Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

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Mar 11

Imagem de Sendai antes do maior abalo sísmico da sua história

 

Nestas situações nunca se encontram responsáveis pela situação ocorrida, como se desde tempos imemoriais, as cidades estivessem situadas todas no litoral, com uma central nuclear às suas costas e sem nenhuma preocupação com os fenómenos naturais, como os terramotos e os tsunamis.

E onde estão agora os apologistas empresariais, patrióticos e responsáveis, que propuseram uma central nuclear para a zona de Lisboa? São nestes momentos que se aprecia o conhecimento destes intelectuais e cientistas de “tigela vazia” (que antes iam a uma mercearia e que nós apenas deixávamos fazer as contas), sobre a deslocação das ratazanas num barco, quando flutua e quando está prestes a ir ao fundo. É que elas, para nossa tristeza, sabem nadar!

Vejam!

Sismo move ilha principal do Japão 2,5 metros – eixo da Terra desloca-se 25 cm

 

Chegada do tsunami, alguns minutos após o sismo de grau 8,9 na escala de Ritcher

 

O sismo provocou uma onda de dez metros

 

Destruição após passagem de uma enorme onda de água, lama e destroços – as pessoas desapareceram!

 

Redemoinho provocada pela circulação de massas de água

 

A rotação da Terra acelerou 1.6 microsegundos um pouco mais do que tinha acelerado com o terramoto do Chile no final de Fevereiro do ano passado, que com uma magnitude de 8,8, provocou uma mudança de 8 centímetros no eixo da Terra.

 

Tudo faz lembrar um devastador bombardeamento nuclear

 

Nas primeiras 24 horas após o primeiro abalo no Japão, registaram-se mais de 160 réplicas, a maioria com magnitude superior a 5. O sismo provocou um tsunami, com uma onda de dez metros que atingiu a costa noroeste deixando um cenário devastador e mais de mil mortos.

 

Explosão de um reactor da central nuclear – veja-se a proximidade das habitações

 

O geofísico Shengzao Chen explicou que o terramoto de ontem no Japão ocorreu quando a crosta terrestre se rompeu numa área de cerca de 400 quilómetros de comprimento e de 160 de largura, e as placas tectónicas se moveram mais de 18 metros.

 

Fukushima nuclear plant

 

(Huffington Post – L.A. Times – N.G. – Público)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:57

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