Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

17
Abr 12

“O que vemos não acaba nem com a morte e por isso temos sempre que falar para continuarmos vivos”

 

 

Viver a nossa passagem por este mundo é muitas vezes um caminho bem difícil de percorrer e de suportar, face às injustiças e atrocidades que se praticam diariamente sobre todos os seres humanos e o desrespeito pela sua individualidade e integração, no meio ambiente que a natureza tão feliz um dia lhes ofereceu, sem nada pedir em troca.

Caminhos não existentes e absurdos, criados em decretos de lei por certos predestinados, que se acharam no direito de explorar e de usufruir deste pobre planeta em seu próprio proveito, com o único objetivo de, controlando os mercados e a sua produção, manipular por coação institucionalizada, todas as espécies e coisas existentes à sua superfície.

Devemos lutar fortemente contra a avalanche cultural dos governos, que esmagam a nossa sociedade com a proliferação dos seus manuais de instrução, provocando a proliferação sem controlo da praga das ações de deformação profissional – ou então já não somos trabalhadores livres, mas empregados sofrendo de esquizofrenia.

A vida é uma partilha em que todos contam e em que todos fazem parte de um todo, que só se completa totalmente como um pequeno universo, ao alcançarmos o respeito e a solidariedade por tudo o que vivo gira à nossa volta, mesmo em espaços de ausência.

Este é um exemplo para todos aqueles que pretendem saber como comandar todos os outros, não sabendo sequer nada, do que se passa à sua volta. E que mesmo assim ignoram a sua imagem cada vez mais medonha e distorcida, insistindo no mesmo erro vezes sem fim.

 

TVI

Observatório Do Mundo

Cancro: Lutar Até Ao Fim

16.04.2012

 

Aos 16 anos, Bart Verbeeck foi diagnosticado um cancro nos ossos e está em fase terminal. Para que possa passar os últimos dias livre de dores e em paz, decide provocar uma situação de coma. Este documentário mostra-nos esse período em que é acompanhado pela família e pelos médicos.

 

 

Bart Verbeeck, 23, is dying. He was sixteen years old when he first developed bone cancer. Four years later, the cancer was declared terminal. As the pain becomes overwhelming, Bart has decided to take medicine that will put him into a coma so that he can spend his last few days, pain free. This poignant film follows Bart, his family and his doctors during his final days.

“Come and Fetch Me” is the poignant portrait of a young man who has los the battle against cancer, but who wishes to convey the message that it is important to stay positive and to enjoy what you have.

 

 

Este programa podia fazer parte de uma mais basta e diversificada ação de formação obrigatória das nossas mentes que brilham – apenas porque usam cosméticos fluorescentes na cabeça – numa tentativa final de os por a ver que todos nós temos propriedades organoléticas e não apenas os seus luxuosos produtos de mercado, como é o caso do vinho e do seu belo escravo.

 

(Web e Eu)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:31

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