Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

13
Fev 12

O Perigo das Colheres

 

Na Grã-Bretanha uma mulher foi impedida de comprar uma colher de chá por um empregado de uma loja à qual se tinha dirigido, pois tal acto não seria permitido sem a apresentação da identificação do cliente. A razão apresentada devia-se ao risco de ela poder ser utilizada para o uso de drogas, dado os consumidores de heroína as prepararem com essas colheres.

 

Colheres e drogas

 

Abrigos de pesca

 

Em Minneapolis todos os Invernos e aproveitando a estação fria, os pescadores reúnem-se à volta dos lagos gelados e entretêm-se pescando através de buracos previamente feitos na sua superfície gelada. Usam tendas para se protegerem do vento gelado que se faz sentir e enquanto esperam, vão confraternizando entre eles e bebendo um pouco para aquecer. Em certos lagos de maiores dimensões aparecem por vezes abrigos mais elaborados, alguns deles fixos e outros temporários, demonstrando a capacidade criativa e artística destes pescadores, em questões decorativas e de utilização da cultura local.

 

A pesca e as tradições

 

(histórias tiradas de BoingBoing)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:00

How can our brains decipher even garbled nonsense?

A key factor could be context.

 

How cn yuor brian rd ths? Apparently, context is key!

 

You might not realize it, but your brain is a code-cracking machine.

 

For emaxlpe, it deson't mttaer in waht oredr the ltteers in a wrod aepapr, the olny iprmoatnt tihng is taht the frist and lsat ltteer are in the rghit pcale. The rset can be a toatl mses and you can sitll raed it wouthit pobelrm.

 

S1M1L4RLY, Y0UR M1ND 15 R34D1NG 7H15 4U70M471C4LLY W17H0U7 3V3N 7H1NK1NG 4B0U7 17.

 

NEWS: Window Installed Into a Live Brain

 

Passages like these have been bouncing around the Internet for years. But how do we read them? And what do our incredibly low standards for what's legible say about the way our brains work?

According to Marta Kutas, a cognitive neuroscientist and the director of the Center for Research in Language at the University of California, San Diego, the short answer is that no one knows why we're so good at reading garbled nonsense. But they've got strong suspicions.

"My guess is that context is very, very, very important," Kutas told Life's Little Mysteries.

We use context to pre-activate the areas of our brains that correspond to what we expect next, she explained. For example, brain scans reveal that if we hear a sound that leads us to strongly suspect another sound is on the way, the brain acts as if we're already hearing the second sound. Similarly, if we see a certain collection of letters or words, our brains jump to conclusions about what comes next. "We use context to help us perceive," Kutas said.

It's not a perfect system, however. In the above passages, Kutas suspects that you probably didn't get every single word right just from knowing what came before it. You only thought you were reading the passage perfectly, because you automatically (and subconsciously) went back and filled in any gaps in your knowledge based on subsequent context — the words that came later.

Additionally, in the case of the first example (the words with jumbled middle letters), it helps that your brain processes all the letters of a word at once, rather than one at a time. Thus, the letters "serve as contexts for each other," Kutas said.

 

(Discovery)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:48

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