 primeiras sondas norte-americanas a orbitarem e a aterrarem em Marte – VIKING 1 e VIKING 2 – neste caso recolhidas pelos seus módulos de aterragem quando já instalados na superfície marciana.

 

Limitamo-nos hoje à análise dos dados enviados por uma máquina localizada a milhões e milhões de Km de distância (bem no interior profundo e escuro do Espaço), posteriormente traduzindo-os através de tabelas de sinónimos reais (podendo ser projetado no espaço e datado no tempo) e mais tarde apresentando-a com contornos facilmente aceitáveis e de acordo com os modelos preconcebidos – e isso não relevando ainda as virtudes da edição e o primor do Photoshop.

 

O que deveríamos era lá estar como o sonha Elon Musk. E nós ainda sonhamos?

 

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Imagem 1

Marte – Planitia Chryse – Big Joe

(Sonda Viking 1 – Lander – Câmara 1 – 4 Out 76 e 24 Jan 77)

 

Na contínua procura de um modelo de cenário que nos possa proporcionar de alguma forma credível alguma esperança na descoberta de um tipo de Vida no mínimo com alguns pontos de percurso comuns e potencialmente semelhantes aos percorridos pela Vida na Terra, uma das poucas fontes de consulta agora que o Homem parece ter subalternizado o Espaço e a sua necessária e obrigatória Conquista (isto se a nossa espécie não quiser ficar extinta, deixando-se morrer dentro de casa) é sem dúvida o PHOTOJOURNAL da NASA, que pensando-se no que por cá há (em Portugal) e associando-se a uma função semelhante (na área de comunicação) poderíamos sem dúvida equiparar à nossa RTP MEMÓRIA.

 

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Imagem 2

Marte – A primeira imagem a cores – Por volta do meio-dia

(Sonda Viking 1 – Lander – Câmara 2 – 21 JUL 76)

 

“This color picture of Mars was taken the day following Viking l's successful landing on the planet (approximately noon). Orange-red surface materials cover most of the surface, apparently forming a thin veneer over darker bedrock exposed in patches. The reddish surface materials may be limonite (hydrated ferric oxide). Such weathering products form on Earth in the presence of water and an oxidizing atmosphere. The sky has a reddish cast, probably due to scattering and reflection from reddish sediment suspended in the lower atmosphere.” (nasa.gov)

 

Não deixando de ser irónico que passado quase meio século sobre a data em que o primeiro Homem (logo seguido de mais dois) pôs o seu pé pela primeira vez sobre um outro corpo celeste à distância com um aspeto muito parecido ao nosso – a Lua localizada a mais de 480.000Km da Terra – no presente nos limitemos a enviar astronautas para uma estação em órbita da Terra a uma distância de aproximadamente 400Km (a ISS) e para viagens mais extensas e prolongadas no tempo (limitados como estamos em relação à velocidade máxima das naves e à previsibilidade do tempo médio de vida da nossa espécie) nos apetrechemos convenientemente com as últimas novidades no campo da eletrónica, da informática e dos veículos aéreos teleguiados (o que têm feito norte-americanos, russos, chineses e por aí fora) e tirando-os do usufruto das crianças (inicialmente o alvo preferencial) relançando-os no mundo dos adultos e promovendo estas máquinas enviando-as em missões pelo Espaço.

 

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Imagem 3

Marte – Utopia Planitia – Presença de gelo à superfície

(Sonda Viking 2 – Lander – Câmara 1 – 18 MAI 79)

 

“This photo was taken at Utopia Planitia landing site. It shows a thin coating of water ice on the rocks and soil. Scientists believe dust particles in the atmosphere pick up bits of solid water. Carbon dioxide, which makes up 95 percent of the Martian atmosphere, freezes and adheres to the particles and they become heavy enough to sink. Warmed by the Sun, the surface evaporates the carbon dioxide and returns it to the atmosphere, leaving behind the water and dust.” (nasa.gov)

 

Na Terra conhecidos como DRONES (e muito utilizados para matar a nossa espécie) e no Espaço como Sondas (com o objetivo de encontrar outras espécies). Tudo tendo sido criado com o único objetivo de lançar o Homem para lá das fronteiras do nosso planeta na procura de outros lugares onde como espécie organizada e inteligente um dia poderia ter hipótese de aí se instalar e prevalecer – até por necessidade ou por simples aventura, curiosidade, experimentação e logo expansão (o que mantem o nosso dinamismo e a nossa Evolução) – mas pouco depois com o mesmo a ser imediatamente subalternizado (o Homem) e desde logo a ser substituído (pelas Máquinas): com o pretexto financeiro e da salvaguarda dos astronautas. Enterrando-se o discurso de Kennedy, eliminando-se o protagonista do enredo (do Cenário da Conquista do Cosmos e que seria o Homem), apagando-se de vista a Lua (afinal de contas a poucas horas de viagem) e limitando-se a Aventura a um grupo de especialistas comandando Drones da Terra e enviando-os para onde devíamos ser nós a lá estar (desde esse Grande Passo da Humanidade concretizada na Lua nunca mais saindo de casa).

 

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Imagem 4

Marte – Utopia Planitia – Nascer-do-Sol

(Sonda Viking 2 – Lander – Câmara 2 – 14 JUN 78)

 

“A Martian sunrise was captured in this Viking 2 Lander picture taken June 14, 1978, at the spacecraft's Utopia Planitia landing site. Pictures taken at dawn (or dusk) are quite dark except where the sky is brightened above the Sun's position. The glow in the sky results as light from the Sun is scattered and preferentially absorbed by tiny particles of dust and ice in the atmosphere.” (nasa.gov)

 

À falta de melhor e com as sondas com mais notoriedade pública (norte-americanas e europeias) a fornecerem-nos cada vez menos pormenores interessantes (e oriundos do Mundo Exterior), regressando temporariamente ao passado (não mais que 40 anos) para tentar entender o que terá ocorrido (entretanto e já agora em Marte) para nos deixarmos por aqui ficar (em terra e não no mar, na Terra e não no Espaço). E ficando tristes ao verificarmos como uma instituição de Vanguarda Científica, Tecnológica e representativa do expoente fantástico do Avançado Conhecimento do Mundo atingido por esse fantástico ser biológico que é o Homem (baseado na observação e experiência de sucessivas gerações querendo repetir noutros horizontes a proeza da Conquista dos Oceanos) como o era a NASA, se deslocou dos seus objetivos iniciais da Conquista do Espaço (a partir daí desenvolvendo toda a tecnologia, indústria, economia e vida social que certamente iria revolucionar o quotidiano de todos nós atirando a nossa sociedade, pensamento e organização para outra dimensão) para em vez disso e como Instituição de Concretização que deveria ser (prosseguindo o seu trajeto e o nosso destino), regredindo no espaço-tempo e transformando-se numa mera instituição de replicação (de conhecimento há muito adquirido e apenas retransmitido) se tornou numa mera Escola. Tal como nestas (escolas públicas) e por desinvestimento entrando em decadência e mais tarde fechando – e tal como nos EUA, na Rússia, na China e noutros sítios mais, com a iniciativa privada a ver o filão e a tomar a iniciativa.

 

E no que diz respeito às novas missões da NASA a Marte com as conclusões a serem apenas confirmações (das primeiras) – pelo menos enquanto os astronautas lá não chegarem. E pelos vistos com a SPACE-X (iniciativa privada) bem à frente nas pretensões (suas): ser a primeira a atingir e a colonizar o Planeta Vermelho. Na altura podendo visitar (talvez ainda vivas) a velhinha Opportunity e a menos velhinha Curiosity (este ano fazendo 13 e 6 anos respetivamente a partir do ano em que abandonaram a Terra).

 

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Imagem 5

Marte ‒ Valles Marineris ‒ 3000Km extensão/4Km profundidade

(Sonda Viking – Orbiter)

 

Viajando até ao passado e até ao momento em que as sondas ainda se acomodavam a Marte (imagem 5), transportando até ao presente algumas dessas imagens e recordando o que os cientistas da NASA então já afirmavam (e que muitos anos depois ainda repetem, mas naturalmente com o respetivo puzzle muito mais completo). Como nos confirmam as (4+1) imagens – e escutando agora ainda com muita mais atenção, o que estes verdadeiros pioneiros da exploração espacial (então com tão poucos recursos) alcançaram. E com entusiasmo e emoção (pela sua descoberta) logo nos comunicaram e fizeram sonhar:

 

Como as alterações verificadas em torno da rocha denominada como Big Joe (localizada na planície Chryse e demonstrando há já 40 anos a existência de elementos erosivos sobre a superfície de Marte), que através da ação de elementos presentes na atmosfera do planeta e provocando manifestações caraterísticas desse tipo de fenómenos (deslocando elementos superficiais devido à ação do vento e alterando as caraterísticas do terreno) nos informaram da existência destes agentes (dinâmicos) e do seu movimento relevante em Marte; tal como o dizem hoje falando dos Devil Dust (redemoinhos de vento já por diversas vezes observados em Marte); como se vê na imagem (1) com o abaixamento da superfície de areia situada sob a zona inferior direita da rocha Big Joe;

 

Ou então recordando-nos do momento em que usufruímos da primeira imagem a cores de Marte (imagem 2), mostrando-nos um mundo suportado por um cenário algo semelhante ao nosso, com uma superfície seca, desértica e aparentemente sem vida, refletindo para o exterior a sua cor característica avermelhada e na ausência pelo menos visível do líquido que na Terra significa a existência de moléculas orgânicas (a Água) sugerindo-nos, face aos parâmetros físicos e químicos aí apresentados, podermos estar perante o registo do leito de um antigo oceano que há biliões de anos atrás tenha como na Terra coberto uma parte da sua superfície; um líquido precioso não observável diretamente à sua superfície, mas na realidade ainda presente na mesma (Utopia Planitia) e em determinadas latitudes do planeta sob a forma de gelo (imagem 3) e podendo mesmo ainda existir a níveis inferiores (depósitos subterrâneos);

 

E até numa mistura de Realidade e de Imaginário (o conjunto que dá forma a esta projeção onde coexistimos) usufruindo da imagem do movimento do nosso Sol não tal como o vemos todos os dias na Terra, mas (imagem 4) como o veríamos se estivéssemos colocados num outro mundo um pouco mais afastado de nós (umas dezenas de milhões de quilómetros) um pouco mais longe do Sol (e no entanto calcinado por não ter uma atmosfera protetora): e olhando para o Sol erguendo-se, flutuando e pondo-se como aqui, ficando com a certeza interior de uma ligação profunda prevalecendo entre todos estes corpos (talvez numa ligação um pouco mais estreita entre a Terra e Marte) ‒ fazendo parte do Sistema.

 

(imagens: nasa.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 08:45
Terça-feira, 25 DE Abril DE 2017

Extraterrestres

Mais uma imagem recolhida pelas câmaras da Curiosity (fig. 1) onde se sugere estarmos perante um pequeno objeto voador sobrevoando a superfície do planeta Marte e lançando sobre a mesma um raio de luz. E assim, a partir de um traço vertical e brilhante parecendo deslocado do cenário (fig. 2), encontrando-se explicação científica e imediata seja natural ou artificial: podendo ser o simples reflexo de uma interação energética entre a superfície marciana e os raios cósmicos que constantemente a atingem (um Evento Natural) ou então a intervenção de um artefacto comandado por algo ou alguém inteligente e aí se movimentando (um Evento Artificial).

 

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Ampliação de uma imagem recolhida por uma das câmaras do Rover Curiosity

1675º Dia de estadia na superfície do planeta Marte

(23.04.17 06:15:35 UTC)

 

Vivendo atualmente num Mundo Virtual construído à volta de um Objeto constantemente Apresentado, Promovido e Consumido (passivamente e sem levantar qualquer tipo de questão), é natural que o Sujeito face à descontinuidade desses mesmos produtos e nunca os tendo devidamente alcançado (agravado pelo perigo do Sujeito se desgastar rapidamente e se tornar excedentário) ‒ pelas consequências sociais e profissionais num Evento só possível em momentos da mais pura loucura ‒ num ato de desespero e de desintegração recuse a continuidade e se vire para o Outro Lado: abandonando a sua Área de Conforto, expondo-se aos Efeitos Exteriores e deixando-se levar pela corrente estranha (mas percecionada e sentida) que o arrasta.

 

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2

Marte

SOL 1675

Curiosity Rover ‒ Navcam/Right B

 

No desespero de uma vida monótona por repetitiva e sem necessidade de concretização de objetivos individuais ou coletivos (a negação de uma das caraterísticas de qualquer organismo vivo e que assim se deseje manter), asfixiado por uma multidão irracional caminhando diariamente e sem pensar em direção a uma estrutura apenas interessada em o alienar (neutralizando os nossos sentidos e tornando-nos toxicodependentes) e de uma forma prepotente e incessante triturado por todas as convicções e convenções só por ter um comportamento desviante (só permitido num determinado Espaço/o da Máscara e num Tempo cronometrado/o do Carnava), observando os outros Perdidos e não seguindo critérios (sempre rígidos e irreais) optando por alguns dos (seus ou de outros) trilhos ‒ como Nómadas e não sedentários.

 

[a partir de imagem/opinião: ufosightingshotspot.blogspot.pt/23.04.17]

 

(imagem: nasa.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:53
Sábado, 22 DE Abril DE 2017

Pareidolia em Ceres

“Massive landslides, similar to those found on Earth, are occurring on the asteroid Ceres. That's according to a new study adding to the growing evidence that Ceres retains a significant amount of water ice.

(Georgia Institute of Technology/Landslides on Ceres reflect hidden ice/ScienceDaily/17 April 2017)

 

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Evidências de deslizamentos de terras em Ceres

 

Na continuação da observação mais cuidadosa de um corpo celeste pertencente ao Sistema Solar (tendo como estrela de referência o Sol) e num estudo ainda-por-cima tendo como bónus a forte possibilidade de no mesmo existir Água (indicativo vital para a possibilidade de existência de Vida tal como sucede na Terra) ‒ num trabalho levado a cabo por cientistas do Instituto de Tecnologia da Geórgia (EUA) ‒ investigadores norte-americanos intrigados e curiosos com grandes deslizamentos de terra verificados à superfície desse corpo celeste, sugeriram que tal fenómeno era mais uma fortíssima evidência da existência de uma quantidade apreciável de água manifestando-se aqui sob a forma de gelo: o planeta-anão Ceres, localizado na região do Cinturão de Kuiper, a cerca de 375/450 milhões de Km de distância do Sol.

 

“NASA's Dawn spacecraft has revealed many landslides on Ceres,

which researchers interpret to have been shaped by a significant amount of water ice.”

(nasa.gov)

 

Definição de Pareidolia:

 

“Fenómeno psicológico que consiste na identificação ilusória de significados ou padrões reconhecíveis, em resposta a estímulos vagos ou aleatórios.” (infopedia.pt)

 

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A face de Bart Simpson na superfície de Ceres

 

Um planeta-anão localizado no Cinturão de Asteroides (berço de muitos dos seus semelhantes de maiores ou menores dimensões), cumprindo a sua órbita em cerca de 4.5 anos, deslocando-se a uma V de quase 18Km/s, com um diâmetro inferir a 1000Km (cerca de 1/4 o da Lua), localizado a uma distância entre 2.5/3.0 UA (o Cinturão abrange uma região do Sistema Solar entre 3/4UA) e que para muitos pela sua estrutura, forma e tamanho (o maior objeto aí observado, mas menor que a Lua e menor que Plutão) poderia muito bem passar por um planeta (como já foi num passado distante e tal como Plutão já o foi num passado recente) ‒ ou então por um asteroide um dia podendo alterar a sua órbita (eventual colisão com outro corpo) e vir-nos fazer uma visita.

 

“Landslides cover more area in the poles than at the equator, but most surface processes generally don’t care about latitude. That’s one reason why we think it’s ice affecting the flow processes. There’s no other good way to explain why the poles have huge, thick landslides; mid-latitudes have a mixture of sheeted and thick landslides; and low latitudes have just a few.”

(nasa.gov)

 

Hoje em dia e com a sonda DAWN orbitando e observando cuidadosamente este agora planeta-anão, com o mesmo a apresentar-se como um dos potenciais e provavelmente mais vastos depósitos de água existentes no Sistema Solar ‒ pelo menos situando-se muito mais perto de outro seu grande rival o ultimamente tão falado satélite de Saturno Encelados (podendo ter oceanos subterrâneos de água gelada). E com alguns técnicos talvez desiludidos por mais uma vez não vislumbrarem sobre a superfície de um outro mundo o mais pequeno (que seja) sinal de Vida, a começarem a alucinar (a ver coisas colocadas num cenário onde jamais existiriam, tal e qual como numa miragem) sobrepondo o imaginário (infantil) à realidade (do adulto) e para tal desenhando em Ceres um produto certificado na Terra ‒ talvez como se colocássemos lá uma bandeira e a partir daí nos identificássemos com um nosso novo território. Deixando lá mesmo que editado a partir de cá a nossa impressão digital. Num fenómeno psicológico prevalecendo cada vez com maior intensidade e profundidade no tempo presente ‒ cada vez que nos movimentamos e envelhecemos um pouco mais ‒ e que no entanto face à manutenção das condições sociais e ambientais que nos rodeiam e com a definição de realidade a ser constantemente alterada (nem que seja nos valores a respeitar), nos leva a projetar cenários reconhecíveis (algo vagos mas resultando de estímulos ‒ em princípio reais) em vez de estudarmos os já existentes. Como se estivéssemos à procura da nossa própria sombra mas agora projetada à distância.

 

(imagens: nasa.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:25
Domingo, 16 DE Abril DE 2017

Salada em Encelados

[Confusão, Trapalhada, Salgalhada]

 

No sentido em que continuamos a oferecer uma resistência por vezes inexplicável senão mesmo incompreensível, ao aparecimento dos mais diversos sinais e incontornáveis vestígios da possível existência de Vida noutros locais que não a Terra ‒ e isto apesar de tudo o que lá acontece parecer (pelo menos à distância) tão semelhante (ou mesmo idêntico) ao que se passou/passa por cá: Evolução certamente com algum sentido (talvez acompanhada de Vida Orgânica como sempre apoiada pelo Mundo Mineral).

 

Se quisermos encontrar água seja doce seja salgada (rodeados de natureza e de tecnologia como é o caso da Terra) vasta mesmo olhar para o lado ou então abrir uma torneira. É claro que se não nos preocuparmos muito com isso, seja no passado seja no presente (enquanto a vemos é porque ainda existe), mas sabendo de antemão que um local não é para sempre (todo o sistema é dinâmico seja na Terra/Explorando os Oceanos seja no Espaço/Explorando o Universo), convém sempre olhar para mais longe e procurar o que já aqui temos: não só porque o conhecemos bem, como “de nós fazendo parte e procura-lo ser ciência mas também um pouco de arte”. Só sendo possível ao artista projetando livremente outros cenários sugerir ao cientista a importância da persistência na antecipação dos mesmos, de modo a assim se realçar os pré-existentes, destacando-os um pouco mais (retirando-os do esquecimento adquirido) e na concretização de um novo ciclo projetando-os (replicando-os) no Futuro ‒ à procura e sempre do mesmo, senão aqui (na Terra) um pouco mais longe (Encelados).

 

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Neste momento com a distância a ser apenas um pormenor: entre a Terra e Encelados separando-os mais de 1280 milhões de Km: viajando-se à velocidade da luz (300.000Km/s) demorando-se mais de 71 minutos a lá chegar. O que significa que em função da nossa longevidade/resistência e do comportamento/atitude de outros astronautas noutras situações semelhantes ‒ tomemos como um caso exemplar as missões Apollo à Lua ‒ uma viagem de 15 dias seria na realidade o ideal: sendo apenas necessário arranjar uma nave espacial capaz de atingir velocidades na ordem dos 1000Km/s (somente umas 20X/40X a velocidade de alguns asteroides/cometas) ‒ Impossível? Caso contrário o melhor será mesmo esperar mais uns bons anos pela concretização da viagem (ao ritmo de decadência atual uns 50 a 100 anos) e irmo-nos entretanto e como pretende Elon Musk entretendo (com pretensas aventuras e colonizações), explorando e fritando os nossos neurónios em Marte. E logo com a Lua aqui tão perto.

 

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Ou então optar por outra visão de Elon Musk, provável e irremediavelmente desiludido com as limitadas capacidades do homem de resistir a extremas provações (o tempo da utilização de escravos para acelerar à bruta o processo eventualmente já acabara), nos dias de hoje e infortunadamente com o mesmo a não ter os necessários tomates (dos escravos) como no tempo ainda tão próximo dos Descobrimentos, então com frágeis caravelas enfrentando o oceano e aí desaparecendo para sempre, nunca se contabilizando vidas mas aspirando-se sempre a grandes lucros: ligando-nos à corrente através de periféricos e utilizando a inteligência da máquina, sobrepondo-nos nós à mesma e fundindo-nos com ela. Eliminando excessos (de hardware atualizando o corpo) e potenciando virtudes (de software reprogramando a mente) ‒  e fazendo durar mais tempo o novo protótipo do Homem (um modelo talvez obrigatório de aplicação pelo menos enquanto andarmos entre simples apeadeiros e não entre Estações utilizando tecnologia pré-histórica).

 

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Tudo isto porque num dia em que Donald Trump fez mais uma gloriosa demonstração de todo o seu poder de fogo enviando uma Bomba Elefante sobre o Afeganistão (de modo a meter a tromba em qualquer gruta que pudesse albergar terroristas ‒ mas e se não forem?), obliterando tudo numa extensão de terreno de pelo menos 1Km, alguém se lembrou de falar de água (uma coisa tão comum) descoberta num mundo distante (quando aqui basta abrir a torneira): por um lado dando para se perceber qual o verdadeiro interesse no Espaço de políticos como Ted Cruz e como Marco Rubio, que parecendo muito interessados no desenvolvimento do Programa Espacial da NASA tem os seus olhos bem presos no desenvolvimento de foguetões poderosos, rápidos e de longo alcance. Para chegar onde e dominar quem? Mas voltemos a Encelados e deixemos os milionários entretidos com os seus terroristas (sejam máquinas como teme Musk sejam homens como teme Trump).

 

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Um dos satélites do longínquo e gigante-gasoso corpo celeste conhecido como Saturno (um dos 8 planetas do Sistema Solar em dimensão só superado por Júpiter), ainda hoje sob a observação da sonda norte-americana Cassini na sua já longa estadia nas imediações do mesmo (em sua órbita desde 2004) e que desde os primeiros dados recolhidos sobre essa lua (Encelados), refletindo a sua atmosfera, a sua superfície e até a sua possível estrutura interna, encontrou sinais senão mesmo evidências da possível existência de oceanos líquidos (subterrâneos), por vezes perfurando a camada superficial cobrindo a lua (devido ao exercício de fortes pressões internas) e acabando por ejetar material para o exterior sujeito a grande pressão, temperatura e velocidade, atingindo altitudes bem visíveis mesmo que observadas a muitos milhares de km pelas câmaras da minúscula sonda Cassini. E tal como se estivéssemos numa região hidrotermal, com a água quente surgindo por vezes à superfície e criando as condições ideais para nela evoluir e se instalar algo mais ‒ vida orgânica.

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:32
Domingo, 12 DE Março DE 2017

Um Saltinho até Ceres (de cerca de 400 milhões de Km)

Se a procura de água na Terra já começa a ser para o Homem o novo desafio do Presente, a procura daquele composto que se tornará num Futuro cada vez mais próximo (se por acaso já não estiver por aí) num bem cada vez mais precioso para a nossa sobrevivência (e neste planeta já sob forte pressão de consumo e desperdício), inevitavelmente que se estenderá para fora do nosso ecossistema e na direção de objetos prometedores. Tendo logo à frente Europa/lua de Júpiter e Encelados/lua de Saturno (os mais prometedores podendo mesmo existir a possibilidade da existência de Vida), seguido de Ganimedes/lua de Júpiter (a maior lua do Sistema Solar podendo ter um oceano subterrâneo), Ceres (de entre os incertos o mais capaz de conter água) e porque não Marte (com vestígios de num passado bastante distante parte do planeta poder ter estado coberto por um oceano e ainda evidenciando no presente alguns sinais da presença de gelos sazonais e seu derretimento – levantando-se mesmo a hipótese da existência de depósitos subterrâneos, líquidos ou sólidos).

 

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Ceres – Cratera Occator

Combinação de imagens do planeta-anão recolhidas pela sonda Dawn

(entre Setembro/2015 e Fevereiro/2016)

Uma cratera iniciada com um impacto forçando o material a sair e formando a cúpula central

 

Situado a cerca de metade da viagem entre o nosso planeta e o maior planeta do Sistema Solar – JÚPITER localizado a uma distância média de 5.2 UA – existe um pequeno corpo celeste que quando descoberto no início do séc. XIX pelo astrónomo italiano GUISEPPE PIAZZI (em 1801), foi inicialmente considerado como sendo um possível cometa, depois sendo a sua definição alterada para planeta menor e hoje em dia não passando de um simples PLANETA-ANÃO (localizado a uma distância média de 2.8 UA).

 

Sugerida a sua existência em 1772 (através de cálculos matemáticos levados a cabo por JOHANN BODE), descoberto 29 depois pelo padre católico e matemático Guiseppe Piazzi e já tendo sido considerado o 5ºplaneta do Sistema planetário centrado na nossa estrela o SOL (um planeta que ocuparia a região do Espaço onde se situa a Cintura de Asteroides), CERES faz agora companhia ao seu colega PLUTÃO: no grupo (dos anões) mas não no local (um na Cintura de Asteroides outro no Cinturão de Kuiper a 30/50 UA).

 

Hoje, tal como Plutão ainda há poucos anos considerado o nono, último e mais distante planeta do Sistema Solar (supostamente para lá dele não existindo outros corpos com características de planeta), com Ceres fazendo parte do grupo de corpos celestes integrando a Cintura de Asteroides (com um número indeterminado de objetos aí circulando), uns menores outros de dimensões mais relevantes e com órbitas interiores mais apertadas ou alargadas (com uma órbita como a de Plutão).

 

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A cratera Occator

Contendo uma das áreas mais brilhantes observadas na superfície de Ceres

(com mais de 90Km de extensão e 4Km de profundidade)

Com a matéria brilhante a ser composta por sais de carbonato

 

Com Ceres a ser o único planeta-anão assim considerado (e pertencendo à Cintura de Asteroides) e como tal sendo até ao momento o maior objeto aí descoberto: tomando como referência VESTA um asteroide pertencendo à 1ªCintura (entre MARTE e Júpiter) e com cerca de 500Km de dimensão, com o planeta-anão Ceres a ser quase 2X Vesta e por sua vez com Plutão a ser mais de 4X Vesta e mais de 2X Ceres.

 

Como se vê com Ceres e Plutão a apresentarem dimensões mínimas e aceitáveis para ainda poderem ser considerados como planetas (o diâmetro de MERCÚRIO é aproximadamente o dobro de Plutão), mas sendo condicionados nas suas órbitas não podendo (por definição) ser considerados como tais (dependendo e podendo a mesma ser alterada por influência de outros corpos aí existentes). Se tomarmos como termo de comparação a LUA (um satélite) com esta a ser maior que Ceres e menor que Plutão.

 

E para quem ainda pretende descobrir os segredos deste imenso (para nós) e tão pequeno SISTEMA SOLAR (para o Universo) nada melhor que dirigirmo-nos a um corpo celeste se possível não muito distante, localizado próximo das rotas e dos últimos destinos procurados e claro está que nos possa dar antecipadamente pelo menos alguns sinais da presença de água de minerais e até de matéria orgânica (já que onde há água estará sempre presente o Mundo Mineral e talvez a base de construção do Mundo Orgânico).

 

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Segundo os cientistas com a parte central e mais brilhante da cratera de Occator

A ser alguns milhões de anos mais nova

Do que a superfície do planeta-anão onde a mesma assenta

Com a matéria escura a ser composta por carbonatos misturados com outros materiais

 

Com a distância que já se faz assiduamente e com a maior das normalidades utilizando sondas automáticas entre a Terra e o planeta Marte (e que nos próximos anos segundo desejos da NASA e ambições da SPACE-X deixarão de ser automáticas passando a ser tripuladas – e desse modo retomando o envio de terrestres pelo interior do Sistema), podendo-se muito bem complementar a viagem com mais um pequeno salto até à Cintura (de Asteroides) aproveitando o momento para visitar Ceres.

 

Um corpo celeste localizado relativamente perto de nós (Marte fica a uma distância média de 1.5 UA do Sol e Ceres fica a cerca de 2.8 UA) e que pela sua distância à Terra (menos que 2x a distância) poderia demorar entre 300 a 600 dias a atingir o seu objetivo (tomando como referência o tempo gasto pelas sondas automáticas): dependendo esse tempo da velocidade de lançamento da nave espacial, do seu alinhamento com Ceres (preferencial quando está no seu afélio) e do total da distância necessária a percorrer entre o planeta e o planeta-anão.

 

Numa viagem interplanetária que levaria o Homem até à fronteira que separa os planetas interiores (Mercúrio, Vénus, Terra e Marte) dos planetas exteriores (Júpiter, Saturno, Úrano e Neptuno) do Sistema Solar, decorrendo num espaço temporal entre 1 a 2 anos e que colocaria pela 1ªvez a Humanidade face a um mundo alienígena (e gelado) e podendo conter no seu seio os componentes essenciais da Vida (pelo menos na Terra) – água e sais minerais – suportando a partir daí a possibilidade do aparecimento de material orgânico (mesmo que primitivo).

 

(imagens: photojournal.jpl.nasa.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:28
Sexta-feira, 03 DE Março DE 2017

A Terra Treme Várias Vezes e Todos os Dias

Significando que através da manutenção da sua atividade interna, se mantêm as condições ideais para a continuação da existência de Vida neste planeta.

 

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Vulcão Anak Krakatau – Indonésia

A existência de atividade Vulcânica como sinal da existência de Vida

(tendo a Terra como exemplo e o Homem como exemplar)

 

Com as zonas sismologicamente mais ativas da Terra centradas quase sempre em torno de duas grandes regiões, é fácil até para um leigo analisando a concentração de pontinhos assinalando os últimos sismos, localizá-las corretamente num mapa: uma delas rodeando toda a extensão da falha tectónica separando a Placa Euroasiática da Placa Africana, outra rodeando a fronteira entre a Placa Sul-Americana e a Placa de Nazca e finalmente uma outra rodeando toda a Placa Indo-Australiana e coexistindo com o Anel de Fogo do Pacífico.

 

Nas tabelas e gráficos mensais relacionados com a atividade sísmica registada nas diversas regiões do globo terrestre, com as referências a toda a zona do Indo-Pacífico, da costa ocidental do continente Sul-Americano e ainda de toda a zona estendendo-se da entrada do estreito de Gibraltar até ao Médio-Oriente (a que apanha Portugal a sul) a sobrecarregarem estas regiões fazendo-as sobressair entre todas as outras como as das mais ativas na atualidade: mas sem dúvida com a Placa Indo-Australiana a ser a mais castigada pela frequência e magnitude dos sismos (só sendo acompanhada mas com menor frequência pelos sismos causados pelos choques entre as Placas de Nazca e a das Caraíbas e Sul-Americana).

 

Ainda hoje (referindo-me às últimas 24 horas) e como comprovativo com quatro sismos significativos na região do Índico-Pacífico em zonas localizadas a norte da Austrália (Ilhas Salomão, Banda Sea, Ilhas Mariana e mais acima o último registado no Japão) e com a amplitude a variar entre M5.0 e M5.5; com outros três a definirem a linha da falha tectónica atravessando o Mediterrâneo, atingindo na Turquia M5.6 (o penúltimo de todos os sismos aqui referidos e ocorrido esta manhã) e no outro extremo já no Atlântico Norte M4.9 (a meio com Monchique a sentir alguma coisinha com um sismo impercetível de M0.5); e ainda um pouco mais a norte junto à falha da Placa Norte-Americana (e num local também habitual) um sismo de m5.6 registado no sul do Alaska (e um outro um pouco mais a sudeste nas Ilhas Aleutas de M5.5).

 

[Sismos registados até às 18:20 UTC de 02.03.2017]

 

A partir daqui e através de um processo recorrente de recuperação de arquivos armazenados no nosso cérebro (utilizando um código de acesso específico e adaptado às diferentes fases de implementação do programa – inserido nas nossas células e responsável pelos alicerces, edificação e consolidação do seu tronco central, por natureza oportunista e seletivo), podendo-se divagar um pouco sobre a história geológica e topográfica do nosso planeta e a partir daí tentar esboçar o aspeto superficial que a Terra teria há uns milhões de anos no passado e talvez adivinhar ou prever (por justaposição de modelos) o que ela poderá ser no futuro: as zonas que colapsaram e se afundaram sob a fina crosta terrestre e aquelas que no sentido inverso se ergueram dos níveis inferiores marítimos e/ou continentais e se mostraram ao Mundo – talvez não pela 1ªvez mas certamente renascidas.

 

solarcycle2016.gif

Atividade Solar – Ano/nº de manchas solares

Num ciclo de baixa atividade solar podendo ter consequências para a Terra

(na sua atividade geológica agora mais influenciada pela ação dos raios cósmicos)

 

Num Ciclo Solar e num Ciclo Terrestre que nos apresenta um Sol a atravessar um período de baixa atividade e uma Terra um pouco desprotegida devido às variações registadas no campo magnético terrestre: por um lado com o Sol a pressionar menos a Terra (com as suas tempestades solares e projeções de CME, sendo menos frequentes e intensas) – aspeto positivo – mas pelo outro e em sentido contrário – aspeto negativo – com o campo magnético e protetor rodeando a Terra a enfraquecer e a deixar-se penetrar com mais facilidade pelos também perigosos por radioativos Raios Cósmicos. Para uns indicando estarmos cada mais próximos de uma inversão magnética (daqui a 1, 10, 100, 1000, 10000 ou muitos mais anos) para outros (a maioria oficial) estando-se apenas a verificar uma readaptação do mesmo campo magnético com o mesmo acabando por se estabilizar. Com os cientistas a afirmarem terem conhecimento (confirmando em parte a versão anterior) de uma deslocação de material ferroso no interior profundo da Terra (associado à polarização dos mesmos e à definição do norte e do sul magnético terrestre) transportado por um poderosíssimo jato composto por diferentes elementos deslocando-se no interior de extensas massas de materiais líquido e em fusão (localizadas no manto – até cerca de 2900Km de profundidade)), circulando na área mais profunda da litosfera e rodeando a sua parte central o núcleo – com o núcleo externo líquido (2900Km a 5150Km de profundidade) e o núcleo interno sólido.

 

Neste primeiro trimestre de 2017 com a USGS – instituição norte-americana destinada à investigação geológica (repetindo o já feito e iniciado no ano passado) – a divulgar os estudos comparativos dos sismos naturais e dos sismos induzidos (pela atividade humana) na região central e leste dos EUA: tudo porque o crescimento dos sismos registados nas zonas sob observação (da USGS) registava um crescimento significativo na área dos induzidos – e logo causados pelo próprio Homem (digamos que tendo origem artificial). E sendo uma das atividades humanas responsável pela maioria do aparecimento desses sismos induzidos a Indústria Petrolífera – com o fracking (método que possibilita a extração de combustíveis líquidos e gasosos do subsolo) a ser protagonista – não sendo pois de admirar que face à crise na mesma (no presente e no preço), os furos tenham diminuído e as repercussões sismológicas também: menos fracking, menos furos, menos sismos. Ficando os especialistas felizes por se preverem futuras quedas. Mas agora com Donald Trump a prometer maior apoio à Indústria Petrolífera.

 

oil-price-2014-2015.jpg

Evolução do preço do petróleo nos últimos dois anos e meio

(com um pico mínimo histórico registado no fim de 2016)

37 dólares/barril de crude

 

Aproveitando a USGS a ocasião de indicar quais as regiões (Estado) dos EUA sob maior ameaça: Oklhaoma. Apresentando um crescimento exponencial de pequenos sismos registados (a partir de 2014) se comparados à média habitual (entre 1980 e 2000):

 

Período

Nº Sismos por ano

1980/2000

2/3

2014

2500

2015

4000

2016

2500

Região de Oklahoma

(EUA)

 

Com o quadro a ser bem explicito quanto ao brutal crescimento de pequenos sismos nesse estado norte-americano, acompanhando perfeitamente nesse seu movimento (em subida) o período de tempo em que o preço do petróleo esteve sempre em crescendo, até se dar a grande viragem, a descida dos preços e a última crise petrolífera (com o barril de petróleo a descer de mais de 100 dólares para pouco mais de 35 dólares) – originando como efeito colateral (e sobretudo na indústria dedicada ao fracking) grandes prejuízos e o abandono temporário do programa de exploração. Tudo sentido no nosso quotidiano mas com algum atraso: desde que a crise estala só a sentindo depois (com a descida dos combustíveis – numa guerra declarada e apenas levada a cabo para se castigar produtores – como a Rússia e o Irão mas beneficiando a China), aproveitando para olhar para trás e mesmo assim não compreendendo os sinais (num dos seus momentos áureos com as máquinas do petróleo fartando-se de esburacar perante a indiferença total) e mesmo num momento de alívio e de alguma descompressão ignorando de novo os factos e persistindo na execução.

 

Prevendo-se talvez definitivamente e de uma forma verdadeiramente irrevogável, que nos próximos 4 anos (pelo menos se nada de estranho acontecer antes) e entregue a Administração da Terra ao novo Presidente da Maior Potência Terrestre agora entronizado Líder Espiritual Mundial, se verifique de novo a retoma no mercado do petróleo (e outros combustíveis fósseis em locais penetráveis) com os preços a subirem e as perfuradoras a trabalharem. E que estados como o de Oklahoma (ou até como o da Califórnia) persistindo na intenção geral da retoma através da reintrodução de sistemas de exploração extremamente intrusivas como o fracking (na qualidade do ambiente e na saúde dos seus cidadãos – por exemplo utilizando e poluindo lençóis de água) – até pela sua localização geográfica sendo clientes habituais de fenómenos sismológicos naturais – poderão a curto-prazo e caso se mantenham as intenções (do Governo representando as Corporações) não só provocar ainda mais sismos (naturais ou induzidos), ainda mais destruição e mais vítimas (com a decadência ambiental devido à ocupação da indústria), como num extremo possível e levando o plano até ao fim destruir uma grande área dos Estados Unidos da América (tendo a norte Yellowstone e o seu SuperVulcão; e a oeste a Califórnia e a falha de San Andreas).

 

(imagens: plexusworld.com/nextgrandminimum.wordpress.com/bloomberg.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:44
Sábado, 25 DE Fevereiro DE 2017

Em Marte Algo se Mexe – podendo estar Vivo

Ao contrário do que muitos pensam (face à evidência de que Marte não possui uma atmosfera como a existente na Terra) existirão certamente outros planetas onde poderemos constatar o aparecimento à sua superfície de redemoinhos de vento: bastando para tal a presença de camadas sobrepostas sobre a superfície do planeta de materiais a diferentes temperaturas (no seu estado gasoso e envolvido por finas poeiras) obrigando essas mesmas camadas (as mais quentes/leves a subirem as mais frias/pesadas a descerem) a deslocarem-se e a provocar efeitos dos mais visíveis e caraterísticos desse tipo de fenómeno (universal – o Vento.

 

O que significa que Marte também terá a sua atmosfera (numa constituição diferente da nossa, familiar, mas como se fosse de outra espécie) e os seus redemoinhos: os chamados Dust Devils. Para futuras expedições ao planeta Marte sendo mais um problema para os humanos resolverem: postos perante redemoinhos marcianos muitas vezes superior em intensidade aos testemunhados na Terra (50X ou mais).

 

PIA21457.jpg

Mars

Dust Devil in Hilly terrain

(Mars Reconnaissance Orbiter – PIA 21457)

Optical Instrument HiRISE

 

No cumprimento do seu programa de observação do planeta Marte iniciado aquando da sua inserção em órbita (em 10 de Março de 2006), a sonda norte-americana MRO enviada ao planeta Vermelho com o objetivo prioritário de encontrar vestígios da existência de água no passado, continua a enviar-nos testemunhos ao vivo de um planeta que nos seus momentos de maior aproximação à Terra se encontra apenas a uns curtos 76.5 milhões de Km (como aconteceu a 22 de Maio do ano passado quando Marte se encontrava em oposição e no ponto da sua órbita de maior aproximação à Terra; e o que acontece aproximadamente de 2 em 2 anos quando Marte se coloca do outro lado do Sol) – e que em 27 de Julho de 2018 ainda estará mais perto: a menos de 60 milhões de Km.

 

Um planeta nosso vizinho, que nos parece querer dizer algo, que um dia poderá ter tido água, atmosfera e até vida – elementos de um cenário comum que também temos na Terra – e que apesar de declarado como morto há biliões de anos atrás, ainda nos vai intrigando com vestígios e movimento: vestígios de um Mundo (ainda) Vivo e sobretudo em Movimento – Mineral ou Orgânico ou com qualquer outro tipo de base (de suporte à estrutura).

 

E como todos nós sabemos que um dos indícios de que a Matéria está Viva e em constante Transformação é o de se mover, interagir, trocar e transformar energia (ocupando sucessivamente novos espaços ao deslocar-se), observar-se um objeto deslocando-se entre determinados parâmetros e assim integrando-se no seu meio (por mais inóspito que o consideremos) só poderá significar que este não será propriamente um objeto inanimado tendo pelo contrário e como seria Natural uma missão a cumprir e um determinado objetivo a executar (dentro do conjunto a que pertence): como o teria qualquer elemento que fizesse parte de um determinado Mundo e fizesse parte dessa Estrutura – naturalmente e para poder persistir inteligente, organizada e como tal Viva.

 

There are many dust devils on Mars -- little twisters that raise dust from the surface. They have also cleaned dust off of the solar panels of the rovers Opportunity and Spirit, improving the solar power production. Spirit became stuck in 2009 and ceased communication a year later. (nsa.gov)

 

PSP_009819_2130.jpg

Mars

A Dust Devil on Hilly Terrain

(Mars Reconnaissance Rover – 2008 Image in the Amazonis region)

Optical Instrument HiRISE

 

Se um calhau se desloca, algo ou alguém interagiu com ele – em termos relativos ou absolutos (tanto faz) movimentando-se a uma determinada velocidade (a indicada para o mecanismo) e com a matéria que o compõe e que lhe dá forma (a estrutura que o define tipo ADN) interagindo com todos os componentes interiores que o caraterizam e com os exteriores que o condicionam (influenciando a sua evolução).

 

Para tal efeito utilizando toda a tecnologia natural desde sempre disponível (mas tal como o nosso cérebro aproveitado minimamente), com a Matéria (a providencial doadora) evidenciando toda a sua pujança e vigor (que a carateriza como criadora de Vida), com constantes trocas (e transformações) de energia eletromagnética (desequilibrando e equilibrando o sistema) e como consequência (vital) obrigando-o todo o edifício a mexer-se, a criar soluções e a evoluir na direção mais correta (adaptando-se pois a perfeição não existe sendo apenas um desejo).

 

(imagens e legendas: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:10
Sábado, 18 DE Fevereiro DE 2017

Há Vida em Ceres

“The dwarf planet Ceres keeps looking better and better as a possible home for alien life. NASA's Dawn spacecraft has spotted organic molecules — the carbon-containing building blocks of life as we know it — on Ceres for the first time. And these organics appear to be native, likely forming on Ceres rather than arriving via asteroid or comet strikes.” (Mike Wall – space.com)

 

PIA21420.jpg

Ceres

Deteção de material orgânico na cratera Ernutet

(PIA 21420)

 

Todos nós sabemos que existe uma diferença fundamental entre os elementos pertencentes ao Mundo Orgânico e todos os outros pertencentes ao Mundo Mineral: no Mundo Natural sendo os primeiros classificados como animados (animais e vegetais) e os segundos como inanimados (sais e outros compostos).

 

No Mundo Orgânico com os materiais que o constituem a serem referidos como tendo na sua composição carbono e hidrogénio (hidrocarbonetos), combinando-se nas mais variadas proporções e formando os mais diferenciados compostos (um sistema mais jovem e dinâmico, inserido numa bifurcação da estrutura central e notando-se mais nele os efeitos visíveis da evolução); e no Mundo Mineral com todos os elementos que o constituem a combinarem-se em proporções bem determinadas (por serem aplicadas num período incomparavelmente mais extenso e assim, assemelhando-se a definitivas) para formarem o seu composto (sustentado por um sistema muito mais velho e estável, tronco central da estrutura que originou tudo isto e à primeira vista parecendo estático e morto – e no entanto estando por cá desde que nos lembramos e cá ficando quando partirmos).

 

No nosso pequeno (pela sua dimensão) mas também imenso ecossistema terrestre (um local com um número infindável de variações de vida), convivendo com as mais variadas espécies do Mundo Animal e do Mundo Vegetal e sendo rodeado por todos os lados, direções e profundidade pelo omnipresente Mundo Mineral: vendo-o em todo o lado (com qualquer dos nossos sentidos), reconhecendo a sua presença (sendo compostos por minerais, até no nosso interior) e no entanto nunca lhe reconhecendo o papel de Deus. E toda esta encenação que nunca levará a lado nenhum a dever-se exclusivamente ao nosso medo de morte de podermos ser na realidade os Únicos Seres Vivos de todo este Universo (nem sequer nos questionando porque ser feito à nossa imagem) – quem nos virá salvar dos efeitos definitivos do tempo e da guilhotina inevitável dos ponteiros do relógio – e de apesar de exclusivos, inteligentes e organizados (capazes de nos replicarmos rápido e eficientemente) acabarmos por aqui ficar e aqui ser enterrados (sem que nada ou ninguém dê por nada).

 

PIA21419.jpg

Cratera Ernutet

Na primeira suspeita da presença de material orgânico

(PIA 21419)

 

Com os nossos olhares a abandonarem a Terra e a virarem-se agora para um outro mundo integrando o nosso Sistema e localizado a mais de 400 milhões de Km do Sol (quase o triplo da distância Sol/Terra). Procurando nas imagens enviadas por uma sonda automática (a sonda Dawn) lançada em direção a um planeta-anão movimentando-se na região do Cinturão de Asteroides (o planeta Ceres), algum tipo qualquer de vestígio ou no mínimo de algum indício, da presença no local do tão desejado material – orgânico. Algo agora sugerido pela NASA e podendo significar finalmente a prova de existência de vida (e de materiais orgânicos que não os nossos mas de origem alienígena). Recordando apenas para quem já não se recorda que materiais orgânicos são substâncias que já estiveram vivas (um elemento integrando um conjunto) e que ao longo do tempo se foram decompondo e integrando (diluindo-se no mesmo) – desde animais até plantas, passando por bactérias e fungos e outros que nem sabemos.

 

Com o Site PHOTOJOURNAL da NASA a presentear-nos esta semana com mais uma imagem (PIA 21420 – na sua última adição de 16 de Fevereiro) tendo como referência o planeta-anão Ceres e apontando o seu dedo para uma das muitas depressões existentes à sua superfície – a cratera Ernutet (por sinal a Deusa Egípcia da Fertilidade). E indicando-nos que nessa imagem obtida a partir da sonda Dawn utilizando o seu instrumento ótico VIR (espectrómetro de visualização a infravermelhos) – e com o mesmo com as suas lentes dirigidas para a área em redor da cratera Ernutet – era possível detetar sinais evidentes da presença de material orgânico no planeta Ceres: com as áreas a verde a serem aquelas onde esse material era menos abundante e as áreas a cor-de-rosa a poderem ser as mais ricas em material orgânico (pelo menos sendo essa indicação que essa cor costuma transmitir).

 

Deixando-nos suspensos á espera dos novos episódios da temporada (da NASA).

E de que há mesmo Vida para além da nossa terra (a TERRA).

 

[Numa outra imagem – PIA 21419 – registada por outra câmara instalada na sonda Dawn e focando a cratera Ernutet, com uma das partes da mesma a apresentar um tom mais brilhante, dando-lhe um tom mais alaranjado relativamente à restante (área). Levando posteriormente os investigadores a associá-la à presença de material orgânico, naquela cratera de Ceres – localizada no hemisfério norte e com um diâmetro de mais de 50Km.]

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:58
Sexta-feira, 10 DE Fevereiro DE 2017

Encélado – Um Depósito de Água

“Já que no planeta Terra tudo parece ter parado no Tempo (onde é que está a Evolução da Mentalidade Humana e a sua Transformação para um nível superior de Felicidade, se a esmagadora maioria nem entende a Tecnologia que usa) nada mais nos resta senão olhar para o Espaço: e Imaginar, sonhando um dia tornar-se realidade. Pelo menos não ficando parados, continuando a morrer pouco-a-pouco e nem sequer nos apercebendo disso (estilo Zombie).”

 

Um corpo celeste onde num futuro próximo o Homem poderá colocar uma colónia terrestre, não só pela existência de Água e pela possibilidade de existência de Vida, como por poder ser um potencial Entreposto para nos lançarmos com mais segurança para além dos limites do nosso próprio Sistema.

 

PIA20522-2.tif

PIA 20522

(parcial)

Vista parcial do Hemisfério de Encélado virado para Saturno

(com o N para a esquerda e o S para a direita)

 

A maior lua do Gigante Gasoso Saturno (diâmetro Saturno = 9.5 X diâmetro da Terra), descoberta há 228 anos pelo astrónomo alemão William Herschel (observando-a a cerca de 1500 milhões de Km) e que só passou a ser mais conhecida há cerca de 37 anos aquando da passagem nas suas proximidades da sonda Voyager 2 (oferecendo-nos aí imagens a cerca de 120 mil Km de distância). Só mais tarde voltando a ser visitada aquando da passagem de uma nova missão (vai fazer 12 anos), tendo como objetivo Saturno e os seus satélites naturais – integrando nesse projeto a sonda Cassini-Huygens (com o módulo Cassini como orbitador terminando a sua missão em Setembro deste ano ao entrar na atmosfera de Saturno e com o módulo Huygens terminando a sua missão aterrando na lua Titã – em Janeiro de 2005).

 

Na continuação da sua missão iniciada em 1997, com a sonda a entrar em órbita de Saturno em 2004 e com o seu fim já agendado para 15 de Setembro de 2017. E nesta imagem da NASA capturada em Novembro de 2016 (a 130 mil Km de distância da sonda Cassini) apresentando-nos mais uma vez Encélado: tal como o afirma a Agência Espacial Norte-Americana “um mundo frio, gelado e inóspito” mas que debaixo dessa capa exterior “poderá apresentar as condições necessárias para a existência de Vida”. E que dadas as observações realizadas ao longo destes últimos anos em redor desta lua, mostrando-nos “jatos de água enviando partículas de gelo para o Espaço a partir da sua superfície” e a existência de um “oceano debaixo da sua crosta gelada (podendo apresentar atividade hidrotermal) ”, acabando por levar os cientistas da NASA (responsáveis por esta missão e suas conclusões) até pela presença de água líquida como sendo um ingrediente-chave para a existência de Vida”, a considerar Encélado como um dos alvos prioritários para a procura da mesma Vida” no Sistema Solar.

 

PIA17184.jpg

PIA 17184

Geiseres no Polo sul de Encélado

Com a sombra da lua visível no contraste com a emissão de geiseres

(30.11.2011)

 

Levando os cientistas da NASA a reconsiderarem a imagem que temos hoje desta lua (que poderá não ser a mesma amanhã) e a atribuírem à imagem de Encélado o título de “Potencial Hospitable Enceladus”. Do Presente passando-se para o Futuro e tornando tudo claro como Água – mas com outros Mundos mais longínquos como Europa (lua de Júpiter), a distâncias aproximadas de Ganimedes (como outra das luas de Saturno Encélado) ou mais perto do planeta Terra como Ceres (planeta-anão localizado na Cintura de Asteroides a cerca de 380-445 milhões de Km – cerca de 1/3 da distância Terra/Encélado) a também poderem ser potenciais fornecedores. Utilizando uma nave espacial movida a fotões demorando pouco mais de 83 minutos a chegar a Encélado e menos de 25 minutos a chegar a Ceres – bastando para tal um propulsor a fotões, um chassis que o aguente e homens rigorosamente protegidos (da nave e do exterior).

 

(texto/itálico/negrito: pensamento NASA – imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:21
Quinta-feira, 12 DE Janeiro DE 2017

O Sol e a Terra

 

Vento Solar

Velocidade

384.5Km/s

 

Densidade

6.2protões/cm³

Chamas Solares

Raios X

C3

Manchas Solares

Número

0

Emissão Radio

Valor

10.7cm fluxo

(alguns dados sobre o Sol a 12 de Janeiro)

 

hmi1898.gif

O Sol a 11 de Janeiro de 2017

(Limpinho)

 

Para quem observasse o Sol a partir do nosso planeta, a imagem que registaríamos neste dia 11 de Janeiro (ontem), seria a de uma superfície completamente uniforme sem uma única mancha visível. Algo de raro de acontecer, sendo mais uma indicação de que o Sol se encontra muito próximo do seu ponto de menor atividade deste seu ciclo solar. Que como nós todos sabemos não quer dizer (como consequência) que toda a camada atmosférica que nos rodeia e à Terra se encontre calma e tranquila, já que muitos outros fatores também importantes poderão alterar significativamente o seu comportamento – continuando mesmo assim a provocar o aparecimento de auroras algumas delas bem intensas: como o que se passa agora na Terra já que mesmo sem manchas solares as auroras e o seu espetáculo celestial não param, justificando com a sua presença a ocorrência dessas tempestades geomagnéticas. Cujo aparecimento neste caso é da dupla responsabilidade do campo magnético interplanetário que a Terra estará a atravessar num dos seus pontos mais críticos (mudança da polaridade do Sol) e de vento solar que a atingirá diretamente a partir do dia 12 (hoje). Uma estrela que este ano de 2017 curiosamente (ou nem tanto) quase sempre se apresentou limpa (sem manchas) algo só visto pela última vez já lá vão mais de seis anos; pelo que o mínimo solar estará mesmo próximo talvez lá para 2019/2020.

 

O que nos levanta a questão e talvez mesmo a grande preocupação (por prevenção e segurança tentando-nos antecipar ao futuro) – ao pensarmos que se este período de pouca atividade do Sol se prolongar por mais 2/3 anos – se essa condição (caso extrema) poderá afetar de algum modo as condições do nosso ecossistema terrestre: no ar, no mar e na terra (particularmente no seu interior).

 

Acrescentando aqui algumas informações (adicionais) que nos levaram ao afirmado inicialmente:

 

The auroras were sparked by a stream of solar wind flowing from a large hole in the sun's atmosphere. Such "coronal holes" are common during Solar Minimum.

 

A lot of interesting things happen when sunspots vanish. For instance, the extreme ultraviolet output of the sun plummets. This causes the upper atmosphere of Earth to cool and collapse. With less air "up there" to cause orbital decay, space junk accumulates around our planet.

 

Also during Solar Minimum, the heliosphere shrinks, bringing interstellar space closer to Earth. Galactic cosmic rays penetrate the inner solar system with relative ease. Indeed, a cosmic ray surge is already underway, with implications for astronauts and even ordinary air travelers.

 

(texto/itálico e dados: spaceweather.com – imagem: SDO/HMI)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:20

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