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Quarta-feira, 14 DE Junho DE 2017

Democratas ou Republicanos?

[A pergunta eventualmente colocada pelo atirador desta quarta-feira antes de entrar em ação]

 

Depois de glorificarem a violência como estratégia política (exclusivamente de sobrevivência e desvalorizando a situação e imagem do seu próprio país), os Democratas vêm-se agora com as primeiras consequências da sua campanha absolutamente implacável, não olhando a limites e verdadeiramente Assassina (no mínimo um assassinato político): com células agora ativadas (como as do ISIS) a tomarem a iniciativa (tendo Donald Trump como alvo) e a passarem à ação (a matar).

 

Congressman critical after surgery for wounds in DC-area shooting

(reviewjournal.com)

 

“A rifle-wielding attacker opened fire on Republican lawmakers at a congressional baseball practice Wednesday, wounding House GOP Whip Steve Scalise of Louisiana and several others as congressmen and aides dove for cover.”

 

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Tentativa de assassinato tendo Republicanos como alvo (à falta de melhor ou seja de DT)

(na imagem com Steve Scalise nº 3 na Câmara dos Representantes dos EUA pelos REP)

 

Quando a 7 de Novembro de 2000 após dois mandatos Democratas na Presidência dos EUA (com Bill Clinton como Presidente e Al Gore na Vice-Presidência) George W. Bush foi eleito para o seu 1º mandato, apesar do menor número de votos populares alcançados (mais de meio milhão) mas tendo atingido a maioria no Colégio Eleitoral (271/266), a vitória de G. W. Bush não foi então contestada baseada na vitória de AL Gore no Voto Popular (pois toda a gente conhecia as regras do jogo com a vitória a ser conseguida através da maioria no Colégio Eleitoral) mas sim pela atribuição da vitória no Estado da Florida atribuindo 25 votos para o Colégio Eleitoral e desempatando a contenda a favor dos Republicanos (inicialmente tendo sido os Democratas a ganhar a Florida mas numa recontagem passando para o lado Democrata). Com a situação de impasse a manter-se durante uns tempos (pelo menos até meados de Dezembro) mas com os Democratas a aceitarem finalmente os resultados. Já em 2000 sendo a 4ª eleição em que tal sucedia (Voto Popular face Colégio Eleitoral) sendo Donald Trump apenas o quinto. Com os restantes a serem em 1824 John Q. Adams (Democratic-Republican Party), em 1876 Rutherford B. Hayes (REP) e em 1888 Benjamin Harrison (REP).

 

Presidenciais de 2000

7 Novembro

Voto Popular

%

Colégio Eleitoral

Estados

George W. Bush

REP

50.456.002

47,9

271

30

Al

Gore

DEM

50,999,897

48,4

266

20+DC

Presidenciais de 2016

8 Novembro

Voto Popular

%

Colégio Eleitoral

Estados

Donald

Trump

REP

62.984.825

46,1

304

30

Hillary

Clinton

DEM

65.853.516

48,2

227

20+DC

(Resultados das Presidenciais de 2000 e 2016)

 

Em 2016 e num contexto completamente diferente com o 45º Presidente dos EUA (Donald Trump/REP) a repetir o feito destes seus 4 antecessores (pela 5ª vez), ficando a quase 3 milhões de votos de distância do seu opositor (Hillary Clinton/DEM) ‒ mas obtendo uma grande maioria (ao contrário de G. W. Bush) no Colégio Eleitoral (304/227). E apesar da clara vitória no Colégio Eleitoral (+77) com o candidato vitorioso e já nomeado Presidente a continuar a ser atacado de uma forma violenta (fazendo lembrar os tempos, os processos e a metodologia do macartismo) e mesmo extremamente perigosa (por afetar todo o Governo, toda a Administração e toda a estrutura em que se baseia a sociedade norte-americana) apenas por ser quem é (uma ameaça à atual classe política parasitária seja Democrata seja Republicana) e pela sua vitória nunca esperada: mesmo sendo apelidado de Palhaço e de Boneco de Putin derrotando o Sistema (incarnado em Hillary Clinton) até aí apoiando os instalados (os Democratas com uma poderosa máquina nos média). Numa luta fratricida entre dois Partidos de referência e num tempo da História em que não haverá (num futuro já presente) lugares para todos: com as Corporações a assumirem de vez os instrumentos do poder, diluindo o Estado (com a ajuda dos milionários) e com ele dispensando os seus funcionários (e não apenas os de base como até os de topo ‒ eliminando os políticos). E disso todos tendo medo (os políticos) com o mesmo (sentimento) alastrando à (velhinha e decrépita) Europa (pela paupérrima imagem dos seus líderes).

 

Assistindo-se agora e como se estivéssemos irremediavelmente inseridos numa corrente violenta, destrutiva e unidirecional, a uma sucessão de acontecimentos sempre vindos do mesmo lado e com o único objetivo de fazer desaparecer um Presidente: associando-o aos russos e chamando-o de “traidor”, utilizando métodos do ISIS e “cortando-lhe a cabeça”, ainda o vendo mexer e chamando-lhe “monte de merda”, adaptando-o a uma peça e “esfaqueando-o até à morte” e nada mais acontecendo “nem mesmo no Congresso” (nas suas estupidificantes audiências) passando ao nível seguinte e “começando a matar” (mas ainda com o Presidente bastante lá para o fundo). Democratas que hoje nada têm a ver com figuras históricas como John F. Kennedy (1961/1963) e Jimmy Carter (1977/1981), num partido destruído por uma família (os Clinton) e colocado em banho-maria por um Evento algo estranho (a eleição de uma minoria fosse de raça negra ‒ neste caso Obama ‒ ou do género feminino, que não HC).

 

(texto/inglês e imagem: reviewjournal.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:37
Quinta-feira, 13 DE Outubro DE 2016

Tudo se resolve a Tiro

[De preferência na Cabeça tal como no caso dos Zombies]

 

Um militar da GNR morto, mais dois feridos e um casal de civis baleado, tendo o homem morrido. Terá sido tudo obra de um único suspeito que continua a ser procurado.

(jn.pt)

 

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Death is just an illusion: we continue to live in a parallel universe

(texto e imagem: messagetoeagle.com)

 

“Matamos porque nos colocaram as armas nas mãos, porque nos ensinaram logo a disparar e também porque nunca nos disseram que aqueles a abater eramos nós.”

 

Quando nos deparamos com certas notícias (que nos tocam e sensibilizam) e somos imediatamente confrontadas por elas (tal a intoxicação informativa), as duas primeiras coisas que nos vêm à cabeça e para as quais procuramos resposta (compreensão do fenómeno ocorrido pelo estudo da relação causa/efeito), são como seria lógico a sua compreensão (por perceção do ocorrido na origem) e a verdadeira extensão das suas consequências (através do processamento de todas as sensações entretanto recolhidas): no caso do triplo homicídio ocorrido na madrugada da última terça-feira no distrito de Viseu (dia 11), o conhecimento dos antecedentes sociais, profissionais e criminais do respetivo homicida (entre muitos outros parâmetros psíquico-físicos a valorizar e de modo a perceber-se com rigor o motivo da concretização deste ato criminoso e extremo) e a razão da escolha deste preciso momento para finalmente se exprimir (impondo-se de uma forma unilateral e violenta), sem limites e sem valores (ou seja matando).

 

“Como todos nós sabemos as tendências da moda nada tem a ver com os seus clientes, mas com todos aqueles que querem obter do seu produto o lucro máximo possível num mais curto espaço de tempo: e como tempo é dinheiro a melhor forma de resolver um conflito será sempre a tiro, até para se ser claro e se obter um grande impacto – sendo preciso, sempre eficaz.”

 

Deparando-nos neste caso particular com um indivíduo socialmente descrito (e visto na sua terra) como um cidadão normal (com virtudes mas também com alguns defeitos), filho de boas famílias e aparentemente sem grandes problemas financeiros (seria até piloto de aviação), com alguns problemas legais (e criminais) como qualquer descendente rebelde (daí a sua apresentação como ovelha-negra da família) e que adicionalmente (numa construção elaborada pelos media) apresentava desde logo algumas anomalias (pelos vistos relevantes mas nunca antes detetadas), que pelos vistos poderiam ser sintomas da doença que aí vinha. Num acontecimento dramático (3 indivíduos mortos, 1 em morte cerebral e 1 outro ferido) ocorrido num curto espaço de tempo e tendo a cabeça das suas vítimas como alvo (apenas um agente da GNR foi atingido nas pernas), explicado de uma forma infantil, ingénua, senão mesmo deliberada, socorrendo-se de dois episódios que (apesar de poderem ter sido explosivos) foram apenas a manifestação do potencial problema e não a sua causa: matamos porque somos condicionados para tal (percecionando e sentindo tudo o que nos rodeia e estrutura de uma forma desfocada, limitando-nos a perceção, baralhando a transmissão e originando erros na sensação) e não porque estivemos na África do Sul (= violência), porque somos caçadores (= morte) ou porque temos a casa cheia de animais exóticos (= trauma).

 

“Desde a Queda do Muro de Berlim não foi só o muro que caiu mas com ele todo o Mundo – interrompendo-se (pensava-se estar a acabar) aí a guerra entre o Bem e o Mal com a vitória do Bem. No entanto desde a queda das Torres Gémeas tudo mudou – deixando-os especados e sentindo-nos vulgarizados (verdadeiramente nas mãos do Diabo) com a evolução científica dada ao termo terrorista (sendo tudo e o seu contrário e impondo Bem = Mal).”

 

A nível de uma região de província, de um país pequeno, pobre e periférico da Europa, uma imagem fiel e de dimensão micro do que na realidade se passa um pouco por todo o Mundo: com os maiores exemplos a serem proporcionados a nível interno pelos EUA, com a perseguição impiedosa a todos os seus cidadãos que mexam e sejam de cor negra (em episódios todos os dias relatadas em toda a imprensa mundial e esmagadoramente terminando na morte do Preto (antes tinham sido os índios); e a nível externo com a vergonha (por ser tanta a hipocrisia presente e vinda de todos os lados) de vermos a maios potencia militar mundial (os EUA) a ter de se socorrer de todo o tipo de terroristas que tenha mais à mão (Exército Islâmico, Al-Qaeda, mercenários e ainda outros contingentes de menos bons e de menos maus) de modo a conquistar (neste caso um quintal historicamente russo) ou manter a sua supremacia (face à previsão da futura tomada de poder do bloco Russo/Chinês).

 

(imagem: a indicada)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:38
Sábado, 23 DE Maio DE 2015

A Guerra no Médio Oriente – Iraque e Síria

Depois da conquista da cidade iraquiana de RAMADI (situada a pouco mais de 100km da capital do país BAGDADE – a oeste) e da cidade síria de PALMYRA (situada a pouco mais de 200km da capital do país DAMASCO – a nordeste) o Estado Islâmico está a um passo de dar o início à constituição do Novo Califado. Mas o Ocidente só se sobressaltou (apesar do seu valor inestimável para o futuro da Humanidade – sem cultura nem memória não existe identidade) com a previsível destruição de ruínas arqueológicas (precisamente as dessas duas cidades). Mas as muitas centenas de milhares de vítimas também contam. Factos.

 

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Estado Islâmico

 

Praticamente com metade do Iraque sob a sua forte influência e com a Síria a caminhar inevitavelmente na mesma direcção, a confirmação do erro crasso cometido pelos EUA aquando das Guerras do Golfo é agora indesmentível: a pretexto das Armas de Destruição Maciça destruiu-se irremediavelmente o Iraque e entregou-se o domínio de toda a região ao seu vizinho (e antigo inimigo) Irão. Morto o Ditador e decapitado um país de todas as suas infra-estruturas básicas de defesa (para já não falar das outras) era óbvio que no final tal intervenção só fortaleceria o Eixo do Mal. Coincidências.

 

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Grande Califado

 

Nunca nos poderemos esquecer da situação caótica e de extrema violência em que vivem as populações destes territórios há muito martirizados por sucessivos conflitos e guerras violentas. Assim quando uma organização se pretende responsabilizar (mesmo que de forma limitada) pela melhoria das condições de vida destas populações completamente cercadas e isoladas (mesmo sendo ela uma das principais responsáveis pelos trágicos acontecimentos), será sempre bem acolhida (em desespero de causa toda a ajuda que vier é boa) e terá acolhimento popular.

 

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Exército do Estado Islâmico

 

Uma organização que necessariamente apoiada financeiramente e em equipamento por países como os EUA, a Arábia Saudita, o Irão e até a Europa, é capaz de mostrar serviço perante os seus principais investidores, colocando mais de 25.000 homens no terreno e lutando como um verdadeiro Estado. E com a necessária capacidade logística de controlar administrativamente um vasto território, cobrando imposto e praticando (a sua criminosa) justiça. Sendo de uma forma exemplar uma organização extremamente hierarquizada e claramente suportada por múltiplos recursos (como o são os campos petrolíferos – já pensaram no que é feito do petróleo?). Uma verdadeira máquina demolidora e de propaganda bem à imagem das melhores produções norte-americanas (e a culpa nem sequer é deles).

 

(imagens: elpais.com/thinkfn.com/Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:14
Quarta-feira, 29 DE Abril DE 2015

Negros

A violência racial na cidade norte-americana de Baltimore

 

Tudo começou pelas 8:39 da manhã. Como sempre acontece um negro vê-se de caras com um polícia e a sua primeira reacção é fugir. Um minuto depois desiste da fuga, não oferece qualquer tipo de resistência e é imediatamente preso. É então levado (ou arrastado) pela polícia, segundo testemunhas já em gritos de sofrimento (arrastava as pernas). Três minutos depois surge o primeiro pedido de auxílio (médico) aparentemente sem gravidade. E sete minutos depois uma informação vinda do transporte policial refere que o negro agiria agora como se estivesse bastante “irado” (ou já estaria descontrolado e como se tivesse a coluna afectada?). Às 8:59 o seu estado era desconhecido e apenas 25 minutos depois uma comunicação afirmava que o preso já estava em situação crítica e sem resposta aos estímulos exteriores. Entretanto morreu, foi ressuscitado ficou cerca de uma semana em coma e voltou a morrer (agora definitivamente). Causas? Pelos gritos da vítima mortal “You're hurting my neck” pescoço partido.

 

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Baltimore

 

Aparentemente parece começar a concretizar-se o cenário há já algumas décadas desejado por alguns sectores da extrema-direita norte-americana: transportar para o interior do seu país as tácticas e estratégias de guerra desde há muito implantadas no exterior das suas fronteiras. Com a crise económica e financeira mundial a começar a queimar definitivamente a credibilidade do dólar (e do poder das suas impressoras), com a falta de dinheiro a aumentar exponencialmente a frustração de muitos dos empresários (mesmo aqueles ligados ao sector militar) e com a estagnação incompreensível verificada no mundo científico e tecnológico (nos seus sectores básicos para a generalidade da população), o inimigo a combater torna-se agora mais próximo podendo estar mesmo já entre nós. Motivo pelo qual terá ocorrido o 11 de Setembro e a matança de mais de 5.000 pessoas.

 

Agora que se aproximam as eleições presidenciais nos EUA e se começa a desenhar o cenário do novo combate entre Democratas e Republicanos, todos os aspectos da actual política norte-americana terão impacto. Especialmente a nível interno. E até para dar um exemplo ao mundo. E neste estado de crise e de indefinição até que os Republicanos ainda poderão pensar em vencer: com o sector militar todo a trás de si, com o caos instalado um pouco por todo o mundo e com a desordem e a violência a tomarem conta do seu próprio país, de um momento para o outro poderá aparecer o iconoclasta Diabo com os Republicanos já armados e prevenidos para combater o Mal. Mas qual será esse inimigo interno? Vindo de um dos seus maiores aliados e paranóicos não será (Arábia Saudita), vindo de um dos seus maiores inimigos e paranóicos não será (Coreia do Norte), vindo de um país voluntariamente colonizado e paranóico (Ucrânia) muito menos.

 

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Baltimore

 

O problema terá portanto que ser interno e oriundo de acções terroristas praticadas por franjas marginais de cidadãos (norte-americanos). Se olharmos para os mais recentes incidentes ocorridos nos EUA talvez seja fácil (mesmo para um verdadeiro analfabeto, mas por outro lado julgando-se muito bem informado), constatar quase que de imediato qual o mais importante factor de instabilidade: os cerca de 12% de Negros Americanos. Numa população de mais de 300 milhões nem sendo sequer 40 milhões. E assim a população negra passa para a ribalta da comunicação social norte-americana e global, esquecendo-se por momentos o Iraque, a Líbia, a Síria, o Iémen e até a tragédia do Nepal. A guerra está agora instalada em Baltimore com a autoridade a tentar recuperar o controlo da situação. Não estamos no Iraque mas já é um início. O estado de sítio é declarado. Poucos segundos antes do reaparecimento de Dick Cheney.

 

E lá voltamos sempre às recordações do anunciado mas nunca concretizado (muito menos exportado) Sonho Americano. Com Democratas e Republicanos deste calibre bem que os EUA podem começar a encomendar a sua alma (dólar) ao criador: nunca será com uma metralhadora carregada de balas e a tentar-nos vender notas falsas ou impressoras por eles certificadas, que alguém conquistará alguém arriscando-se a ficar sem ninguém. Nos EUA o problema racial tem-se vindo a agravar nos últimos anos mesmo tendo em consideração que o seu Presidente é de raça negra. Democrata. Mas para o verdadeiro poder instalado nos EUA isso pouco importa. Quem lá manda são as grandes Corporações, protegidas pelas mais variadas agências de segurança e defendidas até ao limite pelos militares (que até podem ser oriundos do sector privado).

 

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Baltimore

 

E até que a representação proporcional dos negros e a sua importância para o desenvolvimento da sociedade norte-americana pode ser posta em causa, face à invasão crescente de outras comunidades e à sua mais fácil e dócil integração na sociedade (os hispânicos já ultrapassam os negros prevendo-se que futuramente possam ser quase o triplo destes). Sendo mais recentes e tendo ainda muito pouco tempo de estadia no país para se aperceberem do seu real funcionamento (e das suas verdadeiras perspectivas futuras), estas comunidades facilmente se renovam na sua cronologia de simples emigrante, aceitando constantes adiamentos e com isso a concretização dos seus sonhos. Ainda por cima não sendo nacionais e como tal não terem os mesmos direitos – nem os defeitos dos nascidos do país, especialmente índios e agora negros.
Mas no entanto tudo é ainda possível.

 

A woman seen berating and hitting a black-clad teenager, later confirmed to be her son, has been hailed as "mum of the year" after her intervention on the Baltimore streets was caught on video. As violence flared up across the US city on Monday, the woman, who was identified as Toya Graham on Tuesday afternoon, was filmed telling her child to "take that fucking mask off." (smh.com.au)

 

(imagens – huffingtonpost.com/cnn.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:05
Sábado, 03 DE Maio DE 2014

A Europa em Guerra

"The state's monopoly on the LEGITIMATE USE OF VIOLENCE needs to be respected"

(Catherine Ashton – EU)

 

E a parir desta “justificação do injustificável” – criminosa por ignorar o direito supremo das populações ao seu território – estavam abertas as portas para o início do próximo massacre: pelo menos 39 mortos e duma vez só!

 

Odessa – Ucrânia – Confrontos

 

Mais quatro dezenas de mortos registados na Ucrânia devido a confrontos entre manifestantes a favor e contra o poder instalado em Kiev, após o golpe de estado patrocinado pelos governos da Europa Ocidental em apoio à geoestratégia política e económica norte-americana, de provocação contínua às duas potências mais ameaçadoras para a manutenção da supremacia global dos Estados Unidos da América: Rússia e China.

 

Mas se no caso da China geograficamente para os Europeus ela fica lá longe no distante continente asiático, já no caso da Ucrânia estamos já em plena Europa, logo ali ao lado e tendo a Rússia como fronteira. Já tivemos o exemplo da desagregação completa da Jugoslávia com todas as consequências criminosas (e provocadoras de genocídios de populações) que daí resultaram – também aí contando com o patrocínio da Alemanha e a passividade total do resto da Europa – para não nos inquietarmos não com o que já se passa mas com os verdadeiros motivos que levaram ao surgimento deste acontecimento, sem razão nem objectivo racional e/ou regional. E sempre com os norte-americanos – que não são europeus – logo atrás.

 

Odessa – Casa do Comércio – 39 pessoas assassinadas

 

E com o fracasso recente da política norte-americana em Israel e na Ásia (além do desastre ucraniano) o que aí vem pode ser bem pior para esta Europa, já em decadência económica e agora até moral e de valores. É que neste caso e apesar dos USA serem de longe a maior potência militar mundial – tendo por isso a prorrogativa de caso surja algum conflito ter o direito de ser o primeiro a carregar no botão (da destruição) – a China antecipando-se quase cinco anos ao previsto prepara-se ainda este ano para se tornar na maior potência económica mundial: com o seu poderoso aliado russo como vizinho controlando a seu belo prazer as portas da Europa.

 

CLOSER TO WAR

03.05.2014

(huffingtonpost.com)

 

42 Killed In Ukraine Street Battles As Violence Spreads To South...

Government Continues Offensive Against Russian Separatists...

Dozens Incinerated In Building Fire...

Ukraine Says Russia Financed, Planned Unrest...

Russia Points Finger Back...

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:35
Quinta-feira, 01 DE Maio DE 2014

From Ape to God (2)

Ficheiros Secretos – Albufeira XXI

[O Terrorismo Artificial Induzido (entre as vítimas) e a criação Natural do Super-Homem (entre os Escolhidos)]

 

“A nossa capacidade de compreendermos e aceitarmos o que nos é proposto para a recriação e fundação dum Novo Mundo, depende de como o interiorizamos, de como cumprimos as regras, do seu resultado imediato e da aceitação final e sem qualquer tipo de dúvidas de tudo o que dizem de nós – sujeitando-nos ao Superior infinito e assim incorporando-nos em Deus”.

 

Os seis pontos EIA (Estações de Intervenção Ambiental) colocados previamente no percurso respeitavam integralmente as indicações que tinha seguido com o seu manual de instruções e estavam de acordo com o plano de percurso que transportava consigo, produzido anteriormente pelos simuladores e agora bem visível no seu monitor. No exterior a carga luminosa estava dentro dos limites de segurança, não existindo em princípio perigo de ser visto e localizado. O objectivo secundário desta missão era verificar a reacção de seres vivos organizados, estruturados e num processo acelerado de desenvolvimento, face a registos inesperados e anormais de violência não esclarecida e fundamentada e sua possível invasão por radicalização e necessidade de retaliação sequencial, doutros níveis exteriores originalmente neutros e aparentemente desligados, mas agora inexoravelmente chamados a este espaço alterado e definitivamente contaminado. Uma tese de doutoramento deste nível ao ser apresentado no Conselho Local da Federação, certamente que teria um grande e profundo impacto, nesta pequena galáxia deste tão vasto universo. À volta do duplo tinha-se instalado um silêncio estranho e comprometedor: de certo que não demoraria muito a entrar-se no sexto acontecimento previsto.

 

No Limbo – Além de Tortura é Negar a Experiência de Passagem

(Um Simples Envelope como Elemento Libertador)

 

A triangulação fora definida por três pontos: um situado no santuário do Cristo Rei e os outros dois no Zoológico de Lisboa – um na minha posição a outra na do meu duplo. No santuário de Almada o espectáculo da luz imóvel e cintilante estacionada sobre a cabeça da estátua do filho de Deus juntara já a sua volta mais duma centena de curiosos, que dialogando entre eles sobre o estranho fenómeno – enquanto iam olhando a bola de luz e verificando se algo se modificava – iam congeminando nas suas cabeças cenários explicativos para o inesperado acontecimento, uns mais fantásticos do que outros. Entretanto chegara à base da estátua um jipe da GNR acompanhado por outro veículo da protecção civil. Juntaram-se assim ao já largo número de pessoas que aí se encontravam a observar, mais três elementos militares devidamente armados e dois outros elementos vestidos à civil – por acaso a mulher do presidente da junta e o seu filho acabado de se licenciar. Conferenciaram com os guardas ainda por uns momentos, dirigiram-se para a base do monumento do Cristo Rei e solicitaram ao funcionário que se encontrava ao serviço para lhes dar acesso ao interior e à zona do elevador: olhando uma última vez para o exterior ainda viram o povo em histeria a apontar freneticamente para o Céu. A bola de luz brilhou então mais intensamente, surpreendendo todos os presentes e cegando-os instantaneamente; de seguida contraiu-se violentamente e como que desapareceu; e sem que tivessem tempo para digerirem o momento nem compreenderem minimamente o que lhes estava a acontecer, um flash definitivo com origem no topo da estátua e no ponto brilhante explodiu em redor, varrendo toda a zona adjacente ao santuário e desintegrando tudo em redor. O espaço em redor estava agora completamente deserto, enquanto que do outro do Tejo uma luminosidade estranha cobria a zona onde estava instalado o zoológico, ouvindo-se ao longe e vindo do local sons repetidos e familiares, que pareciam ser de tiros e de fortes explosões: suportada nos seus três vértices a aplicação estava finalmente pronta a ser accionada.

 

A imperceptível cúpula electromagnética que cobria a zona de intervenção envolvendo o jardim zoológica estava agora activa, criando com a sua presença uma barreira de protecção contra acções agressivas que pudessem surgir do exterior e ao mesmo tempo disponibilizando aos agentes no terreno o acesso total aos seus sistemas de comunicação e aos seus instrumentos e ferramentas técnicas de introdução territorial e controlo mental.

 

Inicialmente foi só diversão. Recorrendo a uma religião matriarcal assente na Bruxaria e baseada na crença em entidades mágicas e sobrenaturais e nas suas relações profundas e poderosas com a Natureza, o duplo pôs imediatamente em prática a crença pagã nos quatro elementos, introduzindo no próximo episódio zoológico o símbolo do Pentagrama e dos seus quatro elementos físicos Ar, Fogo, Água e Terra – acrescidos dum quinto elemento de ligação o Éter, Espírito ou Alma. Com cada um desses cinco elementos colocados numa das seis Estações de Intervenção Ambiental (EIA) e uma outra aplicada como retorno – e simbolicamente representada por uma árvore (composta pelos quatro elementos físicos e solidificada pelo espírito). Mas sem nenhuma associação lógica (visível) com aquilo (sensações) que proporcionariam.

 

A primeira EIA a ser activada iniciou o seu procedimento automático mal os agentes do corpo de intervenção se introduziram no seu perímetro reservado: mal os seis elementos do corpo de intervenção violaram a zona de segurança a estação de intervenção explodiu, lançando no ar uma infinidade de pequenos círculos (brilhantes) circulando a grande velocidade e criando com o impacto da luz transportados pelos raios solares um arco-íris nunca antes visto, de cores intensas e contrastantes, parecendo frio e duro e de limites excepcionalmente cortantes. Os círculos pareciam ter uma estrutura fina e metálica, seccionando o espaço a grande velocidade: em poucos segundos os seis elementos tinham desaparecido no ar, restando no solo alguns pingos de sangue e um ou outro minúsculo resto de tecido orgânico – que as curiosas e laboriosas formigas do parque tratavam já por fazer desaparecer. No ar os conjuntos circulares incorporaram-se num só, a estrutura implodiu, desaparecendo no seu interior. Então e face ao avanço da restante força policial, o segundo e o terceiro EIA iniciaram os seus procedimentos intrusivos: enquanto o duplo não conseguia suster uma pequena gargalhada sem nenhum tipo de intenção senão o da libertação de ansiedades e de tensões espectáveis e naturais em seres humanos – precisamente o meio onde se encontrava – ao fundo a água da piscina onde os golfinhos actuavam transbordava, avançando duma forma organizada e como se tivesse vida própria, em direcção à restante força aí presente. Do interior da terra saiu então um relâmpago de luz e de fogo que atingiu violentamente os dois primeiros elementos que seguiam à frente da coluna, criando em seu torno uma enorme nuvem de fumo que tudo rapidamente encobriu. Qual não foi o espanto da restante coluna ao ver sair dessa densa e escura nuvem um ser que parecia o Diabo acompanhado por um outro que poderia ser um dragão: logo a seguir e controlando-os com uma dupla trela vinha o profeta Moisés. O espectáculo foi lindo e brutal. Enquanto o dragão ia queimando vivos todos os elementos que encontrava do seu lado, deixando uma amálgama de corpos queimados e retorcidos a escorrerem em fusão pela superfície sólida do parque, do outro lado o Diabo atacava os restantes, perfurando os seus corpos com os seus dardos malignos e enviando-os directamente para o Inferno. No meio – onde estava a Virtude – Moisés chamava a si os arrependidos e utilizando sabiamente a sua feitiçaria e as suas poderosas artes mágicas, separava as águas invasoras e abria o caminho para a salvação: e aproveitando a oportunidade os poucos sobreviventes não pensaram duas vezes e escaparam-se correndo como loucos entre as duas muralhas de água. Como assim, Deus tinha reservado um lugar no Céu para os pobres de espírito. Quanto à quarta EIA ela foi definitiva, logo seguida pela activação da quinta, como elemento fundamental e de ligação espiritual. Uma tempestade de areia instala-se agora sobre toda a zona envolvendo o Zoológico de Lisboa, criando um espectáculo isolado e fantástico que contrastava com o movimento acelerado e ininterrupto da capital: àquela hora do dia o movimento nas ruas era intenso, registando-se alguns engarrafamentos no acesso à ponte e à zona de Sete Rios. Visto do céu toda a zona do zoológico estava soterrada sob uma densa nuvem de areia, cobrindo-o como se de uma manta protectora se tratasse e parecendo ali estar como segurança para algo ou para alguém não identificado, ou então como solução para a prática de qualquer coisa de estranha, indefinida e provavelmente perigosa: se a areia do deserto encobria ainda hoje muitos dos segredos da História do Mundo, aquela que ali se encontrava não era natural, não só porque era exterior ao meio ambiente e ao espaço que agora indevidamente ocupava, como também por se revelar (apenas) uma sombra do original – “Vejam, estou fazendo uma coisa nova! Ela já está surgindo! Vocês não a reconhecem? Até no deserto vou abrir um caminho e riachos no ermo”. (Isaías 43-19)

 

O Gravador de Bobines

(Um belo exemplo duma espécie em extinção mas de Alta-Fidelidade)

 

E quando finalmente a nuvem se dissipou (tal como veio se foi) no Zoológico nada se mexia: entre alguns amontoados dispersos de areia e como se o local não tivesse sido conveniente limpo e aspirado, parecia estar-se agora perante um outro cenário surreal mas estranhamente reconhecível, fazendo lembrar apesar de numa escala limitada e talvez redutora, o exército de terracota do imperador chinês Shiuang. Não se tratava aqui de milhares de cavalos ou de guerreiros ocos e de areia, mas de umas dezenas de figuras estáticas, mortas e sem significado, que um pouco por todo o lado polvilhavam o Zoológico de Lisboa, anunciando definitivamente (apesar de administrativamente temporária) a sua morte e descodificando para quem ainda queria ver, o verdadeiro sentido da vida: tudo o que era transitório era definitivo e a transformação do mundo nunca estaria sujeita ou condicionada à cronologia e oportunidade dos humanos.

 

Depois era só abrir o Envelope.

 

Sem que nada o fizesse prever o velho gravador de bobines que se encontrava encostado numa das estantes da sala de estar começou inesperadamente a trabalhar. Tratava-se dum velho aparelho da TEAC de gravação e leitura de alta-fidelidade, utilizando os antigos carretos de fita magnética que mais tarde dariam origem às famosas e na altura revolucionárias cassetes.

 

Fiquei a olhar para ele atentamente tentando compreender o que ali se estava a passar: é certo que provavelmente o aparelho estaria ligado à electricidade mas há anos que não lhe tocava, não entendendo por esse motivo como é que este começara a funcionar. E ainda por cima nenhum som perceptível vinha do aparelho. A campainha da porta tocou e fui atender: o meu irmão mais velho entrou a correr na sala e foi logo ligar a televisão. Pelas suas palavras meio atabalhoadas e incompreensíveis algo de inesperado se teria passado lá fora e as estações estariam a dar em directo. “Lá fora está um caos do caraças com polícias armados por todo o lado. As pessoas como eu já fugiram. Parece mesmo um filme de guerra como se estivesse no deserto: não se via nada lá para dentro mas acabamos por fugir mesmo no fim com a tempestade a mover-se de novo, sabia lá o que podia acontecer. Dentro do Zoológico nem vi nada a mexer. Ainda pensei que fosse publicidade mas com aquele aspecto só se fosse com magia, bruxos ou extraterrestres” – não parando de falar duma forma excitada e nervosa até conseguir sintonizar um canal de notícias. Já nem me lembrava do gravador de bobines que lá continuava a rodar sem que nada se ouvisse.

 

A violência á um sistema de vida que se baseia num simples facto: é proveitosa desde que o sujeito tenha jeito e vocação para idealizar e concretizar esse objectivo. No fundo não pode ter ideologia nem remorsos que o limitem, nem religião ou pecados que o impeçam. E os Observadores Externos sabiam disso tantos anos se tinham dedicado à evolução da espécie humana e de todo o ambiente que o enquadrava. Os humanos eram susceptíveis às mais pequenas alterações registadas no exterior do seu corpo, por vezes não compreendendo o que era adaptação e querendo de imediato passar ao registo seguinte de aplicação, sem repararem que nem sequer haveria necessidade para tal e que o improviso era muitas das vezes de consequências aleatórias e contraditórias: como instrumento a violência também era uma arte e para muitos grupos a forma mais realista e preparatória para inevitável transição que aí vinha. O que interessava não era o que se passava nesta fase de integração da espécie humana no Universo – fazendo-a apenas compreender a sua forma inicial visível, projectada e apresentada como Matéria limitada apesar de infinita (pelo seu espaço multidimensional de transformação que nós limitamos ao nascimento e à morte) – mas sim generalizar o conhecimento dos extremos neste estado evolutivo e de preparação do nosso trajecto mutacional (físico para espiritual) para melhor se aproveitar o desenvolvimento da Alma em todos os outros mundos destes Universos. A violência seria sempre uma opção por temporária e não repercutível do outro lado da fronteira, além de ser eficaz na nossa autodeterminação: por isso ser tão interessante de utilização em todas as experimentações e outras simulações reais. Aliás não teria nenhum interesse repetir momentos em cenários inexistentes: para os Observadores Externos um caso meramente ocasional mesmo que deliberadamente propositado – tinha que se analisar todas as hipóteses – podia ser uma boa ocasião de estudo e uma janela de oportunidades para outras sugestões, simulações e até simplificações.

 

Acordamos caídos no chão da sala. Se tivéssemos estado inconscientes não tínhamos noção como tal tinha acontecido. A televisão estava ligada e o gravador de bobines tinha parado. Lá fora ainda era de dia e o céu estava claro. E as notícias fixavam-se no Zoológico e no acidente ainda por esclarecer ocorrido em torno da estátua do Cristo Rei.

As imagens que chegavam vinham carregadas de interferências estáticas mas para lá do que podia ver parecia estarmos em presença dum filme a preto e branco: as formas eram perceptíveis mas irradiavam uma cor cinzenta e sinistra. Só se viam edifícios, vultos imobilizados e um ou outro ruído distante que parecia vir da zona onde se encontravam a maioria dos primatas. Entretanto o duplo regressara e em conjunto com o original e para desse modo finalizarem com sucesso a sua missão, abriram o envelope e soltaram o seu conteúdo no ar: milhões de nano partículas luminosas dirigiram-se então para as jaulas dos macacos e fizeram o trabalho para que tinham sido fabricadas. As azuis aceleraram logo os primatas e as vermelhas diluíram as grades das respectivas jaulas, colocando-os finalmente em completa liberdade e convidando-os à aventura e à Evangelização mútua. Em grupos ordenados desceram em grande algazarra até à porta de entrada do Zoológico, onde do lado de fora também se concentrara já uma grande multidão entre civis e militares, que os observava em aproximação perplexos mas também aterrados. E quando as centenas de primatas se imobilizaram no terreno e um dos gorilas se dirigiu para o portão balbuciando uns sons que inacreditavelmente pareciam palavras de uma frase só possível de ser construída por um ser humano, a Violência tão característica como resposta humana apareceu, instalando-se como previsto da forma mais brutal e sanguinária. Mas os primatas do zoológico ripostaram e demonstraram que tal como o macaco tinha evoluído para o homem também este não era um seu exclusivo e que deste modo Deus até podia ser um outro macaco doutro ramo evolutivo, podendo este Deus alternativo e complementar identificar-se com eles e na sua transformação e integração, transformar-se de Deus em Macaco – From God To Ape. Com um simples varrimento o Grande Gorila líder dos Primatas introduziu-se com todos os da sua espécie no buraco que entretanto e mesmo ao lado deles se abrira, desaparecendo e deixando atrás de si o filme recebido e ainda em projecção e um verdadeiro Zoológico Sintético repleto de criaturas replicada na sua mais exigente perfeição. Aqui as cópias seriam melhores que o original. Ainda tentei por o gravador a funcionar mas por mais que o tivesse repetido nunca mais funcionou: só me lembro de ter sonhado com ele e de ter estado em contacto com alguém do outro lado da vida. Até a fita se enrolou e ficou irrecuperável.

 

Era estranho ver-se neste Universo Vivo e Infinito seres vivos racionais e inteligentes que sobrepondo-se duma forma prepotente e violenta sobre todas as outras as espécies vivas envolvidas – com ela compartilhando um espaço comum e aglutinado num cenário projectado para eles (e por eles) pela Natureza – ainda eram capaz de se retratar como possível vítima dum ambiente não considerado (mas real e da sua autoria), como se tal só pudesse acontecer se não fosse a sua intervenção. Talvez tivessem visto O Planeta dos Macacos.

 

Fim da 2.ª parte de 2

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:16
Terça-feira, 29 DE Abril DE 2014

From Ape to God (1)

Ficheiros Secretos – Albufeira XXI

[O Terrorismo Artificial Induzido (entre as vítimas) e a criação Natural do Super-Homem (entre os Escolhidos)]

 

“A nossa capacidade de compreendermos e aceitarmos o que nos é proposto para a recriação e fundação dum Novo Mundo, depende de como o interiorizamos, de como cumprimos as regras, do seu resultado imediato e da aceitação final e sem qualquer tipo de dúvidas de tudo o que dizem de nós – sujeitando-nos ao Superior infinito e assim incorporando-nos em Deus”.

 

Hoje levantei-me da minha cama cedinho e lá fui cumprir o dever no Zoológico de Lisboa. Ainda tive tempo para comer uns quantos pastéis de Belém e comprar um cacho de bananas, para assim cumprir com êxito o objecto da minha missão. No resto do trajecto cumprimentei educadamente todos os que vi, à chegada à bilheteira dei os bons dias ao funcionário e educadamente pedi uma entrada para criança: o tipo olhou para mim, riu-se na minha cara e perguntou-me no gozo se não queria antes um para a terceira-idade. Paguei a quantia por ele pedida, recolhi o meu bilhete e sem piedade nem remorso dei-lhe logo um tiro nos cornos. Limpei a arma cuidadosamente, coloquei-a nas mãos ainda a tremer do funcionário e antes que este caísse definitivamente no chão no meio do seu estertor e lançando o último suspiro, cuspi-lhe na cara e fiz-lhe um grande manguito: “An Ape Will Be God, But Not You”! Transposta finalmente a porta entreguei-me à bicharada e fui em busca de Deus.

 

Human Evolution or Human Transformation: Not the Same?

(As Sete Maravilhas do Mundo)

 

Fui directamente para a área de diversões e desde logo vi os golfinhos, comprei um gelado no fim e ainda fui dar uma volta de comboio e outra de teleférico. A parte mais gira na volta de teleférico foi registada aquando da passagem sobre a zona dos leões, na altura meio adormecidos e a apanhar os raios quentes do Sol: como não via mais ninguém à minha volta a não ser o meu colega de viagem – acompanhava um velhote com algumas dificuldades de locomoção – resolvi melhorar o cenário demasiado pacífico para mim, transformando-o num instante num thriller, arrepiante e sanguinário. Balancei com uma grande amplitude o habitáculo onde nos encontrávamos, abri ao mesmo tempo a sua porta e com um pontapé violento atirei-o lá para baixo: caiu em cheio em cima do macho mais velho que surpreendido ainda o olhou por segundos, soltando então um rugido medonho e degolando-o de seguida com uma única dentada. Os membros ainda estrebucharam um pouco, o que chamou ali os restantes leões.

 

Uma parte das pessoas que àquela hora se encontravam no interior do zoológico, pareciam dirigir-se apressadas em direcção à avenida das barracas de refrigerantes e farturas que ia desembocar na entrada: inclinando-me um pouco para a direita e espreitando entre dois ramos verticais dum denso arbusto visivelmente ainda por podar, podia facilmente vislumbrar uma multidão constituída predominantemente por jovens e mulheres, rodeando numa algazarra tremenda um grupo de educadores, de funcionários e de polícias, enquanto as luzes e as sirenes das viaturas de socorro não paravam de funcionar, confundindo-os e finalmente enlouquecendo-os. Ainda não me doíam as costas devido à inclinação corporal entretanto assumida e já a batalha campal se instalava no meu campo de visão, com as educadoras aos gritos tentando impor a ordem entre os seus alunos, os funcionários em gestos ameaçadores e munidos de cordas atrás destas e dos mais pequenos e como sempre acontecia nestas situações mais problemáticas, calhando aos polícias a responsabilidade da manutenção da ordem pública custasse o que custasse: à entrada e desembainhados os respectivos cassetetes, a polícia de choque só aguardava ordens superiores para entrar em acção. Protegido pela sombra duma árvore já morta e de raízes ressequidas, saquei da arma e dei um tiro para o ar: o suficiente para assistir aos primeiros segundos da carga policial e aos gritos das crianças enquanto fugiam aterrorizadas da violência dos X-Man.

 

Dirigi-me então para o local onde habitualmente o elefante tocava o sino. Sentei-me num banco situado nas proximidades e certifiquei-me de que ninguém estava a olhar para mim: com a confusão que se instalara do outro lado do parque eram poucas as pessoas que assistiam ao espectáculo, vislumbrando-se apenas três adultos e quatro crianças interessadas no que os dois tratadores e o elefante iam fazendo. Mais afastado um outro elefante parecendo mais velho, parecia observar a cena sem a compreender muito bem – aquele barulho que vinha lá do fundo incomodava-o cada vez mais e só lhe recordava o barulho maldito produzido pelo badalo. Peguei então no meu eficiente canudo portátil e com a colaboração da minha pressão de ar ejectei o meu projéctil. Assustado com o inesperado impacto sobre o seu corpo o elefante saltou em frente esmagando com as suas patas dianteiras o primeiro tratador, colocando-se em fuga e fazendo tocar o sino por contacto e colisão à sua passagem desorientada; no segundo seguinte o elefante mais velho – que parecia adormecido – como que acordou repentinamente de um pesadelo, nomeando logo ali o segundo tratador como seu alvo preferido e destino de todos os seus traumas acumulados durante anos sucessivos de cativeiro. No entretanto a reduzida assistência observava os acontecimentos completamente paralisada e de boca totalmente aberta, só despertando e pondo-se numa fuga louca e sem direcção determinada, quando os elefantes acabaram de desfazer de vez os seus carrascos e insatisfeitos se viraram para eles – com as suas enormes orelhas a abanar e a tromba em riste para os apanhar – assinalando-os em tom ameaçador. Acontecimento de que resultaram mais três mortos entre os presentes: os pais e o filho de quatro anos que transportavam num carrinho, dilacerados pelas presas dos elefantes que no meio de toda esta violência despropositada mas sempre possível, os confundiram com o carrinho dos seus ex-tratadores.

 

Por essa altura já tinha dado sequência a quatro acontecimentos. Como previamente combinado dirigi-me então ao gabinete do responsável pelo zoológico, onde o fui encontrar tranquilamente sentado na sua cadeira giratória a olhar para além do vidro da janela, que o separava do seu mundo exterior. Acompanhando visualmente todos os pontos abrangidos pelo seu campo de visão, podia-se ver que no exterior do edifício o ambiente acalmara na zona de entrada do parque, verificando-se a tentativa por parte dos elementos de socorro e de segurança aí presentes em estabilizar o cenário e dar-se início à sua limpeza, redefinição e normal reabertura: estavam apenas condicionados pela próxima chegada da brigada anti-terrorista e pelo que a sua mais que previsível intervenção pudesse provocar no normal desenvolvimento desta situação, solução pela qual todos ansiavam e pela qual trabalhavam esforçadamente, sem colocarem questões e em conjunto. O director parecia indiferente ao que se ia passando no exterior, continuando estático na sua cadeira, sem emitir um único som e quase como se ignorasse a minha presença junto de si. Foi então que como se controlado por um comando remoto e sem demonstrar qualquer tipo de emoção ou outro tipo qualquer de percepção ou sensação, se virou na minha direcção e com o seu indicador esquerdo me apontou um documentos que se encontravam sob a sua secretária: como um sonâmbulo levantou-se, olhou-me com uma expressão desestruturada por vazia, entregou-me com as suas mãos secas e rígidas o documento que se encontrava sobre a mesa e entrou na sala contígua, pedindo-me para aguardar um pouco e fechando com estrondo a porta atrás de si. O documento referia-se à estabilização do número de animais habitando aquele espaço restrito e cada vez mais reduzido, provocado pela pressão exercida pela urbe exponencialmente crescente que o rodeava e pelos interesses impossíveis de controlar vindos da parte das forças vivas da terra, apenas interessadas na sua valorização pessoal e no preço dos terrenos por metro quadrado: o que era mais interessante numa primeira e superficial análise do documento – que ele já conhecia nas suas bases pois contribuirá para a sua elaboração – não era o processo de eliminação adoptado para o número agora considerado excessivo de animais em exposição (justificado com o problema da consanguinidade crescente entre as diversas espécies e com todos os perigos que daí poderiam advir por reprodução e hereditariedade) mas o seu alargamento ao ramo racional que aí também permanecia, mesmo que nalguns casos temporariamente. O tempo e o espaço eram apenas referências mas o número excessivo e problemático residia nos seres vivos racionais ou não: um novo método de controlo populacional mesmo que não aceite por moralmente violento e desrespeitador, seria sempre bem-vindo num mundo perto do caos apocalíptico e sem outra alternativa de salvamento e protecção, contra a sua própria e inexorável extinção. Os nacionais-socialistas na Alemanha tinham sido um dos seus mais conhecidos e importantes precursores e os EUA na calha destes (e aproveitamento os seus ensinamentos e os seus próprios cientistas, reconvertendo-os) os seus maiores e poderosos discípulos e profetas – até na sua ideologia de imposição, intolerância e desrespeito. E quando ouvi o tiro vindo da sala contígua já sabia o que se tinha passado: com o crânio completamente desfeito o corpo do director apresentava-se caído no centro da sala, enquanto no registo do pessoal associado ao zoológico a contabilidade electrónica indicava agora menos um. Cada animal tinha o seu respectivo chip e desde o início do dia a descida tinha sido anormalmente abrupta, pulverizando todos os anteriores recordes – de racionais (R) de não racionais (NR). Por essa altura estava eu a abandonar o edifício central quando reparei no avanço pelo interior do parque das forças especiais de intervenção: finalmente todo o cenário se compunha e me aproximava do final desde há muito projectado para este evento. Faltava apenas mais um acontecimento (o anterior fora o quinto) para eu chegar às portas do Paraíso, no interior do qual mil virgens intocadas desde sempre me esperavam: à entrada do portão celestial realizaria o teste definitivo e final, o acto de contrição, de fé e de consagração. Deus esperava-me para compartilhar! É claro que não me esqueci do Envelope enviado em anexo ao referido documento, chegado mesmo em cima do acontecimento e em correio expresso registado e oriundo dum remetente desconhecido provavelmente localizado num país do Médio Oriente.

 

The Butterfly Effect

(A Teoria do Caos e o Efeito Borboleta)

 

“In chaos theory, the butterfly effect is the sensitive dependency on initial conditions in which a small change at one place in a deterministic nonlinear system can result in large differences in a later state” (Wikipedia).

Um helicóptero da Unidade Estratégica da PSP sobrevoava agora o complexo do Zoológico de Lisboa, tendo como missão a coordenação das subunidades de vigilância aérea em acção directa no terreno, aqui e no momento levada a cabo por uma nova geração de drones recentemente adquiridas a empresas de armamento norte-americanas, por coincidência também subsidiárias de outras empresas instaladas no mercado e associadas a projectos de construção e de implantação local. Daí a minha opção lógica e facilmente compreensível pelo desenvolvimento e conclusão o mais rapidamente que me fosse possível de todo este procedimento associado à intervenção, isto se quisesse que o efeito provocado fosse evidente e efectivo e se reproduzisse indefinidamente e sem limites, em cascata e por todo o lado: eu sabia que mesmo que estivesse morto a minha acção e influência se repercutiria até ao infinito, reproduzindo sucessivas reacções e interacções entre mundos paralelos ou concorrenciais por simples e mesmo que desprezível interacção. “Na verdade o Universo não era um, mas um conjunto de muitos uns”.

 

Afastei-me rapidamente do local onde me encontrava e dirigi-me até uma zona mais afastada do zoológico, situada muito perto das Palancas. Era um ponto situado perto da periferia do parque, numa referência um pouco mais elevada e dispondo de razoável visibilidade, mas sobretudo oferecendo tranquilidade e uma certa reserva e protecção pelo menos temporária, para o muito que ainda tinha que desenvolver – além de ser o sitio ideal para a propagação programada. Libertei então o meu duplo. Do lugar onde me encontrava pude vê-lo a dirigir-se para o parque de merendas onde acabou por se sentar mesmo ao lado da zona de restauração: rodeando o espaço reservado aos mais novos, um grupo de dois agentes verificava cuidadosamente o interior das suas instalações, enquanto outros dois perscrutavam intensamente toda a zona envolvente, dirigindo-se um terceiro grupo mais para oeste precisamente na sua direcção. Do lado das Girafas também se notava alguma movimentação, destacando-se mesmo a presença de alguns homens armados e acompanhados por cães, que avançavam muito lentamente e a intervalos de tempo certos, investigando cada canto ou buraco que encontravam e estando extremamente atentos aos menores movimentos que lhes parecessem suspeitos. Mas o que mais despertou a atenção do meu duplo foi a utilização que os agentes já estavam a dar ao teleférico existente no zoológico – tentando a partir daí descortinar melhor o que se passava e descobrir onde poderia estar o principal causador ou causadores deste problema – e o movimento do próprio comboio do zoo que com o seu habitual motorista e percorrendo o circuito de todos os dias, ia distribuindo outros agentes enquanto percorria o trajecto: o ser humano era na realidade muito imitativo e repetitivo nas suas aventuras aparentemente experimentais, parecendo nas suas escolhas uma criança ingénua e irresponsável – e extremamente previsível nas suas atitudes e opções – como tal e em consequência facílimo de controlar e limitar. Agora era só recuperar a localização dos pontos, activá-los sequencialmente de acordo com a evolução prevista para o guião e divertir-se um pouco mais com a confrangedora fragilidade humana.

 

No entanto era necessário manter um nível mínimo de segurança na utilização temporária do duplo, já que certos raios luminosos sujeitos a determinadas condições atmosféricas poderiam revelar ao incidirem directamente sobre ele, a sua movimentação e posição: a maior dificuldade para manter a sua invisibilidade estava basicamente associada aos dias sujeitos a maior actividade electromagnética atmosférica, muitas dessas vezes intensificada por fortes e sucessivas tempestades solares. Ao libertar-se o nosso duplo para um mundo que já ocupamos, é lógico que este teria que ter a sua própria componente física e psíquica independente e um espaço material onde se pudesse colocar e daí actuar. Se no caso da componente psíquica o processo era de fácil execução por simples bipartição do nosso Eu – com a nossa Alma abstracta, sempre intacta e não parametrizada, espalhada por todas as nossas células, centralizada no cérebro e comunicando pelos neurónios – quando se tratava da parte física o processo de libertação do duplo apesar de ter um nível de acessibilidade muito idêntico ao anterior, era mais cuidadoso e pormenorizado por essencialmente técnico e multi-opções. Numa sequência programada e projectada para um já referenciado (apesar de indeterminado) número de Universos, coexistentes e paralelos, era definido o ponto de concentração a partir  do qual se faria a extracção do volume solicitado, neste caso um objectivo vivo equivalente à sua imagem e a ser utilizado temporariamente e em substituição condicionada: os modelos gerais mais solicitados distribuíam-se maioritariamente por sonâmbulos, indivíduos em estados de semi-consciência – como nos sonhos – e até em estado de coma. Ao libertar-se do seu abrigo o duplo usufruía do duplo do corpo por ele agora utilizado e partilhado, transportando consigo e por motivos de segurança o duplo desse Eu subdividido, apenas para estar presente para qualquer necessidade de regressão imediata mas sempre num estado completamente inconsciente, submisso e comatoso.

 

Fim da 1.ª parte de 2

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:06
Domingo, 20 DE Abril DE 2014

Eles Sabem, Eles Vêem E No Entanto Nada Fazem!

 

USADeus está do lado Deles

(com armas e bagagens)

 

“Será que os Dirigentes Europeus ainda não repararam que o Eixo Económico Mundial não se encontra mais na Europa tendo-se deslocado já há algum tempo – por acção e interesse exclusive da maior potência mundial – para a Ásia? Se estamos à espera da Velha Alemanha – vivendo como um agiota à custa dos juros do dinheiro asiático que empresta aos seus colegas europeus – ou da Grã-Bretanha – um entreposto comercial do outro lado do Atlântico que se julga protegido por viver numa ilha – vem que podemos desde já prepararmo-nos para a WW 3”.

 

Estará a Europa disposta a ser Extinta pelos interesses e ordens vindas do outro lado do Atlântico – sempre com a mesma conversa paternalista do rico responsável e inteligente a defender o pobre inconsciente e deficiente – pela potência mais desrespeitadora e prepotente do mundo apenas interessada em dominar Mercados e Matéria-prima? Será que o mundo ainda acredita que eles são os representantes de Deus na Terra aqui colocados para nos defenderem das estratégias sedutoras e enganosas dos representantes do Eixo do Mal?

 

Na Ucrânia acelera-se a luta entre o Bem e o Mal

(e como sempre quem se lixa é o Mexilhão, esteja contra ou a favor)

 

Como Te sentirias se ao saíres tranquilamente de tua casa – como noutro dia normal da tua vida – a caminho de outro lado qualquer, há tantos e tantos anos habitado por ti e partilhado pelos teus familiares, amigos e antepassados, te deparasses no teu caminho com uma cena como a da imagem anterior, sabendo que nesse local teria sido construído um Cenário de Morte e de Violência, unicamente com o pretexto divino e superior de te defender e proteger?

 

Por mim Expulsaria imediatamente os meus salvadores e para lhes provar que percebia muito bem o que se estava a passar, Fazia-lhes Exactamente o Mesmo que estes planeavam antecipadamente e em meu nome para mim – e para os outros como eu: talvez fosse a melhor mensagem para todos os que nos quisessem ajudar em nome de Deus, já que com a nossa acção e participação mostrávamos-lhes duma vez por todas, que conhecíamos muito bem as roupagens e adereços dos Verdadeiros Diabos!

 

Caso contrário, o nosso Futuro – pelos vistos já previamente delineado noutras partes do globo em ascensão económica (que não o nosso entretanto entretido em guerras inúteis e mortais) – atirará a Europa para um Beco sem Saída, nem Entrada: entalada agora entre o Grande Império Americano liderado pelos USA e o poderoso e emergente bloco Euro-Asiático liderado pela Rússia e pela China.

 

Portugal? O que é isso? Se Valer algo Compro!

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:32
Quinta-feira, 06 DE Março DE 2014

Portugal

Violência Juvenil

 

Miúdos com raiva de gente grande

 

O retrato oficial é de um país com escolas tranquilas mas, aqui e ali, contam-se histórias de agressões entre jovens com graus de violência que impressionam.

 

(visão.sapo.pt/retirado de artigo: Teresa Campos/Luísa Oliveira)

 

A Nova Geração (também importada para Portugal):

 

Os Nem-Nem – Nem estudam Nem trabalham

 

Liberdade

 

Viemos com o peso do passado e da semente
Esperar tantos anos torna tudo mais urgente
e a sede de uma espera só se estanca na torrente
e a sede de uma espera só se estanca na torrente
Vivemos tantos anos a falar pela calada
Só se pode querer tudo quando não se teve nada
Só quer a vida cheia quem teve a vida parada
Só quer a vida cheia quem teve a vida parada
Só há liberdade a sério quando houver
A paz, o pão
habitação
saúde, educação
Só há liberdade a sério quando houver
Liberdade de mudar e decidir
quando pertencer ao povo o que o povo produzir
quando pertencer ao povo o que o povo produzir

 

(letras.mus.br/letra da música: Liberdade/Sérgio Godinho)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:05
Domingo, 27 DE Março DE 2011

Em Fuga

Neste momento dá-se a contra-ofensiva das forças rebeldes, com o apoio da estrutura militar da NATO. Os apoiantes de Kadaffi, recuam para Tripoli e na base dos seus opositores, Benghazi, prepara-se o assalto final à capital da Líbia, último bastião do regime.

 

Líbia – fuga sem destino

 

“O estado é responsável pela organização e pelo controle social, pois detém, o monopólio da violência legítima”

 

Wikipédia

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:32

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