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Quarta-feira, 25 DE Outubro DE 2017

Em Marte como na Terra

[E em muitos Outros Lados]

 

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Could It Be Possible That the Universe

Is A Giant Living Organism?

(Universe Explorers/youtube.com)

 

Mantendo-se para muitos a Ideia de podermos encarar o Sistema Solar com um Universo Vivo, comparando-o a uma célula (eucariota depois de procariota) e a um organismo unicelular (a menor unidade dos seres vivos): e tal como uma célula, constituída por núcleo, citoplasma e membrana ‒ sendo esta última a fronteira que envolve e protege o Sistema e que regula a entrada e saída de vários elementos (do mesmo). Estando o núcleo do Sistema centrado no Sol (delimitando e protendo o seu material genético), mergulhado e rodeado por todo o Espaço exterior (o citoplasma) e estendendo-se sem fim até aos Limites talvez tendo como fronteira as Nuvens de Oort: e nesse Espaço Citoplasmático (interior do Sistema) coexistindo outras estruturas ‒ como microfilamentos/túbulos (planetas, asteroides e outros corpos mais) ‒ na sua grande semelhança podendo ser comparáveis (sugerindo-nos uma explicação para muitas das nossas questões, paralelizando problemas e neles encontrando soluções simples por comuns, válidas e estendendo-se do infinitamente grande ao pequeno). E juntando várias células passando-se a um Organismo (de nível superior).

 

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An artist's conception of what Mars looks like today, juxtaposed with what Mars may have looked like earlier in its history, when the planet had a thicker atmosphere

(NASA's Goddard Space Flight Center)

 

Dunas e Gelo

 

Numa imagem que facilmente todos poderiam associar a um qualquer território instalado na superfície terrestre (por exemplo nas dunas de um deserto ou numa exploração qualquer de argila), o telescópio HiRISE instalado na sonda orbital MRO (satélite artificial em órbita de Marte) apresenta-nos mais um cenário dunar marciano localizado na HELLAS PLANITIA.

 

Segundo os cientistas e responsáveis desta missão (da NASA) com esta extensa planície marciana (uns 2.200Km de diâmetro) a ser considerada a maior bacia de impacto (conhecida) em todo o Sistema Solar, sendo a mais baixa região do planeta e apresentando os mais diversificados cenários: como neste caso com a visualização de um campo de dunas.

 

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Marte ‒ Planície Hellas

Sonda MRO

PIA 22052

 

Sugerindo-se que a formação deste relevo dunar nesta zona particular da planície de HELLAS poderia ter na sua base a intervenção dos DUST DEVILS (ventos em redemoinho característicos destas regiões e deslocando-se sobre a superfície das mesmas, contribuindo para a obtenção destas formas/texturas dunares);

 

Como também que a sua forma, direção e profundidade (verificadas nas linhas/canais apontando uma direção) poderiam ser explicadas pelo derretimento do gelo (não de H₂O mas de CO₂) a elevadas latitudes e formado no Inverno ‒ acabando por se transformar (passando do estado sólido a gasoso), arrastando material e assim criando este efeito (de linhas).

 

(imagens: Universe Explorers/youtube.com e nasa.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:09
Terça-feira, 17 DE Outubro DE 2017

Depois dos Oceanos o Futuro da Homem está no Espaço

I

 

“Era dos descobrimentos (ou das Grandes Navegações) é a designação dada ao período da história que decorreu entre o século XV e o início do século XVII, durante o qual, inicialmente, portugueses, depois espanhóis e, posteriormente, alguns países europeus exploraram intensivamente o globo terrestre em busca de novas rotas de comércio” (wikipedia.org). Chegando agora a Era da Exploração (Exterior) ou das Grandes Viagens (Espaciais) não só para novas Descobertas (de tudo aquilo que nos rodeia, nos faz e constitui) como para a nossa Preservação (como espécie relevante e merecendo persistir).

 

II

 

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Com Rigil Kentaurus ao centro

(α Ceutauri A)

A pouco mais de 4 anos-luz

(do Sol)

 

Com ALF BURDEN a afirmar poder existir Vida numa outra estrela distante (segundo ele a uns 3,2 anos-luz de distância do nosso planeta) talvez não sendo alienígena (nem para o remetente, nem para o destinatário) mas tratando-se (muito simplesmente) de um reencontro (de espécies com o mesmo molde, ocupando um outro polo, idêntico/no seu objetivo ou de controlo7como posto intermédio). De qualquer forma com a estrela conhecida a estar mais perto da nossa (o Sol) ‒ e logicamente da Terra ‒ a ser Proxima Centauri (V645 Centaurus) localizada a 4,2 anos-luz e do tipo espectral M5,5Vc (o Sol é uma estrela do tipo G2V) ‒ e com a estrela do mesmo tipo do SOL e localizada a 4,3 anos-luz de distância (de nós) a ser RIGIL KENTAURUS (Alpha Centaurus A). E tal como a distância indica utilizando um qualquer tipo de propulsão futura e verdadeiramente revolucionária (atingindo como certas partículas a velocidade da Luz), demorando mais de 4 anos a atingir o destino (para já uma impossibilidade dado os desígnios/prioridades do Homem ‒ para já limitando-se à Terra, Berço e talvez Sepultura).

 

III

 

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Alf Burden

(à direita)

O 1º Astronauta a realizar um passeio no Espaço

(no exterior da nave Apollo)

 

Numa entrevista levada a cabo pela rede de televisão britânica ITV e transmitida a 29 de Setembro deste ano (de 2017), o convidado do programa foi o ex-astronauta norte-americano ALFRED WORDEN (hoje com 85 anos de idade), na altura da missão APOLLO 15 piloto do módulo de comando ENDEAVOUR (o módulo orbital): para além desse módulo de comando onde Alfred Worden permaneceu nas suas órbitas (75) em torno da LUA (associado ao módulo de serviço), com os seus dois colegas de missão DAVID SCOTT e JAMES IRWIN a bordo do módulo lunar FALCON a aterrarem no nosso satélite (natural e pela 3ª vez) e a serem os primeiros a utilizarem um veículo motorizado (ROVER LUNAR) para se deslocarem na superfície lunar (nas 3 missões anteriores Apollo 11/12/14 fazendo-o a pé e só na 4ª Apollo 15 usufruindo de um veículo de transporte). No caso da 4ª missão com o módulo lunar a alcançar com êxito o solo do nosso satélite, ao contrário do sucedido com a missão Apollo 13, registando uma avaria do seu módulo de serviço (Odyssey) e obrigando a sua tripulação (James Lovell, Jack Swigert e Fred Haise) a regressar de imediato à Terra (chegando todos sãos e salvos) utilizando como refúgio o módulo lunar (Aquaris).

 

Nesse dia dos finais do mês de Setembro (de 2017) em que o astronauta da missão Apollo 15 (lançada de Cabo Kennedy em 26 de Julho de 1971, quando o astronauta tinha 39 anos) Al Worden era entrevistado pelo canal ITV (na altura para o programa Good Morning Britain) ‒ inicialmente para falar da sua experiência pessoal em torno da sua fantástica viagem até à Lua, orbitando-a 75 vezes numa estadia de alguns dias ‒ com a conversa subitamente a derivar (do rumo pré-definido) abandonando o tema das Viagens (Espaciais) e substituindo-o pelo tema (aparentemente inesperado) dos Alienígenas: e tudo se iniciando numa simples questão que há já várias décadas tem perturbado muita gente (desde o encerramento do programa Apollo em 1972, já lá vai quase meio século), pela resposta constante e sempre pela Negativa dos que o poderiam fazer e não o fazendo o abandonaram ‒ quando o que se deveria ter feito seria a continuação desse imprescindível (para a preservação da nossa espécie) projeto (com o Homem a instalar-se na Lua, construindo uma base intermédia e daí lançando-se para o Espaço, mas em direção a Outros Mundos e também a outros Sistemas, talvez parecidos se não mesmo Familiares). Assim perguntando-se “Porque deveríamos continuar a ir à Lua?”

 

IV

 

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Apollo 15

(Símbolo representativo da missão)

A 1ª missão à Lua de caracter científico

(realizada há 45 anos)

 

E a partir dessa questão dando-se o salto fundamental para a fase seguinte, com o ex-astronauta Alf Worden (o piloto do módulo orbital na missão Apollo 15) profundo conhecedor da Lua e das viagens espaciais (num percurso total de 1.000.000Km, a distância percorrida na ida e volta ao satélite) a responder de imediato e sem qualquer tipo de hesitação: “SURVIVAL, SURVIVAL OF OUR SPECIES”. Daí entrando-se por outros caminhos (adjacentes e complementares) falando-se então de colonização (e onde a concretizar), partindo-se desse degrau e subindo-se, até se atingir um dos topos, com os Alienígenas presentes: não sendo forçoso que os encaremos como sendo de uma nova espécie (tal como a nossa, caraterística de um Sistema, no nosso caso o Solar), mas talvez apenas um reflexo das nossas próprias origens ‒ com os Alienígenas a sermos nós! Sendo essa a ideia (base) naquele dia transmitida (nos USA) pelo velho ALF astronauta (dada a idade sendo um Sábio):

 

When Worden is asked about the possibility that there are extraterrestrials out there, Worden says: “You know, I’ve been asked that question hundreds of times, ‘do you believe in aliens?’ and I say ‘yeah.’ “We are the aliens, we just think they’re somebody else, but we’re the ones who came from somewhere else. Because somebody else had to survive…they got in a little spacecraft and they came here and they landed and they started civilization here, that’s what I believe. And if you don’t believe me, go get books on the ancient Sumerians and see what they had to say about it, they’ll tell you right up front.” (Alfred Worden/Good Morning Britain/ITV/prepforthat.com)

 

V

 

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Sonda Voyager

(Na realidade a 1ª Nave Interstelar)

Viajando a caminho do Outro Lado

(mas infelizmente não sendo tripulada)

 

Acabando no meio deste emaranhado de convicções difundidas por um antigo astronauta tendo já viajado pelo Espaço em direção ao Infinito (só não o sendo em toda a sua extensão devido à obrigatória viagem de volta) por se chegar a uma conclusão certamente gritada e vociferada por ALF (devido à indignação) ‒ tal a sua certeza em tal convicção (pela evidência sendo tão fácil de aceitar), tal a sua simplicidade e experiência vivida (de sucessivas gerações), com casos paralelos e tocando-se no nosso quotidiano (como nos Descobrimentos partindo à Aventura na senda de Outros Mundos onde pudéssemos persistir) e acima-de-tudo sendo ainda acrescido por uma INEVITABILIDADE do HOMEM de um dia ter que abandonar a Terra como seu Lar permanente (e Zona de Conforto como diria o Coelho falando de Portugal para os portugueses) se ainda quiser viver e a partir daí existir. Daí a ideia:

 

Worden also rejected the notion that humans could colonize planets within our solar system, calling the concept an “unsustainable” one. He then presents the idea that we’d need to go outside of our solar system to find inhabitable regions, claiming that “we know they are out there.” (prepforthat.com)

 

(imagens: WORD PRESS/ITV/WIKIPEDIA/NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:20
Quinta-feira, 12 DE Outubro DE 2017

Na Época das Descobertas

(E de novo obrigatórias)

É que o Homem fica em casa

(certamente para morrer e deixar de existir)

 

“O problema da Humanidade não reside na sua falta de interesse, de ambição e de sentido de sobrevivência (dos mais de 7,5 biliões de seres vivos e racionais), mas na Ameaça crescente e cada vez mais Presente (vendo-se os Média chegando a ser Asfixiante) daqueles que nos manipulam, pensando salvaguardar-se (e eternizar-se) e com isso controlar-se ‒ e controlando a manada seguindo obedientemente o seu Chefe (mantendo virtualmente o equilíbrio entre a base e o topo). Só que os pais que cerceiam os filhos (na sua visão e desejos), mais cedo ou mais tarde sofrerão as consequências: com o fim a ser certo para ambos.”

 

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PIA 21968 ‒ Alvo Júpiter

O planeta JÚPITER e as suas luas IO/mais perto e EUROPA/mais afastada

(observadas pela sonda automática Juno)

[Com o aspeto negativo ‒ a continuar a ser ‒ a má resolução do registo

(para mim incompreensível)]

 

Agora que o nosso alcance visual utilizando sistemas adicionais (presenciais ou não) associados ao nosso órgão de visão foi encurtado (recentemente) de uns 650 milhões de Km (antes de 15 de Setembro com uma presença local/sonda automática e outra à distância/telescópio Hubble), vemo-nos agora constrangidos a na melhor das hipóteses e tomando como referência (ponto central) o Sol, a limitarmo-nos à região do Espaço envolvendo o planeta Júpiter e os seus satélites ‒ deixando de novo e para mais tarde (tal como se fez há quase 50 anos com o programa Apollo e a exploração da Lua, abandonando-se sem qualquer tipo de explicação credível o nosso tão próximo satélite) a exploração mais profunda da região mais afastada do nosso Sistema Planetário (o Sistema Solar composto por oito planetas, respetivas luas, asteroides, cometas e outros objetos): destruída a sonda CASSINI sob o pretexto da preservação dos Novos Mundos rodeando SATURNO (mundos a ele associado como o serão algumas das suas luas ‒ locais prometedores para a existência de água e de algum tipo ou forma de vida orgânica mesmo que simples ou primitiva) deixando o Homem de estar presente para lá do GIGANTE GASOSO (presença direta ou por interposto agente), limitando-se no presente a sua ação aos Planetas Interiores (com Marte em grande destaque) e mais além (a exceção ainda ativa mas para já sem alternativas futuras) ao planeta-anão PLUTÃO e a outros objetos localizados no Cinturão de KUIPER (com as sondas automáticas NEW HORIZONS/Plutão e Cinturão de Kuiper e DAWN/Vesta e Ceres). Não esquecendo a sonda ROSETTA (e a sua visita ao asteroide 67P/C-G) e agora (claro) a sonda automática JUNO: deixando para o fim as sondas já perto dos limites do Sistema (Solar) ou tendo-o mesmo ultrapassado - a VOYAGER 1 e a VOYAGER 2.

 

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A lua (de Júpiter) IO

 

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A lua (de Júpiter) EUROPA

 

IO: Entre as mais de 60 luas do Gigante Gasoso e maior planeta do Sistema Solar (JÚPITER o Planeta Exterior mais próximo do Sol) uma das maiores luas do planeta, neste registo de 1 de Setembro de 2017 obtido pela sonda JUNO, quando a mesma (sonda) se encontrava a cerca de 27.500Km da camada superior de nuvens envolvendo o planeta gigante Júpiter (diâmetro Júpiter = 11,2 X diâmetro Terra).Uma lua jovem, vulcanicamente ativa e rica em enxofre (que lhe dá o colorido) e apesar da sua atmosfera agressiva podendo comportar Água e até mesmo Vida. Na altura a 480.000Km de Júpiter.

 

E assim tendo por perto a ISS, em órbita a uns 400Km da Terra e sendo o único voo tripulado (desde o abandono do projeto APOLLO), no presente já sem a presença dos Vaivém tripulados (agora descontinuados mas no entanto ainda presentes com naves semelhantes mas na esfera militar), nem missões a curto-prazo incluindo na mesma tripulação (para já com destino/objetivos traçados ‒ mas sem meios eficazes para o concretizar sejam públicos/SPACE X ou privados/NASA), restando unicamente ao Homem esperar por uma nova oportunidade (proporcionada pelo mesmo Homem) de um dia retornar à Lua (apenas a 481.400Km, a poucos dias de viagem e possibilitando transporte de carga) aí instalar uma base (à superfície e/ou em órbita da Lua) e daí catapultar-se para viagens mais longas (e frutuosas) e até interplanetárias: com a primeira viagem já projetada por públicos e privados a apontar para os finais da década de 20 (talvez lá para 2030) tendo MARTE como alvo mas mais longe o seu objetivo (final) ‒ sem dúvida encontrando-o nas luas de Júpiter (com a sonda Juno por perto) e de Saturno (sem ninguém nas redondezas após o suicídio da sonda Cassini) os mais prováveis locais aí se podendo descobrir água e até vida orgânica. Mas fechados como estamos no nosso Suicídio Interno, pouco tempo restando para a sobrevivência da Espécie (Homem): convencendo-nos definitivamente e sem recuo possível que a sobrevivência da mesma (da nossa espécie ou seja dos 7,5 biliões de humanos) terá sempre que passar (por muito que ela nos custe) pelo abandono do Lar (a nossa área de conforto) partindo à Descoberta (e Conquista) rumo ao desconhecido (mas onde se encontra o nosso Futuro). Perguntando-me MAIS UMA VEZ (e todas as que forem possíveis) ‒ sobretudo para aqueles que a partir de uma TV a preto-e-branco, com o seu enorme e caraterístico cinescópio (tornando-as enormes e rabudas) e emitindo para uma minoria durante horas seguidas e de noite ‒ como foi possível tal Barbaridade de após lá chegar, abandonar e esquecer (a LUA ali tão perto e face às despesas de Guerra comparativamente tão barata): deixando todos aqueles que no início dos anos 70 perspetivavam o surgimento a muito curto-prazo de um Novo Mundo na Terra e para os terrestres (com uma Esperança enorme derivada do desenvolvimento científico e tecnológico que já aí se constatava) ‒ na altura (suponham) com 18 anos hoje já com 65 ‒ cair numa tristeza absoluta (e para muitos inadmissível por inacreditável, pondo em causa a sobrevivência da Espécie) ao ver uma geração a passar como se nunca tivesse existido.

 

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Os diferentes fragmentos do cometa Shoemaker-Levy 9

Originalmente oriundos de um cometa com cerca de 2Km de diâmetro, talvez capturado por Júpiter uns 20/30 anos antes (da colisão) e acabando por fragmentar-se devido à poderosa força gravitacional (de atração) exercida pelo planeta

 

EUROPA: Outra das maiores entre as mais de 60 luas orbitando o planeta Júpiter (em dimensão com Ganimedes à cabeça), um pouco menor do que IO e registada nesta imagem a cerca de 730.000Km do planeta. Tendo uma massa ligeiramente inferior a IO e um maior raio orbital (mais afastada) ‒ e com um período duplo do de IO. Tal como IO, CAÇISTO e GANIMEDES, podendo albergar água e porque não Vida: “Suspeita-se que a vida extraterrestre possa existir no oceano por baixo do gelo, talvez subsistindo como os seres vivos que vivem em condições semelhantes na Terra, já que Europa tem elementos essenciais para a vida como a conhecemos: água, calor e compostos orgânicos. Ou seja, em respiradouros hidrotermais como no fundo dos oceanos ou como no Lago Vostok da Antártida.” (wikipedia.org)

 

Nesse sentido sendo crescente e desesperante o nosso (de Todos) constante grito de revolta e de raiva para com esta situação/contradição (agora tão perto do fim do ciclo de passagem duma geração completamente perdida uma monstruosidade no Mundo do Crime), ao ver tudo a Transformar-se (sem interrupção e à nossa volta), o Mundo a evoluir (com a Terra a abrir-se ao Espaço) e o Tempo a correr (com o Sistema Solar na sua meia-idade) e apesar disso e de tudo o aprendido/apreendido (percecionado e sentido), mantendo-nos indiferentes e completamente estáticos, ficando simplesmente à espera que alguém nos imponha o Segredo (do Movimento) para a nossa Ressureição e Partida (à procura de novos territórios) fazendo como o feito e iniciado há cerca de 600 anos: entre o Século XV e o início de XVII com o Homem a fazer as suas grandes viagens marítimas (verdadeiras epopeias) tendo nos Portugueses e no Atlântico duas das suas grandes referências ‒ partindo à Aventura e à Descoberta de Novos Mundos (e sua Conquista) sabendo de antemão todos os riscos a correr (podendo-se mesmo morrer) e no entanto a insistir sabendo ser inevitável se não quiser desaparecer. Como todos nós sabemos com a única diferença entre um ser vivo e outro morto (fisicamente) a ser bem visível e palpável (nem lhe sentindo a Alma e no entanto não significando a sua não existência mas uma mais que provável Passagem ‒ para outro nível) através de um único detalhe: um mexendo-se outro não.

 

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JÚPITER/SATURNO: Sendo a Terra um caso particular no conjunto que integra (um conjunto virtualmente fechado por nós denominado como Sistema Solar e estendendo-se por umas 10 000 AU tendo o Sol como referência e a Nuvem de Oort como limite) ‒ ou não fosse ela o único objeto solar comportando Vida (Inteligente) no seu interior ‒ tornando-se natural que para a proteção e segurança desse conjunto e das suas mais preciosas particularidades (Atmosfera, Água e Vida, estando tudo interligado) o mesmo se defenda das Ameaças (oriundas do Exterior) criando medidas de autoproteção eficazes e permanentes: e tal como o centro do ovo é protegido por diferentes camadas sobrepostas (umas sobre as outras) terminando finalmente na casca (o invólucro final contendo o nosso conjunto), numa muita maior escala e usando o mesmo raciocínio (as coisas são mais simples do que se pensa) o mesmo se aplicará ao Sistema (Solar), aos componentes e mecanismos. Pelo que a presença dos Planetas Exteriores para lá da Cintura de Asteroides (principal e objetivamente Júpiter e Saturno pela sua enorme Massa e Dimensão) poderá para além do mais ter uma Função Vital de Proteção (para o Sistema/Terra/Vida): “Without Jupiter and Saturn orbiting out past Earth, life may not have been able to gain a foothold on our planet. The two gas giants likely helped stabilize the solar system, protecting Earth and the other interior, rocky planets from frequent run-ins with big, fast-moving objects. In other words, giant planets appear to have a giant impact on giant impacts.” (space.com)

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:40
Sexta-feira, 08 DE Setembro DE 2017

Sopa da Pedra

[Terrestre]

 

Na nossa próxima reencarnação como espécie (na Terra) apenas se mudará o cenário (a apresentação), mantendo-se de pé o Homem (sujeito/componente Orgânica) e a sua Plataforma (objeto/Componente Mineral) ‒ talvez situada em África. Sendo um a imagem do outro e definindo (em conjunto) o mesmo objeto.

 

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Se por um lado as sociedades mais organizadas e desenvolvidas se estendem predominante e preferencialmente pelo continente Europeu e Asiático assim como pela América do Norte (curiosamente com todos estes territórios situados no Hemisfério Norte) ‒ tomando como referência a espécie dominante (o Homem) como representante do Mundo Orgânico ‒ já no que diz respeito ao planeta (Terra) e aos seus fenómenos geológicos teremos que categoricamente afirmar que a região mais ativa do planeta e mais viva (e representativa) do Mundo Mineral, se localiza nos antípodas de Portugal (do outro lado da Terra onde as pessoas como nós estão todas de pernas para o ar): mais rigorosamente entre três continentes (África, Ásia e América), adicionando-lhe no limite um quarto (Oceânia) e apenas separado do quinto (Europa) ‒ o Anel de Fogo do Pacífico. No caso do Mundo Orgânico eventual e superiormente conduzido pelo Homem com todas as outras espécies lutando pela sua própria sobrevivência (fauna e flora) sendo postas perante o forte consumo e a falta de espaço ‒ e no contexto criado tornando-se irrelevantes (sem visibilidade inexistentes) ‒ arriscando-se a desaparecer e a ser substituídas (desde a base ao topo da pirâmide); talvez com certas exceções nas selvas ainda perdidas da Ásia, de África e da Amazónia (nunca custa sonhar). E do Mundo Mineral tirando todo o restante (imenso por infinito) ‒ e que ainda hoje forma o Mundo (a Estrutura de base) servindo de base à Vida. Com a Terra funcionando internamente como um gerador de vida dinâmico e em constante movimento (com as diversas rotações de material envolvendo e definindo o seu núcleo), despoletando através dos seus processos e mecanismos de transformação (interior) toda a energia emitida e expressa à sua superfície (através da movimentação das diversas placas tectónicas) e manifestando-se exteriormente e de uma forma mais percetível para os nossos órgãos dos sentidos, através de fenómenos ocorrendo diária e repetidamente como sismos, erupções vulcânicas e tsunamis (e deslocamentos maciços de terras): com a panela (de pressão) contendo o Pacífico (e nele englobando por fusão o Índico) podendo ser o centro do Mundo (Mineral), nele se localizando os alicerces para um novo (e futuro) Ciclo da Terra.

 

(imagem: wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:18
Sexta-feira, 01 DE Setembro DE 2017

Cinco Anos em Marte

Nas rodas do veículo motorizado movimentando-se na superfície de Marte, as marcas inevitáveis da passagem dos dias e do decaimento da Matéria: num ciclo Evolutivo de contínua transformação, replicado sem fim entre os extremos que definem o conjunto, com picos máximos e mínimos sempre expressos (incorretamente) no nosso quotidiano, ou pela vida (apesar de nada se criar) ou pela morte (apesar de nada se perder). Erodindo tudo e todos de modo a (re) transformar o produto, melhorando a performance da réplica em tempo de pré-lançamento.

 

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 Já com 17Km de rodagem em 5 anos de viagem

Marte ‒ Curiosity Rover ‒ 27 Agosto 2017

(Sol 1798 ‒ Mahli ‒ 17:21:08 UTC)

 

“ (1) Um veículo movimentando-se num ambiente extraterrestre (Marte), (2) com o seu nome atribuído por uma adolescente (do Kansas), (3) numa missão com um orçamento de 2,5 biliões (de dólares), (4) pesando quase 1 tonelada (na Terra), (5) com a sua velocidade de entrada/aproximação de 5,9m/s e 3,6m/s (respetivamente) e (6) no solo não ultrapassando 1m/h (velocidade máxima do rover), (7) sendo alimentado a energia nuclear (plutónio), (8) utilizando uma CPU a 200MHz com apenas 2Gb de armazenamento (um sistema já descontinuado) …”

(de acordo com dados de artigo de John Fox/2012/12 Crazy Facts About The Mars Rover Curiosity/ign.com)

 

Integrando a missão (da responsabilidade da NASA) MARS SCIENCE LABORATORY circula desde 6 de Agosto de 2012 (logo há mais de 5 anos) sobre a superfície do planeta Marte (localizado a uma distância média de mais de 220 milhões de Km do Sol) o veículo motorizado ROVER CURIOSITY (noutra região do planeta circulando o Rover Opportunity) hoje dia 1 de Setembro (de 2017) no seu 1804º dia de estadia em solo marciano (dia marciano = 24h 37mn 22s) e tendo até ao momento percorrido uma distância total de mais de 17Km (17,31Km em 29 de Agosto de 2017): lançado a 26 de Novembro de 2011 de Cabo Canaveral (por um foguetão Atlas V 541) e tocando a superfície de Marte passados pouco mais de oito meses (na cratera GALE).

 

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 Em Marte desde 2012

Última parte do trajeto percorrido pelo Rover Curiosity

(até 29 de Agosto de 2017/Sol 1800)

 

“… (9) Não estando equipado para descobrir Vida mas indícios dessa possibilidade (em qualquer ponto do seu friso cronológico), (10) estando no entanto equipado de várias ferramentas de trabalho e de exploração (como o seu braço robótico), (11) dispondo de um verdadeiro olho de lince (bem demonstrado na aterragem precisa da sonda em Marte) e como última curiosidade (12) com os responsáveis da missão a ainda não saberem ao certo onde terá caído o propulsor responsável pela aterragem da sonda Curiosity.”

(de acordo com dados de artigo de John Fox/2012/12 Crazy Facts About The Mars Rover Curiosity/ign.com)

 

Desde o seu 1802º dia de estadia no solo marciano e a caminho dos 17,5Km percorridos (num mundo alienígena exterior ao nosso planeta) movimentando-se a uma média de 0,4m/h (tomando em consideração os 61 meses de trabalho e com o veículo a atingir um máximo de cerca de v = 1m/h) e apontando agora para um alvo denominado TYLER localizada na região rochosa (leito) de MURRAY. Num planeta criado aquando do evento conhecido como Big Bang (provavelmente ocorrido há mais de 4,5 biliões de anos) e que hoje em dia passado um tempo (de biliões de anos) pouco compreensível para nós (com um tempo médio estimado de vida andando pelos 80 anos), talvez por impacto (de um corpo celeste em rota de colisão), por bombardeamento sistemático (de raios solares e por raios cósmicos) ou por outro motivo qualquer ainda desconhecido (tal a nossa ignorância nesta área da ciência), se apresenta como um Mundo aparentemente morto (sem água, sem vida orgânica e sem atmosfera), mas que em tempos (muito remotos) poderá ter sido muito diferente (com uma atmosfera e um oceano ‒ e mesmo Vida ‒ como no presente na Terra).

 

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 Da colisão ao bombardeamento passando por um desastre nuclear

(teoria de um físico norte-americano agora posto de lado, desde que afirmou que Marte foi vítima de uma Guerra Nuclear)

 

“Mars was once Earth-like in climate, with an ocean and rivers, and for a long period became home to both plant and animal life, including a humanoid civilization. Then, for unfathomable reasons, a massive thermo-nuclear explosion ravaged the centers of the Martian civilization and destroyed the biosphere of the planet.”

(Death on Mars ‒ John E. Brandenburg)

 

Podendo-se aceitar (para análise e reflexão e posterior aceitação/eliminação) todas as Teorias apresentadas para explicar o ocorrido em Marte (como a deste físico norte-americano visto não como um cientista mas como um promotor da falsa astronomia logo adepto da Conspiração e das suas Teorias), mas tendo-se que reconhecer que nas transformações envolvendo Energia e Matéria dando origem a este Universo (e à Vida num Universo Eletromagnético) tudo vem e tudo vai permanecendo no mesmo lugar mas com aspetos (aparentemente) diferentes (já que a Matéria e a Energia presentes, são sempre as mesmas no mesmo ‒ ou seja permanecendo constantes no fator Espaço/Tempo). Com o efeito da erosão a ser a melhor demonstração. E por outro lado compreendo o Sol como a fonte de Energia (e logicamente de Matéria) fazendo funcionar outras máquinas que estejam ligadas à rede e que não estejam viciadas (com a bateria da Terra a carregar e com a de Marte esgotada).

 

(imagens: nasa.gov e amazon.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:27
Segunda-feira, 14 DE Agosto DE 2017

Talvez uma Terra a 380 biliões de Km

Mesmo não se observando na Lua e em Marte vestígios evidentes da existência de água à sua superfície (em quantidade relevante como na Terra com os seus rios e oceanos), nada impede que estes dois corpos celestes não possam conter água (em depósitos subterrâneos), podendo representar para o Espaço o papel aqui reservado (na Terra) aos oásis nos Desertos ‒ um ponto intermédio de apoio (se quisermos sobreviver), à nossa obrigatória partida e Conquista do Universo. Depois destes, talvez mais longe e só mais tarde Trappist-1.

 

Habituados a procurar a grandes distâncias aquilo que poderemos encontrar perto de nós (como a água) e perdidas quase todas as esperanças de descobrir indícios de Vida (por mais primitivos que sejam) no nosso Sistema Planetário, mais uma vez (e tal como “um ferreiro usando um espeto de pau”) viramo-nos para o incessível e pomo-nos a sonhar: com um sistema rodeando uma estrela, com vários planetas orbitando a mesma, com condições favoráveis à existência de água e talvez mesmo com condições necessárias para a existência de vida (orgânica).

 

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Sistema Planetário Trappist-1

(com a estrela rodeada por sete planetas)

 

Nesse sentido se encontrando a estrela Trappist-1 (observada inicialmente no final do século XX), identificada mais tarde como uma anã-vermelha e com sete planetas identificados até ao ano de 2017: conjuntamente formando um sistema planetário (Trappist-1) constituída por uma estrela (de tipo espectral M8V) rodeada por sete planetas (todos eles podendo conter água) e com todos eles orbitando a estrela (de referência) a uma distância menor que a distância Mercúrio/Sol (quase 58 milhões de Km) ‒ com a distância entre dois desses planetas a andar pelos 600.000Km (pouco mais que 1,5 X distância Terra/Lua).

 

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Tamanho comparativo do Sol e de Trappist-1

(a segunda estrela com pouco mais de 10% do diâmetro do Sol)

 

Um Sistema Planetário edificado em torno de uma estrela com cerca de 500 milhões de anos (e com um tempo de vida muito maior que a do Sol) e localizado a cerca de 40 anos-luz do nosso Sistema (o Sistema Solar) ‒ qualquer coisa como 380 biliões de Km: observado na constelação de Aquários e com todos os seus sete planetas sensivelmente do mesmo tamanho que o apresentado pela Terra (e com os cientistas denominando-os terrestres, talvez pelas condições e por algumas semelhanças ‒ como ambientais ‒ com o nosso planeta).

 

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A estrela e os sete planetas integrando o Sistema Trappist-1

(com os planetas f, g e h situados na zona habitável)

 

Projetando à nossa imagem um Outro Mundo (que não o nosso mas parecido) situando-se a 40 anos de distância do Sistema Solar viajando à velocidade da luz ‒ e tomando como referência a velocidade da sonda Juno (v = 40km/s), transformando-se numa eternidade medida em muitos milhares de anos. Rodeando uma estrela-anã extremamente fria e com 7 planetas à sua volta, comportando-se face à sua estrela como a Lua face à Terra e assim numa das suas faces sendo sempre de dia e na outra pelo contrário sendo sempre de noite: senão numa ou na outra (face) podendo existir zonas fronteiriças (com condições intermédias e suportáveis) compatíveis com Vida (especialmente nos planetas mais distantes da estrela Trappist-1).

 

“Researchers say in a new study that the TRAPPIST-1 star is quite old: between 5.4 and 9.8 billion years. This is up to twice as old as our own solar system, which formed some 4.5 billion years ago.” (nasa.gov)

 

(imagens: nasa.gov/wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:01
Segunda-feira, 17 DE Julho DE 2017

Sombras em Marte/Vida na Terra

Ameaçadoramente estas Sombras extremas integrando a superfície marciana apenas nos indicam que a Invasão Apocalíptica iniciada há biliões de anos em Marte ainda prossegue sob os olhos curiosos de uma raça alienígena (mas próxima) sem saber bem o que fazer (no mínimo para que o mesmo não lhe aconteça).

 

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Espectros de Marte

Malea Planum ‒ Pólo Sul

(PIA 21784)

 

Num dos planaltos vulcânicos situado na bacia de impacto de HELLAS localizado no hemisfério sul do planeta MARTE (MALEA PLANUM), a sonda espacial MRO enviada do planeta Terra e atualmente orbitando o Planeta Vermelho, conseguiu obter a partir do seu instrumento ótico HiRISE instalado a bordo deste satélite (artificial), sinais evidentes da terrível invasão direcionada para as periferias e envolvendo poeiras e cinzas: resultado da atividade geológica que terá existido num passado bastante remoto nesta região do planeta, num conjunto formado por vários vulcões distribuídos pela bacia e então extremamente ativos.

 

Ainda agora prosseguindo na sua marcha imparável e necessária de purificação (incluída no seu ciclo evolutivo), no seu caminho cobrindo vestígios pretendendo aniquilar o nosso último pretexto (a possível existência no passado de vida e de uma alma marciana) e rodeando todo um corpo seco, varrido, calcinado e completamente despejado de vida, sujeitando-se a um processo aparentemente irreversível da mais pura erosão tóxica, persistente e extremamente mortal.

 

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Região onde se integram os Espectros de Marte

(“sombras” à direita)

 

E com a prossecução desta Invasão no presente planetária mas num futuro extraplanetária, com os terrestres a pretenderem a aí se instalar (em Marte), tentando dar-nos uma resposta (ao futuro do Homem) e à sua necessidade de partir: sabendo-se como debaixo das areias do deserto se escondem sempre os maiores segredos e talvez o mapa do tesouro do nosso próprio destino.

 

Até talvez a resposta para o facto de existirmos (existência de Vida).

 

When a group of atoms is driven by an external source of energy (like the sun or chemical fuel) and surrounded by a heat bath (like the ocean or atmosphere), it will often gradually restructure itself in order to dissipate increasingly more energy. This could mean that under certain conditions, matter inexorably acquires the key physical attribute associated with life: “You start with a random clump of atoms, and if you shine light on it for long enough, it should not be so surprising that you get a plant (Jeremy England/Físico norte-americano do MIT)”

 

(texto final/itálico: quantamagazine.org/ A New Physics Theory of Life/22.01.2014 ‒ imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:44
Quinta-feira, 29 DE Junho DE 2017

Marte tal como Vénus

[Resumindo-se o seu problema a uma simples questão de atmosfera, 2 planetas localizados na Zona Habitável do Sol e no entanto, sem vestígios visíveis de Vida.]

 

PIA01246_modest.jpg

Uma imagem de Marte referente ao ano de 1997

(PIA 01246/telescópio Hubble)

Com Marte a 100 milhões de Km da Terra e perto do seu afélio

(mais afastado do Sol logo com temperaturas mais baixas)

E criando condições atmosféricas para num processo semelhante ao nosso dar origem ao aparecimento de nuvens

 

Um planeta aparentemente morto (nalguns zonas parecendo mesmo calcinado), denotando a presença de uma ténue e frágil atmosfera (como talvez seja o caso do fenómeno-fantasma registado em A) e no entanto mostrando-nos que no seu passado remoto o mesmo esteve extremamente ativo a nível geológico (como o demostram as características dos fenómenos de erosão registados em B) podendo ter mesmo apresentadoo água circulando à sua superfície (como parece sugerir C).

 

Três imagens (A, B e C) oriundas do planeta MARTE (localizado a 228 milhões de Km do Sol) sendo 2 da responsabilidade da missão 2001 MARS ODYSSEY utilizando o seu instrumento ótico THEMIS (A e C) e 1 outra da responsabilidade da missão MARS RECONNAISSENCE ORBITER e do seu instrumento ótico HiRISE (B).

 

PIA21692 B.jpg

Imagem A

 

Com a 1ª imagem (A) a ser captada em Marte com as coordenadas -85.1⁰ de latitude e +47.4 de longitude (no dia 17 de Janeiro de 2015) e pelo estranho cenário apresentado suscitando aos responsáveis da NASA o seguinte comentário: “Do you see what I see? Don't be afraid, but it looks like a ghost!

 

PIA21692.jpgPIA21763_modest.jpgPIA21693.jpg

Imagens A, B e C

(retiradas de PIA 21692, PIA 21763 e PIA 21693)

 

Já no caso da 3ª imagem (C) obtida pela mesma sonda (a 25 de Outubro de 2015) mas a partir de outras coordenadas (latitude +32.0⁰ e longitude +152.2⁰) com os mesmos responsáveis ainda na sua senda divertida a saírem-se com outra semelhante: “Do you see what I see? Is that a snake slithering down the image?

 

PIA21693 B.jpg

Imagem C

 

Chegando-se finalmente à 2ª imagem (B) obtida pelas câmaras da sonda orbital MRO focando a margem norte de uma grande cratera (d = 30Km) localizada a ocidente da conhecida região vulcânica de THARSIS: nessa imagem sendo bem visível o aparecimento de vestígios (na superfície marciana) de escorrimentos em grandes quantidades de materiais (líquidos), que atingindo tal altura e dimensão terão acabado por extravasar dos seus limites iniciais, originando o aparecimento de várias brechas e a queda desses escorrimentos para níveis inferiores num fenómeno tipo cascata. Num fenómeno de EROSÃO não provocada pelo movimento de águas (procurando-se ainda possíveis depósitos existentes no subsolo de Marte) mas devido à circulação e queda de LAVA ‒ quando o planeta ainda mostrava alguma vitalidade pelo menos geologicamente (talvez há biliões de anos atrás).

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:24
Segunda-feira, 05 DE Junho DE 2017

Sombras Imaginadas em Marte

Porque será que todos apontam para uma terra formação (preferencial) de Marte com a Lua aqui tão perto? Talvez pela existência de algum tipo de ligação umbilical Terra/Marte.

 

Numa imagem senão inédita pelo menos surpreendente registada sobre a superfície seca e desértica do planeta Marte (Fig. 1A), um veículo motorizado aí circulando há já vários anos apanhou acidentalmente numa das suas câmaras duas formas projetadas como sombras sobre a superfície marciana, que pela sua familiaridade e fisionomia particular só poderão mesmo representar seres vivos senão idênticos pelo menos semelhantes aos existentes no nosso planeta.

 

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Fig. 1A

 

Numa visão mais alargada do cenário apresentado pela extensa paisagem marciana comportando as duas formas atrás referenciadas (Fig. 1B), além de as mesmas sugerirem (como já vimos) réplicas de formas semelhantes às existentes na Terra (por um exemplo uma ave e um humano ou humanoide), sendo por outro lado fácil de compreender o verdadeiro dilema em confronto entre os dois sujeitos em presença: a partir dos trilhos já feitos escolher um novo destino.

 

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Fig. 1B

 

Um planeta alienígena um pouco menor que a Terra (0.53 X d T), onde nenhum ser orgânico por mais primitivo (ou fossilizado) que fosse foi descoberto até hoje, sem uma atmosfera protetora (como a terrestre) possuindo oxigénio (fundamental para a nossa respiração) e protegendo-nos das radiações mortais (solares e cósmicas) e mesmo assim, despertando-nos o interesse e a curiosidade pelo que poderá ter sido no passado este planeta já com biliões de anos de História ‒ tal como o Sistema Planetário de que (como a Terra) faz parte.

 

1F549881178EFFCZJZP1214R0M1 C.JPG

Fig. 2

 

Num território (Marte) localizado bem para Além do nosso Ecossistema de sobrevivência e de evolução (a Terra), transformando-se desde a sua formação (há mais de 4 biliões de anos) num espaço e num trajeto, comum e paralelo (senão mesmo coincidentes em certos pontos da respetiva cronologia) para ambos os corpos (como parecem indicar os trilhos da Fig. 2), no caso da Terra com a História por nós partilhada (e conhecida) e no caso de Marte com todos os vestígios até agora encontrados a apontarem cada vez mais para algo muito parecido ao que hoje é a Terra: com atmosfera, um oceano e até vida orgânica.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:15
Terça-feira, 02 DE Maio DE 2017

Nem Sequer Temos Imaginação

Quatro imagens (efetivamente 4+1 sendo esta última orbital) recolhidas pelas 2 primeiras sondas norte-americanas a orbitarem e a aterrarem em Marte – VIKING 1 e VIKING 2 – neste caso recolhidas pelos seus módulos de aterragem quando já instalados na superfície marciana.

 

Limitamo-nos hoje à análise dos dados enviados por uma máquina localizada a milhões e milhões de Km de distância (bem no interior profundo e escuro do Espaço), posteriormente traduzindo-os através de tabelas de sinónimos reais (podendo ser projetado no espaço e datado no tempo) e mais tarde apresentando-a com contornos facilmente aceitáveis e de acordo com os modelos preconcebidos – e isso não relevando ainda as virtudes da edição e o primor do Photoshop.

 

O que deveríamos era lá estar como o sonha Elon Musk. E nós ainda sonhamos?

 

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Imagem 1

Marte – Planitia Chryse – Big Joe

(Sonda Viking 1 – Lander – Câmara 1 – 4 Out 76 e 24 Jan 77)

 

Na contínua procura de um modelo de cenário que nos possa proporcionar de alguma forma credível alguma esperança na descoberta de um tipo de Vida no mínimo com alguns pontos de percurso comuns e potencialmente semelhantes aos percorridos pela Vida na Terra, uma das poucas fontes de consulta agora que o Homem parece ter subalternizado o Espaço e a sua necessária e obrigatória Conquista (isto se a nossa espécie não quiser ficar extinta, deixando-se morrer dentro de casa) é sem dúvida o PHOTOJOURNAL da NASA, que pensando-se no que por cá há (em Portugal) e associando-se a uma função semelhante (na área de comunicação) poderíamos sem dúvida equiparar à nossa RTP MEMÓRIA.

 

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Imagem 2

Marte – A primeira imagem a cores – Por volta do meio-dia

(Sonda Viking 1 – Lander – Câmara 2 – 21 JUL 76)

 

“This color picture of Mars was taken the day following Viking l's successful landing on the planet (approximately noon). Orange-red surface materials cover most of the surface, apparently forming a thin veneer over darker bedrock exposed in patches. The reddish surface materials may be limonite (hydrated ferric oxide). Such weathering products form on Earth in the presence of water and an oxidizing atmosphere. The sky has a reddish cast, probably due to scattering and reflection from reddish sediment suspended in the lower atmosphere.” (nasa.gov)

 

Não deixando de ser irónico que passado quase meio século sobre a data em que o primeiro Homem (logo seguido de mais dois) pôs o seu pé pela primeira vez sobre um outro corpo celeste à distância com um aspeto muito parecido ao nosso – a Lua localizada a mais de 480.000Km da Terra – no presente nos limitemos a enviar astronautas para uma estação em órbita da Terra a uma distância de aproximadamente 400Km (a ISS) e para viagens mais extensas e prolongadas no tempo (limitados como estamos em relação à velocidade máxima das naves e à previsibilidade do tempo médio de vida da nossa espécie) nos apetrechemos convenientemente com as últimas novidades no campo da eletrónica, da informática e dos veículos aéreos teleguiados (o que têm feito norte-americanos, russos, chineses e por aí fora) e tirando-os do usufruto das crianças (inicialmente o alvo preferencial) relançando-os no mundo dos adultos e promovendo estas máquinas enviando-as em missões pelo Espaço.

 

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Imagem 3

Marte – Utopia Planitia – Presença de gelo à superfície

(Sonda Viking 2 – Lander – Câmara 1 – 18 MAI 79)

 

“This photo was taken at Utopia Planitia landing site. It shows a thin coating of water ice on the rocks and soil. Scientists believe dust particles in the atmosphere pick up bits of solid water. Carbon dioxide, which makes up 95 percent of the Martian atmosphere, freezes and adheres to the particles and they become heavy enough to sink. Warmed by the Sun, the surface evaporates the carbon dioxide and returns it to the atmosphere, leaving behind the water and dust.” (nasa.gov)

 

Na Terra conhecidos como DRONES (e muito utilizados para matar a nossa espécie) e no Espaço como Sondas (com o objetivo de encontrar outras espécies). Tudo tendo sido criado com o único objetivo de lançar o Homem para lá das fronteiras do nosso planeta na procura de outros lugares onde como espécie organizada e inteligente um dia poderia ter hipótese de aí se instalar e prevalecer – até por necessidade ou por simples aventura, curiosidade, experimentação e logo expansão (o que mantem o nosso dinamismo e a nossa Evolução) – mas pouco depois com o mesmo a ser imediatamente subalternizado (o Homem) e desde logo a ser substituído (pelas Máquinas): com o pretexto financeiro e da salvaguarda dos astronautas. Enterrando-se o discurso de Kennedy, eliminando-se o protagonista do enredo (do Cenário da Conquista do Cosmos e que seria o Homem), apagando-se de vista a Lua (afinal de contas a poucas horas de viagem) e limitando-se a Aventura a um grupo de especialistas comandando Drones da Terra e enviando-os para onde devíamos ser nós a lá estar (desde esse Grande Passo da Humanidade concretizada na Lua nunca mais saindo de casa).

 

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Imagem 4

Marte – Utopia Planitia – Nascer-do-Sol

(Sonda Viking 2 – Lander – Câmara 2 – 14 JUN 78)

 

“A Martian sunrise was captured in this Viking 2 Lander picture taken June 14, 1978, at the spacecraft's Utopia Planitia landing site. Pictures taken at dawn (or dusk) are quite dark except where the sky is brightened above the Sun's position. The glow in the sky results as light from the Sun is scattered and preferentially absorbed by tiny particles of dust and ice in the atmosphere.” (nasa.gov)

 

À falta de melhor e com as sondas com mais notoriedade pública (norte-americanas e europeias) a fornecerem-nos cada vez menos pormenores interessantes (e oriundos do Mundo Exterior), regressando temporariamente ao passado (não mais que 40 anos) para tentar entender o que terá ocorrido (entretanto e já agora em Marte) para nos deixarmos por aqui ficar (em terra e não no mar, na Terra e não no Espaço). E ficando tristes ao verificarmos como uma instituição de Vanguarda Científica, Tecnológica e representativa do expoente fantástico do Avançado Conhecimento do Mundo atingido por esse fantástico ser biológico que é o Homem (baseado na observação e experiência de sucessivas gerações querendo repetir noutros horizontes a proeza da Conquista dos Oceanos) como o era a NASA, se deslocou dos seus objetivos iniciais da Conquista do Espaço (a partir daí desenvolvendo toda a tecnologia, indústria, economia e vida social que certamente iria revolucionar o quotidiano de todos nós atirando a nossa sociedade, pensamento e organização para outra dimensão) para em vez disso e como Instituição de Concretização que deveria ser (prosseguindo o seu trajeto e o nosso destino), regredindo no espaço-tempo e transformando-se numa mera instituição de replicação (de conhecimento há muito adquirido e apenas retransmitido) se tornou numa mera Escola. Tal como nestas (escolas públicas) e por desinvestimento entrando em decadência e mais tarde fechando – e tal como nos EUA, na Rússia, na China e noutros sítios mais, com a iniciativa privada a ver o filão e a tomar a iniciativa.

 

E no que diz respeito às novas missões da NASA a Marte com as conclusões a serem apenas confirmações (das primeiras) – pelo menos enquanto os astronautas lá não chegarem. E pelos vistos com a SPACE-X (iniciativa privada) bem à frente nas pretensões (suas): ser a primeira a atingir e a colonizar o Planeta Vermelho. Na altura podendo visitar (talvez ainda vivas) a velhinha Opportunity e a menos velhinha Curiosity (este ano fazendo 13 e 6 anos respetivamente a partir do ano em que abandonaram a Terra).

 

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Imagem 5

Marte ‒ Valles Marineris ‒ 3000Km extensão/4Km profundidade

(Sonda Viking – Orbiter)

 

Viajando até ao passado e até ao momento em que as sondas ainda se acomodavam a Marte (imagem 5), transportando até ao presente algumas dessas imagens e recordando o que os cientistas da NASA então já afirmavam (e que muitos anos depois ainda repetem, mas naturalmente com o respetivo puzzle muito mais completo). Como nos confirmam as (4+1) imagens – e escutando agora ainda com muita mais atenção, o que estes verdadeiros pioneiros da exploração espacial (então com tão poucos recursos) alcançaram. E com entusiasmo e emoção (pela sua descoberta) logo nos comunicaram e fizeram sonhar:

 

Como as alterações verificadas em torno da rocha denominada como Big Joe (localizada na planície Chryse e demonstrando há já 40 anos a existência de elementos erosivos sobre a superfície de Marte), que através da ação de elementos presentes na atmosfera do planeta e provocando manifestações caraterísticas desse tipo de fenómenos (deslocando elementos superficiais devido à ação do vento e alterando as caraterísticas do terreno) nos informaram da existência destes agentes (dinâmicos) e do seu movimento relevante em Marte; tal como o dizem hoje falando dos Devil Dust (redemoinhos de vento já por diversas vezes observados em Marte); como se vê na imagem (1) com o abaixamento da superfície de areia situada sob a zona inferior direita da rocha Big Joe;

 

Ou então recordando-nos do momento em que usufruímos da primeira imagem a cores de Marte (imagem 2), mostrando-nos um mundo suportado por um cenário algo semelhante ao nosso, com uma superfície seca, desértica e aparentemente sem vida, refletindo para o exterior a sua cor característica avermelhada e na ausência pelo menos visível do líquido que na Terra significa a existência de moléculas orgânicas (a Água) sugerindo-nos, face aos parâmetros físicos e químicos aí apresentados, podermos estar perante o registo do leito de um antigo oceano que há biliões de anos atrás tenha como na Terra coberto uma parte da sua superfície; um líquido precioso não observável diretamente à sua superfície, mas na realidade ainda presente na mesma (Utopia Planitia) e em determinadas latitudes do planeta sob a forma de gelo (imagem 3) e podendo mesmo ainda existir a níveis inferiores (depósitos subterrâneos);

 

E até numa mistura de Realidade e de Imaginário (o conjunto que dá forma a esta projeção onde coexistimos) usufruindo da imagem do movimento do nosso Sol não tal como o vemos todos os dias na Terra, mas (imagem 4) como o veríamos se estivéssemos colocados num outro mundo um pouco mais afastado de nós (umas dezenas de milhões de quilómetros) um pouco mais longe do Sol (e no entanto calcinado por não ter uma atmosfera protetora): e olhando para o Sol erguendo-se, flutuando e pondo-se como aqui, ficando com a certeza interior de uma ligação profunda prevalecendo entre todos estes corpos (talvez numa ligação um pouco mais estreita entre a Terra e Marte) ‒ fazendo parte do Sistema.

 

(imagens: nasa.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 08:45

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