Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

05
Mar 11

Farol de Alexandria

 

O Farol de Alexandria foi criado por Ptolomeu, o rei do Egipto, em 290 A.C. e tinha 117 metros de altura. Com um grande espelho interno reflectia a luz do sol e orientava as embarcações. A noite usava-se o fogo para o farol brilhar. Em 1480 ele foi desmontado para se erguer um forte no local e restos do farol podem ser vistos submersos no mar.

 

Almanaque Estação

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:56

Torre de Belém

 

Portugal é um dos países europeus pertencentes à CEE, que atravessa uma crise transversal a todas as instituições e estratos sociais, que o compõem e sustentam. Em termos gerais a produção é inferior aos pedidos dos consumidores e isso reflecte-se na relação entre as exportações (mínimas) e as importações (máximas); problema ainda mais agravado por sermos infantilmente um país Lego, em que montamos as peças que nos dão e muito contentes as vamos mostrar ao nosso dono. A crise sente-se no nosso bolso porque o dinheiro não estica e se o estado continuar a penalizar os que já nada têm e verificar que daí já nada vem, só lhe restará virar-se para a nossa chamada classe média e exigir-lhe o que os outros já não podem pagar, esgotando deste modo os recursos, da dita classe média. Ora isso já está a acontecer e as respostas da sociedade civil, não se vêm no horizonte mais próximo. Até mesmo as miseráveis manifestações dos chamados políticos e fazedores de opinião, gritando ao contrário que o momento ainda não chegou, têm mais força e impacto nas pessoas, torcendo-nos cada vez mais o cérebro, de modo a secar mais depressa e sem grande despesa: é só cobrar sem parar, para assim baixar o défice e continuar a pedir dinheiro emprestado, para sustentar a máquina que nos sustenta a vida, através deles. Aquela Máquina!

Sem Memória e Cultura nunca poderá existir Educação. E sem esta última, todo o processo evolutivo a nível Científico e Tecnológico, não terá espaço para se desenvolver e expandir – sem livros e pensadores livres presentes, não existe um fim a atingir, porque não encontramos o seu centro, a sua origem. E a partir daí qual será o interesse em nos debruçarmos sobre áreas como os da organização social e económica, se já ninguém se preocupa com nada de nada e o medo nos leva a esconder no interior mais remoto da nossa toca.

A Torre de Belém é um símbolo actual do nosso país – um lugar belo, circundado por uma ausência que parece parada no tempo, todo iluminado no seu interior, que se pressente grandioso e glorioso, mas onde ninguém se avista, nem se detectam movimentos ou sombras. Parece um mundo após o Apocalipse, onde apenas a chuva no piso húmido, nos diz que ainda pode ter restado alguma coisa.

 

Foto do “National Geographic”

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:51

Planície alentejana

 

Esta é uma imagem de extrema beleza obtida no Alentejo.

O céu parece querer explodir, penetrando a terra subjugada debaixo dos seus pés.

Os campos expectantes parecem segurar com a sua leveza, as fronteiras que os separam.

Mirando o intervalo, sentimo-nos observadores de um sistema comprimido e sonhamos atravessá-lo.

O que se passará para além dos limites dos nossos órgãos dos sentidos?

O Universo Vivo!

 

Foto do “National Geographic”

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:45
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04
Mar 11

 

Potentially Hazardous Asteroids are space rocks larger than approximately 100m that can come closer to Earth than 0.05 AU. None of the known PHAs is on a collision course with our planet, although astronomers are finding new ones all the time.

On March 4, 2011 there were 1203 potentially hazardous asteroids.

 

Recent & Upcoming Earth-asteroid encounters:

 

Asteroid

Date(UT)

Miss Distance

Mag.

Size

2011 EB

Feb 26

2.4 LD

--

18 m

2011 DQ

Feb 26

9.7 LD

--

26 m

2011 DT9

Feb 27

9 LD

--

39 m

2011 DE5

Mar 1

4.9 LD

--

22 m

2011 DW4

Mar 3

6.9 LD

--

15 m

2011 EC

Mar 6

9.2 LD

--

33 m

2000 PN9

Mar 10

45.5 LD

--

2.6 km

2002 DB4

Apr 15

62.5 LD

--

2.2 km

2008 UC202

Apr 27

8.9 LD

--

10 m

2009 UK20

May 2

8.6 LD

--

23 m

2008 FU6

May 5

75.5 LD

--

1.2 km

2003 YT1

May 5

65.3 LD

--

2.5 km

2002 JC

Jun 1

57.5 LD

--

1.6 km

2009 BD

Jun 2

0.9 LD

--

9 m

2002 JB9

Jun 11

71.5 LD

--

3.2 km

2001 VH75

Jun 12

42.2 LD

--

1.1 km

2004 LO2

Jun 15

9.9 LD

--

48 m

 

 

Notes:

LD means "Lunar Distance." 1 LD = 384,401 km, the distance between Earth and the Moon. 1 LD also equals 0.00256 AU. MAG is the visual magnitude of the asteroid on the date of closest approach.

 

SpaceWeather.com

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:34

02
Mar 11

Capa do livro

 

«Desta vez fiz asneira e da grossa. Mas como podia eu saber que aquele pedaço de papel que rasguei e comi era tão especial para o meu dono? Todos os dias lhe como e destruo metade dos papéis oficiais e dos despachos que ele tem em cima da secretária e ele não se importa com isso. Aliás, as coisas que já lhe comi, davam para fazer um livro só sobre isso: um DVD intitulado “Espanhol para falar com Chefes de Estado”, um telemóvel que fazia ruídos estranhos quando se atendia (este por acaso até foi o meu dono que me deu para roer), um livro de poemas autografado pelo Manuel Alegre (ainda por abrir!), uma fotografia do presidente da República que estava a marcar as Páginas Amarelas, três ou quatro orçamentos de Estado (são sempre os mais difíceis de roer). Sempre que tenho estes impulsos de rafeiro, o meu dono faz-me aquela falsa cara de mau e diz-me “Não, pá, isso não pá, larga pá!” mas depois ou toca o telemóvel e ele distrai-se com a conversa ou acaba por esboçar um sorriso e perdoar-me. Desta vez não. Foi tudo muito diferente. Enfim, a culpa é minha. Tinha de acabar em desgraça esta minha mania de me atirar a tudo o que é papel oficial. E o que mais me causa estranheza é que desta vez só roí um papel, um miserável papel. (…) Este era fininho, uma folha apenas, estava cheio de números e letras e tinha um emblema no cimo da página. Uma coisa aparentemente rasca, sem valor mas afinal era valiosíssima! Como é que eu ia saber que aquilo era o certificado de habilitações do meu dono, do seu curso de engenheiro?» Um rafeiro retirado de um canil para viver uma vida de glória, fama e proveito em São Bento. Pela trela ou ao colo, nos momentos difíceis ou nas horas de triunfo, o cão foi uma testemunha ocular e privilegiada do dia-a-dia do chefe do Governo ao longo dos últimos anos. Do Tratado de Lisboa à Cimeira da NATO, das frias relações institucionais com o presidente da República aos calorosos apertos de mão das grandes figuras da política internacional, da crise do Orçamento de Estado para 2011 aos prós e contras da entrada do FMI em Portugal, o cão dá a sua opinião sobre tudo o que aconteceu nos últimos anos num relato detalhado, inédito e original sobre os bastidores da mais alta política portuguesa

PS: o cão encontra-se à procura de novo dono. Aceitam-se inscrições. Obrigado!

 

António Ribeiro - Esfera dos Livros

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:42
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Discurso em directo na televisão estatal líbia

 

Khadafi diz que "milhares vão morrer" se a NATO entrar na Líbia

 

O contestado líder líbio Muammar Khadafi desafiou “quem quiser” a provar que é ele “quem exerce o poder na Líbia”, e jurou que "milhares de pessoas vão morrer" se forças norte-americanas ou da NATO entrarem no país, que, diz, está a ser "vítima" de uma conspiração instigada pela Al-Qaeda.

 

Público

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:01
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Vila Nova de Gaia - Rio Douro - Porto

 

Nasci no Porto por volta da hora do almoço. Vivi com os meus avós maternos no Bonfim, muito perto do antigo Estádio das Antas e por vezes, à segunda-feira, lá íamos até à Feira de Espinho – era grande e tinha de tudo, desde ourivesaria, até à venda de animais – dando na hora do descanso, um pulinho até à outra casa. Nas férias passávamos lá o Verão.

Isto tudo a propósito do Porto, cidade de altos e baixos, difícil para qualquer ciclista. Veja-se o caso da Igreja do Bonfim, bem lá no alto, com Campanhã lá para baixo e o Rio Douro bem lá para o fundo. A casa tinha umas águas-furtadas onde ficavam os quartos das crianças e da empregada. De lá, de uma janela bem lançada no espaço, via-se um bom recorte da cidade, com o campo ainda a rodeá-la ou mesmo ainda nela presente, com os seus jardins, com o seu lago e uns tantos patos e cisnes dispersos. Nas traseiras da casa existia uma serração, onde entravam grandes camiões carregados de enormes troncos de árvores para aí serem cortados e transformados.

Frequentei a primária do Campo 24 de Agosto e ainda andei pelo Liceu Alexandre Herculano – acabando o liceu, já em Espinho, terra por essa altura ainda simpática, com os seus pescadores ainda na labuta do mar, com a sua industria ainda florescente e arrancando com firmeza na implantação de serviços para usufruto da sua população, ainda que de uma forma um pouco ingénua e sem projecto bem definido. Hoje já tudo isso se perdeu e a queda definitiva do carisma que esta cidade poderia mais tarde alcançar, está bem reflectida no acto criminoso de aos poucos se ter destruído a Feira de Espinho sob pretextos impensáveis e ainda do nojo arquitectónico em que se tornou a passagem do caminho-de-ferro pelo centro da cidade: será que tal coisa atrai turistas? Eles acham que sim, até porque já instalaram as suas tendas e barracas de comes e bebes. Depois, é só ir jogar no casino, bem lá à sua frente! Espinho tornou-se mesmo em mais uma daquelas terrinhas do litoral de Portugal, neste caso caracterizado pelos seus cruzamentos e ruas paralelas ou perpendiculares ao mar, enfiando-se por ele dentro e apanhando por vezes umas ventanias e humidades de arrasar.

Prefiro o Porto, e o Rio Douro correndo nas suas margens, com Gaia do lado de lá e o mar salgado do Atlântico, aguardando a chegada da água deste país, limpo e doce.

 

Foto "Natinal Geographic"

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:37
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Polónia

 

Nascer do dia 1 de Março de 2011.

Olhando o céu.

Observando a Lua em quarto crescente.

À sua direita, o planeta Vénus.

 

A partir de SpaceWeather.com

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:03
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