Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

03
Mai 12

Contra factos não há argumentos

 

O Eurostat indicou que a taxa de desemprego em Portugal atingiu um novo recorde no mês de Março chegando aos 15,3%.

No 1.º de Maio deste ano o Primeiro-Ministro afirmou aos trabalhadores dos TSD que se deviam preparar para viver mais dois ou três anos com uma taxa de desemprego crescente e à qual não estavam habituados.

Estes trabalhadores da UGT/TSD ouviram o Primeiro-Ministro e até aplaudiram o discurso.

 

Mas andaram à pancada

 

No que diz respeito ao Pingo Doce, outras inteligências – como o sociólogo MVC – declaram genial a campanha do grupo Jerónimo Martins, afirmando que “o 1.º de Maio é o dia consumidor, pois é para consumir que as pessoas trabalham” (brilhante pensador).

E eu que pensava que nesse dia se comemorava o “Dia do Excedentário”!

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:58

02
Mai 12

A cabeça esconde muitos mistérios

 

Mais algumas informações importantes para uma correta utilização daquilo que dizem que nós temos dentro da nossa cabeça – e que desde pequeninos e por boa educação, não nos deixam utilizar.

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:15

A Linguagem dos Lagomorfos

(o que diz o teu coelho e como lhe responder)

 

                        

Betsy e Marvin

 

Too few who share their lives with a rabbit know what their rabbit is trying to tell them, or how to express themselves in terms their rabbit will understand.

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Being able to speak and understand Rabbit requires that you learn to think at least a little like a rabbit. Your rabbit will never learn to understand many of the mysterious things you do but you can certainly understand why rabbits do what they do. You'll be pretty close to the truth if you think of rabbits as being from a society very different from your own, with different priorities, goals, important lessons, and gestures.

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People who expect rabbits to be like dogs often find the most important difference in the relationships they form with humans is that dogs may give unconditional love and trust, but rabbits don't. As it turns out, what all rabbits want more than anything is respect and affection, and when you learn to give these properly you'll freely get them in return.

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A great deal of the signaling described here involves the use of uppy ears, which not all domestic rabbit breeds have. You can consider Lop as the language Rabbit, but spoken with an accent.

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Some signals' descriptions might be superficially similar and yet have very different meanings. For instance, an angry rabbit, one that's scared, and one asking to be groomed will all have their ears back.

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Rabbits use a lot of special postures to signal others, but just because some particular action or pose is a signal in one context doesn't mean that every time a rabbit does it a meaningful signal is intentionally being given. As Sigmund Freud once said, sometimes a cigar is just a cigar.

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Unneutered rabbits are often significantly more aggressive, and may be less interested in conversing with you about anything but hierarchy and territoriality. Perhaps you can remember when you were irresistibly hormone driven (last weekend at the neighborhood barbecue?) and will understand. We can only hope that you didn't mark your territory by spraying urine all over.

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The stars are two rabbits who patiently provided the poses I've used to illustrate the text: Betsy and Marvin. They're supermodels of the rabbit world. My wife provided insightful suggestions and kindly editing, as well as Betsy and Marvin's biographies

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Learning to speak Rabbit, though, will help with every other aspect of living with a rabbit.

 

(language.rabbitspeak.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:03

A Realidade anda por aí, mas com muito aldrabão.

E por isso é fácil enganar, seja quem for que nos ouça.

 

O nosso amor à Pátria deve-se refletir em atitudes sóbrias e respeitadoras dos princípios que regem a nossa sociedade – só assim é que os pobres agradecidos poderão ter retorno dos ricos protetores.

 

38 Anos passados sobre o 25 de Abril, o nosso futuro confunde-se com o nosso passado

 

Segundo a nata dos nossos grandes dirigentes e educadores, Portugal está a percorrer o caminho certo, para atingir a sua salvação como nação respeitada e soberana. Só nos pedem para nos comportarmos bem, aguentarmos firme todas as vicissitudes da vida e não reclamarmos constantemente por haver portugueses vivendo melhor do que outros, não compreendendo desta maneira, que o trabalho árduo e profícuo dos nossos líderes, tem que ser devidamente recompensado, por tantas horas de sono perdidas e não contabilizadas.

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:43

Amanhã plantaremos ventoinhas em todo o continente africano e talvez aí alguns ainda se lembrem das fantásticas girafas

 

Aerogeradores

 

Nenhuma energia é neutra, nas consequências da sua utilização. Este é o caso da fonte de energia renovável e não poluente que é o Vento, que através do uso de aerogeradores para a produção estratégica de energia elétrica – utilizando turbinas, associadas a hélices movidas pela força dos ventos – pode no entanto influir nas temperaturas à superfície do solo, aumentando-a ligeiramente durante a noite (0,72°C nas suas proximidades), devido à ação misturadora do ar das hélices dos aerogeradores.

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:50

01
Mai 12

Dia do Excedentário

 

Excedentários – aqueles que estão a mais

 

Hoje no meu país o povo já nada pode comemorar – nem a própria vida coletiva – face às ameaças e roubos constantes a que é sujeito todos os dias e sem um único dos seus representados pagos principescamente como verdadeiros mercenários, a aparecerem para o defender. Fomos transformados em empregados irresponsáveis e delinquentes, existindo a mais num sistema que já nem nos reconhece como pessoas, mas que efetivamente nos transformou em simples objetos contabilísticos.

 

Escravidão – O novo grande Sonho Português

 

Destruído o sector primário – como a agricultura e as pescas – o sector secundário – como a indústria, também responsável pela exportação – e o terciário – como a educação, a saúde, os transportes e o turismo – só falta mesmo eliminar a mão-de-obra barata e transformá-la em escravidão voluntária: aí seremos felizes nos excedentes desta sociedade transformada em lixo físico e moral, em que a luta se fará futuramente não entre quem tem ou quem não tem, mas entre quem controla a força e aqueles sobreviventes que tornados excedentários, se conseguiram converter a outra religião ou estado – é que para lá da esperança perdida nada mais existe para negociar e sem trocas e movimento, nunca a vida sobreviverá.

 

Ao criarmos na nossa espécie multidões de excedentários cometemos o maior crime, um crime hediondo, que nos levará à extinção. Então, porque é que continuamos a proteger estes criminosos? Por medo e falta de espaço!  

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:54

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