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Ainda Sem Estatuto

Quarta-feira, 19.05.21

Não se passando nada de novo no interior desta redoma invisível, senão notícias de doenças, de misérias, de guerras e de morte, por vezes para sairmos daqui não restando outra hipótese senão desligarmo-nos, ficarmos de cabeça ao alto e olharmos ─ perdidamente para o Céu (desligando temporariamente o Sol, pela noitinha, para a nossa observação ser mais profunda)

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Sob o céu noturno do estado de Montana

Um OVI ─ satélite, fenómeno ótico, sucata

ou um OVNI ─ terrestre, extraterrestre

 

Eis que de novo a desilusão e a raiva nos percorre (provocando um arrepio na nossa espinha),  dado até o Espaço exterior nada nos proporcionar (de alternativo) de modo a puxar-nos e agarrar-nos (desesperados como estamos, perante um próximo naufrágio), nem que seja a um qualquer apêndice, para uns sendo necessário (os que já não acreditam nesta Realidade, castrada da sua componente e complemento, a Imaginação) para outros opcional (os que vivem à custa dela, mas no entanto, eliminando o sonho aos outros).

Passados 74 anos sobre a pretensa e famosa queda de um OVNI e captura de alienígenas numa localidade norte-americana do estado do Novo México ─ conhecido como o “Incidente de Roswell” ─ pouco ou nada mais se sabendo sobre este fenómeno OVNI incluindo a presença dos respetivos ALIENS e não existindo uma prova minimamente evidente e credível, ou que de alguma forma ou feitio (sob a forma de escrita ou de imagem), não esteja invariavelmente distorcida.

Existindo alienígenas/extraterrestres nunca se tendo visto (publicamente) um único exemplar ─ ou algo resultante da sua tecnologia avançada (incompreensível para nós, por ainda não alcançada) ─ só acreditando em tal quem quiser, tal como outros acreditam em Deus, nem que este (existindo ou tendo existido) não passasse de mais um Astronauta.

Só mesmo se já cá estivessem (isto para existirem e como explicação) ─ e socorrendo-nos do tema das réplicas ─ completamente integrados entre nós.

Na imagem tal como a mesma indica (apresentada acima) registada há poucos dias no estado norte-americano de Montana, observando-se mais uma vez uma luz bem brilhante, cintilando no céu noturno com várias cores/tonalidades, em forma tradicional de “charuto” e aí se movimentando:

Com uns afirmando ser um satélite, outros um comboio de satélites de comunicação Starlink ─ ou seja, ambos um OVI (objeto voador identificado) ─ e ainda com outros persistindo nas suas convicções/desejos (os tais desesperados e fartos, das máquina-malucas terrestres) obviamente um OVNI.

Podem ser tudo, podendo ser nada, para nós.

(imagem: Behind the Scenes/youtube.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:29

Algarve ─ Segunda Quinzena de Maio 2021

Terça-feira, 18.05.21

Iniciada ontem a “invasão” britânica com os seus 5.500 turistas a chegarem a Portugal (+2.000 vindos de outras origens) e destes com a maioria dos aviões a aterrarem no aeroporto de Faro, podendo-se afirmar que já começou a nova época balnear do Verão de 2021 em Portugal, nela se incluindo a maior região turística nacional o ALGARVE (e a sua capital turística ─ para além da capital da região, Faro ─ Albufeira): onde trabalha a maioria dos trabalhadores da Hotelaria/Restauração, onde é feito o maior investimento em todo o Algarve e onde como consequência da Pandemia (agravando ainda mais a crise que se fazia sentir, antes do início deste surto pandémico) é maior a taxa de desemprego.

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Observando a evolução da Pandemia Covid-19 em Portugal nas últimas duas semanas, persistindo a instabilidade do nº de infetados/dia (apesar do seu baixo valor) e a subida do índice de transmissibilidade R(t), já igual a 1.

 

Mas tudo parecendo ir-se resolver a partir do início desta semana, com muitos hotéis a encherem-se, outros iniciando-se na sua atividade e os restantes, preparando-se com o mesmo objetivos (outros mesmos e tendo “maior poder de encaixe” ─ ligados a cadeias internacionais ─ não baixando e mantendo os preços anteriores): para tal chamando de novo os trabalhadores (e ainda outros como reforço) para os seus locais de trabalho, diminuindo de imediato e rapidamente a taxa de desemprego e como efeito, melhorando as condições de vida dos mesmos, há meses inativos e com os seus rendimentos muito reduzidos.

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E se os números nacionais de infetados/dia e índice de transmissibilidade preocupa ─ sobretudo a subida do índice R(t), subindo numa semana de 0,92 para 1,0 (quase 9%) ─ os números da região do Algarve também o fazem, com o seu R(t) a ser o maior de Portugal.

 

Cumprindo as regras sanitárias básicas a que todos estamos obrigados (afastamento, máscara, higiene, etc.), cumprindo o Estado a sua obrigação de defender e proteger os seus cidadãos (com testagens frequentes e rápido processo de vacinação) e cumprindo as autoridades inglesa e portuguesa responsáveis por tal processo (de abertura do espaço aéreo) com normalidade e eficácia este período de “viagens de férias”, desde que o coronavírus colabore e nos dê tréguas nestes meses de calor que aí vem (o Verão), podendo-se atingir este ano e na área do turismo uma boa resposta por parte dos turistas (em quantidade e qualidade, com dinheiro) e um bom retorno financeiro.

(dados: dgs.pt ─ imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:01

O Trabalho Também Mata

Terça-feira, 18.05.21

Preferindo que se confirmem evidências (como a de que o trabalho em excesso pode matar), em vez de se perder tempo com falsas inovações (veja-se o caso em Portugal da aplicação “Task Force”) ─ sendo estas apenas réplicas (oriundas de um mesmo molde) utilizadas anteriormente (pelos vistos sem efeitos sentidos, pelo menos para nós) e sendo repetidas até à exaustão (para acabar de vez connosco).

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Entrados nesta Pandemia já com números sociais e económicos denotando uma grave e contínua crise sistémica, bem refletida por demonstrada na taxa de desemprego ─ com cada vez menos gente a trabalhar e com os restantes, mantendo-se a necessidade do mercado, a terem de trabalhar por si e pelo seu colega entretanto despedido (1 fazendo o trabalho de 2) ─ e vendo-a ainda mais agravada com a chegada do coronavírus paralisando/fechando parcialmente a economia e lançando ainda mais gente para o desemprego ─ passando agora o trabalhador sobrevivente a fazê-lo, por 3 ou mesmo 4 colegas ─ tornando-se notório fazendo uns cálculos e até por claramente visível (e entendível), que os trabalhadores ativos antes do aparecimento deste surto pandémico e ainda mais os sobreviventes saídos deste período de mais de um ano de Covid-19, foram evidentemente forçados a cumprirem um horário para além do contratualmente estipulado, transformando legalmente esse excesso em horas extraordinárias (não se cumprindo, podendo ter consequências, que “ninguém” deseja): e não se recrutando mais pessoal, mantendo-se as necessidades, tendo o trabalhador (queira ou não queira) de trabalhar em excesso.

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Daí vindo o último estudo realizado por vários investigadores de quase 200 países e levado a cabo sob a responsabilidade da Organização Internacional do Trabalho e da Organização Mundial de Saúde ─ investigando a relação do aparecimento de doenças cardíacas, com o excesso no número de horas de trabalho ─ concluindo-se que executado sob determinadas condições “o trabalho também mata”: trabalhando-se em muitos casos 55 horas por semana, ou ainda mais. Só no ano de 2016 (3 anos antes do início desta crise pandémica) com quase 750.000 indivíduos a morrerem de ataque/doença cardíaca, numa morte provocada por “períodos seguidos e excessivos de trabalho” (mais de 55h/semana): afetando os tendo feito mais anos seguidos estes horários excessivos (mais de 55h/semana, entre os 45/74 anos de idade), especialmente se se estiver entre os 60/74 anos, idade com que deveríamos estar já reformados (e financeiramente estabilizados), vivendo-se em média nem 80 anos e que se saiba uma só vez.

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Verificando-se um maior risco de morte e de género entre os homens e geograficamente, ocorrendo mais para os lados do Oceano Pacífico (ocidente) e da Ásia (sudeste). Mas sendo o excesso de trabalho a razão para estas mortes e sendo apesar das diferenças o mesmo sistema económico e ideológico a dirigi-lo (a este como a oeste) ─ obtenção da mais-valia máxima possível (do objeto), a qualquer custo mesmo humano (do sujeito), já que tempo é dinheiro ─ ocorrendo um pouco por todo o lado. Um primeiro passo para depois de se falar do desgaste rápido do homem e das despesas de manutenção que o mesmo representa, sujeitando-o a trabalhar 2X, 3X, 4X mais, fazendo-o “explodir” provando já estar inadequado e para seu bem (e do sistema, do coletivo a preservar) sendo substituído pelas máquinas tornando-se então excedentário. E com aqueles que não o sendo pensando estar acima, mais tarde ou mais cedo chegando a sua hora e aí tendo de optar entre abandonar progressivamente a sua componente biológica ou existindo possibilidade fugir (podendo esse destino quanto mais tarde se fizer essa opção, ser a morte).

(consulta: boingboing.net/sciencedirect.com/who.int

─ imagens: boingboing.net/huffpost.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:52

Justiça ─ A Vergonha do Meco

Terça-feira, 18.05.21

Derrotados pelo quotidiano oferecido (morte de um filho), derrotados sucessivamente por dois Tribunais nacionais e mesmo assim, arrancando para um terceiro Tribunal nacional e simultaneamente (até como derradeiro recurso de procura de ressarcimento e de proteção) recorrendo a um quarto Tribunal mas agora Europeu, sendo para além de tudo (do autor do ato criminoso, ainda impune) vergonhosa a posição de Instituições Públicas ou do Estado aqui presentes ─ preferindo enquanto possível e para não se incomodarem muito, ignorar. Felizmente existindo pais.

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O Meco já foi há quase 8 anos, com 6 vítimas mortais

(ainda sem crime, nem castigo,

em mais um símbolo emblemático da nossa Justiça)

 

Uma tragédia ocorrida há já quase oito anos com culpados e vítimas mortais (ambos identificados), mas sem ninguém ainda a ter sido condenado (mais uma vez levando os ofendidos e nunca ressarcidos, a recorrerem ao Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, dando-lhes este tribunal no fim razão), deixando durante todo este tempo e por um lado o criminoso em paz (relativa, pois tendo memória do que fez, mas não tendo cultura suficiente e capacidade para o avaliar) e por outro lado (sofrendo certamente até à Eternidade) as famílias das vítimas vivendo num verdadeiro Inferno.

Resultado de uma praxe imbecil induzida por puros-imbecis (certamente lobotomizados, se não por corte, por processos químicos) pensando-se protagonistas de algo de mais situado para além deles (tendo o ego deles, por ainda não suficientemente protagonistas, prestes a explodir), não sabendo bem o quê nem sequer o porquê (levando-os para se destacarem, a irracionalidade a um extremo), mas por tradição tendo de persistir sendo eles os discípulos e executantes. Projetando covardemente a sua prática de presença e dominação em grupos restritos e isolados (de modo a não se ter de deparar com respostas capazes) e sem a presença de testemunhas (apanhando-o em flagrante delito), retirando-se (e estrategicamente indo ao hospital), refletindo e sendo finalmente obrigado a comparecer, contando a sua versão dos acontecimentos.

Agora completamente desmontados (a sucessão de acontecimentos/a versão) por um nadador-salvador (fuzileiro da marinha e com muita experiência no mar) ─ analisando tudo o afirmado pelo personagem central deste triste e criminoso episódio (o ex-Dux João Gouveia), descrevendo em Tribunal o que aconteceu com ele e com as seis vítimas mortais (daquele dia 15 de dezembro de 2013 na praia do Meco) ─ questionando-se (e demonstrando ser extremamente improvável ou mesmo impossível tal explicação) sobre muito do afirmado pelo ex-Dux. No fundo contradizendo-o como se a versão dele fosse mentira, uma mera adaptação (pessoal).

Esperando-se as cenas de mais este triste episódio (impulsionado agora pelos Tribunais Europeus), também sendo (nem que seja pela sua ausência, nestes casos sendo uma constante) um caso de incompetência de Estado, deliberada por habitual. Como todos sabemos e todos os dias confirmamos, não existindo Justiça (só funcionários de diferentes níveis, dos juízes aos criminosos) neste país (Portugal), pelo menos não se entendo muito bem o que isso é (só mesmo os juízes e dependendo de juiz para juiz), nem no que poderá (mantendo-se tudo igual) vir a mesma a ser.

(sobre notícia e imagem: 24.sapo.pt)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:04

Deixando Um Rasto Atrás de Si

Segunda-feira, 17.05.21

[Como tudo e todos, seguindo o seu trilho.]

Num retrato de Mercúrio registado durante três dias e segundo o seu autor não utilizando filtros (impossibilitando um destaque personalizado de certos pormenores), a prova apesar de aqui ser pouco visível da existência de cauda (não sendo propriamente um cometa) no planeta Mercúrio (alinhada com a sua estrela de referência, o Sol).

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Mercúrio

Todos os corpos do sistema podendo ter

uma origem cometária

 

Segundo o autor dos registos fotográficos (de 10/11/12 de maio e aqui apresentados) com a cauda do planeta (mais próximo do Sol, a apenas 58.000.000Km de distância média, entre 1/3 e 1/2 da distância Terra/Sol) a ser composta em grande parte por sódio ─ sendo exposto aos raios do Sol tomando uma coloração amarela ─ nem sequer se necessitando de um filtro próprio (para esse elemento, o sódio) para se notar a sua presença (aqui notando-se pela emissão/ejeção de raios/materiais amarelados).

(sobre notícia: spaceweather.com ─ imagem: Paul Robinson/EUA/11 maio 2021)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:28

Turismo ─ Tosta-Mista Covid

Segunda-feira, 17.05.21

Reino Unido desconfina com “cautela” devido a nova variante.

O Reino Unido registou a morte de cinco pessoas e 1.979 casos de covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com os últimos dados do Governo britânico, que hoje aliviou "cautelosamente" várias restrições em Inglaterra.

(MadreMedia/Lusa/24.sapo.pt)

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Depois de abrirem as portas dos PUB

(no Reino Unido/bares e restaurantes)

 

Estando em Estado de Calamidade até ao fim do mês de maio (depois de promovido o seu estatuto de um nível abaixo/inferior, o anterior Estado de Emergência) e contra a maioria dos estados europeus (achando ainda não ser o momento apropriado, fazendo-o, mas com restrições) abrindo desde já o seu espaço aéreo às “viagens de turismo”,

─ Servindo-se do “empurrão inglês”, colocando-nos na sua reduzidíssima “lista verde” (integrando por exemplo Israel, impossibilitado de o fazer, estando agora em guerra)

Numa ação necessária (e quase que obrigatória para a recuperação da Economia) levada a cabo e aplicada (tendo já arrancado, antes do início do Verão),

─ “O Ressuscitar do Turismo, em estado de coma há mais de um ano” ─

E simultaneamente reforçando o nosso sentido de segurança (interno), passado o pior (desta última vaga Covid-19) e regressando no que diz respeito à região algarvia (e pelos visto em força, dado quase o exclusivo) o turismo,

Entre ingleses e outras nacionalidades e face à abertura do nosso espaço aéreo a países (e viagens como as turísticas) com baixa taxa de incidência deste coronavírus, chegando hoje aos aeroportos portugueses cerca de 7.500 viajantes maioritariamente ingleses (uns 5.500) e dirigindo-se para Faro: numa sequência tendendo a manter-se ou mesmo a crescer até ao fim deste mês e pelas reservas entretanto tendo a vir a ser efetuadas, estendendo-se por toda o Verão e semanas seguintes (vindo a seguir o Golfe). Com a maioria desses visitantes a serem britânicos (estando ingleses e escoceses autorizados já a viajarem) e sabendo-se serem os próprios a afirmar estarem algo preocupados com possíveis/futuras contaminações mas agora com a variante indiana crescendo em percentagem no nº total de novos infetados e não se sabendo ainda ao certo se as vacinas fazem efeito (achando-se que sim, mas recordando-se poderem estar perto do fim do seu período de validade e no mínimo necessitando-se até para ver a sua eficácia de uma 3ª dose, ou da vacina não do ano passado/que estamos a tomar, mas a deste ano). Enviando-os para cá (os seus cidadãos) mas avisando-os diretamente a eles (responsabilizando-os) e indiretamente a nós (ao nosso Governo, tendo o dever de nos informar/comunicar) do que ainda poderá suceder (não estando como todos sabemos o vírus erradicado, continuando a matar até em Portugal).

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Abrindo as portas das PRAIAS

(em Portugal/aqui o Algarve em 2013)

 

Daí o meu espanto pelo alerta vindo das Ilhas Britânicas (para os seus cidadãos, podendo vir a ser um problema de saúde interna, mas já existindo antes e não sendo provocada pela sua viagem), se comparado com o silêncio interno e do costume do Governo continental de Portugal, para além das manifestações (sem sequência, nem antes, nem depois, para a construção de uma Imagem/símbolo desta região) de Boas-vindas do costume nos aeroportos, nada dizendo, com nada se preocupando e por vezes até se “esquecendo”: de nos informar convenientemente de quais as suas estratégias de recurso (proteção e segurança) se algo se começar a passar mal por aqui (onde vivo, no Algarve) seja em relação aos turistas como aos aqui residentes e aqui trabalhando: conhecendo-se antecipadamente a Europa estar ainda num processo de descida e de estabilização desta derradeira vaga da Pandemia (uns países mais adiantados, outros mais atrasados), com alguns parâmetros importantes ainda instáveis e não se sabendo ainda muito bem o que as próximas semanas/meses nos reservarão (em princípio e resultando as regras, as testagens e sobretudo as vacinas, esperando-se muitos meses).

Quanto ao nosso Governo vindo aí o Verão e de seguida as Autárquicas (e até pela sua despreocupação), sendo o seu pensamento “logo se verá”. Recordando ainda que dentro em pouco os outros farão o mesmo (arrancando o seu setor turístico), desejando não sermos castigados ─ pelo “pecado da gula” ─ face à oferta (a nós feita, antecipada) do habitual bolo-inglês.

(imagens: Oli Scarff/AFP/Getty Images/usatoday.com ─ Alamy/dailymail.co.uk)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:42

Eles Já Chegaram!

Segunda-feira, 17.05.21

Não nos estando a referir à chegada dos súbditos de sua majestade ─ a rainha de Inglaterra Isabel II ─ à região turística do Algarve (hoje, 17 de maio),

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There is certainly life on Mars!

We are the life of the party!

(declaração CNSA)

 

Mas à chegada do 1º veículo motorizado oriundo da China à superfície do planeta Marte (na passada sexta-feira, 14 de maio): e se relativamente aos ingleses (viagens terrestres/aéreas) sendo estes os primeiros a chegar a Portugal com os seus investimentos (vinhos/turismo), só muito mais tarde surgindo os chineses (Lojas dos 100/300, seguindo-se entrepostos/empresas), já no que diz respeito aos chineses (viagens espaciais) e deixando os ingleses bem lá para trás (nem sequer tendo ainda chegado ao ponto de partida), com a maior potência asiática atual candidata a amanhã se tornar a maior potência Global ─ a China ─ a juntar-se aos EUA e a tornar-se o segundo país em todo o Mundo a colocar com sucesso um veículo motorizado em Marte. Com três países tendo como objetivo final  da sua missão colocar veículos motorizados ou ROVERS sobre a superfície do Planeta Vermelho concretizando tal facto (tocando o solo do planeta), tendo o primeiro falhado nas suas tentativas (na aterragem/despenhando-se ou após ela nas comunicações/ausentes)  a Rússia (ex-URSS, em 1971) e os dois restantes atingindo-o (com sucesso total, aterrando e com o seu ROVER ativo): desde 1997 com os EUA (no presente com dois ROVERS ainda em funcionamento, o ROVER CURIOSITY e o ROVER PERSEVERANCE) e agora em 2021 com a China (e o seu ROVER ZHURONG).

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Centro de Controlo Aeroespacial de Pequim

Aterragem com sucesso da sonda Tianwen-1 em Marte

(CNSA)

 

ROVER ZHURONG lançado o ano passado (23 de julho) a bordo da sonda automáticaTIANWEN-1 ejetada (propulsionada) para o Espaço exterior por um foguetão Longa Marcha ─ projetando-a na direção do primeiro planeta exterior (à Terra) MARTE ─ e tornando-se a 14 de maio no 3º veículo motorizado (terrestre, para os “marcianos” alienígena) ─ 2 norte-americanos e 1 chinês ─ a circular nesse planeta (e com os Europeus através da ESA a pretenderem a curto-prazo alcançar o mesmo). Com os chineses depois da Lua (tendo lá e já, o seu ROVER) e da sua Estação Espacial (tendo colocado já em órbita o seu 1º módulo espacial de 3, iniciais), atirando-se tal como os norte-americanos ainda mais além, sendo agora o seu objetivo Marte (e já lá estando) ─ replicando (mas desejando-os ultrapassar, com o seu conhecimento e experiência suplementar) os passos dos EUA ─ pela sua ambição, eficácia e estando de acordo com os desejos da governação chinesa, sendo de imediato um facto relevado pelo seu presidente Xi Jinping (sendo mais uma demonstração de todo o poderio atual da China, no presente o único contrapeso juntamente com a Rússia à supremacia Global dos EUA):

An important step in our country’s interplanetary exploration journey, realizing the leap from Earth-moon to the planetary system and leaving the mark of the Chinese on Mars for the first time. ... The motherland and people will always remember your outstanding feats! (Presidente da China, Xi Jinping)

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Marte ─ Utopia Planitia

Sonda automática Viking 2

(18 maio 1979)

 

Explorada intensamente a Terra (a caminho dos 8 biliões de habitantes) tendo-se forçosamente de procurar outros mercados (só o dinheiro nos fazendo mover) e com isso (e entenda-se, como consequência) outras “Terras” (A, B, C, etc.): isto porque “o segredo é a alma do negócio”, não sendo o sujeito (para quem manda) a prioridade, mas sim o objeto produtor de mais-valia (e que amanhã será uma máquina, o nosso sucessor).

[Nas últimas notícias referindo-se ao ROVER ZHURONG de momento estacionado na região denominada UTOPIA PLANITIA e tendo para si projetada uma missão de cerca de três meses ─ procurando (entre outras observações) a presença de água-gelada e ainda o estudo da atmosfera e do magnetismo (de Marte) ─ tudo parecendo normal com o funcionamento do ROVER aparentemente pronto a entrar em ação. Juntando-se dentro de pouco tempo no seu trabalho diário (ou SOL) a dois outros ROVERS e tendo muito perto de si (mesma região) o seu colega norte-americano PERSEVERANCE.]

(imagens: CNSA/@CNSA en/twitter.com/usatoday.com ─ wikipedia.org)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:31

O WTC da Palestina

Domingo, 16.05.21

Colocando aqui uma questão até pela semelhança (entrando-nos pelos olhos dentro), se não haverá nada de comum entre o Evento ocorrido em 11 de setembro de 2001 nos EUA (e as imagens que todos nós ainda retemos na nossa memória) e o ocorrido este dia 15 de maio de 2021 na Palestina,

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1º embate de mísseis

(sobre a torre de comunicações)

 

─ Faz este ano precisamente 20 anos

Até pela técnica utilizada na manobra militar de demolição, numa sequência programada de explosões fazendo cair o edifício sobre si próprio, reduzindo-o no final a escombros e mergulhando tudo em seu redor num nevoeiro cerrado e tóxico de nuvens de detritos, poeiras e pó, obliterando o que lá estava e lá colocando um buraco:

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Aguentando o 1º embate

(sobre a torre)

 

Tal como nos EUA deixando numa grande urbe um enorme buraco entre edifícios de habitação, colocando toda uma zona num estado generalizado de caos e de catástrofe (com danos materiais e humanos) e como sempre e “colateralmente” (culpa sendo sempre do outro, sendo ambos inimigos),

Trazendo feridos e mortes entre os civis (desaparecidos por diversos motivos os homens, sobretudo mulheres e crianças) e justificando tal ato tendo-se que admitir como injusto (para não se pronunciar a palavra mais dura e real, como “criminoso”) como uma infeliz inevitabilidade de guerra.

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2º embate de mísseis

(passado pouco tempo)

 

Neste dia 15 de maio ao assistir ao bombardeamento feito por Israel com um pré-aviso de apenas uma hora das “Torres de Comunicação Palestinas” ─ local utilizado para comunicações pelas agências noticiosas internacionais (entre elas a Associated Press e a Al Jazeera) ─ e com os israelitas a efetivamente cumprirem a ameaça, com todas as campainhas de alarme a soarem (ao mesmo tempo),

Recuando como numa máquina do tempo uns vinte anos e vendo-me perante um atentado podendo muito bem ter sido levado a cabo não por uns árabes (verdes, sauditas, brutos, ainda a aprender) refugiados numa caverna longínqua e perdida do Afeganistão, mas por outros não se achando tanto assim, mas sendo especialistas, instrutores e até perpetradores,

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Não aguentando o 2º embate

(a torre de comunicações)

 

─ Colaborando (os israelitas, uma hipótese e conhecendo-se a Mossad na altura, bem credível) com os norte-americanos num golpe de estado interno entre poderes não diretamente presentes nem visíveis, mas em disputa, sendo os políticos ─ como o presidente ─ apenas instrumentos de adoração e fixação (para a generalidade da população).

E se antes o Mundo se horrorizou com os milhares de mortos originados nesse atentado (mudando tudo, daí até hoje), porque não sucede o mesmo com a Palestina, quando os mortos se multiplicam por dias, por meses, por anos sem fim, cercados como animais num zoo e como se estivessem num campo de concentração (antes a céu aberto e agora de teto aberto) e sendo sempre/sempre/sempre os suspeitos e culpados do costume.

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Tal como o WTC caindo sobre si próprio

(instalações dos média como a AP e a AlJazeera)

 

Tal como Adolf Hitler sabia (o nacional-socialista alemão), com esta tática de guerra só podendo ter uma única conclusão (não se podendo lutar, nem fugir) e tal como ele o fez sendo o resultado dessa opção inevitavelmente o extermínio (como o tentou fazer com os judeus, agora e apesar do seu passado mudando de lado): será que sou eu o único que vejo o mesmo tipo de buraco entre prédios, existindo lá algo antes e nada depois? Sendo certo que nem só os mortos não falam.

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E recordando o “ground zero” deixando no seu lugar um buraco

(mortos não, devido ao pré-aviso de 1 hora)

 

E com a única diferença entre o WTC/EUA e o WTC/Palestina (derrubados) é que num, mesmo tendo sido menos numerosas as vítimas as mesmas se concentraram (notando-se mais) enquanto no outro, mesmo sendo muito mais numerosas as vítimas, as mesmas se dispersaram (notando-se menos, ainda-por-cima e agora, impedindo os vivos de o contar ao resto do mundo).

(imagens: AP/youtube.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:01

O Regresso dos Turistas Britânicos (amanhã)

Domingo, 16.05.21

“Este domingo em Portugal e no Algarve/ALG registando-se +334 Infetados (ALG/+22) e +1 Óbito (ALG/0), num total de 17.007 Óbitos (ALG/362) desde o início desta Pandemia.”

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Segundo dados do INSA (de 14.05) com o índice de transmissibilidade R(t) em Portugal a subir na última semana (de 0,91 para 0,99) ─ na região do Algarve atingindo o seu valor mais elevado de R(t)=1,08 ─ com o nº de casos ativos na região a aumentarem (sendo Albufeira o concelho com maior taxa de incidência, superior a 120 casos/100.000 habitantes),

Assim como com alguns surtos de Covid-19 a surgirem um pouco pelo Barlavento e Sotavento Algarvio (Lagoa, Silves, Albufeira, Loulé e Tavira) ─ envolvendo explorações agrícolas (Albufeira/Tavira) e a ligação Família/Escola (Lagoa/Silves/Loulé) ─ arranca amanhã a campanha de férias dos Britânicos em Portugal, maioritariamente no Algarve e chegando via aérea ao aeroporto de Faro:

E se as condições sanitárias nomeada e relativamente ao Covid-19 parecem apesar de tudo estar bem controladas, com a primeira preocupação (talvez a única, sendo a outra a capacidade de resposta com qualidade das unidades hoteleiras, muitas delas com as atividades suspensas há vários meses/há um ano) a centrar-se na chegada desta “1ª fornada” de turistas sabendo-se do que se passa no SEF (em processo de transformação/extinção) e na Groundforce (solicitada a sua falência).

Adivinhando-se o que sucederia amanhã nos aeroportos portugueses ─ no caso que nos importa sendo o mais próximo e estando ele localizado na região, o de Faro (o único) ─ caso algo se passasse envolvendo um ou outro (SEF ou Groundforce):

O caos, com os britânicos a questionarem-se repetidamente (depois de tantos esforços), o que estariam eles na realidade a fazer por aqui.

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Mas dadas as últimas informações (no fundo não se conhecendo nada contra ou a favor, até para nos tranquilizar) amanhã indo tudo correr bem e se o tempo se mantiver assim (até melhorando, proporcionando bons dias de Sol, de praia, de mar, de gastronomia regional, de vida noturna local) podendo-se prever uma boa estadia.

Amanhã (na 1ª leva) com cerca de 17 aviões e 5.500 britânicos a chegarem ao aeroporto de Faro, saindo do frio da sua ilha e chegando logo ao calor (continental/mediterrânico) que se faz sentir na região mais a sul de Portugal ─ este ano e no Verão podendo atingir segundo as previsões temperaturas na ordem dos 40°C ─ em viagens desde já esgotadas segundo algumas unidades hoteleiras do Algarve (já completas) até ao fim de maio.

Sendo Portugal o primeiro país da Europa a abrir completamente (se comparados com os outros, especialmente os seus concorrentes) as suas portas ao turismo (via aérea), para já iniciando-se pela Grã-Bretanha, mas posteriormente podendo abrir as portas a outras nacionalidades (dependendo da sua situação Covid-19) e já por cá andando (via fronteira terrestre) os espanhóis.

Para muitos portugueses trabalhando no ramo da Hotelaria e do Turismo (e todos os outros Serviços associados, uma “multidão) e neles incluindo os residindo e trabalhando no Algarve, perspetivando-se finalmente o fim deste longo e extremamente doloroso (doença, desemprego, isolamento, solidão) período de “Inferno”.

Faltando menos de 24 horas para mostrarmos do que somos capazes.

(imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:31

Reviver o Passado em Albufeira (c/ Ingrediente Britânico)

Sábado, 15.05.21

E já em cima do arranque dos motores dos aviões (ingleses), com o Governo português a dar finalmente (ter-se-á esquecido?) o seu OK aos britânicos. Aqui sendo bem descrita a situação criada (aos britânicos, esperando pelos portugueses): The Portuguese announcement followed days of uncertainty and confusion over whether thousands of holidays booked by UK travellers from Monday would in fact go ahead. On Thursday, it looked as though many holidaymakers' hopes would be dashed when Portugal extended its Covid emergency measures. But to widespread relief, the Lisbon government has now given its approval to UK tourists. (14.05.2021/BBC News)

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Com a aproximação do dia 17 de maio (segunda-feira) ─ 1º dia em que os Britânicos partem de férias em direção ao Algarve ─ e já com diversas companhias aéreas preparadas para o restabelecimento das ligações aéreas UK/Faro (como a EasyJet e a Tui, esta última já com 28 dos seus 44 voos ─ mais de 63% ─ reservados para o Algarve, até ao final deste mês), sendo conveniente relembrar que se este “canal de comunicação turístico se encontra atualmente aberto”, tal processo obedece ainda a algumas regras  básicas/mínimas (podendo ser efetivamente consideradas como restrições, dado o incómodo e as despesas provocadas) para tal se poder concretizar: e não existindo ainda um passaporte Covid-19 ou um outro tipo de documento qualquer que confirme a nossa vacinação (provando estarmos livres da doença), tendo-se forçosamente e para evitar o período de Quarentena (o que impede a realização da esmagadora maioria das viagens) que apresentar diversos testes PCR negativos ─ para um cidadão britânico podendo envolver vários testes (três) e um gasto de cerca de 400£ (mais de 464 Euros), em muitos casos mais do que o custo do pacote de férias incluindo Viagem + Estadia.

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Mesmo assim (com as despesas a poderem em certos casos duplicar) e face à ânsia e ao desejo (incontido, prontos a pagar o necessário para tal) de muitos dos seus cidadãos em mudarem o seu quotidiano de trabalho, monótono, contínuo, de isolamento forçado e podendo ser de mais de um ano (de duração ─ de março/2020 a maio/2021 ─ uns 16 meses), fazendo de imediato a sua reserva, preparando-se (munindo-se dos seus respetivos testes) e estando prontos a partir, tendo à sua disposição mais de 20 aeroportos (britânicos): e superada alguma confusão face ao dito pelas autoridades britânicas e ao não dito (apenas festejado) pelas autoridades portuguesas (esquecendo-se da sua parte para dar seguimento ao processo, oficializando a abertura das ligações aéreas) ─ emergência, calamidade, qual a diferença de facto (e como tal, permissão de viagem a 17/finda a emergência ou a 31 de maio/final da calamidade?) ─ e com os turistas respirando finalmente de alívio (confirmada a porta aberta dos dois lados, com o sim atrasado/esquecido do nosso Governo), segunda-feira chegando a 1ª grande fornada de turistas britânicos (de muitas outras já confirmadas, até ao fim do mês e por diante) ao ainda único aeroporto da região.

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Tal como o afirmam os britânicos com as viagens de férias dos seus cidadãos para Portugal a refletirem-se fortemente na economia e balança comercial do nosso país, só com estes turistas (oriundos da “Ilha”) a contribuírem com cerca de meio biliões de libras de receita: e prevendo-se nas próximas semanas a continuação de restrições (devido à Covid-19) noutros países concorrentes de Portugal (afetando todo o Mediterrâneo), sendo talvez esta a maior oportunidade que Portugal e o Algarve alguma vez tiveram para promover o país/a região Turística, ainda-por-cima sendo uma oferta, fazendo-o de graça.  Faltando nem dois dias, para se ficar a saber.

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E sabendo-se do atraso de Portugal no seu OK aos voos da Grã-Bretanha (para Portugal/Algarve), não devendo ter deixado os britânicos nada satisfeitos, estando ansiosos até ontem, até à última da hora (pela confirmação ou não da viagem, do seu investimento de férias), esperando-se que algo de muito pior não se passe à chegada dos turistas, seja “por culpa” do SEF, da Groundforce ou de outra entidade pública ou privada qualquer (podendo até ser mista, que importa): no dia 17 de maio podendo dar-se (até pelo estado em que se encontram estas duas instituições, aparentemente sem Ministro do setor) o caos aeroportuário.

(imagens: pinterest.pt)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:10